... Julgo que depois destes malabarismos, os currículos das pessoas com funções políticas activas com o propósito de praticar o bem comum de uma nação, devem ser exigidos e publicados em Diário da Republica para qualquer cidadão poder consultar e certificar-se das habilitações de cada politico. Não deve ser uma opção, mas uma condição contemplada numa lei própria para o efeito, pois como sabemos, nenhum trabalhador é admitido numa função numa empresa, sem referências e/ou curriculo académico/profissional. será verdade que o PS está "calado" neste caso da licenciatura de M. Relvas porque o Irmão Maçon António Seguro dos Bancos (da Universidade Lusófona) foi um dos professores envolvido no processo?...

TugaLeaks Anonymous Portugal, Alerta: África Ásia Brasil! Comando Comissão Trilateral Portuguesa Luso Bancos Cartel! Jorge Braga de Macedo Rockefeller Boy Presidente do Instituto de Investigação Científica Tropical



Presidente da Comissão Trilateral Portuguesa
Presidente do Instituto de Investigação Científica Tropical,
Hoje em dia, em "tempos de crise financeira mundial", é nossa obrigação, interrogarmo-nos porquê?

Qual a razão de ser da crise?

Terão os portugueses gasto demais?

Terão vívido acima das possibilidades?

Mas quando isso acontece, as pessoas, pedem um empréstimo ao banco, para isso têm que dar uma garantia, e ter um bfiador, por vezes... e se não pagam, o banco e os credores não perdoam, e a quem pediu emprestado, até a camisa lhe levam. Ha, o Estado não subsidia quem é alvo de penhora.

Portanto, é ponto assente que não é por aqui, por as pessoas gastarem de mais, a razão de ser da "crise económica e financeira".

Então, mas os políticos e a máquina mediática da Elite da comunicação social dizem-nos constantemente que andámos a viver acima das nossas possibilidades. Qual as razo~es de tudo isto? Como é que se vái perceber esta crise?

Esta crise que assola o mundo teve sua origem pálpável, na crise islandesa de 2008. A crise que começou na Islãndia, foi uma crise do sistema financeiro, crise da banca.


Para coneguirmo entender alguma coisa, é preciso estudar e analizar as políticas que têm sido seguidas, e a razão, ou razões de ser de yudo isto. Para o fazer, Temos de  aplicar engenharia reversa ao curso da história, e recuar no tempo. Temos de fzer uma retroespectiva historica.

Somos mesmo obrigados, a recordarmo-nos da podridão que tem assolado Portugal, e daquele ue cá entravam milhões por minuto para beneficio dos amigos. Temos que nos lembrar do BPN dos Amigos do Presidente Cavaco, do mestre Isaltino, Sócrates, Durão Barroso, Cavaco, Mário Soares, Os Submarinos dso Portas, o Miguel Relvas, uma pequena introdução actual... os escândalos da maçonaria, os maçons até têm um Passaporte!... as privatizações e a quem beneficiam?

Como funcionam negócios entre o Estado e a Banca.

O Sistema dos Ajustes Directos e quem beneficia.

Quando o fazemos, vamos encontrar a comissão Trilateral

Deixando este assunto do Strip-Tease do Capital, de parte, por ora. Passamos à Comissão Trilateral. O que esconde esta organização meio secreta, como foi formada, quais são os seus membros e quais são os seus reais objectivo?

O que é a Comissão Trilateral:


Em 1972, perante a expansão do mundo asiático foi criada uma organização dos países industrializados chamada de Comissão Trilateral, vulgarmente mais tarde chamada simplesmente de Trilateral. Esta nasceu no ano seguinte, em 1973, sendo as suas bases semelhantes a outras já existentes como o CFR e o Clube Bilderberg.


Sendo de origem americana, a sua sede fica em Nova Iorque, nos Estados Unidos, no 345 East 46th Street. Tem um site na internet onde divulga os seus membros e reuniões. Estes factos não fazem dela uma organização transparente, dado que os seus planos reais permanecem obscuros. Os seus membros são recrutados nos meios financeiros e económicos, mas também nos detentores dos média e nos políticos.


Actualmente, a Trilateral é formada por 390 membros, sendo 160 da Europa, 120 da América do Norte e 110 da Ásia Na Europa, a Alemanha tem 20 membros; a França, a Itália e o Reino Unido 18; a Espanha 12; e os restantes países de 1 a 6.


Alguns dos seus principais membros são: o Fundador - David Rockefeller, Zbigniew Brzezinski, Henri Kissinger, ect.




Em Portugal:


O grupo português foi fundado em 1980, por convite do então presidente do bloco europeu Georges Berthoin, verificada que estava a condição para formar um grupo nacional europeu que é a aceitação da candidatura de adesão ao que era então a Comunidade Económica Europeia. Antonio Vasco de Mello, na altura presidente da Confederação da Indústria Portuguesa, foi indicado para o Comité Executivo. Com António Maldonado Gonelha, Francisco Lucas Pires, Mário Pinto e Paulo Pitta e Cunha, preparou a reunião europeia que se realizou em Lisboa, em 29 e 30 de Outubro de 1983.


Posteriormente, com Francisco Pinto Balsemão, Ilídio Pinho, Jorge Braga de Macedo e Rui Mateus, organizou a Reunião Plenária que se realizou em Lisboa de 25 a 27 de Abril de 1992.


