... Julgo que depois destes malabarismos, os currículos das pessoas com funções políticas activas com o propósito de praticar o bem comum de uma nação, devem ser exigidos e publicados em Diário da Republica para qualquer cidadão poder consultar e certificar-se das habilitações de cada politico. Não deve ser uma opção, mas uma condição contemplada numa lei própria para o efeito, pois como sabemos, nenhum trabalhador é admitido numa função numa empresa, sem referências e/ou curriculo académico/profissional. será verdade que o PS está "calado" neste caso da licenciatura de M. Relvas porque o Irmão Maçon António Seguro dos Bancos (da Universidade Lusófona) foi um dos professores envolvido no processo?...

Brutalidade Policial Protestos Greve: SJ Identificação de Jornalistas ´É Perversa, Limita Liberdade Informação Pode Transformá-los em Alvos a Abater diz Alfredo Maia Que Exige Explicações do MAI e Consequências Disciplinares e Penais



Identificação de Jornalistas Limita Liberdade Informação Pode Transformá-los em Alvos a Abater, diz com preocupação pelo presidente do Sindicato de Jornalistas (SJ), Alfredo Maia






Identificação de jornalistas pode transformá los em alvos a abater

Na sequência da brutalidade policial durante os protestos da grve geral, já condenados por várias entidades da sociedade, entre eles, a Amnistia Internacional e pelo bastonario da Ordem dos Advogados, o presidente do Sindicato de Jornalistas alertou hoje para o perigo de os jornalistas estarem sempre identificados nos acontecimentos de rua, como recomendou quinta-feira a PSP, defendendo que isso pode transformá-los em alvos a abater.


As agressões da PSP a dois fotojornalistas na manifestação no âmbito da greve geral são vistas com preocupação pelo presidente do Sindicato de Jornalistas (SJ), Alfredo Maia, que se reunirá com o ministro da Administração Interna na segunda-feira.

«Este não é um caso inédito e nós receamos que seja um indício de uma escalada da violência contra os jornalistas», afirmou hoje à agência Lusa Alfredo Maia, referindo que vai transmitir esta preocupação ao ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, durante a reunião programada para segunda-feira à tarde (15 horas).

Apesar de considerar que a identificação dos jornalistas deve ser seguida por princípio, Alfredo Maia sublinhou, em declarações à agência Lusa, que a sugestão da PSP não se pode transformar numa lei.

"Há circunstâncias em que a cobertura dos acontecimentos pode ser desagradável para uma das partes e a identificação do jornalista torna-o um alvo a abater, no sentido de que ele é uma testemunha profissional de um acontecimento, é os olhos e os ouvidos de um acontecimento, e uma das partes em conflito pode ter interesse em neutralizar essa testemunha para evitar que o seu comportamento seja difundido", explicou.

A PSP recomendou na quinta-feira, em comunicado, que os jornalistas se identifiquem de forma bem visível nas manifestações e que se coloquem sempre do lado da barreira policial que os separa dos manifestantes em geral.

A recomendação foi feita depois de elementos daquela polícia terem agredido dois fotojornalistas que faziam a cobertura de uma manifestação no Chiado, em Lisboa, no âmbito da greve geral, realizada quinta-feira.

Dois jornalistas, um da agência Lusa e outra da AFP, ficaram feridos em incidentes com as forças policiais, no Chiado, em Lisboa, enquanto recolhiam imagens da manifestação organizada pela Plataforma 15 de outubro, no âmbito da greve geral convocada pela CGTP.

Admitindo que irá averiguar os incidentes entre as forças policiais e os jornalistas que ficaram feridos, a PSP apelou à sua "correta identificação" durante as manifestações e disse continuar "a verificar que tal não aconteceu nas manifestações".

"Lamentavelmente tivemos necessidade de usar a força pública, num contexto de arremesso de cadeiras, pedras e outros objetos contra as forças policiais, que acabaram por originar ferimentos nos nossos agentes", lê-se no comunicado.

A Direção de Informação da Lusa protestou "com a maior veemência" contra "a agressão", por agentes da PSP, do fotógrafo da agência José Sena Goulão, que estava "devidamente identificado como jornalista".

Também em relação à recomendação da PSP para que os jornalistas se mantenham sempre do lado da barreira policial, o presidente do Sindicato de Jornalistas lança um alerta. "Isto, aparentemente, visa proteger os jornalistas mas também tem o seu lado perverso porque a captação de imagens, sons e testemunhos pode tornar-se unilateral", afirmou Alfredo Maia. Num caso de confronto entre polícias e manifestantes, como o que aconteceu na quinta-feira, esta sugestão da polícia pode levar a que sejam "colhidas apenas imagens dos manifestantes e não da polícia. Tudo isto tem de ser ponderado e não se pode exigir como regra medidas como estas", sublinhou.

Repudiando a agressão aos jornalistas José Goulão e Patrícia Melo, o sindicalista adiantou que o Sindicato "exige que o ministro da Administração Interna esclareça, se pronuncie, dê explicações sobre estes acontecimentos que têm indícios de uma escalada de agressão por parte da polícia a jornalistas, impedindo o seu trabalho no terreno e em particular em manifestações".

Além disso, acrescentou, o SJ "vai também pedir ao Inspetor-Geral da Administração Interna que proceda a um inquérito rigoroso e até às ultimas consequências, não só disciplinares mas também penais, por tudo o que aconteceu".


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Violência Policial Protestos Lisboa e Porto: AI Amnistia Internacional Portugal Condena Actuação da Políca Portuguesa! Carta para MAI e Director Nacional PSP



Brutalidade Policial, violência da PSP: Amnistia Internacional condena incidentes na greve geral e quer rápido apuramento da atuação da PSP

 

A Amnistia Internacional (AI) condenou ontem  os incidentes registados durante a manifestação de quinta-feira e apelou ao ministro da Administração Interna para que seja apurada "com a maior brevidade possível" a atuação da PSP.

Carta da Amnistia Internacional; Carta; Amnistia Internacional; AI; PSP; Polícia; Violência Policial; Lisboa; Porto; Portugal
Carta da Amnistia Internacional Portugal para MAI e PSP
 a propósito da  violenta atuação da PSP
Condenando a actuaçã Policial









Sexta, 23 Março 2012 17:34

Carta da Amnistia Internacional Portugal para MAI e PSP, a propósito da atuação de ontem da PSP


 

Eis, em síntese, as principais linhas da carta endereçada hoje, 23 de março, pela Secção Portuguesa da Amnistia Internacional ao Senhor Ministro da Administração Interna, com conhecimento para o Senhor Diretor Nacional da PSP:


A Amnistia Internacional Portugal solicitou ao Senhor Ministro que, no decurso da investigação por ele hoje anunciada, se apurem com a maior brevidade possível os exatos termos em que decorreu a atuação de ontem da PSP, na sequência da greve geral e das respetivas manifestações de rua em Lisboa, e que à luz do que foi publicamente divulgado pela comunicação social, nos parece verdadeiramente condenável.

