... Julgo que depois destes malabarismos, os currículos das pessoas com funções políticas activas com o propósito de praticar o bem comum de uma nação, devem ser exigidos e publicados em Diário da Republica para qualquer cidadão poder consultar e certificar-se das habilitações de cada politico. Não deve ser uma opção, mas uma condição contemplada numa lei própria para o efeito, pois como sabemos, nenhum trabalhador é admitido numa função numa empresa, sem referências e/ou curriculo académico/profissional. será verdade que o PS está "calado" neste caso da licenciatura de M. Relvas porque o Irmão Maçon António Seguro dos Bancos (da Universidade Lusófona) foi um dos professores envolvido no processo?...
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Insolvência de Portugal Economista BCE Defende: "Austeridade Excessiva Prejudica Portugal Mercados; Diminuição do PIB e Aumenta Dívida; Empurram País Para o Colapso", Conselheiro do BCE, Professor da London School Of Economics Paul De Grauwe In Entrevista á SIC NOTÍCIAS, Acorda Povo!



“Austeridade excessiva levará Portugal para a insolvência”, diz Paul De Grauwe, economista do Banco Central Europeu em entrevista á SIC NOTÍCIAS


Insolvência de Portugal: Economista Conselheiro do Banco Central Europeu, Professor da London School Of Economics Paul De Grauwe In Entrevista á SIC NOTÍCIAS Fala do Impacto Negativo da Austeridade; Diminuição do PIB e Aumento da Dívida: "Governo Tem Que Rever Previsões Dentro de Seis Meses; Excesso de Austeridade E Submissão Aos Mercados Financeiros Empurram Portugal Para A Insolvência"


Portugal É Solvente, Austeridade E Submissão Aos Mercados Vão Lançar País Na Insolvência; Novo Resgate Dentro de Seis Meses"! Opinião de Paul De Grauwe, Economista Conselheiro do Banco Central Europeu, Professor da London School Of Economics

O Economista do BCE defende que austeridade excessiva está a prejudicar Portugal.


Já era para ter publicado este artigo, quando saiu, mas tenho andado a fazer aí umas pesquisas e tem faltado tempo. As pesquisas são relativas ao polvo vampiro que é o mundialmente famoso criminoso banco de investimentos que Passos Coelho visitou cerca de dias antes de ser eleito, e de onde vieram Carlos Moedas, adjunto do primeiro ministro e António Mendo Castell-Branco do Amaral Osorio Borges Santander Goldman Sachs FMI Jerónimo Martins da Privataria e assalto a que chamam de privatizações e encontrei este relatório do departamento de Estado dos EUA que culpa os bancos da crise.

Portugal não vai conseguir sair da crise enquanto o Governo continuar a aplicar sucessivas medidas de austeridade. Quem o defende é Paul de Grauwe, um economista conselheiro do Banco Central Europeu (BCE) e professor da London School Of Economics e antigo deputado no parlamento da Bélgica. Em entrevista à SIC, Paul de Grauwe defende que Portugal não pode ser comparado com a Grécia mas que daqui a meio ano o Governo vai ter de rever as previsões económicas. Porque, diz, com tanta austeridade as famílias e empresas não podem impulsionar a economia.

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A austeridade excessiva "levará Portugal para a insolvência", disse em Lisboa o académico belga Paul De Grauwe.

"Portugal é solvente, creio eu, mas pode ser empurrado para a insolvência pelos mercados financeiros", disse De Grauwe, antigo deputado no parlamento da Bélgica, durante conferência Portugal em Mudança, que assinala o 50.º aniversário do Instituto de Ciências Sociais (ICS) da Universidade de Lisboa.

"O sistema financeiro da zona euro é extremamente frágil e pode ser afectado por movimentos de medo e desconfiança", acrescentou De Grauwe. "Teme-se a insolvência e, por a temermos, ela torna-se realidade."

De Grauwe, que tem sido crítico da reação europeia à crise financeira, nota que a resposta tem sido austeridade. No entanto, afirma o académico, a austeridade tem impacto negativo sobre a economia: "O PIB cai mais depressa que a dívida. Os analistas olham para isto e veem as coisas a ficar pior."

Perante este ciclo vicioso, alerta De Grauwe, a dívida continuará a aumentar de forma insustentável: "A austeridade excessiva levará Portugal para a insolvência."



Faz como na Islândia Que já recuperou e sem austeridade!


Levanlta-te Povo, Evita o Colapso!


Veja a opinião de Greg Smith Ex-Director Goldman Sachs arrependido

O Economista Eugébio Rosa diz que: Portugal é prejudicado e a Alemanha ganha com o Euro


*artigo foi escrito contra o abrigo do novo acordo ortográfico aplicado pela agência Lusa

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Economia Portuguesa:.Resultado Política de Austeridade:Passos Gaspar Portas Troika UE BCE FMI Apoiado Por Cavaco Apresenta Bons Resultados Para Os Banco, Queda de Receita Em Impostos Com Défice de Mais de 8 Mil Milhões Em Outubro, Colocando Portugal Mais Perto da Grécia



Economia Portuguesa:.O jornal i deu conta que o negócio dos banco vai de vento em popa. Os banqueiros financiam-se no Banco Central Europeu, a Taxas de Juro entre os 0,75% e 1%, com garantia bancária dada pelo Estado Português, a custo do contribuinte, o governo vai alimentando o jogo da especulação e arruinando Portugal.
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O resultado das políticas de austeridade do governo Passos, Portas, Gaspar, com a cobertura de Cavaco Silva foi que as receitas com impostos caem 4,6% até Outubro. Receitas de IRC são das que mais descem e as previsões macroeconómicas do FMI 2011-2017 apresentam prespectivas muito negras para os anos futuros.
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As receitas do Estado com impostos caíram 4,6%, entre Janeiro e Outubro  para 26.117 milhões de euros, segundo o boletim de execução orçamental da Direcção-Geral do Orçamento (DGO).

Ainda assim, a receita caiu menos do que no mês anterior. «A receita fiscal líquida acumulada apresenta uma variação homóloga de -4,6%, o que representa uma melhoria face à variação homóloga verificada no mês de Setembro de 2012 (para memória, -4,9%)», garante a DGO.

Os valores apontam ainda para uma quebra de 5,2% na receita dos impostos indirectos  sendo que a receita com os impostos directos também baixaram (3,7%) face a Outubro do ano passado.

Começando pelos impostos directos  a receita do IRS cresceu 2,7%, até Outubro  devido ao efeito do corte do subsídio de férias a funcionários públicos e pensionistas. Mas foi no imposto sobre o rendimento das empresas (IRC), que se notou uma das maiores descidas: a receita, neste caso, caiu 19,9%, para 3,3 mil milhões de euros, reflectindo também os menores lucros das empresas.



Mesmo assim, o imposto onde se sentiu maior mossa foi o Imposto Sobre Veículos (ISV), que baixou 43,6%, por causa do abrandamento das vendas de automóveis.

Já do lado dos impostos indirectos  a DGO destaca a quebra de 2% na receita do IVA, em termos homólogos, o que representa uma recuperação de 0,5 pontos percentuais relativamente ao mês anterior.

É óbvio que esta política está levar Portugal para o fundo e a  aproximar cada vez mais, Portugal da Grécia.

Conheça o Grupo de Bancos Inter-Alpha

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Economia Portuguesa; Resultado Política Governo dos Banqueiros PSD CDS UE BCE FMI Desemprego Atinge Máximo Histórico; Dados INE Instituto Nacional de Estatística Mostram Agravamento da Recessão, Portugal Apresenta o Pior Resultado Abaixo da Grécia



INE: Desemprego atinge 15%, recessão agrava-se ainda mais
No dia em que é publicado o relatório da Euler Helmes que aponta perspectivas de aumento em 50% as falências para o próximo ano de 2013, os números do Instituto Nacional de Estatística (INE) relativos ao segundo trimestre do ano confirmam o desastre da política económica do governo PSD CDS dos banqueiros e agentes da troika UE BCE FMI controlada pela Alemanha: o desemprego atinge o máximo histórico, a contracção económica é a maior desde 2009 e o único país europeu com pior desempenho é a Grécia, visto já estar há mais tempo sujeita á arrasadora política do FMI.