Em 1995, Antonio Vasco de Mello convidou Jorge Braga de Macedo (que, após interrupção por serviço público, regressara à Comissão, onde se encontravam ainda Carlos Tavares e José Lamego) para o substituir na Conselho Executivo e concordaram em propor novos membros quando um sistema de apoio fosse criado.


Foi o que aconteceu com a criação do Forum Portugal Global, uma associação de empresas criada em 1996 que deseja debater a internacionalização dos negócios, assegurando a representação dos interesses nacionais.


Pouco depois da criação do FPG, foi proposto o ingresso de três novos membros para completar a quota de 5 a que Portugal tem direito, os quais representam outros tantos sócios fundadores do FPG: António Mexia, João Menezes Ferreira e Salvador Guedes.




Muito pouca informação sai das reuniões da Trilateral e o que sai em alguns média são as versões oficiais da comissão, os reais planos políticos e económicos permanecem secretos. Como para o clube Bilderberg, muitos dos políticos que participam nas reuniões vêm mais tarde a assumir cargos de relevo político nos seus países o que não pode ser apenas fruto do acaso.


A esse propósito vale a pena recordar um discurso de John F. Kennedy:


“Ao redor do mundo, uma conspiração monolítica implacável se opõe a nós. Baseia-se, primeiramente, no encobrimento para expandir sua esfera de influência. É um sistema que tem recrutado vastos recursos materiais e humanos para formar uma poderosa e eficiente máquina, que combina operações militares, diplomáticas, de inteligência, económicas, científicas e políticas. Suas preparações são ocultas do público. Seus erros são enterrados. Não vão para capas de jornais. Seus discordantes são silenciados, não aclamados.”

OS QUINZE SÓCIOS DO FORUM PORTUGAL GLOBAL

No quadro da EFTA e do acordo de livre-câmbio com a CEE, conseguiu-se a liberalização pautal de parte do sector industrial, mas esse esforço foi invertido e a intervenção nos mercados levada ao extremo logo após a restauração da democracia em 1974.

Com o 25 de Abril, após a nacionalização da banca e dos seguros, os grupos económicos com raízes no século XIX, e que desde então, de forma perversa atravéz das negociatas com o Estado, têm controlado os destinos de Portugal e destruido, prevertido e penhorado a vida dos portugueses foram de se restruturar fora do país. São sócios o Banco Espírito Santo Investimentos (que foi representado sucessivamente por António Mexia, Manuel Serzedelo e Ricardo Salgado) e a Império-Bonança (representada por Vasco de Mello, membro da Comissão Trilateral).

A Pleiade (representada por José Roquette) herdou uma longa tradição em África, a qual já se manifestara na intervenção de Francisco Mantero na Reunião Plenária da Comissão Trilateral em Lisboa, de 25 a 27 de Abril de 1992. De acordo com o protocolo de cooperação assinado com a ELO-Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Económico e a Cooperação em 13 de Novembro de 1996, é ele quem representa a ELO nas assembleias gerais do FPG.

A liberalização foi também atrasada, por razões diferentes, em sectores exportadores anteriores à adesão à EFTA, como o vinho, onde a Sogrape (representada por Salvador Guedes) tem sido um líder da exportação de marcas internacionalmente reconhecidas desde a década de 1950. Ocorre o mesmo em sectores em que a resposta à interdependência é típicamente defensiva, como a construção e obras públicas: aí a Bento Pedroso (representada pelo seu presidente, Armando Pascoal, depois de Henrique Valadares e António Campos Forte), pertencente ao consórcio brasileiro Odebrecht, tem seguido o trilho da internacionalização. Também houve firmas privadas a entender o desafio da competitividade global nas telecomunicações, com a Vodafone (representada por António Carrapatoso, que foi presidente da Telecel), na energia, com a Portgas (representada pelo seu presidente António Gomes de Pinho), no ambiente, com a Somague (representada pelo seu presidente Diogo Vaz Guedes) e nos serviços jurídicos (representados por Francisco Sousa da Câmara da ML>).

Novos membros foram sendo encontrados noutros sectores, tendo em conta o máximo estatutário de 20 empresas no primeiro ano de actividade. Na reunião do Forum de 16 de Outubro de 1996 foram propostos pela Direcção Semapa (representado pelo seu Presidente Pedro Queiroz Pereira) e Portucel (representado pelo seu presidente Jorge Armindo, que substituiu Francisco Cruz Rosa). Trata-se de empresas de referência em sectores de exportação derivados da liberalização dos anos sessenta, o cimento e a pasta de papel, que o Estado tem erigido em sector estratégico.

Outros dois sócios reforçam o Forum nos sectores da banca e dos meios de comunicação, onde Francisco Pinto Balsemão representa Sojornal. Banco Finantia (representado por Eduardo Costa, outro participante na reunião plenária de 1992), um intermediário financeiro constituído quando já despontava a perspectiva do mercado único europeu e Lusomundo uma empresa líder no sector de comunicação (representada sucessivamente por Luís Silva e Henrique Granadeiro). Após o convite a Estela Barbot para membro da Comissão Trilateral, a Sarcol, uma sociedade de produtos químicos com sede no Porto, de que é vice-presidente, aderiu ao Forum.


Convém acrescentar que a actual união Europeia foi planeada muito antes, ainda no fim da II Guerra Mundial.
Forum Portugal Global (FPG)

Lista dos 25 membros (seus cargos empresariais) e suas funções;

número de ordem dos quinze sócios.

