... Julgo que depois destes malabarismos, os currículos das pessoas com funções políticas activas com o propósito de praticar o bem comum de uma nação, devem ser exigidos e publicados em Diário da Republica para qualquer cidadão poder consultar e certificar-se das habilitações de cada politico. Não deve ser uma opção, mas uma condição contemplada numa lei própria para o efeito, pois como sabemos, nenhum trabalhador é admitido numa função numa empresa, sem referências e/ou curriculo académico/profissional. será verdade que o PS está "calado" neste caso da licenciatura de M. Relvas porque o Irmão Maçon António Seguro dos Bancos (da Universidade Lusófona) foi um dos professores envolvido no processo?...
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Alerta de Segurança: Detector de Ondas Cerebrais Permite Descobrir Dados Pessoais, Códigos Secretos, Passwords, Senhas de Cartões de Crédito; Isto São Riscos de Equipamento Gadget de VideoJogos Valor de 238 Euros 299 Dólares; Perigos do INDECT São Assustadores! Resultado da Investigação das Universidades Oxford Berkley Genova Apresentado Na Conferência USENIX Download do Estudo



Detector de ondas cerebrais (Emotiv Epoc Neuroheadset) permite descobrir dados pessoais


Investigação foi apresentada na 21ª edição da conferência USENIX

University of Oxford Berkeley University of Geneva1NeuroFocus Press Release

2012-09-03
Uma equipa internacional de cientistas conseguiu descobrir numerosos dados pessoas através da análise de ondas cerebrais captadas por um detector que está disponível comercialmente - o Emotiv Epoc Neuroheadset. Este equipamento é usado para controlar videojogos e custa 299 dólares (238 euros), podendo ser comprado no site oficial da empresa. O estudo, que envolveu investigadores da Universidade de Oxford (Inglaterra), Universidade da Califórnia em Berkeley (EUA) e Genebra (Suíça) foi apresentado durante a 21ª edição da conferência USENIX, que se realizou em Agosto nos EUA (ver vídeo abaixo).



Na experiência participaram 30 estudantes aos quais foi pedido que observassem, enquanto usavam o Emotiv, imagens de cartões de crédito, multibancos, vários mapas e números. Depois, tiveram de responder a uma pergunta.



Interpretando as ondas cerebrais detectadas durante os exercícios, os cientistas conseguiram 'acertar' no mês de nascimento de 60 por cento dos participantes e no banco onde tinham conta e o local onde moravam 30 por cento deles.

Conseguiram também descobrir números do código PIN do cartão bancário. Para o efeito, mostraram, aleatoriamente, números de 0 a 9 num ecrã, um de cada vez. Quando um dos números do código aparecia, registava-se uma alteração nas ondas.

Protesto Internacional  e Petição Avazz Contra INDECT


This page in fluent english - esta página em inglês aqui: Security Risks Assumptions On the Feasibility of Side-Channel Attacks With Brain-Computer Interface

O estudo, intitulado «On the Feasibility of Side-Channel Attacks with Brain-Computer Interfaces» pode ser acedido aqui.

Security Risks Assumptions Brain-Computer Interfaces Side-Channel Attacks Feasibility Threat Model EEG Devices Could be Abused To Capture Sensitiver Private Information Oxford Berkeley Genova Universities Study Download

http://www.4shared.com/office/fX9KntBy/Security_Risks_Assumptions_Bra.html

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Povos Europeus Uni-vos; Lutai Contra os Fascistas da Europa: Bruxelas Envia Cães Raivosos para a Grécia Ocupada! Preparativos Secretos Para Intervenção de Unidade Especial de Polícia do Exército Europeu



Revolução Geral Contra o Sistema; Revolução Geral; Contra o Sistema; Portugal; Grécia; Europa

Altermonde-sem-fronteiras] Eurogendfor, Força de Gendarmaria Europeia, está se preparando para intervir na Grécia. A força fascista, as novas SS NAZI preparam-se para intervir e tomar conta da Grécia. Tropas estrangeiras na Grécia... aquilo é que vai ser bater no pobre povo grego.


Notícia publicada no Altermonde Sans frontiéres, diz que estão em curso preparativos secretos para a intervenção da EUROGENDFOR, a força especial fascista europeia prepara-se para intervir na Grécia! A crise económica acompanhada de agitação social dará a Bruxelas a oportunidade de testar a capacidade de resposta do grupo secreto que foi criado em Bruxelas para combater distúrbios populares e a revolta na Europa.

Eurogedenfor Prepara-se para Intervir na Grécia; Atacar; Povo Grego; SS; NAZI; Exército; Army; Cães; NAZI; SS
Os cães da Eurogedenfor O Exército Fascista;
As Novas Polícias SS NAZI da Europa
Os cães Preparam-se para Intervir na Grécia e Atacar o Povo Grego


EUROGENDFOR é um grupo secreto de cães raivosos, uma espécie de novas SS NAZI dos tempos modernos com sede em Itália, que está pronta para iniciar acções na Grécia, onde tem sua primeira operação em grande escala contra a população de um Estado europeu. A Grécia está fervendo, o povo grego está na miséria, os protestos tornam-se cada vez mais violentos e os bandidos dos bancos querem manter o controle. Ultimam-se preparações secretas para a operação da força especial europeia na Grécia! A força de polícia da UE existe há já muito tempo - e tem amplos poderes! Atualmente, é uma "força especial" de 3 000hommes (!) com um nome bastante difícil de pronunciar "Eurogend­for" (Força Gendarmaria Europeia/tropas da polícia europeia). O comando está situado em Vincenza na Itália, longe da sede da UE! Esta força policial, a EUROGENDFOR foi criada por iniciativa do antigo Ministro da Defesa francês Michèle Alliot-Marie (o Mário Soares também teve uma cota parte), para suprimir manifestações que os fascistas da Europa dos bancos previam vir a acontecer no futuro proximo.

O grande problema é o seguinte: Eurogend­for no futuro irá reduzir o direito nacional e a soberania dos Estados Membros da UE ao nível de lixo! Esta força anti-demecrática tem um "Conselho de guerra", que é composto pelos ministérios da defesa e a segurança dos países da UE na Eurogendfor e do país em causa, é a este conselho de Guerra que cabe decidir a intervenção num Estado-membro da UE - esta nova força de polícia da UE está regulamentada no "documento constitutivo" dé­nommé acordo Velsen (NL). Isto representa para os observadores um direito de ocupação por parte da UE. Porque, se, uma vez decidida a intervenção num país "amigo", membro da União Europeia, todos os edifícios e áreas ocuparam por unidades Eurogendfor, desfrutar a immu­nité e são mais acessíveis às autoridades do país em causa. Na verdade, é um direito de ocupação por parte da UE. "Mas pior:

Porque a Eurogendfor não actua  apenas no caso particular das competências policiais de manutenção da ordem pública, mas também fica a controlar os Serviços Secretos e tem o dever de restabelecer a ordem e tranquilidade na área de intervenção em causa, em estreita colaboração com o exército (!). É um Take Over, um tomar conta, um controle e ocupação total do país alvo da intervenção. Se o comando da EUROGENDFOR achar necessário, as tropas dos países alvo, devem ter disponíveis todas as licenças necessárias e todos os meios para cumprir seu mandato.

EUROGENDFOR está preparada e mandatada para resolver vários problemas para os governos europeus. No futuro, eles podem, em caso de agitação social ou grandes protestos de longa duração, inclusivé usar armas de fogo contra o povo, em todas as áreas sob quarentena e remover os líderes militares do movimento sem ter que comprometer suas próprias forças militar ou policial, que poderia mostrar solidariedade com os manifestantes. A Eurogendfor, por sua vez, não pode ser processado por causa de suas autorizações excepcionais, civis e militares. Note que é só graças ao Tratado de Lisboa - que é nada mais do que a velha "Constituição Europeia" controversa sob um novo título - por incrível que tal situação foi alcançada.

Graças ao julgamento do Supremo Tribunal Constitucional, os políticos alemães do Bundestag, que apoiavam o tratado questionável quase por unanimidade, terão no futuro o direito de ser ouvidos. Um político alemão, de volta à realidade, disse durante uma reunião privada: "Nós vamos nos divertir bem dentro da Eurogendfor, quando o futuro estado de emergência será imposto a partir dos centros de decisão "Bottrop Neukölln" da Alemanha Ocidental. "

Altermonde-sans-frontières] Eurogendfor, la force de gendarmerie européenne, s’apprête à intervenir


 

A Carta do Mártir Grego Dimitris Christoulas

É preciso acabar rapidamente com esta UE FASCISTA DOS BANDIDOS DOS BANCOS

 

É Preciso Dar-lhes o Prémio Político da Islândia

Wayseer Manifesto
 

25 de Abril Manifestação Geral Contra o Sistema!


 

Revolta Geral Contra os Traidores!


Marcha da Desobediência Civil

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UE Planos Alemanha NAZI Revelados: Documentos Secretos EUA US Military Intelligence Secret Report EW-Pa 128 Red House Report, O Protocolo de Budapeste, Origem Germânica PS PSD Criado pela Maçonaria



Revelado: O relatório secreto que mostra como os nazistas planejaram o Quarto Reich...na União Européia
US Military Intelligence report EW-Pa 128: Relatório Secreto dos Serviços Secretos Militares dos Estados Unidos da América revela os detalhes do  plano nazista para criar a União Europeia
INTELLIGENCE REPORT NO. EW-Pa 128

Pode-se ser perdoado por pensar que este plano ainda está em vigor, para a UE, e agora o mundo, está dominado por esquemas e compadrios, ajustes directos, fraudes de BPNs, Irmandade Maçonica Isaltino, pela Máfia da Maçonaria com Maçons como Miguel Relvas na Estroina, a operação militar contra Portugal, atravé de um Pacto de Traição á Pátria, e marchando nesse caminho ideológico fascista. A Alemanha tem uma dívida de biliões á Grécia não paga, e a Grécia está na miséria...



Ao nível de segurança, repressão e controle populacional, temos buzzbombs modernos, uma polícia militarizada, que é levado a usar uniformes pretos e máscara, e uma cultura florescente Gestapo STASI a começar a proliferar por todo mundo, de forma mais acentuada no Reino Unido e, cada vez mais, na América do Norte, em Portugal dá os primeiros passos, com a ASAE.

