... Julgo que depois destes malabarismos, os currículos das pessoas com funções políticas activas com o propósito de praticar o bem comum de uma nação, devem ser exigidos e publicados em Diário da Republica para qualquer cidadão poder consultar e certificar-se das habilitações de cada politico. Não deve ser uma opção, mas uma condição contemplada numa lei própria para o efeito, pois como sabemos, nenhum trabalhador é admitido numa função numa empresa, sem referências e/ou curriculo académico/profissional. será verdade que o PS está "calado" neste caso da licenciatura de M. Relvas porque o Irmão Maçon António Seguro dos Bancos (da Universidade Lusófona) foi um dos professores envolvido no processo?...
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Medidas Austeridade Corte Subsidios Natal e Férias: "Suspensão de Direitos Adquiridos é Inconstitucional!" Mouraz Lopes Presidente da Associação Sindical de Juízes Desafia Tribunal Constitucional a Fazer Valer Lei Fundamental in Entrevista RTP



Entrevista RTP a Mouraz Lopes novo presidente da Associação Sindical dos Juizes dz que: "Suspensão de direitos adquiridos é inconstitucional"


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Entrevista RTP a Mouraz Lopes novo presidente da Associação Sindical dos Juizes

fala das medidas do governo como o corte subsidios de Nata e férias

dz que: "Suspensão de direitos adquiridos é inconstitucional"

desafia Tribunal Constitucional a fazer valer a lei fundamental



14 Abr, 2012, 09:43
Numa leitura de medidas como o corte dos subsídios de férias e de Natal, o novo presidente da Associação Sindical de Juízes diz que "a suspensão de direitos adquiridos é inconstitucional". Mouraz Lopes desafia o Tribunal Constitucional a fazer valer a lei fundamental.


"Suspensão de Direitos Adquiridos é Inconstitucional!" Mouraz Lopes Presidente da Associação Sindical de Juízes Desafia Tribunal Constitucional a Fzer Valer Lei Fundamental in Entrevista RTP


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Colômbia: Advogado Americano Activista dos Direitos Humanos Denuncia Massacre Colombiano Estilo NAZI, Genocídio de Populações Cumplicidade e Colaboração Activa dos EUA Livro “Cocaïne, Death Squads, War on Terror”, Cita Testemunho de Jornalista independente



O massacre colombiano

Julgava-se que a Guatemala detinha o primeiro lugar no continente americano no que diz respeito a massacres de massas. Mas o regime colombiano pulverizou este record e os EUA estão perfeitamente informados sobre a situação. Mais, são colaboradores, apoiantes e cúmplices activos dos fascistas colombianos que estão a levar a cabo o genocídio de populações indígenas.

Há muito que se julgava que a Guatemala detinha o primeiro lugar no continente americano no que diz respeito a massacres de massas na nossa época moderna – 200 000 vítimas nos anos 1980, em 94% dos casos assassinadas pelo Estado com o apoio de Washington e em aliança com os esquadrões da morte. Mas, infelizmente, constata-se agora que a Colômbia pulverizou este record e, conforme Wikileaks revela, os EUA estão perfeitamente informados sobre a situação.

Num telegrama de 19 de Novembro de 2009 intitulado “2009-2010 International Narcotics Control Strategy Report” (Relatório estratégico sobre o controlo internacional de narcóticos 2009-2010), a embaixada dos EUA em Bogotá reconhece, como dado acessório, a horrível verdade: foram registadas 257 089 vítimas dos paramilitares de extrema-direita. E, tal como Human Rights Watch assinalou no seu relatório anual de 2012 sobre a Colômbia, esses paramilitares continuam a actuar de braço dado com os militares apoiados pelos EUA.

Mesmo para aquele que conhecem a Colômbia este número é arrasador. A primeira vez que deparei com este número foi no livro “Cocaïne, Death Squads, and the War on Terror” (Cocaína, esquadrões da morte e a guerra contra o terrorismo), do qual falei neste sítio há algum tempo, e que cita um jornalista independente que afirma que cerca de 250 000 vítimas foram mortas pelo para-Estado colombiano. Nesse sublinha-se que este número foi ocultado porque as vítimas foram enviadas para salgadeiras ou para fornos crematórios de tipo nazi.

Fica agora a saber-se que há pelo menos dois anos os EUA têm conhecimento de tudo acerca destes crimes. O que não provocou qualquer mudança na política estado-unidense relativamente à Colômbia – o país receberá durante os próximos dois anos 500 milhões de dólares de ajuda destinada ao seu exército e à sua polícia – e não impediu Obama de defender, e de concretizar no ano passado, o Tratado de comércio livre com a Colômbia.

