... Julgo que depois destes malabarismos, os currículos das pessoas com funções políticas activas com o propósito de praticar o bem comum de uma nação, devem ser exigidos e publicados em Diário da Republica para qualquer cidadão poder consultar e certificar-se das habilitações de cada politico. Não deve ser uma opção, mas uma condição contemplada numa lei própria para o efeito, pois como sabemos, nenhum trabalhador é admitido numa função numa empresa, sem referências e/ou curriculo académico/profissional. será verdade que o PS está "calado" neste caso da licenciatura de M. Relvas porque o Irmão Maçon António Seguro dos Bancos (da Universidade Lusófona) foi um dos professores envolvido no processo?...
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Comemorações da República Indignados Portugal: Cavaco Foge Com Medo do Povo; Invoca Razões de Segurança; Muda Cerimónias do 5 de Outubro dos Paços do Concelho da câmara de Lisboa e Refugia-se Com Os Amigos no Pátio Galé Palco dos Desfiles da Moda Lisboa



COMEMORAÇÕES 5 DE OUTUBRO: Cavaco 'muda' local por razões de segurança. O regime corrupto cheira a podridão e está a cair de maduro. Cavaco advinha que o fim está próximo, foge com medo da vaia do povo e refugia-se com os amigos no Pátio da Galé, na Moda Lisboa.
A pedido do Presidente da República, que com medo dos protestos populares já marcados para Belém, invocou razões de segurança, as comemorações do 5 de Outubro não terão lugar, como habitualmente, nos Paços do Concelho da câmara de Lisboa.




República,  Indignados, Portugal, Cavaco, Medo, Lisboa, Povo, Comemorações, Segurança, Moda, Moda Lisboa, Amigos


O Pátio da Galé [que tem sido palco dos desfiles da Moda Lisboa] é o local escolhido para os discursos por ser mais "resguardado" e por ser um pátio interior que permitirá controlar todas as entradas, ao contrário do que aconteceria na praça aberta dos Paços do Concelho.

Os discursos da festa da República estarão, assim, reservados aos convidados oficiais. Apenas as honras militares terão lugar em espaço aberto e público

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Discurso do Portugal Profundo; Feridas do Coração de um País Traído; Verdadeiro Sentir Colectivo, Corajosamente Assumido; Professor Sampaio da Nóvoa, Reitor da Universidade de Lisboa in Comemorações do Dia de Camões e das Comunidades Portuguesas; 10 de Junho



Portugal, Dia de Camões e Comunidades Portuguesas Mais um 10 de Junho...


 

Completamente apartado dos portugueses, cuja maioria não se revê no figurino carnavalesco destas manifestações enfastiantes, com os protocolos maçonicos, distinções e discursos de ocasião... Aliás, é de tal ordem, que, são cada vez menos, os portugueses a assistir ao corso carnavalesco do 10 de Junho.Uns porque seguiram o conselho do Des-Governo agente dos bancos, age da Troika que se governam de Portugal, e emigraram, e vêm o país à distância.


10 de Junho de 2012. António Sampaio da Nóvoa acabou de proferir esta peça literária em forma de alerta geral. Aponta os nossos falhanços colectivos enquanto Nação e apela ao nosso desígnio que afinal não é o futebol mas o Estudo e o Conhecimento. E mostra que Portugal falhou quando se afastou da Ciência, do Ensino e do Conhecimento. Caminhos dos quais a europa desenvolvida nunca se afastou.


Registei contudo o discurso do reitor Sampaio da Nóvoa, perante a habitual "névoa" dos tubarões cinzentões que habitualmente povoam os nossos televisores...Este ano, ainda pior, com aqueles governantes invertebrados com Portugal na lapela!...

Eis a excepção deste dia de Portugal, perante muitos cretinos presentes...

10 de Junho de 2012. António Sampaio da Nóvoa acabou de proferir esta peça literária em forma de alerta geral. Aponta os nossos falhanços colectivos enquanto Nação e apela ao nosso desígnio que afinal não é o futebol mas o Estudo e o Conhecimento. E mostra que Portugal falhou quando se afastou da Ciência, do Ensino e do Conhecimento. Caminhos dos quais a europa desenvolvida nunca se afastou.

