... Julgo que depois destes malabarismos, os currículos das pessoas com funções políticas activas com o propósito de praticar o bem comum de uma nação, devem ser exigidos e publicados em Diário da Republica para qualquer cidadão poder consultar e certificar-se das habilitações de cada politico. Não deve ser uma opção, mas uma condição contemplada numa lei própria para o efeito, pois como sabemos, nenhum trabalhador é admitido numa função numa empresa, sem referências e/ou curriculo académico/profissional. será verdade que o PS está "calado" neste caso da licenciatura de M. Relvas porque o Irmão Maçon António Seguro dos Bancos (da Universidade Lusófona) foi um dos professores envolvido no processo?...
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Máfia Económica Global! "Wall Street e a Crise Financeira: Anatomia do Colapso Financeiro" Culpa Bancos, Moodys, Standard Poors, Goldman Sachs, Deutsche Bank, Supervisão e Desregulação dos Mercados! Relatório Elaborado Pela Comissão de Investigação do Senado dos EUA Desmonta A Conspiração; Acorda e Levanta-te Portugal, Espanha, Itália, Grécia; Os Banqueiros Que Paguem A Crise Que Criaram!



Uma investigação de dois anos, que culminou no relatório "Wall Street e a Crise Financeira: Anatomia do Colapso Financeiro"  ("WALL STREET AND THE FINANCIAL CRISIS: Anatomy of a Financial Collapse"), levada a cabo pela Senado dos EUA sobre as causas da crise financeira culminou na publicação de um relatório contendo 639 página condenado as grandes instituições financeiras, nomeadamente os bancos, os fundos de Hedge, as Agências de Rating e os órgãos reguladores do sistema financeiro. Citando uma riqueza de documentos internos e comunicações privadas "Wall Street e a crise financeira: Anatomia de um colapso financeiro" mostra ao detalhe uma série de actividades de negócios irresponsáveis e de carácter criminoso ​​que deixaram a economia global em desordem e estão a encaminhar os países pobres para o desastre. O Relatório mostra o criminoso modus operandi das Agências Moody's, S&P, Deutsche Bank e do famoso banco Goldman Sachs, a que pertencem António Borges e Carlos Moedas

Cartel de Bancos Inter-Alpha, BES, Goldman Sachs, RBS, JP Morgan, SANTANDER, RBS, UBS
Cartel de Bancos Inter-Alpha


Versão Inglesa English Version:
Truth About Global Economic Conspiracy Crash For Bailout's! Banks Mafia Scam Involving: Goldman Sachs, Deutsche Bank, Moodys, Standard Poors; Read Report: WALL STREET AND THE FINANCIAL CRISIS: Anatomy of a Financial Collapse, From The US Senate Investigation

  1. Introdução

  2. Sobre o Relatório da Sub-Comissão de Investigações Permanente do Senado dos Estados Unidos

  3. Elaboração do Relatório e Foco do Estudo

  4. Opinião do Senador Carl Levin Presidente do Comité de Segurança Interna e Assuntos Governamentais

  5. Conteúdo do Levin-Coburn Report

  6. Principais Causas da Crise Financeira

  7. Conclusões do relatório

    1. O relatório prova aquilo que muitos chamam Teorias de Conspiração

    2. Empréstimo de Alto Risco: Estudo de Caso do Washington Mutual Bank

      1. Nota Extra relatório

    3. Falhas da Entidade Reguladora: estudo de caso do Office of Thrift Supervision

    4. Ratings Combinados Nos Produtos de Crédito: estudo de caso da Moody e Standard & Poors

    5. Abusos Banco de Investimento: estudo de caso do Goldman Sachs e Deutsche Bank

    6. Goldman Sachs

      1. Nota Extra relatório

      2. 13,9 Biliões de Dólares Americanos Num Fundo de Apostas Contra Os Clientes

      3. Estratégias Goldman Sachs: Fundos de Apostas Contra Os Clientes

      4. Hudson

      5. Timberwolf

      6. Abacus

    7. Deutsche Bank

      1. Crap Pigs CDO Em Esquema de Ponzi

      2. CDO Machine

      3. Deutsche Bank Edge Fund $ 8 biliões Contra 102 Biliões de Dólares RMBS

  8. Recomendações do relatório

    1. Recomendações sobre empréstimos de alto risco

      1. Garantir "Hipotecas qualificadas de Baixo Risco"

      2. Exigir significativa retenção de risco.

      3. Salvaguarda contra produtos de alto risco.

      4. Exigir maiores reservas para empréstimos de amortização negativa.

      5. Salvaguardar carteiras de investimento do Banco

      1. Recomendações sobre falhas de regulação

        1. Desmantelamento Total da OTS

        2. Reforçar a Fiscalização

        3. Fortalecer CAMELS Ratings

        4. Avaliar os impactos dos empréstimos de alto risco

      2. Recomendações sobre ratings de crédito inflacionados

        1. Avaliar as agências de notação de crédito por Precisão na Análise

        2. Ajudar Os Investidores A Responsabilizar As Agências de Rating CRAs

        3. Fortalecer o Controle Sobre a Actuação das Agências de Notação de Crédito CRA

        4. Garantir Que As Agências de Rating Reconhecem o Risco

        5. Fortalecer a Divulgação Informação Compreensível, Consistente e Útil nas Classificações

        6. Reduzir a Dependência do Governo Relativamente aos Ratings

      3. Recomendações Relativas a Abusos dos Bancos de investimento

        1. Revisão das Operações Financeiras Estruturadas

        2. Barrar As Excepções de Negociação Entre Banco e Proprietário

        3. Projectar E Estabelecer Forte Proibição de Conflito de Interesses

        4. Estudo dos Bancos de Structured Finance

    2. Auto-Análise Crítica de Um Director da Moodys

    3. Tabelas

      1. Tabela do Deutsche Bank Contendo Totais Anuais em CDO Issuance Entre 2000-2009

      2. Tabela S&P Avaliação do Gemstone VII do Deutsche Bank Contendo Ratings Por Tranche

    4. A Crise dos EUA Torna-se Global Via Offshore

      1. Deutsche Bank Cayman Offshore

      2. Goldman Sachs OffShore

    5. Relatórios

      1. Relatório WALL STREET AND THE FINANCIAL CRISIS: Anatomy of a Financial Collapse

      2. Relatório Com a Documentação

    6. Autores Responsáveis




    Sobre o Relatório da Sub-Comissão de Investigações Permanente do Senado dos Estados Unidos


    Wall Street  e a crise financeira: Anatomia de um colapso financeiro é um relatório emitido em 13 de abril de 2011 pela Subcomissão Permanente de Investigações do Senado de Estados Unidos. O relatório de 639 página foi emitido sob a presidência do senador Carl Levin, tendo como o senador  Tom Coburn como lugar tenente. O quase-não-falado relatório,  é popularmente conhecido, por quem o conhece, como o Relatório Levin-Coburn (Levin-Coburn Report).

    Elaboração do Relatório e Foco do Estudo


    Após a realização de "mais de 150 entrevistas e depoimentos, tendo sido consultados dezenas de funcionários do governo, académicos e especialistas do sector privado", constatou-se que "a crise não foi um desastre natural, mas o resultado de uma conspiração envolvendo o que os banqueiros chamam de produtos financeiros complexos de alto risco, manifestos conflitos de interesse, o fracasso e laxismo das autoridades reguladoras, a cumplicidade das agências de classificação de crédito, e manipulação do próprio mercado, para alimentar os excessos de Wall Street.


    Opinião do Senador Carl Levin, Presidente do Comité de Segurança Interna e Assuntos Governamentais


    Numa entrevista, o senador Levin observou que:


    "A esmagadora evidência é que estas instituições enganaram os seus clientes e enganaram o público, e eles foram auxiliados e instigados pelos reguladores e pelas agências de classificação de crédito que tinham conflitos de interesse."

    Conteúdo do Levin-Coburn Report


    Até ao final de sua investigação de dois anos, a equipe acumulou 56 milhões de páginas de memorandos, documentos, folhetos e e-mails. O relatório, contém notas de rodapé e referências 2.800 milhares de documentos internos com foco em quatro áreas principais de preocupação com o fracasso do sistema financeiro: empréstimos hipotecários de alto risco, a falta de reguladores para impedir tais práticas, avaliações de crédito favoráveis (de acordo com o valor pago pelo avaliado), e os abusos do sistema controlado pelos bancos de investimento. O relatório também emitiu várias recomendações para a acção futura a respeito de cada uma dessas categorias.

    Principais Causas da Crise Financeira



    Honestidade, Corrupção, Crise, Bancos, Apoio, Pobre, Rico, Trabalho, Portugal, Espanha, Itália, Grécia, Euro, Europa

    O relatório incide sobre o que ele diz serem as quatro principais causas da crise financeira, e começa por se concentrar sobre o impacto provocado pelos credores de hipotecas de alto risco, usando Washington Mutual Bank (WaMu) como um exemplo. A partir de 2004, WaMu embarcou numa estratégia de empréstimos enfatizando empréstimos de alto risco. Ao mesmo tempo, o banco estava envolvido numa série de práticas de empréstimos questionáveis ​​incluindo operações de direccionamento transformando hipotecas convencionais em produtos Tóxicos de alto risco, com recurso a fundos de Edge a apostar contra o mercado. Idêntico papel tiveram o Deutsche e a Goldman Sachs.


    Conclusões do relatório



    O relatório descobriu que os quatro aspectos causadores da crise foram todos interligados para facilitar as práticas de risco que levaram ao colapso do sistema financeiro global. Os banqueiros credores, para maximizar os lucros, securitizaram os empréstimos á habitação habitação, através do que chamam de produtos complexos,  apostando contra esses mesmos produtos através de operações de subscrição subprime, predando os compradores não qualificados para maximizar os lucros. Isto é: só é qualificado quem faz parte do gang.. As agências de classificação de crédito (agências de rating de avaliação combinada), classificaram esses títulos com classificação de investimento seguro (AAA), o que facilitou a sua venda a investidores de todo o mundo. Tal como Vítor Constâncio (falhou na Regulação BPN e BCP, sendo depois promovido para o BCE), também nos EUA, os  Reguladores de valores mobiliários federais falharam na execução do seu dever de garantir os empréstimos sãos e salvos da gestão de risco pelos credores e bancos de investimento. Os bancos de investimento projectaram e promoveram complexos produtos financeiros, sem qualidade e pobres compostos por esses empréstimos à habitação de alto risco.

