O Movimento Sem Emprego precisou de apenas um dia para ser o maior fórum sobre o tema no facebook, mas importa não ficar só pela rede. Para lá do debate, participa nas três actividades marcadas para o mês de Março. Com a falta de recursos para multiplicar os encontros, a rede é o melhor meio para fazermos caminho até às acções combinadas. Adere e partilha o grupo por quem possa estar interessado.
Somos um grupo de trabalhadores que alterna a sua condição entre o desemprego, o sub-emprego ou a precariedade, e estamos empenhados na criação de um movimento para o combate político e para a defesa dos nossos direitos.
Do silêncio para a rua!
2 de Março de 2012
O Plenário de Desempregados decidiu avançar para um movimento: “Somos um grupo de trabalhadores que alterna a sua condição entre o desemprego, o sub-emprego ou a precariedade, e estamos empenhados na criação de um movimento para o combate político e para a defesa dos nossos direitos.”
No próximo dia 6 Março, data em que se comemora a primeira marcha de desempregados, nos EUA, vamos estar no Centro de Emprego do Conde Redondo. No dia 15 de Março vai realizar-se um plenário na margem sul e, no dia 22 de Março, iremos engrossar as fileiras da manifestação que está marcada para a tarde da Greve Geral.
Adere e partilha o grupo criado no Facebook.
Write About Or Link To This Post On Your Blog - Easy Links :
Link Directly To This Post :
Link To The Homepage :
... Julgo que depois destes malabarismos, os currículos das pessoas com funções políticas activas com o propósito de praticar o bem comum de uma nação, devem ser exigidos e publicados em Diário da Republica para qualquer cidadão poder consultar e certificar-se das habilitações de cada politico. Não deve ser uma opção, mas uma condição contemplada numa lei própria para o efeito, pois como sabemos, nenhum trabalhador é admitido numa função numa empresa, sem referências e/ou curriculo académico/profissional.
será verdade que o PS está "calado" neste caso da licenciatura de M. Relvas porque o Irmão Maçon António Seguro dos Bancos (da Universidade Lusófona) foi um dos professores envolvido no processo?...
Mostrar mensagens com a etiqueta Desempregados. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Desempregados. Mostrar todas as mensagens
Crise Financeira, Austeridade Política Governo PSD CDS PS Desemprego Brutal: CENSOS INE Instituto Nacional De Estatística, Dados Algarve, Alentejo, Lisboa, Norte, Centro, Açores e Madeira Portugal Quase 1 Milhão Desempregados
As políticas de austeridade do governo dos Bancos, Goldman Sachs, TROIKA, UE, BCE, FMI das Privatizações está a dar frutos. A prova disso é o dsemprego: os números da maior subida dos últimos 30 anos ... Enquanto se ajuda o BPN, o Cavaco se queixa da reforma, a UGT Assina um Pacto de Traição, arranjam-se tachos para a família, o Banco de Portugal tem uma quinta com cavalos, o parlamento dominado pela maçonaria, escândalo loja Mozart, e o maçon Miguel Relvas comprou um automóvel de 80.000,00 Euros, e contratou um motorista por mais de 70.000 Euros, as medidas do governo alemão já se fazem sentir e o número de licenciados no desemprego ultrapassou pela primeira vez os 100 mil desempregados.
O número de desempregados com o ensino superior completo ultrapassou os 100 mil no último trimestre de 2011, segundo números anteontem divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística INE).
Quanto á política do governo, os números falam por sim. O desemprego no último trimestre de 2011 atingiu o número brutal de 706.100 desempregados, composto por: 170.400 desempregados dos 35 aos 34 anos, 226.400 desempregados com 45 e mais anos, 484.00 desempregados até ao 3º ciclo do ensino básico, 179.100 desempregados com o ensino secundário e pós secundário, 80.2200 á procura do primeiro emprego, 690.800 á procura do primeiro emprego, entre os licenciados situou-se nos 10,6 por cento, número equivalente a 108 mil indivíduos. É a primeira vez que o número de licenciados no desemprego ultrapassa os 108 mil em Portugal, segundo os dados disponíveis.
Com uma taxa de desemprego de 17,5% no Algarve, 15,1 nos Açores, 14,7 em Lisboa, 14,1% no Norte, 13,5 na Madeira, 13,1 no Alentejo, tendo a zona centro registado o valor mais baixo de 12,6%.