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Os dados do Instituto Nacional de Estatística divulgados esta terça-feira revelam a maior queda do Produto Interno Bruto português desde o segundo trimestre de 2009. Entre abril e junho deste ano, a economia portuguesa recuou 3,3%, aumentando em 1,2% a queda registada no trimestre anterior, comparada com igual período do ano passado.

No que respeita ao desemprego, e apesar de se tratar do trimestre que beneficia do efeito sazonal por via das contratações para o período de verão, o agravamento atingiu novos máximos históricos. A taxa de 15% agora registada equivale a 827 mil trabalhadores desempregados, mais 152 mil que no segundo trimestre do ano passado.

O valor mais alto do desemprego em Portugal situa-se na região de Lisboa, onde a taxa já atinge os 17,6%. Acima da média estão ainda o Algarve (17,4%), a Região Autónoma da Madeira (16,8%), a Região Autónoma dos Açores (15,6%) e o Norte (15,2%). Os valores mais baixos foram observados no Centro (11,2%) e no Alentejo (15,0%). No que respeita à estatística da população empregada em todo o país, comparando o número de trabalhadores empregados no primeiro trimestre deste ano com o mesmo período do ano passado, verifica-se uma diminuição de 205 mil postos de trabalho.

No que respeita ao desempenho da economia, o INE afirma que "a redução mais acentuada do PIB foi determinada pelo comportamento da procura interna que registou um contributo mais negativo que o verificado no primeiro trimestre de 2012, com particular destaque para o investimento". O Instituto confirma o agravamento da recessão em que o país foi mergulhado desde o primeiro trimestre de 2011, com o PIB a não parar de cair desde então, somando já seis trimestres consecutivos.

Este agravamento da situação da procura interna significa est6e indicador recuou nos últimos dois anos o equivalente a treze anos. “Em termos reais, voltaremos ao nível de procura interna registado no início de 1999, ou seja, de quando o euro foi introduzido. Em dois anos, esta importante medida da atividade económica irá regredir treze anos”, explicou à agência Lusa o economista Ricardo Cabral, da Universidade da Madeira.

Para este economista, a austeridade que reequilibrou a balança comercial é “contraproducente e ineficaz”: “O resultado dessa austeridade toda será apenas uma redução das importações de cerca de um por cento do PIB de 2010 em termos nominais. Destroem-se 10 euros de atividade económica doméstica para conseguir reduzir as importações em um euro.”

Comparando com a evolução da economia noutros países da zona euro, verifica-se que apenas a Grécia teve um desempenho pior, com uma queda de 6,2% do PIB em relação ao mesmo trimestre de 2011. Outros países com a economia a recuar foram a Itália (2,5%) e a Espanha (1%).


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Crise Económica Europeia, Resultados Política Governo PSD CDS UE BCE FMI Estudo Euler Herme: Previsões 50% Aumento de Insolvências de Empresas em Portugal e Consequente Tsunami Social 2013 Download PDF



Últimas Noticias da crise da Europa dominada pela Alemanha NAZI Deutsche Bank, relativas a Portugal e ao desempenho da política do altamente corrupto governo dos diabos negros PSD CDS, União  Europeia, Banco Central Europeu JP Morgan Máfia e Bandidos do Gang FMI TROIKA NAZI. Notícia via TVI Agência Financeira: Estudo Euler Hermes Prevê que Insolvências de Empresas vão aumentar 50% em Portugal. Nesta Europa em que "os políticos da Alemanha tratam os países da Zona Euro como colónias", afirmação do Presidente do Euro Grupo Jean Claude Junker que veio reforçar o Discurso de Auschwitz pelo Dr Rath, o discurso de Oskar Lafontaine, antigo ministro das finanças alemão que diz que "Angela Merkel e os banqueiros fazem guerra ao povo", os documentos secretos EW PA-128 US ARMY do plano Nazi de criação da União Europeia e inclusive, os documentos secretos do Federal Bureau of Investigation FBI que mostram que o Hitler não morreu e que continuou a desenvolver os planos do REICH na América do Sul.

Os assaltantes deram o golpe de Estado em Portugal, e a cada dia que passa, aumentam e são cada vez maiores os riscos de bancarrota de Portugal, Itália, Espanha, Grécia, Irlanda...

TVI, Económico, Economia, Falências, Empresas, Domino, Notícia TVI Agência Financeira, Estudo Euler Hermes, Previsões, Crise, Económica, Europeia, Resultados, PSD, CDS, Governo, UE, BCE, FMI, Insolvências, Aumento, Empresas, Portugal, Social, Tsunami, Download,

Pra nós não é novidade nenhuma, estamos cansados de alertar que os banqueiros controlam os políticos, que os bancos são os culpados da crise (Deutsche bank admite manipulação de mercado, Taxas Euribor e Libor, que está em curso, uma verdadeira Operação Militar Contra Portugal, que o Fundo Monetário Internacional, pratica Crimes Contra a Humanidade, que a crise económica e financeira, é deliberadamente provocada pelo Cartel da Banca Internacional, Grupo de Bancos Inter Alpha e Round Table, em estreita colaboração com a máfia das Agências de Rating (ver estrutura da Moody's), conjugados com o FMI e a União NAZI Europeia, com vista ao roubo programado.

Estudo Euler Hermes (http://www.eulerhermes.com/) prevê que, nos países mediterrâneos, as insolvências deverão registar um recorde, ao aumentarem 20%, atingindo em Portugal um aumento de 50% de Falências. Importa salientar, de acordo com notícia do diário de nóticias, a União NAZI Europeia, prepara mais um novo imposto sobre o gasóleo, imposto, a implementar no próximo ano, e que automaticamente aumentará os custos de produção e as falências, tornando gigantesco o enorme Tsunami Social que já estamos a viver, e que se transformará num Tsunami Económico e Financeiro devastador de proporções globais.

Slow-down in world growth pushes up number of business insolvencies

13.08.2012

​World economic growth will not exceed 2.5% in 2012 but is expected to improve moderately to 2.9% in 2013.
After contracting by 0.4% in 2012, the euro-zone economy should recover from recession in 2013 (+0.8%).
Euler Hermes forecasts global business insolvencies to increase by 4% in 2012.

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Hit by an economic downturn in Europe, especially in its peripheral countries, world growth will continue to slow slightly in 2012 to 2.5% (after 2.9% in 2011) before rebounding to 2.9% in 2013, according to Euler Hermes’ forecasts.

The outlook for the world’s principal geographical regions is fairly mixed (see chart 1), and slow-growing OECD countries are not expected to contribute more than a third of world growth in 2012 and 2013. “The resilience of world trade, which is forecast to grow by 4.3% in 2012 and by 5.7% in 2013, is one piece of good news. It is becoming a priority for companies to seek out growth wherever it can be found”, says Wilfried Verstraete, Chairman of Euler Hermes.


Euro zone: “Losing time in playing for time”

The euro zone is expected to be in recession in 2012 (-0.4%) owing to weakening activity in southern countries and soft growth in the second quarter across the rest of the region, hurt by the economic downturn in Greece, Spain and Italy. Other European Union countries, particularly the UK, but also most Eastern European countries, are also likely to see their growth decelerate as they pay for the price for weaker export demand. “The major risk is a failure to resolve the euro-zone crisis: financial stress and deteriorating trade balances are costing 0.1 of a point in growth every two months in the euro zone and, by a domino effect, 0.1 of a point in world growth every six months”, says Ludovic Subran, Chief Economist at Euler Hermes.

In 2013, Euler Hermes expects euro-zone growth to stage a timid post-crisis recovery to 0.8%, with a continued recession in the south (Portugal -0.2%, Spain -0.5%, Italy -0.1% and Greece -1%) and a very slow recovery in the north (France +0.9%, Germany +1.7%, Netherlands +0.8% and Belgium +1%).


Slow-down in world growth pushes up number of business insolvencies
Macro-economic and insolvencies outlook by trade credit insurer Euler Hermes
13/08/2012

World economic growth will not exceed 2.5% in 2012 but is expected to improve moderately to 2.9% in 2013.
After contracting by 0.4% in 2012, the euro-zone economy should recover from recession in 2013 (+0.8%).
Euler Hermes forecasts global business insolvencies to increase by 4% in 2012.

Hit by an economic downturn in Europe, especially in its peripheral countries, world growth will continue to slow slightly in 2012 to 2.5% (after 2.9% in 2011) before rebounding to 2.9% in 2013, according to Euler Hermes’ forecasts.

