... Julgo que depois destes malabarismos, os currículos das pessoas com funções políticas activas com o propósito de praticar o bem comum de uma nação, devem ser exigidos e publicados em Diário da Republica para qualquer cidadão poder consultar e certificar-se das habilitações de cada politico. Não deve ser uma opção, mas uma condição contemplada numa lei própria para o efeito, pois como sabemos, nenhum trabalhador é admitido numa função numa empresa, sem referências e/ou curriculo académico/profissional. será verdade que o PS está "calado" neste caso da licenciatura de M. Relvas porque o Irmão Maçon António Seguro dos Bancos (da Universidade Lusófona) foi um dos professores envolvido no processo?...

Resistência Nacional, Abrunhosa Culpa Alemanha de Merkel Pela Austeridade, Aumento de Conflitos Fim do Projecto Europeu e Fim da Paz Na Europa;; "Portugal Que Nunca Foi Súbdito Não Aceita; Um Muro Por Mais Alto Não Separa Os Que Têm Fome Dos Que Têm A Seara" in Silêncio; Carta Facebook de Pedro Abrunhosa Á Gorda NAZI Angela Merkel



Resistência Nacional, Pedro Abrunhosa escreve a Angela Merkel::  O músico e compositor português aproveitou a visita a Portugal da Gorda NAZI alemã, Angela Merda, para lhe escrever uma carta na sua página do Facebook, onde a culpa e á Alemanha dos conflitos cada vez mais violentos, fim da paz na Europa. Na missiva, Pedro Abrunhosa destaca a importância, a nível europeu, de uma classe média que hoje é fustigada pela austeridade imposta pela baleia que:"Ao entronizar austeridade sobre austeridade para os seus parceiros europeus, algo que não pratica em casa, está a matar o que resta do motor da economia da zona Euro e a trucidar o que resta do Estado Social." O músico e compositor diz à porca Gorda NAZI (actual Chanceler alemã ) que não ficará isenta de culpas no crescimento de uma conflitualidade social a cada dia mais violenta... Abrunhosa avisa Merkel filha do Hitler, dizendo-lhe que: Portugalque nunca foi súbditocomeçou já a demonstrar nas ruasjá que o Governo o não faz, que não aceitará trabalhar mais, pagar mais, para o enriquecimento do único pais que a muito custo a Gorda ainda dirige..."




"Um muro por mais alto não separa/Os que têm fome dos que têm a seara.' in ' Silêncio' 1999"


Abrunhosa diz á Gorda NAZI que a "imposição de austeridade sobre austeridade" que a Gorda quer impor aos seus parceiros europeus, é o motor que faz dinamizar o elevado crescimento da economia Alemã e elevado nível de vida dos alemães.

Este elevado nível de vida alemão á custa de Portugal e dos países do Sul da Europa, é confirmado por estudo do economista Eugénio Rosa comprova que o elevado nível de vida dos alemães também foi conseguido à custa do Euro que levou a aumento do défice de Portugal...Paul Krugman diz que era possível acabar com esta crise já... Se os políticos quisessem. Mas para além de Paul Krugman nos mostrar que a crise só não acaba porque os políticos não querem, também nos confirma o que afirma Pedro Abrunhosa. Krugman diz-nos que "enquanto os países do Sul da Europa são prejudicados, a Alemanha lucra com o Euro, e que a crise não acaba porque os políticos não querem. "Merkel considera que a crise da zona euro ainda está longe do fim, pelo que pede aos países membros mais austeridade e reformas destruidoras". Do governo só se pode esperar mais e mais austeridade, visto que o Cavaco era Fascista da PIDE e Passos e Portas são mrionetas de Merkel...
Christopher T. Mahoney, ex-vice presidente da agência Moody's. fala do pesadelo social europeu e responsabiliza a Alemanha. Também o Ex Ministro das Finanças Alemão Oskar Lafontaine Acusa Angela Merkel e os Bancos de Fazerem Guerra ao Povo, diz que Estão a Destruir a Europa e que O Sistema Financeiro Quer Destruir a Democracia a Nível Mundial". "Europa sem Solução Nem luz ao fundo do túnel e pior do que há cinco anos", afirma Nobel da Economia Joseph Stiglitz... "Está na hora de revolução na zona euro". Christopher T. Mahoney, da Moody´s faz mais um alerta e diz-nos que a Alemanha não manda no Euro e que "Terminou o tempo para uma discussão "educada". O que está em causa no "Sul" da Europa é a diferença entre um futuro de miséria e um futuro de prosperidade

Foi o entendimento deste cenário que levou o povo Islandês a revoltar-se, quando da falência da Islândia em 2008 e devido a essa revolta, em que prenderam políticos e banqueiros, a Islândia apresenta no Orçamento de Estado de 2013, um crescimento superior á zona Euro.

A vontade férrea de liderança que a Dama de Ferro da Europa quer impor aos seus parceiros Europeus, faz deles menos parceiros e mais súbditos. 

Por essas razõese muitas outrasPortugalque nunca foi súbditocomeçou já a demonstrar nas ruasjá que o Governo o não faz.. que não aceitará trabalhar mais, pagar mais, para o enriquecimento do único pais que afinal V.Exa, já a muito custoainda dirige.

