... Julgo que depois destes malabarismos, os currículos das pessoas com funções políticas activas com o propósito de praticar o bem comum de uma nação, devem ser exigidos e publicados em Diário da Republica para qualquer cidadão poder consultar e certificar-se das habilitações de cada politico. Não deve ser uma opção, mas uma condição contemplada numa lei própria para o efeito, pois como sabemos, nenhum trabalhador é admitido numa função numa empresa, sem referências e/ou curriculo académico/profissional. será verdade que o PS está "calado" neste caso da licenciatura de M. Relvas porque o Irmão Maçon António Seguro dos Bancos (da Universidade Lusófona) foi um dos professores envolvido no processo?...

Apanhados Pegadinha Portuguesa Conversa Gaspar Schäuble Confirma Plano Alemanha NAZI Fundação União Europeia Crise Zona Euro Portugal, Grécia, Irlanda, Itália para Estabelecer Nova Ordem Mundial NWO NOM



O mundo, está dominado por esquemas Bilderbergs e compadriosajustes directos, fraudes de BPNs, Irmandade Maçonica Isaltino, pela Máfia da Maçonaria com Maçons como Miguel Relvas na Estroina, a operação militar de guerra económica contra Portugal e os países do sul, atravé de um Pactos de Traição á Pátria, e marchando nesse caminho ideológico fascista. A Alemanha tem uma dívida de biliões á Grécia não paga, e a Grécia está na miséria...

Vitor Gaspar "APANHADO" em Conversa HUMILHANTE com Ministro Alemão confirma o plano descrito no US Military Intelligence report EW-Pa 128: Relatório Secreto dos Serviços Secretos Militares dos Estados Unidos da América revela os detalhes do plano nazista para criar a União Europeia e o IV REICH, um REICH Económico!



NÃO PODES PERDER ESTE VÍDEO!!! A CONVERSA ESTÁ TRADUZIDA!!!...Uma vergonha!!!... E a Prova de Que a Crise é Uma Conpiração para instalar o Fascimo!
















O nosso des-governo e inclusive o ministro das finanças, os agentes da Troika Bancária da Angela Merkel têm-nos mentido!!! Em Portugal dizem que não será precisa ajuda adicional externa ao País e na Europa vão fazer o papel de "pedintes" aos alemães...É deveras CHOCANTE o "papelão" que Vítor Gaspar faz neste vídeo!!!...E o nosso primeiro ministro tem a coragem em nos falar de "pieguice"???...UMA VERGONHA!!!...

Vitor Gaspar foi conselheiro especial do Banco de Portugal, antes de se tornar Chefe do BEPA em janeiro de 2007. Antes disso, ele foi Diretor-Geral de Pesquisa do Banco Central Europeu, de setembro de 1998 até dezembro de 2004. Ele também foi Diretor do Departamento de Pesquisa e Estatística do Banco de Portugal e Diretor de Estudos Econômicos do Ministério das Finanças Português.

Ele tem sido associado com a integração europeia. Foi membro suplente do Comité Monetário 1989-1998 e representante pessoal do Ministro das Finanças no âmbito da CIG que conduziu ao Tratado de Maastricht. Ele também foi Presidente da Comissão de Suplentes do Comité Monetário from1994 a 1998. Ele era membro do GEPA 2005-2006.

Seus interesses de pesquisa são a política GLOBALISTA macroeconômica, economia pública, economia política e de integração financeira.








A conversa, em voz baixa e quando os dois julgavam não estar a ser ouvidos, decorreu nesta quinta-feira, em Bruxelas, durante a reunião dos ministros das finanças europeus e foi captada por uma câmara da TVI.


Schäuble dizia a Gaspar que a Alemanha estava disposta a flexibilizar o programa de ajuda português, mas depois de resolvido o problema da Grécia.

“Agradecemos muito”, respondeu o ministro das finanças português.

Vítor Gaspar diz depois ao ministro alemão: “Fizemos progressos substanciais no quadro europeu.” “Sim, fizeram”, responde Schäuble.

Pedro Passos Coelho afirmou recentemente que Portugal não precisa de mais tempo ou de mais dinheiro para cumprir acordo com a União Europeia e com o Fundo Monetário Internacional.

"Portugal não pedirá a renegociação do programa que está a executar. (…) Disse-o com clareza no Parlamento e volto a reafirmá-lo: Não pediremos mais tempo nem mais dinheiro para concretizar o programa", afirmou no dia 24 de Janeiro, durante uma conferência de imprensa.

Transcrição da conversa na íntegra

Wolfgang Schäuble: Se no final precisarmos de fazer um ajustamento ao programa [português], depois de tomadas as grandes deciosões sobre a Grécia... Isso é essencial. Mas depois, se for necessário um ajustamento do programa português, estaremos preparados.

Vítor Gaspar: Agradecemos muito.

Wolfgang Schäuble: De nada. Desde que... É que os membros do Parlamento alemão e a opinião pública na Alemanha não acreditam que as nossas decisões são sérias, porque não acreditam nas nossas decisões sobre a Grécia

Vítor Gaspar: Nós fizemos progressos muito substanciais no quadro europeu.

Wolfgang Schäuble: Sim, vocês fizeram progressos.

Vítor Gaspar: Sim, fizemos. E agora temos de trabalhar...

Eis a Europa em um vídeo!!! Em um vídeo percebes no que se transformou o processo de construção europeia!!!...


HUMILHANTE!!!...ISTO É MUITO MAIS GRAVE QUE A SITUAÇÃO DE MARTIN SCHULZ!!! PORQUE É O NOSSO...NOSSO! MINISTRO DAS FINANÇAS!!! É A PROVA QUE NOS MENTE!!!DOS ALEMÃES JÁ TODOS PERCEBEMOS O QUE ESPERAR!!!...DEFENDEM OS INTERESSES DELES E QUEM DEFENDE OS NOSSOS???...

Tanta MENTIRA!!!..PARTILHEM ESTE VÍDEO!!! (NO NOSSO SITE TAMBÉM PODEM ENCONTRAR O VÍDEO COM AS DECLARAÇÕES DE SCHULZ EM DESTAQUE!!!)...

