... Julgo que depois destes malabarismos, os currículos das pessoas com funções políticas activas com o propósito de praticar o bem comum de uma nação, devem ser exigidos e publicados em Diário da Republica para qualquer cidadão poder consultar e certificar-se das habilitações de cada politico. Não deve ser uma opção, mas uma condição contemplada numa lei própria para o efeito, pois como sabemos, nenhum trabalhador é admitido numa função numa empresa, sem referências e/ou curriculo académico/profissional. será verdade que o PS está "calado" neste caso da licenciatura de M. Relvas porque o Irmão Maçon António Seguro dos Bancos (da Universidade Lusófona) foi um dos professores envolvido no processo?...
Mostrar mensagens com a etiqueta Prémio. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Prémio. Mostrar todas as mensagens

Política, Austeridade, Bancos E Crise Económica Europeia: "Europa Sem Solução Nem Luz Ao Fundo do Túnel e Pior Do Que Há Cinco Anos"; Joseph Stiglitz, Galardoado Com o Prémio Nobel da Economia



Europa sem Solução Nem luz ao fundo do túnel e pior do que há cinco anos, afirma Nobel da Economia


Joseph Stiglitz, galardoado com o Nobel da Economia em 2001, discorda dos líderes europeus que recentemente têm insistido em passar a mensagem de que a crise está a ser ultrapassada. Stiglitz afirma que a verdade é exactamente o inverso dessa afirmação: a Europa está pior hoje do que estava há cinco anos e não se vislumbra nenhum indício de melhoria.

Política, Austeridade, Bancos, Crise, Económica, Europeia, Europa, Nobel, Prémio, Joseph Stiglitz, Luz, Túnel


Joseph Stiglitz sublinha os esforços para a instauração de harmonização fiscal e união bancária na Europa, mas destaca negativamente o que diz ser a falta de vontade política e o desconhecimento por parte da classe política do papel dos bancos na resposta à crise.

A recuperação dos milhões de postos de trabalho que já se perderam desde o início da crise é fundamental para a revitalização da Economia, adianta ainda o Nobel norte-americano, que manifesta ainda pouca confiança na moeda única europeia.

Talvez lhe interesse saber:


"A Crise Económica Europeia Pode Acabar Já Se Existir Vontade Política"



A chanceler NAZI alemã, Angela Merker, defendeu a austeridade e pediu muito esforço aos parceiros europeus durante os próximos cinco anos para que a crise económica e monetária seja ultrapassada.


Campeonato Euro: Portugal Perde, Alemanha Ganha Crise Europeia, A NAZI Angela Merkel Defende A Austeridade E Quer Mais Cinco Anos de Sacrifícios dos Países Em Dificuldades; Mais Cinco, Depois Mais Dez, Mais Quinze, Mais Vinte; É Até Que Banqueiros NAZIS Escravizem Os Povos do Sul da Europa! Revolução É A Solução
http://revoltatotalglobal.blogspot.com/2012/11/campeonato-euro-portugal-perde-alemanha-ganha-crise-europeia-nazi-merkel.html

A chanceler NAZI alemã, Angela Merker, defendeu a austeridade e pediu muito esforço aos parceiros europeus durante os próximos cinco anos para que a crise económica e monetária seja ultrapassada.


A chanceler NAZI alemã visita Portugal no dia 12 de novembro

Dia 12 de Novembro, Angela Merkel vem a Portugal.

E Angela Merkel representa a Europa da austeridade, a Europa nas mãos do poder financeiro, a Europa dos directórios, do poder político não sufragado, a Europa cada vez mais sujeita a instâncias internacionais que promovem a destruição das nossas economias e sociedades. Angela Merkel é uma das figuras de proa da ideologia que nos impõe a pobreza, o desemprego, a precariedade e a destruição do estado social, tendo a troika e os governos troikistas como armas.

Não admitimos que outros decidam por nós. Não aceitamos que os nossos governos aceitem que nos destruam a todos para favorecer alguns. Recusamos em absoluto que as decisões sejam tomadas por quem não elegemos, mesmo quando quem elegemos se submete de bom grado a decisões que, pura e simplesmente, nos destroem.

Angela Merkel simboliza tudo isto. Por isso, queremos deixar muito claro que não manda aqui. Nunca votámos nela. Recusamos a austeridade que quer impor à Europa, como rejeitamos os governos que a aceitam.

Por tudo isto, vamos dizer-lhe, muito claramente: Fora Daqui!
http://revoltatotalglobal.blogspot.com/2012/11/protestos-contra-europa-austeridade-que-se-lixe-troika-merkel.html

Saindo do Largo do Calvário às 16h, seguiremos até Belém onde expressaremos claramente que a Merkel Não Manda Aqui!





Paul Krugman diz que era possível acabar com esta crise já... Se os políticos quisessem. Paul Krugman Elogia a Islândia.


Krugman lembra bem que estranhamente “estão muito mais esquecidas as memórias relativas às políticas deflacionárias do início da década de 1930, que foram na verdade aquilo que abriu caminho para a ascensão daquele ditador que todos sabemos quem é”.

Krugman diz que enquanto a Alemanha lucra com a crise, o que trama Portugal e Espanha, nações fracas do euro é o próprio euro


O que trama as nações fracas do euro (como Espanha e Portugalénão tendo meios de desvalorizar a moeda – como fez a Islândia no rescaldo da crise com sucesso – estão sujeitas ao “pânico auto--realizável”. O facto de não poderem “imprimir dinheirotorna esses países vulneráveis “à possibilidade de uma crise auto-realizávelna qual os receios dos investidores quanto a um incumprimento em resultado de escassez de dinheiro os levariam a evitar adquirir obrigações desse paísdesencadeando assim a própria escassez de dinheiro que tanto receiam”. É este pânico que explica os juros loucos pagos por PortugalEspanha e Itália, enquanto a Alemanha lucra a bom lucrar com a crise do euro – para fugir ao “pânico” os investidores emprestam dinheiro à Alemanha sem pedir juros e até dando bónus aos alemães por lhes deixarem ter o dinheirinho guardado em Frankfurt.

Se Krugman defende que “os países com défices orçamentais e problemas de endividamento terão de praticar uma considerável austeridade orçamental”, defende que para sair da crise seria necessário que “a curto prazo, os países com excedentes orçamentais precisam de ser uma fonte de forte procura pelas exportações dos países com défices orçamentais”.

Nada disto está a acontecer. “A troika tem fornecido pouquíssimo dinheiro e demasiado tardiamente” e

http://revoltatotalglobal.blogspot.com/2012/11/crise-economica-europeia-pode-acabar-ja-existir-vontade-politica-paul-krugman.html

Leia o Artigo Completo:

"Crise Económica Europeia Pode Acabar Já Se Existir Vontade Política"; Paul Krugman, Prémio Nobel da Economia


Sociedade de Avaliação Estratégica e Risco: Orçamento de Estado Impossível de Cumprir. OE2013 terá de ser revisto no verão. Quando é que vamos pedir o perdão da dívida?


SaeR: OE2013 terá de ser revisto no verão. Sociedade de Avaliação Estratégica e Risco diz que estamos no límite daruptura e só muito dificilmente não será pedido um segundo resgate. A pergunta que se coloca é quando é que vamos pedir o perdão da dívida?
Quanto ais tarde fôr reestruturada pior.

Sociedade de Avaliação Estratégica e Risco: Orçamento de Estado Impossível de Cumprir; "Este Oçamento Está nos Limites no Lado da Despesa e no Lado da Receita"; "Temos de Crescer 5% Ao Ano"; Quando é Que Vamos Pedir o Perdão da Dívida?" Pergunta José Poças Esteves, Presidente da SaeR

http://revoltatotalglobal.blogspot.com/2012/11/sociedade-avaliacao-estrategica-risco-orcamento-estado-impossivel-cumprir.html

"Orçamento de Estado Impossível de Cumprir. Quando é que vamos pedir o perdão da dívida?" Sociedade de Avaliação Estratégica e Risco


Crise Económica Europeia: Diferença Entre a Islândia, Portugal, Itália, Espanha e Grécia. Como Recuperar a Economia de Um País. Orçamento de Estado da Islândia 2013.


Contrariamente a Portugal, Irlanda, Espanha, Itália e Grécia que optaram por resgatar os bancos, na Islândia, o povo levantou-se contra os resgates e rapidamente a Islândia recuperou de um país na bancarrota para um crescimento superior ao da Alemanha, como o demostra o Orçamento de Estado de 2013.
http://revoltatotalglobal.blogspot.com/2012/10/crise-economica--europeia-diferenca-islandia-portugal.html

Crise Económica Europeia: Diferença Entre a Islândia, Portugal, Itália, Espanha e Grécia. Como Recuperar a Economia de Um País. Orçamento de Estado da Islândia 2013.


"Pesadelo Económico Social Europeu: O Plano Não Está a Funcionar É Preciso Mudar de Rumo e de Políticas"


Christopher T. Mahoney, ex-vice presidente da agência Moody's. NOVA YORK Perder uma longa guerra é sempre difícil de aceitar. Cercada pelos.
http://revoltatotalglobal.blogspot.com/2012/10/pesadelo-economico-social-europeu-plano-funcionar-austeridade-solucao.html

"Pesadelo Económico Social Europeu: O Plano Não Está a Funcionar É Preciso Mudar de Rumo e de Políticas"; Christopher T. Mahoney, ex-vice presidente da agência Moody's


"Está na hora de revolução na zona euro" 

"Portugal, Espanha, Itália, Espanha, Grécia Deve Revoltar-se"


"Está na hora de revolução na zona euro". Terminou o tempo para uma discussão "educada". O que está em causa no "Sul" da Europa é a diferença entre a Prosperidade e um Futuro de Miséria determinado pelas políticas seguidas pela UE...


A Alemanha Não Manda No Euro"; Os Países do Sul Têm de Se Revoltar Contra A Austeridade E Política de Estabilização de Preços; Terminou o Tempo De Discussão Educada; É Hora de Revolução na Zona Euro"; Opinião de Christopher T. Mahoney Ex Vice-Presidente Moodys
"Está na hora de revolução na zona euro". T erminou o  tempo para uma discussão "educada". O que está em causa no "Sul" da Europa é a diferença entre a Prosperidade e um Futuro de Miséria determinado pelas políticas seguidas pela UE...."

http://revoltatotalglobal.blogspot.com/2012/10/crise-economica-europeia-indignados-portugal-espanha-italia-grecia-irlanda-euro.html

Para ler mais:

"Está na hora de revolução na zona euro". Terminou o tempo para uma discussão "educada". O que está em causa no "Sul" da Europa é a diferença entre a Prosperidade e um Futuro de Miséria determinado pelas políticas seguidas pela UE; Christopher T. Mahoney, ex-vice presidente da agência Moody's


Catastroika, Sequestro da Democracia Pela Dívida; A Experiência Grega da Catástrofe das Políticas da Troika UE BCE FMI Aplicadas na Grécia


«A crise mundial que o sector da banca privada criou tornou-se um pretexto para o ataque generalizado aos bens públicos» Catastroika, A Democracia Sequestrada Pelos Banqueiros

http://revoltatotalglobal.blogspot.com/2012/09/catastroika-sequestro-democracia-divida-catastrofe-aplicacoes-politicas-troika-fmi-privatizacoes.html

Catastroika, Sequestro da Democracia Pela Dívida; A Experiência Grega da Catástrofe das Políticas da Troika UE BCE FMI Aplicadas na Grécia


Origens da Crise Económica Portuguesa Euro-milhões Máfia: Os Destruidores de Portugal e Arquitectos das Privatizações...


