... Julgo que depois destes malabarismos, os currículos das pessoas com funções políticas activas com o propósito de praticar o bem comum de uma nação, devem ser exigidos e publicados em Diário da Republica para qualquer cidadão poder consultar e certificar-se das habilitações de cada politico. Não deve ser uma opção, mas uma condição contemplada numa lei própria para o efeito, pois como sabemos, nenhum trabalhador é admitido numa função numa empresa, sem referências e/ou curriculo académico/profissional. será verdade que o PS está "calado" neste caso da licenciatura de M. Relvas porque o Irmão Maçon António Seguro dos Bancos (da Universidade Lusófona) foi um dos professores envolvido no processo?...

Máfia Privatizações Gang FMI Banca Internacional Coloca António Borges General Santander, Goldman Sachs FMI Bilderberg Arquitectos da Crise no Assalto dos Bancos "Os Donos de Portugal" á Privatária Portuguesa!



António Borges vai liderar equipa governamental para acompanhar privatizações. António Mendo de Castel-Branco do Amaral Osório Borges





O primeiro-ministro anunciou ontem, em entrevista ao semanário Sol, que António Borges, antigo diretor para a Europa do Fundo Monetário Internacional (FMI), vai liderar uma equipa governamental que funcionará no âmbito da Parpública para acompanhar as privatizações.





Segundo o jornal essa equipa terá como objetivo acompanhar os processos de privatizações e as negociações das parcerias público-privadas, bem como monitorizar a reestruturação do setor empresarial do Estado e a situação do setor financeiro do país.




"Para haver uma melhor coordenação de toda a implementação da agenda de transformação estrutural que queremos concretizar, o Governo passará a ter uma equipa, que funcionará no âmbito da Parpública e que será dirigida pelo professor António Borges", disse Passos Coelho na entrevista que será publicada na sexta-feira ao Sol e a que a agência Lusa teve acesso.





Na entrevista, cuja primeira parte será divulgada na sexta-feira, o jornal adianta que está para breve a nomeação da equipa, que de acordo com o primeiro-ministro vai "habilitar o Governo a dar um ritmo e uma intensidade maiores à execução destas medidas".



António Borges foi diretor para a Europa do FMI entre novembro de 2010 e novembro de 2011, altura em que se demitiu do cargo por alegando motivos pessoais.


Abram os olhos!


Estamos perante uma jogada muito bem elaborada pela banca, com vista ao assalto final a Portugal, e a escravização total dos portugueses. Reparem que tipo demitiu-se do cargo de diretor para a Europa do FMI em novembro de 2011, três meses antes de ser nomeado para chefiar o assalto das privatizações da privatária, alegando motivos pessoais, que é o mesmo que não motivos.

Ter-se demitido três meses antes, é o tempo suficiente para quenão se fale em conflito de interesses. E demitir-se alegando motivos pessoais, são os motivos ideais para que não sejam feitas perguntas e para que não se fale em imcompatibilidades.
Vejamos quem é António Mendo de Castel-Branco do Amaral Osório Borges, e as suas ligações ao  sector financeir da banca.

Não se assustem!


REAJAM! RESISTAM! REVOLTEM-SE!



LUTEM! A LUTA É A ÚNICA SOLUÇÃO!

ISTO SÓ SE RESOLVE COM REVOLUÇÃO!


Sobre o Artista

António Mendo de Castel-Branco do Amaral Osório Borges (Porto, Ramalde, 18 de Novembro de 1949) é um economista português.

É filho primogénito de Rui Lourenço do Amaral Osório Drummond Borges (Oliveira de Azeméis, Oliveira de Azeméis, 18 de Julho de 1923 - Portalegre, 7 de Dezembro de 1988) e de sua mulher (casados em Alter do Chão, Alter do Chão, 27 de Dezembro de 1948) Maria Inês Gagliardini Graça Caldeira de Castel-Branco (Lisboa, Anjos, 9 de Abril de 1922 - Porto, 14 de Março de 1990) dos Viscondes de Alter do Chão e Barões de Brissos.

Depois de se licenciar em Finanças, em 1972, no antigo Instituto Superior de Ciências Económicas e Financeiras, estabeleceu-se nos Estados Unidos, em 1976. Aí obteve os graus de mestre e doutor em Economia, o último dos quais em 1980, na Universidade de Stanford. No mesmo ano iniciou funções docentes no prestigiado Institut National Supérieur Européen de l'Administration des Affaires (INSEAD), em França.

Assumiu a função de vice-governador do Banco de Portugal e leccionou na Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa, de 1990 a 1993. Nesse ano regressou ao INSEAD, tornando-se seu director, até 2000. Entre 2000 e 2008 foi vice-presidente do Conselho de Administração do banco Goldman Sachs International, em Londres[1]. Do seu currículo consta ainda a passagem pela Administração do Citibank, BNP Paribas, Petrogal, Sonae, Jerónimo Martins, Cimpor e Vista Alegre.

Foi consultor do US Department of Treasury, do US Electric Power Research Institute, da OCDE e colaborou com a União Europeia na criação da União Económica e Monetária. Em 2010 foi nomeado director do Departamento Europeu do Fundo Monetário Internacional. É ainda professor catedrático convidado da Faculdade de Ciências Económicas e Empresariais da Universidade Católica Portuguesa, presidente do Instituto Europeu de Corporate Governance e administrador da Fundação Champalimaud. Borges é militantes do Partido Social Democrata, onde foi vice-presidente da Comissão Política Nacional, entre 2008 e 2010.

É proprietário agrícola no concelho de Alter do Chão, onde preside (ou presidiu) à Assembleia Municipal.

Casou em Paredes, Bitarães, a 26 de Agosto de 1972 com Isabel Maria Ferreira da Silva de Araújo Sobreira (Lisboa.


António Borges - É o homem português da Goldmam Sachs, curiosamente uma empresa com ligações a Bilderberg. Esteve presente na reunião do clube em 1997, o que mostra que o seu nome é badalado para altos voos há muito tempo. Se estava na calha para a liderança laranja, acabou por ser Durão a tomar o lugar de Marcelo. Em 1998, escapou, miraculosamente, ao acidente fatal da TWA, que não deixou sobreviventes. Chegou a ter bilhete mas não embarcou. Na reunião de 2003 do clube Bilderberg voltou a estar presente. Esteve posicionado para suceder a Marques Mendes. É um homem muito próximo de Cavaco Silva


OUTRAS LIGAÇÕES FAMILIARES Á BANCA



ANTÓNIO BORGES E A FAMILIA DE

"OS DONOS DE PORTUGAL"

Registo n.º 123
Banco Santander de Negócios de Portugal, SA
- Eleição dos titulares dos órgãos sociais para o triénio 2003 a 2005:
Assembleia Geral
Jorge Maria Bleck – Presidente
Maria Teresa de Almada de Sá de Menezes – Secretário
Conselho de Administração
Eurico Silva Teixeira de Melo – Presidente
António Mota Sousa Horta Osório – Vice-Presidente
Ana Patrícia Botin Sanz Sautuola y O’Shea – Vogal
José Luís Alvim Marinho – Vogal
Valentim Xavier Pintado – Vogal
Nuno Manuel Silva Amado – Vogal
Miguel Campos Pereira Bragança – Vogal
José Manuel Alves Elias da Costa – Vogal
João Ricardo de Azevedo Ermida – Vogal
José Manuel Arrojo – Vogal
Pedro Gaspar Fialho – Vogal
Sofia Luísa Corrêa Henriques Cardoso Menezes Frère – Vogal
Luís Filipe Ferreira Bento dos Santos – Vogal
Ignácio Benjumea Cabeza de Vaca – Vogal
Eduardo José Stock da Cunha – Vogal
Conselho Fiscal
António Mendo Castel-Branco Borges – Presidente
Fernando Jorge Marques Vieira – Vogal
Luís Augusto Gonçalves Magalhães – Vogal
(em representação da “Magalhães, Neves & Associados – SROC, S.A.)
Carlos Luís Oliveira de Melo Loureiro – Suplente
(em representação da “Freire, Loureiro e Associados – SROC”);
- Renúncia do Dr. José Manuel Arrojo ao cargo de vogal do Conselho de Administração e eleição, para o mesmo lugar, do Dr. Adolfo Lagos Espinosa; e
- Renúncia do Dr. João Ricardo de Azevedo Ermida ao cargo de vogal do Conselho de Administração, passando este a ser composto, temporariamente, por dezasseis membros.

Registo n.º 123
Banco Santander Portugal, SA
- Eleição dos titulares dos órgãos sociais para o triénio 2003 a 2005:
Assembleia Geral
Eurico Silva Teixeira de Melo – Presidente
Jorge Maria Bleck – Vice-Presidente
Francisco de Assis Rodrigues de Magalhães – Secretário
Conselho de Administração
António Mota Sousa Horta Osório – Presidente
Miller Roy Mclean – Vice-Presidente
Eduardo José Stock da Cunha – Vogal
José Benigno Perez Rico – Vogal
José Carlos Brito Sítima – Vogal
Miguel Campos Pereira Bragança – Vogal
Walter Lidsay Stewart – Vogal
Nuno Manuel Silva Amado – Vogal
Luís Alberto Ponciano Alexandre – Vogal
José Manuel Alves Elias da Costa – Vogal
Francisco Alexandre Simeão Loureiro Lufinha – Vogal
Conselho Fiscal
António Mendo Castel-Branco Borges – Presidente
Fernando Jorge Marques Vieira – Vogal
(em representação da “António Barreira, Fernando Vieira, Justino Romão & Associados –SROC”)
Luís Augusto Gonçalves Magalhães – Vogal
(em representação da “Magalhães, Neves & Associados – SROC, S.A.”)
Carlos Luís Oliveira de Melo Loureiro – Suplente
(em representação da “Freire, Loureiro e Associados – SROC”); e
- Renúncia dos Drs. Miller Roy Mclean e Walter Lindsay Stewart, respectivamente, aos cargos de vice-presidente e vogal do Conselho de Administração, passando este a ser composto por nove membros.

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COMISSÃO DE MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS

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Actos Concretos - Intermediários Financeiros

Instituições de Crédito Nacionais

Averbamentos

Registo n.º 108
Banco Espírito Santo de Investimento, SA
- Abertura da sucursal na 4th Floor, 33 Queen Street – EC4R 1ES Londres, em 1 de Fevereiro de 2003.

