... Julgo que depois destes malabarismos, os currículos das pessoas com funções políticas activas com o propósito de praticar o bem comum de uma nação, devem ser exigidos e publicados em Diário da Republica para qualquer cidadão poder consultar e certificar-se das habilitações de cada politico. Não deve ser uma opção, mas uma condição contemplada numa lei própria para o efeito, pois como sabemos, nenhum trabalhador é admitido numa função numa empresa, sem referências e/ou curriculo académico/profissional. será verdade que o PS está "calado" neste caso da licenciatura de M. Relvas porque o Irmão Maçon António Seguro dos Bancos (da Universidade Lusófona) foi um dos professores envolvido no processo?...

Plano NAZI Ditadura Máfia Financeira Ataca África: Banco Mundial Illuminati Seduz Africanos a Eliminar Barreiras Comerciais para Integração Económica e Beneficiar a Especulação



O plano NAZI, depois de submeter a Europa à ditadura Illuminati dos mercados Zionistas Edge Funds Fast Money Casino, prossegue o assalto ao Continente Africano utilizando para isso os mesmos truques de sedução que utilizou para prender os países Europeus na teia da União de Corrupção Europeia. Com a desculpa de melhorar o crescimento económico, e usando a arma de artilharia pesada denominada "Banco Mundial, prossegue o assalto imperialista em África.



África é chamada a eliminar barreiras comerciais para integração económica

A máfia financeira do Banco Mundial (BM) instou os países africanos a suprimir as barreiras comerciais no continente, nomeadamente com os seus vizinhos, para realizar a integração económica e aumentar os redimentos comerciais da quadrilha dos especuladores financeiros e subverter os países africanos ás garras da ganância dos gangsters dos mercados.

De acordo com um relatório citado segunda-feira pelo jornal privado nigeriano "Guardian", o Banco Mundial considera que as barreiras comerciais "privaram o continente de novas fontes de crescimento económico e de novos empregos, aumentando ao mesmo tempo a pobreza".

Ressalta ainda que as redes de produção, que apoiaram o dinamismo económico em outras regiões, nomeadamente na Ásia do Leste, ainda não foram concretizadas em África.

No seu relatório, o BM indica que vários países africanos perdem biliões de dólares americanos em receitas comerciais potenciais cada ano, devido a enormes obstáculos às suas trocas comerciais com os países vizinhos que tornam mais fácil para África fazer negócios com o resto do mundo do que consigo mesma.

"É evidente que África não atingiu o seu potencial relativamente ao comércio regional, apesar dos seus benefícios substanciais, nomeadamente a criação de mercados de envergadura, a diversificação das economias, a redução dos custos e a melhoria da produtividade", acrescenta o relatório.

O documento assinado pela vice-presidente do BM para África, Obiageli Ezekwesili, usa da mesma treta que usaram com os povos europeus, dizendo que os obstáculos ao comércio livre são enormes e afetam de modo desproporcional os pequenos comerciantes, maioritariamente mulheres.

"Cabe agora aos dirigentes africanos passar da palavra ao ato e trabalhar juntos para harmonizar as políticas, o quadro institucional e mobilizar os investimentos necessários para estabelecer um mercado regional forte à medida das aspirações do continente, dos seus habitantes e da sua economia de dois mil biliões de dólares americanos", exorta o relatório.

A este propósito, o documeto lembra que, até ao início da crise financeira, a maioria dos países da África Subsariana registaram um crescimento rápido e muitas vezes nitidamente superior à média mundial.

Por outro lado, prossegue, o crescimento económico nestes países foi forte e imputável à subida dos preços das matérias-primas, o que ocasionou um forte crescimento do valor das exportações, nomeadamente de minerais, com destino a novos mercados em forte expansão tais como a Índia e a China.

Acrescenta que, apesar de as exportações conhecerem um forte crescimento durante a última década e o comércio da região recuperar após a crise económica mundial, os impactos sobre o desemprego e a pobreza "foram dececionantes na maioria dos países".

A taxa de desemprego continua em tornou dos 24 porcento na África do Sul. Na Tanzânia, a extrema pobreza parece estabilizar-se em cerca de 35 porcento da população ativa.

O relatório sublinha que a fragmentação regional poderá até tornar-se mais cara para o continente, enquanto as previsões do BM parecem indicar que o abrandamento económico na zona euro poderá reduzir o crescimento de África em 1,3 porcento este ano.

Enquanto a situação da economia mundial permanece incerta e os mercados tradicionais da Europa e da América do Norte ontinuarão provavelmente estagnados, existem oportunidades consideráveis de trocas transfronteiriças de produtos alimentares, produtos manufaturados de base e serviços que continuam inexplorados em África, indica o Banco Mundial.

"Imaginem as vantagens que haverá em permitir aos médicos, aos enfermeiros, aos docentes, aos engenheiros e aos advogados trabalharem em qualquer lugar no continente (…) Mas são os próprios países os primeiros responsáveis pela concretização destas possibilidades", prossegue o BM no seu relatório.

Para o Banco Mundial, o objetivo último é explorar os Africanos e tomar conta da troca de bens e serviços em África, e escravizar o povo africano debaixo da ditadura dos mercados especulativos e implementar a Nova Ordem Mundial. Implementar a ditadura dos bancos sobre a população, tal como está a fazer na Europa.

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Máfia Financeira Internacional, Crise! Portugal Manda Dinheiro do FMI Para Moçambique: Linha de Crédito 150 Milhões! Cá, Temos Falência de Empresas e Aumenta Taxa Desemprego



Cá, Temos  Falência de Empresas e Aumento Taxa Desemprego, e Portugal abre linha de crédito de 150 milhões de euros para Moçambique

Cerca de 150 milhões de euros deverão estar disponíveis a partir deste ano, para financiamento de empresas portuguesas interessadas em desenvolver actividade dos ramos Agro-pecuário, Industrial e Florestal em Moçambique.