22 de Julho de 2003

Membros e suas funções no FPG, com número de ordem correspondente à inicial do nome próprio, estando os nomes dos actuais membros da Trilateral a negrito (o cargo na empresa associada, entre parenteses a negrito, e a remissão para página própria podem não estar actuais):

1. António Carrapatoso (Presidente do Conselho de Administração de 1. Telecel Vodafone);

2. António Gomes de Pinho (Presidente do Conselho de Administração de 2. Portgás), Presidente do Conselho Fiscal;

3. António Maldonado Gonelha, Vogal da Mesa da Assembleia Geral;

4. António Mexia;

5. António Vasco de Mello, Presidente da Mesa da Assembleia Geral;

6. Carlos Armando Pascoal (Presidente do Conselho de Administração de 3. Bento Pedroso Construções);


7. Diogo Vaz Guedes (Presidente do Conselho de Administração de 4. Somague), Vogal do Conselho de Administração;

8. Eduardo Costa (Membro do Conselho de Administração de 5. Banco Finantia), Vogal do Conselho Fiscal;

9. Estela Barbot (Membro do Conselho de Administração de 6. Sarcol), Vogal do Conselho Fiscal;

Francisco Lucas Pires (faleceu em 22 de Maio de 1998);

Francisco Mantero (representante da ELO - Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Económico e a Cooperação, nos termos do Protocolo de Cooperação de 13 de Novembro de 1996);


10. Francisco Pinto Balsemão (Presidente do Conselho de Administração de 7. Sojornal);

11. Francisco Sousa da Câmara (8. Morais Leitão & J. Galvão Telles);

12. Henrique Granadeiro (Membro do Conselho de Administração de 9. Lusomundo);


13. Ilídio Pinho, Vogal da Mesa da Assembleia Geral;

14. João de Menezes Ferreira, Vogal do Conselho de Administração;


15. Jorge Armindo (Presidente do Conselho de Administração de 10. Portucel);


16. Jorge Braga de Macedo, Presidente do Conselho de Administração;

17. José Lamego;

18. José Roquette (11. Pleiade);

19. Mário Pinto;


20. Paulo de Pitta e Cunha;


21. Pedro Queiroz Pereira (Presidente do Conselho de Administração de 12. Semapa);


22. Ricardo Espírito Santo Salgado (Presidente do Conselho de Administração de 13. Banco Espírito Santo);


23. Rui Mateus;


24. Salvador Guedes (Membro do Conselho de Administração de 14. Sogrape);


25. Vasco José de Mello (15. Império-Bonança).

P.S. A primeira versão deste texto foi apresentada na reunião fundadora do Forum em 17 de Setembro de 1996.

António Borges, apesar de não se encontrar nesta lista, é também um membro efectivo da trilateral europeia, Goldman Sachs, FMI
http://revoltatotalglobal.blogspot.com/2012/02/mafia-privatizacoes-gang-fmi-banca.html

Sobre a Comissão Trilateral Portuguesa

Telecel membro fundador do Fórum Portugal Global

Telecel - Comunicações Pessoais é o principal operador privado em telecomunicações celular móvel em Portugal. Ele foi criado depois que o governo abriu o setor à iniciativa privada em 1990, e incluiu vários parceiros em Portugal e no estrangeiro (AirTouch e LCC EuroFon). Ele começou a operar um ano após a licitação para a licença junto com seis outros consórcios em outubro de 1991. Foi uma das primeiras operadoras do mundo a utilizar o sistema GSM. A base de clientes cresceu de 40.000 no final de 1993 para 229.000 em meados de 1996, que representa mais da metade do mercado.

Telecel é representado por António Carrapatoso, que foi eleito membro do Comitê de Auditoria da FPG. Nascida em Lisboa, ele se formou na Universidade Católica de Portugal, onde pensei 1980-1988. Ele tem um MBA da Universidade Nova e da Escola Wharton. Ele trabalhou na Hoechst Portuguesa 1981-1988, quando ele se tornou membro do conselho executivo da Quimigal.

Ele também presidiu o conselho de Sonadel, Unisol, Uniclar, Nutasa-CUF Sanders e Colgate Palmolive Portuguesa e, em seguida, Esti uma empresa do Grupo Espírito Santo, que também é acionista da Telecel. Ele serviu como Presidente do Conselho Executivo desde janeiro de 1992.


Bento Pedroso Construções, membro fundador do Fórum Portugal Global


Representada por António Campos Forte, Presidente da Diretoria Executiva, membro do Comitê de Auditoria


Somague, membro fundador do Fórum Portugal Global


O grupo Somague é composto atualmente por 12 empresas, organizadas em torno das SGPS Somague holding, que inclui as participações relevantes na Lusoponte e no Banco Privado Português. O core business do grupo tem sido tradicionalmente a atividade de construção, em particular, Somague - Sociedade de Construções SA, mas uma estratégia de diversificação sustentada tem sido seguido. Ambiente, energia e transportes são áreas vitais para o desenvolvimento.

Isto levou à compra em 1993 da CESL, o maior grupo português no sector do ambiente, com cerca de 70% das vendas fora de Portugal.


O grupo é representado no Fórum Portugal Global por Diogo Vaz Guedes, formado em administração de empresas pela Universidade Católica de Portugal que se tornou um membro do Conselho Executivo em 1993. Ele também preside CESL e Termague e ele está no Conselho de SOMAGUE SGPS. Ele pertence à Universidade Católica de Portugal Alumni Association e é membro do Conselho Executivo da FPG.


