... Julgo que depois destes malabarismos, os currículos das pessoas com funções políticas activas com o propósito de praticar o bem comum de uma nação, devem ser exigidos e publicados em Diário da Republica para qualquer cidadão poder consultar e certificar-se das habilitações de cada politico. Não deve ser uma opção, mas uma condição contemplada numa lei própria para o efeito, pois como sabemos, nenhum trabalhador é admitido numa função numa empresa, sem referências e/ou curriculo académico/profissional. será verdade que o PS está "calado" neste caso da licenciatura de M. Relvas porque o Irmão Maçon António Seguro dos Bancos (da Universidade Lusófona) foi um dos professores envolvido no processo?...

Greve Geral Popular Contra Corrupção E Exploração Social Por Emprego Justiça Solidariedade Liberdade



Greve Geral Popular Contra Corrupção E Exploração Social Por Emprego Justiça Solidariedade Liberdade. CONTRA A DESIGUALDADE, A INJUSTIÇA SOCIAL A MISÉRIA LABORAL, A CORRUPÇÃO E A EXPLORAÇÃO, AS OLIGARQUIAS E A FALSA DEMOCRACIA NÃO AO ACORDO COM A TROIKA FMI,BCE,UE NÃO austeridade
Greve Geral de Iniciativa Popular

quinta-feira, 8 de Setembro às 0:00 - Domingo, 1 de Janeiro de 2012 às 0:00

Greve, protesto, discussão, acção.
Demonstração e exercício da soberania do Povo, do poder que tod@s temos nas nossas mãos e que os poderes e poderosos instituidos não querem que reconheçamos.
Pela Justiça, pela Igualdade, pela Liberdade, pela Solidariedade.

Convocamos todas as pessoas comuns que estudam, trabalham, procuram trabalho ou já deixaram de trabalhar e habitam no território português (independentemente da nacionalidade e do local de procedência) a erguer-se contra este sistema político/económico/financeiro e as suas agressões à população.

Contacto: agreve2011@gmail.com


Nós @s autores/as anónim@s da página do facebook "Portuguese Revolution" e da primeira convocatória para a tomada das ruas e praças em Portugal e realização de "Acampadas" (termo castelhano que se tornou internacional), protestos e assembleias, decidimos convocar, Anonimamente e à margem de qualquer estrutura sindical ou partidária, uma Greve Geral de trabalhadores/as e estudantes, a iniciar no dia 8 de Setembro de 2011 e por tempo indeterminado.

Somos anónim@s porque não temos qualquer desejo de ser protagonistas, líderes ou representantes de nada nem ninguém. Queremos apenas dar o nosso contributo.

Convocamos todas as pessoas comuns que estudam, trabalham, procuram trabalho ou já deixaram de trabalhar e habitam no território português (independentemente da nacionalidade e do local de procedência) a erguer-se contra este sistema político/económico/financeiro e as suas agressões à população.

Greve, protesto, discussão, acção.
Demonstração e exercício da soberania do Povo, do poder que tod@s temos nas nossas mãos e que os poderes e poderosos instituidos não querem que reconheçamos.
Pela Justiça, pela Igualdade, pela Liberdade, pela Solidariedade.

CONTRA A DESIGUALDADE
CONTRA A INJUSTIÇA SOCIAL
CONTRA A MISÉRIA LABORAL
CONTRA A CORRUPÇÃO E A EXPLORAÇÃO
CONTRA AS OLIGARQUIAS E A FALSA DEMOCRACIA

NÃO AO ACORDO COM A TROIKA FMI,BCE,UE
NÃO AO "PACTO PARA O EURO MAIS"
NÃO À PRIVATIZAÇÃO DO QUE TEM QUE SER DE TOD@S E PARA TOD@S
NÃO À AUSTERIDADE PARA @S MESM@S DE SEMPRE
NÃO A MAIS POBREZA E MENOS DIREITOS - QUEREMOS MAIS!

NÃO PAGAMOS as vossas crises e as vossas dívidas!
Os nossos sonhos NÃO CABEM nas vossas urnas e boletins de voto!
As nossas vidas NÃO CABEM nos vossos contratos e recibos verdes!

PROPOSTA PARA DIA 8 DE SETEMBRO:

-< Concentrações

-< Pequenos-almoços participados e solidários.