De facto, e de acordo com a informação disponibilizada através da cobertura noticiosa, tivemos conhecimento de eventos que, no entender da Amnistia Internacional Portugal, consideramos preocupantes - o uso da força por parte de alguns agentes da PSP pareceu-nos, se não excessivo, pelo menos francamente desproporcional em relação à atuação dos manifestantes.

Essa atuação merece-nos, igualmente, forte reprovação quando está em causa o trabalho de jornalistas. De facto, e segundo o relato dos media sobre os eventos de ontem, pelo menos dois profissionais da comunicação social, um da agência de notícias Lusa, outra da Agência "France Press", foram agredidos e impedidos de desempenhar o seu trabalho na zona do Chiado, mesmo tendo-se identificado como jornalistas e apesar de, segundo relataram aos media, não terem tido qualquer atitude de provocação ou hostilidade em relação aos agentes do Corpo de Intervenção da PSP presentes no local. No caso do fotojornalista da Lusa e segundo a própria empresa, houve necessidade de assistência hospitalar, por ferimentos resultantes da atuação policial.

Por fim, também na cidade do Porto, e segundo a informação veiculada pelos órgãos de comunicação social, várias pessoas foram agredidas por agentes da PSP na Praça Carlos Alberto, pouco depois de o Primeiro Ministro ter sido recebido por manifestantes em protesto na Reitoria da Universidade. Os relatos referem inclusive a presença de agentes da PSP "à paisana".


 

Fonte Amnistia Internacional AI: Carta da Amnistia Internacional Portugal para MAI e PSP, a propósito da atuação de ontem da PSP






Quem não condena e pune os transgressores é cumplice e tão cobarde ou mais que os usurpadores dos DIREITOS do cidadão ...!!!!

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Indignados Lisboa Portugal Opinião Pública Bastonário da Ordem dos Advogados Marinho Pinto Acusa Polícia "Continua Com Tiques da Ditadura" Agência Lusa; "PSP não Pode Agir Desta Maneira em Democracia" SIC Notícias Video



Marinho Pinto critica acção da PSP, relativa â violência e brutalidade policial  contra contra as pessoas pacíficas em protesto (Indignados) pacífico, e contra os jornalistas.

Por Agência Lusa, publicado em 23 Mar 2012 - 18:03: Marinho Pinto acusa a polícia de "continuar com tiques da ditadura"

Agência Lusa, Marinho Pinto acusa a polícia de continuar com tiques da ditadura, programa Opinião Pública, SIC Notícias, Marinho Pinto disse que a PSP não pode agir desta maneira
Agência Lusa:
Marinho Pinto acusa a polícia de "continuar com tiques da ditadura"

Programa “Opinião Pública” da SIC Notícias,
Marinho Pinto disse que a PSP não pode agir desta maneira
O bastonário da Ordem dos Advogados reafirma
que a acção policial, durante a manifestação desta quinta feira,
em Lisboa, não é própria de um Estado de direito
 



Titulo do video com as declarações de censura de Mainho Pinto, bastonário da Ordem dos Advogados, ao ataque da PSP contra cidadãos pacífico, no Programa “Opinião Pública” da SIC Notícias:

O bastonário da Ordem dos Advogados reafirma que a acção policial, durante a manifestação desta quinta feira, em Lisboa, não é própria de um Estado de direito. Hoje à tarde no programa “Opinião Pública” da SIC Notícias, Marinho Pinto disse que a PSP não pode agir desta maneira



O bastonário da Ordem dos Advogados, Marinho Pinto, acusou hoje a polícia de "continuar com tiques da ditadura" e pediu a responsabilização dos agentes que terão agredido dois jornalistas, na manifestação de quinta-feira, em Lisboa.

"É lamentável que num Estado de Direito democrático tenhamos uma polícia com os mesmos tiques com que atuava nos tempos da ditadura, não houve atos de violência que justificassem a violência policial", criticou o bastonário, em declarações à Lusa, após ter falado sobre "Cidadania, Justiça e Estado de Direito", na Escola Infanta D. Maria, em Coimbra.

Marinho Pinto classifica os incidentes de "agressão qualificada à liberdade de expressão" e exortou o ministro da Administração Interna e os sindicatos das polícias a criticarem a atuação policial, "a dizerem uma palavra, mas não uma palavra branqueadora, sobre o que se passou".

"Agredir jornalistas que não cometeram nenhum ato de violência revela o atraso que temos na nossa democracia, que é muito grande ainda o caminho a percorrer", disse, sublinhando que, "as greves gerais em Portugal têm sido "marcadas pela atuação negativa dos polícias".

O bastonário sustenta que "a polícia não pode ser um elemento de perturbação pública, nem pode tratar todas as pessoas como se fossem criminosas, tem limites para a sua atividade e tem que respeitá-los, não pode fazer o que quer".

Marinho Pinto defende que os agentes que terão estado envolvidos nos incidentes durante a manifestação devem ser responsabilizados, através de "ações disciplinares" e exorta a uma seleção mais criteriosa dos candidatos a agentes.

"Os polícias têm de ser bem preparados e não pode ser qualquer pessoa a ir para polícia, assim como não pode ser qualquer pessoa que vai para magistrado ou advogado", afirmou.

Durante a manifestação, dois jornalistas, um da agência Lusa e outro da AFP, ficaram feridos em incidentes com as forças policiais, no Chiado, em Lisboa, enquanto recolhiam imagens da manifestação organizada pela Plataforma 15 de outubro, no âmbito da greve geral convocada pela CGTP.

Na sessão com estudantes da Escola Infanta D. Maria, Marinho Pinto apelou à "participação ativa" dos jovens na sociedade.

"É importante que tenham consciência de que o país será o que todos nós quisermos e para poder fazer com que a nossa vontade modele este país, para que haja um escrutínio democrático das decisões, é preciso estar informado, estar atento", observou.







O bastonário da Ordem dos Advogados reafirma que a acção policial, durante a manifestação desta quinta feira, em Lisboa, não é própria de um Estado de direito. Hoje à tarde no programa “Opinião Pública” da SIC Notícias, Marinho Pinto disse que a PSP não pode agir desta maneira.

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Violência Policial: Grupo Activistas Anonymous Hackers Lança Cyber Ataque AntiSec Página Online Embaixada de Portugal no Brasil Website Tango Down



Notícia do dia, Informação divulgada por RTP, DN, Expresso, imprensa internacional: Anonymous atacam site da embaixada portuguesa em resposta à violência policial (Brutalidade Policial Contra Pessoas Inocentes) em Portugal


Resposta à brutalidade policial: "Anonymous" atacaram site da embaixada portuguesa no Brasil


Por causa dos confrontos na manifestação no dia de greve geral, o grupo Anonymous atacou o site da embaixada portuguesa no Brasil e denunciou as cargas policiais.



Devido às agressões da PSP, página online da embaixada de Portugal no Brasil foi atacada pelo grupo ativista Anonymous, que deixou lá fotografias da carga policial sobre os manifestantes que ontem desfilaram em Lisboa.

