    O relatório prova aquilo que muitos chamam Teorias de Conspiração 

    Merkel A Ditadora Gorda NAZI, Merkel,Ditadora, Gorda, NAZI, Mafia, Crise

    Os Banqueiros incentivam os investidores utilizando swaps de crédito apostando fortemente apostar no fracasso desses produtos financeiros e que geriram e gerem uma complexa teia de conflitos de interesse, em que são eles os próprios a si apostar contra os produtos comercializados e vendidos, defraudando seus próprios clientes. A conivência destas quatro instituições levou ao surgimento de uma enorme bolha de títulos com base no crédito à habitação de alto risco. Quando os compradores não qualificados entram em incumprimento com as suas hipotecas, o sistema financeiro mundial incorre em perdas maciças. E é aí que se comprova o que estamos cansados de afirmar:, entra o Resgate aos países para salvar os bancos.

    Empréstimo de Alto Risco: Estudo de Caso do Washington Mutual Bank



    Através de um estudo de caso do Washington Mutual Bank (WaMu), o relatório constatou que, em 2006, o WaMu começou a apostar em empréstimos de alto risco para ter lucros mais elevados. Um ano depois, essas hipotecas começaram a falhar, junto com os títulos lastreados em hipotecas do banco oferecidos como garantia. Como acionistas perderam a confiança, os preços das acções caíram e o banco sofreu uma crise de liquidez. The Office of Thrift Supervision, o regulador chefe colocou o banco WaMu sob intervenção do Federal Deposit Insurance Corporation (FDIC), que depois vendeu o banco ao JPMorgan. Se a venda não tivesse sido efectuada, diz que os activos tóxicos detidos pelo WaMu teriam esgotado completamente o fundo de seguro do FDIC.

    Nota Extra relatório

    • Assim, como é de esperar, esses fundos foram transferidos á escala global, como na altura foi referido por cronista, creio que da Blomberg


    O relatório concluiu que WaMu vendeu hipotecas de taxa ajustável de alto risco (ARM opção) a granel, especificamente para o Federal National Mortgage Association (Fannie Mae) e Federal Home Loan Mortgage Corporation (Freddie Mac). WaMu também vendeu frequentemente estes empréstimos a compradores não qualificados e estaria a atrair compradores com curto prazo "teaser" taxas que dispararia mais tarde no prazo. O relatório descobriu que WaMu e outros grandes bancos estavam inclinados a fazer essas vendas arriscadas porque os empréstimos de maior risco e títulos lastreados por hipotecas vendidos por preços mais altos em Wall Street. Esses credores, no entanto, simplesmente passaram o risco para os investidores ao invés de absorvê-los eles mesmos. E advinha prá onde? Ora, via Offshore Global.

    Falhas da Entidade Reguladora: estudo de caso do Office of Thrift Supervision



    A entidade reguladora, Office of Thrift Supervision (OTS), foi citado no relatório como um grande culpado em colapso financeiro, por sua "incapacidade de parar as práticas inseguras e insalubres que levaram à morte do Washington Mutual" Enquanto OTS identificou mais de 500 irregularidades em WaMu, tal como no caso BPN BCPeles não tomaram qualquer ação regulatória contra o banco. OTS terá, repetidamente solicitado acção corretiva, mas o banco nunca passou cartão. O relatório também cita a cultura reguladoa dentro da OTS como uma questão que exacerbou a falta de fiscalização. OTS consistentemente referia os bancos que supervisionava como seus "eleitores". Eles pediam aos bancos para corrigir os problemas, em vez de impor regulação, apesar de os bancos raramente seguirem conselhos e raramente cumprirem acordos.

    Ratings Combinados Nos Produtos de Crédito: estudo de caso da Moody e Standard & Poors

    Moodys, Crise, Económica, Anonymous, S&P, Standard & Poors, Crise Portugal


    O estudo de caso de Moody Investors Service, Inc. (Moody) e Standard & Poor Financial Services LLC (S & P) expôs uma combinação de leituras imparciais e conflitos de interesse dentro da comunidade de agências de classificação de crédito. Devido à falta de regulamentação, as agências foram capazes de colocar a quantidade recebida sobre a qualidade do rating dos títulos. As Agências de notação de crédito foram pagas pelas empresas de Wall Street para efectuar o seu serviço de avaliação e classificação de risco financeiro, de acordo com o pagamento. Se as agências de notação de crédito efectuassem a emissão de uma classificação abaixo de TripleA (AAA), eram ameaçadas de ficar fora do negócio pelas empresas de Wall Street de que dependiam e dependem. Nos anos que antecederam a crise de 2008, a Moody e S & P avaliaram dezenas de milhares de fundos imobiliários norte-americanos (residencial mortgage-backed securities) (RMBS) e obrigações de dívida garantidas (CDOs). Moody e S & P regularmente manipularam os votos, dando classificações fraudulentas de grau AAA para a maioria dos RMBS e títulos CDO, embora muitos foram baseados nos empréstimos à habitação de alto risco. Em 2006, os empréstimos à habitação de alto risco começou a falhar, ainda assim, Moodys e S & P continuuaram, durante 6 meses, a emitir classificações AAA para os títulos de má qualidade. Após os CDOs e os títulos RMBS que consistiam nestes empréstimos para habitação, começarem a incorrer em perdas elevadasas agências de rating mudaram de rumo e rapidamente começaram a rebaixar esses títulos de alto risco. O mercado de RMBS e CDO, agora já saturado com ativos tóxicos e não-comercializáveis, levou á queda abrupta dos títulos. Tradicionalmente, os títulos AAA rated tinham menos de um 1% de probabilidade de inadimplência. Em 2007, a maioria dos RMBS e títulos CDO com classificação AAA sofreram perdas. 90% das classificações AAA dadas a títulos subprime RMBS originou em 2006 e 2007 foram mais tarde rebaixadas ao status de lixo por agências de notação de crédito.

    Abusos dos Banco de Investimento: estudo de caso do Goldman Sachs e Deutsche Bank

    Pedro Passos Coelho, BES, Máfia, crime, Bancos, Governo, Portugal, Austeridade, BCP
    Passos Coelho dos Bancos de Investimento,
    a menos de um mês antes das eleições,
    em que enganou os portugueses que votaram nele,
    fez uma visita relâmpago á City de Londres,
    onde foi falar com os responsáveis da Goldman Sachs
    Isto consta no Programa Eleitoral do PSD


    O relatório cita os bancos de investimento como um jogador importante na preparação da crise, e usa um estudo de caso de dois principais participantes no mercado hipotecário dos EUA, Goldman Sachs e Deutsche Bank. O estudo de caso revelou que, entre 2004 e 2008, os bancos concentraram seus esforços fortemente em RMBS e títulos CDO, complexos e em produtos financeiros de alto risco que poderam empacotar e vender a investidores que desconhecem a composição do produto. As instituições financeiras emitiu US $ 2,5 trilhões em RMBS e US $ 1,4 trilhão em títulos CDO. Eles criaram mesas de operações de grande porte que tratam estritamente de RMBS e títulos CDO. Mais alarmante, suas mesas de negociação começou a tomar apólices de seguro contra a RMBS e títulos CDO, permitindo que aposta na queda do valor de seus activos próprios. Eles agiram em muitos casos, como um intermediário entre duas partes opostas apostando em ambos os lados do valor futuro. Essa prática levou a um conflito flagrante de interesse no mercado de valores mobiliários, como os bancos usaram "líquidos" posições curtas, em que eles apostaram na queda de um segurança, para lucrar com a falha de um segurança que havia vendido para seu próprio cliente .

    Indignati Italia, Indignati, Italia, Rivoluzzioni, Revolution, mse
    Indigna-te

    Goldman Sachs


    O estudo de caso do Goldman Sachs exemplifica este conflito de interesses. Eles subscreveu cerca de US $ 100 bilhões em títulos RMBS e CDOs em 2006 e 2007. Quando viram os seus títulos a desvalorizar, em vez de alertarem os investidores para ficarem longe desses produtos, eles começaram a desenvolver uma posição curta que lhes permitir lucrar apostando contra esses produtos com o inevitável colapso do mercado de hipotecas, colapso por eles desencadeado.

    Nota Extra relatório


    • Este tipo de operação, em que a Goldman tem experiência de longa data, com uma longa série de crises e falências de empresas, ao longo dos seus aproximados 150 anos de existência, Inclusive com participação na crise de 1920. Mas isso é uma longa história.
    • Também importa lembrar que fora estas atitudes que Greg Smith a apresentar a carta de demissão.
    • Para quem não sabe, esta operação criminosa, passa por constituir um ou vários Fundos de Edge e apostar fortemente nas oscilações diárias em Bolsa, como fazem diariamente na União dos rabos pró ar a que chamam de Europeia, com o objectivo de obrigarem a população a arriar as calças. A este respeito, é importante salientar o que o Gang do Salgado fez com a Portugal Telecom.

    Continuando as Operações da Goldman Sachs

    13,9 Biliões de Dólares Americanos Num Fundo de Apostas Contra Os Clientes


    Eles amassaram 13,9 bilhões dólares americanos em curto, e fizeram US $ 3,7 bilhões em lucro em 2007 com o declínio do mercado de hipotecas, declinio por eles também impulsionado. Eles venderam RMBS e títulos CDO aos seus próprios clientes, sem notificá-los do seu conflito de interesses, em que eles tinham um fundo multi-bilionária em apostas de curta duração contra o mesmo produto.

    Estratégias Goldman Sachs: Fundos de Apostas Contra Os Clientes


    O estudo de caso analisa ainda quatro CDOs vendidos pelo Goldman conhecido como Hudson 1, Anderson, Timberwolf, e Abacus 2007-AC1. O estudo descobriu que o Goldman, às vezes, assumiu activos de risco que tinham em seu inventário e despejou-os nesses CDOs. Eles conscientemente incluíram ativos de má qualidade e baixo valor e pobres nesses fundos, e em três dos CDOs, que haviam tomado uma posição curta contra o CDO.