The outlook for the world’s principal geographical regions is fairly mixed (see chart 1), and slow-growing OECD countries are not expected to contribute more than a third of world growth in 2012 and 2013. “The resilience of world trade, which is forecast to grow by 4.3% in 2012 and by 5.7% in 2013, is one piece of good news. It is becoming a priority for companies to seek out growth wherever it can be found”, says Wilfried Verstraete, Chairman of Euler Hermes.


Euro zone: “Losing time in playing for time”

The euro zone is expected to be in recession in 2012 (-0.4%) owing to weakening activity in southern countries and soft growth in the second quarter across the rest of the region, hurt by the economic downturn in Greece, Spain and Italy. Other European Union countries, particularly the UK, but also most Eastern European countries, are also likely to see their growth decelerate as they pay for the price for weaker export demand. “The major risk is a failure to resolve the euro-zone crisis: financial stress and deteriorating trade balances are costing 0.1 of a point in growth every two months in the euro zone and, by a domino effect, 0.1 of a point in world growth every six months”, says Ludovic Subran, Chief Economist at Euler Hermes.

In 2013, Euler Hermes expects euro-zone growth to stage a timid post-crisis recovery to 0.8%, with a continued recession in the south (Portugal -0.2%, Spain -0.5%, Italy -0.1% and Greece -1%) and a very slow recovery in the north (France +0.9%, Germany +1.7%, Netherlands +0.8% and Belgium +1%).


North America: moderate growth

GDP growth in the US and Canada is forecast to reach 2% in 2012 and 2% and 2.3% respectively in 2013. The US economy continues to make a stuttering recovery. Household spending is resilient despite high unemployment and slow income growth. Company investment and earnings are expected to continue weakening.


Are emerging countries really coming to the rescue?

While emerging countries are unquestionably slowing, they are nonetheless proving resilient since they still have macroeconomic policy tools at their disposal. The BRICs, which are major emerging-market contributors, notably have monetary and fiscal room for manoeuvre. The Chinese, Indian and Brazilian central banks have eased their monetary policies in response to the slowdown in global demand. Fiscal taps can generally be opened, especially in China, where a number of measures (support for the automotive and steel industries) were announced in May, and in Russia, which has budgeted on higher public spending (support measures for government employees and a fringe of the private sector, plus an increase in student grants).

Among emerging countries, the BRICs are experiencing a slowdown, excluding Russia, which was buoyed by the high oil price in the first quarter. Annual growth rates are revealing in this respect. Chinese growth slowed to 8.1% year-on-year in the first quarter (from 9.2% previously), Brazilian growth to 0.7% (from 1.4%) and Indian growth to 5.3% (from 6.1%, its weakest growth in the past nine years).

Business insolvencies: the second-round effect of the economic slowdown

In full-year 2012, Euler Hermes’ Global Insolvencies Index, which tracks the change in business insolvencies across the world, is forecast to rebound by 4%. This is a trend shift after a decline in insolvencies in 2010-2011.

While the trend should remain downward in 2012 in the Americas (-9%), despite a sharp increase in Brazil, albeit at a weaker pace than a year earlier (-15%), insolvencies are heading upwards in all other regions. This trend should be limited in Asia (+4% after -6% in 2011). In contrast, another major jump in insolvencies is forecast in Mediterranean countries (+20% after +16% in 2011), which, taken as a whole, are set to post a new record after five consecutive years of increase. The rest of Europe will not be spared (+7% for northern Europe, +4% for France and +1% for Germany, Austria and Switzerland), resulting in a weak performance for the entire euro zone (+14%).

Overall, global insolvencies in 2012 will once again be well above the trough of 2007, though without a repeat of the record level of 2009. For all countries in Euler Hermes’ sample (which represent 86% of world GDP), this would amount to more than 331,500 insolvencies, compared with 354,800 (the last peak) in 2009 and just 250,000 in 2007 (the last trough).

“These trends are a reminder that a minimum level of growth is necessary for insolvencies to fall and that there is an inevitable time lapse between an economic policy decision and its impact on the real economy. In this respect, the slowdown in the world economy, together with the timing and magnitude of various fiscal and monetary policy measures across the world, do not point to any improvement on the business insolvency front in the short term. The industrial fabric is in danger and it will take time to rebuild”, concludes Ludovic Subran.

For more information, please contact:

Euler Hermes Group Media Relations
Bettina Sattler – +33 (0)1 8411 6141
bettina.sattler@eulerhermes.com


Ogilvy Public Relations Worldwide
Lorenzo Ricci – +33 (0)1 5367 1283
lorenzo.ricci@ogilvy.com

As insolvências de empresas vão aumentar 50% em Portugal este ano, segundo um estudo da empresa especializada em seguros de crédito Euler Hermes, que afirma que no mundo estas vão crescer quatro por cento. Preparem-se para fome, miséria, aumento da criminalidade, ver Portugal transformando num bordel e por fim, guerra.

As previsões realizadas pela empresa precisam que o continente americano será a excepção, com as insolvências a caírem 9 por cento este ano. Já nos países mediterrâneos, submetidos ás milagrosas receitas dos "Assassinos Económicos" Goldman Sachs FMI (Documentário Assassino Económico e Carta de Greg Smith, Um Assassino Económico Arrependido), as insolvências deverão registar um recorde, ao aumentarem 20 por cento, sendo que em Portugal, irão disparar para 50%, com vista a acelerar e embaratecer o processo de privatizações, geridos pelo agente Bilderberg da Comissão Trilateral, o António Mendo de Castel Branco Borges Santander Goldman Sachs FMI, o homem de confiança de Soares dos Santos, um dos interessados nas privatizações....

Os países analisados por este estudo da Euler Hermes representam 86 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) do mundo, revela a empresa, para quem a desaceleração da economia mundial e as medidas orçamentais e monetárias tomadas não sugerem «nenhuma melhora» no curto prazo nas insolvências de empresas.

Segundo estes dados, a Europa é o principal responsável pela subida das insolvências. Portugal destaca-se com um aumento estimado de 50 por cento em 2012, acima do crescimento de 19 por cento registado o ano passado.

O valor estimado para a economia portuguesa está em linha com o divulgado recentemente de que, até junho, o número de empresas que iniciou processos de falência aumentou 46,7 por cento, segundo o barómetro empresarial da Informa/D&B.

No primeiro semestre, o número de falências atingiu 3.183 sociedades, a uma média superior a 500 por mês, concentradas sobretudo nos setores da construção, indústrias transformadoras e retalho.

Já na Grécia as insolvências devem crescer 30 por cento e em Espanha 20 por cento.

Holanda (mais 25 por cento) e o Brasil (mais 28 por cento) são outros dois países que vão impulsionar o aumento do número de insolvências, o que para a Euler Hermes demonstra que ainda não foi alcançado o crescimento económico mundial necessário para levar à queda das insolvências.

O Índice Global elaborado pela empresa, que resume a evolução de insolvências empresariais no mundo, acrescenta que «há um intervalo de tempo entre a decisão política económica e o seu impacto na economia real».

«O tecido industrial está em perigo e reconstituí-lo vai levar tempo», disse o economista-chefa da Euler Hermes, para quem a queda nas insolvências não vai abrandar, a menos que haja novos incentivos à economia e diminua a turbulência nos mercados financeiros.

Autor, Benjamin Franklin, Frases, Pensamentos, Frases Célebres, Meditação, Liberdade, Segurança, Presidente, Presidente America, EUA, US, USA, EE UU, América do Norte, Presidentes Americanos


"Aqueles capazes de abdicar da liberdade para obter um pouco de segurança temporária não merecem nem a segurança, nem a liberdade".

