... Julgo que depois destes malabarismos, os currículos das pessoas com funções políticas activas com o propósito de praticar o bem comum de uma nação, devem ser exigidos e publicados em Diário da Republica para qualquer cidadão poder consultar e certificar-se das habilitações de cada politico. Não deve ser uma opção, mas uma condição contemplada numa lei própria para o efeito, pois como sabemos, nenhum trabalhador é admitido numa função numa empresa, sem referências e/ou curriculo académico/profissional. será verdade que o PS está "calado" neste caso da licenciatura de M. Relvas porque o Irmão Maçon António Seguro dos Bancos (da Universidade Lusófona) foi um dos professores envolvido no processo?...
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Máfia Portuguesa; Prostituição Lusófona; Paraíso Criminal; Clube dos Canalhas: Testemunho de Antigo Professor Vítima de Crucificação Relata As Patifarias das Universidades Privadas Cursos Por Encomenda Na Universidade Beija A Mão; Haja Dinheiro!



As universidades privadas não foram constituídas com objectivos de qualidade, mas sim para predar sobre o boom de alunos que existiu no final do séc. XX. Raros eram os casos em que pretendiam atrair os alunos prometendo qualidade; ora era por explorarem a "doutorice", ora para apanhar os que não tinham média e pensavam (por ilusão ou deliberadamente) que aquela seria a única alternativa.Veja o testemunho de uma vítima da corrupção na Universidade Beija a Mão.


Sexo, Putas, Loucas, Miudas Quentes, Garotas, Dinheiro, Máfia Portuguesa; Prostituição Lusófona; Paraíso Criminal; Clube dos Canalhas: Testemunho de Antigo Professor Vítima de Crucificação Relata As Patifarias das Universidades Privadas  Cursos Por Encomenda Na Universidade Beija A Mão

Eu fui crucificado na dita-cuja: as patifarias que se fazem nas universidades privadas

 

Desde o início me dei conta que as criaturas que a animavam tentavam, à esquerda e à direita, lançar a rede ao maior número de cúmplices, recrutando deputados (do PSD, do CDS, do PCP, do Bloco), bem como quadros superiores dirigentes do MEC, gente dos jornais e das televisões, até sacerdotes de várias confissões. Bem via a direcção dessa casa mal-frequentada a espolinhar-se miseravelmente aos pés dos governos, mudando subitamente de orientação sempre que nova pandilha tomava as rédeas da governação. Se o governo era PS, ao casinhoto só faltava hastear a bandeira da rosa; se fosse o PSD

 


Nunca falei do assunto por razões de defeso de intimidade e pudor, mas julgo que o silêncio que tolera e cala nos torna, também, cúmplices de instituições que não merecem o nome que têm, nem tão pouco a função para as quais foram autorizadas a exercer actividade. Na dita-cuja, metástase de uma metástase da Livre, logo da Autónoma, perdi grande parte daquela espontaneidade - filha da ilusão - e aprendi que, afinal, nada nesta terra obedece à supina suposição que o trabalho, o esforço, a dedicação e a fidelidade são recompensados; que o profissionalismo, o entusiasmo, a verdade e o estudo compensam. Afinal, tudo é negócio; as universidades privadas, entregues a camarilhas predatórias de analfabetos criminosos, pouco se distinguem de cortiços que viciam, desvirtuam e mutilam a ideia de universidade.

Possuo provas tremendas que seriam suficientes para uma auditoria do Ministério da Educação, assisti a coisas dignas de um filme negro, arranjos, vergonhas, fabricação de curriculos; fui vítima de um dos centos de indignidades cometidos entre-muros na dita-cuja. Ali há de tudo: um antigo sacristão, logo assistente social, que se apresenta como Professor Doutor; um antigo padre, feito Professor Doutor e Magnífico Reitor, com título académico enigmático, que se passeava na pelintrice de um carocha até ser promovido a valetudinário do Professor Doutor assistente social e antigo sacristão; uma funcionária menoríssima que começou como contínua e que depois me apareceu uma ou duas vezes nas aulas como aluna e que nunca avaliei, logo promovida a "Dr-ª" e a Directora dos Recursos Humanos; um assistentezinho da Faculdade de Letras, homem conhecido por nunca ter dado uma aula e que foi afastado por incompetência da universidade pública, mas que na dita-cuja se transformou em pivot todo-poderoso por ser notório maçon, com capacidade de recrutar protectores para a dita-cuja. Perder-me-ia por longas perífrases enunciando coisas espantosas, mas limitar-me-ei a abrir a frincha do meu dossier.

Na dita-cuja entrei em 1990, como docente. Desde o início me dei conta que as criaturas que a animavam tentavam, à esquerda e à direita, lançar a rede ao maior número de cúmplices, recrutando deputados (do PSD, do CDS, do PCP, do Bloco), bem como quadros superiores dirigentes do MEC, gente dos jornais e das televisões, até sacerdotes de várias confissões. Bem via a direcção dessa casa mal-frequentada a espolinhar-se miseravelmente aos pés dos governos, mudando subitamente de orientação sempre que nova pandilha tomava as rédeas da governação. Se o governo era PS, ao casinhoto só faltava hastear a bandeira da rosa; se fosse o PSD, conferências, entrevistas e rapapés ao PSD. Tudo isso me enchia de repulsa, mas incomodava-me, sobretudo, o assédio quase sórdido a pessoas que poderiam de algum modo conceder os seus favores. Fui professor de muitas das criaturas que se pavoneiam diariamente nas pantalhas. Estavam ali, homens já na casa dos 40 ou 50, vindos do nada mas com um lugar no parlamento, ciosos de obter o tal diploma e, depois poderem, cada um na medida das suas possibilidades, retribuir em favores à dita-cuja. Estou há oito anos a preparar um doutoramento - um verdadeiro - e apresentei provas públicas de mestrado (numa universidade verdadeira), mas ali assisti a licenciaturas, seguidas de mestrados e doutoramentos de fulanos absolutamente falhos, em tempo recorde, já "Professores Doutores" enquanto eu, pateta, dedicava três anos ao mestrado e oito ao doutoramento.

Certo dia, fui convocado de urgência à reitoria. O MEC fizera uma inspecção à dita-cuja e requerera, como condição, que tivesse uma biblioteca correspondente à ambição latitudinal das áreas científicas e curriculares recobertas pela dita-cuja. Como sou bibliotecário encartado, dediquei quatro anos de sacrifícios inenarráveis a dotar a dita-cuja de um centro de documentação. Formei o pessoal, dei-lhes aulas de catalogação e indexação, arranjei-lhes estágios na agência bibliográfica nacional, instituí as regras de funcionamento, a política de aquisições, a assinatura de revistas científicas e respectivo cardex, a informatização e a criação do catálogo em-linha, a política de empréstimo domiciliário. Ali passei quatro anos, seis e sete horas por dia e até sábados, das 4 da tarde às 10 ou à meia noite, actividade que acumulava como docente. Um ano após o início da minha actividade, a biblioteca já o era, não só de nome, mas um dos mais bem organizados e úteis módulos da dita-cuja. Depois, sempre ingénuo, sugeri que se requeresse ao MEC a autorização para um curso de especialização em Ciências Documentais. O tal curso, destinado a habilitar e credenciar bibliotecários e arquivistas, transformou-se numa das mais dinâmicas pós-graduações da dita-cuja. Por tudo - pela biblioteca, pelas aulas e pela direcção da pós-graduação - recebia um ordenado quase simbólico, sabendo que na dita-cuja se pagavam ordenados milionários a alguns manipanços cuja função era a de apenas figurarem nos cartazes de publicidade enganosa, mas que nunca davam uma aula. Mais, havia maridos, mulheres, filhos e filhas da comandita da direcção ocupando lugares relevantes, salários quase insultuosos.

A biblioteca foi, finalmente inaugurada, num daqueles muitos foguetórios que contam com a presença do ministro e do secretário de Estado da tutela. Estava um brinco. Foi-me lavrado louvor. Na manhã seguinte, fui demitido sem explicações e o lugar oferecido a um amigo da direcção. O mesmo aconteceu com a pós-graduação, a tal que de vinte alunos no primeiro ano de vigência, subira para 50 no segundo ano e setenta alunos no terceiro. Trabalho feito, convocou o tal "magnífico reitor" uma sessão plenária, no decorrer da qual, tendo-me feito os mais exaltados panegíricos, agradeceu em nome da dita-cuja o meu ardor e dedicação, para logo confrontar os circunstantes com o "novo Director do curso", um homenzinho idoso muito diminuído por doença incapacitante, mas que exigira à dita-cuja a minha cabeça em troca da abertura de um protocolo de cooperação com uma certa universidade espanhola que doravante passaria a dar doutoramentos a todo e qualquer que quisesse enriquecer o paupérrimo currículo. O homenzinho apareceu-me no gabinete, tratou-me por tu e por "rapaz", deu-me vinte minutos para "sair daqui para fora". Saí e não voltei, até hoje. Confesso que senti uma tremenda raiva por essa gentuça, que tanto mal gratuito me provocra. Mas não morri nem carpi mágoas. Dois meses após a defenestração, ganhei um concurso público para a chefia da divisão de investigação científica na Biblioteca Nacional e três anos depois, em concurso límpido - como o são todos da FCG - segui para a Tailândia para desenvolver investigação para o doutoramento que receberei até finais deste ano. Jurei a mim mesmo nunca mais entrar naquela grande barraca e não mencionar, sequer, o seu nome, pois os nomes marcados pela ignomínia - acreditavam os romanos - também sujam quem os profere.

