... Julgo que depois destes malabarismos, os currículos das pessoas com funções políticas activas com o propósito de praticar o bem comum de uma nação, devem ser exigidos e publicados em Diário da Republica para qualquer cidadão poder consultar e certificar-se das habilitações de cada politico. Não deve ser uma opção, mas uma condição contemplada numa lei própria para o efeito, pois como sabemos, nenhum trabalhador é admitido numa função numa empresa, sem referências e/ou curriculo académico/profissional. será verdade que o PS está "calado" neste caso da licenciatura de M. Relvas porque o Irmão Maçon António Seguro dos Bancos (da Universidade Lusófona) foi um dos professores envolvido no processo?...
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Máfia Portuguesa, Político Negócios Familiares, Corrupção, Legislação Por Encomenda, Honorários Milionários, Poder & Associados: Ministérios Sombra Interesses e Poderes Ocultos das Grandes Sociedades de Advogados; Paulo Morais Revela Os Tentáculos do Polvo Criminoso Que ROUBA e Se Governa de Portugal e da Miséria dos Portugueses



Portugal está a ser roubado através de políticas de falaciosas e escandalosas privatizações - Veja quem é o judeu German Efromovich, o colombiano, brasileiro polaco que quer comprar a TAP pelo preço de um avião (negócio inexplicáveis, como German Efromovich se tornou bilionário, estratégias comerciais, corrupção e tráfico de influências Operação águas profundas, as ligações entre Passos Coelho, Miguel Relvas, o criminoso Dirceum, condenado a 10 anos de prisão e Efromovich no "negócio da TAP", tudo isto a somar ao roubo da Empresa de Navegação Aérea ANA, tudo controlado pela mesma quadrilha. Portugal está a atravessar uma tenebrosa crise provocada pelos bandidos dos bancos através de Operações Financeiras Internacionais, como comprovado pelo Levin-Coburn Report, o Relatório da Câmara Alta e Câmara Baixa do Senado do Estados Unidos, intitulado "Wall Street e a Crise Anatomia de um Colapso Financeiro".


Para que possa compreender melhor o contexto de uma crie sem fim, reproduzo abaixo, com a devida vénia, um artigo publicado por Paulo Morais no jornal 'Correio da Manhã', ao qual fiz uma pequena chamada de atenção

Fio de Prumo
Poder & Associados
http://revoltatotalglobal.blogspot.com/2012/12/mafia-portuguesa-politico-negocios-familiares-interesses-ocultos-poder-associados-socciedades-advogados.html
As grandes sociedades de advogados transformaram-se em autênticos ministérios-sombra.


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As grandes sociedades de advogados adquiriram uma dimensão e um poder tal que se transformaram em autênticos ministérios-sombra.

É dos seus escritórios que saem os políticos mais influentes e é no seu seio que se produz a legislação mais importante e de maior relevância económica.

Estas sociedades têm estado sobre-representadas em todos os governos e parlamentos.


"São seus símbolos o ex-ministro barrosista Nuno Morais Sarmento, do PSD, sócio do mega escritório de José Miguel Júdice, ou a centrista e actual super-ministra Assunção Cristas, da Morais Leitão."

Uma pequena chamada de atenção

sociedade de Advogados ML&GT, "Morais Leitão e Galvão Teles" & Associados, onde Assunção Cristas trabalhava como consultora, é sócio do Banco Comercial Português e sócio e membro fundador do Fórum Portugal Global (FPG), a Comissão Trilateral Portuguesa, criada pelo ex-ministro das Finanças de Cava Silva, dependente da Comissão Trilateral Europeia, um Grande Oriente Elitista, maçónico de Rockfeller ligado ao Clube Bilderberg. Existe a Comissão Trilateral Estados Unidos e Canada, Comissão Trilateral Europeia e a Comissão Trilateral Asia Pacífico que compreende o Japão, Australia, Nova Zelândia e Coreia do Sul e outros ligados á Ásia Society, também controlada por Rockfeller.

