... Julgo que depois destes malabarismos, os currículos das pessoas com funções políticas activas com o propósito de praticar o bem comum de uma nação, devem ser exigidos e publicados em Diário da Republica para qualquer cidadão poder consultar e certificar-se das habilitações de cada politico. Não deve ser uma opção, mas uma condição contemplada numa lei própria para o efeito, pois como sabemos, nenhum trabalhador é admitido numa função numa empresa, sem referências e/ou curriculo académico/profissional. será verdade que o PS está "calado" neste caso da licenciatura de M. Relvas porque o Irmão Maçon António Seguro dos Bancos (da Universidade Lusófona) foi um dos professores envolvido no processo?...

Ouro Rio Eldorado Portugal; Terra dos Garimpeiros; Histórias: Gente Simples, de Coração Puro, Na Miséria; Contam Como Foram Enganada e Escravizada Plas Corporações Financeiras e Como os Vampiros Lhes Chuparam O Sangue; Os Abutres Atacam Novamente!



Durante 40 anos, as minas de volfrâmio de Covas, em Vila Nova de Cerveira, foram um importante incentivo à economia local. Quando fecharam, nos anos 80, deixaram uma herança ambiental pesada. Mas a recente descoberta de uma empresa canadiana, que anunciou ter encontrado ouro na aldeia, fez renascer a lenda dos garimpeiros de Covas. Na aldeia, quase todos já andaram em busca do metal precioso um dia. E muitos juram já o ter encontrado

minas de volfrâmio de Covas, em Vila Nova de Cerveira, foram um importante incentivo à economia local. Quando fecharam, nos anos 80, deixaram uma herança ambiental pesada. Mas a recente descoberta de uma empresa canadiana, que anunciou ter encontrado ouro na aldeia, fez renascer a lenda dos garimpeiros de Covas. Na aldeia, quase todos já andaram em busca do metal precioso um dia. E muitos juram já o ter encontrado


Gente simples à mercê dos interesses económicos.De coração aberto, contam como a terra empregava outrora muita gente. Escravos que serviram para enriquecer as grandes corporações que esperam paulatinamente que os mais antigos esqueçam as riquezas dos lugares onde nasceram.A terra e as suas gentes continuam na pobreza. Os abutres, esses, atacam de novo!...



Évora - Perfurações no Alentejo confirmam descoberta de ouro. nós começamos por ordem alfabética... Como tal, Beja


A crise programada pela Elite do conhecimento, Bilderberg, Comissão Trilateral tem como objectivo roubar os recursos naturais. Os Governos Sombra e a irmandade maçonica e o Fórum Portugal Global, que inclusivé usam passaporte próprio delapidou o país para dar origem á crise, consequentes avaliações negativas pela Arma de Guerra Económica Moody's, entrada do FMI, embaratecimento de mão de obra e da propriedade.

Portugal e Espanha têm um tesouro mineral debaixo dos pés. É um facto que iremos demonstrar com um estudo alargado que estamos a a publicar, na continuação da caça ao ouro da peninsula ibérica, já falámos de; As "aurarias" latinas, Consistórcis, e O ouro de Társis e das terras e Ribeira Aurífera de Oeiras, "Oeiras", areias de Ouro, in o Ouro de Mértola, O Ouro de Beja, Tabela de Ouro Distrito de Évora, tabelas que temos há mais de um ano.

Na continuação da caça ao ouro em Portugal, desta feita, para desenfastiar, sem mudar de assunto, vamos publicar a história de - Manuel Ribeiro, o último dos garimpeiros portugueses.

Depois continuaremos a publicar Tabelas Auríferas ouro, Dados de Registos de Ocorrências do Laboratório Nacional de Engenharia e Geologia LNEG


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Eldorado Alentejo Portugal Elevadas Reservas de Ouro Distrito Portalegre; Tabelas Auríferas, Níveis Impressionantes, Dados de Registos de Ocorrências Minerais do Laboratório Nacional de Engenharia e Geologia LNEG



Estão confirmadas as mais optimistas expectativas e a conspiração: há ouro no Alentejo, mais concretamente na freguesia de Nossa Senhora da Boa Fé, no concelho de Évora. A empresa canadiana Colt Resources anuncia em comunicado “graus impressionantes” do metal precioso junto à superfície.

Estão confirmadas as mais optimistas expectativas e a conspiração: há ouro no Alentejo, mais concretamente na freguesia de Nossa Senhora da Boa Fé, no concelho de Évora. A empresa canadiana Colt Resources anuncia em comunicado “graus impressionantes” do metal precioso junto à superfície.


São boas notícias, segundo diz à Renascença o presidente da Câmara Municipal de Évora. Em reacção ao anúncio, José Ernesto d’Oliveira, afirma que “desde há algum tempo que a empresa tem vindo a dar conta de que, de facto, estava surpreendida, positivamente surpreendida, com os teores que as prospecções vinham a revelar”.

“É a confirmação de que, de facto, há ouro no nosso concelho, concretamente na freguesia da Boa Fé e que esse ouro tem viabilidade de exploração económica, o que naturalmente permite perspectivar, a curto prazo, a criação de mais emprego, mais trabalho e também o aumento do produto interno do município”, diz o autarca.

Em comunicado enviado esta quinta-feira à agência Lusa, divulgado quarta-feira no Canadá, a empresa anuncia já ter recebido os resultados analíticos finais correspondentes a amostras das sete sondas de perfuração instaladas naquela zona alentejana.

Desmontando a caça ao ouro em Portugal


Évora - Perfurações no Alentejo confirmam descoberta de ouro. nós começamos por ordem alfabética... Como tal, Beja


A crise programada pela Elite do conhecimento, Bilderberg, Comissão Trilateral tem como objectivo roubar os recursos naturais. Os Governos Sombra e a irmandade maçonica e o Fórum Portugal Global, que inclusivé usam passaporte próprio delapidou o país para dar origem á crise, consequentes avaliações negativas pela Arma de Guerra Económica Moody's, entrada do FMI, embaratecimento de mão de obra e da propriedade.


Portugal e Espanha têm um tesouro mineral debaixo dos pés. É um facto que iremos demonstrar com um estudo alargado que estamos a a publicar, na continuação da caça ao ouro da peninsula ibérica, já falámos de; As "aurarias" latinas, Consistórcis, e O ouro de Társis e das terras e Ribeira Aurífera de Oeiras, "Oeiras", areias de Ouro, in o Ouro de Mértola, O Ouro de Beja, Tabela de Ouro Distrito de Évora, tabelas que temos há mais de um ano.

Na continuação da caça ao ouro em Portugal, desta feita, para desenfastiar, sem mudar de assunto, vamos publicar a história de - Manuel Ribeiro, o último dos garimpeiros portugueses.


Tabelas Auríferas ouro, Dados de Registos de Ocorrências do Laboratório Nacional de Engenharia e Geologia LNEG


Ocorrência Mineral Substâncias e/ou Metais Distrito(s) Região Concelho(s) Categoria
Conhais Ouro (Au) Portalegre Alentejo Nisa Mineral
Montalvão Ouro (Au) Portalegre
Alentejo
Nisa Mineral
Monte Claro Ouro (Au) Portalegre
Alentejo
Nisa Mineral
Mosteiros (Portalegre) Ouro (Au) Portalegre
Alentejo
Portalegre Mineral
S. Martinho (Portalegre) Ouro (Au) Portalegre
Alentejo
Crato Mineral

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Eldorado Portugal, Caça ao Ouro; Rotas do Garimpo, Histórias de Pesquizadores, Auríferos: Manuel Ribeiro, o Último dos Garimpeiros Portugueses á Procura da Sorte nas Margens dos Rios



Os portugueses - Manuel Ribeiro, o último dos garimpeiros
Os portugueses, Manuel Ribeiro, o último dos garimpeiros, Há "graus impressionantes" de ouro em Évora, confirmadas as mais optimistas expectativas: há ouro no Alentejo, mais concretamente na freguesia de Nossa Senhora da Boa Fé, no concelho de Évora. A empresa canadiana Colt Resources anuncia em comunicado “graus impressionantes” do metal precioso junto à superfície

O garimpo de ouro no Tejo e no vizinho Ocreza terminou nos anos 50 do século passado mas Manuel Ribeiro Gonçalves, 85 anos, ainda o recorda, na aldeia de Foz do Cobrão, concelho de Vila Velha do Ródão.



Desmontando a caça ao ouro em Portugal

Évora - Perfurações no Alentejo confirmam descoberta de ouro. nós começamos por ordem alfabética... Como tal, Beja

A crise programada pela Elite do conhecimento, Bilderberg, Comissão Trilateral tem como objectivo roubar os recursos naturais. Os Governos Sombra e a irmandade maçonica e o Fórum Portugal Global, que inclusivé usam passaporte próprio delapidou o país para dar origem á crise, consequentes avaliações negativas pela Arma de Guerra Económica Moody's, entrada do FMI, embaratecimento de mão de obra e da propriedade.