Hoje, sinto-me aplacado. Afinal, não me conspurquei com tão sórdidas companhias, não me tornei um pequeno cúmplice, não beijei o anel do Padrinho. Perdi dez anos da minha vida entre canalhas e na altura não o quis ver ou não percebi. Ao contrário de tanto bom como ingénuo liberal, não acredito na iniciativa privada senão sob forte vigilância. Quando deixadas à solta, as pessoas (sobretudo os atrevidos e os ladrões genéticos) tomam a dianteira aos homens limpos e transformam a liberdade em pesadelo.

Eu fui crucificado na dita-cuja: as patifarias que se fazem nas universidades privadas


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Liga Amigos Clube BPN Algarve: Presidente Câmara Faro; Colega Governo de Cavaco, Macário Correia Condenado Pelo Supremo Tribunal Administrativo Por Crimes Urbanísticos no Municipio Tavira Tem Direito a Reforma da Assemblei da República Mais Pesão CGA, Despesas de Representação Mais Subsídios de Refeição



Macário afinal pediu duas reformas. Na República dos bananas, os ladrões abusam, e "em terra de cegos, quem tem um olho é rei.

Autarca, réu condenado por crimes urbanísticos pediu reforma, mas não vai largar a Câmara. Macário Correia tem ainda direito a outra pensão, da Assembleia da República. Terá não uma, não duas, mas três fontes de rendimento.





"É uma situação perfeitamente normal. Metade dos meus colegas presidentes de Câmara no Algarve estão aposentados", garante ao Expresso Macário Correia.
O autarca, soube-se hoje, pediu a reforma antecipada por ter atingido os 30 anos de serviço público que dão direito a aposentação. Mas para além dessa, o presidente da Câmara de Faro terá direito a uma outra, paga pela Assembleia da República, onde foi deputado em duas legislaturas e membro do Governo de Cavaco Silva, como secretário de Estado do Ambiente.

Confontado com o facto de esta semana se ter conhecido a sentença do Supremo Tribunal Administrativo que decretou a sua perda de mandato em Faro - mas da qual Macário recorreu, segundo garantiu ao Expresso, para o Plenário do STA - Macário Correia diz tratar-se apenas de uma coincidência que muitos jornalistas acabaram por aproveitar.

"Parece que houve um alinhamento qualquer estrelar, mas a explicação é simples: eu já tinha pedido a reforma há cerca de um mês, e isso não significa que vá deixar a Câmara, como já disse. O que acontece é que, assim que a Caixa Geral de Aposentações passar a pagar a reforma, a Câmara deixa de me pagar o vencimento e fico só a receber despesas de representação e um subsídio de refeição", garante.
Macário opta para já pelo ordenado da Câmara

A lei permite que os autarcas optem pela situação que for mais vantajosa em termos salariais e por isso, ainda que a Caixa de Aposentações processe o pedido de Macário, o social-democrata optará por enquanto por receber o vencimento da Câmara, que é superior à reforma da CGA.

Segundo avançou o JN, o valor da pensão a receber pela Caixa é de 2321,44 euros, ao passo que o salário de um presidente de Câmara em Faro (varia consoante o número de habitantes de cada concelho) é superior a 3.500 euros


"No futuro receberei três fracções, uma subvenção da Assembleia da República, uma da Caixa Geral de Aposentações e as despesas de representação e os subsídios de alimentação, que é um valor reduzido", explica, em declarações ao Expresso. O social-democrata garante que as pensões até já poderiam ter sido solicitadas há mais tempo, algo que "deveria ter feito" por se encontrar "a perder dinheiro", com as alterações ao sistema de pensões todos os anos.

"Foi pura coincidência, não tem qualquer relação uma coisa com a outra", reafirma quando questionado sobre os timings da saída em Diário da República do pedido de aposentação (esta quinta-feira) e da sentença do Supremo Tribunal Administrativo (na quarta-feira).

"Aliás, só mesmo algumas pessoas mais distraídas para pensarem que se pede a reforma num dia e que sai um despacho no dia seguinte", ironiza.

E assim vai Portugal... enquanto o dinheiro é desfiado para a Suíça...


Os portugueses têm de cumprir todos os compromissos assumidos com ladrões e por ladrões:


Roubo BPN, Reformas Douradas, Parcerias Publico Privadas, Ajudas a Banqueiros Ladrões,...


E Tudo o Que os Bandidos Se Lembrarem de Inventar!


Enquanto isso, relaxam o valor do Trabalho, ao Ponto de pagarem 4 euros hora a pessoas com formação superior (nutricionistas, médicos, enfermeiros...). Tu que dormes, desperta, ou acordarás tarde, porque quando pagam assim a quem tem formação superior, quem não a tem, terá que pagar para trabalhar.


Acordo Povo, Ou Serás Vendido Como Escravo!


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Deputados Apanhados Casos de Corrupção; Clube Amizade Portugal Brasil, Influências, "Bons Negócios" de Milhões, Miguel Relvas, Corruptos Amigos Políticos Brasileiros; e Alert Life Services



Miguel Relvas tem ligações com políticos e empresários do Brasil, diz revista


mundolusiada 13 setembro, 2011

Miguel Relvas não é só o poderoso número dois do Governo de Portugal, segundo a reportagem, no Brasil ele tem amigos de peso e portas abertas. A matéria revela que o ministro-adjunto garantiu sólidas amizades, influência e “bons negócios” no país das oportunidades


Da Redação- A Revista Visão publicou matéria na qual denuncia figuras públicas de Portugal, como do (hoje) poderoso Miguel Relvas com políticos brasileiros, especialmente com o nome de José Dirceu, dado e tido como o mentor do mensalão.

A matéria diz que Miguel Relvas não é só o poderoso número dois do Governo de Portugal, também no Brasil tem amigos de peso e portas abertas. Dos homens do mensalão” às agências de marketing, da direita conservadora a decisores políticos e empresariais, dos media ao jet-set, a sua agenda registra várias figuras de relevo na sociedade brasileira, por boas e más razões. No Brasil, diz o texto, o ministro-adjunto garantiu sólidas amizades, influência e bons negócios. E foi também no Brasil que o PSD começou a ganhar as recentes eleições em Portugal.

Miguel Relvas é cidadão honorário do Rio desde 2008. Mais difícil é precisar o momento em que o ministro-adjunto se tomou de amores pelo Brasil. Até há uns anos, ele situava as melhores férias da sua vida na Bahia. Aí, em 2000, fez turismo cultural com a família e descansou num resort da Ilha de Comandatuba, lendo teses e ensaios sobre Eça de Queirós. “Relvas gosta de seguir a máxima que diz que nunca se é feliz duas vezes no mesmo lugar. À ilha, não voltou, mas o Brasil é um eterno retorno na sua vida”, refere a publicação.

Viajou para o Brasil com o primeiro-ministro Santana Lopes, em setembro de 2004. Era então secretário-geral do partido e conheceu Nizan Guanaes, dono de um dos maiores grupos de marketing político e considerado pelo Financial Times um dos brasileiros mais influentes do planeta. Naquela altura, Relvas procurava quem refinasse a campanha do PSD (Partido Social Democrata) no ano seguinte, embora mantivesse contrato, desde 2001, com o brasileiro Einhart da Paz. No Rio, em 2005, o atual ministro também representou o antigo líder do partido, Marques Mendes, na reunião da comissão executiva da Internacional Democrata Centrista, à época presidida por José María Aznar.

A partir de 2006, iniciou a sua atividade como gestor e consultor de empresas privadas e começou a viajar com regularidade para o outro lado do Atlântico. A frequência acentuou-se a partir de 2009, ano em que se dedicou exclusivamente à gestão e consultoria na Kapaconsult, Finertec e na Alert, a multinacional portuguesa de software clínico.

O grupo Finertec é uma empresa com interesses nas áreas das energias, tecnologia, construção, imobiliário e turismo, sobretudo em África. Já a Alert, graças a Relvas, conquistou o mercado no Brasil. O primeiro contrato foi celebrado em 2007 com a Secretaria de Estado da Saúde de Minas Gerais e, daí para cá, a empresa está presente em dezenas de hospitais, institutos, clínicas e unidades de saúde, sobretudo em Minas, mas também em São Paulo, Rio e noutros estados.

Com a entrada para o Governo, Relvas cessou estas atividades.Em 2010, apresentou um rendimento global de quase 230 mil euros.

Os amigos no Brasil atravessam vários quadrantes e atividades. E carregam alguns fardos também. César Maia (ex-prefeito do Rio) e Rodrigo Maia (atual deputado) pai e filho, ambos do partido Democratas dão Relvas como exemplo. Tem sido uma referência para todos nós diz César. Estivemos com ele no dia da eleição em Portugal, recorda Rodrigo. No DEM, sigla pelo qual esta força política de direita é conhecida no Brasil, vários deputados foram apanhados em casos de corrupção. Em 2007, segundo O Globo, o partido herdeiro da ARENA, base da ditadura militar, ocupava o primeiro lugar no número de políticos que perderam o mandato por denúncias de corrupção (69). No ranking dos Estados com maior número de políticos cassados, Minas Gerais liderava.

Jorge Borhausen, antigo dirigente da ARENA, e Paulo Bornhausen, deputado, abandonaram o DEM. Conheceram o Relvas nos anos 90 no Brasil e permanece uma profunda amizade, atesta Paulo. É um profissional muito competente. Tem amigos no mundo da economia, da política e em muitas outras áreas”. Jorge festejou com Relvas e Passos Coelho após a tomada de posse em Lisboa. Paulo ajudou a fundar o novo PSD brasileiro, que há dias entregou no tribunal o processo para a legalização. O partido começou torto: nos primeiros documentos, apareceram milhares de assinaturas falsificadas e de pessoas já mortas. Agora, Gilberto Kassab, prefeito de São Paulo, presidente do PSD e próximo de José Serra, candidato derrotado por Dilma nas presidenciais, tenta pôr ordem na casa. Amigo de Relvas, polêmico, tenta explicar à justiça, por estes dias, o aumento do seu próprio salário em 51%.

