... Julgo que depois destes malabarismos, os currículos das pessoas com funções políticas activas com o propósito de praticar o bem comum de uma nação, devem ser exigidos e publicados em Diário da Republica para qualquer cidadão poder consultar e certificar-se das habilitações de cada politico. Não deve ser uma opção, mas uma condição contemplada numa lei própria para o efeito, pois como sabemos, nenhum trabalhador é admitido numa função numa empresa, sem referências e/ou curriculo académico/profissional. será verdade que o PS está "calado" neste caso da licenciatura de M. Relvas porque o Irmão Maçon António Seguro dos Bancos (da Universidade Lusófona) foi um dos professores envolvido no processo?...
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Negócios Inexplicáveis, Vigarice, Corrupção, Profissional? Negócios Eldorado Brasil, De Empresa de Favela a Bilionário; Conheça a Marítima, Saiba Como Começou Gérman Efromovich, O Empresário Judeu, Boliviano, Colombiano, Brasileiro, Polaco, O Único Comprador Interessado Na Privatização da TAP



Todas as negociatas das privatizações, levadas a cabo por este governo de Passos Coelho e Relvas, ultrapassam todos os limites. É preciso ser muito estúpido para acreditar que são para bem da nação. Relvas é grande amigo do cadastrado Dirceu Rouba Hóstia CHEFÂO DO mensalão, condenado a 10 anos de prisão e ligado a Gérman Efromovich. António Borges veio do Criminoso banco Goldman Sachs, responsável pela falência do Lehman Rothers e pelo actual crise como o comprova o relatório elaborado pelo senado dos Estados Unidos. Carlos Moedas, também ele Goldman Sachs, estava no Lehman Brothers quando o levaram á falência. Sabendo de tudo isto fui investigar este tubarão a quem vão entregar a TAP, pelo preço de um avião A310 - já se prevê a troco do quê - o capital não tem fronteiras e as luvas pagam-se em Offshore, e encontrei um artigo de Consuelo Dieguez e Oscar Cabral publicado pela revista Veja em 1999, intitulado "Negócios inexplicáveis", mostra-nos como uma empresa de favela entrou nos Multi-Milionários negócios do Petróleo com recurso a embuste, trapaça e corrupção.

o judeu Gérman Efromovich, disse á TVI que o negócio foi iniciado com Teixeira dos Santos, o que é natural ter acontecido, visto que estes tipos fazem tudo a médio-longo prazo e o Teixeira dos Santos faz parte do Bilderberg Portugal, uma organização dependente do Clube Bilderberg, controlada pela máfia da banca, ligada á comissão Trilateral, uma loja maçónica global criada por Rockfeller, instalada em Portugal por Braga de Macedo, com o qual, Gaspar "trabalhou". Vitor Gaspar foi o homem que, em 1992, fez as previsões erradas para Braga de Macedo. Um tal Vítor Louçã Rabaça Gaspar, era quem chefiava o Gabinete do Fundador da Trilateral portuguesa, tendo mais tarde ido para o Banco Central Europeu, cujo governador é Mario Dragi da Comissão Trilateral Europeia, tendo trabalhado no BCE com Vitor Constâncio Bilderberg. Como estes tachos do BCE, são entregues a um circulo restrito, leva-nos a concluir que o Gaspar é maçom,daí ter sido escolhido para ministro das finanças. Desta Comissão Trilaeral fazem parte, o bilderberg Balsemão, Estela Barbot, a sociedade de advogados ML&GT, dondev veio Assunção Cristasm, Ricardo Salgado do Cartel de Bancos Inter-Alpha e Round Table, o Banco Financia de Catroga e outros... Lista de Sócios da Trilateral Portuguesa

Negócios inexplicáveis

Corrupção, Empresa, Empresário, Inexplicáveis, Negócios, Profissional, TAP, Vigarice, Favela, Bilionário, Marítima, German Efromovich, Negócios, Eldorado, Brasil, Judeu, Boliviano, Colombiano, Brasileiro, Polaco,