Portugal e Espanha têm um tesouro mineral debaixo dos pés. É um facto que iremos demonstrar com um estudo alargado que estamos a a publicar, na continuação da caça ao ouro da peninsula ibérica, já falámos de; As "aurarias" latinas, Consistórcis, e O ouro de Társis e das terras e Ribeira Aurífera de Oeiras, "Oeiras", areias de Ouro, in o Ouro de Mértola, O Ouro de Beja, tabelas que temos há mais de um ano.

 

Na continuação da caça ao ouro em Portugal, desta feita, para desenfastiar, sem mudar de assunto, vamos publicar a história de - Manuel Ribeiro, o último dos garimpeiros portugueses.

Tabelas Auríferas ouro, Dados de Registos de Ocorrências do Laboratório Nacional de Engenharia e Geologia LNEG Tabela de Ouro Distrito de Évora

Manuel Ribeiro Gonçalves, 85 anos, mais conhecido por Manuel «Paneiro» acabara de chegar do lagar de azeite e sentara há não mais de cinco minutos num sofá das instalações do GAFOZ (Grupo de Amigos da Foz do Cobrão): «Não gosto de estar parado. Gosto de andar ou então leio os livros que a câmara traz. Ultimamente li um da Isabel Alçada e esse grandalhão que está aí (“ 2666” de Roberto Bolaño). Li tudo mas não gostei muito. Do Sousa Tavares gostei muito, aquele passado em África».

Manuel já trabalhou muito no campo, nas ceifas no Alentejo, na azeitona e na vinha, vendeu fatos para homem e transportou limões da zona para vender no Mercado da Ribeira em Lisboa mas do que todos querem saber é dos seus tempos como garimpeiro no Tejo e no vizinho Ocreza.

«Eram anos de miséria. Só íamos para o rio pesquisar o ouro para matar a fome. Era preciso comer quando terminavam as ceifas ou a apanha da azeitona. Naquele tempo a aldeia tinha umas 600 pessoas e só oliveiras, batata, couves. Não havia cereais. Tínhamos 20 moinhos a água mas precisávamos de comprar o cereal para fazer o pão no mercado de Vila Velha do Ródão», conta Manuel, que começou no garimpo em criança com o pai.

Da Foz do Cobrão partiam grupos de três ou quatro homens que se espalhavam pelas margens alcantiladas do Ocreza, entre as fragas das Portas de Almourão onde, conta a lenda, um dia dois pescadores encontraram no fundo do rio um carrinho de bois em ouro. «Queriam levá-lo para casa mas com a ganância deixaram-no resvalar e lá voltou ele para o fundo. É o que se conta, sempre se contou essa lenda».

Manuel e os outros garimpeiros chegavam a andar por ali semanas, dormindo à beira rio, pesquisando, lavando, uns dias com sorte, outros nem por isso. Usavam uma bandeja redonda em madeira. «Segurava melhor o minério».

Na bandeja vinha estanho, ferro, chumbo e com sorte algum ouro. «Era preciso ter cuidado para não deixar chumbo nenhum na bandeja. Depois, colocávamos o mercúrio. Este é que separava o ouro do resto. Ficava branquinho...». No final, aqueciam o ouro numa colher até o amarelecer.

«Dava poucochinho, se desse muito estava rico», conta a sorrir. À procura do ouro da Foz do Cobrão chegavam das bandas de Cantanhede os «malas verdes», ourives ambulantes empoleirados em bicicletas transportando um baú de folha-de-flandres. No mercado de Vila Velha do Ródão, tanto compravam como vendiam: «Aos 19 anos, no Dia dos Santos, comprei-lhes um relógio por 360 escudos, ganhava eu 15 a 16 escudos…Ainda o tenho».

À medida que os outros iam largando o rio e o garimpo, Manuel «Paneiro» foi dos últimos. «Andei lá até 1955». Hoje, Foz do Cobrão tem cerca de 40 habitantes, a maioria idosos. Ganhou alguma vitalidade e muitos visitantes com a criação do GAFOZ e a adesão à Rede das Aldeias de Xisto. «Aparece muita gente no Verão e nos fins-de-semana». Muitos querem saber como se fazia o garimpo de ouro no rio Ocreza e Manuel, um homem que gosta de conversar, nunca se faz rogado e leva-os até ao rio. «Sempre que há um grupo e me pedem eu vou…»

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Movimento Indignados Portugal Caça ao Ouro, Descobre Jazidas Auríferas Évora, Alentejo Portugal: Tabelas Au; Dados de Registos de Ocorrências Minerais Laboratório Nacional de Engenharia e Geologia LNEG Comprovam: Crise, Um Roubo Programado de Recursos Naturais; Nós Portugueses Temos Mina Filão Abundante Debaixo dos Pés! É Preciso Acabar Máfia



A empresa canadiana, curiosamente do canada, a terra onde o Álvaro Santos Pereira, Ministro da economia dava aulas, a Colt Resources, que desenvolve prospeções de ouro no Alentejo, revelou hoje que os resultados das perfurações na Boa-Fé, no concelho de Évora, evidenciam "graus impressionantes" daquele metal precioso, "perto da superfície".

A empresa canadiana, curiosamente do canada, a terra onde o Álvaro Santos Pereira, Ministro da economia dava aulas, a Colt Resources, que desenvolve prospeções de ouro no Alentejo, revelou hoje que os resultados das perfurações na Boa-Fé, no concelho de Évora, evidenciam "graus impressionantes" daquele metal precioso, "perto da superfície".

Em comunicado enviado hoje à Agência Lusa, mas divulgado quarta-feira no Canadá, a empresa anuncia já ter recebido os resultados analíticos finais correspondentes a amostras das sete sondas de perfuração instaladas naquela zona alentejana.

A Colt Resources, através de uma "joint-venture" com a Iberian Resources, assinou com o Governo português um acordo para a concessão experimental de ouro nas freguesias de Santiago do Escoural (Montemor-o-Novo) e de Nossa Senhora da Boa-Fé (Évora).

Já em maio, o Chief Executive Officer (CEO) da Colt Resources, Nikolas Perrault, tinha realçado à Lusa que as perfurações na Boa-Fé estavam a detetar "mineralizações de alto teor" de ouro, admitindo que a extração industrial poderá vir a arrancar em 2014.

No comunicado agora divulgado, Nikolas Perrault afiança que, atendendo aos resultados analíticos finais, as perfurações na Boa-Fé "continuam a fornecer graus de ouro impressionantes, perto da superfície".

"Estes dados serão incluídos na estimativa inicial de recursos do projeto, que deverá ficar concluída até final do mês", referiu

É interessante ler estas tretas desses, é que nós há um mais de um ano que dispomos desses dados, e Évora até nem é das zonas mais ricas.Tinhamos pensado publicar isto por ordem álfabética. Quando ouvimos a notícia começámos por Beja, e vamos continuar

A crise programada pela Elite do conhecimento, Bilderberg, Comissão Trilateral tem como objectivo roubar os recursos naturais. Os Governos Sombra e a irmandade maçonica e o Fórum Portugal Global, que inclusivé usam passaporte próprio delapidou o país para dar origem á crise, consequentes avaliações negativas pela Arma de Guerra Económica Moody's, entrada do FMI, embaratecimento de mão de obra e da propriedade.

Desmontando a caça ao ouro em Portugal

Évora - Perfurações no Alentejo confirmam descoberta de ouro. nós começamos por ordem alfabética... Como tal, Beja

A crise programada pela Elite do conhecimento, Bilderberg, Comissão Trilateral tem como objectivo roubar os recursos naturais. Os Governos Sombra e a irmandade maçonica e o Fórum Portugal Global, que inclusivé usam passaporte próprio delapidou o país para dar origem á crise, consequentes avaliações negativas pela Arma de Guerra Económica Moody's, entrada do FMI, embaratecimento de mão de obra e da propriedade.


Portugal e Espanha têm um tesouro mineral debaixo dos pés. É um facto que iremos demonstrar com um estudo alargado que estamos a começar a publicar.