Alert foi contratada pelo governo de Minas Gerais por R$ 48 milhões em 2007


Já na mídia do Brasil começam a aparecer mais pontes deste novelo político – não diretos mas indiretamente. Na terça feira, dia 13 de setembro, o Globo (globo.com) publicou matéria com o seguinte título: “Fiocruz cancela contrato suspeito com empresa portuguesa no valor de R$ 365 milhões”. O detalhe é a empresa portuguesa. Trata-se justamente da citada pela revista Visão e ligada ao político português Miguel Relvas, amigo de vários políticos brasileiros, a Alert Life Services.

A mesma empresa que fechou um contrato, já cancelado, de R$ 365 milhões com a Fiocruz no mês passado, a Alert Life Services, foi contratada pelo governo de Minas Gerais por R$ 48 milhões em 2007, justamente o primeiro contrato da Alert no Brasil quando Miguel Relvas prestava consultoria para a empresa, em matéria publicada pela revista portuguesa.

Coincidentemente, foi o mesmo ano que o Estado de Minas liderou o ranking dos estados com maior números de políticos cassados por corrupção.


O cancelamento do contrato da Fiocruz com a Alert foi publicado no Diário Oficial da União neste dia 13. A companhia portuguesa deveria fornecer 8 mil licenças de um software de triagem emergencial de pacientes, mas os pontos de atendimento do SUS não tinham computadores, equipamentos médicos, acesso a internet ou até energia, necessários para instalar e aplicar o programa. Das 4 mil unidades de saúde básica que seriam contempladas, menos de 400 (10%) tinham o sistema no ano passado. Um terceiro contrato com o Inca (Instituto Nacional do Câncer), de R$ 7,7 milhões foi firmado neste ano. Nos três, não houve licitação.

No primeiro caso, a Fiocruz decidiu cancelar o contrato devido à detecção de problemas processuais, como um projeto básico mal-elaborado, apontados por auditoria interna. Na realidade, a Fiocruz escolheu a Alert apenas com base em pesquisa interna, baseada em informações públicas de mercado e conhecimentos técnicos. Sem ouvir propostas de outros concorrentes brasileiros ou internacionais, mas com aval do Ministério da Saúde, o instituto fechou o negócio milionário de transferência de tecnologia. A meta era a integração de todas as bases de dados do SUS e a automatização de todas as unidades básicas de saúde do país, a plataforma do futuro “Cartão SUS. Diversas autoridades federais e estaduais, inclusive de Minas Gerais, visitaram juntos a Alert em Portugal.

No caso de Minas, a Secretaria de Saúde (SES-MG) justificou o contrato sem licitação porque a Alert seria a única empresa no Brasil que detinha, à época da contratação, o direito de utilização do Protocolo de Manchester (sistema de classificação de risco do pacientes, que organiza o atendimento com base na gravidade dos doentes). Porém, o Brasil já tinha negociado o direito de uso gratuito desse protocolo, um dos vários existentes no mundo. A subsidiária da Alert no Brasil foi criada apenas um mês antes da assinatura do contrato com o governo, segundo o registro na Receita Federal. E a subsidiária brasileira da Alert foi inaugurada um ano depois, em Belo Horizonte. O presidente é Luiz Brescia, que já presidiu a entidade de classe que atestou a exclusividade do produto da Alert, conforme exige a Lei de Licitações.

Antes de assinaturas de contratos, houve viagem de autoridades para conhecer as instalações da Alert em Portugal, todas oficiais e custeadas com verbas públicas. Na mais recente, da Fiocruz, participaram o presidente da Fiocruz, Paulo Ernani Gadelha Vieira, o vice-presidente da Fiocruz, Pedro Barbosa, o secretário de Gestão Estratégica e Participativa do Ministério da Saúde, Odorico Monteiro, um representante da diretoria de Informática do Datasus, representantes dos conselhos estadual e municipal de secretários de saúde e técnicos do governo. De acordo com a Fiocruz, também esteve na viagem o atual secretário de saúde de Minas Gerais, Antonio Jorge Marques. Nenhuma outra empresa foi visitada no Brasil ou no exterior.

A Fiocruz decidiu cancelar o contrato com a Alert e reiniciar o procedimento de compra de tecnologia com base nas recomendações processuais da auditoria interna. Apesar disso, o instituto negou qualquer tipo de direcionamento e informou que o estudo interno prévio levou em conta uma pesquisa de mercado com base em diversos pré-requisitos técnicos.

Conforme explicou Pedro Barbosa, vice-presidente da Fiocruz, foram estabelecidos critérios de mercado sobre o impacto da compra. A informatização de uma unidade básica de saúde, segundo ele, custa de R$ 10 mil a R$ 15 mil. Considerando 40 mil unidades. Um hospital pode ficar por até R$ 5 milhões, sem a propriedade do produto.

A Secretaria de Saúde de Minas Gerais reconheceu que houve problemas na implantação do sistema, devido ao porte e a complexidade mas não fez comentários sobre desuso de mais da metade das licenças de software pagas nos últimos três anos. Sobre a falta de licitação, lembrou que a Alert era à época, a única detentora dos direitos de comercialização do software no Brasil. A Secretaria de Saúde de Minas, SES-MG, defendeu o uso do Protocolo de Manchester, devido ao reconhecimento científico internacional e seu uso em diversos países. Porém, não citou a possibilidade de informatização própria, gratuita, do procedimento, pela Prodemge (Companhia de Tecnologia da Informação do Estado de Minas Gerais).

Procurada, a Alert não quis se pronunciar sobre o contrato com a Fiocruz. Sobre Minas Gerais, o presidente da empresa no Brasil, Luiz Brescia, afirmou que o contrato de licença corporativa não previa a implantação física e que os equipamentos necessários são recomendados, mas não exigidos pela Alert.

Veja também:

Miguel Relvas Contracta Motorista por 73.000 Euros

Clube Amizade Corrupção Portugal Brasil; Miguel Relvas O Bem Amado, Maçonaria, Grande Oriente Lusitano, BES, PT, Mexia e Dirceu o Homem da Mala Poderoso Chefão do Escândalo Mensalão, Versão Brasileira Saga Dom Corleone com Download: Senado Governo Brasileiro Senador Alvaro Dias

Fama de Dirceu, o Rouba-Hóstia Atravessa o oceano, in Blog do Reinaldo, Revista Veja

Máfia Portuguesa, EuroMilhões Portugal, Helena Roseta Acusa Relvas: Corrupção Negócios Ilegais, Favorecimento Ilícito de Empresas de Passos Coelho


http://www.mundolusiada.com.br/wordpress/politica/materia-da-revista-visao-revela-as-ligacoes-de-miguel-relvas-com-politicos-e-empresarios-do-brasil/

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Clube Amizade Corrupção Portugal Brasil; Miguel Relvas O Bem Amado, Maçonaria, Grande Oriente Lusitano, BES, PT, Mexia e Dirceu o Homem da Mala Poderoso Chefão do Escândalo Mensalão, Versão Brasileira Saga Dom Corleone



RECIFE Em julho, Miguel Relvas e a mulher foram ao casamento do filho do ministro Bezerra.


Dos homens do «mensalão» às agências de marketing,


da direita conservadora a decisores políticos e empresariais, dos media ao jet-set, a agenda de Miguel Relvas regista várias figuras de relevo na sociedade brasileira. Lá, o ministro-adjunto garantiu sólidas amizades, influência e bons negócios. E foi lá também que o PSD começou a ganhar as eleições…

Por miguel carvalho

da direita conservadora a decisores políticos e empresariais, dos media ao jet-set, a agenda de Miguel Relvas regista várias figuras de relevo na sociedade brasileira. Lá, o ministro-adjunto garantiu sólidas amizades, influência e bons negócios. E foi lá também que o PSD começou a ganhar as eleições


Numa noite de dezembro do ano passado, Miguel Relvas e a mulher, Paula, dirigiram-se a um luxuoso apartamento na praia do Leblon, na zona sul do Rio de Janeiro, para jantar. O convite partira de Paulo Elísio, presidente da Câmara Portuguesa do Comércio e Indústria do Rio, casa dos empresários lusos na cidade carioca. O advogado, que tem entre os seus clientes a brasileira Oi, operadora de telecomunicações associada à Portugal Telecom, e a Editora O Dia, ligada à Ongoing, é amigo de Relvas há anos. Considera-o um «grande defensor » dos interesses de Brasil e Portugal.

Também aprecia a visão do atual primeiro-ministro «para os assuntos de Estado». Conheceram-se durante uma visita de Passos Coelho ao Brasil, há dois anos, quando o atual chefe do Governo ainda era executivo da Fomentinvest.


Relvas e Paula atravessaram os salões de Paulo Elísio. À mesa, juntou-se a deputada brasileira Solange Amaral e um grupo de «patrícios» onde estava Agostinho Branquinho, CEO da Ongoing no Brasil, amigo de Relvas e ex-dirigente do PSD, acompanhado da esposa. Anfitriões e convidados deliciaram-se com foie gras e arroz de codornizes. Brindaram com vinhos chilenos e champanhe francês gelado.

Tudo saído da requintada mão da chef Roberta Sudbrack que já serviu reis e rainhas e orientou vapores e sabores na cozinha presidencial de Fernando Henrique Cardoso no Palácio da Alvorada.

O piano do músico Zé Maria e a conversa animada encheram a noite. «Muito simpático, muito agradável», Relvas caiu bem a Anna Ramalho, colunista social do Jornal do Brasil, que viu nele, nessa noite, «um perfeito cavalheiro». Meses depois, o PSD chegou ao Governo e ela soube que ele era bem mais do que isso.

