... Julgo que depois destes malabarismos, os currículos das pessoas com funções políticas activas com o propósito de praticar o bem comum de uma nação, devem ser exigidos e publicados em Diário da Republica para qualquer cidadão poder consultar e certificar-se das habilitações de cada politico. Não deve ser uma opção, mas uma condição contemplada numa lei própria para o efeito, pois como sabemos, nenhum trabalhador é admitido numa função numa empresa, sem referências e/ou curriculo académico/profissional. será verdade que o PS está "calado" neste caso da licenciatura de M. Relvas porque o Irmão Maçon António Seguro dos Bancos (da Universidade Lusófona) foi um dos professores envolvido no processo?...
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Comemorações da República Indignados Portugal: Cavaco Foge Com Medo do Povo; Invoca Razões de Segurança; Muda Cerimónias do 5 de Outubro dos Paços do Concelho da câmara de Lisboa e Refugia-se Com Os Amigos no Pátio Galé Palco dos Desfiles da Moda Lisboa



COMEMORAÇÕES 5 DE OUTUBRO: Cavaco 'muda' local por razões de segurança. O regime corrupto cheira a podridão e está a cair de maduro. Cavaco advinha que o fim está próximo, foge com medo da vaia do povo e refugia-se com os amigos no Pátio da Galé, na Moda Lisboa.
A pedido do Presidente da República, que com medo dos protestos populares já marcados para Belém, invocou razões de segurança, as comemorações do 5 de Outubro não terão lugar, como habitualmente, nos Paços do Concelho da câmara de Lisboa.




República,  Indignados, Portugal, Cavaco, Medo, Lisboa, Povo, Comemorações, Segurança, Moda, Moda Lisboa, Amigos


O Pátio da Galé [que tem sido palco dos desfiles da Moda Lisboa] é o local escolhido para os discursos por ser mais "resguardado" e por ser um pátio interior que permitirá controlar todas as entradas, ao contrário do que aconteceria na praça aberta dos Paços do Concelho.

Os discursos da festa da República estarão, assim, reservados aos convidados oficiais. Apenas as honras militares terão lugar em espaço aberto e público

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Liga Amigos Clube BPN Algarve: Presidente Câmara Faro; Colega Governo de Cavaco, Macário Correia Condenado Pelo Supremo Tribunal Administrativo Por Crimes Urbanísticos no Municipio Tavira Tem Direito a Reforma da Assemblei da República Mais Pesão CGA, Despesas de Representação Mais Subsídios de Refeição



Macário afinal pediu duas reformas. Na República dos bananas, os ladrões abusam, e "em terra de cegos, quem tem um olho é rei.

Autarca, réu condenado por crimes urbanísticos pediu reforma, mas não vai largar a Câmara. Macário Correia tem ainda direito a outra pensão, da Assembleia da República. Terá não uma, não duas, mas três fontes de rendimento.





"É uma situação perfeitamente normal. Metade dos meus colegas presidentes de Câmara no Algarve estão aposentados", garante ao Expresso Macário Correia.
O autarca, soube-se hoje, pediu a reforma antecipada por ter atingido os 30 anos de serviço público que dão direito a aposentação. Mas para além dessa, o presidente da Câmara de Faro terá direito a uma outra, paga pela Assembleia da República, onde foi deputado em duas legislaturas e membro do Governo de Cavaco Silva, como secretário de Estado do Ambiente.

Confontado com o facto de esta semana se ter conhecido a sentença do Supremo Tribunal Administrativo que decretou a sua perda de mandato em Faro - mas da qual Macário recorreu, segundo garantiu ao Expresso, para o Plenário do STA - Macário Correia diz tratar-se apenas de uma coincidência que muitos jornalistas acabaram por aproveitar.

"Parece que houve um alinhamento qualquer estrelar, mas a explicação é simples: eu já tinha pedido a reforma há cerca de um mês, e isso não significa que vá deixar a Câmara, como já disse. O que acontece é que, assim que a Caixa Geral de Aposentações passar a pagar a reforma, a Câmara deixa de me pagar o vencimento e fico só a receber despesas de representação e um subsídio de refeição", garante.
Macário opta para já pelo ordenado da Câmara

A lei permite que os autarcas optem pela situação que for mais vantajosa em termos salariais e por isso, ainda que a Caixa de Aposentações processe o pedido de Macário, o social-democrata optará por enquanto por receber o vencimento da Câmara, que é superior à reforma da CGA.