... com um agradecimento sincero à generosidade de João Tilly que carregou o video no youtube e nos permitiu aceder ao discurso do Professor António Nóvoa.......

Sampaio da Nóvoa, o Discurso de Portugal...


O discurso do Professor Sampaio da Nóvoa, Reitor da Universidade de Lisboa, na cerimónia de celebração do 10 de Junho, protagonizou a verdade de um sentir colectivo, corajosamente assumido - talvez de forma imprevista mas, inequivocamente!, gratificante para todos nós.

Centrado nas dificuldades económico-sociais do país, o discurso de Sampaio da Nóvoa referiu-se abertamente a todas as "chagas" que ardem, abertas, no coração das pessoas e no país que somos - para além da ilusória, fastidiante e alienatória invocação dessa figura fantasmagórica com que, internacionalmente, se presume poder prender os povos ao medo...

Sampaio da Nóvoa falou da liberdade, da igualdade, do mérito e do conhecimento... falou do colectivo, da fome, da emigração, do desemprego, da autonomia e da falta dela... falou da falta de organização estrutural de um país que se rende ao exterior por não apostar na cultura, no ensino e na ciência com que se poderia estruturar internamente, de modo a resistir às dependências a que o desinvestimento endógeno conduziu...

Citando Teixeira de Pascoaes, Antero de Quental, Sofia de Mello Breyner Andersen e Zeca Afonso, Sampaio da Nóvoa, num discurso que é, de facto!, sinónimo da essência da Política, acordou o país para o Abril que somos e temos o direito de querer continuar a ser!

Obrigado, Professor António Sampaio da Nóvoa! Muito, muito obrigado!
Agradecimento de Ana Paula Fitas in Blogue A Nossa Candeia

Imperdível!

15 minutos de puro deleite intelectual.


Transcrição parcial

... com um agradecimento sincero à generosidade de que carregou o video no youtube e nos permite aceder ao discurso do Professor António Nóvoa.......
Sampaio da Nóvoa | "Um país liberto, uma vida limpa e um tempo justo"

Sampaio da Nóvoa, Reitor da Universidade de Lisboa, doutorado em Ciências da Educação em Genève e em História na Sorbonne, no discurso das comemorações do 10 de Junho, Dia de Portugal:

"Penso nos outros, logo existo."

"A liberdade de viver só existe quando se dá às pessoas o direito à dignidade social."
"Os sacrifícios têm de basear-se numa forte consciência do interesse social."

"A Europa não é uma opção, é a nossa condição (...) mas não nos iludamos: ou nos salvamos a nós ou ninguém nos salva."

"Em momentos de prosperidade, não tratamos de duas coisas fundamentais: o trabalho e o ensino. E, em tempos de crise é tarde."

"O heroísmo a que somos chamados é hoje o heroísmo das 'coisas básicas e simples: igualdade de oportunidades, emprego, segurança, liberdade'." (cit. Roosevelt)

"Não conseguiremos ser alguém na Europa e no Mundo se formos ninguém em nós".

"Não é por sermos um país pequeno que devem ser pequenas as nossas ambições; a dimensão hoje em dia não conta, o que conta é o conheciemento, é a cultura, é a ciência."

"O drama de Portugal, a razão da nossa dependência, tem sido sempre o afastamento de sociedades que evoluiram graças ao conhecimento e à ciência".

"Existe conhecimento, existe ciência, existe tecnologia nos nossos centros de investigação e universidades (...) e urge a ligação entre a sociedade e as universidades e uma valorização da sociedade com base no conhecimento."


 

A Base para um boa Sociedade é sem dúvida a Educação e a justiça social!

 

Estas políticas programadas na Universidade de Stranford só levam á destruição!

~

Saiba quem é a Moody's

 

Entenda o FMI e a dívida dos países


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Comemorações Revolução 25 de Abril; "O Poder é dos Eleitores; O Povo Não Pode Ser Responsabilizado Pela Crise; Eleitos Não Representam A Sociedade"; Vasco Lourenço Apela Á Mobilização Popular Pra Salvaguardar da Democracia em Portugal



25 de Abril Vasco Lourenço acusa eleitos de já não representarem a sociedade

O presidente da Associação 25 de Abril, Vasco Lourenço, perante milhares de pessoas em Lisboa que o povo não pode ser responsabilizado pela crise e que os eleitos não estão ao lado dos portugueses.