Gaspar de «mão estendida» espera «benesse» alemã

Partidos reagem à conversa entre os ministros das Finanças português e alemão divulgada pela TVI

O ministro das Finanças «finge» em Portugal que é possível cumprir o programa de ajustamento financeiro, mas depois anda de «mão estendida» em Bruxelas «à espera de uma benesse qualquer». A reacção é do Bloco de Esquerda ao vídeo divulgado esta quinta-feira pela TVI, de uma conversa informal mantida antes da reunião do Eurogrupo entre Vítor Gaspar e o seu homólogo alemão, Wolfgang Schauble, na qual este garante rever condições da ajuda a Portugal, depois de resolvida a questão da Grécia.

«Na prática, percebemos que o ministro das Finanças finge cá em Portugal que o acordo é possível de cumprir, mas depois coloca-se de mão estendida em Bruxelas à espera de uma benesse, de uma qualquer migalha do Governo alemão», disse o deputado Pedro Filipe Soares, numa declaração no Parlamento, citado pela Lusa.

E, embora mais tarde, Vítor Gaspar tenha garantido que não vai pedir nem mais tempo nem mais dinheiro e que as palavras de Schauble foram apenas repetições das palavras dos líderes europeus, o BE, diz que o ministro «tenta dar o dito por não dito, porque aquilo que todos viram, aquilo que todos ouviram é um ministro de mão estendida que não acredita que este acordo é cumprível», ao mesmo tempo que «está a levar o país numa senda de austeridade que destrói a economia, sem qualquer saída à vista que não seja esta benesse, estas migalhas alemãs».

O deputado insistiu que, na conversa filmada e divulgada pela TVI entre os dois ministros, Vítor Gaspar «dá a entender» que «acredita que este plano é incumprível», porque se assim não fosse, «não aceitaria, não diria muito obrigado como disse ao governante alemão».

Diálogo entre ministros mostra «farsa imensa»

Também o PCP criticou hoje o diálogo entre os dois ministros das Finanças, considerando que revela «a farsa imensa que se desenvolve há dois anos».

«Este diálogo só mostra a farsa imensa que se desenvolve no nosso país há dois anos, em que todas as medidas, todos os programas, todos os planos, primeiro os PEC e agora os programas de ajustamento, são definitivos até serem alterados, pressionados pela política que eles próprios vão provocando», disse o deputado comunista Agostinho Lopes.

Por isso, Agostinho Lopes advertiu que «o povo português não deve agradecer ao ministro alemão, porque a nova receita será certamente de mais austeridade, mais falências de empresas, mais desemprego, a continuação do afundamento do país».


Gaspar agradece disponibilidade alemã para flexibilizar ajuda a Portugal
O ministro das Finanças alemão, Wolfgang Schäuble, disse ao seu homólogo português estar disposto a flexibilizar o acordo de Portugal com a troika. Vítor Gaspar agradeceu.

A conversa, em voz baixa e quando os dois julgavam não estar a ser ouvidos, decorreu nesta quinta-feira, em Bruxelas, durante a reunião dos ministros das finanças europeus e foi captada por uma câmara da TVI.

Schäuble dizia a Gaspar que a Alemanha estava disposta a flexibilizar o programa de ajuda português, mas depois de resolvido o problema da Grécia. “Agradecemos muito”, respondeu o ministro das finanças português.

Vítor Gaspar diz depois ao ministro alemão: “Fizemos progressos substanciais no quadro europeu.” “Sim, fizeram”, responde Schäuble.

Pedro Passos Coelho afirmou recentemente que Portugal não precisa de mais tempo ou de mais dinheiro para cumprir acordo com a União Europeia e com o Fundo Monetário Internacional.

"Portugal não pedirá a renegociação do programa que está a executar. (…) Disse-o com clareza no Parlamento e volto a reafirmá-lo: Não pediremos mais tempo nem mais dinheiro para concretizar o programa", afirmou no dia 24 de Janeiro, durante uma conferência de imprensa.

Transcrição da conversa na íntegra
Wolfgang Schäuble: Se no final precisarmos de fazer um ajustamento ao programa [português], depois de tomadas as grandes deciosões sobre a Grécia... Isso é essencial. Mas depois, se for necessário um ajustamento do programa português, estaremos preparados.

Vítor Gaspar: Agradecemos muito.

Wolfgang Schäuble: De nada. Desde que... É que os membros do Parlamento alemão e a opinião pública na Alemanha não acreditam que as nossas decisões são sérias, porque não acreditam nas nossas decisões sobre a Grécia.

Vítor Gaspar: Nós fizemos progressos muito substanciais no quadro europeu.
Wolfgang Schäuble: Sim, vocês fizeram progressos.

Vítor Gaspar: Sim, fizemos. E agora temos de trabalhar...
http://economia.publico.pt/Noticia/gaspar-agradece-disponibilidade-alema-para-flexibilizar-ajuda-a-portugal-1533079

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Conversa com Vítor Gaspar
Alemanha pronta para flexibilizar plano português
(COM VÍDEO) A Alemanha está disponível para flexibilizar as condições do programa de assistência financeira a Portugal depois de ser encontrada uma saída para a crise grega, disse o ministro das Finanças alemão ao seu homólogo português Vítor Gaspar.
A notícia está a ser avançada pela TVI com base num vídeo de uma conversa informal entre os dois responsáveis, à margem de uma reunião em Bruxelas:

Video------
Shauble disse a Gaspar que se tal se vier a revelar necessário, depois do acordo na Grécia, a Alemanha pode "flexibilizar" o ajustamento português.
O ministro alemão dá conta da dificuldade em convencer o Parlamento e a opinião pública germânica de que as decisões sobre os países periféricos estão a ser levadas a sério.
Gaspar agradeceu.
http://www.youtube.com/watch?v=1fr_CqQ4riM

http://www.dn.pt/politica/interior.aspx?content_id=2295592
video tvi http://www.youtube.com/watch?v=dU391h882uE&feature=player_embedded
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noticia tvi http://www.tvi.iol.pt/mediacenter.html?mul_id=1
COMENTÁRIOS NO YOUTUBE

Triste figura... A pedir esmola... A baixar as calças... Mas atenção que ninguém dá nada a ninguém sem tirar BENEFÍCIOS!!!
Somente tem que mostrar,porque se paga-mos,tantos impostos tantas "dividas" temos todo o direito de saber que fazem nossos politicos,ou somente servimos para pagar??'' Claro que não devia ser sem autorização,mas aqueles dialogos e acordos deviam ser em direto,para ver no que nos metem!!!!!!!!
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Isto é das coisas mais vergonhosas que ja se viu. Não é só Subserviência mas sim rebaixar ao mais profundo da dignidade humana. Como é que uma Pátria como Portugal, que tem um hino nacional, que diz tudo: Herois do mar nobre povo nação valente, levantai hoje de novo o explendor de Portugal. E somo governado, por uma coisinha daquelas.`e preferivél comer terra e pó, doque tal humilhação. A final os Gregos, são fieis aos seus principios e vão dar a volta por cima de cabeça erguida.
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Um ministro praticamente de cócoras ! Que má imagem do país .
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Vitor Rabaça Gaspar
Vítor Louçã Rabaça Gaspar (9 de Novembro de 1960) é um economista, professor universitário e, desde 21 de Junho de 2011, Ministro de Estado e das Finanças do XIX Governo Constitucional de Portugal.

