... Julgo que depois destes malabarismos, os currículos das pessoas com funções políticas activas com o propósito de praticar o bem comum de uma nação, devem ser exigidos e publicados em Diário da Republica para qualquer cidadão poder consultar e certificar-se das habilitações de cada politico. Não deve ser uma opção, mas uma condição contemplada numa lei própria para o efeito, pois como sabemos, nenhum trabalhador é admitido numa função numa empresa, sem referências e/ou curriculo académico/profissional. será verdade que o PS está "calado" neste caso da licenciatura de M. Relvas porque o Irmão Maçon António Seguro dos Bancos (da Universidade Lusófona) foi um dos professores envolvido no processo?...
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Conspiração Económica Global, Crise Financeira; Interesses do Fundo Monetário Internacional Na Dívida Soberana das Nações Alvo de Ataque de Especulação do Casino Mundial: FMI Alterou Estatutos Pra Investir Livremente nos Mercados Financeiros



Uma notícia do Expresso, que recuperámos de Fevereiro de 2011, com um título propositadamente vago, á qual ninguém prestou a mínima atenção, demonstra-nos uma crise programada, e ajuda-nos a compreender melhor as razões da crise da dívida soberana.


Tal como teremos oportunidade de constatar abaixo, uma dessas razões é que o Fundo Monetário Internacional pratica crimes contra a humanidade, e ainda lucra com a crise da dívida pública. Veja aqui os Estatutos do Fundo Monetário Internacional /FMI)


FMI Alterou Estatutos Para Investir Livremente nos Mercados Financeiros
Notícia de Fevereiro de 2011 comprova interesses do Fundo Monetário Internacional
na Crise das dívidas Soberanas das Nações
Alvo de Ataque Financeiro dos Mercados de Especulação Financeira do Casino Global

Abaixo, transcreve-se a Notícia de Fevereiro de 2011 que comprova os interesses criminosos do Fundo Monetário Internacional na Crise das dívidas Soberanas das Nações Alvo de Ataque Financeiro da máfia dos Mercados de Especulação Financeira Internacional. É também interessante conhecer o sistema financeiro mais a fundo e conhecer o cartel de bancos Inter-Alpha.

FMI: Alteração nos estatutos permite investir livremente nos mercados


Fundo Monetário Internacional (FMI) anunciou ontem a entrada em vigor de uma emenda aos seus estatutos que lhe permite investir livremente nos mercados financeiros.


O Fundo Monetário Internacional (FMI) anunciou ontem a entrada em vigor de uma emenda aos seus estatutos que lhe permite investir livremente nos mercados financeiros para diversificar os seus recursos.

A instituição indicou, em comunicado, que um número suficiente de Estados-membros ratificou a emenda em questão, proposta em 2008, no âmbito da reforma do seu "modelo de receitas".

"O fundo está autorizado a utilizar a moeda de um dos seus membros detida na sua conta de investimento de uma forma que tem o direito de determinar", lê-se na emenda, citada pela "AFP".

No entanto, o FMI deve pedir autorização ao país emissor dessa moeda, sobretudo aos Estados Unidos no caso dos investimentos em dólares, não podendo comprar títulos emitidos por um Estado ou por uma organização multilateral.

Esta emenda vai permitir ao FMI reinvestir livremente as receitas angariadas pela venda, em 2009 e em 2010, de um oitavo das suas reservas de ouro, ou seja, 403,3 toneladas.

"A nova alteração pretende dar poder ao fundo para melhorar o desempenho médio dos seus investimentos e adaptar a sua estratégia de investimentos ao longo do tempo", explicou a organização, em comunicado.

O FMI acrescentou que vai fiscalizar os eventuais "conflitos de interesses efectivos ou percebidos", perspetivando-se que a instituição deverá continuar a comprar sobretudo títulos de dívida aos seus Estados-membros.
in Expresso

Depois de lermos este artigo, somos obrigados a colocar uma simples questão:


Como pode alguém estar com Deus e com o Diabo?


Por outras palavras,

Como pode alguém ajudar financeiramente, sendo que é parte interessada no prejuízo?


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Crise Económica Europeia; Portugal Itália Grécia Espanha Rating Moodys: Entenda os Mercados Financeiros, as Empresas e Agências de Notação Financeira do Casino de Especulação; Saiba Quem Ganha Com a Crise



A Moody's e suas congêneres têm sido objeto de críticas desde a Crise do subprime, quando todas atribuíram bons ratings ("grau de investimento") ao banco Lehman Brothers, poucas semanas antes que este pedisse concordata, em 2008. As agências de classificação de risco também não previram a falência dos bancos islandeses , que ocorreu pouco tempo depois, e nem a quase moratória da Islândia, país que até então era tido como um modelo. Alguns bancos islandeses chegaram a receber o Triple A, a melhor das avaliações - Vejamos agora, quem controla e Moody's e como.

Crise Económia Europeia; Portugal Itália Grécia Espanha Rating Moodys


Entre o leque de interesses encontramos: J. P. Morgan e o Bank of America, e muiitos outros.



Moody's COMPANY
Financial ratings and reports, founded 1909 by John Moody. Owned by Dun & Bradstreet, 1962-2000.





Moody's COMPANY
Official Website: http://www.moodys.com/
Industry: Business Services
Ticker: NYSE:MCO
Corporate headquarters: New York City
Sales: $1.7B (2005)
Employees: 2900

------------
Moody's COMPANY EXECUTIVES
Name Occupation Birth Known for
Debra J. Perry Business 30-Dec-1934  Moody's
pertence á sociedade Phi Beta Kappa
Richard D. Simmons Business 17-Apr-1951 President of Washington
Post Co., 1981-91


------------

Moody's COMPANY CURRENT BOARD MEMBERS ORb DIRECTORS
Name Occupation Birth Known for
Basil L. Anderson Business  c.
1945 
Vice Chairman of
Staples, 2001-06 
Robert R. Glauber Business

National Association of
Securities Dealers 
Nancy S. Newcomb   Business c. 1946 Former Citigroup
executive
John K. Wulff Business c. 1949 CFO of Union Carbide,
1996-2001