O sector das Florestas e Agro-industrial deverá beneficiar de 125 milhões de euros e os remanescentes 25 milhões de euros serão canalizados para a actividade Agropecuária, segundo dados disponibilizados pela Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP).

O crédito bonificado terá a duração de três anos e será feito a partir de instituições de crédito que celebrarem protocolos com o Instituto de Financiamento da Agricultura e Pescas (IFAP) de Portugal.

Por seu turno, Maria João Rocha de Matos, directora-geral da Associação Industrial Portuguesa (AIP), disse, em entrevista ao Correio da manhã, que a sua instituição “tem vindo a acompanhar atentamente a evolução deste mercado para melhor aconselhar, orientar e ajudar os empresários portugueses a fazerem negócios em Moçambique”.

Para o efeito, a AIP organiza, desde 2012, feiras sectoriais em Moçambique, iniciativa que visa apoiar a entrada de pequenas e médias empresas lusas no mercado nacional, segundo ainda aquela fonte, acrescentando que o trabalho contempla também a promoção de potencialidades do país em Portugal.

Maria João Rocha de Matos falava à margem da Feira da Construção, Imobiliário e Segurança que junta desde esta quarta-feira, no Maputo, cerca de 100 empresários de Moçambique, Brasil e Portugal.

Refira-se que cerca de 120 empresas portuguesas de diferentes ramos entraram no mercado moçambicano, desde 2010, fugidos da grave crise económico-financeira que assola aquele país europeu, segundo a Embaixada de Portugal em Maputo, estimando em cerca de 250 o número de firmas lusas já a operar no país.


Fonte: Rádio Moçambique

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Máfia Corrupção Alemanha: Justiça Alemã Ataca Político Mafioso Corrupto Amigo de Angela Merkel, o Ex Presidente Wulff



Máfia da Alemanha: Justiça alemã ataca amigo de Angela Merkel iniciou processo contra o mafioso ex-presidente Wulff

A procuradoria de Hanover iniciou, este sábado, oficialmente o processo judicial contra o grande amigo de de Angela Merkel, o corrupto mafioso ex-presidente alemão Christian Wulff, que renunciou após vários escândalos de corrupção.


"Com o final da imunidade começa automaticamente o processo preliminar. Sobre os próximos passos do processo não vamos dizer mais nada, por agora", disse o porta-voz da procuradoria localizada no noroeste de Hanover, Hans-Jürgen Lendeckel.

O porta-voz lembrou que um chefe de Estado na Alemanha está protegido contra qualquer processo criminal enquanto está no cargo, da mesma forma que deputados são protegidos pela imunidade parlamentar.

O pedido feito na quinta-feira pela procuradoria de Hanover ao Bundestag (Parlamento federal) para que este retirasse a imunidade de Christian Wulff por causa das investigações, precipitou a demissão do presidente democrata-cristão que é correligionário da chanceler alemã, Angela Merkel, e que foi eleito para o cargo há ano e meio.

A procuradoria está a estudar se houve algum delito cometido nas férias do político em Sylt, no norte da Alemanha, pagas pelo empresário David Groenewold a Wulff e à mulher e se o produtor e cineasta obteve algum favor em troca.

Em 2007, Groenewold e Wulff passaram férias juntos na ilha alemã de Sylt.

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Como o Diabo Foge da Cruz Portugal! Cavaco Presidente dos Portugueses, Desde Polémica das Reformas: Evita Jornalistas, Crianças e o Povo Português Que tanto Carinho Lhe Tem!



Cavaco que há-de ficar para a história por ter decretado a República do Kuwait, numa altura em que Portugal tem a maior taxa de desemprego dos últimos 30 anos, "como o diabo Foge da Cruz", Cavaco foge do povo, e evita sair à rua desde polémica das reformas!


Não sei que presidente é este que não sai das tocas?. Desde que se queixou de ter uma reforma muito baixa, em que a população, prontamente, de coração aberto, se mobilizou para o ajudar, com umas moedas e uns pãezinhos e uma roupa velha...


Atão nã ée que o mal agradecido deu em fugir da famila! Cavaco, mal agradecido esquiva-se do povo... Afastou-se do povo que lhe quer tanto bem e que tanto o acarinha.. mal agradecido, deu em andar só em “salas fechadas e longe do povo”. Cavaco deixou de ser o presidente de todos os portugueses...

Cavaco Silva enfia-se nos lugares bafientos e foge do povo e dos jornalistas, "como o diabo foge da cruz"... Ontem evitou o contacto com a comunicação social, um dia depois de ter cancelado a visita à Escola António Arroio, em Lisboa,  decepcionado  os pobres dos alunos que festiva e carinhosamente lhe tinham preparado uma muito agradável e caloroso protesto. No arranque dos Roteiro do Futuro, que teve uma primeira conferência dedicada à natalidade, Cavaco, contrariamente ao correcto procedimento de um Presidente da República, e das pessoas ditas bem educadas, não deu nenhuma explicação sobre “o impedimento” que o fez cancelar a visita à escola. Entretanto, a ida de Cavaco Silva à Escola António Arroio desapareceu do histórico da agenda do chefe de Estado no site oficial da Presidência da República.