Na continuação ao ouro da peninsula ibérica, já falámosde; As "aurarias" latinas, Consistórcis, e O ouro de Társis e das terras e Ribeira Aurífera de Oeiras, "Oeiras", areias de Ouro, in o Ouro de Mértola, O Ouro de Beja, tabelas que tedmos há mais de um ano.


caça ao ouro em Portugal

Tabelas Auríferas ouro, Dados de Registos de Ocorrências do Laboratório Nacional de Engenharia e Geologia LNEG


OcorrênciaMineral Substâncias e/ou Metais Distrito(s) Concelho(s) Categoria
Banhos NE Ouro (Au) Évora Évora Recurso mineral inferido
Banhos Principal Ouro (Au) Évora Montemor-o-Novo Recurso mineral inferido
Banhos SE Ouro (Au) Évora Évora Recurso mineral inferido
Braços Ouro (Au) Évora Évora Recurso mineral indicado
Braços Sul Ouro (Au) Évora Évora Recurso mineral inferido
Caras Ouro (Au) Évora Montemor-o-Novo Recurso mineral inferido
Caras Sul Ouro (Au) Évora Montemor-o-Novo Recurso mineral inferido
Carvalhal (3) Ouro (Au) Évora Montemor-o-Novo Recurso mineral inferido
Casas Novas Ouro (Au) Évora Évora Recurso mineral indicado
Chaminé Ouro (Au) Évora Évora Recurso mineral indicado
Covas e Covas NW Ouro (Au) Évora Évora Recurso mineral inferido
Falés Ouro (Au) Évora Montemor-o-Novo Mineral
Fonte Santa Ouro (Au) Évora Évora Recurso mineral inferido
Herdade das Palmas Antimónio
(Sb), Ouro (Au)
Évora Montemor-o-Novo Mineral
Ligeiro Ouro (Au) Évora Évora Recurso mineral inferido
Monfurado Ouro (Au) Évora Montemor-o-Novo Recurso mineral inferido
Montemor-o-Novo Ouro (Au) Évora Évora Recurso mineral medido
Montemor-o-Novo / Eixo de Gouveia Ouro (Au) Évora Montemor-o-Novo Recurso mineral
reconhecido
Montemor-o-Novo /
Eixo de Grou
Ouro (Au) Évora Montemor-o-Novo Recurso mineral
reconhecido
Montemor-o-Novo /
Eixo de Monfurado
Ouro (Au) Évora Montemor-o-Novo Recurso mineral inferido
Montemor-o-Novo /
Eixo de Mourel
Ouro (Au) Évora Montemor-o-Novo Recurso mineral inferido
Montemor-o-Novo /
Eixo do Carvalhal
Ouro (Au) Évora Montemor-o-Novo Recurso mineral inferido
Montemor-o-Novo /
Zona da Boa Fé
Ouro (Au) Évora Évora Recurso mineral indicado
Montemor-o-Novo /
Zona de Banhos
Ouro (Au) Évora Évora Recurso mineral inferido
Montemor-o-Novo /
Zona de Braços
Ouro (Au) Évora Évora Recurso mineral indicado
Montemor-o-Novo /
Zona de Caras
Ouro (Au) Évora Montemor-o-Novo Recurso mineral inferido
Mourel Ouro (Au) Évora Montemor-o-Novo Recurso mineral inferido
Rumorinho / Rio
Mourinho
Ouro (Au),
Arsénio (As)
Évora Montemor-o-Novo Mineral
Tabuleiros Ouro (Au), Prata (Ag) Évora Montemor-o-Novo Mineral
Torre (1) Ouro (Au) Évora Montemor-o-Novo Mineral

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Máfia Recursos Naturais; Caça ao Ouro, Beja, Alentejo Portugal: Tabelas Auríferas; Dados de Registos de Ocorrências Minerais; AU Laboratório Nacional de Engenharia e Geologia LNEG Comprovam: Crise, Um Roubo Programado; Portugueses Têm Mina Filão Abundante Debaixo dos Pés!



A caça ao ouro em Portugal não é nova. Os romanos deixaram um legado importante. É nos locais onde se encontram vestígios romanos que existem mais probabilidades de encontrar uma mina.
A carta geológica, explica Carlos Caxaria, sub-director geral de Energia e Geologia, indica os locais prováveis para a extracção.
«Muitos dos alvos que temos de ouro no país têm vestígios de trabalhos romanos, logo o melhor sítio para procurar uma mina é procurar à volta das zonas onde existem indicadores do passado», explica.

Depois de encontrar o local, é preciso radiografar o terreno e retirar amostras para certificar a viabilidade da jazida. Caso se confirme, a empresa avança para a exploração que pode ser subterrânea ou a céu aberto, o que obriga ao uso de explosivos.
O recurso a produtos químicos é inevitável, mas hoje em dia os efeitos ambientais são controlados, podendo ser usados «em circuito fechado, logo não há nenhum risco de contaminação».


Desmontando a caça ao ouro em Portugal

Évora - Perfurações no Alentejo confirmam descoberta de ouro. nós começamos por ordem alfabética... Como tal, Beja

A crise programada pela Elite do conhecimento, Bilderberg, Comissão Trilateral tem como objectivo roubar os recursos naturais. Os Governos Sombra e a irmandade maçonica e o Fórum Portugal Global, que inclusivé usam passaporte próprio delapidou o país para dar origem á crise, consequentes avaliações negativas pela Arma de Guerra Económica Moody's, entrada do FMI, embaratecimento de mão de obra e da propriedade.

Portugal e Espanha têm um tesouro mineral debaixo dos pés. É um facto que iremos demonstrar com um estudo alargado que estamos a começar a publicar.

Na continuação ao ouro da peninsula ibérica, já falámosde; As "aurarias" latinas, Consistórcis, e O ouro de Társis e das terras e Ribeira Aurífera de Oeiras, "Oeiras", areias de Ouro, in o Ouro de Mértola

caça ao ouro em Portugal


Tabelas Auríferas ouro, Dados de Registos de Ocorrências do Laboratório Nacional de Engenharia e Geologia LNEG


Ocorrência Mineral Substâncias e/ou Metais Distrito(s) Concelho(s) Categoria
Enfermarias Cobre (Cu), Ouro (Au),
Zinco (Zn), Chumbo (Pb)
Beja Moura Recurso mineral indicado
Ordem, Lírios Cobre (Cu), Ouro (Au) Beja Barrancos Mineral
S. Domingos (Au) Ouro (Au) Beja Mértola Recurso mineral indicado

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Acorda Portugal: Ouro Lusitano; Mértola, Beja, Alentejo, Ribeira Aurífera de Oeiras; Cerro do Ouro; Remotas Origens de Myrtilis; Viagem Ibérica, de Conistorgis Cidade Real dos Cónios a Tarsis; Cidades Turduli Veteres e Reino dos Turdetanos



MÉRTOLA E A RIBEIRA DE OEIRAS


Mértola, debruçada para o rio Guadiana de uma íngreme colina, reflecte-se nas suas águas e é uma vila do Baixo Alentejo muito pictórica e fotogénica, sobretudo se vista de frente do outro lado do rio, ou de lado de um pouco a sul e deste modo captando, além da geral e singular beleza panorâmica da vila, também a singularidade da chamada Boca da Ribeira, ou seja, a foz da ribeira aurifera de Oeiras, junto da qual, para montante, o rio, além de apresentar a meio um pequeno e curioso ilhéu rochoso, outrora se alargava e se afundava muito, e aí se localizando o tão importante fluvial porto dos Romanos e dos Mouros e de outros povos que por ali andaram, com navais ligações intensas ao Mediterrâneo.

A crise programada pela Elite do conhecimento, Bilderberg, Comissão Trilateral tem como objectivo roubar os recursos naturais. Os Governos Sombra e a irmandade maçonica e o Fórum Portugal Global, que inclusivé usam passaporte próprio delapidou o país para dar origem á crise, consequentes avaliações negativas pela Arma de Guerra Económica Moody's, entrada do FMI, embaratecimento de mão de obra e da propriedade.

Portugal e Espanha têm um tesouro mineral debaixo dos pés. É um facto que iremos demonstrar com um estudo alargado que ainda não tivemos oportunidade de publicar.

Continuação ao ouro da peninsula ibérica; As "aurarias" latinas, Consistórcis, e O ouro de Társis






Vale bem a pena uma visita a Mértola, por vários motivos, sobretudo pelos seus núcleos museológicos, provenientes de uma grande actividade arqueológica, e pela sua saborosa e típica gastronomia.

A respeito do nome da ribeira de Oeiras, ele provirá certamente da palavra latina «aurarias» (acusativo plural de «auraria», que significava, o plural, «minas de ouro», ou, por extensão, certamente também locais onde apareciam pepitas ou partículas de ouro). E, na verdade, a poucos quilómetros a ocidente de Mértola, numa colina perto da referida ribeira e chamada cerro do Ouro, existiu outrora uma mina onde se dizia haver ou ter havido ouro, o que terá dado nome ao referido cerro. E algum desse ouro poderia até, em tempos muito remotos, ter sido arrastado para a ribeira e aí encontrado em mais de um local, ou ter existido até nas suas margens algum ouro em alguns pontos, o que, fosse como fosse, estará com grande probabilidade na origem do nome da ribeira de Oeiras, que na fase final corre por entre abruptas e rochosas margens, só se suavizando um pouco junto à foz.