    Goldman Sachs vendeu seus próprios ativos tóxicos aos seus clientes, passando depois a apostar contra eles, sem qualquer notificação a ninguém sobre seu conflito de interesse.

    Hudson


    No caso de um Hudson, Goldman levou uma curta 100% contra o CDO de US $ 2 biliões, e, em seguida, vendeu o CDO aos seus clientes. A segurança logo perdeu valor, e enquanto os seus clientes perderam seus investimentos, Goldman fez US $ 1,7 bilões de lucro.

    Timberwolf

    No CDO Timberwolf, Goldman vendeu os títulos acima do valor real aos seus clientes, logo em seguida, baixou o preço após a venda, fazendo com que os seus clientes acabassem incorrendo em consideráveis perdas rápidas. A Garantia Timberwolf perdeu 80% de seu valor no espaço de 5 meses e é inútil hoje.


    Abacus

    No caso do CDO Abacus, Goldman não tomar uma posição curta, mas permitiu Paulson & Co. Inc., um fundo de hedge com relações com o ex-secretário do Tesouro e executivo do Goldman, Henry Paulson, para selecionar os activos incluídos no CDO. Goldman comercializou-os e vendeeu essa insegurança aos seus clientes, sem nunca revelar o papel do Paulson & Co. Inc. no processo de selecção de activos ou o facto de que o CDO foi projectado para perder valor em primeiro lugar. Hoje, os títulos Abacus são inúteis, enquanto o fundo de hedge Paulson fez cerca de US $ 3 bilhões.

    Deutsche Bank

    Crap Pigs CDO Em Esquema de Ponzi


    No estudo de caso o Deutsche Bank, o relatório concentra a atenção em volta do trader chefe do banco, Greg Lippmann. Ele alertou os colegas de que os títulos RMBS e CDO eram "porcaria" e "porcos" (crap and pig) e poderia ganhar dinheiro tendo calções contra eles. Ele previu que os títulos perderiam valor e chamou a operação CDO da indústria financeira como um "esquema de Ponzi".

    CDO Machine


    Deutsche Bank tomou uma posição 5.000.000.000 $ curto contra o mercado de RMBS 2005-2007, ganhando um lucro de US $ 1,5 biliões. Os estudos de caso dessas duas empresas de investimento também mostram que, mesmo que a inadimplência de hipotecas aumentou em 2008, os bancos continuaram a comercializar fortemente CDOs e títulos RMBS aos seus clientes. Os bancos sabiam que se fossem parar a sua "máquina de CDO" que estavam produzindo lucros recordes e bônus executivos recordes, as empresas teriam de cortar seus excessos e fechar suas mesas CDO. Os estudos mostram como as credit default swaps que os investidores e os próprios bancos permitidos de fazer apostas em ambos os lados do desempenho de uma garantia de segurança intensificaram o risco de mercado.


    Deutsche Bank Edge Fund de $ 8 biliões Contra 102 Biliões de Dólares RMBS


    Grupo Deutsche Bank RMBS, em Nova York, por exemplo, construiu uma carteira de 102 bilião dólares em títulos RMBS, e ao mesmotempo, construiu um fundo de hedge afiliado em CDO de US $ 8 biliões de dolares,  usado para apostar contra o produto, gerido pela Winchester Capital.

    Conclusão Sobre o Papel dos Bancos Na Crise


    Finalmente, eles mostram que as técnicas de negociação sem escrúpulos nos bancos levou a "perdas dramáticas no caso do Deutsche Bank e os conflitos de interesse revelado, no caso do Goldman Sachs." O Relatório concluiu que os bancos de investimento eram a "força motriz" por trás do risco-laden expansão do mercado CDO e RMBS no sistema financeiro dos EUA, e que os bancos foram a principal causa da própria crise.

    Recomendações do relatório



    Recomendações sobre os empréstimos de alto risco



    Garantir "Hipotecas Qualificadas de Baixo Risco"

    As Autoridades Reguladoras reguladores devem usar sua autoridade reguladora para garantir que todas as hipotecas são consideradas de baixo risco "qualificados hipotecas residenciais" têm um baixo risco de inadimplência ou padrão.

    Exigir significativa retenção de risco.

    Os reguladores federais devem emitir um requisito de retenção forte risco nos termos do Artigo 941, exigindo a retenção não inferior a um risco de crédito de 5% em cada um, ou uma amostra representativa de, parcelas de uma securitização de ativos apoiado, e por restrição de cobertura deslocamento de um razoável, mas período limitado de tempo.

    Salvaguarda contra produtos de alto risco.

    Reguladores bancários federais devem proteger o dinheiro do contribuinte, exigindo que bancos com alto risco de produtos financeiros estruturados, incluindo produtos complexos, com pouco ou nenhum dados de desempenho confiáveis, para atender reserva perda conservador, liquidez e necessidades de capital.

    Exigir maiores reservas para empréstimos de amortização negativa.

    Reguladores bancários federais devem usar sua autoridade reguladora para exigir dos bancos emissores negativamente amortizar empréstimos que permitem aos tomadores de adiar os pagamentos de juros e principal, para manter a perda de mais conservador, liquidez e reservas de capital.

    Salvaguardar carteiras de investimento do Banco.

    Reguladores bancários federais devem usar a seção 620 bancário estudo para identificar atividades de alto risco produtos financeiros estruturados e impor um limite razoável sobre o valor de tais produtos de alto risco que pode ser incluído na carteira de um banco de investimento.

    Recomendações sobre falhas de regulação



    Desmantelamento Total da OTS

    O Escritório do Controlador de Moeda (OCC) deve concluir o desmantelamento do Escritório de Supervisão Económica (OTS), apesar das tentativas de alguns funcionários OTS para preservar a identidade da agência e influência dentro da OCC.

    Reforçar a Fiscalização.

    Reguladores bancários federais devem realizar um exame de suas principais instituições financeiras para identificar aqueles com graves deficiências em curso, e rever sua abordagem de execução a estas instituições para eliminar qualquer política de deferência à gestão bancária, classificação inflacionados camelos, ou a utilização de lucros de curto prazo para desculpar actividades de alto risco.

    Fortalecer CAMELS Ratings.

    Reguladores bancários federais deve empreender uma revisão completa do sistema de classificação CAMELS para produzir classificações que sinalizem se uma instituição deve operar de forma segura e ao longo de um determinado período de tempo, os ratings de activos de qualidade que reflitam os riscos embutidos em vez de lucros a curto prazo, avaliações de gestão que refletem qualquer falha em curso para corrigir deficiências identificadas, e as avaliações de composição que desencorajam os riscos sistêmicos.

    Avaliar os impactos dos empréstimos de alto risco.

    O Financial Stability Oversight Council deve realizar um estudo para identificar as práticas de alto risco de crédito em instituições financeiras, e avaliar a natureza ea importância dos impactos que estas práticas podem ter sobre os sistemas financeiros dos Estados Unidos como um todo.

    Recomendações sobre ratings de crédito inflacionados


    Avaliar as agências de notação de crédito por Precisão na Análise.


    A SEC deve usar a sua autoridade reguladora para classificar as Nacionalmente Reconhecidas organizações de classificações estatísticas em termos de desempenho, em particular na precisão de suas avaliações.

    Ajudar Os Investidores A Responsabilizar As Agências de Rating CRAs.

    A SEC deve usar a sua autoridade reguladora para facilitar a capacidade dos investidores para processar  as agências de notação responsáveis ​​em acções cíveis para as classificações de crédito inflados, quando uma agência de classificação de crédito consciente ou inconscientemente falhar para conduzir uma investigação razoável do nominal security.14

    Fortalecer o Controle da Actuação Sobre as Agências de Notação de Crédito CRA

    A SEC deve usar sua inspecção, exame, e a autoridade reguladora para assegurar que as agências de notação de crédito instituem controles internos, metodologias de rating de crédito, e os conflitos empregado de garantias de juros que precisão classificação antecipadamente.

    Garantir Que As CRAs Reconhecem o Risco.

    A SEC deve usar sua inspecção  exame, e autoridade reguladora para assegurar que as agências de notação de crédito atribuem maior risco de instrumentos financeiros cujo desempenho não pode ser confiavelmente previsto devido à sua novidade ou complexidade, ou que dependem de ativos de terceiros com um registo para a emissão de má qualidade ativos.

    Fortalecer a Divulgação Informação Compreensível, Consistente e Útil nas Classificações

    A SEC deve exercer a sua autoridade no âmbito da secção nova 78o-7 (s) do título 15 para garantir que as agências de notação de crédito completam as necessárias novas formas avaliações até o final do ano e que as novas formas fornecem informação compreensível, consistente e útil nas classificações e informações aos investidores, incluindo testar as formas propostas com investidores reais.

    Reduzir a Dependência do Governo Relativamente aos Ratings

    Os reguladores federais devem reduzir a dependência do governo federal nas classificações de crédito de emissão privada.

    Recomendações Relativas a Abusos dos Bancos de investimento



    Revisão das Operações Financeiras Estruturadas

    Os reguladores federais devem rever os RMBS, CDO, CDS e atividades ABX descritos neste relatório para identificar eventuais violações da lei e para estudar formas de reforçar as proibições reguladoras existentes contra práticas abusivas envolvendo produtos financeiros estruturados.

    Barrar As Excepções de Negociação Entre Banco e Proprietário

    Para garantir uma proibição significativa sobre o comércio de propriedade nos termos do Artigo 619, qualquer excepção a essa proibição, como por marketmaking ou actividades de redução dos riscos de cobertura, deve ser estritamente limitado nos regulamentos de aplicação para natividades que servem os clientes e reduzir o risco.

    Projectar E Estabelecer Forte Proibição de Conflito de Interesses

    As Entidades Reguladores devem estabelecer forte proibição de conflito de interesses-juros nas Seções 619 e 621 deve considerar os tipos de conflitos de interesse no estudo de caso do Goldman Sachs, como identificado no Capítulo VI (C) (6) do presente relatório.

