... Julgo que depois destes malabarismos, os currículos das pessoas com funções políticas activas com o propósito de praticar o bem comum de uma nação, devem ser exigidos e publicados em Diário da Republica para qualquer cidadão poder consultar e certificar-se das habilitações de cada politico. Não deve ser uma opção, mas uma condição contemplada numa lei própria para o efeito, pois como sabemos, nenhum trabalhador é admitido numa função numa empresa, sem referências e/ou curriculo académico/profissional. será verdade que o PS está "calado" neste caso da licenciatura de M. Relvas porque o Irmão Maçon António Seguro dos Bancos (da Universidade Lusófona) foi um dos professores envolvido no processo?...
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Tratamentos Terapias SPA Saúde, Beleza e Prazer Lisboa Wellness Center Pra Fazer Lindas Mulheres,Gajas Sexy Boazonas estilo Model Stars Á Custa do Contribuinte Projecto BPN Programa da Troika É Dono duma Fracção do Estádio da Luz; Reestruturação Paga Zé!



10.000.000 de sócios no ginásio do estádio da Luz. Afinal também somos donos duma fracção do Estádio da Luz e não sabia... Importa acrescentar que nada tenho contra o Spot Lisboa e Benfica que se fosse Sporting, Porto, Braga, Farense, Setúbal, etc, não importa qual fosse o clube, faria exactamente o mesmo, visto que as máfias instaladas não têm clube e roubam-nos a todos.

Ginásio do Estádio da Luz é do Estado e entrou no Revitalizar para se salvar
O Wellness Spa Center, cuja maioria do capital é do banco Efisa e da Inovcapital, deve 1,7 milhões de euros. O Banif é o principal credor. Por isso tinha que ser salvo - O Benfica tem créditos de 350 mil euros
 - o ginásio foi construido á pála do euro 2004, a custo do contribuinte e com lucro para os bancos BPN, EFISA, em 2006 levou mais 750.000 euros e os banqueiros ganharam novamente entretanto levaram-no á falência, o estado entra para salvar os banqueiros - entretanto é recuperado e a seguir privatizam entregando aos amigos e mais uma vez os bancos ganham. Veja o relatório do Congresso dos EUA que responsabiliza os bancos pela crise.


Tratamentos, SPA, Saúde, Beleza, Lisboa, Wellness Center, Porto, Contribuinte, Troika, BPN, Custa, Lindas, Gajas, Sexy, Boazonas, Projecto, Programa,


O Wellness Spa Center (WSC) nasceu no âmbito do Euro 2004 e da construção do Estádio da Luz com o investimento maioritário da capital de risco do Estado, Inovcapital, e do banco Efisa, pertencente ao universo BPN, e que actualmente está sob gestão do veículo estatal Parparticipadas, criado para recuperar créditos ligados ao banco. Resultado: hoje 60% do capital do ginásio é actualmente propriedade do Estado. Em situação de pré-insolvência, o WSC deu entrada em Agosto a um processo de recuperação através do programa Revitalizar, no Tribunal de Comércio de Lisboa.


No Lisboa Wellness Center a sua comodidade é muito importante. Para maior conforto, tem disposição um parque automóvel interior, onde o estacionamento é gratuito nas duas primeiras horas, enquanto na cidade é pago. Poderá reequilibrar as suas energias de uma forma salutar e saborosa, no restaurante e cafetaria do Lisboa Wellness Center, tudo á custa do contribuinte, á custa de falência de 52 empresas por dia, devido ao enorme aumento de impostos, á custa do roubo dos subsídios de férias e Natal, á custa das portagens nas SCUT, á custa do aumento do IVA na restauraçãoNo Lisboa Wellness Centeronde a sua saúde está sempre em primeiro lugar, á custa dos cortes no Serviço Nacional de Saúde, dos cortes na educação, á custa dos cortes nos apoios sociais e á custa das crianças esfomeadas.

O Lisboa Wellness Center, é um fartar vilanagem, sabem que o bem-estar dos filhos de quem não necessita, á custas dos filhos dos contribuintes, é essencial para o seu equilíbrio. No Wellness Kids, cuidam dos filhos das madames enquanto elas cuidam de si e se transformam em mulheres deslumbrantes, e ficam lindas, belas, atraentes, irresistíveis e transformam umas sereias todas sexy boazona, like a model star baby. Desfrutam de tudo o que o Lisboa Wellness Center tem para lhes oferecer, de um modo simples, confortável e acessível a custa do contribuinte.

O Wellness Spa Center, é uma empresa portuguesa e destaca-se por ser o primeiro Wellness Center em Portugal, a funcionar á pala do contribuinte, ao abrigo do programa da Troika do Cavakistão BPN Passos Coelho Relvas Portas Gaspar. Nesta nossa fase de lançamento, contam e apostam no desenvolvimento da empresa de Regabofe, assim como na qualidade de serviço, com forte orientação para o cliente capitalista que se lixe o pobre. O ambicioso projecto  Lisboa Wellness Center tem por ambição fazer gajas boas, tipo avião, modelo 86 - 60 -86 ao mais alto nível á custa da miséria dos tugas.

No intuito de manter esta posição, é necessário dimensionar os recursos humanos com profissionais qualificados e motivados que assegurem a liderança de mercado inovador a funcionar á custa do otário.

INSOLVÊNCIA DO Lisboa Wellness Center


Lisboa Wellness Center
Estádio Sport Lisboa e Benfica
Av. General Norton de Matos
1500-313 Lisboa
Telefone: 217 112 000
Fax: 217 144 166
e-mail geral: geral@wellness.pt

Horário de funcionamento
2ªf a 6ªf das 7h às 23h
Sáb. das 9h às 20h
Dom. e Fer. das 9h às 18h
Dias de jogo encerra 3h antes
da hora de jogo

Fonte: Negócios em 04/09/2012



Contribuinte 506545237

WELLNESS SPA CENTER - ACTIVIDADES DESPORTIVAS E DE BEM ESTAR, S.A.

Estádio do Sport Lisboa E Benfica, Avenida Norton de Matos
Lisboa
1500 - 313 Lisboa


93110
- Gestão de instalações desportivas
93130
- Actividades de ginásio (fitness)

Informações sobre a insolvência

Tribunal: Lisboa - Tribunal do Comércio de Lisboa
Acto: Anúncio - artº 34 - Portal Citius www.citius.mj.pt
Referência: 2230187
Processo: 1447/12.5TYLSB, 1º Juízo
Espécie: Processo Especial de Revitalização (CIRE)
Data: 16-08-2012

Devedor: Wellness Spa Center – Actividades Desportivas e de Bem Estar, S.A
NIF/NIPC: 506545237
Administrador Insolvência: António Taveira
NIF/NIPC: 118770268
Credor: Sandra Cristina Rodrigues Oliveira



Tribunal: Lisboa - Tribunal do Comércio de Lisboa
Acto: Pub. - Nomeação Administrador Provisório
Referência: 2230189
Processo: 1447/12.5TYLSB, 1º Juízo
Espécie: Processo Especial de Revitalização (CIRE)
Data: 16-08-2012

Devedor: Wellness Spa Center – Actividades Desportivas e de Bem Estar, S.A
NIF/NIPC: 506545237
Administrador Insolvência: António Taveira
NIF/NIPC: 118770268
Credor: Sandra Cristina Rodrigues Oliveira