Família

É filho de Vitor Manuel Rabaça Gaspar (n. 29 de Abril de 1934) e, da sua esposa, Maria Laura Seixas Louçã (n. 29 de Junho de 1930), casados em 29 de Dezembro de 1959. Pelo lado materno é primo direito do secretário-geral do Bloco de Esquerda, Francisco Louçã. Casou a 5 de Março de 1985 com Sílvia Luz (n. 31 de Julho de 1960), de quem tem três filhas: Catarina (n. 14 de Julho de 1986), Marta (n. 3 de Setembro de 1991) e Madalena (n. 15 de Outubro de 1998).

Vida profissional

Vítor Gaspar licenciou-se em Economia pela Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica Portuguesa em 1982, e obteve um doutoramento em Economia pela Universidade Nova de Lisboa em 1988.[2]

Foi membro suplente do Comité Monetário Europeu de 1989 e 1998 e representante pessoal do Ministro das Finanças na IGC que conduziu ao Tratado de Maastricht,[3] foi chefe do comité entre 1994 e 1998 e membro do Gabinete de Consultores Políticos da Comissão Europeia de 2005 a 2006. Em Janeiro de 2007, passou a chefiar o departamento.

Em Portugal, foi conselheiro especial do Banco de Portugal e director-geral da área de investigação do Banco Central Europeu de Setembro de 1998 até Dezembro de 2004. Também foi Director de Investigação e Estatísticas do Departamento do Banco de Portugal e Director de Estudos Económicos do Ministério das Finanças.[4]

Gaspar também é escritor e publicou vários livros em artigos em revistas cientificas, entre elas Public Choice, European Economic Review, Journal of the European Economic Association e o Journal of Development Economics.[5]

Enquanto ministro das finanças, o controle apertado das finanças públicas, o percurso político, o discurso de austeridade e as suas origens rurais e beirãs, características partilhadas por Salazar, renderam-lhe a alcunha de "Salazarinho" entre os seus colegas do Governo
http://pt.wikipedia.org/wiki/V%C3%ADtor_Gaspar

http://www.geneall.net/P/per_page.php?id=479389


http://ec.europa.eu/dgs/policy_advisers/team/index_en.htm


Director
Geral

Directeur
général f.f. Acting Director General


Vitor GASPAR
Secrétariat:
- Maria Alberta Ribeiro
Assistante:
Paola ROSSI
Unité
de coordination:

Chef d'Unité: Paola Colombo

Nico
KEPPENS

Domaine
Politique/Institutionnel

Political/Institutional Policy Area
Domaine Sociétal
Societal Policy Area

Domaine
Économique

Economic Policy Area
Jonas CONDOMINES BERAUD

(coordinateur)

Jorge
CESAR DAS NEVES

Peter DUN

Sonia
NETO

Dana PUIA

Myriam
SOCHACKI

Katarzyna
WILK
Maria Da Graça CARVALHO

(coordinatrice)

Stefano BERTOZZI

Matteo BONIFACIO

Pierre DECHAMPS

Alessandra FERRARI

Maria João FERREIRA MARTINS ALBERNAZ


Agnès HUBERT

Frédéric LERAIS

Julie MAHER

Anna MELICH

Maurizio SALVI

Beate WINKLER
Vitor GASPAR

(coordinateur)

Tassos
BELESSIOTIS

Simona
BOVHA PADILLA

Jozef
KONINGS

Martin
LARCH

Elena
SARACENO

Alina-Stefania
UJUPAN

Discours
du Président

President's Speech Writers

Administration
et Support

Administration and Support
Isabel Maria ALMEIDA

Elsa COLLOMP

Antony GRAVILI
Claire
ALBUS

Cécile DELGRANGE

Sarah DUBRULLE

Catherine ISLER

Lydia LAURA

Madeleine LA FONTAINE

Kim Hoang LE

Maria MALMBERG

Veronica SALARIS

Suzanne SPEER

Michèle TAHON




BEPA Equipe

Vitor GASPAR



Vitor Gaspar foi conselheiro especial do Banco de Portugal, antes de se tornar Chefe do BEPA em janeiro de 2007. Antes disso, ele foi Diretor-Geral de Pesquisa do Banco Central Europeu, de setembro de 1998 até dezembro de 2004. Ele também foi Diretor do Departamento de Pesquisa e Estatística do Banco de Portugal e Diretor de Estudos Econômicos do Ministério das Finanças Português.

Ele tem sido associado com a integração europeia. Foi membro suplente do Comité Monetário 1989-1998 e representante pessoal do Ministro das Finanças no âmbito da CIG que conduziu ao Tratado de Maastricht. Ele também foi Presidente da Comissão de Suplentes do Comité Monetário from1994 a 1998. Ele era membro do GEPA 2005-2006.

Seus interesses de pesquisa são a política macroeconômica, economia pública, economia política e de integração financeira.

Ele tem publicado numerosos artigos (incluindo em EER, JEEA, dinâmica macroeconômica, International Finance, Journal of Development Economics) e livros. Entre "Política Monetária e de conhecimento imperfeito" o último foi escrito em conjunto com Otmar Issing e publicado pela Cambridge University Press.