    Estudo dos Bancos de Structured Finance

    Os Reguladores devem conduzir o estudo das natividades bancárias sob a Seção 620 e devem considerar o papel dos bancos federais segurados em projecto  comercialização e os de investimento em produtos financeiros estruturados com riscos que não podem ser confiavelmente medidos e swaps de crédito nuas padrão ou sintéticos instrumentos financeiros.

    Auto-Análise Crítica Director da Moodys


    Olhando para trás, após o primeiro choque da crise, um director de Moody ofereceu esta auto-análise crítica:

    "Por que não imaginar que o crédito iria apertar depois de ser solto, e os preços da habitação cairiam depois de subir, depois de saber que todos os acontecimentos econômicas são cíclicas e bolhas inevitavelmente estouram. Combinados, esses erros nos fazem olhar ou incompetente em análise de crédito, ou como vendemos nossa alma ao diabo para obter receita, ou um pouco de ambos. "

    Tabela do Deutsche Bank Contendo Totais Anuais em CDO Issuance Entre 2000-2009


    Deutsche Bank Total Annual CDO Issuance 2000-2009

    Year
    Total CDO Issuance ($ in
    billions)
    2000
    67.99
    2001
    78.45
    2002
    83.07
    2003
    86.63
    2004
    157.82
    2005 
    251.27
    2006
    520.64
    2007
    481.60
    2008
    61.89
    2009
    4.34

    Tabela S&P Avaliação do Gemstone VII do Deutsche Bank Contendo Ratings Por Tranche


    Gemstone VII Ratings by Tranche

    Tranche Initial Rating: Date 1st Downgrade:
    Date
    2nd Downgrade:
    Date
    3rd Downgrade:
    Date
    Class A-1a AAA: March 15, 2007 A+: Feb. 5, 2008 BB+: July 11, 2008 CC: August 19, 2009
    Class A-1b AAA:
    March 15, 2007
    B-: Feb. 5, 2008 CC: July 11, 2008 n/a
    Class A-2 AAA: March 15, 2007 AA-: Nov. 21, 2007 CCC-: Feb. 5, 2008 CC: July 11, 2008
    Class B AA: March 15, 2007 BBB: Nov. 21, 2007 CC: Feb. 5, 2008 n/a
    Class C A: March 15, 2007 B-: Nov. 21, 2007 CC: Feb. 5, 2008 n/a
    Class D  BBB: March 15,
    2007
    CCC+:
    Nov. 21,
    2007
    CC: Feb. 5, 2008 n/a
    Class E  BB+: March 15, 2007 CCC: Nov. 21, 2007 CC: Feb. 5, 2008 n/a
    Preference
    Shares
    Not rated
    Source:  S&P

    A Crise dos EUA Torna-se Global Via Offshore


    O Relatório mostra-nos que quando as investigações começaram, os banqueiros, começaram a intensificar as operações via Offshore.

    Como sabemos, em 2008 começa a crise na Islândia, logo rejeitada pelo povo... depois passou para a Irlanda, Grécia, Portugal, Espanha, Itália - tudo isto acontece graças aos fundos de Hedge, cuja função é apostar contra o mercado -

    Deutsche Bank Cayman Offshore


    Para emitir os títulos CDO, Deutsche Bank estabeleceu uma empresa offshore nas Ilhas Cayman chamada Gemstone CDO VII, Ltd.1357 Para administrar a corporação, o Deutsche Bank nomeou o seu afiliado nas Cayman Island, Deutsche Bank Cayman, que é uma confiança licenciado company.1358 Como administrador, o Deutsche Bank Cayman desde Gemstone 7 com os serviços administrativos necessários para operar a securitização CDO, incluindo, mas não limitado a, fornecimento de instalações de escritórios e pessoal de secretariado, manter os livros e registos exigidos por lei Cayman, nomeando pelo menos dois directores Cayman, e agindo como o secretário de Acções para partes Gemstone.

    Investimento de longo prazo HBK em Gemstone. HBK rotineiramente comprou a parcela de equivalência patrimonial, também conhecido como o interesse residual, em todas as suas ofertas de Pedras Preciosas, incluindo Gemstone7.1361 HBK disse a investidores em sua apresentação de vendas que "HBK manteve 100% do capital das operações de CDO, resultando em forte alinhamento de interesses entre HBK e investidores. " De acordo com Kevin Jenks, gerente de garantia de HBK, HBK tinha um" buy and hold "abordagem a todo o seu Gemstone CDOs. HBK também disse à Subcomissão que participou em Gemstone 7 com" o objectivo de obtenção de longa exposição à garantia do CDO, numa base alavancada, através de propriedade do interesse residual ".

    HBK ofertas eram conhecidos por conter concentrações médias acima de BB ou mais baixas activos classificado, mas HBK se orgulhava de sua capacidade de executar uma análise aprofundada e testes de estresse precisos sobre os activos que selecionou para seu HBK CDOs.1365 espera receber um retorno de 15% do seu investimento no capital tranche. Na sua apresentação aos investidores, HBK declarou: "A empresa se esforça para fornecer superiores ajustados ao risco taxas de retorno com volatilidade relativamente baixa e correlação relativamente baixa com índices de mercado mais importantes." Apresentação  HBK também afirmou que, a partir de janeiro de 2007, ele tinha apenas três rebaixamentos em seu portfólio de segurança garantidos por activos, e que sua actualização para o rácio de rebaixamento foi 23-3, Investidores M & T Bank, que comprou mais tarde Gemstone sete títulos, disse à Subcomissão que contava com o HBK afirmações ao escolher o que achava que era um investimento com "risco mínimo".

     Goldman Sachs OffShore

    Além disso, o Goldman normalmente estabelecido uma doméstica e uma empresa offshore para actuar como os proprietários nominais de dinheiro de entrada a securitização de, activos e títulos de garantia, para servir os emissores reais dos valores mobiliários, e para executar determinados serviços administrativos. Goldman também estabeleceu mecanismos para a manutenção de qualquer hipotecas subjacentes. Em alguns CDOs, Goldman ou sua afiliada, desde serviços adicionais, bem como, atuando em papéis como o agente de selecção de títulos dados em garantia, a garantia colocar provedor, ou o agente de liquidação acusado de vender activos depreciados. Goldman também usou suas vendas globais forçar para comercializar seus títulos a investidores de todo o mundo, normalmente venda de valores mobiliários de emissão da Goldman CDO através de uma colocação privada e títulos RMBS através de uma oferta pública.

    No final de 2006, quando subprime de hipotecas residenciais começaram a sofrer maior do que as taxas esperadas de inadimplência, fraude e padrão, e seu estoque de hipotecários activos relacionados começaram a perder valor, Goldman tomou uma série de ações. Ele vendeu os ativos hipotecários relacionados em seu inventário; voltou empréstimos de má qualidade para os credores de que foram comprados e exigiu o reembolso; limitados novas securitizações RMBS; vendido ou os ativos securitizados em suas contas de depósito RMBS; limitados novas securitizações CDO para as operações já em o gasoduto, e os activos vendidos a partir de CDOs descontinuadas.

    Durante todo este processo, o Goldman fez um esforço de venda de títulos de securitização dos CDO e RMBS tinha origem, mesmo quando esses títulos incluídos ou referenciados os ativos de má qualidade e começou a perder valor. Muitos dos títulos CDO e RMBS que o Goldman vendidos aos seus clientes sofreram prejuízos substanciais. As perdas generalizadas causadas por CDO e RMBS títulos originados por bancos de investimento são uma das principais causas da crise financeira que afetou o sistema financeiro global em 2007 e 2008.

    Relatório WALL STREET AND THE FINANCIAL CRISIS: Anatomy of a Financial Collapse




    Relatório Com a Documentação



    Autores Responsáveis


    United States Senate PERMANENT SUBCOMMITTEE ON INVESTIGATIONS
    Committee on Homeland Security and Governmental Affairs
    Carl Levin, Chairman
    Tom Coburn, Ranking Minority Member
    WALL STREET AND THE FINANCIAL CRISIS: Anatomy of a Financial Collapse
    MAJORITY AND MINORITY STAFF REPORT
    PERMANENT SUBCOMMITTEE ON INVESTIGATIONS
    April 13, 2011
    SENATOR TOM COBURN, M.D.
    Ranking Minority Member
    PERMANENT SUBCOMMITTEE ON INVESTIGATIONS
    ELISE J. BEAN
    Staff Director and Chief Counsel
    ROBERT L. ROACH
    Counsel and Chief Investigator
    LAURA E. STUBER
    Counsel
    ZACHARY I. SCHRAM
    Counsel
    DANIEL J. GOSHORN
    Counsel
    DAVID H. KATZ
    Counsel
    ALLISON F. MURPHY
    Counsel
    ADAM C. HENDERSON
    Professional Staff Member
    PAULINE E. CALANDE
    SEC Detailee
    MICHAEL J. MARTINEAU
    DOJ Detailee
    CHRISTOPHER J. BARKLEY
    Staff Director to the Minority
    ANTHONY G. COTTO
    Counsel to the Minority
    KEITH B. ASHDOWN
    Chief Investigator to the Minority
    JUSTIN J. ROOD
    Senior Investigator to the Minority
    VANESSA CAREIRO
    Law Clerk
    BRITTANY CLEMENT
    Law Clerk
    DAVID DeBARROS
    Law Clerk
    ERIN HELLING
    Law Clerk
    HELENA MAN
    Law Clerk
    JOSHUA NIMMO
    Intern
    ROBERT PECKERMAN
    Intern
    TANVI ZAVERI
    Law Clerk
    MARY D. ROBERTSON
    Chief Clerk


    http://hsgac.senate.gov/public/_files/Financial_Crisis/FN1462-1576.pdf
    http://www.hsgac.senate.gov//imo/media/doc/Financial_Crisis/FinancialCrisisReport.pdf?attempt=2

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    Máfia Financeira Internacional Bancos Cartel; Crime Económico Taxas Libor Euribor: Banco NAZI Deutsche Bank Alemanha Confirma Fraude Económica Manipulação de Mercados eTaxas de Juro; O Banco Confirma o Que os Bandidos dos Bancos, Maçons, Bilderberg, Políticos e Tolos Chamam Teorias de Conspiração