Tribunal: Lisboa - Tribunal do Comércio de Lisboa
Acto: Lista Provisória de Credores - Artº 17º D, 3
Referência: 696636
Processo: 1447/12.5TYLSB, 1º Juízo
Espécie: Processo Especial de Revitalização (CIRE)
Data: 14-09-2012

Devedor: Wellness Spa Center – Actividades Desportivas e de Bem Estar, S.A
NIF/NIPC: 506545237
Administrador Insolvência: António Taveira
NIF/NIPC: 118770268
Credor: Sandra Cristina Rodrigues Oliveira

Programa PME INVESTIMENTOS 

Valor de 750.000,00 Euros em 2006


Subsidios só para os amigos

Putaria, Putas, Foda, Mamas, Tetas, Belas Gajas, Tratamentos, SPA, Saúde, Beleza, Lisboa, Wellness Center, Porto, Contribuinte, Troika, BPN, Custa, Lindas, Gajas, Sexy, Boazonas, Projecto, Programa,


A imagem nostra-nos um apoio PME INVESTIMENTOS de 750.000,00 Euros em 2006. Transcrição abaixo

COMUNICADO DE IMPRENSA

PME Investimentos investe 750.000 na WELLNESS SPA CENTER

A PME Investimentos formalizou a sua participação, no valor de 750.000 , na WELLNESS

SPA CENTER – Investimentos e Gestão, S.A., empresa que desenvolve um conceito integrado de Sáude e Bem Estar.

O Lisboa WELLNESS CENTER, sediado no Estádio Sport Lisboa e Benfica, com uma área de 4300m2, disponibiliza aos seus clientes uma oferta alargada de serviços e prácticas Através dos seus departamentos de Clínica Médica e de Condição Física, de Academia de Exercício, de SPA e de Dermocosmética.

João Vicente Ribeiro, Presidente do Conselho de Administração da PME Investimentos, refere que “a política da PME Investimentos é de apoiar projectos inovadores com elevado potencial de crescimento e de valorização. Os conceitos de Saúde e Bem Estar da Wellness SPA Center, revitalizam as capacidades, físicas e psicológicas, das pessoas após o desgaste diário dos seus longos dias de trabalho.”

SOBRE A PME INVESTIMENTOS:
A PME Investimentos, cujo capital é maioritariamente público, é uma Sociedade de Investimento que desenvolve a sua actividade no sector de Capital de Risco. Como Operador de Capital de Risco participa no capital de PMEs, com o objectivo de as transformar em casos de sucesso empresarial. Na sua política de investimentos privilegia os projectos de High Tech nos diversos estágios do ciclo de vida das empresas .

O investimento na WELLNESS SPA CENTER – Investimentos e Gestão, S.A., é a segunda operação concretizada pela PME Investimentos em 2006. Em 2005, a PME Investimentos concretizou 27 operações, correspondendo a um valor de investimento de 24.43 M .

Contactos:

WELLNESS SPA CENTER, S.A. PME Investimentos, S.A
Estádio do
Sport Lisboa e Benfica
Ricardo Palma Carlos
Av. General Norton de
Matos
Edificio Arcis - Rua
Ivone Silva, 6-14ºPiso
1500–313
Lisboa
1050-124 Lisboa
Tel. + 351 21 711 20 00 Tel: + 351 21 799 42 60
Fax. + 351 21 714 41 66 Fax. + 351 21 799 42 76
geral@wellness.pt ricardopcarlos@pmeinvestimentos.pt

HORIZONTE EMPRESARIAL BPN DADOS DO BANCO DE PORTUGAL




WELLNESS SPA CENTER

http://www.wellness.pt/index.html
Apoios Financeiros
http://www.apoiosfinanceiros.com/arquivo/9831
PME INVEST
http://www.gesventure.pt/newsletter/pdf/wellness.pdf

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EUA, Segredos Técnicas Receitas de Culinária, Maravilhas; Aprenda a Fazer Deliciosos McDonald's, Burger King e Taco Bell: Veneno NH3 Hidróxido de Amonia Mais Gorduras Mais Comida de Cão Igual a Venenosos Hambúrgueres Americanos! Multinacional Rede de Fast Food do Bilionário Warren Buffett Mudou Receita Após Denúncia Jamie Oliver's, Famoso Chef de Cozinha Britânico do Programa de TV Naked Food Revolution: "70% Carne Americana Leva Amoniâco"



McDonald's muda receita após denúncia de Jamie Oliver
Chef britânico mostrou em programa que rede de fast-food usava hidróxido de amônio para converter sobras de carne gordurosa em bife

McDonald’s: empresa mudará receita nos Estados Unidos, mas não admite que esteja sendo pressionada por denúncia de chef

Receitas, Segredos, Técnicas, Culinária, Deliciosos, EUA, Revolution, TV, Programa, Denúncia, Fazer, Comida, Cão, Veneno, Americanos, McDonald's, Maravilhas, Famoso, Warren Buffett,


 A rede de fast-food McDonald's anunciou que mudará a receita de seus hambúrgueres nos Estados Unidos. A mudança acontece pouco tempo após o chef de cozinha britânico Jamie Oliver descobrir e mostrar em um programa de TV que a rede usa hidróxido de amônio para converter partes gordurosas de carne em recheio para seus produtos, segundo informações do Mail Online.

"Basicamente, estamos falando de comida que seria vendida por um preço muito baixo para produzir comida para cães, e que, depois desse processo, é vendida como alimento para humanos", afirmou Oliver. "Por que qualquer ser humano sensato colocaria carne com amônio na boca de suas crianças?", questionou o chef.

A receita, que o apresentador chamou de "lodo rosa", é produzida, segundo ele, em um processo pelo qual a carne é "centrifugada" e "lavada" em uma solução de hidróxido de amônio e água.

De acordo com o Mail Online, o processo de conversão nunca foi utilizado no Reino Unido, nem na Irlanda, países que usam carne de produtores locais.

Ao site, o McDonal's negou que tenha optado pela troca de sua receita por causa da denúncia de Jamie Oliver. A matéria diz ainda que duas outras redes - Burger King e Taco Bell - utilizavam hidróxido de amônio em suas receitas, mas já modificaram as receitas.


Assista a um trecho do programa - em inglês - em que Jamie Oliver explica o processo



Victory for Jamie Oliver in the U.S. as McDonald’s is forced to stop using ‘pink slime’ in its burger recipe

TV chef was disgusted to discover ammonium hydroxide was being used by McDonald's to convert fatty beef offcuts into a beef filler for burgers

Why would any sensible human being want to put ammonia-filled meat into their children's mouths? asked Jamie Oliver

McDonald's denies its hand had been forced by TV campaign

After years of trying to break America, Jamie Oliver has finally made his mark by persuading one of the biggest U.S fast food chains in the world to change their burger recipe.

McDonald's have altered the ingredients after the Naked Chef forced them to remove a processed food type that he labelled 'pink slime'.

The food activist was shocked when he learned that ammonium hydroxide was being used by McDonald's to convert fatty beef offcuts into a beef filler for its burgers in the USA.

The filler product made headlines after he denounced it on his show, Jamie Oliver’s Food Revolution.

'Basically, we’re taking a product that would be sold at the cheapest form for dogs and after this process we can give it to humans' said the TV chef.

Jamie showed American audiences the raw 'pink slime' produced in the ammonium hydroxide process used by producers named Beef Products Inc (BPI).

