... Julgo que depois destes malabarismos, os currículos das pessoas com funções políticas activas com o propósito de praticar o bem comum de uma nação, devem ser exigidos e publicados em Diário da Republica para qualquer cidadão poder consultar e certificar-se das habilitações de cada politico. Não deve ser uma opção, mas uma condição contemplada numa lei própria para o efeito, pois como sabemos, nenhum trabalhador é admitido numa função numa empresa, sem referências e/ou curriculo académico/profissional. será verdade que o PS está "calado" neste caso da licenciatura de M. Relvas porque o Irmão Maçon António Seguro dos Bancos (da Universidade Lusófona) foi um dos professores envolvido no processo?...
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Cortes, Despedimentos, Austeridade, Impostos: Relatório NAZI do Governo FMI Máfia do Banco Mundial Declara Guerra A Portugal e Ao Povo Para Resgatar os Bancos; Passos Quer Ultrapassar A Grécia e Transformar Portugal Em África



O já polémico e criminoso  relatório NAZI do FMI, é uma autentica declaração de guerra ao povo português tendo em vista cortes na despesa pública e conta com a colaboração de todo o Governo. No prefácio, é possível ler que os especialistas do Fundo da ladroagem consultaram onze ministros e contaram com a colaboração de vários secretários de Estado. Claro que tudo isto tem a ver com os resgates á banca e a mega operação de refinanciamento do BANIF

Disponibilizamos o documento total, em inglês, no final deste texto.

O FMI escreve que, «a pedido das autoridades portuguesas», uma missão do FMI visitou Portugal entre 25 de outubro e 7 de novembro de 2012 tendo em vista fornecer «conselho técnico em opções de reformas no gasto público», bem como oferecer formação na área.

A missão foi liderada por Gerd Schwartz, do departamento de assuntos fiscais (FAD), contando com a colaboração de Mauricio Soto e Carlos Mulas Granados (FAD), Emily Sinnott (Banco Mundial), para além dos especialista externos Platon Tinios e Paulo Lopes. Uma segunda equipa contou com Richard Hughes e Jason Harris (FAD), que visitaram Lisboa entre 4 e 7 de novembro, portanto o golpe já estava preparado para implementar após o Cavaco aprovar o Orçamento de Estado..

Cortes, Despedimentos, Austeridade, Impostos, Portugal, Grécia, NAZI, FMI, África, Povo, Bancos, Banco, BES, BCP, BANIF, BPI, FINANTIA

A equipa contou com comentários e sugestões dos elementos da Comissão Europeia e do Banco Central Europeu, assim como do departamento europeu do FMI e outras pessoas do departamento dos assuntos fiscais do FMI.

«Na realização deste relatório, a equipa beneficiou grandemente de discussões com ministérios e secretários de Estado de todos os onze ministérios, assim como das suas equipas, para além de vários representantes e organizações», frisa o FMI, acrescentando os nomes de quem colabou:
NAZI, Nazismo, Hitler, Ditadura, Fascismo

«Os ministros Vítor Gaspar do BCE, Paulo Portas, José Pedro Aguiar-Branco, Miguel Macedo, Paula Teixeira da Cruz do BCP, Álvaro Santos Pereira, Assunção Cristas, Paulo Macedo do BCP, Nuno Crato e Pedro Mota Soares, para além dos secretários de Estado Carlos Moedas e Paulo Simões Júlio. Também beneficiou das indicações dadas pelos secretários de Estado Luís Morais Sarmento, Hélder Rosalino e Miguel Morais Leitão».

Também houve lugar a agradecimento especial à equipa do ESAME, equipa criada na sequência da assinatura dos Memorandos de Entendimento entre o Governo Português, o Banco Central Europeu, a Comissão Europeia e o Fundo Monetário Internacional

Encorajado pela gatunagem instalada no poder político de Portugal, e com este pseudo governo, totalmente controlado por banqueiros, atendendo á grande falta de liquidez do Banif, BCP e associados, o FMI tomou o freio nos dentes. E aí está ele desembestado, impondo a Portugal que “repense o Estado”, fórmula original da “refundação” sugerida pelo Governo. E como guia para “repensar o Estado” português, os fundamentalistas do FMI aos quais foi atribuída a missão - Gerd Schwartz, Paulo Lopes, Carlos Mulas Granados, Emily Sinnott, Mauricio Soto e Platon Tinios - elaboraram um programa de brutal subversão do regime democrático consagrado na Constituição da República. Quem em Portugal aceitar e colaborar com esta receita merece o rótulo infamante de vende-Pátria, pois é disso que se trata. Já ninguém usa a máscara da dívida ou a mascarilha do défice. O primeiro-ministro tentou minimizar o impacto da nova receita do FMI dizendo que se trata de uma “base de trabalho” e não “de um documento fechado”. Mas se a “base de trabalho” é a subversão do regime, o resultado não pode ser nada diferente de um golpe de Estado, mais ou menos disfarçado, inspirado do exterior e “trabalhado” por colaboracionistas.



O documento “PORTUGAL: RETHINKING THE STATE—SELECTED EXPENDITURE REFORM OPTIONS” é uma declaração de guerra a Portugal e aos portugueses. E considerando-se vencedor antecipado dessa guerra, o FMI manda proceder ao saque, à pilhagem, e vai tudo raso: novos e brutais cortes sobre os cortes já feitos nos salários e sobre todas as pensões; redução de funcionários e salários na Educação (dispensa de 50 mil professores), Saúde e Forças Armadas e de segurança e cortes no Estado Social; novos aumentos das taxas moderadoras da saúde; mais cortes no subsídio de desemprego, que segundo o FMI “continua demasiado longo e elevado", e no salário mínimo; etc., etc..

Foi elaborado por especialistas em roubar as nações.

A Sábado em 2010 escreveu sobre o Paulo Lopes

 ada um leva uma pistola à cintura. De arma à vista, Pauleta, João Pinto, Rui Costa e Paulo Sousa cercam Paulo Silva Lopes com as camisolas vermelhas da selecção nacional portuguesa. No meio de um cenário improvável para um doutorado na Carolina do Sul, EUA, o filho do economista José Silva Lopes trata os oficiais do exército do Burúndi pelo nome de futebolistas.

Aqueles homens marcados pelas atrocidades da guerra civil são os seguranças do português e chamam-lhe “Figo”. No cenário de um conflito que fez mais de 200 mil mortos, Paulo Silva Lopes e a equipa do Fundo Monetário Internacional (FMI) precisam de protecção.

É improvável que António Borges, ex-vice-presidente do PSD, venha a conhecer uma realidade mais adversa do que manifestações de rua quando assumir o cargo de director do departamento europeu do FMI. Apesar de o fundo estar na iminência de intervir na Irlanda e em Portugal – uma hipótese assumida esta semana e depois corrigida pelo ministro das Finanças –, os funcionários do FMI na Europa não costumam precisar de segurança armada.

“Para um economista, trabalhar no FMI é como um futebolista jogar no Real Madrid”, diz à SÁBADO Paulo Silva Lopes, que ainda é funcionário do fundo, mas agora trabalha em Bruxelas, na Representação Permanente de Portugal (Reper) junto da Comissão Europeia.

O FMI é dos lugares mais bem remunerados para economistas fora dos mercados financeiros. “Metemos a mão na massa. Aos 27 anos, estava a fazer o orçamento da Suazilândia”, explica Silva Lopes. Naquele nível só são admitidos doutorados e é preciso passar por uma selecção apertada. 
http://www.sabado.pt/Multimedia/FOTOS/Mundo/FOTOGALERIA-(NAO-MOVER-SO-COPIAR)-(11).aspx
E o dinheiro vivo escreve isto:

 O relatório hoje divulgado sobre formas de cortar despesa pública em Portugal tem o selo do FMI (ver aqui), mas o perfil dos autores é diverso. Destaca-se Paulo Silva Lopes, um português filho de José Silva Lopes, ministro aquando da primeira intervenção do FMI em Portugal (1978), e que hoje ainda chegou a comentar o relatório cuja autoria é parcialmente do seu filho, um especialista em África.
Leia aqui as críticas de José Silva Lopes ao relatório

O FMI escreveu no relatório que, "a pedido das autoridades portuguesas", uma missão da organização visitou Portugal entre 25 de outubro e 7 de novembro de 2012, reunindo-se nomeadamente com vários ministros. A equipa de técnicos inclui, por exemplo,  Emily Sinnott, do Banco Mundial, especialista para Assuntos Europeus e Asiáticos e com trabalho desenvolvido também em torno da América Latina.

O português que integra a equipa é, por coincidência, filho do economista José Silva Lopes, ele próprio ex-técnico do FMI e que era ministro ministro das Finanças e do Plano em 1978, data do primeiro resgate. Paulo Silva Lopes ainda integra o FMI, mas aparece como consultor no relatório hoje divulgado. "Talvez seja pelo facto de a sua especialidade ser África", avança um economista contactado pelo Dinheiro Vivo e que o conheceu.

Paulo Silva Lopes pode ser um especialista em assuntos africanos, nomeadamente sobre a gestão e corte em despesas sociais, mas também passou pela representação de Portugal junto da Comissão Europeia, sendo igualmente um português, o que neste caso pode ser uma mais-valia. Doutorou-se na Universidade Carolina do Sul, nos EUA, juntamente com Teixeira dos Santos, ex-ministro das Finanças no governo de José Sócrates.
Outro dos co-autores do relatório é um consultor externo de origem egípcia, mas com estudos secundários na Grécia e Inglaterra. Chama-se Platon Tinios, é professor universitário e já exerceu vários cargos de adjunto e consultor em governos da Grécia. Tem alguma literatura publicada sobre reforma do Estado Social grego. 


O relatório com o selo do FMI sobre cortes nos gastos sociais tem como autores especialistas em assuntos asiáticos, africanos e até gregos 
http://www.dinheirovivo.pt/Economia/Artigo/CIECO090702.html

Perante uma declaração de guerra só há duas opções: a capitulação ou o enfrentamento. Portugal, na sua História, sempre soube o que fazer aos invasores e aos seus colaboracionistas.

Abaixo, uma parte do relatório, mal traduzido, foi traduzido com o google e não tive tempo para corrigir

III. SALÁRIOS DO GOVERNO E EMPREGO
A. Antecedentes
24. A massa salarial do governo permanece relativamente grande. Mais de 600.000 pessoas trabalham (12,4 por cento da força de trabalho empregada) no sector das administrações públicas. Sua remuneração, em cerca de 10 por cento do PIB em 2012 (previsão), representa quase um quarto da despesa primária total. A este nível, a massa salarial do governo é próximo da média da UE, após um declínio constante desde 2009 (quando era de 12,7 por cento do PIB), que reflete de várias medidas (Figura 3.1). No entanto, esses números não levam em consideração os funcionários de hospitais na empresa estatal (SOE) do setor, que são classificados como fora do governo geral para fins estatísticos, 15, embora o sistema de saúde é em grande parte financiado com recursos orçamentários. Incluindo a massa salarial dos hospitais estatais (perto de 1 ½ por cento do PIB) resulta numa massa salarial muito maior do que o que aparece subjacente nas contas públicas.

25. A força de trabalho do governo está concentrado na educação, segurança e saúde, e também compreende uma grande parcela de trabalhadores com o ensino secundário ou menos.
Emprego nessas três áreas-chave é responsável por quase 83 por cento de todos os trabalhadores do governo. Em todas as áreas, uma grande parte (cerca de 40 por cento) da força de trabalho lida com tarefas administrativas ou operacionais, principalmente, normalmente estes são meio de carreira dos trabalhadores (idade média é de 48 anos), ea esmagadora maioria (90 por cento) tem pelo menos o ensino secundário qualificações. As contas do governo central por 75 por cento dos trabalhadores da administração pública; regional e governos locais empregam os 25 por cento restantes.

26. A estrutura de remuneração inclui várias disposições contratuais e do uso extensivo de complementos salariais. Enquanto as reformas recentes têm simplificado de contratação de trabalhadores do governo, ainda há três principais modalidades contratuais: 15 por cento têm um "contrato permanente" (totalmente tenured contrato nomeação), 65 por cento têm um "contrato sem termo" (um Públicas titulares funções contrato, que permite a demissão sob algum conditions16), e 15 por cento têm um "contrato individual" (sem mandato e com a possibilidade de demissão). Além disso, grandes complexidades no resultado estruturas salário de complementos salariais, que compreendem os benefícios que se aplicam a todos os trabalhadores (por exemplo, alimentação, função, produtividade) e os benefícios que se aplicam apenas a alguns sectores ou profissões (por exemplo, o risco de, horas extras, responsabilidade) . Cerca de 15 por cento da compensação total é sob a forma de tais suplementos e há um grau elevado de dispersão de salários através da força de trabalho do governo (Figura 3.2).

27. Esforços recentes têm procurado conter a massa salarial, mas estão a ser parcialmente revertida, em parte devido a restrições constitucionais. Desde 2010, o governo reduziu de forma significativa a massa salarial através de reduções tanto de emprego e cortes salariais.
Avanço) "Emprego h: O número de funcionários públicos foi reduzido em 3,2 por cento em 2011, e uma redução adicional de 1,4 por cento foi implementado no primeiro semestre de 2012,17 Isto foi feito principalmente por atrito e reduzindo o número de trabalhadores em contratos individuais.
Avanço) "Salários h: Em termos nominais, os salários do governo foram cortados em média 5 por cento em 2011. A suspensão dos salários 13 e 14 mensais em 2012 resultou, em média, em uma redução adicional de 12 por cento. Além disso, as promoções, bônus de desempenho e as alterações relacionadas com a mobilidade de salários foram congelados desde 2011 ¡Xa medida que deverá estar no local pelo menos até 2014. No entanto, devido a uma decisão do Tribunal Constitucional 2012, o projecto de orçamento 2013 teve que reverter parte destes cortes, restabelecendo um salário mensal a todos os funcionários públicos. Este é projetada para aumentar a massa salarial do governo para 10,4 por cento do PIB em 2013. Isso ocorre não obstante os esforços para reduzir em 2 por cento o número de funcionários de todo o governo geral, corte compensação de horas extras em 50 por cento, e alinhar as regras de licença médica aos praticados no setor privado.

B. Questões-chave
28. Reforma do setor público está atrasado. Enquanto a massa salarial se aproximou da média europeia, devido a cortes temporários (e não considerando os trabalhadores de saúde em hospitais SOE), Portugal ainda é um gastador acima da média, se controlada pela renda per capita (Figura 3.3). Poupança alcançados até à data têm ajudado a consolidação fiscal, mas não suficientemente abordado necessidades de reforma estrutural. Por exemplo, os aumentos de mérito não pode continuar a ser congelado, se o desempenho e a eficiência devem ser aumentados. Em vez disso, a redução de massa salarial deve ser o resultado de uma estratégia clara orientada a reduzir gastos desnecessários em áreas específicas e que visa o desenvolvimento de um setor mais eficiente e eficaz público.