A nível político, temos os partidos do arco-do-poder, de ideologia Social Democrata Socialista Germânica

Partido Socialista Social Democrata
Fonte Wikipedia Partido Socialista (Portugal) Wikipedia Partido Social Democrata (Portugal) PSD
Partido Socialista (Portugal)

O Partido Socialista (PS) português foi fundado em 19 de Abril de 1973 na cidade alemã de Bad Münstereifel, por militantes da Acção Socialista Portuguesa.

Fundação do Partido Socialista (19 de Abril de 1973)

No dia 19 de Abril de 1973, na cidade alemã de Bad Münstereifel, militantes da Acção Socialista Portuguesa idos de Portugal e de diversos núcleos no estrangeiro, de entre outros países e cidades de Londres, Paris, Genebra, Suécia, Argélia e Brasil, reunidos em Congresso da Acção Socialista Portuguesa e "ponderando os superiores interesses da Pátria, a actual estrutura e dimensão do movimento, as exigências concretas do presente e a necessidade de dinamizar os militantes para as grandes tarefas do futuro, deliberou transformar a A.S.P. em Partido Socialista", aprovam, por 20 votos a favor e 7 contra, a transformação da A.S.P. em Partido Socialista.

A decisão não foi consensual para os vinte e sete delegados aí presentes, pois alguns discordavam não da sua Fundação mas do momento desta.

Finda a votação, às 18:00 desse dia, todos os congressistas aplaudiram de pé a deliberação e discutiram e aprovaram os diversos documentos preparatórios dessa reunião, bem como, outros que viriam a ser publicados na sequência directa da fundação do PS, de entre estes e o que se veio a revelar mais mediático foi a Brochura de protesto contra a visita de Marcelo Caetano a Londres e de divulgação da criação do Partido Socialista.

A Declaração de Princípios e Programa do Partido Socialista são aprovados em Agosto de 1973 e resultaram de diversas contribuições de militantes e simpatizantes do interior e do exterior.

Na Declaração de Princípios afirmava-se a defesa do socialismo em liberdade, ao mesmo tempo que se defendia como objectivo último uma sociedade sem classes e o marxismo era aceite como "inspiração teórica predominante", embora permanentemente repensado.

O Programa reflectia, assim, um compromisso entre o sistema parlamentar da Europa Ocidental e uma estratégia de ruptura com a organização capitalista da economia.

Partido Social Democrata (Portugal)

O Partido Social Democrata (PPD/PSD)[2] é um partido político português, fundado em 6 de maio de 1974, por Francisco Sá Carneiro, Francisco Pinto Balsemão (Bilderberg) e Joaquim Magalhães Mota sob o nome Partido Popular Democrático (PPD). Foi legalizado em Janeiro de 1975. Sozinho ou em coligação, o PSD tem formado diversos governos da III República Portuguesa.

Defenição da Social Democracia

A Internacional Socialista definiu a social-democracia como forma ideal de democracia representativa, que pode solucionar os problemas encontrados numa democracia liberal, parlamentar e representativa, enfatizando os seguintes princípios para construir um estado de bem estar social:Primeiro, a liberdade inclui não somente as liberdades individuais, entendendo-se por "liberdade" também o direito a não ser discriminado e de não ser submisso aos proprietários dos meios de produção e detentores de poder político abusivo. Segundo, deve haver igualdade e justiça social, não somente perante a lei mas também em termos económicos e sócio-culturais, o que permite oportunidades iguais para todos, incluindo aqueles que têm desigualdades físicas, sociais ou mentais.Finalmente, é fundamental que haja solidariedade e que seja desenvolvido um senso de compaixão para vítimas da injustiça e desigualdade.Eduard Bernstein e Karl Kautsky foram os dois principais representantes do revisionismo, pois ambos previam uma evolução do capitalismo que, gradualmente e através de reformas sociais, iria implantar o socialismo, mas que, na realidade, conduziu à social-democracia.

PSD SPD Alemão

A social-democracia que serviu de ponto de referencia do PSD resultava, sobretudo, do prestígio que então alcançava o modelo do SPD que, depois de ter abandonado o programático marxismo em 1959, alcançava um enorme prestígio na Europa, principalmente com o estilo de Helmut Schmidt. reformista, humanista personalista de teóricos da Europa central, nórdica e anglo-saxónica, concebeu um projecto de social democracia adaptado à idiossincrasia de Portugal e à sua tradição histórica, apercebendo-se, de antemão, da ditadura de esquerda que, provavelmente, se iria instaurar em Portugal, num país que, na altura, era muito atrasado. O Partido Social Democrata é, assim, um partido de ideologia social-democrata, de natureza reformista, personalista e com carácter não-confessional, ou seja, laico, à semelhança do Partido Socialista, que, de modo peculiar, no caso português, ao contrário dos seus congéneres europeus que combateram a direita dos privilégios, combateu o colectivismo económico e os movimentos totalitários marxistas, subsequentes à Revolução de 25 de Abril de 1974, com a intenção de instaurar, em Portugal, a democracia liberal, parlamentar e representativa, o Estado Social de Direito e com o intuito de integrar Portugal na Comunidade Económica Europeia, à semelhança das propostas políticas do Partido Socialista, apesar da Economia, em Portugal, ter permanecido colectivizada até ao ano de 1986 e a Constituição da República Portuguesa ainda ter um forte pendor socialista[4][5] e populista
(...)
Resulta, sobretudo, do prestígio, repete-se, que então alcança o modelo do SPD que, depois de ter abandonado o programático marxismo em 1959, alcança um enorme prestígio na Europa, principalmente com o estilo de Helmut Schmidt.
(...)
Helmut Schmidt, Chanceler da Alemanha Ocidental entre 1974 a 1982. O PSD de Sá Carneiro, que se assumiu como social democrata em 1974, invocou a prática do SPD de Helmut Schmidt.

PSD criado pela maçonaria


." Foi no escritório dos maçons Mário Cal Brandão e António Macedo, conhecido como "A Toca", que o Partido Popular Democrático tem, em parte, a sua génese: nestes meios republicanos do Porto de resistência ao Estado Novo, alguns maçons como Artur Santos Silva (pai), e outros republicanos..."
(...)
A título de curiosidade, refira-se que, nos primeiros dias de Abril, a Junta de Salvação Nacional chegou a atribuir a sede do Grande Oriente Lusitano, ocupada pela Legião Portuguesa, ao PSD

A ascenção do imperialismo Germânico no mundo empresarial, é cada vez maior, com empresas como: Wolkswagen, Opel, Siemens, Adidas

Depois da Segunda Guerra, o fluxo de imigrantes foi substituído pelo fluxo de capital. Com a abertura de subsidiárias de empresas alemãs em todo o mundo, inicialmente na América Latina, onde se encontrava o Hitler. Em São Paulo teve enorme expansão, muitos executivos e profissionais especializados também mudaram-se da Alemanha para a metrópole paulista. O ritmo dos investimentos foi tão acelerado que transformou o estado paulista no maior pólo da indústria alemã fora da Alemanha.

Política externa e europeia
Fonte: Embaixada e Consulados Gerais da Alemanha no Brasil

A superação do nacionalismo através da integração dos países e dos seus interesses assegurou à Europa um período de paz, prosperidade e estabilidade sem precedentes, após séculos de conflitos sangrentos entre vizinhos. Por isso, a consumação da integração europeia é um dos nossos principais objetivos políticos.

Social-democracia duplamente culpada pela ascensão do nazismo na Alemanha
O filósofo e pensador Walter Benjamin considerou a social-democracia duplamente culpada pela ascensão do nazismo na Alemanha, pois ela menosprezou o movimento fascista emergente na Europa, definindo-o como um simples espasmo do capitalismo já declinante. Outro erro da social-democracia, para Benjamin, foi criticar o comunismo como um movimento que precipita as revoluções, criando atritos e desarticulando os dois partidos de esquerda que, unidos, poderiam fazer frente ao avanço nazista na Alemanha.

Um pouco de história

Os melhores cientistas nazistas foram adquiridas por os EUA no final da guerra, e avô de George W Bush era o principal financiador do NAZIS dos EUA nazista na leadup da Segunda Guerra Mundial.

Dados genômicos sobre as populações estão a ser recolhidos pela mesma empresa que construiu os primeiros computadores a contagem das vítimas dos campos de concentração - a IBM. Juventude corps. Bases de dados genéticas estão sendo criados nos EUA e Reino Unido.

A sociedade Bilderberg, fundada pelo príncipe Bernhard (um oficial NAZI) e responsável por ajudar a planear a UE como os seus documentos vazados Leaked Documents podem atestar, continua a atrair e recrutar anualmente os powerbrokers da Elite Globalista para as suas reuniões secretas. Top globalistas estão declarando, praticamente diáriamente, que estão dando os retoques finais para a criação de uma "nova ordem mundial" - uma frase muito favorecida e usada por Adolf Hitler.

Coincidência?.

O relatórioo US Military Intelligence report EW-Pa 128, está velho e frágil, as letras datilografadas foram desaparecendo lentamente, mas ainda está bastante perceptivelO US Military Intelligence report EW-Pa 128, o Relatório Red House dos Serviços Secretos da Inteligência Militar dos EUA EW-Pa 128 é tão frio agora como no dia em que foi escrito em novembro de 1944.

O documento, também conhecido como Relatório Red House Report, é um relato detalhado de uma reunião secreta no Hotel Maison Rouge, em Estrasburgo, em 10 de agosto de 1944. No Hotel Maison Rouge, oficiais NAZIS ordenaram a um grupo da elite dos industriais alemães para planear a recuperação da Alemanha pós-guerra, e preparem o retorno dos NAZIS ao poder e trabalhar para a construção do " forte Império Alemão '. Por outras palavras: o IV Reich.

relatório de três páginas,  classificado "secreto", copiado para oficiais britânicos e enviadas por correio aéreo para Cordell Hull, o secretário de Estado dos EUA, mostra detalhamente como os industriais estavam a trabalhar com o Partido NAZI, e como continuaram a trabalhar activamente para reconstruir a economia da Alemanha, enviando dinheiro através da Suíça.

Foi-lhes etregue elevada soma de dinheiro, e eles comprometeram-se a criar uma rede secreta de empresas de fachada no exterior. Eles iriam criar uma rede de empresas no exterior, e esperar até terem as condições ideais para reimplantar o Reich. Então, eles levamtariam a Alemanha novamente.