Desde que disse que a reforma não lhe chega para as despesas – uma declaração criticada por todos os quadrantes políticos e mesmo até por alguns cavaquistas , o Presidente tem optado por fugir do contacto com a população que só o quer ajudar. Cavaco esquivou-se com uma agenda mais recatada e a iniciativa Roteiro do Futuro não deverá ser excepção, já que, ao contrário dos roteiros realizados no primeiro mandato, o Presidente foge do contacto com a população... de tal forma que  o chefe de Estado nem se expõe às perguntas dos jornalistas.

É do conhecimento público que, desde a cerimónia de abertura de Guimarães Capital da Cultura – um dia depois das declarações polémicas, e onde foi calorosamente vaiado – que Cavaco evita o contacto com a população. Esteve na abertura do ano judicial, na inauguração da sede da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), onde fez intervenções e depois escapou-se numa viagem à Finlândia.

E assim vai Portugal, com um presidente que não comenta assuntos da troika e fugindo do povo... A solução é procurarmos uma solução Islandesa!

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Crise Zona Euro União Corrupção Europeia, Bruxelas Está a Destruir a Grécia: UE, um Opressor Brutal que Despreza a Democracia! Peter Oborne, THE DAILY TELEGRAPH LONDRES



CRISE DA ZONA EURO: Como Bruxelas está a destruir a Grécia. A crueldade da União Europeia está a tornar a Grécian num país de uma Libra.



Afundada numa violenta depressão, a Grécia está a ser exaurida por uma UE "incompetente" e pelo seu "insensível" comissário para os Assuntos Económicos e Monetários, Olli Rehn, acusa Peter Oborne, num veemente comentário de página inteira.

17 fevereiro 2012 Peter Oborne THE DAILY TELEGRAPH LONDRES


Durante toda a minha vida adulta, o “establishment” britânico tendeu a encarar a União Europeia como relativamente incompetente e corrupta, mas seguramente benigna e, de uma maneira geral, uma força do bem num mundo conturbado. Esta atitude está a tornar-se cada vez mais difícil de sustentar, à medida que a parceria de nações começa de repente a revelar-se efectivamente muito negativa: um opressor brutal que despreza a democracia, a identidade nacional e as condições de vida das pessoas comuns.

O ponto de viragem pode ter-se dado esta semana, com a mais recente intervenção de Bruxelas: os burocratas ameaçam levar à falência um país inteiro, a menos que os partidos da oposição prometam apoiar o plano de austeridade promovido pela UE.

Vamos colocar o problema grego em perspetiva. A Grande Depressão da Grã-Bretanha, nos anos 1930, tornou-se parte da nossa mitologia nacional. Foi a época das sopas dos pobres e do desemprego em massa, imortalizados nos maravilhosos romances de George Orwell. No entanto, a queda da produção nacional, durante a Grande Depressão, nunca ultrapassou os 10%. Na Grécia, o produto interno brutoestá cerca de 13% abaixo do de 2008 e, de acordo com os especialistas, é provável que caia mais 7% até ao final deste ano. Por outras palavras, no próximo Natal, a depressão da Grécia terá o dobro da gravidade da horrorosa catástrofe económica que atingiu a Grã-Bretanha há 80 anos.

Porém, todas as manifestações sugerem que a elite europeia se está nas tintas. No início desta semana, Olli Rehn, o principal economista da UE, alertou para as "consequências devastadoras" do incumprimento da Grécia. O contexto dos seus comentários sugere, contudo, que ele não estava tanto a pensar nas consequências devastadoras que resultariam para os próprios gregos, mas para o resto da Europa. Embora a euro-elite não pareça importar-se, a vida na Grécia, berço da civilização europeia, tornou-se insuportável.

Suicídios aumentaram e homicídios duplicaram

Cerca de 100 mil empresas foram desmanteladas e muitas mais estão a entrar em colapso. Os suicídios aumentaram acentuadamente, os homicídios duplicaram, com dezenas de milhares de novos sem-abrigo. A vida nas áreas rurais, que estão a regressar à troca direta, ainda é suportável. Nas cidades, é muito dura e para algumas minorias – a começar pelos albaneses, que não têm direitos e há muito fazem os trabalhos que os gregos não querem – é aterradora.

Não são apenas as famílias que estão a passar mal – as instituições gregas estão a ser completamente despedaçadas. Ao contrário da Grã-Bretanha em plena devastação económica dos anos trinta, a Grécia não se pode reportar a séculos de relativa estabilidade da democracia parlamentar. Ainda há apenas uma geração que o país saiu de uma ditadura militar. E, com zonas do país agora sem lei, forças sinistras estão novamente em ascensão. Só no passado outono, os partidos extremistas recolheram cerca de 30% dos votos populares.

Hoje, os extremistas de esquerda e de direita estão com 50% e a subir. Deve ser dito que este desencanto com a democracia tem sido atiçado pela interferência da própria União Europeia e em particular pela sua imposição de Lucas Papademos como primeiro-ministro fantoche.

No ano passado, fui duramente criticado e inclusivamente retirado do painel de comentadores do programaNewsnight” da BBC por um produtor muito sensível, por ter chamado a Amadeu Altafaj-Tardio, porta-voz da União Europeia, "esse idiota de Bruxelas". Diversos intermediários bem-intencionados têm vindo, desde então, a procurar-me para garantir que Altafaj-Tardio é um homem inteligente e até mesmo encantador. Não tenho nenhum motivo de peso para duvidar disso, e há que ter em conta que ele é simplesmente o amplificador e mercenário de Olli Rehn, o comissário para os Assuntos Económicos e Monetários.