-< (9:30~10:00) Assembleias de trabalhadores/as, estudantes, desempregad@s e aposentad@s.

-< Almoços participados e solidários.

-< Protestos/Manifestações.

-< Jantares participados e solidários.

-< (21:30~22:00) Assembleias Populares em todos os bairros/freguesias/localidades/locais onde se justifique.

Concentrações:

-Trabalhadores/as (incluindo bolseir@s, estagiári@s e pessoal a recibos verdes): locais de trabalho

-Estudantes: estabelecimentos de ensino

-Desempregados: Centros de Emprego

-Aposentados: delegações da Segurança Social

(Não importa se estes locais estão abertos ou não!)

-----------------------------------------------------------------------------------------

[ O texto que se segue é uma declaração de um grupo informal de pessoas sem qualquer filiação partidária. ]

[ A adesão à Greve convocada NÃO implica a concordância com esta declaração. ]

Só viveremos numa verdadeira DemoCracia quando o Povo deixar de ser dirigido, comandado, oprimido, reprimido, manipulado, alienado e explorado por pessoas, organizações e instituições nacionais e transnacionais, por interesses próprios ou alheios, em nome de ideias/ideais e paradigmas injustos e nefastos como o centralismo, o representativismo, o estadismo, o nacionalismo, a hierarquização, a competição, o consumismo, o lucro, o capitalismo.

Não confiamos na classe política, em dirigentes sindicais ou em qualquer elite ou vanguarda para fazer as mudanças necessárias.
Não acreditamos em Propostas, mesmo que feitas de baixo para cima.
Acreditamos em Exigências e na mudança Feita de baixo para cima.
Não queremos só um Mundo Melhor, queremos um Mundo Novo.

Apelamos à adesão, divulgação, mobilização activa e organizativa por parte de organizações e estruturas "de base" (horizontais, em que todos os membros participam nas decisões) como as "acampadas", assembleias populares, colectivos, associações, sindicatos de base, etc... já existentes ou que venham a existir.
E que não parem o que já começaram! Continuem cada vez mais activ@s!

Sem autorizações, sem pedir licença, sem medo, sem dar um passo atrás!

www.agreve2011.lefora.com

www.agreve2011.blogspot.com

agreve2011@gmail.com

http://www.facebook.com/event.php?eid=182844408435513

http://www.facebook.com/pages/Portuguese-Revolution/201017953273879

Organização! Divulgação! Difundam a ideia na net e nas ruas!

Falem com @s voss@s amig@s, vizinh@s, associações/colectivos e colegas de trabalho ou estudo e façam assembleias/reuniões!

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Islandia Uma Revolução Silenciada: Documentário God Bless Iceland: Viking Revolution Video



Video Documentário God Bless Iceland (2009)
de Helgi FelixsonIt
O colapso da conomia nacional da islândia no outono de 2008 transformou os cidadãos em activistas. A crise financeira global atingiu o pequeno país com brutal intensidade, tornoando-o em mais uma vítima do capitalismo neo-liberal fascista. Com perdas de milhões, os três maiores bancos faliram na mesma semana. Uma turba de gente enraivecida patrulhou o centro de Reykjavik durante semanas, exigindo a demissão do governo. O realizador filma estes protestos Viking e as respostas que o povo ia dando ao facto de viver num país em bancarrota. E mostra também jovens tubarões dos negócios.


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Recentemente surpreenderam-nos os acontecimentos de Tunísia ou do Egipto que desembocaram na saída dos tirano Ben Ali e Mubarak. No entanto, outra “revolução” que tem lugar desde há dois anos foi convenientemente silenciada pelos meios de comunicação. Ocorreu nesta nossa Europa (no sentido geopolítico), num país que, provavelmente tem a democracia mais antiga do mundo, cujas origens se remontam ao ano 930, e que ocupou o primeiro lugar no relatório da ONU do Índice de Desenvolvimento Humano de 2007/2008. Trata-se de Islândia, onde se fez demitir a um governo ao completo, nacionalizaram-se os principais bancos, decidiu-se não pagar a dívida que estes criaram com Grã-Bretanha e Holanda por causa de sua execrável política financeira e se acaba de criar uma assembleia popular para reescrever sua constituição.