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Ler aqui,  na integra, a carta de Pedro Abrunhosa A Merkel, a Gorda NAZI:



"Exma. Sra. Merkl,


Fala-lhe um cidadão português do interior daquilo que já foi a classe média. Como deve saber, como líder da maior economia da União Europeia, a ex-classe média foi a salvaguarda do sistema democrático porque reuniu em si a génese de um sistema que resultava da iniciativa, trabalho, produtividade, justiça fiscal, oportunidade, emprego, riqueza, qualidade individual e colectiva de vida.


Foi a classe média europeia um sonho de igualdade social, abençoado à esquerda e à direita, que sustentou nas democracias europeias a estabilidade e a Paz. Foi também através da classe média que o Estado Social, que e Europa se orgulhou de um dia ter criado, se financiou, permitindo a inúmeras gerações reformas dignas, sistemas de saúde eficazes, justiça, ensino, acesso a bens culturais, equidade e paz social.


Parece-me que a forte economia alemã, que é o primeiro país da União a não cumprir contenção, controle do deficit, sobreendividamento público, conquistou este estatuto a reboque do que a ex-classe média do resto da Europa produziu como superavit, uma vez que o maior mercado para os produtos alemães é a restante UE.


Ao entronizar Austeridade sobre Austeridade para os seus parceiros europeus, algo que não pratica em casa, está V.Exª a matar o que resta do motor da economia da zona Euro e a trucidar o que resta do Estado Social. Não ficará a Alemanha que V.Exª dirige isenta de culpas no crescimento de uma preocupante conflitualidade social a cada dia mais violenta, na desagregação do espírito europeu, no fim do sentido de comunidade e pertença, no fim do projecto Euro, no desaparecimento da Paz na Europa, historicamente tão vulnerável à falta de solidariedade interna entre os seus membros.


Quer-me parecer que esta vontade indómita de liderança que V.Exa quer impor aos seus parceiros, faz deles menos parceiros e mais súbditos. Por essas razões, e muitas outras, Portugal, que nunca foi súbdito, começou já a demonstrar nas ruas, já que o Governo o não faz, que não aceitará trabalhar mais, pagar mais, para o enriquecimento do único pais que afinal V.Exa, já a muito custo, ainda dirige.


Um muro por mais alto não separa/Os que têm fome dos que têm a seara.' in ' Silêncio' 1999

Pedro Abrunhosa"

Pedro Abrunhosa Fan Club No Facebook: Carta de Pedro Abrunhosa A Merkel

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Protestos Greve Geral, Lisboa Portugal; Mercenários Não Têm Honra Nem Pátria; Carga Policial Contra Manifestantes: PSP Justifica Aumento de Ordenado Batendo No Povo Que Deve Defender; Preparem-se Para O Pior; Jagunço Vende A Alma Ao Diabo



Segurança: Num momento oporturno, antes da greve geral
PSP e GNR recebem aumento de 11% e actualização salarial para bater no pessoal e os mesmos polícias que há uma semana atráz chamaram gatunos ao governo, hoje bateram violentamente no povo que devem defender.

in económico, hoje 14/11/2012: Ministro disse que reforço de verbas e actualizações salariais são “necessárias para operacionalização” da segurança.

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As forças de segurança vão receber, em conjunto, um aumento de 10,8%, no próximo ano, e vão poder contar com um aumento de escalão na tabela salarial. A garantia foi dada, ontem, pelo ministro da Administração Interna (MAI), Miguel Macedo, que durante o debate parlamentar do OE/13 na especialidade disse ter disponíveis 57 milhões de euros para as actualizações salariais, de forma a cumprir a lei em vigor desde 2010, sendo esta uma das matérias que mais contestação tem levantado no sector.

Miguel Macedo disse que as medidas previstas na proposta do Governo têm como objectivo a "estabilização" das forças de segurança e salientou que "todas as actualizações de verbas são necessárias e importantes para a operacionalização" da PSP e GNR.

Segundo o governante a PSP vai receber no próximo ano 796,9 milhões de euros, mais 13,2% do que em 2012 e a GNR 937,9 milhões de euros, mais 9,9%. No entanto, o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), vai sofrer um corte de 900 mil euros, passando dos 85 milhões de euros para os 84,1 milhões de euros previstos para 2013. Redução que Miguel Macedo justificou dizendo que este corte "não se traduz" em menos verbas para aquele serviço de segurança, uma vez que "houve estruturas que ficaram integradas na Direcção Geral de Infra-estruturas e Equipamentos".

Comentário facebook de um manifestante agredido pela PSP:

«Eles carregaram indiscriminadamente!!! só não levei porrada porque consegui refugiar-me numa entrada dum prédio! os fulaninhos espumavam e batiam a torto e a direito!!!»