Registo n.º 131
Deutsche Bank (Portugal), SA
- Eleição dos titulares dos orgãos sociais para o triénio 2002 a 2004:
Assembleia Geral
Vasco Alexandre Vieira de Almeida – Presidente
Pedro Miguel Rocheta Cassiano Gomes Santos – Secretário
Conselho Geral
Juan Carlos Garay Ibargaray – Presidente
Christian Lothar Vontz – Vice-Presidente
Bernd-Albrecht von Maltzan – Vogal
Thomas Garn – Vogal
Werner Helmut Steinmüller – Vogal
José Ramon Sanromá Celma – Vogal
António Linares Rodriguez – Vogal
Direcção
Homero José de Pinho Coutinho – Presidente
Filipe Quintino Crisóstomo Silva – Vogal
Joaquim de Sousa Costa Barata Correia – Vogal
Jaime Brugat Castañer – Vogal
Fernando Sousa Brasa – Vogal
Fiscal Único
João Albino Cordeiro Augusto
(em representação da “João Augusto & Associados – SROC”); e
- Renúncia do Dr. Fernando Sousa Brasa ao cargo de vogal do Conselho de Administração e eleição, para o mesmo lugar, do Dr. Nuno da Rocha Ermida Baeta Correia.

Registo n.º 105
Banco Comercial Português, SA
- Renúncia dos Drs. Pedro Manuel Rocha Líbano Monteiro, Miguel José Ribeiro Cadilhe e Rui Fernando Cunha do Amaral Barata ao cargo de vogal do Conselho de Administração, passando este a ser composto por nove membros;
- Eleição dos titulares de órgãos sociais para o triénio 2003 a 2005:
Assembleia Geral
Luís Manuel de Faria Neiva dos Santos – Presidente
Manuel Alfredo da Cunha José de Mello – 1.º Secretário
Adolfo da Cunha Nunes Roque – 2.º Secretário
Cristiano José Seabra Van Zeller – Vice-Secretário
Conselho de Administração
Jorge Manuel Jardim Gonçalves – Presidente
Filipe de Jesus Pinhal – Vice-Presidente
Christopher de Beck – Vice-Presidente
António Manuel de Seabra e Melo Rodrigues – Vogal
Alexandre Alberto Bastos Gomes – Vogal
Boguslaw Jerzy Kott – Vogal
Francisco José Queiroz de Barros Lacerda – Vogal
Alípio Barrosa Pereira Dias – Vogal
António Manuel Pereira Caldas de Castro Henriques - Vogal
Conselho Fiscal
Ricardo Manuel Simões Bayão Horta – Presidente
Mário Branco Trindade – Vogal
Mário Augusto de Paiva Neto - Vogal
José Eduardo Faria Neiva dos Santos – Suplente.

Registo n.º 138
Central – Banco de Investimento, SA
- Renúncia dos Drs. Nuno Boullosa Contreras de Oliveira, Luís Manuel Abrantes Marques, Luís Paulo de Almeida Lagarto, Luís Manuel Pereira da Silva e Augusto Pinto Martins, respectivamente, ao cargo de vice-presidente e vogal do Conselho de Administração, e eleição do Dr. Manuel João Meira Fernandes para o cargo de presidente do Conselho de Administração e dos Drs. Eduardo Augusto Pombo Martins e Sérgio Manuel Arsénio Alves Contreiras para o cargo de vogal do Conselho de Administração, tendo este passado a ser composto por três membros; e
- Renúncia do Dr. José Manuel Archer Galvão Teles ao cargo de presidente do Conselho Fiscal e eleição, para o mesmo cargo, do Dr. Manuel Nunes de Barros.

Registo n.º 116
Banco Activo Bank (Portugal), SA
- Renúncia dos Drs. José Luís Negro Rodrigues, Manuel Dueñas Bailón, Juan Basto Mendes Rezende, Carlos Manuel Teixeira de Morais Rocha e Miguel Maya Dias Pinheiro ao cargo de vogal do Conselho de Administração;
- Renúncia do Dr. Marc Monrás Viñas ao cargo de vice-presidente do Conselho de Administração;
- Eleição dos Drs. Jorge Manuel Jardim Gonçalves, Alexandre Alberto Gonçalves Gomes, Alexandre Augusto Morais Guedes de Magalhães e António Manuel Pereira Caldas de Castro Henriques para o cargo de vogal do Conselho de Administração;
- Alteração de cargo dos Drs. José Guilherme Potier Raposo Pulido Valente e Jorge Manuel Jardim Gonçalves da seguinte forma:
José Guilherme Potier Raposo Pulido Valente exercia o cargo de presidente do Conselho de Administração e passa e exercer o cargo de vogal do Conselho de Administração;
Jorge Manuel Jardim Gonçalves exercia o cargo de vogal do Conselho de Administração e passa e exercer o cargo de presidente do Conselho de Administração;
- Renúncia do Dr. Alexandre Augusto Morais Guedes de Magalhães ao cargo de vogal do Conselho de Administração e eleição, para o mesmo lugar, do Dr. António Manuel de Seabra e Melo Rodrigues; e
- Renúncia do Dr. José Guilherme Potier Raposo Pulido Valente ao cargo de vogal do Conselho de Administração e, eleição para o mesmo lugar, do Dr. Alcides de Oliveira Costa.

Registo n.º 106
Banco Efisa, SA
- Renúncia dos Drs. José Manuel da Silva Baptista, Isalita Maria Falcão da Silva e Roger Frederick Reynolds ao cargo de vogal da Direcção e eleição, para o mesmo lugar, dos Drs. Mahomed Iqbal, Francisco José Leite Monteiro Comprido e Joaquim Manuel Nunes;
- Renúncia do Dr. Francisco José Leite Monteiro Comprido ao cargo de vogal da Direcção e eleição, para o mesmo lugar, do Dr. João Manuel Manso Neto;
- Eleição dos titulares dos órgãos sociais para o quadriénio 2003 a 2006 (Assembleia Geral, Direcção e Conselho Geral) e para o triénio 2003 a 2005 (Fiscal Único):
Assembleia Geral
José Manuel Vieira Fonseca – Presidente
Magda Iqbal Karim Vakil – Secretário
Conselho Geral
José de Oliveira Costa – Presidente
Augusto Serra Ventura Mateus – Vogal
Guilherme Valdemar Pereira d’Oliveira Martins – Vogal
António dos Santos Labisa – Vogal
Carlos Alberto Antunes Barroso – Vogal
João Manuel Pereira Lima Freitas Costa – Vogal
Joaquim Jorge Perestrelo Neto Valente – Vogal
Direcção
Abdool Magid Abdool Karim Vakil – Presidente
João Manuel do Carmo Salvado – Vogal
Mahomed Iqbal – Vogal
Joaquim Manuel Nunes – Vogal
João Manuel Manso Neto – Vogal
Fiscal Único
Jorge Manuel Felizes Morgado
(em representação da “Ledo, Morgado e Associados – SROC”)
Jorge Bento Martins Ledo – Suplente; e
- Renúncia do Dr. João Manuel Manso Neto ao cargo de vogal da Direcção e eleição, para o mesmo lugar, do Eng.º José Augusto Rodrigues de Oliveira Costa.

Registo n.º 108
Banco Espírito Santo de Investimento, SA
- Eleição dos titulares dos órgãos sociais para o quadriénio 2001 a 2004:
Assembleia Geral
Jorge Luís Seromenho Gomes de Abreu – Presidente
Maria Salgado Poppe Almeida de Carvalho – Secretário
Conselho de Administração
Ricardo Espírito Santo Silva Salgado – Presidente
Manuel António Ribeiro Serzedelo de Almeida – Vice-Presidente
(mandato suspenso a seu pedido desde 24 de Janeiro de 2003)
Manuel António Gomes de Almeida Pinho – Vice-Presidente
José Maria Espírito Santo Silva Ricciardi – Vice-Presidente
Juan Monjardin Losada – Vogal
Bernard Marcel Fernand Basecqz – Vogal
Rafael Caldeira Castel-Branco Valverde – Vogal
Duarte José Borges Coutinho Espírito Santo Silva – Vogal
Manuel de Magalhães Villas Boas – Vogal
Miguel António Igrejas Horta e Costa – Vogal
José Manuel Pinheiro Espírito Santo Silva – Vogal
Bernardo Ernesto Simões Moniz da Maia – Vogal
Ulrich Grete – Vogal
Francisco Ravara Cary – Vogal
Diogo Luís Ramos Abreu – Vogal
Christian Georges Jacques Minzolini – Vogal
António Espírito Santo Silva Salgado - Vogal
Conselho Fiscal
Bernardo Leite Faria Espírito Santo – Presidente
José Maria Sousa Rego Ribeiro da Cunha - Vogal
(em representação da “Amável Calhau, Ribeiro da Cunha & Associados – SROC”)
Tito Manuel Neves Magalhães Basto – Vogal
José Manuel Macedo Pereira – Suplente
José Alberto Pereira Monteiro Gomes - Suplente
- Renúncia dos Drs. Miguel António Igrejas Horta e Costa e Diogo Luís Ramos Abreu ao cargo de vogal do Conselho de Administração;
- Renúncia do Dr. Juan Monjardin Losada ao cargo de vogal do Conselho de Administração e, eleição para o mesmo lugar do Dr. Pedro Manuel de Castro Simões Ferreira Neto; e
- Eleição dos Drs. Mário da Silva Teixeira Júnior, Ricardo Abecassis Espírito Santo Silva, Tiago Vaz Pinto Cyrne de Castro e Diogo Luís Ramos Abreu para o cargo de vogal do Conselho de Administração.

Registo n.º 288
Finibanco, SA
- Renúncia do Eng. Eduardo Raúl Lopes Rodrigues ao cargo de vogal do Conselho de Administração, ficando este, temporariamente, reduzido a seis membros.

Registo n.º 126
BCP Investimento – Banco Comercial Português de Investimento, SA
- Renúncia do Dr. Alexandre Augusto Morais Guedes de Magalhães ao cargo de vogal do Conselho de Administração, e eleição, para o mesmo lugar, do Dr. Christopher de Beck.

Registo n.º 133
BNC – Banco Nacional de Crédito, SA
- Renúncia do Dr. José Pires Lourenço ao cargo de vice-presidente do Conselho de Administração;
- Alteração do cargo do Dr. César Alexandre Xisto de vogal para vice-presidente do Conselho de Administração; e
- Eleição do Dr. António Pedro Pujol Gonzalez para o cargo de vice-presidente do Conselho de Administração e dos Drs. José Manuel Piriquito Costa e Jésus Rodriguez Fernández para o cargo de vogal do mesmo Conselho, passando este a ser composto por sete membros.