Equipe

Paola ROSSI



Licenciado em Economia (Universidade de Parma, Itália), e titular de um certificado de pós-graduação em Estudos Europeus de O Colégio Europeu de Parma, Paola Rossi iniciar sua carreira na Comissão Europeia em 1995, passando de 5 anos como membro do Gabinete de Comissário Monti (responsável pelo Mercado Interno, assuntos fiscais e aduaneiros). Ela deixou a Comissão em 2001, retornando à Itália, onde trabalhou como chefe das relações externas e comunicação no escritório do Gabinete do Ministro da Inovação e Tecnologia do Governo italiano. De volta à Comissão Europeia em 2003, ela trabalhou como assistente do Secretário-Geral Adjunto, lidar com programação Comissão e coordenação, e uma melhor regulamentação, e depois como Assistente do Diretor Geral BEPA.

Equipe

Paola COLOMBO



Paola Colombo é formado em Medicina Veterinária. Ela entrou na Comissão em 1995 e passou sete anos na Direcção-Geral da Agricultura e, em seguida, na Direcção-Geral de Saúde e Defesa do Consumidor lidar com questões de segurança alimentar. Em 2002 ela se mudou para o Secretário-Geral, onde foi responsável de assegurar a coerência global ea qualidade das políticas comunitárias na área da saúde e defesa do consumidor ciências, pesquisa e desenvolvimento, e da vida e da biotecnologia. Ela também ajudou e aconselhou o Gabinete do Presidente da Comissão sobre estas áreas de actividade.

Ela foi membro do gabinete da Comissária Viviane Reding lidar com pesquisa e desenvolvimento de políticas de informação, comunicação e tecnologias para os cidadãos e negócios, tecnologias emergentes e infra-estruturas e informação e comunicação. Desde Março de 2007, ela é chefe da Unidade de Coordenação do Gabinete de Conselheiros de Política Europeia.

Equipe

Nico KEPPENS

Nico Keppens estudou Comunicação e Jornalismo na Instituut voor Hoger Bedrijfsopleiding (Gent) e no Belgisch Instituut voor Journalistiek (IPC Brussel).

Ele é um part-time jornalista free lance, desde 1984, tendo trabalhado para Belga, VRT (Radio 2), van Antwerpen Gazet, Het Nieuwsblad, Het Laatste Nieuws e para seu próprio site (notícias sobre a aldeia em que vive, com também links para notícias sobre a UE).

Antes de ingressar na Comissão, em 1994, foi Assessor de Imprensa, entre outros assistente para o Dienst voor de Nationale Afzet van Land-en Tuinbouwproducten (NDALTP) e para a Vlaamse Dienst voor Agro-Marketing (VLAM).
No âmbito da Comissão (desde 1994) entre outros que ele ajudou a criar o Fórum da Sociedade da Informação, a Força Tarefa para a Reconstrução do Kosovo (que preparou a Agência para a Reconstrução do Kosovo), eo instrumento ISPA para preparar os países que se tornaram UE Os Estados-Membros em 2004 e 2007. Entre 2003-2008 seguiu Conselho eo Parlamento Europeu reuniões sobre questões de ajuda ao desenvolvimento. Desde dezembro de 2008, ele trabalha para a BEPA, a fim de ajudar este DG nas suas tarefas de comunicação. Em todas as suas funções na Comissão propôs e promoveu ações para melhorar a comunicação da União Europeia e do reflexo de comunicação de todo o pessoal da CE

Área de Política Econômica

Vitor GASPAR
(Coordenador)

Equipe

Tassos Belessiotis



Ele foi para a escola em Atenas (Diploma), Leeds, Reino Unido (MA) e da Universidade McMaster, em Ontário, Canadá, onde obteve seu doutorado em economia. Ele já trabalhou na política econômica no primeiro Económica Ontario Conselho, Toronto, e depois no Departamento de Finanças, Governo do Canadá, Ottawa. Ele integrou a Comissão em 1989 como economista no DG ECFIN onde ele fez mesa país e horizontal / vigilância trabalho. Como chefe da unidade da DG Orçamento, ele trabalhou no lado das receitas do orçamento da UE levou à decisão dos recursos próprio 2000, e na DG Empresa na área de competitividade.

Equipe

Simona BOVHA PADILLA



Simona Bovha obteve um doutorado em Comércio Internacional e Finanças na Universidade de Brandeis, nos Estados Unidos.

Ela já trabalhou como economista na Universidade de Harvard, John F. Kennedy School of Government, eo Instituto de Gestão Financeira da África Oriental e Austral (MEFMI), proporcionando uma formação política macroeconômica para funcionários de países em desenvolvimento.

Ela também foi professor assistente na Faculdade de Economia da Universidade de Ljubljana, onde ensinou Comércio Internacional e Negócios Internacionais.

Em 2005 ela entrou para o Banco Europeu de Investimento, Desenvolvimento Econômico Advisory Service, onde ela vem realizando uma avaliação da solidez do sistema financeiro e macroeconómico dos países fora da UE.

Atualmente é Assessor Econômico do Departamento de Análise de Política Europeia (BEPA) da Comissão Europeia.

Equipe

Jozef (Joep) Konings



Konings Joep obteve seu PhD em Economia pela London School of Economics e especializada na área de economia do trabalho e industrial. Antes de ingressar na BEPA, Konings foi professor catedrático de Economia e decano da Faculdade de Economia e Gestão da Universidade de Leuven (KULeuven, Bélgica). Ele é membro do Instituto de Estudos do Trabalho (IZA, Bonn) e do Centro de Investigação de Política Económica (CEPR, de Londres) e ocupou posições de visita no Dartmouth College, da Universidade de Michigan Ann Arbor, da Universidade de Bruxelas e do Fundo Monetário Internacional Fundo.
Konings já publicou mais de 50 publicações em revistas acadêmicas, tais como a American Economic Review, a revisão de Economia e Estatística, The Journal of International Economics e The Economic Journal. Sua principal área de especialização diz respeito aos efeitos da globalização no mercado de trabalho, incluindo problemas de offshoring e outsourcing, comércio empírica, a competitividade das empresas e avaliação de políticas. Ele publicou recentemente dois livros, um sobre a reforma do mercado de trabalho na Bélgica e uma sobre o processo de adesão da Turquia à União Europeia.

Equipe

Martin LARCH



Martin Larch obteve uma licenciatura em Economia e doutorado em Economia pela Universidade de Viena. Ele seguiu os estudos de doutoramento e pós-doutoramento no Instituto de Estudos Avançados, Viena e do Instituto Europeu na London School of Economics.