Portugal está a atravessar uma grave crise há muito programada pela elite da banca internacionadosl, uma crise programada pelo 1% que destrói o país e o mundo.
http://revoltatotalglobal.blogspot.com/2012/09/origens-crise-economica-portuguesa-euromilhoes-mafia.html

Origens da Crise Económica Portuguesa Euro-milhões Máfia: Os Destruidores de Portugal e Arquitectos das Privatizações. Lista de Sócios


Máfia Política Económica Conspiração Financeira Internacional...


Fantoches da Ásia: nomes e sobrenomes da Comissão Trilateral Asiática (em Inglês chamada "Trilateral Comission") é uma organização fundada 23 de junho de...
http://revoltatotalglobal.blogspot.com/2012/09/mafia-politica-economica-conspiracao-financeira-internacional-imperio-invisivel-global.html

Fantoches da Ásia: nomes e sobrenomes A Comissão Trilateral Asiática Uma Organização da Máfia Política Económica da Conspiração Financeira Internacional, Criada Pelo Banqueiro Rockefellerl.


Máfia Financeira Internacional; Manipulação de Mercado Português


Tese do Professor JAWDAT AbU-EL-HAJ da Universidade Federal do Ceará, Centro de Humanidades, Departamento de Ciências Sociais e Filosofia

Tese mostra Manipulação de Mercado Português no caso do negócio da OPA lançada pela SONAE á Portugal Telecom, em como os interesses da máfia financeira foram mobilizados, confundindo os portugueses, que estavam a ser defendidos os interesses de Portugal, quando na realidade eram defendidos os interesses corporativos da "The Corporation", liderada pelo BES
http://revoltatotalglobal.blogspot.com/2012/09/mafia-financeira-internacional-manipulacao-mercado-portugues-tese-professor-abu-el-haj-.html

Leia a Tese Completa:

Manipulação de Mercado Português; Tese do Professor JAWDAT AbU-EL-HAJ da Universidade Federal do Ceará


Reunião do Conselho de Governadores do Banco Central Europeu...


Transcrição da Conferência de Imprensa de Draghi
Para a conveniência dos leitores, Christopher T. Mahoney limpou a transcrição da de conferência de Governadores do Banco Central Europeu
http://revoltatotalglobal.blogspot.com/2012/10/reuniao-conselho-governadores-banco-central-europeu-transcricao.html

Transcrição da de conferência de Governadores do Banco Central Europeu; Transcrito por Christopher T. Mahoney, ex-vice presidente da agência Moody's


Organização Global da Máfia Financeira Internacioal Grupo dos Trinta do banqueiro Rockefeller


Organização Global da Máfia Financeira Internacioal Grupo dos Trinta Group Of Thirty Rockefeller Boys Cartel
O Grupo dos Trinta, frequentemente abreviado G30, é uma organização internacional privada sem fins Rockefeller Boys  composta por representantes da economia, politica e banca internaciol.

http://revoltatotalglobal.blogspot.com/2012/11/organizacao-global-da-mafia-financeira-internacional-grupo-dos-trinta.html

Grupo dos Trinta do banqueiro Rockefeller


Máfia Financeira Internacional Controladores do Mercado Euro


160 Bancos mais 41 Corporações Mega Empresas Multinacionais conhecidas por Mercados:

O Euro Banking Association (EBA) é uma associação Europeia de Bancos, também conhecida por associação da indústria financeira para a indústria de Mega Corporações Multinacionais. Os Únicos Que Lucram Com O Mercado Livre Europeu Nada-Livre
http://revoltatotalglobal.blogspot.com/2012/11/mafia-financeira-internacional-controladores-mercado-europeu-associacao-europeia-bancos.html

Máfia Financeira Internacional Controladores do Mercado Euro Euro Banking Association Os Mercados Que Lucram Com O Mercado Livre Europeu Nada-Livre



Máfia Privatizações Gang FMI Banca Internacional Coloca António Borges General Santander, Goldman Sachs FMI Bilderberg Arquitectos da Crise no Assalto dos Bancos "Os Donos de Portugal" á Privataria Portuguesa!

António Borges vai liderar equipa governamental para acompanhar privatizações. António Mendo de Castel-Branco do Amaral Osório Borges Santander Goldman Sachs
http://revoltatotalglobal.blogspot.com/2012/02/mafia-privatizacoes-gang-fmi-banca.html

Máfia Privatizações Gang FMI Banca Internacional Coloca António Borges General Santander, Goldman Sachs FMI Bilderberg Arquitectos da Crise no Assalto dos Bancos "Os Donos de Portugal" á Privataria Portuguesa!


O Máfia Financeira: Crise Euro; Política Económica Goldman Sachs, Catroga e as Negociações do Resgate Com FMI; Filme Donos de Portugal, e A Solução da Islândia


Máfia Financeira: Crise Euro; Política Económica Goldman Sachs, Moody's Standard & Poors Agências de Rating Cartel; Tsunami Social; Bancarrota, Falência de Portugal, Espanha, Grécia, Irlanda Bélgica, Itália, Catroga e as Negociações do Resgate Com FMI; Filme Donos de Portugal, e A Solução da Islândia
http://revoltatotalglobal.blogspot.com/2012/08/mafia-financeira-crise-euro-politica.html

O Máfia Financeira: Crise Euro; Política Económica Goldman Sachs, Catroga e as Negociações do Resgate Com FMI; Filme Donos de Portugal, e A Solução da Islândia


Operações Financeiras Internacionais: Portugal, Espanha, Agências Viagens Cayman Luxemburgo Suiça Lava Mais Branco; Conheça A Banca de Investimentos e Sistema Financeiro de Gestão de Fortunas Atrium


Operações Financeiras Internacionais: Portugal, Espanha, Agências Viagens Cayman Luxemburgo Suiça Lava Mais Branco; Conheça A Banca de Investimentos e Sistema Financeiro de Gestão de Fortunas Atrium Investimentos Sociedade Financeira de Corretagem, S.A. e APMI Atrium Portfolio Management Investements Negócios BCP, BPI, BBVA, MELLO, Chemical Bank, Deutsche Bank, O Capital Não Tem Fronteiras: Europa América, África, Ásia
http://revoltatotalglobal.blogspot.com/2012/07/operacoes-financeiras-internacionais.html

Operações Financeiras Internacionais: Portugal, Espanha, Agências Viagens Cayman Luxemburgo Suiça Lava Mais Branco; Conheça A Banca de Investimentos e Sistema Financeiro de Gestão de Fortunas Atrium

EuroMilhões, Bancos, Politicos, Gang, Máfia Portugal! Dívida Portuguesa do Futuro! Compromissos Assumidos Pelo Governo Com BES BCP JP Morgan FMI TROIKA BANKS Quadrilha Pra Gerações Futuras


EuroMilhões, Bancos, Politicos, Gang, Máfia Portugal! Dívida Portuguesa do Futuro! Compromissos Assumidos Pelo Governo Com BES BCP JP Morgan FMI TROIKA BANKS Quadrilha Pra Gerações Futuras: INSECTOS RASTEJANTES, REVOLTEM-SE!

O BES emitiu 1,5 mil milhões de dívida com garantia em nome do povo português dada pelo políticos que estão á frente da destruição do Estado Português. O BCP também emitiu 1,5 mil milhões de dívida com garantia em nome do povo português dada pelo políticos que estão á frente da destruição do Estado Português
http://revoltatotalglobal.blogspot.com/2012/02/euromilhoes-bancos-politicos-gang-mafia.html

EuroMilhões, Bancos, Politicos, Gang, Máfia Portugal! Dívida Portuguesa do Futuro! Compromissos Assumidos Pelo Governo Com BES BCP JP Morgan FMI TROIKA BANKS Quadrilha Pra Gerações Futuras

Assassino Económico Arrependido! Greg Smith CEO Objector de Consciência Acusa Goldman-Sachs de Vigarice! Carta de Demissão do Banqueiro Ex Director Executivo Europa, EUA Médio Oriente e África



"Greg Smith renunciou hoje como director executivo do Goldman Sachs e chefe da firma de negócios Estados Unidos e derivados na Europa, Oriente Médio e África. (United States equity derivatives business in Europe, the Middle East and Africa.).

Traduzimos e reproduzimos abaixo a carta de Greg Smith, publicada no NY Times com o título Why I am Leaving Goldman Sachs, na Business Insider's Joe Wiesenthal chamou-lhe "the buzzy Wall Street story of the day" and "sure to be another PR nightmare for Goldman Sachs.", no Huntington post Michael Calderone escreve Greg Smith's Goldman Sachs Resignation Letter Was 'Vetted' By New York Times". O the Times' own DealBook esteve live-blogging the fallout..."

http://revoltatotalglobal.blogspot.com/2012/03/assassino-economico-arrependido-greg.html

Assassino Económico Arrependido! Greg Smith CEO Objector de Consciência Acusa Goldman-Sachs de Vigarice! Carta de Demissão do Banqueiro Ex Director Executivo Europa, EUA Médio Oriente e África


Documentário: "Assassino Económico": Como Se Destrói um País "Let's Make Money" John Perkins Video

"Assassino económico": como se destrói um país (vídeo)
"Let's make money" é um depoimento perturbador de John Perkins, cidadão americano que se auto-intitula como ex-assassino económico. Perkins explica como se destrói um país... em nome do dinheiro.
http://revoltatotalglobal.blogspot.com/2011/07/documentario-assassino-economico-como.html

Documentário: "Assassino Económico": Como Se Destrói um País "Let's Make Money" John Perkins Video

Crise Económica Financeira Europeia? Euro Boys & Girls Rockefeller Goldman Sachs Santander Bancos Globais Cartel: Comissão Trilateral Comando da Europa!


A Comissão Trilateral foi fundada em 1973 por iniciativa de David Rockefeller, o presidente do poderoso banco Chase Manhattan Bank, director de diversas empresas multinacionais e de fundações isentas de impostos.

Entre os cerca de 300 membros iniciais, estavam acadêmicos, políticos, magnatas da indústria, banqueiros internacionais, líderes de centrais sindicais e diretores dos gigantes da mídia. Desde a eleição de Jimmy Carter, em 1976, o Poder Executivo nos EUA foi literalmente seqüestrado pelos membros da Comissão Trilateral. Esse domínio quase absoluto, especialmente nas áreas do comércio, bancos, economia e política externa continua até hoje. Os fundamentos filosóficos da Comissão Trilateral são coletivistas: pró-marxismo, pró-socialismo e pró-fascismo. A Comissão está solidamente posicionada contra o conceito do Estado-nação e
http://revoltatotalglobal.blogspot.com/2012/02/anonymous-crise-economica-financeira.html

Crise Económica Financeira Europeia? Euro Boys & Girls Rockefeller Goldman Sachs Santander Bancos Globais Cartel: Comissão Trilateral Comando da Europa!