Autor: Benjamin Franklin


Conheça alguns membros do Clube Bilderberg Portugal


Conheça o Fórum Portugal Global FPG, A Comissão Trilateral Portuguesa


Conheça os participantes do encontro Bilderberg 2012, Membros da Lista Bilderberg 2012



Saiba porque silenciam a Islândia


Portugal Italia Espanha Greek Euler Hermes Macro Outlook Press Release August 2012 Slow-down in world growth pushes up number of business insolvencies Aumento Falências Download 


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Máfia Portuguesa Banco Negócios Vigaríce Euromilhões Portugal: BES Vai Buscar 550 Milhões Ao BCE Com Garantia do Estado Português; Pra Aumentar a Crise Passos Nomeia Contribuinte Fiador do Banco Espírito Santo Junto do Banco Central Europeu; Top 1000 Banks Download



A somar á última negociata de Passos Coelho que torna o contribuinte fiador das Parcerias Público Privadas PPP, temos agora, mais uma vez, o BES a ir utilizar garantias do Estado, garantias que transformam o contribuinte em fiador dos bancos privados para que estes continuem a jogar nas slot machines do casino especulativo e acrescentarem mais crise á crise. Exacto, o contribuinte português vai ser fiador do Banco Espírito Santo junto do Banco Central Europeu, para o BES obter financiamento de 550 milhões do Banco Central Europeu BCE.


Máfia, Portuguesa, Vigaríce, Portugal, BES, Contribuinte, Fiador, Banco, Crise, Passos, Download, Central Europeu, Europeia, BCE, Garantia, EuroMilhões, Euros, Milhões,


Com o sistema financeiro mundial completamente corrompido pela máfia da banca, numa altura em que os bancos apresentam enormes riscos de incumprimento, tal como é referido no Relatório Top 1000 Banks do World Banks Data Base de que apresentamos alguns dados nas imagens abaixo, e cujo download do pf pode efectuar no link abaixo, o Banco Espírito Santo (BES) anunciou ontem a intenção de recorrer à garantia do Estado português (pagamento garantido pelos impostos que o ministério das finanças lança ao contribuinte, as garantias bancárias em que o contribuinte se torna fiador involuntário dos bancos ) para fazer um empréstimo obrigacionista de 550 milhões de euros.

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Num comunicado à Comissão de Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), o BES informa da marcação de uma assembleia geral extraordinária para 28 de agosto, onde será discutida esta emissão de obrigações, com uma maturidade de três anos.

Prejuízo dos bancos Top 25

Bancos, Bank, Dívida, Portugal, Itália, Espanha, Alemanha, Grécia, Suiça, Áustria, Irlanda, Greece, Greek, UK, USA, US, BES, SANTANDER, BANIF, CGD, DEUTSCHE BANK, CGD, BANKIA, CAIXA,


A emissão "permitirá ao BES reforçar o cumprimento das suas obrigações no âmbito das suas operações de financiamento colateralizadas". O BES justifica o recurso à garantia do Estado pela atual conjuntura de "agravamento das condições financeiras de Portugal".

Em abril, foi publicada em Diário da República a autorização para a concessão de empréstimos obrigacionistas ao BES e ao Banif, fixando uma comissão anual de 1,348 por cento pela garantia do Estado.

Em 2011, o BES emitiu obrigações garantidas pelo Estado no montante de mil milhões de euros, enquanto o Banif fez duas emissões, no montante total de 595 milhões de euros, com maturidades a três anos.

Para além da emissão obrigacionista, a assembleia geral de final de agosto irá também discutir a venda da seguradora BES Vida e nomeação de um novo vogal para o conselho de administração do banco, Milton Silva Vargas.

Documento Referente a Dívida, Lucro dos Bancos e Risco dos Países Top 1000 Banks Download  World Banks Data Base PDF


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Crise Económica Europeia: "A Alemanha Tem de Dar Poderes Ao BCE Para Emitir Moeda e Comprar Dívida Pública; Se Merkel Não Muda de Rumo, Berlim Deve Sair do Euro"! Comentários de Il Cavalieri Silvio Berlusconi no Facebook, Milão, Itália



Berlusconi: "Se Merkel não muda o rumo, Berlim deve sair do euro"

Comentário do ex-primeiro ministro italiano na sua página no Facebook convida a Alemanha a dar poderes ao BCE para garantir os bancos e emitir moeda. Se não o fizer, poderá colocar-se a hipótese de Berlim sair do euro. Ou de sair a Itália.



Sílvio Berlusconi não está calado. Na sua página no Facebook colocou um comentário: "A Alemanha deve convencer-se de que o BCE (Banco Central Europeu) deve aceitar prestar garantias bancárias e comprar títulos (soberanos) e emitir euros. Se a Alemanha não o fizer, pode colocar-se a hipótese de Berlim sair do euro. Conversei com alguns especialistas alemães que seriam favoráveis". Noutro comentário a seguir acrescentou: "Não é uma blasfémia sair do euro".

Até há momentos, 438 pessoas tinham gostado do primeiro pensamento do ex-primeiro-ministro e um animado debate, por vezes divertido, já motivou 79 comentários. O comentário adicional sobre a blasfémia recebeu ainda mais admiradores - 1784 - e provocou 472 comentários. Os pensamentos do Il Cavaliere saltaram rapidamente para a imprensa internacional.

Entretanto, o "The Wall Street Journal" publicou uma entrevista com Silvio Berlusconi na sua villa em Milão, onde ele aclara os três cenários possíveis: "O primeiro é que a Alemanha se convença e, portanto, o BCE se torna uma proteção para o euro. A segunda possibilidade é que a Alemanha abandone o euro. A terceira é que a Itália saia do euro e reintroduza a sua própria moeda, o que poderá trazer muitas vantagens".

E a terminar: "Se continuamos com as políticas da senhora Merkel, que anteriormente tinha o apoio de Sarkozy, exigindo que os países reduzam a sua dívida pública, acabaremos numa espiral recessiva cada vez pior. Esta é realmente a política errada".

Auspichiamo che Monti sappia far valere la forza economica dell'Italia e faccia una pressione affinché la Germania possa ammorbidire la sua posizione e arrivare ad una Europa che non si disintegri e a una moneta che regga rispetto a quelle mondiali.
Io mi sono battuto contro la politica di rigore della Germania, che avvelena l'economia. Sono contro la Tobin tax, che si può attuare solo se tutti sono d'accordo, altrimenti i capitali si spostano in Svizzera.

L'unica soluzione è che l'euro sia sostenuto da un governo centrale europeo e da una Banca centrale che faccia da garante. Oggi l'emissione dei titoli del debito pubblico italiano è al 6%
mentre quelli del Giappone sono all'1%. Ci sono
investimenti nei titoli di Stato giapponesi visto che gli
investitori sanno che il Giappone dà delle garanzie stampando
moneta, come fa la Fed americana.

L'alternativa è che gli Stati ritornino alla propria moneta nazionale. Non sarebbe auspicabile ma ci sono dei vantaggi perché da quando c'è l'euro non ci sono più le svalutazioni, mentre avere una propria moneta consente con una svalutazione competitiva di aumentare le esportazioni e non ci sarebbero ripercussioni sul mercato interno. Non bisogna aver paura di una moderata inflazione. Negli anni '80 avevamo un'inflazione a due cifre, ma ci sono stati aumenti di consumi e la disoccupazione era al minimo.
Temos esperança que montanhas podem impor a força econômica da Itália e enfrentar as pressões que a Alemanha pode suavizar a sua posição e alcançar uma Europa que não se desintegra e uma moeda que mantém que a Copa do mundo. Lutei contra a política de rigor da Alemanha, que está envenenando a economia. Sou contra o imposto de Tobin, que pode ser implementado somente se todos concordam, caso contrário o capital mover-se para a Suíça. A única solução é que o euro é suportado por um governo central e um Banco Central Europeu que vai ser um fiador. Hoje a emissão de títulos de dívida é o italiano 6%, enquanto os do Japão são de 1%. Existem investimentos em títulos do governo japonês como os investidores sabem que dá garantias de Japão por impressão de dinheiro, como faz o Fed americano. A alternativa é que os Estados retornam à moeda nacional. Não seria desejável, mas há vantagens, porque uma vez que há o euro que há não mais desvalorizações, enquanto ter sua própria moeda permite uma desvalorização competitiva aumentar as exportações e não haveria nenhum impacto no mercado interno. Não devemos ter medo de inflação moderada. Nos anos 80 teve inflação de dois dígito, mas houve aumento no consumo e desemprego é mínimo.

La Germania si deve convincere che la Bce deve fare la banca di garanzia, pagare i titoli emettendo euro.
Se la Germania non dovesse, si potrebbe ipotizzare l'uscita dall'Euro di Berlino. Ho parlato con alcuni esperti tedeschi che sarebbero favorevoli.
A Alemanha deve convencer o BCE a fazer emissão de euro e a dar garantias. Se a Alemanha não quizer, pode admitir a hipótese da saída de Berlim do Euro. Eu conversei com alguns especialistas, os alemães que seriam favoráveis.