Tal como sucedeu na Guatemala nos anos 1980, a violência atingiu em particular as populações indígenas – facto reconhecido igualmente pela embaixada dos EUA nos telegramas revelados por Wikileaks. Esta violência dirigida contra indígenas continua aliás a aumentar. A embaixada estado-unidense reconhece-o num telegrama de 26 de Fevereiro de 2010 intitulado “Violence Against Indigenous Shows Upward Trend” (A violência contra indígenas manifesta tendência a crescer). Por causa desta violência há 34 grupos indígenas que se encontram á beira da extinção; portanto, esta violência pode ser classificada como genocida.

Este telegrama de 2010 explica que “os assassínios de indígenas aumentam pelo segundo ano consecutivo”, um aumento de 50% em 2009 relativamente a 2008. O telegrama explica ainda que “os indicadores de violência contra os indígenas agravaram-se novamente em 2009. Segundo a Organização nacional indígena de Colômbia (ONIC) as deslocalizações aumentaram 20% (de 3 212 para 3 649), os desaparecimentos forçados aumentaram mais de 100% (de 7 para 18), e as ameaças aumentaram mais de 3 000% (de 10 para 314). A ONIC regista igualmente um aumento no recrutamento forçado de menores por parte de todos os grupos armados ilegais, mas não fornece dados numéricos sobre este ponto.

A embaixada, baseando-se num estudo publicado pela antropóloga Esther Sánchez – estudo que o governo estado-unidense financiou -, assinala que os militares e paramilitares tomam os indígenas por alvo porque eles são “frequentemente vistos como colaboradores das FARC uma vez que coabitam nos mesmos territórios”; e é precisamente a presença de militares colombianos nos territórios indígenas que “transfere o conflito para o jardim dos indígenas”, o que constitui uma ameaça para a sua existência. Ora a embaixada recusa a ideia de uma retirada dos territórios indígenas por parte do exército colombiano, sublinhando que uma reivindicação nesse sentido apresentada pela tribo awa é “inaplicável”.

“Inaplicável”, explica a embaixada, porque este território necessita de estar sob controlo uma vez que contém numerosas riquezas. A embaixada estado-unidense reconhece explicitamente que “os investimentos de capital nos hidrocarbonetos”, bem como na borracha e na palmeira produtora de óleo – o que quer dizer exactamente os investimentos que explicam as decisões militares de Washington e o Tratado de comércio livre – conduzem directamente à violência contra os indígenas. E isto sucede, explica a embaixada, porque os povos indígenas “provavelmente não abandonariam terras tidas como sagradas nas suas identidades culturais”. Ou seja, que não franqueariam voluntariamente a porta à exploração capitalista.

Tudo isto mostra que os EUA e a Colômbia continuam a defender opções militares e a conduzir políticas económicas que, segundo a própria opinião dos EUA, conduzem a um genocídio. Na realidade é a própria embaixada estado-unidense que reconhece que o genocídio é absolutamente necessário para alcançar os seus objectivos.
Isto significa que os EUA mentem quando fingem interessar-se pelos direitos humanos. Os EUA têm o atrevimento de excluir Cuba da Cimeira das Américas por causa do direitos humanos; mas é o país que acolhe esta Cimeira – a Colômbia – que por todas as razões deveria ser apontado a dedo pelo seus resultados excepcionalmente maus no que diz respeito a direitos humanos. Na verdade, são os próprios EUA quem deveria ser denunciado, porque apoiam o brutal regime colombiano. Mas como são os EUA que domina o mundo, isso também pareceria “inaplicável”.

* Advogado norte-americano e activista dos Direitos Humanos

Publicado em: www.legrandsoir.info/le-massacre-colombien.html

http://www.odiario.info/?p=2404

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Acorda Povo! Política Fascista Global Destruição de Direitos Liberdades e Garantias do Sector Público: Privatização da Polícia no Reino Unido



Política Global de Destruição de Direitos Liberdades e Garantias do Sector Público Reino Unido: Governo pretende privatizar a políciaO contrato é o maior na privatização da polícia até agora, com um valor potencial de 1,5 mil milhões de libras ao longo de sete anos, atingindo um potencial de Libras 3,5 biliões, dependendo da quantidade de outras forças envolvidas. Esta escala ofusca o contrato recente £ 200.000.000 entre Lincolnshire Polícia e G4S, segundo o qual metade da força de pessoal civil vão aderir à empresa de segurança privada, que também construiu e mantém uma estação de polícia, pela primeira vez.