-------------

Moody's COMPANY BOARD MEMBERS OR DIRECTORS
Name Occupation Birth Known for
Henry A. McKinnell, Jr. Business 23-Feb-1943  CEO of Pfizer, 2001-06


Debra J. Perry
Born: 17-Apr-1951


Gender: Female
Race or Ethnicity: White
Occupation: Business

Nationality: United States
Executive summary: Moody's

University: BA, University of Wisconsin-Madison
University: Yale University

Moody's Senior Managing Dir., Global Ratings and Research (2001-04)
Moody's Chief Administrative Officer (1999-2001)
Moody's Group Managing Director (1996-99)
Moody's (1992-96)
First Boston Director, Fixed Income Research
Chemical Bank
Member of the Board of Conseco (2004-)
Member of the Board of Korn/Ferry International (2008-)
Member of the Board of MBIA (2004-)
Phi Beta Kappa Society

Richard D. Simmons
Born: 30-Dec-1934
Birthplace: Cambridge, MA
Gender: Male
Race or Ethnicity: White
Occupation: Business
Nationality: United States
Executive summary: President of Washington Post Co., 1981-91

University: BA, Harvard University
University: JD, Columbia Law School

The International Herald Tribune President (1989-96)
The Washington Post Co. President & COO (1981-91)
Dun & Bradstreet Vice Chairman (1979-81)
Dun & Bradstreet EVP (1976-79)
Moody's President (past)
Dun & Bradstreet VP & General Counsel (1970-)
Dun & Bradstreet (1969-70)
Satterlee & Stephens Associate (past)
Member of the Board of The Washington Post Co. (1981-)
Member of the Board of Dun & Bradstreet

Basil L. Anderson
Born: c. 1945
Birthplace: Jamaica

Gender: Male
Race or Ethnicity: Black
Occupation: Business

Nationality: United States
Executive summary: Vice Chairman of Staples, 2001-06

University: BSE, Israeli Institute of Technology
University: MBA, University of Chicago (1971)
University: MSE, University of Illinois
Administrator: Trustee, University of Chicago


Staples Vice Chairman (2001-06)
Campbell Soup EVP Finance and CFO (1996-2001)
Scott Paper CFO (1992-96)
Scott Paper VP (1988-96)
Scott Paper Treasurer (1987-96)
Scott Paper (1975-87)
Member of the Board of Becton Dickinson (2004-)
Member of the Board of CRA International, Inc. (2004-)
Member of the Board of Hasbro (2002-)
Member of the Board of Moody's (2004-)
Member of the Board of Staples (1997-)
Bush-Cheney '04
John Kerry for President
Robert R. Glauber
Born: ?
Gender: Male
Race or Ethnicity: White
Occupation: Business, Educator

Nationality: United States
Executive summary: National Association of Securities Dealers

University: BA, Harvard University
University: DBA, Harvard Business School
Professor: Business Administration, Harvard Business School (1964-89)
Professor: Lecturer, John F. Kennedy School of Government (1992-2000)


National Association of Securities Dealers Chairman & CEO (2001-06)
National Association of Securities Dealers President (2000-01)
US Treasury Department Under Secretary for Finance (1989-92)
J. P. Morgan & Co. Consultant, M&A Group (1986-88)
Member of the Board of American Stock Exchange
Member of the Board of Federal Reserve Bank of Boston
Member of the Board of Freddie Mac
Member of the Board of Moody's
Member of the Board of Mid Ocean Limited
Member of the Board of XL Capital (1998-)
Boston Economic Club
Council on Foreign Relations
Investment Company Institute Board of Directors (past)
Obama for America

Robert R. Glauber
Born: ?


Gender: Male
Race or Ethnicity: White
Occupation: Business, Educator

Nationality: United States
Executive summary: National Association of Securities Dealers

University: BA, Harvard University
University: DBA, Harvard Business School
Professor: Business Administration, Harvard Business School (1964-89)
Professor: Lecturer, John F. Kennedy School of Government (1992-2000)


National Association of Securities Dealers Chairman & CEO (2001-06)
National Association of Securities Dealers President (2000-01)
US Treasury Department Under Secretary for Finance (1989-92)
J. P. Morgan & Co. Consultant, M&A Group (1986-88)
Member of the Board of American Stock Exchange
Member of the Board of Federal Reserve Bank of Boston
Member of the Board of Freddie Mac
Member of the Board of Moody's
Member of the Board of Mid Ocean Limited
Member of the Board of XL Capital (1998-)
Boston Economic Club
Council on Foreign Relations
Investment Company Institute Board of Directors (past)
Obama for America

John K. Wulff
Born: c. 1949


Gender: Male
Race or Ethnicity: White
Occupation: Business

Nationality: United States
Executive summary: CFO of Union Carbide, 1996-2001

University: BS, Wharton School, University of Pennsylvania (1971)


Union Carbide CFO (1996-2001)
Union Carbide VP and Principal Accounting Officer (1989-95)
Union Carbide Controller (1987-89)
KPMG Partner, KPMG Main Hurdman (1980-87)
Hurdman and Cranstoun Partner (1977-80)
Member of the Board of Celanese (2006-)
Member of the Board of Fannie Mae (2004-)
Member of the Board of Hercules (as Chairman, 2003-)
Member of the Board of Moody's (2004-)
Member of the Board of Republic Financial Corporation (2006-)
Member of the Board of Sunoco (2004-)
American Institute of Certified Public Accountants
Bill Bradley for President
Financial Accounting Standards Board (2001-03)
Financial Executives International
Friends of Joe Lieberman
Joe Lieberman for President

Henry A. McKinnell, Jr.
Born: 23-Feb-1943
Birthplace: Vancouver, British Columbia, Canada


Gender: Male
Race or Ethnicity: White
Sexual orientation: Straight
Occupation: Business

Nationality: Canada
Executive summary: CEO of Pfizer, 2001-06

Father: Henry A. McKinnell, Sr.
Wife: (div., four children)


University: BA Business, University of British Columbia (1965)
University: MBA, Stanford University (1967)
University: PhD, Graduate School of Business, Stanford University (1969)