Talvez a mesma origem, a palavra latina «aurarias», se possa atribuir ao nome da sede de um concelho nos arredores de Lisboa, Oeiras, embora aí não haja, segundo creio, indício nominal algum, como há no caso da ribeira afluente do Guadiana e desaguante em Mértola.

Hipótese de evolução linguística da palavra latina «aurarias» até chegar, em português, a «Oeiras» (grafando-se com maiúscula por ser topónimo):

aurarias > ourarias (assimilação do a em o pelo u, como regra geral; ex.ºs: aurum > ouro, laurum > loureiro, paucum > pouco, etc.) > ourias (haplologia da sílaba ra, como em saudadoso > saudoso) > oerias (dissimilação do u em e) > oeiras (metátese do i).


Por esta provável etimologia da palavra «Oeiras» se poderá dizer que o «O» deverá ser lido como «o» fechado, não como «u», como fazem muitas pessoas, quase pretensiosamente.


História de Mértola


-
Em Abril de 1958, foi descoberto, dentro de um vaso, um tesouro de moedas em número apróximado de 1500 moedas, na Herdade Nova ou Herdade da Gralheira, na freguesia de S. Joâo dos Caldeireiros, concelho de Mértola. As moedas dispersaram-se, na sua maioria pelos habitantes de S. João dos Caldeireiros. Conservaram-se três núcleos que ficaram à guarda de diversas entidades destinadas a serem adquiridas por Museus locais (Beja). Foram adquiridas para este Museu um núcleo de 521 moedas. Trata-se na sua maioria de denários do séc. I a.C.

No entanto, como em todos os tesouros monetários, estas datas apenas nos fornecem um terminus post quem para a sua ocultação.

As razões exactas para essa ocultação e posterior perda mantém-se desconhecidas.
A interpretação dada por alguns investigadores aos tesouros monetários romanos de época republicana encontrados na Vila e nos seus arredores aponta para uma forte importância da região de Mértola durante o processo de conquista romana e a sua utilização como base de entrada do exercito romano (1) na região (Faria, 1995, p. 148-149).
Com a pacificação da região e o seu carácter comercial e portuário a constituição da população de Mértola seria feita por muitos libertis e imigrantes de origem itálica e africana, a julgar pelos estudos da numerosa epigrafia conservada.

O grande tráfego comercial da região e do seu porto(5) no rio Guadiana por onde se escoavam sobretudo produtos agrícolas e minerais de toda uma vasta zona, destacando-se o cobre, prata e ouro das minas de São Domingos, que de Myrtilis partia em navegação até à foz do rio e depois por todo Mediterrâneo.

Edifícios de grande monumentalidade e inúmeros achados arqueológicos permitem que qualquer visitante identifique a presença dos romanos na Vila de Mértola ou na Mina de S. Domingos.

Apesar da concentração de vestígios na Vila de Mértola (Criptopórtico, Torre Couraça(5), casa romana e vias romanas), podem também encontrar-se vestígios de menor dimensão em todo o Concelho.


Com a adopção do Cristianismo pelos romanos, os cidadãos de Mértola acompanharam os sinais de mudança, facto testemunhado pelos vestígios arqueológicos representativos de locais de culto e enterramento na cidade basílicas Paleocristãs do Rossio do Carmo (2) e da Alcáçova onde se observa um baptistério octogonal.

A Importância de Mértola manteve-se até séc. V-IV d.C.


Museus de Mértola


Mértola é actualmente uma Cidade museu com vários núcleos de elevado interesse histórico, Situada no Baixo Alentejo, distrito de Beja, junto ao rio Guadiana

Cerro do Ouro


Medalha em ouro (34 of 40)
Designação: Medalha em ouro

Procedência: Necrópole da Ermida da Achada de São Sebastião - Mértola
Localização: Núcleo Museológico da Ermida de São Sebastião
Cronologia: Séc. IV-V d.C
Descrição: Pequena medalha em ouro composta por um crismon (monograma dos inícios do cristianismos que corresponde às iniciais gregas das palavras Jesus Cristo). No braço horizontal da cruz estão representados o alfa e o ómega, significado que Cristo é o começo e o fim da evolução criadora. Na parte superior da medalha encontra-se uma argola que estabelece a ligação com os três elos entrelaçados da corrente também do mesmo metal.
A peça provém do interior de uma sepultura de criança/jovem.
Dimensões: Peso: 1,5gramas; diâmetro Max. 18mm

Bibliografia: LOPES, Virgílio; BOIÇA, Joaquim (1999): “Museu de Mértola - A Necrópole da Achada de S. Sebastião”, Mértola, Campo Arqueológico de Mértola e Escola Profissional Bento

ouro (23 of 40)

Designação: Brinco em ouro

Procedência: Sepultura nº163 A (junto à terceira vértebra) - Basílica Paleocristã
Localização: Museu de Mértola. Basílica Paleocristã
Descrição: Brinco em ouro com as extremidades sobrepostas e mais finas, aumentando a espessura até à parte central. Secção circular. O sistema de fecho é feito pela junção das extremidades.
Dimensões: Diâmetro: 11mm-, espessura máxima 2mm
Cronologia: Séculos VI-VII

Retirado de: Torres, C; Macias, S., (Coord.) (1993): Museu de Mértola - Basílica Paleocristã. Mértola, Campo Arqueológico de Mértola, p.72.
http://www.camertola.pt/

As Remotas Origens de Mértola

Os cónios (do latim, Conii), também denominados cinetes, foram os habitantes das actuais regiões do Algarve e Baixo Alentejo, no sul de Portugal, em data anterior ao século VIII a.C., até serem integrados na Província Romana primeiro da Hispânia Ulterior e posteriormente da Lusitânia. Inicialmente foram aliados dos Romanos quando estes últimos pretendiam dominar a Península Ibérica.

Origem dos Cónios


A origem étnica e linguística dos cónios permanece uma incógnita. Para os defensores das teorias linguísticas actualmente aceites, a sua língua podia ser ou uma língua do ramo celta ou outra língua indo-europeia pré-celta ou mesmo anatólica (parente das línguas anatólicas, tais como a língua luvita ou a hitita) da família linguística indo-europeia (descendente do proto-indo-europeu, cuja área de origem ainda é tema de debate) ou descendente de uma língua dos povos iberos pré-celtas e pré-indoeuropeus, que eram descendentes da população nativa da Península Ibérica, possivelmente parentes dos aquitanos e dos bascos. Assim, os cónios teriam origem celta, prototra língua indo-europeia pré-celta ou mesmo anatólica (parente das línguas anatólicas, tais como a língua luvita ou a hitita)[1] da família linguística indo-europeia (descendente do proto-indo-europeu, cuja área de origem ainda é tema de debate) ou descendente de uma língua dos povos iberos pré-celtas e pré-indoeuropeus, que eram descendentes da população nativa da Península Ibérica, possivelmente parentes dos aquitanos e dos bascos. Assim, os cónios teriam origem celta, proto-celta, ou pré-céltica ibérica. Para esclarecer esta questão, ainda falta traduzir as inscrições da escrita do sudoeste, que estão na língua provavelmente falada pelos cónios, embora a escrita já tenha sido parcialmente decifrada (era uma escrita semi-silábica e semi-alfabética, que se pode designar por semi-silabário).

Visão Bíblica


Antes da investigação etnológica e linguística atual, muitos europeus julgavam-se descendentes de Jafé, um dos filhos de Noé (os outros eram Sem e Cam), conforme escrito na Bíblia, no livro de Génesis 10:5, mas este relato é mais uma metáfora ou uma parábola com objectivos morais do que um facto literal. Cronistas da antiguidade greco-romana enumeram mais de 40 tribos ibéricas, entre elas a tribo cónia, como sendo descendentes de Jafé, pai dos europeus.[2]. Contudo, é preciso ter em atenção que muitos autores da Antiguidade Clássica quando utilizam o termo ibero, utilizam-no com um significado geográfico (Península Ibérica) e não com um significado étnico moderno. Um exemplo disso, é quando Estrabão designa os lusitanos como a "mais forte das tribos iberas" embora a sua língua, o lusitano, fosse claramente indo-europeia e não ibera.

História dos Cónios


Os cónios aparecem pela primeira vez na história pela mão do historiador grego Heródoto no século V a.c., e mais tarde referidos por Rufo Avieno, na sua obra Ode Maritima, como vizinhos dos cempsios ao sul do do rio Tejo e dos sefes a norte.

Antes do século VIII a.C., a zona de influência cónia, segundo estudo de caracterização paleoetnológico da região[3], abrangeria muito para além do sul de Portugal. Com efeito, o referido estudo baseando-se em textos da antiguidade grego-romana bem como na toponímia de Coimbra del Barranco, em Múrcia, Espanha, e de Conímbriga, propõe que os cónios ocuparam uma região desde o centro de Portugal até ao Algarve e todo o sul de Espanha até Múrcia. Em abono desta tese podemos acrescentar o Alto de Conio no município de Ronda, na região autónoma da Andaluzia.