Entre os industriais, estavam incluídos representantes da Volkswagen, Krupp e Messerschmitt. Funcionários da Marinha e do Ministério do Armamento estavam também na reunião e, com visão incrível, eles decidiram juntos que o Quarto Reich alemão, contráriamente ao seu antecessor, seria baseado na economia,  um Império Económico substituiria o império militar - Esse Império, não apenas alemão.

O Relatório Red House, que foi descoberto a partir de arquivos de inteligência dos EUA, foi a inspiração para o livro de suspense, "O Protocolo Budapeste".

O livro começa em 1944 com o avanço do Exército Vermelho sobre a cidade sitiada, depois pula para os dias de hoje, durante a campanha eleitoral para o primeiro presidente da Europa. A União Europeia, o superestado revelado como uma fachada de uma sinistra conspiração, enraizada nos últimos dias da Segunda Guerra Mundial.


Lebor refere-se ao romance que escreveu O Protocolo de Budapest, inspirado no Relatório Red House



Mas quando eu pesquisei a matéria e escrevi o romance, percebi que algumas partes do relatório Red House tinham se tornado realidade.

Os empresários da Alemanha nazista iriam transferir grandes quantidades de capital através de países neutros. Os Empresários alemãs montaraim uma rede de empresas de fachada no exterior. A economia alemã se iria recuperar em breve, depois de 1945.

O Terceiro Reich foi derrotado militarmente, mas os poderosos da era nazista: banqueiros, industriais e funcionários públicos, renasceriam como democratas. Qual Fénix renascida das cinzas, assim prosperaria no Ocidente, a Nova Alemanha. Lá eles trabalhariam para uma nova causa: a integração económica e política europeia.

Max Faust, engenheiro da I.G. Farben e Heinrich Himmler, chefe da SS


É possível que o Quarto Reich que aqueles industriais nazistas planearam, esteja em marcha?

O Relatório Red House foi escrito por um espião francês que estava na reunião em Estrasburgo em 1944 - e que pinta um quadro extraordinário.

Os industriais reuniram-se na Maison Rouge Hotel, e esperaram ansiosamente que o Obergruppenführer da SS Dr. Scheid começasse a reunião.


Scheid tinha uma das patentes mais altas na SS, equivalente a general. Ele tinha uma figura imponente no seu uniforme verde-cinza e de alta capa pontuda com trança de prata. Guardas foram colocados do lado de fora e a sala foi inspecionada em busca de microfones.

Respirou fundo antes de começar a falar

A indústria alemã deve perceber que a guerra não pode ser vencida, declarou. "É preciso tomar medidas para preparação de uma campanha comercial pós-guerra." Conversa derrotista. Tal declaração era traição - o suficiente para levá-lo aos porões da Gestapo, seguido de uma viagem sem regresso a um campo de concentração.

Mas a Scheid tinha sido dada licença especial. Scheid tinha autorização especial para falar a verdade - o futuro do Reich estava em jogo. Ele ordenou aos industriais que fizessem contratos e alianças  com empresas estrangeiras, e que isses contratos e alianças  deveriam ser feitos individualmente e sem atrair qualquer suspeita.

Os industriais deveriam pedir emprestado, elevadas somas substanciais de países estrangeiros após a guerra.

Eles deveriam explorar as finanças de empresas alemãs que já haviam sido usadas com fachadas para penetração no exterior, disse Scheid, citando alguns parceiros americanos da gigante Krupp, Zeiss, Leica e da empresa mercantil Hamburgo-America.

Mas quando os industriais deixaram a reunião um punhado deles foi chamado para uma segunda reunião, presidida pelo Dr. Bosse do Ministério de Armamentos. Haviam segredos a ser compartilhados com a elite das elites.

Bosse explicou como, mesmo embora o Partido Nazista tenha informado os industriais que a guerra estava perdida, a resistência contra os aliados continuaria até que houvesse uma garantia de unidade alemã.Ele então descreveu uma estratégia de três estágios, etapas segredo para o Quarto Reich.

No primeiro estágio, os industriais deveriam "preparar-se para financiar o Partido Nazista, que seria forçado a passar à clandestinidade como Maquis ', usando o termo para dar como exemplo a resistência francesa.

No Segundo Estágio o governo alemão iria alocar elevadas somas de dinheiro aos industriais alemães para estabelecer uma "fundação segura pós guerra em países estrangeiros, enquanto isso, as reservas financeiras existentes deveriam ser colocadas à disposição do partido NAZI para que um forte Império Alemão pudesse ser estabelecido após a derrota da Alemanha ".

Na terceira fase, no terceiro estágio, as empresas alemãs criariam uma rede de agentes secretos no exterior através de empresas de fachada, que dariam cobertura para pesquisa e investigação militar, e serviços de inteligência, até que os NAZIS retornassem o poder.

"A existência destas redes seria conhecida apenas por um grupo restrito de muito poucas pessoas em cada indústria e chefes do Partido NAZI", anunciou Bosse.

"Cada escritório terá um agente de ligação com o partido. Assim quando o partido se tornar forte o suficiente para re-estabelecer seu controle sobre a Alemanha, os industriais vão ser pagos e recompensados pelo seu esforço e cooperação por meio de concessões e pedidos. "

Os fundos exportados seriam canalizados através de dois bancos suíços em Zurique, ou através de agencias na Suíça que compraram propriedades na Suíça para os alemães, por uma comissão de 5 por cento. Os NAZIS estavam a mandar fundos para países neutros havia anos.

Os Bancos suíços em especial, e particularmente, o Banco Nacional Suíço aceitavam ouro roubado dos tesouros dos países ocupados. Eles aceitavam títulos de propriedade roubados de empresários judeus na Alemanha e países ocupados, e forneciam moeda corrente que os NAZIS precisavam para comprar material de guerra. A colaboração econômica suíça com os nazistas havia sido monitorrizada pela inteligência aliada.

O autor do relatório Red House aponta: "Anteriormente, as exportações de capital por parte de industriais alemães para países neutros tiveram que ser feitas sub-repticiamente e foi conseguido por meio de influência especial.

"Agora o partido nazista estava por trás dos industriais e exorta-os a salvar-se mandando fundos para fora da Alemanha e ao mesmo tempo avançando os planos do partido para operações pós-guerra."

A ordem para exportar capital para o estrangeiro era tecnicamente ilegal na Alemanha nazista, mas no verão de 1944, a lei não importava.

Mais de dois meses depois do dia D, os NAZIS estavam sendo esmagados pelos aliados no Oeste e pelos soviéticos no Leste. Hitler havia sido gravemente ferido num atentado. A liderança nazista estava nervosa e dividida.

Durante os anos de guerra a SS havia construído um império econômico gigantesco, baseado no saque e assassinato, e eles planearam mantê-lo.

Uma reunião como a do Hotel Maison Rouge deveria ser protegida pela SS, de acordo com o Dr. Adam Tooze da Universidade de Cambridge, autor de “Salários da destruição: a ascensão e queda da Economia NAZI”.

Mas as SS estavam pensando a longo prazo. Se você estivesse tentando estabelecer uma coligação de trabalho para o pós-guerra, o único lugar seguro para fazê-lo era sob o aparato de terror.
Ele diz: "Em 1944 qualquer discussão sobre o planeamento do pós-guerra era proibido. Era extremamente perigoso fazê-lo em público.

Líderes astutos da Shrewd SS, como Otto Ohlendorf já estavam pensando no futuro.

Como comandante de Einsatzgruppe D, que operava na Frente Oriental entre 1941 e 1942, Ohlendorf foi responsável pelo assassinato de 90.000 homens, mulheres e crianças.

Um advogado e economista altamente instruído, bem educado e inteligente. Ohlendorf mostrou uma grande preocupação pelo impacto psicológico nos atiradores dos esquadrões de fuzilamento: ele ordenou que vários deles atirassem simultaneamente nas suas vítimas, para evitar um sentimento de responsabilidade pessoal.

No inverno de 1943 ele foi transferido para o Ministério da Economia. O trabalho de Ohlendorf era focado em exportação, mas sua prioridade real era preservar o massivo império econômico europeu da SS NAZI depois da derrota da Alemanha.

Ohlendorf, que foi mais tarde enforcado em Nuremberg, tinha interesse particular no trabalho do economista alemão Ludwig Erhard, que escreveu um longo manuscrito sobre a transição da economia pós-guerra depois da derrota da Alemanha. Isto era perigoso, especialmente porque seu nome foi mencionado em conexão com grupos de resistência.


Mas Ohlendorf, que também foi chefe da SD, o serviço secreto doméstico nazista, protegeu Erhard porque ele concordava com sua visão sobre a estabilização da economia Alemã no pós-guerra. Ohlendorf foi protegido por Heinrich Himmler, o chefe da SS.

Ohlendorf e Erhard temiam a hiper-inflação, como a que destruiu a economia alemã nos anos 20. Tal catástrofe reduziria o império econômico da SS a nada.


Os dois homens concordaram que a prioridade no pós-guerra era a rápida estabilização monetária através de uma moeda forte, mas eles perceberam que isto deveria ser reforçado por um poder de ocupação amigável, porque nenhum estado alemão teria legitimidade suficiente para introduzir uma moeda que tivesse algum valor.



Esta moeda seria o Deutsch-mark, que foi introduzido em 1948. Foi um grande sucesso e alimentou rapidamente a economia alemã. Com uma moeda forte, a Alemanha era de novo um parceiro comercial atraente.

Os conglomerados industriais alemães poderiam rapidamente reconstruir seus impérios económicos em toda a Europa.

A guerra tinha sido extraordinariamente rentável para a economia alemã. Em 1948, apesar de seis anos de conflito, bombardeio dos Aliados e os pagamentos de reparações do pós-guerraA Alemanha de Angela Merkel tem Para Com  uma Grécia, Uma Dívida NAZI de Ocupação NAZI, Superior a 575 Biliões de Euros, A Alemanha NAZI Deve ao Gregos, mais de 575 Mil milhões de Euros, a Dívida NAZI da Alemanha á Grécia Greek é superior a 575.000.000.000,00), o capital social de ativos, tais como equipamentos e edifícios era maior do que em 1936, graças principalmente ao ROUBOcrescimento da industria do armamento.

Erhard ponderou como a indústria alemã poderia se expandir pelo continente europeu. A resposta foi através do supra nacionalismo – um abandono voluntário da soberania nacional a favor de um corpo internacional.


