... Julgo que depois destes malabarismos, os currículos das pessoas com funções políticas activas com o propósito de praticar o bem comum de uma nação, devem ser exigidos e publicados em Diário da Republica para qualquer cidadão poder consultar e certificar-se das habilitações de cada politico. Não deve ser uma opção, mas uma condição contemplada numa lei própria para o efeito, pois como sabemos, nenhum trabalhador é admitido numa função numa empresa, sem referências e/ou curriculo académico/profissional. será verdade que o PS está "calado" neste caso da licenciatura de M. Relvas porque o Irmão Maçon António Seguro dos Bancos (da Universidade Lusófona) foi um dos professores envolvido no processo?...
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Indignação Nacional Contra Destruição de Portugal: "O Governo Não Tem Emenda; Não é Baixando Salários Que Se Combate O Desemprego! Política de Austeridade Condenará o País a Mais Pobreza, Conduz A Mais Recessão Económica e Mais Desemprego"; Declarações do Deputado João Semedo; Bloco de Esquerda "Indignado" Com Medidas Que Condenam Portugal Á Miséria!



Bloco de Esquerda "indignado" com medidas que condenam país a mais pobreza


O Bloco de Esquerda manifesta "indignação" perante as medidas adicionais de austeridade anunciadas pelo primeiro-ministro, considerando que vão "condenar" Portugal a mais pobreza e desemprego.

 


Falando aos jornalistas na Assembleia da República, o deputado João Semedo afirmou que "não é baixando os salários que se combate o desemprego", salientando que o executivo "não tem emenda" em mais um ataque a "quem vive do seu trabalho".



Em relação ao aumento dos descontos para a Segurança Social dos trabalhadores do sector privado, considerou que na realidade se trata de uma descida dos seus salários, ao mesmo tempo que reduz a despesa com o emprego para os patrões.




"Estamos indignados", resumiu, considerando que "esta política de austeridade condenará o país a mais pobreza, mais recessão económica e mais desemprego".

Com Lusa

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Revolução Contra Máfia Fascista Europeia: "A Grécia é Um País Soberano; Não Negociamos Com O Inferno; Merkel é Igual Aos Outros Numa Zona Euro Sem Senhorios ou Proprietários"; Declarações de Alexis Tsipras Conferência de Imprensa Syriza Frente de Esquerda Paris, França



Grécia. Tsipras diz que não cabe a Merkel decidir referendo sobre euro

Grécia: «Não negociamos com o inferno»

Líder da coligação de esquerda avisa que não cabe a Merkel decidir sobre referendo ao euro. Berlim volta a desmentir declarações


O líder da coligação da esquerda grego Syriza, Alexis Tsipras, afirmou esta segunda-feira que o inferno não manda na Grécia e não será a chanceler alemã Angela Merkel a decidir sobre a convocação de um referendo no país sobre o euro.


Grécia; Sparta; Greek; Spartakus; Alexis Tsipras; Lider do Syriza; Festa; Vitória Povo; Grego


«A Grécia é um país soberano (...). Não cabe à Merkel decidir se vamos ou não vamos avançar para um referendo», declarou Tsipras em Paris durante uma conferência de imprensa conjunta com Jean-Luc Mélenchon, líder do movimento da esquerda francesa Frente de Esquerda.

Alexis Tsipras; Syriza; Grécia; Alexis Tsipras Syriza Grécia; Sparta; Spartakus
Alexis Tsipras Syriza Grécia Sparta diz Não Greek Spartakus Reafirma Soberania da Grécia

«Não existe nada para negociar no memorando [o plano de austeridade dos credores internacionais para a Grécia] porque não negociamos com o inferno. Porque o que se trata de discutir não é o memorando, mas a dívida pública», insistiu Tsipras.

Inferno da Europa de Merkel; Inferno; Europa; Merkel; Euro



«Merkel deve compreender que é uma parceira como os outros (...) numa zona euro sem senhorios ou proprietários», declarou ainda Tsipras.

Recorde-se que:

A chanceler alemã Angela Merkel telefonou esta sexta-feira ao presidente grego para discutir a realização ou não de um referendo sobre a permanência de Atenas no euro, avançou a Reuters, citando fontes governamentais da Grécia.