Registo n.º 103
Banco Comercial dos Açores, SA
- Eleição dos titulares dos órgãos sociais para o triénio 2003 a 2005:
Assembleia Geral
José Manuel Monteiro da Silva – Presidente
Eduardo da Silva Vieira – Vice-Presidente
Carlos Alberto Costa Martins – Secretário
Conselho de Administração
Horácio da Silva Roque – Presidente
António Manuel Rocha Moreira – Vice-Presidente
Joaquim Filipe Marques dos Santos – Vice-Presidente
Rui Manuel Silva Gomes do Amaral – Vogal
Carlos David Duarte de Almeida – Vogal
Conselho Fiscal
Carlos Alberto Rosa – Presidente
Alfredo Guilherme da Silva Gândara – Vogal
(em representação da “Ernst & Young Audit & Associados – SROC, S.ª”)
José Pedro Lopes Trindade – Vogal
Vicente Borges de Sousa – Suplente
Pedro Manuel Travassos de Carvalho – Suplente.

Registo n.º 170
Banif - Banco de Investimento, SA
- Eleição dos titulares dos órgãos sociais para o triénio 2003 a 2005:
Assembleia Geral
Joaquim Filipe Marques dos Santos – Presidente
José António Vinhas Mouquinho - Secretário
Carlos Manuel Graça Ramos Oliveira – Secretário
Conselho de Administração
Horácio da Silva Roque – Presidente
Carlos David Duarte de Almeida – Vice-Presidente
Artur Manuel da Silva Fernandes – Vice-Presidente
João Paulo Pereira Marques de Almeida – Vogal
Nuno José Roquette Teixeira – Vogal
Gonçalo França de Castro Pereira Coutinho – Vogal
José Paulo Baptista Fontes – Vogal
Raúl Manuel Nunes da Costa Simões Marques – Vogal
Pedro Nuno Munhão Pinto Coelho - Vogal
Conselho Fiscal
Fernando Mário Teixeira de Almeida – Presidente
Alfredo Guilherme da Silva Gândara – Vogal
(em representação da “Ernst & Young Audit & Associados – SROC, S.A.”)
Rui Manuel Braga de Almeida – Vogal
Sérgio António do Rosário Vaz Monteiro – Suplente
Pedro Manuel Travassos de Carvalho – Suplente.

Registo n.º 113
Banco Itaú Europa, SA
- Eleição dos titulares de órgãos sociais para o ano de 2003, conforme acta da Assembleia Geral de 24 de Abril de 2003:
Assembleia Geral
Francisco Nunes de Matos Sá Carneiro – Presidente
Margarida Castelo Branco – Secretário
Conselho de Administração
Roberto Egydio Setúbal – Presidente
Carlos da Câmara Pestana – Vice-Presidente
Alberto Dias de Mattos Barretto - Vogal
Alfredo Egydio Setúbal – Vogal
Henri Penchas – Vogal
Paulo Roberto Soares – Vogal
Renato Roberto Cuoco – Vogal
Sérgio Silva de Freitas – Vogal
Almir Vignoto – Vogal
José Francisco Claro – Vogal
Jorge Alberto Osório Vasconcelos Jardim Gonçalves – Vogal
Conselho Fiscal
José Mata Sousa Mendes – Presidente
António Alberto Henriques Assis – Vogal
(em representação da “Belarmino Martins, Eugénio Ferreira & Associados – SROC, Lda.”)
João Manuel Ricardo Catarino – Vogal
Belarmino Gonçalves Martins – Suplente.

Registo n.º 294
Banco Espírito Santo dos Açores, SA
- Renúncia da “Belarmino Martins, Eugénio Ferreira & Associados – SROC, Lda.” representada pelo Dr. César Abel Rodrigues Gonçalves, ao cargo de vogal do Conselho Fiscal e eleição, para o mesmo lugar, da “João Augusto & Associados – SROC” representada pela Dra. Inês Maria Bastos Viegas Clare Neves Girão de Almeida;
- Renúncia do Dr. Belarmino Gonçalves Martins ao cargo de vogal do Conselho Fiscal e eleição, para o mesmo lugar, do Dr. Jean-Éric Gaign.
Registo n.º 112
Banco Internacional de Crédito, SA
- Renúncia do Dr. Mário Martins Adegas ao cargo de vogal do Conselho de Administração e eleição, para o mesmo lugar, do Dr. António Manuel Rodrigues Marques.

Registo n.º 123
Banco Santander de Negócios de Portugal, SA
- Eleição dos titulares dos órgãos sociais para o triénio 2003 a 2005:
Assembleia Geral
Jorge Maria Bleck – Presidente
Maria Teresa de Almada de Sá de Menezes – Secretário
Conselho de Administração
Eurico Silva Teixeira de Melo – Presidente
António Mota Sousa Horta Osório – Vice-Presidente
Ana Patrícia Botin Sanz Sautuola y O’Shea – Vogal
José Luís Alvim Marinho – Vogal
Valentim Xavier Pintado – Vogal
Nuno Manuel Silva Amado – Vogal
Miguel Campos Pereira Bragança – Vogal
José Manuel Alves Elias da Costa – Vogal
João Ricardo de Azevedo Ermida – Vogal
José Manuel Arrojo – Vogal
Pedro Gaspar Fialho – Vogal
Sofia Luísa Corrêa Henriques Cardoso Menezes Frère – Vogal
Luís Filipe Ferreira Bento dos Santos – Vogal
Ignácio Benjumea Cabeza de Vaca – Vogal
Eduardo José Stock da Cunha – Vogal
Conselho Fiscal
António Mendo Castel-Branco Borges – Presidente
Fernando Jorge Marques Vieira – Vogal
Luís Augusto Gonçalves Magalhães – Vogal
(em representação da “Magalhães, Neves & Associados – SROC, S.A.)
Carlos Luís Oliveira de Melo Loureiro – Suplente
(em representação da “Freire, Loureiro e Associados – SROC”);
- Renúncia do Dr. José Manuel Arrojo ao cargo de vogal do Conselho de Administração e eleição, para o mesmo lugar, do Dr. Adolfo Lagos Espinosa; e
- Renúncia do Dr. João Ricardo de Azevedo Ermida ao cargo de vogal do Conselho de Administração, passando este a ser composto, temporariamente, por dezasseis membros.

Registo n.º 121
Banco Totta & Açores, SA
- Cooptação do Dr. José Manuel Alves Elias da Costa para o cargo de vogal do Conselho de Administração;
- Eleição dos Drs. António Sacadura Vieira Monteiro e José Benigno Perez Rico para o cargo de vogal do Conselho de Administração, passando este a ser composto por 11 membros.


Registo n.º 123
Banco Santander Portugal, SA
- Eleição dos titulares dos órgãos sociais para o triénio 2003 a 2005:
Assembleia Geral
Eurico Silva Teixeira de Melo – Presidente
Jorge Maria Bleck – Vice-Presidente
Francisco de Assis Rodrigues de Magalhães – Secretário
Conselho de Administração
António Mota Sousa Horta Osório – Presidente
Miller Roy Mclean – Vice-Presidente
Eduardo José Stock da Cunha – Vogal
José Benigno Perez Rico – Vogal
José Carlos Brito Sítima – Vogal
Miguel Campos Pereira Bragança – Vogal
Walter Lidsay Stewart – Vogal
Nuno Manuel Silva Amado – Vogal
Luís Alberto Ponciano Alexandre – Vogal
José Manuel Alves Elias da Costa – Vogal
Francisco Alexandre Simeão Loureiro Lufinha – Vogal
Conselho Fiscal
António Mendo Castel-Branco Borges – Presidente
Fernando Jorge Marques Vieira – Vogal
(em representação da “António Barreira, Fernando Vieira, Justino Romão & Associados –SROC”)
Luís Augusto Gonçalves Magalhães – Vogal
(em representação da “Magalhães, Neves & Associados – SROC, S.A.”)
Carlos Luís Oliveira de Melo Loureiro – Suplente
(em representação da “Freire, Loureiro e Associados – SROC”); e
- Renúncia dos Drs. Miller Roy Mclean e Walter Lindsay Stewart, respectivamente, aos cargos de vice-presidente e vogal do Conselho de Administração, passando este a ser composto por nove membros.

Registo n.º 130
Crédito Predial Português, SA
- Eleição dos titulares de órgãos sociais para o triénio 2002 a 2004:
Assembleia Geral
Jorge Maria Bleck – Presidente
Alberto Fernando de Paiva Amorim Pereira – Vice-Presidente
Conselho de Administração
Eurico Silva Teixeira de Melo – Presidente
Matias Pedro Rodriguez Inciarte – Vice-Presidente
António Mota de Sousa Horta Osório – Vice-Presidente
Nuno Manuel da Silva Amado – Vogal
Miguel de Campos Pereira de Bragança – Vogal
Eduardo José Stock da Cunha – Vogal
António Manuel Palma Ramalho – Vogal
Luís Filipe Ferreira Bento dos Santos – Vogal
António José Sacadura Vieira Monteiro - Vogal
Fiscal Único
Luís Augusto Gonçalves Magalhães – Vogal
(em representação da “Magalhães, Neves & Associados – SROC, S.A.”)
Carlos Luís Oliveira de Melo Loureiro – Suplente
(em representação da “Freire, Loureiro e Associados – SROC”);
- Renúncia do Dr. António Manuel Palma Ramalho ao cargo de vogal do Conselho de Administração, passando este a ser composto por oito membros.

Registo n.º 272
Banco Madesant – Sociedade Unipessoal, SA
- Eleição dos titulares dos órgãos sociais para o triénio 2003 a 2005:
Conselho de Administração
Martín Manuel Armas Agüero – Presidente
João Salgado de Herédia – Vogal
Antonio Bernardez Gumiel – Vogal
Conselho Fiscal
António José Correia de Jesus – Presidente
Henrique João Araújo de Pontes Leça – Vogal
“ António Dias & Associados - SROC” – Vogal
“ Magalhães, Neves & Associados – SROC, S.ª” – Suplente.

