... Julgo que depois destes malabarismos, os currículos das pessoas com funções políticas activas com o propósito de praticar o bem comum de uma nação, devem ser exigidos e publicados em Diário da Republica para qualquer cidadão poder consultar e certificar-se das habilitações de cada politico. Não deve ser uma opção, mas uma condição contemplada numa lei própria para o efeito, pois como sabemos, nenhum trabalhador é admitido numa função numa empresa, sem referências e/ou curriculo académico/profissional. será verdade que o PS está "calado" neste caso da licenciatura de M. Relvas porque o Irmão Maçon António Seguro dos Bancos (da Universidade Lusófona) foi um dos professores envolvido no processo?...
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OMS Contra Políticas Passos Gaspar Troika! Envelhecimento Saudável; Organização Mundial de Saúde Recomenda Adopção de Medidas de Prevenção e Diagnóstico Precoce




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OMS Contra Políticas Passos Gaspar Troika!
Envelhecimento Saudável;
Organização Mundial de Saúde Recomenda
Adopção de Medidas de Prevenção e Diagnóstico Precoce

A OMS contraria as medidas do Governo Passos Gaspa UE BCE FMI Troika. A OMS pede aos países a adopção de medidas que garantam o envelhecimento saudável.

 

As Nações Unidas recomendam o surgimento de acções e implementação de políticas destinadas a proteger a saúde e o bem-estar da população mundial


A Organização Mundial da Saúde (OMS) lançou ontem, Dia Mundial da Saúde, um alerta aos países para a adopção de medidas que garantam o envelhecimento saudável da população, o tema escolhido pela agência especializada das Nações Unidas, criada a 7 de Abril de1948, para comemorar os 64 anos da sua fundação.

O alerta da OMS decorre da previsão de que, dentro de poucos anos, pela primeira vez, a população com mais de 60 anos de idade vai ser superior ao número de crianças com menos de cinco anos.
De acordo com as recomendações da OMS, as autoridades de saúde têm de suster as doenças crónicas não transmissíveis que mais afectam os idosos, como o ataque cardíaco, cancro, diabetes e doenças pulmonares. As pessoas dos países pobres têm um risco quatro vezes maior de morrer ou sofrer de alguma deficiência devido a uma doença crónica do que aquelas que vivem em nações ricas.

A maioria das enfermidades relacionadas com a velhice pode ser prevenida ou submetida a tratamento de baixo custo. Exemplo disso é o controlo da tensão arterial, factor de diminuição do risco de enfarte. Menos de 15 por cento dos idosos em países pobres e em desenvolvimento adoptam medidas para controlar a tensão alta.

A Organização Mundial de Saúde recomenda a adopção de medidas para o diagnóstico precoce de doenças crónicas e a promoção de hábitos saudáveis em todas as faixas etárias.

Com o tema “Envelhecimento e Saúde” e com o slogan “Uma boa saúde para um envelhecimento mais saudável”, o Dia Mundial da Saúde/2012 quer estimular uma boa saúde ao longo da vida, permitindo que as pessoas idosas continuem a viver uma vida plenamente produtiva e a serem um recurso para as suas famílias e comunidades. A população mundial está a envelhecer a passos largos e as questões relacionadas com a terceira idade dizem respeito a todos nós, jovens ou adultos, homens ou mulheres, ricos ou pobres, onde quer que vivamos.

Estatísticas da OMS


Entre o ano 2000 e 2050, a proporção de pessoas com mais de 60 anos de idade entre a população mundial vai duplicar, passando de 11 por cento para 22 por cento.
Durante o mesmo período, o número absoluto de pessoas com 60 ou mais anos de idade vai aumentar, muito provavelmente, de 605 milhões para dois mil milhões.

Estima-se que, até 2050, o número de pessoas com 80 anos de idade venha a duplicar. Nos próximos cinco anos, e pela primeira vez na história da humanidade, o número de adultos com 65 anos de idade, ou mais, vai ser maior do que o número de crianças menores de cinco anos.
Estima-se que esta evolução demográfica seja mais rápida e espectacular nos países de baixo ou médio rendimento.

A título de exemplo, a OMS refere que enquanto são necessários cerca de 100 anos para que a proporção da população francesa com 65 anos e mais passe de sete por cento para 14 por cento, em países como o Brasil e a China este crescimento vai levar apenas 25 anos.