Pfizer CEO (2001-06)
Pfizer President (1999-2001)
Pfizer COO (1999-2000)
Pfizer President of Global Pharmaceuticals Group (1997-2001)
Pfizer CFO (1995-97)
Pfizer EVP (1992-99)
Pfizer President of Pfizer Asia (1979-85)
Pfizer (1971-79)
American Standard (1969-71)
Member of the Board of Exxon Mobil (2002-07)
Member of the Board of Moody's
Member of the Board of Pfizer (as Chairman, 2001-07)
Science Center of Connecticut Chairman
Bush-Cheney '04
The Business Council
Business Roundtable Chairman (2003-06)
Food and Drug Law Institute Chairman (past)
Friends of Giuliani Exploratory Committee
Friends of Joe Lieberman
George W. Bush for President
Japan Society
Medical Device Manufacturers Association Chairman (past)
Memorial Sloan-Kettering Cancer Center Trustee
New York Public Library Trustee
Pete Coors for Senate
Pharmaceutical Research and Manufacturers of America Chairman (past)
Santorum 2006
Trilateral Commission
World Economic Forum Vice Chairman

Classificação das obrigações a longo prazo

A taxonomia, os critérios de classificação e os ratings atribuídos pela Moody's apresentam algumas diferenças relativamente a outras agências assemelhadas.

Grau de investimento
Aaa: Moody denota como "Aaa" as da mais alta qualidade,[2] com o "menor grau de risco".[3][4]

Aa (Aa1, Aa2, Aa3): a Moody's classifica obrigações como "Aa" como sendo de alta qualidade, com "risco de crédito muito baixo",[2] mas "cuja susceptibilidade a riscos de longo prazo aparente ser de algum modo maior".[3] (AA+, AA e AA- nos ratings da S&P)

A (A1, A2, A3): a Moody's classifica obrigações como "A" as "grau médio-alto", sujeitas a "baixo risco de crédito",[2] mas que têm elementos que "sugerem uma susceptibilidade a "impairmente" a longo prazo".[3] (A+, A e A- nos ratings da S&P)

Baa1, Baa2, Baa3: a Moody's classifica obrigações como "Baa" como sendo de "risco de crédito moderado".[2] Para elas há "elementos de proteção que poderão estar em falta ou poderão ser caracteristicamente inconfiáveis".[3]


Grau especulativo (também "High Yield" ou "Junk")
Ba1, Ba2, Ba3: a Moody's classifica obrigações como "Ba" as quer tenham "questionável qualidade de crédito."[3]

B1, B2, B3: a Moody's classifica obrigações como "B" as especulativas e "sujeitas a alto risco de crédito",[2] e tenham "geralmente pobre qualidade de crédito."[3]

Caa1, Caa2, Caa3: a Moody's classifica obrigações como "Caa" as que tenham "pobre posicionamento e sejam sujeitas a risco de crédito muito alto",[2] e tenham "extremamente pobre qualidade de crédito."[3]

Ca: a Moody's classifica obrigações como "Ca" quando "altamente especulativas"[2] e "normalmente em falta com as obrigações de depósito".[3]

C: a Moody's classifica obrigações como "C" as que sejam da "mais baixa classe de títulos e habitualmente em falta"[2] e "potencialmente de valores de recuperação baixos".[3]

Especiais
WR: Withdrawn Rating[5]

NR: Not Rated[5]

P: Provisional
Debie Moodys http://mapper.nndb.com/start/?id=167719
http://mapper.nndb.com/start/?id=167719

http://www.nndb.com/company/494/000124122/

http://www.nndb.com/company/705/000098411/

http://mapper.nndb.com/start/?id=164867
Conseco
COMPANY


Insurance and related products, founded 1979.

The firm was in chapter 11 until 2003.

Official Website:
http://www.conseco.com/

Industry:
Insurance

Ticker:
NYSE:CNO

Corporate headquarters:
Carmel, IN

Sales:
$4.3B (2004)

Employees:
4,350 (2004)


EXECUTIVES

Name Occupation Birth Death Known for
C. James Prieur Business 21-Apr-1951 CEO of Conseco


CURRENT BOARD MEMBERS OR DIRECTORS

Name Occupation Birth Death Known for
R. Glenn Hilliard Business 18-Jan-1943 CEO of ING Americas, 1999-2003
Donna A. James Business 30-Jun-1957 Former EVP at Nationwide
Debra J. Perry Business 17-Apr-1951 Moody's
C. James Prieur Business 21-Apr-1951 CEO of Conseco
Philip R. Roberts Business 18-Feb-1942 Roberts Ventures, LLC
Neal C. Schneider Business 1-Jun-1944 Former Partner, Arthur Andersen
Michael S. Shannon Business 15-Jun-1958 KSL Capital Partners
Michael T. Tokarz Business 3-Nov-1949 Former Senior Partner, KKR
John G. Turner Business 3-Oct-1939 Hillcrest Capital Partners
Doreen A. Wright Business 27-Feb-1957 Senior VP and CIO of Campbell Soup


PAST BOARD MEMBERS OR DIRECTORS

Name Occupation Birth Death Known for
Thomas M. Hagerty Business c. 1963 Thomas H. Lee Partners

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Crise Económica Internacional; Máfia Financeira, Cartel FMI: Império Monetário; Fundo de Fraude, Especulação, Fome, Miséria, Controle e Escravidão Global; Mapa Mundo de Dívida Soberana; Países Escravos do Dragão do Banco Mundial



Não apenas a ciência política, mas mesmo os economistas liberais concordam com o princípio de que a política é a expressão concentrada da economia.

Pois bem. Tem sido uma constante nas páginas dos monopólios de comunicação, tanto em Portugal como do exterior, a afirmação de que “a crise política não afetou a economia...”


Hoje o dinheiro é impresso sobretudo em papel e o guardião da moeda é o Banco Central de cada país. O banqueiro alemão Mayer Smschel Rothschild (1744-1812) escreveu:


"Dêem-me o controle do Banco Central de qualquer país e não me interessa quem venha a produzir o restante das leis".