Ele integrou a Comissão Europeia em Junho de 2000 na Direcção-Geral dos Assuntos Económicos e Financeiros (DG ECFIN), onde pela primeira vez trabalhou como Diretor de Posto para a Itália avaliar a situação económica e política do país no contexto do quadro de supervisão orçamental da UE . Em novembro de 2006, foi nomeado Vice-Chefe da Unidade responsável das finanças públicas na área do euro e da UE, onde coordenou e contribuiu para a produção e publicação das Finanças Públicas na UEM anuais relatório da DG ECFIN.


Ligados às suas atividades na DG ECFIN, ele publicou uma série de artigos sobre política fiscal e supervisão da política da UE em revistas econômicas.

Em abril de 2008, ingressou no Gabinete de Conselheiros de Política Europeia como consultor para a revisão do orçamento da União Europeia, Política Económica na União Económica e Monetária, Desenvolvimento de país.

Equipe

Elena SARACENO



Elena Saraceno Doutor em Sociologia e mestre em Ciências Sociais (Economia e Sociologia)

Antes de entrar para a Comissão Europeia em 1999, tinha sido diretor da CRES srl, uma organização de pesquisa independente sobre assuntos sociais e econômicos, em Udine, Itália. Ela era professora de Desenvolvimento Regional da Universidade de Ancona, e professor nas Universidades de Roma, Bolonha e Udine. Ela publicou extensivamente sobre agricultura e desenvolvimento rural, migração, desenvolvimento endógeno, zonas de montanha. Ela comprometeu-se atividades de pesquisa, treinamento e consultoria para as administrações públicas na maioria dos Estados-Membros da UE e alguns países em desenvolvimento (América Latina, China, Turquia).

Ela já trabalhou como perito e consultor em desenvolvimento rural, oferecendo assistência aos governos e organizações internacionais (Banco Mundial, OCDE, FAO, eo Governo turco).

Até 2006 ela trabalhou para a Comissão Europeia, inicialmente no Grupo de Conselheiros Políticos (ex-Unidade de Estudos Avançados), responsável pelas questões relacionadas com o Desenvolvimento Sustentável, Política Agrícola, Emprego, Migrações, Política Regional, e, em seguida, na Direcção-Geral da Agricultura e Desenvolvimento Rural, contribuindo para as orientações estratégicas, o cumprimento da Agenda de Lisboa, os regulamentos de política para o período de programação 2007-2013 e investigação em curso sobre o desenvolvimento rural.

Elena Saraceno é atualmente assessor de política agrícola e rural no BEPA (Bureau de Conselheiros de Política Europeia) da Comissão Europeia.

Equipe

Alina-Stefania UJUPAN



Alina-Stefania Ujupan obteve seu PhD em Estudos Políticos na Universidade de Ulster (Irlanda do Norte). Ela se formou com um mestrado em Métodos de Investigação da Universidade de Nottingham Trent (Reino Unido) e obteve um bacharelado com honras em Política da mesma instituição. Ela também obteve o grau de Bacharel em Economia pela Universidade Babes-Bolyai (Roménia).

Seus interesses de pesquisa incluem a revisão do orçamento da UE, a Política de Coesão, as instituições europeias, as teorias de negociação, eo processo de globalização.

Antes de entrar para o Gabinete de Conselheiros de Política Europeia, que foi conselheiro em assuntos económicos e monetários para um membro do Parlamento Europeu


Político / Institucional Área Política

Jonas Condomines Béraud
(Coordenador)

Equipe

Jorge César das Neves


Jorge César das Neves iniciou os seus estudos universitários filosóficos na Universidade Católica em Lisboa, Portugal. Obteve o grau de Magister Artium na Hochschule für Philosophie, em Munique, Alemanha e passou lá com doutorado.

Ele foi professor assistente na Faculdade de Filosofia da Universidade Católica em Lisboa, Portugal.

Ele é membro do Serviço de Estrangeiros Português e serviu na Representação Permanente junto da União Europeia e as Embaixadas em Ancara, Nova Deli e Argel.

Ele era um membro da Unidade de Política do Alto Representante para a Política Externa da União Europeia Javier Solana, onde trabalhou no campo da gestão de crises em África.

Desde outubro de 2007, ele é Conselheiro para diálogo com as religiões, igrejas e comunidades de convicção no Gabinete de Conselheiros de Política Europeia da Comissão Europeia.

Equipe

Sonia NETO



Sónia Neto trabalhou no Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas (PNUD) em Nova York, como sede um assessor do diretor do grupo de Operações - Africa Bureau.

Ela foi nomeada diretora do Centro de Recursos Políticos, que foi criada pelo falecido Sérgio Vieira de Mello (Administração Transitória das Nações Unidas em Timor Leste-UNTAET Administrator).

Sónia Neto foi Chefe de Gabinete do Ministro de Estado e Ministro dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação, Dr. José Ramos-Horta, Prémio Nobel da Paz, durante 6 anos.

Ela também foi assessor do Representante Especial do Secretário-Geral das Nações Unidas, Dr. Atul Khare.

Em 2006, ela entrou para o Gabinete de Conselheiros de Política Europeia (BEPA), como assessor para assuntos políticos.

Seus interesses de pesquisa são a prevenção de conflitos, mediação, a boa governação, direitos humanos, democratização, eleições e fortalecimento institucional.

Equipe

Myriam SOCHACKI

Relações externas, Política de Segurança Externa Comum e Política Europeia de Segurança e Defesa (PESC / PESD)



Myriam Sochacki obteve um mestrado em literatura francesa, em Paris / Sorbonne, seguido de uma formação pós-graduada em comunicação na CELSA (Escola de Altos Estudos em Ciências da Informação e Comunicação - Paris / Sorbonne).

Ela entrou para a Marinha francesa em 1984, atingindo o posto de tenente-comandante (capitaine de frégate). Como um relações públicas e comunicações de especialistas, ela ocupou vários cargos em que a capacidade, na sede, em tarefas de terra, bem como no campo. Em 1990, ela tornou-se chefe da Seção de Informações Gerais do Sirpa / Marine (Serviço de Relações Públicas da Marinha Francesa). Durante o outono de 1990, ela foi assessor de imprensa para o almirante comandante-em-chefe da Marinha francesa no Oceano Índico no início da execução do embargo da ONU contra o Iraque eo Kuwait ocupado. De 1993 a 1994, atuou como chefe de gabinete do comandante do helicóptero porta-Jeanne d'Arc, o navio de treinamento dos cadetes da marinha francesa. Em 1994, foi publicado no Serviço de Informação Pública das Forças Armadas, Paris, e se ofereceu para ir à Bósnia-Herzegovina, onde, de 1994 a 1996, ela foi porta-voz em Sarajevo, primeiro para a UNPROFOR missão da ONU liderada pelos EUA, e mais tarde para a IFOR missão liderada pela Otan. Seu serviço não lhe rendeu o reconhecimento oficial, bem como a atenção da mídia.