 

"O poder não é do eleito mas sim do eleitor e, por isso, o eleitor não pode vender-se ao poder económico e financeiro" disse Vasco Lourenço considerando que "os eleitos já não representam a sociedade portuguesa"


Democracia, Portugal, Popular, Mobilização, Povo, Sociedade, Poder, Revolução, Comemorações, Abril, Vasco Lourenço, Salvaguardar, Eleitores, Crise, Eleitos


Vasco Lourenço, num discurso de quase meia-hora na Praça do Rossio, justificou a tomada de posição da Associação 25 de Abril que não compareceu às comemorações oficiais no Parlamento mas sublinhou que os militares assinalam a data "no local próprio", em "festa" mas também "em luta" tendo em conta "a atual situação" do país.


O poder não é do eleito mas sim do eleitor e, por isso, o eleitor não pode vender-se ao poder económico e financeiro" disse Vasco Lourenço considerando que "os eleitos já não representam a sociedade portuguesa"


"Não abdicamos da nossa condição militares de Abril e de cidadãos livres e é a mesma ética e moral, não apenas como militares mas também como cidadãos que afirmamos que é 'preciso por termo ao estado a que isto chegou' como diria o Salgueiro Maia", disse Vasco Lourenço.

Para Vasco Lourenço, que falava no Rossio, no final do tradicional desfile pela Avenida da Liberdade, estas “elites” transformaram o cumprimento dos desígnios constitucionais “numa mera formalidade, num pormenor”. E são as mesmas que resolvem os assuntos europeus “à porta fechada, escamoteando a realidade aos portugueses”.

Este distanciamento entre quem governa e quem é governado de que Vasco Lourenço fala fora já uma das principais críticas do seu discurso do ano passado, no mesmo local. Por isso mesmo, o antigo capitão de Abril releu parte desse discurso.

Aquele responsável acusou os responsáveis políticos e a Assembleia da República de “já não representarem a sociedade portuguesa” e de não estarem “à altura das funções para que foram escolhidos” por “desbaratarem” a confiança que os portugueses depositaram neles. “A perda de confiança dos cidadãos nos seus dirigentes é bem mais perniciosa do que a dívida pública!”, exclamou Vasco Lourenço. “O poder não é do eleito, mas sim do eleitor, que apenas lho outorga temporariamente.”

Críticas feitas há um ano e esta tarde relidas para mostrar que “as recentes atitudes” tomadas pelos militares de Abril – de afastamento das comemorações oficiais – “não são conjunturais, não são partidárias, não são assumidas apenas porque temos o Governo que temos”, afirmou. “A situação a que nos levaram é que nos empurrou para esta tomada de posição mais radical”, justificou Vasco Lourenço.

Assim, “em festa” e “em luta pela realização dos ideais e valores” que motivam o 25 de Abril de 74, a comemoração foi hoje feita “no local próprio” – a rua.

Vasco Lourenço disse que Portugal é hoje um país onde “o contrato social estabelecido na Constituição foi rompido pelo poder”, dando como exemplos a suspensão dos 13º e 14º meses e das reformas antecipadas, e a existência de “medidas e sacrifícios impostos aos cidadãos” que ultrapassam “os limites do suportável”. O país é “tratado com arrogância por poderes externos” e está reduzido à natureza de “protectorado, com dirigentes sem capacidade autónoma de decisão”.

Defendendo que “a responsabilidade pela crise, pelo endividamento, pelos défices não cabe aos cidadãos em geral”, Vasco Lourenço apontou o dedo aos governantes “que assumiram as decisões” que levaram o país para a crise. E insistiu nas críticas às decisões do actual Governo: “As medidas em curso nas áreas do trabalho, do emprego, da Segurança Social e da saúde provocam na nossa sociedade pobreza, insegurança e fome, o que leva ao desespero de muitos cidadãos portugueses.”