Meu Brasil brasileiro


Relvas é cidadão honorário do Rio desde 2008. Até há uns anos, ele situava as melhores férias da sua vida na Baía. Aí, em 2000, fez turismo cultural com a família e descansou num resort da Ilha de Comandatuba lendo teses e ensaios sobre Eça de Queirós. Relvas segue a máxima que diz que nunca se é feliz duas vezes no mesmo lugar. À ilha, não voltou, mas o Brasil é um eterno retorno na sua vida.

Para lá viajou com o primeiro-ministro Santana Lopes, em setembro de 2004.


Era então secretário-geral do partido e conheceu Nizan Guanaes, dono de um dos maiores grupos de marketing político e considerado pelo Financial Times um dos brasileiros mais influentes do planeta.
Naquela altura, Relvas procurava quem refinasse a campanha do PSD no ano seguinte, embora mantivesse contrato, desde 2001, com o brasileiro Einhart da Paz. No Rio, em 2005, o atual ministro também representou o antigo líder do partido, Marques Mendes, na reunião da comissão executiva da Internacional Democrata Centrista, à época presidida por José María Aznar.

A partir de 2006, iniciou a sua atividade como gestor e consultor de empresas privadas e começou a viajar com regularidade para o outro lado do Atlântico.

A frequência acentuou-se a partir de 2009, ano em que se dedicou exclusivamente à gestão e consultoria na Kapaconsult, Finertec e na Alert, a multinacional portuguesa de software clínico.

O grupo Finertec é uma empresa com interesses nas áreas das energias, tecnologia, construção, imobiliário e turismo, sobretudo em África. Já a Alert, graças a Relvas, conquistou mercado no Brasil.
O primeiro contrato foi celebrado em 2007 com a secretaria de Estado da Saúde de Minas Gerais e, daí para cá, a empresa está presente em dezenas de hospitais, institutos, clínicas e unidades de saúde, sobretudo em Minas, mas também em São Paulo, Rio e noutros estados.

Com a entrada para o Governo, Relvas cessou estas atividades. «Fiz sempre questão de receber todos os meus honorários em Portugal, recusando utilizar a faculdade que a lei me concedia de pagar os meus impostos fora do País», esclarece. Em 2010, apresentou um rendimento global de quase 230 mil euros.

César Maia (ex-prefeito do Rio) e Rodrigo Maia (atual deputado) – pai e filho, ambos do partido Democratas – dão Relvas como exemplo. «Tem sido uma referência para todos nós», diz César.


«Estivemos com ele no dia da eleição em Portugal», recorda Rodrigo. No DEM, sigla pelo qual esta força política de direita é conhecida no Brasil, vários deputados foram apanhados em casos de corrupção.


Em 2007, segundo O Globo, o partido herdeiro da ARENA, base da ditadura militar, ocupava o primeiro lugar no número de políticos que perderam o mandato por denúncias de corrupção (69). No ranking dos Estados com maior número de políticos «cassados», na expressão brasileira, Minas Gerais liderava. Jorge Borhausen, antigo dirigente da ARENA, e Paulo Bormenhausen, deputado, abandonaram o DEM. Conheceram Relvas nos anos 90 no Brasil e permanece uma «profunda amizade», atesta Paulo.

Tem amigos no mundo da economia, da política e em muitas outras áreas». Jorge festejou com Relvas e Passos após a tomada de posse em Lisboa. Paulo ajudou a fundar o novo PSD brasileiro, que há dias entregou no tribunal o processo para a legalização. O partido nasceu torto: nos primeiros documentos, apareceram assinaturas falsificadas e de mortos. Gilberto Kassab, prefeito de São Paulo, presidente do PSD e próximo de José Serra, candidato derrotado por Dilma nas presidenciais, tenta pôr ordem na casa. Amigo de Relvas, polémico, tem de explicar à justiça o aumento do seu próprio salário em 51%..

E você, conhece o ‘PSDê’?


Dia 17, Relvas estará de volta ao Rio. A visita é de Estado: participará nas coormemorações dos 100 anos da Câmara Portuguesa do Comércio e Indústria em representação do PM português. Talvez encontre por lá a presidente Dilma Rousseff, também convidada.

Será a segunda viagem de Relvas ministro ao Brasil no espaço de três meses. Em julho, dia 21, foi recebido em audiência pela ministra-chefe da Casa Civil da Presidência da República, Gleisi Hoffman, na companhia do seu amigo Fernando Bezerra Coelho, ministro da Integração Nacional.

O tema da conversa não foi divulgado. «Os assuntos de Estado devem ser tratados entre os Estados e não na praça pública», justifica Relvas.


No dia seguinte, uma sexta-feira, o governante já estava no Recife para o casamento do filho de Fernando Bezerra, deputado do Partido Socialista Brasileiro e candidato a prefeito de Petrolina no próximo ano. O pai é o coordenador do programa «Água Para Todos» e convenceu Dilma a lançar no interior do Nordeste, a partir deste mês, um megaplano de irrigação que levará a água a uma área do tamanho de 200 mil campos de futebol.

O matrimónio de Bezerra filho foi o acontecimento mais badalado de Pernambuco. A cerimónia juntou a nata da política e economia do Nordeste.


Nesse fim de semana, Relvas e a mulher ficaram em Porto Galinhas, na casa do amigo André Gustavo Vieira, da agência Arcos Comunicação. O publicitário conheceu o ministro português há dois anos. «Fomos apresentados no São João, em Gaia, por Marco António Costa», então vice-presidente da Câmara e atual secretário de Estado da Segurança Social.

André Gustavo tem «amizade com Luís Filipe Menezes há mais de 15 anos», confirma à VISÃO. Ao ser eleito presidente do partido, em 2007, o autarca de Gaia foi de férias para o Brasil e comemorou a vitória na casa de André. «Isso se constrói», disse ele em maio à revista Nordeste, justificando a proximidade.

A Arcos, associada a outra poderosa agência nos meios governamentais, partidários e empresariais – a MCI, de António Lavareda – foi a responsável pela campanha vitoriosa de Passos Coelho.


A jornalista brasileira Olga Curado, especialista em media training, ensinou o candidato a lidar melhor com as câmaras de televisão e as audiências. No Brasil, cobra quase 3500 euros por hora – e ajudou Dilma a chegar à presidência.

A brasileira Alessandra Augusta coordenou as operações e o custo dos serviços prestados pela Arcos, segundo Relvas e André, foi de 50 mil euros. Uma relação para continuar. «Estamos discutindo isso no momento e é provável que sim», clarifica o publicitário. «Amizade profissional respeitosa» é como qualifica a sua relação com Miguel Relvas.

O ministro-Adjunto e dos Assuntos Parlamentares confirmou à VISÃO ter convidado Paulo Elísio e André Gustavo para a tomada de posse do Governo, mas um lapso de memória, certamente, fê-lo esquecer que teve idêntica gentileza com Walter Santos, proprietário do grupo media WSCOM. Diretor da revista Nordeste, a única que cobre os nove estados nordestinos, Walter veio a Lisboa e publicou fotografias com o primeiro-ministro. «Não posso negar: senti-me tomado por uma sensação de orgulho imenso.»

O empresário confirma «a presença frequente » de Relvas no Nordeste. Vê nele «um interlocutor dedicado a estreitar as relações modernas entre os dois países», tendo como cenário «a região com maior crescimento económico do Brasil»: sim, o Nordeste. Os laços entre cá e lá já tinham dado motivos de alegria a Walter. No Brasil, publicou em exclusivo uma entrevista com o candidato do PSD. Passos Coelho foi capa da edição de maio da Nordeste. Na região, poucos saberão quem ele é, mas Walter vê mais longe: pensa nos investidores portugueses e nos negócios. «Esperamos ampliar muito a relação comercial com anunciantes de Portugal.» Os amigos Miguel Relvas e André Gustavo, da agência, já deram uma mão.

A Arcos não é uma agência qualquer. Tem campanhas vitoriosas de políticos brasileiros de vários partidos. Casos bicudos também. André escolheu para padrinho do seu casamento, em 2003, Delúbio Soares, ex-tesoureiro do Partido dos Trabalhadores (PT), acusado no processo do «mensalão», um esquema corrupto de desvio de dinheiros públicos para inanciar o PT, políticos e empresários amigos. O publicitário justificou à Folha de São Paulo a opção pelo padrinho: precisava de tornar a agência conhecida em Brasília, junto do Governo. Fez convites a políticos e empresários. Delúbio aceitou.

Desde aí, a relação dos dois é boa e o compadre André recebe em suas casas o hóspede Delúbio, que ficou para a história do «mensalão» como «o homem da mala».
Ele e José Dirceu, ex-ministro considerado o «chefe da quadrilha», são colunistas dos órgãos do grupo WSCOM.

O filet-mignon da Arcos vem do Estado.


Desde essa altura. Nos últimos seis anos, a empresa ganhou grandes contratos: o do Banco Nacional de Desenvolvimento Económico e Social (BNDES) e o da Furnas Centrais Elétricas, SA. Também aqui Portugal está presente. O BNDES financiou investimentos hidroelétricos no Brasil através de um consórcio em que são parceiras a Furnas e a EDP. A empresa brasileira passou um mau bocado por ter ficado associada ao «mensalão». O maior escândalo político da história do Brasil também salpicou o BES, a PT e António Mexia, atual administrador da EDP e exministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações.

suspeitas de envolvimento dos portugueses com os homens ligados ao financiamento ilegal e tráfico de influências a partir do Governo de Lula...


O BNDES, banco estatal, também apoiou os projetos da Luzboa, SA, onde são parceiros a Enermig, do Brasil, o Grupo Espírito Santo e a Fomentinvest, da qual Passos foi administrador-executivo.