'Pink slime' has never been used in McDonald's beef patties in the UK and Ireland which source their meat from farmers within the two countries.

Now after months of campaigning on his hit US television show McDonald's have admitted defeat and the fast food giant has abandoned the beef filler from its burger patties.

US Department of Agriculture microbiologist Geral Zirnstein agreed with Jamie that ammonium hydroxide agent should be banned.

'Pink slime' has never been used in McDonald's beef patties in the UK and Ireland which source their meat from farmers within the two countries.

Now after months of campaigning on his hit US television show McDonald's have admitted defeat and the fast food giant has abandoned the beef filler from its burger patties.

US Department of Agriculture microbiologist Geral Zirnstein agreed with Jamie that ammonium hydroxide agent should be banned.

He said: 'I do not consider the stuff to be ground beef and I consider allowing it in ground beef to be a form of fraudulent labelling.'

The defiant chef is pleased at the decision by McDonald's stop using the ammonium hydroxide processes meat.

He said: 'Why would any sensible human being want to put ammonia-filled meat into their children's mouths?

'The great American public needs to urgently understand what their food industry is doing.'

McDonald's denied its hand had been forced by Jamie's campaign.

Todd Bacon, Senior Director of U.S. Quality Systems and Supply Chain with the fast food chain, said: 'At McDonald's food safety has been and will continue to be a top priority.

'The decision to remove BPI products from the McDonald's system was not related to any particular event but rather to support our effort to align our global beef raw material standards.

Two other chains Burger King and Taco Bell have earlier bowed to pressure and removed ammonium hydroxide processed ingredients from their products.

Nobody from Beef products Inc was available for comment.
JAMIE OLIVER'S U.S FOOD CAMPAIGN

In 1999 Jamie Oliver began his TV chef career in the British TV series 'The Naked Chef.' He was awarded an MBE for his services to hospitality. But his healthy eating crusade, hasn't always gone smoothly in the U.S.

Crying on TV: In 2010 while filming 'Jamie Oliver's Food Revolution' he broke down when he met serious resistance after the residents of America's country's fattest city, Huntington, West Virginia, were uninterested in his advice. After a confrontation with school dinner ladies, the TV chef sobbed: 'They don't understand me. They don't know why I'm here.'

Letterman setback: That year he suffered another setback with a doom-filled lecture from chatshow host David Letterman. The host told Oliver he believed diet pills were the only successful way to lose weight in the U.S. and that he expected humans to 'evolve to the point where 1,000 years from now we all weigh 500-600lbs and it will be OK.'


http://www.dailymail.co.uk/news/article-2092127/Jamie-Oliver-Victory-McDonalds-stops-using-pink-slime-burger-recipe.html#ixzz23L6U5yXA

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Crise Económica Euro; Grécia: "O Memorando Tem Sido Catastrófico; Não Pode Continuar"; "Pretendemos Substituir as Políticas da Troika Por Programa de Reabilitação da Sociedade Grega" Declarações de Yiannis Dragasakis, Dirigente da Syriza in Entrevista ao Athens News



"O memorando tem sido catastrófico e não pode continuar"

Entrevista a Yiannis Dragasakis, o dirigente da Syriza com experiência governativa no Ministério das Finanças, em 1989-1990. Determinado a manter o país na zona euro mas não à custa do povo grego, o porta-voz da Syriza para os assuntos económicos pode voltar ao cargo 22 anos depois.

 financiamento do sistema bancário grego através do sistema do euro é uma obrigação primordial do Banco Central Europeu e dos bancos centrais, que dão a liquidez necessária para o funcionamento adequado das economias da zona euro. Não é uma espécie de caridade que o BCE dá aos Estados da zona euro quando lhe apetece.
Yiannis Dragasakis foi ministro das finanças em 1989
é o porta-voz da Syriza para assuntos económicos. Foto GUE/NGL

Como reage às notícias que chegam de Itália dizendo que Berlim põe a hipótese de "sacrificar a Grécia com uma saída desordenada do euro" para servir de exemplo aos restantes membros da zona euro?


Creio que são ações perigosas, irresponsáveis e inaceitáveis por parte daqueles que fazem esses planos e vêm anunciá-los publicamente. Por trás desses cenários há uma lógica fascista que apela à morte de alguém para manter outro alguém vivo. Por isso recuso-me a levar a sério esses rumores.

É verdade que um governo da Syriza se iria abster de qualquer acto unilateral de revogação do memorando de entendimento ou do empréstimo da troika?


Nós deixámos muito claro, tanto na nossa plataforma eleitoral como na carta que Alexis Tsipras enviou aos responsáveis da zona euro no mês passado, que queremos substituir as políticas do memorando por um programa de reabilitação da sociedade grega, a reconstrução da economia e a consolidação da justiça fiscal. Fizemo-lo por duas razões: primeiro, porque o memorando foi rejeitado pelo eleitorado nas urnas, perdendo a legitimidade política; e em segundo lugar, enquanto política económica, o memorando tem sido catastrófico e não pode continuar. Mas a transição de um programa para outro será o resultado do planeamento, consultas e negociações a levar a cabo pelo novo governo. Parece evidente que a relação da Grécia com a União Europeia não é uma relação exterior mas uma relação multifacetada de interdependência estrutural entre o nosso país as instituições da UE e os estados-membros. Por isso, não podemos imaginar em nenhumas circunstâncias uma resolução dos problemas por via de procedimentos conflituosos em vez de acordos por consenso.

E se a UE reagir mal aos resultados das eleições e der instruções à troika para travar o pagamento do empréstimo, o que pode acelerar o colapso da economia logal e do sector bancário? Como reagiriam a isso?


Eu compreendo a sua pergunta, porque a Grécia não está apenas numa recessão económica, mas também numa espiral catastrófica, no quinto ano de recessão a somar a uma quebra de quase 20% do PIB, o que nos coloca em território desconhecido, mesmo comparando com a Grande Depressão de 1929 ou a bancarrota desordenada da Argentina há dez anos. Ninguém no seu perfeito juízo poderia sugerir que esta situação permaneça inabalável. É isso que dizemos nas nossas declarações públicas e fomos dizer a Berlim e a Paris no mês passado. Se fizermos parte do governo depois das eleições, esse governo não tomará nenhuma medida que aprofunde a depressão. Claro que levamos em linha de conta a possibilidade de uma resposta negativa dos nossos parceiros do euro. Mas insistimos que todos na Europa estamos a perder com a situação que vivemos hoje na zona euro, e nós queremos virá-la de forma a que todos ganhem com isso. Por isso é que eu ficaria surpreendido se tivesse de enfrentar um cenário de manutenção do impasse atual, ou de agravamento se nos cortarem as linhas de crédito. Por outro lado, você tem razão ao sugerir que devemos ter planos de contingência capazes de dar resposta a qualquer eventualidade, para não sermos apanhados desprevenidos. E é bom ter esses planos, mas sem andar a fazer alarde deles.

Que solução é que propõem para esses problemas?


Temos vindo a insistir nos últimos dois ou três anos que um mecanismo europeu de garantia dos depósitos é a única forma de prevenir esta corrida lenta aos bancos a que assistimos nos países da periferia da zona euro. Uma instituição destas, apoiada pelo Banco Central Europeu, seria suficiente para assegurar os cidadãos da UE que não há razão para o pânico nem para colocarem os seus depósitos fora do seu país.

