... Julgo que depois destes malabarismos, os currículos das pessoas com funções políticas activas com o propósito de praticar o bem comum de uma nação, devem ser exigidos e publicados em Diário da Republica para qualquer cidadão poder consultar e certificar-se das habilitações de cada politico. Não deve ser uma opção, mas uma condição contemplada numa lei própria para o efeito, pois como sabemos, nenhum trabalhador é admitido numa função numa empresa, sem referências e/ou curriculo académico/profissional. será verdade que o PS está "calado" neste caso da licenciatura de M. Relvas porque o Irmão Maçon António Seguro dos Bancos (da Universidade Lusófona) foi um dos professores envolvido no processo?...

Máfia Internacionnal: Maçons Membros Loja Mozart e Latinas Devem Obdiência á Maçonaria Romena



Os Maçons portugueses aterrorizados, até Vasco Lourenço já veio muito aflito dizer que não é da loja Mozart, como querendo passar a ideia que nesta Loja é que estsão os maus maçons. A verdade é que todas as lojas maçónicas, obedecem ao mesmo rito, o rito escocês antigo, dentro da trama da conspiração Ordo templis Orientis, Ordem do Templo do Oriente, O.T.O., da seita dos Illuminati.

Maçons em fuga da Loja Mozart

Grande parte dos maçons que integravam a loja Mozart 49, e que têm sido referidos na imprensa, saíram nos últimos tempos para outras lojas da mesma obediência, a Grande Loja Legal de Portugal. Obviamente que as saídas se devem-se ao escândalo gerado na Mozart e aos casos de repercussão pública em que esta surgiu envolvida.
Segundo o SOL, neste momento, a loja resume-se aos 'irmãos' da Ongoing (liderados por Nuno Vasconcelos) e a alguns elementos ligados às 'secretas' – como Jorge Silva Carvalho, ex-director do Serviço de Informações Estratégicas de Defesa (SIED), e João Paulo Alfaro, ex-agente dos serviços secretos. Ambos passaram, entretanto, a trabalhar também na Ongoing.

A Mozart 49 conta ainda com o Coronel Francisco Rodrigues (director do departamento das secretas e ex-venerável da loja), Luís Montenegro (líder parlamentar do PSD), Francisco Martins (chefe de gabinete do secretário de Estado da Presidência, Marques Guedes) e Nuno Manalvo (ex-chefe de gabinete de Isaltino Morais na Câmara de Oeiras).



As saídas da Mozart – que caiu em desgraça por se ter descoberto a trama, por ser um local de tráfico de influências – têm sido muitas. Sebastião Herédia, por exemplo, cunhado de D. Duarte e que iniciou Nuno Vasconcelos na maçonaria, está agora na loja Abade Correia da Serra. Trata-se de uma loja mais recente para onde saiu também Luís Carrilho (comandante da Polícia em Timor), Armindo Monteiro (vice-presidente da CIP), o general Francisco José Cordeiro (da Indústria de Desmilitarização e Defesa) e Paulo Noguês, que a fundou.

A Manuela Moura Guedes escreve hoje na crónica do Correio da Manhã

Quarto Poder

A Irmandade

Até podem ser pessoas que nunca brincaram em pequeninos, só que a brincadeira é levada muito a sério

Em miúda, tive alguns clubes secretos. Os ‘Camisolas Grenat’ (facilmente identificáveis) reuniam-se com palavra-passe de entrada, juramentos de sangue e tesouros escondidos, defendidos a espada, fisga ou a punho e pontapé. Foi muito divertido e salutar, mas este gosto pelo secreto e rituais tem uma fase própria na vida, de crescimento, infantil, e deve ficar por aí.

A menos que não se viva numa Democracia e que a Liberdade de expressão, associação ou reunião seja proibida. Em Democracia, não faz sentido haver sociedades secretas como a Maçonaria. Os maçons até podem ser pessoas que não brincaram em pequeninos, só que a brincadeira é levada muito a sério e mistura-se com o mundo real. Dão-se muito bem na vida, de uma forma geral. Não sei se é apenas coincidência ou se tem a ver com a fraternidade que os une e os faz ajudarem--se mutuamente nas áreas a que cada um se dedica cá fora – na Sociedade que a Maçonaria quer "mais livre, mais justa e igualitária", mas com hierarquias, graus e com dever de obediência, tal como a Irmandade funciona em secretismo. Imagine que um juiz maçon tem para julgar um arguido maçon de um grau superior.