Em 2005, a revista Forbes pôs seu nome em 7o lugar numa lista dos vinte mais importantes homens de negócios, alcunhando-o Pai Fundador das Finanças Internacionais. Seu sobrenome de nascimento, Bauer, que significa agricultor, em alemão, foi substituído por Rothschild, adaptação de rot, vermelho, e Schild, brasão, escudo, figura que identificava o logotipo do banco da família.

Governo contrata Rothschild e Oliver Wyman para ajudar nas negociações com a Banca


Banco Rothschild e consultora Oliver Wyman são os dois novos assessores do Governo de Portugal para apoiar negociações com os bancos.  Um roubo descarado, num governo em que o primeiro-ministro veio da Fomentinvest do BES, o adjunto da Goldman Sachs, António Borges do Santander, Goldman Sachs, FMI; o ministro da saúde, do BCP...


O presidente norte-americano Abraham Lincoln (1809-1865), assassinado em um teatro, escreveu séria advertência sobre o poder do dinheiro: "Uma era de corrupção se instalará nos altos escalões e o poder do dinheiro imporá à força o seu reinado, contra o interesse do povo, até que a riqueza esteja concentrada em poucas mãos e a República destruída".

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O Contole Global do FMI

Grupo de países  com acordos de crédito de contigente com o FMI, sigla SBA - Acordo de crédito contingente ou acordo stand-by do FMI - IMF Stand-By Arrangements (SBA)
SBA - Acordo de crédito contingente ou acordo stand-by do FMI - IMF Stand-By Arrangements (SBA)
Membro
Member
Date of
Arrangement
Expiration Quantidade Total Acordada
Total Amount
Agreed
Undrawn
Balance
IMF Credit
Outstanding
Under GRA
Antigua
and Barbuda
June 07, 2010 June 06, 2013 81,000 54,000 27,000
Bosnia
and Herzegovina
July 08, 2009 June 30, 2012 1,014,600 676,400 338,200
El
Salvador
March 17, 2010 March 16, 2013 513,900 513,900 0
Georgia April 11, 2012 April 10, 2014 125,000 125,000 536,675
Iraque
Iraq
February 24, 2010 July 23, 2012 2,376,800 1,307,240 1,069,560
Jamaica February 04, 2010 May 03, 2012 820,500 278,700 541,800
Kosovo April 27, 2012 December 26, 2013 90,968 86,717 23,011
Maldives December 04, 2009 December 03, 2012 49,200 41,000 8,200
Romania March 31, 2011 March 30, 2013 3,090,600 3,090,600 10,569,000
Serbia,
Republic of
September 29, 2011 March 28, 2013 935,400 935,400 1,367,743
Sri
Lanka
July 24, 2009 July 23, 2012 1,653,600 275,600 1,381,445
St.
Kitts and Nevis
July 27, 2011 July 26, 2014 52,510 18,890 35,845
Ukraine July 28, 2010 December 27, 2012 10,000,000 7,750,000 8,875,000
Total 20,804,078 15,153,447 24,773,479
SBA - Acordo de crédito contingente ou acordo stand-by (Stand-by agreement) - é a política mais comum de empréstimos do FMI. É utilizada desde 1952 em países com problemas de curto prazo na balança de pagamentos. Essa política envolve o financiamento direto de 12 a 18 meses. O prazo de pagamento vai de três a cinco anos.
São cobrados juros fixos de 2,22% mais uma taxa variável que pode chegar a 2%

A titulo de curiosidade, o Stand-By Arrangements (SBA), foi o programa que a Islândia negociou com o FMI.
---------
Grupo de países com acordos programa com o FMI, em Programa de Financiamento Ampliado - Extended Arrangements (EFF)
Programa de Financiamento Ampliado - Extended Arrangements (EFF)
Member Date of
Arrangement
Expiration Total Amount
Agreed
Undrawn
Balance
IMF Credit
Outstanding
Under GRA
República da Arménia