Registo n.º 109
Banco Finantia, SA
- Eleição dos titulares de órgãos sociais para o triénio 2002 a 2004:
Assembleia Geral
João Vieira de Almeida – Presidente
António Artur Pinto Coelho Domingues Ferreira - Secretário
Conselho de Administração
António Manuel Afonso Guerreiro – Presidente
Eduardo José de Belém Garcia e Costa – Vogal
Maria Luísa Falcão Líbano Monteiro Antas – Vogal
Luís Manuel Pego Todo Bom – Vogal
Luís Pablo Pereira da Cruz Vasconcelos – Vogal
Eduardo de Almeida Catroga – Vogal
Manuel Eduardo Ferreira Raposo – Vogal
João Carlos Rodrigues Sabido Silva – Vogal
Pedro José Marques Fernandes dos Santos - Vogal
Conselho Fiscal
José Manuel de Almeida Archer – Presidente
Fernando Manuel Farrajota Condeça – Vogal
“ Belarmino Martins, Eugénio Ferreira & Associados – SROC, Lda.” - Vogal
António da Trindade Nunes – Suplente;
- Renúncia do Dr. António da Trindade Nunes ao cargo de vogal suplente do Conselho Fiscal e, eleição para o mesmo lugar do Dr. Belarmino Gonçalves Martins.

Registo n.º 133
BNC – Banco Nacional de Crédito, SA
- Alteração da sede social da Rua do Comércio, n.º 85 – 1100-149 Lisboa, para a Rua Ramalho Ortigão, Edifício BNC, Apartado 5027 – 1081-072 Lisboa.

Registo n.º 104
Banco Expresso Atlântico, SA
- Renúncia do Dr. António Emídio Leal Pereira Dias ao cargo de vogal do Conselho de Administração, passando este, temporariamente, a ser composto por quatro membros.


Cancelamentos

Registo n.º 126
BCP Investimento – Banco Comercial Português de Investimento, SA
- Cancelamento do registo do colaborador Noé Beato dos Santos Oliveira para a função de responsável pela gestão da carteira própria do intermediário financeiro no âmbito da actividade de negociação por conta própria em valores mobiliários e registo, para a mesma função, do colaborador Paulo Manuel Carmona e Silva Consiglieri Pedroso.

Registo n.º 133
Banco Nacional de Crédito, SA
- Cancelamento do registo do colaborador António Carlos Rodrigues para a função de responsável pela supervisão e controlo da actividade de gestão de carteiras por conta de outrem e registo, para a mesma função, do colaborador Augusto José de Lima Vital Marques;
- Cancelamento do registo do colaborador Augusto José de Lima Vital Marques para a função de responsável pelas decisões de investimento no âmbito da actividade de gestão de carteiras por conta de outrem e registo, para a mesma função, do colaborador Paulo Joaquim Farinha Gonçalves; e
- Cancelamento do registo do colaborador José Júlio Pinto de Freitas para a função de responsável pelo serviço de verificação, registo e contabilidade das operações realizadas no âmbito da actividade de gestão de instituições de investimento colectivo mobiliário e registo, para a mesma função, do colaborador Carlos Alberto Geraldes Lopes.

Registo n.º 138
Central – Banco de Investimento, SA
- Cancelamento do registo do colaborador Luís Manuel Abrantes Marques para as funções de responsável pela supervisão e controlo da actividade de recepção e transmissão de ordens por conta de outrem e da actividade de execução de ordens por conta de outrem, e registo (i) do colaborador Eduardo Augusto Pombo Martins para a função de responsável pela supervisão e controlo da actividade de recepção e transmissão de ordens por conta de outrem e (ii) do colaborador Sérgio Manuel Arsénio Alves Contreiras para a função de responsável pela supervisão e controlo da actividade de execução de ordens por conta de outrem; e
- Cancelamento do registo do colaborador António Castel-Branco Próspero dos Santos para a função de responsável pela execução de ordens por conta de outrem no âmbito da actividade de execução de ordens por conta de outrem nos mercados a contado e a prazo.


Sociedades Corretoras e Financeiras de Corretagem

Sociedades Financeiras de Corretagem

Registo

Registo n.º 169
L. J. Carregosa – Sociedade Financeira de Corretagem, SA
- Abertura de agência em Guimarães, na Rua Dr. Francisco Ribeiro de Castro, n.º 84 – CO – 4800-045 Guimarães, em 10 de Novembro de 2003.

Registo n.º 178
NCO Dealer – Sociedade Financeira de Corretagem, SA
- Renúncia da Dra. Anusha Anilkumar Govindjee ao cargo de vogal do Conselho de Administração e eleição, para o mesmo lugar, do Dr. José Alberto Galo Vareda; e


Cancelamentos

Registo n.º 178
NCO Dealer – Sociedade Financeira de Corretagem, SA
- Cancelamento do registo da colaboradora Anusha Anilkumar Govindjee para a função de responsável pela gestão da carteira própria do intermediário financeiro no âmbito da actividade de negociação por conta própria em valores mobiliários.


Sociedades Gestoras de Patrimónios

Registos

Registo n.º 277
First Portuguese – Sociedade Gestora de Patrimónios, SA
- Registo para o cargo de supervisor da actividade de prospecção de Pedro Maria da Câmara Pina de Sousa Mendes.


Sociedades Gestoras de Fundos de Investimento Mobiliário

Registos

Registo n.º 188
Central Fundos – Sociedade Gestora de Fundos de Investimento Mobiliário, SA” :
- Falecimento do Dr. Orlando Dionísio Lourenço Cordeiro, que exercia o cargo de presidente do Conselho de Administração e eleição, para o mesmo lugar, do Dr José Manuel Marques da Silva Lemos que exercia o cargo de vogal do mesmo Conselho de Administração;
- Eleição do Dr. João Gante Gonçalves para o cargo de vogal do Conselho de Administração;
- Renúncia do Dr. Rui Manuel Veríssimo da Conceição Conduto ao cargo de vogal do Conselho Fiscal e eleição, para o mesmo lugar, do Dr. José Daniel Pereira Rito Alves;
- Renúncia do Dr. José Manuel Marques da Silva Lemos ao cargo de vogal do Conselho de Administração e eleição, para o mesmo lugar, do Dr. João António Morais da Costa Pinto; e
- Eleição dos titulares dos órgãos sociais para o triénio 2003 a 2005:
Assembleia Geral
Daniel Fernandes Domingues – Presidente
João Manuel Pires Lopes – Secretário
Conselho de Administração
João António Morais da Costa Pinto – Presidente
Eduardo Augusto Pombo Martins – Vogal
João Gante Gonçalves – Vogal
Sérgio Manuel Arsénio Alves Contreiras – Vogal
Vítor Manuel Silva Borges – Vogal
Conselho Fiscal
José Daniel Pereira Rito Alves – Presidente
José Ferreira Dias – Vogal
Natércia Pires Fernandes Castanheira – Vogal
(em representação da “Salgueiro, Castanheira & Associados – SROC”)
António Abel Pereira Baptista – Suplente
(em representação da “Abílio Azevedo, António Baptista, Elísio Quintas e Lino Vieira – SROC).

Registo n.º 207
BNC Gerfundos – Sociedade Gestora de Fundos de Investimento Mobiliário, SA
- Alteração da sede social da Rua do Comércio, n.º 85 – 1100-149 Lisboa, para a Rua Ramalho Ortigão, Edifício BNC, 2.º - Apartado 5027 – 1081-972 Lisboa.


Cancelamentos

Registo n.º 207
BNC Gerfundos – Sociedade Gestora de Fundos de Investimento Mobiliário, SA
- Cancelamento do registo do colaborador Adriano Manuel da Rocha Carvalho para a função de responsável pela supervisão e controlo da actividade de gestão de instituições de investimento colectivo mobiliário e registo, para a mesma função, do colaborador José Pedro Teixeira de Abreu Belmar da Costa;
- Cancelamento do registo do colaborador José Pedro Teixeira de Abreu Belmar da Costa para a função de responsável pelas decisões de investimento no âmbito da actividade de gestão de instituições de investimento colectivo mobiliário e registo, para a mesma função, do colaborador Pedro Manuel Ribeiro de Almeida e Silva;
- Cancelamento do registo do colaborador Pedro Manuel Ribeiro de Almeida e Silva para a função de responsável pelo serviço de verificação, registo e contabilidade das operações realizadas no âmbito da actividade de gestão de instituições de investimento colectivo mobiliário e registo, para a mesma função, do colaborador João Pedro Nunes Duarte Afonso.


Sociedades Gestoras de Fundos de Investimento Imobiliário



Registos

Registo n.º 251
Sonaegest – Sociedade Gestora de Fundos de Investimento, SA
- Eleição dos titulares dos órgãos sociais para o biénio 2002 a 2003:
Assembleia Geral
Luzia Leonor Borges e Gomes Ferreira – Presidente
Alice de Assunção Castanho Amado – Vice-Presidente
Júlia Maria Moreira da Silva Santos – Secretário
Conselho de Administração
 ngelo Gabriel Ribeirinho dos Santos Paupério – Presidente
José Edmundo Medina Barroso de Figueiredo – Vogal
Fernando Sérgio Maia Rebelo - Vogal
Conselho Fiscal
Jorge Manuel Araújo de Beja Neves - Presidente
(em representação da “Magalhães, Neves & Associados – SROC”)
António Manuel Martins Amaral – Vogal
Miguel Joaquim Cardiellos dos Reis – Vogal
António Marques Dias - Suplente
(em representação da “António Dias & Associados – SROC”); e
- Renúncia do Dr. Fernando Sérgio Maia Rebelo ao cargo de vogal do Conselho de Administração e eleição, para o mesmo lugar, do Dr. Augusto Rodrigues de Castro Ribeiro.


Registo n.º 228
AF Investimentos – Fundos Imobiliários, SA
- Renúncia do Dr. João do Passo Vicente Ribeiro (em 31.05.2003) ao cargo de vogal do Conselho de Administração e eleição, para o mesmo lugar, do Dr. Manuel Duarte Emauz de Vasconcelos Guimarães (com efeitos a partir de 26 de Agosto de 2003).

Registo n.º 254
Selecta – Sociedade Gestora de Fundos de Investimento Imobiliário, SA
- Renúncia do Dr. Fernando Patrício de Portugal de Sousa Coutinho ao cargo de vogal do Conselho de Administração e eleição, para o mesmo lugar, do Dr. António Maria Burnay Teixeira;
- Eleição dos Drs. Filipe de Raimond da Silva Amado e José António José de Melo para o cargo de vogal do Conselho de Administração, passando este a ser composto por cinco membros; e
- Mudança da sede social da Rua da Misericórdia, n.º 76 – 1200-273 Lisboa para a Rua de São Domingos, n.º 82 – 1.º - 1200-836 Lisboa.

Registo n.º 271
BPN Imofundos – Sociedade Gestora de Fundos de Investimento Imobiliário, SA
- Renúncia da “Mendes, Ferreira, Soutinho & Faria – SROC, Lda.” representada pelo Dr. José Augusto Silva Mendes ao cargo de Fiscal Único e eleição, para o mesmo lugar, da “Pereira Rosa, Victor Ladeiro – SROC” representada pelo Dr. Victor Manuel Leitão Ladeiro, que exercia o cargo de Fiscal Único Suplente.