A PSP que em anteriores manifestações (quando estavam sujeitos aos cortes), sempre esteve calma em que também não houve incidentes de maior, desta vez atacou indesciminadamente, batendo em tudo quanto mexe-se, o mais caricato é este acto de violência e brutalidade policial, ocorrer precisamente no dia é assinado o contracto para bater., o aumento de ordenado e outras benesses... Convém não esquecer que logo de manhã, foi a GNR que mostrou os seus dotes de violência contra um piquete de greveAo fim da tarde, depois de 1 hora de apedrejamento por agentes provocadoras, ao fim de uma hora, em que são arrancadas pedras de calçada, por agentes estranhos á manifestação, portugueses e estrangeiros que ninguém conhecia de parte nenhuma e que seriam facilmente neutralizados pelos muitos polícias á paisana que comummente se infiltram nas manifestações... contrariamente a um comum procedimento de segurança que seria e que já tem sido tomado em tais circunstâncias, os agentes provocadores (provavelmente alemães da Euro Gendarmerie, o Corpo de Intervenção da Europa), tiveram toda a liberdade para apedrejar os devidamente protegidos agentes do corpo de intervenção da PSP, para lhes dar pretexto para carregar violenta e indiscriminadamente sobre homens e mulheres e sobre novos e velhos.

O Hitler pegou fogo ao Reisctag para justificar perseguição ao povo.


Há pouco, os cães de fila aproveitam para justificar o osso. Preparem-se para o pior.


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Educação, Saúde, Segurança Social Funções Sociais do Estado: "Dimensão da Destruição Já Realizada e Da Que Está Em Curso; Consequências do Círculo de Destruição Em Que o País Está Mergulhado, Estratégia das Forças do Capital e da Troika Nacional"; Estudos Economia do Economista Eugénio Rosa




Funções sociais do Estado: a dimensão da destruição já realizada e da que está em curso
Eugénio Rosa*

Crise Económica Europeia: Portugal Prejudicado Com  Euro; Alemanha Principal Beneficiário! Elevado Nível de Vida Alemão Conseguido À Custa do Défice de Portugal E Endividamento dos Portugueses; Resultado Desastroso Da Moeda Única e Balança Comercial Negócios Portugal Alemanha; Estudos de Eugénio Rosa


11.Nov.12 :: Outros autores
O governo provoca a recessão com a política que segue e depois utiliza os resultados nefastos obtidos para justificar cortes brutais nas despesas sociais do Estado, para assim procurar destruir as funções sociais. Eis o círculo de destruição em que o país está mergulhado e eis também a estratégia das forças do capital e da troika nacional
.

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FUNÇÕES SOCIAIS DO ESTADO: a dimensão da destruição já realizada e da que está em curso

Eugénio Rosa*

Governo e “troika” estão empenhados em destruir aquilo que muitos designam como Estado social” através do estrangulamento financeiro. Para tornar claro isso, e para se poder ficar com uma ideia das consequências para os portugueses dos cortes enormes nas despesas com as funções sociais do Estado, ou seja, com a educação, a saúde e segurança social constantes do OE-2013, assim como do novo corte de 4.000 milhões € acordado pelo governo e “troika” interessa analisar os que já se verificaram ou estão a ser aplicados, até porque os novos cortes (os do OE-2013 mais os 4000 milhões €) vêem-se adicionar aos já realizados até ao fim de 2012.

O quadro seguinte, construído com dados da execução orçamental divulgada todos os meses pelo Ministério das Finanças, torna claro o que está em jogo, e quais serão as consequências inevitáveis dos cortes já feitos por este governo e “troika”, e dos novos anunciados por eles.

Quadro 1 – Despesas pagas pelo Estado nas áreas sociais – Período Janeiro/Setembro de cada ano


Quadro 1 – Despesas pagas pelo Estado nas áreas sociais – Período Janeiro/Setembro de cada ano
FUNÇÕES2010
Milhões €
2011
Milhões €
2012
Milhões €
2011/2010
Milhões €
2012/2011
Milhões €
2012-10
Milhões €
Educação 6.142,6 5.664,7 4.909,8 -477,9 -754,9 -1.232,8
Saúde 7.220,0 6.683,3 5.938,2 -536,7 -745,1 -1.281,8
Segurança e Acção Social 8.798,5 8.378,2 8.785,0 -420,3 406,8 -13,5
Habitação e serviços colectivos 206,1 144,1 113,5 -62,0 -30,6 -92,6
Serviços culturais e recreativos 251,1 203,6 521,3 -47,5 317,7 270,2
SOMA 22.618,3 21.073,9 20.267,8 -1.544,4 -806,1 -2.350,5
FONTE: Síntese execução orçamental - Outubro 2011 e 2012 - DGO, Ministério Finanças
 Nossa nota: Compromissos Sociais do Estado A Razão de Ser dos Impostos: Os compromissos sociais do Estado, dívidem-se em: Educação, Saúde, Segurança e Acção Social, Habitação e serviços coletivos, Serviços culturais e recreativos 



Os dados do quadro referem-se apenas aos primeiros nove meses de cada ano (Jan./Set.), no entanto os cortes em despesas com serviços essenciais para a população são tão elevados que chocam pelas consequências que inevitavelmente estão a ter sobre vida dos portugueses, empurrando muitos para a miséria. E isto porque, tomando como base a despesa realizada pelo Estado nos primeiros nove meses de cada ano, verificou-se, entre 2010 e 2012, ou seja, em apenas dois anos um corte nas despesas com a educação e saúde superior a 2.500 milhões €. O corte nas transferências para a Segurança Social à primeira vista parece ser menor, o que não é verdadeiro já que o valor de 2012 inclui as transferências do OE para financiar um plano de emergência assistencialista (cantinas para os pobres) no valor de 176 milhões € e o pagamento das pensões aos bancários (522 Milhões €), despesas que até 2012 não existiam.