Em 1996, ela terminou seu serviço ativo da Marinha para se tornar Chefe de Imprensa e Informação da União da Europa Ocidental, em Bruxelas, a única organização europeia de defesa no momento. De 2001 a 2004 ela viveu principalmente nos Estados Unidos, onde, como orador convidado na Política Europeia de Segurança e Defesa, participou em seminários na Universidade de Princeton e Yale. Passando do prático para o lado teórico das coisas, ela desenvolveu um projeto sobre defesa e segurança das relações entre Estados Unidos e na Europa: ela organizou e informou sobre as reuniões de eminentes personalidades européias e americanas, realizada em Lisboa em 2003 (um Euro-americana contribuir para uma renovada parceria transatlântica) e 2004 (da parceria euro-americana eo desafio de Estados falidos), sob os auspícios da Fundação Luso-Americana.

Equipe

Katarzyna WILK


Katarzyna Wilk foi educado na Universidade de Yale, onde recebeu um doutorado, mestrado e mestrado. em Sociologia, com especialização em Sociologia Política Comparada. Katarzyna também é mestre em Economia / Relações Internacionais da Escola de Economia de Varsóvia, e um mestrado em Sociologia pela Universidade de Varsóvia.

Katarzyna ensinou na Universidade de Yale e cursos Ohio State University sobre a mudança institucional, a desigualdade social, sexo, projeto de pesquisa e estatísticas.

Desde 1998, Katarzyna tem sido um pesquisador na Academia Polonesa de Ciências, especialista em desigualdade social comparativa e transnacional projeto de pesquisa. Experiência profissional inclui estágios adicionais no Gabinete de Siim Kallas, Vice-Presidente, e do Escritório da Comissão para a Integração Europeia, em Varsóvia.

Em março de 2008, entrou para o Gabinete de Conselheiros de Política Europeia como um conselheiro político. Ela trabalha na identificação da necessidade de políticas com base em análise de pesquisa e dados sócio-demográficos, bem como sua formulação e avaliação. Ela também realiza pesquisas sobre o impacto das de 2004 e 2007 alargamentos da União Europeia, as reformas de bem-estar e sobre a desigualdade de género na Europa.

Katarzyna publicações e obras próximas abraçar temas relativos à atitudes políticas e comportamentos entre os europeus, incluindo atitudes em relação à UE, as reformas sociais, a mobilização popular, e estatísticas.



Área política social

Equipe

Maria da Graça CARVALHO



Ela é principal conselheiro do Gabinete de Conselheiros de Política Europeia, um departamento da Comissão Europeia que reporta directamente ao Presidente. Neste departamento, ela é uma analista de política nas áreas de Ciência, Ensino Superior, Inovação, Sociedade da Informação, Energia, Transportes e Ambiente Espacial e de Pesquisa de Políticas de Segurança e Desenvolvimento Sustentável.

Ela é Professor Titular do Departamento de Engenharia Mecânica Técnico Superior IST-Instituto (Universidade Técnica de Lisboa) desde junho de 1992. Em 1983 obteve seu Ph.D. no Imperial College em Londres. Participou e coordenou um grande número de internacionais de P & D Projetos. Ela é autora de 97 artigos em periódicos científicos internacionais e que já escreveu mais de 400 artigos de livros, conferências e seminários internacionais.

Seu campo de pesquisa principal é Energia, Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. Ela era ministro da Ciência e do Ensino Superior do XV Governo Constitucional de Portugal e ministro da Ciência, Inovação e Ensino Superior do XVI Governo Constitucional, Director-Geral do GRICES Gabinete para as Relações Internacionais da Ciência e do Ensino Superior e Vice-Presidente da Português Associação dos Engenheiros. Ela era um membro do Conselho de Administração Presidente do Conselho Científico do Instituto Superior Técnico (Universidade Técnica de Lisboa). Ela é um membro de 22 associações nacionais e internacionais científicas e colegas de AIAA-American Institute of Aeronautics e Astronáutica e da AAAS, Associação Americana para o Avanço da Ciência. Ela foi condecorado pelo Presidente de Portugal com a designação de "Grande Oficial da Ordem da Instrução Pública" no âmbito do Programa Dia Internacional da Mulher (8 de Março de 2002) e pela Chancelaria da Ordem Internacional do Mérito do Descobridor do Brasil com a alta honra da Grande Cruz (26 de Abril de 2005).

Equipe

Stefano Bertozzi



Stefano Bertozzi de Bolonha, Itália, estudou relações internacionais, direito e economia na Universidade Johns Hopkins em Washington e da Universidade de Bolonha.

Ele trabalhou como consultor do Banco Mundial, Washington DC, e como um analista em diversas instituições financeiras na Itália (1989-1995). Sr. Bertozzi, realizou uma série de posições em outras organizações internacionais.  Ele era chefe de unidade e vice-diretor de Administração e Finanças e Secretário da Comissão dos Assuntos Económicos e Desenvolvimento da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa em Estrasburgo (1995 - 2004).

Foi membro do Gabinete Vice-Presidente Franco Frattini. Suas áreas de especialização foram integração, imigração e asilo, bem como as fronteiras e questões de visto.

Em agosto de 2008, Stefano Bertozzi juntou-se ao Gabinete de Conselheiros de Política Europeia (BEPA) como conselheiro para as questões relacionadas com a integração, migração e gestão das fronteiras.

Ele foi amplamente publicada e palestras sobre questões dos assuntos europeus.