Segundo avançou o JN, o valor da pensão a receber pela Caixa é de 2321,44 euros, ao passo que o salário de um presidente de Câmara em Faro (varia consoante o número de habitantes de cada concelho) é superior a 3.500 euros


"No futuro receberei três fracções, uma subvenção da Assembleia da República, uma da Caixa Geral de Aposentações e as despesas de representação e os subsídios de alimentação, que é um valor reduzido", explica, em declarações ao Expresso. O social-democrata garante que as pensões até já poderiam ter sido solicitadas há mais tempo, algo que "deveria ter feito" por se encontrar "a perder dinheiro", com as alterações ao sistema de pensões todos os anos.

"Foi pura coincidência, não tem qualquer relação uma coisa com a outra", reafirma quando questionado sobre os timings da saída em Diário da República do pedido de aposentação (esta quinta-feira) e da sentença do Supremo Tribunal Administrativo (na quarta-feira).

"Aliás, só mesmo algumas pessoas mais distraídas para pensarem que se pede a reforma num dia e que sai um despacho no dia seguinte", ironiza.

E assim vai Portugal... enquanto o dinheiro é desfiado para a Suíça...


Os portugueses têm de cumprir todos os compromissos assumidos com ladrões e por ladrões:


Roubo BPN, Reformas Douradas, Parcerias Publico Privadas, Ajudas a Banqueiros Ladrões,...


E Tudo o Que os Bandidos Se Lembrarem de Inventar!


Enquanto isso, relaxam o valor do Trabalho, ao Ponto de pagarem 4 euros hora a pessoas com formação superior (nutricionistas, médicos, enfermeiros...). Tu que dormes, desperta, ou acordarás tarde, porque quando pagam assim a quem tem formação superior, quem não a tem, terá que pagar para trabalhar.


Acordo Povo, Ou Serás Vendido Como Escravo!


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Deputados Apanhados Casos de Corrupção; Clube Amizade Portugal Brasil, Influências, "Bons Negócios" de Milhões, Miguel Relvas, Corruptos Amigos Políticos Brasileiros; e Alert Life Services



Miguel Relvas tem ligações com políticos e empresários do Brasil, diz revista


mundolusiada 13 setembro, 2011

Miguel Relvas não é só o poderoso número dois do Governo de Portugal, segundo a reportagem, no Brasil ele tem amigos de peso e portas abertas. A matéria revela que o ministro-adjunto garantiu sólidas amizades, influência e “bons negócios” no país das oportunidades


Da Redação- A Revista Visão publicou matéria na qual denuncia figuras públicas de Portugal, como do (hoje) poderoso Miguel Relvas com políticos brasileiros, especialmente com o nome de José Dirceu, dado e tido como o mentor do mensalão.

A matéria diz que Miguel Relvas não é só o poderoso número dois do Governo de Portugal, também no Brasil tem amigos de peso e portas abertas. Dos homens do mensalão” às agências de marketing, da direita conservadora a decisores políticos e empresariais, dos media ao jet-set, a sua agenda registra várias figuras de relevo na sociedade brasileira, por boas e más razões. No Brasil, diz o texto, o ministro-adjunto garantiu sólidas amizades, influência e bons negócios. E foi também no Brasil que o PSD começou a ganhar as recentes eleições em Portugal.

Miguel Relvas é cidadão honorário do Rio desde 2008. Mais difícil é precisar o momento em que o ministro-adjunto se tomou de amores pelo Brasil. Até há uns anos, ele situava as melhores férias da sua vida na Bahia. Aí, em 2000, fez turismo cultural com a família e descansou num resort da Ilha de Comandatuba, lendo teses e ensaios sobre Eça de Queirós. “Relvas gosta de seguir a máxima que diz que nunca se é feliz duas vezes no mesmo lugar. À ilha, não voltou, mas o Brasil é um eterno retorno na sua vida”, refere a publicação.