29. Tal reforma precisa para resolver as deficiências-chave, mantendo um equilíbrio entre a consolidação orçamental e da necessidade de um serviço mais moderno e mais qualificado civil. Ele deve ter por objectivo reduzir o número de funcionários de forma direcionada (ou seja, onde mais emprego existe), reduzindo ainda mais o prémio salarial alta do setor público (o

30. Excesso de trabalho, que se concentra no sector da educação e as forças de segurança, é uma preocupação central. Embora o tamanho total do emprego do sector público administrativo (em percentagem do total da população) está em linha com a média da UE, algumas áreas são claramente excesso de pessoal. Por exemplo, o emprego público na educação e na segurança montante forças para em torno de 2,5 e 1 por cento do total da população, respectivamente, que é entre 5 e 20 por cento acima da média europeia naqueles categories.19 Estas duas áreas representam mais de 60 por cento do a força de trabalho do governo, significativamente acima comparadores da UE.

(Avanço)  O Ministério da Educação (MEC) emprega cerca de 230.000 trabalhadores (dos quais cerca de 160 mil são professores e professores universitários). Estes números são altos em relação aos outros países, particularmente dado um. Diminuindo o número de alunos devido às tendências demográficas De acordo com estatísticas recentes, a proporção de alunos por professor é muito mais baixa do que na maioria dos outros países, e, sem reformas adicionais, que possam cair ainda mais devido às tendências demográficas (ver Secção VI). Além disso, os salários na educação são acima da média da OCDE, especialmente para a parte alta da escala de compensação, com um prêmio de 25 por cento em relação à remuneração média da OCDE para os professores do ensino primário, 11 por cento para os professores do ensino secundário, e 15 por cento para professores universitários. Portugal foi o país com o quarto maior aumento de salários dos professores entre os países da OCDE entre 2005 e 2010 (Figura 2.4) .20

Avanço) As forças de segurança empregam cerca de 100.000 pessoas. Destes, 37.000 estão sob o Ministério da Defesa e 53.000 no âmbito do Ministério da Administração Interna. Além disso, há 1.700 empregados na força policial municipal, 1.800 na polícia científica, e 4.000 prisão guards.21 No total, as forças de segurança representam cerca de 17 por cento do emprego do governo, e da densidade das forças policiais (470 por 100.000 habitantes) também está entre os mais elevados da Europa (Figura 3.5). Passar para estas funções é acima da média da UE, principalmente devido ao número de forças ativas, em vez de pagar em excesso. Contudo, o emprego excesso é uma preocupação não só para as forças ativas, mas também para as forças de reserva, devido ao seu impacto sobre o sistema de pensões.

31. Outra preocupação fundamental é o uso extensivo de horas extras, em particular no sector da saúde. Os salários relativamente elevados no sector da saúde refletem compensação de horas extras (para o trabalho além das 35 horas da semana de trabalho do setor público). Em 2011, Portugal tinha as mais baixas médias do horário normal de trabalho por ano entre os países da OCDE (Figura 3.6), e os funcionários do governo foram pago 60 milhões de horas de horas extras. Durante a última década, o setor de saúde responsáveis ​​por 35-45 por cento do total anual de horas extras e pagamento de horas extras representa mais de 1/3 do salário total de médicos e explica os elevados níveis relativos de compensação
(Figura 3.7) .22 Para resolver essas questões, o Ministério da Saúde propôs aumentar a semana de trabalho para 40 horas (igual a do setor privado) e alterar a organização do trabalho em hospitais. Enquanto esta mudança é de alcance limitado, e só se aplica a uma parte do setor público, que envia um sinal claro de melhorar a igualdade vis-à-vis o setor privado.

32. A fragmentação dos serviços, sobreposições de responsabilidades, ea duplicação de tarefas entre as agências do governo também contribuem para a ineficiência. Portugal deve ser capaz de realizar economias, fazendo maior uso de serviços compartilhados e decisões coordenadas (até agora, as decisões de recursos humanos foram totalmente delegada aos Ministérios, Figura 3,823). Algumas iniciativas estão sendo tomadas a este respeito, mas uma estratégia abrangente de serviços compartilhados devem ser postas em prática. Isso aumentaria sinergias, aumentar as economias de escala e evitar a duplicação entre as entidades. Por exemplo, cada ministério tem seu sistema de folha de pagamento própria, Departamento de Relações Internacionais, e até mesmo o pessoal de segurança. Mesmo que algumas dessas unidades pode ser pequeno e muito especializado, uma avaliação dos ganhos potenciais de redução da fragmentação poderia ser realizado em todo o setor público. Além disso, alguns dos menos específicas de back-office funções poderiam ser terceirizados para o setor privado.

33. A estrutura salarial relativamente plana é atração de talentos caro e prejudica. O prémio salarial da função pública está entre as mais elevadas da Europa, mesmo após cortes salariais recentes e também após o controle de vários fatores associados com níveis de rendimentos, como nível de escolaridade, experiência no mercado de trabalho ou responsabilidades gerenciais. A maior parte dessa disparidade é explicada pela remuneração relativamente alta à disposição dos trabalhadores com baixa qualificação. Além disso, a grelha salarial é relativamente plano e depende, principalmente em anos de experiência, em vez de desempenho. Assim, as oportunidades do setor privado (com salários mais baixos de entrada, mas aumenta mais íngremes para o desempenho do que no setor público) continuam a ser mais atraente para indivíduos altamente treinados e motivados. 34. Medidas recentes têm-se centrado na poupança incrementais sem abordar deficiências estruturais. Reduções salariais têm-se centrado em pessoas com rendimentos elevados que mais achatados a estrutura salarial do setor público. Esta política tem tentado preservar a renda na extremidade inferior da escala de remuneração para fins de capital, mas deve-se notar que esses funcionários públicos não estão em risco de pobreza. Além disso, os cortes nos salários do setor público não conseguiram reduzir a lacuna público-privada do setor de compensação, que ainda está acima dos níveis da UE (Figura 3.9). Além disso, a confiar exclusivamente em atrito para reduzir o emprego do governo em 2 por cento não pode tratar adequadamente emprego excesso em certas áreas enquanto afectar negativamente a prestação de serviços públicos em outros. Além disso, o sistema de mobilidade existente não está sendo usada para transferir o pessoal de todo o governo.

C. Reforma Opções
35. Reforma de compensação do setor público é urgente, e deve ajudar a modernizar e construir uma administração mais eficiente, ágil e sustentável público. Isso poderia incluir três elementos principais: (i) reforma taxas de postos públicos ¡Xincluding bônus básicos salários, horas de trabalho e compensações de horas extras, com uma vista de meritocracia encorajador;
(Ii) visando uma redução permanente no número de funcionários ao abrir espaço para atrair mais jovens qualificados, e (iii) o aumento de serviços partilhados e tecnologia, a fim de limitar as duplicações e sobreposições. Na realização destas várias reformas, será importante
para alcançar mudanças permanentes. Por exemplo, a redução do emprego em uma parte do setor público (por exemplo, o governo central) não deve levar a um aumento do emprego em outra parte do sector público (por exemplo, empresas estatais).
36. Reformar as taxas de postos públicos é um elemento-chave da reforma de compensação. A reforma deve aumentar o grau de inclinação da escala salarial, vinculando-o ao desempenho, em vez de anos de experiência. Especificamente, a reforma poderia considerar:
"H Ajustando a remuneração global scale.24 A escala de pagamento revista poderia apoiar um plano de carreira simplificada e permitir uma redução permanente no nível salarial. Para evitar a natureza temporária das medidas anteriores (a redução de 5 por cento em 2011 e introduziu a suspensão do pagamento mês 14), a partir de 2014, um corte permanente em salários-base poderia ser introduzido através da placa, que teria como objetivo (no mínimo ) para atingir a mesma poupança geradas pelos cortes salariais do orçamento de 2013. Por exemplo, reduzir o salário base por 3 ¡V7 por cento poderia economizar R $ A325 ¡V760 milhões anualmente. Isso também ajudaria a reduzir o prémio salarial da função pública que existe atualmente, especialmente nas classes mais baixas de pagamento, onde o setor privado tende a ajustar mais rápido para a crise.
"H Implementar novas reduções nos suplementos salariais. Suplementos devem complementar o salário base apenas em circunstâncias específicas, tais como horas extras acima de 40 horas por semana (veja abaixo), trabalho nocturno, ou para compensar horas de trabalho flexíveis e responsabilidades adicionais. Atualmente, esses suplementos variam muito em todas as funções e ministérios, mas, em média, representam cerca de 14 por cento da remuneração mensal (1/3 do que vem de horas extras). Eles não devem ser transformado em um ¡§ ¡¨ pagamento regular para aumentar os salários básicos (como é actualmente o caso), e seu valor deve ser também continha. Por exemplo, a introdução de uma redução adicional entre 20 a 30 por cento em suplementos que não estão relacionados a horas extras poderia economizar R $ A200 ¡V300 milhões por ano.

 O aumento do horário de trabalho e pagamento de horas extras, limitando ainda mais. O padrão do governo quantidades de trabalho semanais para 35 horas, e gera hrough spendingt adicional pagamento de horas extras. Conceitualmente, não há nenhuma razão para os funcionários do governo para ter uma semana de trabalho mais curto do que a maior parte do setor privado (40 horas). Por isso, a semana de trabalho do governo deve ser levado em linha com setor privado semana de trabalho, com
próprios horários rotativos (principalmente em saúde e as forças de segurança). Medidas para aumentar a semana de trabalho já foram tomadas no sector da saúde (Lei 62/79), e remuneração suplementar foi reduzida pelo novo Código do Trabalho, em agosto de 2012, mas as horas extras são ainda remunerado com um prémio de 25 por cento na primeira hora e até 50 por cento a partir da terceira hora. Simplificação deste sistema ainda mais através da placa, por exemplo, por utilizando um prêmio de horas extras fixa de 15 por cento por hora extra adicional, poderia gerar uma economia substancial. Além disso, medidas podem ser tomadas para resolver questões relacionadas WorkTime no sector da educação. Por exemplo, a definição de uma lição de educação primarya ª secundário, mais perto de 60 minutos (em vez dos actuais 45 minutos) pode ajudar a reduzir a massa salarial correspondente em até 20 por cento. Estas medidas poderiam gerar economias substanciais: o aumento da semana de trabalho para 40 horas pode resultar em uma economia de cerca de € 150 milhões; juntamente com as medidas relacionadas com o tempo de aula para os professores e horas extras plana, a poupança total poderia chegar a € 300 milhões por ano.

37. Reduções específicas deve se concentrar em bolsões específicos de trabalho excessiva no setor público, mas a poupança seria dependerá muito de como estes são implementados.

Existem basicamente duas opções: reduções específicas de emprego ou de todo-o-board reduções de atrito mais (Quadro 1 resume as experiências internacionais com enxugamento de pessoal). Uma abordagem orientada deve identificar claramente metas adequadas para a redução da força de trabalho em diferentes áreas de governo. Isso implicaria uma avaliação do nível apropriado de emprego à realização de determinados serviços públicos. Uma alternativa seria a criação de um número meta global, idealmente adaptado para capturar lacunas e excedentes de pessoal em diversas áreas (por exemplo, educação e segurança) e funções (por exemplo, pessoal administrativo com baixas qualificações). Poupança de redução da força de trabalho entre 10 a 20 por cento que poderão ascender a R $ A795-2, 700 milhões (0,5 por cento ¡V1.6 do PIB), distribuídos por todo o três grupos diferentes destacado acima. Uma vez que o alvo é definido, é fundamental colocar em prática um mecanismo para a partida com os incentivos adequados e com o objetivo de minimizar os custos de ajuste. Várias opções podem ser exploradas:
"H aprimorada uso da piscina de mobilidade especial (SMP). Uma utilização mais activa do SMP poderia render uma maior poupança a médio prazo, sem adicional up-front costs.25
O uso do SMP tem sido baixa no passado devido aos incentivos inadequados para os gestores e employees.26 Uma utilização mais activa do SMP gera-se frente-poupança (como o governo só paga metade do salário) e pode incentivar a meritocracia se aqueles com desempenho abaixo da média são direcionados para o SMP. Um alvo claro obrigatório poderia ser definido, a fim de colocar um certo número de funcionários para o SMP, tendo em conta as regras que atualmente se aplicam a diferentes arranjos contratuais.
Participação na SMP deve ser temporário, antes da demissão do sector público ou re-absorção. O ato jurídico sobre o SMP poderá ser revisto, para simplificar os procedimentos existentes, reavaliar a duração máxima (limitando-a até dois anos), e revisar a substituição do salário para aqueles que a SMP a diminuir ao longo tempo.27 Além disso, as pessoas no SMP poderia ser dado incentivos para a entrada do setor privado de emprego e recebimento de SMP pagamento pode ser condicionada à participação em training.28
"H partidas voluntárias. De incentivos positivos para a separação através de pacotes de indenização (como no Canadá na década de 1990, ou mais recentemente na Estónia e Letónia), aumenta-se-frente os custos, mas também pode aumentar a poupança de médio prazo. A chave do sucesso é oferecer incentivos atraentes para separar, mantendo uma opção de veto para o governo para evitar indispensável e / ou colaboradores de alto desempenho de deixar o serviço público. Saídas voluntárias são geralmente a opção menos contraditório.
No entanto, esses sistemas tendem a ser caros no curto prazo e pode não ser eficaz em reduzir significativamente a força de trabalho se as reduções não são direcionados de forma adequada. Dado apertadas condições orçamentais, esta opção parece mais viável no futuro, por exemplo, depois de algumas das economias iniciais através de um uso mais ativo do SMP foram materializados e ajuste fiscal está no caminho certo.
"H Uma abordagem de dois estágios. Naturalmente, algumas combinações das opções acima mencionadas são possíveis, e até mesmo uma sequência diferente. Financiamento permitir, na primeira fase, e para uma quantidade limitada de tempo, os trabalhadores públicos poderia ser oferecido um pacote de indenização para as saídas voluntárias. Em uma segunda fase, demissões teria lugar para cumprir a meta pré-estabelecida com base em critérios objectivos criteria.29
"Reduções h adicionais por atrito. Reduções não segmentados com o atrito não são a melhor opção, mas, uma vez consideráveis ​​reduções específicas pode ser difícil de implementar no curto prazo, reduções de atrito pode ser considerado. Embora esta opção não implicaria custos iniciais, seria produzir o menor nível de poupança a médio prazo. Por exemplo, reduzir o emprego de 2 por cento corresponderia a uma relação de entrada-de-sair de 1:3.30 Para ir mais longe, Portugal poderia introduzir uma taxa de reposição de 1:5 (como na Grécia) ou um congelamento completo temporária (como em Espanha) .

38. Reduzindo a sobreposição e fragmentação vai exigir adicional de reorganização da administração pública central. Pequenas economias, mas maiores sinergias e eficiências podem ser gerados por reduzir a fragmentação dos serviços em todos os ministérios diferentes (por exemplo, sistemas de folha de pagamento, unificar departamentos de relações internacionais, e secretários-gerais dos ministérios diferentes) ou de funções (por exemplo, as forças de segurança em diferentes organizações existem em paralelo , saúde 31or onde diferentes serviços médicos coexistir por diferentes grupos). Além disso, uma vez que o atual Plano de Redução e Melhoria da Administração Central (PREMAC) foi totalmente implementado, ainda existem áreas na administração central, que podem ser considerados para uma maior racionalização:
"Serviços de auditoria h (Inspecções-Gerais), poderiam ser fundidas para criar um escritório de auditoria nacional único, com ganhos importantes para a eficiência e eficácia das funções de auditoria atuais com as perspectivas financeiras incluídas.