TugaLeaks Anonymous Portugal, Alerta: África Ásia Brasil! Comando Comissão Trilateral Portuguesa Luso Bancos Cartel! Jorge Braga de Macedo Rockefeller Boy Presidente do Instituto de Investigação Científica Tropical


Hoje em dia, em "tempos de crise financeira mundial", é nossa obrigação, interrogarmo-nos porquê?


Qual a razão de ser da crise?

Terão os portugueses gasto demais?

Terão vívido acima das possibilidades?

Mas quando isso acontece, as pessoas, pedem um empréstimo ao banco, para isso têm que dar uma garantia, e ter um bfiador, por vezes... e se não pagam, o banco e os credores não perdoam, e a quem pediu emprestado, até a camisa lhe levam. 
http://revoltatotalglobal.blogspot.com/2012/02/tugaleaks-anonymous-portugal-alerta.html

TugaLeaks Anonymous Portugal, Alerta: África Ásia Brasil! Comando Comissão Trilateral Portuguesa Luso Bancos Cartel! Jorge Braga de Macedo Rockefeller Boy Presidente do Instituto de Investigação Científica Tropical


Toda a Verdade Sobre Crimes de PPC Passos Coelho Presidente e Candidato do PSD Download

Verdade sobre Passos Coelho Todos os candidatos destas eleições viram a sua vida escrutinada ao mais ínfimo pormenor.
http://revoltatotalglobal.blogspot.pt/2011/05/eleicoes-portugal-toda-verdade-sobre.html

Toda a Verdade Sobre Crimes de PPC Passos Coelho Presidente e Candidato do PSD Download

UE Planos Alemanha NAZI Revelados: Documentos Secretos EUA US Military Intelligence Secret Report EW-Pa 128 Red House Report


UE Planos Alemanha NAZI Revelados: Documentos Secretos EUA US Military Intelligence Secret Report EW-Pa 128 Red House Report, O Protocolo de Budapeste, Origem Germânica PS PSD Criado pela Maçonaria
Revelado: O relatório secreto que mostra como os nazistas planearam o Quarto Reich...na União Europeia US Military Intelligence report EW-PA 128...
http://revoltatotalglobal.blogspot.pt/2012/02/ue-planos-alemanha-nazi-revelados.html

UE Planos Alemanha NAZI Revelados: Documentos Secretos EUA US Military Intelligence Secret Report EW-Pa 128 Red House Report

Máfia NAZI Controla UE: Discurso de Auschwitz “Relay of Life” Passagem do Testemunho dos Guardiães da Memória; Dr Rath Health Foundation Denuncia BAYER BASF Chemical Drug Oil Cartel

"Em nome de nossa fundação, desejo-vos as boas vindas. Gostaria também de agradecer August Kowalczyk, Helena Wisla e á Fundação Hospicjum Foundation Oswiecim, pelo grande esforço para organizar esta reunião. Há mais de quatro anos atrás eu conheci August Kowalczyk, pela primeira vez numa conferência da nossa fundação, em Haia, na Holanda, onde ele compartilhou as suas experiências de Auschwitz.


Neste meio tempo, nós encontramos-nos muitas vezes mais e eu tive também a honra de conhecer outros guardiões da memória de Auschwitz. Hoje vocês decidiram passar o “relay of life” da lembrança, o "revezamento da vida" para a próxima geração. Ter a honra de transportar a memória, dos sobreviventes de Auschwitz, na próxima geração é a mais alta honraria que qualquer organização ou qualquer ser humano pode receber.

But we are not alone here today. Mas não estamos sozinhos aqui hoje. With us is the memory of those millions of people who were brutally murdered in the KZ Auschwitz I, Birkenau and the IG Farben KZ Monowitz. Com nós é a memória dos milhões de pessoas que foram brutalmente assassinados no KZ Auschwitz I, Birkenau ea IG Farben KZ Monowitz.

Conoscos estão as pessoas da Polônia, Tchecoslováquia, Bélgica, França, Grã-Bretanha, Grécia, Holanda, Noruega, Rússia, Iugoslávia, e de muitas outras nações..."
http://revoltatotalglobal.blogspot.com/2012/05/mafia-nazi-controla-ue-discurso-de.html

Máfia NAZI Controla UE: Discurso de Auschwitz “Relay of Life” Passagem do Testemunho dos Guardiães da Memória; Dr Rath Health Foundation Denuncia BAYER BASF Chemical Drug Oil Cartel


TugaLeaks Segredos NAZI Revelados: Documentos Secretos Desclassificados FBI Provam: Hitler Não Morreu e Fugiu para a Argentina Download


FBI Leaked Files: Arquivo do FBI desclassificado: Prova que afinal, Hitler não mourreu e fugiu para a Argentina

livro «O exílio de Hitler», do jornalista Abel Basti, divulgou um documento que defende a tese segundo a qual o líder nazi não se suicidou, mas antes terá conseguido fugir para Espanha e depois para a Argentina, refere a EFE...

Arquivo desclassificado do FBI: Prova que Hitler não morreu, e fugiu para a Argentina
http://revoltatotalglobal.blogspot.com/2012/02/tugaleaks-segredos-nazi-revelados.html

TugaLeaks Segredos NAZI Revelados: Documentos Secretos Desclassificados FBI Provam: Hitler Não Morreu e Fugiu para a Argentina Download

Revelação Soviética Viagem Ocidente A Oriente Passado de Angela Dorothea Kasner, Merkel Filha de Hitler , Rising Star, a "Dama de Ferro da Europa, a Cortina de Ferro e o Vaticano


Agora vamos tratar de um outro assunto bastante polémico, que é o facto de acordo com documentos da STASI, e KGB, dizer que a chancele alemã Agela Merkel é filha de Hitler.

Foi em 1954, na Alemanha, nasceu uma criança, uma menina, a quem os relatórios reputam ser Angela Merkel, a chanceler da Alemanha. Com a data oficial de nascimento, com a data de 17 de julho de 1954. É interessante referir que o arquivo GDR Stasi sobre Angela Merkel, que está atualmente nos arquivos da KGB da ex-união soviética, apresentam uma data diferente para o nascimento de Angela Dorothea Kasner, vulgo Angela Merkel. Os documentos do KGB referem que o nascimento de Angela Merkel foi em 20 de abril de 1954. Se o arquivo de cidadão da polícia secreta do temido Ministerium für Staatssicherheit (GDR) estiver correto, então a filha de Hitler, Angela Merkel nasceu em 65 º aniversário do nascimento de Adolph Hitler em 20 de abril de 1889...
http://revoltatotalglobal.blogspot.com/2012/03/revelacao-sovietica-viagem-ocidente.html

Revelação Soviética Viagem Ocidente A Oriente Passado de Angela Dorothea Kasner, Merkel Filha de Hitler , Rising Star, a "Dama de Ferro da Europa, a Cortina de Ferro e o Vaticano




Write About Or Link To This Post On Your Blog - Easy Links :
Link Directly To This Post :

Link To The Homepage :

Crise Económica Europeia Pode Acabar Já Se Existir Vontade Política: Opinião de Paul Krugman Prémio Nobel Economia Culpa Políticos Pelo Prologar da Crise Financeira e diz Que: "A Opinião Política Dominante Proíbe o Fim da Crise; E Enquanto a Alemanha Lucra Com aCrise, o Que Trama Portugal e Espanha, Nações Fracas do Euro, é o Próprio Euro"



Paul Krugman diz que era possível acabar com esta crise já... Se os políticos quisessem. Mas para além de Paul Krugman nos mostrar que a crise só não acaba por culpa dos os bandidos e traidores políticos, Krugman tambén nos diz que enquanto a Alemanha lucra com a crise, o euro é o que trama Portugal e Espanha, nações fracas do euro.

 Já aqui falámos das indústrias IG Farben (Bayer, Hoesch, Basf, Deutsche Bank...) e das políticas que levaram á II Guerra Mundia, Paul Krugman recorda-nos a crise dos anos 1920, seguida pela deflação de 1930 e a política de austeride levou á subida ao poder daquele ditador holocausto, de nome Adolfo Hitler e alegadamente pai de Angela Merkel

E Enquanto a Alemanha Lucra Com aCrise, o Que Trama Portugal e Espanha, Nações Fracas do Euro, é o Próprio Euro

Krugman do Grupo dos Trinta diz que enquanto a Alemanha lucra com a crise, o que trama Portugal e Espanha, nações fracas do euro, é o próprio euro.
Os instrumentos económicos existem mas a opinião política dominante proíbe o fim da crise. Paul Krugman, Prémio Nobel da Economia, apela ao fim dessa corrente austeritária, sacrificial e assassina de empregos. Ana Sá Lopes leu e gostava de assinar por baixo

Crise, Económica, Europeia, Política, Políticos, Financeira, Nobel, Prémio, Culpa, Economia, Paul Krugman, Alemanha, Portugal, Espanha, Euro, Nações


Nestes últimos três anos caiu-nos uma depressão em cima da cabeça, e o que fizemos?


Procurámos culpados. O “viver acima das nossas possibilidades” e “os malefícios do endividamentosão duas cantigas populares dos últimos anos. E, no entanto, antes de a crise ter rebentado na América e de se ter propagado à Europa, o nível de endividamento de alguns dos países do sul da Europa, como Portugal e Espanha, tinha vindo a reduzir-se. Os gráficos estão lá e mostram que sim (como mostram que o gigante alemão também está fortemente endividado).

Mas porque é que as pessoas não querem acreditar nisto?


Nem sequer apreender o facto de terem sido “praticamente todos os principais governos” que, “nos terríveis meses que se seguiram à queda do banco de investimento Lehman Brothers, concordaram em que o súbito colapso das despesas do sector privado teria de ser contrabalançado e viraram-se então para uma política orçamental e monetária expansionista num esforço para limitar os danos”? A Comissão Europeia e a Alemanha estavam “lá”. E, de repente, tudo mudou.

Uma das maiores dificuldades de lidar com esta crise é, em primeiro lugar, o facto natural de tanto o cidadão comum como Jesus Cristo não perceberem nada de finanças, a menos quando lhe vão ao seu próprio bolso (ou perde o emprego). A outra é o poder da narrativa do “vivemos acima das nossas possibilidades”, aquilo a que Krugman chama a “narrativa distorcida” europeia, “um relato falso sobre as causas da crise que impede verdadeiras soluções e conduz de facto a medidas políticas que só pioram a situação”. Krugman ataca “uma narrativa absolutamente errada”, consciente de queas pessoas que apregoam esta doutrina estão tão relutantes como a direita americana em ouvir a evidência do contrário”.

Três quartos do livro-manifesto “Acabem com esta crise já” é dedicado aos Estados Unidos, pátria de Krugman. Mas tendo em conta o nosso “interesse nacional”, centremo-nos no que diz sobre a Europa.


Krugman refuta a explicação popular e maioritária sobre a situação actual na Europapaíses sob tutela de troika e pedidos de resgate à média de dois por ano. “Eis, então, a Grande Ilusão da Europa: é a crença de que a crise da Europa foi essencialmente causada pela irresponsabilidade orçamental. Diz essa história que os países europeus incorreram em excessivos défices orçamentais e se endividaram demasiado – e o mais importante é impor regras que evitem que isto volte a acontecer”.