    Euribor e Libor

    Deutsche Bank confirma envolvimento na manipulação das taxas de juro


    Depois de várias semanas de silêncio, o banco alemão Deutsche Bank,  principal financiador da Alemanha NAZI (facto confirmado por documentos de Auschwitz), cujo presidente David Ackerman é membro do Comité Executivo do Clube Bilderberg e da Comissão Trilateral, ligados ao Cartel European Financial Services Round Table EFR e ao Cartel Inter Alpha Group of Banks a que também pertence o BES,  confirmou esta terça-feira que alguns dos seus funcionários estão envolvidos no caso de manipulação das taxas interbancárias Libor e Euribor. Os envolvidos terão atuado por conta própria. Importa também salientar que os bancos controlam as Sociedades Secretas, maçonaria e Opus Dei, e que o Deutsche Bank tem ligações aos Windsor, Warburgs, Lazard, Citigroup, Moody's ( Conheça a extrutura da Moody's máfia), Standard and Poors, Fitch agências de rating máfia, controladas pela Capital Group e restante Cartel Financeiro internacional, ligados á Phi Beta Kappa Society, Asia Society, Rotschild, Rockfeller, JP Morgan que controla o Banco Central Europeu BCE... (Conheça também a História do Banco Espírto Santo BEE, um banco que colaborou intimamente e lucrou com o our roubado pelos NAZIS)


    Bancos, Bandidos, Bilderberg, Cartel, Crime, Deutsche Bank, Económico, Euribor, Financeira, Internacional, Libor, Manipulação, Maçons, Máfia, NAZI, Políticos, Taxas, Taxas de Juro


    "Estes empregados não respeitaram as regras do banco e foram tomadas medidas contra eles", afirmou o Deutsche Bank numa carta dirigida aos funcionários, que não especifica as sanções nem explica se houve despedimentos. A resposta do Deutsche Bank, é característica ás respostas dadas pela máfia política e financeira, em que a culpa é sempre do mexilhão. Lembram-se aqui há uns anos em que naquele caso dos Hemófilicos e do aluminio na água, em que um bandido político do PSD, ainda mandou uma piada NAZI: "recicla-se os mortos para aproveitar o aluminio..." Que grande canalha. Mas lembram-se que os bandidos depois de nos gastarem um balurdio investigação de abafamento, foram cravar com as culpas no electricista! Só com uma bola presa á perna, picareta na mão e vergalho no lombo que é o que falta a esta bandidagem que destrói a vida de tanta gente.

    Veja As Ligações da Máfia Financeira Internacional Moodys Standard Poors Deutsche Bank JP Morgan Ttrilateral Comission  world bank



    As Ligações do Banco Alemão Deutsche Bank, Ligações do Banco Alemão, Deutsche Bank, Citigroup, Aasia, Society, American Financial Services, Roundtable

    Como é costume acontecer, a culpa é sempre do mexilhãoe Deutsche Bank diz que "nenhum membro da direção, antigo ou no cargo, está envolvido", esclarece a mesma carta. É sempre a mesma filha de putice. Estes ordinários da banca, só á castanhada.

     

    Veja outro organigrama das Ligações da Máfia Financeira Internacional Moodys Standard Poors Deutsche Bank JP Morgan Ttrilateral Comission  world bank

    As Ligações do Banco Alemão Deutsche Bank, Ligações do Banco Alemão, Deutsche Bank, Citigroup, Aasia, Society, American Financial Services, Roundtable, Máfia Financeira Internacional, Moodys, Standard Poors

     


    O escândalo da manipulação das taxas de juro estourou no dia 27 de junho, quando o banco britânico Barclays revelou que iria pagar 360 milhões de euros para pôr fim às investigações dos reguladores britânicos e norte-americanos no caso de manipulação das taxas interbancárias Libor (britânica) e Euribor (europeia).

    O escândalo estendeu-se a outros bancos e já levou à abertura de investigações em vários países.

    Os reguladores bancários que investigam o escândalo da taxa Libor analisam possíveis vínculos entre os operadores do Barclays e funcionários de outros quatro bancos europeus, noticiou a imprensa britânica na semana passada. A investigação envolve operadores dos bancos franceses Société Générale e Crédit Agricole, do alemão Deutsche Bank e do britânico HSBC, noticia o Financial Times.

    O Libor e o Euribor são taxas interbancárias através das quais uma entidade bancária empresta e que repercutem nos valores das mensalidades dos créditos a particulares e empresas.

    Como já demonstrámos acima existem ligações intrinsecas entre toda a máfia da banca, e entre esta e a maçonaria, cujos irmãos dispõem de um passaporte maçonico que lhes dá acesso livre trânsito e chaves de câmaras, tribunais, bancos, e inclusivé, acesso asegredos de Estado. Conheça o Universo Secreto da Maçonaria e a Conspiração Maçónica Illuminati.



    Esta crise foi provocada pelos bandidos dos bancos, como diz o analista económico financeiro e comentador político Max Keiser "Portugal, Irlanda, Grécia atacados pelos bandidos dos bancos , estão escravos da máquina de terror do FMI. Lembrem-se que o Sócrates sempre recusou o FMI e que foram os bandidos dos bancos que com recurso a chantagem, o obrigaram a chamar o Fundo Monetário da Máfia Internacional que tem lançado operações de carácter militar ás nações, facto que se comprova e observa nitidamente na conversa entre o funcionário do BCE, Vítor Rabaça Gaspar e o seu mentor e chefe, o ministro das finanças alemão Schauble.

    Este domínio da Alemanha sobre sobre a União Europeia, remonta aos primórdios da fundação da UE, primeiramente baptizada como Comunidade do Carvão e do Aço. Alguns pormenores sobre o projecto do IV  REICH alemão e os planos NAZIS, são facilmente constactáveis no relatório US SECRET REPORT  EW-Pa 128, outro factor interessante, é através dos Vault Files do FBI, ficarmos a saber que o Hitler fugiu para a Argentina.

    A vontade e desejo de dominio e controle mundial, vem de longe, e ainda há bem poucos dias, foi o próprio primeiro ministro do Luxemburgo e presidente do Euro Grupo Jean Claude Juncker a vir a público denunciar que a Alemanha trata Bruxelas como uma filial e os outros países como colónias.

    O Império Invisível move-se com os assassinos económicos se encontram bem instalados dentro dos destinos políticos dos Estados . Veja a Carta de Greg Smith, Um Assassino Económico Arrependido. os homens  da banca  e como a banca é uma familia, ligados á Goldman Sachs encontram-se infiltrados nos governos dos países alvo de ataque económico da máquina de guerra do Fundo Monetário Internacional. Conheça o braço direito de Soares dos Santos, o famoso homem Pingo Doce que por na Holanda serem cobrados menos impostos, paga os impostos na Holanda. É assim,tiram-nos a pele para dar a estes bandidos.

    O Homem Pingo Doce do Governo S.A., é António Mendo de Castel Branco Borges Santander Goldman Sachs FMI Pingo Doce, o tipo escolhido por Passos coelho para o roubo das privatizações, um homem membro do Clube dos Euro Boys & Girls da Comissão Trilateral. Convém salientar que a política de privatizações, vêm tentando implantar desde há muito, e que a privatização da água foi sub repticiamente implementada em 1997, em que em reunião no Fórum Portugal Global estabeleceram o plano.

    Veja o caso flagrante da promoção da desvalorização do valor do trabalho e da pessoa humana, com médicos, enfermeiros e outros profissionais de saúde, com curso superior, a serem pagos a menos de quatro euros por hora. Isto é gravíssimo, visto que este valor, ainda fica abaixo do que leva uma pessoa sem estudos e que faça limpezas. A realidade que temos de encarar é que o DesGoverno, está criando um legião de escravos. Por este andar, mais algum tempo, para limpar escadas, vão exigir curso superior, sendo que todos os que não tenham curso superior, não terão trabalho, ficando condenados ao extermínio, pela fome.

    Toda esta política é levada a cabo pelos especialistas em lavagens financeiras, onde o topo da banca controla e se encontra interligada, como vários ramos de uma mesma familia, onde obviamente se encontram juntos, Santander, BCP, Deutsche Bank, Chemical Bank, Citigroup, BES, Barclays, HSBC, e outros... São estes vampiros os que se estão a se governar de Portugal e a promover a miséria dos portugueses, cujo primeiro ministro, é o homem de confiança do BES. É assim como que uma espécie de Beija-Mão de Ricardo Salgado, Passos o homem da Fomentinvest, que tem como principal conselheiro, o maior ladrão de bancos de todos os tempos, amigo da confiança de Cavaco Silva e professor do angolano Passos Coelho, o criminoso Dias Loureiro, um dos grandes responsáveis da fome, miséria e escravidão de que estamos a ser alvo. Por essas e por outras razões, continuam os cada vez mais ruinosos negócios político familiares, entre os usurpadores do Estado e a banca com enorme prejuizo para o contribuinte, como a recente venda do Pavilhão Atlântico ao sempre permanente parceiro Banco Espiríto Santo e ao genro de Cavaco Silva por um valor de 34 Milhões de euros inferior ao custo de construção do edificio. Repare nesta nova vigarice das PPP, Parcerias Passos Privados, entre o Estado e os Bancos, que coloca o contribuinte português responsável pelo empréstimo e fiador desses mesmos bancos no roubo das Parcerias Público Privadas. Aqui fica o modelo de garantia que torna os portugueses fiadores dos bancos.

    A criminosa lista das político negociatas familiares entre os que se Governam do Estado e a banca é muito longa. Uma das últimas negociatas do governo a que o Bispo D. Januário Torgal Ferreira chama de Diabos Negros, foi a garantia em que o contribuinte, os doentes, as crianças e reformados pagam os 550 Milhões de que o BES pediu emprestado ao Banco Central Europeu.

    Este mesmo governo altamente corrupto, dito pelo Bispo que diz que a obrigação do Bispo, é defender o povo,  tem ao serviço no Ministério das Finanças, uma ladra, especialista em burlas e falsificação de documentos qu roubou a própria sede do PSD Almada.

    Convém referir que uma das áreas de influência e que influencia o actual governo, tem a ver com o Clube Amizade Portugal Brasil e o famoso "Dirceu Rouba Hóstia", o D. Corleone do Mensalão, a bem conhecida privataria brasileira, também conhecida como a versão brasileira do padrinho, com deputados apanhados em escândalos de corrupção.