"H A concentração de serviços na área das actividades económicas ¡| inspeção pode também adicionar poupanças e ganhos de eficiência, por exemplo, a fusão dos serviços de inspecção dispersos por todo ministérios (por exemplo, economia, agricultura, cultura).
"H A autonomia financeira dos institutos públicos poderiam ser abordadas (incluindo dos institutos públicos com estatuto especial) através de uma eficaz aplicação das normas legais que determinam a manutenção da autonomia financeira, ou seja, a regra relacionada com a 2/3 de receitas próprias.
"H Em algumas situações, a atribuição de competências idênticas ao longo de um grande número de serviços, por exemplo, ao nível da gestão dos fundos comunitários, traz arranjos sobre um pouco disfuncionais. O número de serviços dedicados exclusivamente ou principalmente a esta competência pode ser racionalizado, com um impacto positivo ao nível da gestão dos fundos e da interação com as entidades financiadas.

Box 1. Abordagens para o Emprego Downsizing Governo: Experiência Internacional
Uma grande variedade de abordagens têm sido usadas pelas economias avançadas para reduzir o emprego no setor público. Estes incluíram cortes salariais automáticas impostas aos ministérios (Austrália, Dinamarca, Finlândia, Nova Zelândia e Suécia), cortes de emprego mandato após as análises das despesas (Austrália, Canadá, França, Japão, Holanda e Reino Unido), regimes de reforma antecipada (Canadá) e cortes de empregos e programas de redundância (Austrália, Canadá, Finlândia, Holanda, Suécia, Suíça e Reino Unido). O impacto desses programas pode ser significativa (por exemplo, a redução da força de trabalho pública no Reino Unido, Canadá, e na Letónia passou de 2 para 7 por cento do emprego público total).
A experiência de vários países sugere que é importante para evitar uma através da placa-abordagem, o que resulta em reduções menos duráveis ​​como é muitas vezes necessário recontratação (Haltiwanger e Singh, 1999). Downsizing que tem como alvo os trabalhadores específicos são susceptíveis de ser mais bem sucedido em conseguir reduções permanentes no emprego. A consecução destes objectivos, no entanto, muitas vezes requer o uso de diversos tipos de instrumentos que se complementam pagamento de indenizações, tais como programas de treinamento. Esta abordagem, no entanto, tem maiores custos fiscais, no curto prazo, do que uma untargeted através bordo do corte de emprego. A experiência dos países sugere que os sistemas de partida voluntários não têm sido muito eficazes, como eles costumam ficar aquém das metas de redução de emprego, e sofrem de problemas de selecção adversa.
Fontes: OCDE, 2011, "Getting It Right: reestruturação da força de trabalho do governo", em servidores públicos como Parceiros para o Crescimento: Rumo a uma força de trabalho forte, mais magro e mais justa (Paris: OCDE Publishing);
R. Holzman e outros, 2011, "Severance Pay programas em todo o Mundo: Fundamentação, História, Status, e Reformas (Washington: Banco Mundial); J. Haltiwanger e M. Singh, 1999," Cross-Country evidências sobre Retrenchment Setor Público "1999, o Banco Mundial Economic Review, vol. 13, No. 1.

http://www.imf.org/external/pubs/ft/scr/2013/cr1306.pdf


http://www.scribd.com/doc/119636787/IMF-Rethinking-the-State-of-Portugal

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Insolvência de Portugal Economista BCE Defende: "Austeridade Excessiva Prejudica Portugal Mercados; Diminuição do PIB e Aumenta Dívida; Empurram País Para o Colapso", Conselheiro do BCE, Professor da London School Of Economics Paul De Grauwe In Entrevista á SIC NOTÍCIAS, Acorda Povo!



“Austeridade excessiva levará Portugal para a insolvência”, diz Paul De Grauwe, economista do Banco Central Europeu em entrevista á SIC NOTÍCIAS


Insolvência de Portugal: Economista Conselheiro do Banco Central Europeu, Professor da London School Of Economics Paul De Grauwe In Entrevista á SIC NOTÍCIAS Fala do Impacto Negativo da Austeridade; Diminuição do PIB e Aumento da Dívida: "Governo Tem Que Rever Previsões Dentro de Seis Meses; Excesso de Austeridade E Submissão Aos Mercados Financeiros Empurram Portugal Para A Insolvência"


Portugal É Solvente, Austeridade E Submissão Aos Mercados Vão Lançar País Na Insolvência; Novo Resgate Dentro de Seis Meses"! Opinião de Paul De Grauwe, Economista Conselheiro do Banco Central Europeu, Professor da London School Of Economics

O Economista do BCE defende que austeridade excessiva está a prejudicar Portugal.


Já era para ter publicado este artigo, quando saiu, mas tenho andado a fazer aí umas pesquisas e tem faltado tempo. As pesquisas são relativas ao polvo vampiro que é o mundialmente famoso criminoso banco de investimentos que Passos Coelho visitou cerca de dias antes de ser eleito, e de onde vieram Carlos Moedas, adjunto do primeiro ministro e António Mendo Castell-Branco do Amaral Osorio Borges Santander Goldman Sachs FMI Jerónimo Martins da Privataria e assalto a que chamam de privatizações e encontrei este relatório do departamento de Estado dos EUA que culpa os bancos da crise.

Portugal não vai conseguir sair da crise enquanto o Governo continuar a aplicar sucessivas medidas de austeridade. Quem o defende é Paul de Grauwe, um economista conselheiro do Banco Central Europeu (BCE) e professor da London School Of Economics e antigo deputado no parlamento da Bélgica. Em entrevista à SIC, Paul de Grauwe defende que Portugal não pode ser comparado com a Grécia mas que daqui a meio ano o Governo vai ter de rever as previsões económicas. Porque, diz, com tanta austeridade as famílias e empresas não podem impulsionar a economia.

Insolvência. Portugal, Economista, BCE, Conselheiro, Professor, London School Of Economics, Paul De Grauwe, Entrevista, SIC, Notícias, Impacto, Povo, Austeridade, Colapso, Governo,


A austeridade excessiva "levará Portugal para a insolvência", disse em Lisboa o académico belga Paul De Grauwe.

"Portugal é solvente, creio eu, mas pode ser empurrado para a insolvência pelos mercados financeiros", disse De Grauwe, antigo deputado no parlamento da Bélgica, durante conferência Portugal em Mudança, que assinala o 50.º aniversário do Instituto de Ciências Sociais (ICS) da Universidade de Lisboa.

"O sistema financeiro da zona euro é extremamente frágil e pode ser afectado por movimentos de medo e desconfiança", acrescentou De Grauwe. "Teme-se a insolvência e, por a temermos, ela torna-se realidade."

De Grauwe, que tem sido crítico da reação europeia à crise financeira, nota que a resposta tem sido austeridade. No entanto, afirma o académico, a austeridade tem impacto negativo sobre a economia: "O PIB cai mais depressa que a dívida. Os analistas olham para isto e veem as coisas a ficar pior."

Perante este ciclo vicioso, alerta De Grauwe, a dívida continuará a aumentar de forma insustentável: "A austeridade excessiva levará Portugal para a insolvência."



Faz como na Islândia Que já recuperou e sem austeridade!


Levanlta-te Povo, Evita o Colapso!


Veja a opinião de Greg Smith Ex-Director Goldman Sachs arrependido

O Economista Eugébio Rosa diz que: Portugal é prejudicado e a Alemanha ganha com o Euro


*artigo foi escrito contra o abrigo do novo acordo ortográfico aplicado pela agência Lusa

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SideKindom12, Anon, RevoluSec, Anonynous Portugal: Operação Natal Feliz Em Defesa das Crianças Que Ficaram Sem Presentes, Contra A Austeridade e Pelo Povo Confiscado Pelo Governo Apresenta Balanço Muito Positivo Para Os Hactivistas da Revolução Digital Portuguesa; Com Sites PSD, CDP, PS e Bancos Derrubados, Hacked, Defaced e Down



#SideKingdom12 #Anon #RevoluSec #Anonynous #AnonynousPortugal: A Operação Natal feliz ao jeito dos «hactivistas», em defesa das crianças que ficaram sem presentes e dos Confiscados e espoliados pelo governo, apresenta um balanço bastante positivo para Team #SideKingdom12 com vários sites do governo, PSD, CDS, PS e Bancos derrubados, Hacked, Defaced e Down.


SideKindom12, Anon, RevoluSec, Anonynous, Portugal, Operação, Natal, Feliz, Crianças, Povo, Austeridade, PSD, CDP, PS, Bancos, Revolução, Portuguesa, Hacked, Defaced, Defesa,

A quadra ficou marcada por ataque de piratas informáticos que contestaram as desumanas políticas de austeridade do Governo PSD-CDS que governa contra o povo em favor dos bancos de faz parte esta classe política.

Anon RevoluSec Portugal #SideKindmo12 Balanço Positivo Operação Natal Feliz Hactivistas Em Defesa Das Criaças, o Povo Contra Austeridade e Contra a Impunidade





Este Natal ficou marcado pela revolução digital contra o fascismo, num ataque de piratas informáticos, que na realidade se trata de justiça Cibernética contestária contra as políticas de austeridade do Governo que de forma desumana massacra a população em proveito das grandes corporações financeiras a que pertencem.

Os hactivistas entraram em vários sites governamentais e partidários e explicaram num vídeo as razões do protesto.

Tinham prometido vingar todas as crianças que a crise deixou sem presentes.

Na véspera de Natal, os «hacktivistas» portugueses do sidekingdom12 cumpriram a promessa. Chamam-lhe operação Natal feliz.

Entraram na página do Ministério da Educação, do banco Santander Totta e em sites partidários.

Muitas páginas do PSD estiveram indisponíveis e várias imagens surgiram nos sites das distritais de Aveiro e PSD Açores. Mas CDS-PP e PS também não escaparam à pirataria informática.

A operação Natal feliz tinha sido anunciada no início do mês, numa outra série de ataques a eurodeputados do PSD.

SideKingdom12 no Facebook



Fórum Anti Corrupção

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Máfia Portuguesa, Bancos, Políticos, Artistas, Poder E Associados, Interesses Financeiros, Negócios Político Familiares do Polvo Vampiro, Sanguessugas Conhecidos Como Donos de Portugal Que Se Governam da Exploração e Sangue do Povo Pátria Lusa



POLÍTICA E NEGÓCIOS dos tipos que se governam de Portugal e razão porque as investigações não dão em nada e porque é preciso resgatar os bancos.

Os dados que se seguem respeitam a um universo de 115 governantes dos últimos 36 anos que desempenharam funções relevantes em grandes empresas até meados de 2010. Aqui encontramos um destacado e comprovado membro da máfia. O maior ladrão português de todos os tempos... é precisamente esse bandido do Cadastrado Dias Loureiro...

Este grupo de 115 pessoas é muito limitado face à dimensão total do trânsito entre cargos governativos e órgãos sociais de grandes empresas ou grupos económicos. De facto, esta pesquisa incide apenas sobre ministros e secretários de Estado dos sectores estratégicos (finanças, economia, obras públicas), incluindo também alguns casos interessantes de outras áreas governativas.

Máfia, Portuguesa, Bancos, Políticos, Artistas, Poder, Associados, Interesses, Financeiros, Negócios, Político, Familiares, Polvo, Donos de Portugal, Povo, Exploração, Pátria,  Portugal, Lusa, BES, BCP, BPI, Bilderberg, Maçonaria,

Cabe sublinhar que esta pesquisa parte das listas de órgãos sociais em documentos públicos (relatórios e contas de grandes empresas e currículos empresariais de registo obrigatório). Mas a carreira empresarial de muitos governantes contorna os órgãos sociais das empresas (pelo exercício de lugares de consultoria, por exemplo) e não está registada em documentos legais acessíveis.

Por outro lado ainda, no PSD, no PS e no CDS abundam dirigentes, deputados e autarcas que constituem grande parte desta galáxia do polvo  de influência dos vampiros que sugam o sangue do povo, através de ruinosos negócios entre o Estado - A Banca - As Grandes Empresas ligadas á banca a que já chamaram de   Donos de Portugal, mas na realidade deviam de ter chamado tudo menos pai, visto que como se vê abaixo, encontramos verdadeiros Saltitões Político - Banca Privada -  Política - Empresa Pública - Empresa Privada  Controlada Pela Banca - Política - Banca. Tudo isto acontece com vista a preparar legislação Favorável e Abrir Caminho Para os resgates financeiros e Controle da Banca.

Reparem nas grandes obras como a Expo 98, onde a banca e empresas por ela controladas, saíram altamente beneficiadas.. entre esses bancos, encontram-se os do costume e o Banco Finania de Catroga apoiado pelo contribuinte. Reparem nas Autoestradas Lisboa-Porto que se construíram a mais - hoje essas Autoestradas estão na mão da Mota Engil, do BES, SONAE... e Grupo José de Mello que detém 50% da BRISA - sendo que hoje, quando se fala em renegociar Parcerias Público Privadas e outras criminosas negociatas - NEM PENSAR - é que quando viajamos nessas Autoestradas, por cada 8 Euros que pagamos, 7 Euros vão para os accionistas dessas empresas e apenas 1 Euro para o Estado, sendo que no caso das antigas SCUT, as Autoestradas Sem Custos Para o Utilizador que antes de serem portajadas, quase não tinham encargos para o Estado Contribuinte Zé Pagador, passaram a ter Elevados Custos Para Estado Contribuinte Zé Pagante. Isto porque os saqueadores que escreveram o cambalacho a que chamam de contrato, colocaram-lhe uma clausula que lhes assegura uma renda fixa, visto que se a autoestrada não tiver um determinado número de tráfego em milhões de automóveis, o que se traduz em milhões de euros - cabe ao Estado Contribuinte Pagador Pagar o Tráfego Não Realizado.

Resumindo, essas empresas financeiras, ganham sempre quer passem carros quer não passem e o contribuinte entra sempre - quer seja automobilista - quer utilize as estradas, ou não.

Um outro aspecto altamente ruinoso e prejudicial para as nações, são as privatizações, planeadas a longo prazo por uma camarilha de interesses financeiros político familiares, onde impera a corrupção, em que os demissores políticos transitam entre cargo político - empresa pública por forma a arruinar, indo depois gerir a empresa pública privatizada. Repare nos negócios inexplicáveis de German Efromovich, o tipo a quem iam vender a TAP através dos Amigos do Cadastrado Dirceu Amigo de Miguel Relvas, por uma pechincha, saiba quem são os criminosos amigos brasileiros de Miguel Relvas - repare nos estatutos do FMI, onde se inclui o direito especial de saque. Vejam quem é António Borges, o consultor do governo para as privatizações... Estamos a atravessar um colapso financeiro, provocado pela promiscuidade entre regulador e alta finança como comprovado pelo relatório oficial anatomia do colapso financeiro.

Vejam quem é Eduardo Catroga do Banco Finantia, o negociador com o FMI, cujo banco recebeu dos milhões de ajuda do governo contribuinte pagador, em 2009..

Veja a opinião do Dr. Paulo Morais sobre a camarilha de interesses político económicos


Veja o polvo envolvido na privatização ANA.