Como a pequena Marítima ganhou quase todas as concorrências da gigante Petrobras
Efromovich: nos tempos de penúria marcava reuniões nos hotéis caros para impressionar


Oscar Cabral
Edição 1 626 - 1º/12/1999
http://veja.abril.com.br/011299/p_184.html


Até o final de 1994, o empresário German Efromovich era dono de uma empresa de pequeno porte que prestava serviços de manutenção submarina na área de petróleo, a Marítima. Seu trabalho era colocar mergulhadores no fundo do mar para verificar se os equipamentos das companhias para as quais prestava serviço estavam em ordem. Nessa época, a empresa funcionava numa casa ao pé de uma favela num subúrbio do Rio de Janeiro. Até aí, tudo normal. O que causou estranheza mesmo foi o fato de, menos de um ano depois, a insignificante Marítima, cujo patrimônio não chegava a 1 milhão de dólares, começar a ganhar quase todas as concorrências da Petrobras para a construção de plataformas de perfuração e exploração de petróleo. Uma área em que Efromovich não possuía a mínima experiência e que envolvia contratos superiores a 2 bilhões de dólares.

Essa façanha empresarial seria digna de figurar no livro de recordes. Mas a Marítima não conseguiu fazer mais nada direito a partir daí. Começou a descumprir todos os contratos, sempre contando com a vista grossa de quem deveria ser rigoroso com ela, a Petrobras. Entre os contratos estava o da superplataforma P-36, a maior do mundo, que chegou ao país há alguns dias, com um atraso de quatro meses. Pior: a P-36 só ficou pronta depois de a Petrobras ter sido obrigada a desembolsar 45 milhões de dólares, porque a Marítima não cumpriu sua parte no contrato. Se não fizesse isso, a plataforma só entraria em operação no final do ano que vem – e cada dia de atraso custa muito dinheiro, já que se inviabilizam todas as metas de produção de petróleo.

As proezas de Efromovich começaram a ser notadas no final de 1995, alguns meses após o superintendente de Engenharia da Petrobras, Antônio Carlos Agostini, ser promovido a director da área de exploração e produção da companhia. Agostini era conhecido de longa data de Efromovich. Nessa época, a Petrobras decidiu abrir concorrência para a construção de duas plataformas de produção de petróleo. O edital de licitação trazia, no entanto, uma cláusula que todos os participantes diziam ser impossível de cumprir: prazo de dezoito meses para a plataforma entrar em operação. Mas a Petrobras, então presidida por Joel Rennó, manteve-se irredutível alegando que havia empresas que se diziam capazes de cumprir o prazo. Essas "empresas" a que a Petrobras se referia era apenas uma – a Marítima. Para surpresa do mercado, foi ela a vencedora da concorrência de um contrato de 720 milhões de dólares. O que aconteceu a partir daí foi uma sucessão de absurdos. A Marítima não tinha projeto nem estaleiro contratado para a execução da obra e tampouco financiamento. Mas a Petrobras pareceu não se importar muito. Em 1997, a estatal fez nova concorrência e declarou vencedora a inadimplente Marítima.

A tendência de Efromovich, de 49 anos, para o blefe sempre pautou sua vida profissional. Quando sua empresa ainda estava começando, ele costumava impressionar os potenciais clientes marcando reuniões no Hotel Sheraton, um cinco-estrelas carioca. Na verdade, por causa do dinheiro curto, ele se hospedava em hotéis baratos na zona de boemia do Rio. Pegava o ônibus duas horas antes do encontro, atravessava toda a Zona Sul da cidade para chegar ao hotel e dar a impressão de que estava hospedado ali. Seu pulo-do-gato, porém, foi com a Petrobras. A companhia pediu que ele fizesse a manutenção de uma plataforma em 1988 e perguntou a Efromovich se o barco que ele possuía tinha condições de fazer o serviço. Efromovich não pestanejou. Disse que sim. Era mentira. Fez, no entanto, das tripas coração para adaptar seu barco ao serviço, comprometendo-se a trabalhar três anos de graça para um estaleiro que concordou em fazer a adaptação. Agora, pode estar chegando ao fim a era de Efromovich na estatal. A Petrobras se prepara para cancelar o restante dos contratos que estourarem o prazo combinado. "A Petrobras está sendo injusta", afirma o empresário, um boliviano de forte sotaque, naturalizado brasileiro.

