... Julgo que depois destes malabarismos, os currículos das pessoas com funções políticas activas com o propósito de praticar o bem comum de uma nação, devem ser exigidos e publicados em Diário da Republica para qualquer cidadão poder consultar e certificar-se das habilitações de cada politico. Não deve ser uma opção, mas uma condição contemplada numa lei própria para o efeito, pois como sabemos, nenhum trabalhador é admitido numa função numa empresa, sem referências e/ou curriculo académico/profissional. será verdade que o PS está "calado" neste caso da licenciatura de M. Relvas porque o Irmão Maçon António Seguro dos Bancos (da Universidade Lusófona) foi um dos professores envolvido no processo?...

Justiça Brasil Portugal: Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro Acusação ao Advogado DOMINGOS DUARTE LIMA



Aqui está a dita cuja,

Acusação a DOMINGOS DUARTE LIMA, português, advogado, filho de Adérito Lima e Maria de Jesus Duarte, nascido em 20/11/1955, natural de Poiares, Peso da Régua, Portugal, portador do Bilhete de Identidade nº 3663590, emitido em Lisboa, e do Passaporte nº J505358, emitido pela República Portuguesa em 28/03/2008, com escritório na Avenida Visconde de Valmor, nº 1-A, 11º andar, Lisboa, Portugal, pelo fato a seguir exposto.





EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DE DIREITO DA 2ª VARA JUDICIAL DA COMARCA DE SAQUAREMA - RJ


Ref. Inquérito Policial nº 021/2010 - Divisão de Homicídios

O MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, por meio da Promotora de Justiça que essa subscreve, no uso de suas atribuições legais e constitucionais, vem muito respeitosamente perante Vossa Excelência, oferecer


DENÚNCIA


em face de DOMINGOS DUARTE LIMA, português, advogado, filho de Adérito Lima e Maria de Jesus Duarte, nascido em 20/11/1955, natural de Poiares, Peso da Régua, Portugal, portador do Bilhete de Identidade nº 3663590, emitido em Lisboa, e do Passaporte nº J505358, emitido pela República Portuguesa em 28/03/2008, com escritório na Avenida Visconde de Valmor, nº 1-A, 11º andar, Lisboa, Portugal, pelo fato a seguir exposto.

No dia 07 de dezembro de 2009, por volta das 22h00min., na rodovia RJ-118, a 100m do entroncamento com a Rua 96, no Distrito de Sampaio Correa, Município de Saquarema – RJ, o denunciado DOMINGOS DUARTE LIMA, de forma livre e consciente, com vontade de matar, desferiu disparos de arma de fogo contra a vítima Rosalina da Silva Cardoso Ribeiro, causando-lhe as lesões corporais descritas no Auto de Exame Cadavérico de fls. 76/77 (Volume I), as quais, por sua natureza, sede e extensão, foram a causa de sua morte



Conforme o apurado, a vítima Rosalina da Silva Cardoso Ribeiro manteve relacionamento amoroso com Lúcio Thomé Feteira durante 30 (trinta) anos, o que findou com o falecimento desse, no ano de 2000. Além de companheira, a vítima possuía contas bancárias conjuntas com Lúcio Thomé Feteira e administrava seus negócios, sendo seu patrimônio avaliado e torno de R$ 100.000.000,00 (cem milhões de reais).



Com a morte de Lúcio Thomé Feteira, a vítima, que não participava plenamente da herança, transferiu valores da conta conjunta que mantinha com Lúcio Thomé Feteira para contas bancárias apenas em seu nome. Em seguida, a vítima transferia os valores para contas bancárias de terceiros, dentre os quais o advogado português Domingos Duarte Lima.


Ocorre que a filha de Lúcio Thomé Feteira, Sra. Olímpia de Azevedo Thomé Feteira de Menezes, descobriu as manobras fraudulentas de Rosalina (fls. 117/120 do Volume II) e ajuizou em face dela processo criminal (fls. 96/107 do Volume II). Ao saber de tal fato, o denunciado DOMINGOS DUARTE LIMA insistentemente pedia para que Rosalina assinasse uma declaração isentando-o de qualquer responsabilidade em relação aos valores transferidos para sua conta bancária, afirmando, ainda, que o denunciado não estaria na posse de qualquer valor proveniente de Rosalina.


Entretanto, Rosalina negou-se a assinar qualquer declaração nesse sentido e veio para o Brasil para resolver alguns negócios, com data de retorno à Portugal dia 12 de dezembro de 2009. Assim, Rosalina figurava como peça chave para incriminação do denunciado que, ao que tudo indicava, teria que devolver a quantia outrora depositada em sua conta bancária, no montante de €5.250.229,00 (cinco milhões, duzentos e cinquenta mil, duzentos e vinte e nove euros), conforme se verifica à fl. 119 do Volume II.


No dia 06 de dezembro de 2009, DOMINGOS DUARTE LIMA marcou um encontro com Rosalina para o dia seguinte e saiu de Belo Horizonte – MG, onde estava, e veio para o Rio de Janeiro, mais especificamente na Região dos Lagos, tendo passado no km 58 da RJ 106 – Reta de Sampaio Correa – às 17h07min, o que pode ser comprovado por meio da multa de trânsito aplicada ao veículo Ford Focus placas HCF-1967, conduzido pelo denunciado (fl. 282 do Volume III).


No dia 07 de dezembro de 2009, DOMINGOS DUARTE LIMA apanhou a vítima Rosalina na esquina do quarteirão onde ela morava, no bairro do Flamengo – RJ -, por volta das 20h00min, tendo levado-a para a Região dos Lagos. O veículo conduzido pelo denunciado, acima mencionado, passou pelo km 28 da RJ 106, sentido Saquarema, às 21h38min, tendo passado pelo mesmo local, em sentido contrário (via Niterói), às 22h37min., o que pode ser comprovado por meio das multas de transito aplicadas ao veículo – fls. 278 e 280 do Volume III.


Na rodovia RJ-118, a 100m do entroncamento com a Rua 96, no Distrito de Sampaio Correa, Município de Saquarema – RJ, por volta de 22h00min, o denunciado DOMINGOS DUARTE LIMA, com dolo de matar, desferiu disparos de arma de fogo contra a vítima Rosalina que, por sua natureza, sede e extensão, foram a causa de sua morte.


Saliente-se que, embora o denunciado tenha afirmado que deixou a vítima em Maricá, no Hotel Jangada, com uma mulher chamada Gisele, supostamente interessada em adquirir um terreno de propriedade de Rosalina, essa afirmação foi totalmente desmentida no curso da investigação criminal. Isso porque o veículo que o denunciado conduzia sequer entrou em Maricá, o que pode ser demonstrado pelas multas de trânsito já mencionadas.


Não bastasse isso, não houve qualquer hóspede chamada Gisele hospedada no Hotel Jangada ou em suas dependências, o que foi atestado pela direção do hotel e corroborado pelas imagens da câmera do circuito interno, que não acusou a presença de uma mulher com as características descritas pelo denunciado, muito menos a presença da vítima Rosalina (informação à fl. 55 – Volume I).



Some-se a tudo isso o fato de a vítima ser pessoa de idade avançada – 74 anos -, temerosa em sair de casa à noite quando estava no Brasil e nenhuma de suas amigas confidentes ou mesmo seu advogado pessoal tiveram conhecimento sobre uma pessoa do sexo feminino interessada na compra do terreno em Maricá, embora a vítima contasse tudo que acontecia em sua vida, cotidianamente, a essas pessoas.


Diante do que foi exposto, conclui-se que o denunciado atraiu a vítima com o intuito de ceifar sua vida, sendo a motivação do crime o fato de ela não assinar a declaração insistentemente solicitada pelo denunciado, no sentido de que ele não estaria na posse e não era devedor de qualquer valor por ela repassado.


O crime foi cometido por motivo torpe, pois o denunciado matou a vítima justamente porque ela não quis assinar declaração no sentido de que ele não possuía qualquer valor transferido por ela, não satisfazendo os interesses financeiros do denunciado, o que demonstra sua ausência de sensibilidade e demonstra sua depravação moral.


O crime também foi cometido mediante recurso que dificultou a defesa da vítima, já que ela era uma senhora de 74 anos, temerosa em deixar sua casa no período noturno, porém foi levada para lugar ermo, sem qualquer possibilidade de resistência ao ataque perpetrado pelo denunciado.


Além disso, o crime foi praticado para assegurar a vantagem de outro crime, qual seja, o auxílio ao desvio de valores do espólio de Lúcio Thomé Feteira em prol de Rosalina, que foi objeto de processo criminal ajuizado por Olímpia Feteira, com trâmite em Portugal.


Assim agindo, o denunciado está incurso nas sanções do artigo 121, parágrafo segundo, incisos I, IV e V, do Código Penal.



Ante o exposto, o Ministério Público requer, após o recebimento da denúncia, seja o denunciado citado, por meio de carta rogatória, para responder aos termos da presente, esperando ao final seja julgada procedente a pretensão punitiva estatal com a conseqüente PRONÚNCIA e posterior envio do denunciado a julgamento perante o Conselho de Sentença.



Requer, ainda, a notificação e requisição das testemunhas abaixo arroladas, para serem ouvidas em Juízo:



Rol de testemunhas:



1- Normando Antônio Ventura Marques – advogado da vítima – fls. 08/09 do Volume I;

2- Rosemary Satiro Espinola – amiga da vítima – fls. 27/29 do Volume I;

3- Maria Alcina Pinto da Costa Duarte - amiga da vítima – fls. 29/31 do Volume II;

4- Jaime Alexandre de Gouveia Moreira – amigo da vítima – fls. 48/49 do Volume I;

5- Olímpia de Azevedo Thomé Feteira de Menezes – filha de Lúcio Thomé Feteira - fls. 83/87 do Volume II;

6- Armando Manuel Custódio de Carvalho – afilhado da vítima – fls. 408/409 do Volume III;

7- Rogério Rodrigues Lima – Comissário de Polícia;

8- Edson Henrique Damasceno – Delegado de Polícia.



Saquarema, 27 de outubro de 2011.



Gabriela de Aguillar Lima
Promotora de Justiça

Mat. 4875


Promotoria de Justiça Criminal de Saquarema - RJ

Ref. Inquérito Policial nº 021/2010 - Divisão de Homicídios



MM. Juiz,


1- Ofereço denúncia, em separado, em face de DOMINGOS DUARTE LIMA, pela prática do crime descrito no artigo 121, parágrafo segundo, incisos I, IV e V, do Código Penal, em sete laudas impressas e rubricadas somente no anverso;


2- Em diligências, o Ministério Público requer:

2.1. a vinda da Folha de Antecedentes Criminais e da Certidão de Antecedentes Cartorários em nome do denunciado, devidamente esclarecidas;

2.2. a comunicação da deflagração da presente ação penal contra o ora denunciado aos órgãos de praxe, notadamente à VEP, IFP/RJ, INI e SSP/RJ;

2.3. a comunicação da deflagração da presente ação penal contra o ora denunciado à Difusão Vermelha da Interpol;

2.4. expedição de ofício ao Exmo. Subprocurador Geral da República, Dr. Edson Oliveira de Almeida, Coordenador da Assessoria de Cooperação Jurídica Internacional da Procuradoria Geral da República, solicitando a intermediação no cumprimento da carta rogatória a ser enviada às autoridades portuguesas. O ofício deverá ser endereçado à SAF Sul, quadra 04, conjunto C, bloco A, gabinete 512, CEP: 70.050-900, Brasília, Distrito Federal.