“Teremos de defender uma economia que reduza a pobreza e promova os cuidados de saúde, a educação, a boa habitação e alimentação condigna para a maioria dos cidadãos”, apontou o presidente da Associação 25 de Abril, para quem “os problemas da democracia se resolvem com mais democracia”. Por isso, o capitão de Abril rematou o seu discurso apelando aos portugueses “que se mobilizem e ajam na salvaguarda da liberdade e da democracia”.


O presidente da Associação 25 de Abril destacou ainda que os portugueses não são os «culpados» pela crise mas sim os políticos e apelou à indignação e ao inconformismo da população.


«Quero apelar ao povo português para que se mobilizem e ajam na salvaguarda da democracia em Portugal», disse Vasco Lourenço que várias vezes afirmou que o «povo» está a ser ameaçado.


Lusa/SIC/TSF/Público

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Revolução dos Cravos Comemorações do 25 de Abril; Conheça o Património de Cavaco Silva o Presidente; Acorda Povo; Abre os Olhos Portugal!



Patrimônio de Cavaco Silva!


01 - Cavaco Ganha Mais de 10 Mil Euros Brutos Por Mês ( Não Chega Para Pagar As Despesas)
02 - Cavaco tem Mais de 39 Mil Euros Em Depósitos À Ordem
03 - Cavaco tem Mais de 600 Mil Euros Em Depósitos À Prazo
04 - Cavaco tem Um PPR de 53 Mil Euros
05 - Cavaco Tem 1 Casa em Albufeira, 1 Lote de Terreno em Boliqueime, 1 Apartamento em Lisboa, 5 Propriedades No Algarve
06 - CAVACO AINDA TEM LATA PARA INSULTAR MILHÕES DE PORTUGUESES

ABRE OS OLHOS POVO BURRO...


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Comemorações Revolução Portuguesa: "É Tempo de Dizer Basta! Sacrifícios Devem Ser Equitativos" Declarações do Coronel Sousa e Castro Um dos Mais Moderados Capitães do 25 de Abril in Programa Prós e Contras RTP



Coronel Sousa e Castro diz que é tempo de dizer "basta"


 

24 Abr, 2012, 09:16 / atualizado em 24 Abr, 2012, 09:16

O Coronel Sousa e Castro, considerado um dos Capitães de abril mais moderados, afirma que é tempo de dizer "basta". Ontem à noite, no programa Prós e Contras da RTP, o Coronel defendeu que os sacrifícios devem ser equitativos.


 

«Há uma altura em que é preciso dizer “não”, em que é preciso dizer “basta”!».


sacrifícios devem ser equitativos; Capitão de Abril; RTP; Prós e Contras; é tempo de dizer "basta; Coronel Sousa e Castro
«Há uma altura em que é preciso dizer “não”, em que é preciso dizer “basta”!».

O Coronel Sousa e Castro, considerado um dos Capitães de abril mais moderados, afirma que é tempo de dizer "basta". Ontem à noite, no programa Prós e Contras da RTP, o Coronel defendeu que os sacrifícios devem ser equitativos.

Foi com estas palavras que Sousa e Castro iniciou ontem a sua intervenção no Prós & Contras, como justificação para a ausência da Associação 25 de Abril nas comemorações oficiais do 38º aniversário da Revolução, que amanhã têm lugar. (Vale a pena ouvi-las.)

Um grito de alma na linha do Manifesto "Abril não Desarma" que aquela Associação ontem divulgou («contra a iniquidade, o medo e o conformismo que se estão a instalar na nossa sociedade») e que funcionou como uma pedrada no charco, desde as primeiras horas em que foi conhecido. Um gesto simbólico oportuno e cheio de sentido político e histórico.


No Manifesto dos militares, não se contesta o valor democrático das instituições em geral e muito menos da AR (acontecessem as cerimónias lugar num outro local e estou certa de que a posição seria a mesma), mas sim «a linha política seguida pelo actual poder político» que «deixou de reflectir o regime democrático herdeiro do 25 de Abril».