A Lusa refereriu também, citando o porta-voz do Governo de Atenas, que a chanceler sugeriu organização da consulta popular, a par das eleições legislativas marcadas para 17 de junho.
Segundo o jornal «Der Spiegel», Gaspar, o agente alemão em Portugal e a Irlanda criticaram a Grécia na última reunião do Eurogrupo, em Bruxelas, na semana passada, considerando «inaceitável» que Atenas não cumpra o memorando acordado com a «troika».

O porta-voz, Dimitris Tsiodras, precisou no entanto que o governo de transição, que tomou posse na quinta-feira para gerir os assuntos correntes do país até ao escrutínio de junho, não possui «obviamente» jurisdição para avançar com o projeto.

O líder da Syriza, formação que garantiu o segundo lugar nas legislativas de 6 de maio, não foi recebido por qualquer responsável do novo executivo francês mas sublinhou que o Presidente socialista François Hollande deverá «compreender a necessidade de responder a questões cruciais. Se o povo francês lhe deu o voto, é para promover uma política diferente de Nicolas Sarkozy».

E frisou: «François Hollande não poderá renunciar facilmente às suas promessas sob o risco de se tornar num Hollandreou», ironizou o líder político grego, numa associação dos nomes do Presidente francês e de Georges Papandreou, o ex-primeiro-ministro socialista grego.


O líder da coligação da esquerda grego Syriza afirmou que não será a chanceler alemã a decidir sobre a convocação de um referendo no país e Portugal tem que fazer o mesmo.


Pós Gaspares e demais agentes: Cuidado com os amargos de boca!

Porque os paises e as pessoas começam a estar fartos de tanta ingerencia nos seus assuntos internos de tanto mandão que nem sabe mandar na mira de explorar outros povos mais pobres,só quem não conhece o ser humano procede assim,só vão arranjar amargos de boca para mais tarde.Encurralar um pais com juros altissimos sabendo que não irão cumprir apenas para o por de joelhos é de uma ignorancia atróz.Cuidado com quem já não tem nada a perder

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Crise Económica Europeia Grécia: Coligação de Esquerda Grega; Syriza Rejeita Pacto de Traição; Não é "Cúmplice" da Austeridade Catastrófica para os Gregos; Alexis Tsipras Diz a Barroso que o Problema é Europeu



Alexis Tsipras; Syriza; Partido de Esquerda; Grécia; Esquerda

Syriza rejeita ser "cúmplice" da austeridade e diz a Barroso que o problema é europeu


"Procuram um cúmplice para prosseguir o seu trabalho catastróficonão os ajudaremos a tê-lo", declarou Panos Skurletis, porta-voz da Syriza. Os principais media europeus afetos à austeridade e às políticas neoliberais multiplicam entretanto cenários catastróficos para os gregos decorrentes da saída da Grécia do euro, que dão como certa.

Alexis Tsipras, presidente do Grupo Parlamentar da coligação de esquerda Syriza, retirou-se das negociações através das quais o presidente grego pretendia constituir um governo com base nos três partidos mais votados. "Procuram um cúmplice para prosseguir o seu trabalho catastrófico – não os ajudaremos a tê-lo", declarou Panos Skurletis, porta-voz do grupo. Os principais media europeus afetos à austeridade e às políticas neoliberais multiplicam entretanto cenários catastróficos para os gregos decorrentes da saída da Grécia do euro, que dão como certa. Até o habitualmente comedido The Guardian considera que os gregos são "alérgicos" à austeridade.

Enquanto o cenário de realização de novas eleições parece cada vez mais próximo, o presidente grego prossegue as diligências para conseguir formar uma coligação, não sendo de excluir a possibilidade de tentar um governo minoritário dos dois partidos pró-austeridade, ao qual provavelmente nem a troika dará crédito de modo a levantar a suspensão das entregas de fatias dos empréstimos que pôs em vigor desde as eleições e como represália em relação aos resultados

Entretanto as sondagens que vão sendo divulgadas em Atenas continuam a dar uma possível vitória ao Syriza em novas eleições, o que vem acentuando as pressões de Bruxelas e do FMI, ecoando as incertezas dos "mercados", para que a Grécia se mantenha no caminho da austeridade apesar da "alergia" popular.

Julia Kollewe, no Observer, antevê desde já um penoso caminho em cinco etapas para os gregos, mas não só, a partir da paralisia eleitoral e do fim de toda a "ajuda" da troika. Seguir-se-iam então o regresso ao dracma, a híper-inflação, a fuga dos gregos do país e uma "onda de choque dos spreads entre os países" susceptível de produzir uma "terrível recessão mundial".