3- Por fim, o Ministério Público requer a decretação da PRISÃO PREVENTIVA de DOMINGOS DUARTE LIMA. A prisão preventiva justifica-se para preservar a prova processual, garantindo sua regular aquisição, conservação e veracidade, imune a qualquer ingerência nefasta do agente.


A custódia preventiva é uma forma eficaz de se assegurar a futura aplicação da pena, que será fatalmente frustrada caso o agente não seja colocado no cárcere. Isso porque o denunciado nunca colaborou com as investigações penais e, nas oportunidades em que se manifestou, apresentou subterfúgios com o fito de furtar-se à aplicação da lei penal.


Também é de notório conhecimento que o réu era pessoa influente em Portugal, chegando figurar como parlamentar naquele país, e que tem por hábito trafegar por diversos países.


Diante desse quadro, também fica claro que as medidas cautelares, alternativas à prisão preventiva (artigo 319 do Código de Processo Penal) não são suficientes, adequadas e proporcionais à gravidade do fato praticado e à periculosidade do réu – que é capaz de matar quem não satisfaça seus desejos pessoais e interesses financeiros.

Para arrematar, garantir da presença do réu em Juízo é medida imperiosa, bem assim na tendência de preservar eventuais ingerências ou que assimile o devido processo legal como instrumento inútil à garantia da segurança pública e da própria ordem pública. Logo, a custódia é conveniente à instrução criminal e aplicação da lei penal, restando presentes os requisitos do artigo 312 do CPP.


Saquarema, 27 de outubro de 2011



Gabriela de Aguillar Lima
Promotora de Justiça

Mat. 4875

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Máfia Portuguesa: Maçonaria, Corrupção, Escandâlo Universidade Moderna, Paulo Portas, Santana Lopes e Casa do Sino



A maçonaria está por todo o lado.

Para intervir activamente na sociedade civil, cria as chamadas instituições para-maçónicas, como o Rotary Club. Entidades como a Academia das Ciências de Lisboa, a Universidade Livre, os Pupilos do Exército, a Voz do Operário, a editora Hugin ou o Montepio Geral foram pensadas primeiro em lojas maçónicas e só depois lançadas na sociedade civil, normalmente com maçons na sua direcção.

Foi isso que aconteceu também com a Universidade Moderna. Um professor maçom que esteve ligado ao projecto desde o início garante que a ideia foi desenvolvida na maçonaria. "O José Júlio Gonçalves e o Oliveira Marques [historiador que morreu recentemente] estavam em conflito porque os dois queriam ser reitores", afirma. "Nessa altura, a ideia era chamar-lhe Europa, mas um dia o José Júlio, que era quem tinha arranjado forma de viabilizar o projecto, perdeu a paciência e disse ao Oliveira Marques para fazer a sua própria universidade.


Foi quando criou a Moderna." A versão é contestada por Nandim de Carvalho, fundador e primeiro presidente da Assembleia Geral da Universidade, que garante que Oliveira Marques "não teve participação" na ideia. O projecto acabaria por dar origem a um dos maiores escândalos políticos dos últimos 20 anos, envolvendo a imagem da maçonaria, sobretudo da GLRP.

E envolvendo também, a imagem de alguns políticos, como Paulo Portas, que foi o primeiro gestor da empresa de sondagens da maçónica universidade Moderna, a Amostra, e que conduzia um Jaguar da Moderna, ou Santana Lopes, que também geriu a Amostra e que tinha ao serviço um Mercedes Classe A - carros disponibilizados por José Braga Gonçalves, administrador da universidade, filho de José Júlio Gonçalves e membro da maçonaria da Casa do Sino.




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Máfia Portuguesa: Investigação Universo Secreto Maçonaria, Maçons, GLLP GLRP GOL Politicos, Ministros, Diplomatas Espiões, Serviços Secretos, PS, PSD, CDS



INVESTIGAÇÃO o universo secreto da maçonaria

AS LIGAÇÕES PODEROSAS DA ORGANIZAÇÃO QUE NÃO QUER APARECER

A MAÇONARIA POR DENTRO

São militantes do PS, do PSD e do CDS; são ministros, diplomatas e elementos dos serviços secretos.

A SÁBADO teve acesso a informações e documentos internos que mostram onde estão os maçons em Portugal, o que controlam e alguns dos rituais menos secretos que são obrigados a seguir.

Para perceber como vive a organização mais misteriosa da sociedade e quais as suas ligações ao poder.

Por António José Vilela e Fernando Esteves

De venda negra a cobrir os olhos, com a perna esquerda das calças arregaçada e uma parte do peito completamente à mostra, aquele que ainda hoje é um dos homens mais influentes de Portugal conseguia apenas distinguir sons, vozes e instruções dadas pelo venerável mestre da loja maçónica a que estava prestes a aderir como maçon aprendiz. Na derradeira prova antes de poder ser um membro de pleno direito do Grande Oriente Lusitano (GOL), fizeram-no dar três voltas completas, de olhos vendados, ao templo maçónico - todas elas com um significado simbólico (ver infografia). Sempre acompanhado pelo mestre de cerimónias, o homem que se certifica de que o ritual é escrupulosamente cumprido, superou o teste. Pelo caminho, teve de ouvir barulhos de espadas a bater no chão e mulheres a bater nas madeiras  e teve de sentir o calor do fogo e a temperatura fria da água. Já com os percursos feitos sempre da esquerda para a direita da loja; que é como quem diz das trevas para a luz -, mas ainda de olhos vendados, foi conduzido ao altar. Estava na altura de finalmente ser iluminado pela figura do venerável. Ao cair da venda, veria a luz.



Viu mais do que isso: um conjunto de homens com aventais de cores e disposições variadas, alinhados como numa parada militar. À sua frente, o líder da loja levantou uma espada que atravessava o testamento maçónico que escrevera antes de entrar na loja, numa câmara escura e sombria, com caveiras humanas desenhadas nas paredes. Nesse pedaço de papel registara as suas últimas reflexões profanas, que começavam agora a ser despedaçadas pelas chamas. Jorge Coelho - um dos mais influentes militantes da história do Partido Socialista estava a entrar num mundo desconhecido da maior parte dos portugueses: - o universo secreto da maçonaria.



ANTES DELE - QUE CHEGOU ao GOL há pelo menos seis anos, durante o grãomestrado de Eugénio de Oliveira (1996 / 02) -, muitas outras figuras influentes da sociedade portuguesa passaram pelo ritual iniciático. Entre elas, Almeida Santos (ex-presidente da Assembleia da República), António Vitorino (antigo ministro socialista da Defesa e excomissário europeu), João Soares (ex-presidente da Câmara Municipal de Lisboa), João Cravinho (ex-ministro das Obras Públicas e actual administrador do Banco Europeu para a Reconstrução e Desenvolvimento), Ricardo Sá Fernandes (advogado e ex-secretário de Estado dos Assuntos Fiscais), Maldonado Gonelha (administrador da Caixa Geral de Depósitos e exministro da Saúde), Isaltino Morais (presidente da Câmara Municipal de Oeiras) e António de Sousa Lara (ex-subsecretário de Estado da Cultura de um governo de Cavaco Silva e professor, que acabou envolvido no escândalo da Universidade Moderna). Esta é uma curta lista entre milhares de nomes, divididos por várias obediências - as mais representativas são o Grande Oriente Lusitano (GOL), liderado pelo ex-deputado sodalista António Reis, e a Grande Loja Regular de Portugal (GLRP), dirigida pelo escritor Mário Martin Guia - que se movem em todos os sectores de actividade. É a acção conjunta destes homens, que se reúnem entre as paredes discretas dos templos maçónicos, repletos de símbolos e artefactos, que forma o designado "lóbi maçónico".



O último episódio demonstrativo da proximidade entre a maçonaria e o poder surgiu na mais recente remodelação governamental. António Costa saiu para ser candidato à Câmara Municipal de Lisboa e, para seu sucessor na pasta da Administração Interna, foi designado Rui Pereira, que hoje é visto como um dos nomes mais fortes do GOL. Fez parte da Loja Convergência, liderada por Luís Nunes de Almeida, o ex-presidente do Tribunal Constitucional (TC) falecido em 2004 e em cujo funeral maçons de várias lojas e obediências fizeram - sem o conhecimento do prior Horácio Correia, responsável pela Basílica da Estrela – uma cadeia de união (ritual maçónico em que todos dão as mãos e proferem as últimas palavras de homenagem ao morto). O acto decorreu discretamente na casa mortuária, longe dos olhos de elementos não maçons, os "profanos".

Frequentador assíduo destas e de outras reuniões maçónicas, Rui Pereira dividiu ultimamente tarefas entre a visível coordenação da Unidade de Missão para a Reforma Penal e a presidência-sombra do Supremo Tribunal Maçónico, que acabou por abandonar, segundo fontes do GOL, quando foi há poucos meses escolhido pelo PS para integrar o Tribunal Constitucional.

Hoje faz parte da Loja Luís Nunes de Almeida - criada em homenagem ao jurista falecido após a cisão registada na Loja Convergência, que continuou a ter, entre outros membros, Luís Fontoura, social-democrata e ex-secretário de Estado da Cooperação dos governos de Balsemão, e Abel Pinheiro, administrador da Grão-Pará e o ex-homem-forte das finanças do CDS, arguido no processo judicial Portucale. Contactado pela SÁBADO, Abel Pinheiro assume uma ligação de mais de 20 anos à maçonaria, considerando que esta “não tem qualquer espécie de poder”.

SE NÃO TEM PODER oficialmente, pelo menos está "representado" em vários órgãos de poder. Rui Pereira, o actual ministro da Administração Interna, já foi director, entre 1997 e 2000, do Serviço de Informações de Segurança (SIS) e mantém desde então relações próximas com o mundo da espionagem portuguesa. Rui Pereira - que não quis falar com a SÁBADO sobre a sua ligação à maçonaria - é também olhado como uma ponte entre o GOL e a GLRP [Grande Loja Regular de Portugal], através do seu grande amigo José Manuel Anes. Além de ser hoje grão-mestre honorário da GLRP, Anes é director da revista maçónica Aprendiz e da publicação Segurança e Defesa, lançada em Outubro de 2006 pela editora Diário de Bordo, e onde escrevem vários elementos ligados aos serviços secretos.

Os membros da maçonaria têm marcado presença na definição das opções do País, em especial junto de governos socialistas. Há áreas em que os maçons actuaram desde sempre, como a administração interna e os serviços de informações, e outras em que a sua influência é grande. Os governos de António Guterres são um exemplo claro. Jorge Coelho, enquanto ministro da Administração Interna, teve como secretário de Estado Armando Vara - outro maçom, que hoje é administrador da Caixa Geral de Depósitos, nomeado pelo Governo.

No exercício das suas competências, Coelho nomeou em 1997, para dirigir o SIS, Rui Pereira, que acabou por sair três anos depois para ocupar o cargo de secretário de Estado da Administração Interna. Jorge Coelho - que não quis falar à SÁBADO de maçonaria ("Nunca falei disso com ninguém, mas vou ter muito gosto em ler o artigo") - já então tinha trocado a pasta da Administração Interna pela do Equipamento Social e Rui Pereira ficou sob a alçada de Alberto Costa, hoje ministro da Justiça e que desmentiu à SÁBADO qualquer ligação à maçonaria. NESSE MESMO GOVERNO, em 2000, Fausto Correia, outro histórico do Grande Oriente Lusitano, ocupou o cargo de secretário de Estado adjunto do ministro de Estado, o seu amigo e "irmão" Jorge Coelho. Noutra área, a dos Assuntos Fiscais, estava o advogado de Carlos Cruz no processo Casa Pia, Ricardo Sá Fernandes, também ele membro do GOL. Mas a presença dos maçons no executivo de António Guterres não pára aqui.

