... Julgo que depois destes malabarismos, os currículos das pessoas com funções políticas activas com o propósito de praticar o bem comum de uma nação, devem ser exigidos e publicados em Diário da Republica para qualquer cidadão poder consultar e certificar-se das habilitações de cada politico. Não deve ser uma opção, mas uma condição contemplada numa lei própria para o efeito, pois como sabemos, nenhum trabalhador é admitido numa função numa empresa, sem referências e/ou curriculo académico/profissional. será verdade que o PS está "calado" neste caso da licenciatura de M. Relvas porque o Irmão Maçon António Seguro dos Bancos (da Universidade Lusófona) foi um dos professores envolvido no processo?...

EuroMilhões Máfia Banco de Portugal: Quinta com Cavalos em Caneças para Lazer de Funcionários, Famílias, Amigos e Convidados; Vida á Grande! Paga Zé!



BdP. Regulador tem quinta com cavalos em Caneças, onde funciona o Grupo Desportivo do Banco de Portugal.


Filhos de funcionários podem aprender a montar apoiados pela instituição. Local também acolhe formação e reuniões da administração

O Banco de Portugal tem uma quinta em Caneças onde os filhos dos funcionários podem aprender equitação, Bridge, Golfe, etc... e os próprios trabalhadores da entidade reguladora nacional têm condições para gozar alguns dos seus momentos de lazer. O local acolhe também sessões de formação bem como reuniões mais restritas da administração e entre esta e os seus directores.


Informações sobre o Clube de Golfe do Desportivo do Banco de Portugal

FederadoSim
ActivoSim
Autoridade
HCP
Sim
OficialSim
Tipo
de Clube
sem
campo
MoradaQuinta da Fonte Santa -
Lugar d' Além
Código
Postal
1675-498
LocalidadeCaneças
Telefone219809742
Web-page
E-mailjmfernandes@bportugal.pt
Número
de federados
54
Home
Course

Golfdo Estoril – Championship Course


Grupo Desportivo do Banco de Portugal Secção de Tiro com Armas de Caça, Rua Francisco Ribeiro, 2  1150-165 Lisboa, Telef: 213 543 739

Nome: GRUPO DESPORTIVO E CULTURAL DO BANCO DE PORTUGAL
Morada: RUA DE GOMES FREIRE, 74A 1º
Código Postal: 1150-179
Localidade: LISBOA
Telefone: 213242240
CAE: 94991 - Associações culturais e recreativas

Grupo Desportivo - Banco de Portugal " Secção de danças " no" Café Império"



Falar de Caneças é relembrar um passado ligado à exploração aguadeira, cujas águas límpidas, incolores e inodoras, de sabor férreo, e de temperatura inferior à da atmosfera eram recomendadas no tratamento de anemias e na convalescença de outras enfermidades. Estas qualidades da água foram favoráveis ao tratamento de doenças do estômago, bexiga, fígado, rins, diabetes e dos intestinos.
Desde tempos remotos, os habitantes da povoação de Caneças enchiam de água bilhas de barro que faziam transportar até à Capital.

Assim, sobre o dorso dos animais, em carroças, em galeras e, posteriormente, em camionetas, o comércio aguadeiro foi crescendo, tornando-se numa das actividades económicas mais importantes para os habitantes e também uma das fontes de receita da freguesia. As qualidades naturais da água permitiram desenvolver o comércio da venda da água, ligado ao aparecimento de diversas fontes, onde se constituíram empresas familiares e sociedades.

Dependente da exploração das águas surgiu uma outra indústria, que foi a do fabrico das tradicionais bilhas de barro da região saloia, que serviam para o transporte da mesma. As enchedeiras e os aguadeiros são duas das ocupações associadas à actividade da venda da água, que fazem parte da memória colectiva.

Além das qualidades salutares da água, do ar e dos inúmeros espaços verdejantes, também a actividade laboriosa das lavadeiras tornou conhecida Caneças.

Quinta da Fonte Santa

Trata-se de uma propriedade do Banco de Portugal, com cerca de 22 ha, muito bem localizada, com óptimas vistas. O banco tem aí instalações para realizar acções de formação profissional e os seus trabalhadores dispõem de uma grande área de lazer, com vários espaços desportivos, um grande parque florestal, restaurante e bar.