Apesar destes elevados cortes nas despesas sociais do Estado fundamentais para a população, na proposta de OE-2013, é feito outro corte enorme. Os dados do quadro 2, retirados do Relatório que acompanha o OE para 2013, mostram a sua dimensão.

Quadro 2 – Cortes despesas com as funções sociais do Estado entre 2012 e 2013 constantes OE-2013


Quadro 2 – Cortes despesas com as funções sociais do Estado entre 2012 e 2013 constantes OE-2013
2012 - Milhões € 2013 - Milhões€
Educação 6.733,6 6.753,5
Saúde 10.470,3 8.507,4
Segurança social e acção social 12.348,8 12.828,5
Habitação e serviços coletivos 196,9 159,3
Serviços culturais e comunicações 602,7 214,6
SOMA 30.352,3 28.463,3
Subsidio Natal 437,1
Aumento
contribuições para CGA (15%-20%)
-110,0
27.916,2
CORTES EFETIVOS ENTRE 2012 E 2013 -2.436,1
FONTE: Relatório OE-2013


Na proposta de OE-2013 estão inscritos 28.463,3 milhões € para despesas com as funções sociais do Estado, valor que já é inferior ao inscrito no OE-2012 em 1.889 milhões €. Mas mesmo este valor, que já é enorme, é ainda inferior ao valor real. E isto porque no valor de 2013 estão incluídos o subsídio de Natal aos funcionários públicos (que é reposto em 2013, mas que o governo se apropria depois através do aumento do IRS) e o aumento das contribuições de 15% para 20% das entidades públicas para a CGA, despesas estas que não existiam em 2012, as quais somam 547,1 milhões €. Se as deduzirmos ao valor inscrito no OE-2013 – 28.463,3 milhões € -, para poder ser comparado com o valor de 2012, ficam 27.916,2 milhões €, o que significa que o corte nas despesas com as funções sociais do Estado, constante do OE-2013, atinge 2.436,1 milhões €, a adicionar ao corte realizado no período 2010-2012 que foi de 2.350,5 milhões €.

Cortes gigantescos, mesmo sem contar com os novos 4.000 milhões € anunciados pelo governo,que se forem concretizados agravarão as condições de vida dos portugueses, a juntar ao resultante do aumento brutal da carga fiscal que analisamos em outro estudo. E esta redução ainda não entra com o efeito da inflação pois os dados considerados são a valores nominais o que determina que, em termos reais, a redução ainda seja maior.


No quadro anterior existem rubricas em que os valores de 2013 ou são iguais ou superiores aos de 2012, podendo gerar a ideia falsa de uma melhoria. No entanto, a verdade é outra. Por ex., no valor inscrito para a educação em 2013 – 6753,5 milhões € - se deduzirmos o valor do subsidio de Natal e o aumento de despesa determinada pela subida da taxa contributiva das entidades públicas para a CGA de 15% para 20%, o valor que resta é inferior ao de 2012 em mais de 300 milhões €. O mesmo se pode dizer em relação à Segurança Social cujo aumento é explicado pelo aumento da transferência do OE para financiar o chamado Plano de Emergência (cantinas para pobres, uma forma “moderna” de sopa para os pobres) e pela reposição, em 2013, de 1,1 subsídio aos pensionistas que custará à Segurança Social mais 300 milhões €. Em suma, se deduzirmos todas estas importâncias o que fica em 2013 para os encargos que existiam em 2012 é muito inferior ao inscrito no OE- 2012. E ainda se quer cortar mais 4.000 milhões € em 2013-2014

A POLITICA DE AUSTERIDADE, CAUSA DA RECESSÃO ECONÓMICA, ESTÁ A DESTRUIR AS FUNÇÕES SOCIAIS DO ESTADO VITAIS PARA TODA A POPULAÇÃO


A viabilidade e a sustentabilidade das funções sociais do Estado (educação, saúde, segurança social) dependem de um financiamento adequado e sustentado. E este não é possível de ser garantido pelo Estado sem crescimento económico. A política de austeridade, ainda por cima aplicada em plena crise e a consequente recessão económica, estão a matar, pela via do estrangulamento financeiro, as funções sociais do Estado, já que as receitas do Estado estão a diminuir significativamente como revela o quadro 3.