Alemanha e França foram os percursores que estão por trás, na base do nascimento, fundação e criação da União Económica Europeia, a UE Fascista, CapitalistaEsclavagista dos Banqueiros. A Alemanha e a França foram os agentes impulsionadores por trás da criação da European Coal and Steel Community (ECSC), em português, Comunidade Europeia do Carvão e do Aço (CECA), a precursora da Comunidade Económica Europeia (CEE) que no tempo do Mário Maroscas Bochechas Maçon, (um tipo que tem avenidas em Paris e no Rio de Janeiro, passa férias em Alvor) e dum tal de Silva das Bombas de Gazolina, o tal que tinha negócios com o BPNdistribuiram rios de dinheiro pelos gatunosdo sitio, que não prestam nem cavaco, não interessa a ninguém e nos entalaram nesta Trampa da União Europeia.

A ECSC CECA foi a primeira organização Globalista, supranacional, criada em Abril de 1951 por seis países europeus. Ela criou um mercado comum do carvão e do aço por ela regulado. Isso estabeleceu um precedente vital para a contínua erosão da soberania nacional dos estados, um processo criminoso que continua até hoje. Sendo que actualmente, com o Burlão Burloso, e Angela Merda, segue em velocidade supersónica, de Turbo ligado, com a finalidade de instalar a Nova Ordem Mundial, NOM, New World Order NWO, A Ditadura dos Bancos da Máfia Banqueira das Privatizações.

Mas antes que o mercado comum pudesse ser estabelecido, os industriais nazistas tinham de ser perdoados, e os banqueiros NAZIS e funcionários nazistas reintegrados. Em 1957, John J. McCloy, o alto comissário para a Alemanha, American High Comissioner for Germany, concedeu uma amnistia para os industriais condenados por crimes de guerra.


Os dois industriais nazistas mais poderosos, Alfried Krupp, da Krupp Industries e Friedrich Flick, cujo Flick Group eventualmente possuía 40 por cento da Daimler-Benz, foram soltos da prisão ao fim de estarem apenas três anos presos.

Krupp e Flick haviam sido figuras centrais na economia nazista. Suas empresas usaram trabalhadores escravos como gado, que trabalhavam até morrer. A empresa Krupp tornou-se rapidamente numa das principais indústrias líderes na Europa.

O Flick Group também rapidamente construiu um império de negócios na Europa. Friedrich Flick se manteve sem arrependimento sobre histórico no período de guerra e se recusou a pagar um único marco em compensação até sua morte em julho de 1972 com a idade de 90 anos, quando ele deixou uma fortuna de mais de US$1 bilhão.

"Para muitos líderes industriais figuras próximas do regime nazista, a Europa tornou-se uma cobertura para a prossecução dos interesses nacionais alemães após a derrota de Hitler", diz o historiador Dr. Michael Pinto-Duschinsky, um conselheiro para os antigos trabalhadores escravos judeus.

"A continuidade da economia da Alemanha nas economias da Europa pós-guerra é surpreendente. Algumas das figuras mais importantes na economia nazista tornaram-se importantes construtores de líderes da União Europeia. "

Numerosas empresas alemãs exploraram trabalhadores escravos, etre elas incluem-se, a BMW, Siemens e Volkswagen, que produziu munição e foguetes V1.

O trabalho escravo era parte integrante da máquina de guerra nazista. Muitos campos de concentração foram anexados a fábricas dedicadas, onde funcionários da empresa trabalharam lado a lado com os oficiais da SS supervisionando os campos de concentração NAZI.

Como Krupp e Flick, Hermann Abs, O banqueiro mais poderoso do pós-guerra da Alemanha, tinha prosperado no Terceiro Reich. Dapper, elegante e diplomático, Abs entrou para o conselho do Deutsche Bank, O maior banco da Alemanha, em 1937. Enquanto o império nazista se expandia, o Deutsch Bank arianizou bancos austríacos e tchecos que pertenciam a judeus.


Em 1942, Abs tinha 40 diretorias, um quarto delas em países ocupados pelos nazistas. Muitas dessas empresas arianizadas usavam escravo em 1943 a riqueza do Deutsch Bank havia quadruplicado.


Abs também participava da diretoria do I.G. Farben, como representante do Deutsch Bank. I.G. Farben era uma das empresas mais poderosas da Alemanha Nazista, formada por uma união da Basf, Bayer, Hoechst e subisidiárias nos anos 20.


Ela estava tão profundamente ligada a SS e os nazistas que possui seu próprio campo de trabalho escravo em Auschwitz, conhecido como Auschwitz III, onde dezenas de milhares de judeus e outros prisioneiros produziam borracha artificial.
O portão principal de Auschwitz



Quando eles não podiam trabalhar mais eles eram mandados para Birkenau. Lá eles eram mortos em câmaras de gás usando Zyklon B, cuja patente era da I.G. Farben.

Durante a guerra a empresa havia financiado a pesquisa de Ludwig Erhard. Depois da guerra, 24 executivos da I.G. Farben foram processados por crimes de guerra em Auschwitz III, mas apenas 12 dos 24 foram condenados e sentenciados a penas de um ano e meio a oito anos. A I.G. Farben ficou impune do assassinato em massa.


Abs foi uma das personalidades mais importantes na reconstrução da Alemanha pós-guerra. Foi graças a ele que, como o relatório Red House indicava, um poderoso império alemão foi reconstruído, formando a base da União Européia hoje.

Os seus membros incluíam industriais e investidores e desenvolveram políticas conhecidas hojeIntegração monetária e sistemas comuns de transporte, energia e previdência social.


Quando Konrad Adenauer, o primeiro chanceler da Alemanha Ocidental, tomou o poder em 1949, Abs era seu consultor financeiro mais importante.


Abs estava trabalhando duro para que o Deutsch Bank fosse permitido se reconstituir depois da descentralização. Em 1957 ele obteve sucesso e retornou a seu empregador anterior

Naquele mesmo ano seis membros do ECSC assinaram o tratado de Roma, que criou a Comunidade Econômica Europeia. O tratado libertou o mercado e estabeleceu poderosas instituições supra-nacionais incluindo o Parlamento Europeu e a Comissão Europeia.

Abs foi encarregado de atribuir o Plano Marshall - os fundos de reconstrução - para a indústria alemã. Em 1948 ele foi efetivamente gerir a recuperação econômica da Alemanha.

Decisivamente, Abs era também um membro da Liga Europeia de Cooperação Económica, um grupo de pressão da elite intelectual criado em 1946. A liga foi dedicada ao estabelecimento de um mercado comum, o precursor da União Europeia.

Seus membros incluíam industriais e financeiros e desenvolveu políticas que são notavelmente conhecido hoje - da integração monetária e sistemas comuns de energia, transporte e previdência.

Quando Konrad Adenauer, o primeiro chanceler da Alemanha Ocidental, tomou o poder em 1949, Abs era seu conselheiro financeiro mais importante.

Nos bastidores Abs estava trabalhando duro para para que fosse permitido reconstituir o Deutsche Bank, após a descentralização. Em 1957 ele conseguiu e voltou para seu antigo empregador.

Naquele mesmo ano, os seis membros da CECA assinaram o Tratado de Roma, que instituiu a Comunidade Económica Europeia. Um tratado Comercial ainda mais liberalizado, era instituido sobre o comércio estabelecido e surgiam cada vez mais poderosas instituições supranacionais, incluindo o Parlamento Europeu e Comissão Europeia.

Como Abs, Ludwig Erhard floresceu na Alemanha pós-guerra. Adenauer fez de Erhard o primeiro ministro da economia da Alemanha pós-guerra. Em 1963 Erhard sucedeu Adenauer como chanceler por três anos.

Mas o milagre econômico alemão, tão vital para a idéia da nova Europa, foi construído sobre assassinato em massa. O número de escravos e trabalhadores forçados que morreram enquanto empregados por empresas alemãs na era nazista foi de 2.700.000

Alguns pagamentos compensatórios esporádicos foram feitos, mas a indústria alemã aprovou uma resolução, conclusiva global apenas em 2000, com um fundo de compensação de £ 3 bilhões. Não houve admissão de responsabilidade legal e a remuneração individual era insignificante.

Um trabalhador escravo receberia 15.000 marcos (aproximadamente 5.000 libras) e um trabalhador forçado 5.000 (aproximadamente 1.600 libras). Qualquer demandante que aceitasse o acordo não poderia mover nenhuma outra ação.

Para colocar esta soma de dinheiro em perspectiva, a Volkswagen sozinha teve um lucro de 1,8 bilhão de libras.

Actualmente, 27 estados membros da União Européia, a maior parte com o Euro. A Europa agora tem paz e estabilidade, lar para uma grande comunidade judaica. O holocausto está gravado na memória nacional.

Mas o relatório Red House é uma ponte entre um presente ensolarado e um passado sombrio. Joseph Goebblels, o chefe de propaganda de Hitler disse: Em 50 anos ninguém pensará em nações-estados.

Por enquanto o estado-nação resiste. Mas estas três paginas datilografadas são um lembrete que a ânsia por um Estado Federal europeu se mistura aos planos da SS e industriais alemães para o Quarto Reich – Um império econômico e não militar.

Império que eles estão em vias de concretizar com o auxilio dos Traidores e da Máfia Maçónica.

Relatório Red House, o artigo que publicamos inicialmente em May 15

Globalists Durão Barroso and Fra Von Rompuy European Presidents Knigts Templar Sovereign Military Order of Malta Members
European globalists are committing another act of economic terrorism by exploiting the euro debt crisis in a bid to create a “United States of Europe,” with European Council president Herman van Rompuy announcing he is ready to spearhead the group, a move that frighteningly parallels plans by top Nazis, may of whom went on to found the EU, and their mission to build a continent-wide economic government.
EU leaders are fearmongering over the consequences of member states abandoning the single currency, warning that a euro collapse would lead to martial law and even civil war.

Their “solution” is to hand themselves even more power to create a common economic policy that all member states would be forced to follow at the expense of their national sovereignty, a de facto financial government for the whole of Europe.

“European Council president, the Knight of Malta jesuit jew Herman van Rompuy said that he was ready to run for a second term as European Union president, to lead a “United States of Europe,”.