Agora que já sabemos quem é Eframovich, vejamos as ligações ao Relvas



Da Redação- A Revista Visão publicou matéria na qual denuncia figuras públicas de Portugal, 

como do (hoje) poderoso Miguel Relvas com políticos brasileiros, especialmente com o nome de José Dirceu, dado e tido como o mentor do mensalão.

A matéria diz que Miguel Relvas não é só o poderoso número dois do Governo de Portugal, também no Brasil tem amigos de peso e portas abertas. Dos homens do mensalão” às agências de marketing, da direita conservadora a decisores políticos e empresariais, dos media ao jet-set, a sua agenda registra várias figuras de relevo na sociedade brasileira, por boas e más razões. No Brasil, diz o texto, o ministro-adjunto garantiu sólidas amizades, influência e bons negócios. E foi também no Brasil que o PSD começou a ganhar as recentes eleições em Portugal.


Tem amigos no mundo da economia, da política e em muitas outras áreas”.

 Jorge festejou com Relvas e Passos Coelho após a tomada de posse em Lisboa. Paulo ajudou a fundar o novo PSD brasileiro, que há dias entregou no tribunal o processo para a legalização. O partido começou torto: nos primeiros documentos, apareceram milhares de assinaturas falsificadas e de pessoas já mortas. Agora, Gilberto Kassab, prefeito de São Paulo, presidente do PSD e próximo de José Serra, candidato derrotado por Dilma nas presidenciais, tenta pôr ordem na casa. Amigo de Relvas, polêmico, tenta explicar à justiça, por estes dias, o aumento do seu próprio salário em 51%.


Veja também:

Miguel Relvas Contracta Motorista por 73.000 Euros


Clube Amizade Corrupção Portugal Brasil; Miguel Relvas O Bem Amado, Maçonaria, Grande Oriente Lusitano, BES, PT, Mexia e Dirceu o Homem da Mala Poderoso Chefão do Escândalo Mensalão, Versão Brasileira Saga Dom Corleone com Download: Senado Governo Brasileiro Senador Alvaro Dias


Fama de Dirceu, o Rouba-Hóstia Atravessa o oceano, in Blog do Reinaldo, Revista Veja


Máfia Portuguesa, EuroMilhões Portugal, Helena Roseta Acusa Relvas: Corrupção Negócios Ilegais, Favorecimento Ilícito de Empresas de Passos Coelho



Deputados Apanhados Casos de Corrupção; Clube Amizade Portugal Brasil, Influências, "Bons Negócios" de Milhões, Miguel Relvas, Corruptos Amigos Políticos Brasileiros; e Alert Life Services


Grupo Espírito Santo esteve na lista negra dos aliados, dvido a envolvimento com os NAZIS, já está em mais de 400 empresas Interesses da família liderada por Ricardo Salgado abrangem mais de 20 países e em sectores que vão muito para além da área financeira





Manipulação de Mercado Envolvendo o BES



Estamos a ser impiedosamente roubados e só a REVOLUÇÃO É SOLUÇÃO


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Máfia Portuguesa Banco Negócios Vigarice PPP Saga BPN: Parcerias Público Privadas Solução Passos Privados Alivia a Banca, Torna Contribuinte Fiador Nas Garantias ao BEI e Transfere Riscos Dívida dos Bancos P/ Estado em Impostos ao Povo




PPP, Parcerias Público Privadas a maior vigarice política portuguesa dão lugar a uma maior vigarice, as Parcerias Passos Privados e Lesam ainda mais o Estado, aliviam a banca portuguesa nas garantias ao BEI e transformam contribuinte no fiador e vítima de mais uma político negociata com a banca.