Também o general Pires Veloso, um dos protagonistas do 25 de Novembro de 1975 que naquela década ficou conhecido como "vice-rei do Norte", defende um novo 25 de Abril, de raiz popular, para acabar com "a mentira e o roubo institucionalizados".

É de salientar que "a Associação dos Oficiais das Forças Armadas está solidária com com aquilo que é declarado no manifesto da Associação 25 de abril porque de facto o sonho acalentado pelo 25 de Abril, para uma democracia efectiva em que a justiça e o bem estar seriam objectivos a alcançar, neste momento e cada vez mais nos estamos a afastar desse designio. Pensamos que está na altura do governo porvir e atalhar caminho, para de alguma forma, irem ao encontro das espectativas de um povo que desgraçadamente etá a ser espezinhado.", Declarações do Presidente da AOFA, Coronel Manuel Pereira Cracel á TSF e RTP

Também  "A Associação Nacional de Sargentos considera que a posição da Asociação 25 de Abil, que decidiu não comparecer nas comemorações oficiais da data, é "compreensível" e é a resposta que o Governo merece.

Sem dúvida. Porque não estamos apenas a falar da retirada de direitos, nalguns casos de uma forma absolutamente sem respeito pelos cidadãos.

Nós estamos sobretudo a falar na prática reiterada de mentir aos portugueses.",in Comunicado: Associação Nacional de Sargentos apoia decisão da Associação 25 de abril porque o governo merece. Declarações de António Lima Coelho á TSF, RTP

Quanto á PSP, têm que respeitar a Constituição da República Portuguesa, Artigo 45º Direito de Reunião e Manifestação,

A marcha da desobediência Civil já se encontra em Lisboa. Em momentos como os actuais, há que lutar com as armas democráticas que temos agora na mão. A A25A escolheu a sua. Resta-lhe, como a nós, a rua – na Avenida da Liberdade, em Lisboa, protestos por todo o país , na Praça da Batalha e no Alto da Fontinha no Porto, Coimbra....

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Comemorações 25 de Abril Revolução dos Cravos: "Declarações de Passos São Impróprias de Primeiro-Ministro; As Palavras de Passos Coelho Dão Vontade de Rir"; Coronel Vasco Lourenço in Entrevista; Lusa, TSF



Comemorações do 25 de Abril

Declarações de Passos são impróprias de primeiro-ministro

por Lusa

Coronel Vasco Lourenço: "Declarações de Passos são impróprias de primeiro-ministro"


 

O coronel Vasco Lourenço considerou hoje que as declarações de Passos Coelho sobre protagonismo são impróprias de um primeiro-ministro e que fazer essa "acusação" a Mário Soares e Manuel Alegre "é de quem não conhece a sua história".

O coronel Vasco Lourenço considerou hoje que as declarações de Passos Coelho  são para rir

O primeiro-ministro afirmou hoje, a propósito das ausências do antigo Presidente da República Mário Soares e do ex-deputado socialista Manuel Alegre nas comemorações oficiais do 25 de Abril, que está "habituado a que algumas figuras políticas queiram assumir protagonismo em datas especiais".

"Nós estaremos na História de Portugal por bons motivos, provavelmente há outros que irão ficar lá por maus motivos, naturalmente ele é um deles", criticou o presidente da Associação 25 de Abril, Vasco Lourenço, em declarações à agência Lusa.

Na opinião de Vasco Lourenço, "quem não tem argumentos usa frases feitas".

"Se não formos nós a ter protagonismo, quem é que há-de ter protagonismo no 25 de Abril? É uma anedota que dá para rir, essa acusação, assim como acusar o Mário Soares e o Manuel Alegre de andarem à procura de protagonismo é de quem não conhece a história deles".

Questionado se considera estas declarações impróprias para um chefe de Governo, Vasco Lourenço respondeu: "Acho que se pode retirar essa conclusão daquilo que disse".

O militar na reserva considerou ainda "uma farsa o poder estar a comemorar o 25 de Abril" tendo em conta as políticas que estão a ser seguidas, "totalmente contrárias ao espírito de Abril".

"A nossa atitude não é em relação ao Governo, é em relação à linha política que está no poder. Se repararem no discurso que fiz o ano passado no Rossio, ele era extremamente duro e não era este o primeiro-ministro nem era este o Governo", notou.