Non è una bestemmia uscire dall'euro...
Não é uma blasfêmia deixar o euro...

Pode seguir as actualizações de Il Cavalieri Silvio Berlusconi no Facebook


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Alerta: Política de Austeridade na Grande Depressão; Crise de 1929 Fez Surgir Alemanha NAZI e Subida de Hitler Ao Poder; Avisa Ewald Nowotny Governador Banco Central da Áustria e Membro do Conselho Governadores BCE



Austeridade a mais pode "repetir" o que se passou na Alemanha pré-nazi

Quem o diz é Ewald Nowotny, governador do Banco da Áustria e membro do conselho de governadores do BCE, que traça um paralelo com as políticas de austeridade na Alemanha no começo dos anos 30, ambiente que facilitou a chegada ao poder de Adolfo Hitler.

Ewald Nowotny, governador do Banco da Áustria e membro do conselho de governadores do BCE, que traça um paralelo com as políticas de austeridade na Alemanha no começo dos anos 30, ambiente que facilitou a chegada ao poder de Adolfo Hitler

Surpreendentemente, um membro do conselho de governadores do Banco Central Europeu (BCE) alerta para os perigos de políticas de excessiva austeridade fazendo um paralelo histórico com o que se passou na Alemanha no princípio dos anos 1930, depois da eclosão da Grande Depressão nos Estados Unidos. A comparação foi feita por Ewald Nowotny, governador do Banco da Austria, o banco central, e membro do conselho de governadores do BCE, conta o jornal alemão Süddeutsche Zeitung.

Numa conferência, Nowotny recordou que as políticas de austeridade excessivas seguidas pelo então chanceler Heinrich Bruning, um especialista em finanças, na parte final da República de Weimar, produziram uma situação de crise profunda, desemprego em massa, e agravamento da situação política interna que criou as condições para a subida do nazismo ao poder.

O filme desta degradação política durou pouco mais de dois anos, e recorda-se, a seguir, muito brevemente.


Em março de 1930, o presidente Paul von Hindenburg nomeou Bruning chanceler, mesmo sem maioria parlamentar de apoio, passando a governar por decretos de emergência, nomeadamente aplicando uma receita de austeridade extrema, no meio de uma Grande Depressão então global. Desemprego em massa criando franjas de miséria, empobrecimento da classe média com radicalização política de diversos segmentos, movimentos nos grandes grupos empresariais e financeiros e grande turbulência política levaram à queda de Bruning em maio de 1932.

A partir dessa altura sucederam-se vários governos e duas eleições legislativas nesse ano, em julho e novembro, em que o partido de Hitler se afirma como principal força política, com mais de 30% de votos. A 30 de janeiro de 1933, Hitler é nomeado chanceler.

Uma ideia muito divulgada atribui à situação de hiperinflação na República de Weimar a responsabilidade da muito posterior crise política dos anos 1930. Mas não é correta. O período de hiperinflação durou entre 1921 e 1924. Seguiu-se um período de crescimento até ao rebentar da Grande Depressão em 1929 conhecido como Goldene Zwanziger, os "Anos vinte dourados".

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Estudos Economia Portuguesa: Resultado Política PSD CDS UE BCE FMI Troika Fascista; Governo dos Mercados Financeiros do Casino dos Bancos de Especulão Financeira Internacional; Estudo do Economista Eugénio Rosa



Um ano de “troika” e de governo PSD/CDS para os trabalhadores Estudo de Eugénio Rosa – Economista

O QUE SIGNIFICOU PARA OS TRABALHADORES PORTUGUESES UM ANO DE “TROIKA” E DE GOVERNO PSD/CDS?

Um ano de “troika” e de governo PSD/CDS para os trabalhadores Estudo de Eugénio Rosa – Economista
Escravatura Antiga do Cacique
Escravidão e Servidão moderna
Estados Amarrados á Ddivida; A Ditadura dos Bancos e Cacique do FMI


 

RESUMO DESTE ESTUDO


No 1º ano detroika” e de governo PSD/CDS verificou-se que Portugal, um pais de baixos salários, está-se a transformar num país de salários ainda mais baixos, pois o peso percentual dos trabalhadores com salários baixos e muito baixos está a aumentar , e a percentagem com salários mais elevados está a diminuir. Segundo o INE (ver quadro 1), entre 2011 e 2012, a percentagem de trabalhadores a receber salários líquidos inferiores a 310€ por mês aumentou de 3,7% para 4%; entre 310€ e 600 € subiu de 31,1% para 31,5%, e entre 600 € e 900 € passou de 26,8% para 27,9% (o total destes três escalões cresceu, entre 2011 e 2012, de 61,6% para 63,5%).

Inversamente, no mesmo período, verificou-se uma redução importante na percentagem de trabalhadores com salários líquidos mais elevados. Segundo também o INE, a percentagem de trabalhadores com salários líquidos entre 2500€ e 3000€ diminuiu em 19,8%, e a de trabalhadores com salários líquidos superiores a 3000€ sofreu uma redução de 19%.

Em 2012, a previsão é que esta tendência se agrave ainda mais. Assim, segundo as Previsões da Primavera de 2012 da Comissão Europeia divulgadas este mês, os salários nominais deverão descer em Portugal -3,1%, a que se junta um forte aumento de IRS superior a 723 milhões € determinado pela diminuição significativa de muitas deduções no IRS que tinham os rendimentos do trabalho (ver Quadro 2) constante da Lei do Orçamento do Estado para 2012 do governo PSD/CDS, com impacto muito negativo nos salários e nas pensões (os seus efeitos sentir-se-ão mais fortemente aquando do pagamento do IRS referente aos rendimentos auferidos em 2012), que reduzirá ainda mais os salários líquidos dos trabalhadores portugueses.

No 1º ano de “troika” e de governo PSD/CDS foram destruídos em Portugal 203,5 mil empregos quadro 3), o que significa 558 empregos por dia (no 1º Trim.-2012, essa destruição, acelerou-se alcançando 810 empregos destruídos por dia), sendo 358 ocupados por homens e 200 empregos ocupados por mulheres. E em 2012, a Comissão Europeia, nas suas Previsões da Primavera, estima que o emprego em Portugal se reduza em -3,3%, o que significa a destruição de mais 153,8 mil postos de trabalho. É evidente que a previsão do governo PSD/CDS de uma taxa de desemprego de 14,5%em 2012 é falsa e visa apenas iludir (anestesiando-a) a opinião pública.

Segundo o INE, entre o 1º Trimestre de 2011 e o 1º Trimestre de 2012, (quadro 4) o desemprego oficial aumentou em Portugal de 12,4% para 14,9% (de 689 mil para 819 mil desempregados), mas o desemprego real, que inclui também os “inactivos disponíveis” e o “desemprego visível, aumentou de 17,7% para 21,5% (o número de desempregados subiu de 1.007.000 para 1.224.000). E no fim do 1ºTrimestre de 2012, segundo dados da Segurança Social, estavam a receber o subsidio de desemprego apenas 359 mil desempregados, ou seja, somente 29 em cada 100, não recebendo qualquer subsidio de desemprego 865.000 desempregados.

Entre 2011 e 2012, o desemprego de longa duração (quadro 5), ou seja, com duração superior a um ano, aumentou de 365,2 mil para 416,2 mil, representando em 2012 mais de 50% do desemprego oficial. Para além destes, ainda existem várias centenas de milhares de desempregados que não são considerados no desemprego oficial (inactivos disponíveis e subemprego visível), cujo número aumentou, entre 2011 e 2012, de 365,2 mil para 416,2 mil .

Entre 2011 e 2012 (Quadro 6), o desemprego de trabalhadores com o nível de escolaridade até ao básico aumentou 8,2%, mas os com ensino secundário cresceu 43,5%, e os com ensino superior subiu em 37%.

A destruição da economia portuguesa está a impedir que os trabalhadores com maior escolaridade e qualificação encontrem emprego, obrigando muitos deles a imigrar.