A Comissão Trilateral Europeia tem a União Europeia, como principal campo de acção, dividindo-se em grupos regionais pelos países da UE. Dela fazem parte: O consultor do governo para as privatizaçõesAntónio BorgesPreidente SANTANDERDirector Europeu Goldman SachsBilderberg FMI, Mário Monti Director Goldman SachsBilderberg, Presidente demissionário do Concelho de Ministros, Italia; ex Presidente, Bocconi University, Milão; ex Membro da European Commission (Competition Policy and Internal Market); Honorary Presidente, BRUEGEL, Brussels; former European Chairman, Trilateral Commission  Jorge Braga de MacedoPresident, Tropical Research Institute, Lisbon; Professor of Economics, Novan University at Lisbon; Chairman, Forum Portugal Global; former Minister of Finance, Estela Barbot, Bilderberg, FMI, former Director, AGA; Director, Bank Santander Negocios; Membro of the General Council, AEP -- Portuguese Business Association, Porto; General Honorary Consul of Guatemala, Lisbon, Jorge Armindo, Chairman, Amorim Turismo, Lisbon, Lucas Papademos, Goldman Sach, Prime Minister of Greece, Athens; former Vice President, European Central Bank; former Governor of the Bank of Greece...Peter Sutherland Goldman Sachs, ex procurador Geral da Irlanda e muitos mais.

Da lista de 25 membros e sócios do grupo portuguêsFPG, fazem parte: BES de Ricardo Salgado, parte do Cartel de Bancos Inter-Alpha, o Grupo Impresa de Balsemão, Padrinho Bilderberg Portugal, o Banco Finantia de Eduardo Catroga e outros. O banco Financia de Eduardo Catroga,  foi o terceiro banco a ser apoiado pelo Estado Contribuinte.


Aos quais se poderiam juntar ministros de governos socialistas como Vera Jardim ou Rui Pena.

Veja o polvo político financeiro familiar dos vampiros que se governam de Portugal

Alguns adversários políticos aparentes são até sócios do mesmo escritório.

Quando António Vitorino do PS e Paulo Rangel do PSD se confrontam num debate, fazem-no talvez depois de se terem reunido a tratar de negócios no escritório a que ambos pertencem.

Algumas destas poderosas firmas de advogados têm a incumbência de produzir a mais importante legislação nacional. São contratadas pelos diversos governos a troco de honorários milionários. Produzem diplomas que por norma padecem de três defeitos.

São imensas as regras, para que ninguém as perceba, são muitas as excepções para beneficiar amigos; e, finalmente, a legislação confere um ilimitado poder discricionário a quem a aplica, o que constitui fonte de toda a corrupção.

Como as leis são imperceptíveis, as sociedades de jurisconsultos que as produzem obtêm aqui também um filão interminável de rendimento.

Emitem pareceres para as mais diversas entidades a explicar os erros que eles próprios introduziram nas leis. E voltam a ganhar milhões. E, finalmente, conhecedoras de todo o processo, ainda podem ir aos grupos privados mais poderosos vender os métodos de ultrapassar a Lei, através dos alçapões que elas próprias introduziram na legislação.

As maiores sociedades de advogados do país, verdadeiras irmandades, constituem hoje o símbolo maior da mega central de negócios em que se transformou a política nacional.


"E o culpado? Todos nós, que não apeámos os governos logo que este estado de coisas foi notório. Preferimos deixar-nos governar "de longe", à espera que sobre algo...Talvez isto esteja a ir longe de mais, quem dera..."

Veja também como o SANTANDER maltrata os clientes


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Máfia Portuguesa Euromilhões Portugal: Sociedades Secretas, Maçonaria, Oculto, Opus Dei e a Mão do Império Invisível Sobre o Parlamento



Grupos de pressão. Há uma “mão invisível” sobre o parlamento.