Abaixo, um comentário feito por um cidadão brsileiro, a que resolvi chamarr anonymous brasileiro, feito no Facebook, relativo ás privatizações


Desde a criação da ANAC, os governos sucessivos vêm se esmerando em sucatear o negócio da aviação comercial brasileira, entregando o mercado a sucessivos CRIMINOSOS fichados, que, com o apoio dos ocupantes de momento das cadeiras da ANAC, fazem operações sucessivas de dumping. Resultado: de uma das melhores infraestruturas de serviços aéreos no mundo, estamos chegando ao nível da chacota, e, agora, tentando exportar este know-how para Portugal.
Agora, distribuem contratos para operação dos aeroportos para companhias que não sabem nem por onde começar (Guarulhos já pediu arrego). E nem precisam pagar pelo ativo (como no matrô de RJ e no hipotético trem-bala).
Podem ter certeza - tudo isto tem por trás o interesse em mostrar que o Brasil não tem condições de manter a reserva de mercado do transporte aéreo doméstico. Daqui a muito pouco tempo, vamos ter voos domésticos da United, American, seja lá o que for. A Blue já está aí, disfarçada de Azul.


Este estudo apresentado abaixo, encontrei no slideshare, há cerca de dois dias, quando andava a tentar fazer algo similar, mas mais abrangente. Encontrei um pdf sem autor, e com a lista abaixo, á qual acrescentei mais alguns dados. Como foi dito acima, no PSD, no PS e no CDS abundam dirigentes, deputados e autarcas que constituem grande parte desta galáxia do polvo. Este estudo abaixo não os abrange por não terem currículo de governo, mas é uma pequena amostra do jogo de ineresses entre alta finança e política.

Para facilitar a leitura e consulta, optou-se por fórmulas sintéticas e abreviaturas que evitam uma excessiva extensão deste registo.


Abreviaturas

CA – Conselho de Administração
CF – Conselho Fiscal
AG – Assembleia Geral
Quando a designação presidente surge sem mais referência, refere-se à presidência do Conselho de Administração.
Quando surge associada à sigla AG, trata-se da presidência da Mesa da Assembleia Geral.
Quando se trata de empresas integrantes de grandes grupos e essa relação não é clara, é feita menção explícita.

ALBERTO AMORIM PEREIRA


Actividade Política


1983-1985 Secretário de Estado do Orçamento do governo Bloco Central (pelo PSD)

Champalimaud

1995-1999 Grupo Champalimaud BTA
1996 PSD vice-presidente
1996-2003 Grupo Champalimaud CPP
1999-2003 Santander Totta BTA
2000-2002 Metro do Porto Conselho de Administração CA

Santander

2004-2007 Santander Totta AG
vice-presidente Metro do Porto CA,
CM Porto vereador,
Gaiurb Empresa Municipal de Gaia CA presidente
2002-2004 My Portfolio, gestora de patrimónios, presidente

ALBERTO ANTÓNIO JUSTINIANO


Antes do 25 de Abril, CUF quadro

Actividade Política


1981-1985 Secretário de Estado da Indústria dos governos AD e Bloco Central (PSD)
1986-1991 ICEP CA não-executivo
1991-1992 – Conselho de Administração da Quimigal (CA Quimigal)
1995-1997 – Conselho de Administração da Petrogal (CA Petrogal)
1999-2000 CUF – Conselho de Administração CA

ALBERTO REGUEIRA

Actividade Política Durante o Fascismo


1963-1969 Presidência do Conselho, secretariado técnico
1970-1974 Secretaria de Estado do Comércio, director do gabinete de planeamento

Após 25 de Abril


1974-1977 Director Geral do Comércio Externo
1978-1979 CIP director de estudos económicos

1979-1980 COSEC Companhia de Seguro de Créditos, presidente


1980 Secretário de Estado do Turismo do governo AD (pelo PSD)
1981-1983 Secretário de Estado do Planeamento do governo AD (pelo PSD)

Actividade Financeira Banca e Seguros


1983-1993 COSEC Companhia de Seguro de Créditos, presidente
1987-1991 ICEP – Conselho de Administração CA
1990-1992 BFE AG presidente
1991-1993 ICEP conselho geral
1992-1993 BFE – Conselho de Administração CA
1993-1995 BBI – Conselho de Administração CA
1995-1996 Eurovalor presidente

BPI

1995-1996 BPI BFE Patrimónios, presidente
1993-2009 Finangeste, presidente
2010 Montepio Geral, candidato a presidente (derrotado)

ALBERTO JOSÉ DOS SANTOS RAMALHEIRA


Actividade Política


1976-1980 Secretário de Estado do Orçamento nos governos PS e de iniciativa presidencial
1990-1992 COSEC



2007 Montepio – Conselho de Administração CA
2010 Montepio conselho geral

ALBINO AZEVEDO SOARES


Actividade Política


1981-1983 Sub Secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros do governo AD
1987-1991 Secretário de Estado Adjunto do Ministro Adjunto da Juventude do governo PSD

Champalimaud

1991-1995 CPP (Champalimaud) – Conselho de Administração CA
2004-2005 BCP Investimento, secretário da sociedade

ALEXANDRE RELVAS

BCP

PSD

1986-1990 BCP Interfundos – Conselho de Administração CA
1986-1988 Litho Formas – Conselho de Administraçãob CA não-executivo
1990-1991 BFB patrimónios

Actividade Política


1991-1995 Secretário de Estado do Turismo do governo PSD
1996-2010 Logoplaste CEO
2006 Director de campanha presidencial de Cavaco Silva, Foi do CA da Norfin de João Brion, ligada á Atrium --------------------------------------------------

ALEXANDRE SOBRAL TORRES


Actividade Política


1978 Sub Secretário de Estado adjunto do Ministro das Finanças no governo Nobre da Costa
1989 Bonança
1989-2003 CGD
foi presidente da Caixa Geral de Aposentações
2010 SIBS CF

ALEXANDRE VAZ PINTO


Transitou quase directo do Governo Fascista Pidescom, para o "sistema democrático"


1972 Secretário de Estado do Comércio do governo Marcello Caetano

1974-1979 Sociedade Financeira Portuguesa (nacionalizada) presidente
1977 Instituto do Investimento Estrangeiro chairman

Actividade Política


1981 Ministro do Comércio e Turismo do governo AD*

*chefe de gabinete: Vítor Coelho, também Secretário de Estado de Caetano e, depois do 25 de Abril, presidente do Supremo Tribunal

1982 vice-governador do Banco de Portugal

BESCL

1986-1992 BESCL presidente

BES

1989-1994 BES – Conselho de Administração CA

1994 APB presidente

1995-1998 CGD (vice-presidente em 1996)
1999-2001 Brisa – Conselho de Administração CA
2000 Impresa CA e presidente da comissão de auditoria
2005 Full Trust gestora de patrimónios accionista 5%

Banco Privado Português BPP

2008 BPP conselho consultivo do tal banco de João Rendeiro e que foi levado á falência

2010 Solvay produtos químicos – Conselho de Administração CA não-executivo

ALFREDO NOBRE DA COSTA

Champalimaud

1950-1962 Grupo Champalimaud, director em empresas de cimentos do grupo
1962-1965 Grupo Champalimaud,
Siderurgia Nacional, administrador técnico
1965-1972 Efacec – Conselho de Administração CA,
Lusotecna – Conselho de Administração CA
1972-1974 SACOR CA presidente

Actividade Política Fascista Branqueado


1976-1978 Ministro da Indústria e Tecnologia do governo Soares
1978 Primeiro-ministro do governo de iniciativa presidencial

Até 1996 Efacec – Conselho de Administração CA
Presidente da Celcat

ALÍPIO DIAS

PSD

1977 BTA Vice-presidente

Actividade Política


1979-1980 Secretário de Estado das Finanças
1981-1985 Secretário de Estado do Orçamento dos governos do Bloco Central (pelo PSD)

1986 Banco de Portugal, vice-governador

1988-1997 BTA – Conselho de Administração CA
1992-1995 CPP CA

BCP

1998-2007 BCP CA
2004-2010 FC Porto, comissão de vencimentos
2008-2010 Geocapital (Stanley Ho) CA
2009 Kendall/BPP, controla 3% da Brisa
2009-2010 Monte construção CA

2009 PSD comissão de honra de Passos Coelho
2010 Fundação Oriente CF, presidente
Foi presidente da Cruz Vermelha Portuguesa

ALMERINDO MARQUES


1963-1975 Banco da Agricultura secretário-geral do CA

Actividade Política


1976-1978 Secretário de Estado da Administração Escolar no governo Soares
1983-1985 Deputado

BES

1986 BES quadro
1986-1988 SIBS presidente
1988-1989 BFB CA presidente
1989-1997 Barclays, administrador-delegado
1998-2002 CGD CA

BNU

1999-2002 BNU CA
1999-2002 PT CA
2001-2010 Banco de Portugal, conselho consultivo
2002-2007 RTP presidente
2007-2010 Estradas de Portugal, presidente

AUGUSTO MATEUS

PS

Docente universitário
1995-1996 Secretário de Estado da Indústria do governo PS
1996-1997 Ministro da Economia do governo PS

1997-2010 Presidente da Augusto Mateus e Associados, consultores

BPN

2003-2007 BPN Efisa, conselho geral
2010 BPG (Fundação Oriente) conselho estratégico, presidente ÁLVARO AMARO

Actividade Política


1987-1995 Secretário de Estado da Agricultura dos governos PSD
1995-2002 Deputado

2003-2006 PT Comunicações CA não-executivo
2002-2010 Presidente da Câmara Municipal de Gouveia

ÁLVARO BARRETO


1959-1968 Profabril, chefe de projectos

Mello

PSD

1969-1971 Lisnave (Mello), director administrativo
1971-1974 Setenave, administrador-delegado

1974-1978 Lisnave (nacionalizada), administrador-delegado

Actividade Política


1978-1979 Ministro da Indústria e Tecnologia do governo Mota Pinto

1979 TAP presidente

Actividade Política


1980-1981 Ministro da Indústria e Energia do governo AD (pelo PSD)
1981 Ministro da Integração Europeia do governo AD (pelo PSD)

1982-1983 Soporcel presidente CA

Actividade Política


1983 Ministro do Comércio e Turismo do governo do Bloco Central (pelo PSD)

1984-1990 Ministro da Agricultura dos governos do Bloco Central e do PSD

1990-1997 Deputado

1990-2000 Plêiade CA não-executivo
(A Plêiade é uma empresa sócio e membro fundador  do Fórum Portugal Glpba (FPG), a Trilateral Portuguesa
1990-2002 Sonae, conselho consultivo
1990 Soporcel, presidente
1990 Somincor CA não-executivo
1990-2007 Grupo Mello: Nutrinveste e Mellol (na Tabaqueira com Philip Morris) CA não-executivo
(José de Mello membro e sócio fundador
1990-2007 Portugália, presidente AG
1990-2007 Tejo Energia, presidente não-executivo
1990-2007 Cometna AG presidente
1991-1997 Câmara de Comércio Luso-Britânica, presidente

Actividade Política


2002-2004 Deputado
2004-2005 Ministro de Estado da Economia e do Trabalho do governo do PSD-CDS

2004-2006 Semapa (Queiroz Pereira) CA
2005-2007 Portucel e Soporcel CA

2007 BPP Privado Holding, conselho consultivo

ÁLVARO PINTO CORREIA


Actividade Política


1976-1978 Secretário de Estado da Habitação e Urbanismo do governo Mário Soares

1977-1985 BTA CG presidente
1984-1985 APB presidente
1985-2000 CGD CA
1992-2000 Fidelidade presidente CA

2003-2007 Comissão de Negociação da Dívida de Angola presidente
2007 Novo Aeroporto coordenador da equipa do MOP e do MF
2007-2010 Hidroeléctrica de Cahora Bassa CA não-executivo
2007-2010 PT presidente da comissão de vencimentos
2008-2010 Sofid instituição de crédito (maioria Estado) presidente
2010 Inapa presidente

ÂNGELO CORREIA

PSD

Junta Nacional de Investigação Cientifica e Tecnológica, técnico Gabinete de Estudos e Planeamento do Ministério da Educação, técnico Instituto de Alta Cultura, chefe da divisão financeira Sociedade Financeira Portuguesa, técnico

Actividade Política


Presidência do Conselho de Ministros, secretariado técnico
1975-78 Rodes, Cipro e Noética CA
1975-1995 Deputado
1979-1981 NATO Assembleia Parlamentar, presidente delegação portuguesa

Actividade Política


1981-1983 Ministro da Administração Interna

1983-1985 IP Colep Trading CA
1985-1995 NATO Assembleia Parlamentar, presidente delegação portuguesa

1985-1988 Solidal condutores, presidente
1987-2001 Imovalor CA
1988-1991 IP Financeira, presidente
1988 Vidago, Melgaço e Pedras Salgadas CF presidente
1989-1991 IP Colepinova, presidente
1991-1993 Tertir terminais, vice-presidente
1991-1998 Liscont contentores CA
1991-1993 Transinsular CA
1991-1995 Philips Portuguesa CA
1992-1995 Presidente Associação das Empresas Operadoras Portuárias presidente
1992-1994 Nacionalgás, presidente
1992-1997 Refrige refrigerantes CF
1994-1995 Fundos Europólis CA
1994-1998 Burgo Fundiários CA
1994-1999 BTA Totta Urbe vice-presidente; Cipol petróleos e Benim imobiliária, CA
1995-1996 Turistrela, presidente
1995-1998 Petrogás CF presidente, Hotel Altis CF presidente,
Somotel CF presidente

1996 Vidago, Melgaço e Pedras Salgadas CA, Prosegur AG presidente
1997-1998 Conferência dos Presidentes das Câmaras de Comércio e Industria Euro-Árabes
1998-2002 Pavilis CA
2000-2002 Drink-In CA, Portgás CA, Pavi do Brasil CA
2001-2002 Lisboagás CA Setgás CA, Figueira Paraindústria, presidente
2002-2005 ALL2IT CA
2010 – Associação de Empresas de Segurança Privada, presidente

Presidente: Lusitaniagás, Tejo-Ambiente, Fomentinvest

CA: Fundação IP Ilidio Pinho, BPI Global seguros, Ecoambiente,
EcoProgresso, Pharma, GDP
Distribuição
Consultor: Philips Portuguesa; Holtman; Thiess Petrosea International Holdings
AG: Ferpinta presidente, Geoger presidente, Solikap-Acessórios Eléctricos
Conselho consultivo: DVH-FBO, Roland, Berger & Partner
Câmara de Comércio e Industria Árabe Portuguesa, presidente;
Consul Honorário da Jordânia

ANTÓNIO COUTO DOS SANTOS

PSD

1974-1981 Arsenal do Alfeite, quadro
1981-1983 Quimigal, quadro

Actividade Política


1983-1984 Adjunto dos Secretários de Estado do Ambiente e da Qualidade de Vida
1985-1987 Secretário de Estado da Juventude do governo PSD
1985-1992 Conselho da Europa comité da juventude presidente
1987-1991 Ministro Adjunto do Primeiro Ministro e da Juventude do governo PSD

1988-1991 Comissão dos Descobrimentos presidente
1991-1992 Ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares do governo PSD
1992-1993 Ministro da Educação do governo PSD
1993-1994 Deputado

1994-2006 FLAD conselho directivo
1994-2008 AIP Associação Industrial Portuense vice-presidente

