... Julgo que depois destes malabarismos, os currículos das pessoas com funções políticas activas com o propósito de praticar o bem comum de uma nação, devem ser exigidos e publicados em Diário da Republica para qualquer cidadão poder consultar e certificar-se das habilitações de cada politico. Não deve ser uma opção, mas uma condição contemplada numa lei própria para o efeito, pois como sabemos, nenhum trabalhador é admitido numa função numa empresa, sem referências e/ou curriculo académico/profissional. será verdade que o PS está "calado" neste caso da licenciatura de M. Relvas porque o Irmão Maçon António Seguro dos Bancos (da Universidade Lusófona) foi um dos professores envolvido no processo?...

Máfia Portuguesa Euromilhões Portugal: Sociedades Secretas, Maçonaria, Oculto, Opus Dei e a Mão do Império Invisível Sobre o Parlamento



Grupos de pressão. Há uma “mão invisível” sobre o parlamento.


Há movimentos e instituições que não resistem a aproximar-se do poder político, mas os politólogos descartam consequências



A influência da maçonaria e do Opus Dei na Assembleia da República tem sido discutida nas últimas semanas, principalmente por se tratar de associações discretas e restritas. Mas existem outros grupos, como o Bilderberg e os Rotary (ver ao lado), também considerados influentes na sociedade. Mas influenciam estes grupos as decisões que se tomam na Assembleia da República?



Se se conhecem muitos deputados maçons e de certo modo se questiona se a maçonaria não terá influência, directa ou indirecta, nas decisões no plenário, do Opus Dei, actualmente o único deputado membro é o antigo presidente da Assembleia da República Mota Amaral. A verdade é que estas instituições, interfiram ou não em decisões concretas, acabam por ter sempre na sua órbita figuras de proa da política nacional. Ainda recentemente a presidente da Assembleia da República, Assunção Esteves, confessou que foi convidada para entrar tanto no Opus Dei como na maçonaria, mas não aceitou.

Do lado destas organizações, a influência é negada. Ao i, fonte oficial do Opus Dei assegura que a organização “não tem e não quer ter” qualquer tipo de influência no parlamento. “O único deputado que é da obra, Mota Amaral [ex-presidente da Assembleia da República], representa no parlamento exclusivamente quem o elegeu, não representa nem a Igreja, nem o Opus Dei”.

O poder da maçonaria e do Opus Dei no parlamento tem centrado o debate nos tempos mais recentes, principalmente por se tratar de duas associações discretas e restritas. Mas não são as únicas com capacidade de mover influências e também com presenças registadas dentro do meio político, ainda que isso possa acontecer de forma pontual.

O ex-ministro do PSD e presidente do BIC Mira Amaral já foi convidado para estar em reuniões do Bilderberg e diz ao i que o “grupo é elitista e restrito, mas não é secreto”. “Daí a dizer-se que naquelas reuniões se trata do destino do mundo, não me parece”, afirma. “As cimeiras de Davos são capazes de ter mais influência”, acrescenta. Em 2004, notícias na imprensa deram conta de convites a Santana Lopes e José Sócrates para uma reunião em Milão. Dois meses depois, Santana era primeiro-ministro, Sócrates assumiria o cargo cerca de um ano depois. A relação directa não se confirma, mas a procura por quem está ou poderá vir a estar à frente das decisões políticas torna-se evidente.

No caso do Rotary Club, também se encontram membros entre os deputados, caso de João Serpa Oliva, do CDS, que é rotariano há dois meses e garante que “não existe qualquer conexão política”. “O grupo não tem influência, as pessoas que lá participam é que podem ou não ter influência”, explica.

Falar das influências movidas junto da esfera política resvala obrigatoriamente para o debate sobre a actividade de outros grupos de pressão sobre os políticos, como os lóbis. Nos EUA, os lóbis têm a actividade regulada e, no limite, um cidadão pode até ver com que representante de que lóbi almoçou um congressista. “Ao contrário de Portugal, ninguém finge que não está a fazer o jogo político. É tudo muito transparente e a actividade dos lóbis é supercontrolada. Mas não creio que se consiga fazer algo semelhante em Portugal”, considera o politólogo Carlos Jalali.