Produtos Sarcol SA - Produção, importação e exportação de produtos químicos

Rua do Tronco 375 Ap 1055

4466-901 S. Mamede de Infesta

Portgás, membro fundador do Fórum Portugal Global


Portgás, SA foi constituída em 1986 e desde 1991 e por um período de 35 anos que detém a concessão de distribuição de gás natural para o norte de Portugal, um mercado de 230 mil consumidores. O desenvolvimento do projeto é estimado para custar US $ 200 milhões.


A empresa é representada no Fórum Portugal Global por seu presidente, António Gomes de Pinho, uma pós-graduação da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, ex-membro do Parlamento e líder do grupo parlamentar Partido Democrata Cristão, o ex-secretário de Estado da Cultura . Ele está atualmente no conselho de administração da Setgás - a concessionária for Southern Portugal. Ele também está no conselho de administração da Fundação de Serralves, dedicada a assuntos culturais.


Sojornal - Francisco Pinto Balsemão


Morais Leitão & J. Galvão Telles, membro fundador do Fórum Portugal Global


Representada por João de Menezes Ferreira, Consultor, Membro da Comissão Executiva.


Lusomundo, um membro do Fórum Portugal Global - Representada por Luís Silva, Presidente do Conselho

Portucel SGPS, membro do Fórum Portugal Global - Representada por Francisco Cruz Rosa, membro do Conselho.

Plêiade, membro fundador do Fórum Portugal Global - Representada por José Roquette, Presidente do Conselho Executivo.


Banco Essi, um membro fundador do Fórum Portugal Global

Banco Essi é o braço de banca de investimento do Grupo Espírito Santo (GES), seu principal acionista. Outros accionistas ouside o grupo e o público em geral são Union Bank da Suíça e Kredietbank Luxembourgeoise. Suas atividades incluem finanças corporativas (privatizações, fusões e aquisições, consultoria financeira e de crédito); gestão, subscrição e colocação das questões nos mercados de capitais e mercado de crédito sindicalizado, finanças projeto; câmbio e operações do mercado monetário.

Desde que assumiu o controle GES, em 1986, o Banco Essi tem aumentado sua importância no mercado, tanto o crescimento e inovação. Banco essi é muito atento à qualidade dos seus serviços e está ciente das diferentes necessidades dos clientes. A sua abordagem integrada de serviços concentra-se nas necessidades de cada cliente para assegurar, em cada caso, a realização dos seus objectivos e necessidades.

O banco é representado por António Mexia, membro do Conselho Executivo. A pós-graduação da Universidade de Genebra, ele pensei por muitos anos de economia internacional da Universidade Católica de Portugal e aconselhou o governo sobre o investimento estrangeiro antes de se tornar vice-presidente do ICEP, em 1987, cargo que deixou em 1990.

Sogrape, um membro fundador do Fórum Portugal Global


Sogrape foi fundada em 1942 por Fernando van Zeller Guedes, para produzir e comercializar vinhos de mesa da região do Douro no Norte de Portugal. O produto que foi então concebido, Mateus Rosé, rapidamente se tornou uma grande marca internacional, e está agora à venda em 125 países.


O grupo Sogrape começou a desenvolver novos produtos vitivinícolas, para evitar o risco de ter uma única marca e adquiriu o Vinho do Porto Ferreira em 1987. Mais recentemente, criou uma holding e firmaram uma parceria estratégica com o grupo Bacardi-Martini.


Enquanto o grupo Sogrape é composta de mais de 30 empresas geridas profissionalmente com vendas anuais de cerca de US $ 100 milhões, a estrutura de capital continua a ser propriedade familiar.


O grupo é representado no Fórum Portugal Global por Salvador Guedes, uma pós-graduação da City of London Business School, que começou sua carreira no Departamento de Marketing da Sogrape Vinhos de Portugal em 1980 e está atualmente na Comissão Executiva do SGPS Sogrape Vinhos.


Seguros Império, membro fundador do Fórum Portugal Global

Companhia de Seguros Império foi criada em 1942, como a companhia de seguros do grupo CUF. Ela foi nacionalizada em 1975 e se tornou a plataforma de seguros na área financeira do Grupo José de Mello, quando foi privatizada em 1992. Império, com um capital de cerca de US $ 300 milhões e vendas em 1995 cerca de US $ 475 milhões. Imperio lidera o segmento não-vida, com uma quota de mercado de 12% e ocupa o sexto no segmento da vida. Sua força de trabalho é mais de 1700 pessoas, com 80 filiais e 2500 agentes em Portugal. Ela é ativa em 14 países, especialmente em Português de língua, em países da União Europeia com consideráveis ​​communitiies portuguesas e em Espanha. Imperio é o maior prestador de cuidados de saúde privado em Portugal, e tem interesses na segurança privada e setores imobiliários.


Seguros Império é representado por Vasco José de Mello, Presidente do Conselho Executivo. Formado em administração de negócios internacionais da American College of Suíça em 1978, ele trabalhou no grupo Citicorp em Nova York e São Paulo (Brasil) antes de se tornar CEO da CUF Finance em Genebra em 1985. Ele agora preside o Banco Mello Comercial, Investimentos e Imobiliário, e é membro do conselho de administração da José de Mello companhia.