A juntar á longa e infame Saga dos Amigos BPN BPP Don Corlene Al Capone Clube, temos mais esta decisão do governo dos bancos que se governam de Portugal e culpados da ruína nacional, em que o governo liderado por Pedro Passos Coelho, o homem da Fomentinvest (sociedade de capital detido pelo BES, BCP, CAIXA Capital, IP Holding e Fundação Ilídio Pinho), em que o Estado (contribuinte) vai substituir uma parte do esforço dos bancos comerciais nas parcerias público-privadas.

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O Estado português, usurpado por Passos, em vez de pôr termo á FRAUDE das PARCERIAS PÚBLICO PRIVADAS, vai assumir com prejuízo para o contribuinte parte das garantias dadas pelos bancos privados portugueses junto do Banco Europeu de Investimento (BEI), o principal financiador das parcerias público-privadas (PPP), apurou o i junto do Ministério das Finanças. A alteração significa, na prática, que o BEI mantém a sua posição defendida enquanto credor, mas do Estado Contribuinte português nas político negociatas entre os bancos e os seus agentes políticos. A instituição aceita de boa vontade, e agradece que seja o erário público a assumir parte das garantias, e que seja o Zé Povinho a ser fiador dos bancos, e  aliviando assim a pressão sobre a banca nacional que fica com o caminho completamente aberto para esse mar de oportunidades, um caminho marítimo para a Índia do Século XXI que  são as Parcerias Público Privadas e as Políticas de Privatizações da Privataria Portuguesa comandadas pelo homem de confiâça de Soares dos Santos do Pingo Doce que já aproveitou a oportunidade da destruição do SNS e alrgou tentáculos na Saúde. É uma verdadeira oportunidade ter António Borges, como homem de confiança, de este pertencer ao Santander, ser conhecedor dos truques Goldman Sachs, ser membro da Comissão Trilateral e estar instalado no governo a gerir as privatizações (ver privatização da água na agenda da Comissão Trilateral 1997), A versão portuguesa do Mensalão dos amigos Brasileiros de Relvas.

“O BEI aceitou substituir a exigência feita à banca portuguesa, de colateralização integral da sua exposição, por um esquema que combina a entrega de colateral pelos bancos que cobre parcialmente a exposição do BEI com uma garantia de Estado cobrindo a parte remanescente”, afirmou ao i fonte oficial do Ministério das Finanças liderado por Vitor Gaspar, o homem do Banco Central Europeu, BCE.

O i apurou que a decisão foi um resultado da visita a Portugal do presidente do BEI, Werner Hoyer, na semana passada. Na altura, o governo emitiu um comunicado em que referia apenas que “conta com o BEI para ajudar o sector público a aumentar o valor dos contratos existentes de PPP, usando o conhecimento específico nesta área, tendo em conta a política do BEI e os seus interesses de crédito (LEIA-SE LUCRO) como financiador destes projectos”.

Esta medida permite aumentar a dívida pública, aumentar os consequentes encargos para o contribuinte, e libertar a banca privada do encargo, e faz parte do plano do governo para reduzir os encargos com o financiamento das PPP e a factura para o Estado. A parte pública fica exposta ao risco de incumprimento dos bancos privados nos pagamentos ao BEI, o acréscimo do risco acaba por ficar limitado à capacidade financeira do próprio Estado. Isto porque a grande fatia das receitas das PPP, e que servem para pagar os empréstimos, têm origem em pagamentos do próprio Estado.

Em causa podem estar garantias de três mil milhões de euros, a ser suportadas integralmente pelo contribuinte.