Contactado pela VISÃO, o gabinete do primeiro-ministro assegurou que o chefe de Governo só esteve no Brasil numa única ocasião, em 2009, procurando potenciais parceiros de negócios nas áreas do ambiente e energia. As reuniões com gestores e administradores de empresas brasileiras foram, segundo Passos Coelho, um fracasso, mas o relatório e contas da Fomentinvest, em 2009 – o último a que o chefe de Governo está ligado antes de ser eleito líder do PSD – considera «muito satisfatório» o ritmo de licenciamento para a construção de nove centrais mini-hídricase m Minas Gerais.

Há um ano, em declarações à Sábado, Miguel Relvas elegia Minas Gerais como emblemad a região nordestina e um dos estados «mais ricos» do território brasileiro. Embalado, explicava o que fazia na Alert: «Ajudo a definir a estratégia.

Alguém que olhe para o Brasil sem conhecer aquilo vai-se espalhar.» Ouvido pela VISÃO, mantém «a visão estratégica», mas tempera as palavras: «Não sinto que abra portas.» Em Minas, o seu amigo Aécio Neves governou quase oito anos, até março do ano passado. No seu consulado, os investidores portugueses esfregaram as mãos com tanta abertura para infraestruturas e projetos. Neto do malogrado presidente Tancredo Neves, o economista e senador do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), Aécio é visto como sério candidato presidencial em 2014, apesar de também ele ter deixado coisas por explicar no «mensalão».

Ex-namorado de Maitê Proença e outras beldades, a sua fama de playboy não superou outros méritos: o «choque de gestão» na governação, aplicando princípios de qualidade e eficácia copiados dos privados, rendeu prémios de excelência administrativa e uma aprovação superior a 75% do eleitorado. Há anos, Mário Soares entrevistou-o para a RTP e notou na figura «excecional gabarito político». Relvas não fica atrás: «Foi um excelente governador de Minas Gerais e considero-o um dos mais prestigiados e eficientes servidores da causa pública brasileira», refere, meses após sugerir que o PSD deveria seguir o exemplo de Aécio em Portugal

Dirceu foi capa da revista Veja esta semana. A revista chama-lhe «O Poderoso Chefão», título brasileiro para a saga de Dom Corleone, O Padrinho e uma forma de ilustrar a sua teia de influências no Governo e nas empresas. Dirceu, agora consultor de multinacionais, conhece bem Portugal

Amizades de Relvas no Brasil - Dirceu, o poder na sombra


Quem também tem uma excelente relação com Aécio e lhe augura grande futuro é José Dirceu. Fundador do PT, ex-ministro da Casa Civil de Lula demitiu-se na sequência do escândalo do «mensalão». Dirceu está inelegível até 2015 e é o principal visado no caso que começará a ser julgado este ano e conta 36 acusados.

Prova de que ainda mexe – e muito –, Dirceu foi capa da revista Veja esta semana. A revista chama-lhe «O Poderoso Chefão», título brasileiro para a saga de Dom Corleone, O Padrinho e uma forma de ilustrar a sua teia de influências no Governo e nas empresas. Dirceu, agora consultor de multinacionais, conhece bem Portugal.

E Miguel Relvas. O ministro português recorda tê-lo conhecido «por intermédio de amigos comuns», sem relações empresariais pelo meio. «Encontrei-o ocasionalmente », diz.
Em finais de 2007, Daniela Pinheiro, jornalista da revista Piauí, teve livre-trânsito para acompanhar Dirceu num périplo por vários países, Portugal incluído.

Logo no aeroporto, em Lisboa, o ex-ministro foi insultado por compatriotas. «Tem ladrão na fila!», ouviu-se. À espera de Dirceu estava João Serra, dono da construtora Abrantina e sócio do escritório de advogados Lima, Serra, Fernandes e Associados.

Da sociedade fazem parte Fernando Fernandes, ex-administrador da SLN (BPN) e atual grão-mestre do Grande Oriente Lusitano (GOL), organização maçónica a que estará ligado Relvas.


Outro sócio que acompanhou Dirceu na estada na capital portuguesa foi António Lamego, ex-advogado de José Braga Gonçalves no caso Moderna. Segundo Dirceu, Lamego era amigo do general João de Matos, ex-chefe do Estado-Maior do Exército angolano. Na época, os três combinaram encontrar-se na Costa do Sauípe, no Brasil, para tratar de negócios.

Nesses dias lisboetas, Dirceu ficou hospedado no Pestana Palace. Andou de Jaguar preto, jantou no Vela Latina, bebeu Pera Manca e disse querer investir em Angola. «Meu interesse é infraestrutura: rodovias, telefones, telecomunicações.»

O consultor do milionário mexicano Carlos Slim e do magnata russo Berezevosky, falou também da sua atividade: promover ne ócios de portugueses no Brasil e de brasileiros em Angola. No dia da partida de Lisboa, Dirceu adormeceu e teve de correr para o aeroporto: «Lamentava ter comido muito e bebido duas garrafas de vinho na noite anterior em companhia do deputado Miguel Relvas, seu amigo há décadas», contou à jornalista da Piauí.



No Brasil, apontam a Dirceu ligações à Ongoing. Um dos links é Evanise Santos, a namorada. Também referida no «mensalão», é diretora de marketing do Brasil Económico, jornal do grupo e da Ejesa, empresa da mulher do líder da Ongoing.

Amiga da presidente Dilma, Evanise foi coordenadora de relações públicas no Palácio do Planalto no tempo de Lula. Dirceu escreve no jornal. A investida da Ongoing no Brasil foi atribuída às influências de Dirceu, mas o grupo desmente. ReinaldoAzevedo, da Veja, não cai. «No meio político, o Brasil Económico é chamado 'aquele jornal do Dirceu'», escreveu.

O ex-ministro é visto como um símbolo do pior que o País tem. «É um negociante. Trafica naquela zona sombria entre o público e o privado, embora faça questão de aparentar mais sucesso empresarial do que tem de verdade», diz Sérgio Lírio, redator-chefe da revista Carta Capital.
«Nada mudou depois do mensalão. A promiscuidade do Governo com seus aliados persiste», afirma Álvaro Dias, líder do PSDB no Senado. Para Fernão Lara Mesquita, jornalista e atual administrador do jornal O Estado de São Paulo, mistério é coisa que não existe: «Se viesse um dia a cair no Brasil, Sherlock Holmes ficaria desempregado.

Não há nada para descobrir. É tudo ‘sexo explícito’», refere. Segundo ele, Dirceu «é o especialista nos trabalhos sujos. Tudo o que é realmente grande na roubalheira geral está a cargo dele».


Fernão Mesquita inclui na polémica o caso Ongoing, grupo que considera o «cavalo de troia» da estratégia para o domínio multimédia no universo lusófono.
Num momento em que «o Brasil é o maior exemplo histórico de execução de um projeto de tomada de poder pelo controle dos meios de difusão da cultura ‘burguesa’», a Ongoing «e os banqueiros por trás dela vieram a calhar», aponta.

A Ongoing, acionista da PT, da Impresa e da Zon, é liderada, no Brasil, por Agostinho Branquinho, que não quis falar à VISÃO, invocando o seu «período de jejum» da política portuguesa. É amigo e companheiro de partido de Relvas. O ministro tem em mãos a privatização da RTP e saberá do interesse da Cofina e da Ongoing no canal. No Brasil, o grupo viu arquivada uma queixa por alegada violação da lei relativamente às origens estrangeiras do seu capital. «A verdade prevalece, apesar das campanhas de alguma concorrência», diz um porta-voz da empresa. Fernão Mesquita não ficou convencido. «Nunca superamos, vocês e nós, o sistema feudal. Seguimos vivendo sob um rei e seus barões. Não há poderes independentes.»
O ministro tem em mãos a privatização da RTP e saberá do interesse da Cofina e da Ongoing no canal. No Brasil, o grupo viu arquivada uma queixa por alegada violação da lei relativamente às origens estrangeiras do seu capital. «A verdade prevalece, apesar das campanhas de alguma concorrência», diz um porta-voz da empresa. Fernão Mesquita não ficou convencido. «Nunca superamos, vocês e nós, o sistema feudal. Seguimos vivendo sob um rei e seus barões. Não há poderes independentes

Menino do Rio


Se olhado pelo prisma de Paulo Elísio, da Câmara Portuguesa de Comércio e Indústria, o mundo dos negócios entre Brasil e Portugal é quase idílico. Para ele, a associação da PT com a Oi, aproximou governos e povos. «O mundo atual não comporta diferenças ideológicas ou partidárias que possam impedir a relação económica bilateral», diz. Miguel Relvas subscreve: «Independentemente da origem política dos governos de ambas as nações, a importância recíproca das relações será seguramente uma prioridade [do Governo]», refere à VISÃO.

Bem relacionado, influente, sempre ativo, Relvas nem por isso deixará de continuar a apreciar o cenário quando , em breve, chegar ao Rio. Apaixonado pelas «noites quentes e musicais da Lapa», as «praias de Copacabana e Ipanema», o calçadão e as «animadas ruas do Leblon», é um habitué da piscina do Copacabana Palace, hotel onde passou o último réveillon. Anna Ramalho, colunista social, já percebeu que o ministro, «sempre que pode», está na «cidade maravilhosa».

Passos Coelho também se converteu: «É ardoroso fã do Brasil, bem como sua equipa.» Resumindo: «O Rio de Janeiro tem tudo para se tornar a menina dos olhos do futuro Governo português», escreveu ela, há meses. Não é já?