Viajou para o Brasil com o primeiro-ministro Santana Lopes, em setembro de 2004. Era então secretário-geral do partido e conheceu Nizan Guanaes, dono de um dos maiores grupos de marketing político e considerado pelo Financial Times um dos brasileiros mais influentes do planeta. Naquela altura, Relvas procurava quem refinasse a campanha do PSD (Partido Social Democrata) no ano seguinte, embora mantivesse contrato, desde 2001, com o brasileiro Einhart da Paz. No Rio, em 2005, o atual ministro também representou o antigo líder do partido, Marques Mendes, na reunião da comissão executiva da Internacional Democrata Centrista, à época presidida por José María Aznar.

A partir de 2006, iniciou a sua atividade como gestor e consultor de empresas privadas e começou a viajar com regularidade para o outro lado do Atlântico. A frequência acentuou-se a partir de 2009, ano em que se dedicou exclusivamente à gestão e consultoria na Kapaconsult, Finertec e na Alert, a multinacional portuguesa de software clínico.

O grupo Finertec é uma empresa com interesses nas áreas das energias, tecnologia, construção, imobiliário e turismo, sobretudo em África. Já a Alert, graças a Relvas, conquistou o mercado no Brasil. O primeiro contrato foi celebrado em 2007 com a Secretaria de Estado da Saúde de Minas Gerais e, daí para cá, a empresa está presente em dezenas de hospitais, institutos, clínicas e unidades de saúde, sobretudo em Minas, mas também em São Paulo, Rio e noutros estados.

Com a entrada para o Governo, Relvas cessou estas atividades.Em 2010, apresentou um rendimento global de quase 230 mil euros.

Os amigos no Brasil atravessam vários quadrantes e atividades. E carregam alguns fardos também. César Maia (ex-prefeito do Rio) e Rodrigo Maia (atual deputado) pai e filho, ambos do partido Democratas dão Relvas como exemplo. Tem sido uma referência para todos nós diz César. Estivemos com ele no dia da eleição em Portugal, recorda Rodrigo. No DEM, sigla pelo qual esta força política de direita é conhecida no Brasil, vários deputados foram apanhados em casos de corrupção. Em 2007, segundo O Globo, o partido herdeiro da ARENA, base da ditadura militar, ocupava o primeiro lugar no número de políticos que perderam o mandato por denúncias de corrupção (69). No ranking dos Estados com maior número de políticos cassados, Minas Gerais liderava.

Jorge Borhausen, antigo dirigente da ARENA, e Paulo Bornhausen, deputado, abandonaram o DEM. Conheceram o Relvas nos anos 90 no Brasil e permanece uma profunda amizade, atesta Paulo. É um profissional muito competente. Tem amigos no mundo da economia, da política e em muitas outras áreas”. Jorge festejou com Relvas e Passos Coelho após a tomada de posse em Lisboa. Paulo ajudou a fundar o novo PSD brasileiro, que há dias entregou no tribunal o processo para a legalização. O partido começou torto: nos primeiros documentos, apareceram milhares de assinaturas falsificadas e de pessoas já mortas. Agora, Gilberto Kassab, prefeito de São Paulo, presidente do PSD e próximo de José Serra, candidato derrotado por Dilma nas presidenciais, tenta pôr ordem na casa. Amigo de Relvas, polêmico, tenta explicar à justiça, por estes dias, o aumento do seu próprio salário em 51%.

Alert foi contratada pelo governo de Minas Gerais por R$ 48 milhões em 2007


Já na mídia do Brasil começam a aparecer mais pontes deste novelo político – não diretos mas indiretamente. Na terça feira, dia 13 de setembro, o Globo (globo.com) publicou matéria com o seguinte título: “Fiocruz cancela contrato suspeito com empresa portuguesa no valor de R$ 365 milhões”. O detalhe é a empresa portuguesa. Trata-se justamente da citada pela revista Visão e ligada ao político português Miguel Relvas, amigo de vários políticos brasileiros, a Alert Life Services.

A mesma empresa que fechou um contrato, já cancelado, de R$ 365 milhões com a Fiocruz no mês passado, a Alert Life Services, foi contratada pelo governo de Minas Gerais por R$ 48 milhões em 2007, justamente o primeiro contrato da Alert no Brasil quando Miguel Relvas prestava consultoria para a empresa, em matéria publicada pela revista portuguesa.