Registo n.º 229
BNC Predifundos – Sociedade Gestora de Fundos de Investimento Imobiliário, SA
- Alteração da sede social da Rua do Comércio, n.º 85 – 1100-149 Lisboa, para a Rua Ramalho Ortigão, Edifício BNC, 2.º - Apartado 5027 – 1081-972 Lisboa.


Sociedades Titularização de Créditos

Registos

Registo n.º 291
Servimédia – Sociedade Gestora de Fundos de Titularização de Créditos, SA
- Aumento do capital social de € 1 110 000,00 (um milhão e cento e dez mil euros) para € 1 600 000,00 (um milhão e seiscentos mil euros), representado por 1 600 000 (um milhão e seiscentos mil) acções com valor nominal de € 1 (um euro) cada.


Peritos Avaliadores de Imóveis dos Fundos de Investimento Imobiliário

Registos

27/11/03 - Registo dos seguintes:

a) Eng. Vítor Manuel Jordão Carvalheiro;
b) Eng. António José Nunes da Costa; e
c) António Manuel Nunes do Valle.

05/12/03 – Registo dos seguintes:

a) “Engivalor – Consultoria e Avaliações de Engenharia, Lda”;
b) Eng. José Manuel Gaspar Neto.


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Máfia Portuguesa, Maçonaria, Crise Portugal! Miguel Relvas Ministro Maçon Contrata Motorista da Escola PSD: 73.446,00 Euros e Paga Mais Austeridade e Impostos Zé!



O Ministro Miguel Relvas com antepassados maçons, e que é maçon de alto grau e domina as principais pastas e decisões do governo precisa de viajar pelas lojas e não lhe bastava os 3 motoristas cedidos pela Secretaria Geral do Ministério dos Assuntos Parlamentares logo decidiu contratar por Ajuste Directo, um novo motorista por € 73.446,00.



Relvas que nunca trabalhou na vida, e que em Tomar, nos seus tempos de escola no Colégio Nuno Álvares colava cartazes e ia para as “Estrelinhas de Tomar” (Café/Pastelaria) falar sobre o que fazia (colar cartazes), foi ao Brasil comprar uns cursos de gestão ou coisa parecida e hoje é adjunto do 1º Ministro, tinha três motoristas, não lhe chegava e contrata mais ummotorista do clube PSD, a ganhar 73 mil euros


O ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, nomeou um motorista que vai ganhar 73 mil euros. Alexandre José Pinheiro Meireles, 35 anos, trabalha, desde 2008, para o grupo parlamentar do PSD e foi agora recrutado para o gabinete de Relvas, através de um contrato de prestação de serviços por ajuste directo. Em 2010, o PSD pagou a José Meireles cerca 28 mil euros anuais.

"Quando foi detectada a necessidade de reforçar o serviço, através da contratação de mais um motorista, chegámos à conclusão que seria menos dispendioso recorrer à prestação de serviços", justificou fonte ofi-cial do gabinete de Relvas disse ao CM. "Trata-se de um regime mais flexível,...", acrescentou.

Na página oficial do Governo, o referido motorista aparece com um vencimento mensal de 2448,22 euros. Para justificar esta discrepância de valores, fonte oficial do Governo disse ao CM que os 73 mil euros têm em conta "um contrato de três anos", o que significa "um valor bruto de 2448,22 euros mensais".



Ainda assim, a verdade é que este motorista aufere um vencimento superior ao do motorista do próprio primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, que tem um ordenado de 1047 euros por mês.

Outra particularidade desta nomeação é o facto de ter sido assinada por um período de três anos, ao contrário da generalidade dos contratos ministeriais, que são sem termo. Reconhecendo a diferença, fonte oficial do ministério dos Assuntos Parlamentares garantiu que o contrato em causa foi, por isso mesmo, salvaguardado com "uma cláusula de rescisão sem direito a indemnização".


E de onde vem importante responsável pelo transporte da política do Governo? Onde trabalhava antes? Qual foi o famoso percurso do artista? A resposta está no DRE que nos diz que se trata de um velho conhecido de longa data, de formação PSD, a mamar á conta da brutal carga de impostos lançada ao contribuinte:

Despacho (extracto) n.º 22149/2008, de 27 de Agosto de 2008

Nomeação de Alexandre José Pinheiro Meireles para a categoria de motorista do Gabinete de Apoio do Grupo Parlamentar do Partido Social-Democrata


Despacho (extracto nº6812/2010

Por despacho de 29 de Março de 2010 do Presidente do Grupo Parlamentar do Partido Social Democrata:

Alexandre José Pinheiro Meireles - exonerado, a seu pedido, nos termos do nº6 do artigo 46º da Lei Organizativa e Funcionamento dos Serviços da Assembleia da República, republicada pela Lei nº28/2003, de 30 de julho, da categoria de motorista do Grupo Parlamentar do Partido Social Democrata, com efeitos a partir de 29 de Março de 2010.

12 de Abril da 2010. - A Secretária-Geral, Adelina Sá Carvalho

Então ficamos a saber que o ex-motorista do grupo parlamentar do PSD vai receber € 73.446,00. Curiosamente esta nomeação encoberta não consta da página das nomeações do Governo.
Porém, o Sr. Alexandre Meireles não é o único que não consta da página das nomeações do Governo.

Transparência?
Pois claro, mas não é neste ministério (nem neste nem nos outros)........

A crise e a austeridade são prós pobres e para os funcionários publicos e pensionistas, agora pra esses gajos não há crise nenhuma e é um fartar vilanagem.
Este é um Governo que governa para os amigos e desgoverna Portugal, o país está miséria, á conta dos roubos feitos pelos políticos, roubam subsidios de férias e de Natal, acabam com feriados, aumentam horário de trabalho e contratam amigos Motoristas que ganham 73 mil euros!

Quem pensa que a crise vai acabar, desengane-se. O país foi tomado de assalto pela máfia maçónica de interesses obscuros e ocultos.
Os interesses da irmandade maçonica, estão muito acima dos interesses dos portugueses, e movimentam-se em prol da irmamdade e contra Portugal. A própria crise económica, é provocada por eles, para entrarem dentro das nações, com a SUA ARMA ECONÓMICA de artilharia pesada que dá pelo nome de FMI.

É hora de Pôr Termo a Esta Conspiração maçónica.


A Solução É Revolução.


o manual dos gajos "Os Protocolos dos Sábios de Sião"

Sumário resumo dos capitulos directamente mais relacionados:

CAPÍTULO I
Resumo.- O direito reside na força. A liberdade é uma idéia. O liberalismo. O ouro. A fé. A autonomia. O despotismo do capital. O inimigo interno. A multidão. A anarquia. A política e a moral. O direito do mais forte. O poder judaico-maçônico é invencível. O fim justifica os meios. A multidão é cega. O alfabeto político. As discórdias dos partidos. A forma de governo que melhor conduz ao nosso fim é a aristocracia. As bebidas alcoólicas. O classicismo. A devassidão. O princípio e as regras do governo Judaico e franco-maçon. O terror. Liberdade. Igualdade. Fraternidade. O princípio do governo dinástico. A destruição dos privilégios da aristocracia dos cristãos. Cálculo psicológico. Abstração da liberdade. Removibilidade dos representantes do povo

CAPÍTULO II
Resumo. - As guerras econômicas são a base da supremacia judaica. A administração visível e os "Conselheiros Secretos". O êxito das doutrinas destruidoras. A assimilação na política. O papel da imprensa.O preço do ouro e o valor das vítimas judaicas

CAPÍTULO III
Resumo - A serpente simbólica e sua significação. Instabilidade do equilíbrio onstitucional. O terror nos palácios. poder e a ambição. As máquinas de falar dos parlamentos, os panfletos. Os abusos do poder. A escravidão econômica. "A verdade do povo". Os açambarcadores e a aristocracia. O exército dos franco-maçons judeus. A degenerescência dos cristãos. A fome e o direito do capital. A vinda e a coroação do "Senhor Universal".


CAPÍTULO IV
Resumo.- As diversas fases duma república. A franco-maçonaria externa. A liberdade e a fé. A concorrência internacional do comércio e da indústria. O papel da especulação. O culto do ouro.

CAPÍTULO V
Resumo.- Criação de forte concentração do governo. Os modos da franco-maçonaria se apoderar do poder. Por quê os Estados não conseguem entender-se. "Pre-eleição" dos judeus. O ouro é o motor de todos os mecanismos dos Estados. Os monopólios no comércio e na indústria. A importância da crítica. As instituições "como são vistas". Cansaço causado pelos discursos. Como tomar conta da opinião pública? A importância da iniciativa privada. O governo supremo.


CAPÍTULO VI
Resumo.- Os monopólios ; as fortunas dos cristãos dependem desses monopólios. A aristocracia privada de riqueza territorial.O comércio, a indústria e a especulação. O luxo. A alta do salário e o encarecimento dos gêneros de primeira necessidade. A anarquia e a embriaguez. O sentido secreto da propaganda das teorias econômicas.


CAPÍTULO VIII
Resumo. - Uso equívoco do direito teórico. Os colaboradores do regime franco-maçon. Escolas particulares e de educação superior inteiramente particular. Economistas e milionários. A quem se deve confiar os postos de responsabilidade no governo.


CAPÍTULO X
Resumo.- A força das coisas na política. A "genialidade" da baixeza.O que promete o golpe de Estado franco-maçônico.O sufrágio universal. A estima de si mesmo.Os chefes dos franco-maçons.O guia genial da franco-maçonaria. As instituições e suas funções. O veneno do liberalismo. A constituição é a escola das discórdias de partidos. A era republicana.Os presidentes são criaturas da franco-maçonaria. Responsabilidade dos presidentes. O "Panamá". O papel da Câmara dos Deputados e do Presidente.A franco-maçonaria é uma força legislativa.A nova constituição republicana. Passagem para a "autocracia" franco-maçônica. Momento da proclamação do "rei universal". Inoculação de doenças e outros malefícios da franco-maçonaria.

CAPÍTULO XI
Resumo.- O programa da nova constituição.
Alguns pormenores sobre o golpe
de Estado proposto. Os cristãos são carneiros.
A franco-maçonaria secreta e suas lojas de "fachada"

CAPÍTULO XX
Resumo.- O programa financeiro. O imposto progressivo. Percepção progressiva em selos. Caixa de fundos em valores-papel e estagnação do dinheiro. Tribunal de contas. Abolição da representação. Estagnação dos capitais. Emissão de dinheiro. O câmbio do ouro. O câmbio do custo do trabalho. O orçamento. Os empréstimos do Estado. A série de títulos ao juro de 1%. As ações industriais. Os governantes dos cristãos: os favoritos; os agentes dos franco-maçons.