Desafios para o presente


O aumento considerável da esperança de vida de quase 50 anos num século deve-se, em grande medida, aos progressos socioeconómicos e ao sucesso de estratégias de saúde pública.
Num documento produzido em 2002, em que já se alertava para o acelerado envelhecimento da população, a Organização Mundial da Saúde dizia que era o momento de termos um novo paradigma, que percebesse os idosos como participantes activos de uma sociedade com integração de idade, contribuintes activos, e beneficiários do desenvolvimento.

A efeméride


O Dia Mundial da Saúde é comemorado anualmente a 7 de Abril para assinalar o aniversário da fundação da Organização Mundial da Saúde (OMS), em 1948.
Trata-se de uma campanha mundial, através da qual a entidade faz um alerta aos líderes mundiais e à sociedade de todos os países, para que reflictam sobre um problema específico de saúde pública com um impacto mundial.

O objectivo é estimular o surgimento de acções e desenvolver políticas destinadas a proteger a saúde e o bem-estar das pessoas em todo o planeta.


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SNS Oncologia Portugal: Falta Equidade no Diagnóstico e Tratamento Dontes de Cancro! Francisco George Diretor Geral da Saúde: "Os Cidadãos Têm De Ser Diagnosticados e Tratados Como Têm Direito"



O diretor-geral da Saúde reconheceu hoje que os portugueses com cancro não são todos tratados da mesma maneira e que os rastreios oncológicos não funcionam da mesma forma ao longo do país.

Francisco George Diretor Geral da Saúde

Oncologia: Doentes não são tratados da mesma forma

in Agência Lusa 

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Francisco George diretor-geral da Saúde Oncologia:

"Doentes não são tratados da mesma forma!

Os cidadãos têm de ser diagnosticados e tratados da mesma forma, como têm direito".


Francisco George falava durante a apresentação da ONCOagenda, um documento elaborado por 17 peritos em saúde e oncologia, no qual é defendido um financiamento das estruturas oncológicas do Serviço Nacional de Saúde (SNS) que se adapte ao tipo de tratamento de cada tumor.

Para o diretor-geral da Saúde, todos os contributos -- como este hoje apresentado -- são "bem-vindos".

"Temos de assegurar a equidade" no acesso aos rastreios e ao tratamento do cancro, disse o especialista em saúde pública, reconhecendo que esta nem sempre existe em Portugal.


A esse propósito, explicou que os rastreios não funcionam da mesma forma ao longo do país, nomeadamente a cancros como o do colo do útero, da próstata ou colon retal.

"Os cidadãos têm de ser diagnosticados e tratados da mesma forma, como têm direito", defendeu Francisco George Diretor Geral da Saúde.

Francisco George lembrou ainda que quase um quarto dos portugueses morre antes de atingir os 70 anos e que, para tal, contribui de forma importante o cancro.

O responsável defendeu uma acção a três frentes: criação de normas de orientação em oncologia, a consolidação dos institutos portugueses de oncologia como instituições de referência e o reforço das redes regionais de proximidade dos carcinomas mais comuns.

Na apresentação da ONCOagenda, o oncologista do IPO do Porto António Araújo lembrou os números dos mortos por cancro no mundo: 7,6 milhões em 2008 que aumentará para 17,6 milhões em 2030.

No que diz respeito ao financiamento das estruturas oncológicas do SNS, o grupo de peritos que elaborou este documento considera que este "não deverá ser de base capitacional nem deverá estar ligado a atos de saúde concretos", lê-se na proposta a que a Lusa teve acesso.

"Um preço compreensivo por patologia, segundo uma tabela nacional rigorosa de actos e procedimentos (custo versus pagamento), baseado em linhas de orientação clínicas nacionais, independente das pessoas e com estímulos diferenciadores (de acordo com o índice de procura/referenciação do médico de família), permitiria um financiamento mais real e mais adequado a cada centro", lê-se na proposta que os peritos vão entregar à tutela.

Os especialistas consideram que "esta forma de financiamento terá, necessariamente, que ter também em linha de conta o crescente uso das terapêuticas orais, devendo ser independente da forma ou local de administração (sistémica ou oral, em internamento ou ambulatório), e a utilização de cirurgia minimamente invasiva".

Nesta lógica, permitir-se-ia que "as terapêuticas mais recentes (habitualmente, mais dispendiosas) fossem usadas em ambientes controlados nos centros de referência, possuidores de uma experiência maior na investigação clínica".

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