Bem relacionado, influente, sempre ativo, Relvas nem por isso deixará de continuar a apreciar o cenário quando , em breve, chegar ao Rio. Apaixonado pelas «noites quentes e musicais da Lapa», as «praias de Copacabana e Ipanema», o calçadão e as «animadas ruas do Leblon», é um habitué da piscina do Copacabana Palace, hotel onde passou o último réveillon. Anna Ramalho, colunista social, já percebeu que o ministro, «sempre que pode», está na «cidade maravilhosa».


O que ele disse lá


Os submarinos e o «choque de gestão», segundo Miguel Relvas.


A 15 de abril último, com Sócrates à frente de um Governo de gestão e eleições no horizonte, a edição brasileira da revista Exame publicou um artigo sobre Portugal.
Nele, Miguel Relvas, então deputado e secretário-geral do PSD, traçava o diagnóstico do País que ia a votos. «O povo se sacrifica se vê uma possibilidade de recompensa adiante, mas o que via era o governo gastando com submarinos para a Marinha enquanto baixava os salários da população», afirmou.

No início de junho, o dirigente social democrata deu uma entrevista ao diário O Globo. Com a campanha nas ruas, o jornal quis saber como um Governo PSD ia estreitar as relações entre Portugal e o Brasil. «Estimulando a proximidade entre empresas. O continente africano está condenado a crescer. O Brasil está também despertando para isso. Juntos podemos fazer mais. Portugal pode ser uma porta de entrada para empresas e produtos brasileiros na Europa. A dimensão das empresas brasileiras pode ser um forte impulso para as portuguesas olharem para mercados mais ambiciosos», referia Relvas, sugerindo que o País seguisse o exemplo de um amigo e ex-governador brasileiro: «Portugal precisa de um choque de gestão. Como o Aécio Neves fez em Minas Gerais.»


Veja também, o artigo publicado Fama de Dirceu, o Rouba-Hóstia Atravessa o oceano, in Blog do Reinaldo, Revista Veja

Downloads: Senado Governo Brasileiro Senador Alvaro Dias


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Máfia Portuguesa, Clube dos Ladrões; Relatório Auditoria do Tribunal de Contas Ruinosas; Detectado Roubo de 7 Milhões: Parque Escolar Pagou Mais 46,5% Em Obras a Mais á Mota Engil de Jorge Coelho do PS



Mota-Engil recebeu 23 milhões por obras a mais no Passos Manuel. 7 Milhões roubados ao contribuinte.

Auditoria do Tribunal de Contas revela que a Parque Escolar pagou mais 46,5% do que estava previsto

As obras de modernização da Escola Secundária Passos Manuel, em Lisboa, geridas pela empresa pública Parque Escolar, custaram mais 46,5% do que estava inicialmente previsto, devido sobretudo a uma série de “trabalhos a mais” entregues à Mota-Engil, a empresa responsável pela obra, conclui uma auditoria do Tribunal de Contas divulgada ontem. Estes trabalhos não resultaram de “circunstâncias imprevistas” e violam as disposições legais em vigor, acrescenta-se no relatório. A empreitada no Passos Manuel custou mais de 23 milhões de euros, quando o estimado inicialmente era de cerca de 16 milhões. Na sequência da auditoria geral à Parque Escolar, o Tribunal de Contas (TC) foi analisar mais em pormenor o que aconteceu nas empreitadas realizadas em cinco escolas secundárias. Hoje foram divulgados os relatórios respeitantes às escolas Passos Manuel e D. João de Castro, também em Lisboa.



As obras de modernização da Escola Secundária Passos Manuel, em Lisboa, geridas pela empresa pública Parque Escolar, custaram mais 46,5% do que estava inicialmente previsto, devido sobretudo a uma série de “trabalhos a mais” entregues à Mota-Engil, a empresa responsável pela obra, conclui uma auditoria do Tribunal de Contas divulgada ontem. Estes trabalhos não resultaram de “circunstâncias imprevistas” e violam as disposições legais em vigor, acrescenta-se no relatório. A empreitada no Passos Manuel custou mais de 23 milhões de euros, quando o estimado inicialmente era de cerca de 16 milhões. Na sequência da auditoria geral à Parque Escolar, o Tribunal de Contas (TC) foi analisar mais em pormenor o que aconteceu nas empreitadas realizadas em cinco escolas secundárias. Hoje foram divulgados os relatórios respeitantes às escolas Passos Manuel e D. João de Castro, também em Lisboa.

As irregularidades detectadas nesta última têm o mesmo perfil das registadas no Passos Manuel: trabalhos a mais sem justificação, que fizeram disparar o custo mais 13,2% que o previsto inicialmente; “inúmeras desconformidades” entre o que foi contratado com a empresa HCI Construções e aquilo que foi “efectivamente executado” e violação do regime legal de fiscalização prévia, já que os contratos não foram sendo submetidos à aprovação do Tribunal de Contas. Na sequência das irregularidades detectadas, o Tribunal de Contas considera que muitas das despesas efectuadas e pagas são ilegais. De tudo isto resultou um “dano para o erário público”, frisa-se.
Entre os “exemplos da má aplicação de dinheiros públicos” na intervenção no Passos Manuel, o Tribunal de Contas elucida que “foram efectuadas inúmeras alterações” ao projecto e contrato iniciais que “resultaram na realização de avultados ‘trabalhos a mais’”. Todos estes casos detectados pelo Tribunal de Contas na gestão da Parque Escolar já foram enviados para o DIAP há vários meses e estão a ser objecto de investigação.

Ar condicionado de luxo No caso do Passos Manuel, para a climatização foram pagos mais de 2 milhões de euros, mas conforme a auditoria apurou o equipamento está desligado “dadas as dificuldades orçamentais da escola face ao aumento das despesas de funcionamento, o que contribuiu também para a falta de qualidade do ar nas salas de aulas, por existência de ventilação natural”. Acrescenta-se ainda que o sistema escolhido para a climatização daquela escola “apenas é utilizado em hotéis com categorias de 5 estrelas”.

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NWO Conspiração Global, Elite Illuminati: Reunião Anual do Clube Bilderberg Irá Decorrer nos EUA; A Nobreza Negra do Culto de Baal, a Cabala Secreta que Governa o Mundo Reune-se na America



Após a reunião dos G8 a decorrer nos EUA, será a próxima reunião da elite do Grupo Illuminati, o encontro anual do Clube Bilderberg 2012, também será nos EUA

 

"Uma camarilha formada por alguns dos homens mais ricos, poderosos e influentes do Ocidente que se reúnem secretamente para planejr eventos que depois, simplesmente, acontecem."

The Time (Londres, 1977)

 

"É difícil reeducar a pessoa que foi educada no nacionalismo. E muito difícil convencê-los de que renunciem a parte de sua soberania em favor de uma instituição supranacional."

Príncipe Bernardo, fundador do Clube Bilderberg

 

A especulação de que o local da reunião anual de Bilderberg seria escolhida para coincidir com as eleições presidenciais deste ano nos EUA parecem ter sido preciso com a probabilidade de que o Clube Bilderberg realizará o seu conclave anual em Chantilly, Virginia, de 31 maio - 3 junho.



Illuminati; Clube Bilderberg; Henri de Castries; Mario Monti; Chistine Lagarde; Sarkozy; Balsemão; Nobreza Negra; Elite


Os rumores de que a reunião do grupo Bilderberg seria em Haifa, Israel, parece terem sido um erro, ou desinformação. O Westfields Marriott Washington Dulles Hotel, local da reunião do Bilderberg em 2002 e 2008, está de novo completamente lotado de quinta-feira 31 de maio a 03 de junho, sugerindo quase certamente que este hotel será o terreno da reunião Bilderberg 2012.

"As chances são bastante altas de que no ano eleitoral, a reunião do rosto quase secreto da extensão da continuidade dos longos tentáculos Bormann P2 NATO - também conhecida como a conferência de Bilderberg - tenha lugar nos EUA", diz Bilderberg.org e laproximaguerra.com.

O investigador Bilderberg, Gosling disse que a escolha da localização praticamente garante que as pessoas que voarem para os EUA para cobrir a conferência irão encontrar "controlos aduaneiros fascistas pré-Terceira Guerra Mundial "

Na verdade, depois de no ano passado, em cenas de St. Moritz, na Suíça, ter sido invadido o fórum de Davos e os membros do Bilderberg terem conferenciado diretamente com os manifestantes depois de uma decisão estranha para fazer uma "caminhada na natureza" desde a montanha até ao hotel, espera-se que a segurança em torno da conferência deste ano seja visivelmente mais forte e musculada, tano mais que a conferência decorre nos EUA.

Embora o Westfields Marriott seja susceptível de ser o local de hospedagem reunião deste ano do Bilderberg, o grupo é conhecido de no passado reservar inúmeros hotéis como isca para afastar os manifestantes e os repórteres.
A decisão do Comité do Gestor do Governo do Clube Bilderberg em realizar a conferência nos Estados Unidos está diretamente relacionada com o papel fundamental da cabala secreta de industriais, banqueiros, líderes acadêmicos e figuras da mídia ficar numa posição mais forte para influenciar as eleição presidencial de 2012 .


Conforme relatado no início deste mês, é esperado (especula-se) que Bilderberg selecione o parceiro de Mitt Romney, o senador da Flórida Marco Rubio, como o principal candidato para assumir a vice-presidência. Bilderberg já mostrou a sua capacidade de fazer isso durante as duas últimas eleições presidenciais dos Estados Unidos quando foram escolhidos para acasalar Barack Obama, Joe Biden, em 2008 e John Edwards, vice-presidente de John Kerry em 2004.

Rubio tem-se preparado como um candidato bem preparado e internacionalista, seguindo os gostos de Hillary Clinton sobre cimeiras internacionais, incluindo na semana passada durante a Cúpula das Américas, na Colômbia.