Grupo Mello

1994-2003 Grupo Mello, Hospital Amadora-Sintra CA não-executivo
1996-2004 PT TVcabo CF presidente
1998-2003 Parque Invest, presidente
1998 Associação Portugal-Brasil, vice-presidente
1999-2002 Compta CA não-executivo
1999-2002 Sporting, vice-presidente
2000 Fundação Ilídio Pinho CA
2002-2005 PT Lusomundo AG presidente

Banif

2003 Banif, conselho consultivo
2003-2005 PT Lusomundo AG presidente
2004-2005 Casa da Música, presidente
2004-2007 Intervalores corretora AG presidente
2004-2005 EXMO imobiliário, presidente
2004-2006 Câmara de Comércio e Indústria Árabe Portuguesa vice-presidente
2008-2010 Enervento renováveis, consultor
2008-2010 Cônsul Honorário da Rússia, Porto

2009-2010 Deputado

ANTÓNIO DE ALMEIDA


1963-1971 Instituto do Crédito de Moçambique

Commercial Bank of Malawi

1972-1974 Texlom, Caminhos de Ferro de Moçambique, Commercial Bank of Malawi

Bank of Lisbon and South Africa

1974-1988 Bank of Lisbon and South Africa CA não-executivo

Banco de Angola

1974-1978 Banco de Angola presidente

UBP

1978-1992 UBP presidente

Actividade Política


1978-1980 Secretário de Estado do Tesouro no governo de iniciativa presidencial
1983-1985 Secretário de Estado do Tesouro no governo do Bloco Central

1991-1996 AIPortuense consultor
1996-1998 EDP CA presidente
1998-2004 BERD CA
2003-2004 EDP comissão de auditoria presidente
2006-2010 EDP conselho geral e de supervisão presidente

2009-2010 ISCTE presidente do conselho de escola

ANTÓNIO DE SOUSA


1986-1987 IPE CA

Actividade Política


1987-1989 Secretário de Estado da Indústria do governo PSD

1989-1991 BTA CA

Actividade Política


1991-1993 Secretário de Estado Adjunto do Comércio Externo do governo PSD
1993-1994 Secretário de Estado Adjunto e das Finanças do governo PSD

1994-2000 Banco de Portugal governador
2000-2004 CGD presidente
2002-2010 Brisa CA
2010 ECS capital de risco CA

JP Morgan Chase

2010 JP Morgan Chase conselho consultivo europeu
2010 Stratorg, gestão de empresas, presidente

Associação Portuguesa de Bancos

2010 Associação Portuguesa de Bancos, presidente

ANTÓNIO DE CASTRO GUERRA


Docente universitário

Actividade Política



1996-2000 IAPMEl presidente
1997-2000 Tagus Park presidente
2000-2002 IPE presidente
2005-2009 Secretário de Estado Adjunto, da Indústria e da Inovação do governo PS
2010 CGD (poucas semanas)
2010 Cimpor presidente

ANTÓNIO DE SOUSA GOMES


Actividade Política


1976-1978 Ministro do Plano e Coordenação Económica do governo Mário Soares
1978 Ministro da Habitação e Obras Públicas do governo PS-CDS (pelo PS)
1993-2000 Cimpor CA
1998-2003 Serralves CA
2003 Finpro CA
2006-2007 EDP conselho geral e de supervisão

ANTÓNIO VITORINO


Actividade Política


1980-1991 Deputado
1983-1985 Secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares do governo do Bloco Central (pelo PS)
1986-1987 Macau, secretário adjunto do governador

Tribunal Constitucional

1989-1994 Tribunal Constitucional juíz
1994-1995 Eurodeputado
1995-1997 Ministro da Presidência e da Defesa no governo PS


1998-1999 PT Internacional vice-presidente

Santander

1998-1999 Santander Portugal AG presidente

1999-2004 Comissário Europeu

2004-2010 SantanderTotta AG presidente

2006-2010 Finpro AG presidente
2007-2010 Brisa AG presidente*
2008-2010 Novabase AG presidente
2008-2010 Siemens Portugal CA não-executivo
2010 CGD BCI Fomento (Moçambique) AG presidente;

José de Mello SGPS

consultor da José de Mello SGPS e da EDP.
Presidente da Fundação Arpad-Szenes

ANTÓNIO MEXIA


1982-1995 Docente universitário

1989-1991 Adjunto do Secretário de Estado do Comércio Externo, Ferreira do Amaral

1998-1990 ICEP vice-presidente

1990-1998 BES Investimento CA
1998-2001 GDP e Transgás CA presidente
2000 Galp CA vice-presidente
2001-2004 Galp CEO
2004 EGEAC (empresa da CML) presidente

Actividade Política


2004-2005 Ministro das Obras Públicas Transportes e Comunicações do governo PSD-CDS

2006-2010 EDP CEO
2008 Aquapura Hotéis CA não-executivo

BCP

2008-2010 BCP conselho de supervisão, vogal

ANTÓNIO NOGUEIRA LEITE

PSD

1988-1996 Banco de Portugal, OCDE, Comissão Europeia consultor
1997-1999 Soporcel e Papercel, director
1999 Bolsa de Valores de Lisboa CA presidente

Actividade Política


1999-2000 Secretário de Estado do Tesouro e das Finanças do governo PS

2000-2002 Vodafone e GE Capital, consultor

Grupo Mello dono de 50% da Brisa

2002-2010 Grupo Mello(Brisa, Efacec, Quimigal, Reditus, CUF, Comitur, ADP) CA

Banif

2005-2010 Banif Investimento vice-presidente do conselho consultivo
2010 EDP Renováveis CA

2010 PSD membro do Conselho Nacional, foi coordenador da moção de estratégia de Passos Coelho

ANTÓNIO MONTEIRO


1968 MNE quadro
1984 ONU representante permanente adjunto na Missão de Portugal


Actividade Política


1987-1991 Chefe de Gabinete do Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros do governo PSD

1991 MNE Angola Chefe da Missão temporária de Portugal no processo de paz
1994 MNE Director-Geral de Política Externa
1994-1996 CPLP Coordenador do Comité de Concertação Permanente
1997 ONU representante permanente de Portugal
1997-1998 ONU Conselho de Segurança representante de Portugal
1997-1998 ONU Conselho de Segurança presidente
2000-2001 ONU Conselho Económico e Social representante de Portugal
2001 Embaixador em França

2001-2004 Agência Espacial Europeia representante de Portugal

Actividade Política


2004-2005 Ministro dos Negócios Estrangeiros e das Comunidades Portuguesas do governo PSD-CDS
2005-2006 ONU Alto Comissário para as Eleições na Costa do Marfim

2006-2009 Agência Espacial Europeia representante de Portugal
2006-2009 Embaixador em França
2009-2010 Fundação Luso-Brasileira, presidente do conselho de curadores

BCP

2009-2010 BCP conselho geral e de supervisão

SOCO International petrolífera

2009-2010 SOCO International petrolífera CA

Angola - Banco Privado do Atlântico

2009-2010 Angola, Banco Privado do Atlântico CA

ARMANDO VARA

PS

O nosso amigo das caixas de Roubalos do Manel Godinho


Actividade Política


1978-1981 Deputado
1991-1995 Vereador na Câmara Municipal da Amadora
1995-1997 Secretário de Estado da Administração Interna do governo PS
1997-1999 Secretário de Estado adjunto do ministro da Administração Interna do governo PS
1999-2000 Ministro adjunto do Primeiro-Ministro do governo PS
2000 Ministro da Juventude e Desporto do governo PS

2005-2007 CGD CA
2005-2007 PT CA não-executivo

BCP

2008-2009 BCP vice-presidente

ARTUR SANTOS SILVA


1968-1975 BPA director

Actividade Política


1975-1976 Secretário de Estado do Tesouro (pelo PS)

1977-1978 Banco de Portugal, vice-governador

BPI

1978-2004 BPI presidente executivo
1987-2010 AEP CF presidente

1991-2010 Fundação Mário Soares CF presidente
1998-2010 Fundação Bial CF

Banco Itaú

2001-2010 Banco Itaú (Brasil), comité consultivo Internacional

2002 Fundação Calouste Gulbenkian CA

2004-2010 Jerónimo Martins CA

BPI

2004-2010 BPI CA presidente não-executivo
2006-2010 COTEC
2006-2010 Casa da Música, conselho de fundadores presidente
2007-2010 Sonae, comissão de vencimentos

Actividade Política Estudos E Projectos Bilionários


2005-2010 Plano Tecnológico, conselho consultivo

ARTUR MOTA


Actividade Política


1982-1983 Secretário de Estado do Emprego
1990 IEFP assessor principal
1993-1995 Brisa CA

Actividade Política


2001 Ministério do Trabalho, comissão nacional de aprendizagem

BAGÃO FÉLIX

PSD
CDS

1973-1976 A Mundial seguros, quadro
1976-1979 Companhia de Seguros de Crédito, quadro
1979-1980 Instituto Nacional de Seguros, quadro

Actividade Política


1980-1983 Secretário de Estado da Segurança Social dos governos AD

PSD

1983-1985 PSD Deputado

CDS

1986-1991 CDS militante

1985-1987 BCI CA

Actividade Política


1987-1991 Secretário de Estado do Emprego e Formação Profissional do governo PSD

1992-1994 Banco de Portugal

BCP

1994-2002 BCP sector seguros CA

Actividade Política


2002-2004 Ministro da Segurança Social do governo PSD - CDS (pelo CDS)
2004-2005 Ministro das Finanças e da Administração Pública do governo PSD-CDS (pelo CDS)

LUÍS CAMPOS E CUNHA

PS

1985-1996 Docente universitário
1996-2002 Banco de Portugal, vice-presidente

Actividade Política


2005 Ministro de Estado e das Finanças do governo do PS

Banif

2006-2008 Banif conselho consultivo, vice-presidente

2006-2010 Fundação Serralves CA não-executivo
2010 Banif AG presidente

CARLOS DE OLIVEIRA CRUZ


1973-1975 OCDE delegado ao comité de política económica

Actividade Política


1976-1977 Secretário de Estado da Coordenação Económica do governo Mário Soares

1977-1982 EDP CA
1982-1983 BPSM director de relações internacionais
1984-1989 CGD CA
1989-1996 CGD Imoleasing CA
1996-2000 Banco de Portugal
2000-2004 Unibanco (Brasil) CA
2000-2004 CGD

2001-2004 PT CA
2005 PT comissão de remunerações

CARLOS MASCARENHAS DE ALMEIDA


Actividade Política


1981-1983 Secretário de Estado da Habitação e Urbanismo do governo AD (pelo PSD)

Banco Fonsecas & Burney BFB

1991 BFB CA

BPI

1999-2004 BPI Sofinac presidente
2004-2006 BPI Douro CA
2009 BPI Vida CF
Sucessa construção CA

CARLOS TAVARES

BPA

1975 BPA gabinete de estudos macroeconómicos
1988-1989 Bonança CA

Actividade Política


1989-1991 Secretário de Estado do Tesouro do governo do PSD

1991 Unicre presidente
1991 SIBS CA

BPA

1992 BPA CA

BNU

1992 BNU presidente
1992-1996 CGD vice-presidente

BCP

1996 BCP CISF CA

Champalimaud

1996-2001 Grupo Champalimaud (vice-presidente nos bancos Chemical, BTA, BPSM, CPP)

Santander

1999-2001 Santander Negócios, vice-presidente

Actividade Política


2002-2004 Ministro da Economia do governo PSD-CDS

CMVM

2005-2010 CMVM presidente

CARLOS VIANA BAPTISTA


1956-1976 TAP engenheiro, director

Actividade Política


1976-1979 Ministério das Obras Públicas assessor
1979 ANA CG


1980-1983 Ministro das Obras Públicas Transportes e Comunicações dos governos AD (pelo PSD)
1983 Instituto do Investimento Estrangeiro
1986-1989 CTT presidente

Sonae

1989-1992 Sonae, vice-presidente
1992-1998 Sonae, conselho geral

Petrogal

1992-1994 Petrogal, presidente

Edifer

1997-2005 Edifer, chairman, depois vogal do CA

CELESTE CARDONA


1974 Lisnave assistente administrativa

Actividade Política


1999-2002 Deputada europeia
2002-2004 Ministra da Justiça do governo PSD-CDS (pelo CDS)

2004-2005 CGD CA
2005-2010 BCI Fomento (grupo CGD, Moçambique) CA

DANIEL SANCHES

PSD

1973 Magistrado do Ministério Público
1984-1988 PJ director adjunto
1985 Procurador-Geral adjunto
1988-1994 SEF director-geral
1994-1997 SIS director-geral
1997 Procurador distrital em Évora

BPN

2003-2004 BPN AG

2004-2005 Ministro da Administração Interna do governo PSD-CDS (pelo PSD)

DUARTE CASTRO


Actividade Política


1981 Secretário de Estado dos Desportos no governo AD
1989-1999 Petrogal AG
2010 Anacom CF

DANIEL BESSA


1970-1995 Docente universitário

Actividade Política


1995-1996 Ministro da Economia do governo do PS

1996-2006 Celbi CA não-executivo
1997-1999 Inparsa indústrias e participações CA nãoexecutivo
1997-2007 SPGM investimentos CF presidente

Finibanco

1997-2010 VIC Finibanco CA
1999-2002 Administração do Porto do Douro/Leixões AG presidente

2000-2010 Institituto de Gestão de Fundos de Capitalização da Segurança Social, conselho consultivo

2003-2010 Fundação Bial CA

2003-2004 Programa de Recuperação de Áreas e Sectores Deprimidos, encarregado junto do Governo

2006-2010 Efacec CA
2007-2010 AICEP CA
2006-2010 Galp CF presidente
2008-2010 Sonae CF presidente
2009-2010 COTEC associação empresarial para a inovação, director-geral

DANIEL PROENÇA DE CARVALHO


Advogado, Magistrado MP e Inspector PJ

1976-1977 Jornal Novo director

Actividade Política


1978-1979 Ministro da Comunicação Social no governo de nomeação presidencial (pelo PSD)

1980-1983 RTP presidente

1985-1986 Director da campanha presidencial de Freitas do Amaral

1995-1998 BTA AG
1997-1998 CPP AG

BES

2008-2010 BES comissão de remunerações

Mello

2007-2008 Hospital Amadora-Sintra (Mello), presidente do conselho estratégico
2007-2010 ZON Multimédia CA presidente
2004-2010 Explorer Investments, capital de risco, presidente do conselho consultivo
2005-2010 Sindcom investimentos indústria e comércio CA
2009 Galp conselho consultivo da Fundação Galp
É presidente da Assembleia-Geral da CGD, Mota Engil, Galp, Estoril-Sol, Edifer, Mague, Renova, Celulose do Caima, Confiança Participações, 3Z imóveis, Sogeb, Vila Sol,

Euroatlântica, Ogesfin, Sétimos, Socitrel, Coaltejo, Gotan,
Confiança, Cabo Raso, Almonda, Panatlântica holding,
Sotac, Portugália patrimónios e Sociedades Agrícolas Belo de Mértola, dos Namorados e da Serra Branca.