Quanto toca aos cortes e aumentos de impostos, o programa da Syriza faz uma distinção clara entre os que têm altos e baixos rendimentos. Isto não cria confusão e medo em muitos estratos sociais?


O nosso principal objetivo é aliviar o fardo dos 35% de lares com rendimentos abaixo ou a rondar a linha de pobreza. É um objetivo político que é independente da quantidade de dinheiro que haja nos cofres públicos. Se tivermos mil euros, daremos mil euros; se tivermos 500, daremos 500 – é uma prioridade para nós. Temos de tirar os sem-abrigo das ruas; temos de encontrar soluções práticas para problemas urgentes. Também é um problema de iniciativa individual. Não podemos esperar que seja o Estado a fazer tudo de um dia para o outro. Cada um de nós deve tomar o nosso destino nas nossas mãos.

Como é que procuram a ajuda do Banco Central Europeu e do Banco da Grécia para apoiar o sistema bancário local ao mesmo tempo que há uma corrida aos depósitos?


A nossa posição política é que não tomaremos nenhuma ação unilateral a menos que sejamos provocados. Isto significa que se acontecer uma situação de que não somos responsáveis, mas que prejudica a nossa segurança nacional ou social, o governo não hesitará em tomar as medidas necessárias e apropriadas, mesmo para além dos limites da legitimidade formal. Mas isto implica que o outro lado esteja a quebrar as suas obrigações estatutárias. Até porque o financiamento do sistema bancário grego através do sistema do euro é uma obrigação primordial do Banco Central Europeu e dos bancos centrais, que dão a liquidez necessária para o funcionamento adequado das economias da zona euro. Não é uma espécie de caridade que o BCE dá aos Estados da zona euro quando lhe apetece. Por isso faremos o que for necessário para proteger a economia grega de quaisquer eventualidades, mas não temos razões para crer que sejam prováveis. Também vale a pena relembrar que a União Europeia foi construída sobre princípios económicos, como a liberdade de movimento dos capitais, que podem ter efeitos negativos, para os quais não existem instituições ou contra-medidas para os impedir.


Publicado no Athens News, 8 junho 2012. Traduzido por Luís Branco.

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Bulgarian Kannada Serbian (Latin)
Catalan Kazakh Sinhala
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Dutch Lithuanian Tamil
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Máfia Internacional Descobre Crude no Algarve, Economia, Crise Dívida Portuguesa, Jazidas Petrolíferas em Portugal Guerra Recursos Naturais; Razões dos Ataques Especulativos dos Mercados ás Economias Luso Espanholas: IODP Integrated Ocean Drilling Program, Programa Integrado de Perfuração do Oceano



Expedição na costa portuguesa descobriu depósitos de petróleo. Esta matéria já tem algum tempo e faz parte de um estudo alargado que já tem vários anos, e que vamos começar a publicar e que também explica a crise. As crises económicas, são uma ferramenta que a máfia financeira internacional utiliza para escravizar os povos e se apoderar dos recursos naturais. Acontece o mesmo que está a acontecer na Grécia, que após o assalto do FMI, também encontraram uma enorme jazida de crude. Pois é, acharam petróleo na Grécia, mas os gregos não têm direito a nada.

 

Portanto não pensem que vão ganhar com este achado petrolifero. Não, não vão. Estão na presença da maçonaria e dos rapazes do Fórum Portugal Global, boys da Comissão Trilateral e Clube Bilderberg, os tipos que roubararam, criaram e lucraram com o holocausto e genocídio NAZI, os mesmos que mataram Sá Carneiro e Adelino Amaro da Costa. Os rapazes da Goldman Sachs, assassinos económicos, querem tudo e mais o juro... Vejam o testemunho de um bom homem: Greg Smith, um Goldman Sachs arrependido.Está a decorrer uma guerra por recursos naturais. Quanto a vocês, vão ficar cada vez mais na miséria, tal como aconteceu na Argentina. E, a não ser que premeiem políticos e banqueiros, como na Islândia, ou arranjem uma Cristina Kirshner, capaz de julgar os criminosos por crimes lesa páatria, ou então serão feitos escravos e nem água vão ter.


A expedição 339 do IODP (Integrated Ocean Drilling Program, Programa Integrado de Perfuração do Oceano) terminou em Lisboa uma missão de dois meses ao largo da costa ocidental de Portugal e da baía de Cádis. A equipa a bordo do segundo maior navio científico do mundo - o "Joides Resolution" - perfurou o fundo do mar para estudar as consequências do fluxo de grandes correntes que, a diferentes profundidades e no seu conjunto, moderam o clima.

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Navio de exploração petrolifera, JOIDES Resolution Ship integrated ocean drilling program programa integrado de perfuração do oceano tipo sedimentos


"A grande novidade resultante da expedição 339 do IODS (Integrated Ocean Drilling Program, Programa Integrado de Perfuração do Oceano) é que na costa ocidental de Portugal e na zona da baía de Cadiz encontram-se areias a grande profundidade favoráveis à criação de depósitos de hidrocarbonetos, ou seja, petróleo e gás."

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integrated ocean drilling program programa integrado de perfuração do oceano zonas exploração

Isto não é nenhuma novidade


"A espessura, extensão e propriedades dessas areias contorníticas torna-as um alvo ideal, em locais onde elas estão soterradas suficientemente fundo para permitir a captura de hidrocarbonetos", explicou Dorrik Stow, da Universidade Heriot-Watt, da Escócia.

A areia encontrada e recolhida durante a expedição encontra-se "particularmente limpa e bem calibrada e, portanto, muito porosa e permeável. As nossas descobertas podem anunciar uma mudança significativa nos alvos de exploração de hidrocarbonetos no futuro", rematou.

Objetivos do estudo


A expedição tinha por fim estudar "os riscos (tremores de terra, tsunamis) naturais e os recursos (hidrocarbonetos) naturais", acrescentou Fernando Barriga, da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, os últimos dos quais "têm no presente muito interesse para Portugal", sublinhou o professor, acrescentando que a fase científica deste processo está a cargo do IODP e sairá do seu âmbito numa posterior fase de exploração industrial.

Esta é uma das conclusões preliminares resultantes das perfurações a 990 metros que surpreendeu a equipa de 35 cientistas, oriundos de 14 países, participante nesta missão que durou dois meses, a bordo do navio norte-americano 'JOIDES Resolution', que se encontra desde ontem atracado na Rocha de Conde de Óbidos em, Lisboa.

Além desta conclusão, os cinco quilómetros de testemunhos de sedimentos recolhidos numa área que nunca tinha antes sido explorada revelaram provas do ritmo tectónico da Terra (nesta região) e permitiram um registo detalhado das alterações climáticas.

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IODP is funded by a number of entities acting as international partners:

The U.S. National Science Foundation (NSF) and Japan’s Ministry of Education, Culture, Sports, Science and Technology (MEXT) are Lead Agencies.



The European Consortium for Ocean Research Drilling (ECORD) is a Contributing Member.

The People’s Republic of China Ministry of Science and Technology (MOST) is an Associate Member.

Interim Asian Consortium, represented by the Korea Institute of Geoscience and Mineral Resources (KIGAM), is an Associate Member.

Australian-New Zealand IODP Consortium (ANZIC) is an Associate Member.

India, Ministry of Earth Science (MoES) is an Associate Member.