Krugman aceita que a Grécia (e Portugal, “embora não à mesma escala) incorreu em “irresponsabilidade orçamental”, mas recusa a “helenização” do problema europeu. “A Irlanda tinha um excedente orçamental e uma dívida pública reduzida na véspera do deflagrar da crise (...) A Espanha também tinha um excedente orçamental e uma dívida reduzida. A Itália tinha um alto nível de endividamento herdado das décadas de 1970 e 1980, quando a política era realmente irresponsável, mas estava a conseguir fazer baixar de forma progressiva o rácio do endividamento em relação ao PIB”. Ora um graficozinho do FMI demonstra que, enquanto grupo, “as nações europeias que se encontram actualmente a braços com problemas orçamentais conseguiram melhorar de forma progressiva a sua posição de endividamento até ao deflagrar da crise”. E foi só com a chegada da crise americana à Europa que a dívida pública disparou. Explicar isto aos “austeritários” é uma tarefa insana. Diz Krugman: “Muitos europeus em posições-chavesobretudo políticos e dirigentes na Alemanha, mas também as lideranças do Banco Central Europeu e líderes de opinião espalhados pelo mundo das finanças e da bancaestão profundamente comprometidos com a Grande Ilusão e nada consegue abalá-los por mais provas que haja em contrário. Em consequência disso, o problema de responder à crise é muitas vezes formulado em termos morais: as nações estão com problemas porque pecaram e devem redimir-se por via do sofrimento”. Ora é esta exactamente a história que nos conta o governo e que é, segundo Paul Krugman, “um caminho muito mau para se abordar os problemas que a Europa enfrenta”.

Ao contrário do que muita gente possa pensar, Krugman não é um perigoso socialista. E, céus, até defende a austeridade (alguma, mas não esta). Vejam como ele explica a crise espanhola, que considera a crise emblemática da zona euro: “Durante os primeiros oito anos após a criação da zona euro a Espanha teve gigantescos influxos de dinheiro, que alimentaram uma enorme bolha imobiliária e conduziram a um grande aumento de salários e dos preços relativamente aos das economias do núcleo europeu [Alemanha, França e Benelux]. O problema essencial espanhol, do qual derivam todos os outros, é a necessidade de voltar a alinhar custos e preços. Como é que isso pode ser feito?”. O Nobel explica: “Poderia ser feito por via da inflação nas economias do núcleo europeu. Imagine-se que o BCE seguia uma política de dinheiro fácil enquanto o governo alemão se empenhava no estímulo orçamental; isto iria implicar pleno emprego na Alemanha mesmo que a alta taxa de desemprego persistisse em Espanha. Os salários espanhóis não iriam subir muito, se é que chegavam a subir, ao passo que os salários alemães iriam subir muito; os custos espanhóis iriam assim manter-se nivelados, ao passo que os custos alemães subiriam. E para a Espanha seria um ajustamento relativamente fácil de fazer: não seria fácil, seria relativamente fácil”.

Já aqui falámos das indústrias IG Farben (Bayer, Hoesch, Basf, Deutsche Bank, das políticas Paul Krugman recorda a crise dos anos 1920, seguida pela deflação de 1930 e a política de austeride levou á subida ao poder daquele ditador holocausto, o pai de Angela Merkel


Ora, esta maneira “relativamente fácil” de resolveer a crise europeia tem estado condenada (vamos ver o que se segue ao novo programa de compra de dívida do BCE, criticado pelo presidente do Bundesbank) pela irredutibilidade alemã relativamente à inflação, “graças às memórias da grande inflação ocorrida no início da década de 1920”. Krugman lembra bem que estranhamente “estão muito mais esquecidas as memórias relativas às políticas deflacionárias do início da década de 1930, que foram na verdade aquilo que abriu caminho para a ascensão daquele ditador que todos sabemos quem é”.

Krugman diz que enquanto a Alemanha lucra com a crise, o que trama Portugal e Espanha, nações fracas do euro é o próprio euro


O que trama as nações fracas do euro (como Espanha e Portugal) é, não tendo meios de desvalorizar a moedacomo fez a Islândia no rescaldo da crise com sucessoestão sujeitas ao “pânico auto--realizável”. O facto de não poderem “imprimir dinheirotorna esses países vulneráveis “à possibilidade de uma crise auto-realizável, na qual os receios dos investidores quanto a um incumprimento em resultado de escassez de dinheiro os levariam a evitar adquirir obrigações desse país, desencadeando assim a própria escassez de dinheiro que tanto receiam”. É este pânico que explica os juros loucos pagos por Portugal, Espanha e Itália, enquanto a Alemanha lucra a bom lucrar com a crise do europara fugir ao “pânicoos investidores emprestam dinheiro à Alemanha sem pedir juros e até dando bónus aos alemães por lhes deixarem ter o dinheirinho guardado em Frankfurt.

Se Krugman defende que “os países com défices orçamentais e problemas de endividamento terão de praticar uma considerável austeridade orçamental”, defende que para sair da crise seria necessário que “a curto prazo, os países com excedentes orçamentais precisam de ser uma fonte de forte procura pelas exportações dos países com défices orçamentais”.

Nada disto está a acontecer. “A troika tem fornecido pouquíssimo dinheiro e demasiado tardiamente” e, “em resultado desses empréstimos de emergência, tem-se exigido aos países deficitários que imponham programas imediatos e draconianos de cortes nos gastos e subidas de impostos, programas que os afundam em recessões ainda mais profundas e que são insuficientes, mesmo em termos puramente orçamentais, à medida que as economias encolhem e causam uma baixa de receitas fiscais”. Conhece esta história, não conhece?

Por Ana Sá Lopes, publicado em 24 Set 2012


Veja Como Os Islandeses Vencem a Crise e o Orçamento de Estado da Islândia Para 2013

Conheça o Sistema Financeiro Europeu e a Associação Europeia de Bancos


Sociedade de Avaliação Estratégica e Risco: Orçamento de Estado Impossível de Cumprir; "Este Oçamento Está nos Limites no Lado da Despesa e no Lado da Receita"; "Temos de Crescer 5% Ao Ano"; Quando é Que Vamos Pedir o Perdão da Dívida?" Pergunta José Poças Esteves, Presidente da SaeR

http://revoltatotalglobal.blogspot.com/2012/11/sociedade-avaliacao-estrategica-risco-orcamento-estado-impossivel-cumprir.html


Write About Or Link To This Post On Your Blog - Easy Links :
Link Directly To This Post :

Link To The Homepage :

Crime Económico Máfia EuroMilhões Político Negócios Familiares Saga BPN Prémio Atlãntico: Governo Passos Vende Pavilhão Atlântico a Luis Montez Genro de Cavaco, o Construtor do Imóvel Com Um Prejuizo de 33,7 Milhões de Euros Para o Estado Contribuinte



Negociatas familia BPN. Luís Montez, Genro de Cavaco Silva, o construtor da obra foi o vencedor do Prémio BPB Pavilhão Atlântico, ficando co o imóvel por um preço 33.667.768,68 Euros inferior ao preço de custo.


O consórcio Arena Atlântico, constituído por Luís Montez,dono da Música no Coração, Álvaro Ramos, da Ritmos&Blues, e a actual equipa de gestão do Pavilhão Atlântico ganhou o concurso de compra daquele pavilhão,  que custou 11 Milhões de contos, por 21,2 milhões de euros, 33,7 Milhões de euros a menos..

 

TODOS DIAS ROUBOS

EuroMilhões, Saga, BPN, Máfia, Prémio, Atlãntico, Crime, Económico, Político, Negócios, Familiares, Governo, Passos, Vende, Pavilhão, Cavaco, Prejuízo, Milhões, Estado, Contribuinte


Claro que os que se estão a governar dizem que: " vencedor foi escolhido essencialmente pela questão do preço, já que as propostas se equilibravam nas restantes exigências do caderno de encargos, especificou a ministra da Agricultura, Mar e Organização do Território, Assunção Cristas, no final da reunião do Conselho de Ministros.

Luís Montez, genro de Cavaco Silva, deixa assim para trás o consórcio liderado pela CIP – Confederação da Indústria Portuguesa, que integra também a consultora Cunha Vaz & Associados e a Normex, e ainda a empresa multinacional AEG, que opera na área do entretenimento.

A construção do pavilhão, uma das obras emblemáticas da Expo-98, custou na altura o equivalente a cerca de 54 milhões de euros e estima-se que o orçamento da sua manutenção anual ascenda aos 600 mil euros.

Em termos formais, o negócio inclui a venda da sociedade Atlântico – Pavilhão Multiusos de Lisboa, S.A., proprietária do pavilhão, e da empresa de bilhética associada, a Blueticket, S.A.

Além do melhor preço, o caderno de encargos exigia que as propostas promovessem a “estabilidade da gestão do imóvel”, bem como preservassem “a vocação de sala de espectáculos com uma programação activa, relevante, diversificada”, para que a infraestrutura fosse “um pólo dinamizador da economia local e nacional”, realizando grande eventos, descreveu Assunção Cristas. Os concorrentes tiveram que entregar um plano de negócios a quatro anos, detalhado, para as duas empresas, que deveria incluir garantias de financiamento bem como projectos de investimento e expectativas quanto ao quadro de funcionários.

“O critério que nos permitiu fazer melhor seriação e desempate foi o da maximização do encaixe financeiro”, afirmou, já que os três concorrentes cumpriam na plenitude todos os critérios, incluindo as garantias financeiras. O comunicado do Conselho de Ministros diz que a proposta vencedora destacou-se também "por apresentar um sólido compromisso de realizar um plano de actividades coerente, de preservar os postos de trabalho, de assegurar uma estrutura accionista e de assumir um plano de estabilidade e garantia que acautelam a estabilidade da gestão" do pavilhão e a preservação da sua vocação.

Para além de Luís Montez - que apesar de dono da promotora de espectáculos Música no Coração entra no consórcio a título individual - e da Ritmos&Blues, e da actual equipa de gestão do Atlântico - liderada por Jaime Fernandes e Jorge Silva -, o consórcio vencedor integra, na vertente financeira, um fundo de capital de risco do Banco Espírito Santo, o BESPME. Além de financiar a operação, o BES também esteve ao lado de Luís Montez na qualidade de assessor financeiro do empresário, enquanto o Banco BIG, de Carlos Rodrigues, foi o consultor da equipa de quadros do pavilhão que se aliou ao consórcio vencedor e da Ritmo&Blues.

Realçando ter sido um “processo aberto” e que não estava obrigado a ser decidido em Conselho de Ministros, a ministra contou que foram “contactadas 27 entidades com perfil comercial ou financeiro que poderia ser interessante para este equipamento”. A Parque Expo registou várias consultas e no final recebeu três propostas concretas de aquisição do pavilhão, que passaram à fase de negociação. Essa fase de negociação foi conduzida pela Parque Expo, com o apoio de assessores financeiros e jurídicos – modelo que aliás será seguido em todas as privatizações que o Estado tenciona levar a cabo.

