... Julgo que depois destes malabarismos, os currículos das pessoas com funções políticas activas com o propósito de praticar o bem comum de uma nação, devem ser exigidos e publicados em Diário da Republica para qualquer cidadão poder consultar e certificar-se das habilitações de cada politico. Não deve ser uma opção, mas uma condição contemplada numa lei própria para o efeito, pois como sabemos, nenhum trabalhador é admitido numa função numa empresa, sem referências e/ou curriculo académico/profissional. será verdade que o PS está "calado" neste caso da licenciatura de M. Relvas porque o Irmão Maçon António Seguro dos Bancos (da Universidade Lusófona) foi um dos professores envolvido no processo?...
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Emprego Chefe Fantasma; Divisão Paraíso da Corrupção Funchal Madeira Câmara Paga Ordenado 1900 Euros a Mulher de Albuquerque P/ Não Trabalhar; Denúncia de José Manuel Coelho, Deputado PTP em Luta na Ilha Jardim Ocupada P'lo Ali-Bábá Gordo



ALBUQUERQUE ELEGE CHEFE PARA SECÇÃO FANTASMA

MULHER DE ALBUQUERQUE RECEBE ORDENADO DE 1900 € NA CÂMARA MAS NÃO TRABALHA


 

José Manuel Coelho do PTP esteve junto à Câmara Municipal do Funchal para denunciar mais um caso de corrupção dentro daquela autarquia.


mulher de Miguel Albuquerque, tem um cargo de chefe de divisão do departamento da juventude, recebendo um salário líquido mensal de 1900 € e não aprece ao serviço. Este cargo foi criado como “um fato à medida”, para que a esposa do autarca beneficie dos privilégios de titular deste cargo e de um salário elevado. Há um abuso de poder da parte de Albuquerque, pois utiliza a sua posição e o seu poder criar cargos públicos que beneficiam os seus familiares.


Sofia Fernandes, mulher de Miguel Albuquerque, tem um cargo de chefe de divisão do departamento da juventude, recebendo um salário líquido mensal de 1900 € e não aprece ao serviço. Este cargo foi criado como “um fato à medida”, para que a esposa do autarca beneficie dos privilégios de titular deste cargo e de um salário elevado. Há um abuso de poder da parte de Albuquerque, pois utiliza a sua posição e o seu poder criar cargos públicos que beneficiam os seus familiares.

Na perspectiva de José Manuel Coelho, Albuquerque não constitui uma alternativa a Alberto João Jardim, nem no PSD e muito menos como presidente de um futuro Governo Regional, pois irá dar continuidade às políticas de corrupção do regime Jardinista.


Para o deputado do PTP, o actual presidente da Câmara Municipal do Funchal não trás nada de novo ao panorama político regional.

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Crise, Justiça, Economia: Tratado de Direito Internacional para Determinar a Verdadeira Dívida Soberana; Tese de Doutoramento Discurso do Chefe Indio Guaicaípuro Cuatemoc Embaixador do México in Conferência dos Chefes de Estado da União Europeia, Mercosul e Caribe



Abandonemos, ainda que por momentos, os preconceitos que se encontram instalou nas nossas cabeças, em consequência da maneira como nos foi ensinada a História, e apreciemos este discurso, feito pelo embaixador Guaicaípuro Cuatemoc, de ascendência indígena, índio pele vermelha, sobre o pagamento da dívida externa do seu país, o México, e que embasbacou os principais chefes de Estado da Comunidade Europeia.

 

A Conferência dos Chefes de Estado da União Europeia, Mercosul e Caribe, em Madrid, viveu um momento revelador e surpreendente: os Chefes de Estado europeus ouviram perplexos e calados, este discurso irónico, cáustico e historicamente exato.)


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Crise, Justiça, Economia:
Tratado de Direito Internacional
para Determinar a Verdadeira Dívida Soberana;
Tese de Doutoramento
Discurso do Chefe Indio Guaicaípuro Cuatemoc
Embaixador do México
 in Conferência dos Chefes de Estado
da União Europeia, Mercosul e Caribe

Guaicaipuro Cuatemoc cobra Dívida da Europa


 

Tese de Direito Internacional para Determinar a Verdadeira Dívida Externa.


 

Discurso do Embaixador do México


ref

· DISCURSO DO EMBAIXADOR MEXICANO



Um discurso feito pelo embaixador Guaicaípuro Cuatemoc, de ascendência indígena, sobre o pagamento da dívida externa do seu país, o México, embasbacou os principais chefes de Estado da Comunidade Europeia.

Bandeira do Estado do México; Bandeira; Estado do México; Bandeira do México; México
Bandeira do Estado do México

· A Conferência dos Chefes de Estado da União Europeia, Mercosul e Caribe, em Madrid, viveu um momento revelador e surpreendente: os Chefes de Estado europeus ouviram perplexos e calado um discurso irónico, cáustico e historicamente exacto.