Os Planos de Criação da União Europeia

Jorge Braga de Macedo

Filho de Jorge Borges de Macedo, historiador e pedagogo, e de sua mulher Branca Rosa de Mendonça Braga, é irmão da escritora Branca Braga de Macedo e cunhado do professor António Mendo de Castro Henriques.

Frequentou o Lyceé Français Charles Lepierre, em Lisboa, após o que ingressou na Faculdade de Direito de Lisboa, onde se licenciou, em 1971. Ingressou na Universidade de Yale, nos Estados Unidos da América, onde obteve sucessivamente os graus de mestre em Relações Internacionais, em 1973, mestre e doutor em Economia, o último dos quais em 1979. Foi admitido como assistente da Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa, em 1976, tendo ascendido a professor associado, em 1987, e a professor catedrático, em 1996. Desde 2002, que lecciona também no Institut d`Études Politiques em Paris. Leccionou, de resto, na Universidade Agostinho Neto, em Angola, na Universidade de Yale, no Institut Européen d'Administration des Affaires e no Centre Européen d’Education Permanente, ambos em França.

Desde 1984 é investigador associado do National Bureau of Economic Research, nos EUA, e desde 1985, no Center for Economic Policy Research, no Reino Unido. Pontualmente serviu, como consultor, a Confederação da Indústria Portuguesa, o Banco Mundial, a United States Agency for International Development e os governos da Guiné-Bissau, de São Tomé e Príncipe e de Angola. Foi técnico do Departamento de Pesquisa do Fundo Monetário Internacional, entre 1978 e 1979, e integrou a Comissão de Reforma Fiscal do Ministério das Finanças, de 1984 a 1988. É gerente da Braga de Macedo Consultores, Lda. e da TEcFinance, Lda., empresas que fundou e co-fundou em 1995 e 1997, respectivamente.

Na política, depois de ter sido nomeado, em 1988, para o lugar de director das Economias Nacionais (Direcção-Geral dos Assuntos Económicos e Financeiros da Comissão Europeia), o qual exerceu até Agosto de 1991, assumiu funções como director-geral adjunto do Orçamento. Em 1991, eleito deputado à Assembleia da República pelo Partido Social Democrata, foi nomeado a 31 de Outubro de 1991 107º Ministro das Finanças do XII Governo Constitucional, mantendo-se em exercício até 1993. No exercício desse cargo minsterial foi, com o então Primeiro-Ministro Aníbal Cavaco Silva, subscritor da outorga, a dois agentes da extinta PIDE, de uma pensão por «altos serviços prestados à pátria», previamente exarada pelo Supremo Tribunal Militar. No PSD foi ainda membro do Conselho de Jurisdição Nacional, de 1992 a 1995.

É sócio correspondente da secção de Economia Política da Academia das Ciências de Lisboa, desde 1997. Preside ao Grupo Português da Comissão Trilateral, desde 1995, onde promoveu a criação do Fórum Portugal Global. É autor de uma vasta obra bibliográfica, que abrange os domínios da economia, política, relações internacionais e direito.

Casou em Lisboa a 30 de Novembro de 1972 com Maria Luísa Sarmento de Almeida Ribeiro (Lisboa, Lapa, 5 de Novembro de 1950), de quem teve um filho João Estêvão de Almeida Ribeiro Braga de Macedo (New Haven, Connecticut, 1 de Junho de 1977) e uma filha Maria Ana de Almeida Ribeiro Braga de Macedo (New Haven, Connecticut, 3 de Outubro de 1984).

Biografia Jorge Braga de Macedo Wikipedia

Trilateral lidera reorganização da diplomacia económica portuguesa

O antigo ministro das Finanças e destacado membro da Comissão Trilateral, Jorge Braga de Macedo, vai coordenar o grupo de trabalho que proporá ao Governo o novo modelo de organização dos serviços do Estado ligados à diplomacia económica.

O economista e professor universitário Luís Campos e Cunha e o embaixador António Monteiro também farão parte do grupo. A equipa a criar pelo Governo será composta por seis elementos e deverá apresentar o seu relatório de actividades no prazo de 45 dias, disse à Lusa fonte governamental.

O objectivo do Governo é reestruturar os serviços e organismos públicos envolvidos na promoção e captação de investimento estrangeiro, na internacionalização da economia portuguesa e na cooperação para o desenvolvimento. Pretende-se a adopção de um modelo de coordenação de áreas tradicionalmente tuteladas pelos ministérios da Economia e dos Negócios Estrangeiros que seja mais forte e eficiente.

A Comissão Trilateral foi fundada em 1973, pelo banqueiro David Rockefeller, adepto da globalização e de um novo modelo de Ordem Mundial, partilhada entre os EUA, a UE e o Japão, após a ter proposto meses antes durante uma cimeira do Grupo Bilderberg.

MRA Alliance/Agências

Jorge Braga de Macedo
Confederação da Indústria Português (CIP)
(1976-88) Agosto de 1999

Ao retornar do serviço militar entrei para a Universidade Católica e começou a consulta sobre questões económicas e financeiras para a Confederação da Indústria Português (CIP), então liderado por António Vasco de Mello. Mantive essa posição sob Pedro Ferraz da Costa até que eu deixei para a Comissão Europeia em Bruxelas, em Dezembro de 1988.
Na primavera de 1999, eu ajudei Pedro Ferraz da Costa organizar a celebração do 25 º aniversário da CIP e participaram das sessões em Lisboa e Porto.