Coincidentemente, foi o mesmo ano que o Estado de Minas liderou o ranking dos estados com maior números de políticos cassados por corrupção.


O cancelamento do contrato da Fiocruz com a Alert foi publicado no Diário Oficial da União neste dia 13. A companhia portuguesa deveria fornecer 8 mil licenças de um software de triagem emergencial de pacientes, mas os pontos de atendimento do SUS não tinham computadores, equipamentos médicos, acesso a internet ou até energia, necessários para instalar e aplicar o programa. Das 4 mil unidades de saúde básica que seriam contempladas, menos de 400 (10%) tinham o sistema no ano passado. Um terceiro contrato com o Inca (Instituto Nacional do Câncer), de R$ 7,7 milhões foi firmado neste ano. Nos três, não houve licitação.

No primeiro caso, a Fiocruz decidiu cancelar o contrato devido à detecção de problemas processuais, como um projeto básico mal-elaborado, apontados por auditoria interna. Na realidade, a Fiocruz escolheu a Alert apenas com base em pesquisa interna, baseada em informações públicas de mercado e conhecimentos técnicos. Sem ouvir propostas de outros concorrentes brasileiros ou internacionais, mas com aval do Ministério da Saúde, o instituto fechou o negócio milionário de transferência de tecnologia. A meta era a integração de todas as bases de dados do SUS e a automatização de todas as unidades básicas de saúde do país, a plataforma do futuro “Cartão SUS. Diversas autoridades federais e estaduais, inclusive de Minas Gerais, visitaram juntos a Alert em Portugal.

No caso de Minas, a Secretaria de Saúde (SES-MG) justificou o contrato sem licitação porque a Alert seria a única empresa no Brasil que detinha, à época da contratação, o direito de utilização do Protocolo de Manchester (sistema de classificação de risco do pacientes, que organiza o atendimento com base na gravidade dos doentes). Porém, o Brasil já tinha negociado o direito de uso gratuito desse protocolo, um dos vários existentes no mundo. A subsidiária da Alert no Brasil foi criada apenas um mês antes da assinatura do contrato com o governo, segundo o registro na Receita Federal. E a subsidiária brasileira da Alert foi inaugurada um ano depois, em Belo Horizonte. O presidente é Luiz Brescia, que já presidiu a entidade de classe que atestou a exclusividade do produto da Alert, conforme exige a Lei de Licitações.

Antes de assinaturas de contratos, houve viagem de autoridades para conhecer as instalações da Alert em Portugal, todas oficiais e custeadas com verbas públicas. Na mais recente, da Fiocruz, participaram o presidente da Fiocruz, Paulo Ernani Gadelha Vieira, o vice-presidente da Fiocruz, Pedro Barbosa, o secretário de Gestão Estratégica e Participativa do Ministério da Saúde, Odorico Monteiro, um representante da diretoria de Informática do Datasus, representantes dos conselhos estadual e municipal de secretários de saúde e técnicos do governo. De acordo com a Fiocruz, também esteve na viagem o atual secretário de saúde de Minas Gerais, Antonio Jorge Marques. Nenhuma outra empresa foi visitada no Brasil ou no exterior.

A Fiocruz decidiu cancelar o contrato com a Alert e reiniciar o procedimento de compra de tecnologia com base nas recomendações processuais da auditoria interna. Apesar disso, o instituto negou qualquer tipo de direcionamento e informou que o estudo interno prévio levou em conta uma pesquisa de mercado com base em diversos pré-requisitos técnicos.

Conforme explicou Pedro Barbosa, vice-presidente da Fiocruz, foram estabelecidos critérios de mercado sobre o impacto da compra. A informatização de uma unidade básica de saúde, segundo ele, custa de R$ 10 mil a R$ 15 mil. Considerando 40 mil unidades. Um hospital pode ficar por até R$ 5 milhões, sem a propriedade do produto.