A página da embaixada mostrava fotografias com elementos das forças policiais a agredir manifestantes, em Lisboa, com a frase "Abaixo a repressão, viva a liberdade!" como título da página, onde os ativistas chamavam "COVARDES" aos agentes da Polícia de Segurança Pública.

A página da embaixada foi encerrada, tendo estado "temporariamente" inacessível, excepto através da página que foi alvo do ataque.


http://www.youtube.com/watch?v=JCEg50TlsVY

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Violência Policial Manifestação Indignados Portugal: Irmão Agredido e Cruelmente Maltratado Precisa Ajuda



Manifestação Indignados Portugal: Um Irmão Agredido e Cruelmente Maltratado Precisa Ajuda


Um irmão!



Ricardo Castelo Branco @ FB


Esta é uma prova documental da agressão policial que sofri durante a manifestação dos Indignados de 22-03-2012. Peço a todos os que tiverem fotos ou filmes do ocorrido que me contactem no sentido de instruir um dossier documental de suporte à queixa-crime que pretendo apresentar contra o Estado Português e a Polícia de Segurança Pública. PARTILHEM sff O meu muito obrigado


Nós somos uma família.


Nós somos Anónimos.

Nós somos Legião.

Nós não perdoamos.

Nós não esquecemos.

Esperem-nos!

#AnonymousPortugal: Um Irmão

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Indignados Portugueses: Agressão Brutalidade Policial Chiado Lisboa Portugal Polícia Fascista Ataca Violentamente Pessoas Pacíficas Mulher Leva Bastonada Manifestação Greve Geral 22 de Março de 2012



Agressão Policial Lisboa Portugal Polícia Fascista Ataca Pessoas Pacíficas Mulher Leva Bastonada
Agressão Policial no Chiado, Lisboa.
Manifestação da Greve Geral de 22 de Março de 2012





Mais uma abertura de telejornais que exibiu cenas de violência. Desta vez provocada pelas “Forças da Ordem Fascista". Rejeitamos esta NOVA ORDEM MUNDIAL que querem impor aos povos que ousam denunciar os podres de um sistema político e financeiro corrupto. A falsa democracia em que vivemos deixa cair a sua máscara sem nenhum pudor!


Ontem o que se passou em Lisboa e no Porto foi a demonstração clara de que estão agredir perigosamente a nossa liberdade de expressão. E não hesitam em mentir descaradamente sobre os factos usando as televisões e todos os meios de comunicação.

Mas quem presencia a brutalidade dos polícias na rua não pode deixar de se sentir indignado e solidário com os que ficaram com as cabeças partidas das bastonadas.
Ontem foram aqueles manifestantes a que os jornalistas chamaram abusivamente de Plataforma 15 de Outubro. Amanhã poderão ser outros que em São Bento exultaram com a violência que exerceram sobre grupos que se lhes quiseram juntar.




Hoje estamos aqui, todos os que se quiseram unir contra a violência policial, contra os atentados à nossa liberdade de expressão. Começou a caça às bruxas. Temos que estar atentos e unidos, os que não desejam perder a liberdade.
Rejeitamos a autoridade imposta à força. Não nos representam!

CONCENTRAÇÃO CONTRA A VIOLÊNCIA POLICIAL: Sexta-feira, 23/03/2012, 19h frente ao Ministério da Administração Interna


Indignados Lisboa Facebook


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Brutalidade e Violência Policial Fascista Protestos Indignados Lisboa Portugal Agência Lusa: Sindicato dos Jornalistas SJ Quer Inquérito da IGAI e Explicações do MAI Sobre Violenta Actuação da PSP



Incidentes na GREVE GERAL: Brutalidade e Violência Policial Protestos Indignados Lisboa Portugal


Agência Lusa SJ: Sindicato dos Jornalistas quer inquérito da IGAI e explicações do MAI Sobre Violenta actuação da PSP










O Sindicato de Jornalistas vai pedir à Inspeção-Geral da Administração Interna que faça um inquérito "rigoroso" sobre as agressões da PSP a dois fotojornalistas na quinta-feira e quer explicações públicas do ministro da Administração Interna.


Em comunicado hoje divulgado, o Sindicato de Jornalistas (SJ) considera "absolutamente condenável a atuação da PSP" e "repudia as agressões policiais (...) sobre repórteres de imagem das agências Lusa e France Presse".

O mesmo comunicado sublinha que a direção do SJ "vai pedir um rigoroso inquérito à Inspeção-Geral da Administração Interna (IGAI) e exige explicações públicas do ministro da Administração Interna".

A Polícia de Segurança Pública agrediu na quinta-feira dois fotojornalistas que estavam a acompanhar uma manifestação no âmbito da greve geral convocada pela CGTP.

José Goulão e Patrícia Melo Moreira, repórteres fotográficos ao serviço, respetivamente, das agências noticiosas Lusa e AFP, cobriam a carga policial sobre manifestantes no Chiado, em Lisboa e registavam os incidentes gerados entre manifestantes e elementos das forças da PSP.
José Goulão "foi agredido à bastonada por agentes da PSP" e "já caído no chão, e não obstante gritar aos agressores a sua condição de jornalista, continuou a ser violentado pelos mesmos agentes", lembra o SJ.

"O comportamento da PSP é absolutamente condenável e não pode ser deixado impune, face à brutalidade ilegítima e sem qualquer justificação", refere, exigindo que sejam apuradas "todas as responsabilidades até às últimas consequências -- disciplinares e penais -- não só pelas agressões, mas também pela violação clamorosa da liberdade de informação".

Por isso, conclui o sindicato, a direção do SJ vai apresentar uma queixa formal ao Inspetor-Geral da Administração Interna e exige "explicações públicas por parte do ministro da Administração Interna, na medida em que o comportamento da PSP é intolerável num Estado de Direito Democrático".

Agência Lusa

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Notícias Brasil Indignados Lisboa Portugal Violência PSP Greve Geral: Meio Norte Policial Usa Até Cassetete Para Agredir Jornalistas Durante Ato em Portugal



Notícias Brasil Greve Geral Indignados Portugal: Meio Norte Policial usa até cassetete para agredir jornalista durante ato em Portugal

Notícias Brasil Greve Geral Indignados Portugal Meio Norte Policial usa até cassetete para agredir jornalista durante ato em Portugal

Notícias Brasil Greve Geral Indignados Portugal:Meio Norte Policial usa até cassetete para agredir jornalista durante ato em Portugal 



Ato contra reformas trabalhistas paralisou transportes públicos no país.


22-03-2012 20:11
Uma fotógrafa da agência de notícias France Presse foi atacada com um bastão por um policial durante os protestos contra medidas de austeridade e reformas trabalhistas que suspendeu a circulação de trens, fechou portos e paralisou a maior parte do transporte público de Portugal, nesta quinta-feira (22).