No editorial do Financial Times, Wolfgang Munchau defende tese diferente. Acha que o pior para a Grécia será continuar com a situação actual, que poderá provocar dez anos de depressão, uma inevitável saída do euro e "a abolição da democracia".

O dr. Durão Barroso, presidente da Comissão, declarou a uma estação de televisão privada italiana que "se os acordos não são respeitados isso significa que não estão reunidas as condições para continuação de um país que não respeita os seus compromissos".

A declaração de Barroso foi feita já depois de ter recebido uma carta do presidente do Syriza, datada de 10 de Maio, embora provavelmente, tendo em conta o conteúdo das palavras, não a tenha lido.

Divulgamos na íntegra o texto a mensagem de Alexis Tsipras ao presidente da Comissão Europeia, na qual chama a atenção para o facto de a solução para os actuais problemas globais estar ao nível europeu:

Envio esta carta depois de devolver o mandato exploratório que o presidente da República Helénica me deu para tentar formar um governo que conseguisse a maioria no Parlamento, de acordo com a nossa Constituição. Esta carta segue a de 21 de Fevereiro.

O voto do povo grego no domingo, dia 6, retira legitimidade política ao Memorando da Troika (MoU/MEFP), que foi co-assinado pelo anterior governo de Lucas Papademos e os dois partidos políticos que constituíram uma maioria parlamentar para esse governo. Esses dois partidos registaram perdas, aproximadamente 3,5 milhões de votos e 33,5 por cento da votação total.

De notar que, antes disso, o Memorando da Troka já perdera a legitimidade em termos de efectividade económica. Não apenas porque o Memorando falhou nos seus próprios objectivos. Falhou igualmente em resolver os desequilíbrios estruturais da economia grega e agudizou as desigualdades sociais. Durante os últimos anos, Syriza tem alertado para essas falhas endógenas. As nossas propostas para reformas concretas foram ignoradas por todos os governos com os quais a União Europeia colaborou intimamente.

De notar ainda que por causa do Memorando da Troika a Grécia é o único país europeu em tempo de paz que até 2012 viveu cinco anos consecutivos de recessão. Além disso, falhou em assegurar com credibilidade a sustentabilidade da crescente percentagem de dívida pública grega em relação ao PIB. A austeridade não pode ser a cura para a recessão. É imperativa e socialmente justa, no imediato, uma inversão dos caminhos da nossa economia.

Necessitamos urgentemente de assegurar a estabilidade económica e social no nosso país. Com este objectivo temos que tomar todas as medidas necessárias para reverter a austeridade e a recessão. Porque, além de carecer de legitimidade democrática a aplicação deste programa de "desvalorização interna" está a dirigir a nossa economia para um caminho catastrófico, o qual anulará, ao mesmo tempo, todos os pré-requisitos para a recuperação. A desvalorização interna provocou uma crise humanitária.

Além disso, necessitamos de reexaminar globalmente a estratégia actual na perspectiva de saber se representa uma ameaça para a coesão e a estabilidade social da Grécia e de toda a Zona Euro.

O futuro comum dos povos da Europa está a ser ameaçado por estas escolhas catastróficas e, por isso, a solução está a um nível Europeu.

10 de Maio de 2012
Alexis Tsipras

https://www.facebook.com/pages/Alexis-Tsipras/12224403053

Artigo publicado originalmente no site do grupo parlamentar europeu do Bloco de Esquerda

http://www.esquerda.net/artigo/syriza-rejeita-ser-c%C3%BAmplice-da-austeridade-e-diz-barroso-que-o-problema-%C3%A9-europeu/23150

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Notícias Portuguesas Movimento Indignados Portugal Brutalidade Policial Greve Geral! Esquerda: PSP Agride Jornalistas Violentamente



A foto da agressão da PSP à fotojornalista Patrícia Melo, da France Press, está a correr o mundo Foto de Hugo Correia da Reuters
A foto da agressão da PSP à fotojornalista Patrícia Melo,
da France Press, está a correr o mundo
- Foto de Hugo Correia da Reuters

Do site Esquerda.Net do Bloco de Esquerda:

PSP agride jornalistas violentamente


A PSP agrediu violentamente os fotojornalistas Patrícia Melo, da France Press, e José Sena Goulão, da Lusa, no Largo do Chiado em Lisboa, durante a manifestação da Plataforma 15 de outubro integrada na Greve Geral. A direção de informação da Lusa apresentou protesto ao diretor nacional da PSP. Sindicato dos Jornalistas exige explicações públicas do ministro da Administração Interna.