A Quinta da Fonte Santa foi adquirida em 1989 pelo Banco de Portugal para local de lazer de funcionários e convidados do Banco e suas famílias. A propriedade sofreu várias remodelações, que a tornaram num local ideal para recreio.








Contactado pelo i, o Banco de Portugal não prestou qualquer esclarecimento até à hora de fecho da edição.

O acesso a esta quinta integra-se num conjunto de regalias que os funcionários da entidade têm há alguns anos, embora algumas delas tenham vindo a ser eliminadas ou reduzidas nos últimos meses, em linha com a crise que Portugal atravessa. Um ex-administrador do banco confirmou a existência desta quinta e especificou que a mesma tem um picadeiro para utilização dos seus colaboradores e familiares.

No site oficial da instituição, apenas são referidas as instalações de Lisboa (edifícios Portugal e Adamastor), o complexo do Carregado, a filial do Porto e ainda alguns delegações regionais de agências.

Recorde-se que alguns dos subsídios que eram atribuídos aos funcionários do banco, que financiavam nomeadamente a compra de livros e computadores, e que tinham sido suspensos o ano passado, deverão ser extintos em 2012.

Reformas e subsídios de Natal Por esclarecer está ainda a situação dos pensionistas do banco, que ainda não receberam o subsídio de férias pago aos trabalhadores no activo em Janeiro. O BdP continua à espera de um parecer que esclareça se os aposentados devem ou não continuar a ser equiparados aos trabalhadores no activo em termos do pagamento destas duas prestações.

Sexta-feira passada, a instituição governada por Carlos Costa emitiu um comunicado sobre o pagamento de férias e Natal aos seus colaboradores no activo, respondendo a um requerimento do deputado centrista João Pinho de Almeida. Na resposta, o banco explica que as medidas de contenção salarial consignadas na Lei do Orçamento de Estado para 2011 e para 2012 não entraram em vigor no Banco de Portugal porque este se rege pelo Código do Trabalho e pelas convenções colectivas em vigor.

“Contudo”, lê-se no mesmo documento, “o Banco de Portugal decidiu implementar em 2012 medidas de contenção remuneratória e de redução de benefícios que permitam assegurar, globalmente e em base comparável, um efeito equivalente ao que ocorreria se fossem suprimidos os pagamentos dos subsídios de férias e de Natal dos seus colaboradores no activo, tendo os membros do conselho de administração abdicado voluntariamente do recebimento desses subsídios este ano.”

Na mesma nota, o BdP lembra que o seu estatuto de banco central nacional estabelece “nomeadamente o princípio da independência e o da proibição de financiamento ao Estado e ao sector público. O que determina que o Banco Central Europeu deva ser consultado pelas autoridades nacionais sobre qualquer disposição legal relativa aos bancos centrais, incluindo as respeitantes à gestão de recursos humanos.”

O banco recorda que o parecer emitido pelo BCE em Novembro, a pedido da Assembleia da República, refere que o Estado se deve abster de impor restrições de natureza salarial ou outra que retirem ao banco central o seu poder de organização interna ou que afectem a sua capacidade de recrutamento ou de retenção de pessoas com as qualificações profissionais para desempenharem as missões que lhe competem, no âmbito do Sistema Europeu dos Bancos Centrais.

Mas aponta decisões concretas que têm a vindo a ser tomadas para reduzir custos. Já este ano, terá lugar uma redução de benefícios e contenção salarial que permita assegurar um efeito equivalente ao que ocorreria se não tivessem sido pagos os subsídios de férias e de Natal aos colaboradores no activo.

Em simultâneo, houve redução do quadro de pessoal. O número de efectivos passou de 1826 no final de 1999 para 1689 no final do ano passado, sendo que este número “já incorpora o reforço de efectivos decorrentes da reestruturação orgânica associada às novas funções ao nível da supervisão bancária.”

Entre 2005 e 2011, explica ainda o Banco de Portugal, os custos com pessoal sofreram uma redução de 4,5% em termos nominais, o que representa um decréscimo de 17% em termos reais.

No comunicado de sexta-feira, o banco diz-se ainda preparado para decidir sobre a suspensão do pagamento dos subsídios de férias e de Natal aos seus trabalhadores, desde que “os órgãos de soberania competentes adoptem disposições legislativas que o autorizem a fazê-lo, e após a indispensável consulta ao Banco Central Europeu”.

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