O BEI é o banco de investimento da União Europeia e tem como accionistas os 27 membros. Em 2011, tinha um balanço de 471 mil milhões de euros. É o maior do mundo, com a melhor nota de crédito (rating AAA), o que lhe permite financiamento muito barato (aos bancos privados, não aos governos, porque a norma europeia obriga os estados a financiarem-se nos bancos privados) e conceder crédito a spreads imbatíveis. Por isso é muito procurado pelos bancos privados de especulação financeira.

O BEI é, também, um dos principais financiadores de Portugal – tem uma exposição superior a 25 mil milhões de euros –, um papel que ganha especial relevância na conjuntura de crise e retracção do crédito. O banco financia não só Parcerias Público Privadas, mas também outros projectos públicos (e pequenas e médias empresas).

Nas PPP, o banco é financiador directo de alguns projectos estando exposto ao risco de incumprimento das negociatas,  também é financiador indirecto através de bancos privados [caso em que exige a apresentação de garantias (as garantias bancárias em que o contribuinte se torna fiador involuntário dos bancos nos ruinosos negócios das Parcerias Público Privadas de Delapidação do Património Nacional), estando exposto ao risco de incumprimento dos bancos privados, em que só o BCP de Paulo Macedo, Paula Teixeira da Cruz, Galvão Teles (o escritório de advogados de Assunção Cristas) e outros... registou no primeiro trimestre de 2011 um prejuizo de 543 Milhões de Euros]. Quando o rating dos bancos portugueses baixou em 2011, antes do pedido de ajuda, o BEI exigiu o reforço das garantias prestadas no âmbito destes projectos, o que esmagou ainda mais a liquidez do sector bancário nacional e aumentou os compromissos do conribuinte.

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Como o contribuinte é o Eterno Fiador destes Ruinosos Negócios de Lesa Pátria, osv bancos têm um retorno 1000% Garantido.


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Assassino Económico Arrependido! Greg Smith CEO Objector de Consciência Acusa Goldman-Sachs de Vigarice! Carta de Demissão do Banqueiro Ex Director Executivo Europa, EUA Médio Oriente e África



Greg Smith renunciou hoje como director executivo do Goldman Sachs e chefe da firma de negócios Estados Unidos e derivados na Europa, Oriente Médio e África. (United States equity derivatives business in Europe, the Middle East and Africa.).

Traduzimos e reproduzimos abaixo a carta de Greg Smith, publicada no NY Times com o título Why I am Leaving Goldman Sachs, na Business Insider's Joe Wiesenthal chamou-lhe "the buzzy Wall Street story of the day" and "sure to be another PR nightmare for Goldman Sachs.", no Huntington post Michael Calderone escreve Greg Smith's Goldman Sachs Resignation Letter Was 'Vetted' By New York Times". O the Times' own DealBook esteve live-blogging the fallout.


Leva muito tempo para que as pessoas cheguem à triste constatação de que o lugar onde e a que têm dedicado a sua carreira, está moralmente falido, e não é digno do seu tempo ou energia. Mr. Smith percebeu isso, e abandonou o navio de forma digna, expondo grande parte da cultura com a qual se encontra desalinhado, e esperando que o seu abandono sirva para mudança de rumo. Isso requer muita coragem e caracter.

A carta de Mr. Smith

Por que estou deixando a Goldman Sachs

Hoje é meu último dia na Goldman Sachs. Após quase 12 anos na empresa - primeiro como estagiário durante o verão, quando me encontrava n Stanford, DEPOIS, em Nova York durante 10 anos, e agora em Londres - Eu acredito que já trabalhei aqui (Goldman Sachs) tempo suficiente para compreender a trajetória da sua cultura, o seu pessoal e a sua identidade. E eu posso dizer honestamente que o ambiente agora é do mais tóxico e destrutiva que eu já vi.