As we can see below, the European Common Market, the precursor to the European Union, was a brainchild of top Nazis in the 1940’s who wanted to preserve fascist power in the event of defeat in world war two.

US Military Intelligence report EW-Pa 128

Enclosure No. 1 to despatch No. 19,489 of Nov. 27, 1944, from
the Embassy at London, England.

S E C R E T
SUPREME HEADQUARTERS
ALLIED EXPEDITIONARY FORCE
Office of Assistant Chief of Staff, G-2
7 November 1944
INTELLIGENCE REPORT NO. EW-Pa 128


SUBJECT: Plans of German industrialists to engage in underground activity after Germany’s defeat; flow of capital to neutral countries.

SOURCE: Agent of French Deuxieme Bureau, recommended by Commandant Zindel. This agent is regarded as reliable and has worked for the French on German problems since 1916. He was in close contact with the Germans, particularly industrialists, during the occupation of France and he visited Germany as late as August, 1944.

1. A meeting of the principal German industrialists with interests in France was held on August 10, 1944, in the Hotel Rotes Haus in Strasbourg, France, and attended by the informant indicated above as the source. Among those present were the following:

Dr. Scheid, who presided, holding the rank of S.S. Obergruppenfuhrer and Director of the Heche (Hermandorff & Schonburg) Company
Dr. Kaspar, representing Krupp
Dr. Tolle, representing Rochling
Dr. Sinderen, representing Messerschmitt
Drs. Kopp, Vier and Beerwanger, representing Rheinmetall
Captain Haberkorn and Dr. Ruhe, representing Bussing
Drs. Ellenmayer and Kardos, representing Volkswagenwerk
Engineers Drose, Yanchew and Koppshem, representing various factories in Posen, Poland (Drose, Yanchew and Co., Brown-Boveri, Herkuleswerke, Buschwerke, and Stadtwerke)
Captain Dornbuach, head of the Industrial Inspection Section at Posen
Dr. Meyer, an official of the German Naval Ministry in Paris
Dr. Strossner, of the Ministry of Armament, Paris.

2. Dr. Scheid stated that all industrial material in France was to be evacuated to Germany immediately. The battle of France was lost for Germany and now the defense of the Siegried Line was the main problem. From now on also German industry must realize that the war cannot be won and that it must take steps in preparation for a post-war commercial campaign. Each industrialist must make contacts and alliances with foreign firms, but this must be done individually and without attracting any suspicion. Moreover, the ground would have to be laid on the financial level for borrowing considerable sums from foreign countries after the war. As examples of the kind of penetration which had been most useful in the past, Dr. Scheid cited the fact that patents for stainless steel belonged to the Chemical Foundation, Inc., New York, and the Krupp company of Germany jointly and that the U.S. Steel Corporation, Carnegie Illinois, American Steel and Wire, and national Tube, etc. were thereby under an obligation to work with the Krupp concern. He also cited the Zeiss Company, the Leisa Company and the Hamburg-American Line as firms which had been especially effective in protecting German interests abroad and gave their New York addresses to the industrialists at this meeting.

3. Following this meeting a smaller one was held presided over by Dr. Bosse of the German Armaments Ministry and attended only by representatives of Hecho, Krupp and Rochling. At this second meeting it was stated that the Nazi Party had informed the industrialists that the war was practically lost but that it would continue until a guarantee of the unity of Germany could be obtained. German industrialists must, it was said, through their exports increase the strength of Germany. They must also prepare themselves to finance the Nazi Party which would be forced to go underground as Maquis (in Gebirgaverteidigungastellen gehen). From now on the government would allocate large sums to industrialists so that each could establish a secure post-war foundation in foreign countries. Existing financial reserves in foreign countries must be placed at the disposal of the Party so that a strong German Empire can be created after the defeat. It is also immediately required that the large factories in Germany create small technical offices or research bureaus which would be absolutely independent and have no known connection with the factory. These bureaus will receive plans and drawings of new weapons as well as documents which they need to continue their research and which must not be allowed to fall into the hands of the enemy. These offices are to be established in large cities where they can be most successfully hidden as well as in little villages near sources of hydro-electric power where they can pretend to be studying the development of water resources. The existence of these is to be known only by very few people in each industry and by chiefs of the Nazi Party. Each office will have a liaison agent with the Party. As soon as the Party becomes strong enough to re-establish its control over Germany the industrialists will be paid for their effort and cooperation by concessions and orders.

4. These meetings seem to indicate that the prohibition against the export of capital which was rigorously enforced until now has been completely withdrawn and replaced by a new Nazi policy whereby industrialists with government assistance will export as much of their capital as possible.
Previously exports of capital by German industrialists to neutral countries had to be accomplished rather surreptitiously and by means of special influence. Now the Nazi party stands behind the industrialists and urges them to save themselves by getting funds outside Germany and at the same time to advance the party’s plans for its post-war operation.
This freedom given to the industrialists further cements their relations with the Party by giving them a measure of protection.

5. The German industrialists are not only buying agricultural property in Germany but are placing their funds abroad, particularly in neutral countries. Two main banks through which this export of capital operates are the Basler Handelsbank and the Schweizerische Kreditanstalt of Zurich. Also there are a number of agencies in Switzerland which for a 5 percent commission buy property in Switzerland, using a Swiss cloak.

6. After the defeat of Germany the Nazi Party recognizes that certain of its best known leaders will be condemned as war criminals. However, in cooperation with the industrialists it is arranging to place its less conspicuous but most important members in positions with various German factories as technical experts or members of its research and designing offices.

For the A.C. of S., G-2.
WALTER K. SCHWINN
G-2, Economic Section
Prepared by
MELVIN M. FAGEN
Distribution:
Same as EW-Pa 1,
U.S. Political Adviser, SHAEF
British Political Adviser, SHAEF

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TugaLeaks Segredos NAZI Revelados: Documentos Secretos Desclassificados FBI Provam: Hitler Não Morreu e Fugiu para a Argentina Download



FBI Leaked Files: Arquivo do FBI desclassificado: Prova que afinal, Hitler não mourreu e fugiu para a Argentina
Arquivo desclassificado do FBI: Prova que Hitler não morreu, e fugiu para a Argentina



Quando há uns anos falava neste assunto, a maioria dizia que era maluco. Há cerca de dois anos atráz, um jornalista de investigação argentino lançou um livro sobre o tema, foi noticia em todo o lado (SIC e TVI inclusive, pelo menos foi nessas duas que vi a notícia), o livro está escudado em documentação desclassificada dos serviços secretos argentinos. E mesmo assim a maioria continua a dizer que isso é um disparate.


Abaixo a Notícia TVI 24
Hitler pode ter conseguido fugir

Livro divulga documento que defende a tese segundo a qual o líder nazi não se suicidou, mas fugiu para a Argentina

Por: tvi24 / CP | 18- 5- 2010 19: 54

O livro «O exílio de Hitler», do jornalista Abel Basti, divulgou um documento que defende a tese segundo a qual o líder nazi não se suicidou, mas antes terá conseguido fugir para Espanha e depois para a Argentina, refere a EFE.

O documento secreto alemão mostra que o nome do Führer consta da lista de passageiros evacuados num avião que viajou da Áustria para Barcelona, no dia 26 de Abril de 1945. Adolf Hitler pode ter-se escondido, então, em Espanha, durante vários dias, tendo depois viajado para a Argentina.

Recorde-se que, oficialmente, o líder nazi recusou fugir de Berlim a 30 de Abril de 1945 e suicidou-se, tal como a sua amante, Eva Braun. No entanto, os seus corpos nunca foram descobertos.

Para o jornalista argentino, esta versão é uma «farsa» que foi «fabricada» para ajudar Hitler, que era, na altura, considerado uma «peça-chave» para combater o comunismo depois da guerra.

«Não tenho dúvidas de que, quando a Segunda Guerra Mundial estava a acabar, Hitler fugiu da Alemanha debaixo de um escudo protector de sectores do poder ingleses e norte-americanos, os mesmos que o financiaram para que, de um humilde pintor, pudesse chegar a chanceler da Alemanha», disse Basti.

Segundo o jornalista, o «grande segredo» residiu na chegada de um duplo de Adolf Hitler ao local onde este se terá suicidado, no dia 22 de Abril de 1945. «Nesse dia, o verdadeiro Hitler voou para o aeroporto austríaco de Hörsching, com mais oito pessoas, entre elas Eva Braun», acrescentou.

O autor do livro garante que recolheu testemunhos que contam alguns episódios da estadia do chefe nazi em Espanha. Depois, um documento dos serviços secretos britânicos revela que uma caravana de «submarinos nazis partiu dias mais tarde de Espanha e, depois de uma escala técnica nas Canárias, continuou o ser périplo até ao Sul da Argentina», com o aval dos EUA.

«Num desses submarinos viajavam Hitler e Eva Braun», assegurou.

Agora o FBI desclassifica no seu arquivo Vault Files que temos disponível para Download, um relatório sobre a fuga do Hitler para a Argentina, com 742 (203+179+221+139=742) páginas, quero ver agora, quem é o imbecil que me vai chamar maluco ou disparatado.


NAZI Secrets FBI Vault Files Leaked DocumentsAdolf Hitler False Suicide Destination Revealed Part 01 of 04 Download
NAZI Secrets FBI Vault Files Leaked Documents Adolf Hitler False Suicide Destination Revealed Part 02 of 04 Download
NAZI Secrets FBI Vault Files Leaked Documents Adolf Hitler False Suicide Destination Revealed Part 03 of 04 Download
NAZI Secrets FBI Vault Files Leaked Documents Adolf Hitler False Suicide Destination Revealed Part 04 of 04 Download
http://vault.fbi.gov/adolf-hitler/adolf-hitler-part-01-of-04/view

http://vault.fbi.gov/adolf-hitler/adolf-hitler-part-02-of-04/view

http://vault.fbi.gov/adolf-hitler/adolf-hitler-part-03-of-04/view

http://vault.fbi.gov/adolf-hitler/adolf-hitler-part-04-of-04/view

(Relatório em 4 PDFs para download nos sites acima citados)

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Máfia Portuguesa: Investigação Universo Secreto Maçonaria, Maçons, GLLP GLRP GOL Politicos, Ministros, Diplomatas Espiões, Serviços Secretos, PS, PSD, CDS



INVESTIGAÇÃO o universo secreto da maçonaria

AS LIGAÇÕES PODEROSAS DA ORGANIZAÇÃO QUE NÃO QUER APARECER

A MAÇONARIA POR DENTRO

São militantes do PS, do PSD e do CDS; são ministros, diplomatas e elementos dos serviços secretos.