Na área da Habitação estava Leonor Coutinho, há muito mestre na Grande Loja Feminina de Portugal. O secretário de Estado da Saúde era José Miguel Boquinhas (maçom e amigo de Jorge Coelho, de quem passou a ser sócio numa clínica de exames laboratoriais, a Fisiocontrol), que chegou a candidatar-se, há cerca de três anos, a bastonário da Ordem dos Médicos com fortes apoios de médicos (até sindicalistas) maçons.

Acabou por perder para Pedro Nunes, o actual bastonário, que por sua vez sucedeu a Germano de Sousa, outro elemento do GOL. Também Rui Cunha, um maçom do GOL recentemente nomeado pelo Governo para provedor da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, foi secretário de Estado adjunto do ministro do Trabalho e da Solidariedade. Ainda no mesmo Executivo, Armando Vara, depois de ter desempenhado as funções de secretário de Estado da Administração Interna, foi nomeado ministro da Juventude e do Desporto. Carlos Zorrinho, que era na altura secretário de Estado adjunto do ministro da Administração Interna, entrou há pouco para o GOL.

Segunda-feira, 18h30, Janeiro de 2007. Dois homens de fato escuro e gravata saem do n.º 17 da Rua João Saraiva, em Alvalade, e atravessam apressadamente a estrada neste fim de tarde já escuro. Dirigem-se a uma carrinha cinzenta Citroën C5. Abrem a mala, retiram aquilo que parecem roupas dobradas e uma maleta de cabedal preto, com pequenas rodas, que um deles arrasta pelo chão.

Num instante, já estão a regressar ao edifício, mas ainda falta cerca de meia hora para a reunião da Loja Mercúrio, talvez a mais secreta da maçonaria regular portuguesa. À medida que o tempo vai passando, começam a chegar os carros. Um BMW 520i segue devagar, o motorista leva-o algumas dezenas de metros adiante, dobra a esquina e estaciona. Jorge Silva Carvalho, o chefe de gabinete que o secretário-geral do SIRP (Serviço de Informações da República Portuguesa) requisitou ao SIS, sai do banco traseiro, ajeita o fato azul-escuro e põe-se calmamente a caminho, deixando para trás o carro que é propriedade da secreta militar e que, desde 2002, foi cedido ao gabinete do director do SIRP, Júlio Pereira.

Quase no mesmo instante, mas do outro lado da rua, o motorista de um BMW propriedade da Câmara Municipal de Oeiras estaciona e um homem sai apressado em direcção ao edifício degradado. É Isaltino Morais, que se junta a Emanuel Martins, líder do PS de Oeiras e um dos 17 maçons presentes na reunião de irmãos que se vai prolongar por mais de duas horas. Emanuel Martins tem sido o principal responsável pelo facto de Isaltino Morais ainda não ter caído da presidência da câmara: contra todas as expectativas, o líder da oposição tem vindo a manifestar solidariedade para com o autarca e seu "irmão", acusado pelo Ministério Público dos crimes de corrupção, branqueamento de capitais e abuso de poder.

Questionado pela SÁBADO sobre o assunto, Isaltino Morais não quis falar. Por essa altura, já outros carros topo de gama procuram estacionamento. Alguns estão a coberto do anonimato assegurado pelos registos - uns são Mercedes em leasing, outros são Audis registados em nome de empresas. Outros nem tanto, como são o caso de um Citroën C5 azul guiado por Paulo Miranda, o homem que foi vice-presidente do Conselho Nacional do CDS, ou o Opel Vectra que é propriedade do ex-reitor da Universidade Moderna, Britaldo Rodrigues.

Hoje é dia de iniciações de aprendizes, gente que vai entrar nos segredos da maçonaria. Um homem de cerca de 50 anos parece perdido. Olha para os edifícios em redor, agarra no telemóvel e obtém a confirmação do número da porta. Lá dentro, no andar superior ao corredor dos Passos Perdidos (onde são afixados os nomes de quem está em vias de ser iniciado), José Moreno, o social-democrata subdirector do Gabinete de Planeamento do Ministério das Finanças, e Paulo Noguês, especialista em marketing político e institucional, estão a postos para iniciar os rituais secretos da Grande Loja Regular de Portugal, que serão inevitavelmente seguidos de um ágape, uma espécie de convívio de homenagem aos recém-admitidos.

OS NOVOS “IRMÃOS” terão aí a oportunidade de, pela primeira vez, tomar contacto com a linguagem codificada da instituição: obedecendo às instruções dos mestres (o grau máximo que se pode atingir numa loja maçónica), pegam num "canhão" (copo), "carregam-no" (enchem-no) de "pólvora forte branca" (vinho branco) ou, em alternativa, de "pólvora forte vermelha"ite  (vinho tinto) ou de "pólvora explosiva" (champanhe); "alinham" (colocam os copos em linha) e "fazem fogo" (bebem).

A bebida é frequentemente acompanhada de "materiais" (comida). Há quem opte por colocá-los na "telha" (prato), agarrando na "trolha" (colher) ou no "tridente" (garfo), para de seguida "demolir os materiais" (mastigar). Para que o ambiente permaneça descontraído, é possível experimentar "pólvora do Líbano" (tabaco) ou "fazer fogo" com "pólvora fulminante" (licor). Normalmente este ritual tem lugar na sede da própria obediência, mas o edifício degradado em que funciona a maçonaria regular, situado em Alvalade, não é propício a grandes convívios. Resultado: os "irmãos" preferem carregar a simbologia para o restaurante mais próximo, onde discretamente convivem ao jantar. Como aconteceu nessa noite.

A GLRP é uma verdadeira salada de frutas de políticos. Reúne socialistas e monárquicas, sociais-democratas e centristas (CDS-PP). Todos se dizem homens bons à procura do aperfeiçoamento individual e da humanidade, mas poucos se questionam sobre alguns dos episódios polémicos daquela obediência em Portugal, como o da estratégia montada durante largos meses pela direcção da Grande Loja para conseguir uma nova sede - um palacete situado em pleno Príncipe Real, em Lisboa - cedida pelo ex-presidente da Câmara de Lisboa, Carmona Rodrigues.

Para "seduzir" o agora recandidato, a GLRP até lhe atribuiu uma importante condecoração maçónica, a grã-cruz da Ordem Honorífica Gomes Freire de Andrade. A divulgação do caso pela SÁBADO, em Abril, levou o vereador do Bloco de Esquerda, José Sá Fernandes, a fazer um requerimento para saber exactamente o que tinha sido acordado.

Nunca  obteve resposta, mas, ao que tudo indica, o palacete vai mesmo chegar às mãos da GLRP. De resto, o universo da autarquia lisboeta é um autêntico caldeirão maçónico. A SÁBADO sabe que o antigo chefe de gabinete de Carmona Rodrigues, Cal Gonçalves, é maçom.

O mesmo sucede com vários membros da oposição no PS Lisboa, como Rui Paulo Figueiredo, que pertence à Loja Mercúrio, ou Miguel Coelho, líder da distrital do partido, Dias Baptista, líder do PS na autarquia, ou ainda Rosa do Egipto (recém-nomeado administrador da EPUL), Arnaldo João (advogado e ex-EPUL) e Gonçalo Velho (PS de Carnide).

Em declarações à SÁBADO, José Manuel Anes afirma que ainda não acredita que o negócio em causa estivesse em marcha: "Estou profundamente triste pelo que li na vossa revista. Fiquei de boca aberta. A minha sensibilidade maçónica ficou ofendida". Nandim de Carvalho, ex-grão-mestre da GLRP, não percebe Anes: "Isso não tem ponta por onde se lhe pegue. É uma declaração ininteligível." E Nandim de Carvalho não fica incomodado com o secretismo com que toda a operação estava a ser planeada.

SEGUNDO DOCUMENTOS a que a SÁBADO teve acesso, também já houve comendas atribuídas aos presidentes das Câmaras de Setúbal e Palmela, respectivamente, Carlos Sousa e Ana Teresa Vicente. As autarquias são outro dos sectores onde a maçonaria também tenta ter uma presença forte.

Em Maio e Junho de 2001, o GOL organizou a exposição Maçonaria na Figueira, realizada no museu camarário. Em documentos internos da organização que a SÁBADO consultou, é destacado o "empenho e o profissionalismo" de diversas pessoas.

Entre elas, o então vereador social-democrata Miguel Almeida. Melhor, o "irmão" Miguel Almeida, que seria braço-direito de Santana Lopes na Câmara de Lisboa, e que por diversas vezes o aconselhou a visitar o GOL e a subsidiar vários eventos da instituição. À SÁBADO, o actual deputado sublinha que não lhe repugna que os membros da instituição procurem ajudá-la.

"Se for para defender os valores da casa, não acho mal, pelo contrário", afirma.

Será apenas coincidência, mas os maçons estão sempre a encontrar-se nas autarquias. Ainda nas últimas eleições, depois de Manuel Maria Carrilho ter feito uma manobra de antecipação, anunciando a disponibilidade para ser candidato do PS a Lisboa, João Soares, expresidente da Câmara, resignou-se ao facto de ter de se candidatar à liderança de outra cidade. Acabou por conseguir ser a aposta do PS a Sintra.

O coordenador autárquico do partido era o seu "irmão" Jorge Coelho. Uma curiosidade: João Soares é um maçom sui generis. Na sua loja recusa-se terminantemente a usar o tradicional avental, por considerar que é "abichanado". Em declarações à SÁBADO, João Soares confirma: "Uso avental em casa, não sou pessoa de grandes rituais. Estou lá pelo espírito republicano e laico da organização".

Um espírito que é defendido intransigentemente pelo grão-mestre António Reis. "Não telecomandamos pessoas ou grupos. Faço uma distinção total entre a espiritualidade ética e laica e os grupos de pressão que não somos", diz. Vítor Ramalho, deputado do PS e maçom assumido, tem mais dúvidas. "Vejo com grande criticismo a entrada de certas pessoas e houve um período em que a maçonaria abriu as portas de forma menos avisada", refere.

Resumindo: todos terão a consciência de que para manter o espírito puro é necessário muito esforço interno. Se não, veja-se a declaração de princípios da lista encabeçada em 2002 por António Arnaut, na qual se mencionava a corrupção e o compadrio nos partidos políticos, defendendo-se até a existência de um "novo tipo de prática maçónica" que levasse os "irmãos" para longe das disputas partidárias, tanto mais que os partidos, "que deviam ser intérpretes do interesse nacional e escolas de civismo", se transformaram em "máquinas de conquista de poder e agendas de emprego".

O diagnóstico era, portanto, desanimador. "A corrupção alastra, o compadrio substitui o mérito, o interesse material oblitera o dever de servir a comunidade", dizia o documento, apontando outros potenciais culpados: "São as multinacionais que inspiram certas leis e são os canais de televisão que ditam as regras, criam factos políticos e impõem a obscenidade."