Segundo Schulten, que considera os cónios uma das tribos Lígures e afirmou que «Os Lígures são o povo original da Península», os cónios também teriam marcado presença, não só em Portugal como em Espanha e na Europa, onde os lígures se fixaram. Confirmando esta teoria temos os seguintes topónimos:

No norte de Espanha, encontramos o passo de montanha com o topónimo Puerto de Conio na região autónoma das Astúrias, onde terão habitado a tribo dos coniscos, descendentes dos construtores do dolmen de Pradías, de época neolítica, para muitos relacionada com os cónios. Nesta região terá existido uma cidade, a actualmente desconhecida Asseconia, incluída num dos Caminhos de Santiago. Também, estudos genéticos indicam que os bascos são o povo mais antigo da península e poderão estar relacionados com os cónios através da tribo dos vascones.
Na França, os lígures também terão sido "empurrados" para as regiões montanhosas. Mas, em vez da Ronda espanhola ocuparam a região do Ródano-Alpes. O testemunho da presença lígure poderá ser a tribo iconii, conhecidos pelas tribos vizinhas como os Oingt, originando a localidade de Oingt (Iconium em latim) e a região de Oisans.

No norte de Itália, junto ao Ródano italiano a marca da presença lígure dos cónios, para além da Ligúria também nos aparece, um pouco mais a norte, não só nas comunas Coniolo e Cónio, como na província com o mesmo nome, na província de Cónio, da região de Piemonte.

Para outros investigadores que terão ido mais longe, os povos “Ibéricos” além de possuírem a Península Ibérica, França, Itália e as Ilhas Britânicas, penetram na península dos Balcãs, e ocuparam uma parte de África, Córsega e norte da Sardenha. Actualmente, e à luz de recentes estudos genéticos, aceita-se que uma raça com características razoavelmente uniformes ocupou o sul de França (ou pelo menos a Aquitânia), toda a península Ibérica e uma parte de África do norte e da Córsega. Os topónimos a seguir enumerados também atestam estes dados:
Nas Ilhas Britânicas o assentamento fortificado romano Viroconium, atribuído à tribo cornovii, proveniente da Cornualha. Provavelmente, utilizados pelos romanos como tribo tampão contra os ataques escoceses e incursões irlandesas.

Muitos autores concordam que a língua cónia teria um substrato muito antigo relacionado com Osco, Latim e Ilírico.
No Chipre encontramos uma localidade com o topónimo Konia

Nos Balcãs encontramos a tribo dos trácios cicones que poderão estar relacionados com os cónios e com os povos que invadiram a Anatólia, no sec. XII a. C. e posteriormente fundaram as cidades de Conni, na Frígia e de Iconium[5], na Anatólia.

Escrita


No Baixo Alentejo e Algarve foram descobertos vários vestígios arqueológicos que testemunham a existência de uma civilização detentora de escrita, adoptada antes da chegada dos fenícios, e que se teria desenvolvido entre o século VIII e o V a.C.. A escrita que está presente nas lápides sepulcrais desta civilização e nas moedas de Salatia (Alcácer do Sal) e é datável na Primeira idade do Ferro, surgindo no sul de Portugal e estendendo-se até à zona de fronteira.

As estelas mais antigas recuam até ao século VII a.C. e as mais recentes pertencem ao século IV. O período áureo desta civilização coincidiu com o florescimento do reino de Tartessos, algo a que não deverá ser alheio à intensa relação comercial e cultural existente entre os dois povos e que se julgava ser distinta da dos cónios. Daí a razão para que a denominação desta escrita comum não ser nem tartéssica nem cónia mas antes escrita do sudoeste, referindo a região dos achados epigráficos e não à cultura dos povos que as gravaram.

Não é consensual a designação da primeira escrita na península ibérica. Para muitos historiadores é a escrita do sudoeste (SO) ou sud-lusitana. Já os linguistas, utilizam as designações de escrita tartéssica ou turdetana. Outros concordam com a designação de escrita cónia, por não estar limitada geograficamente, mas relacionada com o povo e a cultura que criou essa escrita. E, segundo Leite de Vascocelos com os nomes konii e Konni [3], que aparecem inscritos em várias estelas.

A posição destes estudiosos deve-se à concordância das teorias-hipóteses históricas e modelos linguísticos actualmente aceites nos meios científicos. Estas posições baseiam-se em evidências linguísticas.

Há algumas dezenas de anos, ainda não tinham sido encontrados dados arqueológicos evidentes, por isso, havia investigadores ou simples curiosos que duvidavam da existência dos cónios, [4] enquanto outros ainda negavam a existência de celtas na Península Ibérica, apesar das fontes antigas e das evidências arqueológicas[8]. No entanto, atualmente a existência dos cónios e a presença de povos celtas na Península Ibérica está bastante comprovada por diversas fontes credíveis e não é questionada.

Cidade principal


A cidade principal do país dos cónios era Conistorgis, que em língua cónia, significaria "Cidade Real", de acordo com Estrabão, que considerava a região celta. Foi destruída pelos lusitanos, por estes se terem aliado aos romanos durante a conquista romana da Península Ibérica. A localização exacta desta cidade ainda não foi descoberta. No entanto, em Beja, existem vestígios do que poderá ter sido uma grande cidade pré-romana. São muitos os autores que admitem a possibilidade de Beja (então denominada Pax Julia) ter sido fundada sobre as ruínas da famosa Conistorgis.

Religião


Não há muitas fontes que indiquem a religião praticada pelos cónios mas, de acordo com diversos autores da Antiguidade Clássica, tais como Heródoto, Rufo Avieno, Estrabão e Plínio, o Velho (que escreveram numa época em que este povo ainda tinha uma identidade distinta), a sua religião era politeísta. Há quem afirme que, antes dos romanos, a sua religião era monoteísta e que adoravam um Deus denominado Elohim (tal como um dos nomes dados a Deus pelos antigos hebreus), mas tal afirmação não tem fundamento pois não há provas que a sustentem. Esta ideia parece ser o resultado de especulações muito em voga há algumas décadas por autores que tinham uma visão mais mítica do científica e histórica.

O Sudoeste na Idade do Ferro, desde o século VI a.C., apresenta um complexo de influências religiosas tartéssicas, gaditanas (bastante helenizadas) e célticas ou pré-célticas, correspondente a uma zona de grandes interacções culturais e movimentos de populações.

Notas


Amaral, Augusto Ferreira do. (2011). Neo-Hititas em Portugal, a escrita e a língua do Sudoeste na 1ª Idade do Ferro do Baixo Alentejo e Algarve (séculos VIII a IV antes de Cristo). Lisboa: Aletheia Editores. ISBN 978-989-622-380-9.
Cronografo, 354 d.C. Líber generationis mundi I;82-83 d) THA-IIB; p.877
Dr. Manuel Maria da Fonseca Andrade Maia (Dissertação de Doutoramento em Pré-História e Arqueologia [1], Faculdade de Letras de Lisboa, 1987)
Arbois de Jubainville, (Les Premiers habitants de l'Europe, Paris, 1877)
Dictionnaire de géographie ancienne © 2002
IREA - Escritura en el so de la Peninsula Ibérica.
Moedas de Salatia.
Bosch Gimpera, Almagro Basch, e-keltoi-vol-6.
"No país Celta, Conistorgis é a cidade mais conhecida" (Estrabão, III, 2,2).
A cidade romana de Beja, 2003, Maria Conceição Lopes, Instituto de Arqueologia, Faculdade de Letras
Ensaio Monográfico de Beja, 1973, Manuel Joaquim Delgado e Beja XX Séculos de História de Uma Cidade,


Referências
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Berrocal-Rangel, Luis (2005). "The Celts of the Southwestern Iberian Peninsula". e-Keltoi: Journal of Interdisciplinary Celtic Studies 6: 481-96.
Júdice Gamito, Teresa (2005). "The Celts in Portugal". e-Keltoi: Journal of Interdisciplinary Celtic Studies 6: 571-605.
Estrabão, Geographia, III, 2, 2.
Muñoz, Mauricio Pastor: Viriato, A Luta pela Liberdade, Ésquilo, 2003 (third edition; ISBN 9728605234).

Os Turduli Veteres, também conhecidos como "Túrdulos Velhos" foram um povo antigo de Celtiberos antiga tribo pertencente à antiga Lusitânia, dentro do grupo dos chamados Lusitanos, que viveram na parte Sul do Rio Douro, no Norte de Portugal.
A sua capital foi Langóbriga (Longroiva (agora Fiães), perto de Santa Maria da Feira);

Outras Cidades Turduli Veteres


Outras cidades dos Turduli Veteres' foram Talábriga (junto de Branca, Albergaria-a-Velha) e possivelmente Oppidum Vacca (Cabeço do Vouga).


