... Julgo que depois destes malabarismos, os currículos das pessoas com funções políticas activas com o propósito de praticar o bem comum de uma nação, devem ser exigidos e publicados em Diário da Republica para qualquer cidadão poder consultar e certificar-se das habilitações de cada politico. Não deve ser uma opção, mas uma condição contemplada numa lei própria para o efeito, pois como sabemos, nenhum trabalhador é admitido numa função numa empresa, sem referências e/ou curriculo académico/profissional. será verdade que o PS está "calado" neste caso da licenciatura de M. Relvas porque o Irmão Maçon António Seguro dos Bancos (da Universidade Lusófona) foi um dos professores envolvido no processo?...

Máfia Financeira Internacional, Crise! Portugal Manda Dinheiro do FMI Para Moçambique: Linha de Crédito 150 Milhões! Cá, Temos Falência de Empresas e Aumenta Taxa Desemprego



Cá, Temos  Falência de Empresas e Aumento Taxa Desemprego, e Portugal abre linha de crédito de 150 milhões de euros para Moçambique

Cerca de 150 milhões de euros deverão estar disponíveis a partir deste ano, para financiamento de empresas portuguesas interessadas em desenvolver actividade dos ramos Agro-pecuário, Industrial e Florestal em Moçambique.

O sector das Florestas e Agro-industrial deverá beneficiar de 125 milhões de euros e os remanescentes 25 milhões de euros serão canalizados para a actividade Agropecuária, segundo dados disponibilizados pela Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP).

O crédito bonificado terá a duração de três anos e será feito a partir de instituições de crédito que celebrarem protocolos com o Instituto de Financiamento da Agricultura e Pescas (IFAP) de Portugal.

Por seu turno, Maria João Rocha de Matos, directora-geral da Associação Industrial Portuguesa (AIP), disse, em entrevista ao Correio da manhã, que a sua instituição “tem vindo a acompanhar atentamente a evolução deste mercado para melhor aconselhar, orientar e ajudar os empresários portugueses a fazerem negócios em Moçambique”.

Para o efeito, a AIP organiza, desde 2012, feiras sectoriais em Moçambique, iniciativa que visa apoiar a entrada de pequenas e médias empresas lusas no mercado nacional, segundo ainda aquela fonte, acrescentando que o trabalho contempla também a promoção de potencialidades do país em Portugal.

Maria João Rocha de Matos falava à margem da Feira da Construção, Imobiliário e Segurança que junta desde esta quarta-feira, no Maputo, cerca de 100 empresários de Moçambique, Brasil e Portugal.

Refira-se que cerca de 120 empresas portuguesas de diferentes ramos entraram no mercado moçambicano, desde 2010, fugidos da grave crise económico-financeira que assola aquele país europeu, segundo a Embaixada de Portugal em Maputo, estimando em cerca de 250 o número de firmas lusas já a operar no país.


Fonte: Rádio Moçambique

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