As ligações entre a maçonaria e os deputados portugueses estiveram no centro da polémica, depois de o jornal “Expresso” ter divulgado que o líder parlamentar do PSD, Luís Montenegro, pertencia à mesma loja que o ex-espião Jorge Silva Carvalho. O PCP é o único partido com assento parlamentar que proíbe os seus militantes de ser maçons. De resto, em todos existem deputados com ligações à maçonaria, alguns assumidos, outros não. Daí a pressão das últimas semanas para que os maçons de assumissem, em nome da “transparência”. “Esta procura de transparência absoluta está no limite do totalitarismo democrático”, argumenta ao i o politólogo António Costa Pinto.

Adelino Maltez considera que não deve haver um registo de interesses para os detentores de cargos públicos, mas afirma que deveria haver um registo de lóbis, à semelhança do que acontece nos EUA. A opinião é partilhada por António Costa Pinto, que afirma que o registo de interesses dos deputados não deveria estar ligado a valores, mas antes às ligações com o mundo económico, “porque é aí que as relações são mais dúbias”, sustenta.

Já para o deputado rotariano João Serpa Oliva, o registo de interesses “passa pela honestidade pessoal”. “Cada pessoa pode associar-se ao que quiser, desde que no exercício da profissão não implique com esses interesses. Se implicar, então aí tem de declarar, como já acontece no registo de interesses para outro tipo de organizações”, refere.


Este clip foi retirado do programa Plano Inclinado de 2011.02.15. Henrique Neto faz acusações gravíssimas que roçam a acusação de traição.
Informação sobre a Maçonaria no tretas.org http://bit.ly/gxwS7k
Máfia Politica Portuguesa! Henrique Neto Fala de Maçonaria e Solidariedades Partidárias

Estes são alguns excertos do mais recente programa de televisão censurado pelo sistema político português.

O vídeo foi editado com menos de 20 minutos para poder ser extraído e depois carregado no maior número de perfis do Facebook para máxima divulgação.

Nesta última emissão do "Plano Inclinado", transmitido na SIC Notícias a 12 de Fevereiro, o fiscalista Henrique Medina Carreira e o ex-dirigente socialista Henrique Neto explicam que os partidos políticos funcionam como máfias e estão a levar Portugal à bancarrota económica pela segunda vez na História de Portugal.


Henrique Neto revelou a forma como a Maçonaria controla os partidos. Depois deste programa ir para o ar, a SIC cancelou todas as emissões seguintes.

Os convidados também concordam que não existe nenhuma alternativa dentro do parlamento, com partidos como o Bloco de Esquerda e o Partido Comunista a defenderem ideias retrógradas do séc. XIX.


Actualização de 28 de Fevereiro:
Marcelo Rebelo de Sousa confirmou que Henrique Medina Carreira foi afastado por ser incómodo, num texto publicado no seu blogue do jornal Sol:

«Por falar em más notícias, Medina Carreira foi colocado, gentilmente, de quarentena. Um mensageiro, há tantos anos, de más ou mesmo péssimas notícias, é sempre visto com enfado se e quando algumas dessas notícias podem chegar à ribalta. Nessas ocasiões, é sempre preferível algo de mais leve para distrair os espíritos...»



«Na pirâmide da corrupção, temos no topo a corrupção do Estado», acusou, Maria José Morgado, responsável pelo Departamento de Investigação e Acção Penal de Lisboa, durante uma conferência do ciclo «Ministério Público e o Combate à Corrupção», que decorre na Fundação Calouste Gulbenkian.



Esta é a corrupção de «maior sofisticação» e de «mais difícil detecção», considerou Morgado.


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1 comentário:

  1. simples . a maçonaria é uma comunidade paralelamente a outras, nomeadamente jovens que têm uma comunidade na belgica e é uma comunidade excluída da sociedade tradicional. nós temos que dar as mãos e não escravizar os jovens sem recursos de empregos. JOVENS serão inimigos. eu comecei a ajudar á independência energética . O petróleo não gosta de concorrência, mas, as necessidades obrigam ao combate:
    https://plus.google.com/communities/113932584951030663517
    (Eu sou o fundador e nasci mason com demonstração pelo o trabalho que eu tenho feito, não necessito de medalhas e titulos que não correspondentes ao bom trabalho .PARA SER UM MASON, TEM QUE SE NASCER COMO UM MASON. . Pedro Lino

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