EDUARDO CATROGA

PSD

Foi do CA da Sapec

Ver Quem é Eduardo Catroga e Visita de Passos á Goldman Sachs

Actividade Política


1967 Ministério das Finanças, consultor

1968-1974 CUF CA
1981-1993 Sapec, vice-presidente; Quimigal, vice-presidente;
Cel Cat e BP portuguesa CA

Actividade Política


1993-1995 Ministro das Finanças do governo do PSD

Banco Finantia

2002-2010 Banco Finantia CA

O Banco Financia é um dos Sócios da Comissão Trilateral

2011-2012 Banco Finantia CA
2006-2010 EDP conselho geral e de supervisão
2010 Sapec presidente

Mello

2010 Nutrinveste (Mello) vice-presidente
2010 PVCI Capital de Risco do BEI, presidente do comité de investimentos

Governanço e Actividade de Arruinação Política Nacional


2011 Escreveu o Programa Eleitoral do PSD e levou a cabo as negociações com o FMI, sendo parte interessada, o banco de que é membro do Conselho de Administração.

EDUARDO CORREIA DE MATOS


1976-1984 CTT-TLP director
1984-1987 CTT-TLP CA

Actividade Política


1987-1990 Secretário de Estado dos Transportes Exteriores e Comunicações do governo PSD

1990-1991 Marconi presidente
1996-2002 PT CA
2003-2010 PT Brasil presidente

EDUARDO OLIVEIRA FERNANDES


Actividade Política


1984-1985 Secretário de Estado do Ambiente do governo do Bloco Central (pelo PS)

1995 EDP Hidrorumo CA
1999-2004 EDP conselho de ambiente
2001-2002 Secretário de Estado Adjunto do Ministro da Economia para a Energia e Inovação do governo PS
2005-2007 Galp CA

ERNÂNI LOPES


1967-1974 Banco de Portugal serviço de estatística e estudos económicos, técnico
1975 Banco de Portugal director do serviço de estatística e estudos económicos

Actividade Política


1975-1979 Embaixador em Bona
1979-1983 Chefe da Missão de Portugal junto das Comunidades Europeias

1983-1985 Ministro das Finanças e do Plano do governo do Bloco Central

1985-1989 Banco de Portugal consultor económico
1997-2003 Instituto de Gestão do Crédito Público, conselho consultivo

1997-2003 Banco de Portugal, conselho consultivo

2000-2002 EDP CA

Prémio BES Economia Após Saída da Pulhitica

2002-2003 BES Financial CA
2002-2003 Convenção Europeia, representante do governo

2004 mandatário coligação PSD/CDS à eleições europeias

2003-2005 PT chairman
1988-2010 SaeR – Sociedade de Avaliação de Empresas e Risco (em 1995, integrou a Companhia Portuguesa de Rating) sócio-gerente

EUGÉNIO MANUEL DOS SANTOS RAMOS


1975-1980 ISCAL docente

Actividade Política



Actividade de Nomeção Política


1976-1983 Ministério da Reforma Administrativa técnico
1983-1987 CGD Caixa Geral de Aposentações director
1987 Director Geral do Património do Estado do governo do PSD

Actividade Política


1987-1993 Secretário de Estado Adjunto do Ministro da Defesa e Secretário de Estado do Equipamento e Tecnologias de Defesa do governo do PSD

1994-2009 CGD Seguros

EURICO DE MELO


Professor da Faculdade de Engenharia da UP

Actividade Política


1975-1976 Governador Civil de Braga
1980-1981 Ministro da Administração Interna do governo AD
1985-1987 Ministro da Administração Interna do governo do PSD
1987-1991 Ministro da Defesa, vice-Primeiro Ministro do governo do PSD
1994-1999 Deputado europeu

1999-2003 BTA CA
1999-2003 CPP AG presidente

Prémio Santander Economia

2002-2008 SantanderTotta CA presidente

EURICO NUNES


Actividade Política


1976-1978 Sub Secretário de Estado das Finanças do governo Mário Soares
1978 Secretário de Estado das Finanças do governo PS-CDS (pelo PS)

1980-1981 BPSM CA
1981 BFN vice-presidente

BCP

1986-1991 BCP CA

FERNANDO FARIA DE OLIVEIRA


1965-1979 Sorefame, director de exportações

Actividade Política


1981-1983 Secretário de Estado do Comércio Externo do governo AD1980-1981 Siderurgia Nacional CG

1983 Siderurgia Nacional CG
1983-1990 IPE vice-presidente

Actividade Política


1985 Secretário de Estado Adjunto do Vice-Primeiro Ministro do governo PSD

1986-1988 ICEP CA
1987-1988 CELBI CA não-exec
1988 Empresa Geral de Fomento CA não-executivo

Actividade Política


1988-1989 Secretário de Estado das Finanças e do Tesouro do governo PSD
1989 Secretário de Estado Adjunto e das Finanças do governo PSD

1990 BFE CA
1990-1995 Ministro do Comércio e Turismo do governo PSD
1995-1996 vice-presidente do PSD

1995-2002 IPE CA
1998-2006 TAP CA não-executivo
2003-2005 Hospitais Privados de Portugal CA não-executivo
2003-2005 Carlton Life SGPS CA
2008-2010 EDP conselhos geral e de supervisão
2008-2010 CGD presidente
2010 Sporting conselho fiscal

FERNANDO GOMES


Actividade Política


1974-1981 Presidente da Câmara Municipal de Vila do Conde
1983-1985 Secretário de Estado da Habitação e Urbanismo do governo do Bloco Central (pelo PS)
1986-1989 Deputado europeu
1989-1999 CM Porto presidente
1999-2000 Ministro Adjunto e da Administração Interna do governo PS
2000-2005 Deputado

2005-2010 Galp CA

FERNANDO NOGUEIRA


Actividade Política


1985-1987 Ministro adjunto e para os Assuntos Parlamentares do governo PSD
1987-1991 Ministro da Presidência, da Justiça e da Defesa do governo PSD
1991-1995 Ministro da Defesa e da Presidência do governo PSD
1996 PSD presidente

Prémio BCP Economia

2003-2006 BCP Luxemburgo presidente
2006-2008 BCP Angola presidente
2008-2010 Secretário-geral da Fundação BCP

FERNANDO ROCHA ANDRADE


Actividade Política


1993-1995 Deputado municipal em Aveiro

1995 Docente universitário

Actividade Política


1995-1999 Adjunto do ministro dos Assuntos Parlamentares
2001-2002 Adjunto do ministro da Justiça

Tribunal Constitucional

2003-2004 Assessor do presidente do Tribunal Constitucional

Actividade Política


2005-2009 Sub Secretário de Estado da Administração Interna do governo PS

2008-2010 REN CA

FERNANDO PACHECO


Actividade Política


1995-1999 Secretário de Estado da Indústria e Energia do governo PS
1999-2002 Secretário de Estado do Orçamento do governo PS

2003-2004 Pró-reitor da UCP
2006-2010 Iberdrola CA

FRANCISCO ESTEVES DE CARVALHO


PSD

Actividade Política FASCISTA


1967-1968 Ministério das Finanças, técnico economista
1969-1975 Docente universitário
1971-1973 CUF direcção de planeamento e controle
1973-1982 FISIPE fibras sintéticas (Mello), director financeiro
1982-1993 BFE CA
1992-1993 BBI CA

Actividade Política


1993-1995 Secretário de Estado do Tesouro e Secretário de Estado das Finanças do governo PSD

BPI

1995-2002 BPI director central

2002-2003 Instituto Nacional da Habitação presidente

Actividade Política


2003-2004 Secretário de Estado do Tesouro e Finanças do governo PSD-CDS
2006-2010 CGD Seguros CA
2008-2010 PT comissão de vencimentos

FRANCISCO MURTEIRA NABO


1972-1982 Marconi, presidente a partir de 1978

1976-1981 vereador na Câmara Municipal de Lisboa

1982-1983 Sorefame, vice-presidente

Actividade Política


1983-1985 Secretário de Estado dos Transportes do governo do Bloco Central (pelo PS)

1986 Companhia Industrial Portugal e Colónias

1986 CGD Imoleasing, administrador-delegado

Actividade Política


1987 Macau, secretário adjunto para a educação, saúde e assuntos sociais
1990-1991 Macau, encarregado do Governo
1995-1996 Ministro do Equipamento Social do governo PS

1996-2003 PT presidente

BES

2000-2004 BES CA

2004-2006 RAVE rede alta velocidade AG presidente
2005-2009 Galp chairman
2006-2007 Macau, Seng Heng Bank (Stanley Ho) CA nãoexecutivo
2007 Fundação Aga Khan Portugal
2005-2010 Fundação Oriente conselho de curadores
2010 Fundação Galp conselho de fundadores presidente
COTEC presidente; Novabase, presidente da comissão de vencimentos

FRANQUELIM ALVES

BPA

1987-1991 BPA CA
1992 Lusomundo CA
1997 Jerónimo Martins, director financeiro
2000-2002 Lusomundo CA
2002 Sociedade Instaladora de Mercados Abastecedores, presidente

Actividade Política


2003-2004 Secretário de Estado Adjunto do Ministro da Economia do governo PSD-CDS (pelo PSD)
2005-2008 PT CA

SLN

2007-2008 SLN CA

GUILHERME D’OLIVEIRA MARTINS

PS

1977-1985 Docente universitário
1979 Chefe de gabinete do Ministro das Finanças
1985-1991 PR Casa civil assessor político
1988-1994 UNESCO delegação portuguesa vice-presidente
1999-2000 Ministro da Educação do governo do PS
2000-2002 Ministro da Presidência do governo do PS
2001-2002 Ministro das Finanças do governo do PS

BPN

2003-2006 BPN Efisa conselho geral

2003-2005 Fundação Mário Soares CA

Tribunal de Contas?

2006-2010 Tribunal de Contas presidente
2008-2010 UEO auditor geral da assembleia
2008-2010 Conselho de Prevenção da Corrupção presidente

HENRIQUE CHAVES


Actividade Política


1974-1975 CML vereador

1994-2003 Rentigest (rep. capital angolano no Banif)

Actividade Política


1999-2003 Deputado
2003-2004 Ministro Adjunto do Primeiro Ministro do governo do PSD-CDS (pelo PSD)

2006-2007 PT CA

LUÍS CORREIA DA SILVA


Até 1996 ICEP delegado, director, vice-presidente

Actividade Política Euro Tacho


1996 Comissão Europeia, director de planeamento de viagens

Foi membro dos CA da Lusotur, Grupo André Jordan e Aparbelas (Belas Clube de Campo)

Actividade Política


2003-2004 Secretário de Estado do Turismo do governo do PSD-CDS (pelo PSD)

2005-2010 Sector turismo: Groundforce presidente.

Mega Empresas

Administrador: TAP, Panatlântica (Vila Sol), Air Macau, SIAP (Roquette, Alqueva), Belas Clube de Campo, Lusotur e Grupo André Jordan. Sócio-gerente da TT-Thinktur e presidente da Aequitate

JOÃO CALVÃO DA SILVA


Actividade Política


1983-1985 Secretário de Estado Adjunto do Vice Primeiro-Ministro do governo PSD
1990-1996 BTA CA
1992-1995 CPP CA
2010 PSD conselho de jurisdição nacional, presidente TAP CF presidente, vogal do Conselho Superior de Magistratura

JOÃO DE DEUS PINHEIRO


Actividade Política


1978-1981 Deputado
1982-1983 Secretário de Estado da Educação e Administração Escolar do governo AD
1985 Ministro da Educação do governo PSD
1986-1987 Ministro da Educação e Cultura do governo PSD
1987-1992 Ministro dos Negócios Estrangeiros do governo PSD
1993-2000 Comissário Europeu

2000 BPP conselho consultivo
2000–2005 Galp CA
2003-2005 Lusomundo CA
2004-2009 Deputado europeu
2007-2010 Grupo Panatlântica CA

JOÃO MANUEL SOARES

PSD

Director-geral das Florestas

1988-1990 Director-geral das Florestas

Portucel

1999-2009 Portucel-Soporcel comissão de sustentabilidade
2001-2003 Portucel florestal CA
1996-2003 Confederação Europeia da Indústria Papeleira direcção

Actividade Política


2003-2004 Secretário de Estado das Florestas do governo PSD-CDS (pelo PSD)

2006-2010 Portucel-Soporcel assessor da comissão executiva e comissão de sustentabilidade

JOÃO MORAIS LEITÃO

CDS

Champalimaud

BPSM (Champalimaud), director contencioso

1968-1975 Mundial Confiança (Champalimaud) administrador delegado

Actividade Política


1979-1980 Ministro dos Assuntos Sociais do governo AD (pelo CDS)
1980-1981 Ministro das Finanças e do Plano do governo AD (pelo CDS)

1992-1995 CPP (Champalimaud) AG
1995-1997 Lusoponte CA presidente
1995-2005 Portucel AG
1996-1998 Ordem dos Advogados, conselho superior
2001-2004 Galp AG
2003 Orey Antunes AG presidente
2005 Impresa AG presidente Grupo Queiroz Pereira AG presidente (várias sociedades)

JOÃO SALGUEIRO


1959-1963 BFN economista

Actividade Política Fascista


1965-1969 Presidência do Conselho director do planeamento, secretário técnico
1969-1971 SubSecretário de Estado do Planeamento do governo Marcello Caetano

1972-1974 JNICT presidente
1974-1975 Banco de Portugal vice-governador
1981 Instituto do Investimento estrangeiro presidente

Actividade Política


1981-1983 Ministro de Estado e das Finanças e do Plano do governo AD (pelo PSD)
1983-1985 Deputado

1983-1992 BFE presidente
1996-1999 CGD/BNU presidente
2009-2010 Conselho Económico e Social, vice-presidente
Foi presidente da Associação Portuguesa de Bancos

JOAQUIM FERREIRA DO AMARAL


1978 Director Geral das Indústrias Electromecânicas
1979 Secretário de Estado das Indústrias Extractivas e Transformadoras do governo AD (pelo PSD)
1981 Secretário de Estado da Integração Europeia do governo AD (pelo PSD)

1982-1983 INDEP armamento (pública), vice-presidente;
Instituto do Investimento Estran-geiro, vice-presidente;
EDIG European Defense Industrial Group, vice-presidente

Actividade Política


1984-1985 Secretário de Estado do Turismo do governo do Bloco Central (pelo PSD)
1984-1985 Ministro do Comércio e Turismo do governo do Bloco Central (pelo PSD)
1985 Assembleia Municipal de Cascais, presidente

Actividade de Nomeação Política


1986 IFADAP presidente

1987-1990 Ministro do Comércio e Turismo do governo do PSD
1990-1995 Ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações do governo do PSD
1991-1999 Deputado e membro do Conselho Superior de Defesa Nacional
1997-2001 Câmara Municipal de Lisboa, vereador
2000 Candidato à Presidência da República
2001 Cimianto CA
2001 Deputado

2002-2005 Galp CA chairman
2005-2010 Lusoponte, presidente
2006-2010 Semapa CA e comissão de auditoria
2009-2010 Fergrupo construção/ferrovia, consultor
2009-2010 Consultor do Dresdner Bank, da Transdev transportes e da Lisboa Vista do Tejo

JOAQUIM PINA MOURA


1992 Docente universitário

Actividade Política


1995-1997 Secretário de Estado adjunto do primeiro-ministro do governo PS
1997-1999 Ministro da Economia do governo PS
1999-2007 Deputado

2004 CA BCP consultor do CA para a Energia
2004-2007 Galp CA
2004-2010 Iberdrola Portugal presidente
2007-2009 TVI MediaCapital chairman