O líder da Associação 25 de Abril sublinhou ainda que as políticas em curso, "não só em Portugal", estão "a enterrar o Estado Social por completo".

Já sobre se a Associação 25 de Abril irá continuar ausente das sessões solenes no Parlamento nos próximos anos, Vasco Lourenço disse que não se pode "estar a vaticinar".

"Vamos ver o que acontece, se a situação evolui e se a sociedade, de uma forma democrática, consegue reverter a situação e fazer com que ela fique melhor do que está agora", referiu.

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Comemorações Revolução dos Cravos: "O Governo Merece"; Comunicado Associação Nacional de Sargentos Apoia Decisão da Associação 25 de Abril; Declarações de António Lima Coelho á TSF, RTP



Comunicado: Associação Nacional de Sargentos apoia decisão da Associação 25 de abril; Declarações de António Lima Coelho á TSF, RTP

24 Abr, 2012, 09:13

Associação Nacional de Sargentos; ANS; 25 de Abril; Declarações de António Lima Coelho; TSF; Revolução dos Cravos;O Governo Merece; RTP; Revolução; Portugueses; Portugal
A Associação Nacional de Sargentos considera que a posição da associação 25 de abril,
que decidiu não comparecer nas comemorações oficiais da data,
é "compreensível" e é a resposta que o Governo merece.

 

A Associação Nacional de Sargentos considera que a posição da Asociação 25 de Abil, que decidiu não comparecer nas comemorações oficiais da data, é "compreensível" e é a resposta que o Governo merece.

Associação Nacional de Sargentos; ANS; 25 de Abril; Governo; Povo; Portugal; Forças Armadas; Portugueses; RTP; Revolução; Declarações de António Lima Coelho; TSF
Entendemos que, pela responsabilidade que têm no passado histórico,
no envolvimento de tudo aquilo a que assistimos há 38 anos,
é perfeitamente compreensível da parte da maioria dos seus membros este tipo de atitude.
Sem dúvida. Porque não estamos apenas a falar da retirada de direitos,
nalguns casos de uma forma absolutamente sem respeito pelos cidadãos.
Nós estamos sobretudo a falar na prática reiterada de mentir aos portugueses.

Entendemos que, pela responsabilidade que têm no passado histórico, no envolvimento de tudo aquilo a que assistimos há 38 anos, é perfeitamente compreensível da parte da maioria dos seus membros este tipo de atitude.


Sem dúvida. Porque não estamos apenas a falar da retirada de direitos, nalguns casos de uma forma absolutamente sem respeito pelos cidadãos.


Nós estamos sobretudo a falar na prática reiterada de mentir aos portugueses.


Comunicado: Associação Nacional de Sargentos apoia decisão da Associação 25 de abril; Declarações de António Lima Coelho á TSF, RTP


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Comemorações Abril, Revolução: Acorda Portugal, Basta de Corrupção; Vem Defender a Familia e Nação; Protesto Nacional; Todos a Lisboa, Revolta dos Escravos Substitui a Revolução dos Cravos



Hoje tem que se divulgar ao maximo este evento todo mundo tem que saber que não brincam com o Povo PORTUGUES. Vamos invcadir os email das Tv, Radios, Jornais a informar que nos vamos manifestar durante esta noite e amanha todo o dia força pessoal....




É Tempo de Mudança em Portugal. A Revolução dos Cravos vai dar lugar à Revolução dos Escravos



REVOLUÇÃO DIA 25 de ABRIL de 2012.
Em Frente a Assembleia da Republica e em Frente Palácio de Belém.
Esta na Hora de todos os Desgovernantes deste Pais virem todos para a Rua comer cenouras e também Cavaco Silva, o Povo tem que dizer chega de Riquezas Avarentas. Vamos fazer no Dia 25 de Abril de 2012 uma revolução que estes sejam tirados do Desgoverno de Portugal. Tem Ordenados e Reformas a Rico e o Povo a passar Fome com Salários Mínimos e Reformas de 270,00 euros. Vamos ajudar esta ideia.