A Secretaria de Saúde de Minas Gerais reconheceu que houve problemas na implantação do sistema, devido ao porte e a complexidade mas não fez comentários sobre desuso de mais da metade das licenças de software pagas nos últimos três anos. Sobre a falta de licitação, lembrou que a Alert era à época, a única detentora dos direitos de comercialização do software no Brasil. A Secretaria de Saúde de Minas, SES-MG, defendeu o uso do Protocolo de Manchester, devido ao reconhecimento científico internacional e seu uso em diversos países. Porém, não citou a possibilidade de informatização própria, gratuita, do procedimento, pela Prodemge (Companhia de Tecnologia da Informação do Estado de Minas Gerais).

Procurada, a Alert não quis se pronunciar sobre o contrato com a Fiocruz. Sobre Minas Gerais, o presidente da empresa no Brasil, Luiz Brescia, afirmou que o contrato de licença corporativa não previa a implantação física e que os equipamentos necessários são recomendados, mas não exigidos pela Alert.

Veja também:

Miguel Relvas Contracta Motorista por 73.000 Euros

Clube Amizade Corrupção Portugal Brasil; Miguel Relvas O Bem Amado, Maçonaria, Grande Oriente Lusitano, BES, PT, Mexia e Dirceu o Homem da Mala Poderoso Chefão do Escândalo Mensalão, Versão Brasileira Saga Dom Corleone com Download: Senado Governo Brasileiro Senador Alvaro Dias

Fama de Dirceu, o Rouba-Hóstia Atravessa o oceano, in Blog do Reinaldo, Revista Veja

Máfia Portuguesa, EuroMilhões Portugal, Helena Roseta Acusa Relvas: Corrupção Negócios Ilegais, Favorecimento Ilícito de Empresas de Passos Coelho


http://www.mundolusiada.com.br/wordpress/politica/materia-da-revista-visao-revela-as-ligacoes-de-miguel-relvas-com-politicos-e-empresarios-do-brasil/

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Máfia Portuguesa Banco BPN de Oliveira e Costa, Dias Loureiro Amigos e Colegas de Governo do Presidente Cavaco Silva. Comissão de Inquérito Parlamentar: Hélio Bernardo Lopes, Antigo professor e membro do Conselho Científico da Escola Superior da Polícia, Pergunta se Haverá Coragem do PSD CDS?



Haverá coragem do PSD-CDS para apoiar a formação da Comissão Parlamentar de Inquérito ao BPN, o banco de Dias Loureiro e Oliveira e Costa, amigos e ex-colegas de governo do Presidente da República Cavaco Silva?



Artigo abaixo transcrito do blog Farol da Nossa Terra


Artigo  de: HÉLIO BERNARDO LOPES
Antigo professor e membro do Conselho Científico da Escola Superior da Polícia
HAVERÁ CORAGEM?

Surgiu há dias na Assembleia da República uma mais que lógica proposta: a de ser criada uma comissão de inquérito parlamentar à globalidade do caso BPN. Uma iniciativa plena de lógica, dado que os montantes hoje em jogo ao redor deste banco, que terão de ser pagos por todos nós, são verdadeiramente astronómicos.

Simplesmente, este mais que lógico e natural inquérito a quanto se passou, tem um problema: o de saber aonde se poderá chegar por seu intermédio… É o tipo de problema onde se sabe como se entra, mas se desconhece como se virá a sair.
Um dado, porém, é já certo: Bloco de Esquerda, PCP e PS disseram já que apoiam tal inquérito, pelo que não poderá deixar de se olhar com estranheza, tal como já se deu com a recusa de poder a Assembleia da República fiscalizar os atos do Primeiro-Ministro – o líder do Governo – em torno do caso das secretas, que o PSD e o CDS não tenham ainda uma posição sobre uma tão candente questão como esta dos dinheiros em jogo no BPN. Parece que precisam, ainda, de um par de semanas para pensar!!

Neste momento, e em face desta necessidade de pensar no tema por duas semanas, é minha convicção que os dois partidos hoje no poder acabarão por inviabilizar a referida comissão de inquérito parlamentar. E se o não fizerem, tal ficará a dever-se ao poder maioritário de que dispõem hoje no seio da mesma. No fundo, e com algum jeito, talvez se consiga parir mais um excelente inquérito de conteúdo nulo. Duas semanas!!!

* Antigo professor e membro do Conselho Científico da Escola Superior da Polícia

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