Data desta versão:
21 de Maio de 2006
CURRICULUM VITAE
PESSOAL
Jorge Braga de Macedo nasceu em Lisboa, Santa Isabel, em 1 de Dezembro de 1946, filho de Jorge Borges de Macedo (3/3/21-18/3/96) e de Branca Rosa Mendonça Braga de Macedo (10/4/17- 5/10/81). É irmão de Branca Maria Braga de Macedo Castro Henriques e de Ana Irene Braga de Macedo, já falecida.

Casou em 30 de Novembro de 1972 com Maria Luiza Almeida Ribeiro de Macedo, natural de Lisboa, de quem teve dois filhos João Estevão, nascido em 1 de Junho de 1977, em New Haven, Connecticut (EUA) e Maria Ana, nascida em 3 de Outubro de 1984 em Princeton, New Jersey (EUA). Em 1990 perfilhou Jorge, nascido em Lisboa a 31 de Julho de 1965.

Reside desde Julho de 2000 na Place de Barcelone, 75016 Paris França, devido à sua associação com a OCDE e o Instituto de Estudos Políticos de Paris. Mantém as residências na Calçada das Necessidades, 58 4º Dto, 1350 Lisboa e, com a Whoopi, na Casa Nossa Senhora da Praia, Praia das Maçãs, 2710 Sintra, onde também funciona a empresa Braga de Macedo Consultores Lda cuja actividade foi interrompida enquanto foi presidente do Centro de Desenvolvimento da OCDE, de Outubro 1999 a Maio de 2003.

EDUCAÇÃO

· Fez o "Baccalauréat" em Ciências Experimentais no Liceu Francês, reconhecido pela Universidade de Toulouse, em 1964.
· Licenciou-se em Direito na Universidade de Lisboa em 19 de Julho de 1971.
· Obteve um Mestrado em Relações Internacionais em 1973 na Universidade de Yale, em New Haven, Connecticut (EUA). Também obteve um Mestrado em Economia em Yale, onde se doutorou em 1979.
· Apresentou-se às provas de Agregação na Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa em 24 de Abril de 1982, tendo sido aprovado por unanimidade.

POSIÇÕES

Professor Associado do Institut d´Études Politiques de Paris desde Outubro de 2002.
Professor Catedrático da Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa, com nomeação definitiva desde 29 de Maio de 1996. Foi admitido como Assistente em 16 de Novembro de 1976 e promovido a Professor Associado em 1 de Novembro de 1987.
Presidente do Instituto de Investigação Cientifica Tropical (IICT) desde 2004, tendo sido Director do Centro de Sócio-Economia (CSE) desde 1985.
Investigador Associado do National Bureau of Economic Research (NBER) em Cambridge, Massachusetts (EUA) desde 1984.
Investigador do Center for Economic Policy Research (CEPR) de Londres desde 1985.
Sócio correspondente da secção de economia política da Academia das Ciências de Lisboa desde 27 de Novembro de 1997.
ACTIVIDADES DE INVESTIGAÇÃO E DOCÊNCIA

Assegura a regencia dos cursos de Desenvolvimento Internacional no programa de mestrado do IEP desde 2002, em colaboração com Joaquim Oliveira Martins da OCDE desde 2004. Regeu ainda Fundamentos da Política Económica em 2003 e 2004.

Tem assegurado a regencia dos cursos de Introdução à Macroeconomia, Integração Económica e Economia Europeia na licenciatura em economia, de Teoria Macroeconómica 1 e Finanças Internacionais no programa de doutoramento, mestrado e MBA da FEUNL de 1994 a 2006. Também regeu o curso de macroeconomia no ISEGI em 1997/98 e 1998/99.

Foi-lhe confiada pelo Instituo de Cooperação Portuguesa a coordenação de dois cursos sobre Economia da Política de Cooperação Africana no NovaForum em Novembro de 1997 e Janeiro de 1999, este último sobre o caso de Moçambique..

Foi Professor Auxiliar de Economia e Assuntos Internacionais na Universidade de Princeton em Princeton, NJ (EUA) entre Janeiro de 1980 e Junho de 1986. Também ensinou economia nas universidades de Lisboa, de Luanda, de Yale e no INSEAD e CEDEP em Fontainebleau (França).

Foi membro eleito do Conselho da European Economic Association entre 1987 e 1992.

Apresentou seminários de investigação em numerosas universidades europeias, americanas e doutros continentes e tem mais de 150 publicações nas revistas da especialidade.

ACTIVIDADES CÍVICAS E POLÍTICAS

Promoveu entre 1986 e 1988 a criação da ELO, Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Económico e a Cooperação, de que é sócio fundador.

Em 1 de Dezembro de 1988, foi nomeado Director das Economias Nacionais na Direcção Geral dos Assuntos Económicos e Financeiras da Comissão Europeia em Bruxelas, cargo que exerceu até ser nomeado Director Geral Adjunto do Orçamento em Agosto de 1991.

Foi eleito deputado do Partido Social Democrata pelo círculo do Porto em 6 de Outubro de 1991 e nomeado Ministro das Finanças do XII Governo, cargo que exerceu até 7 de Dezembro de 1993.

Foi membro do Conselho de Jurisdição Nacional do Partido Social Democrata de Novembro de 1992 a Fevereiro de 1995.

Em 9 de Março de 1994 foi eleito por unanimidade Presidente da Comissão de Assuntos Europeus da Assembleia da Republica, cargo que exerceu até ao fim da VI Legislatura.