Desumanidade dos membros da União Europeia

Mas olhando para trás, é evidente que os meus comentários foram demasiado generosos, e gostava de me explicar mais em detalhe e com mais veemência. A idiotice é, naturalmente, uma parte importante do problema de Bruxelas, explicando muitos dos erros de avaliação e das competências básicas ao longo dos últimos anos. Mas o que é, de longe, mais impressionante é a insensibilidade e absoluta desumanidade de membros da comissão da União Europeia como Olli Rehn, uma vez que presidem a um regime – de Bruxelas – que está em vias de destruir o que já foi um país orgulhoso, famoso e razoavelmente funcional.

Tenho idade suficiente para recordar a sua retórica, quando Margaret Thatcher dirigia a Grã-Bretanha através de políticas monetaristas, em resposta à recessão dos anos oitenta. A primeira-ministra britânica foi acusada de falta de qualquer resquício de compaixão ou de humanidade. No entanto, a perda de rendimento económico durante a recessão de 1979-82 não chegou aos 6%, menos de um terço do nível da depressão agora sofrida pelos desgraçados gregos. O desemprego chegou a 10,8%, pouco mais de metade do ponto em que se encontra hoje a Grécia.

A realidade é que Margaret Thatcher era uma figura infinitamente mais clemente e pragmática do que o chefe de Amadeu Altafaj-Tardio, Olli Rehn, e os seus tenebrosos parceiros. Ela nunca teria destruído uma nação inteira por conta de um dogma económico.

Já não pode ser moralmente aceitável que a Grã-Bretanha apoie a moeda única europeia, uma experiência catastrófica que está a infligir uma devastação humana em tal escala. Deixando de lado todas as demais considerações, por simples razões humanitárias, deve David Cameron pressionar uma rutura com Bruxelas e sair, ainda que tardiamente, em auxílio da Grécia.

Podem acompanhar a situação Grega no facebook em Anonymous Greece e We Are Change Geece

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Jornal de Angola Ataca Negócios da Máfia do Acordo Ortográfico de Destruição da Lingua Portuguesa



O “Jornal de Angola”, principal diário daquele país, publicou esta semana um editorial dedicado ao Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, ao qual tece duras críticas, defendendo que “há coisas na vida que não podem ser submetidas aos negócios, por mais respeitáveis que sejam”, pondo em causa futuras negociações.


O tema chegou às páginas do jornal depois da recente reunião, em Lisboa, dos ministros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), onde se pode ler que “nenhum país tem mais direitos ou prerrogativas só porque possui mais falantes ou uma indústria editorial mais pujante”. No editorial, o periódico escreve que a questão do Acordo Ortográfico foi um dos temas debatidos na reunião de ministros, uma vez que Angola e Moçambique ainda não o ratificaram.

O jornal, dirigido por José Ribeiro, escreve que é importante que todos os países “respeitem as diferenças e que ninguém ouse impor regras só porque o difícil comércio das palavras assim o exige”, arrebatando assim o argumento de que o Acordo Ortográfico servirá para aproximar as comunidades de língua portuguesa.

“Escrevemos à nossa maneira, falamos com o nosso sotaque, desintegramos as regras à medida das nossas vivências, introduzimos no discurso as palavras que bebemos no leite das nossas línguas nacionais”, defende o editorial, acrescentando que “do ‘português tabeliónico’ aos nossos dias, milhões de seres humanos moldaram a língua em África, na Ásia, nas Américas”.

Exemplificando, o jornal recorre ao quotidiano dos jornalistas. “Ninguém mais do que os jornalistas gostava que a língua portuguesa não tivesse acentos ou consoantes mudas. O nosso trabalho ficava muito facilitado se pudéssemos construir a mensagem informativa com base no português falado ou pronunciado. Mas se alguma vez isso acontecer, estamos a destruir essa preciosidade que herdámos inteira e sem mácula. Nestas coisas não pode haver facilidades e muito menos negócios. E também não podemos demagogicamente descer ao nível dos que não dominam correctamente o português”, escreve o jornal, defendendo exactamente que os mais sábios ensinem os que menos sabem.

Para o “Jornal de Angola”, o português falado neste país tem características específicas, “uma beleza única e uma riqueza inestimável”, que devem ser mantidas, assim como tem o português do Alentejo ou o português da Bahia. “Todos devemos preservar essas diferenças e dá-las a conhecer no espaço da CPLP”, atesta, concluindo que não é aceitável que através de um qualquer acordo a grafia seja esquecida.Se queremos que o português seja uma língua de trabalho na ONU, devemos, antes do mais, respeitar a sua matriz e não pô-la a reboque do difícil comércio das palavras.”

O Brasil decidiu adoptar o Acordo Ortográfico em 2009 e Portugal no ano passado, tendo este aprazado a aplicação generalizada para 2014, o que no Brasil acontece este ano. Com a excepção de Moçambique e Angola, todos os países africanos de expressão oficial portuguesa já ratificaram o documento.

Em Portugal, mesmo estando a ser aplicado oficialmente nos documentos do Estado português desde 1 de Janeiro, vigorando em todos os serviços, organismos e entidades na tutela do governamental. No entanto, existem ainda instituições que não o aplicaram, como a Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa ou o Centro Cultural de Belém, que voltou atrás na decisão depois do novo presidente, o poeta e ensaísta Vasco Graça Moura ter ordenado que todos os conversores – ferramenta informática que adapta os textos ao acordo – fossem desinstalados dos computadores da instituição. Desde então, a discussão tem estado em aberto, tendo surgindo cada vez mais vozes contra a aplicação do acordo.