Pede escusa? Alguma vez aconteceu? Sabe-se quem são os juízes maçons? E é compatível a independência da magistratura com esta lógica de obediência maçónica? Isto estende-se a toda a área da Justiça e a quem ocupa lugares públicos ou relevantes. Imagine um ministro maçon decidir sobre uma Parceria PP com um empresário maçon de grau superior... É estranho que quem quer o "desenvolvimento espiritual do homem" faça disso um segredo, porque é enternecedor saber que isso junta Miguel Relvas, Jorge Coelho, Abel Pinheiro, Isaltino Morais, Emídio Rangel, Rui Gomes da Silva, Almeida Ribeiro (ex-espião e assessor de Sócrates), Heitor Roma (ex-espião), António Vitorino, Henrique Monteiro (‘Expresso’), Armando Vara... alguns são maçons dessa grande loja Universalis que reúne empresários, políticos e, como na Mozart, ex-Secretas. Com tão altos desígnios, vamos dar-lhes a Luz que procuram e fazê-los declarar, como interesse, a sua dedicação maçónica. Talvez assim se livrem da fama de que a Maçonaria serve para ter poder, muito poder e dinheiro... e dar-se bem na vida!

in Correio da Manhã, Quarto Poder,
Manuela Moura Guedes




Esta corja maçónica desta maldita Loja Mozart deve obdiência á maçonaria Romena, á qual devem obdiência as lojas Lusas dos países latinos identificaveis nas imagens abaixo.
visto que:


O QUE É QUE ESTES GAJOS ESTÃO A PREPARAR PARA A LUSOFONIA?



APMR expande suas atividades em países da Comunidade Lusófona
"A importância da Comunidade Lusófona é muito grande para nós", disse hoje o Secretário-Geral da APMR. Em 20 de novembro de 2011 a Secretaria-Geral da Agência de Imprensa Maçônica da Romênia decidiu relançar o Jornal Maçônico (primeiro membro, com APMR, que levou à fundação do Grupo de Imprensa Maçônica da Roménia, em agosto de 2009).

"Para a APMR é uma alegria para poder chegar aos nossos Irmãos que falam português". O espaço lusófono é tão grande que inclui a Europa, América do Sul, África e Ásia. Em breve, você (os Maçons de Portugal, Brasil, Cabo Verde, Angola, Moçambique, Macau, São Tomé e Príncipe, Guiné-Bissau e Timor Leste) poderá ler as notícias da APMR em português.



É provavel que deva deve obdiência à Loja Mozart do Brasil e à Loja Mozart da`´Austria, a origem do Mozart, e também devido a que, os maçons portugueses são descendentes da nobreza nega autriaca. É o caso do marquês den pombal, conhecido pelo maçon áustriaco.

Reconhecimento da GLLRP

http://gllp.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=35&Itemid=54


A Maçonaria Regular pauta-se pelo estrito cumprimento das 12 Regras da Regularidade. A criação, organização e funcionamento de Lojas e Grandes Lojas ou Grandes Orientes regulares devem também obedecer a estritos princípios, que preservem o acervo adquirido pelo ontínuo cumprimento de regras, tradições e práticas, que mergulham as suas raízes na Maçonaria Operativa dos construtores em pedra e que constituem os fundamentos do trabalho de aperfeiçoamento moral e espiritual buscado pela Maçonaria Especulativa dos tempos atuais.


Só maçons regulares são admitidos em reuniões formais de Lojas regulares. Só Lojas constituídas, consagradas e funcionando no total respeito das regras da Regularidade podem enquadrar maçons regulares. Só Grandes Lojas ou Grandes Orientes que cumpram cabalmente essas regras e se enquadrem nos princípios definidos para estabelecer os critérios de reconhecimento são admitidas no concerto universal da Maçonaria Regular.

O Reconhecimento é o acto pelo qual uma Potência Maçónica declara que uma outra respeita todos os princípios e todas as regras da Maçonaria Regular. As Lojas da Potência reconhecida como regular são também reconhecidas como tal. E os obreiros dessas Lojas são admitidos ao franco e total convívio com seus Irmãos maçons regulares.


O Reconhecimento é efectuado em face da verificação de cumprimento dos princípios definidos para tal. São os Princípios para o Reconhecimento.


A Grande Loja Legal de Portugal/GLRP reconhece e é reconhecida por perto de duzentos Grandes Orientes e Grandes Lojas em todo o Mundo.