CAPÍTULO XXI
Resumo.-Os empréstimos internos. O passivo e os impostos.
As conversões.As caixas econômicas e a renda.
Supressão da bolsa de fundos públicos. Taxação dos valores industriais.

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Crise Zona Euro: Dívida Alemanha NAZI à Grécia Superior a 575 Biliões Euros! Petição Exigindo Pagamento da Dívida dos Alemães Ancestrais de Angela Merkel Para com o Povo Grego, Dívida de 575 Mil Milhões Euros: Merkel Pagas Já? Ou Perca de Soberania da Alemanha!



Petição para pagamento da dívida de 575 mil milhões de euros devido a obrigações decorrentes da Segunda Guerra Mundial (Les Echos, sábado, 2 de julho, 2011 mais respectivos juros de mora decorrentes deste valor, desdev a data de cálculo). Esta divida dav Alemanha à Grécia é em reparação pela invasão alemã, divida dos antepassados de Angela Merkel, levada a cabo pelos NAZIS na II Guerra Mundial, quando criminosamente ocuparam a Grécia.










Justification
– In Detail

Germany Should Pay its
Long-overdue NAZI Obligations to Greece
Angela Merkel must shut her mouth and pay now with 300% more income, his NAZIS ancestors long debt to Greek people. Buy the away, Sarkonazy shut up and pay France Long debt6 to Portugal.

In the summer of 1940, Mussolini, perceiving the presence of German soldiers in the oilfields of Romania (an ally of nazi Germany) as a sign of a dangerous expansion of German influence in the Balkans, decided to invade Greece. In October 1940, Greece was dragged into the Second World War by the invasion of its territory by Mussolini. To save Mussolini from a humiliating defeat, Hitler invaded Greece in April 1941.

Greece was looted and devastated by the Germans bloody NAZIS, as no other country under their bloody NAZI occupation.

The German minister of Economics, Walter Funk, said Greece suffered the tribulations of war like no other country in Europe.

Justificação
– em detalhe

A Alemanha há muito que devia ter pago a divida dos NAZIS, pais de Angela Merkel que têm para com a Grécia.

Numa altura em que a Alemanha, na pessoa de Angela Merda, tanto exige a todos os outros povos da Europa que pagem já as pequenas dívidas é chegada a hora da ALEMANHA PAGAR O QUE DEVE E COM JUREOS.

A Alemanha de Angela Merda tem por dever pagar a enorme divida NAZI.É também chegada a hora da França do Sarkonazy pagar o que deve das invasões Francesas a Portugal.

No Verão de 1940 Mussolini, apercebendo-se da presença de soldados alemães nos campos petrolíferos da Roménia (um aliado da Alemanha), considerou isso um sinal perigoso da expansão da influência alemã nos Balcãs e decidiu invadir a Grécia. Em Outubro de 1940, a Grécia foi arrastada para a Segunda Guerra Mundial pela invasão do seu território. Para salvar Mussolini de uma humilhante derrota, Hitler invadiu a Grécia em Abril de 1941.

A Grécia foi saqueada e devastada pelos alemães nazis, antepassados da chanceler alemã, foi saqueada  e desvastada pelos NAZIS (antepassados de Merkel), como nenhum outro país durante a ocupação NAZI alemã. O Ministro Alemão da Economia, Walter Funk, assumiu que a Grécia sofreu as atribulações da guerra como nenhum outro país da Europa.

Upon their arrival, the Germans nazis, the Angela Merkel NAI ancestors, started to live off Greek country.

The Geman NAZIS, Angela Merekel ancestors, stolen, rob and appropriated everything, whatever they needed for their stay in Greece, and shipped all back to NAZI Germany.


The Germa NAZIS, Angela Merkel nazi ancestors, took, stolen, rob everything,  whatever they could lay their NAZI BLOODY hands on: foodstuff, industrial products, industrial equipment and stocks, furniture, heirlooms from valuable collections, paintings, archaeological treasures, watches, jewelry, and from some houses even the metal knobs from the doors.


The BLOODY GERMAN NAZIS, stolen and entire output of Greek mines: the German NAZIS rob all pyrites, iron ore, chrome, nickel, magnesite, manganese, bauxite, and gold was obtained for NAZY Germany. James Schafer, an American oil executive working in Greece, summed it up: “The NAZI Germans are looting for all they are worth, both openly and by forcing the Greeks to sell for worthless paper marks, issued locally” ( Mazower p.24).

Mussolini complained to his minister of foreign affairs Count Ciano “The NAZI Germans have taken from the Greeks even theirshoelaces”(Ciano p.387).





The massive NAZI looting of the country, the hyperinflation generated by the uncontrolled printing of German NAZI Occupation Marks by NAZI German local NAZI commanders, and the consequent economic collapse of the country, precipitated a devastating famine.

In addition to providing food for the 200,000 to 400,000 NAZIS Axis occupation troops stationed in Greece, the country was forced by German NAZIS (Angela Merkel ancestors) to provide the Axis forces involved in NAZI military operations in North Africa.

Greek fruits, vegetables, livestock, cigarettes, water, and even refrigerators were shipped by the German NAZIS, from the Greek port of Piraeus to Libyan ports under NAZI ocupation (Iliadakis p. 75).

The International Red Cross and other sources have estimated that between 1941 and 1943 at least 300,000 Greeks died from starvation (Blytas p. 344, Doxiadis p.37, Mazower p.23).

NAZI Germany and Italy imposed
on Greece exorbitant sums as occupation expenses to cover not only their occupation costs but also to support the German NAZI war efforts in North Africa.

As a percentage of GNP, these sums were multiples of the NAZI occupation costs borne by France (which were only one fifth of those extracted from Greece), Holland, Belgium, or Norway. Ghigi, the Italian plenipotentiary in Greece, said in 1942, “Greece is completely squeezed dry” (Mazower p. 67).

In an act of utter audacity, the German NAZIS occupation NAZI authorities forced the Tsolakoglou government to pay indemnities to NAZI German, Italian and Albanian nationals residing in occupied Greece for damages, presumably suffered during military operations, which were never defined.

The Italian and Albanian citizens alone received sums equivalent to 783,080 dollars and 64,626 dollars respectively! (Iliadakis p. 96). Greece, which was destroyed by the German NAZI Axis, was forced by German NAZIS (Angela Merkel ancestors) to pay citizens of its enemies for presumed but unproven damages.


In addition to the occupation expenses, NAZI Germany obtained forcibly from Greece a loan (occupation loan) of $ 3.5 billion. Hitler himself had recognized the
legal (intergovernmental) character of this loan and had given orders to start the process of its repayment. After the end of the war, at the Paris meeting of 1946 Greece was awarded $ 7.1 billion, out of $ 14.0 billion requested, for war reparations.


Italy repaid to Greece its share of the NAZI occupation loan, and both Italy and Bulgaria paid war reparations to Greece. Germany paid war reparations to Poland in 1956, and under pressure from the USA and the UK (to placate Tito and keep him from joining the Soviet block) paid war reparations to Yugoslavia in 1971.

Greece demanded from Germany payment of the occupation loan in 1945, 1946, 1947, 1964, 1965, 1966, 1974, 1987, and in 1995 (after the unification of Germany). Before the unification of Germany, using the London Agreement of February 27, 1953, West Germany avoided to pay its obligations arising from the occupation loan and war reparations to Greece on the argument that no “final peace treaty” had been signed. In 1964, German chancellor Erhard pledged repayment of the loan after the reunification of Germany, which occurred in 1990.

As the German magazine “Der Spiegel” wrote on July 23, 1990, with the Two (West and East Germany) Plus Four (USA, former Soviet Union, United Kingdom, and France) Agreement that paved the way for the German unification, the nightmare of demands for war reparations by all those damaged by NAZI Germany, which could be raised by signing a “peace treaty”, disappears.

This statement by Der Spiegel has no legal basis whatsoever, but it is an acknowledgement of the devices Germany is using to refuse a settlement with Greece (see also guardian.co.uk, June 21, 2011).

The same magazine, on June 21, 2011, quotes the economic historian Dr. Albrecht
Ritschl, who warns Germany to take a more chaste approach in the euro crisis of 2008-2011, as it could face renewed and justified demands for WWII NAZI German crimes reparations.



Indicative of the current value of the German obligations to Greece are the following: using as interest rate the average interest rate of U.S. Treasury Bonds since 1944, which is about 6%, it is estimated that the current value of the occupation loan is $163.8 billion and that of the war reparations is $332 billion.

The French economist and consultant to the French government Jacques Delpla stated on July 2, 2011, that Germany owes to Greece 575 billion euros from Second World War NAZI obligations (Les Echos, Saturday, July 2, 2011).

The NAZI BLOODY Germans (Angela Merkel ancestors) did not just take “even their shoelaces” from the Greeks. During WWII Greece lost 13% of its population as a direct result of the war (Doxiadis p 38, Illiadakis p 137).

During the Battle for Greece almost 20,000 enlisted Greek men were killed, and more than a 100,000 were wounded or frostbitten, while about 4,000 civilians were killed in air raids. But these numbers pale by comparison to the loss of human life experienced during the occupation.

According to conservative estimates, the deaths resulting directly from the war before the war ended adds up to about 578,000 (Sbarounis p. 384). These deaths were the result of the persistent famine, caused by the looting and economic policies of the Axis, and of the atrocities committed either as reprisals, as a response to the resistance, or as means to terrorize the Greek population.

The above number does not include the deaths which occurred after the end of the war from diseases such as TB (400000 cases) and malaria, from persistent malnutrition, wounds and exposure, all of them a direct result of war conditions. And the above numbers doesn't include this Greek economic bailouts, also consequence off Angela Merkel NAZI acestors Greek ocupation.

Thus, in WWII Greece lost as many lives, mostly of unarmed men women and children, as the USA and the UK together.

Most of the atrocities committed by the Germans NAZIS in Greece stemmed directly from two executive orders issued at the highest levels of the Third Reich.

According to the torching directive, issued by Hitler himself, if there was a suspicion that a residence was used by the resistance, that building was a legitimate target to be burned down with its inhabitants.

The second order, signed by Marshal Wilhelm Keitel, specified that for every NAZI German killed, a minimum of 100 hostages would be executed, and for every NAZI wounded one, 50 would die (Payne 458ff, Goldhagen pp 189-190 and pp 367-369, Blytas pp 418-419).