    "Este governo leva-nos ao Apocalipse Now da Grécia", declarações do Major General D. Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas.



    Importa salientar que com os banqueiros e a Alemanha aos comandos da União Europeia, controlados pelo Grupo de Frankfurt, o Esquadrão de intervenção da Europa de Merkel, e cujo o objectivo de roubar e escravizar. Sucedem-se os avisos e alertas, um deles surgiu em forma de acusação, em que o Ex - Ministro das Finanças alemão, Oskar La Fontaine, acusa Angela Merkel e os Bancos de fazerem guerra ao povo. "encontra-mo-nos a caminho da idade média se não mudar-mos de politicas", este é mais um grito de aviso vindo de Londres. Convém recordar que o pedido de resgate financeiro foi forçado pelos banqueiro que roubam Portugal, que a negociação do resgate foi liderado pelo banqueiro Eduardo Catroga, da Direcção do Banco Financia. Importa salientar que este Catroga já fazia parte da direcção da EDP, antes da sua compra pelos banqueiros portugueses através da operações na China. Por essa altura o Medina Carreira disse que   os bandidos dos bancos lançaram uma operação militar contra Portugal. E ainda, importa saber que os que se estão a governar, ainda, há cerca de 2 meses atráz contrataram o Banqueiro Rotschild e o Polvo Oliver Wyman da Marsh and Mc Lenan- ligado a JP Morgan - rockefeller Chimical Bank - bank One - mood's - Standard and Poors... para  consultores do Governo na ajuda que o contribuintes estão a ser foçados a dar aos bancos.


    Pois é meus amigos, foi este mostro que atacou a Islândia, mas lá, o povo não escondeu a cabeça na areia, não viraram o cú pro ar e trabalha aí!!! Não, contrariamente ao que aconteceu cá,  oo valente povo islandês viu a conspiração da máfia financeira internacional fazer a revolução, uma revolução que foi silenciada pelos meios de comunicação social ao serviço dos bancos, na Ilha Farol da Democracia Moderna, não quiseram saber dos remédios dos bandidos dos bancos, premiaram logo os políticos com cadeia, começou imediatamente a recuperar a economia, a Islândia já saiu da crise e é uma economia em crescimento. Enquanto isso, os portugalecos, estão a caminho de uma penúria programada pela elite, com ataques sucessivos aos direitos fundamentais, tal como acontece noutros países já atacados pelos criminosos do FMI.

    Repare que sucedem-se os avisos e alertas de que esta é uma política errada, aparecem de pessoa conscientes de varios quadrantes, como foi o caso do recente aviso qu nos chegou da Áustria dizendo que  «Austeridade a mais pode "repetir" o que se passou na Alemanha pré-nazi», Quem o diz é Ewald Nowotny, governador do Banco da Áustria e membro do Banco Central Europeu. Por outro lado, também surgem de todo o lado, propostas constantes para se relaxar o valor do país, em que até a OCDE diz ser necessário ainda mais austeridade e redução de custos do trabalho. Acontece que contrariamente ao que os manipuladores querem fazer crer, o que está em causa, não é reduzir os custos do trabalho para melhorar a economia portuguesa. Não, meus amigos, o que está em causa é diminuir o poder de compra e desmantelar e privatizar a nação. em que até o regime de Estado de Sítio já foi alterado para facilmente instalarem a ditadura.

    ACORDA

    HÁ QUE PÔR OS LADRÕES NA LINHA E NACIONALIZAR OS BANCOS COM PENHORA DO PREJUIZO QUE TÊM CAUSADO.


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    NWO Bilderberg Máfia: Conferência Internacional do Polvo Político Financeiro da Conspiração Global Que Governa o Mundo; Goldman Sachs, BANIF; PS, PSD, Deutsche Bank, SANTANDER na Lista de Participantes na Reunião Clube Bilderberg 2012



    Encontro Bilderberg 2012 que ocorreu em Chantilly, Virginia, USA. Confira abaixo a lista Final de Participantes da Reunião de 2012 do Clube que governa o Mundo nas sombras.
    Bilderberg Meetings, Chantilly, Virginia, USA, 31 May-3 June 2012 Final List of Participants



    Bilderberg Meetings, Chantilly, Virginia, USA, 31 May-3 June 2012 Final List of Participants



    Lista Bilderberg 2012
    País Bilderberg Chairman
    FRA Castries, Henri de Actual presidente do comité Executivo do Governo Bilderberg
    Chairman and CEO, AXA Group, membro da Round Table, Castries, Henri de

    Chefe Bilderberg
    Chairman and CEO, AXA Group


    Lista de Membro do Clube Bilderberg e convidados

    Bilderberg 2012 - Lista de Participantes do Clube das Sombras onde se define
    coordena e controlaa política Global
    País Nome Cargo, Funções, posição de controle na Sociedade Civil, Status Quo do Membro do Clube Bilderberg
    DEU Ackermann, Josef Chairman of the Management Board and the Group Executive Committee, Deutsche Bank AG
    Chairman of the Management Board and the Group Executive Committee, Deutsche Bank AG
    GBR Agius, Marcus Chairman, Barclays plc
    USA Ajami, Fouad Senior Fellow, The Hoover Institution, Stanford University
    USA Alexander, Keith B. Commander, US Cyber Command; Director, National Security Agency
    INT Almunia, Joaquín Vice-President – Commissioner for Competition, European Commission
    USA Altman, Roger C. Chairman, Evercore Partners
    PRT Amado, Luís New World ORDER Illuminati, maçon, Chairman, Banco Internacional do Funchal (BANIF)

    New World ORDER Illuminati, maçon, Chairman, Banco Internacional do Funchal BANIF, Banca, Bancos

    Luís Filipe Marques Amado (Porto de Mós, 17 de Setembro de 1953) é um economista e político português.
    Licenciado em Economia, pela Universidade Técnica de Lisboa, foi visiting professor na Universidade de Georgetown, auditor do Tribunal de Contas e consultor de empresas. Militante e membro do Secretariado do Partido Socialista, foi Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros dos XIII e XIV Governos, Secretário de Estado Adjunto da Administração Interna do XIII Governo, Deputado à Assembleia Legislativa Regional da Madeira e à Assembleia da República.
    NOR Andresen, Johan H. Owner and CEO, FERD
    FIN Apunen, Matti Director, Finnish Business and Policy Forum EVA
    TUR Babacan, Ali Deputy Prime Minister for Economic and Financial Affairs
    PRT Balsemão, Francisco Pinto New World Order Illuminati, President and CEO, Impresa; Former Prime Minister
    Francisco José Pereira Pinto Balsemão, Credit Suisse AG... Conheça Alguns membros do Clube Bilderberg Portugal


    «Licenciado em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, foi jornalista e dirigente político activo, até se dedicar à vida empresarial. É presidente e chief executive officer da holding Impresa e presidente do Conselho de Administração da SIC, a primeira estação de televisão privada em Portugal.

    Jornalista a partir de 1961, foi chefe de redacção da revista Mais Alto e secretariou a direcção do Diário Popular, até 1963, onde chegou a integrar o respectivo Conselho de Administração, entre 1965 e 1971. Fundou o jornal Expresso em 1973, semanário de referência do qual foi o primeiro director, até 1980. Foi professor associado da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, entre 1987 e 2002.
    Nos últimos anos do Estado Novo, foi deputado independente à Assembleia Nacional, representando a Ala Liberal, juntamente com Sá Carneiro, Magalhães Mota, Mota Amaral, Miller Guerra, entre outros, que lutavam pela abertura do regime à democracia. Após o 25 de Abril de 1974 seria um dos principais fundadores do Partido Popular Democrático, actual PSD. Foi deputado eleito à Assembleia Constituinte, de 1975 a 1976, e à Assembleia da República, eleito em 1979, 1980 e 1985. Após a morte de Francisco Sá Carneiro veio a ocupar o cargo de primeiro-ministro do VII Governo Constitucional (1981) e do VIII Governo Constitucional (1981- [1983]]), ambos constituídos pela coligação entre o PSD, o Centro Democrático Social e o Partido Popular Monárquico.

    Entre as restantes funções públicas que desempenhou, contam-se as de presidente do Conselho Europeu de Editores, presidente (não executivo) da Nec Portugal, presidente do Conselho Consultivo do Banco Privado Português, membro do Conselho Consultivo da Universidade de Lisboa, membro do Conselho de Administração do Daily Mail and General Trust PLC, membro do Conselho Assessor Internacional do Grupo Santander Totta, do Steerling Committee de Bilderberg Meetings, do Júri do Prémio Príncipe das Astúrias de Cooperação Internacional, do Consejo de Protectores da Fondación Carolina, do Conselho Geral da COTEC Portugal, do Conselho de Curadores da Fundação Luso-Brasileira, do Comité Executivo do Global Business Dialogue (1999-2002), vice-presidente da Fundação Jornalistes en Europe (1995-2003) e presidente do Conselho de Administração do European Institute for the Media (1990-1999).

    Faz prte da Comissão Trilateral, é membro fundador do Fórum Portugal Global, FPG a Trilateral Portuguesa fundada por Braga de Macedo, onde nos anos 90 se começaram a definir a privatização da água. Como membro da Associação New World Order, é o único português membro permanente do Clube de Bilderberg.

    De acordo com Farinha Simões (in Confissão de Camarate), Francisco Pinto Balsemão pertence à loja maçónica «Pilgrim», que é anglo-saxónica e dependente do Grupo Bilderberg.

    Pilgrims and the making of pilgrimages are common in many religions, including the faiths in ancient Egypt, Persia in the Mithraic period, India, China, and Japan. The Greek and Roman customs of consulting the gods at local oracles, such as those at Dodona or Delphi, both in Greece, are widely known. In Greece, pilgrimages could either be personal or state-sponsored.
    Pilgrims at the Jordan, near Jericho, 1891

    Russian Pilgrims on board S.S. Kormiloff returning from Greek Easter at Jerusalem, 1891
    In the early period of Hebrew history, pilgrims traveled to Shiloh, Dan, Bethel, and eventually Jerusalem, see also Three Pilgrimage Festivals, a practice followed by other Abrahamic religions. While many religious pilgrims travel toward a specific destination, a physical location is not a necessity. One group of pilgrims in early Celtic Christianity were the Peregrinari Pro Christ, (Pilgrims for Christ), or "white martyrs". They left their homes to wander in the world. This sort of pilgrimage was an ascetic religious practice, as the pilgrim left the security of home and the clan for an unknown destination, in complete trust of Divine Providence. These travels often resulted in the founding of new abbeys and spreading Christianity among the pagan population in Britain as well as in continental Europe.