Quadro 3 – Quebra nas receitas fiscais e nas da Segurança Social e aumento das despesas com o desemprego e com o pagamento de juros pelo Estado – Janeiro a Setembro


Quadro 3 – Quebra nas receitas fiscais e nas da Segurança Social e aumento das despesas com o desemprego e com o pagamento de juros pelo Estado – Janeiro a Setembro
DESIGNAÇÃO 2011 2012 2012-2011
EXECUÇÃO DO ORÇAMENTO DO ESTADO Milhões de euros
RECEITAS FISCAIS - Estado 25.113 23.876 -1.237
Impostos diretos 10.414 9.966 -448
Impostos indiretos 14.699 13.910 -789
JUROS PAGOS PELO ESTADO 4.165 4.998 +833
EXECUÇÃO DO ORÇAMENTO DA SEGURANÇA SOCIAL
Contribuições e quotizações 10.227 9.736 -491
Subsídio desemprego e apoio ao emprego 1.549 1.904 +355
REDUÇÃO DAS RECEITAS FISCAIS E DAS CONTRIBUIÇÕES PARA A SEGURANÇA SOCIAL
30.399 29.455 -1.728
AUMENTO DESPESA COM SUBSIDIO DESEMPREGO E JUROS 5.713 6.902 +1.188

FONTE: Síntese da Execução Orçamental de Outubro de 2011 e 2012- DGO-Ministério das Finanças




Como consequência da recessão económica, causada pela política de austeridade, as receitas fiscais no período Jan-Set.de 2012 foram inferiores, às de idêntico período de 2011, em 1.237 milhões €, e as de contribuições para a Segurança Social diminuíram em 491 milhões €; assim, o Estado e a Segurança Social perderam 1.728 milhões €. Em contrapartida as despesas com o subsídio de desemprego e com o pagamento de juros pelo Estado passaram entre Jan/Set-2011 e Jan/Set-2012 de 5.713 milhões e para 6.902 milhões €, ou seja, sofreram um forte acréscimo de 1.188 milhões €. Com esta política de austeridade, que está a destruir a economia e a sociedade portuguesa, não existem funções sociais do Estado que resistam.

Provoca-se a recessão com a política seguida e depois utilizam-se os resultados nefastos obtidos para justificar os cortes brutais nas despesas sociais do Estado, e assim procurar destruir as funções sociais. Eis o círculo de destruição em que o país está mergulhado e eis também a estratégia das forças do capital e da direita em Portugal. É necessário inverter esta situação. E contrariamente ao que afirmam os seus defensores existem alternativas e é urgente começar a debatê-las de uma forma alargada para encontrar uma alternativa para esta política que está a destruir a economia e a sociedade portuguesa, e a levar o país à ruína.

*EUGENIO ROSA Economista – edr2@netcabo.pt



Último Estudo 11-11-2012 - O ELEVADO NIVEL DE VIDA DOS ALEMÃES CONSEGUIDO TAMBÉM À CUSTA DO DÉFICE DE PORTUGAL E DO ENDIVIDAMENTO DOS PORTUGUESES Download PDF


Estudos de Eugénio Rosa: FUNÇÕES SOCIAIS DO ESTADO: A dimensão da destruição já realizada e a que está em curso; Download PDF
http://www.eugeniorosa.com/Sites/eugeniorosa.com/Documentos/2012/46-2012-Funcoes-sociais-Estado-D.pdf


Quem é o Autor

Eugénio Óscar Garcia da Rosa, licenciado em Economia e Doutorado pelo ISEG, Universidade Técnica de Lisboa, com a tese "Grupos Económicos e Desenvolvimento em Portugal no Contexto da Globalização" tendo sido atribuida a classificação "Muito Bom com Distinção por Unanimidade", Mestre em Ciências da Comunicação pelo ISCTE e Universidade Aberta, membro do Gabinete de Estudos da CGTP-IN e responsável pelo Gabinete Técnico da Federação Nacional dos Sindicatos da Função Pública. Email:edr2@netcabo.pt

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Crise Económica Europeia: Portugal Prejudicado Com Euro; Alemanha Principal Beneficiário! Elevado Nível de Vida Alemão Conseguido À Custa do Défice de Portugal E Endividamento dos Portugueses; Resultado Desastroso Da Moeda Única e Balança Comercial Negócios Portugal Alemanha; Estudos de Eugénio Rosa



Estudos de Economia: Estudo do economista Eugénio Rosa comprova que o elevado nível de vida dos alemães também foi conseguido à custa do endividamento dos portugueses. Este último estudo de Eugénio Rosa, é mais um estudo que confirma, a "Ascensão do IV Reich" - O Reich Económico da politica financeira de austeridade imposta por Merkel: O Resgate da dívida dos PIIGS (Portugal, Irlanda, Grécia) tem sido «bom negócio para a Alemanha», algo que já aqui dissemos em Julho de 2011que a Alemanha lucra com a crise financeira e com os Resgates a Portugal. Também, o  primeiro-ministro luxemburguês e presidente do Eurogrupo, Jean Claude Juncker, responsabilizou a Alemanha pelo agravamento da crise e defendeu que alguns dos seus políticos tratam a zona euro como se fosse sua "uma filial", artigo publicado em 30 Jul 2012 pela Agência Lusa. Como a Alemanha ganha com a crise, Merkel pede mais cinco anos de esforços veja o video com as declarações.