EM 1998, Fernando Negrão, o actual candidato do PSD à Câmara de Lisboa, que era então director da Polícia Judiciária, afirmou ao jornal Expresso que a maçonaria "com certeza democratizará a sua visibilidade". Inquirido pelo mesmo jornal, Jorge Coelho, que era ministro da Administração Interna, disse que não faria sentido uma investigação sobre quem é quem na maçonaria portuguesa porque a época das perseguições já passara. O ponto de vista do exdirigente socialista parece ter vingado: na discussão que decorreu no ano passado no Parlamento, os deputados esclareceram muito bem quais seriam as novas regras do registo público de interesses a vigorar a partir de 2009. De fora ficaram, por proposta do PS e com a abstenção de toda a oposição, as ligações à maçonaria.

O desejo de secretismo sobre os membros da instituição vem de longe e mantém-se até hoje. Até para se reconhecerem em público os maçons utilizam códigos. Um exemplo: dois "irmãos" estão a falar em público sobre um qualquer assunto da loja a que pertencem. Um deles percebe que há um "profano" que se aproxima. Para avisar o interlocutor, diz a seguinte frase: "Está a chover." Outro ainda: um membro desconfia, mas não tem a certeza, de que uma pessoa que se prepara para conhecer é maçom. Para o confirmar, ao cumprimentá-la dá-lhe três toques com o polegar. Se houver resposta igual, é um "irmão". Outra forma de se reconhecerem: num jantar de grupo, um maçom pensa estar frente a outro maçom, embora não esteja certo disso.

Para o saber, olha para ele enquanto coloca a pala da mão aberta sobre o próprio pescoço. Se a resposta for semelhante, o mistério está desfeito. ANTÓNIO ARNAUT - que, em 1978, enquanto ministro dos Assuntos Sociais, protagonizou um dos episódios mais sintomáticos da influência da maçonaria na sociedade civil, ao colocar em discussão o projecto de lei que criaria o Serviço Nacional de Saúde primeiro na sua loja maçónica e só depois no Parlamento - desempenhou um papel importante na relativa abertura da instituição.

Ao contrário do que sucedeu com o seu antecessor - o coronel Eugénio de Oliveira, que usava o nome simbólico de Gandhi na Loja O Futuro, onde Afonso Costa (chefe de alguns Governos durante a I República) também esteve - o grão-mestre defendeu maior divulgação da natureza e dos princípios do GOL. Foi por isso que abriu as portas do palacete situado no Bairro Alto, em Lisboa, a personalidades como Jorge Sampaio, D. Duarte, Pedro Santana Lopes ou Jaime Gama, que na altura declarou que era o primeiro presidente da Assembleia da República não maçom de Portugal. Não era. O seu antecessor, Mota Amaral, pertence, de facto, a uma organização igualmente discreta, mas com outro nome - a católica Opus Dei.

Em diversos documentos do GOL e da GLRP a que a SÁBADO teve acesso são feitas referências a encontros com o poder político e económico, muitos deles secretos: "Há que destacar também a recepção pelo grão-mestre do GOL de dirigentes de partidos políticos, embaixadores creditados em Portugal (...)", pode ler-se numa comunicação interna do GOL, que, ao contrário do que acontece com a GLRP, não revela nomes "profanos" nos seus documentos, optando, por uma questão de segurança, pela utilização de nomes simbólicos (todos os maçons têm um) ou, no caso de se tratar de representantes institucionais exteriores ao GOL, pela inscrição das iniciais dos seus nomes.

A maçonaria está por todo o lado. Para intervir activamente na sociedade civil, cria as chamadas instituições para-maçónicas. Entidades como a Academia das Ciências de Lisboa, a Universidade Livre, os Pupilos do Exército, a Voz do Operário, a editora Hugin ou o Montepio Geral foram pensadas primeiro em lojas maçónicas e só depois lançadas na sociedade civil, normalmente com maçons na sua direcção.

Foi isso que aconteceu também com a Universidade Moderna. Um professor maçom que esteve ligado ao projecto desde o início garante que a ideia foi desenvolvida na maçonaria. "O José Júlio Gonçalves e o Oliveira Marques [historiador que morreu recentemente] estavam em conflito porque os dois queriam ser reitores", afirma. "Nessa altura, a ideia era chamar-lhe Europa, mas um dia o José Júlio, que era quem tinha arranjado forma de viabilizar o projecto, perdeu a paciência e disse ao Oliveira Marques para fazer a sua própria universidade.

Foi quando criou a Moderna." A versão é contestada por Nandim de Carvalho, fundador e primeiro presidente da Assembleia Geral da Universidade, que garante que Oliveira Marques "não teve participação" na ideia.

O projecto acabaria por dar origem a um dos maiores escândalos políticos dos últimos 20 anos, envolvendo a maçonaria, sobretudo da GLRP. E também a de alguns políticos, como Paulo Portas, que foi o primeiro gestor da empresa de sondagens da universidade, a Amostra, e que conduzia um Jaguar da Moderna, ou Santana Lopes, que também geriu a Amostra e que tinha ao serviço um Mercedes Classe A - carros disponibilizados por José Braga Gonçalves, administrador da universidade, filho de José Júlio Gonçalves e membro da maçonaria da Casa do Sino.

OS PERSONAGENAGENSAS LIGAÇÕES PODEROSAS DA ORGANIZAÇÃO QUE NÃO QUER APARECER

“A MAÇONARIA POR DENTRO” Estrutura dirigente da GLRP

Mário Martins Guia  - Grão-mestre / Norton de Matos -----    José Moreno  -  Vice-grão-mestre / Mercúrio

Júlio Meirinhos - Vice-grão-mestre / Rigor  -     -   Paulo Noguês - Assistente de grão-mestre / Brasília

Luís Lopes - Assistente de grão-mestre / Marquês de Pombal    -    -    R. LeIé - Assistente vice-grão-mestre moreno I Mestre

Afonso Domingues - A. Rente   -  Assistente vice-grão-mestre meirinhos / Egitânia  -      -    José Coelho Antunes - Grande secretário I

 Norton de Matos -  I. Fonseca Vice-grande secretário / Norton de Matos -      -    Manuel Martins da Costa - Assistente de / grande secretário / Marquês de Pombal

Mário Gil Damião da Silva - Assistente de grande secretário I Norton de Matos  -     -   J. A. Ferreira -  Grande correio-mor / Estrela do Manhã

Alcides Guimarães - Primeiro grande vigilante / Rei Salomão   -    -     L Homem - Segunda grande vigilante / Conímbriga

Augusto Castro - Vice-primeiro grande vigilante / Anderson   -      -    R. Cruz - Vice-segundo grande vigilante / Portus Calle

Francisco Queiroz - Grande capelão / Teixeira de Pascoaes   -                  -   Benito Martinez - Vice-gronde capelão / Quinto Império

Mário Máximo - Grande orador / Nova Avalon  -     -   H. Veiga - Vice-grande orador / Bispo Alves Martins

Vítor Gabão Veiga - Grande hospitaleiro e esmoler / Soliditas   -      -   António Vicente - Grande arquivista e bibliotecário I Harmonia

Arnaldo Matos - Grande porta-estandarte / Miramar    -     -   Manuel Cabido Mota - Grande superintendente e guardião do templo / Harmonia

Luís Honrado Ramos - Grande mestre de cerimónias / Almeida Garrett  -   -   Miguel Cardina - Primeiro grande experto / Mestre Afonso Domingues

Luís Pombo - Segunda grande experto / Miramar     -    -   Esmeraldo Mateus Vivas - Segundo grande experto / Marquês de Pombal

Manuel Pinto - Grande organista / Porto do Graal  -   -    Nuno Jordão - Grande porta-espada I Nova luz  -   -   J. Ruah - Grande inspector I Mestre Afonso Domingues

João Oliveira e Silva - Grande inspector I Fernando Pessoa   -     -   Edgar Gencsi - Grande inspector I Miramar

Manuel Sacavém - Grande inspector / Lusitânia   Nuno Silva - Vice-grande inspector / Fernando Pessoa

José Fernando d’AIte - Vice-grande inspector / Almeida Garrett      -       -   G. Ribeiro - Vice-grande inspector I Aristides Sousa Mendes

Manuel Tavares Oliveira - Vice-grande inspector / Anderson    ----     ----   José Oliveira Costa - Assistente grande inspector / Bispo Alves Martins

Armando Anacleto - Assistente grande inspector / Egitânia   -   -   António Delfim Oliveira Marques - Assistente grande inspector / Egas Moniz

Jorge Vilela Carvalho - Assistente grande inspector I Astrolábio    -      -  Paulo Albuquerque - Assistente grande inspector / Lusitânia

Membros do governo e deputados

Nomes que são da maçonaria ou, em algum momento, foram membros:

Rui Pereira (actual ministro da Administração Interna e ex-director dos serviços secretos)

António Castro Guerra (actual secretário de Estado adjunto, da Indústria e Inovação)

António Arnaut (ex-ministro socialista) Jorge Coelho (ex-ministro socialista)

António Vitorino (ex-rninistro socialista, entretanto expulso do GOL)

Isaltino Morais (ex-ministro social-democrata e actual presidente da Câmara de Oeiras)

Almeida Santos (ex-ministro e ex-presidente do Parlamento)

João Cravinho (ex-ministro socialista)

Armando Vara (ex-ministro PS e actual administrador da CGD)

Rui Gomes da Silva (deputado e ex-ministro do PSD)

Carlos Zorrinho (ex-secretário de Estado PS e coordenador do Plano Tecnológico)

Fausto Correia (eurodeputado e ex-secretário de Estado socialista)

Juristas, diplomatas e espiões

António Lamego (advogado)

António Pinto Pereira (advogado)

José António Barreiras (advogado)

Diamantino Lopes (ex-vice-bastonário da Ordem dos Advogados)

Rodrigo Santiago (advogado)

Nuno Godinho Matos (advogado)

Guerra da Mata (advogado)

Miguel Cardina (advogado)

Manuel Pinto (advogado)

Luís Moitinho de Oliveira (advogado)

Ricardo Sá Fernandes (advogado e ex-secretário de Estado dos Assuntos Fiscais do PS)

Ricardo da Velha (desembargador jubilado e exparticipante no programa televisivo O Juiz Decide)

Jorge Silva Carvalho (chefe de gabinete de Júlio Pereira, director do Serviço de Informações da República Portuguesa)

José Manuel Anes (director da revista Segurança e Defesa)

José Fernandes Fafe (diplomata)

Fernando Reino (diplomata jubilado)

Gestores, médicos e militares

Abel Pinheiro (administrador da Grão-Pará)

Maldonado Gonelha (administrador da Caixa Geral de Depósitos e ex-ministro da Saúde socialista)

Fernando Lima Valadas (gestor da construtora Abrantina)

Amadeu Paiva (administrador da Unicre)

Carlos Monjardino (presidente da Fundação Oriente)

José Miguel Boquinhas (médico, presidente do conselho de administração do Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental e ex-secretário de Estado socialista)

Germano de Sousa (ex-bastonárioda Ordem dos Médicos)

Cipriano Justo (médico e sindicalista)

Jacinto Simões (médico e ex-director do Hospital de Santa Cruz)

Santinho Cunha (médico legista)

Vasco Lourenço (militar de Abril)

Palma lnácio (ex-resistente antifascista)

Professores, arquitectos, escritores, músicos e outros

José Júlio Gonçalves (ex-reitor da Universidade Moderna)

António de Sousa Lara (professor e exsubsecretário de Estado da Cultura socialdemocrata)

Lemos de Sousa (professor catedrático)

Jorge de Sá (professor e director da empresa de sondagens Aximage)

Fernando Condesso (professor)

José Manuel Fava (arquitecto e ex-sogro de José Sócrates)

Troufa Real (arquitecto)

José Jorge Letria (escritor)

Mário Zambujal (escritor)

José Fanha (escritor)

Fausto (cantor)

Carlos Alberto Moniz (cantor)

José Nuno Martins (apresentador)

Nicolau Breyner (actor)

Moita Flores (argumentista e presidente da Câmara Municipal de Santarém)

Henrique Monteiro (director do jornal Expresso)

João Proença (secretário-geral da UGT)

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Investigação: Máfia Internacional, Conspiração Maçonaria Illuminati Bilderberg, Corrupção, UE Os Protocolos dos Sábios de Sião, Lista Bilderberg 2011



A  reunião anual do Clube de Bilderberg,
em junho 2011 contou com três portugueses
levados pelo padrinho Balsemão.
Na reunião de junho 2011, o Clube de Bilderberg profetizou (decidiu) mais crise e mais guerras, e crise e guerras temos tido.