God Bless Iceland (2009)
de Helgi FelixsonIt
Já foi dito que o colapso da conomia nacional da islândia no outono de 2008 transformou os cidadãos em activistas. A crise financeira global atingiu o pequeno país com muita intensidade, tornoando-o em mais uma vítima do capitalismo turbo. Com perdas de milhões, os três maiores bancos faliram na mesma semana. Gente enraivecida patrulhou o centro de Reykjavik durante semanas, exigindo a demissão do governo. O realizador filma estes protestos e as respostas que o povo ia dando ao facto de viver num país em bancarrota. E filma também jovens tubarões dos negócios.



GOD BLESS ICELAND (2009) from ma.ja.de..
The financial crisis has hit the core existence of no other country as hard as the small nation of Iceland. “God Bless Iceland” is diving into the very real and daily confrontations of the calamity, which undermined not only the economy of Iceland but the very identity of the small island nation as well.

A revolução silenciada

Tradução do Diário Liberdade] Uma revolução está ocorrendo na Europa. Islândia também não cala.

Recentemente surpreenderam-nos os acontecimentos de Tunísia que desembocaram na fugida do tirano Ben Ali, tão democrata para ocidente até anteontem e aluno exemplar do FMI. No entanto, outra “revolução” que tem lugar desde faz dois anos foi convenientemente silenciada pelos meios de comunicação ao serviço das plutocracias européias.

Ocorreu na mesmíssima Europa (no sentido geopolítico), num país com a democracia provavelmente mais antiga do mundo, cujas origens se remontam ao ano 930, e que ocupou o primeiro lugar no relatório da ONU do Índice de Desenvolvimento Humano de 2007/2008. Adivinhais de que país se trata? Estou seguro de que a maioria não tem nem ideia, como não a tinha eu até que tomei conhecimento por acaso (apesar de ter estado ali em 2009 e 2010). Trata-se de Islândia, onde se fez demitir a um governo ao completo, nacionalizaram-se os principais bancos, decidiu-se não pagar a dívida que estes criaram com Grã-Bretanha e Holanda por causa de sua execrável política financeira e se acaba de criar uma assembleia popular para reescrever sua constituição.

E todo isso de forma pacífica: a base de caçarola, gritos e certeiro lançamento de ovos. Esta foi uma revolução contra o poder político-financeiro neoliberal que nos conduziu até a crise actual. Aqui está o motivo por que não se deram a conhecer estes factos durante dois anos ou se informou frivolamente e de passagem: Que passaria se o resto de cidadãos europeus tomasse exemplo? E com isto também confirmamos, uma vez mais por se ainda não estava claro, ao serviço de quem estão os meios de comunicação e como nos restringem o direito à informação na plutocracia globalizada de Planeta S.A.

Esta é, brevemente, a história dos factos:

- No final de 2008, os efeitos da crise na economia islandesa são devastadores. Em Outubro nacionaliza-se Landsbanki, principal banco do país. O governo britânico congela todos os activos da sua subsidiaria IceSave, com 300.000 clientes britânicos e 910 milhões de euros investidos por administrações locais e entidades públicas do Reino Unido. A Landsbanki seguir-lhe-ão os outros dois bancos principais, o Kaupthing e o Glitnir. Seus principais clientes estão nesse país e em Holanda, clientes aos que seus estados têm que reembolsar suas poupanças com 3.700 milhões de euros de dinheiro público. Por então, o conjunto das dívidas bancárias de Islândia equivale a várias vezes seu PIB. Por outro lado, a moeda desaba-se e a carteira suspende sua actividade depois de um afundamento de 76%. O país está em bancarrota.

- O governo solicita oficialmente ajuda ao Fundo Monetário Internacional (FMI), que aprova um empréstimo de 2.100 milhões de dólares, completado por outros 2.500 milhões de alguns países nórdicos.

- Protestas cidadãs em frente ao parlamento em Reykjavik vão em aumento. O 23 de Janeiro de 2009 convocam-se eleições antecipadas e três dias depois, as caçaroladas já são multitudinárias e provocam a demissão do primeiro-ministro, o conservador Geir H. Haarden, e de todo seu governo em bloco. É o primeiro governo que cai vítima da crise mundial.

- 25 de Abril celebram-se eleições gerais das que sai um governo de coalizão formado pela Aliança Social-democrata e o Movimento de Esquerda Verde, encabeçado pela nova Primeira Ministra Jóhanna Sigurðardóttir.