Lista das mais conhecidas Lojas Maçónicas Portuguesas

Loja Maçónica


Rito (obediência)

R:. L:. Fernando Pessoa, nº 1 Rito Escocês Retificado
R:. L:. Porto do Graal, nº 2 Rito Escocês Antigo e Aceite
R:. L:. Europa, nº 3 Rito Escocês Antigo e Aceite
R:. L:. General Gomes Freire de Andrade, nº 4 Rito Escocês Antigo e Aceite
R:. L:. Mestre Affonso Domingues, nº 5 Rito Escocês Antigo e Aceite
R:. L:. Jean Mons, nº 6 Rito Escocês Antigo e Aceite
R:. L:. Estrela da Manhã, nº 7 Rito Escocês Antigo e Aceite
R:. L:. Quinto Império, nº 8 Rito Escocês Retificado
R:. L:. Fraternidade, nº 9 Rito Escocês Antigo e Aceite
R:. L:. Bocage, nº 10 Rito Escocês Antigo e Aceite
R:. L:. Brasília, nº 11 Rito Escocês Antigo e Aceite
R:. L:. André Roux, nº 12 Rito Escocês Antigo e Aceite - Loja de
Demonstração

R:. L:. Lusitânia, nº 14 Rito Escocês Antigo e Aceite
R:. L:. Luís de Camões, nº 15 Rito Escocês Antigo e Aceite
R:. L:. Anderson, nº 16 Rito de Emulação
R:. L:. São Miguel, nº 17 Rito Escocês Retificado
R:. L:. Egas Moniz, nº 18 Rito Escocês Antigo e Aceite
R:. L:. Marquês de Pombal, nº 19 Rito Escocês Antigo e Aceite
R:. L:. França, nº 20 Rito Escocês Antigo e Aceite
R:. L:. Luz do Norte, nº 21 Rito Escocês Antigo e Aceite
R:. L:. Egitânia, nº 22 Rito Escocês Antigo e Aceite
R:. L:. Alengarbe, nº 24 Rito Escocês Antigo e Aceite
R:. L:. Rei Salomão, nº 25 Rito Escocês Antigo e Aceite
R:. L:. Portus Calle, nº 26 Rito Escocês Antigo e Aceite
R:. L:.Nova Luz, nº 27 Rito Escocês Antigo e Aceite
R:. L:. Gualdim Pais, nº 28 Rito Escocês Antigo e Aceite
R:. L:. Jerusalém, nº 30 Rito Escocês Antigo e Aceite
R:. L:. Aristides de Sousa Mendes, nº 32 Rito de York
R:. L:. Santiago, nº 33 Rito de York
R:. L:. Acácia, nº 34 Rito de York
R:. L:. Mercúrio, nº 35 Rito Escocês Antigo e Aceite
R:. L:. Miramar, nº 36 Rito de York
R:. L:. Norton de Matos, nº 37 Rito Escocês Antigo e Aceite
R:. L:. Bispo Alves Martins, nº 38 Rito Escocês Antigo e Aceite
R:. L:. Encontro, nº 39 Rito Escocês Antigo e Aceite
R:. L:. Mestre Lima de Freitas, nº 40 Rito Escocês Antigo e Aceite
R:. L:. Harmonia, nº 41 Rito de York
R:. L:. Mestre Hiram, nº 42 Rito Adonhiramita
R:. L:. Vasco da Gama, nº 43 Rito Escocês Antigo e Aceite
R:. L:. Pedro Álvares Cabral, nº 44 Rito Escocês Antigo e Aceite
R:. L:. King Edward, nº 45 Rito de Emulação
R:. L:. Excalibur, nº 46 Rito Escocês Antigo e Aceite
R:. L:. Conímbriga, nº 47 Rito Escocês Antigo e Aceite
R:. L:. Pisani Burnay, nº 48 Loja Nacional de Investigação
R:. L:. Wolfgang Amadeus Mozart, nº 49 Rito Escocês Antigo e Aceite
R:. L:. Camelot, nº 50 Rito Escocês Antigo e Aceite
R:. L:. Astrolábio, nº 51 Rito de York
R:. L:. Teixeira de Pascoaes, nº 52 Rito Escocês Retificado
R:. L:. Infante D. Henrique, nº 53 Rito Escocês Antigo e Aceite
R:. L:. Tenacidade, n.º 54 Loja de Demonstração de todos os Ritos
R:. L:. Castrum Libertas, nº 55 Rito Escocês Antigo e Aceite
R:. L:. Soliditas, nº 56 Rito Escocês Antigo e Aceite
R:. L:. Rigor, nº 57 Rito Escocês Antigo e Aceite
R:. L:. Estrela Real, nº 58 Rito Escocês Antigo e Aceite
R:. L:. Nova Avalon, nº 59 Rito Escocês Antigo e Aceite
R.·. L.·. Amor e Justiça, nº 60 Rito Escocês Antigo e Aceite
R.·. L.·. Cónego Manuel das Neves, nº 61 Rito Escocês Antigo e Aceite