Armenia,
Republic of
June 28, 2010 June 27, 2013 133,400 63,400 420,425
Grécia
Greek
Greece
March 15, 2012 March 14, 2016 23,785,300 22,386,200 18,940,900
Irlanda
Ire
Ireland
December 16, 2010 December 15, 2013 19,465,800 5,629,375 13,836,425
Moldávia
Moldova,
Republic of
January 29, 2010 January 28, 2013 184,800 71,760 113,040
Portugal May 20, 2011 May 19, 2014 23,742,000 7,796,000 15,946,000
Seischeles
Seychelles
December 23, 2009 December 22, 2012 19,800 3,960 26,070
Total 67,331,100 35,950,695 49,282,860
EFF - Programa de Financiamento Ampliado (Extended Fund Facility) - Problemas de médio prazo, destinados àqueles países que possuem problemas estruturais no balanço de pagamentos. Procura-se resolver os problemas através de reformas e privatizações.
Seu prazo vai de 3 a 5 anos.
-----------------
Flexible Credit Line (FCL)
Member Date of
Arrangement
Expiration Total Amount
Agreed
Undrawn
Balance
IMF Credit
Outstanding
Under GRA
Colombia May 06, 2011 May 05, 2013 3,870,000 3,870,000 0
Mexico January 10, 2011 January 09, 2013 47,292,000 47,292,000 0
Polónia
Poland,
Republic of
January 21, 2011 January 20, 2013 19,166,000 19,166,000 0
Total 70,328,000 70,328,000 0
-----------------
Precautionary and Liquidity Line (PLL) 1/
Member  Date of
Arrangement
Expiration Total Amount
Agreed
Undrawn
Balance
IMF Credit
Outstanding
Under GRA
Macedonia,
former YugoslavRepublic
of
January 19, 2011 January 18, 2013 413,400 216,400 197,000
Total 413,400 216,400 197,000
--------------
Extended Credit Facility (ECF) 2/
Member Date of
Arrangement
Expiration Total Amount
Agreed
Undrawn
Balance
IMF Credit
Outstanding
Under PRGFT
Afghanistan,
Islamic Republic of
November 14, 2011 November 13, 2014 85,000 73,000 87,350
Armenia,
Republic of
June 28, 2010 June 27, 2013 133,400 58,600 115,542
Bangladesh April 11, 2012 April 10, 2015 639,960 548,537 285,413
Benin June 14, 2010 September 13, 2013 74,280 31,830 66,956
Burkina
Faso
June 14, 2010 June 13, 2013 46,154 19,350 91,762
Burundi January 27, 2012 January 26, 2015 30,000 29,000 86,816
Comoros September 21, 2009 September 20, 2012 13,573 6,230 9,568
Congo,
Democratic Republic of
December 11, 2009 December 10, 2012 346,450 148,478 308,806
Cote
d'Ivoire
November 04, 2011 November 03, 2014 390,240 308,940 393,492
Djibouti September 17, 2008 June 16, 2012 22,260 6,246 16,923
Ghana July 15, 2009 July 14, 2012 387,450 119,140 357,945
Grenada April 18, 2010 April 17, 2013 8,775 6,250 18,593
Guinea February 24, 2012 February 23, 2015 128,520 110,160 44,125
Guinea-Bissau May 07, 2010 May 06, 2013 22,365 7,242 7,242
Haiti July 21, 2010 July 20, 2013 40,950 14,742 26,208
Kenya January 31, 2011 January 30, 2014 488,520 215,763 523,457
Kyrgyz
Republic
June 20, 2011 June 19, 2014 66,600 47,572 112,000
Lesotho June 02, 2010 June 01, 2013 50,605 17,040 38,115
Liberia March 14, 2008 May 31, 2012 247,900 4,440 37,698
Malawi February 19, 2010 February 18, 2013 52,050 38,170 93,351
Mali December 27, 2011 December 26, 2014 30,000 24,000 65,792
Mauritania March 15, 2010 March 14, 2013 77,280 33,120 54,470
Moldova,
Republic of
January 29, 2010 January 28, 2013 184,800 27,840 244,740
Niger March 16, 2012 March 15, 2015 78,960 67,680 47,635
Sierra
Leone
July 01, 2010 June 30, 2013 31,110 13,350 78,971
Tajikistan,
Republic of
April 21, 2009 May 15, 2012 104,400 13,045 91,355
Total 3,781,602 1,989,765 3,304,324
-------------
Standby Credit Facility (SCF)
Member Date of
Arrangement
Expiration Total Amount
Agreed
Undrawn
Balance
IMF Credit
Outstanding
Under PRGFT
Georgia April 11, 2012 April 10, 2014 125,000 125,000 79,250
Solomon
Islands
December 06, 2011 December 05, 2012 5,200 5,200 12,480
Total 130,200 130,200 91,730
Poverty Reduction and Growth Trust (PRGT)

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Estudos Economia Portuguesa: Resultado Política PSD CDS UE BCE FMI Troika Fascista; Governo dos Mercados Financeiros do Casino dos Bancos de Especulão Financeira Internacional; Estudo do Economista Eugénio Rosa



Um ano de “troika” e de governo PSD/CDS para os trabalhadores Estudo de Eugénio Rosa – Economista

O QUE SIGNIFICOU PARA OS TRABALHADORES PORTUGUESES UM ANO DE “TROIKA” E DE GOVERNO PSD/CDS?

Um ano de “troika” e de governo PSD/CDS para os trabalhadores Estudo de Eugénio Rosa – Economista
Escravatura Antiga do Cacique
Escravidão e Servidão moderna
Estados Amarrados á Ddivida; A Ditadura dos Bancos e Cacique do FMI


 

RESUMO DESTE ESTUDO


No 1º ano detroika” e de governo PSD/CDS verificou-se que Portugal, um pais de baixos salários, está-se a transformar num país de salários ainda mais baixos, pois o peso percentual dos trabalhadores com salários baixos e muito baixos está a aumentar , e a percentagem com salários mais elevados está a diminuir. Segundo o INE (ver quadro 1), entre 2011 e 2012, a percentagem de trabalhadores a receber salários líquidos inferiores a 310€ por mês aumentou de 3,7% para 4%; entre 310€ e 600 € subiu de 31,1% para 31,5%, e entre 600 € e 900 € passou de 26,8% para 27,9% (o total destes três escalões cresceu, entre 2011 e 2012, de 61,6% para 63,5%).

Inversamente, no mesmo período, verificou-se uma redução importante na percentagem de trabalhadores com salários líquidos mais elevados. Segundo também o INE, a percentagem de trabalhadores com salários líquidos entre 2500€ e 3000€ diminuiu em 19,8%, e a de trabalhadores com salários líquidos superiores a 3000€ sofreu uma redução de 19%.

Em 2012, a previsão é que esta tendência se agrave ainda mais. Assim, segundo as Previsões da Primavera de 2012 da Comissão Europeia divulgadas este mês, os salários nominais deverão descer em Portugal -3,1%, a que se junta um forte aumento de IRS superior a 723 milhões € determinado pela diminuição significativa de muitas deduções no IRS que tinham os rendimentos do trabalho (ver Quadro 2) constante da Lei do Orçamento do Estado para 2012 do governo PSD/CDS, com impacto muito negativo nos salários e nas pensões (os seus efeitos sentir-se-ão mais fortemente aquando do pagamento do IRS referente aos rendimentos auferidos em 2012), que reduzirá ainda mais os salários líquidos dos trabalhadores portugueses.

No 1º ano de “troika” e de governo PSD/CDS foram destruídos em Portugal 203,5 mil empregos quadro 3), o que significa 558 empregos por dia (no 1º Trim.-2012, essa destruição, acelerou-se alcançando 810 empregos destruídos por dia), sendo 358 ocupados por homens e 200 empregos ocupados por mulheres. E em 2012, a Comissão Europeia, nas suas Previsões da Primavera, estima que o emprego em Portugal se reduza em -3,3%, o que significa a destruição de mais 153,8 mil postos de trabalho. É evidente que a previsão do governo PSD/CDS de uma taxa de desemprego de 14,5%em 2012 é falsa e visa apenas iludir (anestesiando-a) a opinião pública.