A possibilidade de que o próprio Obama fará uma aparição no evento deste ano também é uma possibilidade distinta, dado o que aconteceu quatro anos atrás, quando Obama e Clinton confundiram a imprensa e reuniram-se com o Clube Bilderberg na Virginia, á porta fechada. Um ano mais tarde na reunião de Bilderberg na Grécia de 2009, Obama entregou funcionários iformes para a reunião privada dos elitistas da Bilderberg, disse Ken Vogel de Politico.com

Embora nenhuma decisão final tenha sido tomada, é quase certo que Alex Jones estará presente para protestar contra a reunião. Enquanto isso, o veterano Bilderberg tracker, Jim Tucker do American Free Press não terá que viajar para longe - dado o número de milhas no ar que Tucker tem acumulado ao longo das décadas em que tem seguido a pista e feito a cobertura das reuniões da conspiração Bilderberg. Este ano, o Clube reune-se praticamente no seu quintal.

Resta saber quem serão os alumbrados portugueses que o Bilderberg Pinto Balsemão - único membro permanente do Clube Bilderber Portugal, presidennte e CEO, IMPRESA; SOINCOM - Sociedade Gestora de Participações Sociais, S.A.; Credit Suisse Group AG, membro da Comissão Trilateral, Fundador do Fórum Portugal Global e membro da Loja Maçónica Pilgrim (do Rito Schroer e origem germano-anglo-saxónica, e dependente do grupo Bildeberg) irá levar para a reunião do Clube Bilderbeg, onde a situação política da Grécia e os planos para invadir o Irão deverão ser pontos prioritários da agenda.

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Clube Bilderberg, Conspiração Político Económica Financeira Global Illuminati: Conheça o Comité Gestor do Clube Secreto Que Governa o Mundo



Clube Bilderberg; Conspiração; Illuminati; Político; Económica; Financeira; Global
Bilderberg um clube secreto governa o mundo
Criado há 58 anos, o Clube Bilderberg reúne anualmente, com caráter sigiloso, nomes influentes da política, da economia e da comunicação social do Ocidente para debater assuntos de interesse da Elite mundial. Seus defensores dizem que essas conferências são uma ocasião única para a busca de consenso, mas a realidade é que em tais encontros da conspiração Illuminati se trama o destino do mundo.

"Uma camarilha formada por alguns dos homens mais ricos, poderosos e influentes do Ocidente que se reúnem secretamente para planejar eventos que depois, simplesmente, acontecem."
The Time (Londres, 1977)

"É difícil reeducar a pessoa que foi educada no nacionalismo. E muito difícil convencê-los de que renunciem a parte de sua soberania em favor de uma instituição supranacional."
Príncipe Bernardo, fundador do Clube Bilderberg

Bilderberg é regida por um Comitê Gestor que designa um Presidente, os membros são eleitos para um mandato de quatro anos e podem ser reeleito. São eles que escolhem os membros a convidar para conferência anual de Bilderberg. Principais responsabilidades da Cátedra são presidir a Comissão de Coordenação e preparar com o Comitê Gestor do programa da conferência, a seleção dos participantes. Eles também fazem sugestões ao Comité de Direcção quanto à sua composição. O Secretário Executivo relata ao presidente.

Presidente do Comité Gestor do Clube Bilderberg
País Nome bio
França Henri de Castries Presidente e CEO, AXA Group, membo do EFR (European Financial Services Round Table); membro do Inter Alpha Group of Banks,  Clube de Roma´
Abril 2010 Chairman e CEO da AXA

Comitê Gestor
Nestlé Audit Committee
Elected to the Board: 2012
Maio de 2000 - abril 2010 Presidente do Conselho de Administração da AXA
1997 Presidente das Empresas equitativa (que mais tarde tornou-se AXA Financial)
1996 desempenhou um papel activo na preparação da União des Paris fusão (UAP), e consequente integração dos dois grupos
1994 papel assumido de supervisionar as operações norte-americanas e do Reino Unido para o Grupo AXA
1993 Vice-Presidente Executivo Sênior para a gestão do Grupo AXA de ativos, financeiras e empresas de promoção imobiliária
1991 Nomeado Secretário Corporativo, responsável pelos aspectos legais de reorginization e fusão da Compagnie du Midi com e para o Grupo AXA
1989 Cadastrado Divisão AXA Corporate Finance
1986 Nomeado para supervisionar os mercados de câmbio e balança de pagamentos para os franceses Departamento do Tesouro
1984 Ingressou no Departamento do Tesouro francês
1980 - 1984 Responsável por agências governamentais de auditoria no francês Gabinete de Inspecção do Ministério das Finanças
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Membros Efectivos do Comité Executivo do Clube Bilderberg
País Nome Bio
DEU Ackermann, Josef Chairman of the Management Board and the Group Executive Committee, Deutsche Bank AG
GBR Agius, Marcus Chairman, Barclays plc
USA Altman, Roger C. Chairman, Evercore Partners Inc.
PRT Balsemão, Francisco Pinto Presidente e CEO, IMPRESA; SOINCOM - Sociedade Gestora de Participações Sociais, S.A.; Credit Suisse Group AG; Antigo Primeiro Ministro, Junto com Braga de Macedo, foi membro fundador do Fórum Portugal Global que consiste no inicial braço português do polvo que é a comissão Trilateral

Maçom membro da Elitista Loja Maçónica Pilgrim do Rito Schroer e de origem germânica-anglo-saxonica
Maçon, único membro permanente do Clube Bilderber Portugal, é ele que anualmente sugere os convidados portugueses á reunião anual do Clube Bilderberg

Os Illuminati reconhecem-se uns aos outros, esta é a forma utilizada pela maçonaria, Bilderberg, Alumbrados:


Grã Cruz da Ordem Coroa (Bélgica) 1981
Grã Cruz Ordem Nacional do Cruzeiro do Sul (Brasil)  1982
Grã Cruz da Ordem do Mérito (Grécia) 1982
Grã Cruz da Ordem Bandeira (Hungria) 1982
Grã Cruz da Ordem do Mérito (Itália) – 1982
Grã Cruz da Ordem de Pianna (Vaticano/Santa Sé) 1983
Grã Cruz da Ordem da Bandeira (República Federal Jugoslava) 1983
Grã Cruz da Ordem de Isabel a Católica (Espanha) 1989
Grã Cruz da Ordem do Infante (Portugal) 2006
Prémio Arco-Íris 2007, pela Associação ILGA Portugal - Personalidade de Media da Década, pela Meios & Publicidade
Doutoramento Honoris Causa, pela Universidade Nova de Lisboa
FRA Baverez, Nicolas Partner, Gibson, Dunn & Crutcher LLP
ITA Bernabè, Franco Chairman and CEO, Telecom Italia
ESP Cebrián, Juan Luis CEO, PRISA; Presidente, El País
CAN Clark, W. Edmund Presidente e CEO, TD Bank Group
GBR Clarke, Kenneth Membro Parlamento, Lord Chancellor and Secretary of Justice
BEL Davignon, Etienne Ministro de Estado
DEU Enders, Thomas CEO, Airbus
DNK Federspiel, Ulrik Vice Presidente Executivo, Haldor Topsøe A/S
NLD Halberstadt, Victor Professor of Public Economics, Leiden University
USA Jacobs, Kenneth M. Chairman and CEO, Lazard
USA Johnson, James A. Vice Chairman, Perseus, LLC
GBR Kerr, John Independent Member, House of Lords
USA Kleinfeld, Klaus Chairman e CEO, Alcoa
TUR Koç, Mustafa V. Chairman, Koç Holding A.S.
USA Kravis, Marie-Josée Senior Fellow, Hudson Institute
USA Mathews, Jessica T. President, Carnegie Endowment for International Peace
ITA Monti, Mario Membro da Comissão Trilateral, Primeiro Ministro e Ministro de Economia e Finanças de Italia desde Novembro de 2011, membro fundador do Grupo Spinelli, criado em Stembro de 2010 para facilitar a integração europeia )os outros membros do Spinelli Group são: Jacques Delors, Daniel Cohn-Bendit, Guy Verhofstadt, Andrew Duff and Elmar Brok).
USA Mundie, Craig J. Chief Research and Strategy Officer, Microsoft Corporation
NOR Myklebust, Egil Former Chairman of the Board of Directors SAS, Norsk Hydro ASA
DEU Nass, Matthias Chief International Correspondent, Die Zeit
FIN Ollila, Jorma Chairman, Royal Dutch Shell plc
USA Perle, Richard N. Resident Fellow, American Enterprise Institute
CAN Reisman, Heather CEO, Indigo Books & Music Inc.
AUT Scholten, Rudolf Member of the Board of Executive Directors, Oesterreichische Kontrollbank AG
IRL Sutherland, Peter D. Chairman, Goldman Sachs International
USA Thiel, Peter A. President, Clarium Capital / Thiel Capital
GRC Tsoukalis, Loukas President, ELIAMEP
CHE Vasella, Daniel L. Chairman, Novartis AG
SWE Wallenberg, Jacob Chairman, Investor AB

Membro Grupo de Aconselhamento do Clube Bilderberg


Bilderberg Member Advisory Group

País Nome Bio
USA David Rockefeller Banqueiro, fundador e presidente Honorário da Comissão Trilateral, fundador da Americas Society e do Conselho das Américas...