    Pinto Balsemão é trineto de Rodrigo Delfim Pereira, filho bastardo do rei D. Pedro IV. É casado com Mercedes Aliu Presas Balsemão, e tem cinco filhos, Mónica, Henrique, Joana, Francisco Pedro e Francisco Maria.

    Francisco Pinto Balsemão, presidente e CEO da holding Impresa, SGPS, SA, e presidente da SIC – Sociedade Independente de Comunicação, SA, detida a 100% pela Impresa. A Impresa é proprietária da holding Impresa Publishing que detém as seguintes participações: Expresso, Courrier Internacional, Blitz, Autosport, Surf Portugal, Impresa Classificados, Exame, Exame Informática, Caras, Activa, Cosmopotitan, Visão, TV Mais, Telenovelas, Jornal de Letras, Casa Claudia, Caras Decoração, Inteligent Life, Volante etc. A Impresa detém ainda 100% da Impresa Digital, que, por sua vez, detém 100% do portal aeiou, 100% da InfoPortugal, 100% da DGSM e 51% do site Olhares. Na distribuidora Vasp detém 33.33% e 22.35% na Lusa.

    É membro do Conselho de Estado (Julho 2005).
    É presidente do “European Publishers Council” (1999), presidente do Júri do Prémio Pessoa (1987), membro do Júri do Prémio Príncipe de Astúrias de Cooperação Internacional (1996), membro do “Consejo de Protectores” da “Fondación Carolina” (2001), membro não executivo do Conselho de Administração do “Daily Mail and General Trust plc” (2002), membro do Conselho Geral da COTEC Portugal – Associação Empresarial para a Inovação (2003), membro do Conselho Assessor Internacional do Grupo Santander (2004), membro do Conselho de Curadores da Fundação Luso-Brasileira (Abril 2004), presidente do Conselho da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (Maio 2009), membro do Conselho Assessor da Revista “Quaderns del Cac” editada pelo Conselho do Audiovisual da Catalunha (Agosto de 2009). Membro do Conselho Consultivo do ISEG (Instituto Superior de Engenharia e Gestão) desde Abril de 2010. Foi doutorado Honoris Causa pela Universidade Nova de Lisboa (Abril 2010).

    Foi presidente do Conselho de Administração do EIM - “European Institute for the Media” (1990-1999) e do “European Television and Film Forum” (1999-2006), vice-presidente (1995-2003) da Fundação “Journalistes en Europe”, membro (1999-2002) do comité executivo do “Global Business Dialogue”, membro não executivo (1980-2006) do Conselho de Administração da Celbi, presidente não executivo (1999-2007) da Allianz Portugal, presidente não executivo da Nec Portugal (1995- Julho 2010) .

    Foi professor associado (1987-2002) na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas (UNL), membro do Conselho Consultivo da Universidade de Lisboa (2007-2009).

    Licenciado em Direito pela FDL, frequentou o curso complementar de Ciências Político-Económicas da FDL. Foi jornalista, secretário de direcção (1963-65) e administrador (1965-71) do Diário Popular, fundador e director do jornal EXPRESSO (1973-80).

    Fundador e presidente do Instituto para o Progresso Social e Democracia (de 1983 a 1986), presidente do Conselho Geral (de 1987 a 1989) sendo, actualmente, presidente do Conselho Geral do Instituto Sá Carneiro. Desde 1998.
    Fundador do Partido Social Democrata (1974), deputado e vice-presidente da Assembleia Constituinte (1975), deputado à Assembleia da República em 1979, 1980 e 1985, Ministro de Estado Adjunto no VI Governo Constitucional (1980), Primeiro Ministro dos VII e VIII Governos Constitucionais (1981-83).»

    Distinções e Prémios . Títulos e Distinções com que os maçons se edentificam e que lhes abrem as portas onde entram (com estas distições, até os não maçons lhes abremas portas):

    - Grã Cruz da Ordem Coroa (Bélgica) – 1981
    - Grã Cruz Ordem Nacional do Cruzeiro do Sul (Brasil) – 1982
    - Grã Cruz da Ordem do Mérito (Grécia) – 1982
    - Grã Cruz da Ordem Bandeira (Hungria) – 1982
    - Grã Cruz da Ordem do Mérito (Itália) – 1982
    - Grã Cruz da Ordem de Pianna (Vaticano/Santa Sé) – 1983
    - Grã Cruz da Ordem da Bandeira (República Federal Jugoslava) – 1983
    - Grã Cruz da Ordem de Isabel a Católica (Espanha) – 1989
    - Grã Cruz da Ordem do Infante (Portugal) - 2006
    - Prémio Arco-Íris 2007, pela Associação ILGA Portugal - Personalidade de Media da Década, pela Meios & Publicidade
    - Doutoramento Honoris Causa, pela Universidade Nova de Lisboa - Doutoramento ' Honoris Causa' pela UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR - PRÉMIO DE MÉRITO E EXCELÊNCIA- Globo de Ouro (SIC /Caras)
    FRA Baverez, Nicolas Partner, Gibson, Dunn & Crutcher LLP
    FRA Béchu, Christophe Senator, and Chairman, General Council of Maine-et-Loire
    BEL
    Belgium, H.R.H. Prince Philippe of Princepe da Bélgica
    TUR Berberoğlu, Enis Editor-in-Chief, Hürriyet Newspaper
    ITA Bernabè, Franco Chairman and CEO, Telecom Italia
    GBR Boles, Nick Member of Parliament
    SWE Bonnier, Jonas President and CEO, Bonnier AB
    NOR Brandtzæg,
    Svein Richard
    President and CEO, Norsk Hydro ASA
    AUT Bronner, Oscar Publisher, Der Standard Medienwelt
    SWE Carlsson, Gunilla Minister for International Development Cooperation
    CAN Carney, Mark J. Governor, Bank of Canada
    ESP Cebrián, Juan Luis CEO, PRISA; Chairman, El País
    AUT Cernko, Willibald CEO, UniCredit Bank Austria AG
    FRA Chalendar, Pierre André de Chairman and CEO, Saint-Gobain
    DNK Christiansen, Jeppe CEO, Maj Invest
    RUS Chubais, Anatoly B. CEO, OJSC RUSNANO
    CAN Clark, W. Edmund Group President and CEO, TD Bank Group
    GBR Clarke, Kenneth Member of Parliament, Lord Chancellor and Secretary of Justice
    USA Collins, Timothy C. CEO and Senior Managing Director, Ripplewood Holdings, LLC
    ITA Conti, Fulvio CEO and General Manager, Enel S.p.A.
    USA Daniels, Jr., Mitchell E. Governor of Indiana
    USA DeMuth, Christopher Distinguished Fellow, Hudson Institute
    USA Donilon, Thomas E. National Security Advisor, The White House
    GBR Dudley, Robert Group Chief Executive, BP plc
    ITA Elkann, John Chairman, Fiat S.p.A.
    DEU Enders, Thomas CEO, Airbus
    USA Evans, J. Michael Vice Chairman, Global Head of Growth Markets, Goldman Sachs & Co.
    AUT Faymann, Werner Federal Chancellor
    DNK Federspiel, Ulrik Executive Vice President, Haldor Topsøe A/S
    USA Ferguson, Niall Laurence A. Tisch Professor of History, Harvard University
    GBR Flint, Douglas J. Group Chairman, HSBC Holdings plc
    CHN Fu, Ying Vice Minister of Foreign Affairs
    IRL Gallagher, Paul Former Attorney General; Senior Counsel
    USA Gephardt, Richard A. President and CEO, Gephardt Group
    GRC Giannitsis, Anastasios Former Minister of Interior; Professor of Development and International Economics,
    University of Athens
    USA Goolsbee, Austan D. Professor of Economics, University of Chicago Booth School of Business
    USA Graham, Donald E. Chairman and CEO, The Washington Post Company
    ITA Gruber, Lilli Journalist – Anchorwoman, La 7 TV
    INT Gucht, Karel de Commissioner for Trade, European Commission
    NLD Halberstadt, Victor Professor of Economics, Leiden University; Former Honorary Secretary General of Bilderberg Meetings
    USA Harris, Britt CIO, Teacher Retirement System of Texas
    USA Hoffman, Reid Co-founder and Executive Chairman, LinkedIn
    CHN Huang, Yiping Professor of Economics, China Center for Economic Research, Peking University
    USA Huntsman, Jr., Jon M. Chairman, Huntsman Cancer Foundation
    DEU Ischinger, Wolfgang Chairman, Munich Security Conference; Global Head Government Relations, Allianz SE
    RUS Ivanov, Igor S. Associate member, Russian Academy of Science; President, Russian International Affairs Council
    FRA Izraelewicz, Erik CEO, Le Monde
    USA Jacobs, Kenneth M. Chairman and CEO, Lazard
    USA Johnson, James A. Vice Chairman, Perseus, LLC
    USA Jordan, Jr., Vernon E. Senior Managing Director, Lazard
    USA Karp, Alexander CEO, Palantir Technologies
    USA Karsner, Alexander Executive Chairman, Manifest Energy, Inc
    FRA Karvar, Anousheh Inspector, Inter-ministerial Audit and Evaluation Office for Social, Health, Employment and Labor Policies
    RUS Kasparov, Garry Chairman, United Civil Front (of Russia)
    GBR Kerr, John Independent Member, House of Lords
    USA Kerry, John Senator for Massachusetts
    TUR Keyman, E. Fuat Director, Istanbul Policy Center and Professor of International Relations, Sabanci University
    USA Kissinger, Henry A. Chairman, Kissinger Associates, Inc.
    USA Kleinfeld, Klaus Chairman and CEO, Alcoa
    TUR Koç, Mustafa Chairman, Koç Holding A.Ş.
    DEU Koch, Roland CEO, Bilfinger Berger SE
    INT Kodmani, Bassma Member of the Executive Bureau and Head of Foreign Affairs, Syrian National Council
    USA Kravis, Henry R. Co-Chairman and Co-CEO, Kohlberg Kravis Roberts & Co.
    USA Kravis, Marie-Josée Senior Fellow, Hudson Institute
    INT Kroes, Neelie Vice President, European Commission; Commissioner for Digital Agenda
    USA Krupp, Fred President, Environmental Defense Fund
    INT Lamy, Pascal Director-General, World Trade Organization
    ITA Letta, Enrico Deputy Leader, Democratic Party (PD)
    ISR Levite, Ariel E. Nonresident Senior Associate, Carnegie Endowment for International Peace
    USA Li, Cheng Director of Research and Senior Fellow, John L. Thornton China Center, Brookings Institution
    USA Lipsky, John Distinguished Visiting Scholar, Johns Hopkins University
    USA Liveris, Andrew N. President, Chairman and CEO, The Dow Chemical Company
    DEU Löscher, Peter President and CEO, Siemens AG
    USA Lynn, William J. Chairman and CEO, DRS Technologies, Inc.
    GBR Mandelson, Peter Member, House of Lords; Chairman, Global Counsel
    USA Mathews, Jessica T. President, Carnegie Endowment for International Peace
    DEN Mchangama, Jacob Director of Legal Affairs, Center for Political Studies (CEPOS)
    CAN McKenna, Frank Deputy Chair, TD Bank Group
    USA Mehlman, Kenneth B. Partner, Kohlberg Kravis Roberts & Co.
    GBR Micklethwait, John Editor-in-Chief, The Economist
    FRA Montbrial, Thierry de President, French Institute for International Relations
    PRT Moreira da Silva, Jorge First Vice-Presidente, Partido Social Democrata (PSD)