Segundo o INE, entre o 1º Trimestre de 2011 e o 1º Trimestre de 2012, (quadro 4) o desemprego oficial aumentou em Portugal de 12,4% para 14,9% (de 689 mil para 819 mil desempregados), mas o desemprego real, que inclui também os “inactivos disponíveis” e o “desemprego visível, aumentou de 17,7% para 21,5% (o número de desempregados subiu de 1.007.000 para 1.224.000). E no fim do 1ºTrimestre de 2012, segundo dados da Segurança Social, estavam a receber o subsidio de desemprego apenas 359 mil desempregados, ou seja, somente 29 em cada 100, não recebendo qualquer subsidio de desemprego 865.000 desempregados.

Entre 2011 e 2012, o desemprego de longa duração (quadro 5), ou seja, com duração superior a um ano, aumentou de 365,2 mil para 416,2 mil, representando em 2012 mais de 50% do desemprego oficial. Para além destes, ainda existem várias centenas de milhares de desempregados que não são considerados no desemprego oficial (inactivos disponíveis e subemprego visível), cujo número aumentou, entre 2011 e 2012, de 365,2 mil para 416,2 mil .

Entre 2011 e 2012 (Quadro 6), o desemprego de trabalhadores com o nível de escolaridade até ao básico aumentou 8,2%, mas os com ensino secundário cresceu 43,5%, e os com ensino superior subiu em 37%.

A destruição da economia portuguesa está a impedir que os trabalhadores com maior escolaridade e qualificação encontrem emprego, obrigando muitos deles a imigrar.

No 1º ano de “troika” e de governo PSD/CDS as funções sociais (saúde, educação, segurança social), que se podem considerar como um salário indirecto para os trabalhadores, sofreram cortes muito grandes o que está a provocar a degradação dos serviços públicos e fortes restrições no direito ao seu acesso (aumento de 100% nas taxas moderadoras, redução de comparticipação nos medicamentos). Segundo o Relatório do OE-2012 (pág. 79), entre 2010 e 2011, as despesas com as funções sociais do Estado diminuíram de 30.843 milhões € para 29.281 milhões €, ou seja, sofreram um corte de 1.562 milhões €, estando previsto para 2012 mais um outro corte de 2.843 milhões €, o que está a tornar a situação insustentável provocando a ruptura em muitos serviços.

Eis na linguagem fria dos números oficiais, algumas das consequências para os trabalhadores de um ano de intervenção da “troika estrangeira” e de política do governo do PSD/CDS que estão a destruir a economia e a sociedade portuguesa.

Estudo


Utilizando a linguagem objectiva dos números oficiais vai-se apresentar, de uma forma sintética, algumas das consequências para os trabalhadores (somente uma pequena parte para o estudo não ficar demasiadamente extenso) da terapia de choque ultraliberal recessiva que está a ser imposta pela “troika” estrangeira e pelo governo PSD/CDS aos portugueses, a qual está a destruir a economia e a sociedade portuguesa.

Comecemos pelos salários.


O quadro 1, com dados das Estatísticas do Emprego do INE, revela que no 1º ano de “troika” e de governo PSD/CDS, a percentagem de trabalhadores com salários líquidos nominais baixos ou muito baixos aumentou, enquanto a de trabalhadores com salários mais elevados diminuiu.

Quadro 1- Trabalhadores por conta de outrem por escalão de rendimento salarial mensal liquido

Quadro 1- Trabalhadores por conta de outrem por escalão de rendimento salarial mensal liquido

Escalão de rendimento salarial 1ºTrim.-2011 1ºTrim.-2012 Variação dos trabalhadores Em %
Milhares %
TOTAL
Milhares %
TOTAL
PORTUGAL - Trabalhadores por conta de outrem 3.814,3 100,0% 3.662,2 100,0% -4,0%
Trabalhadore a receber Menos de 310 euros 140,0 3,7% 147,3 4,0% 5,2%
Trabalhadore a receber De 310 a menos de 600 uros 1.187,6 31,1% 1.154,5 31,5% -2,8%
Trabalhadore a receber De 600 a
menos de 900 euros
1.023,8 26,8% 1.022,1 27,9% -0,2%
Trabalhadore a receber De 900 a menos de 1.200 euros 411,1 10,8% 415,8 11,4% 1,1%
Trabalhadore a receber De 1 200 a menos de 1 800 euros 367,2 9,6% 369,2 10,1% 0,5%
Trabalhadore a receber De 1.800 a menos de 2.500 euros 113,2 3,0% 114,7 3,1% 1,3%
Trabalhadore a receber De 2 500 a menos de 3 000 euros 29,8 0,8% 23,9 0,7% -19,8%
Trabalhadore a receber 3 000 euros e mais euros 35,2 0,9% 28,5 0,8% -19,0%
*NS/NR 506,5 13,3% 386,3 10,5% -23,7%
SALARIOS ATÉ 600 EUROS 1.327,6 34,8% 1.301,8 35,5% -1,9%
SALARIOS ATÉ 900 EUROS 2.351,4 61,6% 63,5% -1,2%

Isto é o resultado de um ano de “troika” e de governo PSD/CDS para os trabalhadores

Fonte: INE, Estatísticas do Emprego - 1º Trimestre de 2011 e de 2012. - Tabela adaptada e melhorada por Revolta Total Global Democracia Real Já
*NS/NR - Não Sabe, e ou, Não Responde



Entre 2011 e 2012, a percentagem dos trabalhadores a receber salários líquidos inferiores a 900€ por mês aumentou de 61,6% para 63,5% do total. Inversamente, no mesmo período, verificou-se uma redução importante na percentagem de trabalhadores com salários líquidos mais elevados. Segundo também o INE, a percentagem de trabalhadores com salários líquidos entre 2500€ e 3000€ diminuiu em 19,8%, e a de trabalhadores com salários líquidos superiores a 3000€ sofreu uma redução de 19%.