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Também Ewald Nowotny, governador do Banco da Áustria e membro do conselho de governadores do BCE, diz que "Austeridade a mais pode "repetir" o que se passou na Alemanha pré-nazi" e traça um paralelo com as políticas de austeridade na Alemanha no começo dos anos 30, ambiente que facilitou a chegada ao poder de Adolfo Hitler.



Berlusconi: "Se Merkel não muda o rumo, Berlim deve sair do euro"; Comentário do ex-primeiro ministro italiano na sua página no Facebook convida a Alemanha a dar poderes ao BCE para garantir os bancos e emitir moeda. Se não o fizer, poderá colocar-se a hipótese de Berlim sair do euro. Ou de sair a Itália.


O que tal como denunciado  pelo Dr.  Rath no discurso se Auschwitz, "a União Europeia, constitui o velho sonho da alta finança alemã de criar e dominar um império económico de Lisboa a Sófia". consta do relatório de 1945, o documento secreto US ARMY SECRET REPORT EW-PA 128, documentos secretos EW PA-128 US ARMY do plano Nazi de criação da União Europeia, conhecido por "Red House Report" e por "Protocolo de Budapeste",

"Europa Sem Solução Nem Luz Ao Fundo do Túnel e Pior Do Que Há Cinco Anos"; Joseph Stiglitz, Galardoado Com o Prémio Nobel da Economia


"Crise Económica Europeia Pode Acabar Já Se Existir Vontade Política"; Paul Krugman, Prémio Nobel da Economia

"Pesadelo Económico Social Europeu: O Plano Não Está a Funcionar É Preciso Mudar de Rumo e de Políticas"; Christopher T. Mahoney, ex-vice presidente da agência Moody's

"Orçamento de Estado Impossível de Cumprir. Quando é que vamos pedir o perdão da dívida?" Sociedade de Avaliação Estratégica e Risco

«A crise mundial que o sector da banca privada criou tornou-se um pretexto para o ataque generalizado aos bens públicos» Catastroika, A Democracia Sequestrada Pelos Banqueiros

Máfia Financeira: Crise Euro; Política Económica Goldman Sachs, Catroga e as Negociações do Resgate Com FMI; Filme Donos de Portugal, e A Solução da Islândia

Origens da Crise Económica Portuguesa Euro-milhões Máfia: Os Destruidores de Portugal e Arquitectos das Privatizações...


"Está na hora de revolução na zona euro". Terminou o tempo para uma discussão "educada". O que está em causa no "Sul" da Europa é a diferença entre a Prosperidade e um Futuro de Miséria determinado pelas políticas seguidas pela UE; Christopher T. Mahoney, ex-vice presidente da agência Moody's


Segue o Estudo do Economista Eugénio Rosa


O ELEVADO NIVEL DE VIDA DOS ALEMÃES TAMBÉM FOI CONSEGUIDO À CUSTA DO DÉFICE
COMERCIAL DE PORTUGAL E DO ENDIVIDAMENTO DOS PORTUGUESES


Numa altura em que a chanceler alemã Merkel vem a Portugal para apoiar um governo cuja politica a seu mando está a destruir a economia e a sociedade portuguesa, é importante lembrar-lhe que o nível de vida dos alemães foi também conseguido à custa do défice da balança comercial de Portugal e dos portugueses que se endividaram para comprar produtos alemães.



A ALEMANHA FOI A PRINCIPAL BENEFICIADA COM A INTRODUÇÃO DO EURO


O quadro 1, construído com dados do Eurostat, mostra que um dos países mais beneficiados com a introdução do euro foi a Alemanha, e um dos mais prejudicados foi precisamente Portugal.

Quadro 1- O saldo das balanças comerciais alemã e portuguesa após a criação do euro


Quadro 1 -  O saldo das balanças comerciais alemã e portuguesa após a criação do euro
ANOS SALDO DA BALANÇA COMERCIAL -
Milhões € 
Alemanha Portugal
2002 +132.771 -15.068
2003 +129.905 -13.652
2004 +156.078 -15.404
2005 +155.809 -20.242
2006 +160.420 -20.654
2007 +194.259 -21.632
2008 +177.525 -25.347
2009 +138.868 -19.682
2010 +153.964 -20.291
2011 +156.853 -15.345
SOMA +1.556.452 -187.317
FONTE: Eurostat

No período 2002-2011, a Alemanha acumulou um saldo positivo na sua balança comercial de 1.556.452 milhões €, enquanto Portugal acumulou um saldo negativo na sua balança comercial de 187.317 milhões €, ou seja, mais do valor do PIB português de um ano.

Fica assim claro, que a Alemanha foi altamente beneficiada com a criação do euro, enquanto Portugal foi claramente prejudicado porque o saldo negativo da sua balança comercial disparou. E isto porque o euro para Portugal era uma moeda altamente valorizada afetando a sua capacidade competitiva, enquanto em relação à Alemanha, tendo em conta o seu grau de desenvolvimento, sucedia o contrário.