Há movimentos e instituições que não resistem a aproximar-se do poder político, mas os politólogos descartam consequências



A influência da maçonaria e do Opus Dei na Assembleia da República tem sido discutida nas últimas semanas, principalmente por se tratar de associações discretas e restritas. Mas existem outros grupos, como o Bilderberg e os Rotary (ver ao lado), também considerados influentes na sociedade. Mas influenciam estes grupos as decisões que se tomam na Assembleia da República?



Se se conhecem muitos deputados maçons e de certo modo se questiona se a maçonaria não terá influência, directa ou indirecta, nas decisões no plenário, do Opus Dei, actualmente o único deputado membro é o antigo presidente da Assembleia da República Mota Amaral. A verdade é que estas instituições, interfiram ou não em decisões concretas, acabam por ter sempre na sua órbita figuras de proa da política nacional. Ainda recentemente a presidente da Assembleia da República, Assunção Esteves, confessou que foi convidada para entrar tanto no Opus Dei como na maçonaria, mas não aceitou.

Do lado destas organizações, a influência é negada. Ao i, fonte oficial do Opus Dei assegura que a organização “não tem e não quer ter” qualquer tipo de influência no parlamento. “O único deputado que é da obra, Mota Amaral [ex-presidente da Assembleia da República], representa no parlamento exclusivamente quem o elegeu, não representa nem a Igreja, nem o Opus Dei”.

O poder da maçonaria e do Opus Dei no parlamento tem centrado o debate nos tempos mais recentes, principalmente por se tratar de duas associações discretas e restritas. Mas não são as únicas com capacidade de mover influências e também com presenças registadas dentro do meio político, ainda que isso possa acontecer de forma pontual.

O ex-ministro do PSD e presidente do BIC Mira Amaral já foi convidado para estar em reuniões do Bilderberg e diz ao i que o “grupo é elitista e restrito, mas não é secreto”. “Daí a dizer-se que naquelas reuniões se trata do destino do mundo, não me parece”, afirma. “As cimeiras de Davos são capazes de ter mais influência”, acrescenta. Em 2004, notícias na imprensa deram conta de convites a Santana Lopes e José Sócrates para uma reunião em Milão. Dois meses depois, Santana era primeiro-ministro, Sócrates assumiria o cargo cerca de um ano depois. A relação directa não se confirma, mas a procura por quem está ou poderá vir a estar à frente das decisões políticas torna-se evidente.

No caso do Rotary Club, também se encontram membros entre os deputados, caso de João Serpa Oliva, do CDS, que é rotariano há dois meses e garante que “não existe qualquer conexão política”. “O grupo não tem influência, as pessoas que lá participam é que podem ou não ter influência”, explica.

Falar das influências movidas junto da esfera política resvala obrigatoriamente para o debate sobre a actividade de outros grupos de pressão sobre os políticos, como os lóbis. Nos EUA, os lóbis têm a actividade regulada e, no limite, um cidadão pode até ver com que representante de que lóbi almoçou um congressista. “Ao contrário de Portugal, ninguém finge que não está a fazer o jogo político. É tudo muito transparente e a actividade dos lóbis é supercontrolada. Mas não creio que se consiga fazer algo semelhante em Portugal”, considera o politólogo Carlos Jalali.

As ligações entre a maçonaria e os deputados portugueses estiveram no centro da polémica, depois de o jornal “Expresso” ter divulgado que o líder parlamentar do PSD, Luís Montenegro, pertencia à mesma loja que o ex-espião Jorge Silva Carvalho. O PCP é o único partido com assento parlamentar que proíbe os seus militantes de ser maçons. De resto, em todos existem deputados com ligações à maçonaria, alguns assumidos, outros não. Daí a pressão das últimas semanas para que os maçons de assumissem, em nome da “transparência”. “Esta procura de transparência absoluta está no limite do totalitarismo democrático”, argumenta ao i o politólogo António Costa Pinto.

Adelino Maltez considera que não deve haver um registo de interesses para os detentores de cargos públicos, mas afirma que deveria haver um registo de lóbis, à semelhança do que acontece nos EUA. A opinião é partilhada por António Costa Pinto, que afirma que o registo de interesses dos deputados não deveria estar ligado a valores, mas antes às ligações com o mundo económico, “porque é aí que as relações são mais dúbias”, sustenta.