Este valor é quase o dobro do número de licenciados no desemprego dois anos antes: eram 55 mil no quarto trimestre de 2009. Só do terceiro para o quarto trimestre de 2011, houve um aumento de mais 13 mil desempregados com ensino superior.
Apesar deste grande aumento no desemprego entre os licenciados, continua a ser vantajoso no mercado de trabalho ter o ensino superior. Os licenciados são, de resto, o único grupo cuja taxa de desemprego se situa abaixo da média.
Segundo os dados do INE, o número de desempregados subiu bastante no quarto trimestre para todos os níveis de ensino.
Para as pessoas com o ensino básico (até ao 3º ciclo), a taxa de desemprego no último trimestre de 2011 era 14,5 por cento (o equivalente a 484 mil desempregados). Para quem completou o ensino secundário ou pós-secundário, a taxa era ainda mais alta: 15,4 por cento (179 mil pessoas).
A nível geral, a taxa de desemprego em Portugal no quarto trimestre de 2011 atingiu os 14 por cento, ficando acima das estimativas dos economistas contactados pela agência Lusa, que esperavam uma taxa entre os 13 e os 13,5 por cento.
Os dados Falam por si e são motivo para ficar indignado e a prova de que com estas políticas alemãs do Governo da Angela Merda (é tão boa que até os alemães não gostam dela), os NAZIS planearam a UE, e estão a desmantelar-nos a Nação. Enquanto isso, a silenciam a revolução da Islândia que recupera a economia.
Portugal já teve Migueis de Vasconcelos e Condes Andeiros de sobra.
É preciso retomar a soberania Nacional.
Islândia é a solução!
Quado 1 - desemprego por região, quadro 2 - activos, quadro 3 - total de inactivos, inclui desemprego.
---------
-------
Write About Or Link To This Post On Your Blog - Easy Links :
Link Directly To This Post :
Link To The Homepage :
O número de desempregados com o ensino superior completo ultrapassou os 100 mil no último trimestre de 2011, segundo números anteontem divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística INE).
Quanto á política do governo, os números falam por sim. O desemprego no último trimestre de 2011 atingiu o número brutal de 706.100 desempregados, composto por: 170.400 desempregados dos 35 aos 34 anos, 226.400 desempregados com 45 e mais anos, 484.00 desempregados até ao 3º ciclo do ensino básico, 179.100 desempregados com o ensino secundário e pós secundário, 80.2200 á procura do primeiro emprego, 690.800 á procura do primeiro emprego, entre os licenciados situou-se nos 10,6 por cento, número equivalente a 108 mil indivíduos. É a primeira vez que o número de licenciados no desemprego ultrapassa os 108 mil em Portugal, segundo os dados disponíveis.
Com uma taxa de desemprego de 17,5% no Algarve, 15,1 nos Açores, 14,7 em Lisboa, 14,1% no Norte, 13,5 na Madeira, 13,1 no Alentejo, tendo a zona centro registado o valor mais baixo de 12,6%.
Este valor é quase o dobro do número de licenciados no desemprego dois anos antes: eram 55 mil no quarto trimestre de 2009. Só do terceiro para o quarto trimestre de 2011, houve um aumento de mais 13 mil desempregados com ensino superior.
Apesar deste grande aumento no desemprego entre os licenciados, continua a ser vantajoso no mercado de trabalho ter o ensino superior. Os licenciados são, de resto, o único grupo cuja taxa de desemprego se situa abaixo da média.
Segundo os dados do INE, o número de desempregados subiu bastante no quarto trimestre para todos os níveis de ensino.
Para as pessoas com o ensino básico (até ao 3º ciclo), a taxa de desemprego no último trimestre de 2011 era 14,5 por cento (o equivalente a 484 mil desempregados). Para quem completou o ensino secundário ou pós-secundário, a taxa era ainda mais alta: 15,4 por cento (179 mil pessoas).
A nível geral, a taxa de desemprego em Portugal no quarto trimestre de 2011 atingiu os 14 por cento, ficando acima das estimativas dos economistas contactados pela agência Lusa, que esperavam uma taxa entre os 13 e os 13,5 por cento.
Os dados Falam por si e são motivo para ficar indignado e a prova de que com estas políticas alemãs do Governo da Angela Merda (é tão boa que até os alemães não gostam dela), os NAZIS planearam a UE, e estão a desmantelar-nos a Nação. Enquanto isso, a silenciam a revolução da Islândia que recupera a economia.