- Ao longo de 2009 continua a péssima situação econômica do país e no ano fecha com uma queda do PIB de 7%.

- Mediante uma lei amplamente discutida no parlamento propõe-se a devolução da dívida a Grã-Bretanha e Holanda mediante o pagamento de 3.500 milhões de euros, soma que pagarão todas as famílias islandesas mensalmente durante os próximos 15 anos ao 5,5% de interesse. A gente volta-se a jogar à rua e solicita submeter à lei a referendo. Em Janeiro de 2010 o Presidente, Ólafur Ragnar Grímsson, nega-se a ratificá-la e anuncia que terá consulta popular.

- Em Março celebra-se o referendo e o NÃO ao pagamento da dívida arrasa com um 93% dos votos. A revolução islandesa consegue uma nova vitória de forma pacífica.

- O FMI congela as ajudas econômicas a Islândia à espera de que se resolva a devolução de sua dívida.

- A tudo isto, o governo iniciou uma investigação para dirimir juridicamente as responsabilidades da crise. Começam as detenções de vários banqueiros e altos executivos. A Interpol dita uma ordem internacional de detenção contra o ex-Presidente do Kaupthing, Sigurdur Einarsson.

- Neste contexto de crise, elege-se uma assembleia constituinte no passado mês de Novembro para redigir uma nova constituição que recolha as lições aprendidas da crise e que substitua a actual, uma cópia da constituição dinamarquesa. Para isso, recorre-se directamente ao povo soberano. Elegem-se 25 cidadãos sem filiação política dos 522 que se apresentaram às candidaturas, para o qual só era necessário ser maior de idade e ter o apoio de 30 pessoas. A assembleia constitucional começará seu trabalho em Fevereiro de 2011 e apresentará um projecto de carta magna a partir das recomendações acordadas em diferentes assembleias que celebrar-se-ão por todo o país. Deverá ser aprovada pelo actual Parlamento e pelo que se constitua depois das próximas eleições legislativas.

- E para terminar, outra medida “revolucionária” do parlamento islandês: a Iniciativa Islandesa Moderna para Meios de Comunicação (Icelandic Modern Média Initiative), um projecto de lei que pretende criar um marco jurídico destinado à protecção da liberdade de informação e de expressão. Pretende-se fazer do país um refúgio seguro para o jornalismo de investigação e a liberdade de informação onde se protejam fontes, jornalistas e provedores de Internet que hospedem informação jornalística; o inferno para EEUU e o paraíso para Wikileaks.

Pois esta é a breve história da Revolução Islandesa: demissão de todo um governo em bloco, nacionalização da banca, referendo para que o povo decida sobre as decisões econômicas transcendentais, encarceramento de responsáveis da crise, reescritura da constituição pelos cidadãos e um projecto de blindagem da liberdade de informação e de expressão.

Disseram algo os meios de comunicação europeus? Comentou-se nas repugnantes tertúlias radiofônicas de políticos de médio cabelo e mercenários da desinformação? Viram-se imagens dos factos pela TV?

Claro que não. Deve ser que aos Estados Unidos de Europa não lhes parece suficientemente importante que um povo pegue as rédeas de sua soberania e plante cara ao rolo neoliberal. Ou quiçá temam que se lhes caia a cara de vergonha ao ficar uma vez mais em evidência que converteram a democracia num sistema plutocrático onde nada mudou com a crise, exceto o início de um processo de socialização das perdas com recortes sociais e precarização das condições trabalhistas. É muito provável também que pensem que ainda fique vida inteligente entre suas unidades de consumo, que tanto gostam em chamar cidadãos, e temam um efeito contágio. Ainda que o mais seguro é que esta calculada desvalorização informativa, quando não silêncio clamoroso, se deva a todas estas causas juntas.

Alguns dirão que Islândia é uma pequena ilha de tão só 300.000 habitantes, com uma estrutura social, política, econômica e administrativa muito menos complexa que a de um grande país europeu, pelo que é mais fácil organizar-se e levar a cabo este tipo de mudanças. No entanto é um país que, ainda que tem grande independência energética graças a suas centrais geotérmicas, conta com muito poucos recursos naturais e tem uma economia vulnerável cujas exportações dependem num 40% da pesca.