“O grupo Parque Expo tem uma dívida de 200 milhões de euros, daí a decisão de realizar activos, vendendo conjunto de património relevante sobre o qual o Estado não tem função pública crucial a prosseguir”, argumentou Assunção Cristas."

Mais um ROUBO do CLUBE BPN




---

CuriosidadesSobre o Pavilhão Atlântico


A

Arquitectura
A arquitectura do Pavilhão Atlântico nas suas formas simples e inovadoras é um dos pólos de atracção do Parque das Nações. Um design que respira modernidade e uma concepção marcada por preocupações ambientais conquistam visitantes do Atlântico e técnicos a nível internacional.



B

Bastidores
Os corredores do Atlântico enchem-se de adrenalina, essa euforia mágica que antecipa cada espectáculo.
Na azáfama dos preparativos vão ficando recordações que fazem também a história do Pavilhão.

Ainda existe no Atlântico a alcatifa lilás forte, usada para forrar o chão do camarim de Prince. Uma exigência da superstar.

Marilyn Manson, o enfant terrible do rock, objecto de boatos sobre actividades perversas e até satânicas, apresentou-se afinal, fora das luzes da ribalta, quase como um “menino de coro”. Todas as medidas de segurança revelaram-se desnecessárias perante o comportamento da banda e dos fiéis seguidores de Manson.
A prova definitiva de que o hábito não faz o monge foi o camarim de Marilyn Manson deixado num estado exemplar.

Os Xutos e Pontapés comemoraram os 20 anos do grupo no Pavilhão Atlântico. Um concerto inesquecível que juntou várias gerações.

Daniela Mercury está também entre as recordistas do Atlântico. O concerto de Daniela juntou milhares de admiradores. O Pavilhão atingiu o máximo da sua lotação com a baiana imparável.



C

Caranguejo
Caranguejo-ferradura, animal marinho, existente há mais de 200 milhões de anos.
Para traçar o design do Pavilhão Atlântico, os seus criadores inspiraram-se neste "limulus polyphemus", um resistente viajante dos oceanos.

Espaço que desafia as concepções mais conservadoras; no interior desta carapaça marinha encontramos vestígios de uma nau atracada no Tejo, desde os tempos quinhentistas.

O seu cavername, em madeira, virado com a quilha para o espaço, aponta para navegações futuras.



D

Desporto
A arena do Atlântico apresenta uma versatilidade extraordinária, um espaço que se recria em função dos eventos que acolhe: da concentração do Grande Prémio de Lisboa de esgrima a contar para o campeonato mundial, até ao entusiasmo do campeonato do mundo de juniores de basquetebol, passando pelo segundo campeonato do mundo de Kickboxing ou do campeonato do mundo de Trial.

A sala Tejo, de dimensões mais reduzidas, cria um ambiente mais reservado, fundamental em certos acontecimentos desportivos.

O Atlântico reúne condições ideais para realizar esta variedade de espectáculos. Na programação 2000 para o Pavilhão, o Masters de ténis, agendado para o final do ano, foi uma das atracções mais esperadas.



E

Energia
O edifício do Pavilhão Atlântico conjugou uma estética apurada com os mais modernos conceitos de poupança energética, eficácia de gestão e qualidade ambiental.

A climatização do edifício é feita na zona das cadeiras (é daí que sai o ar a baixa velocidade) em vez de ser pelo tecto do Pavilhão, o que aumentaria o seu consumo.

Uma parte significativa do edifício fica abaixo do nível do solo; uma opção que vem reduzir o impacto térmico e permite dar ao pavilhão, no exterior, uma escala humana.

O Pavilhão foi construído de forma a tirar partido das horas de sol, no Inverno, e da sombra, no Verão. A água do Tejo é usada para o pré-arrefecimento do ar. Comparando este sistema com outros sem as mesmas preocupações ecológicas, conclui-se que o Atlântico poupa energia da ordem dos 36% no Inverno e dos 63% no Verão.

O Pavilhão conquistou um estatuto internacional, ainda na sua fase de construção, ao conseguir que a sua candidatura fosse aceite no pelo Thermie Europe 2000. Esta classificação é atribuída a edifícios europeus mais amigos do ambiente, a nível energético.



F

Flexibilidade
"Flexibilidade" é uma palavra chave no Pavilhão Atlântico desde a sua construção. Mais do que isso, constitui um código de conduta a seguir em acções futuras.

Os responsáveis da empresa Atlântico, Pavilhão Multiusos de Lisboa, SA, têm como objectivo alargar o leque dos serviços prestados, aumentando o seu reconhecido grau de adaptação a novos desafios.



G

Glulam
Glulam é um composto de madeira (na construção do Pavilhão Atlântico foi usado o pinho nórdico devido à sua elevada resistência), formado por lâminas coladas de forma tal que as fibras ficam orientadas segundo o mesmo eixo. Com este processo obtém-se uma madeira com resistência superior à matéria-prima original.

O Glulam é um dos mais ecológicos e favoráveis materiais de construção civil. A sua matéria-prima é produzida em florestas geridas de forma sustentada. A madeira consome pouca energia durante o crescimento e é facilmente biodegradável.
Inicialmente desenvolvido para a indústria de mobiliário, o Glulam passou a ser usado na construção civil a partir de 1907.

Durante a Segunda Guerra Mundial, devido à sua boa relação peso/resistência, foi um material também utilizado na construção de lanchas torpedeiras e aviões de caça. A criação deste composto de madeira só foi possível graças aos avanços tecnológicos no domínio das colas sintéticas.



H

High Tech
A tecnologia de ponta ao serviço do saber e da criatividade. A utilização da informática na simulação do comportamento da madeira permitiu alcançar resultados excepcionais na concepção do Pavilhão Atlântico.

Foi possível obter uma estrutura mais leve do que a sua equivalente em betão, mais resistente ao fogo e aos efeitos sísmicos, com baixos custos de manutenção e boas características térmicas e acústicas.

Horas
Cada uma das peças da estrutura foi laboriosamente desenhada, ensaiada e corrigida em computador, o que correspondeu a 12 mil horas de trabalho. Depois, os desenhos foram introduzidos na memória de máquinas comandadas informaticamente que talharam, serraram, tornearam e uniram as pranchas até obterem as formas pretendidas.



I

Iluminação

As salas de espectáculos têm uma iluminação natural e difusa. A entrada da luz natural faz-se também sentir na circulação periférica, ou seja, no chamado "deambulatório", zona de entrada e circulação do público para acesso às portas de entrada nas arenas da sala Atlântico e da sala Tejo.

Incêndio
Os materiais usados na construção do Pavilhão Atlântico garantem um elevado grau de segurança contra incêndios e efeitos sísmicos.

Ao fim de 60 minutos de um incêndio uma viga com um metro e meio por 60 centímetros passou a ter 1,42 por 51 centímetros. Enquanto o aço perde a sua têmpera com o fogo e amolece, o betão dilata e quebra, a madeira, apesar de enegrecida mantém as suas qualidades de resistência.

Segundo o arquitecto Regino Cruz , "dificilmente uma estrutura destas entrará em colapso".



J

Juventude
Milhares de jovens já vibraram ao som dos seus grupos musicais favoritos. Eles têm contribuído para dar ao Pavilhão Atlântico uma personalidade cada vez mais afirmativa.

Mas o Atlântico, desde a sua génese, tem-se afirmado como um espaço que reúne várias gerações; aqui, pais e filhos, avós e netos têm uma vivência comum.
Esta é uma característica que se irá manter. O uso do Pavilhão e as pessoas que a ele acorrem estão a escrever a sua história, a história de um espaço aberto à cidade, ao país e ao mundo.



L

Localização
Situado entre a Torre Vasco da Gama , o Pavilhão de Portugal, e a Estação do Oriente, o Pavilhão Atlântico fica no centro de um triângulo que simboliza uma nova imagem Lusa.

Inserido num espaço de exterior de rara beleza e qualidade, o Atlântico beneficia de uma extensa rede de acessos, concentrados no mais moderno terminal de transportes de Lisboa, e ainda da proximidade com o Centro Vasco da Gama, o principal pólo comercial do Parque das Nações. Um local privilegiado.
Um espaço idealizado para acolher os mais diversos eventos.



M

Multiusos
O nome levanta a ponta do véu sobre as potencialidades do Pavilhão Atlântico e capacidades desta empresa.

A Atlântico está preparada para fornecer uma variedade de serviços adequados a um conjunto igualmente variado de eventos: espectáculos desportivos, musicais, dança, congressos, reuniões, feiras, exposições, etc..

A Atlântico disponibiliza material técnico sofisticado e operadores altamente qualificados, que garantem todas as operações de montagem de qualquer espectáculo.
O Pavilhão assegura ainda o apoio logístico necessário: desde a segurança, limpeza, controle de entradas e assistentes com experiência em enfrentar todo o tipo de situações delicadas. Os clientes da Atlântico podem ainda contar com um serviço de catering, cuja qualidade é um valor acrescentado ao sucesso.

O auditório destinado aos contactos com a imprensa está equipado com modernos meios de transmissão de informações, som e imagem para o exterior.
Estão também asseguradas todas as condições para a tradução simultânea de qualquer acontecimento.



N

Nave
Nave espacial pronta para a conquista de novas galáxias, nau quinhentista ou animal marinho, o Pavilhão Atlântico representa a síntese de mitos, utopias e modernidade.

Cada recanto guarda uma pequena história, fazendo-nos recordar o tempo em que uma gigantesca estrutura foi pacientemente montada por trabalhadores quase "liliputianos".



P

Pavilhão
Sabia que se todas as estacas de betão usadas para suportar as fundações fossem empilhadas de maneira a formar uma única coluna esta teria mais de cinco quilómetros de altura?

Os 5.600 metros cúbicos de pranchas usadas para fazer o travejamento da cobertura, se fossem postas topo a topo, formariam um passadiço que chegaria para ir e voltar de Lisboa a Paris.
Cada uma das traves de suporte da cobertura mede 150 metros. O maior vão das "costeletas" laterais é de 114 metros.

Para montar a estrutura foram necessários 11 600 parafusos e cavilhas, feitos 250 000 furos, gastas 180 toneladas de cola e 680 toneladas de aço.

Percorrer os 1200 metros dos passadiços técnicos é uma verdadeira aventura. Estes corredores com 1,10 metros de largura encontram-se a 35 metros do solo.

Olhar para baixo é proibido. Mas quem quer olhar o chão quando tem por tecto um magnífico cavername de uma caravela quinhentista?



Q

Qualidade
A qualidade é uma exigência dos nossos dias. É também um pressuposto básico no espaço do Parque das Nações.

No Pavilhão Atlântico a qualidade está presente em todos os pormenores e em todos os níveis de actividade. A empresa vai realizar um conjunto de obras de melhoramento destinados a aumentar a diversidade de serviços, mantendo sempre os seus elevados níveis de qualidade.



R

Regino
Regino Cruz e a SOM (Skidmore, Owings & Merrill), um dos maiores e mais prestigiados gabinetes internacionais de arquitectura, foram os criadores do projecto do Atlântico.

O arquitecto nasceu em Lisboa em 1954. Teve uma formação de matriz luso-brasileira. Iniciou os estudos na Escola Superior de Belas Artes, mas acabou o curso no Rio de Janeiro.