Reveladas: os planos do governo para a privatização da polícia

Extrato chave de nota contrato de licitantes para serviços de polícia



Estas são duas das 26 páginas de uma nota contrato visto pelo The Guardian que foi enviado aos licitantes potenciais para executar todos os serviços que "pode ​​ser legalmente delegadas ao setor privado"


Privatização da polícia West Midlands e Surrey oferta proposta de  £ 1,5 biliões de libras em contratos com empresas privadas que passam a poder deter suspeitos de crimes e investigar.


As patrulhas de rua podem ser efectuadas pelas empresas de segurança privada no âmbito dos planos do Governo para privatização da polícia.

As empresas privadas ficariam com a responsabilidade de investigar crimes, patrulhar Bairros e detenção de suspeitos, no âmbito de um plano radical d Privatização apresentado pelas duas das maiores forças policiais do país.

West Midlands e Surrey enviaram lances propostas de aquisição á G4S e a outras grandes empresas de segurança, em nome de todas as forças policiais de toda a Inglaterra e País de Gales para assumir o fornecimento de uma vasta gama de serviços com realizados pela polícia.

O contrato é o maior  alguma vez visto, no âmbito da privatização da polícia, com um valor potencial de 1,5 biliões de Libras ao longo de sete anos, passando para uns possíveis 3,5 bilhões, dependendo de quantas outras forças sejam envolvidas no esquema da privataria.

Este negócio de assalto ao poder  ofusca o contrato recentemente de 200 milhões de libras, entre Lincolnshire polícia e G4S, em que metade  do pessoal civil daquela força policial foram transferidos para a empresa de segurança privada, que também irá criar e gerir uma esquadra de polícia pela primeira vez.

A ministra do Interior, Theresa May, que impôs uma redução de 20% em dotações forças Whitehall, disse que policiamento de proximidade (frontline police) pode ser protegido usando o sector privado, para efectuar os serviços prestados ao público, mas esta é a primeira indicação clara do que isso vai significar na prática (PAGA COIRÃO). May disse na quinta-feira esperar que o programa do "negócio da sociedade" tenha no lugar na próxima Primavera.

A nota de 26 páginas do contrato "confiança comercial" visto pelo Guardian foi enviada aos licitantes potenciais para executar todos os serviços que "podem ​​ser legalmente delegados ao setor privado." Eles não incluem aqueles que envolvem o poder de prisão e outros deveres de um policial juramentado.

As empresas que solicitaram serviços de emergência através do concurso no site e-Bluelight Emergency Services foram convidados para uma "conferência de licitantes" em 14 de Março, com data prevista de início de contrato em Fevereiro próximo.

O que significa que o calendário para o programa será sujeito a aprovação final por parte da polícia West Midlands, em novembro, após a sua eleição do "first police and crime commissioner". A Autoridade Policial existente só deu o sinal verde para a fase de concurso no mês passado depois de uma "discussão robusta e dura", que terminou com uma votação dividida 11-5.

O programa de "transformação" da junta de West Midlands / Surrey conta com forte incentivo do Ministério do Interior. Parece que em Setembro se vai redesenhar e ultrapassar completamente os limites aceites entre sector público e privado e a definição de linha de frente de policiamento e de back-office.

O Programa tem a ameaça potencial de se tornar no principal veículo para a terceirização dos serviços políciais na Inglaterra e País de Gales. A região de West Midlands foi a pioneira, uma negociata dos chefes de polícia, Chris Sims, e Mark Rowley, que tem apenas mexer com a polícia metropolitana e o chefe de polícia de Surrey post. O par remeteu a resposta a estas questões para a Associação dos Delegados de Polícia.

É de assustadora, a lista de actividades de policiamento para venda inclui investigação de crimes, detenção de suspeitos, processos de investigação criminal em desenvolvimento, resposta a incidentes, atendimento de queixas , apoio e protecção de vítimas e testemunhas, gestão de criminosos de alto risco, patrulhamento de bairros, investigação criminal á paisana, gestão de envolvimento com o público, bem como mais tradicionais funções de back-office, como o gerenciamento forense, prestação de serviços jurídicos, gestão da frota de veículos, finanças e recursos humanos.

Um porta-voz da West Midlands Police Authority, disse: "A combinação de negócios com o sector privado é totalmente transformadora e voltado para a forma como a força faz negócios atualmente - Melhorar o serviço prestado ao público.