The Ocean Drilling Program office at NSF (part of the Marine Geosciences section of the Division of Ocean Sciences, within the Directorate for Geosciences) is responsible for administering commingled funds directed towards the science operating costs (SOCs) of all IODP operations. These commingled funds come from the international partners as part of their membership fees used for the conduct of IODP science. Platform operating costs (POCs) are the responsibility of the agency supplying the platform capability. The IODP Council provides governmental oversight for all IODP activity

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US Integrating Ocean Driling Program


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IODP website


Joides Resolution Facebook


PaísPrimeiro NomeÚltimo NomePosição
no Conclho
Organizaçãoemail
JapãoShingoShibataCo-ChairMinistry of Education, Culture, Sports,
Science and Technology (MEXT)
shibata@mext.go.jp
Estados UnidosRodeyBatizaCo-ChairNational Science Foundation (NSF)rbatiza@nsf.gov
ECORDGibertCamoinMemberECORD Managing Agency (EMA)camoin@cerege.fr
ANZICRichardColemanMemberAustralian Research Council (ARC)Richard.Coleman@arc.gov.au
ChinaJianzhongShenMemberMinistry of Science and Technology (MOST)shenjz@mail.most.gov.cn
GermanyGuidoLuenigerMemberDeutsche Forschungsgemeinschaft (DFG)Guido.Lueniger@dfg.de
IndiaRam SharmaMemberMinistry of Earth Sciencesrks@nic.in
KoreaGil Young KimMemberKorea Institute of Geoscience and Mineral
Resources
gykim@kigam.re.kr
PortugalFernandoBarriga
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SpainJosé Ramón
Sánchez
QuintanaMember, ECORD CouncilSpanish Ministry of Education and Sciencejose.sanchezq@micinn.es
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Integrated Ocean Drilling Program - Ireland Joins ECORD and IODP

Ireland Joins ECORD and IODP as Newest Member


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Depois ainda temos a ECORD, como um consorcio petrolifero

European Petrophysics Consortium (EPC)


Finding Petroleum | ECORD (European Consortium for Offshore Research Drilling)


Ecord Family Crest and History


Ecord Coat of Arms & Surname History Package · Ecord Family Crest Image ... Ecord Framed Surname History and Coat of Arms

Navio E Tripulação Wikipedia


JOIDES Resolution



JOIDES
Resolution

(Joint Oceanographic Institutions for Deep Earth Sampling) is a scientific drilling ship once used by the Ocean Drilling Program, then by its successor, the Integrated Ocean Drilling Program. It is the successor of the Glomar Challenger.

The ship was launched as Sedco/BP 471, an oil exploration vessel.
It was later converted for scientific use and began working for the ODP in January 1985.

The "JR" returned to activeservice in February 2009 following an extensive renovation of its laboratory facilities and crew quarters.




JOIDES Resolution in 2009

JOIDES Resolution
Career ( United States)
Name:JOIDES Resolution
Operator:Integrated Ocean Drilling Program
Port of registry:Liberia Liberia
Builder:Halifax Shipyard in Nova Scotia, Canada
Launched:1978
Renamed:1985
Refit:2009
Homeport:None
Identification:D5BC
Nickname:JR
General characteristics
Class and type:A1 E Drilling Unit AMS ACCU
Type:Ocean-going Drilling Vessel
Tonnage:9719 ST
Displacement:9479-18,720 ST
Length:470.5 ft
Beam:70 ft
Height:202 ft
Ice class:1B
Installed power:9000 hp
Boats and landing

craft carried:
4
Complement:112
Crew:47

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Comemorações Revolução Portuguesa: "É Tempo de Dizer Basta! Sacrifícios Devem Ser Equitativos" Declarações do Coronel Sousa e Castro Um dos Mais Moderados Capitães do 25 de Abril in Programa Prós e Contras RTP



Coronel Sousa e Castro diz que é tempo de dizer "basta"


 

24 Abr, 2012, 09:16 / atualizado em 24 Abr, 2012, 09:16

O Coronel Sousa e Castro, considerado um dos Capitães de abril mais moderados, afirma que é tempo de dizer "basta". Ontem à noite, no programa Prós e Contras da RTP, o Coronel defendeu que os sacrifícios devem ser equitativos.


 

«Há uma altura em que é preciso dizer “não”, em que é preciso dizer “basta”!».


sacrifícios devem ser equitativos; Capitão de Abril; RTP; Prós e Contras; é tempo de dizer "basta; Coronel Sousa e Castro
«Há uma altura em que é preciso dizer “não”, em que é preciso dizer “basta”!».

O Coronel Sousa e Castro, considerado um dos Capitães de abril mais moderados, afirma que é tempo de dizer "basta". Ontem à noite, no programa Prós e Contras da RTP, o Coronel defendeu que os sacrifícios devem ser equitativos.

Foi com estas palavras que Sousa e Castro iniciou ontem a sua intervenção no Prós & Contras, como justificação para a ausência da Associação 25 de Abril nas comemorações oficiais do 38º aniversário da Revolução, que amanhã têm lugar. (Vale a pena ouvi-las.)

Um grito de alma na linha do Manifesto "Abril não Desarma" que aquela Associação ontem divulgou («contra a iniquidade, o medo e o conformismo que se estão a instalar na nossa sociedade») e que funcionou como uma pedrada no charco, desde as primeiras horas em que foi conhecido. Um gesto simbólico oportuno e cheio de sentido político e histórico.


No Manifesto dos militares, não se contesta o valor democrático das instituições em geral e muito menos da AR (acontecessem as cerimónias lugar num outro local e estou certa de que a posição seria a mesma), mas sim «a linha política seguida pelo actual poder político» que «deixou de reflectir o regime democrático herdeiro do 25 de Abril».

Também o general Pires Veloso, um dos protagonistas do 25 de Novembro de 1975 que naquela década ficou conhecido como "vice-rei do Norte", defende um novo 25 de Abril, de raiz popular, para acabar com "a mentira e o roubo institucionalizados".

É de salientar que "a Associação dos Oficiais das Forças Armadas está solidária com com aquilo que é declarado no manifesto da Associação 25 de abril porque de facto o sonho acalentado pelo 25 de Abril, para uma democracia efectiva em que a justiça e o bem estar seriam objectivos a alcançar, neste momento e cada vez mais nos estamos a afastar desse designio. Pensamos que está na altura do governo porvir e atalhar caminho, para de alguma forma, irem ao encontro das espectativas de um povo que desgraçadamente etá a ser espezinhado.", Declarações do Presidente da AOFA, Coronel Manuel Pereira Cracel á TSF e RTP

Também  "A Associação Nacional de Sargentos considera que a posição da Asociação 25 de Abil, que decidiu não comparecer nas comemorações oficiais da data, é "compreensível" e é a resposta que o Governo merece.

Sem dúvida. Porque não estamos apenas a falar da retirada de direitos, nalguns casos de uma forma absolutamente sem respeito pelos cidadãos.

Nós estamos sobretudo a falar na prática reiterada de mentir aos portugueses.",in Comunicado: Associação Nacional de Sargentos apoia decisão da Associação 25 de abril porque o governo merece. Declarações de António Lima Coelho á TSF, RTP

Quanto á PSP, têm que respeitar a Constituição da República Portuguesa, Artigo 45º Direito de Reunião e Manifestação,

A marcha da desobediência Civil já se encontra em Lisboa. Em momentos como os actuais, há que lutar com as armas democráticas que temos agora na mão. A A25A escolheu a sua. Resta-lhe, como a nós, a rua – na Avenida da Liberdade, em Lisboa, protestos por todo o país , na Praça da Batalha e no Alto da Fontinha no Porto, Coimbra....