R.·. L.·. Ervedal, nº 63 Rito Escocês Antigo e Aceite
R.·. L.·. Almeida Garrett, nº 64 Rito Escocês Antigo e Aceite
R.·. L.·. Pitágoras, nº 65 Rito Escocês Antigo e Aceite
R.·. L.·. Regina, nº 66 Rito Escocês Retificado
R.·. L.·. Abade Correia da Serra, nº 69 Rito Escocês Antigo e Aceite
R.·. L.·. Camilo Castelo Branco, nº 70 Rito Escocês Antigo e Aceite
R.·. L.·. João Gonçalves Zarco,
n.º 71
Rito Escocês
Antigo e Aceite
R.·. L.·. José Estêvão, n.º 72 Rito Adonhiramita
R.·. L.·. Amor da Pátria, n.º 73 Rito Escocês Antigo e Aceite
R.·. L.·. Prometeu, n.º 74 Riro Escocês Antigo e Aceite


O Rito Escocês Antigo e Aceite, chamado de  Rito Escocês Antigo e Aceito ou R.·.E.·.A.·.A.·. é um Rito dentro da Maçonaria, que deriva do Rito de Heredom e da época da fuga dos Cavaleiros Templários para a Escócia. Ligados ao Antigo Testamento e à lenda de Hiram (lenda base da Maçonaria simbólica), julga-se que alguns dos ritos descritos eram praticados por outras ordens secretas existentes na França, como os Martinistas, na Alemanha, como os Illuminati ou os Rosa-Cruz, e na Escócia, como os Templários (estes refugiados nesse país depois da sua perseguição nos Grêmios ou Lojas da classe profissional dos Pedreiros Livres aí existentes).

O rito é composto de três graus simbólicos e trinta filosóficos (OCULTISTAS).

Existe muita controvérsia sobre a influência templária no R.·.E.·.A.·.A.·., mas os mais atuais estudos, feitos por Nicola Aslan e José Castellani em seus diversos livros, nos dão conta de que o templarismo não influenciou o R.·.E.·.A.·.A.·. propriamente dito mas sim ao Rito de Perfeição ou de Heredom, sob a pena de Andrew Ramsay, cavaleiro escocês que protagonizou a criação deste rito em solo francês, ocasião em que proferiu dois discursos de grande repercussão a respeito do assunto. O Rito de Perfeição ou de Heredom foi por esse motivo o ponto de partida para o R.·.E.·.A.·.A.·. mas este sofreu vastas modificações até se ter tornado no que é hoje.

Geridos pelas Obediências Maçônicas, cada um dos três primeiros graus apresenta de forma paulatina ensinamentos básicos simbólicos aos iniciados maçons no almejado aprimoramento moral e espiritual. Quando os maçons atingem o 3.º Grau, diz-se que estão em pleno gozo de suas prerrogativas maçônicas, uma vez que originalmente a Grande Loja Unida da Inglaterra trabalhou sucessivamente com dois (Aprendiz e Mestre) e depois com três graus que ensinavam a parte da filosofia base da simbólica maçônica.

Os graus referidos como Filosóficos, são graus elevados e em número de trinta, onde a filosofia e a moral são estudadas simbolicamente, em cada grau, com lendas ou mitos a estes associados.

Os graus elevados Filosóficos são geridos por vários Supremos Conselhos, que têm como objectivo manter a uniformidade mundial dos rituais e dos métodos utilizados.

Existe também o Rito Escocês Retificado, também chamado de Rito de Willermoz em alusão ao seu idealizador, Jean Baptiste Willemoz, que tencionava trazer de volta o rito às suas origens templárias com fortes ecos no Rito de Perfeição ou de Heredom, do qual deriva o Rito Escocês Antigo e Aceito.