No 1º ano de “troika” e de governo PSD/CDS as funções sociais (saúde, educação, segurança social), que se podem considerar como um salário indirecto para os trabalhadores, sofreram cortes muito grandes o que está a provocar a degradação dos serviços públicos e fortes restrições no direito ao seu acesso (aumento de 100% nas taxas moderadoras, redução de comparticipação nos medicamentos). Segundo o Relatório do OE-2012 (pág. 79), entre 2010 e 2011, as despesas com as funções sociais do Estado diminuíram de 30.843 milhões € para 29.281 milhões €, ou seja, sofreram um corte de 1.562 milhões €, estando previsto para 2012 mais um outro corte de 2.843 milhões €, o que está a tornar a situação insustentável provocando a ruptura em muitos serviços.

Eis na linguagem fria dos números oficiais, algumas das consequências para os trabalhadores de um ano de intervenção da “troika estrangeira” e de política do governo do PSD/CDS que estão a destruir a economia e a sociedade portuguesa.

Estudo


Utilizando a linguagem objectiva dos números oficiais vai-se apresentar, de uma forma sintética, algumas das consequências para os trabalhadores (somente uma pequena parte para o estudo não ficar demasiadamente extenso) da terapia de choque ultraliberal recessiva que está a ser imposta pela “troika” estrangeira e pelo governo PSD/CDS aos portugueses, a qual está a destruir a economia e a sociedade portuguesa.

Comecemos pelos salários.


O quadro 1, com dados das Estatísticas do Emprego do INE, revela que no 1º ano de “troika” e de governo PSD/CDS, a percentagem de trabalhadores com salários líquidos nominais baixos ou muito baixos aumentou, enquanto a de trabalhadores com salários mais elevados diminuiu.

Quadro 1- Trabalhadores por conta de outrem por escalão de rendimento salarial mensal liquido

Quadro 1- Trabalhadores por conta de outrem por escalão de rendimento salarial mensal liquido

Escalão de rendimento salarial 1ºTrim.-2011 1ºTrim.-2012 Variação dos trabalhadores Em %
Milhares %
TOTAL
Milhares %
TOTAL
PORTUGAL - Trabalhadores por conta de outrem 3.814,3 100,0% 3.662,2 100,0% -4,0%
Trabalhadore a receber Menos de 310 euros 140,0 3,7% 147,3 4,0% 5,2%
Trabalhadore a receber De 310 a menos de 600 uros 1.187,6 31,1% 1.154,5 31,5% -2,8%
Trabalhadore a receber De 600 a
menos de 900 euros
1.023,8 26,8% 1.022,1 27,9% -0,2%
Trabalhadore a receber De 900 a menos de 1.200 euros 411,1 10,8% 415,8 11,4% 1,1%
Trabalhadore a receber De 1 200 a menos de 1 800 euros 367,2 9,6% 369,2 10,1% 0,5%
Trabalhadore a receber De 1.800 a menos de 2.500 euros 113,2 3,0% 114,7 3,1% 1,3%
Trabalhadore a receber De 2 500 a menos de 3 000 euros 29,8 0,8% 23,9 0,7% -19,8%
Trabalhadore a receber 3 000 euros e mais euros 35,2 0,9% 28,5 0,8% -19,0%
*NS/NR 506,5 13,3% 386,3 10,5% -23,7%
SALARIOS ATÉ 600 EUROS 1.327,6 34,8% 1.301,8 35,5% -1,9%
SALARIOS ATÉ 900 EUROS 2.351,4 61,6% 63,5% -1,2%

Isto é o resultado de um ano de “troika” e de governo PSD/CDS para os trabalhadores

Fonte: INE, Estatísticas do Emprego - 1º Trimestre de 2011 e de 2012. - Tabela adaptada e melhorada por Revolta Total Global Democracia Real Já
*NS/NR - Não Sabe, e ou, Não Responde



Entre 2011 e 2012, a percentagem dos trabalhadores a receber salários líquidos inferiores a 900€ por mês aumentou de 61,6% para 63,5% do total. Inversamente, no mesmo período, verificou-se uma redução importante na percentagem de trabalhadores com salários líquidos mais elevados. Segundo também o INE, a percentagem de trabalhadores com salários líquidos entre 2500€ e 3000€ diminuiu em 19,8%, e a de trabalhadores com salários líquidos superiores a 3000€ sofreu uma redução de 19%.

Apesar do carácter indicativo destes dados, no entanto é clara uma tendência na alteração da estrutura salarial dos trabalhadores no sentido do aumento do peso dos trabalhadores com salários baixos e muitos baixos, e da diminuição do peso dos salários elevados. E em 2012, de acordo com as Previsões da Primavera divulgadas em Maio de 2012, a Comissão Europeia prevê mais uma redução de -3,1% nos salários nominais dos trabalhadores portugueses (na Administração Pública, com o confisco do subsidio de férias e de Natal a redução atinge 14%), a que se junta.um aumento brutal no IRS como mostra o quadro 2

Quadro 2 – Alterações no Código do IRS que determinam em 2012 aumento significativo do IRS

Quadro 2 – Alterações no Código do IRS que determinam em 2012 aumento significativo do IRS

ARTIGOS DO CÓDIGO IRS ALTERADOS EM 2012 Em 2011 Em 2012 Variação
2011 - 2012
Artº 25 CIRS - Rendimentos do trabalho -Diminuição da parcela do rendimento não sujeito a IRS => Aumento de IRS em 32 milhões € 4.104,00 € 3.622,06
-481,94
Artº 53 do CIRS - Reformados e aposentados - Diminuição da parcela do rendimento não sujeito a IRS => Aumento de IRS de 24 milhões € 6.000,00 € 4.104,00
-1.896,00
Artº 79º (nº1, alínea a ) do CIRS - Diminuição da edução no IRS a pagar por sujeito passivo => Aumento de IRS em 50 milhões € 261,25 € 230,57
-30,68
Artº 79º (nº1, alínea d ) do CIRS - Diminuição da dedução no IRS a pagar por cada filho => Aumento de IRS em 19 milhões € 190,00 € 167,69
-22,31
Artº 79º (nº1, alínea e ) do CIRS - Diminuição da dedução no IRS a pagar por cada ascendente => Aumento de IRS 261,25 € 230,57
-30,68
Art 83º (nº1 ) do CIRS - Diminuição da dedução no IRS a pagar das despesas com a educação dos filhos=> Aumento IRS em 77 milhões € 760,00 € 670,75
-89,25
Artº 82 do CIRS- Redução das despesas de saúde que passa de 30% para apenas 10% => aumento significativo do IRS em 440 milhões € Vai determinar um aumento de IRS em2012 que se avalia em 440 milhões €
Artº 5 do CIRS - Redução para metade de 30% para 15%) das despesas com juros e amortizações de crédito de habitação que podem ser deduzidas no IRS=> Aumento significativo do IRS em 81 milhões € Aumento de IRS para os portugueses que estão a pagar o crédito a habitaçao que estimamos em 81 milhões €
Artº
3º do Código do IRS -
Diminuição do valor subsidio de
refeição isento de IRS
7,68
6,14
-1,54

Um ano de “troika” e de governo PSD/CDS + Colaboração do PS de Seguro dos Bancos, dá um resultado cruel para o povo português em geral e para os trabalhadores em particfular.


Só as alterações introduzidas no Código do IRS pelo governo PSD/CDS, através da Lei do Orçamento de Estado para 2012 que conseguimos quantificar (algumas não foi possível por falta de dados), determinam um aumento de IRS, que cai principalmente sobre os trabalhadores, que estimamos em mais 723 milhões €. Para além disso, as taxas de IRS sofreram um aumento em 2012 que é tanto mais elevado quanto mais baixo é o escalão (para os rendimento tributáveis até 4.893 € a subida foi de 3,8%, enquanto para rendimentos superiores a 153.300€ o aumento foi apenas de 1,4%). A conjugação de todos estes aumentos de IRS vão determinar também mais uma redução significativa dos salários líquidos dos trabalhadores portugueses em 2012.

A DESTRUIÇÃO DE EMPREGO EM PORTUGAL NO 1º ANO DE “TROIKA” E DE GOVERNO PSD/CDS ATINGIU 558 EMPREGOS POR DIA (incluindo sábados, domingos e feriados)


Como revela o quadro 3, construído também com dados divulgados pelo INE, a destruição de emprego no 1º ano de “troika” e de governo PSD/CDS foi muito elevada.


