O BES e a CGD
As notícias que hoje dão conta das dificuldades de financiamento do BES e de uma eventual entrada do estado no capital ajudam a explicar a veemente oposição de Ricardo Salgado à privatização (ainda que parcial) da CGD.
É reconfortante saber que, em caso de necessidade, poderá contar com o dinheiro dos contribuintes para financiar o seu banco. E por outro lado um banco público age mais por motivações políticas que económicas. Neste cenário e tendo em conta o estatuto do BES é mais provável que seja um parceiro que um concorrente directo. O que também ajuda. Pelo meio delapida-se o dinheiro dos contribuintes mas isso é um pormenor insignificante. E é tudo a bem da nação.
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... Julgo que depois destes malabarismos, os currículos das pessoas com funções políticas activas com o propósito de praticar o bem comum de uma nação, devem ser exigidos e publicados em Diário da Republica para qualquer cidadão poder consultar e certificar-se das habilitações de cada politico. Não deve ser uma opção, mas uma condição contemplada numa lei própria para o efeito, pois como sabemos, nenhum trabalhador é admitido numa função numa empresa, sem referências e/ou curriculo académico/profissional.
será verdade que o PS está "calado" neste caso da licenciatura de M. Relvas porque o Irmão Maçon António Seguro dos Bancos (da Universidade Lusófona) foi um dos professores envolvido no processo?...
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