Também haverá quem dirá que viveram acima de suas possibilidades endividando-se e especulando no cassino financeiro como o que mais, e é verdadeiro. Igual que o fizeram o resto dos países guiados por um sistema financeiro liberado até o infinito pelos mesmos governos irresponsáveis e suicidas que agora se jogam as mãos à cabeça. Eu simplesmente penso que o povo islandês é um povo culto, solidário, otimista e valente, que soube rectificar lhe jogando valentia, plantando-lhe cara ao sistema e dando uma lição de democracia ao resto do mundo.

O país já iniciou negociações para entrar na União Européia. Aguardo, por seu bem e tal e como se estão a pôr as coisas no continente com a plaga de farsantes que nos governam, que o povo islandês complete sua revolução recusando a adesão. E oxalá ocorresse o contrário, que fosse Europa a que entrasse em Islândia, porque essa sim seria a verdadeira Europa dos povos.

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Islândia Recupera Economia: Islândia Exemplo Para Portugal Irlanda Grécia Para Vencer a Crise




Islândia: Economia recupera três anos depois da crise, e de ter entrado em bancarrota.

Islândia, um povo corajoso. Islândia, o país do NÃO, NÃO E NÃO

Islândia, um país de Vikings Corajosos, os Islandeses que prendeu os gatunos (prendeu políticos e banqueiro), mandou a Merkel de volta para a Alemanha e livrou-se da Dívida fraudulenta e perversa.

Islândia, o bom exemplo para Portugal, Irlanda, Grécia, Espanha,... Islândia Um Exemplo para o Mundo.


População satisfeita por governo não ter resgatado bancos. Regresso ao mercado da dívida bom, entrada no euro em dúvida

Os islandeses sentem que a situação económica melhorou depois da crise de 2008, e estão satisfeitos por não terem resgatado os bancos e por terem feito frente aos políticos.

«As coisas estão melhor porque foram feitas boas escolhas e [os políticos] ouviram o que a população queria», disse Annel Finnbogason ao enviado especial da agência Lusa a Reiquejavique.

Este assistente social de 45 anos lembra como os islandeses fizeram manifestações e se revoltaram contra o primeiro-ministro da altura, Geir Haarde, o qual atacaram com ovos em Janeiro de 2009.

Depois disso o político demitiu-se e foi processado por negligência no colapso dos bancos islandeses, o que Finnbogason considera «justo porque tomou más decisões».

Outro sinal de descontentamento e vitória popular foi a reprovação, por 93 por cento, do reembolso dos depósitos britânicos e holandeses no Icesave, um dos bancos que faliu, o que dificultou as negociações internacionais.

«Sinto-me orgulhosa das pessoas que se uniram», recorda a Sunna Johannsdottir, de 21 anos, enquanto Marteinn Gudjonsson afirma que «o povo fez a diferença» no rumo que o país tomou.

Entrada na Zona Euro é uma incógnita

«As coisas não estão tão más tendo em conta o início», enfatizou este electricista de 28 anos à Lusa, mas nota que «a diferença entre ricos e pobres é maior e a classe média praticamente desapareceu».

Talvez por observarem a crise vivida na Zona Euro, os islandeses estão divididos sobre a adesão à União Europeia e sobretudo à moeda única.

Uma sondagem publicada em Junho pelo jornal «Morgunbladid» indicava que 51 por cento prefeririam que o pedido de entrada na UE fosse retirado e só 38,5 por cento querem continuar as negociações.

Regresso aos mercados de dívida bem sucedido

Também o regresso aos mercados da dívida pública foi bem sucedido, ajudada pela recusa em resgatar os bancos que faliram, justificaram economistas islandeses.

A 09 de Junho, a Islândia emitiu bilhetes do tesouro no valor de mil milhões de dólares (704 milhões de euros) a uma taxa de juro de 4,993 por cento com maturidade de cinco anos, considerado pelo governo um «marco» para o país.

A procura foi duas vezes superior à oferta, um sinal de que os investidores acreditam que a economia do país está a dar bons sinais e que é diferente da crise de países como a Grécia ou Portugal, sustentou Vilhjalmur Bjarnason, à agência Lusa.

«Os principais problemas na Islândia estão no sector privado e não no sector público, enquanto que no sul da Europa o problema é a dívida pública», lembrou este professor na Universidade de Reiquiavique.