Os túrdulos formavam uma antiga tribo tartéssica, que vivia no sul de Portugal, a leste da província do Alentejo, ao longo do vale do Guadiana. Os Túrdulos foram um povo pré-romano assentado entre os vales do rio Guadiana e o Guadalquivir, aproximadamente entre a Oretânia e a Turdetânia. A sua capital foi o antigo oppidum de Ipolka, conhecida como Obulco na época dos romanos, e que se corresponde atualmente com a cidade de Porcuna, em Jaén.

Entre outras particularidades, acredita-se que se diferenciavam dos demais povos iberos na língua, supostamente de origem tartésia.

Os Turdetanos foram um povos ibero da Hispânia bética, que habitava a Turdetânia, região a oriente do rio Guadiana e junto ao curso médio e inferior do rio Guadalquivir, do Algarve em Portugal até Serra Morena, coincidindo com os territórios da antiga civilização de Tartessos.

Turdetanos


Origem


Tartessos tivera uma grande influência grega, que supostamente conduziu ao desaparecimento da sua monarquia às mãos d dos feio-púnicos como vingança pelo seu apoio os focenses após a Batalha de Alália no século VI a.C. Deste desaparecimento surgiu uma nova civilização que, descendente de Tartessos, adaptou-se às novas condições geo-políticas da sua época.
Perdida a ligação comercial e cultural que Tartessos mantinha com os gregos, a Turdetânia ficou sob influência cartaginesa, embora desenvolvesse uma evolução própria da cultura anterior, de modo que a população turdetana sabia-se descendente dos antigos tartésios e, à chegada dos romanos, ainda mantinha as suas senhas de identidade próprias. Daí que Estrabo assinalara nas suas crônicas:
…são considerados os mais cultos dos iberos, pois conhecem a escrita e, segundo as suas tradições ancestrais, até mesmo têm crônicas históricas, poemas e leis em verso que eles dizem de seis mil anos de antiguidade.

—Estrabo, III 1,6.

Cultura


Descendentes históricos dos Tartessos, tinham uma personalidade própria dentro da cultura dos iberos. Esta caracterizava-se por um tipo de cerâmica, pintada e com decoração geométrica, escultura animalística que à época romana continuou-se com figuração humana. Na necrópole de Osuna, Sevilha, encontram-se algumas das amostras mais representativas. Embora haja bastantes escavações nesta zona, estas são mais centradas na procura de restos tartésios que nos turdetanos.
Tinham características que os diferenciavam dos demais povos iberos. Tinham uma língua própria, derivada da língua tartésia, e um alfabeto próprio, sendo o único que não tinha adotado o dos iberos. A outra diferença fundamental são as particularidades nas necrópoles e enterramentos.

Economia


Era o povo mais civilizado da península Ibérica à chegada dos romanos. Sua próspera economia foi gabada por Estrabo, quem afirmava que os Turdetanos eram os mais cultos dos iberos.[2]

A mineração seria um dos seus recursos mais importantes. Em Huelva encontraram-se as minas mais importantes, e pelos produtos manufaturados associados a elas, acredita-se que já eram exploradas antes da chegada dos romanos. Havia toda uma indústria associada às minas, situadas onde anteriormente encontravam-se as fábricas tartésias. Estas fábricas encontravam-se num triângulo formado pelas atuais Huelva, Cádis e Sevilha. Encontraram-se diferentes escoriais que mostram que o sistema de exploração não teve significativos câmbios desde antes da chegada dos Fenícios. Estas minas foram bem estudadas por alguns historiadores, como Antonio Blanco Freijeiro ou Rothenberg. Os minerais extraídos são prata e cobre, tornando-se sobretudo a prata no principal material explorado, culminando na chegada de Roma. Em relação à propriedade das minas, Diodoro afirmava que estas eram de particulares até a chegada de Roma.

Segundo Estrabo, a agricultura era muito importante e variada. Segundo Varrão, estes já conheciam o arado e o trilho antes da chegada de Roma, por influência de Cartago. Cultivavam cereais, oliveiras e vide.

Em relação à pecuária, é sabido que criavam bois, ovelhas, e cavalos. Conhece-se o filhote de ovelhas pela indústria têxtil associada, como amostra a grande quantidade de fusaiolas e pesas de tear encontradas em alguns túmulos.

O que os romanos chamavam garum era fabricado em toda a costa mediterrânea; tratava-se de um molho feito com tripas de peixes em salmoura, que posteriormente se comercializaria por todo o império a muito alto preço. Também houve outro tipo de indústrias relacionadas à pesca, conserveiras e salgados, sendo muito importantes na zona do Estreito.

O comércio interior, o comércio inter-regional e o comércio exterior foi muito importante para a sua economia. Há poucos dados dos dois primeiros, pois é possível que fossem produtos naturais perecíveis ou manufaturados similares aos dos demais povos.


Dentro dos Limites de Tarsis
Cidades dentro do Reino, ou provável principado dos Turdetanos
  • Abra/Torredonjimeno
  • Acinipo/Ronda la Vieja
  • Assido/Medina-Sidonia
  • Asta/perto de Trebujena
  • Ástigis/Écija
  • Aurgi/Jaén
  • Baesuri/Castro Marín
  • Balleia/Ribera del Fresno
  • Balsa/Tavira
  • Bora/Las Casillas (Martos)
  • Caetobriga/Setúbal
  • Callentum/Cazalla de la Sierra
  • Carisa/Espera
  • Carmo/Carmona
  • Castulo/Linares/Torreblascopedro
  • Corduba/Córdova
  • Cilpes/Silves
  • Hispalis/Sevilha
  • Ilipa/Alcalá del Río
  • Ilipla/Niebla
  • Ilturir/Atarfe
  • Ipolka/Porcuna
  • Iptuci/Paterna del Campo
  • Ipses/Alvor
  • Myrtilis/Mértola
  • Onuba/Huelva
  • Orippo/Dos Hermanas
  • Ossonoba/Faro
  • Ostippo/Estepa
  • Pésula/Salteras
  • Salacia/Alcácer do Sal
  • TuciMartos
  • Urso/Osuna
  • Odisseia/Cerrón de Dalias
  • Aquitania - Lacobriga - Zawaia
Bibliografia relacionada

Notas e referências
1. Estrabo,Geographia
2. Estrabo, III 1,6


Mapa Ibéico



Ethnologic Map of Pre-Roman Iberia (circa 200 B.C.). NEW VERSION #10

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Author
Luís Fraga da Silva

Associação Campo Arqueológico de Tavira, Tavira, Portugal

www.arqueotavira.com

mail@arqueotavira.com

Language
Portuguese and Latin.

Abstract
Represented geographic information:
1. Basic geography

· Coastal boundaries

· Main hidrography

2. Major ethno-geographic groups, represented by delimited territories and name identity

· Primary geographic-delimited ethnic groups (e.g. VASCONES).

· Greater social formations of mixed ethnic origin and shared socio-political and cultural environment (e.g. TURDETANOS)

· Territories of majority of specific ethnic-linguistic groups (e.g. CELTICOS).

3. Secondary ethnic and gentilician communities with toponymic, territorial and political identity, excluding smaller later oppida-centered civitates. (e.g. TITOS).

4. Pre-Roman urban centers:

· Native towns with recognized urban status in the beginning of Roman domination through specific coin emissions, identified by location and language of emission.

· Phoenician, Greek and Punic (Carthaginian) colonial foundations, still surviving in the end of the 2d Punic War. Only major places are identified. Towns of doubtful status and "factories" are not represented.

· Other selected urban centers, referred by historical sources, identified by name.

5. Colonial territories

· Coastal area of the "Circle of the Straight", economic and cultural commonwealth centred in Gadir/Gades.

· Geopolitical areas of colonization, territorial domination and political-military influence of Carthage, before the end of the 2d Punic War.

6. Greater surviving dominant linguistic groups and linguistic complexes.

· Native Iberian languages, non-indo-european and of doubtful origin: Proto-Basque, Eastern Iberian, Southern Iberian and Tartessic (Southwestern Iberian). This last one was residual by 200 B.C., replaced by celtian in most of its original territory.

· Pre-celt indo-european (Lusitanian group). Other primitive indo-european languages were, by then, probably only toponymic.

· Colonial languages: Libio-phoenician. African-punic dialects brought by colonialist populations settled by Carthage.

· Celtian and Celtiberian evolutions. The whole "celt" spectrum is present in Iberia, from early "urn-field" to late "La Tène". Gaulish migrations continued until mid I B.C. Central iberia (Celtiberia) was a diffusion center of later celt movements to the North West and, specially, to the Tartessic-Turdetan South.