Já para o deputado rotariano João Serpa Oliva, o registo de interesses “passa pela honestidade pessoal”. “Cada pessoa pode associar-se ao que quiser, desde que no exercício da profissão não implique com esses interesses. Se implicar, então aí tem de declarar, como já acontece no registo de interesses para outro tipo de organizações”, refere.


Este clip foi retirado do programa Plano Inclinado de 2011.02.15. Henrique Neto faz acusações gravíssimas que roçam a acusação de traição.
Informação sobre a Maçonaria no tretas.org http://bit.ly/gxwS7k
Máfia Politica Portuguesa! Henrique Neto Fala de Maçonaria e Solidariedades Partidárias

Estes são alguns excertos do mais recente programa de televisão censurado pelo sistema político português.

O vídeo foi editado com menos de 20 minutos para poder ser extraído e depois carregado no maior número de perfis do Facebook para máxima divulgação.

Nesta última emissão do "Plano Inclinado", transmitido na SIC Notícias a 12 de Fevereiro, o fiscalista Henrique Medina Carreira e o ex-dirigente socialista Henrique Neto explicam que os partidos políticos funcionam como máfias e estão a levar Portugal à bancarrota económica pela segunda vez na História de Portugal.


Henrique Neto revelou a forma como a Maçonaria controla os partidos. Depois deste programa ir para o ar, a SIC cancelou todas as emissões seguintes.

Os convidados também concordam que não existe nenhuma alternativa dentro do parlamento, com partidos como o Bloco de Esquerda e o Partido Comunista a defenderem ideias retrógradas do séc. XIX.


Actualização de 28 de Fevereiro:
Marcelo Rebelo de Sousa confirmou que Henrique Medina Carreira foi afastado por ser incómodo, num texto publicado no seu blogue do jornal Sol:

«Por falar em más notícias, Medina Carreira foi colocado, gentilmente, de quarentena. Um mensageiro, há tantos anos, de más ou mesmo péssimas notícias, é sempre visto com enfado se e quando algumas dessas notícias podem chegar à ribalta. Nessas ocasiões, é sempre preferível algo de mais leve para distrair os espíritos...»



«Na pirâmide da corrupção, temos no topo a corrupção do Estado», acusou, Maria José Morgado, responsável pelo Departamento de Investigação e Acção Penal de Lisboa, durante uma conferência do ciclo «Ministério Público e o Combate à Corrupção», que decorre na Fundação Calouste Gulbenkian.



Esta é a corrupção de «maior sofisticação» e de «mais difícil detecção», considerou Morgado.


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Máfia Portuguesa! Loja Mozart Maçonaria: CDS Oculta Ligações! PSD: Caso Sociedades Secretas Pode Afectar Serviços Secretos



Os Irmãos Protegem-se - PSD: Ligações à Maçonaria podem afectar serviços secretos, no
documento apresentado pelo CDS-PP é apontado um «contributo para as conclusões» em que as alegadas ligações de dirigentes dos serviços secretos à Maçonaria não são referidas.


O relatório apresentado pelo PSD sobre as IRREGULARIDADES, a que chamam as alegadas irregularidades no funcionamento dos serviços secretos concluiu pela existência de «indícios e suspeitas» do envolvimento de dirigentes daqueles serviços a «grupos de pressão» ou «sociedades secretas, nomeadamente ramos da Maçonaria».

«Os indícios e suspeitas do envolvimento de titulares de lugares de chefia e de direção dos serviços de informação com grupos de pressão pretensamente instalados na sociedade portuguesa ou a sociedades secretas, nomeadamente ramos da Maçonaria, potenciam afectar a credibilidade e o prestigio dos serviços de informações», conclui o relatório.



Os relatórios dos diversos partidos - depois de ter falhado a tentativa de um relatório conjunto - foram ontem divulgados no sítio da internet da comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, tal como foi anunciado pelo seu presidente, Fernando Negrão (PSD), na quarta-feira.