Apesar do carácter indicativo destes dados, no entanto é clara uma tendência na alteração da estrutura salarial dos trabalhadores no sentido do aumento do peso dos trabalhadores com salários baixos e muitos baixos, e da diminuição do peso dos salários elevados. E em 2012, de acordo com as Previsões da Primavera divulgadas em Maio de 2012, a Comissão Europeia prevê mais uma redução de -3,1% nos salários nominais dos trabalhadores portugueses (na Administração Pública, com o confisco do subsidio de férias e de Natal a redução atinge 14%), a que se junta.um aumento brutal no IRS como mostra o quadro 2

Quadro 2 – Alterações no Código do IRS que determinam em 2012 aumento significativo do IRS

Quadro 2 – Alterações no Código do IRS que determinam em 2012 aumento significativo do IRS

ARTIGOS DO CÓDIGO IRS ALTERADOS EM 2012 Em 2011 Em 2012 Variação
2011 - 2012
Artº 25 CIRS - Rendimentos do trabalho -Diminuição da parcela do rendimento não sujeito a IRS => Aumento de IRS em 32 milhões € 4.104,00 € 3.622,06
-481,94
Artº 53 do CIRS - Reformados e aposentados - Diminuição da parcela do rendimento não sujeito a IRS => Aumento de IRS de 24 milhões € 6.000,00 € 4.104,00
-1.896,00
Artº 79º (nº1, alínea a ) do CIRS - Diminuição da edução no IRS a pagar por sujeito passivo => Aumento de IRS em 50 milhões € 261,25 € 230,57
-30,68
Artº 79º (nº1, alínea d ) do CIRS - Diminuição da dedução no IRS a pagar por cada filho => Aumento de IRS em 19 milhões € 190,00 € 167,69
-22,31
Artº 79º (nº1, alínea e ) do CIRS - Diminuição da dedução no IRS a pagar por cada ascendente => Aumento de IRS 261,25 € 230,57
-30,68
Art 83º (nº1 ) do CIRS - Diminuição da dedução no IRS a pagar das despesas com a educação dos filhos=> Aumento IRS em 77 milhões € 760,00 € 670,75
-89,25
Artº 82 do CIRS- Redução das despesas de saúde que passa de 30% para apenas 10% => aumento significativo do IRS em 440 milhões € Vai determinar um aumento de IRS em2012 que se avalia em 440 milhões €
Artº 5 do CIRS - Redução para metade de 30% para 15%) das despesas com juros e amortizações de crédito de habitação que podem ser deduzidas no IRS=> Aumento significativo do IRS em 81 milhões € Aumento de IRS para os portugueses que estão a pagar o crédito a habitaçao que estimamos em 81 milhões €
Artº
3º do Código do IRS -
Diminuição do valor subsidio de
refeição isento de IRS
7,68
6,14
-1,54

Um ano de “troika” e de governo PSD/CDS + Colaboração do PS de Seguro dos Bancos, dá um resultado cruel para o povo português em geral e para os trabalhadores em particfular.


Só as alterações introduzidas no Código do IRS pelo governo PSD/CDS, através da Lei do Orçamento de Estado para 2012 que conseguimos quantificar (algumas não foi possível por falta de dados), determinam um aumento de IRS, que cai principalmente sobre os trabalhadores, que estimamos em mais 723 milhões €. Para além disso, as taxas de IRS sofreram um aumento em 2012 que é tanto mais elevado quanto mais baixo é o escalão (para os rendimento tributáveis até 4.893 € a subida foi de 3,8%, enquanto para rendimentos superiores a 153.300€ o aumento foi apenas de 1,4%). A conjugação de todos estes aumentos de IRS vão determinar também mais uma redução significativa dos salários líquidos dos trabalhadores portugueses em 2012.

A DESTRUIÇÃO DE EMPREGO EM PORTUGAL NO 1º ANO DE “TROIKA” E DE GOVERNO PSD/CDS ATINGIU 558 EMPREGOS POR DIA (incluindo sábados, domingos e feriados)


Como revela o quadro 3, construído também com dados divulgados pelo INE, a destruição de emprego no 1º ano de “troika” e de governo PSD/CDS foi muito elevada.


Quadro 3 – A destruição de emprego em Portugal no 1º ano de “troika” e de governo PSD/CDS

Quadro3 – A destruição de emprego em Portugal no 1º ano de “troika” e de governo PSD/CDS EMPREGO
PERÍODO Homens Mulheres TOTAL
1º Trim-2011 - Milhares 2.591,5 2.274,5 4.866,0
2º Trim-2011 - Milhares 2.594,3 2.298,7 4.893,0
3º Trim-2011 - Milhares 2.597,4 2.256,3 4.853,7
4º Trim-2011 - Milhares 2.514,9 2.220,5 4.735,4
1º Trim-2012 - Milhares 2.460,9 2.201,6 4.662,5
Destruição de emprego - Milhares -130,6 -72,9 -203,5
Destruição diária de emprego (inclui sábados, domingos e feriados)- Nº Trabalhadores que perdem o seu emprego -358 -200 -558
Fonte:
INE, Estatísticas do Emprego - 1º Trimestre de 2011 de 2012.

No 1º ano de “troika” e de governo PSD/CDS a destruição de emprego em Portugal atingiu 203,5 mil, o que corresponde a 558 empregos por dia (mais recentemente, ou seja, no 1º Trimestre de 2012, a destruição, acelerou-se alcançando 810 empregos destruídos por dia), sendo 358 ocupados por homens e 200 empregos ocupados por mulheres. Em 2012, a Comissão Europeia, nas suas Previsões da Primavera. Prevê que o emprego em Portugal se reduza em -3,3%, o que significa a destruição de mais 153,8 mil postos de trabalho, o que vai agravar ainda mais o problema do desemprego em Portugal. Quando a principal fonte de criação de riqueza de um país são as pessoas, uma politica que provoca uma tão elevada destruição de emprego e, consequentemente, de riqueza, deixando centenas de milhares de portugueses sem trabalho, que é simultaneamente o seu principal meio de sobrevivência e de dignificação, tal politica é criminosa. A afirmação de Passos Coelho de que o despedimento é uma oportunidade para mudar de vida revela, para além de uma profunda insensibilidade humana e social, uma falta de respeito por quem tem de enfrentar o drama do desemprego numa altura em que se verifica uma destruição maciça de emprego, por isso é difícil encontra novo emprego, ainda por cima vinda de uma pessoa que tem vivido à sombra do emprego protegido pelo cartão partidário.