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Crise Dívida Portuguesa Programa Ajustamento Financeiro "Ajuda" a Portugal; Relatorio UE FMI Prevêm Complicações e Peter Spiegel Financial Times Aponta Resgate de 78 Biliões



Política Económica e financeira: programa ajustamento economico, "Ajuda" a Portugal Relatorio Uniao Europeia e Relatórios FMI apontam para probabilidade de Segundo resgate

Peter Spiegel, responsável do Financial Times pelos assuntos de Bruxelas escreve que Portugal tem de decidir nos próximos meses sobre se precisa de novo resgate e fala em grandes probabilidades de novo resgate de  € 76 bilhões de euros.



Aproveitando o recente artigo de opinião assinado por Pedro Passos Coelho no Financial Times (FT), Peter Spiegel, chefe da redacção do jornal britânico em Bruxelas, escreve que primeiro-ministro português já "está a preparar terreno" para um novo resgate e considera que essa decisão terá de surgir "provavelmente nos próximos dois ou três meses".


"Apesar de o actual resgate a Portugal de 78 mil milhões se prolongar até 2014, uma decisão sobre um segundo resgate terá de ser necessariamente tomada muito mais rapidamente do que isso - provavelmente em algum momento dos próximos dois ou três meses", escreve Peter Spiegel no blogue Brussels.

Um dos argumentos do jornalista é o de que, se Portugal tenciona regressar aos mercados em Setembro do próximo ano, tal como sinaliza o acordo com a ‘troika', tem de apresentar um ano antes, isto é, nos próximos cinco meses, um plano "realista" junto dos credores de que o vai conseguir.

"E se for para se avançar para um segundo resgate, então as negociações sobre esse pacote terão provavelmente de começar dois ou três meses antes disso. O que significa que Portugal tem até cerca de Junho - apenas dois meses a partir de agora - para convencer os mercados financeiros", acrescenta Peter Spiegel.

E questiona: qual terá de ser valor o valor do segundo resgate a Portugal? "Ainda sobram 25 mil milhões do actual resgate e o programa prevê que Portugal levante 24,2 mil milhões até 2014. Se tivermos de adicionar 2015 ao segundo programa, uma vez que a maioria dos resgates tem uma duração de três anos, os números do FMI mostram que outros 26,9 mil milhões terão se surgir através de empréstimos, em vez dos credores privados. Tudo somado, será de cerca de 76 mil milhões de euros ".

When will Portugal need a 2nd bailout?

Quando é que Portugal precisa de um resgate 2?

Abril 19, 2012 3:25 pm por Peter Spiegel


Largamente ignorado no meio de toda a ansiedade em torno Espanha, esta semana foi escrita uma peça pelo Primeiro Ministro Português Pedro Passos Coelho no FT em que admite publicamente o que muitos funcionários têm dito em privado durante algum tempo: Portugal provavelmente, vai precisar de um socorro segundo resgate financiro.

Com toda a franqueza, Passos Coelho não o afirmou, mas da forma como o fez, com certeza que parece parece que ele está preparando o terreno para um segundo resgate financeiro a Portugal:

Estamos totalmente empenhados em cumprir as nossas obrigações. Mas, enquanto estamos optimistas, devemos também ser realista e pragmáticos. É por isso que aceitamos que podemos precisar contar com o empenho dos nossos parceiros internacionais para ampliar o apoio adicional se as circunstâncias fugirem ao nosso controle e dificultarem o nosso regresso ao financiamento junto dos mercados. .

"Apesar de o actual resgate a Portugal de 78 mil milhões se prolongar até 2014, uma decisão sobre um segundo resgate terá de ser necessariamente tomada muito mais rapidamente do que isso - provavelmente em algum momento dos próximos dois ou três meses", escreve Peter Spiegel no blogue Brussels.

Um dos argumentos do jornalista é o de que, se Portugal tenciona regressar aos mercados em Setembro do próximo ano, tal como sinaliza o acordo com a ‘troika', tem de apresentar um ano antes, isto é, nos próximos cinco meses, um plano "realista" junto dos credores de que o vai conseguir.

"Às vezes é fácil esquecer, depois de meses de oscilações do mercado e confrontos políticos, da luta prolongada do ano passado,... um segundo resgate grego foi desencadeado pelo Fundo Monetário Internacional, que decidiu que já não acreditava que Atenas tinha capacidade para 12 meses de financiamento."

A Grécia deveria estar de volta aos mercados de crédito privados em março deste ano para iniciar o desmame dos empréstimos do resgate financeiro, mas era claro para todos no início do ano passado, que isso era impossível. Sem a capacidade de começar a levantar dinheiro novo por conta própria, o programa grego suficiente, e as regras do FMI - que o impedem de conceder qualquer novo auxílio quando surge um buraco de financiamento ao longo dos próximos 12 meses - forçou novo pacote de resgate financeiro á Grécia.

Portugal, tem um obstáculo semelhante em setembro de 2013, altura em que o país vai precisar de arranjar € 9.7biliões de euros para pagar uma tranche de dívida que vence nessa altura. O actual programa de três anos exige que o dinheiro levantado por Portugal para financiamento em leilões de títulos de médio e longo prazo, como este gráfico do relatório recém-rleased da Comissão Europeia sobre os programas de resgate de Portugal.

De momento não há tempo para traduzir, a tradução do artigo de peter spiegel segue mais abaixo

programa ajustamento economico Portugal; Relatorio Uniao Europeia; programa; ajustamento; economico; Portugal; Relatorio; Uniao Europeia

programa ajustamento economico Portugal Relatorio Uniao Europeia


European Commission


The Economic Adjustment Programme for Portugal. Third review – Winter 2011/2012 [2 MB]


(European Economy. Occasional Papers. 95. April 2012. Brussels. Paper and internet. 62pp. Tab. Ann. )
KC-AH-12-095-EN-N ISBN: 978-92-79-22872-8


 

This report by European Commission services assesses compliance with the terms and conditions of the Third Review under the Economic Adjustment Programme.


A joint Commission/ECB/IMF mission met with the Portuguese authorities in Lisbon from 15 to 27 February 2012. The mission found that the programme is on track. The fiscal adjustment in 2011-2012 is remarkable by any standards. The necessary deleveraging of the financial sector is progressing in an orderly manner. Reforms in labour and product markets aimed at raising competitiveness, growth and job creation are advancing and framework conditions for doing business are being improved. This report provides an assessment of compliance and summarises the findings of the mission.
http://ec.europa.eu/economy_finance/publications/occasional_paper/2012/op95_en.htm

Portugal programa de ajustamento financeiro Ilha da Madeira pdf Download


Assim, se Portugal precisa de voltar aos mercados financeiros, em setembro de 2013, isso significa que Portugal deve ser capaz de mostrar ao FMI que tal plano é realista, deve fazê-lo com 12 meses de antecedência - ou seja, em setembro de 2012. E se fôr necessário um segundo um resgate, as negociações sobre o pacote que será semelhante terão que provavelmente começar dois ou três meses antes disso. O que significa que Portugal tem até cerca de Junho - apenas dois meses a partir de agora - para convencer os mercados financeiros se é digno de voltar aos mercados.