7. Romanization

· Military frontier in 194 B.C. (after the Carthaginian defeat in Iberia) and 156 B.C. (before the Lusitanian/Celtiberian Wars)

· Roman Provinces after the 2nd territorial reorganization of August (before 7 B.C.).

Bibliography
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Maçonaria, Crise, Roubo de Recursos Naturais; Ouro Portugal Espanha; História Universal, Peninsula Ibérica; Um Tesouro Debaixo dos Pés: Oiro de Tarsis Usado na Construção do Templo de Salomão Pelo Mestre Hirão in Antigo Testamento, Livro dos Reis



A crise programada pela Elite do conhecimento, Bilderberg, Comissão Trilateral tem como objectivo roubar os recursos naturais. Os Governos Sombra e a irmandade maçonica e o Fórum Portugal Global, que inclusivé usam passaporte próprio delapidou o país para dar origem á crise, consequentes avaliações negativas pela Arma de Guerra Económica Moody's, entrada do FMI, embaratecimento de mão de obra e da propriedade.

 

Portugal e Espanha têm um tesouro mineral debaixo dos pés. É um facto que iremos demonstrar com um estudo alargado que ainda não tivemos oportunidade de publicar.


Introdução ao ouro da peninsula ibérica; O ouro de Társis


"De facto, o Rei Salomão tinha naves de Tarsis no mar junto com as naves de Hirão (o nome a quem os maçons chamam de mestre). As naves de Tarsis vinham uma vez a cada três anos e traziam ouro, prata, marfim, bugios e pavões." Antigo Testamento, Livro dos Reis I, 10-22


A geologia da peninsula Ibérica (Portugal Espanha), é similar, e Tarsis situada junto ás colunas de Hécules, actual Gibraltar, era o entreposto de carga da época.


Tartessos (em grego: Τάρτησσος) era o nome pelo qual os gregos conheciam a primeira civilização do Ocidente. Herdeira da cultura megalítica andaluza, que se desenvolveu no triângulo formado pelas actuais cidades de Huelva, Sevilha e São Fernando (Cádis), pela costa sudoeste da Península Ibérica, teve por linha central o rio Tartessos, que os romanos chamaram logo de Baetis e os árabes Guadalquivir. Os tartessos poderão ter desenvolvido uma língua e escrita distinta da dos povos vizinhos, com influências culturais de egípcios e fenícios.

Não é certo que tenha existido uma cidade com este nome, dado que ainda não se encontrou sua localização, ainda que estejam perfeitamente documentados outros povoados ao longo do vale do Guadalquivir, território de expansão da civilização dos Tartessos. A sua provável capital talvez fosse Turpa, no lugar que hoje ocupa o porto de Santa Maria, na desembocadura do Guadalete, de cuja raiz “tr” sairiam todas as formas de Tartessos. Provavelmente, a cidade e a civilização já existiam antes de 1000 a.C., dedicadas ao comércio, a metalurgia e a pesca. A posterior chegada dos fenícios e seu establecimento em Gadir (actual Cádis), talvez tenha estimulado o seu imperialismo sobre as terras e cidades ao seu redor, a intensificação da exportação das minas de cobre e prata (Os Tartessos converteram-se nos principais provedores de bronze e prata do Mediterrâneo), assim como a navegação até às ilhas Cassitérides(Ilhas Britânicas ou mais concretamente as Ilhas Scilly), de onde importaram o estanho necessário para a produção de bronze, ainda que também o obtivessem pela lavagem de areias que continham estanho.

A sua forma de governo era a monarquia, e possuiam leis escritas em tábuas de bronze. Heródoto fala de 6.000 anos.





Jarro de Valdegamas (M.A.N. Madrid).
No século VI a.C., Tartessos desaparece abruptamente da História, seguramente varrida por Cartago que, depois da batalha de Alalia, o fez pagar assim sua aliança com os gregos. Outros dizem que foi refundada, sob condições pouco claras, com o nome de Carpia. Os romanos chamaram à ampla Baia de Cádis Tartessius Sinus, mas o reino já não existia mais.

Quando o viajante Pausanias visitou a Grécia no século II a.C. (Paus. Desc. 6.XIX.3) viu duas câmaras num santuário de Olímpia, que a gente de Elis afirmava realizadas con bronze tartesso.

«Dizem que Tartessos é um rio na terra dos Iberos, chegando ao mar por duas desembocaduras e que entre esses dois locais se encontra uma cidade desse mesmo nome. O rio, que é o mais longo da Ibéria, e tem marés, chamado em dias mais recentes Baetis, e há alguns que pensam que Tartessos foi o nome antigo de Carpia, uma cidade dos Iberos»

O solar de Tartessos se perdeu e provavelmente está enterrado sob camadas de sal marinho que substituiram antigos estuários e dunas na moderna desembocadura única do Guadalquivir. Actualmente o delta fluvial foi bloqueado gradualmente por uma enorme faixa de areia que se estende desde o rio Tinto, próximo de Palos de la Frontera, até a ribeira oposta em Sanlúcar de Barrameda. A área está protegida actualmente sob o nome de Parque Nacional de Doñana.

O nome de Carpia sobrevive em um lugar num dos meandros do Guadalquivir. De todas as formas, o nome foi associado ao seu monumento mais característico, uma torre mourisca erguida em 1325 pelo construtor responsável do Alcázar de Sevilha.

Na Bíblia aparecem referências ao ouro de Tarsis, e a um lugar chamado "Tarshish", também conhecido como Tarsis ou Tarsisch.


"De facto, o Rei Salomão tinha naves de Tarsis no mar junto com as naves de Hirão (o nome a quem os maçons chamam de mestre). As naves de Tarsis vinham uma vez a cada três anos e traziam ouro, prata, marfim, bugios e pavões." Antigo Testamento, Livro dos Reis I, 10-22

Este lugar se tem relacionado com Tartessos, ainda que exista uma árdua discussão sobre o assunto.

Apesar de existirem numerosos restos arqueológicos no sul da Espanha, como o tesouro do Carambolo, que se considera pertencente à cultura tartessa, a cidade de Tartessos ainda não foi encontrada. A sua possível localização foi objeto de estudo pelo arqueólogo e hispanista alemão Adolf Schulten (1870-1960), que morreu sem ver cumprido seu sonho de encontrar a cidade.

Reis de Tartessos

Através de gerações nos chegaram documentos que falam dos lendários líderes de Tartessos.
Gerião - Primeiro rei mitológico de Tartessos. Segundo a lenda, era um gigante tricéfalo, que pastoreava suas ovelhas pelas proximidades do Guadalquivir.

Norax - Neto de Gerião, conquistou o sul da Sardenha, onde fundou a cidade de Nora.
Gárgoris - Primeiro rei da segunda dinastia mitológica tartessa. Inventou a apicultura.
Habidis - Descobriu a agricultura, atando dois bois a um arado. Formulou as primeiras leis, dividiu a sociedade em sete classes e proibiu o trabalho aos nobres. Sob seu reinado se estabelece um sistema social em que uns poucos vivem às custas do trabalho e da miséria de uma maioria pobre.
Sobre estes dois monarcas se escreveu a Tragicomédia de Gárgoris e Habidis, que menciona um sistema social baseado na exploração do homem pelo homem, nascido depois do descobrimento da agricultura. Trata-se de personagens mitológicos, cuja existência real é tão duvidosa como a de Héracles. Argantonio - Primeiro rei do qual se tem referências históricas. Último rei de Tartessos. Viveu 110 anos, segundo Heródoto, ainda que alguns historiadores pensem que possam referir-se a vários reis conhecidos pelo mesmo nome. Propiciou o comércio com os gregos, que criaram várias colónias costeiras durante seu reinado.



Bibliografia

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(em espanhol) FERNÁNDEZ JURADO, J., 1988-89: Tartessos y Huelva, Huelva Arqueológica, X-XI, vol. 3, 101-121.
(em espanhol) MARTÍN DE LA CRUZ, J. C., Problemas en torno a la definición del Bronce Tardío en la Baja Andalucía, Cuadernos de Prehistoria de la U. A. de Madrid 11-12, 1984-1985, págs. 205-215
(em espanhol) OLMOS, R., 1986: Los griegos en Tartessos: replanteamiento arqueológico-histórico del problema, Homenaje a Luis Siret (Cuevas de Almanzora, 1984), 584-601.
(em espanhol) RUIZ MATA, D., 1994: Fenicios, tartesios y turdetanos, Huelva Arqueológica XIV, 325-367.
(em espanhol) SCHULTEN, A., Tartessos, Madrid, 1945.
(em espanhol) VIOLAT BORDONAU, F. Tartessos, Mastia y las rutas comerciales de la antigüedad, 2007.