Portugal já teve Migueis de Vasconcelos e Condes Andeiros de sobra.
É preciso retomar a soberania Nacional.
Islândia é a solução!
Quado 1 - desemprego por região, quadro 2 - activos, quadro 3 - total de inactivos, inclui desemprego.
| Quadro 1 Desemprego em Portugal: Taxas de desemprego por região NUTS II (NUTS-2002) | |||||
|---|---|---|---|---|---|
| ´REGIÕES | Valor trimestral das Taxas de Desemprego por Região | Valor anual | Variação trimestral | ||
| 2ºT-2011 | 3ºT-2011 | 4ºT-2011 | 2011 | 4ºT-2011 | |
| % | p.p. | ||||
| Portugal | 12,1 | 12,4 | 14,0 | 12,7 | 1,6 |
| Norte | 12,6 | 12,7 | 14,1 | 13,0 | 1,4 |
| Centro | 9,5 | 9,4 | 12,6 | 10,3 | 3,2 |
| Lisboa | 13,5 | 14,6 | 14,7 | 14,1 | 0,1 |
| Alentejo | 11,8 | 12,3 | 13,1 | 12,4 | 0,8 |
| Algarve | 14,7 | 13,3 | 17,5 | 15,6 | 4,2 |
| R. A. Açores | 9,7 | 11,6 | 15,1 | 11,5 | 3,5 |
| R. A. Madeira | 13,5 | 14,3 | 13,5 | 13,8 | -0,8 |
| Fonte: INE, Estatísticas do Emprego - Taxa Média de Desemprego 4º trimestre de 2011. | 14% | ||||
---------
| Quadro 2: Principais indicadores da população ativa e empregada - Portugal | |||||
|---|---|---|---|---|---|
| Valor trimestral | Valor anual | Variação trimestral | |||
| 2ºT-2011 | 3ºT-2011 | 4ºT-2011 | 2011 | 4ºT-2011 | |
| Milhares de indivíduos | % | ||||
| 2º Trimestre | 3º Trimestre | 4º Trimestre | Anual | ||
| População ativa | 5 568,0 | 5 543,4 | 5 506,5 | 5 543,2 | - 0,7 |
| Homens | 2 943,5 | 2 952,4 | 2 920,6 | 2 940,5 | - 1,1 |
| Mulheres | 2 624,5 | 2 591,0 | 2 585,8 | 2 602,6 | - 0,2 |
| Dos 15 aos 24 anos | 427,7 | 460,6 | 441,4 | 443,8 | - 4,2 |
| Dos 25 aos 34 anos | 1 399,8 | 1 384,9 | 1 378,5 | 1 389,8 | - 0,5 |
| Dos 35 aos 44 anos | 1 483,0 | 1 464,4 | 1 465,5 | 1 471,3 | 0,1 |
| Dos 45 aos 64 anos | 1 965,1 | 1 952,1 | 1 945,2 | 1 955,7 | - 0,4 |
| Com 65 e mais anos | 292,4 | 281,4 | 275,9 | 282,6 | - 2,0 |
| Até ao Básico - 3º ciclo | 3 470,1 | 3 395,3 | 3 326,6 | 3 421,5 | - 2,0 |
| Secundário e pós-secundário | 1 107,0 | 1 144,8 | 1 162,9 | 1 120,1 | 1,6 |
| Superior | 990,8 | 1 003,2 | 1 017,0 | 1 001,5 | 1,4 |
| Taxa de atividade (%) | 52,3 | 52,1 | 51,7 | 52,1 | |
| Homens | 57,2 | 57,3 | 56,7 | 57,1 | |
| Mulheres | 47,8 | 47,1 | 47,0 | 47,4 | |
| Taxa de atividade (15 e mais anos) (%) | 61,6 | 61,3 | 60,9 | 61,3 | |
| Homens | 68,1 | 68,2 | 67,4 | 68,0 | |
| Mulheres | 55,7 | 55,0 | 54,8 | 55,2 | |
| População empregada | 4 893,0 | 4 853,7 | 4 735,4 | 4 837,0 | - 2,4 |
| Homens | 2 594,3 | 2 597,4 | 2 514,9 | 2 574,5 | - 3,2 |
| Mulheres | 2 298,7 | 2 256,3 | 2 220,5 | 2 262,5 | - 1,6 |
| Dos 15 aos 24 anos | 312,2 | 322,2 | 285,1 | 310,3 | - 11,5 |
| Dos 25 aos 34 anos | 1 215,8 | 1 203,5 | 1 161,1 | 1 195,0 | - 3,5 |
| Dos 35 aos 44 anos | 1 325,5 | 1 307,7 | 1 295,0 | 1 310,1 | - 1,0 |
| Dos 45 aos 64 anos | 1 748,8 | 1 742,2 | 1 721,9 | 1 741,9 | - 1,2 |