O Clube de Bilderberg, frequentemente qualificado como o “governo mundial” e que funciona como a “rede global dos maiores cartéis mundiais”, esteve reunido durante o fim de semana 9-12 Junho 2011 em St Moritz, na Suíça.

O que é o Clube de Bilderberg?

O Clube de Bilderberg é uma conferência anual não-oficial, realizada em ambiente de secretismo, cuja participação é restrita a um número de 130 convidados, muitos dos quais são personalidades influentes no mundo empresarial, acadêmico, midiático ou político (a elite da maçonaria Illuminati Zionista). Devido ao fato das discussões entre as personalidades públicas oficiais e líderes empresariais (além de outros) não serem registradas, estes encontros anuais são alvo de muitas críticas (por passar por cima do processo democrático de discussão de temas sociais aberta e publicamente). O grupo de elite se encontra anualmente, em segredo, em hotéis cinco estrelas reservados espalhados pelo mundo, geralmente na Europa, embora algumas vezes tenha ocorrido no Estados Unidos e Canadá. Existe um escritório em Leiden, nos Países Baixos.

Origem do nome Bilderberg

O título "Bilderberg" vem do que é geralmente reconhecido como o local em que ocorreu a primeira reunião oficial em 1954 - o Hotel de Bilderberg em Oosterbeek, perto de Arnhemia na Holanda. Embora a conferência não seja considerada um grupo de tipo algum, reunem-se em ambiente secreto, muitos participantes são frequentadores regulares (o caso do Balsemão), e os convidados pertencem à elite da maçonaria, Illuminati, Rosa-Cruz zionista. Este Grupo secreto, o Grupo de Bilderberg reune-se com o objectivo de defenir as politicas a adoptar mundialmente, medidas de austeridade, quem precisa de intervenção do FMI, quem vái á falência, ode investir, o0nde desinvestir, crises, guerras, etc, etc, etc... com vista a estabelecer a Nova Orde Mundial, sigla N.O.M., do Inglês New World Order N.W.O.,N do termo latim Novos Ordo Seclorum, inscrito nas notas de dolar.


Illuminati, (plural do latim illuminatus, "aquele que é iluminado"), é o nome dado a diversos grupos, alguns históricos outros modernos, reais ou fictícios. Mais comumente, contudo, o termo "Illuminati" tem sido empregado especificamente para referir-se aos Illuminati da Baviera, uma sociedade secreta da era do Iluminismo fundada em 1 de maio de 1776. Nos tempos modernos, também é usado para se referir a uma suposta organização conspiracional que controlaria os assuntos mundiais secretamente, normalmente como versão moderna ou como continuação dos Illuminati bávaros. O nome Illuminati é algumas vezes empregue como sinónimo de Nova Ordem Mundial, Muitos teóricos da conspiração acreditam que os Illuminati são os cérebros por trás dos acontecimentos que levarão ao estabelecimento de uma tal Nova Ordem Mundial, com os objetivos primários de unir o mundo numa única regência que se baseia num modelo político dictatorial, com um governo mundial único.

Um pouco de história

A designação "Illuminati" esteve em uso também desde o século XIV pelos Irmãos do Livre Espírito, e no século XV, o título foi assumido por outros entusiastas que argumentavam que a luz da iluminação provinha, não de uma fonte autorizada, mas secreta, de dentro, como resultado de um estado alterado de consciência, ou “iluminismo”, ou seja, esclarecimento espiritual e psíquico.

Desta forma, durante os períodos moderno e contemporâneo, foi designado por "Illuminati" um número de grupos (alguns dos quais têm reivindicado o título), mais ou menos marginal e secreto, e muitas vezes em conflito com autoridades religiosas ou políticas; são eles: os Irmãos do Livre Espírito, os Rosacruzes, os Alumbrados, os Illuminés, os Martinistas, o Palladium... e, principalmente os Illuminati da Baviera. Em suma, uma conspiração de uma sociedade secreta atuando através da história.


Origens dos Illuminati


A Ordem dos Illuminati da Baviera foi fundada na noite de 30 de abril a 1 de Maio de 1776 (véspera da famosa Noite de Santa Valburga) em uma floresta perto de Ingolstadt (Baviera), no sul da Alemanha, onde um pequeno grupo de jovens criaram e prometeram cumprir os fins da sociedade secreta. Entre aqueles que estavam naquela noite, sabe-se apenas a identidade de três: o jesuita Adam Weishaupt, Max Merz e Anton von Massenhausen. O fato de que não se saber exatamente quem estava presente naquela noite, alguns dizem que eram apenas quatro e outros argumentam que foram treze.

Após a fundação, Adam Weishaupt (que se proclamou a si mesmo o nome simbólico de Spartacus) atraiu seus primeiros seguidores, um estudante de Munique chamado Franz Xavier von Zwack e um barão protestante de Hannover chamado Adolph von Knigge (Frater Philon) que já havia sido iniciado na Maçonaria e, posteriormente, desenvolveu o Rito dos Illuminati da Baviera, junto com Weishaupt, a quem foi introduzido na loja de Munique: Theodor zum guten Rath.

Graças às habilidades de von Knigge, os Illuminati rapidamente se espalham pela a Alemanha, Áustria, Hungria, Suíça, França, Itália e outras partes da Europa e afiliando personalidades como Herder (Damasus), Goethe (Abaris), Cagliostro, o Conde de Mirabeau (Leonidas) e o lendário alquimista o Conde de St. Germain, entre outros. Alguns nobres como o duque de Saxe-Weimar e de Saxe-Gotha, os príncipes Ferdinando de Brunswick e Karl de Hesse, Conde de Stolberg e o Barão Karl Theodor von Dalberg, também figuraram dentro da iniciação iluminada.

Incentivado pelo seu sucesso em conseguir recrutar um grande número de pensadores, filósofos, artistas, políticos, banqueiros, analistas, etc; Adam Weishaupt tomou a decisão de juntar-se a Maçonaria por meio de Von Knigge, e ordenou a infiltração e dominação da mesma.


Em 22 de junho de 1784, o Eleitor da Baviera, duque Karl Theodor advertiu sobre o perigo representado pelos Illuminati para a Igreja Católica e as monarquias por causa de seus objetivos ideológicos, e aprovou um decreto contra a sociedade bavara e em geral qualquer sociedade não autorizada por lei (que abrange as duas instituições, como se tivessem natureza comum, apesar do grande conflito que já existia naquela época entre os Illuminati e os maçons). Weishaupt foi demitido de sua cátedra indo para o exílio em Regensburg, para liderar a Ordem no exterior sob a proteção do duque de Saxe. Em 1785, o edital foi confirmado e assim começou a perseguição e detenções aos membros da sociedade.

Em seguida, o jornalista Johann Joachim Christoph Bode, se torna o líder de fato da Ordem. Em 1787, vai para a França, à Strasbourg e depois a Paris, onde se encontrou com membros da Loja de Filaleto. De acordo com o seu "Travel Journal", alguns deles, então, constituem em segredo o núcleo dos "Philadelphes", uma sociedade semelhante aos Illuminati alemães.


Os planos mais secretos dos Illuminati foram revelados por acaso na noite de 10 de julho de 1784, quando um mensageiro de Weishaupt, identificado como o abade Lanz, morreu inesperadamente devido a um raio. Seu corpo foi levado para a Capela de San Emmeran por habitantes do local e entre os seus hábitos foram encontrados documentos importantes que se tratavam de planos secretos para a conquista mundial. A polícia da Baviera investigou os detalhes da conspiração, dando a entender a Francisco I, Sacro Imperador Romano-Germânico, o complô contra todas as monarquias, sobretudo na França, onde mais tarde, em 1789, gestaría a chamada Revolução Francesa e a queda de Luís XVI e Maria Antonieta, seus últimos monarcas...













Voltando ao Clube Bilderberg

Informação oficial de http://www.bilderbergmeetings.org/index.html

O 59 Encontro Bilderberg será realizada em St. Moritz, Suíça 9-12 Junho de 2011. A Conferência incidirá principalmente sobre os Desafios para o Crescimento: Inovação e disciplina orçamental, a Euro e Desafios para a União Europeia, o papel das economias emergentes, Redes Sociais: Conectividade e Segurança, Novos Desafios no Oriente Médio, áreas de conflito, os desafios demográficos , China, Suíça: Pode permanecer sucesso no futuro?
Cerca de 130 participantes estarão presentes, dos quais cerca de dois terços vêm da Europa e do equilíbrio da América do Norte e outros países. Cerca de um terço é do governo e da política, e dois terços são de finanças, indústria, trabalho, educação e comunicações. A reunião é privado, a fim de incentivar a discussão franca e aberta.

Bilderberg leva o nome do hotel na Holanda, onde a primeira reunião teve lugar em Maio de 1954. Essa reunião pioneira surgiu da preocupação manifestada pelos cidadãos líder em ambos os lados do Atlântico que a Europa Ocidental e América do Norte não estavam trabalhando juntos, tanto quanto eles devem a problemas comuns de importância crítica. Considerou-se que regular, off-the-record discussões ajudariam a criar uma melhor compreensão das forças complexas e tendências mais importantes que afetam as nações ocidentais no período pós-guerra difícil.
A Guerra Fria terminou agora. Mas em praticamente todos os aspectos, há mais, não menos, problemas comuns - desde o comércio ao emprego, da política monetária para o investimento, a partir de desafios ecológicos para a tarefa de promoção da segurança internacional. É difícil pensar em qualquer assunto importante na Europa ou na América do Norte, cuja solução unilateral não teria repercussões para o outro.
Assim, o conceito de um fórum europeu-americano não tenha sido ultrapassado pelo tempo. O diálogo entre essas duas regiões ainda é - mesmo cada vez mais - crítica.

O que é único sobre o Bilderberg como um fórum é o cross-section largo dos cidadãos principais que são montados por quase três dias de informal e off-the-record discussão sobre temas de interesse atual, especialmente nas áreas de relações exteriores e da economia internacional; o forte sentimento entre os participantes que, perante as diferentes atitudes e experiências das nações ocidentais, continua a haver uma clara necessidade de desenvolver um entendimento em que essas preocupações podem ser acomodados, a privacidade das reuniões, que não tem outro propósito além de permitir que os participantes falam suas mentes aberta e livremente.
Em suma, Bilderberg é um pequeno, flexível, fórum informal e off-the-record internacional em que diferentes pontos de vista podem ser expressos e entendimento mútuo.