As imagens mostram outro fotógrafo tentando retirar a fotojornalista Patricia Melo do local em que registrava o protesto. Na sequência, um policial desfere um golpe com um bastão na repórter.
A greve é uma reação às exigências da União Europeia e do FMI para conceder a Portugal um resgate financeiro de 78 bilhões de euros (US$ 103 bilhões).



Meio Norte: Policial usa até cassetete para agredir jornalista durante ato em Portugal

Meio Norte no Facebook


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Manifestação Protesto Movimento Indignados Porto Greve Geral Portugal: Passos Condignamente Recebido Vaiado Entrada Reitoria Universidade do Porto Video do Diário de Notícias DN Video



Manifestação Movimento Indignados Porto Video do Diário de Notícias DN Video: Manifestantes indignados em protesto vaiaram Passos no Porto


Contra o aumento do custo de vida FMI fora de Portugal Há outro caminho

«Contra o aumento do custo de vida" e "FMI fora de Portugal! Há outro caminho» 



Com a manifestação da CGTP na cidade do Porto, houve oportunidade para muitas pessoas efetuarem uma receção ruidosa a Passos Coelho. O primeiro-ministro foi ontem condignamente recebido na Reitoria da Universidade do Porto por centenas de manifestantes em protesto que o vaiaram e apuparam, embora protegido por um perímetro de segurança e um forte contingente policial. À chegada dos carros oficiais, os manifestantes, muitos deles com bandeiras da CGTP, entoaram palavras de ordem. O primeiro-ministro entrou diretamente nas instalações da Reitoria, sem contacto direito com a população. Pedro Passos Coelho, em dia de greve geral, participa hoje no encerramento do centenário da Universidade do Porto.


Video DN Passos vaiado no Porto: O primeiro-ministro foi recebido na Reitoria da Universidade do Porto por centenas de manifestantes em protesto, embora protegido por um perímetro de segurança policial





Agência Lusa: Passos Coelho recebido por centenas de manifestantes na Universidade do Porto


O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, foi hoje recebido na Reitoria da Universidade do Porto por centenas de manifestantes em protesto, embora protegido por um perímetro de segurança e um forte contingente policial.

À chegada dos carros oficiais, os manifestantes, muitos deles com bandeiras da CGTP, entoaram palavras de ordem.

"Contra o aumento do custo de vida" e "FMI fora de Portugal! Há outro caminho" são algumas das mensagens que se podem ler nos cartazes.

No local está também um autocarro da CGTP.

O primeiro-ministro entrou diretamente nas instalações da Reitoria, sem contacto direito com a população.

Pedro Passos Coelho, em dia de greve geral, participa hoje no encerramento do centenário da Universidade do Porto.

Lusa

Da TSF



TSF. O primeiro-ministro foi recebido na Reitoria da Universidade do Porto por centenas de manifestantes em protesto, embora protegido por um perímetro de segurança policial



O primeiro-ministro foi recebido na Reitoria da Universidade do Porto por centenas de manifestantes em protesto, embora protegido por um perímetro de segurança e um forte contingente policial.

À chegada dos carros oficiais, os manifestantes, muitos deles com bandeiras da CGTP, entoaram palavras de ordem.

«Contra o aumento do custo de vida" e "FMI fora de Portugal! Há outro caminho» são algumas das mensagens que se podem ler nos cartazes.

No local está também um autocarro da CGTP.

O primeiro-ministro entrou diretamente nas instalações da Reitoria, sem contacto direito com a população.

Pedro Passos Coelho, em dia de greve geral, participa hoje no encerramento do centenário da Universidade do Porto.

Na sequência dos insultos, pelo menos três pessoas foram identificadas pela polícia.

João Torres, coordenador da União dos Sindicatos do Porto, entregou a um assessor do chefe do Governo um documento no qual os sindicalistas da CGTP responsabilizam o Executivo pelo aumento do desemprego e pela situação difícil de muitas famílias.

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Notícias Portuguesas Movimento Indignados Portugal Brutalidade Policial Greve Geral! Esquerda: PSP Agride Jornalistas Violentamente



A foto da agressão da PSP à fotojornalista Patrícia Melo, da France Press, está a correr o mundo Foto de Hugo Correia da Reuters
A foto da agressão da PSP à fotojornalista Patrícia Melo,
da France Press, está a correr o mundo
- Foto de Hugo Correia da Reuters

Do site Esquerda.Net do Bloco de Esquerda:

PSP agride jornalistas violentamente


A PSP agrediu violentamente os fotojornalistas Patrícia Melo, da France Press, e José Sena Goulão, da Lusa, no Largo do Chiado em Lisboa, durante a manifestação da Plataforma 15 de outubro integrada na Greve Geral. A direção de informação da Lusa apresentou protesto ao diretor nacional da PSP. Sindicato dos Jornalistas exige explicações públicas do ministro da Administração Interna.


Durante a manifestação da Plataforma 15 de outubro, geraram-se incidentes entre polícias e manifestantes, junto ao café Brasileira do Chiado, cerca das 17 horas.


Os dois fotojornalistas fotografavam esses incidentes, quando foram impedidos de realizar o seu trabalho por agentes da PSP e violentamente agredidos à bastonada.



José Sena Goulão foi derrubado e brutalmente agredido no chão, tendo sido assistido no local pelo INEM e conduzido para tratamento ao Hospital de São José.

A direção de informação da Lusa, em nota dirigida ao Diretor Nacional da PSP e assinada pelo seu diretor de Informação, Fernando Paula Brito, protestou “com a maior veemência contra a agressão ao jornalista/repórter-fotográfico José Goulão por agentes da PSP”.

Na nota salienta-se que José Sena Goulão, estava “devidamente identificado como jornalista”, que foi “impedido de exercer o legítimo direito de Informação”, que foi “agredido, à bastonada, por agentes da PSP” e que “já caído no chão, e não obstante gritar aos agressores a sua condição de jornalista, continuou a ser violentado pelos mesmos agentes”.

A direção de informação da Lusa realça que “o comportamento das forças da PSP ao agredirem um jornalista em pleno exercício das suas funções constitui a prática de um crime e uma grave violação dos mais elementares direitos de personalidade do lesado, sem prejuízo da simultânea violação do Estatuto do Jornalista”, pelo que a agência e o jornalista agredido “se reservam no direito de recorrerem a todos os meios ao seu dispor para obterem a necessária e devida reparação pelos atos ilícitos cometidos”.

Por seu lado, a PSP diz que vai averiguar incidentes com jornalistas, não se coibindo desde já de afirmar que "tem feito com a antecedência necessária diversos apelos aos órgãos de comunicação social (...) para a necessidade de [de os jornalistas] se identificarem, colocando-se sempre do lado da barreira policial que os separa dos manifestantes em geral". E isto, apesar de todas as provas de que os jornalistas se identificaram repetidamente e de em vídeo [ver reportagens da SIC ( a reportagem da SIC é o video acima) e da RTP] se poder ver que não há “barreira policial” e que mesmo que houvesse ela não poder ser entendida como algo que separa os jornalistas do “inimigo”.