Lisboa teve algumas incursões inesperadamente boas de venda de dívia pública de maturação nos mercadoa de curto prazo, incluindo a venda da dívida de prazos cada vez mais longos. Mas o tipo de grande escala, da dívida de longo prazo que seria necessário para atender a necessidade de financiamento em setembro de 2013 não é prometedor. A partir de hoje, os títulos de referência de dívida pública portugueses a 10 anos estão negociando a juros com rendimentos superiores a 12,3 por cento, o que é um preço muito caro para um país que foi forçado a um resgate quando os rendimentos dos títulos eram apenas metade disso.

No seu relatório recém-lançado sobre Portugal, o FMI diz que há um "risco não-trivial" de que Lisboa não será capaz de obter de volta o retorno ao mercado no tempo: download abaixo



Aproveitando o sucesso recente no alongamento T-conta vencimentos - inclusive com quantidades moderadas colocados junto de investidores internacionais - ainda há tempo suficiente para construir um histórico convincente de ajuste econômico e desempenho. Melhorias recentes no âmbito euro-wide resolução política e crise são também susceptíveis de ajudar consideravelmente. Ainda assim ... pode ser difícil para projetar o tempo de retorno de Portugal aos mercados dentro do prazo, quando os recursos do Fundo estão em circulação. Caso a recuperação do acesso ao mercado de fato ser adiado, pode ser necessário recorrer às promessas de líderes europeus para continuar a fornecer apoio adequado para Portugal, enquanto o programa.

http://www.imf.org/external/pubs/cat/longres.aspx?sk=25826.0

http://www.imf.org/external/pubs/ft/scr/2012/cr1277.pdf

Quão grande será um segundo programa de resgate a Portugal? Significativamente menor do que dos € 174bn agora acordadas para a Grécia, isso é certo. Depois do mês passado, € 15 bilhões pagamento do auxílio da UE-FMI a Lisboa, há cerca de € 25 bilhões deixado no resgate atual, e o programa prevê que Portugal levantar € 24.2bn em títulos de longo prazo até 2014.

Se fôssemos apontar 2015 como meta para o segundo programa de resgate a Portugal, já que a maioria dos planos de resgate são para três anos, dados do FMI mostram mais € 26.9bn teria que vir de empréstimos de resgate para pagar aos credores privados. Todos juntos, isso é cerca de € 76 bilhões de euros, incluindo $ 51biliões em novos fundos. Não seria tão grande como o enorme resgate dos padrões gregos, mas € 76 bilhões de euros seria uma fatia significativa do Mecanis de Estabilizailização do Euro. O fundo do sistema da zona do euro (€ 500 bilhões de euros destinados a resgates).


http://blogs.ft.com/brusselsblog/2012/04/when-will-portugal-need-a-2nd-bailout/#axzz1scO5Y6zg

Convém aida referir que no relatório global do FMI, é apontado que em 2017, Portugal terá uma dívida 7% superior ao PIB


FMI Relatório de Monitorização Fiscal; FMI; Relatório; Monitorização; Fiscal, IMF Fiscal Monitor Report; Política

FMI Relatório de Monitorização de Política Fiscal - IMF Fiscal Monitor Report


estatisticas; fmi; imf; statistics; debt; divida; paises; islandia recupera economia; Austria; Alemanha; Portugal

estatisticas fmi imf statistics debt

divida paises, islandia continua arecuperar a economia, a par de Austria e Alemanha..

Portugal apresenta uma dívida de 107% em 2017


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Ajuda Financeira Portugal Programa Troika Passos Gaspar No Bom Caminho Prós Bancos; Arrasador para Familias e Empresas Falências Tecido Empresarial Dados ICC Instituto Instituto Informador Comercial



Já há mais pessoas a falir do que empresas: mais 140% num ano. Norte do país é a região mais crítica

 

Há cada vez mais pessoas sufocadas em dívidas em Portugal. Todos os dias, 30 pessoas são declaradas falidas pelos tribunais portugueses. Há, neste momento, mais pessoas a falir do que empresas.

Só no primeiro trimestre deste ano, foram declaradas insolventes 2.700 pessoas singulares, segundo o jornal «Público». É, nada mais, nada menos do que um aumento de 140% face aos três primeiros meses do ano passado.



Os dados do Instituto Informador Comercial mostram que o Norte do país é o mais afetado pelas falências judiciais. Contabilizou 794 entre janeiro e março. Em segundo lugar, surge Lisboa, com 491 casos.
17 falências por dia em Portugal
Mais de 1.600 empresas já fecharam as portas este ano



Só desde o início deste ano foram já à falência 1.650 empresas em Portugal. Uma média de 17 por dia.

Os dados, do Instituto Informador Comercial, e compilados nós revelam uma subida de brutal face ao mesmo período do ano passado.

Entre as razões de tanta falência destacam-se as dificuldades de financiamento e a queda de consumo em Portugal.

A região mais afetada é o Norte. Só no distrito do Porto, fecharam mais de 400 empresas e no de Braga mais de 220.

Por setores, a construção e o comercio são os mais afetados, e juntos representam metade das falências.


A crise que o país atravessa é uma das principais razões para o disparar destes processos nos tribunais. Instabilidade no emprego, consumo e poder de compra são algumas das razões apontadas.
Os pedidos de ajuda à Deco são reflexo desta realidade. Este ano, e até Março, perto de 8 mil famílias contactaram a associação para exporem a sua situação de sobreendividamento.
O mecanismo de falências judiciais de pessoas singulares foi criado em 2004.
Já vai fartando....

E vem a sra ministra da agricultura dizer que a nossa água ainda está barata,e bem pode ser aumentada.E o nosso ordenado minimo não estará também barato? Então como conseguimos pagar a água e as outras coisas?Algo vai muito mal neste pais, ou existe no governo gente doente ou ainda não aprenderam a fazer contas.Que alguém nos saiba livrar de gente incompetente. 2012-04-11 12:22

Insolvências de Empresas – Dinâmica Diária
O Centro de Estudo do IIC – Instituto Informador Comercial, disponibiliza-lhe a evolução diária do número de Insolvências registadas em território nacional até ao dia 15-04-2012, com segmentação Geográfica e por Sector de Actividade, e as respectivas comparações com o exacto período homólogo. Os dados são actualizados diariamente e permitem-lhe de forma prática e eficaz aceder a toda a informação estatística sobre a dinâmica diária das acções de Insolvência registadas em Portugal.

Quadro 2 –
Insolvências – Comparação
Geográfica (voltar
ao topo)

Distrito2010
2011
2012
Var.
AVEIRO
1049514148,42%
BRAGA
17719124226,70%
BRAGANCA
781025,00%
CASTELO
BRANCO
1223230,00%
COIMBRA
50334845,45%
EVORA
20122066,67%
FARO
283266106,25%
GUARDA
9921133,33%
LEIRIA
537978-1,27%
LISBOA
23927437135,40%
PORTALEGRE
1248100,00%
PORTO
28930544144,59%
SANTARÉM
37406050,00%
SETUBAL
44547233,33%
VIANA
DO CASTELO
23203575,00%
VILA
REAL
5131946,15%
VISEU
3134340,00%
AÇORES
381025,00%
MADEIRA
232461154,17%
BEJA
6512140,00%

Quadro 3 –
Insolvências – Comparação
Sector Actividade (voltar
ao topo)