JORGE COELHO


Actividade Política


1983-1985 Chefe de gabinete do Secretário de Estado dos Transportes

Actividade de Nomeação Política


1985-1988 Carris, secretário-geral

Actividade Política


1988-1989 Macau, chefe de gabinete do Secretário de Estado adjunto dos Assuntos Sociais, Educação e Juventude
1989-1991 Macau, Secretário adjunto para Educação e Administração Pública
1991-1995 Deputado
1995-1997 Ministro Adjunto do governo PS
1997-1999 Ministro da Administração Interna do governo PS
1999-2001 Ministro de Estado e do Equipamento Social do governo PS
2004-2006 Conselheiro de Estado

2008-2010 Mota Engil CEO consultor da Martifer, Visabeira e Novabase (sem datas disponíveis)

JORGE BORREGO


1981-1987 Siderurgia Nacional técnico
1987-1988 Direcção-Geral de Energia, assessor do director geral
1988-1996 Direcção-Geral de Energia, subdirector geral
1991-1992 Petrogal CF
1993-1997 Petrogal AG
1996-1998 Partex, director de operações e tecnologias industriais
1998-2000 Gás de Portugal, administrador
2000-2001 Galp director, Galpower SGPS administrador executivo

2001-2004 Director Geral de Energia e depois de Geologia e Energia

Actividade Política


2004-2005 Secretário de Estado dos Transportes e Comunicações do governo PSD-CDS (pelo PSD)

2005-2009 Galp Power, presidente
2005-2009 Instituto Tecnológico do Gás, presidente nãoexecutivo
2009 COGEN Associação Portuguesa para a Eficiência Energética e Promoção da Cogeração, presidente

JORGE OLIVEIRA GODINHO


1978-1982 EDP comissão inter-sindical

Actividade Política


1985-1991 Secretário de Estado das Pescas dos governos PSD

1990-1998 Portucel CA presidente
1998-2008 EDP CA (EDP Brasil presidente)
2009 Banif Investimento conselho consultivo
Docapesca presidente, AIP vice-presidente, Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social CA, Efacec CA

JOSÉ ELIAS DA COSTA


Actividade Política


1985-1987 Secretário de Estado da Construção e Habitação do governo do PSD
1987-1991 Secretário de Estado das Obras Públicas Transportes e Comunicações do governo PSD
1987-1994 Secretário de Estado das Finanças do governo do PSD

1994-1995 Transgás presidente
1999-2010 SantanderTotta CA
2003-2006 Sonae CA não-executivo

JOSÉ LAMEGO


1984-1985 Banco Mundial, consultor

Actividade Política


1991-2010 Deputado

1994-2010 Comissão Trilateral, membro

Actividade Política


1995-1997 Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e Cooperação do governo PS
1998-2001-2010 Partido Socialista Europeu, vice-presidente

2003-2004 Iraque, Autoridade Provisória da Coligação, responsável pela política para refugiados

2001-2005 Global Seguros (grupo Banif) CA

2006-2009 BPN Efisa conselho geral

2010 PT conselho consultivo

JOSÉ LOPES MARTINS


Actividade Política


1991-1995 Secretário de Estado da Saúde do governo PSD

2002-2010 Mello Saúde CA

JOSÉ LOPES RAIMUNDO


Actividade Política


1981 Secretário de Estado da Reforma Administrativa do governo AD (pelo PSD)

2000-2005 BES CF
2001-2005 BES Financial CA
2002-2009 Jerónimo Martins, comissão de vencimentos

JOSÉ LUÍS NOGUEIRA DE BRITO


Outro Fascista


Actividade Política


1969 Ministério das Corporações centro de estudos
1969-1972 Sub Secretário de Estado do Trabalho e da Previdência do governo Marcello Caetano
1972 Secretário de Estado do Urbanismo e Habitação do governo Marcello Caetano

1981 Banco de Portugal CA
1983 Deputado do CDS
1980 Jerónimo Martins, consultor jurídico
1989 CIP vice-presidente
1989-2004 Jerónimo Martins CA
2003-2005 Cruz Vermelha Portuguesa, presidente

JOSÉ MATOS TORRES


1977 Presidência da República assessor
1978-1979 Secretário de Estado Adjunto dos Assuntos Económicos e da Integração Europeia do governo de nomeação presidencial (Mota Pinto)
1989-1992 Banco de Portugal
2001-2005 Lusitânia seguros (grupo Montepio), presidente
2003-2005 Aquapor presidente

JOSÉ PEDRO AGUIAR-BRANCO


1984-1985 UNESCO-Porto, secretário-geral
1999-2002 Vice-presidente do Instituto Sá Carneiro

2000 Conselho Superior da Magistratura
2002-2004 Ordem dos Advogados Conselho Distrital do Porto, presidente

Actividade Política


2004-2005 Ministro da Justiça do governo PSD-CDS (pelo PSD)
2005-2010 Deputado
2005-2009 Assembleia Municipal do Porto, presidente

2003-2010 Sociedade de advogados José Pedro Aguiar Branco & associados
2006-2010 Impresa, comissão de vencimentos e AG presidente
2006-2010 Semapa AG presidente
2007-2010 Portucel AG presidente

Actividade Política


2009-2010 PSD líder parlamentar
2010 Conselho Superior de Segurança Interna
Actualmente Ministro da Defesa

JOSÉ SALTER CID

Saltitão, saltando entre a política e os interesses privados


Actividade Política


1985 Adjunto do Ministro das Obras Publicas, Transportes e Comunicações
1987 Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, subdirector do gabinete de estudos e planeamento

1990 Comissão de Coordenação da Região de Lisboa e Vale do Tejo, presidente
1990-2007 Marconi

Actividade Política


1990 Secretário de Estado Adjunto das Comunicações do governo PSD

1993 Marconi adjunto do CA

Actividade Política


1994 Secretário de Estado da Segurança Social do governo PSD
1996-2010 PT inspector-geral
1997 PT CA

Actividade Política


1999-2002 Deputado

2002-2005 Companhia das Lezírias, presidente
2006-2007 PT Saúde, presidente

Actividade Política


2007-2009 Câmara Municipal de Lisboa, vereador
AIP conselho económico social e cultural; ANA CF presidente;
Grupo de Trabalho para um Banco Regional na Europa do Arco Atlântico, presidente; Sociedade «Lisboa 94, Capital europeia da cultura», conselho consultivo; PSD Gabinete de Estudos, presidente; membro do Conselho Nacional de Educação;

JOSÉ SILVA PENEDA


Actividade Política


1979-1980 Secretário de Estado da Administração Regional e Local do governo AD
1981-1985 Comissão de Coordenação da Região Norte vicepresidente
1985-1987 Secretário de Estado do Planeamento e Desenvolvimento Regional do governo PSD
1987-1993 Ministro do Emprego e da Segurança Social dos governos PSD

1997-2004 Sonae, direcção, conselho consultivo e CA de várias empresas do grupo
1998-2007 Complexo Agro-Industrial do Cachão, AG presidente

2003-2004 RTP consultor do CA
2003-2004 Jornal de Notícias, presidente CA
2004-2005 Global Notícias, presidente CA

Actividade Política


2004-2009 Eurodeputado
2010 Conselho Económico e Social presidente

JOSÉ SILVEIRA GODINHO


1967-1977 Docente universitário
1975-1979 Banco de Portugal director
1979 BPSM CG

Actividade Política


1980 Secretário de Estado Adjunto do Ministro das Finanças e do Plano do governo AD (pelo PSD)
1981 Secretário de Estado das Finanças do governo AD (pelo PSD)

1981-1982 BPSM CG
1982-1986 BES CG

Actividade Política


1986-1987 Secretário de Estado Adjunto do Ministro da Defesa do governo PSD
1987-1990 Ministro da Administração Interna do governo PSD

1990-1993 BES CA

Actividade Política


1993-1996 OCDE Embaixador e Representante Permanente de Portugal

1996-2004 BES Seguros e AdvanceCare serviços de saúde CA
2004-2010 Banco de Portugal CA

JOSÉ XAVIER DE BASTOS


1961 Docente universitário

Actividade Política


1978-1979 Secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros do governo de nomeação presidencial (pelo PSD)
1980 Comissão do IVA presidente
1984-1988 Comissão da Reforma Fiscal

Actividade Política da Privataria


1988-2007 Comissão de Acompanhamento das Privatizações, vogal

2000 BCP CF
2007-2010 BCP CF e conselho de supervisão
2007-2009 PT CA não-executivo e comité de auditoria
2007-2009 Soticre titularização de créditos, vice-presidente

JOSÉ TAVARES MOREIRA


Pertence a um dos bancos e á Fundação que controla a Fomentivest de Passos Coelho

1973-1976 BPSM conselho de gestão
1979-1981 CGD administrador

Actividade Política


1980-1981 Secretário de Estado do Tesouro do governo AD (pelo PSD)
1985-1986 Secretário de Estado do Tesouro do governo PSD

1986-1992 Banco de Portugal governador
2000-2002 CBI Central Banco de Investimento presidente
2008 VIC AG presidente
CISF CA; Caixa de Crédito Agrícola, presidente; Banco Africano de Investimentos (Sonangol), consultor; Grupo Pan-Atlântica CA, Fundação Ilidio Pinho, consultor.

JOSÉ PENEDOS


Foi director comercial da EDP

Actividade Política


1991-1995 Deputado
1995-1997 Secretário de Estado da Indústria e Energia do governo PS
1997-1999 Secretário de Estado da Defesa do governo PS
1999-2002 Deputado

2004-2006 GALP CA
2002-2009 REN CA

JOSÉ SILVA LOPES


Actividade Política


1969-1974 CGD CA e Gabinete de Estudos e Planeamento do MF, director
1972 Chefe-adjunto das negociações do Acordo de Comércio Livre com a CEE.
1974-1978 Ministro das Finanças governos provisórios e primeiro governo constitucional (Mário Soares)
1975-1980 Banco de Portugal governador

2004-2009 Montepio CA presidente
2009-2010 EDP Renováveis CA

JÚLIO CASTRO CALDAS


1974 PSD fundador
1980 PSD deputado

1980-1992 Conselho Superior do Ministério Público
1988-1991 Ordem dos Advogados, tesoureiro
1993-1998 Ordem dos Advogados, bastonário

1995-1999 BBVA CA chairman

Actividade Política


1999-2001 Ministro da Defesa do governo PS

2007-2010 OGMA CA não executivo

2007-2010 ZON AG presidente
2008-2010 Soares da Costa CF presidente
2010 Global seguros (grupo Banif) conselho geral e de supervisão

LEONOR BELEZA


Actividade Política


1981-1983 Secretária de Estado da Presidencia do Conselho de Ministros do governo AD (pelo PSD)
1983-1985 Secretária de Estado da Segurança Social do governo do Bloco Central (pelo PSD)
1985-1990 Ministra da Saúde dos governos PSD
1991-1994 Deputada

1995-1996 BTA (Champalimaud) CF presidente
1997 Santander Portugal CF presidente

Actividade Política


2002-2005 Deputada
2004-2010 Fundação Champalimaud presidente

LUÍS ALVES MONTEIRO


1970-1975 Docente universitário
1976-1983 Serviços de Fomento, técnico
1983-1988 BFN quadro e director de crédito

1986 ONU consultor para o desenvolvimento industrial

1988-1989 Director-geral da Indústria

Actividade Política


1989-1995 Secretário de Estado da Indústria dos governos PSD

1996-2001 BPI BFE investimentos CA
1997-2002 BPI director central de empresas
1988-2002 CIP direcção
2002 Programa de Incentivos à Modernização da Economia, gestor
2003 Hospital de Santa Maria, director
2003-2006 CGD CA
2007-2010 Compta sistemas de comunicação presidente
2006-2010 Boyden consultora partner

LUÍS BRAGA DA CRUZ


Docente universitário
1977-1986 EDP projecto de grandes barragens, técnico
1986-1995 Comissão de Coordenação da Região do Norte, presidente
1995-96 EDP Enernov presidente
1996-2001 Comissão de Coordenação da Região do Norte, presidente

Actividade Política


2001-2002 Ministro da Economia do governo do PS

2002-2005 EDP Enernov e Produção Bioleléctrica, presidente

Actividade Política


2005-2009 Deputado

2005-2010 EDP, consultor do CEO

LUÍS FILIPE PEREIRA


1973 Sovena (Mello), director
1975 Quimigal (nacionalizada), director
1996-1997 Quimigal Adubos (Mello), vice-presidente
1997-2002 Adubos de Portugal (Mello), presidente
1998-2000 Banco Mello CA
2002-2004 EDP CA

Actividade Política


2004-2005 Ministro da Saúde do governo PSD

2005-2010 Efacec (Mello), presidente

LUÍS MIRA AMARAL


1975-1979 EDP engenheiro
1979-1984 BFN técnico

Tachos e Actividade de Nomeação Política


1984-1985 Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social presidente

Actividade Política


1985-1987 Ministro do Trabalho e da Segurança Social do governo PSD
1987-1995 Ministro da Indústria e Energia do governo PSD
1995 Deputado

1996 BPI BFE Investimentos director
1998-2002 BPI CA
2002-2004 CGD vice–presidente e presidente
2006-2010 Novabase CA
2010 Semapa, comissão de controlo do governo societário
EDP, Unicer, Cimpor, Vista Alegre e Repsol: CA não-executivo

2012 - Compra BPN por 40 Milhões, quando o banco valia 101, e depois o Estado Contribuinte teve que lhe injectar mais 600 Milhões de Euros, ficado o Estado Contribuinte com paixo um passivo residual de 6 Biliões de Euros em activos tóxicos de acréscimo ao prejuízo

LUÍS PALHA DA SILVA


1985-1992 Docente universitário
1987-1991 Covina CA, SEFIS investimentos
1991-1992 Empresa Geral de Fomento CA, CELBI CA, Sociedade Geral Financeira presidente

1992 IPE CA

Actividade Política


1992-1995 Secretário de Estado do Comércio

1997-2004 Cimpor director, CA, presidente
2004-2010 Jerónimo Martins CEO

LUÍS PARREIRÃO


Actividade Política


1995-99 Secretário de Estado da Administração Interna do governo PS
1999-2002 Secretário de Estado Adjunto e das Obras Públicas do governo PS

2003-2009 Mota-Engil Transportes, presidente
2007 Ascendi (Mota Engil-BES), presidente
2008-2009 Aenor presidente
2006-2009 Mota Engil CA comissão executiva (responsável Angola)
2009-2010 Mota Engil CA

LUÍS TODO BOM


1972-1975 Luanda, docente universitário
1975-1983 Gabinete da Área de Sines, chefe de divisão e técnico superior
1983-1985 Fundo do Turismo, presidente
1984-1989 Portucel CF, presidente

Actividade Política


1985-1987 Secretário de Estado da Indústria e Energia do governo PSD

1987-1990 AIP vice-presidente
1988-1989 Arborfil Fiação da Trofa, presidente
1990-1991 Amorim Investimentos e Participações, assessor do CA
1991-1992 Marconi CA
1992-1996 PT presidente
1997-2000 Ambelis e Vertente SGPS CA não-executivo
1999-2001 ParaRede CA não-executivo
2000-2005 Soares da Costa CA não-executivo
2000-2008 AEP conselho geral
2002-2006 CA não-executivo da PT Investimentos Internacionais, PT Brasil, Semapa, Banco Finantia
2005-2008 Caima CA não-executivo
2005/2008 Banco Finantia, conselho de estratégia