Única atividade Bilderberg é a sua Conferência anual. Nas reuniões, sem resoluções são propostas, nenhum voto tomado, e não declarações políticas emitidas. Desde 1954, 58 conferências têm sido realizadas. Os nomes dos participantes são colocados à disposição da imprensa. Os participantes são escolhidos por sua experiência, seu conhecimento e sua posição; todos os participantes participam do Bilderberg a título privado e não um funcionário.


O site Esquerda Net este Artigo | 13 Junho, 2011 - 17:16

Clube de Bilderberg profetiza mais crise e mais guerras


O Clube de Bilderberg, frequentemente qualificado como o “governo mundial” e que funciona como a “rede global dos maiores cartéis mundiais”, esteve reunido durante o fim de semana em St Moritz, na Suíça.

Segundo informações obtidas através de Daniel Estulin, um dos mais conceituados investigadores das actividades do grupo as notícias não são boas para os contribuintes em todo o mundo mas também não são optimistas para os “mercados" a nível mundial. O mesmo não poderá dizer-se em relação às actividades relacionadas com a guerra, que deverão continuar em desenvolvimento através da invasão terrestre da Líbia e da repressão das revoltas populares em todo o Golfo Árabe-Pérsico.

A reunião anual do Clube de Bilderberg junta personalidades de países e instituições da Europa e dos Estados Unidos numa perspectiva já qualificada como a da “Única Empresa Mundial Lda.”, de acordo com os analistas mais referenciados na matéria. Assistem os membros habituais do Clube e também convidados que vão variando de ano para ano. A lista de participantes deste ano incluiu três portugueses: o habitual Francisco Pinto Balsemão, Clara Ferreira Alves, apresentada como CEO de Claref Lda., uma sociedade unipessoal, e António Nogueira Leite, administrador da José de Mello Investimentos Lda. As decisões são adoptadas por consenso em plenário mas são verdadeiramente discutidas e tomadas em grupos restritos durante reuniões especiais.

De acordo com o que se passou na reunião – que celebrou os 97 anos do banqueiro Rotschild – a guerra da Líbia é para continuar. O tom foi dado pelo histórico estratego Henri Kissinger, que defendeu num discurso que proferiu pela terceira vez em duas semanas o envolvimento directo das tropas dos Estados Unidos na invasão terrestre que, em seu entender, deverá seguir-se. Kissinger, um dos ideólogos da criação dos grupos de mercenários radicais islâmicos no Afeganistão, lamentou que alguma comunicação social internacional faça eco da colaboração entre membros da Al Qaida, a NATO e os rebeldes líbios contra Khaddafi, afirmando que a divulgação dessa realidade torna mais difícil “vender” a invasão terrestre à opinião pública.

A situação económica e financeira foi um dos temas centrais da reunião do clube em St Moritz. Entre as conclusões avultam as de que “a Grécia está morta” e será absolutamente incapaz de pagar a dívida soberana e os “Estados Unidos estão na bancarrota” com uma dívida de 14 300 biliões de dólares (triliões no conceito anglo-saxónico) e mais de um bilião de défice (um trilião) em cada um dos últimos três anos. Participantes norte-americanos notaram que o dólar perdeu 12 por cento num ano e que a China – outro dos assuntos mais ventilados na reunião – está a proceder à venda de títulos do tesouro dos Estados Unidos. A economista norte-americana Dambisa Maya profetizou que se os Estados Unidos não procederem a mudanças urgentes dentro de décadas serão “um país socialista”.

O Clube de Bildeberg apoia a estratégia da União Europeia de transferir a gestão da política económico-financeira em vários países dos governos eleitos para entidades financeiras externas, o conceito de protectorado exercido na prática, neste caso, através do Banco Central Europeu e do Deutsche Bank.

Num quadro em que as estatísticas de desemprego na Europa em poder do clube são bastante mais elevadas que as oficiais (por exemplo 15 por cento actualmente na Irlanda e 25 por cento na Grécia em 2012), o Clube de Bildeberg prevê como inevitável a renegociação da dívida grega mas na perspectiva dos credores, de modo a que estes sofram os menores danos possíveis, o que não deixará de proporcionar “turbulências” nos mercados. Além disso, a Irlanda voltará à crise bancária extrema e os problemas da dívida soberana tornar-se-ão extensivos pelo menos à Itália. A saída da Grécia do euro está já em cima da mesa.

A China preocupa o Clube de Bilderberg. Participantes sublinharam que o papel actual de Pequim em África deve ser considerado “neocolonial”, repetindo uma declaração que a senhora Clinton fez também durante o fim de semana numa entrevista na Zâmbia. Além disso, também os laços estabelecidos entre a China e os novos governos do Egipto e da Tunísia, associados ao apoio de Pequim a Khaddafi, devem merecer especial atenção, segundo o Clube.

O aprofundamento recente das relações entre a China e o Paquistão foi outro tema em destaque criando preocupações aos membros do clube quanto aos equilíbrios estratégicos regionais que além do Afeganistão envolvem ainda a Rússia e a Índia. Foi sublinhado que a construção pela China do porto paquistanês de Gwadar, nas proximidades do Estreito de Ormuz, poderá proporcionar a Pequim uma nova posição estratégica no Mar Arábico.

No Clube de Bilderberg não existem dúvidas: as revoltas populares nos países do Golfo Árabe-Pérsico devem ser reprimidas e a Arábia Saudita será um parceiro imprescindível do Ocidente para concretizar esse objectivo. As guerras que eventualmente venham a desenvolver-se na região deverão poupar Israel, adverte o clube.

O Clube de Bilderberg vê com bons olhos que prossigam os esforços em curso, realizados através dos Estados Unidos e dos militares no poder do Egipto, para transformar a Irmandade Muçulmana num parceiro do Ocidente, tanto na Síria como no Egipto.

A situação no Médio Oriente e o papel da Arábia Saudita poderá elevar o preço do petróleo aos 150/180 dólares por barril, de acordo com os membros do clube, ainda que isso seja trágico sobretudo para a Europa. Embora a informação possa parecer excessiva, Daniel Estulín, especialista nas actividades de Bilderberg e autor de vários livros sobre o assunto, recorda que as previsões de altas de preços feitas na reunião de 2005 se confirmaram em 2008 quando o barril atingiu 147 dólares por barril.

Embora a Europa atravesse uma fase que pode por em causa a própria “sobrevivência da União”, a prevista ultrapassagem dos Estados Unido pela China como maior potência económica mundial em 2016 é “a questão mais relevante do nosso tempo”, segundo o Clube de Bilderberg.

Artigo publicado no portal do Bloco de Esquerda no Parlamento Europeu

Lista Oficial do Clube de Bilderberg 2011

BEL Davignon,
Etienne
Minister
of State






DEU Ackermann,
Josef
Chairman
of the Management Board and the Group Executive Committee, Deutsche
Bank AG
GBR Agius,
Marcus
Chairman,
Barclays PLC
USA Alexander,
Keith B.
Commander,
USCYBERCOM; Director, National Security Agency
INT Almunia,
Joaquín
Vice
President, European Commission; Commissioner for Competition
USA Altman,
Roger C.
Chairman,
Evercore Partners Inc.
FIN Apunen,
Matti
Director,
Finnish Business and Policy Forum EVA
PRT Balsemão,
Francisco Pinto
Chairman
and CEO, IMPRESA, S.G.P.S.; Former Prime Minister
FRA Baverez,
Nicolas
Partner,
Gibson, Dunn & Crutcher LLP
FRA Bazire,
Nicolas
Managing
Director, Groupe Arnault /LVMH
ITA Bernabè,
Franco
CEO,
Telecom Italia SpA
USA Bezos,
Jeff
Founder
and CEO, Amazon.com
SWE Bildt,
Carl
Minister
of Foreign Affairs
SWE Björling,
Ewa
Minister
for Trade
NLD Bolland,
Marc J.
Chief
Executive, Marks and Spencer Group plc
CHE Brabeck-Letmathe,
Peter
Chairman,
Nestlé S.A.
AUT Bronner,
Oscar
CEO
and Publisher, Standard Medien AG
CAN Carney,
Mark J.
Governor,
Bank of Canada
FRA Castries,
Henri de 
Chairman
and CEO, AXA
ESP Cebrián,
Juan Luis
CEO,
PRISA
NLD Chavannes,
Marc E.
Political
Columnist, NRC Handelsblad; Professor of Journalism, University of
Groningen
TUR Ciliv,
Süreyya
CEO,
Turkcell Iletisim Hizmetleri A.S.
CAN Clark,
Edmund 
President
and CEO, TD Bank Financial Group
BEL Coene,
Luc
Governor,
National Bank of Belgium
USA Collins,
Timothy C.
CEO,
Ripplewood Holdings, LLC
ESP Cospedal,
María Dolores de
Secretary
General, Partido Popular
INT Daele,
Frans van
Chief of Staff to the
President of the European Council
GRC David,
George A.
Chairman,
Coca-Cola H.B.C. S.A.
DNK Eldrup,
Anders 
CEO,
DONG Energy
ITA Elkann,
John
Chairman,
Fiat S.p.A.
DEU Enders,
Thomas
CEO,
Airbus SAS
AUT Faymann,
Werner
Federal
Chancellor
DNK Federspiel,
Ulrik
Vice
President, Global Affairs, Haldor Topsøe A/S
USA Feldstein,
Martin S.
George
F. Baker Professor of Economics, Harvard University
PRT Ferreira
Alves, Clara
CEO,
Claref LDA; writer
GBR Flint,
Douglas J.
Group
Chairman, HSBC Holdings plc
CHN Fu,
Ying
Vice
Minister of Foreign Affairs
IRL Gallagher,
Paul
Senior
Counsel; Former Attorney General
CHE Groth,
Hans
Senior
Director, Healthcare Policy & Market Access, Oncology Business
Unit, Pfizer Europe
TUR Gülek
Domac, Tayyibe
Former
Minister of State
NLD Halberstadt,
Victor
Professor
of Economics, Leiden University; Former Honorary Secretary General of
Bilderberg Meetings
GRC Hardouvelis,
Gikas A.
Chief
Economist and Head of Research, Eurobank EFG
USA Hoffman,
Reid
Co-founder
and Executive Chairman, LinkedIn
CHN Huang,
Yiping
Professor
of Economics, China Center for Economic Research, Peking University
USA Hughes,
Chris R.
Co-founder,
Facebook
USA Jacobs,
Kenneth M.
Chairman
& CEO, Lazard
CHE Janom
Steiner, Barbara
Head
of the Department of Justice, Security and Health, Canton Grisons
FIN Johansson,
Ole
Chairman,
Confederation of the Finnish Industries EK
USA Johnson,
James A.
Vice
Chairman, Perseus, LLC
USA Jordan,
Jr., Vernon E.
Senior
Managing Director, Lazard Frères & Co. LLC
USA Keane,
John M. 
Senior
Partner, SCP Partners; General, US Army, Retired
GBR Kerr,
John 
Member,
House of Lords; Deputy Chairman, Royal Dutch Shell plc
USA Kissinger,
Henry A. 
Chairman,
Kissinger Associates, Inc.
USA Kleinfeld,
Klaus
Chairman
and CEO, Alcoa
TUR Koç,
Mustafa V.
Chairman,
Koç Holding A.S.
USA Kravis,
Henry R. 
Co-Chairman
and co-CEO, Kohlberg Kravis Roberts & Co.
USA Kravis,
Marie-Josée 
Senior
Fellow, Hudson Institute, Inc.
INT Kroes,
Neelie
Vice
President, European Commission; Commissioner for Digital Agenda
CHE Kudelski,
André
Chairman
and CEO, Kudelski Group SA
GBR Lambert,
Richard
Independent
Non-Executive Director, Ernst & Young
INT Lamy,
Pascal
Director
General, World Trade Organization
ESP León
Gross, Bernardino 
Secretary
General of the Spanish Presidency
CHE Leuthard,
Doris
Federal
Councillor
FRA Lévy,
Maurice
Chairman
and CEO, Publicis Groupe S.A.
BEL Leysen,
Thomas
Chairman,
Umicore
USA Li,
Cheng
Senior
Fellow and Director of Research, John L. Thornton China Center,
Brookings Institution
DEU Löscher,
Peter
President
and CEO, Siemens AG
GBR Mandelson,
Peter
Member,
House of Lords; Chairman, Global Counsel
IRL McDowell,
Michael
Senior
Counsel, Law Library; Former Deputy Prime Minister
CAN McKenna,
Frank
Deputy
Chair, TD Bank Financial Group
GBR Micklethwait,
John
Editor-in-Chief,
The Economist
FRA Montbrial,
Thierry de
President,
French Institute for International Relations
ITA Monti,
Mario 
President,
Universita Commerciale Luigi Bocconi
RUS Mordashov,
Alexey A.
CEO,
Severstal
USA Mundie,
Craig J.
Chief
Research and Strategy Officer, Microsoft Corporation
NOR Myklebust,
Egil 
Former
Chairman of the Board of Directors SAS, Norsk Hydro ASA
DEU Nass,
Matthias
Chief
International Correspondent, Die Zeit
NLD Netherlands, H.M. the
Queen of the