Entretanto, também a Direção do Sindicato dos Jornalistas (SJ) repudiou as agressões policiais a jornalistas, solidarizou-se com os camaradas agredidos, pede um rigoroso inquérito à Inspeção-Geral da Administração Interna (IGAI) e exige explicações públicas do ministro da Administração Interna.

No comunicado da direção do SJ considera-se que “o comportamento da PSP é absolutamente condenável e não pode ser deixado impune, face à brutalidade ilegítima e sem qualquer justificação, quando é claro, nomeadamente no caso do nosso camarada José Goulão, que este, já derrubado no chão e gritando a sua identificação como jornalista, continuou a ser agredido, sofrendo ferimentos que obrigaram a tratamento hospitalar”.

A direção do SJ salienta ainda que os “graves acontecimentos” de 22 de março são “indiciadores de uma escalada de repressão sobre o trabalho dos jornalistas” e “exigem igualmente explicações públicas por parte do ministro da Administração Interna, na medida em que o comportamento da PSP é intolerável num Estado de Direito Democrático”.

Esquerda: PSP agride jornalistas violentamente


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AFP Manifestação Rossio Lisboa Portugal: Campeão Policia Portuguesa Grande Covarde Golpeia Brutalmente Mulher Indefesa Patricia Melo Foto Jornalista Agência France Press Agredida Violentamente



Lisboa, 22 de Março de 2012. Estas fotos estão publicadas em vários jornais europeus.

(Esta é do El País - Un agente golpea a Patricia Melo, fotoperiodista de la agencia AFP, durante la carga policial en la manifestación de la capital portuguesa.)

 

El País - Um agente golpeia a Patricia Melo, fotojornalista da agência France Press AFP, durante a brutal carga policial durante a manifestação na capital portuguesa.





O governo também lhes esta a cortar no vencimento, os míseráveis todos os dias se queixam e... COBARDE ...

‎37 anos depois voltamos ao mesmo.Eu já vi isto em Aveiro no Congresso Democratico. Reparem na bestialidade da cara do Agente.Que vontade de bater. É facil bater em mulheres que ainda por cima estão a trabalhar.Até são pagos para isso.

Aliás, nem precisamos recuar tantos anos!... No governo do sr Cavaco Silva o que é que se passou na Marinha Grande?!... Quando o sr Loureiro do BPN era o ministro das polícias!!!... Mas desta a coisa é muito pior.

Se les fazem isto aos olhos de todo o mundo, imaginem o que se passa dentro das esquadras de policia hoje em dia...digo isto porque tinha 14 amos e fui agrdido por 3 policias dentro de uma esquadra com uma lista telefonica...uma vergonha as nossas forcas de seguranca.........

TAL COMO O OTELO JÁ DISSE OS MILITARES NÂO FIZERAM O 25DE ABRIL PARA ISTO... BASTA!


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Mobilização Popular Protestos Indignados Lisboa Portugal Greve Geral Precários Inflexíveis Invadem Call-center da PT Contact



 O Povo Luta Na Rua Mobilização Popular Protestos Indignados Lisboa Portugal Greve Geral Precários Inflexíveis

Greve Geral: Precários Inflexíveis invadem call-center da PT Contact


Há momentos, activistas do movimento Precários Inflexíveis invadiram um call center da Portugal Telecom no centro de Lisboa. No interior das instalações, em que muitos precários trabalham diariamente para a PT Contact através de empresas de trabalho temporário, a acção visou contactar os trabalhadores e denunciar o facto dos precários serem ainda mais pressionados neste dia de greve, devido à sua condição e ao desrespeito pelos seus direitos.


O movimento Precários Inflexíveis estará no Rossio, em Lisboa, a partir das 14h30, para se juntar à mobilização popular que acrescenta força a esta Greve Geral.


Movimento Não Pagamos


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Impacto Austeridade Falência Serviços Saúde Portugal: SEP Sindicato Enfermeiros Portugueses Denuncia Existência Doentes Internados em Refeitório Hospital Évora, Aumento Brutal de Macas e Camas em Corredores de Departamentos Médicos Portalegre Alentejo



Impera a "Lei do Capital", e estes gajos, dos político negócios, das privatizações, com esta política de privatizações, comandados do grupo Bilderberg matam o povo para alimentar os bancos. Já aqui publicámos as denúncias da Associação dos Médicos de Saúde Pública, verdadeiros Crimes contra a humanidade a nível de política de saúde. Agora surge mais esta denúncia do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP),  que denuncia Caos Crime de Atentados Terroristas contra a HumanidadeFalência dos Serviços de Saúde de Portugal. Aqui, nesta página tratamos do caso política de saúde no Alentejo, concretamente de Évora e Portalegre Alentejo: Sindicato dos Enfermeiros denuncia existência de “doentes internados em refeitório”. Como diz o Otelo "foram ultrapassados os límites", só nos resta seguir  como solução pra sair da crise, o farol para onde devemos olhar e seguir o exemplo da recuperação económica da Islândia.



O Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) denunciou a existência de “doentes internados em refeitório” no Hospital de Évora e o aumento “brutal” de macas e de camas nos corredores das unidades.

Numa conferência de imprensa sobre o impacto das políticas de saúde, o dirigente sindical José Carlos Martins deu como exemplos os casos de Évora e Portalegre.

“Nós hoje temos um aumento brutal de macas e camas em corredores de departamentos médicos”, afirmou, referindo que no Hospital de Évora “há doentes internados em refeitório e em cirurgia de ambulatório”.

De acordo com o dirigentes do SEP, o Hospital de Portalegre “tem 12 camas” no corredor do serviço de medicina.

“Só não morrem mais [doentes] nos próprios hospitais devido ao grande esforço que os enfermeiros fazem para que as pessoas se mantenham vivas”, acrescentou José Carlos Martins.


Perante este cenário, o SEP considera que “os enfermeiros têm razões acrescidas para participar na greve geral de quinta-feira”.

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Revoltem-se Antes que os matem!

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Portugal Austeridade Coloca Custos à Frente Qualidade Saúde! SEP Sindicato Enfermeiros Portugueses Denuncia Reutilização de Materiais NÃO Reutilizáveis Vida dos Doentes em Risco Video



Cortes nos serviços de saúde

Conferência de Imprensa, 20 de Março, às 16 horas, na sede do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses, situada na Av. 24 de Julho, nº 132, Lisboa

ESTARÁ O GOVERNO A COLOCAR OS CUSTOS À FRENTE DA ACESSIBILIDADE E DA QUALIDADE?


Sindicato dos Enfermeiros portugueses denuncia reutilização de materiais não reutilizáveis, colocada em Risco a saúde dos doentes com video da conferência de imprensa

O Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) denuncia tentativas de reutilização de materiais que não são reutilizáveis em serviços como a diálise, os transplantes ou a cardiologia (pacemakers) que colocam em risco a segurança e a vida dos doentes.