Ex-membros do Comitê de Direcção do Clube Bilderberg


Ex-membros Presidentes do Comitê de Direcção do Clube Bilderberg

País Nome Bio
NLD Bernhard of the Netherlands Fundador do Clube Bilderberg, colaborou na criação da World Wildlife Fund (posteriormente rebatizada World Wide Fund for Nature), convertendo-se no primeiro presidente desta organização em 1961.
GBR Alec Home of the Hirsel
DEU Walter Scheel
GBR Eric Roll of Ipsden
GBR Peter Carrington
BEL Etienne Davignon

Ex-membros do Comitê de Direcção do Clube Bilderberg


Ex-membros do Comitê de Direcção do Clube Bilderberg Secretários Gerais Honorarios

País Nome Bio
USA John S. Coleman
BEL Paul van Zeeland
GBR Joseph H. Retinger
USA Joseph E. Johnson
NLD Arnold Th. Lamping
(Deputy)
NLD Ernst H. van der Beugel
USA William P. Bundy
USA Paul B. Finney
USA Theodore L. Eliot, Jr.
USA Casimir A. Yost
NLD Victor Halberstadt
GBR J. Martin Taylor

Membros

Ex-membros do Comitê de Direcção do Clube Bilderberg

País Nome Bio
ITA Agnelli, Giovanni
ITA Agnelli, Umberto
GBR Airey, Terence
USA Allaire, Paul A.
DNK Andersen, Tage
AUT Androsch, Hannes
GRC Arliotis, Charles C
USA Ball, George W.
SWE Barnevik, Percy
FRA Baumgartner, Wilfrid S.
GBR Bennett, Sir Frederic M.
USA Bennett, Jack. F
INT/DEU Bertram, Christoph
TUR Beyazit, Selahattin
TUR Birgi, Nuri
CAN Black, Conrad M.
CHE Boveri, Walter E.
USA Brady, Nicholas F.
GRC Carras, Costa
ESP Carvajal Urquijo, Jaime
USA Cary, Frank T.
GBR Cavendish-Bentinck, Victor F.W.
DNK Christiansen, Hakon
ITA Cittadini Cesi, Gian G.
USA Collado, Emilio
FRA Collomb, Bertrand
USA Corzine, Jon S.
USA Dam, Kenneth W.
GRC David, George M.
USA Dean, Arthur H.
DNK Deleuran, Aage
USA Donilon, Thomas E.
NLD Duisenberg, Willem F.
CAN Duncan, James S.
DNK Eldrup, Anders
USA Finley, Murray H.
GBR Frame, Alistair
GBR Franks, Oliver
CAN Frum, David
GBR Gaitskell, Hugh T.N.
USA Gerstner, Louis V.
USA Getchell, Charles
CAN Griffin, Anthony G.S.
GBR Gubbins, Colin
SWE Gustafsson, Sten
ICE Hallgrimsson, Geir
USA Hauge, Gabriel
NOR Hauge, Jens
GBR Healey, Denis W.
USA Heinz, Henry J.
DEU Herrhausen, Alfred
NOR Höegh, Leif
NOR Höegh, Westye
USA Holbrooke, Richard C.
USA Hubbard, Allan B.
AUT Igler, Hans
FIN Iloniemi, Jaakko
AUT Jankowitsch, Peter
BEL Janssen, Daniel E.
USA Jordan, Jr., Vernon E.
NLD Karsten, C. Frits
TUR Kiraç, Suna
USA Kissinger, Henry A. Membro da Comissão Trilateral, membro do Clube dos Trezentos, membro do Clube de Roma
GBR Knight, Andrew
INT Kohnstamm, Max
DEU Kopper, Hilmar
NLD Korteweg, Pieter
AUT Kothbauer, Max
CHE Krauer, Alex
FRA Ladreit de Lacharrière, Marc
BEL Lambert, Léon J.G.
FRA Lévy-Lang, André
USA Lord, Winston
SWE Lundvall, Björn
CHE Lütolf, Franz J.
CAN Macdonald, Donald S.
USA MacLaurey, Bruce K.
USA Mathias, Charles McC.
GBR Maudling, Reginald
NLD Meynen, Johannes
USA Mitchell, George J.
FRA Montbrial, Thierry de
USA Moyers, Bill D.
USA Murphy, Robert D.
DNK Nφrlund, Nils
NLD Oort, Conrad J.
INT/ITA Padoa-Schioppa, Tommaso
USA Perkins, James A.
GRC Pesmazoglu, John S.
ITA Prodi, Romano
CHE Pury, David de
USA Ridgway, Rozanne L.
NLD Rijkens, Paul
USA Rockefeller, David
USA Rockefeller, Sharon Percy
ESP Rodriguez Inciarte, Matias
GBR Roll of Ipsden, Lord
FRA Rothschild, Edmond de
ITA Ruggiero, Renato
GBR Sainsbury, John
ITA Saraceno, Pasquale
DEU Schrempp, Jürgen E.
INT Schwab, Klaus
DNK Seidenfaden, Tφger
FRA Seillière, Ernest-Antoine
USA Sheinkman, Jack
ITA Silvestri, Stefano
GBR Smith, John
BEL Snoy et d'Oppuers, Jean C.
DEU Sommer, Theo
USA Stone, Shepard
USA Summers, Lawrence H.
GBR Taverne, Dick
USA Taylor, Arthur R.
GBR Taylor, J. Martin
DNK Terkelsen, Terkel M.
NOR Tidemand, Otto Grieg
CHE Umbricht, Victor H.
ITA Valetta, Vittorio
AUT Vranitzky, Franz
SWE Wallenberg, Marcus
NOR Werring, Niels
USA Whitehead, John C.
USA Whitman, Marina von Neumann
USA Williams, Joseph H.
USA Williams, Lynn R.
DEU Wischnewski, Hans-Jürgen
USA Wolfensohn, James D.
DEU Wolff von Amerongen, Otto
USA/INT Wolfowitz, Paul
USA Yost, Casimir A.
ITA Zannoni, Paolo

http://www.bilderbergmeetings.org/governance.html


http://www.genevaassociation.org/

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Bancos Gang Máfia Portugal: PS PSD CDS-PP Clube Capital Boys & Girls do Dinheiro



Passa este Email, fá-lo circular por Portugal
Para avivar a memória a quem, por norma, não anota!!!

POR MIM, NÃO DEIXAREI DE AVIVAR A MEMÓRIA DOS ESQUECIDOS !...
Um dos Motivos porque o Governo se tornou fiador de 20 mil milhões de euros de transacções intra bancárias......???

Os de hoje, vão estar como gestores de Banca amanhã, pois os de ontem, já estão por lá hoje.
Correcto???? Se pensa que não, vejamos:

EIS A LISTA :

Fernando Nogueira:

Antes -Ministro da Presidência, Justiça e Defesa
Agora - Presidente do BCP Angola

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José de Oliveira e Costa: (O TAL QUE ESTEVE NA GAIOLA)

Antes -Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais de Cavaco Silva
Agora -Presidente do Banco Português de Negócios (BPN)

--------------------------------------------------------------------------------

Rui Machete: (AGORA NINGUÉM O OUVE)

Antes - Ministro dos Assuntos Sociais
Agora - Presidente do Conselho Superior do BPN; (o banco falido, é só gamanço)
Presidente do Conselho Executivo da FLAD

------------------------------------------------------------------------------

Armando Vara (PS): (AQUELE A QUEM O SUCATEIRO DAVA CAIXAS DE ROBALOS)

Antes - Ministro adjunto do Primeiro Ministro
Agora - Vice-Presidente do BCP (demissionário a seu pedido, antes que levasse um chuto)

----------------------------------------------------------------------------------------------

Paulo Teixeira Pinto (PSD): (o tal que antes de trabalhar já estava reformado)

Antes - Secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros
Agora - Presidente do BCP (Ex. - Depois de 3 anos de 'trabalho',
Saiu com 10 milhões de indemnização !!! e mais 35.000EUR x 15 meses por ano até morrer...)
-----------------------------------------------------------------------------------

António Vitorino (PS):

Antes -Ministro da Presidência e da Defesa
Agora -Vice-Presidente da PT Internacional;
Presidente da Assembleia Geral do Santander Totta - (e ainda umas 'patacas' como comentador RTP)

----------------------------------------------------------------------------

Celeste Cardona: CDS-PP (a tal que só aceitava o lugar na Biblioteca do Porto se tivesse carro e motorista às ordens - mas o vencimento era muito curto)

Antes - Ministra da Justiça
Agora - Vogal do CA da CGD (QUE MARAVILHA - ORDENADO PRINCIPESCO - O ZÉ PAGA)
------------------------------------------------------------------------------

José Silveira Godinho:

Antes - Secretário de Estado das Finanças
Agora - Administrador do BES (VIVA O LUXO)
--------------------------------------------------------------------------------

João de Deus Pinheiro: (aquele que agora nem se vê)

Antes - Ministro da Educação e Negócios Estrangeiros
Agora - Vogal do CA do Banco Privado Português (O TAL QUE DEU O BERRO).

---------------------------------------------------------------

Elias da Costa:

Antes - Secretário de Estado da Construção e Habitação -
Agora - Vogal do CA do BES (POIS CLARO, AGORA É BANQUEIRO)

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Ferreira do Amaral: (O ESPERTALHÃO, QUE PREPAROU O TERRENO)
Antes - Ministro das Obras Públicas (que entregou todas as pontes a jusante de Vila Franca de Xira à Lusoponte)
Agora - Presidente da Lusoponte, com quem se tem de renegociar o contrato (POIS CLARO, À TRIPA FORRA).

------------------------------------------------------------------------------------
etc etc etc...
O que é isto ?
Cunha ?
Gamanço ?

É Portugal no seu esplendor .

...e depois até querem que se declarem as prendas de casamento e o seu valor.

Já é tempo de parar esta canalha nojenta !
Não te cales, DENUNCIA!

Passa este email, fá-lo circular por Portugal.

(Eu faço a minha parte ...)

A SOLUÇÃO PARA PORTUGAL É FAZER COMO OS ISLANDESES!...


A SOLUÇÃO PARA PORTUGAL É FAZER COMO OS ISLANDESES!...


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