Também «ajudou que o governo não tenha assumido as obrigações dos bancos» que colapsaram em 2008, explicou, cujos activos no estrangeiro superavam na altura dez vezes o PIB.

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Alemanha Lucra Com Crise Financeira Resgate: Portugal, Irlanda, Itália Grécia e Espanha PIIGS diz Presidente do FEEF



Economia

Ascensão do IV Reich - O Reich Económico da politica financeira de austeridade imposta por Merkel:


Resgate da dívida dos PIIGS (Portugal, Irlanda, Grécia) tem sido «bom negócio para a Alemanha»

 

«Até hoje, só houve ganhos para os alemães, porque recebemos da Irlanda e de Portugal juros acima dos refinanciamentos que fizemos», diz o presidente do FEEF (chamam-lhe: Fundo Europeu de Estabilidade Económica e Financeira).

Mas na realidade, é Fraude Europeia Feita por Facinoras para Exploração e Expropriação Económica e Financeira.

Ora aí está o que se já se sabia, mas que ninguém ousava dizer: o negócio da crise imposta aos PIIGS tem sido o motor do crescimento da Economia Alemã. O negócio do resgate de Portugal, Irlanda e Grécia tem sido bom para a Alemanha.

O elevado crescimento Económico da Alemanha, tem sido conseguido através da usura criminosa imposta aos pobres. Somos ou não parceiros na U.E.? Se somos não se compreende que o resgate seja um negócio.


Resgate da dívida de Portugal tem sido «bom negócio para a Alemanha»

«Até hoje, só houve ganhos para os alemães, porque recebemos da Irlanda e de Portugal juros acima dos refinanciamentos que fizemos», diz o presidente do FEE

Vejamos então a Noticia da Secção de Economia da Agência Finaceira AF


Economia

Resgate da dívida de Portugal tem sido «bom negócio»


«Até hoje, só houve ganhos para os alemães, porque recebemos da Irlanda e de Portugal juros acima dos refinanciamentos que fizemos», diz o presidente do FEE

Os resgates das dívidas de Portugal e da Irlanda têm sido um bom negócio para os países que lhes concederam garantias, disse o presidente do Fundo Europeu de Estabilização Financeira (FEEF), Klaus Regling, ao Frankfurter Allgemeine Zeitung.

«Até hoje, só houve ganhos para os alemães, porque recebemos da Irlanda e de Portugal juros acima dos refinanciamentos que fizemos, e a diferença reverte a favor do orçamento alemão», garantiu Regling.

Adiantou também: «é o prémio pelas garantias que a Alemanha, dá, só que os contribuintes alemães não acreditam».

Regling dissipou receios de que a situação se altere, se Dublin e Lisboa deixarem de poder pagar as suas dívidas, incluindo os juros, lembrando que os programas de austeridade negociados pela Irlanda e por Portugal com a União Europeia e o FMI estão a ser cumpridos.

«Se no entanto deixarem de pagar os juros, teremos de ir pedir o dinheiro a quem deu as garantias, foi assim que ficou estipulado, para dar garantias aos investidores», lembrou o presidente do FEEF.

Regling afirmou na entrevista a jornal alemão que, mesmo que a Irlanda e Portugal tenham de reestruturar as suas dívidas soberanas, não é forçoso que haja prejuízos para os países que deram as garantias, através do FEEF.

«Temos de olhar para a experiência feita pelo FMI, que já concedeu empréstimos a muitos países em dificuldades, e houve poucos que não devolveram o dinheiro, casos da Somália, Zimbabwe e Libéria, por exemplo», acrescentou.

O presidente do fundo de resgate admitiu ainda a possibilidade de, «em situações excepcionais», comprar títulos da dívida de países do euro em dificuldades financeiras no mercado primário.

Por Redacção LF
2011-07-17 10:47
in Agência Financeira
Também in: Portugal - Coruche
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Bom negócio para os alemães! A ruina de várias nações incluindo Portugal! A Europa civilizada um dia pagará este crime moral, social e monetário. Quem se enche à custa da miséria alheia e continua de consciência limpa não é de confiança. Afinal a Alemanha está por quem? A União Europeia é uma União Econpmica, ou uma União de um Gang de Ladrões?
É um Gang de Criminosos porque isto é um assalto.

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