Durante a manifestação da Plataforma 15 de outubro, geraram-se incidentes entre polícias e manifestantes, junto ao café Brasileira do Chiado, cerca das 17 horas.


Os dois fotojornalistas fotografavam esses incidentes, quando foram impedidos de realizar o seu trabalho por agentes da PSP e violentamente agredidos à bastonada.



José Sena Goulão foi derrubado e brutalmente agredido no chão, tendo sido assistido no local pelo INEM e conduzido para tratamento ao Hospital de São José.

A direção de informação da Lusa, em nota dirigida ao Diretor Nacional da PSP e assinada pelo seu diretor de Informação, Fernando Paula Brito, protestou “com a maior veemência contra a agressão ao jornalista/repórter-fotográfico José Goulão por agentes da PSP”.

Na nota salienta-se que José Sena Goulão, estava “devidamente identificado como jornalista”, que foi “impedido de exercer o legítimo direito de Informação”, que foi “agredido, à bastonada, por agentes da PSP” e que “já caído no chão, e não obstante gritar aos agressores a sua condição de jornalista, continuou a ser violentado pelos mesmos agentes”.

A direção de informação da Lusa realça que “o comportamento das forças da PSP ao agredirem um jornalista em pleno exercício das suas funções constitui a prática de um crime e uma grave violação dos mais elementares direitos de personalidade do lesado, sem prejuízo da simultânea violação do Estatuto do Jornalista”, pelo que a agência e o jornalista agredido “se reservam no direito de recorrerem a todos os meios ao seu dispor para obterem a necessária e devida reparação pelos atos ilícitos cometidos”.

Por seu lado, a PSP diz que vai averiguar incidentes com jornalistas, não se coibindo desde já de afirmar que "tem feito com a antecedência necessária diversos apelos aos órgãos de comunicação social (...) para a necessidade de [de os jornalistas] se identificarem, colocando-se sempre do lado da barreira policial que os separa dos manifestantes em geral". E isto, apesar de todas as provas de que os jornalistas se identificaram repetidamente e de em vídeo [ver reportagens da SIC ( a reportagem da SIC é o video acima) e da RTP] se poder ver que não há “barreira policial” e que mesmo que houvesse ela não poder ser entendida como algo que separa os jornalistas do “inimigo”.

Entretanto, também a Direção do Sindicato dos Jornalistas (SJ) repudiou as agressões policiais a jornalistas, solidarizou-se com os camaradas agredidos, pede um rigoroso inquérito à Inspeção-Geral da Administração Interna (IGAI) e exige explicações públicas do ministro da Administração Interna.

No comunicado da direção do SJ considera-se que “o comportamento da PSP é absolutamente condenável e não pode ser deixado impune, face à brutalidade ilegítima e sem qualquer justificação, quando é claro, nomeadamente no caso do nosso camarada José Goulão, que este, já derrubado no chão e gritando a sua identificação como jornalista, continuou a ser agredido, sofrendo ferimentos que obrigaram a tratamento hospitalar”.

A direção do SJ salienta ainda que os “graves acontecimentos” de 22 de março são “indiciadores de uma escalada de repressão sobre o trabalho dos jornalistas” e “exigem igualmente explicações públicas por parte do ministro da Administração Interna, na medida em que o comportamento da PSP é intolerável num Estado de Direito Democrático”.

Esquerda: PSP agride jornalistas violentamente


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EuroMilhões Portugal Combate Parlamentar. Gancho de Esquerda de Louçã Leva Passos ao Tapete dos Político Negocios Cambalacho Lusoponte e Distribuição de Dvidendos aos Compradores da EDP e REN Video



Louçã vs Passos Coelho: "O senhor secretário de Estado mentiu-lhe duas vezes".

Francisco Louçã confronta Pedro Passos Coelho com dois negócios de exceção, a indemnização paga à Lusoponte por portagens que foram efetivamente cobradas e a distribuição de dividendos aos compradores da EDP e REN, onde o Governo não hesitou em favorecer empresas privadas em detrimento do interesse público. O primeiro-ministro, mal-informado, "desmente" os próprios despachos do Governo .


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