«Património em risco» ["Jornal de Angola", editorial]


Os ministros da CPLP estiveram reunidos em Lisboa, na nova sede da organização, e em cima da mesa esteve de novo a questão do Acordo Ortográfico que Angola e Moçambique ainda não ratificaram. Peritos dos Estados membros vão continuar a discussão do tema na próxima reunião de Luanda. A Língua Portuguesa é património de todos os povos que a falam e neste ponto estamos todos de acordo. É pertença de angolanos, portugueses, macaenses, goeses ou brasileiros. E nenhum país tem mais direitos ou prerrogativas só porque possui mais falantes ou uma indústria editorial mais pujante.

Uma velha tipografia manual em Goa pode ser tão preciosa para a Língua Portuguesa como a mais importante empresa editorial do Brasil, de Portugal ou de Angola. O importante é que todos respeitem as diferenças e que ninguém ouse impor regras só porque o difícil comércio das palavras assim o exige. Há coisas na vida que não podem ser submetidas aos negócios, por mais respeitáveis que sejam, ou às “leis do mercado”. Os afectos não são transaccionáveis. E a língua que veicula esses afectos, muito menos. Provavelmente foi por ter esta consciência que Fernando Pessoa confessou que a sua pátria era a Língua Portuguesa.

Pedro Paixão Franco, José de Fontes Pereira, Silvério Ferreira e outros intelectuais angolenses da última metade do Século XIX também juraram amor eterno à Língua Portuguesa e trataram-na em conformidade com esse sentimento nos seus textos. Os intelectuais que se seguiram, sobretudo os que lançaram o grito “Vamos Descobrir Angola”, deram-lhe uma roupagem belíssima, um ritmo singular, uma dimensão única. Eles promoveram a cultura angolana como ninguém. E o veículo utilizado foi o português. Queremos continuar esse percurso e desejamos que os outros falantes da Língua Portuguesa respeitem as nossas especificidades. Escrevemos à nossa maneira, falamos com o nosso sotaque, desintegramos as regras à medida das nossas vivências, introduzimos no discurso as palavras que bebemos no leite das nossas Línguas Nacionais. Sabemos que somos falantes de uma língua que tem o Latim como matriz. Mas mesmo na origem existiu a via erudita e a via popular. Do “português tabeliónico” aos nossos dias, milhões de seres humanos moldaram a língua em África, na Ásia, nas Américas. Intelectuais de todas as épocas cuidaram dela com o mesmo desvelo que se tratam as preciosidades.

Queremos a Língua Portuguesa que brota da gramática e da sua matriz latina. Os jornalistas da Imprensa conhecem melhor do que ninguém esta realidade: quem fala, não pensa na gramática nem quer saber de regras ou de matrizes. Quem fala quer ser compreendido. Por isso, quando fazemos uma entrevista, por razões éticas mas também técnicas, somos obrigados a fazer a conversão, o câmbio, da linguagem coloquial para a linguagem jornalística escrita. É certo que muitos se esquecem deste aspecto, mas fazem mal. Numa entrevista até é preciso levar aos destinatários particularidades da linguagem gestual do entrevistado.

Ninguém mais do que os jornalistas gostava que a Língua Portuguesa não tivesse acentos ou consoantes mudas. O nosso trabalho ficava muito facilitado se pudéssemos construir a mensagem informativa com base no português falado ou pronunciado. Mas se alguma vez isso acontecer, estamos a destruir essa preciosidade que herdámos inteira e sem mácula. Nestas coisas não pode haver facilidades e muito menos negócios. E também não podemos demagogicamente descer ao nível dos que não dominam correctamente o português.

Neste aspecto, como em tudo na vida, os que sabem mais têm o dever sagrado de passar a sua sabedoria para os que sabem menos. Nunca descer ao seu nível. Porque é batota! Na verdade nunca estarão a esse nível e vão sempre aproveitar-se social e economicamente por saberem mais. O Prémio Nobel da Literatura, Dário Fo, tem um texto fabuloso sobre este tema e que representou com a sua trupe em fábricas, escolas, ruas e praças. O que ele defende é muito simples: o patrão é patrão porque sabe mais palavras do que o operário!

Os falantes da Língua Portuguesa que sabem menos, têm de ser ajudados a saber mais. E quando souberem o suficiente vão escrever correctamente em português. Falar é outra coisa. O português falado em Angola tem características específicas e varia de província para província. Tem uma beleza única e uma riqueza inestimável para os angolanos mas também para todos os falantes. Tal como o português que é falado no Alentejo, em Salvador da Baía ou em Inhambane tem características únicas. Todos devemos preservar essas diferenças e dá-las a conhecer no espaço da CPLP. A escrita é “contaminada” pela linguagem coloquial, mas as regras gramaticais, não. Se o étimo latino impõe uma grafia, não é aceitável que através de um qualquer acordo ela seja simplesmente ignorada. Nada o justifica. Se queremos que o português seja uma língua de trabalho na ONU, devemos, antes do mais, respeitar a sua matriz e não pô-la a reboque do difícil comércio das palavras.

“Jornal de Angola“, editorial, 08.02.12

[Transcrição integral do editorial de 08.02.12 publicado no "Jornal de Angola".]

Nota: os conteúdos publicados na imprensa ou divulgados mediaticamente que de alguma forma digam respeito ao “acordo ortográfico” são, por regra e por inerência, transcritos no site da ILC já que a ela dizem respeito e são por definição de interesse público.