Graus do Rito Escocês Antigo e Aceito

Simbólicos ou Tradicionais
1) Aprendiz
2) Companheiro
3) Mestre

Lojas da Perfeição ou Filosóficos
4) Mestre Secreto
5) Mestre Perfeito
6) Secretário Íntimo ou Mestre por Curiosidade
7) Preboste e Juiz ou Mestre Irlandês
8) Intendente dos Edifícios ou Mestre em Israel
9) Cavaleiro Eleito dos Nove ou Mestre Eleito dos Nove
10) Cavaleiro Eleito dos Quinze ou Ilustre Eleito dos Quinze
11) Sublime Cavaleiro dos Doze ou Sublime Cavaleiro Eleito
12) Grão-Mestre Arquitecto
13) Cavaleiro do Real Arco (de Enoch)
14) Grande Eleito da Abóboda Sagrada de Jaime VI ou Grande Escocês da Perfeição ou Grande Eleito ou Antigo Mestre Perfeito ou Sublime Maçom
Capítulos 15) Cavaleiro do Oriente ou da Espada
16) Príncipe de Jerusalém (Grande Conselheiro)
17) Cavaleiro do Oriente e do Ocidente
18) Cavaleiro ou Soberano Príncipe Rosa-Cruz
Areópagos 19) Grande Pontífice ou Sublime Escocês de Jerusalém Celeste
20) Soberano Príncipe da Maçonaria ou Mestre "ad Vitam" ou Venerável Grão-Mestre de todas as lojas
21) Cavaleiro Prussiano ou Noaquita
22) Cavaleiro Real Machado ou Príncipe do Líbano
23) Chefe do Tabernáculo
24) Príncipe do Tabernáculo
25) Cavaleiro da Serpente De Bronze
26) Príncipe da Mercê ou Escocês Trinitário
27) Grande Comendador do Templo ou Soberano Comendador do Templo de Salomão
28) Cavaleiro do Sol ou Príncipe Adepto
29) Grande Cavaleiro Escocês de Santo André da Escócia ou Patriarca dos Cruzados ou Grão-Mestre da Luz
30) Grande Inquisidor, Grande Eleito Cavaleiro Kadosh ou Cavaleiro da Águia Branca e Negra
Administrativos 31) Grande Juiz Comendador ou Grande Inspector Inquisidor Comendador
32) Sublime Cavaleiro do Real Segredo ou Soberano Príncipe da Maçonaria
33) Soberano Grande Inspector-Geral, ou Gande Princepe Illuminati Rosa-Cruz.

Rito de Emulação

Ritual de Emulação é uma coleção de cerimônias e procedimentos da Maçonaria de origem inglesa. As cerimônias que os Franco-Maçons praticam nas suas lojas são chamadas de rituais[1]. Ao se espalhar pelo mundo, essas cerimônias naturalmente foram adquirindo grandes variações regionais. O Ritual de Emulação refere-se ao conjunto de cerimônias maçônicas patrocinadas na sua exatidão por uma loja em especial, a Emulation Lodge of Improvement for Master Masons [2]. Essa loja inglesa de instrução tem como maior propósito a demonstração práticas das cerimônias nos 3 graus fundamentais da Maçonaria para mestres maçons do mundo inteiro, tal como foi concebido aprovado pela Grande Loja Unida da Inglaterra na sua formação.

Rito Escocês Retificado

O Rito Escocês Retificado é um ritual usado por alguns maçons em suas atividades. É também conhecido como Rito Templário ou Rito de Willermoz, em alusão ao seu criador, Jean Baptiste de Willermoz (Lyon,1730- Lyon,1824), que foi iniciado na maçonaria aos 20 anos de idade em uma loja que funcionava sob os auspícios da Estrita Observância Templária.

A intenção de ter um Rito Escocês Retificado seria trazer de volta antigas influências dos Cavaleiros Templários, como um rito de cavalaria, também de um antigo rito chamado Rito de Heredom. Segundo Willermoz, o Rito havia se descaracterizado com o tempo, perdendo assim sua identidade original como um Rito de Cavaleiros.

Jean Baptiste de Willermoz era de origem francesa, estudioso da maçonaria e se tornou Venerável Mestre da sua Loja em Lyon dois anos após ter sido iniciado.