Equipe

Matteo BONIFACIO



Desde 01 de janeiro de 2008, Matteo Bonifacio é Conselheiro Político no Gabinete de Conselheiros de Política Europeia em matéria de investigação, ensino superior e as políticas de inovação. De outubro de 2005 a dezembro de 2007 ele foi Desenvolvedor Política na Comissão Europeia na Educação Direcção-Geral e Cultura, atuando na unidade de lidar com a escola, a educação eo ensino superior. Lá, ele foi membro da equipe responsável pelo desenvolvimento da proposta de criação do Instituto Europeu de Tecnologia e projetou e implementou a chamada de propostas "Projectos-piloto de cooperação entre Institutos Europeus de Tecnologia". Ele também é pesquisador da Organização Ciências da Universidade de Trento, Itália, onde ensinou Gestão do Conhecimento e Organizações de Aprendizagem. Anteriormente, ele foi gerente do programa em projetos de TIC para o Instituto de Investigação Científica e Tecnológica em Itália e Consultor Sênior em Andersen, onde gerenciou projetos de desenho organizacional, gestão do conhecimento e tecnologias do conhecimento.

Equipe

Pierre Dechamps



Dr. Pierre Dechamps é graduado em Engenharia eletro-mecânico de Liège University, Mestre em Ciência da Cranfield University e PhD pela Universidade de Liège.

Trabalhou durante 5 anos como assistente em Liège Universidade, no departamento de geração de energia.

Ele então entrou para a indústria, a CMI, Indústrias Mecânicas Cockerill, um dos maiores fabricantes mundiais de calor da caldeira de recuperação para centrais eléctricas, onde rapidamente se tornou o chefe do R & D do Departamento de Engenharia.

Desde 1998, ele trabalhou por 10 anos para que a Comissão Europeia Direcção Geral de Investigação, como oficial de projetos de tecnologias limpas de carvão e, posteriormente, para a captura de CO2 e seqüestro.

Em janeiro de 2008, ingressou no Gabinete de Conselheiros de Política Europeia como consultor de energia e mudança climática.

Equipe

Alessandra FERRARI

Alessandra Ferrari juntou-se ao Gabinete de Conselheiros de Política Europeia em Março de 2007. Sua expertise está dentro das Ciências da Vida, segurando um Mestrado em Ciências Biológicas e doutorado em Biologia Molecular e Neurociência.

Ela começou sua experiência de investigação no campo da imunologia, e passou a perseguir o seu interesse em toxicologia e da neurociência, primeiro no campo da apoptose neuronal, e mais tarde o estudo dos mecanismos moleculares envolvidos na doença de Alzheimer e na formação de sinapses / degeneração.

Após o seu pós-doutorado na University College London, ela trabalhou como editor-assistente de Nature Publishing Group, coordenando o lançamento da Nature Protocols, especificamente cuidando das neurociências e biotecnologias assuntos relacionados, por manuscritos de comissionamento, edição e gerenciamento de peer-review até publicação .

Atualmente, ela está no secretariado do Grupo Europeu de Ética, onde ela contribui para a coordenação das actividades do Grupo e na elaboração de seus pareceres sobre as questões éticas relacionadas às novas tecnologias em desenvolvimento rápido.

Equipe

Maria João ALBERNAZ



Maria João Albernaz juntou-se ao Gabinete de Conselheiros de Política Europeia em Junho de 2007 como parte da equipe social, trabalhando nas áreas de Ciência, Inovação e Ensino Superior. Ela também está envolvida nas áreas de Energia e Mudanças Climáticas. Ela é destacado para a Comissão do Gabinete de Relações Internacionais do Ministério Português da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.

Formado em Literatura Moderna (Universidade de Lisboa, Faculdade de Letras, Portugal), ela começou a trabalhar para o Governo Português em 2003, lidar com questões relacionadas a políticas da UE em matéria de Educação e Cultura, Pesquisa e Cooperação, no Gabinete de Relações Internacionais da Ciência e Ensino Superior.

Ela foi indicada em 2003 assistente do Gabinete do Ministro da Ciência e do Ensino Superior e um ano depois assistente do Ministro da Ciência, Inovação e Ensino Superior.

Equipe

Agnès Hubert

Questões de Gênero, políticas de Direitos Fundamentais para o Emprego, e Social, Interno / Externo coerência.



Voltar de um destacamento de 2 anos ao Parlamento Europeu, este ex-membro da Célula de Prospectiva e da equipe de governança, juntou-se BEPA em dezembro de 2004.

Depois de ter formado em Economia e em Ciências Políticas pela Universidade de Paris I (Panthéon-Sorbonne), ela se tornou um jornalista econômico. Ela juntou-se à Comissão Europeia em 1981, onde ocupou responsabilidades em 3 grandes áreas: Desenvolvimento e Cooperação (acordos internacionais das commodities); informação e comunicação (informação da Europa - 1/3 do mundo) e social e da política de emprego (chefe da Unidade de Igualdade de Oportunidades para mulheres).

Ela é autora de dois livros ("L'Europe et les femmes, identidades en movimento", ed apogeu, e co-autor de "Democracia e Sociedade da Informação na Europa", em Estudos Avançados - série. Página Kogan), e numerosas artigos e contribuições acadêmicas.

Em 1998-99, ela era um "membro da União Europeia" na Fletcher School of Law & Diplomacy (Tufts University, Massachusetts EUA). Ela desenvolveu um seminário sobre a "UE e Sexo".

Equipe

Frédéric Lerais



Frédéric Lerais juntou BEPA em setembro de 2005. Ele é destacado para a Comissão do Ministério do Trabalho francês. Ele lida com questões relacionadas ao mercado de trabalho, políticas de emprego e protecção social.

Na França, ele foi responsável por uma equipe de economistas que, para ajudar o gabinete do Ministro do Trabalho, realiza previsões de emprego e desemprego, as avaliações das políticas de emprego (redução das contribuições para a segurança social, 35 horas ...), estudos empíricos no mercado de trabalho (produtividade, envelhecimento em particular). Antes de ingressar no Ministério do trabalho, ele trabalhava em um instituto francês principal independente de estudos econômicos e previsão (Observatoire français des conjonctures économiques, OFCE). Ele trabalhou em um modelo econométrico macro da economia mundial (MIMOSA). Ele tratou, em especial com as questões macro-económicas relacionadas com a coordenação das políticas económicas na Europa e para a transição de países do Leste e Rússia.

Frédéric obteve seu diploma de Economista Estatístico-na Escola Nacional de Estatística e da Administração Econômica (ENSAE) em 1990, após estudos de economia quantitativa na Universidade de Paris I (Pantheon-Sorbonne).