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Emprego Chefe Fantasma; Divisão Paraíso da Corrupção Funchal Madeira Câmara Paga Ordenado 1900 Euros a Mulher de Albuquerque P/ Não Trabalhar; Denúncia de José Manuel Coelho, Deputado PTP em Luta na Ilha Jardim Ocupada P'lo Ali-Bábá Gordo



ALBUQUERQUE ELEGE CHEFE PARA SECÇÃO FANTASMA

MULHER DE ALBUQUERQUE RECEBE ORDENADO DE 1900 € NA CÂMARA MAS NÃO TRABALHA


 

José Manuel Coelho do PTP esteve junto à Câmara Municipal do Funchal para denunciar mais um caso de corrupção dentro daquela autarquia.


mulher de Miguel Albuquerque, tem um cargo de chefe de divisão do departamento da juventude, recebendo um salário líquido mensal de 1900 € e não aprece ao serviço. Este cargo foi criado como “um fato à medida”, para que a esposa do autarca beneficie dos privilégios de titular deste cargo e de um salário elevado. Há um abuso de poder da parte de Albuquerque, pois utiliza a sua posição e o seu poder criar cargos públicos que beneficiam os seus familiares.


Sofia Fernandes, mulher de Miguel Albuquerque, tem um cargo de chefe de divisão do departamento da juventude, recebendo um salário líquido mensal de 1900 € e não aprece ao serviço. Este cargo foi criado como “um fato à medida”, para que a esposa do autarca beneficie dos privilégios de titular deste cargo e de um salário elevado. Há um abuso de poder da parte de Albuquerque, pois utiliza a sua posição e o seu poder criar cargos públicos que beneficiam os seus familiares.

Na perspectiva de José Manuel Coelho, Albuquerque não constitui uma alternativa a Alberto João Jardim, nem no PSD e muito menos como presidente de um futuro Governo Regional, pois irá dar continuidade às políticas de corrupção do regime Jardinista.


Para o deputado do PTP, o actual presidente da Câmara Municipal do Funchal não trás nada de novo ao panorama político regional.

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Crise Económica Euro; Grécia: "O Memorando Tem Sido Catastrófico; Não Pode Continuar"; "Pretendemos Substituir as Políticas da Troika Por Programa de Reabilitação da Sociedade Grega" Declarações de Yiannis Dragasakis, Dirigente da Syriza in Entrevista ao Athens News



"O memorando tem sido catastrófico e não pode continuar"

Entrevista a Yiannis Dragasakis, o dirigente da Syriza com experiência governativa no Ministério das Finanças, em 1989-1990. Determinado a manter o país na zona euro mas não à custa do povo grego, o porta-voz da Syriza para os assuntos económicos pode voltar ao cargo 22 anos depois.

 financiamento do sistema bancário grego através do sistema do euro é uma obrigação primordial do Banco Central Europeu e dos bancos centrais, que dão a liquidez necessária para o funcionamento adequado das economias da zona euro. Não é uma espécie de caridade que o BCE dá aos Estados da zona euro quando lhe apetece.
Yiannis Dragasakis foi ministro das finanças em 1989
é o porta-voz da Syriza para assuntos económicos. Foto GUE/NGL

Como reage às notícias que chegam de Itália dizendo que Berlim põe a hipótese de "sacrificar a Grécia com uma saída desordenada do euro" para servir de exemplo aos restantes membros da zona euro?


Creio que são ações perigosas, irresponsáveis e inaceitáveis por parte daqueles que fazem esses planos e vêm anunciá-los publicamente. Por trás desses cenários há uma lógica fascista que apela à morte de alguém para manter outro alguém vivo. Por isso recuso-me a levar a sério esses rumores.

É verdade que um governo da Syriza se iria abster de qualquer acto unilateral de revogação do memorando de entendimento ou do empréstimo da troika?


Nós deixámos muito claro, tanto na nossa plataforma eleitoral como na carta que Alexis Tsipras enviou aos responsáveis da zona euro no mês passado, que queremos substituir as políticas do memorando por um programa de reabilitação da sociedade grega, a reconstrução da economia e a consolidação da justiça fiscal. Fizemo-lo por duas razões: primeiro, porque o memorando foi rejeitado pelo eleitorado nas urnas, perdendo a legitimidade política; e em segundo lugar, enquanto política económica, o memorando tem sido catastrófico e não pode continuar. Mas a transição de um programa para outro será o resultado do planeamento, consultas e negociações a levar a cabo pelo novo governo. Parece evidente que a relação da Grécia com a União Europeia não é uma relação exterior mas uma relação multifacetada de interdependência estrutural entre o nosso país as instituições da UE e os estados-membros. Por isso, não podemos imaginar em nenhumas circunstâncias uma resolução dos problemas por via de procedimentos conflituosos em vez de acordos por consenso.

E se a UE reagir mal aos resultados das eleições e der instruções à troika para travar o pagamento do empréstimo, o que pode acelerar o colapso da economia logal e do sector bancário? Como reagiriam a isso?


Eu compreendo a sua pergunta, porque a Grécia não está apenas numa recessão económica, mas também numa espiral catastrófica, no quinto ano de recessão a somar a uma quebra de quase 20% do PIB, o que nos coloca em território desconhecido, mesmo comparando com a Grande Depressão de 1929 ou a bancarrota desordenada da Argentina há dez anos. Ninguém no seu perfeito juízo poderia sugerir que esta situação permaneça inabalável. É isso que dizemos nas nossas declarações públicas e fomos dizer a Berlim e a Paris no mês passado. Se fizermos parte do governo depois das eleições, esse governo não tomará nenhuma medida que aprofunde a depressão. Claro que levamos em linha de conta a possibilidade de uma resposta negativa dos nossos parceiros do euro. Mas insistimos que todos na Europa estamos a perder com a situação que vivemos hoje na zona euro, e nós queremos virá-la de forma a que todos ganhem com isso. Por isso é que eu ficaria surpreendido se tivesse de enfrentar um cenário de manutenção do impasse atual, ou de agravamento se nos cortarem as linhas de crédito. Por outro lado, você tem razão ao sugerir que devemos ter planos de contingência capazes de dar resposta a qualquer eventualidade, para não sermos apanhados desprevenidos. E é bom ter esses planos, mas sem andar a fazer alarde deles.

Que solução é que propõem para esses problemas?


Temos vindo a insistir nos últimos dois ou três anos que um mecanismo europeu de garantia dos depósitos é a única forma de prevenir esta corrida lenta aos bancos a que assistimos nos países da periferia da zona euro. Uma instituição destas, apoiada pelo Banco Central Europeu, seria suficiente para assegurar os cidadãos da UE que não há razão para o pânico nem para colocarem os seus depósitos fora do seu país.

Quanto toca aos cortes e aumentos de impostos, o programa da Syriza faz uma distinção clara entre os que têm altos e baixos rendimentos. Isto não cria confusão e medo em muitos estratos sociais?


O nosso principal objetivo é aliviar o fardo dos 35% de lares com rendimentos abaixo ou a rondar a linha de pobreza. É um objetivo político que é independente da quantidade de dinheiro que haja nos cofres públicos. Se tivermos mil euros, daremos mil euros; se tivermos 500, daremos 500 – é uma prioridade para nós. Temos de tirar os sem-abrigo das ruas; temos de encontrar soluções práticas para problemas urgentes. Também é um problema de iniciativa individual. Não podemos esperar que seja o Estado a fazer tudo de um dia para o outro. Cada um de nós deve tomar o nosso destino nas nossas mãos.

Como é que procuram a ajuda do Banco Central Europeu e do Banco da Grécia para apoiar o sistema bancário local ao mesmo tempo que há uma corrida aos depósitos?


A nossa posição política é que não tomaremos nenhuma ação unilateral a menos que sejamos provocados. Isto significa que se acontecer uma situação de que não somos responsáveis, mas que prejudica a nossa segurança nacional ou social, o governo não hesitará em tomar as medidas necessárias e apropriadas, mesmo para além dos limites da legitimidade formal. Mas isto implica que o outro lado esteja a quebrar as suas obrigações estatutárias. Até porque o financiamento do sistema bancário grego através do sistema do euro é uma obrigação primordial do Banco Central Europeu e dos bancos centrais, que dão a liquidez necessária para o funcionamento adequado das economias da zona euro. Não é uma espécie de caridade que o BCE dá aos Estados da zona euro quando lhe apetece. Por isso faremos o que for necessário para proteger a economia grega de quaisquer eventualidades, mas não temos razões para crer que sejam prováveis. Também vale a pena relembrar que a União Europeia foi construída sobre princípios económicos, como a liberdade de movimento dos capitais, que podem ter efeitos negativos, para os quais não existem instituições ou contra-medidas para os impedir.


Publicado no Athens News, 8 junho 2012. Traduzido por Luís Branco.

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