· Eis o discurso:

· "Aqui estou eu, descendente dos que povoaram a América há 40 mil anos, para encontrar os que a "descobriram" há 500... O irmão europeu da alfândega pediu-me um papel escrito, um visto, para poder descobrir os que me descobriram. O irmão financeiro europeu pede ao meu país o pagamento, com juros, de uma dívida contraída por Judas, a quem nunca autorizei que me vendesse. Outro irmão europeu explica-me que toda a dívida se paga com juros, mesmo que para isso sejam vendidos seres humanos e países inteiros, sem lhes pedir consentimento. Eu também posso reclamar pagamento e juros. Consta no "Arquivo da Companhia das Índias Ocidentais" que, somente entre os anos de 1503 a 1660, chegaram a São Lucas de Barrameda 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata provenientes da América.

· Teria aquilo sido um saque? Não acredito, porque seria pensar que os irmãos cristãos faltaram ao sétimo mandamento!

· Teria sido espoliação? Guarda-me Tanatzin de me convencer que os europeus, como Caim, matam e negam o sangue do irmão.

· Teria sido genocídio? Isso seria dar crédito aos caluniadores, como Bartolomeu de Las Casas ou Arturo Uslar Pietri, que afirmam que a arrancada do capitalismo e a actual civilização europeia se devem à inundação dos metais preciosos tirados das Américas.

· Não, esses 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata foram o primeiro de tantos empréstimos amigáveis da América destinados ao desenvolvimento da Europa. O contrário disso seria presumir a existência de crimes de guerra, o que daria direito a exigir não apenas a devolução, mas uma indemnização por perdas e danos.

· Prefiro pensar na hipótese menos ofensiva.

· Tão fabulosa exportação de capitais não foi mais do que o início de um plano "MARSHALL MONTEZUMA", para garantir a reconstrução da Europa arruinada por suas deploráveis guerras contra os muçulmanos, criadores da álgebra e de outras conquistas da civilização.

· Para celebrar o quinto centenário desse empréstimo, podemos perguntar: Os irmãos europeus fizeram uso racional responsável ou pelo menos produtivo desses fundos?

· Não. No aspecto estratégico, delapidaram-nos nas batalhas de Lepanto, em navios invencíveis, em terceiros reichs e várias outras formas de extermínio mútuo.

· No aspecto financeiro, foram incapazes - depois de uma moratória de 500 anos - tanto de amortizar capital e juros, como de se tornarem independentes das rendas líquidas, das matérias-primas e da energia barata que lhes exporta e provê todo o Terceiro Mundo.

· Este quadro corrobora a afirmação de Milton Friedman, segundo a qual uma economia subsidiada jamais pode funcionar, o que nos obriga a reclamar-lhes, para seu próprio bem, o pagamento do capital e dos juros que, tão generosamente, temos demorado todos estes séculos para cobrar. Ao dizer isto, esclarecemos que não nos rebaixaremos a cobrar de nossos irmãos europeus, as mesmas vis e sanguinárias taxas de 20% e até 30% de juros ao ano que os irmãos europeus cobram dos povos do Terceiro Mundo.

· Limitar-nos-emos a exigir a devolução dos metais preciosos, acrescida de um módico juro de 10%, acumulado apenas durante os últimos 300 anos, concedendo-lhes 200 anos de bónus. Feitas as contas a partir desta base e aplicando a fórmula europeia de juros compostos, concluimos, e disso informamos os nossos descobridores, que nos devem não os 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata, mas aqueles valores elevados à potência de 300, número para cuja expressão total será necessário expandir o planeta Terra.

· Muito peso em ouro e prata... quanto pesariam se calculados em sangue?

· Admitir que a Europa, em meio milénio, não conseguiu gerar riquezas suficientes para estes módicos juros, seria admitir o seu absoluto fracasso financeiro e a demência e irracionalidade dos conceitos capitalistas.

· Tais questões metafísicas, desde já, não nos inquietam a nós, índios da América. Porém, exigimos a assinatura de uma carta de intenções que enquadre os povos devedores do Velho Continente na obrigação do pagamento da dívida, sob pena de privatização ou conversão da Europa, de forma tal, que seja possível um processo de entrega de terras, como primeira prestação de dívida histórica..."


· Quando terminou seu discurso diante dos chefes de Estado da Comunidade Européia, Guaicaípuro Guatemoc não sabia que estava expondo uma tese de Direito Internacional para determinar a verdadeira Dívida Externa.


 

Luis Britto García


Luis Britto García; Escritor

Obs: O texto acima é uma obra de ficção, mas seu conteúdo é de certa forma atual e merece ser lido e divulgado. O chefe Guaicaipuro realmente existiu há cerca de quinhentos anos, “Cuatemoc” foi incluído pelo autor do texto. O autor da história é Luis Britto García (foto), que o publicou em 6 de outubro de 2003, para marcar o Dia da Resistência Indígena (12 de outubro), sob o título de original de: “Guaicaipuro Cuatemoc cobra Dívida da Europa”.

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