A SÁBADO teve acesso a informações e documentos internos que mostram onde estão os maçons em Portugal, o que controlam e alguns dos rituais menos secretos que são obrigados a seguir.

Para perceber como vive a organização mais misteriosa da sociedade e quais as suas ligações ao poder.

Por António José Vilela e Fernando Esteves

De venda negra a cobrir os olhos, com a perna esquerda das calças arregaçada e uma parte do peito completamente à mostra, aquele que ainda hoje é um dos homens mais influentes de Portugal conseguia apenas distinguir sons, vozes e instruções dadas pelo venerável mestre da loja maçónica a que estava prestes a aderir como maçon aprendiz. Na derradeira prova antes de poder ser um membro de pleno direito do Grande Oriente Lusitano (GOL), fizeram-no dar três voltas completas, de olhos vendados, ao templo maçónico - todas elas com um significado simbólico (ver infografia). Sempre acompanhado pelo mestre de cerimónias, o homem que se certifica de que o ritual é escrupulosamente cumprido, superou o teste. Pelo caminho, teve de ouvir barulhos de espadas a bater no chão e mulheres a bater nas madeiras  e teve de sentir o calor do fogo e a temperatura fria da água. Já com os percursos feitos sempre da esquerda para a direita da loja; que é como quem diz das trevas para a luz -, mas ainda de olhos vendados, foi conduzido ao altar. Estava na altura de finalmente ser iluminado pela figura do venerável. Ao cair da venda, veria a luz.



Viu mais do que isso: um conjunto de homens com aventais de cores e disposições variadas, alinhados como numa parada militar. À sua frente, o líder da loja levantou uma espada que atravessava o testamento maçónico que escrevera antes de entrar na loja, numa câmara escura e sombria, com caveiras humanas desenhadas nas paredes. Nesse pedaço de papel registara as suas últimas reflexões profanas, que começavam agora a ser despedaçadas pelas chamas. Jorge Coelho - um dos mais influentes militantes da história do Partido Socialista estava a entrar num mundo desconhecido da maior parte dos portugueses: - o universo secreto da maçonaria.



ANTES DELE - QUE CHEGOU ao GOL há pelo menos seis anos, durante o grãomestrado de Eugénio de Oliveira (1996 / 02) -, muitas outras figuras influentes da sociedade portuguesa passaram pelo ritual iniciático. Entre elas, Almeida Santos (ex-presidente da Assembleia da República), António Vitorino (antigo ministro socialista da Defesa e excomissário europeu), João Soares (ex-presidente da Câmara Municipal de Lisboa), João Cravinho (ex-ministro das Obras Públicas e actual administrador do Banco Europeu para a Reconstrução e Desenvolvimento), Ricardo Sá Fernandes (advogado e ex-secretário de Estado dos Assuntos Fiscais), Maldonado Gonelha (administrador da Caixa Geral de Depósitos e exministro da Saúde), Isaltino Morais (presidente da Câmara Municipal de Oeiras) e António de Sousa Lara (ex-subsecretário de Estado da Cultura de um governo de Cavaco Silva e professor, que acabou envolvido no escândalo da Universidade Moderna). Esta é uma curta lista entre milhares de nomes, divididos por várias obediências - as mais representativas são o Grande Oriente Lusitano (GOL), liderado pelo ex-deputado sodalista António Reis, e a Grande Loja Regular de Portugal (GLRP), dirigida pelo escritor Mário Martin Guia - que se movem em todos os sectores de actividade. É a acção conjunta destes homens, que se reúnem entre as paredes discretas dos templos maçónicos, repletos de símbolos e artefactos, que forma o designado "lóbi maçónico".



O último episódio demonstrativo da proximidade entre a maçonaria e o poder surgiu na mais recente remodelação governamental. António Costa saiu para ser candidato à Câmara Municipal de Lisboa e, para seu sucessor na pasta da Administração Interna, foi designado Rui Pereira, que hoje é visto como um dos nomes mais fortes do GOL. Fez parte da Loja Convergência, liderada por Luís Nunes de Almeida, o ex-presidente do Tribunal Constitucional (TC) falecido em 2004 e em cujo funeral maçons de várias lojas e obediências fizeram - sem o conhecimento do prior Horácio Correia, responsável pela Basílica da Estrela – uma cadeia de união (ritual maçónico em que todos dão as mãos e proferem as últimas palavras de homenagem ao morto). O acto decorreu discretamente na casa mortuária, longe dos olhos de elementos não maçons, os "profanos".

Frequentador assíduo destas e de outras reuniões maçónicas, Rui Pereira dividiu ultimamente tarefas entre a visível coordenação da Unidade de Missão para a Reforma Penal e a presidência-sombra do Supremo Tribunal Maçónico, que acabou por abandonar, segundo fontes do GOL, quando foi há poucos meses escolhido pelo PS para integrar o Tribunal Constitucional.

Hoje faz parte da Loja Luís Nunes de Almeida - criada em homenagem ao jurista falecido após a cisão registada na Loja Convergência, que continuou a ter, entre outros membros, Luís Fontoura, social-democrata e ex-secretário de Estado da Cooperação dos governos de Balsemão, e Abel Pinheiro, administrador da Grão-Pará e o ex-homem-forte das finanças do CDS, arguido no processo judicial Portucale. Contactado pela SÁBADO, Abel Pinheiro assume uma ligação de mais de 20 anos à maçonaria, considerando que esta “não tem qualquer espécie de poder”.

SE NÃO TEM PODER oficialmente, pelo menos está "representado" em vários órgãos de poder. Rui Pereira, o actual ministro da Administração Interna, já foi director, entre 1997 e 2000, do Serviço de Informações de Segurança (SIS) e mantém desde então relações próximas com o mundo da espionagem portuguesa. Rui Pereira - que não quis falar com a SÁBADO sobre a sua ligação à maçonaria - é também olhado como uma ponte entre o GOL e a GLRP [Grande Loja Regular de Portugal], através do seu grande amigo José Manuel Anes. Além de ser hoje grão-mestre honorário da GLRP, Anes é director da revista maçónica Aprendiz e da publicação Segurança e Defesa, lançada em Outubro de 2006 pela editora Diário de Bordo, e onde escrevem vários elementos ligados aos serviços secretos.

Os membros da maçonaria têm marcado presença na definição das opções do País, em especial junto de governos socialistas. Há áreas em que os maçons actuaram desde sempre, como a administração interna e os serviços de informações, e outras em que a sua influência é grande. Os governos de António Guterres são um exemplo claro. Jorge Coelho, enquanto ministro da Administração Interna, teve como secretário de Estado Armando Vara - outro maçom, que hoje é administrador da Caixa Geral de Depósitos, nomeado pelo Governo.

No exercício das suas competências, Coelho nomeou em 1997, para dirigir o SIS, Rui Pereira, que acabou por sair três anos depois para ocupar o cargo de secretário de Estado da Administração Interna. Jorge Coelho - que não quis falar à SÁBADO de maçonaria ("Nunca falei disso com ninguém, mas vou ter muito gosto em ler o artigo") - já então tinha trocado a pasta da Administração Interna pela do Equipamento Social e Rui Pereira ficou sob a alçada de Alberto Costa, hoje ministro da Justiça e que desmentiu à SÁBADO qualquer ligação à maçonaria. NESSE MESMO GOVERNO, em 2000, Fausto Correia, outro histórico do Grande Oriente Lusitano, ocupou o cargo de secretário de Estado adjunto do ministro de Estado, o seu amigo e "irmão" Jorge Coelho. Noutra área, a dos Assuntos Fiscais, estava o advogado de Carlos Cruz no processo Casa Pia, Ricardo Sá Fernandes, também ele membro do GOL. Mas a presença dos maçons no executivo de António Guterres não pára aqui.

Na área da Habitação estava Leonor Coutinho, há muito mestre na Grande Loja Feminina de Portugal. O secretário de Estado da Saúde era José Miguel Boquinhas (maçom e amigo de Jorge Coelho, de quem passou a ser sócio numa clínica de exames laboratoriais, a Fisiocontrol), que chegou a candidatar-se, há cerca de três anos, a bastonário da Ordem dos Médicos com fortes apoios de médicos (até sindicalistas) maçons.

Acabou por perder para Pedro Nunes, o actual bastonário, que por sua vez sucedeu a Germano de Sousa, outro elemento do GOL. Também Rui Cunha, um maçom do GOL recentemente nomeado pelo Governo para provedor da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, foi secretário de Estado adjunto do ministro do Trabalho e da Solidariedade. Ainda no mesmo Executivo, Armando Vara, depois de ter desempenhado as funções de secretário de Estado da Administração Interna, foi nomeado ministro da Juventude e do Desporto. Carlos Zorrinho, que era na altura secretário de Estado adjunto do ministro da Administração Interna, entrou há pouco para o GOL.

Segunda-feira, 18h30, Janeiro de 2007. Dois homens de fato escuro e gravata saem do n.º 17 da Rua João Saraiva, em Alvalade, e atravessam apressadamente a estrada neste fim de tarde já escuro. Dirigem-se a uma carrinha cinzenta Citroën C5. Abrem a mala, retiram aquilo que parecem roupas dobradas e uma maleta de cabedal preto, com pequenas rodas, que um deles arrasta pelo chão.

Num instante, já estão a regressar ao edifício, mas ainda falta cerca de meia hora para a reunião da Loja Mercúrio, talvez a mais secreta da maçonaria regular portuguesa. À medida que o tempo vai passando, começam a chegar os carros. Um BMW 520i segue devagar, o motorista leva-o algumas dezenas de metros adiante, dobra a esquina e estaciona. Jorge Silva Carvalho, o chefe de gabinete que o secretário-geral do SIRP (Serviço de Informações da República Portuguesa) requisitou ao SIS, sai do banco traseiro, ajeita o fato azul-escuro e põe-se calmamente a caminho, deixando para trás o carro que é propriedade da secreta militar e que, desde 2002, foi cedido ao gabinete do director do SIRP, Júlio Pereira.