Participou em muitos relatórios. Entre suas contribuições, citemos:
- Gubian A., S. Jugnot, Lerais F., Passeron V.: «35 heures des avaliações ex ante avaliações aux ex post», Économie et Statistiques (2005).
- DARES (Charpail, Holcblat, Lerais dir.): Les politiques de l'emploi et du marché du travail de la Découverte, 2003.
- Blanchet D. et F. Lerais: «Perspectivas démographiques et marché du travail: une nouvelle donne», Économie et statistiques n ° 355-356, décembre 2002.
- Lerais F., «Une croissance mais riche en emplois», Premières síntese, janvier 2001, n ° 07.1.
- Le Cacheux, J. (dir.): Europa: la nouvelle vague. Perspectivas économiques de l'élargissement, Presses de la Fondation Nationale de Sciences Politiques, Paris, 1996.
- Mimosa: «Mimosa: la nouvelle versão du modèle de l'économie mondiale», Revue de l'OFCE, n ° 58, juillet 1996.
- Lerais F.: «La Russie en transição», Revue de l'OFCE n ° 42, octobre 1992.

Equipe

Julie MAHER

Julie Maher era um estudante da Universidade Nacional da Irlanda, Galway de 2003 até 2008, durante o qual ela lida com sucesso para o Bacharelado em Artes e Bacharel em graus Leis. Ela conseguiu honras de primeira classe em seus dois graus, e em seu BA, ela conseguiu honras de primeira classe em ambas as disciplinas (Ciências Jurídicas e Inglês). Ela terminou joint-primeiro em seu último ano de Ciência da classe jurídica (de mais de 150 alunos).

Ela é um debatedor talentoso, e representou a Universidade no World Championships Debatendo na Tailândia, em 2008. Ela era também um escritor recursos para o jornal estudantil. Desde que se formou no início deste ano, Julie foi contratado pela Faculdade de Direito como um tutor na UE Lei para pequenos grupos de alunos.

Em março de 2009, entrou para o Gabinete de Conselheiros de Política Europeia como um estagiário de Maria Da Graça Carvalho trabalha na área da política social.

Equipe

Anna Melich-JUSTE

Políticas de opinião pública de pesquisa, sociologia política, informação e comunicação, sistemas de valores, construção de identidade



Anna Melich, de Barcelona, ​​Espanha, detém uma licença de en Sciences Politiques e obteve um doutorado em Ciência Política na Universidade de Genebra, na Suíça. Ela também estudou metodologia da pesquisa nas Universidades de Essex (Reino Unido), Colónia (D) e Michigan (EUA). Ela era um membro do pessoal docente da Universidade de Genebra, até 1988, quando foi nomeado para a Comissão Europeia Direcção-Geral de Informação e Comunicação. A partir de 1994 ela foi responsável, como Chefe de Unidade, para a gestão dos diferentes tipos de sondagens Eurobarómetro, o monitoramento da opinião pública sobre a integração europeia e as políticas da União Europeia, e analisar tendências de mídia. De 2000 a 2004, ela era a chefe da Biblioteca Central da Comissão, no âmbito da Direcção-Geral da Educação e Cultura.

Participou de grupos de reflexão sobre o futuro da União Europeia e Governança, como membro da "coesão social e económica" do grupo para a criação dos "Cenários da Europa 2010", pilotado pela Unidade de Estudos Avançados, e foi um membro do seu Comité de Direcção. Ela tem realizado vários estudos para a Unidade de Estudos Avançados. Ela também foi membro do grupo sobre "Como relançar o debate sobre a Europa", no âmbito do think-tank sobre a Governança.

Dentro do Gabinete de Conselheiros de Política Europeia, ela lida com questões relativas à opinião pública e na informação e estratégias de comunicação no âmbito da tomada de decisão política.

Seus trabalhos publicados incluem:
- Identidade pessoal, coletiva e mídia nacional e modernos, 1986;
- Identité nationale et Médias contemporains, 1990;
- "Suíça: Ser ou não ser na Europa", 1991;
- Les des Suisses Valeurs (Ed), 1991;
- Medida de Opinião Pública, Um Método para Análise de Tendências em International Media Coverage, 1997;
- «Les enquetes Eurobarómetro et la Construção européenne», 1998;
- "La opinio Pública Catalana i Europa", 2002;
- Os europeus prontos para uma mudança de identidade coletiva? Opinião dos cidadãos e meios de comunicação como agentes de socialização Europeias, 2002.



Ela coordenou estudos de opinião especiais, incluindo:
- L'opinião des Européens sur la Réforme institutionnelle Vol. I (1995), vol. II (1996), vol. III (1997);
- L'envers opinião publique l'Union européenne (regiões par) en France; Allemagne; Royaume-Uni; Italie; Espagne, Portugal; Finlande et Danemark (1996);
- Parecer sobre as necessidades e os instrumentos de informação sobre a UE (1997);
- UE: les domaines qui l'intéressent opinião publique et ce Que les Européens font fluidez s'informer fonctionnement filho sur (1997);
- Les enjeux de l'élargissement de l'UE dans l'opinião publique (1998);
- A opinião pública europeia sobre a moeda única 1986-1999;
- Conhecimento da União Europeia e apoio à adesão da UE. Existe uma relação direta ou não outros fatores nos dizer mais? (Julho de 1999);
- L'impacto de la Crise institutionnelle européenne sur l'opinião publique (juillet 1999).

Equipe

Maurizio SALVI



Maurizio SALVI detém um MBA em Literatura Moderna (Universidade de Roma, Faculdade de Letras, 1985-1991), um MBS em Filosofia (Universidade de Roma, Faculdade de Filosofia, 1991-1995), um Diploma de especialização pós-graduação em Bioética (Universidade de Roma, Faculdade de ciências naturais, física e matemática, 1995), doutorado em Ciências da Saúde (Ética, Direito e Governança da Universidade de Maastricht, em conjunto com o Instituto Superior de Filosofia da Universidade de Leuven, e do Instituto Konrad Lorenz de Viena) , e em 2002 obteve o doutoramento europeu em biotecnologia da Associação Europeia para o Ensino Superior em Biotecnologia. Ele fez uma pesquisa sobre ética e biotecnologia, inter alia, da Universidade de Roma (1994-1999), o Instituto de Biotecnologia da Flandres (1999-2001), da Universidade de Maastricht (WTMC Instituto -1.996-1998), o Fórum Internacional da filosofia Bio (1998-2001).

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