| Com 65 e mais anos | 290,8 | 278,1 | 272,3 | 279,7 | - 2,1 |
| Até ao Básico - 3º ciclo | 3 007,3 | 2 947,1 | 2 842,6 | 2 956,7 | - 3,5 |
| Secundário e pós-secundário | 975,5 | 997,7 | 983,8 | 970,7 | - 1,4 |
| Superior | 910,2 | 908,9 | 909,0 | 909,7 | o |
| Agricultura, produção animal, caça, floresta e pesca (a) | 495,5 | 478,5 | 452,5 | 478,5 | - 5,4 |
| Indústria, construção, energia e água (a) | 1 347,7 | 1 332,3 | 1 274,3 | 1 322,7 | - 4,4 |
| Serviços (a) | 3 049,8 | 3 043,0 | 3 008,6 | 3 035,9 | - 1,1 |
| Trabalhadores por conta de outrem | 3 862,9 | 3 838,5 | 3 745,1 | 3 815,2 | - 2,4 |
| Com contrato de trabalho sem termo | 2 980,6 | 2 966,7 | 2 951,1 | 2 967,5 | - 0,5 |
| Com contrato de trabalho com termo | 729,4 | 725,8 | 659,7 | 707,2 | - 9,1 |
| Outro tipo de contrato de trabalho | 152,6 | 146,1 | 134,2 | 140,5 | - 8,1 |
| Trabalhadores por conta própria | 1 002,8 | 988,0 | 961,4 | 992,4 | - 2,7 |
| Trabalhadores familiares não remunerados | 27,3 | 27,2 | 29,0 | 29,4 | 6,6 |
| População empregada a tempo completo | 4 260,0 | 4 214,6 | 4 102,5 | 4 193,8 | - 2,7 |
| População empregada a tempo parcial | 633,0 | 639,2 | 632,9 | 643,3 | - 1,0 |
| Taxa de emprego (15 e mais anos) (%) | 54,2 | 53,7 | 52,4 | 53,5 | |
| Homens | 60,0 | 60,0 | 58,1 | 59,5 | |
| Mulheres | 48,8 | 47,9 | 47,1 | 48,0 | |
| Fonte: INE, Estatísticas do Emprego - 4º trimestre de 2011. | |||||
| Nota: | |||||
| (a) As estimativas apresentadas têm como referência a CAE-Rev. 3. | |||||
| Sinais convencionais: | |||||
| o Dado inferior a metade do módulo da unidade utilizada. | |||||
| - Resultado nulo. | |||||
-------
| Quadro 3: Principais indicadores da população desempregada e inativa - Portugal | |||||
|---|---|---|---|---|---|
| Valor trimestral | Valor anual | Variação trimestral | |||
| 2ºT-2011 | 3ºT-2011 | 4ºT-2011 | 2011 | 4ºT-2011 | |
| Milhares de indivíduos | % | ||||
| Desemprego 2º Trimestre | Desemprego 3º Trimestre | Desemprego 4º Trimestre | Valor Anual de Desemprego | Percentagem Trimestral de Desemprego | |
| População desempregada | 675.000 | 689.600 | 771.000 | 706.100 | 11,8% |
| Homens | 349.200 | 355.000 | 405.700 | 366,0 | 14,3% |
| Mulheres | 325.800 | 334.700 | 365.300 | 340.100 | 9,1% |
| Dos 15 aos 24 anos | 115.500 | 138.300 | 156.300 | 133.500 | 13,0% |
| Dos 25 aos 34 anos | 184.100 | 181.300 | 217.400 | 194.700 | 19,9% |
| Dos 35 aos 44 anos | 157.500 | 156.700 | 170.400 | 161.300 | 8,7% |
| Com 45 e mais anos | 217.900 | 213.300 | 226.900 | 216.600 | 6,4% |
| Até ao Básico - 3º ciclo | 462.900 | 448.200 | 484.000 | 464.800 | 8,0% |
| Secundário e pós-secundário | 131.500 | 147.200 | 179.100 | 149.400 | 21,7% |
| Superior | 80.600 | 94.300 | 108.000 | 91.900 | 14,5% |
| À procura de primeiro emprego | 66.700 | 75.600 | 80.200 | 73.800 | 6,1% |