Quem fez chegar esta notícia ao ilc foi o jornalista Octávio dos Santos, a quem (mais uma vez) agradecemos.
retirado do: ILC contra o Acordo Ortográfico

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Crise Financeira, Cavaco Entrega Portugal á Troika! Presidente da República do Malawi: FMI Não Manda Aqui! Rádio Moçambique



Numa altura em que Portugal é alvo de uma operação militar, um Golpe de Estado levado a cabo pelos assaltantes, fazendo com que o desemprego atinja níveis assustadores, Cavaco Silva se queixa das reformas (Reformas de Cavaco)e ajuda a vergar o país á máfia do capital financeiro dos mercados especuladores, dizendo que a TROIKA UE BCE FMI é que manda, não sabe que o Estado do Kuwait é uma monarquia constitucional, o Presidente da República do Malawi, sabe para que é que foi eleito, mostra que merece a confiança nele depositada pelos eleitores não se vergando á máfia do FMI.

DA RÁDIO MOÇAMBIQUE

Presidente do Malawi desafia: FMI não manda no meu país

Presidente do Malawi Bingu wa Mutharika desafia abertamente o Fundo Monetário Internacional afirmando que quem manda no Malawi são os malawianos e não o FMI.


Mutharika diz mais: A partir do próximo mês de Março o Malawi vai tomar conta da sua política monetária, sem depender do Fundo Monetário internacional, e acrescentou que dentro em breve vai dar mais detalhes aos malawianos sobre as formas como o governo vai acabar com a crise de divisas no país.

O presidente malawiano falava num encontro com os líderes tradicionais provenientes de todo o país, que foram pedir ao chefe de estado para não desvalorizar a moeda nacional, o kwacha, porque segundo afirmaram isso vai trazer graves problemas para os malawianos.

“Se vocês me apoiam, posso garantir-vos que até ao final do ano, poderá começar o fluxo da moeda externa no país ”- estive a citar o líder malawiano Bingu wa Mutharika.

Bingu wa Mutharika referiu ainda que gostaria de deixar para o seu sucessor um stock de dois biliões de doláres americanos quando terminar o seu segundo e último mandato em 2014.

“Eu posso conseguir isso”- disse Bingu wa Mutharika, reiterando que não vai desvalorizar o kwacha malawiano, porque segundo ele, caso esta medida seja tomada como propõe o FMI, os preços dos produtos básicos serão afectados.

Até agora, o ministro malawiano das finanças, Ken Lipenga ainda não comentou se as declarações de Bingu wa Mutharika significavam o rompimento das relações com o Fundo Monetário Internacional, mas falando há dias no Parlamento, o Presidente do Malawi argumentou que será difícil desvalorizar o kwacha, a não ser que tenha garantias de que os pobres serão protegidos da subida dos preços, na sequência da desvalorização da moeda.

O Malawi e o Fundo Monetário Internacional atravessam momentos difíceis em termos de relacionamento, devido a recusa do governo de Lilongwe em desvalorizar o kwacha e em liberalizar a taxa de câmbio, como plataforma para restaurar a economia malawiana.

O FMI propõe que o Malawi deve adoptar um pacote de medidas para melhorar o seu ambiente macro-económico e implementar a sua estratégia nacional de desenvolvimento.

Analistas referem que a não ser que haja um milagre, o Malawi não vai resistir por muito tempo a pressão do Fundo Monetário Internacional.

Por Faustino, em Blantyre

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Crise Financeira, Austeridade Política Governo PSD CDS PS Desemprego Brutal: CENSOS INE Instituto Nacional De Estatística, Dados Algarve, Alentejo, Lisboa, Norte, Centro, Açores e Madeira Portugal Quase 1 Milhão Desempregados



As políticas de austeridade do governo dos Bancos, Goldman Sachs, TROIKA, UE, BCE, FMI das Privatizações está a dar frutos. A prova disso é o dsemprego: os números da maior subida dos últimos 30 anos ... Enquanto se ajuda o BPN, o Cavaco se queixa da reforma, a UGT Assina um Pacto de Traição, arranjam-se tachos para a família, o Banco de Portugal tem uma quinta com cavalos, o parlamento dominado pela maçonaria, escândalo loja Mozart, e o maçon Miguel Relvas comprou um automóvel de 80.000,00 Euros, e contratou um motorista por mais de 70.000 Euros, as medidas do governo alemão já se fazem sentir e o número de licenciados no desemprego ultrapassou pela primeira vez os 100 mil desempregados.


O número de desempregados com o ensino superior completo ultrapassou os 100 mil no último trimestre de 2011, segundo números anteontem divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística INE).





Quanto á política do governo, os números falam por sim. O desemprego no último trimestre de 2011 atingiu o número brutal de 706.100 desempregados, composto por: 170.400 desempregados dos 35 aos 34 anos, 226.400 desempregados com 45 e mais anos, 484.00 desempregados até ao 3º ciclo do ensino básico, 179.100 desempregados com o ensino secundário e pós secundário, 80.2200 á procura do primeiro emprego, 690.800 á procura do primeiro emprego, entre os licenciados situou-se nos 10,6 por cento, número equivalente a 108 mil indivíduos. É a primeira vez que o número de licenciados no desemprego ultrapassa os 108 mil em Portugal, segundo os dados disponíveis.




Com uma taxa de desemprego de 17,5% no Algarve, 15,1 nos Açores, 14,7 em Lisboa, 14,1% no Norte, 13,5 na Madeira, 13,1 no Alentejo, tendo a zona centro registado o valor mais baixo de 12,6%.

Este valor é quase o dobro do número de licenciados no desemprego dois anos antes: eram 55 mil no quarto trimestre de 2009. Só do terceiro para o quarto trimestre de 2011, houve um aumento de mais 13 mil desempregados com ensino superior.



Apesar deste grande aumento no desemprego entre os licenciados, continua a ser vantajoso no mercado de trabalho ter o ensino superior. Os licenciados são, de resto, o único grupo cuja taxa de desemprego se situa abaixo da média.