Entre 1978 e 1990 viveu entre Portugal e o Brasil.
Em 1990 criou a Regino Cruz Arquitectos e Consultores.



S

SOM
Skidmore, Owings & Merrill (SOM), este consórcio de origem norte-americana tem no seu currículo o primeiro prémio nos concursos para os estados olímpicos de Manchester ou Berlim e projectos de grandes pavilhões desportivos nos EUA.

É também co-projectista da Torre Vasco da Gama, no topo norte do Parque das Nações.
A experiência e os meios técnicos da SOM tornaram possível a realização de um projecto com a dimensão física e a estrutura do Pavilhão Atlântico.



T

Tejo
Há uma relação forte entre o rio e o Pavilhão Atlântico.
A localização do Pavilhão, feito nau, é o primeiro sinal visível dessa ligação.
Mas há mais, a água do Tejo é usada directamente no processo de pré-arrefecimento do ar do Pavilhão.

Entre o Atlântico e o Tejo existe uma cumplicidade indissolúvel, o que contribuiu a esta construção conquistar um estatuto de relevo a nível internacional. Por isso mesmo o Pavilhão é tido como um exemplo a seguir enquanto edifício amigo da natureza.

O Atlântico tem um dos mais modernos sistema de ticketing (venda de bilhetes) e está a expandir esta iniciativa para permitir a compra de bilhetes em qualquer ponto do país ou no estrangeiro. Em breve estará disponível a compra de bilhetes através da página da Internet.



U

Utopia
"Tomámos então o rumo de criar um espaço utópico onde falaríamos do oceano como espaço da história e dos homens que nele demonstram, em múltiplas ocasiões, as mil e uma caras semiocultas da condição humana: valor, sede aventura, desprezo do perigo, ambição, superstição. Falaríamos do oceano como espaço da imaginação e da fantasia criado pelos artistas, contadores de histórias. Homens de todos os continentes unidos na sua atracção pelo mar…"

Um texto de Wanda Caio , uma das responsáveis pela coordenação do projecto "Oceanos e Utopia".
Este espectáculo emblemático da EXPO '98 utilizou os efeitos especiais ao serviço da arte de representar. Durante os cinco meses da Exposição o "Oceanos e Utopia” foi visitado por 3.286.520 pessoas.



V

Valor
O Pavilhão Atlântico custou cerca de 11 milhões de contos. Durante dois anos e oito meses centenas de trabalhadores e técnicos especializados construíram uma área total de 47.000 m2.



X

X
A diversidade do Pavilhão tem dificuldade em encaixar-se no espartilho de um glossário. Mas, até mesmo a letra “X” tem algo a acrescentar sobre a natureza deste espaço.

O Pavilhão Atlântico produz um efeito-surpresa para quem o visitam pela primeira vez, quer pela sua imponência do seu interior quer e pelas maravilhas a que vai assistir.
Mas o seu enquadramento exterior também apanha desprevenido quem passeia à volta deste edifício de formato misterioso.



Z

Zeus
Os Deuses pareciam loucos… Era a loucura criadora das divindades. Depois do fogo, a água, o dilúvio na sua forma grotesca e devastadora. O Homem que se aventura nos oceanos, a utopia do continente nunca alcançado… a Atlântida. Os mitos, as lendas. Tudo isto passou pelo palco do espectáculo "Oceanos e Utopia", um dos eventos mais visitados durante a Expo’ 98."A utopia é um barco audacioso", Massimo Cacciari, O Arquipélago. Uma frase inspiradora para a Atlântico-Multiusos SA..

Write About Or Link To This Post On Your Blog - Easy Links :
Link Directly To This Post :

Link To The Homepage :

Prémio Político Islândia: Membros do Parlamento Fogem Da Multidão Furiosa! Revolução Crise Financeira da Banca Islandesa Histórico Momento Épico de Indignação, Justiça e Recompensa Política 1 Oct 2010



Islândia; Islandeses; Indignados; Correm com A bandeira Islandesa; Islandese Indignados; Correm; Bandeira Islandesa; Bandeira Islândia; Crise

Prémio Político Islândia: Membros do Parlamento Fogem Da Multidão Furiosa! Revolução Oct 2010

Icelandic members of parliament on the run from angry crowd 1. october 2010

Prémio Político; Islândia; Membros do Parlamento; Fogem; Multidão Furiosa; Revolução Islandesa; Momento Épico; Islândia á noite; Iceland by night; Iceland Revolution

1 de Outubro de 2010, o povo protesta fora do parlamento islandês, em Altighi. Os membros do parlamento fogem da multidão em furia que lhes atira ovos e lixo, o povo parte janelas e enfrenta a polícia. A polícia está armada com cassetetes e gás pimenta, prontos a utilizar. O povo enfrentou a polícia, e estes não resistiram





Icelandic members of parliament on the run from angry crowd 1. october 2010

 

Para saber mais sobre a Islândia


Iceland Defense;Defesa Islandesa; Iceland; Defense; Defesa; Islandesa; Islandia
Iceland Defense - Defesa Islandesa

1. october 2010 people are protesting outside Icelandic parliament. Members of parliament on the run from the angry crowd who were throwing eggs and trash at them. Broken windows and people stuggeling with the police. Police armed with clubbs and peperspray ready to use, it came very close to fighting and rioting. Few days later, around 15.000 - 20.000 came again to protest.

Write About Or Link To This Post On Your Blog - Easy Links :
Link Directly To This Post :

Link To The Homepage :

Governo EuroMilhões Politico Negócios Portugal Prémio Microsoft: Ajustes Directos Importação de Mihões Gera Protesto da ANSOL e da ESOP Associação de Empresas de Software Open Source Portuguguesas



Mais de 9 milhões de euros para a Microsoft… só para um ministério
Resolução do Conselho de Ministros n.º 15/2012. D.R. n.º 30, Série I de 2012-02-10
Presidência do Conselho de Ministros
Autoriza a realização da despesa com a aquisição de licenciamento Microsoft para os organismos do Ministério da Administração Interna para o triénio de 2012-2014.

Para além de estarem a transferir o dinheir pa Moçambique, a fraude das privatizações, o motorista do Muiguel Relvas, os tachos familiares, o Poço sem Fundo do BPN, tal como os negócios com a banca, trata-se de mais um negócio altamente suspeito



Nos últimos anos a questão do software livre nos governos tem sido um tema de destaque, tanto na adoção quanto no incentivo e divulgação do software livre. Diversos governos têm adotado leis e medidas favoráveis ao software livre e dentre eles, alguns de destaque são: Brasil, Espanha, Austria, Reino Unido, Dinamarca, Holanda, Basil, Russia e a França e Alemanha a quem o Passos e o Gaspar vão pedir instruções.
Então, com o país na maior miséria, a crianças a passar fome, os cortes na saúde, nas reformas, nos ordenados, o crescente desemprego, ecerramento de hospitais, as privatizações, a submissão à máfia da Troika dos bancos, e o Governo desperdiça vários milhões de euros em aquisição de licenças da Microsoft .



Como se Explica isto ?



Associação de Empresas de Software Open Source Portuguesas acusa governo de gastar desnecessariamente vários milhões de euros ao adquirir, por ajuste direto, licenças de software Microsoft e de "não respeitar a lei da concorrência e os mais elementares princípios da boa gestão dos dinheiros públicos".

No passado dia 2 de fevereiro, o Conselho de Ministros autorizou o Ministério da Administração Interna a adquirir, por um período de três anos e mediante ajuste direto, licenças de software da Microsoft no valor de 9 milhões de euros.

Segundo a Associação de Empresas de Software Open Source Portuguesas (ESOP), esta não é uma situação nova, já que, "em 2009, idêntico licenciamento custou ao estado português cerca de 10 milhões de Euros (9.986.794,93 euros)”, sendo que, “também em 2009, este licenciamento foi efectuado por ajuste directo, sem respeito pela lei da concorrência e os mais elementares princípios da boa gestão dos dinheiros públicos”.

"Três anos decorridos, a DGIEE do MAI continua a impor adjudicações sem cadernos de encargos públicos, sem requisitos técnicos públicos e sem consulta de alternativas", realça a ESOP em comunicado, adiantando que este procedimento “revela os problemas graves nos procedimentos de aquisição que até agora se têm verificado”.

A decisão do executivo do PSD/CDS-PP contraria, inclusive, conforme adianta a Associação, o disposto no Plano Global Estratégico de Racionalização e Redução de Custos nas Tecnologias de Informação e Comunicação, que, tendo sido recentemente aprovado, aponta para o incentivo à adopção do software Open Source e o apoio às Pequenas e Médias Empresas.

“Portugal não poderá sair da situação em que se encontra se continuarem a existir ‘áreas protegidas’, onde a concorrência não é admitida”, alerta a ESOP, sublinhando que “não poderá existir uma ‘relevante redução de despesa’, sem uma verdadeira concorrência e sem o fim de privilégios".

Ainda que não lhe tenham sido facultadas as informações solicitadas sobre o tipo de licenças adquiridas, a Associação, que engloba 30 empresas, prevê, numa estimativa enviada à agência Lusa, que o governo poderia ter poupado quase 4,5 milhões de euros nos dois contratos, caso tivessem sido realizados concursos públicos.

A associação termina o seu comunicado convidando “todos os Ministérios, e especialmente ao Ministério da Administração Interna, cujo Ministro na qualidade de Presidente da Direcção do Grupo Parlamentar do PSD, na oposição, defendeu a adoção de software aberto como via para a redução da despesa pública" a discutirem alternativas a esta situação.

Ainda é caso para perguntar, porque não se aproveita o conhecimento das universidades e do Centro de Informática do Exército?

Como muitos chamam-lhe Know-How, e talvez não entendam a questão acima, quetionamos: porque não se aproveita o Know-How/Savoir-Faire das universidades e do Centro de Informática do Exército?

REFERÊNCIAS

  • A Europa já utiliza soluções open-source
  • ANSOL subscreve Proposta de Alteração ao Orçamento de Estado de 2012
  • Em 8 de Fevereiro de 2012 - Uma Press Releases da Associação de Empresas de Software Open Source Portuguguesas ESOP Ministério da Administração Interna assina contrato milionário com Microsoft
  • Reino Unido propõe orientações para aquisição de software Open Source no sector público
  • União Europeia prepara-se para lançar um Guia sobre Normas Abertas e Aquisição de TIC que visa reduzir a dependência dos fornecedores
  • Estremadura Espanhola migra todo o sistema informático, 40.000 PCs para Linux
  • 25.000 colaboradores hospitalares em Copenhaga a utilizar software aberto para Office
  • Rússia testa sistema operacional para substituir Windows
  • Diário da República, 1.ª série — N.º 30 — 10 de fevereiro de 2012
  • Centro de Informática do Exército
  • ESPANHA: CENATIC, fundação pública estadual sobre tecnologias baseadas em fontes
  • Em que consiste a ESOP?
  • Breve Defenição de Open Source
  • Para Saber mais Sobre Open Source

A Europa já utiliza soluções open-source

Outros países europeus estão já utilizar software open-source na Administração Pública como um meio de reduzir custos, aumentar a transparência e a sustentabilidade do desenvolvimento tecnológico e de modernizar a administração.