Para colocar o problema em termos mais simples, é precizo dizer que os interesses dos clientes continuam a ser marginalizados na forma como a firma opera e pensa acerca do modo como ganhar dinheiro. Goldman Sachs é um dos maiores e mais importantes bancos mundiais de investimento e é também parte integrante e com demasiada importância no sistema financeiro global para continuar a agir desta forma. A firma desviou-se para tão longe do lugar onde eu entrei logo após a faculdade que já não posso em sã consciência, dizer que me identifico com o que ele representa.

Pode parecer surpreendente para um público céptico, mas esta cultura sempre foi uma parte vital do sucesso Goldman Sachs. O sucesso Goldan Sachs girava em torno do trabalho de equipa, da integridade, do espírito de humildade, e de agir sempre correctamente para com os nossos clientes. Esta cultura foi o tempero segreto que tornou grande lugar e nos permitiu ganhar a confiança dos nossos clientes durante 143 anos. Não foi apenas o ganhar dinheiro, só isto não sustenta uma empresa durante tanto tempo. Tinha algo a ver com orgulho e crença na organização. Estou triste ao dizer que hoje olho em redor, e não vejo praticamente nenhum vestígio da cultura que me fez amar trabalhar nesta empresa durante muitos anos. Eu já não tenho mais o orgulho, nem a crença.

Mas isso não foi sempre o caso. Por mais de uma década eu recrutadei e orientei os candidatos através do nosso cansativo processo de entrevista. Fui escolhido como uma das 10 pessoas (top 10 de uma empresa de mais de 30.000) para aparecer no nosso vídeo de recrutamento, que é visionado em todos os campus das faculdades que visitamos em todo o mundo. Em 2006 eu geri o programa de verão de estágios em vendas e negociação, em Nova York para os 80 estudantes universitários que foram selecionados, dos milhares que se candidataram.

Eu sabia que era hora de ir embora quando percebi que não conseguia mais olhar nos olhos dos alunos e dizer-lhes que este era um óptimo lugar para trabalhar.

Quando forem escritas os livros de história acerca da Goldman Sachs, deverão refletir que o atual chefe executivo, Lloyd C. Blankfein, e o presidente, Gary D. Cohn, perderam tempo na esperança da cultura da empresa. Eu realmente acredito que este declínio na fibra moral da empresa representa a ameaça mais séria à sua sobrevivência a longo prazo.

Ao longo da minha carreira eu tive o privilégio de aconselhar dois dos maiores fundos de hedge do planeta, cinco dos maiores gestores de ativos nos Estados Unidos, e três dos mais importantes fundos soberanos do Médio Oriente e Ásia. Meus clientes têm uma base de ativos total de mais de um trilhão de dólares. Eu tive sempre muito orgulho em aconselhar os meus clientes a fazer o que eu acredito que é melhor para eles, mesmo que isso signifique menos dinheiro para a empresa. Esta visão está se tornando cada vez mais impopular na Goldman Sachs. Outro sinal de que era hora de sair.

Como chegamos aqui? A empresa mudou a forma como pensava acerca da liderança. Liderança costumava ser a cerca de ideias, dando o exemplo e fazendo a coisa certa. Hoje, se você ganhar dinheiro suficiente para a empresa (e não ser atualmente um assassino), você será promovido a uma posição de influência.

Quais são as três maneiras rápidas para se tornar um líder?

a) Executar dentro dos "eixos" da empresa, que consiste, falando em linguagem Goldman Sachs, em convencer os nossos clientes a investir em ações ou outros produtos de que nos estamos tentando livrar, porque eles não são vistos como tendo muito lucro potencial.

b) "Hunt Elefants" (Caçar Elefantes) traduzido em Inglês corrente: obtenham os vossoss clientes - alguns dos quais sofisticados, e alguns dos quais não sofisticados - para negociar o que quer que seja, isso trará maior lucro para a Goldman. Chamem-me antiquado, mas eu não gosto de vender aos meus clientes um produto que é errado para eles.

c) Você encontrar-se sentado enuma cadeira, onde o seu trabalho é o comércio de qualquer produto, sem liquidez, opaco e com uma sigla de três letras.