ESP Nin
Génova, Juan María 
President
and CEO, La Caixa
PRT Nogueira
Leite, António
Member
of the Board, José de Mello Investimentos, SGPS, SA
NOR Norway, H.R.H. Crown
Prince Haakon of 


FIN Ollila,
Jorma
Chairman,
Royal Dutch Shell plc
CAN Orbinksi,
James
Professor
of Medicine and Political Science, University of Toronto
USA Orszag,
Peter R.
Vice
Chairman, Citigroup Global Markets, Inc.
GBR Osborne,
George
Chancellor
of the Exchequer
NOR Ottersen,
Ole Petter
Rector,
University of Oslo
GRC Papaconstantinou,
George
Minister
of Finance
TUR Pekin,
Şefika
Founding
Partner, Pekin & Bayar Law Firm 
FIN Pentikäinen,
Mikael
Publisher
and Senior Editor-in-Chief, Helsingin Sanomat
USA Perle,
Richard N. 
Resident
Fellow, American Enterprise Institute for Public Policy Research
CAN Prichard,
J. Robert S.
Chair,
Torys LLP
CAN Reisman,
Heather
Chair
and CEO, Indigo Books & Music Inc.
USA Rockefeller,
David
Former
Chairman, Chase Manhattan Bank
INT Rompuy,
Herman van
President,
European Council
USA Rose,
Charlie 
Executive
Editor and Anchor, Charlie Rose
NLD Rosenthal,
Uri
Minister
of Foreign Affairs
AUT Rothensteiner, Walter Chairman of the Board,
Raiffeisen Zentralbank Österreich AG
FRA Roy,
Olivier
Professor
of Social and Political Theory, European University Institute
USA Rubin,
Robert E.
Co-Chairman,
Council on Foreign Relations; Former Secretary of the Treasury
ITA Scaroni,
Paolo
CEO,
Eni S.p.A.
CHE Schmid,
Martin
President,
Government of the Canton Grisons
USA Schmidt,
Eric
Executive
Chairman, Google Inc.
AUT Scholten,
Rudolf 
Member
of the Board of Executive Directors, Oesterreichische Kontrollbank AG
DNK Schütze,
Peter
Member
of the Executive Management, Nordea Bank AB
CHE Schweiger,
Rolf
Member
of the Swiss Council of States
INT Sheeran,
Josette
Executive
Director, United Nations World Food Programme
CHE Soiron,
Rolf
Chairman
of the Board, Holcim Ltd., Lonza Ltd.
INT Solana
Madariaga, Javier
President,
ESADEgeo Center for Global Economy and Geopolitics
NOR Solberg,
Erna
Leader
of the Conservative Party
ESP Spain,
H.M. the Queen of


USA Steinberg,
James B.
Deputy
Secretary of State
DEU Steinbrück,
Peer
Member
of the Bundestag; Former Minister of Finance
GBR Stewart,
Rory
Member
of Parliament
IRL Sutherland,
Peter D. 
Chairman,
Goldman Sachs International
GBR Taylor,
J. Martin
Chairman,
Syngenta International AG
USA Thiel,
Peter A.
President,
Clarium Capital Management, LLC
ITA Tremonti,
Giulio
Minister
of Economy and Finance
INT Trichet,
Jean-Claude
President,
European Central Bank
GRC Tsoukalis,
Loukas
President,
ELIAMEP
USA Varney,
Christine A.
Assistant
Attorney General for Antitrust
CHE Vasella,
Daniel L.
Chairman,
Novartis AG
USA Vaupel,
James W.
Founding
Director, Max Planck Institute for Demographic Research
SWE Wallenberg,
Jacob
Chairman,
Investor AB
USA Warsh,
Kevin
Former
Governor, Federal Reserve Board
NLD Winter,
Jaap W.
Partner,
De Brauw Blackstone Westbroek 
CHE Witmer,
Jürg
Chairman,
Givaudan SA and Clariant AG
USA Wolfensohn,
James D. 
Chairman,
Wolfensohn & Company, LLC
INT Zoellick,
Robert B.
President,
The World Bank Group






Rapporteurs



GBR Bredow,
Vendeline von
Business
Correspondent, The Economist
GBR Wooldridge,
Adrian D.
Foreign
Correspondent, The Economist





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Reuniões do Grupo Bilderberg


1954 Hotel de Bilderberg em Oosterbeek, Países Baixos
18 a 20 de março de 1955, em Barbizon, França e (23 a 25 de setembro) em Garmisch-Partenkirchen, Alemanha Ocidental
11 a 13 de maio de 1956 em Fredensborg, Dinamarca
1959 em Yesilkoy Istambul, Turquia
22 a 24 de abril de 1975 em Cesme Esmirna, Turquia
1976 não houve conferência
22 a 24 de abril de 1977 em Torquay, Inglaterra
21 a 23 de abril de 1978 em Princeton, Nova Jérsei, Estados Unidos
27 a 29 de abril de 1979 em Baden, Áustria
18 a 20 de abril de 1980 em Aachen, Alemanha Ocidental
15 a 17 de maio de 1981 em Bürgenstock, Suíça
14 a 16 de maio de 1982 em Sandefjord, Noruega
13 a 15 de maio de 1983 no Château Montebello em Montebello, Quebec, Canadá
11 a 13 de maio de 1984 em Saltsjöbaden, Suécia
10 a 12 de maio de 1985 em Rye Brook, Nova Iorque, Estados Unidos
25 a 27 de abril de 1986 em Gleneagles, Escócia
24 a 26 de abril de 1987 em Villa d'Este, Itália
3 a 5 de junho de 1988 em Telfs-Buchen, Áustria
12 a 14 de maio de 1989 em A Toxa, Galiza, Espanha
11 a 13 de maio de 1990 em Glen Cove, Nova Iorque, Estados Unidos
6 a 9 de junho de 1991 em Baden-Baden, Alemanha
21 a 24 de maio de 1992 em Evian-les-Bains, França
22 a 25 de abril de 1993 em Vouliagmeni, Grécia
2 a 5 de junho de 1994 em Helsínquia, Finlândia
8 a 11 de junho de 1995 em Zurique, Suíça
30 de maio a 2 de junho de 1996 no CIBC Leadership Centre em Toronto, Canadá
12 a 15 de junho de 1997 no Pine Isle resort em Lake Lanier, Geórgia, Estados Unidos
14 a 17 de maio de 1998 em Turnberry, Escócia
3 a 6 de junho de 1999 no Caesar Park Hotel Penha Longa em Sintra, Portugal
1 a 3 de junho de 2000 no Chateau Du Lac Hotel em Bruxelas, Bélgica
24 a 27 de maio de 2001 em Gotemburgo, Suécia
30 de maio a 2 de junho de 2002 no Westfield Marriott em Chantilly, Estados Unidos
15 a 18 de maio de 2003 em Versalhes, França
3 a 6 de junho de 2004 em Stresa, Itália
5 a 8 de maio de 2005 no Dorint Sofitel Seehotel em Rottach-Egern, Alemanha
8 a 11 de junho de 2006 no Brookstreet Hotel em Otava, Ontário, Canadá
31 de maio a 3 de junho de 2007 em Istambul, Turquia
5 a 8 de junho de 2008 no Westfields Marriot Hotel, Chantilly (Virgínia), Estados Unidos
14 a 17 de maio de 2009 no Astir Palace resort, em Atenas, Grécia
4 a 6 de junho de 2010 no Dolce Sitges Resort, em Sitges (Catalunha), Espanha
9 a 12 de junho de 2011 no Hotel Suvretta House, em St. Moritz, Suíça

Leitura recomendada

A Verdadeira Historia do Clube Bilderberg, de Daniel Estulin. Editora Planeta do Brasil, 2006. ISBN 85-7665-169-6

La Verdadera Historia del Club Bilderberg, de Daniel Estulin, págs 240. ISBN 84-8453-157-0

Clube Bilderberg: Os Senhores Do Mundo, de Daniel Estulin.

Este livro (Clube Bilderberg: Os Senhores Do Mundo, de Daniel Estulin) foi comercializado em Portugal pelo Circulo de Leitores, denuncia a ascenção do Durão Barros á presidênciav da União Europeia, a subida do Socrates ao poder e outras... rapidamente foi retirado de circulação pela Fundação Mário Soares que com dinheiros públicos, comprou toda a Edição, obrigando a editorra a abafar o livro. Existe um grupo de protesto no Facebook com o nome: Queremos o livro: Clube Bilderberg: Os Senhores Do Mundo, de Daniel Estulin


"Os Protocolos dos Sábios de Sião"


Os Protocolos dos Sábios de Sião são um documento, publicado em 1903, desmontando uma conspiração judaico-maçônica para alcançar a dominação mundial. Responsável pelo rumo das politicas do século XX e actuais, Os Protocolos mostram como um grupo influente de pessoas, a qual tem como braço um a Maçonaria que pratica cabala judaica, está conspirando governar o mundo em nome de todos os zionistas.