Entre 2002-2007, ou seja até à crise, o saldo positivo anual da Alemanha aumentou 46,3%, e o saldo negativo de Portugal cresceu 43,6%. É por isso que muitas vezes se diz que os excedentes dos países do norte da U.E., que contribuem para a sua riqueza e o nível de vida dos seus cidadãos, são conseguidos à custa dos défices dos países do sul e do seu atraso.

PORTUGUESES COMPRAM MUITO MAIS À ALEMANHA DO QUE OS ALEMÃES A PORTUGAL


Os dados do INE não mentem, e eles mostram que a Alemanha tem contribuído fortemente para o défice comercial de Portugal, e para o endividamento do país e dos portugueses. O quadro 2 mostra claramente isso.

Quadro 2 – Balança Comercial de Portugal com a Alemanha

Quadro 2 – Balança Comercial de Portugal com a Alemanha
ANOS Importações
Milhões €
Exportações
Milhões €
SALDO
Milhões €
1996 4.415 4.030 -385
1997 4.893 4.196 -697
1998 5.630 4.581 -1.049
1999 5.980 4.617 -1.363
2000 6.558 4.847 -1.711
2001 6.720 5.199 -1.521
SOMA
(1996-2001)
34.197 27.471 -6.726
2007 8.367,5 4.957,5 -3.410,0
2008 8.594,9 4.954,3 -3.640,6
2009 6.789,9 4.106,4 -2.683,5
2010 7.913,4 4.785,5 -3.128,0
2011 7.118,0 5.703,0 -1.415,0
2012
(Jan/Set)
4.750,0 4.276,0 -474,0
SOMA
(2007-2012)
43.533,7 28.782,6 -14.751,1
FONTE: Comercio Internacional – INE


O elevado nível de vida dos alemães também foi conseguido à custa do endividamento dos portugueses


Portugal sempre teve uma balança comercial deficitária com a Alemanha como revelam os dados do INE do quadro 2, o que contribuiu para o endividamento do país e dos portugueses.


No entanto, após a criação do euro o saldo negativo das relações comerciais de Portugal com a Alemanha disparou, mais que duplicando, o que determinou também que o endividamento do país e dos portugueses tenha disparado como consequência da compra de produtos alemães por portugueses. Este grave desequilíbrio das relações de Portugal contribuiu também, e fortemente, para o endividamento de Portugal, pois se as relações comerciais com os outros países e, em particular com a Alemanha fossem equilibradas, certamente a situação de Portugal agora seria mais equilibrada e o endividamento seria menor. Seria bom que a sra. Merkel não se esquecesse disso quando chegar a Portugal, e que os alemães não ignorassem isso. Não será certamente por acaso que com a crise dos países do sul, e com a quebra das suas importações a Alemanha e outros países do norte estejam a caminhar para a recessão económica,

As próprias empresas alemãs que se instalaram em Portugal também contribuem para isso. Como consta das últimas Estatísticas do Comercio Internacional divulgadas pelo INE em 2012, “ Em 2009, “as 5 maiores empresas importadoras concentravam 45,6% do valor total da importação de bens originários dos Países Terceiros” e, entre estas cinco estava a Autoeuropa que era o 3º maior importador a operar em Portugal (pág. 65. ECI-2010-INE).

A ALEMANHA TEM UMA BALANÇA DE PAGAMENTO ALTAMENTE SUPERAVITÁRIA ENQUANTO PORTUGAL TEM UMA BALANÇA DE PAGAMENTOS ALTAMENTE DEFICITÁRIA


Mas a Alemanha não é só beneficiada com os as exportações que faz para outros países. Obtendo elevados excedentes com o comercio externo, a Alemanha acumula gigantescos meios financeiros e depois as suas empresas e bancos investem em outros países obtendo elevados lucros, juros e mais-valias o que contribui, juntamente com os saldos positivos da sua balança comercial, para os elevados saldos positivos na sua balança de pagamentos. Portugal, pelo contrário, tem acumulados elevados défices. O quadro 3, com dados do Eurostat, mostra tudo isso.

Quadro 3 – Saldos da Balança de Pagamentos da Alemanha e de Portugal
Quadro 3 – Saldos da Balança de Pagamentos da Alemanha e de Portugal
ANOS ALEMANHA
Milhões €
PORTUGAL
- Milhões €
2010 +150.669 -17.226
2011 +146.564 -11.099
2012
(1º e 2º Trimestres)
+78.688 -2.892
SOMA +375.921 -31.217
FONTE: Eurostat

Em dois anos e meio a Alemanha acumulou um saldo positivo de 375.921 milhões € na sua balança de pagamentos, sendo uma parcela importante resultante das suas relações com os países da União Europeia. É evidente que para a Alemanha poder acumular excedentes tão elevados, foi necessário que outros países acumulassem elevados saldos negativos, pois as relações externas são um jogo de resultado nulo. Portugal foi precisamente um dos países que, para a Alemanha ter um resultado altamente positivo, o nosso país teve de ter um resultado altamente negativo.