Como exemplo de intervenção parlamentar nestas matérias podemos referir o caso dos Países Baixos. Em 2003 o Parlamento holandês apelou à utilização de normas abertas e software open-source no sector público. Após uma série de estudos o governo aprovou um programa de acção “Nederlands in Open Connection”, determinando a adopção de normas abertas e uma política de utilização preferencial de software open source.

A adopção de uma política de normas abertas de software e utilização preferencial de software open -source não é contraditória com as leis da concorrência, porque não implica preferência por marcas ou fornecedores, apenas indica características preferidas pelas entidades compradoras. Isso mesmo foi reconhecido recentemente pelo Supremo Tribunal de Itália, que reconheceu esta preferência como um requisito legal válido.

O software open-source é amplamente utilizado no mundo inteiro. Apenas alguns exemplos:
A Google, a Amazon e o Facebook têm toda a sua infra-estrutura baseada em software open-source
A Bolsa de Londres (“London Stock Exchange”) tem a sua infra-estrutura baseada em software open-source;
Os smartphones Android, que já lideram o mercado, são baseados em software open-source;
As administrações públicas da Espanha, Noruega, Países Baixos e França são fortes utilizadoras de software open-source;
A Assembleia da República (em 2004) e a Assembleia Legislativa da Regional dos Açores (em 2010) já apelaram a uma maior utilização de software open-source na Administração Pública portuguesa.



ANSOL subscreve Proposta de Alteração ao Orçamento de Estado de 2012
em 2011-11-22

O Orçamento de Estado de 2012, aprovado na generalidade, prevê o gasto de 101.716.447€ em "Software Informático", 48.347.469€ para Serviços e Fundos Autónomos, e 52.269.008€ para Serviços Integrados. A ANSOL defende a obrigatoriedade em usar Software Livre, sempre que possível, como restrição para o uso deste valor, prevendo que tal medida faria reduzir substancialmente o valor efectivamento usado nestas rúbricas.

De acordo com a ESOP, o Estado gastou 160 milhões de Euro em 2009 em "Software Informático", e esse valor podia ser reduzido para metade com recurso ao Software Livre.[1]

O Orçamento de Estado de 2012, aprovado na generalidade, prevê o gasto de 101.716.447€ em "Software Informático", 48.347.469€ para Serviços e Fundos Autónomos, e 52.269.008€ para Serviços Integrados. A ANSOL defende a obrigatoriedade em usar Software Livre, sempre que possível, como restrição para o uso deste valor, prevendo que tal medida faria reduzir substancialmente o valor efectivamento usado nestas rúbricas.

O PCP fez ontem uma proposta de alteração nesse sentido[2], a qual a ANSOL subscreve. Relembramos que foi apresentada uma proposta semelhante para o Orçamento de Estado de 2011[3], que, contudo, foi rejeitada com o voto contra do PS e a abstenção do PSD.

Lê-se na proposta:

"As despesas com aquisição de licenças de software, previstas nas rubricas “software informático” dos orçamentos dos serviços integrados e dos serviços e fundos autónomos, apenas poderão ser executadas nos casos em que seja fundamentadamente demonstrada a inexistência de soluções alternativas em software livre."

Esta proposta aguarda agora Voto em Comissão, mas ainda não há data prevista para esta votação.

Fonte: ANSOL


Em 8 de Fevereiro de 2012 - Uma Press Releases da Associação de Empresas de Software Open Source Portuguguesas ESOP


Ministério da Administração Interna assina contrato milionário com Microsoft

A ESOP tomou conhecimento através do Comunicado do Conselho de Ministros de 2 de Fevereiro de 2012 [1] e de uma notícia no Jornal de Negócios de 3 de Fevereiro [2], que o Conselho de Ministros decidiu autorizar a realização da despesa com a aquisição de licenciamento Microsoft para os organismos do Ministério da Administração Interna para o triénio 2012-2014.

Em 2009, idêntico licenciamento custou ao estado português cerca de 10 milhões de Euros (9.986.794,93 €) [3].

Também em 2009 este licenciamento foi efetuado por ajuste direto, sem respeito pela lei da concorrência e os mais elementares princípios da boa gestão dos dinheiros públicos.

Em 2009, a ESOP contactou a Direcção-Geral de Infra-Estruturas e Equipamento (DGIEE) do Ministério da Administração Interna, responsável pela aquisição, no sentido de saber onde tinha sido publicado o caderno de encargos, quais eram as necessidades específicas que o MAI pretendia cobrir com aquele licenciamento de software, e que empresas tinham sido consultadas, mas não conseguiu que lhe fossem fornecidos esses dados. Na altura a ESOP ofereceu os seus préstimos para reunir com a DGIEE na busca de alternativas com melhores funcionalidades e mais económicas, sem nunca ter obtido qualquer resposta.

Três anos decorridos, a DGIEE do MAI continua a impor adjudicações sem cadernos de encargos públicos, sem requisitos técnicos públicos e sem consulta de alternativas.

Não poderá existir uma “relevante redução de despesa” sem uma verdadeira concorrência e sem o fim de privilégios.

Esta decisão revela os problemas graves nos procedimentos de aquisição que até agora se têm verificado. Portugal não poderá sair da situação em que se encontra se continuarem a existir “áreas protegidas” onde a concorrência não é admitida.

Esta decisão vem evidenciar ainda mais a importância da implementação rápida do Plano Global Estratégico de Racionalização e Redução de Custos nas Tecnologias de Informação e Comunicação, (PGERRTIC) [4] , também ele aprovado pelo Conselho de Ministros, e que aponta na direção oposta: apoio às pequenas e médias empresas nacionais, encorajamento do estudo de soluções alternativas e o incentivo à adoção de software aberto.

A ESOP convida todos os Ministérios, e especialmente ao Ministério da Administração Interna, cujo Ministro na qualidade de Presidente da Direcção do Grupo Parlamentar do PSD, na oposição, defendeu a adopção de software aberto como via para a redução da despesa pública, que aceitem estudar com a ESOP as alternativas a estas situações, no sentido definido no PGERRTIC e da mudança de Portugal para uma sociedade mais aberta e competitiva.

1] Comunicado do Conselho de Ministros de 2 de Fevereiro de 2012
[2] Notícia Jornal de Negócios de 3 de Fevereiro
[3] base.gov.pt Ajustes Directos: Em 2009, idêntico licenciamento custou ao estado português cerca de 10 milhões de Euros (9.986.794,93 €)
[4] Plano Global Estratégico de Racionalização e Redução de Custos nas Tecnologias de Informação e Comunicação, (PGERRTIC)

Fonte da Notícia; ESOP


Reino Unido propõe orientações para aquisição de software Open Source no sector público




10 de Novembro de 2011 Notícias:

Reino Unido propõe orientações para aquisição de software Open Source no sector público
O Cabinet Office (departamento do Governo do Reino Unido responsável pelo apoio ao primeiro-ministro e ao Gabinete do Reino Unido) publicou um conjunto de orientações para a aquisição de software Open Source no sector público. Estas orientações intituladas Open Source Procurement Toolkit estão disponíveis sob a forma de vários documentos que fazem uma introdução ao Open Source e apontam a direcção que a aquisição deste tipo de software deverá tomar. No documento “Open Source Options” são ainda sugeridas algumas alternativas sobre as soluções que poderão ser escolhidas e apresentadas algumas indicações sobre os custos finais destas opções.

O objectivo deste conjunto de orientações é enquadrar o processo de aquisição de software Open Source pela Administração Pública, reconhecendo a necessidade de comparar o custo total de propriedade mas assumindo a preferência pelo Open Source, quando esse valor é equiparável, pela flexibilidade inerente a este tipo de software.

Poderá obter mais informações e imensos downloads sobre este estudo seguindo o link:

http://www.cabinetoffice.gov.uk/resource-library/open-source-procurement-toolkit

Notícias: União Europeia prepara-se para lançar um Guia sobre Normas Abertas e Aquisição de TIC que visa reduzir a dependência dos fornecedores




Este guia aborda a ligação entre a normalização das TIC e das compras públicas, procurando orientar a redução da dependência da tecnologia proprietária na Administração Pública.

Segundo o documento apresentado a 21 de Dezembro de 2011, cerca de 40% da Administração Pública relata a existência de uma situação de exclusividade do serviço prestado por um determinado fornecedor, dificultando a mudança para soluções diferentes das inicialmente implementadas. Este facto é também um impedimento à livre concorrência e ao acesso às soluções ideais ao longo do tempo, por parte da Administração Pública.

Os sistemas de TI destinados ao uso do cidadão, baseados em tecnologias proprietárias, restringem a capacidade de escolha que estes têm na forma de comunicação com as entidades públicas. Por exemplo, um site público ao qual só se pode aceder através de um navegador web específico vai obrigar os cidadãos a utilizar esse navegador específico.

Este guia, que é dirigido às autoridades públicas com o objectivo de orientar a utilização de Normas Abertas e evitar a exclusividade das tecnologias proprietárias, encontra-se em consulta pública até ao dia 14 de Fevereiro.

Mais informações em:
https://joinup.ec.europa.eu/news/eu-draft-guide-standards-and-procurement-aims-reduce-vendor-lock

Esboço do Guia disponível em:
http://cordis.europa.eu/fp7/ict/ssai/docs/ictprocurementworkshop-dec2011/draftguidelines-action23-21dec2011.pdf

Estremadura Espanhola migra todo o sistema informático, 40.000 PCs para Linux



A Administração Pública da Região Autónoma está a substituir todo o sistema informático, actualmente com software proprietário, por software Open Source, neste caso Linux Debian.

Esta não é uma iniciativa inédita por parte desta região, que já em 2002 tinha iniciado um projecto de implementação Open Source, LinEx, com especial enfoque na área da Educação, onde actualmente correm 70.00 máquinas com este sistema, e na Saúde, com 15.000.

Apesar deste projecto estar a sofrer cortes orçamentais decorrentes da crise económica, a aposta em software Open Source é clara, com uma adaptação deste projecto para Linux Debian e com a migração massiva de todo o sistema da Administração Pública que agora decorre com especial facilidade devido à experiência adquirida anteriormente.

Mais informações em:
http://tek.sapo.pt/noticias/computadores/estremadura_espanhola_vai_migrar_40_mil_pcs_p_1216778.html

Notícias:

25.000 colaboradores hospitalares em Copenhaga a utilizar software aberto para Office



25 de Agosto de 2011

Quase todos os 25.000 trabalhadores dos treze hospitais da região de Copenhaga passarão a utilizar Libre Office, software aberto de ferramentas Office, poupando assim cerca de 5,3 milhões de Euros.

Esta mudança deve-se à alteração do grupo para um sistema virtual de desktops, permitindo ao pessoal que aceda a este a partir de qualquer PC ou thin client. A evolução para esta nova infra-estrutura de desktop implicaria custos muito superiores em termos de licenças proprietárias.

A transição dar-se-á ao longo do tempo, até que expirem as actuais licenças, estando neste momento a ter uma aceitação muito positiva. É também referido, pela gestora IT do grupo, que a comunidade deste tipo de software é habitualmente mais rápida a resolver os problemas do que os fornecedores proprietários.