Numa conferência de imprensa sobre o impacto das políticas de saúde, o dirigente do SEP José Carlos Martins enumerou vários exemplos da perda de qualidade dos serviços e do material disponibilizado nos serviços de saúde que estarão relacionados com os cortes financeiros. “Este corte de milhões de euros nas instituições está a provocar uma degradação da qualidade e quantidade de materiais de uso clínico”, disse José Carlos Martins.

O enfermeiro deu exemplos de situações graves, como a tentativa de reutilização de materiais que não são reutilizáveis, como pacemakers, que o sindicato está a apurar de forma a apresentar os casos às “autoridades competentes”.

As áreas da diálise ou dos transplantes foram igualmente apresentadas como as que registam estas tentativas de reutilização indevida de materiais.

Compressas que se deterioram, balões de soro que vertem este material, obrigando à sua substituição, pensos e adesivos de qualidade duvidosa foram outros exemplos apontados por José Carlos Martins.

Além do material, este dirigente sindical disse que “estes cortes, aplicados de forma séria nas instituições, está a provocar a saída de enfermeiros sem que estes sejam substituídos”.

Temos um número de enfermeiros muito inferior às necessidades dos internados e das dotações seguras que o Ministério da Saúde fixou para as instituições”, disse.

José Carlos Martins sublinhou que, nos serviços cirúrgicos, com uma enorme rotação de doentes, “os enfermeiros já não têm condições de fazer o conjunto de actividades que sabem e que os doentes têm direito”.

Segundo este responsável sindical, a situação é de tal forma grave que já há hospitais com doentes internados nos refeitórios (como no Hospital de Évora), macas nos corredores, enfermarias com mais camas do que aquelas que estavam preparadas, ou menos enfermeiros por turno.

Todos estes casos proporcionam maiores riscos para os doentes, nomeadamente ao nível das infecções hospitalares, mas também afectam os cuidados saúde primários, como o tratamento de escaras, para o qual já “não existem enfermeiros em número suficiente”.

José Carlos Martins alertou para o aumento do internamento de doentes institucionalizados que chegam aos hospitais com escaras não tratadas.

Perante este cenário, o SEP considera que “os enfermeiros têm razões acrescidas para participar na greve geral de quinta-feira, resultante de “uma enorme onda de insatisfação, frustração e desmotivação no seio da classe”.


E a nota à comunicação Social datada de 19 de Março de 2012



SINDICATO DOS ENFERMEIROS PORTUGUESES

SEDE: Av. 24 de Julho, 132 - 1350-346 Lisboa - Telef.: 213920350 - Fax: 213968202
Geral: E-mail: sede@sep.pt - site: www.sep.org.pt - CDI: E-mail: cdi@sep.pt

Nota à comunicação social

CONFERÊNCIA DE IMPRENSA

20 MARÇO, 16 horas

AV. 24 de Julho, 132, Lisboa

Posição pública do SEP sobre:

1. Acessibilidade aos cuidados de saúde
2. Diminuição das condições de trabalho dos enfermeiros
3. Carência e precariedade de enfermeiros
4. Diminuição da qualidade dos materiais
5. Desregulamentação de horários de trabalho.
Desde já o SEP agradece a presença dos senhores jornalistas.
Lisboa, 19 de Março de 2012

A Direcção
Contacto: Enf.ª Guadalupe Simões – Telemovel 91 945 89 83

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Crise Saúde Portugal SEP Sindicato Enfermeiros Portugueses Denuncia: Ruptura Serviços Hospitalares Consequência da Política Passos Gaspar UE BCE FMI Troika



SINDICATO DOS ENFERMEIROS PORTUGUESES SEP

SEDE: Av. 24 de Julho, 132 - 1350-346 Lisboa - Telef.: 213920350 - Fax: 213968202
Geral: E-mail: sede@sep.pt - site: www.sep.org.pt - CDI: E-mail: cdi@sep.pt
Nota à comunicação social



RUTURA EM SERVIÇOS HOSPITALARES.
A CONSEQUÊNCIA DA POLÍTICA DO GOVERNO

Foi noticiado hoje que o hospital de Santa Maria estaria em ruptura, principalmente os serviços de medicina. Os doentes internados em macas é, infelizmente, uma realidade em vários hospitais, sejam centrais ou distritais.

A reorganização hospitalar que o Ministério da Saúde encetou, quando ainda o documento estava em discussão pública, demonstra quais os objetivos sem ter em conta a consequências.

A diminuição das condições económicas das famílias, a falta de recursos na comunidade, nomeadamente nos Centros de Saúde, que permitam que os mais velhos e dependentes possam ser cuidados em casa determina o recurso às instituições hospitalares que, na sua maioria, estão confrontadas com carência de recursos.

É desta forma que o Governo trata os "seus velhos" : tira-lhes dignidade na velhice, atira-os para o "centro da doença" com as consequências que daí advém.

O SEP considera inaceitável esta situação e reitera a necessidade do reforço dos cuidados de saúde primários, nomeadamente, de enfermeiros que possibilitem a prestação de cuidados de manutenção a estas pessoas.

Lisboa, 26 de Janeiro de 2012.

A Direção
Contacto: Enf. Guadalupe Telemovel - Simões - 91 945 89 83.
SINDICATO DOS ENFERMEIROS PORTUGUESES
SEDE:
Av. 24 de Julho
Comunicado do SEP PDF: RUTURA EM SERVIÇOS HOSPITALARES A CONSEQUÊNCIA DA POLÍTICA DO GOVERNO

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Portugal Saúde Alentejo e Interior Resolve Crise Portuguesa Método Inovador Solução Política Passos Gaspar UE BCE FMI "Dois Coelhos de 1 Cajadada: Reduzir População Ajudar Banca, Mercados, Matar Velhos e Doentes Com Cumplicidade do Povo Consentidor



Lá diz o povo, e o povo tem razão. São ditados muito antigos e confirmados.


"Tão Ladrão é o Que Vái Há Horta Como o Que Fica á Porta"

"Quem Cala Consente."



Para a política o homem é um meio; para a moral é um fim. A revolução do futuro será o triunfo da moral sobre a política.
Ernest Renan

para os que enterram a cabeça na areia
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Aqueles capazes de abdicar da liberdade para obter um pouco de segurança temporária não merecem nem a segurança, nem a liberdade.
Autor: Benjamin Franklin

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para a canalha que desgoverna Portugal
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Investir em conhecimentos rende sempre melhores juros.
Autor: Benjamin Franklin
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ainda para a canalha que desgoverna Portugal, para a igreja e demais cumpices
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"Aquele que ama a seu irmão está na luz, e nele não há escândalo."
(I João 2:10)
"Não defraudando, antes mostrando toda a boa lealdade, para que em tudo sejam ornamento da doutrina de Deus, nosso Salvador."
(Tito 2:10)
"Tendo, pois, tal esperança, usamos de muita ousadia no falar."
(II Coríntios 3:12)
"Como está escrito: Não há um justo, nem um sequer."
(Romanos 3:10)
"Não digas ao teu próximo: Vai, e volta amanhã que to darei, se já o tens contigo."
(Provérbios 3 : 28)
"E entrou Jesus no templo de Deus, e expulsou todos os que vendiam e compravam no templo, e derribou as mesas dos cambistas e as cadeiras dos que vendiam pombas;"
(Mateus 21 : 12)



A notícia do Jornal Público

Saúde em portugal Longe do médico, sem dinheiro e sem transportes

No litoral alentejano e no interior, há idosos sem dinheiro sequer para chegar às urgências e que já trocam produtos básicos por medicamentos. Nos centros de saúde, falta tudo.