"DECRETO-LEI n.º 406/74 declara no seu artigo 1.º -1:


«A TODOS OS CIDADÃOS É GARANTIDO O LIVRE EXERCICIO DO DIREITO DE SE REUNIREM PACIFICAMENTE EM LUGARES PÚBLICOS, ABERTOS AO PÚBLICO E PARTICULARES, INDEPENDENTEMENTE DE AUTORIZAÇÕES, para fins não contrários à lei, à moral, aos direitos das pessoas singulares ou colectivas e à ordem e à tranquilidade públicas.»


Os promotores das manifestações apenas deverão AVISAR o presidente da câmara municipal (já não há governador civil…)

Uma mentira mil vezes repetida não passa, por esse facto, a ser verdade.


As centrais de comunicação dos sucessivos governos de Guterres, Barroso, Santana, Sócrates e Coelho andam há muito a passar uma mensagem subliminar: os cidadãos portugueses precisam de autorização para se manifestarem.


Há anos que lemos e ouvimos comandos e porta-vozes da GNR, da PSP, de polícias municipais a alinharem pelo mesmo diapasão. Para já não falar em jornalistas e comentadores. O que ou traduz ignorância, ou intenção deliberada.


Será que alguns editores e jornalistas desconhecem a Constituição da República? Os comentadores e especialistas não sabem do que falam? Nas Escolas da PSP e da GNR não se ensina a legislação em vigor? Ou estamos perante um acção concertada, onde até nem falta o regresso ao tristemente célebre «inimigo interno» do tempo do fascismo de Salazar e Caetano?

A que propósito é que este senhor afirma: “Se soubéssemos o que sabemos hoje, esses grupos não teriam sido autorizados a desfilar. É uma das lições que aprendemos”?

Quem deu à PSP competência para autorizar, ou não autorizar manifestações?

Temos que ser fortes meu Povo, vamos come los... A psp não tem que autorizar nada.


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Movimento Indignados Norte Assembleia Popular do Porto Panelada de Protesto Comemorações do 25 de Abril; Praça da Batalha; Avenida dos Aliados e Escola da Fontinha



25 de Abril - Panelada de protesto


Praça da Batalha-Po​rto


Panelada - 25 de Abril
Praça da Batalha, Porto, às 15horas – desfile com passagem pelos Aliados e término na Escola da Fontinha.

É com a recordação ainda viva de um 25 de Abril que representa a liberdade e o fim da ditadura, que a Assembleia Popular do Porto apela a um protesto no dia 25 de Abril de 2012. Ao fim de 38 anos o que resta da "revolução dos cravos" é o desemprego, a precariedade, a pobreza, a fome, a injustiça social e um Estado que não serve os interesses do Povo, que lhe virou as costas. Voltamos à era da opressão e do povo sem razão. Querem-nos acríticos, não participativos, calados, obedientes e sem sopa na panela.

Se antes falávamos e íamos presos, agora falamos e ninguém nos ouve. Pode ser que nos ouçam se aumentarmos o volume do protesto.
Traz a tua panela e anda fazer barulho para a rua!

Partilha, divulga, aparece.

Por volta das 00h do dia 25 de abril, iremos cantar o "Grândola Vila Morena", na Praça da Liberdade.
O grupo 25 de Abril Anti-fascista juntar-se-à a nós na Batalha e na panelada ás 15:00.

25 de Abril - Panelada de protesto

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Revolução Portuguesa: Associação 25 de Abril Não Vai Participar nas Comemorações Oficiais; Declarações do Capitão de Abril Tenente-Coronel Vasco Lourenço á SIC



Associação 25 de Abril não vai participar nas comemorações oficiais da revolução dos cravos: Declarações do Capitão de Abril Tenente-Coronel Vasco Lourenço


Pela primeira vez desde 1974, a Associação 25 de Abril não vai participar nas comemorações da revolução, em protesto contra a linha política que tem sido seguida. No manifesto apresentado hoje pelo tenente-coronel Vasco Lourenço, a associação considera que o poder político está contra os ideais e os valores do 25 de Abril e já não exerce o regime democrático herdeiro da revolução e configurado na Constuição.


Comunicado Oficial da Associação 25 de Abril


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