Hoje, muitos desses líderes exibem um quociente cultural Goldman Sachs (original) de exatamente zero por cento. Eu assisti às reuniões de vendas de derivados, onde nem um só um minuto é gasto a fazer perguntas sobre como podemos ajudar os nossos clientes. É puramente acerca de como podemos fazer mais dinheiro com eles. Se você fosse um alienígena de Marte e se senta-se numa dessas reuniões, você acreditaria que o sucesso dos clientes ou o progresso não faz parte de qualquer  fase do processo de pensamento.

Faz-me mal (fico doente) com a forma como insensivelmente as pessoas falam acerca de riparem totalmente os seus clientes. Nos últimos 12 meses eu já vi cinco directores diferentes referirem-se aos seus próprios clientes como "muppets" (marretas), às vezes em e-mails internos. Mesmo após a S.E.C, Goldman's Fabulous Fab (Fábula Fabulosa da Goldman Sachs, em que esta espera ser o único a ficar de pé após o colapso financeiro), Abacus, God's Work (a obra de Deus), Carl Levin, Vampire Squids (Lulas vampiro)? Sem humildade? Quero dizer, vamos lá. Integridade? Ela está em erosão. Eu não sei da existência de qualquer comportamento ilegal, mas as pessoas vão empurrando os envelopes lucrativos de produtos complicados e passando-os para os clientes mesmo que eles não se encontrem entre os investimentos mais simples ou os mais directamente alinhados com os objectivos do cliente? Absolutamente. Na verdade, acontece todos os dias.

Surpreende-me a forma como a pequena gerência sénior recebe uma verdade básica qué é: Se os clientes não confiam em você, eles acabarão por deixar de fazer negócios consigo. Não importa o quão inteligente você é.

Estes dias, a pergunta mais comum que recebo dos analistas mais novos, acerca de derivativos é, "Quanto dinheiro nós fizemos do cliente?" Incomoda-me cada vez que eu o ouço dizer, porque é um reflexo claro do que eles estão observando acerca do comportamento dos seus líderes sobre a forma como eles se devem comportar. Agora projetar 10 anos no futuro: Você não tem que ser um cientista de foguetões para descobrir que o analista júnior calmamente sentado no canto da sala de audiências, ouvindo falar sobre "muppets" (marretas), "rasgando olhos para fora das órbitas" e "sendo pagos exatamente para isso", não se vai tornar num cidadão modelo.

Quando eu era um analista do primeiro ano eu não sabia onde era o banheiro, ou como amarrar meus sapatos. Fui ensinado a me preocupar com a aprendizagem das cordas, descobrir o que era um derivado financeiro, a compreender as finanças, a conhecer os nossos clientes e a saber o que os motivou, a aprender como eles definem o sucesso e o que poderíamos fazer para ajudá-los a o atingir.

Os melhores momentos da minha vida (em que mais me orgulho) - recebendo uma bolsa integral para ir da África do Sul para a Universidade de Stanford, sendo selecionado como um bolseiro nacional, finalista da Rhodes, ganhando uma medalha de bronze em tênis de mesa nos Jogos Maccabiah em Israel, conhecido como os Jogos Olímpicos judeus - tendo tudo vindo através do trabalho duro, sem atalhos. Goldman Sachs, hoje, tornou-se demasiadamente assente em atalhos e insuficiente acerca da realização. Já não está bem para mim.