Esta comissão procedeu praticamente desde o início da presente legislatura a uma série de audições sobre fugas de informação nos Serviços de Informação da República Portuguesa (SIRP) e sobre o alegado acesso aos registos telefónicos pessoais do jornalista Nuno Simas, actual diretor adjunto da Agência Lusa.

Nas suas conclusões, os sociais-democratas defendem que importa «clarificar em que medida deve o SIRP colaborar com o setor empresarial privado, com elevados níveis de transparência, nomeadamente no âmbito do programa de parcerias estratégicas».

Importa ainda, defende o PSD, «assegurar condições de efetiva tutela da transparência e da legalidade que regulem as condições adequadas ao exercício de funções, nomeadamente através do estabelecimento de critérios de seleção dos titulares de cargos dirigentes dos nos serviços que garantam efectivamente elevados padrões de independência, isenção, profissionalismo e recato».

o documento apresentado pelo CDS-PP é apontado um «contributo para as conclusões» em que as alegadas ligações de dirigentes dos serviços secretos à Maçonaria não são referidas.

Os democratas-cristãos consideram que, «em matéria de organização e funcionamento dos serviços de informações, a vasta experiencia profissional e conhecimentos práticos de alguns dos responsáveis ouvidos» permitem «perceber as vias possíveis para a respetiva reorganização», tendo sido também «formuladas sugestões para a melhoria da segurança na transmissão da informação».

O CDS refere ainda que foram «formuladas propostas para a reconfiguração de alguns aspectos do estatuto profissional dos responsáveis máximos destes serviços que merecem estudo, e, eventualmente, acolhimento».

No mais extenso relatório que é apresentado pelos vários partidos, o PSD considerou «manifestamente lesiva para a credibilidade interna e externa dos serviços, para o respectivo bom funcionamento e para a consolidação do Estado de Direito Democrático» as «teses que insinuam que os incidentes verificados nos últimos meses» estão «alegadamente relacionados e são alegadamente motivados por manobras integradas em estratégias sustentadas em interesses estranhos ao interesse público, nomeadamente decorrentes de alegadas ligações do ex diretor do SIED a empresas privadas, a conluios de poder e à influência de ramos da maçonaria».

No relatório, os sociais-democratas afirmam: «Sugerem-se indícios e suspeitas de que o ex-director do SIED, reportando ao período de exercício de funções, alegadamente manteve relações privilegiadas com a empresa privada Ongoing, empresa não caracterizada como integrando o elenco das empresas de interesse estratégico».

«Sugerem-se indícios e suspeitas de que o ex-director do SIED, já após ter iniciado funções na empresa privada Ongoing, terá mantido relações privilegiadas com funcionários», aponta o PSD.

«Sugerem-se indícios e suspeitas do envolvimento do ex-director do SIED com grupos de pressão pretensamente instalados na sociedade portuguesa, nomeadamente a ramos da maçonaria», lê-se também no relatório.

Nas conclusões finais do relatório dos sociais-democratas refere-se que «as perturbações ao regular funcionamento dos serviços afectam a credibilidade e o prestígio dos serviços de informações e consequentemente as respectivas condições de operacionalidade, nomeadamente, as relações de confiança e de cooperação mútua cruciais ao desenvolvimento da actividade dos serviços».

Os sociais-democratas concluíram ainda que «os indícios e as suspeitas de que se verificam relações privilegiadas entre dirigentes dos serviços e empresas privadas potenciam afectar a credibilidade e o prestígio dos serviços».

«Os indícios e suspeitas de ligações do ex-director do SIED Jorge Silva Carvalho a ‘conluios de poder' afectam a credibilidade e o prestígio dos serviços de informações», lê-se igualmente no documento apresentado pelo PSD.


A MAÇONARIA BILDERBERG, ILLUMINATI É A CANALHA QUE DESTROI PORTUGAL E O MUNDO!

É PRECISO QUE SE APUREM RESPOSABILIDADES.

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