Efetivamente Portugal acumulou nos últimos 2,5 anos um saldo negativo de 31.217 milhões € na sua balança de pagamentos, o que foi pago ou com o aumento do endividamento externo ou através da transferência de uma parcela da riqueza criada no país (do PIB) para o exterior ficando menos para investir e para garantir o bem-estar dos portugueses. Esta é uma consequência inevitável dos grandes desequilíbrios que existem quer no seio da União Europeia quer a nível mundial, resultante de um comercio e de movimentos de capitais totalmente desregulados, o que tem permitido a alguns países desenvolveram-se e enriquecerem baseados fundamentalmente nas exportações, ou seja, à custa dos défices que geram em outros países e da desindustrialização que provocam.

Entre 2000 e 2011, o total de rendimentos transferidos para o estrangeiro atingiu, em Portugal, 165.190 milhões €, sendo 3.696 milhões € de rendimentos de trabalho, 59.667 milhões € de investimentos directos  ou seja, dividendos; o restante, isto é, 116.706 milhões € foram rendimentos fundamentalmente resultantes de aplicações especulativas, ou seja, em bolsa ou de empréstimos.

Uma parcela importante destes rendimentos transferidos para o exterior vão alimentar os elevados saldos positivos da balança de pagamentos alemã. Isso acontece, por ex., quando a Alemanha obtém empréstimos nos “mercados” a 1% ou menos, e depois, no âmbito do Programa de Assistência Financeira, empresta a Portugal cobrando juros entre 3% e 4%, e indexando o capital simultaneamente a euros/dólares/iens para não correr riscos, comportando-se como um agiota.

Era importante que chanceler Merkel se lembrasse de tudo isto, e compreendesse a razão porque os portugueses têm razão para estarem revoltados, já que este comportamento da Alemanha não tem nada da solidariedade prometida no âmbito da U.E..
Eugénio Rosa – Economista – edr2@netcabo.pt - 11.11.2012

Último Estudo de Eugenio Rosa 11-11-2012 - O ELEVADO NIVEL DE VIDA DOS ALEMÃES CONSEGUIDO TAMBÉM À CUSTA DO DÉFICE DE PORTUGAL E DO ENDIVIDAMENTO DOS PORTUGUESES Download PDF

Educação, Saúde, Segurança Social Funções Sociais do Estado: "Dimensão da Destruição Já Realizada e Da Que Está Em Curso; Consequências do Círculo de Destruição Em Que o País Está Mergulhado, Estratégia das Forças do Capital e da Troika Nacional"; Estudos Economia do Economista Eugénio Rosa

Eugénio Rosa – Economista – Este e outros estudos disponíveis em www.eugeniorosa.com

A Comissão Trilateral Controla a União Europeia


Berlusconi: "Se Merkel não muda o rumo, Berlim deve sair do euro"; Comentário do ex-primeiro ministro italiano na sua página no Facebook convida a Alemanha a dar poderes ao BCE para garantir os bancos e emitir moeda. Se não o fizer, poderá colocar-se a hipótese de Berlim sair do euro. Ou de sair a Itália.


O que a tal como denunciado  pelo Dr.  Rath no discurso se Auschwitz, "a União Europeia, constitui o velho sonho da alta finança alemã de criar e dominar um império económico de Lisboa a Sófia". consta do relatório de 1945, o documento secreto US ARMY SECRET REPORT EW-PA 128, documentos secretos EW PA-128 US ARMY do plano Nazi de criação da União Europeia, conhecido por "Red House Report" e por "Protocolo de Budapeste", 

documentos secretos que comprova que o Hitler não morreu,

Política, Austeridade, Bancos E Crise Económica Europeia: "Europa Sem Solução Nem Luz Ao Fundo do Túnel e Pior Do Que Há Cinco Anos"; Joseph Stiglitz, Galardoado Com o Prémio Nobel da Economia


"Crise Económica Europeia Pode Acabar Já Se Existir Vontade Política"; Paul Krugman, Prémio Nobel da Economia

"Pesadelo Económico Social Europeu: O Plano Não Está a Funcionar É Preciso Mudar de Rumo e de Políticas"; Christopher T. Mahoney, ex-vice presidente da agência Moody's

"Orçamento de Estado Impossível de Cumprir. Quando é que vamos pedir o perdão da dívida?" Sociedade de Avaliação Estratégica e Risco

«A crise mundial que o sector da banca privada criou tornou-se um pretexto para o ataque generalizado aos bens públicos» Catastroika, A Democracia Sequestrada Pelos Banqueiros

Máfia Financeira: Crise Euro; Política Económica Goldman Sachs, Catroga e as Negociações do Resgate Com FMI; Filme Donos de Portugal, e A Solução da Islândia

Origens da Crise Económica Portuguesa Euro-milhões Máfia: Os Destruidores de Portugal e Arquitectos das Privatizações...

 Merkel pede mais cinco anos de esforços. A porca gorda NAZI,  filha do Hitler


"Está na hora de revolução na zona euro". Terminou o tempo para uma discussão "educada". O que está em causa no "Sul" da Europa é a diferença entre a Prosperidade e um Futuro de Miséria determinado pelas políticas seguidas pela UE; Christopher T. Mahoney, ex-vice presidente da agência Moody's

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