Sector de Actividade 2010
2011
2012
Var.
Agricultura,produção animal, caça e actividades dos serviços relacionados
8 12 14 16,67%
Silvicultura e exploração florestal
0 0 5 500,00%
Pesca e aquicultura
1 3 0 -100,00%
Extracção de hulha e lenhite
0 0 0 0,00%
Extracção de petróleo bruto e gás natural
0 0 0 0,00%
Extracção e preparação de minérios metálicos
0 0 0 0,00%
Outras indústrias extractivas
5 4 4 0,00%
Actividades dos serviços relacionados com as indústrias extractivas
0 0 0 0,00%
Indústrias alimentares
16 20 38 90,00%
Indústria das bebidas
0 3 2 -33,33%
Indústria do tabaco
0 0 0 0,00%
Fabricação de têxteis
26 18 29 61,11%
Indústria do vestuário
110 87 92 5,75%
Indústria do couro e dos produtos do couro
18 16 18 12,50%
Indústrias da madeira e da cortiça e suas obras, excepto mobiliário; Fabricação de obras de cestaria e de espartaria
25 17 18 5,88%
Fabricação de pasta, de papel, de cartão e seus artigos
2 3 2 -33,33%
Impressão e reprodução de suportes gravados
15 17 19 11,76%
Fabricação de coque, produtos petrolíferos refinados e de aglomerados de combustíveis
0 0 0 0,00%
Fabricação de produtos químicos e de fibras sintéticas ou artificiais, excepto produtos farmacêuticos
4 3 3 0,00%
Fabricação de produtos farmacêuticos de base e de preparações farmacêuticas
0 0 1 100,00%
Fabricação de artigos de borracha e de matérias plásticas
5 5 9 80,00%
Fabrico de outros produtos minerais não metálicos
17 18 23 27,78%
Indústrias metalúrgicas de base
2 2 0 -100,00%
Fabricação de produtos metálicos, excepto máquinas e equipamentos
36 27 46 70,37%
Fabricação de equipamentos informáticos, equipamento para comunicações e produtos electrónicos e ópticos
0 0 0 0,00%
Fabricação de equipamento eléctrico
1 4 2 -50,00%
Fabricação de máquinas e de equipamentos, n.e.
12 9 5 -44,44%
Fabricação de veículos automóveis, reboques, semi-reboques e componentes para veículos automóveis
2 4 7 75,00%
Fabricação de outro equipamento de transporte
2 1 2 100,00%
Fabrico de mobiliário e de colchões
21 35 34 -2,86%
Outras indústrias transformadoras
8 4 2 -50,00%
Reparação, manutenção e instalação de máquinas e equipamentos
6 1 5 400,00%
Electricidade, gás, vapor, água quente e fria e ar frio
0 1 1 0,00%
Captação, tratamento e distribuição de água
1 1 0 -100,00%
Recolha, drenagem e tratamento de águas residuais
0 0 1 100,00%
Recolha, tratamento e eliminação de resíduos; valorização de materiais
1 4 2 -50,00%
Descontaminação e actividades similares
0 0 0 0,00%
Promoção imobiliária (desenvolvimento de projectos de edifícios); construção de edifícios
154 179 248 38,55%
Engenharia civil
29 35 40 14,29%
Actividades especializadas de construção
76 65 126 93,85%
Comércio, manutenção e reparação, de veículos automóveis e motociclos 35 51 44 -13,73%
Comércio por grosso (inclui agentes), excepto de veículos automóveis e motociclos
160 160 232 45,00%
Comércio a retalho, excepto de veículos automóveis e motociclos
131 164 249 51,83%
Transportes terrestres e transportes por oledutos ou gasodutos
32 45 57 26,67%
Transportes por água
0 0 0 0,00%
Transportes aéreos
0 0 0 0,00%
Armazenagem e actividades auxiliares dos transportes(inclui manuseamento)
5 4 7 75,00%
Actividades postais e de courier
0 0 0 0,00%
Alojamento
7 6 14 133,33%
Restauração e similares
30 53 99 86,79%
Actividades de edição
8 8 9 12,50%
Actividades cinematográficas, de vídeo, de produção de programas de televisão, de gravação de som e de edição de música
3 4 2 -50,00%
Actividades de rádio e de televisão
0 0 0 0,00%
Telecomunicações
0 0 0 0,00%
Consultoria e programação informática e actividades relacionadas
6 2 9 350,00%
Actividades dos serviços de informação
1 1 1 0,00%
Actividades de serviços financeiros, excepto seguros e fundos de pensões 3 6 9 50,00%
Seguros, resseguros e fundos de pensões, excepto segurança social obrigatória
0 0 0 0,00%
Actividades auxiliares de serviços financeiros e dos seguros
0 3 2 -33,33%
Actividades imobiliárias
43 30 65 116,67%
Actividades jurídicas e de contabilidade
4 7 8 14,29%
Actividades das sedes sociais e de consultoria para a gestão
12 4 20 400,00%
Actividades de arquitectura, de engenharia e técnicas afins; actividades de ensaios e de análises técnicas
11 9 18 100,00%
Actividades de investigação científica e de desenvolvimento
1 0 0 0,00%
Publicidade, estudos de mercado e sondagens de opinião
11 12 15 25,00%
Outras actividades de consultoria, científicas, técnicas e similares
0 5 10 100,00%
Actividades veterinárias
0 0 0 0,00%
Actividades de aluguer
7 5 6 20,00%
Actividades de emprego
7 2 4 100,00%
Agências de viagem, operadores turísticos, outros serviços de reservas e actividades relacionadas
8 10 6 -40,00%
Actividades de investigação e segurança
0 0 5 500,00%
Actividades relacionadas com edifícios, plantação e manutenção de jardins
3 10 4 -60,00%
Actividades de serviços administrativos e de apoio prestados às empresas
15 21 22 4,76%
Administração Pública e Defesa; Segurança Social Obrigatória
0 0 0 0,00%
Educação
5 6 13 116,67%
Actividades de saúde humana
4 14 13 -7,14%
Actividades de apoio social com alojamento
0 0 3 300,00%
Actividades de apoio social sem alojamento
2 6 2 -66,67%
Actividades de teatro, de música, de dança e outras actividades artísticas e literárias
0 2 3 50,00%
Actividades
das bibliotecas, arquivos, museus e outras actividades culturais
0 1 0 -100,00%
Lotarias e outros jogos de aposta
1 1 0 -100,00%
Actividades desportivas, de diversão e recreativas
5 3 5 66,67%
Actividades das organizações associativas
1 2 3 50,00%
Reparação de computadores e de bens de uso pessoal e doméstico
0 0 6 600,00%
Outras actividades de serviços pessoais
14 13 16 23,08%
Actividades das famílias empregadoras de pessoal doméstico
0 0 0 0,00%
Actividades de produção de bens e serviços pelas famílias para uso próprio
0 0 0 0,00%
Actividades dos organismos internacionais e outras instituições extra-territoriais
0 0 0 0,00%
aloso desemprego jovem.

A informação utilizada no Observatório de Empresas resulta do processamento diário de todos os anúncios de Acção de Insolvência publicados em Diário de República no âmbito do Serviço de Informação das Empresas em Processo de Insolvência disponibilizado pelo IIC.

O Serviço de Insolvências do IIC consiste na disponibilização diária da informação das entidades que entraram em Processo de Insolvência, possibilitando-lhe recuperar ou minimizar os prejuízos inerentes aos valores em dívida. Se desejar obter o nome das entidades que entraram em insolvência e para saber mais sobre este e outros Serviços e Soluções

Instituto Iformador Comercial

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