Quase no mesmo instante, mas do outro lado da rua, o motorista de um BMW propriedade da Câmara Municipal de Oeiras estaciona e um homem sai apressado em direcção ao edifício degradado. É Isaltino Morais, que se junta a Emanuel Martins, líder do PS de Oeiras e um dos 17 maçons presentes na reunião de irmãos que se vai prolongar por mais de duas horas. Emanuel Martins tem sido o principal responsável pelo facto de Isaltino Morais ainda não ter caído da presidência da câmara: contra todas as expectativas, o líder da oposição tem vindo a manifestar solidariedade para com o autarca e seu "irmão", acusado pelo Ministério Público dos crimes de corrupção, branqueamento de capitais e abuso de poder.

Questionado pela SÁBADO sobre o assunto, Isaltino Morais não quis falar. Por essa altura, já outros carros topo de gama procuram estacionamento. Alguns estão a coberto do anonimato assegurado pelos registos - uns são Mercedes em leasing, outros são Audis registados em nome de empresas. Outros nem tanto, como são o caso de um Citroën C5 azul guiado por Paulo Miranda, o homem que foi vice-presidente do Conselho Nacional do CDS, ou o Opel Vectra que é propriedade do ex-reitor da Universidade Moderna, Britaldo Rodrigues.

Hoje é dia de iniciações de aprendizes, gente que vai entrar nos segredos da maçonaria. Um homem de cerca de 50 anos parece perdido. Olha para os edifícios em redor, agarra no telemóvel e obtém a confirmação do número da porta. Lá dentro, no andar superior ao corredor dos Passos Perdidos (onde são afixados os nomes de quem está em vias de ser iniciado), José Moreno, o social-democrata subdirector do Gabinete de Planeamento do Ministério das Finanças, e Paulo Noguês, especialista em marketing político e institucional, estão a postos para iniciar os rituais secretos da Grande Loja Regular de Portugal, que serão inevitavelmente seguidos de um ágape, uma espécie de convívio de homenagem aos recém-admitidos.

OS NOVOS “IRMÃOS” terão aí a oportunidade de, pela primeira vez, tomar contacto com a linguagem codificada da instituição: obedecendo às instruções dos mestres (o grau máximo que se pode atingir numa loja maçónica), pegam num "canhão" (copo), "carregam-no" (enchem-no) de "pólvora forte branca" (vinho branco) ou, em alternativa, de "pólvora forte vermelha"ite  (vinho tinto) ou de "pólvora explosiva" (champanhe); "alinham" (colocam os copos em linha) e "fazem fogo" (bebem).

A bebida é frequentemente acompanhada de "materiais" (comida). Há quem opte por colocá-los na "telha" (prato), agarrando na "trolha" (colher) ou no "tridente" (garfo), para de seguida "demolir os materiais" (mastigar). Para que o ambiente permaneça descontraído, é possível experimentar "pólvora do Líbano" (tabaco) ou "fazer fogo" com "pólvora fulminante" (licor). Normalmente este ritual tem lugar na sede da própria obediência, mas o edifício degradado em que funciona a maçonaria regular, situado em Alvalade, não é propício a grandes convívios. Resultado: os "irmãos" preferem carregar a simbologia para o restaurante mais próximo, onde discretamente convivem ao jantar. Como aconteceu nessa noite.

A GLRP é uma verdadeira salada de frutas de políticos. Reúne socialistas e monárquicas, sociais-democratas e centristas (CDS-PP). Todos se dizem homens bons à procura do aperfeiçoamento individual e da humanidade, mas poucos se questionam sobre alguns dos episódios polémicos daquela obediência em Portugal, como o da estratégia montada durante largos meses pela direcção da Grande Loja para conseguir uma nova sede - um palacete situado em pleno Príncipe Real, em Lisboa - cedida pelo ex-presidente da Câmara de Lisboa, Carmona Rodrigues.

Para "seduzir" o agora recandidato, a GLRP até lhe atribuiu uma importante condecoração maçónica, a grã-cruz da Ordem Honorífica Gomes Freire de Andrade. A divulgação do caso pela SÁBADO, em Abril, levou o vereador do Bloco de Esquerda, José Sá Fernandes, a fazer um requerimento para saber exactamente o que tinha sido acordado.

Nunca  obteve resposta, mas, ao que tudo indica, o palacete vai mesmo chegar às mãos da GLRP. De resto, o universo da autarquia lisboeta é um autêntico caldeirão maçónico. A SÁBADO sabe que o antigo chefe de gabinete de Carmona Rodrigues, Cal Gonçalves, é maçom.

O mesmo sucede com vários membros da oposição no PS Lisboa, como Rui Paulo Figueiredo, que pertence à Loja Mercúrio, ou Miguel Coelho, líder da distrital do partido, Dias Baptista, líder do PS na autarquia, ou ainda Rosa do Egipto (recém-nomeado administrador da EPUL), Arnaldo João (advogado e ex-EPUL) e Gonçalo Velho (PS de Carnide).

Em declarações à SÁBADO, José Manuel Anes afirma que ainda não acredita que o negócio em causa estivesse em marcha: "Estou profundamente triste pelo que li na vossa revista. Fiquei de boca aberta. A minha sensibilidade maçónica ficou ofendida". Nandim de Carvalho, ex-grão-mestre da GLRP, não percebe Anes: "Isso não tem ponta por onde se lhe pegue. É uma declaração ininteligível." E Nandim de Carvalho não fica incomodado com o secretismo com que toda a operação estava a ser planeada.

SEGUNDO DOCUMENTOS a que a SÁBADO teve acesso, também já houve comendas atribuídas aos presidentes das Câmaras de Setúbal e Palmela, respectivamente, Carlos Sousa e Ana Teresa Vicente. As autarquias são outro dos sectores onde a maçonaria também tenta ter uma presença forte.

Em Maio e Junho de 2001, o GOL organizou a exposição Maçonaria na Figueira, realizada no museu camarário. Em documentos internos da organização que a SÁBADO consultou, é destacado o "empenho e o profissionalismo" de diversas pessoas.

Entre elas, o então vereador social-democrata Miguel Almeida. Melhor, o "irmão" Miguel Almeida, que seria braço-direito de Santana Lopes na Câmara de Lisboa, e que por diversas vezes o aconselhou a visitar o GOL e a subsidiar vários eventos da instituição. À SÁBADO, o actual deputado sublinha que não lhe repugna que os membros da instituição procurem ajudá-la.

"Se for para defender os valores da casa, não acho mal, pelo contrário", afirma.

Será apenas coincidência, mas os maçons estão sempre a encontrar-se nas autarquias. Ainda nas últimas eleições, depois de Manuel Maria Carrilho ter feito uma manobra de antecipação, anunciando a disponibilidade para ser candidato do PS a Lisboa, João Soares, expresidente da Câmara, resignou-se ao facto de ter de se candidatar à liderança de outra cidade. Acabou por conseguir ser a aposta do PS a Sintra.

O coordenador autárquico do partido era o seu "irmão" Jorge Coelho. Uma curiosidade: João Soares é um maçom sui generis. Na sua loja recusa-se terminantemente a usar o tradicional avental, por considerar que é "abichanado". Em declarações à SÁBADO, João Soares confirma: "Uso avental em casa, não sou pessoa de grandes rituais. Estou lá pelo espírito republicano e laico da organização".

Um espírito que é defendido intransigentemente pelo grão-mestre António Reis. "Não telecomandamos pessoas ou grupos. Faço uma distinção total entre a espiritualidade ética e laica e os grupos de pressão que não somos", diz. Vítor Ramalho, deputado do PS e maçom assumido, tem mais dúvidas. "Vejo com grande criticismo a entrada de certas pessoas e houve um período em que a maçonaria abriu as portas de forma menos avisada", refere.

Resumindo: todos terão a consciência de que para manter o espírito puro é necessário muito esforço interno. Se não, veja-se a declaração de princípios da lista encabeçada em 2002 por António Arnaut, na qual se mencionava a corrupção e o compadrio nos partidos políticos, defendendo-se até a existência de um "novo tipo de prática maçónica" que levasse os "irmãos" para longe das disputas partidárias, tanto mais que os partidos, "que deviam ser intérpretes do interesse nacional e escolas de civismo", se transformaram em "máquinas de conquista de poder e agendas de emprego".

O diagnóstico era, portanto, desanimador. "A corrupção alastra, o compadrio substitui o mérito, o interesse material oblitera o dever de servir a comunidade", dizia o documento, apontando outros potenciais culpados: "São as multinacionais que inspiram certas leis e são os canais de televisão que ditam as regras, criam factos políticos e impõem a obscenidade."

EM 1998, Fernando Negrão, o actual candidato do PSD à Câmara de Lisboa, que era então director da Polícia Judiciária, afirmou ao jornal Expresso que a maçonaria "com certeza democratizará a sua visibilidade". Inquirido pelo mesmo jornal, Jorge Coelho, que era ministro da Administração Interna, disse que não faria sentido uma investigação sobre quem é quem na maçonaria portuguesa porque a época das perseguições já passara. O ponto de vista do exdirigente socialista parece ter vingado: na discussão que decorreu no ano passado no Parlamento, os deputados esclareceram muito bem quais seriam as novas regras do registo público de interesses a vigorar a partir de 2009. De fora ficaram, por proposta do PS e com a abstenção de toda a oposição, as ligações à maçonaria.

O desejo de secretismo sobre os membros da instituição vem de longe e mantém-se até hoje. Até para se reconhecerem em público os maçons utilizam códigos. Um exemplo: dois "irmãos" estão a falar em público sobre um qualquer assunto da loja a que pertencem. Um deles percebe que há um "profano" que se aproxima. Para avisar o interlocutor, diz a seguinte frase: "Está a chover." Outro ainda: um membro desconfia, mas não tem a certeza, de que uma pessoa que se prepara para conhecer é maçom. Para o confirmar, ao cumprimentá-la dá-lhe três toques com o polegar. Se houver resposta igual, é um "irmão". Outra forma de se reconhecerem: num jantar de grupo, um maçom pensa estar frente a outro maçom, embora não esteja certo disso.

Para o saber, olha para ele enquanto coloca a pala da mão aberta sobre o próprio pescoço. Se a resposta for semelhante, o mistério está desfeito. ANTÓNIO ARNAUT - que, em 1978, enquanto ministro dos Assuntos Sociais, protagonizou um dos episódios mais sintomáticos da influência da maçonaria na sociedade civil, ao colocar em discussão o projecto de lei que criaria o Serviço Nacional de Saúde primeiro na sua loja maçónica e só depois no Parlamento - desempenhou um papel importante na relativa abertura da instituição.