Quadro 3 – A destruição de emprego em Portugal no 1º ano de “troika” e de governo PSD/CDS

Quadro3 – A destruição de emprego em Portugal no 1º ano de “troika” e de governo PSD/CDS EMPREGO
PERÍODO Homens Mulheres TOTAL
1º Trim-2011 - Milhares 2.591,5 2.274,5 4.866,0
2º Trim-2011 - Milhares 2.594,3 2.298,7 4.893,0
3º Trim-2011 - Milhares 2.597,4 2.256,3 4.853,7
4º Trim-2011 - Milhares 2.514,9 2.220,5 4.735,4
1º Trim-2012 - Milhares 2.460,9 2.201,6 4.662,5
Destruição de emprego - Milhares -130,6 -72,9 -203,5
Destruição diária de emprego (inclui sábados, domingos e feriados)- Nº Trabalhadores que perdem o seu emprego -358 -200 -558
Fonte:
INE, Estatísticas do Emprego - 1º Trimestre de 2011 de 2012.

No 1º ano de “troika” e de governo PSD/CDS a destruição de emprego em Portugal atingiu 203,5 mil, o que corresponde a 558 empregos por dia (mais recentemente, ou seja, no 1º Trimestre de 2012, a destruição, acelerou-se alcançando 810 empregos destruídos por dia), sendo 358 ocupados por homens e 200 empregos ocupados por mulheres. Em 2012, a Comissão Europeia, nas suas Previsões da Primavera. Prevê que o emprego em Portugal se reduza em -3,3%, o que significa a destruição de mais 153,8 mil postos de trabalho, o que vai agravar ainda mais o problema do desemprego em Portugal. Quando a principal fonte de criação de riqueza de um país são as pessoas, uma politica que provoca uma tão elevada destruição de emprego e, consequentemente, de riqueza, deixando centenas de milhares de portugueses sem trabalho, que é simultaneamente o seu principal meio de sobrevivência e de dignificação, tal politica é criminosa. A afirmação de Passos Coelho de que o despedimento é uma oportunidade para mudar de vida revela, para além de uma profunda insensibilidade humana e social, uma falta de respeito por quem tem de enfrentar o drama do desemprego numa altura em que se verifica uma destruição maciça de emprego, por isso é difícil encontra novo emprego, ainda por cima vinda de uma pessoa que tem vivido à sombra do emprego protegido pelo cartão partidário.

AUMENTA O DESEMPREGO E OS DESEMPREGADOS SEM SUBSIDIO DE DESEMPREGO


O desemprego, que é um indicador avançado da recessão económica pois como mostramos no estudo anterior existe uma forte correlação entre a quebra do PIB e aumento do desemprego (lei de Okun); disparou assim como o número de desempregados sem subsidio de desemprego.

Quadro 4- Variação do desemprego e desempregados sem receber subsidio em Portugal no 1º ano de “troika” e de governo PSD/CDS



Quadro 4- Variação do desemprego e desempregados sem receber subsidio em Portugal 1º ano de “troika” e de governo PSD/CDS

RÚBRICAS VALOR TRIMESTRAL
1ºT-2011 2ºT-2011 3ºT-2011 4ºT-2011 1T-2012
1- População activa - Milhares 5.555 5.568 5.543 5.507 5.482
2- DSEMPREGO OFICIAL - Milhares
689 675 690 771 819
3- Subemprego visível - Milhares 174 175 160 187 203
4-Inativos disponíveis (inclui desencorajados) - Milhares
144 148 193 203 202
5-DESEMPREGO EFECTIVO - Milhares
1.007 998 1.043 1.161 1.224.000
6- TAXA DE DESEMPREGO - (2+3+4) Milhares
Taxa de Desemprego Oficial (2:1) 12,4% 12,1% 12,4% 14,0% 14,9%
Taxa Efectiva ((5: (1+4)) 17,7% 17,5% 18,2% 20,3% 21,5%
Diferença entre a taxa oficial de desemprego e a taxa efectiva
+5,3% +5,4% ´+5,8% +6,3% +7,4%
7 - DESEMPREGADOS A RECEBER SUBSIDIO - Milhares
294 287 287 317 359
8 - COBERTURA DO SUBSIDIO DE DESEMPREGO - Taxa
Em relação desemprego oficial (7:2) 42,7% 42,5% 41,6% 41,1% 43,8%
Em relação desemprego efectivo (7:5) 29,2% 28,8% 27,5% 27,3% 29,3%
9 - DESEMPREGADOS QUE NÃO RECEBEM SUBSIDIO DE DSEEMPREGO - Milhares 713 711 756 844 865
Fonte: INE, Estatísticas do Emprego - 1º Trimestre de 2011 e de 2012.
SIGNIFICACADO DE TROIKA = Máfia Financeira = UE, BCE, FMI


Segundo o INE, entre o 1º Trimestre de 2011 e o 1º Trimestre de 2012, o desemprego oficial aumentou em Portugal de 12,4% para 14,9% (de 689 mil para 819 mil desempregados), mas o desemprego real, que inclui também os “inactivos disponíveis” e o “desemprego visível”, ou seja, os desempregados que não procuraram emprego no período em que foi feito o inquérito por pensarem que não o encontrarão (os chamados “desencorajados”) ou por qualquer outro motivo, e também aqueles que, para sobreviverem, fazem pequenos “biscates”, mas todos eles apesar de estarem no desemprego não são incluídos no número oficial de desemprego; repetindo, se somarmos todos estes ao desemprego oficial, obtém-se uma taxa real de desemprego. E esta taxa durante o 1º ano de “troika” e de governo PSD/CDS aumentou de 17,7% para 21,5% (o número de desempregados subiu de 1.007.000 para 1.224.000).

No fim do 1º Trimestre de 2012, o desemprego real atingia 1.224.000 desempregados, mas recebiam subsidio de desemprego apenas 359 mil segundo a Segurança Social, ou seja, somente 29 em cada 100, não recebendo qualquer subsidio de desemprego 865.000 desempregados. É por esta razão também que a miséria e a fome está-se a alastrar rapidamente em Portugal.

O DESEMPREGO DE LONGA DURAÇÃO JÁ ATINJE MAIS DE 50% DOS DESEMPREGADOS


O quadro 5, construído com dados divulgados pelo INE, mostra como o desemprego de longa
duração, ou seja, com mais de um ano aumentou neste 1º ano de ”troika” de governo PSD/CDS.
Quadro 5 – Variação do desemprego de longa duração em Portugal no 1º ano de “troika”

Quadro 5 – Variação do desemprego de longa duração em Portugal no 1º ano de “troika” E "Direito Especial de Saque" da Máfia do FMI
PERIODO Desempregados entre 12-24 meses Desempregados há 25 meses e mais meses Desemprego TOTAL Desempregados não incluídos no nº oficial de desemprego - Milhares
Desemprego oficial longa duração - Milhares
1º Trimestre 2011 163,6 201,6 365,2 317,7
2º Trimestre 2011 147,4 224,9 372,3 322,5
3º Trimestre 2011 144,5 211,9 356,4 353
4º Trimestre 2011 156,4 249,1 405,5 389,4
1º Trimestre 2012 188,1 228,1 416,2 405,1
Aumento2011-2012 15,0% 13,1% 14,0% 27,5%
Fonte: INE, Estatísticas do Emprego - 1º Trimestre de 2011 e de 2012.


Fonte: INE, Estatísticas do Emprego - 1º Trimestre de 2011 e de 2012

Entre 2011 e 2012, o desemprego de trabalhadores com o nível de escolaridade até ao básico  aumentou 8,2%, mas os com ensino secundário cresceu 43,5%, e os com ensino superior subiuem 37%. É evidente, que a economia portuguesa absorve cada vez menos trabalhadores com níveis de escolaridade e qualificação elevadas. Com a actual politica expulsa-se os trabalhadores mais qualificados para o estrangeiro, condenando a economia e a sociedade portuguesa à estagnação e ao atraso. Eis também um resultado de um ano de “troika” e de governo PSD/CDS.