Aderiu ao Grupo Português da Comissão Trilateral em 1988 e suspendeu em 1991-93. Em Novembro de 1995 foi chamado a presidir ao Grupo Português, e membro do comité executivo europeu. Nessa qualidade, promoveu em 30 de Julho de 1996 a criação do Forum Portugal Global, destinado a apoiar a internacionalização das empresas portuguesas.

Desde Novembro de 1995, representa em Portugal a Fundação para a História da Civilização Europeia com sede em Divonne, França e em Genebra, Suiça, que visa reforçar a ligação entre cultura e empresa, dando prioridade à Europa das cidades.

Desde Abril de 1997, preside à Comissão das Comunidades Lusófonas da Sociedade de Geografia de Lisboa, de que é sócio desde 1985.

ACTIVIDADES DE CONSULTADORIA

Sócio de Braga de Macedo Consultores Lda (BMC) empresa familiar que fundou em Novembro de 1995, cuja actividade foi interrompida entre 2000 e 2003, tendo deixado a gerência depois de tomar posse de Presidente do IICT. Destacam-se entre os seus clientes o Banco Europeu de Reconstrução e Desenvolvimento de Londres, a OCDE, o IADB e a Região Autónoma dos Açores.

Sócio de TEcFinance, Lda (Tecnologias para Economia e Finanças), empresa que fundou com José Braz, Rita Almeida Ribeiro e Ana Moreira em Março de 1997.

Foi consultor da Confederação da Industria Portuguesa entre 1976 e 1988, e também do Banco Mundial, da USAID e dos governos da Guiné Bissau, de São Tomé e Príncipe e de Angola).

Trabalhou no Departamento de Pesquisa do Fundo Monetário Internacional em 1978-79 e foi membro da Comissão de Reforma Fiscal do Ministério das Finanças entre 1984 e 1988.



Braga de Macedo Consultores, Lda
Novembro de 1997

Constituída em fins de 1995 por Jorge Braga de Macedo e Maria Luiza Almeida Ribeiro de Macedo, Braga de Macedo Consultores, Lda (BMC) tem sede na Casa de Nossa Senhora da Praia na Praia das Maçãs, 2710 Sintra, telefone 0931-238039 e fax 01-9293398.

Tem na sua lista de clientes várias organizações internacionais como as Nações Unidas em New York e Helsínquia, a OCDE em Paris, o IADB em Washington, o European Bank for Reconstruction and Development em Londres, etc.

BMC trabalhou com o Governo Regional dos Açores nas suas emissões internacionais de Agosto de 1996 e de Novembro de 1997.

Tem estabelecidas relações de parceria com Public Resources International de New York e Credit Suisse Financial Products de Londres.

Encetou colaboração com o CD Group, de Helsínquia e Londres, na qual participam ainda alguns docentes da Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa, e que passou a ser conduzida no ambito de TEcFinance Lda.

TEcFinance
Tecnologias para Economia e Finanças, Lda

A TEcFinance foi constituída em princípios de 1997. O objectivo da empresa é criar e adaptar soluções tecnológicas para problemas enfrentados pelas empresas empenhadas na internacionalização da sua actividade. Nas suas principais áreas de actividade, TEcFinance alia-se a entidades internacionais com provas dadas nos respectivos campos de especialização, podendo assim encurtar as distancias inter-mercados e inter-disciplinas.

Projectos em que estou activamente envolvido, pessoalmente e através de Braga de Macedo Consultores Lda

Gestão dinâmica do risco: Em parceria com o CD Group, de Londres e Helsínquia, TEcFinance oferece programas de gestão de risco para instituições financeiras, bem como soluções de redução de risco cambial para empresas com actividades internacionais. O software VAR+ é um modelo de análise de risco de mercado atraves de simulação estruturada Monte Carlo. Este programa serve para medir, em cada momento, o valor de exposição (value at risk) de carteiras de activos consistindo de instrumentos do mercado cambial, acções, obrigações e produtos derivados. O SWAP + é um modelo para análise e pricing de risco de mercado e risco de crédito através de simulação estocástica. Este programa permite a medição tanto do risco relacionado com o próprio produto derivado, como o risco de incumprimento associado com a contraparte. Permite ainda a combinação de carteiras complexas com ou sem netting. A gestão do risco através de estratégias como o Dynamic Forward Hedging permite reduzir o custo de cobertura cambial das actividades internacionais (OPTI+).
Soluções financeiras para seguradoras: Em parceria com Credit Suisse Financial Products, TEcFinance desenvolveu soluções financeiras para as seguintes áreas: participações estratégicas de capital, gestão de margem de solvencia, optimização da gestão activo/passivo (nomeadamente no cenário de moeda única) e valorização nos produtos de retalho. Esta tecnologia financeira é também aplicável a gestoras de fundos de pensões e de fundos de investimentos. Os servicos oferecidos incluem a anáise das necessidades do cliente, assim como o fornecimento de produtos financeiros que servem de solução aos problemas identificados.