Ao contrário do que sucedeu com o seu antecessor - o coronel Eugénio de Oliveira, que usava o nome simbólico de Gandhi na Loja O Futuro, onde Afonso Costa (chefe de alguns Governos durante a I República) também esteve - o grão-mestre defendeu maior divulgação da natureza e dos princípios do GOL. Foi por isso que abriu as portas do palacete situado no Bairro Alto, em Lisboa, a personalidades como Jorge Sampaio, D. Duarte, Pedro Santana Lopes ou Jaime Gama, que na altura declarou que era o primeiro presidente da Assembleia da República não maçom de Portugal. Não era. O seu antecessor, Mota Amaral, pertence, de facto, a uma organização igualmente discreta, mas com outro nome - a católica Opus Dei.

Em diversos documentos do GOL e da GLRP a que a SÁBADO teve acesso são feitas referências a encontros com o poder político e económico, muitos deles secretos: "Há que destacar também a recepção pelo grão-mestre do GOL de dirigentes de partidos políticos, embaixadores creditados em Portugal (...)", pode ler-se numa comunicação interna do GOL, que, ao contrário do que acontece com a GLRP, não revela nomes "profanos" nos seus documentos, optando, por uma questão de segurança, pela utilização de nomes simbólicos (todos os maçons têm um) ou, no caso de se tratar de representantes institucionais exteriores ao GOL, pela inscrição das iniciais dos seus nomes.

A maçonaria está por todo o lado. Para intervir activamente na sociedade civil, cria as chamadas instituições para-maçónicas. Entidades como a Academia das Ciências de Lisboa, a Universidade Livre, os Pupilos do Exército, a Voz do Operário, a editora Hugin ou o Montepio Geral foram pensadas primeiro em lojas maçónicas e só depois lançadas na sociedade civil, normalmente com maçons na sua direcção.

Foi isso que aconteceu também com a Universidade Moderna. Um professor maçom que esteve ligado ao projecto desde o início garante que a ideia foi desenvolvida na maçonaria. "O José Júlio Gonçalves e o Oliveira Marques [historiador que morreu recentemente] estavam em conflito porque os dois queriam ser reitores", afirma. "Nessa altura, a ideia era chamar-lhe Europa, mas um dia o José Júlio, que era quem tinha arranjado forma de viabilizar o projecto, perdeu a paciência e disse ao Oliveira Marques para fazer a sua própria universidade.

Foi quando criou a Moderna." A versão é contestada por Nandim de Carvalho, fundador e primeiro presidente da Assembleia Geral da Universidade, que garante que Oliveira Marques "não teve participação" na ideia.

O projecto acabaria por dar origem a um dos maiores escândalos políticos dos últimos 20 anos, envolvendo a maçonaria, sobretudo da GLRP. E também a de alguns políticos, como Paulo Portas, que foi o primeiro gestor da empresa de sondagens da universidade, a Amostra, e que conduzia um Jaguar da Moderna, ou Santana Lopes, que também geriu a Amostra e que tinha ao serviço um Mercedes Classe A - carros disponibilizados por José Braga Gonçalves, administrador da universidade, filho de José Júlio Gonçalves e membro da maçonaria da Casa do Sino.

OS PERSONAGENAGENSAS LIGAÇÕES PODEROSAS DA ORGANIZAÇÃO QUE NÃO QUER APARECER

“A MAÇONARIA POR DENTRO” Estrutura dirigente da GLRP

Mário Martins Guia  - Grão-mestre / Norton de Matos -----    José Moreno  -  Vice-grão-mestre / Mercúrio

Júlio Meirinhos - Vice-grão-mestre / Rigor  -     -   Paulo Noguês - Assistente de grão-mestre / Brasília

Luís Lopes - Assistente de grão-mestre / Marquês de Pombal    -    -    R. LeIé - Assistente vice-grão-mestre moreno I Mestre

Afonso Domingues - A. Rente   -  Assistente vice-grão-mestre meirinhos / Egitânia  -      -    José Coelho Antunes - Grande secretário I

 Norton de Matos -  I. Fonseca Vice-grande secretário / Norton de Matos -      -    Manuel Martins da Costa - Assistente de / grande secretário / Marquês de Pombal

Mário Gil Damião da Silva - Assistente de grande secretário I Norton de Matos  -     -   J. A. Ferreira -  Grande correio-mor / Estrela do Manhã

Alcides Guimarães - Primeiro grande vigilante / Rei Salomão   -    -     L Homem - Segunda grande vigilante / Conímbriga

Augusto Castro - Vice-primeiro grande vigilante / Anderson   -      -    R. Cruz - Vice-segundo grande vigilante / Portus Calle

Francisco Queiroz - Grande capelão / Teixeira de Pascoaes   -                  -   Benito Martinez - Vice-gronde capelão / Quinto Império

Mário Máximo - Grande orador / Nova Avalon  -     -   H. Veiga - Vice-grande orador / Bispo Alves Martins

Vítor Gabão Veiga - Grande hospitaleiro e esmoler / Soliditas   -      -   António Vicente - Grande arquivista e bibliotecário I Harmonia

Arnaldo Matos - Grande porta-estandarte / Miramar    -     -   Manuel Cabido Mota - Grande superintendente e guardião do templo / Harmonia

Luís Honrado Ramos - Grande mestre de cerimónias / Almeida Garrett  -   -   Miguel Cardina - Primeiro grande experto / Mestre Afonso Domingues

Luís Pombo - Segunda grande experto / Miramar     -    -   Esmeraldo Mateus Vivas - Segundo grande experto / Marquês de Pombal

Manuel Pinto - Grande organista / Porto do Graal  -   -    Nuno Jordão - Grande porta-espada I Nova luz  -   -   J. Ruah - Grande inspector I Mestre Afonso Domingues

João Oliveira e Silva - Grande inspector I Fernando Pessoa   -     -   Edgar Gencsi - Grande inspector I Miramar

Manuel Sacavém - Grande inspector / Lusitânia   Nuno Silva - Vice-grande inspector / Fernando Pessoa

José Fernando d’AIte - Vice-grande inspector / Almeida Garrett      -       -   G. Ribeiro - Vice-grande inspector I Aristides Sousa Mendes

Manuel Tavares Oliveira - Vice-grande inspector / Anderson    ----     ----   José Oliveira Costa - Assistente grande inspector / Bispo Alves Martins

Armando Anacleto - Assistente grande inspector / Egitânia   -   -   António Delfim Oliveira Marques - Assistente grande inspector / Egas Moniz

Jorge Vilela Carvalho - Assistente grande inspector I Astrolábio    -      -  Paulo Albuquerque - Assistente grande inspector / Lusitânia

Membros do governo e deputados

Nomes que são da maçonaria ou, em algum momento, foram membros:

Rui Pereira (actual ministro da Administração Interna e ex-director dos serviços secretos)

António Castro Guerra (actual secretário de Estado adjunto, da Indústria e Inovação)

António Arnaut (ex-ministro socialista) Jorge Coelho (ex-ministro socialista)

António Vitorino (ex-rninistro socialista, entretanto expulso do GOL)

Isaltino Morais (ex-ministro social-democrata e actual presidente da Câmara de Oeiras)

Almeida Santos (ex-ministro e ex-presidente do Parlamento)

João Cravinho (ex-ministro socialista)

Armando Vara (ex-ministro PS e actual administrador da CGD)

Rui Gomes da Silva (deputado e ex-ministro do PSD)

Carlos Zorrinho (ex-secretário de Estado PS e coordenador do Plano Tecnológico)

Fausto Correia (eurodeputado e ex-secretário de Estado socialista)

Juristas, diplomatas e espiões

António Lamego (advogado)

António Pinto Pereira (advogado)

José António Barreiras (advogado)

Diamantino Lopes (ex-vice-bastonário da Ordem dos Advogados)

Rodrigo Santiago (advogado)

Nuno Godinho Matos (advogado)

Guerra da Mata (advogado)

Miguel Cardina (advogado)

Manuel Pinto (advogado)

Luís Moitinho de Oliveira (advogado)

Ricardo Sá Fernandes (advogado e ex-secretário de Estado dos Assuntos Fiscais do PS)

Ricardo da Velha (desembargador jubilado e exparticipante no programa televisivo O Juiz Decide)

Jorge Silva Carvalho (chefe de gabinete de Júlio Pereira, director do Serviço de Informações da República Portuguesa)

José Manuel Anes (director da revista Segurança e Defesa)

José Fernandes Fafe (diplomata)

Fernando Reino (diplomata jubilado)

Gestores, médicos e militares

Abel Pinheiro (administrador da Grão-Pará)

Maldonado Gonelha (administrador da Caixa Geral de Depósitos e ex-ministro da Saúde socialista)

Fernando Lima Valadas (gestor da construtora Abrantina)

Amadeu Paiva (administrador da Unicre)

Carlos Monjardino (presidente da Fundação Oriente)

José Miguel Boquinhas (médico, presidente do conselho de administração do Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental e ex-secretário de Estado socialista)

Germano de Sousa (ex-bastonárioda Ordem dos Médicos)

Cipriano Justo (médico e sindicalista)

Jacinto Simões (médico e ex-director do Hospital de Santa Cruz)

Santinho Cunha (médico legista)

Vasco Lourenço (militar de Abril)

Palma lnácio (ex-resistente antifascista)

Professores, arquitectos, escritores, músicos e outros

José Júlio Gonçalves (ex-reitor da Universidade Moderna)

António de Sousa Lara (professor e exsubsecretário de Estado da Cultura socialdemocrata)

Lemos de Sousa (professor catedrático)

Jorge de Sá (professor e director da empresa de sondagens Aximage)

Fernando Condesso (professor)

José Manuel Fava (arquitecto e ex-sogro de José Sócrates)

Troufa Real (arquitecto)

José Jorge Letria (escritor)

Mário Zambujal (escritor)

José Fanha (escritor)

Fausto (cantor)

Carlos Alberto Moniz (cantor)

José Nuno Martins (apresentador)

Nicolau Breyner (actor)

Moita Flores (argumentista e presidente da Câmara Municipal de Santarém)

Henrique Monteiro (director do jornal Expresso)

João Proença (secretário-geral da UGT)

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