Segundo os dados do INE, o número de desempregados subiu bastante no quarto trimestre para todos os níveis de ensino.

Para as pessoas com o ensino básico (até ao 3º ciclo), a taxa de desemprego no último trimestre de 2011 era 14,5 por cento (o equivalente a 484 mil desempregados). Para quem completou o ensino secundário ou pós-secundário, a taxa era ainda mais alta: 15,4 por cento (179 mil pessoas).

A nível geral, a taxa de desemprego em Portugal no quarto trimestre de 2011 atingiu os 14 por cento, ficando acima das estimativas dos economistas contactados pela agência Lusa, que esperavam uma taxa entre os 13 e os 13,5 por cento.

Os dados Falam por si e são motivo para ficar indignado e a prova de que com estas políticas alemãs do Governo da Angela Merda (é tão boa que até os alemães não gostam dela), os NAZIS planearam a UE, e estão a desmantelar-nos a Nação. Enquanto isso, a silenciam a revolução da Islândia que recupera a economia.

Portugal já teve Migueis de Vasconcelos e Condes Andeiros de sobra.


É preciso retomar a soberania Nacional.

Islândia é a solução!


Quado 1 -  desemprego por região, quadro 2 - activos, quadro 3 - total de inactivos, inclui desemprego.

Quadro
1 Desemprego em Portugal: Taxas de desemprego por
região NUTS II (NUTS-2002)
 ´REGIÕES Valor
trimestral das Taxas de Desemprego por Região
Valor
anual
Variação
trimestral
2ºT-2011 3ºT-2011 4ºT-2011 2011 4ºT-2011
% p.p.
Portugal 12,1 12,4 14,0 12,7 1,6
Norte 12,6 12,7 14,1 13,0 1,4
Centro 9,5 9,4 12,6 10,3 3,2
Lisboa 13,5 14,6 14,7 14,1 0,1
Alentejo 11,8 12,3 13,1 12,4 0,8
Algarve 14,7 13,3 17,5 15,6 4,2
R. A.
Açores
9,7 11,6 15,1 11,5 3,5
R.
A.
Madeira
13,5 14,3 13,5 13,8 -0,8
Fonte: INE, Estatísticas do
Emprego - Taxa Média  de Desemprego 4º
trimestre de 2011.
 14%


---------

Quadro
2:
Principais indicadores da
população ativa e empregada - Portugal
Valor
trimestral
Valor
anual
Variação
trimestral
2ºT-2011 3ºT-2011 4ºT-2011 2011 4ºT-2011
Milhares
de
indivíduos
%
 2º
Trimestre
 3º Trimestre  4º Trimestre Anual 
População
ativa
5
568,0
5
543,4
5
506,5
5
543,2
-
0,7
Homens 2
943,5
2
952,4
2
920,6
2
940,5
-
1,1
Mulheres 2
624,5
2
591,0
2
585,8
2
602,6
-
0,2
Dos 15 aos
24 anos
 427,7  460,6  441,4  443,8 -
4,2
Dos 25 aos
34 anos
1
399,8
1
384,9
1
378,5
1
389,8
-
0,5
Dos 35 aos
44 anos
1
483,0
1
464,4
1
465,5
1
471,3
 0,1
Dos 45 aos
64 anos
1
965,1
1
952,1
1
945,2
1
955,7
-
0,4
Com 65 e
mais anos
 292,4  281,4  275,9  282,6 -
2,0
Até
ao Básico - 3º ciclo
3
470,1
3
395,3
3
326,6
3
421,5
-
2,0
Secundário
e pós-secundário
1
107,0
1
144,8
1
162,9
1
120,1
 1,6
Superior  990,8 1
003,2
1
017,0
1
001,5
 1,4
Taxa
de
atividade (%)
 52,3  52,1  51,7  52,1
Homens  57,2  57,3  56,7  57,1
Mulheres  47,8  47,1  47,0  47,4
Taxa
de atividade (15 e mais anos) (%)
 61,6  61,3  60,9  61,3
Homens  68,1  68,2  67,4  68,0
Mulheres  55,7  55,0  54,8  55,2
População
empregada
4
893,0
4
853,7
4
735,4
4
837,0
-
2,4
Homens 2
594,3
2
597,4
2
514,9
2
574,5
-
3,2
Mulheres 2
298,7
2
256,3
2
220,5
2
262,5
-
1,6
Dos 15 aos
24 anos
 312,2  322,2  285,1  310,3 -
11,5
Dos 25 aos
34 anos
1
215,8
1
203,5
1
161,1
1
195,0
-
3,5
Dos 35 aos
44 anos
1
325,5
1
307,7
1
295,0
1
310,1
-
1,0
Dos 45 aos
64 anos
1
748,8
1
742,2
1
721,9
1
741,9
-
1,2
Com 65 e
mais anos
 290,8  278,1  272,3  279,7 -
2,1
Até
ao Básico - 3º ciclo
3
007,3
2
947,1
2
842,6
2
956,7
-
3,5
Secundário
e pós-secundário
 975,5  997,7  983,8  970,7 -
1,4
Superior  910,2  908,9  909,0  909,7 o
Agricultura,
produção animal, caça, floresta e pesca  (a)
 495,5  478,5  452,5  478,5 -
5,4
Indústria,
construção, energia e água (a)
1
347,7
1
332,3
1
274,3
1
322,7
-
4,4
Serviços
(a) 
3
049,8
3
043,0
3
008,6
3
035,9
-
1,1
Trabalhadores
por conta de outrem
3
862,9
3
838,5
3
745,1
3
815,2
-
2,4
Com
contrato de trabalho sem termo
2
980,6
2
966,7
2
951,1
2
967,5
-
0,5
Com
contrato de trabalho com termo
 729,4  725,8  659,7  707,2 -
9,1
Outro tipo
de contrato de trabalho
 152,6  146,1  134,2  140,5 -
8,1
Trabalhadores
por conta própria
1
002,8
 988,0  961,4  992,4 -
2,7
Trabalhadores
familiares não
remunerados
 27,3  27,2  29,0  29,4  6,6
População
empregada a tempo completo
4
260,0
4
214,6
4
102,5
4
193,8
-
2,7
População
empregada a tempo parcial
 633,0  639,2  632,9  643,3 -
1,0
Taxa
de
emprego (15 e mais anos) (%)
 54,2  53,7  52,4  53,5
Homens  60,0  60,0  58,1  59,5
Mulheres  48,8  47,9  47,1  48,0
Fonte: INE, Estatísticas do
Emprego - 4º trimestre de 2011.
Nota: 
(a) As
estimativas apresentadas têm como referência a
CAE-Rev. 3.
Sinais
convencionais:
o
Dado inferior a metade
do módulo da unidade utilizada.