É preciso levantar cedo e apanhar a camioneta. É preciso viajar uma hora e meia até Odemira. E depois é preciso subir o morro devagarinho, já que o centro de saúde se encontra bem lá no alto e é onde funciona o serviço de urgência. De outra maneira, Maria Helena Gonçalves, de 62 anos, residente em S. Martinho das Amoreiras, pequena localidade nos arredores de Odemira, não será observada pelo médico. É que lá não há centro de saúde, só há médico de oito em oito dias, às quintas-feiras, quando vai dar consulta num lar de idosos, em São Teotónio. Quem quiser aproveitar, tem é de pagar. Mas hoje não é quinta-feira. E Helena sente-se doente.

Na sala de espera do serviço de urgência do Centro de Saúde de Odemira, aguarda pela sua vez de ser atendida. Mas à sua frente tem dois doentes mais urgentes, um com suspeita de enfarte, outro com suspeita de AVC. Os dois médicos de serviço estão ocupados em estabilizá-los. Se perder a camioneta das 13h30 para regressar a casa, só voltará a ter transporte à noite, às 19h30. Maria Helena vive de uma reforma muito pequena, não tem dinheiro para pagar táxi e o seu caso não é suficientemente grave para chamar o INEM.

Longe do atendimento médico, sem dinheiro e sem transportes, assim vivem milhares de pessoas no interior do país.

O médico Denis Pizhin, natural da Crimeia, Ucrânia, está sozinho na urgência do Centro de Saúde de Odemira. O outro médico teve de acompanhar um doente em estado crítico até ao hospital de referência da zona, o de Santiago do Cacém, a cerca de 80 quilómetros de distância.

Denis Pizhin, de 31 anos, veio da Crimeia em 2008, logo depois de se licenciar em Medicina. O estágio, já o fez cá. Hoje, é um médico "prestador de serviços", contratado através de empresas que angariam clínicos para os hospitais e, em troca, recebem percentagens.

Por hora, ganha 24 euros brutos, cerca de 15 euros líquidos, diz, com um sorriso crítico. "Quase o mesmo que uma empregada doméstica". Por dia, vê cerca de 60, 70 pessoas, a maioria com situações ligeiras, conta. Os casos mais graves, cerca de 30 por cento, calcula, vão de crises asmáticas a enfartes, que têm de seguir para o hospital de Santiago do Cacém ou para o de Beja.

Desde que veio para Portugal, Denis já aprendeu muito profissionalmente, mas também já viu muito. Já trabalhou na urgência de várias unidades de saúde no interior do Alentejo. Em Beja, onde actualmente só há "consulta aberta". Em Ferreira do Alentejo, que "já nem consulta aberta tem", em Moura. Agora, além de Odemira, presta serviço em Ponte de Sor e no distrito da Guarda.

Faltam medicamentos

Na urgência de Odemira, "há duas semanas que não há soro" habitualmente usado nos hospitais. "Temos de nos desenrascar com outros tipos de soros", diz. "Há sempre falta de medicamentos essenciais", entre os quais medicamentos para evitar os vómitos ou reagentes laboratoriais, como, por exemplo, tropomina, fundamental no diagnóstico de enfarte.

"As populações destas localidades estão evidentemente em risco", afirma o médico. "Passar férias no litoral alentejano, pode ser perigoso". No Verão, "os lisboetas que precisam de ir à urgência, dizem muitas vezes que isto parece África".

À falta de transportes públicos, soma-se o mau estado das estradas, cheias de curvas e de buracos, por onde as ambulâncias têm muitas vezes de passar para ir buscar doentes, e que também têm de percorrer para os levar para o hospital.

A falta de uma comunicação eficaz entre os centros de saúde e os hospitais e a desarticulação entre os bombeiros e o INEM são apontadas por Denis como outros factores que agravam ainda mais as dificuldades do acesso aos cuidados médicos nas zonas do interior do país. Muitas das situações revelam-se mesmo fatais, particularmente no caso de acidentes graves na estrada. Há casos de mortes que poderiam ter sido evitadas "se houvesse outra organização", diz o médico.

Como exemplo, conta o episódio que envolveu um homem, vítima de um desastre nos arredores de Odemira, que começou por ser transportado para a urgência do centro de saúde. Dali, foi transportado para Santiago do Cacém, onde foi decidido que, face à gravidade do seu estado, teria de ir para o Hospital de S. José, em Lisboa. Só lá chegou mais de oito horas após o acidente e acabou por morrer pouco tempo depois. Se tudo se tivesse processado mais rapidamente, o homem "poderia não ter morrido", afirma Denis.
Há outros casos recentes, como o de uma criança estrangeira de 22 meses que morreu no Centro de Saúde de Odemira depois de ter sido atropelada, em Agosto do ano passado. Deu ali entrada em paragem cardio-respiratória, quando lá se encontravam apenas um médico e um enfermeiro, um número de profissionais considerado "insuficiente" para prestar a assistência necessária, segundo o que então considerou a Ordem dos Enfermeiros.Também o bastonário dos médicos, José Manuel Silva, manifestou então as suas preocupações, lembrando que, segundo a lei, a equipa de uma urgência básica deverá ter dois médicos e dois enfermeiros em presença física. É "inaceitável" - considerou - "a saída de um enfermeiro de uma forma rotineira e frequente, deixando a unidade com um elemento, número que fica abaixo dos mínimos aceitáveis".

Mas, passado quase um ano, a situação mantém-se: quando um dos enfermeiros tem de acompanhar um doente crítico, fica apenas um enfermeiro no centro.

As crescentes dificuldades de aceder aos cuidados de saúde com que se debatem muitas pessoas, sobretudo idosas que vivem em localidades do interior, é testemunhada por Pedro Rabaça, de 44 anos, enfermeiro no hospital de Portalegre que também presta serviço no INEM. Este profissional vai buscar pessoas que vivem "no fim do mundo, longe de tudo, do poder de decisão, dos técnicos". Em zonas onde "faltam especialidades médicas, meios de diagnóstico, onde não há médicos de família, não há urgências e faltam enfermeiros".

Os efeitos da redução dos transportes de doentes financiados pelo Estado já são notórios. Face a uma situação de urgência, as pessoas que vivem em "povoações muito isoladas" e cujas reformas "mal dão para comer" ou conseguem uma boleia, ou alugam um táxi ou ficam à espera de piorar para que o INEM aceite ir buscá-las sem terem de pagar, conta Pedro Rabaça. A situação é tão preocupante, diz este enfermeiro que "há idosos que estão a trocar medicamentos por produtos básicos".