2010 Grupo PT, inspector-geral e presidente do conselho consultivo; Multitel Angola, chair-man; Chamartin Imobiliária e Seguros Sagres, CA não-executivo; Grupo Onyria e AIP, conselho de estratégia

MANUELA FERREIRA LEITE


1964-1972 Instituto Gulbenkian de Ciência investigadora
1972-1973 FCG técnica do serviço de investimentos

1975-1977 IPE directora de estatística
1977-1986 Banco de Portugal técnica consultora

1979-1980 Chefe de gabninete do ministro das Finanças e do Plano do governo da AD (pelo PSD)
1987-1991 Secretária de Estado do Orçamento do governo PSD
1991-1995 Secretária de Estado Adjunta do Orçamento do governo PSD
1991-1995 Ministra da Educação do governo PSD
2002-2004 Ministra de Estado e das Finanças do governo PSD-CDS

2006-2008 Santander Negócios CA não-executiva

2006-2008 Conselheira de Estado

2008-2010 PSD presidente

MANUEL CARVALHO FERNANDES


Actividade Política


1986-1988 Secretário de Estado do Tesouro dos governos do PSD

1989-1995 BCM Banco Comercial de Macau, presidente
1992-1995 Bonança, presidente
1993-1995 UBP União de Bancos Portugueses, presidente
1996-2010 Finpro CA
2010 Fundação Oriente, conselho consultivo

MANUEL DIAS LOUREIRO


MEGA GIGA LADRÃO - Gatuno Cadastrado Condenado, Grande Ameg e Ex Conselheiro de Caco Silva, Professor Político e actual Conselheiro do Africano Passos Coelho


1974 Advogado

Actividade Política


1981-1983 Governador Civil de Coimbra
1985 PSD secretário-geral

1987-1991 Ministro dos Assuntos Parlamentares do governo PSD
1991-1995 Ministro da Administração Interna do governo PSD
1995 Advogado no escritório de Proença de Carvalho

1996-2002 Plêiade CA presidente
a plêiade é sócio membro da Comissão Trilateral

2000-2008 Sociedade Lusa de Negócios (BPN) CA presidente
2004-2008 BPN SPPM indústria automóvel CA presidente
2005-2010 Aletheia Editores (com Zita Seabra), sócio e CF presidente
2005 Fundação Champalimaud, presidente do CF
2002-2007 Ericsson Portugal, presidente
2005-2007 Jerónimo Martins, CF
2006-2009 Conselheiro de Estado

MANUEL LENCASTRE


1992-1998 McKinsey quadro
1999-2002 PT Comunicações CA

2002-2003 PT Multimédia CEO


Actividade Política


2003-2004 Governo chefe de missão para a reforma da administração pública
2004-2005 Secretário de Estado do Desenvolvimento Económico do governo PSD-CDS (pelo PSD)


2005-2009 Maclan, consultoria CEO
2006-2008 PSD vice-presidente
2007-2010 AIP vice-presidente
2008-2010 Patris capital de risco CA
2009-2010 Deutsch Bank Portugal, comissão de auditoria
2009-2010 BES capital de risco, comité de investimento
Sócio da Martifer

MANUEL PINHO


1983-1986 Docente universitário
1986-1989 FMI economista
1989-1990 Banco Manufacturers Hannover, vice-presidente
1990-1993 Director-geral do Tesouro e presidente da Junta do Crédito Público
1992-1994 Conselho Económico e Social, CMVM conselho consultivo
1993-1994 CGD comissão de fiscalização
1994-2005 BES CA

Actividade Política


2005-2009 Ministro da Economia do governo PS

2010 Fundação Arpad Szenes-Vieira da Silva, presidente

MÁRIO MARTINS ADEGAS


1964-1975 BESCL direcção
1976-1980 BNU CA

Actividade Política


1980 Conselho Nacional do Plano, vice-presidente
1980-1985 Deputado do PSD

1980-1982 BESCL vice-presidente

Actividade Política


1981 Secretário de Estado do Tesouro do governo da AD (pelo PSD)

1982-1987 BNU presidente do Conselho de Gestão
1987-2008 BES CA

MÁRIO CRISTINA DE SOUSA


1970-1972 CUF, técnico de estudos económicos
1973-1975 Petrosul, chefe da divisão de estudos e planeamento
1976-1980 Petrogal, director de planeamento

Actividade Política


1980-1981 Ministério das Finanças, director-geral do departamento de planeamento

1981-1982 Empresa Mineira Metalúrgica do Alentejo CA
1982-1983 EDP CA
1983-1985 Secretário de Estado do Planeamento do governo do Bloco Central (pelo PS)
1989-1991 Petrogal CA
1991-1994 Vista Alegre CA
1994-1998 Cimpor CA
1998-2000 EDP presidente

2000-2001 Ministro da Economia do governo do PS

2002-2007 CGD Investimento CA
2004-2008 Vista Alegre Atlantis CA (representando Caixa Investimento)

MEDINA CARREIRA


Actividade Política


1975-1976 Sub Secretário de Estado do Orçamento

1976-1978 Ministro das Finanças do governo Mário Soares

1994-1998 CPP CA
1997-1999 PT CA

2004-2010 BPG Banco Português de Gestão (Fundação Oriente) CF presidente
2000-2008 Margueira Fundos, investimentos imobiliários, CF presidente
2010 Fundação Oriente, conselho fiscal Seguros Sagres (Fundação Oriente), conselho superior

MIGUEL ANACORETA CORREIA


1971-1975 Docente universitário
1976-1980 Metropolitano de Lisboa, gabinete de planeamento


Actividade Política


1980 Secretário de Estado dos Transportes do governo PSCDS (pelo CDS)
1981 Secretário de Estado da Defesa do governo PS-CDS (pelo CDS)
1981-1987 Deputado

1987-1997 Comissão Europeia, director para a América Latina
1987 Deputado ao Parlamento Europeu

1987-2001 Viabanca (Champalimaud), presidente CA
1987-2003 Fundação Oriente, conselho consultivo
1997-1998 Grupo Champalimaud: CPP, BTA, BPSM

2006-2010 Conselheiro de Estado
2009-2010 UCCLA, secretário-geral

MIGUEL BELEZA


1979-1987 Banco de Portugal, técnico, assessor, consultor
1984-1987 FMI, relações com Espanha
1987-1989 Banco de Portugal CA


Actividade Política


1990-1991 Ministro das Finanças do governo do PSD


1992-1994 Banco de Portugal, governador
1995 FMI, consultor
1995-2004 Siemens Portugal, CA não-executivo
1999-2010 BCP CA, consultor
2009-2010 Banco de Portugal, conselho consultivo

MIGUEL CADILHE


1973-1985 BPA gabinete de estudos económicos


Actividade Política


1980 Secretário de Estado do Planeamento do governo da AD
1985-1990 Ministro das Finanças dos governos do PSD


1990-1992 BPA CA
1992-1996 BFE/BBI presidente (até à privatização para o BPI)
1996-2001 BCP CA
1997-2009 Banco de Portugal, conselho consultivo
2000 Fundação Ilídio Pinho, conselho superior
2002-2005 Agência Portuguesa de Investimento (hoje AICEP) presidente

2008 BCP candidato a presidente (derrotado)

2008 BPN presidente

MIGUEL HORTA E COSTA


1972 CTT-TLP
1981-1982 CTT-TLP CA
1982-1984 Marconi, presidente
1984-1987 CTT-TLP vice-presidente


Actividade Política


1976 Adjunto do Secretário de Estado das Finanças, Sousa Franco
1987-1990 Secretário de Estado do Comércio Externo do governo PSD


1990-1994 BES Investimento vice-presidente
1995-2006 PT presidente
1998 SIC CA
2003-2007 AIP vice-presidente
2005-2007 BES Investimento CA
2007 Portugalia CA
2009 Euro RSCG publicidade vice-presidente
2009-2010 Fundação Luso-Brasileira president

MIGUEL MORAIS LEITÃO


COMISSÃO TRILATERAL

2002-2004 Empordef/OGMA presidente

Actividade Política


2004-2005 Secretário de Estado do Tesouro e das Finanças do governo PSD-CDS (pelo CDS)

2006-2009 Administrador do BPI Pensões, BPI Fundos, BPI Vida, BPI Global Investment Funds Management
Foi administrador da Allianz Portugal, Scottish Union de Portugal e A Social (sem datas disponíveis)

NORBERTO ROSA


1980 Banco de Portugal, director adjunto de supervisão bancária

Actividade Política


1989-1992 Subdirector Geral de Contabilidade Pública
1991-1995 Secretário de Estado do Orçamento do governo PSD
1996-2010 Banco de Portugal, director adjunto de supervisão bancária
2005-2010 CGD CA

2008-2010 BPN vice-presidente

2008-2010 ZON CA não-executivo
2009-2010 Sogrupo, sistemas de informação, chairman

NORBERTO FERNANDES


1975-1984 CTT chefe de divisão, drector-geral adjunto, director de marketing
1984-1987 Portline CA
1987-1990 TMI e Transinsular CA
1990-1995 Marconi director

Actividade Política


1995-1997 Secretário de Estado dos Transportes e Comunicações

1995-1996 Marconi CA
1997-2003 PT CA (vice-presidente desde 2000)
1998-2000 Marconi presidente
2006-2008 Associação Portuguesa Desenvolvimento das Comunicações AG presidente

PAULO LOWNDES MARQUES


Actividade Política


1981-1983 Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros do governo AD (pelo CDS)

1999-2007 Unicer CA
2000 Soporcel CA
2002 Lusomundo CA
2002-2009 Barclays Fundos AG
2010 Câmara de Comércio Luso-Britânica, presidente

PAULO TEIXEIRA PINTO


OPUS DEI

EX MARIDO DE PAULA TEIXEIRA DA CRUZ SÓCIA DO BCP

1983-1989 Docente universitário

Actividade Política


1991-1995 Secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros e porta-voz do governo

1995 BCP assessor jurídico
2005-2007 BCP CEO
2010 Grupo Lena, conselho geral
2010 Cimentos Liz (Champalimaud, Brasil), conselho consultivo
2010 Associação Portuguesa de Editores Livreiros, presidente;
2010 CIP, conselho nacional
2010 Centralcer, CF presidente
2010 TagusPark, AG vice-presidente
2010 Plano Tecnológico, conselho consultivo
2010 Universidade Católica, conselho de orientação estratégica.

PEDRO DIAS ALVES


1987-1991 Secretário de Estado da Administração da Saúde
2002-2006 Hospital Amadora-Sintra (Mello Saúde) CA

2008-2009 Presidente da Comissão de avaliação de propostas de parceria público-privada para a gestão do Hospital do Algarve e do Hospital de Todos os Santos

2009 Hospitais Privados de Portugal (CGD) CA

PEDRO PIRES DE MIRANDA


1957 BP Portuguesa
1972 SONAP
1975 Brasil, petrolífera Ipiranga
1976-1978 Petrogal CA

Actividade Política


1978 Ministro do Comércio e Turismo do governo de iniciativa presidencial (Nobre da Costa)

1980-1985 Petrogal, presidente

Actividade Política


1985-1987 Ministro dos Negócios Estrangeiros do governo PSD

1990 FLAD CA
1993-1994 Petrogal CA
2005 BPG (Fundação Oriente) CA
2009 Siemens One (Alemanha) vice-presidente

RICARDO BAYÃO HORTA


1960-1979 Siderurgia Nacional engenheiro, secretário-geral

Actividade Política


1976 Adjunto do Secretário de Estado da Indústria Pesada, Nobre da Costa
1977-1978 Secretário de Estado da Energia e Minas do governo Mário Soares
1980 Secretário de Estado da Indústria Transformadora do governo da AD (pelo PSD)
1981 Ministro da Indústria e Energia do governo da AD (pelo PSD)
1982 Ministro da Indústria, Energia e Exportação do governo da AD (pelo PSD)
1982 Ministro da Defesa Nacional do governo da AD (pelo PSD)


1986-2005 BCP presidente do CF e da comissão de auditoria e risco; membro do conselho superior
1987 BCP Investimento CF presidente
1987-1992 Promindústria capital de risco, presidente
1995-1998 Siderurgia Nacional – Longos, presidente
1995-1998 BCP BPA CF
2001-2010 Cimpor, presidente
2010 Cires, resinas, presidente
2010 Atlansider SGPS, presidente

RUI MACHETE


GANG BPN

Actividade Política


1964 Advogado, EDP departamento jurídico (até 1985)
1975 Secretário de Estado da Emigração do VI governo provisório
1976 Ministro dos Assuntos Sociais do VI governo provisório
1976-1979 Deputado do PSD

1981-1983 Banco de Portugal CA

Actividade Política


1983-1985 Ministro da Justiça do governo do Bloco Central
1985 Ministro da Defesa e vice-Primeiro Ministro do governo do Bloco Central
1985-1989 Banco de Portugal CA
1985-1995 Deputado

1988-2010 FLAD presidente
1990-1991 BES
2002-2005 BPI, Cires resinas, Compta informática AG presidente
2005-2007 Galp AG presidente
2007-2009 BCP Seguros (Ocidental e Médis) AG presidente

2007-2009 BPN presidente da SLN

2008-2010 PSD presidente da mesa do congresso
2009-2010 Grupo Orey, comissão de vencimentos
2010 Unicre AG presidente

RUI PENA


1962-1963 Docente universitário
1976-1983 Deputado do CDS
1977-1978 Docente universitário

Actividade Política


1978 Ministro da Reforma Administrativa do governo PS CDS (pelo CDS)

1978-1971 Docente universitário
1987-2009 Advogado


Actividade Política


2001-2002 Ministro da Defesa do governo PS

2008-2010 EDP AG presidente, membro de conselho geral e supervisão;
Presidente da AG de duas dezenas de empresas do sector automóvel; membro do CA das imobiliárias Alfaparque,
Gabarito e SGC imobiliárias; membro do CA da João Pereira Coutinho SGPS

VALENTE DE OLIVEIRA


Actividade Política


1978-1979 Ministro da Educação
1979-1985 Comissão de Coordenação da Região Norte, presidente
1985-1987 Ministro do Plano e Administração do Território
1985-1987 Secretário de Estado do Comércio Externo
1987-1995 Ministro do Planeamento e Admnistração do Território

1988-1997 BCP AG presidente
2003-2010 FLAD CA não-executivo
2006-2008 BCP conselho de supervisão
2008 Efacec CF presidente
2006-2010 Mota-Engil CA
2009-2010 Assembleia Municipal do Porto presidente;
membro do conselho superior da Fundação Ilídio Pinho e presidente da Fundação Arpad-Szenes (sem datas disponíveis)

VASCO ESTEVES FRAGA


Actividade Política



1979-1980 Secretário de Estado Adjunto do Minisitro dos Transportes e Comunicações do governo de iniciativa presidencial (Pintasilgo)

1997-2010 Estoril Sol CA
2009-2010 BCP conselho de supervisão e comissão de selecção

VERA JARDIM

Actividade Política


1987-1995 Deputado
1995-1999 Ministro da Justiça
1999-2010 Deputado

2000 PT Multimedia AG presidente
2003-2010 BBVA Portugal CA presidente
2005-2010 APAVT Associação das Agências de Viagens e Turismo provedor do cliente

2009-2010 Banif Global seguros AG presidente

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