... Julgo que depois destes malabarismos, os currículos das pessoas com funções políticas activas com o propósito de praticar o bem comum de uma nação, devem ser exigidos e publicados em Diário da Republica para qualquer cidadão poder consultar e certificar-se das habilitações de cada politico. Não deve ser uma opção, mas uma condição contemplada numa lei própria para o efeito, pois como sabemos, nenhum trabalhador é admitido numa função numa empresa, sem referências e/ou curriculo académico/profissional. será verdade que o PS está "calado" neste caso da licenciatura de M. Relvas porque o Irmão Maçon António Seguro dos Bancos (da Universidade Lusófona) foi um dos professores envolvido no processo?...

Plano NAZI Ditadura Máfia Financeira Ataca África: Banco Mundial Illuminati Seduz Africanos a Eliminar Barreiras Comerciais para Integração Económica e Beneficiar a Especulação



O plano NAZI, depois de submeter a Europa à ditadura Illuminati dos mercados Zionistas Edge Funds Fast Money Casino, prossegue o assalto ao Continente Africano utilizando para isso os mesmos truques de sedução que utilizou para prender os países Europeus na teia da União de Corrupção Europeia. Com a desculpa de melhorar o crescimento económico, e usando a arma de artilharia pesada denominada "Banco Mundial, prossegue o assalto imperialista em África.



África é chamada a eliminar barreiras comerciais para integração económica

A máfia financeira do Banco Mundial (BM) instou os países africanos a suprimir as barreiras comerciais no continente, nomeadamente com os seus vizinhos, para realizar a integração económica e aumentar os redimentos comerciais da quadrilha dos especuladores financeiros e subverter os países africanos ás garras da ganância dos gangsters dos mercados.

De acordo com um relatório citado segunda-feira pelo jornal privado nigeriano "Guardian", o Banco Mundial considera que as barreiras comerciais "privaram o continente de novas fontes de crescimento económico e de novos empregos, aumentando ao mesmo tempo a pobreza".

Ressalta ainda que as redes de produção, que apoiaram o dinamismo económico em outras regiões, nomeadamente na Ásia do Leste, ainda não foram concretizadas em África.

No seu relatório, o BM indica que vários países africanos perdem biliões de dólares americanos em receitas comerciais potenciais cada ano, devido a enormes obstáculos às suas trocas comerciais com os países vizinhos que tornam mais fácil para África fazer negócios com o resto do mundo do que consigo mesma.

"É evidente que África não atingiu o seu potencial relativamente ao comércio regional, apesar dos seus benefícios substanciais, nomeadamente a criação de mercados de envergadura, a diversificação das economias, a redução dos custos e a melhoria da produtividade", acrescenta o relatório.

O documento assinado pela vice-presidente do BM para África, Obiageli Ezekwesili, usa da mesma treta que usaram com os povos europeus, dizendo que os obstáculos ao comércio livre são enormes e afetam de modo desproporcional os pequenos comerciantes, maioritariamente mulheres.

"Cabe agora aos dirigentes africanos passar da palavra ao ato e trabalhar juntos para harmonizar as políticas, o quadro institucional e mobilizar os investimentos necessários para estabelecer um mercado regional forte à medida das aspirações do continente, dos seus habitantes e da sua economia de dois mil biliões de dólares americanos", exorta o relatório.

A este propósito, o documeto lembra que, até ao início da crise financeira, a maioria dos países da África Subsariana registaram um crescimento rápido e muitas vezes nitidamente superior à média mundial.

Por outro lado, prossegue, o crescimento económico nestes países foi forte e imputável à subida dos preços das matérias-primas, o que ocasionou um forte crescimento do valor das exportações, nomeadamente de minerais, com destino a novos mercados em forte expansão tais como a Índia e a China.

Acrescenta que, apesar de as exportações conhecerem um forte crescimento durante a última década e o comércio da região recuperar após a crise económica mundial, os impactos sobre o desemprego e a pobreza "foram dececionantes na maioria dos países".

A taxa de desemprego continua em tornou dos 24 porcento na África do Sul. Na Tanzânia, a extrema pobreza parece estabilizar-se em cerca de 35 porcento da população ativa.

O relatório sublinha que a fragmentação regional poderá até tornar-se mais cara para o continente, enquanto as previsões do BM parecem indicar que o abrandamento económico na zona euro poderá reduzir o crescimento de África em 1,3 porcento este ano.

Enquanto a situação da economia mundial permanece incerta e os mercados tradicionais da Europa e da América do Norte ontinuarão provavelmente estagnados, existem oportunidades consideráveis de trocas transfronteiriças de produtos alimentares, produtos manufaturados de base e serviços que continuam inexplorados em África, indica o Banco Mundial.

"Imaginem as vantagens que haverá em permitir aos médicos, aos enfermeiros, aos docentes, aos engenheiros e aos advogados trabalharem em qualquer lugar no continente (…) Mas são os próprios países os primeiros responsáveis pela concretização destas possibilidades", prossegue o BM no seu relatório.

Para o Banco Mundial, o objetivo último é explorar os Africanos e tomar conta da troca de bens e serviços em África, e escravizar o povo africano debaixo da ditadura dos mercados especulativos e implementar a Nova Ordem Mundial. Implementar a ditadura dos bancos sobre a população, tal como está a fazer na Europa.

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