Espero que esta possa ser uma wake-up call (chamada de atenção) para o conselho de administração. Façam do cliente o foco de atenção do vosso negócio novamente. Sem clientes vocês não vão ganhar dinheiro. Na verdade, vocês não vão existir. Eliminem as pessoas moralmente falidas, não importa quanto dinheiro eles fazem para a empresa. E retomem novamente a cultura direita (fazer o que está certo), para que as pessoas queiram trabalhar aqui pelas razões certas. Pessoas que se preocupam apenas em ganhar dinheiro não vão sustentar esta empresa - ou a confiança de seus clientes - por muito mais tempo.

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EuroMilhões Portugal: POLITICA OU VIGARICE? REFORMAS DO ANÍBAL SILVA o CAVACO de Boliqueime



POLITICA OU VIGARICE.O EXEMPLO DAS REFORMAS DO ANÍBAL

Actualmente recebe três pensões pagas pelo Estado:

4.152,00 - Banco de Portugal.

2.328,00 - Universidade Nova de Lisboa.

2.876,00 - Por ter sido primeiro-ministro.

9.356,00 - TOTAL

Este valor é acumulado com mais o vencimento que ganha enquanto Presidente da República!!!

Porque será que não se cortaram estes PRIVILÉGIOS que este e outros ECONOMISTAS (que passaram por governos e Banco de Portugal) acumulam descarada e vergonhosamente???
E estes cavalheiros ainda têm a distinta lata de ir para as Televisões afirmar que os Portugueses vivem acima das suas posses, que o Estado Social é um luxo demasiado caro para o país que somos e, como receita para o actual estado de coisas, recomendar cortes nos salários de quem vive apenas do seu trabalho e, pasme-se, redução de pensões - para os outros (claro!) para quem tem APENAS UMA pensão que nem sempre lhe dá para viver com dignidade!!!!!!!!!

Também não pode ser por acaso que a regra de só se poder receber uma pensão pública, prevista no projecto de lei do Orçamento para 2011, só valerá para as situações futuras!...
Por causa dos direitos adquiridos é que não é, porque os trabalhadores estão sistematicamente a perdê-los... A verdade é que ninguém se atreveria a ir ao bolso de Cavaco!!!
Afinal quem estará a provocar a famigerada falência da Segurança Social apregoada por esses senhores???
Divulgue esta mensagem, porque nenhum jornalista tem coragem para pegar num tema destes!...NENHUM PAÍS SE DESENVOLVEU COM AS ORIENTAÇÕES VINDAS DESTA GENTE!!! RESISTE E LUTA!

Se as democracias valem o que valem as suas classes médias, a
democracia portuguesa está a cometer suicídio.
O EXEMPLO DAS REFORMAS DO ANÍBAL

Actualmente recebe três pensões pagas pelo Estado:

4.152,00 - Banco de Portugal.

2.328,00 - Universidade Nova de Lisboa.

2.876,00 - Por ter sido primeiro-ministro.

9.356,00 - TOTAL

Este valor é acumulado com mais o vencimento que ganha enquanto Presidente da República!!!

Porque será que não se cortaram estes PRIVILÉGIOS que este e outros ECONOMISTAS (que passaram por governos e Banco de Portugal) acumulam descarada e vergonhosamente???
E estes cavalheiros ainda têm a distinta lata de ir para as Televisões afirmar que os Portugueses vivem acima das suas posses, que o Estado Social é um luxo demasiado caro para o país que somos e, como receita para o actual estado de coisas, recomendar cortes nos salários de quem vive apenas do seu trabalho e, pasme-se, redução de pensões - para os outros (claro!) para quem tem APENAS UMA pensão que nem sempre lhe dá para viver com dignidade!!!!!!!!!
Também não pode ser por acaso que a regra de só se poder receber uma pensão pública, prevista no projecto de lei do Orçamento para 2011, só valerá para as situações futuras!...
Por causa dos direitos adquiridos é que não é, porque os trabalhadores estão sistematicamente a perdê-los... A verdade é que ninguém se atreveria a ir ao bolso de Cavaco!!!

Afinal quem estará a provocar a famigerada falência da Segurança Social apregoada por esses senhores???
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