Ao contrário do Rito Escocês Antigo e Aceito, que é deísta e foi criado nos E.U.A. no final do século XIX, o Rito Escocês Retificado (RER) é teísta e originou-se na França entre 1773 e 1774 e foi desenvolvido em base no Rito da Estrita Observância Templária. Este rito é diferenciado em relação ao R.·.E.·.A.·A.·. e conta com uma forte bagagem cultural templária, e uma menor ligação com a ordem Rosacruz

Rito de York

O Rito de York é o rito predominante da Maçonaria Norte Americana. Sob sua égide se desenvolveram líderes da sociedade estadunidense, faz parte da O.T.O., tal como todas as outras. Estudiosos ex-maçons de topo afirmam que este rito tal como os outros, tem origens iluministas.

O Rito de York, por ser teísta, está mais ligado aos países onde os cultos evangélicos predominam, pois o clero desses cultos tem dado à Maçonaria o apoio e o suporte necessário para a sua evolução e crescimento.

Rosa-Cruz

Segundo a lenda, exposta no documento "Fama Fraternitatis" (1614), essa fraternidade teria suas origens em Christian Rosenkreuz (de início apenas designado por "Irmão C.R.C."), nascido em 1378 na Alemanha, junto ao rio Reno. Os seus pais teriam sido pessoas ilustres, mas sem grandes posses materiais. Sua educação começou aos quatro anos numa abadia onde aprendeu grego, latim, hebraico e magia. Em 1393, acompanhado de um monge, visitou Damasco, Egito e Marrocos, onde estudou com mestres das artes ocultas...

Ordo Templi Orientis

Ordo Templi Orientis (ou O.T.O.) é uma organização ocultista[1], que remonta a 1895 e possivelmente fundada em 1906 por Franz Hartmann[1] e Theodor Reuss logo após a morte de karl Kellner[1], que teria sido um dos percursores do estudo da ordem.

A O.T.O. também é conhecida genericamente como integrante do circulo de sociedades secretas germânicas, Austriacas, Bavaria... origem da MOZART, SKULL AND BONES.

Em 1912, Reuss no periódico Oriflamme teria dito que a Ordem tinha posse do grande segredo Hermético , sendo que após a morte do próprio em 1924 , Heirich Tränker teria feito de tudo para ter esse segredo.

Em 1925, o satanista Aleister Crowley, tempos depois de ser expulso da Golden Dawn reformulou a Ordo Templi Orientis, tornando ela uma das principais representantes do movimento telêmico. Aleister Crowley descreveu o grupo em seu livro The Book of the Law, inclusive a Lei de Thelema. De acordo com Crowley, o motto da Ordem era Faça o que você quiser, este será toda a Lei.

Jahbulon

Jahbulon ou Jabulon é uma palavra que foi utilizado para representar o nome inefável de Deus, em algumas sociedades como a Maçonaria e a Ordo Templi Orientis.

A palavra Jahbulon também é representada em outras formações como Yahbulon ou Jao-Bul-On ou Jah-Buh-Lun ou Jah-Bul-Lun ou Jah-Bel-On.

Foi utilizado historicamente, em alguns rituais do grau de Arco Real, no Rito de York, segundo Duncan; e de acordo com Francis X. King, também é utilizada nos rituais do Ordo Templi Orientis, visto que Aleister Crowley teria contato com vários grupos clandestinos maçônico. [1]

Tem havido muita discussão sobre a origem e o significado desta palavra. Não há consenso mesmo entre os pesquisadores maçônicos quanto ao referido nome. Há estudiosos maçônicos que apresentam palavra pela primeira vez no século XVIII no ritual do Arco Real, do Rito de York, como o nome de um explorador alegórico pesquisando as ruínas do Templo do Rei Salomão; há enciclopedista maçônico que afirma que a formação trissílaba é apenas para expor e esclarecer sobre o tetragrama, e defende que Bel seria um nome descritivo para Deus em hebraico; já autores ex-maçons têm alegado que seria um maçônico nome de Deus, outros autores não maçons defendem que seria o secreto e não revelado nome de quem seria um único "Deus maçônico".

A revelação desse nome fez surgir muita oposição para o que seria ou não o caráter religioso da maçonaria. Os críticos afirmam que isso seria a indicação de um Deus maçônico e que ainda que negassem os maçons haveria uma inclinação religiosa da Sociedade.


Aleister crowley diz que o deus dos maçons é lucifer. ESTES GAJOS SÃO SATANISTAS.


Se é para fazer "coisas transparentes" qual é a necessidade de sociedades secretas?

Estes maçons illuminati, devem achar que os outros são TODOS estúpidos, só eles são espertos: uns "wise guys" como em Americano se chama aos MAFIOSOS.

ACORDA!

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1 comentário:

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