The first mass executions took place in Crete even before the island fell to the NAZI Germans.

In 1945, under the auspices of the United Nations, a committee headed by Nikos Kazantzakis enumerated the destruction of more than 106 Cretan villages and the massacre of their inhabitants (see video on Kontomari massacre).

During the NAZI occupation, the NAZI Germans murdered the population of 89 Greek villages and towns (see the massacre at Distomo), while over 1,700 villages were totally or partially burned to the ground and many of their inhabitants were also executed by NAZI Germans (see the Greek Holocaust).

To the Greek victims of the German NAZI reign of terror should be added about 61,000 Greek Jews who, along with about 10,000 Christians, were deported by NAZI Germans (Angela Merkel ancestors) to the NAZI concentration camps and most of them never returned (Blytas p.429 and p. 446).

Another aspect of the Greek NAZI German occupation is the systematic looting of Greece’s many museums, both under orders from the occupation authorities, and as a result of the individual initiative of officers in position of command.

The names of German NAZI General von List, commander of the the 12th NAZI German Army, of NAZI German General Kohler, of the Larissa NAZI German command, and of General Ringel, of the Iarakleio and Knossos command, are associated with the removal of significant archeological treasures. List was responsible for accepting as a present a beautiful ancient head of the 4th century BC, while Ringel sent back to Austria several cases of antiquities from the historic Villa Ariadne as well as boxes containing small objects from the Knossos Museum. “Officially sanctioned thefts” have been recorded at the museums of Keramikos, Chaeronea, Thessaloniki’s St. George Museum, Gortynos, Irakleio, Pireaus, Skaramangas, Faistos, Kastelli Kissamou, Larissa, Corinth, Tanagra, Megara, Thebes and many others (Blytas p. 427).

What is especially tragic is that in many ofthese lootings, well known  German NAZI archeologists provided expert guidance to the perpetrators.

And although some of these antiquities were returned to Greece in 1950, the majority of the stolen museum pieces have never been traced.

In Crete and elsewhere, local nazi German commanders ordered the excavation and looting of many archeological sites. These excavations were carried out by nazi German archeologists, while Greek archeologists, curators and museum inspectors were forbidden to interfere, usually under NAZI threats which could not be ignored.

We request the German government to honor its long-overdue NAZI CRIMES obligations to Greece by repaying the forcibly obtained occupation loan, and by paying war reparations proportional to the material damages, NAZI atrocities and plundering committed by the NAZI German war machinery.
Sign the petition

À sua chegada, os nazis alemães (antepassados de Angela Merkel) começaram a saquear o país.

Os NAZIS, antepassados de Angela Merda, roubaram, pilharam e apropriaram-se de tudo o que necessitavam para a sua estadia na Grécia,  e despachavam para a Alemanha NAZI tudo aquilo a que conseguiam deitar a mão: alimentos, produtos industriais, equipamento industrial, mobiliário, objectos artísticos provenientes de colecções valiosas, pinturas, tesouros arqueológicos,
relógios, jóias, e até os puxadores
das portas de algumas casas. A produção completa das minas gregas de pirites, minério de ferro, crómio, níquel, manganésio, magnesite, bauxite e ouro foi enviada para a Alemanha NAZI. James Schafer, um executivo do petróleo americano que trabalhava na Grécia,
resumiu a situação: “Os NAZIS alemães estão a saquear tanto quanto conseguem,
tanto abertamente como forçando os gregos a vender em troca de marcos NAZIS de papel sem valor, emitidos localmente pelos NAZIS” (Mazower p.24). Mussolini queixou-se ao seu ministro dos negócios
estrangeiros, o conde Ciano: “Os NAZIS alemães roubaram até os cordões dos sapatos aos gregos ”
(Ciano p.387).

O saque completo do país, a hiperinflação gerada pela impressão descontrolada de Marcos NAZIS de Ocupação NAZI pelos comandantes locais alemães NAZIS e o consequente colapso económico do país provocaram uma fome devastadora na Grécia. Para além de alimentar os 200000 a 400 000 soldados de ocupação do Eixo NAZI estacionadas na Grécia, o país foi forçado a fornecer os NAZIS (antepassados de Angela Merkel) que estavam envolvidas nas operações NAZIS militares no Norte de África.

Frutos, vegetais, gado, cigarros, água e até frigoríficos foram roubados pelos alemães NAZIS (antepassados de Angela Merkel) e enviados do porto grego do Pireu para portos líbios ocupados peoos NAZIS(Iliadakis p.75).

A Cruz Vermelha Internacional e outras fontes estimaram que entre 1941 e 1943 pelo menos 300 000 gregos morreram de fome devido aos NAZIS (Blytas p. 344,
Doxiadis p.37, Mazower p.23).

A Alemanha NAZI e a Itália impuseram à Grécia somas exorbitantes como despesas de ocupação para cobrir não apenas os custos de ocupação NAZI, mas também para suportar os esforços de guerra alemães NAZIS no Norte de África. Como percentagem do produto nacional bruto, estas somas foram muito superiores aos custos de ocupação NAZI Alemã suportados pela França (apenas um quinto dos que foram pagos aos NAZIS pela Grécia), Holanda, Bélgica, ou Noruega. Ghigi, o plenipotenciário italiano na Grécia, disse em 1942, “A Grécia está completamente exaurida” (Mazower p. 67).

Num acto de abuso de poder, as autoridades NAZIS de ocupação forçaram o governo de Tsolakoglou a pagar indemnizações aos cidadãos NAZIS alemães, italianos e albaneses que residiam na Grécia ocupada por prejuízos, presumivelmente ocorridos durante as operações militares NAZIS.

Os cidadãos italianos e albaneses receberam somas equivalentes a 783 080 dólares e 64 626 dólares, respectivamente! (Iliadakis p. 96). A Grécia, que foi destruída pelo Eixo NAZI Alemão dos antepassados NAZIS de Angela Merkel, foi forçada pelos Alemães NAZIS a pagar aos cidadãos dos seus inimigos por alegados danos que não foram provados.

Para além das despesas de ocupação NAZI, a Alemanha NAZI obteve à força um empréstimo da Grécia (empréstimo de
ocupação NAZI) de 3500 milhões de dólares. O próprio Hitler conferiu carácter legal (inter-governamental) a este empréstimo NAZI e deu ordens para começar o processo de pagamento. Depois do fim da guerra, na reunião de Paris em 1946, foram atribuídos à Grécia 7100 milhões de dólares (dos 14000 pedidos) como reparações de guerra.

A Itália pagou à Grécia a sua quota-parte do empréstimo de ocupação, e tanto a
Itália como a Bulgária pagaram as reparações de guerra à Grécia. A Alemanha pagou as reparações de guerra NAZI à Polónia, em 1956, sob pressão dos EUA e do Reino Unido; pagou também reparações de guerra NAZI à Jugoslávia em 1971 (para aplacar Tito e evitar que ele aderisse ao Bloco Soviético). A Grécia exigiu o
pagamento da Alemanha em 1945, 1946, 1947, 1964, 1965, 1966, 1974, 1987, e em 1995 (após a reunificação da Alemanha).

Antes da unificação da Alemanha, utilizando o acordo de Londres de 27 de Fevereiro de 1953, a Alemanha Ocidental evitou o pagamento das obrigações decorrentes do empréstimo de ocupação NAZI e das reparações de guerra, usando o argumento que nenhum “tratado de paz final” tinha sido assinado. Em 1964, o chanceler alemão Erhard prometeu o pagamento do empréstimo após a reunificação da Alemanha, que ocorreu em 1990.

A revista alemã Der Spiegel escreveu, em 23 de Julho de 1990, que o acordo “Dois-Mais-Quatro” (assinado entre as duas Alemanhas e as quatro potências mundiais EUA, URSS, Reino Unido e França), ao preparar o caminho para a unificação alemã, fazia desaparecer o pesadelo dos pedidos de reparações que poderiam ser exigidos por todos os que tivessem sido prejudicados pela Alemanha NAZI, caso tivesse sido assinado um “tratado de paz”.

Esta afirmação do “Der Spiegel” não tem nenhuma base legal, mas é um reconhecimento dos estratagemas usados pela Alemanha para recusar um acordo com a Grécia (ver também o “The Guardian” de 21 de Junho de 2011). A mesma revista, em 21 de Junho de 2011, cita um historiador económico, Dr. Albrecht Ritschl, que aconselha a Alemanha a tomar uma atitude mais moderada na crise europeia de 2008-2011, uma vez que poderia enfrentar renovadas e justificadas exigências de reparações pelos crimes de guerra do periodo NAZI.



Os indicadores do valor actual das dívidas alemãs à Grécia são os seguintes: com base na taxa média de juros das Obrigações do Tesouro dos EUA desde 1944, que é cerca de 6%, estima-se que
o valor actual do empréstimo de ocupação NAZI seja de 163,8 mil milhões dólares e o valor da reparação de guerra seja de 332 mil milhões de dólares.


O economista francês e consultor do governo, Jacques Delpla, declarou, em 2 de Julho de 2011, que a Alemanha deve à Grécia 575 mil milhões de euros devido a
obrigações decorrentes da Segunda Guerra Mundial (Les Echos, sábado, 2 de julho, 2011).

Os alemães não levaram apenas “os cordões dos sapatos” aos gregos. Durante a Segunda Guerra, a Grécia perdeu 13% da sua população como resultado directo da guerra (Doxiadis p 38, Illiadakis p 137).

Em resultado da resistência à invasão do
país, quase 20.000 combatentes gregos foram mortos, mais de 100 mil foram feridos ou sofreram queimaduras com o gelo e cerca de 4.000 civis pereceram em ataques aéreos. Mas estes números são irrisórios quando comparados com a perda de vidas humanas durante a ocupação.

De acordo com estimativas moderadas, as mortes decorrentes directamente da guerra ascendem a cerca de 578 mil (Sbarounis p. 384).

Estas mortes foram o resultado da fome persistente, causada pelo saque e pelas políticas económicas do Eixo e pelas atrocidades cometidas tanto como represálias, como por resposta à resistência ou como meio para aterrorizar a população grega.

Os números acima não incluem as mortes que ocorreram após o fim da guerra devido a doenças como a tuberculose (400.000 casos) e a malária, desnutrição persistente, ferimentos e más condições de vida, todas elas resultado directo das condições de guerra, nem incluem os prejuizos da crise actual, também eles fruto da ocupação da Alemanha NAZI dos antepassados de Angela Merda.