AUMENTA O DESEMPREGO E OS DESEMPREGADOS SEM SUBSIDIO DE DESEMPREGO


O desemprego, que é um indicador avançado da recessão económica pois como mostramos no estudo anterior existe uma forte correlação entre a quebra do PIB e aumento do desemprego (lei de Okun); disparou assim como o número de desempregados sem subsidio de desemprego.

Quadro 4- Variação do desemprego e desempregados sem receber subsidio em Portugal no 1º ano de “troika” e de governo PSD/CDS



Quadro 4- Variação do desemprego e desempregados sem receber subsidio em Portugal 1º ano de “troika” e de governo PSD/CDS

RÚBRICAS VALOR TRIMESTRAL
1ºT-2011 2ºT-2011 3ºT-2011 4ºT-2011 1T-2012
1- População activa - Milhares 5.555 5.568 5.543 5.507 5.482
2- DSEMPREGO OFICIAL - Milhares
689 675 690 771 819
3- Subemprego visível - Milhares 174 175 160 187 203
4-Inativos disponíveis (inclui desencorajados) - Milhares
144 148 193 203 202
5-DESEMPREGO EFECTIVO - Milhares
1.007 998 1.043 1.161 1.224.000
6- TAXA DE DESEMPREGO - (2+3+4) Milhares
Taxa de Desemprego Oficial (2:1) 12,4% 12,1% 12,4% 14,0% 14,9%
Taxa Efectiva ((5: (1+4)) 17,7% 17,5% 18,2% 20,3% 21,5%
Diferença entre a taxa oficial de desemprego e a taxa efectiva
+5,3% +5,4% ´+5,8% +6,3% +7,4%
7 - DESEMPREGADOS A RECEBER SUBSIDIO - Milhares
294 287 287 317 359
8 - COBERTURA DO SUBSIDIO DE DESEMPREGO - Taxa
Em relação desemprego oficial (7:2) 42,7% 42,5% 41,6% 41,1% 43,8%
Em relação desemprego efectivo (7:5) 29,2% 28,8% 27,5% 27,3% 29,3%
9 - DESEMPREGADOS QUE NÃO RECEBEM SUBSIDIO DE DSEEMPREGO - Milhares 713 711 756 844 865
Fonte: INE, Estatísticas do Emprego - 1º Trimestre de 2011 e de 2012.
SIGNIFICACADO DE TROIKA = Máfia Financeira = UE, BCE, FMI


Segundo o INE, entre o 1º Trimestre de 2011 e o 1º Trimestre de 2012, o desemprego oficial aumentou em Portugal de 12,4% para 14,9% (de 689 mil para 819 mil desempregados), mas o desemprego real, que inclui também os “inactivos disponíveis” e o “desemprego visível”, ou seja, os desempregados que não procuraram emprego no período em que foi feito o inquérito por pensarem que não o encontrarão (os chamados “desencorajados”) ou por qualquer outro motivo, e também aqueles que, para sobreviverem, fazem pequenos “biscates”, mas todos eles apesar de estarem no desemprego não são incluídos no número oficial de desemprego; repetindo, se somarmos todos estes ao desemprego oficial, obtém-se uma taxa real de desemprego. E esta taxa durante o 1º ano de “troika” e de governo PSD/CDS aumentou de 17,7% para 21,5% (o número de desempregados subiu de 1.007.000 para 1.224.000).

No fim do 1º Trimestre de 2012, o desemprego real atingia 1.224.000 desempregados, mas recebiam subsidio de desemprego apenas 359 mil segundo a Segurança Social, ou seja, somente 29 em cada 100, não recebendo qualquer subsidio de desemprego 865.000 desempregados. É por esta razão também que a miséria e a fome está-se a alastrar rapidamente em Portugal.

O DESEMPREGO DE LONGA DURAÇÃO JÁ ATINJE MAIS DE 50% DOS DESEMPREGADOS


O quadro 5, construído com dados divulgados pelo INE, mostra como o desemprego de longa
duração, ou seja, com mais de um ano aumentou neste 1º ano de ”troika” de governo PSD/CDS.
Quadro 5 – Variação do desemprego de longa duração em Portugal no 1º ano de “troika”

Quadro 5 – Variação do desemprego de longa duração em Portugal no 1º ano de “troika” E "Direito Especial de Saque" da Máfia do FMI
PERIODO Desempregados entre 12-24 meses Desempregados há 25 meses e mais meses Desemprego TOTAL Desempregados não incluídos no nº oficial de desemprego - Milhares
Desemprego oficial longa duração - Milhares
1º Trimestre 2011 163,6 201,6 365,2 317,7
2º Trimestre 2011 147,4 224,9 372,3 322,5
3º Trimestre 2011 144,5 211,9 356,4 353
4º Trimestre 2011 156,4 249,1 405,5 389,4
1º Trimestre 2012 188,1 228,1 416,2 405,1
Aumento2011-2012 15,0% 13,1% 14,0% 27,5%
Fonte: INE, Estatísticas do Emprego - 1º Trimestre de 2011 e de 2012.


Fonte: INE, Estatísticas do Emprego - 1º Trimestre de 2011 e de 2012

Entre 2011 e 2012, o desemprego de trabalhadores com o nível de escolaridade até ao básico  aumentou 8,2%, mas os com ensino secundário cresceu 43,5%, e os com ensino superior subiuem 37%. É evidente, que a economia portuguesa absorve cada vez menos trabalhadores com níveis de escolaridade e qualificação elevadas. Com a actual politica expulsa-se os trabalhadores mais qualificados para o estrangeiro, condenando a economia e a sociedade portuguesa à estagnação e ao atraso. Eis também um resultado de um ano de “troika” e de governo PSD/CDS.

Eugénio Rosa, edr2@netcabo.pt, 18.5.2012

Um ano de “troika” e de governo PSD/CDS para os trabalhadores; por Eugénio Rosa, Economista Download do pdf


Veja aqui o resultado do brutal aumento de Milhões nas contas públicas do primeiro trimestre de 2012


Veja aqui os Estatutos de Direito Especial de Saque do FMI


Veja Quem Controla a União Europeia


Conheça o Cartel Financeiro Internacional


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