    Jorge Manuel Lopes Moreira da Silva, GOIH, Vila Nova de Famalicão, Maçonaria, Maçon, Bilderberg, Diabo, Partido Social Democrata, Partido de Satanás, Portugal, Política

    Jorge Manuel Lopes Moreira da Silva GOIH (Vila Nova de Famalicão, 1971) é um engenheiro e político português.
    Licenciou-se em Engenharia Electrotécnica, na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, em 1994 tem uma pós-graduação em Alta Direcção de Empresas (PADE) pela AESE/IESE Business School – Universidade de Navarra.

    É vice-presidente da Comissão Política Nacional do PSD, na liderança de Passos Coelho, desde 2010.

    Actualmente exerce funções como Director nas Nações Unidas. Iniciou a sua carreira nas Nações Unidas, em Abril de 2009, como Conselheiro Senior na área da energia e alterações climáticas no Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento. No início de 2011, foi nomeado Director da área de Economia das Alterações Climáticas, Grupo de Energia e Ambiente, no Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento,UNDP, em Nova Iorque. Nessas funções, coordena a área dos novos mecanismos financeiros e novos mecanismos de mercado na área da energia e alterações climáticas.

    Foi presidente da Comissão Política Nacional da Juventude Social Democrata, de 1995 a 1998, deputado ao Parlamento Europeu, de 1999 a 2003, à Assembleia da República, de 2005 a 2006.

    Enquanto Deputado ao Parlamento Europeu, destacou-se como Relator Permanente para as Alterações Climáticas. Foi autor, entre 1999 e 2003, de todos os Relatórios do PE sobre Alterações Climáticas, tendo sido o relator, negociador e autor da Directiva que estabeleceu o novo Sistema Europeu de Comércio de Emissões de Gases com efeito de Estufa, aprovada em 2003 (esse sistema cobre, hoje, metade das emissões europeias de CO2). Presidiu às delegações do Parlamento Europeu às Conferências das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas, UNFCCC realizadas em Haia, Bona e Marraquexe, onde se definiu a versão final do Protocolo de Quioto, e à Cimeira de Joanesburgo sobre Desenvolvimento Sustentável (2002).Presidiu ainda às negociações UE/Rússia sobre o Protocolo de Quioto, em 2001.

    Entre 2003 e 2005, foi Secretário de Estado da Ciência e do Ensino Superior (XV Governo Constitucional) e Secretário de Estado do Ambiente e do Ordenamento do Território (XVI Governo Constitucional).

    Entre 2006 e 2009, desempenhou as funções de: Consultor do Presidente da República de Portugal, Prof. Cavaco Silva, para a Ciência, Ambiente e Energia; Consultor do Banco Europeu de Investimento (BEI), na área da Biodiversidade; Consultor da Comissão Europeia na área das alterações climáticas.

    Em 2009, deixou a Casa Civil do Presidente da República para exercer as funções de Conselheiro Senior na área da energia e alterações climáticas do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, UNDP.

    No início de 2011, foi nomeado Director da área de Economia das Alterações Climáticas, Grupo de Energia e Ambiente, no Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento,UNDP, em Nova Iorque. Nessas funções, coordena a área dos novos mecanismos financeiros e novos mecanismos de mercado na área da energia e alterações climáticas.

    É autor dos livros Genética Humanaa hora do legislador (2002) e As alterações climáticas no mediterrâneo (2003).

    Titulos ligados á maçonaria:

    Foi distinguido, em 2006, com a Comenda da Ordem de Mérito Civil atribuída pelo Rei de Espanha, e, em 2009, com a insígnia de Grande Oficial da Ordem do Infante D. Henrique, atribuída pelo Presidente da República Portuguesa.
    USA Mundie, Craig J. Chief Research and Strategy Officer, Microsoft Corporation
    DEU Nass, Matthias Chief International Correspondent, Die Zeit
    NLD Netherlands, H.M. the Queen of the Rainha da Holanda (O País onde a elite paga os impostos)
    ESP Nin Génova, Juan María Deputy Chairman and CEO, Caixabank
    IRL Noonan, Michael Minister for Finance
    USA Noonan, Peggy Author, Columnist, The Wall Street Journal
    FIN Ollila, Jorma Chairman, Royal Dutch Shell, plc
    USA Orszag, Peter R. Vice Chairman, Citigroup
    GRC Papalexopoulos, Dimitri Managing Director, Titan Cement Co.
    NLD Pechtold, Alexander Parliamentary Leader, Democrats ’66 (D66)
    USA Perle, Richard N. Resident Fellow, American Enterprise Institute
    NLD Polman, Paul CEO, Unilever PLC
    CAN Prichard, J. Robert S. Chair, Torys LLP
    ISR Rabinovich, Itamar Global Distinguished Professor, New York University
    GBR Rachman, Gideon Chief Foreign Affairs Commentator, The Financial Times
    USA Rattner, Steven Chairman, Willett Advisors LLC
    CAN Redford, Alison M. Premier of Alberta
    CAN Reisman, Heather M. CEO, Indigo Books & Music Inc.
    DEU Reitzle, Wolfgang CEO & President, Linde AG
    USA Rogoff, Kenneth S. Professor of Economics, Harvard University
    USA Rose, Charlie Executive Editor and Anchor, Charlie Rose
    USA Ross, Dennis B. Counselor, Washington Institute for Near East Policy
    POL Rostowski, Jacek Minister of Finance
    USA Rubin, Robert E.Co-Chair, Council on Foreign Relations; Former Secretary of the Treasury
    NLD Rutte, Mark Prime Minister
    ESP Sáenz de Santamaría Antón, Soraya
    Espanha, España, sain, Maria Soraya Sáenz de Santamaría Antón Bilderberg Illuminati, Christine Lagarde FMI, Baphomet, Diabolica, diabo, gajas nuas

    Vice President and Minister for the Presidency
    España Vice-presidente ministra da Presidencia; Illuminati, Bilderberg, Baphomet, Nua, gajas nuas, espanholas nuas
    NLD Scheffer, Paul Professor of European Studies, Tilburg University
    USA Schmidt, Eric E. Executive Chairman, Google Inc.
    AUT Scholten, Rudolf Member of the Board of Executive Directors, Oesterreichische Kontrollbank AG
    FRA Senard, Jean-Dominique CEO, Michelin Group
    USA Shambaugh, David Director, China Policy Program, George Washington University
    INT Sheeran, Josette Vice Chairman, World Economic Forum
    FIN Siilasmaa, Risto Chairman of the Board of Directors, Nokia Corporation
    USA Speyer, Jerry I. Chairman and Co-CEO, Tishman Speyer
    CHE Supino, Pietro Chairman and Publisher, Tamedia AG
    IRL Sutherland, Peter D. Chairman, Goldman Sachs International
    USA Thiel, Peter A. President, Clarium Capital / Thiel Capital
    TUR Timuray, Serpil CEO, Vodafone Turkey
    DEU Trittin, Jürgen Parliamentary Leader, Alliance 90/The Greens
    GRC Tsoukalis, Loukas President, Hellenic Foundation for European and Foreign Policy
    FIN Urpilainen, Jutta Minister of Finance
    CHE Vasella, Daniel L. Chairman, Novartis AG
    INT Vimont, Pierre Executive Secretary General, European External Action Service
    GBR Voser, Peter CEO, Royal Dutch Shell plc
    SWE Wallenberg, Jacob Chairman, Investor AB
    USA Warsh, Kevin Distinguished Visiting Fellow, The Hoover Institution, Stanford University
    GBR Wolf, Martin H. Chief Economics Commentator, The Financial Times

    Controlador - manipulador de opinião financeira na comunicação social de referência internacional
    USA Wolfensohn, James D. Chairman and CEO, Wolfensohn and Company
    CAN Wright, Nigel S. Chief of Staff, Office of the Prime Minister
    USA Yergin, Daniel Chairman, IHS Cambridge Energy Research Associates
    INT Zoellick, Robert B. President, The World Bank Group

    -

    Rapporteurs Rapporteurs
    GBR Bredow,
    Vendeline von
    Business Correspondent, The Economist
    Presumimos que seja esta
    http://www.facebook.com/people/Vendeline-von-Bredow/100000524033872
    Descendente de Otto Von Bismarck
    GBR Wooldridge, Adrian D. Foreign Correspondent, The Economist

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