Eugénio Rosa, edr2@netcabo.pt, 18.5.2012

Um ano de “troika” e de governo PSD/CDS para os trabalhadores; por Eugénio Rosa, Economista Download do pdf


Veja aqui o resultado do brutal aumento de Milhões nas contas públicas do primeiro trimestre de 2012


Veja aqui os Estatutos de Direito Especial de Saque do FMI


Veja Quem Controla a União Europeia


Conheça o Cartel Financeiro Internacional


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Política PSD CDS UE BCE FMI Destrói Portugal! Download Relatório Contas Públicas; Sector Empresarial do Estado Regista Prejuízo de 316 Milhões de Euros; Primeiro Trimestre de 2012



Setor Empresarial do Estado: Prejuízo duplicou no 1.º trimestre, para 316 MEuro


 Lisboa Portugal: O setor empresarial do Estado (SEE), excepto empresas financeiras, registou um prejuízo de 316 milhões de euros no primeiro trimestre de 2012, mais do que duplicando (105 por cento) os 154 milhões homólogos de 2011.


Desempenho ao nível dos resultados financeiros da política Passos Gaspar Portas UE BCE FMI PSD CDS com cumplicidade do PS = TROIKA Estrangeira


 

Dados Constantes da Direcção Geral de Finanças Sector Empresarial do Estado Relatório 1º Trimestre, Boletim_SEE_1T2012


O endividamento, pela via de financiamentos obtidos, englobando todo o universo analisado, ascendia a 30.306,1 M€ no final do 1º trimestre de 2012


No 1º trimestre de 2012, face ao trimestre homólogo, desataca-se:


No sector dos transportes a CP, o ML, MP e STCP, a registarem agravamentos de 19,7 M€ (+52,5%), 16,9M€ (+46,7%), 20,5M€ (+58,4%), e 22,6M€ (+183,7%), respetivamente;


A Parpública com um aumento de 7,6M€ (+15,1%); e

A EP com um agravamento de 42,4M€ (+104,1%).


Máfia política portuguesa, Crise econóimica e financeira, resultados da politica de mercado e para os mercados efectuada pelo governo: PSD, CDS, UE, BCE, FMI, com a cumplicidade do PS TROIKA


A informação consta do Boletim Informativo sobre o SEE, datado de 15 de maio, divulgado no sítio da Direcção-Geral do Tesouro e Finanças (DGTF) na internet.

Aquela evolução é atribuída em particular ao agravamento em 69 por cento dos resultados financeiros negativos, que passaram de 199 milhões de euros para 336 milhões, resultantes, por sua vez, do aumento dos juros e de perdas com operações financeiras.

A Estradas de Portugal, SA, é também objeto de tratamento isolado na medida em que poderá produzir variações... inflacionr grandemente os resultados.

Chama-se a isto técnicas de camuflagem de contas públicas.


Vejam abaixo os resultados da politica de mercado e para os mercados efectuada pelo governo: PSD, CDS, UE, BCE, FMI, com a cumplicidade do PS = TROIKA

SECTOR EMPRESARIAL DO ESTADO BOLETIM INFORMATIVO 1.º TRIMESTRE 2012
Incorporando o efeito do justo valor, o resultado operacional do SEE sem sector da Saúde, EP e Parpública, no 1º trimestre de 2012, agrava-se de 1,0 M€ negativos para 32,8 M€, também negativos, aumentando por esta via, o diferencial face ao período homólogo de 2011, em que o impacto do justo valor havia sido positivo.


Os resultados financeiros, considerando todo o universo do SEE analisado, agravaram-se significativamente, de -198,6 M€ para -335,8 M€ (-69,1%), face ao acréscimo dos juros suportados pelas empresas e a perdas registadas com operações de SWAP de taxa de juro.


Como corolário do que se referiu nos itens anteriores, o resultado líquido negativo contabilizado pelo conjunto das empresas analisadas, agravou-se de -154,0 M€ no 1º trimestre de 2011 para -316,4 M€ no 1º trimestre de 2012.


O endividamento, pela via de financiamentos obtidos, englobando todo o universo analisado, ascendia a 30.306,1 M€ no final do 1º trimestre de 2012, o que representava um acréscimo de 4,7% face ao período homólogo de 2011.

Abaixo, evedencia-se o chamado Efeito das privatizações nas contas públicas


No tocante à CP, destaca-se o aumento da taxa de utilização da infraestrutura (paga à REFER), explicativa de 4,2M€. O valor restante, resulta do acréscimo nos encargos de manutenção de material circulante, do aumento das tarifas de energia elétrica e do facto de a CP ter deixado de beneficiar do desconto de interruptibilidade, e também pelo aumento do aluguer de material circulante à RENFE;


Copie o link abaixo e cole na barra de navegação para fazer o Download. Tivemos que proceder assim, visto que o Facebook bloqueia conteúdos 4shared
http://www.4shared.com/office/KznfXYJw/Direco_Geral_de_Finanas_Sector.html


 


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Previsões OCDE: Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico Prevê Mais Austeridade; Nada de Novo; Tudo de Acordo Com o Plano; A Solução É Rasgar o Pacto de Traição; o Acordo Com o Inferno UE BCE FMI TROIKA; Devolver Portugal Aos Portugueses e Seguir o Caminho da Islândia!



OCDE sugere ainda mais medidas terroristas e fascistas. Nada de novo, pois encontra-se tudo de acordo com o plano da máfia das privatizações, Inter Alpha Round Table Elite Financeira Especuladora Internacional, Comissão TrilateralClube Bilderberg Credit Suisse Balsemão  Goldman Sachs Espírito Santo,  FMI, UE, BCE (BCE um Banco de JP Morgan),  a máfia das privatizações que há muito denunciamos.

FMI IMF TROIKA World Bank FORA DE PORTUGAL RUA; FMI; IMF; TROIKA; World Bank; PORTUGAL; RUA

Está tudo de acordo com  os planos da armadilha da Alemanha e a política infernal de Merkel que serve e beneficia os interesses da grande industria alemã.
 

Não seria preciso a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) vir assegurar, num documento hoje divulgado – um outlook sobre várias economias, incluindo a portuguesa – que o governo de traição Coelho Portas Relvas Gaspar Schaüble Merkel, serventuários dos interesses ocultos da maçonaria dos aventais da máfia da tróika germano-imperialista fascista NAZI, tenha de vir a adoptar novas medidas orçamentais para cumprir as famigeradas metas orçamentais. Repare que o Projecto União Europeia é obra da industria alemã e que a Alemanha lucra com a crise financeira, ganha com os resgates a Portuga, Irlanda e Grécia.

Da persistência neste paradigma de impor aos trabalhadores e ao povo português o pagamento de uma dívida que não foram eles que contraíram, nem dela beneficiaram, à custa do roubo dos salários e do trabalho, de mais recessão e liquidação do nosso já tão depreciado tecido produtivo, nada mais resultará, sempre o denunciámos, do que a aplicação sucessiva de medidas terroristas e fascistas, umas atrás das outras, sempre com a justificação de que, afinal, as anteriormente impostas não tinham sido suficientes.

E aí estão as previsões da OCDE de um encolhimento de 3,2% do PIB (Produto Interno Bruto) para este ano, caindo mais 0,9% em 2013, com uma taxa de desemprego oficial de 16,2% (o que quer dizer que, em termos reais, em 2013, um quarto da população activa portuguesa estará no desemprego).

Claro está que, a confirmarem-se tais projecções da OCDE, os défices orçamentais situar-se-ão muito próximo dos 5% do PIB em 2012 e em mais de 3,5% em 2013, muito acima das melhores expectativas que o Gaspar Dixit e o governo de traição PSD/CDS nos foi anunciando.

Ora, neste contexto, é a própria OCDE, ciosa da defesa dos interesses de classe que representa, que anuncia que o caminho a seguir vai exigir medidas de consolidação orçamental para lá das previstas no programa que os partidos da burguesiaPS, PSD e CDS – assinaram com a tróika  dos assassinos económicos germano-imperialista, ou seja um ainda maior empobrecimento dos trabalhadores.

Perante este quadro, à classe operária e aos trabalhadores portugueses outra saída não restará do que rejeitarem o pagamento da dívida, organizando-se e mobilizando-se para derrubar este governo de serventuários que, a mando da tróica germano-imperialista, sobre ele tem lançado toda a sorte de medidas terroristas e fascistas, constituindo, em sua substituição, um governo que represente a unidade de todas as camadas populares e que execute um programa democrático e patriótico.

A única solução para Portugal é Não negoceiar com o Inferno, e Rasgar o Pacto de Traição á Pátria Assinado com a Troika e seguir o caminho da Islândia

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