O perfil dos três outros sócios de TEcFinance é o seguinte:

José Braz – Sócio-gerente. Economista. Experiencia profissional: Fundo Monetário Internacional (Washington); ELO – Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Economico e Cooperação; Secretaria de Estado do Tesouro; Instituto de Seguros de Portugal. Consultor do Banco Mundial e da Comissão Europeia. Areas de interesse: aplicação de principios do mercado a gestao da economia publica; oportunidades de negocio em mercados emergentes e economias em desenvolvimento; propostas praticas de criação e reorientação de sistemas nacionais de seguranca social; estrategias comerciais para seguradoras e gestoras de fundos de pensoes e fundos de investimento; e financiamento e gestão de endividamento das autarquias.
Rita Almeida Ribeiro – professora auxiliar, Departamento de Informatica, Faculdade de Ciencia e Tecnologia da Unversidade Nova de Lisboa. Experiencia profissional: Visiting Fellow em University of California - Berkeley (EUA), MIT (EUA), Bristol University (RU) e Warwick University (RU). Projectos nas areas de localização optima de terminais intermodais na Europa (UE); assimetrias de informação em mercados de capitais de economias em transição - o caso Checo (EU); e algoritmos especializados de optimização para a tomada de decisao difusa (JNICT). Areas de interesse: concepção de software com base nas teorias dos sistemas difusos; analise de bases de dados com tecnicas de database mining e intelegencia artificial. 
Ana Moreira -- professora auxiliar, Departamento de Informatica, Faculdade de Ciecia e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa. Experiencia profissional: cursos para Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Brasil), Universidade de Murcia (Espanha), Universidade Agostinho Neto (Angola), IBM Portugal, DAMAG (Direcção de Analise e Metodos de Apoio a Gestao - Marinha), EID - Empresa de Invetigação e Desenvolvimento e Data General. Invited Fellow na Universidade de Stirling (Escócia). Projectos nas areas de localização optima de terminais intermodais na Europa (UE); retransmissao automatica de mensagens telegraficas (EID, FAP, LNETI); e novas tecnologias aplicadas a sistemas de comunicacoes de alta fiabilidade (JNICT). Areas de interesse: concepção de software com tecnologias de orientação pelos objectos .

O Fórum Portugal Global, entretanto deu lugar á AICEP

,Um Tacho Global Para o Homem de Confiança do Gang Rockefeller

Um cargo que permite circular e espiar livremente!

Um Livre Trânsito Discreto e de Cariz Humanitário!

Diário da República, 2.ª série — N.º 32 — 14 de fevereiro de 2012

Despacho n.º 2092/2012
http://dre.pt/pdf2sdip/2012/02/032000000/0536505365.pdf


artigo 26.º do Decreto -Lei n.º 121/2011, de 29 de dezembro, importando assegurar, com urgência, a continuidade do funcionamento deste instituto público;

Nos termos estabelecidos no n.º 4 do artigo 16.º do Decreto -Lei n.º 121/2011, de 29 de dezembro, no n.º 1 do artigo 5.º do Decreto -Lei n.º 18/2012, de 27 de janeiro, nos n.os 1 e 3 do artigo 2.º, bem como no
n.º 1 do artigo 11.º, no n.º 1 do artigo 18.º e no n.º 2 do artigo 27.º, da Lei n.º 2/2004, de 15 de janeiro, e atento o disposto no artigo 18.º e nos n.os 1 e 4 do artigo 19.º da Lei n.º 3/2004, de 15 de janeiro, alterada e  republicada pelo Decreto -Lei n.º 5/2012, de 17 de janeiro:

1 — Nomeio, em regime de substituição, para exercer funções no cargo de direção superior de 1.º grau de presidente do Instituto de Investigação Científica Tropical, I. P., o Prof. Doutor Jorge Braga de Macedo,
cujo currículo académico e profissional, que se anexa ao presente despacho, evidencia perfil adequado e demonstrativo da aptidão e da experiência profissional necessárias ao exercício do referido cargo.
2 — O presente despacho produz efeitos a 1 de fevereiro de 2012. 7 de fevereiro de 2012. — O Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação, no uso de competência delegada pelo
Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Luís Filipe Neves Brites Pereira.

ANEXO
Nota curricular

MINISTÉRIO DOS NEGÓCIOS ESTRANGEIROS
Gabinete do Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação
Despacho n.º 2093/2012

Considerando que a Lei n.º 2/2004, de 15 de janeiro, alterada e republicada pela Lei n.º 64/2011, de 22 de dezembro, estabelece, no n.º 1 do artigo 27.º, que os cargos dirigentes podem ser exercidos em regime
de substituição nos casos de vacatura do lugar;

Considerando que se encontra vago o cargo de presidente do Instituto de Investigação Científica Tropical, I. P., na sequência da reestruturação operada com a entrada em vigor do Decreto -Lei n.º 18/2012, de 27 de
janeiro, nos termos estabelecidos no n.º 5 do artigo 24.º e no n.º 1 do


Nota curricular Jorge Braga de Macedo. Professor Catedrático e Diretor do Centro Globalização e Governação da Nova School of Business and Economics, Presidente do Instituto de Investigação Científica Tropical, Sócio da Academia das Ciências de Lisboa e da Academia Real da Bélgica, Membro do Conselho Consultivo do Centre for International Governance Innovation em Waterloo, Ontário, Presidente da Direção do Forum Portugal Global, Investigador associado do National Bureau of Economic Research em Cambridge, Massachusetts e do Centre for Economic Policy Research em Londres. Foi Ministro das Finanças e Presidente da Comissão Parlamentar dos Assuntos Europeus.

Foi colega de Paul Krugman, Trabalhou no FMI, Banco Mundial, ONU, Comissão Europeia, BERD, OCDE e ensinou em Universidades da Europa, América e África. Mais informação e publicações em http://www.jbmacedo.com.

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7 comentários:

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