Assim, na Segunda Guerra Mundial a Grécia perdeu tantas vidas, sobretudo homens desarmados, mulheres e crianças, como os EUA e o Reino Unido juntos.

A maioria das atrocidades cometidas pelos NAZIS alemães na Grécia teve origem diretamente em duas ordens vindas das mais altas esferas do Terceiro Reich.

Uma primeira, decidida pelo próprio Hitler, ordenava que se se suspeitasse que uma residência tinha sido usada pela resistência devia ser incendiada juntamente com os
habitantes.

A segunda ordem, assinada pelo marechal Wilhelm Keitel, especificava que, por cada NAZI alemão morto, um mínimo de 100 reféns seriam executados e por cada NAZI alemão ferido, 50 gregos morreriam (Payne 458ff, pp 189-190 e Goldhagen pp 367-369, Blytas pp 418-419).

As primeiras execuções em massa tiveram lugar em Creta, antes de esta ser tomada pelos alemães NAZIS.

Em 1945, sob os auspícios das Nações Unidas, um comité liderado por Nikos Kazantzakis enumerou a destruição de mais de 106 povoações de Creta e o massacre dos seus habitantes (ver sobre o massacre de Kontomari
[inglês]).

Durante a ocupação NAZI, os NAZIS alemães assassinaram a população de 89 aldeias e vilas gregas (ver sobre o massacre de Distomo
[inglês]), enquanto mais de 1.700 povoações foram total ou parcialmente queimadas e muitos dos seus habitantes também foram executados pelos NAZIS Alemães (ver Holocausto Grego
[inglês]).

Às vítimas gregas do reino de terror
alemão devem ser acrescentados 61.000 judeus gregos que, juntamente com 10.000 cristãos, foram deportados para campos
de concentração de onde a maioria nunca voltou (Blytas p.429 and p. 446).

Outro aspecto da ocupação Alemã NAZI (antepassados de Angela Merkel) à Grécia foi o saque sistemático dos muitos museus gregos, tanto sob as ordens das autoridades de cupação, como em resultado da iniciativa de oficiais que ocupavam posições de comando.

Os nomes do general Alemão NAZI von List, comandante do 12º Exército Alemão NAZI, do General Alemão NAZI Kohler, do comando NAZI Alemão de Larissa, e do general Alemão NAZI Ringel, dos comandos Alemães NAZIS de Iarakleio e de Cnossos, são associados ao desaparecimento de importantes tesouros arqueológicos. List foi responsável por aceitar como presente a escultura de uma cabeça esplêndida do século IV a.C., enquanto que Ringel enviou para a Áustria várias caixas de antiguidades da histórica Vila Adriana, assim como caixas contendo pequenos objectos do Museu de Cnossos.

“Roubos sancionados oficialmente” foram registados nos museus de Keramikos, Chaeronea, Museu de S. Jorge em Tessalónica, Gortynos, Irakleio, Pireu, Skaramangas, Faistos, Kastelli Kissamou, Larissa, Corinto, Tanagra, Megara, Tebas e muitos outros (Blytas p. 427).

O que é especialmente trágico é que, em
muitos destes saques, conhecidos arqueólogos alemães (NAZIS) forneceram orientação especializada aos perpetradores.

E embora muitas destas antiguidades tenham sido devolvidas à Grécia em 1950, a maior parte das peças de museu roubadas nunca foram encontradas.

Em Creta e noutros sítios, os nazis comandantes alemães locais ordenaram a escavação e o saque de muitos sítios arqueológicos. Estas escavações foram levadas a cabo por arqueólogos NAZIS alemães, enquanto os arqueólogos gregos, curadores e inspectores de museus foram proibidos de interferir, normalmente sob a forma de ameaças Alemãs NAZIS que não podiam ignorar.

Solicitamos que o governo alemão honre as suas obrigações (a divida NAZI dos antepassados de Angela Merkel) há muito atrasadas para com a Grécia, através do pagamento do empréstimo de ocupação que obteve à força e pelo pagamento das reparações de guerra proporcionais aos danos materiais, atrocidades e pilhagens feitas pela máquina de guerra alemã.
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Bibliography/Bibliografia
  1. Blytas, George C., The First
    Victory, Greece in the Second World War. Athens: Cosmos Publishing,
    2009.
  2. Ciano, Galeazzo, The Ciano
    Diaries, 1939-1943, Hugh Gibson Editor. New York: Doubleday &
    Co, 1946.
  3. Doxiadis, Konstantinos, Oi
    Thysies tis Ellados ston Deftero Pangosmio Polemo [The Sacrifices of
    Greece in the Second World War]. Athens: Ministry of Reconstruction,
    1946.
  4. Goldhagen, Daniel Jonah.
    Hitlers’ Willing Executioners, Ordinary Germans and the
    Holocaust. New York: Vintage Book, 1997.
  5. Iliadakis, Tasos, M., Oi
    Epanorthosis kai to Germaniko Katohiko Danio [The Reparations, and te
    German Occupation Loan]. Athens: Ekdoseis Detoraki 1997.
  6. Mazower, Marc. Inside
    Hitler’s Greece , The Experience of the Occupation 1941-1944.
    New Haven and London: Yale University Press, 1993.
  7. Payne, Robert. The Life and
    Death of Adolph Hitler. New York: Praeger Publishers, 1973.
  8. Sbarounis, Athanasios I.
    Meletai kai Anamniseis ek tou Defterou Pangosmiou Polemou. [ Studies
    and Memoires from the Second World War]. Athens: Government Printing
    Office, 1950″
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Texto adaptado a partir de uma tradução do Aventar, a quem se deve a tradução deste texto, de inglês para português, mas não exactamente pelo seu conteúdo, uma vez que não verificáramm todas as suas fontes

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Máfia Politica Portuguesa, Corrupção, Familias Político Negócios Familiares Portugal: Assunção Cristas Coloca Irmã de Paula Teixeira da Cruz (Ministra da Justiça) no Ordenamento do Território! Cavaco é Estátua de Cera em Madrid!



Máfia Politica Portuguesa Corrupção e Negócios Familiares: Como se não bastasse o descalabro e colapso programado da segurança social, a fraude do BPN que LESOU O ESTADO em mais de Dez Milhões de Euros,  o BPN, agora vái custar mais 600 Milhões de Euros, os ministros da banca, os escândalos da Maçonaria e Loja Mozart, lamberem o cú á NAZI Angela Merda, da Alemanha, o Império Invisivel que domina o mundo, as decisões da UE Fascista tomadas pelo grupo de Frankfurt, os crimes económicos contra a humanidade efectuados pelo FMI,  em que os deputados do CDS defendem os criminosos,o fantástico curriculo do Passos Coelho, a Hipocrisia de Cavaco, a mão invisivel sobre o Parlamento, a Manuela dizer que quem tem mais de 70 anos não em direito a hemodiálise, o Polvo maçonico da conspiração Bilderberg, o pacto de traição do Irmão maçon João Proença, a irmandade na Assembleia da República, deficientes a dormir na rua, as compras particulares da Presidente da Assembleia da República, agora ainda temos as cunhas familiares. Irmã de ministra da Justiça no Ambiente

Saiba quem é a nova subdirectora-geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano.




Maria Manuel von Hafe Teixeira da Cruz, irmã da ministra da Justiça, Paula Teixeira da Cruz, foi nomeada subdirectora-geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano. Vai receber 3406,52 € por mês (remuneração bruta). Maria Manuel tem 48 anos, é licenciada em arquitectura e presta serviço de assessoria técnica na área de urbanismo à empresa Parque Expo'98 SA.



Contactada pelo CM, a nova subdirectora-geral diz que não pode ser prejudicada pelo facto de ter família no Governo. "Sempre trabalhei nesta área, estive 10 anos na Parque Expo e tenho uma vasta experiência. O meu currículo fala por si." O gabinete da ministra do Ambiente, Assunção Cristas, sublinha o percurso profissional de relevo da arquitecta, destacando a sua experiência no domínio da reabilitação urbana e que esta "é uma prioridade de acção para o Governo" no âmbito do ordenamento do território.



Nas últimas semanas têm sido publicados despachos de nomeação que têm suscitado dúvidas. O Ministério da Educação assumiu um erro na atribuição dos subsídios de férias e de Natal a um funcionário cuja contratação foi publicada este mês e na sexta-feira aconteceu o mesmo com a Secretaria de Estado da Cultura.



A corrupção ultrapassou os limites dos limites. Agora até família de 1º grau é nomeada! Isto é o cúmulo! E ainda se atrevem a falar em concursos públicos! OUTRA ROUBALHEIRA!



SÓ LÁ VAMOS COM REVOLUÇÃO!


Foi nomeada vice directora do ordenamento do território e desenvolvimento urbano mas, vice director só assina os documentos que levam a despacho as ideias, politico-negócios familiares que os Saqueadores do organismo querem fazer aprovar.



 FAMÍLIA DE 1º GRAU NO GOVERNO. ISTO É INACEITÁVEL. ISTO É ESTENDER AINDA MAIS A CORDA Á CORRUPÇÃO, CAMINHO LIVRE, AUTOESTRADA PARA ISALTINOS E CIA E A ATENTADOS ECONÓMICOS CONTRA O PAÍS.



E O PRESIDENTE DA REPUBLICA, QUE FAZ?


CAVACO, DETENTOR DO PRÉMIO BPN ECONOMIA, CAVACO NÃO SE LEMBRA DO BPN, O ANIBAL ANDA PREOCUPADO COM A REFORMA E  VÁI PARA MADRID COM A MULHER, FAZER DE ESTÁTUA DE CERA!


PORTUGUESES ABRAM OS OLHOS.



Os partidos estão tramando o povo com a armadilha da Alemanha. Estes politicos são os Judas Escariotes, Miguel de Vasconcelos, Conde Andeiro dos tempos modernos!!!

Dias Loureiro, dono do maior resort de luxo de Cabo Verde, que mentiu ao parlamento, sobre o roubo BPN, Jorge Coelho,Valentim Loureiro, Catroga, o irmão maçon José Magalhães, o irmão e mestre de cerimonias maçonicas Isaltino Morais e por ai vai.. sao todos bons empresarios e bons amigos e continuam a fazer o povo de estupido!



Agora, é tudo em família. E, obviamente que, com vencimento pornográfico. Assim…, pobre Portugal, País que tem esta gente á sua frente.


Esta gente nao tem vergonha nenhuma !!! Com estes gajos, o pais jamais tera soluçao! vao la pedir sacrificios a quem lhe talhou as orelhas !!



É Hora de DIZER BASTA!


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