| À procura de novo emprego | 608.300 | 614.000 | 690.800 | 632.300 | 12,5% |
| Agricultura, produção animal, caça, floresta e pesca (a) (b) | 11.500 | 14.800 | 16.600 | 14.000 | 12,2% |
| Indústria, construção, energia e água (a) (b) | 228.200 | 219.000 | 246.800 | 228.500 | 12,7% |
| Serviços (a) (b) | 338.200 | 355.700 | 399.800 | 362.200 | 12,4% |
| Desempregados por duração da procura | |||||
| Até 11 meses | 302.600 | 333.200 | 365.600 | 331.300 | 9,7% |
| 12 e mais meses (longa duração) | 372.400 | 356.400 | 405.500 | 374.900 | 13,8% |
| Desemprego 2º Trimestre | Desemprego 3º Trimestre | Desemprego 4º Trimestre | Valor Anual de Desemprego | ||
| Taxa de desemprego (%) | 12,1 | 12,4 | 14,0 | 12,7 | |
| Homens | 11,9 | 12,0 | 13,9 | 12,4 | |
| Mulheres | 12,4 | 12,9 | 14,1 | 13,1 | |
| Jovens (15-24 anos) | 27,0 | 30,0 | 35,4 | 30,1 | |
| Taxa de desemprego de longa duração (%) | 6,7 | 6,4 | 7,4 | 6,8 | |
| População inativa | |||||
| População inativa | 5 075,3 | 5 105,3 | 5 147,3 | 5 103,5 | 0,8 |
| População inativa (15 e mais anos) | 3.465.600 | 3.496.300 | 3.539.100 | 3.494.100 | 1,2 |
| Homens | 1.381.200 | 1.375.200 | 1 409,5 | 1.385.800 | 2,5 |
| Mulheres | 2.084.400 | 2.121.100 | 2.129.500 | 2.108.200 | 0,4 |
| Dos 15 aos 24 anos | 718.200 | 679.100 | 692.000 | 699.000 | 1,9 |
| Dos 25 aos 34 anos | 137.000 | 144.700 | 143.700 | 143.500 | - 0,7 |
| Dos 35 aos 44 anos | 135.200 | 156.400 | 157.900 | 148.300 | 1,0 |
| Dos 45 aos 64 anos | 830.900 | 853.300 | 869.600 | 845.200 | 1,9 |
| Com 65 e mais anos | 1.644.300 | 1.662.800 | 1.675.800 | 1.658.100 | 0,8 |
| Estudantes | 814.500 | 760.700 | 796.200 | 795.700 | 4,7 |
| Domésticos | 417.700 | 431.100 | 441.300 | 432.700 | 2,4 |
| Reformados | 1.601.100 | 1.606.000 | 1.593.300 | 1.594.100 | - 0,8 |
| Outros inativos | 632.300 | 698.400 | 708.300 | 671.500 | 1,4 |
| Taxa de inatividade (15 e mais anos) (%) | 38,4% | 38,7% | 39,1% | 38,7% | |
| Homens | 31,9% | 31,8 | 32,6% | 32,0 | |
| Mulheres | 44,3% | 45,0% | 45,2% | 44,8% | |
| Fonte: INE, Estatísticas do Emprego - 4º trimestre de 2011. | |||||
| Notas: | |||||
| (a) A experiência anterior de trabalho dos indivíduos desempregados à procura de novo emprego é caracterizada apenas para aqueles que deixaram o último emprego há oito ou menos anos. Por essa razão, a soma do número de desempregados à procura de novo emprego por setor da atividade anterior não corresponde ao total de indivíduos desempregados à procura de novo emprego. | |||||
| (b) As estimativas apresentadas têm como referência a CAE-Rev. 3. | |||||
| Sinais convencionais: | |||||
| o Dado inferior a metade do módulo da unidade utilizada. | |||||
| - Resultado nulo. | |||||
Write About Or Link To This Post On Your Blog - Easy Links :
Link Directly To This Post :
Link To The Homepage :
Subscrever:
Mensagens (Atom)