Resultado nulo.


-------

Quadro 3:
Principais indicadores da
população desempregada e inativa - Portugal
Valor
trimestral
Valor
anual
Variação
trimestral
2ºT-2011 3ºT-2011 4ºT-2011 2011 4ºT-2011
Milhares
de
indivíduos
%
Desemprego
2º Trimestre
Desemprego
3º Trimestre
Desemprego
4º Trimestre 
 Valor
Anual de Desemprego
 Percentagem
Trimestral de Desemprego
População
desempregada
675.000 689.600 771.000 706.100 11,8%
Homens 349.200 355.000 405.700  366,0 14,3%
Mulheres 325.800 334.700 365.300 340.100 9,1%
Dos 15 aos
24 anos
115.500 138.300 156.300 133.500 13,0%
Dos
25 aos
34 anos
184.100 181.300 217.400 194.700 19,9%
Dos 35 aos
44 anos
157.500  156.700 170.400 161.300 8,7%
Com
45 e
mais anos
217.900 213.300 226.900 216.600 6,4%
Até
ao Básico - 3º ciclo
462.900 448.200 484.000 464.800 8,0%
Secundário
e pós-secundário
131.500 147.200 179.100 149.400 21,7%
Superior 80.600 94.300 108.000 91.900 14,5%
À
procura de primeiro emprego
66.700  75.600  80.200  73.800  6,1%
À
procura de novo emprego
608.300 614.000  690.800 632.300 12,5%
Agricultura,
produção animal, caça, floresta e pesca  (a)
(b)
11.500 14.800 16.600 14.000 12,2%
Indústria,
construção, energia e água (a) (b)
228.200 219.000 246.800 228.500 12,7%
Serviços
(a) (b)
338.200 355.700 399.800 362.200 12,4%
Desempregados
por duração da procura
Até
11 meses
 302.600  333.200  365.600  331.300 9,7%
12
e mais
meses (longa duração)
372.400 356.400 405.500 374.900 13,8%
Desemprego
2º Trimestre
Desemprego
3º Trimestre
Desemprego
4º Trimestre
Valor
Anual de Desemprego
Taxa
de
desemprego (%)
 12,1  12,4  14,0  12,7
Homens  11,9  12,0  13,9  12,4
Mulheres  12,4  12,9  14,1  13,1
Jovens
(15-24 anos)
 27,0  30,0  35,4  30,1
Taxa
de desemprego de longa
duração (%)
 6,7  6,4  7,4  6,8
População
inativa
População
inativa
5
075,3
5
105,3
5
147,3
5
103,5
 0,8
População
inativa (15 e mais anos)
3.465.600 3.496.300 3.539.100 3.494.100  1,2
Homens 1.381.200 1.375.200 1
409,5
1.385.800  2,5
Mulheres 2.084.400 2.121.100 2.129.500 2.108.200  0,4
Dos 15 aos
24 anos
 718.200  679.100  692.000  699.000  1,9
Dos 25 aos
34 anos
 137.000  144.700  143.700  143.500 -
0,7
Dos 35 aos
44 anos
 135.200  156.400  157.900  148.300  1,0
Dos 45 aos
64 anos
 830.900  853.300  869.600  845.200  1,9
Com 65 e
mais anos
1.644.300 1.662.800 1.675.800 1.658.100  0,8
Estudantes  814.500  760.700  796.200  795.700  4,7
Domésticos  417.700  431.100  441.300  432.700  2,4
Reformados 1.601.100 1.606.000 1.593.300 1.594.100 -
0,8
Outros
inativos
632.300  698.400  708.300  671.500  1,4
Taxa
de
inatividade (15 e mais anos) (%)
 38,4%  38,7%  39,1%  38,7%
Homens  31,9%  31,8  32,6%  32,0
Mulheres 44,3%  45,0%  45,2%  44,8%
Fonte: INE, Estatísticas do Emprego
- 4º trimestre de 2011.
Notas:
(a) A
experiência anterior de
trabalho dos indivíduos desempregados à procura
de novo emprego é caracterizada apenas para aqueles que
deixaram o último emprego há oito ou menos anos.
Por essa razão, a soma do número de desempregados
à procura de novo emprego por setor da atividade anterior
não corresponde ao total de indivíduos
desempregados à procura de novo emprego.
(b) As
estimativas apresentadas têm como referência a
CAE-Rev. 3.
Sinais
convencionais:
o   Dado
inferior a metade do módulo da unidade utilizada.

Resultado nulo.

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