Para além do Libre Office, o grupo usa actualmente várias ferramentas de software aberto como, por exemplo, Apache Camel e Jcaps para integrar as suas aplicações empresariais. Não se estando a substituir os sistemas mais críticos está-se a ganhar experiência usando software aberto em diferentes áreas.

Este é o terceiro maior projecto Europeu de migração envolvendo administrações públicas usando o pacote de Office open source. Neste caso, o fornecedor dinamarquês de software aberto Magenta, está envolvido na integração do Libre Office e dos sistemas de reserva e aplicações ERP.

Referência:

Notícia original do portal OSOR

Notícias Gazeta Russa: Rússia testa sistema operacional para substituir Windows
Román Dórokhov, Vedomosti.ru




10/01/2012


Sistema nacional será usado nos computadores de órgãos do governo e de escolas secundárias

O ministério russo dos Correios e Telecomunicações aprovou um protótipo de uma plataforma de software nacional (PSN). Trata-se de um sistema operacional de produção nacional destinado a substituir o Windows nos computadores das organizações governamentais e escolas secundárias. A empresa desenvolvedora, Penguin Software, sugere tomar como base quatro distribuições russas da plataforma Linux em vez de uma distribuição padrão. Com a implantação da PSN, o governo russo espera conseguir economizar os recursos financeiros gastos atualmente com o pagamento das licenças de software. Estima-se que, em alguns anos, os recursos economizados sejam da ordem de US$ 55,3 bilhões ou 80 % do total dos gastos com a aquisição do software estrangeiro.

A necessidade de desenvolver um sistema operacional nacional semelhante ao Windows foi mencionada oficialmente em 2010. Decidiu-se seguir os exemplos internacionais existentes e tomar como base uma distribuição Linux gratuita e de código-fonte aberto. De acordo com o programa nacional “Sociedade da Informação” para o período de 2011 a 2020, aprovado em outubro de 2010, nos dois primeiros anos, o governo pretende disponibilizar para o desenvolvimento do PSN 490 milhões de rublos (cerca de US$ 15,8 milhões). Prevê-se que, um ano após o início do programa, a plataforma operacional nacional esteja presente em 2% dos computadores das instituições e organizações governamentais sem contar com os órgãos do poder centrais e locais. No ano seguinte, esse número deverá chegar a 5%.


Diário da República, 1.ª série — N.º 30 — 10 de fevereiro de 2012


Resolução do Conselho de Ministros n.º 15/2012

A aposta na inovação e qualificação tecnológica para uma prestação de serviços públicos de excelência constitui uma prioridade da Administração Pública, bem como a definição de políticas e estratégias comuns de utilização das tecnologias de informação e comunicação.

Neste sentido, o Ministério da Administração Interna(MAI), procedeu às alterações necessárias para garantir uma gestão centralizada dos meios tecnológicos, de molde a promover a eliminação das disfunções, dispersão de
recursos e replicação de meios por cada um dos organismos, já em linha de conta com a estratégia aprovada em anterior Conselho de Ministros relativa às Tecnologias de Informação e Comunicação.

A necessidade de implementar programas que garantam a continuidade e disponibilidade da informação (dados) de todos os Serviços do MAI e as especiais exigências de segurança que importa assegurar, determinaram as alterações em curso.

Atendendo ao fim do prazo de vigência do contrato celebrado com a Microsoft para o triénio de 2008 -2011, constatou -se a necessidade de se proceder à atualização do processo de licenciamento Microsoft dos serviços e organismos do MAI.

A estratégia ora adotada permite atingir um preço base inferior a 10 milhões de euros, sem IVA, para o triénio de 2012 -2014.

Considerando o acima exposto, devem promover -se as aquisições necessárias e inerentes ao processo de licenciamento Microsoft dos serviços e organismos do MAI pelo período de três anos, através do Acordo Quadro de Licenciamento de Software em vigor na Agência Nacional de Compras Públicas, E. P. E., com preço base de € 9 301 383 (nove milhões, trezentos e um mil e trezentos e oitenta e três euros), acrescido de IVA à taxa legal em vigor.

Assim:
Nos termos da alínea e) do n.º 1 do artigo 17.º e do n.º 1 do artigo 22.º do Decreto -Lei n.º 197/99, de 8 de junho, e da alínea g) do artigo 199. da Constituição, o Conselho de Ministros resolve:

1 — Autorizar a realização da despesa inerente à aquisição de licenciamento Microsoft para os organismos do Ministério da Administração Interna (MAI) no valor total de € 9 301 383, ao qual acresce o montante correspondente ao IVA à taxa legal em vigor.

2 — Determinar que os encargos resultantes da aquisição referida no número anterior não podem exceder, em cada ano económico, os seguintes montantes, aos quais acresce IVA à taxa legal em vigor:

Ano Económico de 2012 — € 3 758 021;
Ano Económico de 2013 — € 2 771 681;
Ano Económico de 2014 — € 2 771 681.

3 — Estabelecer que o montante fixado para cada ano económico pode ser acrescido do saldo apurado no ano que antecede.

4 — Determinar que os encargos emergentes da presente resolução são satisfeitos por verbas adequadas inscritas ou a inscrever no orçamento da Direção -Geral de Infraestruturas e Equipamentos.

5 — Determinar, ao abrigo do disposto do n.º 1 do artigo 259.º do Código dos Contratos Públicos (CCP), o recurso aos procedimentos pré -contratuais adequados para aquisição dos bens e serviços de Licenciamento de Software referidos no número um, através do Acordo Quadro da Agência Nacional de Compras Públicas, E. P. E.

6 — Delegar, ao abrigo do n.º 1 do artigo 109.º do CCP, no Ministro da Administração Interna, com a faculdade de subdelegação, a competência para a prática de todos os atos a realizar no âmbito dos procedimentos referidos
no número anterior, designadamente a competência para aprovar as peças do procedimento, designar o júri do procedimento, proferir o correspondente ato de adjudicação, aprovar a minuta do contrato a celebrar e representar a
entidade adjudicante na respetiva assinatura.

7 — Determinar que no prazo de um ano o MAI, em articulação, com o Grupo de Projeto para as Tecnologias de Informação e Comunicação, criado pela Resolução do Conselho de Ministros n.º 46/2011, de 14 de novembro, estudará metodologias tendentes à implementação de software aberto ou outras opções de licenciamento.

8 — Determinar que a presente resolução reporta os seus efeitos a 30 de janeiro de 2012.

Presidência do Conselho de Ministros, 2 de fevereiro de
2012. — O Primeiro -Ministro, Pedro Passos Coelho.

Centro de Informática do Exército
O Centro de Informática do Exército, apoia as actividades do Exército no âmbito do tratamento automático da informático, colabora na elaboração dos planos de informática e assegura o seu cumprimento nos prazos estabelecidos.

Ao Centro de Informática do Exército compete:

a) Colaborar na elaboração dos planos de informática, a longo, médio e curto prazo, e assegurar o seu cumprimento nos prazos estabelecidos;

b) Desenvolver estudos, sob o ponto de vista informático, dos sistemas de informação do Exército, com vista a encontrar soluções informáticas que tornem mais eficientes esses sistemas;

c) Conceber, desenvolver e incrementar os projectos para o tratamento automático da informação, através da utilização de equipamento informático;

d) Estudar as aplicações informáticas em funcionamento, solucionando os diferentes problemas apresentados pelos Centros de Informática dos Comandos Territoriais;

e) Pronunciar-se sobre as alterações aos procedimentos existentes que venham a reflectir-se nas aplicações informáticas;

f) Propor a adopção de metodologia e técnicas mais avançadas no domínio da informática, indicando os meios humanos e equipamentos necessários ao tratamento automático da informação de forma útil e racional;

g) Superintender tecnicamente nas actividades da área de informática, nomeadamente, na formação do pessoal;

h) Providenciar a correcta exploração dos elementos ou dados fornecidos pelas diferentes aplicações informáticas, detectando a origem das anomalias verificadas e avaliando o interesse e eficácia dessas mesmas aplicações.
Fonte: Software Livre AP

ESPANHA: CENATIC, fundação pública estadual sobre tecnologias baseadas em fontes

A CENATIC, fundação pública estadual sobre tecnologias baseadas em fontes abertas, divulgou um relatório em que aponta que a Europa e a Austrália são as regiões líderes na adoção de software livre. Dentre os países europeus que mais se destacam nessa área estão: a Alemanha, a França e a Espanha, os quais segundo as conclusões da CENATIC obtiveram um êxito maior ”graças ao impulso dado pela administração pública”.
Ainda de acordo com o relatório divulgado pela fundação, “a América do Norte liderou em sua origem o movimento de software livre, sendo o principal motor deste impulso o surgimento de provedores e serviços de software livre com um modelo econômico rentável e sustentável”. Já na região da América Latina, o relatório destacou a presença brasileira onde “setenta e três por cento das grandes empresas usam o software livre“. No continente africano, o país que está mais avançado na questão de eleaboração de políticas para a utilização de software livre é a África do Sul.

Fonte: CENATIC

Em que consiste a ESOP?

A ESOP é o encontro de vontades das suas empresas fundadoras. Com o objectivo de dinamizar o mercado de soluções Open Source em Portugal, surge como plataforma promotora de oportunidades e sinergias tanto no mercado, como entre os seus associados e parceiros.
Fundada por empresas líderes de mercado e assente sobre pessoas dinâmicas, agrega um vasto conjunto de competências podendo intervir nos mais diversos cenários de prestação de serviços profissionais. Das PME às grandes organizações, das associações à Administração Pública, do servidor ao posto de trabalho a ESOP aponta para as soluções de futuro em Tecnologias de Informação.
Com princípios sólidos de competitividade, a ESOP defende e promove activamente os conceitos de Software Aberto, Interoperabilidade, Normas Abertas e Independência de Plataforma.

Breve Defenição de Open Source

Em 1998, a "Definição do Open Source" (Open Source Definition) foi escrita tendo como autor principal o americano Bruce Perens. O seu objectivo era descrever as propriedades técnicas do Software Livre e utiliza-lo como texto fundador do movimento "Open Source" (Open Source Movement).

A "Definição do Open Source" é ela mesma derivada das "Linhas Directivas do Software Livre Debian", que derivam das quatro liberdades mencionadas acima. Consequentemente, as três definições descrevem as mesmas licenças; a "Licença Pública Geral GNU" (GPL) é a licença de base de todas as definições.

O movimento "Open Source" tem por objectivo ser um programa de marketing do Software Livre. Esse objectivo deliberadamente ignora todos os aspectos filosóficos ou políticos; estes aspectos são considerados prejudiciais à comercialização.

Por outro lado, o movimento Software Livre considera o ambiente filosófico/ético e político como uma parte essencial do movimento e um dos seus pilares fundamentais.

Para Saber mais Sobre Open Source
Free Software Foundation

Open Source Org

Software Livre Org Brasil

Free Software Foundation Europe

Google Code

Google Open Source Blog

W3 Org
E MUITO MAIS~

PORQUÊ PAGAR LICENÇAS MICROSOFT?

QUEM GANHA?

Write About Or Link To This Post On Your Blog - Easy Links :
Link Directly To This Post :

Link To The Homepage :
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...