Os Protocolos é amplamente considerado como influente no desenvolvimento de outras teorias conspiratórias e reaparece várias vezes na literatura de conspiração contemporânea. Por exemplo, os autores do controverso livro The Holy Blood and the Holy Grail de 1982, concluiram que Os Protocolos é o elemento mais persuasivo de prova para a existência das atividades do Priorado de Sião. Eles especularam que esta sociedade secreta esta trabalhando nos bastidores para estabelecer um teocrático "Estados Unidos da Europa" (país política e religiosamente unificado através do culto imperial de um rei sagrado Merovingio, que ocuparia o trono tanto da Europa e da Santa Sé), que irá tornar-se a hiperpotência do século XXI.[


"Quarto Reich"

Jim Marrs argumenta que alguns membros sobreviventes do Terceiro Reich da Alemanha Nazi juntamente com simpatizantes dos Estados Unidos e noutros países, deram refúgio seguro a organizações como ODESSA e Die Spinne, que têm vindo a trabalhar nos bastidores desde o final da II Guerra Mundial, pelo menos, a promulgar alguns dos princípios do nazismo (por exemplo, militarismo, o fascismo, o imperialismo, difundido a espionagem sobre cidadãos, empresas e da utilização de propaganda para controlar os interesses nacionais e ideias) na cultura, no governo e em empresas em todo o mundo, mas principalmente nos Estados Unidos. Ele cita como exemplo a aquisição e a criação de conglomerados pelos nazistas e seus simpatizantes após a guerra, na Europa e nos EUA. Isto é visto como o primeiro passo para o plano mestre dos neonazistas para estabelecer progressivamente o "Western Imperium" ( “Império Ocidental”) ou o Quarto Reich, um império pan-ariano mundial abrangendo terras com laços arianos proeminentes (Europa, a Rússia, a América Anglo-Saxônica, Austrália, Nova Zelândia e Sul da América do Sul), que permitiria que o Ocidente ganhasse o "choque de civilizações".


Os líderes da elite do mundo ao longo da História manipularam com sucesso seus povos em guerras usando operações de falsa bandeira, como por exemplo:

Os nazistas tiram proveito sobre o incêndio do Reichstag para culpar os comunistas, eliminando, assim, o apoio popular ao partido comunista na Alemanha, e levando a dominação nazista do parlamento.

• O Business Plot, uma conspiração de grandes industriais ricos americanos para contratar um exército privado de 500.000 tropas para derrubar a presidência de Franklin Roosevelt e criar uma ditadura fascista nos Estados Unidos.

• A utilização do Patriot Act nos Estados Unidos (após os ataques de 11 de setembro)

• Os Estados Unidos sabiam previamente do ataque a Pearl Harbor, e o Presidente Roosevelt utilizou os ataques como uma razão "legítima" para a entrada da Segunda Guerra Mundial.

• A Operação Northwoods, propôs uma série de operações de falsa bandeira para ser utilizadas como um pretexto para uma invasão de Cuba, foi assinado pelo presidente fora chefes do pessoal comum, mas rejeitada pelo Presidente Kennedy pouco antes de seu assassinato.

• O Incidente do Golfo de Tonkin levaram Presidente Johnson para escalar hostilidades dos EUA no Vietnã.

• O Federal Reserve Act, destinado a regular banqueiros, foi escrito em uma ilha privada na costa da Geórgia em 1910 pelos banqueiros que representam os interesses de JP Morgan, Rockefeller e Rothschild. Este ato deu aos banqueiros internacionais citados anteriormente o poder de controlar e manipular a oferta monetária dos Estados Unidos e, portanto, a economia.

• O governo dos Estados Unidos sabiam antecipadamente dos ataques ao World Trade Center e ao Pentágono (11/9), a administração Bush criou os ataques como uma razão "legítima" para invadir o Afeganistão, e mais tarde o Iraque. É também entendido que os EUA poderão usar raciocínio semelhante para invadir o Irã, o Líbano e outros países do Oriente Médio como um ponto de apoio para a nova ordem mundial.

Outros teóricos de conspiração da nova ordem mundial vêem a conspiração como um trabalho da globalização, ou nos diversos movimentos intelectuais que evoluiu de marxismo, variando da social democracia a Escola de Frankfurt. Estes são pensados para ser destinado a homogeneizar culturas e valores de normalização política, como o esquema gradual de “construção comunitária” da União Europeia e a União Africana a quadro econômico e jurídico comum.







Cronograma


Há vários eventos que são considerados fundamentais para o estabelecimento da Nova Ordem Mundial:

• Em 1776, na Baviera os Illuminati foi fundado (1 de Maio de 1776), em Ingolstadt (Alta Baviera) pelo jesuíta Adam Weishaupt (1748-1830), que foi o primeiro professor de estabelecer Direito Canônico na Universidade de Ingolstadt.[20]

• Em 1832, Caveira e Ossos foi fundado na Universidade de Yale.

• Em 1903, a Os Protocolos dos Sábios de Sião foram publicados na Rússia.[21]

• Em 1913, o Ato de Reserva Federal (Federal Reserve Act) foi aprovado, criando o Sistema de Reserva Federal (Federal Reserve System).

• Em 1921, o Council on Foreign Relations foi fundado em Nova York.

• Em 1935, o reverso do Grande Selo dos Estados Unidos da América com o Olho da Providência acima da pirâmide apareceu pela primeira vez na parte de trás da nota um dólar dos EUA.

• Em 1944, o Acordo de Bretton Woods foi assinado, delineando um regime para a economia mundial para o pós-II Guerra Mundial

• Em 1945, as Nações Unidas (ONU) foi criada.

• Em 1954, o Grupo Bilderberg foi fundado.

• Em 1957, a Comunidade Econômica Europeia (Mercado Comum Europeu), foi formado, que em 1992 mudou seu nome para a União Europeia. Atualmente, a UE tem 27 membros, 15 dos quais utilizam uma moeda comum, o euro.

• Em 1963, a Comissão do Codex Alimentarius foi criada pela Organização para Agricultura e Alimentação e a Organização Mundial de Saúde, mais tarde passa a ser apoiada pela Organização Mundial do Comércio.

• Em 1973, David Rockefeller e Zbigniew Brzezinski, organizaram a Comissão Trilateral. O Clube de Roma publicou um relatório intitulado "regionalizado e Adaptativo para o Modelo de Sistema Global ", que propõe que o mundo é dividido em dez regiões.

• Em 1945, as Nações Unidas criaram a Organização Internacional do Comércio (ITO- International Trade Organization). Em outubro de 1947 um acordo foi alcançado pelo Acordo Geral sobre Tarifas e Comércio (GATT). O grupo foi renomeado a Organização Mundial do Comércio (OMC) em 1995.

• Em 1998 foram criadas as Cartas INWO ( Illuminati New World Order, em portugues: Nova Ordem Mundial Illuminati). Há algumas cartas que possuem fatos que ja aconteceram como a carta "Terrorist Nuke" que fala sobre as Torres Gêmeas do World Trade Center.

• Em 2001, as torres do World Trade Center e o Pentágono foram alvo de ataques terroristas pelo grupo fundamentalista islâmico Al-Qaeda, episódio que resultou na morte de milhares de pessoas. Muitas pessoas acreditam que eles foram realizados ou apoiados pelo próprio governo dos EUA. Os ataques de falsa bandeira têm sido relacionados às ideias sobre a Nova Ordem Mundial, por vezes, apresentados como operações psicológicas para assustar os Americanos em ceder as suas liberdades civis para uma autoridade de "segurança interna" que acabará por sua vez no controle dos Estados Unidos ao longo de um "governo mundial, uma ditadura.

• Em 2001, o U.S.A. Patriot Act (ato patriótico dos EUA) foi assinado por George W. Bush, o que amplia a autoridade dos EUA na aplicação da lei para o objetivo declarado de combater o terrorismo nos Estados Unidos e no estrangeiro.

• Em 2002, a FDA aprovou a fabricação do implante do microchip (humano) VeriChip. Isso despertou o medo que alguns governos totalitários no futuro possam aplicar a implantação desses chips e, assim, ser uma forma da marca da Besta mencionada no livro do Apocalipse. (Apocalipse 13:16-13:17)

• Em 2004, o Força Tarefa Independente sobre a América do Norte, um projeto organizado pelo Conselho de Relações Exteriores propõe a criação, até 2010, de uma comunidade norte-americana econômica e de segurança, geralmente referido como o União Norte Americana. Foi proposto por Robert Pastor, um vice-presidente da Força Tarefa, que a União norte-americana teria uma moeda comum, o amero.

• Em 2007, o presidente dos EUA George W. Bush assinou a lei em vigor a Diretiva Presidencial Segurança Nacional e Segurança Interna que concede-lhe (ao presidente) amplos poderes durante um tempo de "emergência nacional". Esta diretiva concede poderes sem precedentes ao Comandante-em-Chefe das Forças Armadas dos EUA (o presidente), sem qualquer tipo de controles e equilíbrios imperiosos do Congresso dos Estados Unidos.


Referências


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24.↑ VeriChip Microchip Implants Cause Fast-Growing, Malignant Tumors in Lab Animals. Will this end the Mark of the Beast?
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58.↑ pdf em inglês
59.↑ http://www.conspiracytheories.us/lang/pt/new-world-order-prophecy-last-days-barry-smith.shtml
60.↑ http://brazil.skepdic.com/illuminati.html




Leitura recomendada


Cuddy. Secret Records Revealed: The Men, The Money and The Methods Behind the New World Order. [S.l.]: Hearthstone Publishing, Ltd., 1999. ISBN 1-57558-031-4
Abraham, Larry. Call it Conspiracy. [S.l.]: Double a Publications, 1988. ISBN 0-9615550-1-7
Still, William T.. New World Order: The Ancient Plan of Secret Societies. [S.l.]: Huntington House Publishers, 1990. ISBN 0-910311-64-1
Cooper, Milton William. Behold a Pale Horse. [S.l.]: Light Technology Publications, 1991. ISBN 0-929385-22-5
Robertson, Pat. The New World Order. [S.l.]: W Publishing Group, 1992. ISBN 0-8499-3394-3
Wardner, James. The Planned Destruction of America. [S.l.]: Longwood Communications, 1994. ISBN 0-9632190-5-7
Keith, Jim. Black Helicopters over America: Strikeforce for the New World Order. [S.l.]: Illuminet Press, 1995. ISBN 1-881532-05-4
Jones, Alan B.. Secrecy or Freedom?. [S.l.]: ABJ Press, 2001. ISBN 0-9640848-2-1
Gray, John. False Dawn: The Delusions of Global Capitalism. [S.l.]: New Press, 2000. ISBN 1-56584-592-7
Bearden, Tom. Energy from the Vacuum: Concepts & Principles. [S.l.]: Cheniere Press, 2004. ISBN 0-9725146-0-0
Marrs, Jim. Rule by Secrecy: The Hidden History That Connects the Trilateral Commission, the Freemasons, and the Great Pyramids. [S.l.]: HarperCollins, 2001. ISBN 0-06-093184-1
Lina, Jüri, "Under the Sign of the Scorpion: The Rise and Fall of the Soviet Empira", Stockholm, 2002 (Second, Enlarged Edition).
Lina, Jüri. Architects of Deception: the Concealed History of Freemasonry. Stockholm, 2004, originally written in Swedish, title "Världbyggarnas bedrägeri: frimurarnas dolda historia".
Madisson, Tiit. New World Order: The Concealed Acting of Judaists and Freemasons at Subdueing the World's Nations and Countries, written in Estonian, original title: "Maailma Uus Kord: judaistide ja vabamüürlaste varjatud tegevus rahvaste ning riikide allutamisel". Lihula, 2004.
Wilson, Robert Anton. Everything is Under Control: Conspiracies, Cults, and Cover-Ups. New York: 1998, Harper-Perennial.
Bollier, David. Brand Name Bullies: The Quest to Own and Control Culture. [S.l.]: Wiley, 2005. ISBN 0471679275
Tedford, Cody. Powerful Secrets. Hannover, 2008. ISBN 1-4241-9263-3

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