Natália está só, pobre e doente

Natália tem 57 anos e um tumor na hipófise. Recebe uma reforma de 379 euros, dos quais só fica com 315, por causa de "umas dívidas", e tem de pagar uma renda de casa de 214 euros.

Natália tem dois filhos, o mais novo desempregado ("algum ouro que tinha foi todo destruído para comer"), o mais velho com um ordenado muito pequeno. Trabalha nos serviços municipais, paga uma renda de casa de 250 euros e tem de sustentar quatro filhos. A mulher trabalha nas limpezas.

Por isso, os filhos não a conseguem apoiar. Vive em Ponte de Sor e não tem dinheiro para ir às consultas no Instituto Português de Oncologia (IPO). Também não tem dinheiro para medicamentos. Este mês ainda não pagou a luz. Já foi operada duas vezes. Queixa-se de fortes dores de cabeça. "Tenho uma vista fechada. Há dias que quase não vejo". Vai começar a fazer radioterapia. Natália está numa lista de espera para ser operada em Coimbra. "É muito longe, não conheço ninguém. Tenho uma grande tristeza".

Na semana passada, foi três vezes à urgência do Centro de Saúde de Ponte de Sor. Mas faltou à consulta de Endocrinologia no IPO.

"Às vezes, algumas pessoas amigas ajudam-me. Mas pedir, eu tenho vergonha", diz. Cada vez mais frequentemente, o médico Denis Pizhin atende doentes como ela, sem possibilidades financeiras para seguir tratamento. Sem que ninguém a verbalize, no ar fica a pergunta: quem se responsabiliza pelo que o futuro lhes reserva?

http://www.publico.pt/Local/longe-do-medico-sem-dinheiro-e-sem-transportes-1538728

Um amor, uma carreira, uma revolução: outras tantas coisas que se começam sem saber como acabarão.
Jean-Paul Sartre

Palavra puxa palavra, uma ideia traz outra, e assim se faz um livro, um governo, ou uma revolução, alguns dizem que assim é que a natureza compôs as suas espécies.
Machado Assis

As revoluções são a locomotiva da história.
Karl Marx

Para a política o homem é um meio; para a moral é um fim. A revolução do futuro será o triunfo da moral sobre a política.
Ernest Renan

A plebe apenas pode fazer tumultos. Para fazer uma revolução, é preciso o povo.
Victor Hugo

A verdadeira revolução acontece quando mudam os papéis e não apenas os autores.
Gilbert Cesbron

As ocasiões fazem as revoluções.
Machado de Assis

Ser jovem e não ser revolucionário é uma contradição genética.
Che Guevara

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Crise Económica Portuguesa Fruto Da Corrupção: "Responsabilização Criminal dos Políticos" Judite de Sousa, Medina Carreira e o Advogado José António Barreiros in TVI 24 Olhos Nos Olhos



É preciso combater a corrupção que assola Portugal, seguir o exemplo da Islândia, responsabilizar os políticos criminalmente e recuperar a Soberania Nacional.

Com Judite de Sousa e Medina Carreira.
Tema da semana: Criminalização dos Políticos
TVI 24 Olhos Nos Olhos Convidado da semana: O Advogado José António Barreiros.



o fiscalista Henrique Medina Carreira diz que "os políticos sérios deviam ser os primeiros a tomar a iniciativa de propor a criminalização".

"Medina Carreira, que foi ministro das Finanças do I Governo Constitucional, entre 1976 e 1978, afirma que a política deve ser vista "como um serviço ao País e como uma honra". Por isso, acrescenta, "deveriam ser os políticos sérios a assumir uma iniciativa como esta".

O advogado José António Barreiros defende que se um comeciante é responsabilizado e preso por burla, os políticos também devem ser.





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Fotografia Política Global, Feira de Vaidades Pessoais, A Realidade Ultrapassa A Imaginação! Desabafos do Zé “Quem Não Quer ser Lobo…” no Jornal da Pequena Vila Alentejana de Nisa



O texto abaixo, um artigo de opinião do jornal de Nisa, é um fiel relato do ocorrido numa reunião pública de um órgão autárquico local da pequena Vila alentejana de Nisa, onde o narrador fica surpreendido por os político negócios da realidade política ultrapassarem largamente a imaginação, e que pode ser considerado um breve sumário do retrato da política global, com uma agenda de médio longo prazo, programada e controlada pelos assassinos económicos, dos ladrões do Gang das privatizações da máfia bancária do braço tentaculal do polvo da Comissão Trilateral da Conspiração do Clube bilderberg.



<<< “Quem não quer ser lobo…”

Quarta, 08 Fevereiro 2012 09:47 Jornal de Nisa

Assisti um destes dias a uma reunião pública de um órgão autárquico local, não pela natureza dos assuntos a serem discutidos, mas porque, os comentários que ouvia na praça pública, lentamente, foram minando a minha curiosidade. Assim, a muito custo, lá assumi que este meu interesse teria de ser satisfeito.

A surpresa foi grande. Não que não antevisse já alguns comportamentos dos “ilustres” representantes do povo, até porque os conheço há muito (andei até com alguns ao colo), mas tudo o que pudesse imaginar, ficaria muito longe da realidade, ou como diria o povo (do qual não me canso de repetir que faço parte) era «ver para crer como S. Tomé»!

Durante horas, discutiram-se assuntos importantes que estavam agendados (se não fossem necessários não teriam de ser ali discutidos, não é?) mas parecia que poucos os tinham lido e preparado; a essência das questões era deixada ao correr da discussão, para logo uma voz mais viva (e audível) que se distinguia sobre as demais, conseguisse direccionar para ataques dirigidos a este ou aquele membro. As dúvidas apareceram e avolumaram-se, foram pedidos esclarecimentos, as respostas surgiram, umas esclarecedoras, outras nem tanto

Feito o balanço, pouco foi resolvido. Aliás, no final, o cansaço venceu mesmo os mais resistentes e já poucos assistiam a tamanha feira de vaidades pessoais

E eu, que sou do povo e que exerço o meu direito (dever?) em todas as eleições, não me revejo nas atitudes desta gente! Vaidade, arrogância, má educação, e acima de tudo, falta de respeito por todos os que eles ali representam

E os senhores eleitos, queixam-se, queixam-se mas…se é assim tão penosa esta vossa vida, meus senhores, cedam o lugar a quem queira trabalhar em nome e para o povo é que, “quem não quer ser lobo, não lhe veste a pele”!

[Publicado na edição de 27 de janeiro de 2012 do Jornal de Nisa (n.º 33, II Série)] >>>

in Jornal de Nisa Desabafos do ZÉ "Quem não quer ser lobo..."

Perante tão fiel retrato (realidade), só nos resta lutar e seguir a solução da Islândia, que é a única forma de resolver a crise.

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