"As áreas de serviço que estão deliberadamente listadas nesta proposta de privatização são para a tornar mais atraciva e permitir para explorar as habilidades, conhecimentos e soluções a obter com a parceria." Ele disse que não queria dizer que todas as atividades listadas seriam necessariamente incluídas no âmbito final do contrato, mas que a força policial queria com ela testar novas áreas a privatizar mais tarde, e que nessa altura seria necessário novo contratcto.

O anúncio faz constar que "os licitantes devemter em atenção que necessariamente, nem todas essas atividades serão incluídas no escopo final, e que cada força policial irá selecionar algumas actividades, as áreas onde vêem as melhores oportunidades para a transformação". A polícia quer testar a possíbilidade de novas áreas de policiamento a serem entregues às empresas privadas.

O contrato está sendo oferecido em dois lotes, com uma cobertura que abrange os serviços de custódia, e um segundo que abrange todos os outros serviços.


A polícia de West Midlands está a planear cortar 2.764 empregos já durante o próximo Programa de Privatização Policial a três anos e que este programa não foi projetado para atender as lacunas orçamentais imediatos. Os resultados na economia são esperadas após 2014.



Ben Priestley, do sindicato nacional para a polícia, justiça, e serviços públicos (Unison's national office for police and justice) disse estar muito alarmado com este assalto programa: "Trazer o setor privado, o policiamento é uma experiência muito perigosa para com a segurança local e com o dinheiro dos contribuintes", disse. " ("Bringing the private sector into policing is a dangerous experiment with local safety and taxpayers' money,") Estamos pedindo às autoridades policiais para não cair na armadilha de pensar que o setor privado, é a resposta aos cortes da coaligação e para o facto de o Ministério do Interior se recusa a publicar o seu plano de negócios -. [o Freedom of Information Act] - fala por si. ([the Freedom of Information Act] – speaks for itself.)

"A privatização significa que a polícia terá menos responsabilidade ​​perante o público, e que as pessoas deixarão de poder apresentar queixa à Comissão Independente de Queixas Policiais, quando tiverem problemas. Quando um incidente crítico acontece, a capacidade de uma força para responder estará seriamente comprometido . Os únicos vencedores são empresas as privadas que fazem lucros e os accionistas à custa dos serviços públicos locais. "

Uma série de outras forças, incluindo Cleveland, Avon e Somerset, e Cheshire, estão a explorar os serviços que podem ser oferecida ao setor privado, embora em menor escala.

A polícia de Cleveland possui um contrato de 10 anos com a empresa TI Steria para fornecer tratamento de chamadas, pessoal da recepção, e os aspectos do sistema de justiça criminal, juntamente com serviços de informática, finanças e treinamento. Reliance Security gere  srviços de segurança e custódia em Cleveland.

Avon e Somerset tinha um contrato com a IBM, chamado South West One, que deu imensos problemas nos seus três primeiros anos. Alguns serviços estão a ser levados de volta para casa, devolvidos ao Estado de onde nunca deveriam ter saído. Cheshire tem um contrato mais tradicional com a Capgemini para oferecer financiamento, instalações e gestão de frotas.

Não deverá haver falta de licitantes. Quando STI Lincolnshire coloque a proposta a concurso, 12 empresas responderam com propostas.

Fonte: Guardian - Revealed: government plans for police privatisation

POVOS DA TERRA LEVANTAI-VOS CONTRA A AGENDA DE ESCRAVIDÃO GLOBAL!

É HORA DE LUTA.

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Offshores Máfia ATTACK Algarve Turístico! Familia Inglesa Donos Carvoeiro Villas Encerra Portas Mundo do Sapato Shoe World, Despede Trabalhadores Sem Aviso Nem Direitos Antes do Natal; Carta Enviada ao Consul Britânico Sobre Tão Criminoso Acto dos Watson!



Abaixo se transcreve um chocante comentário-exposição de uma funcionária da empresa "Mundo do Sapato SHOE world" propriedade da familia Watson, de origem Inglesa, proprietária do"carvoeiro villas, www.carvoeiro-villas.com", que ja opera no Algarve ha bastantes anos e que recentemente causou grande angustia e enorme sofrimento desnecessario a dezenas de trabalhadores, abruptamente encerrou as portas, fechando a loja sem aviso e despedindo o pessoal todo collectivamente no dia 23 de Dezembro 2011..

O comentário já tem algum tempo, mas só demos por ele há uns dias e... entretanto fizemos uma pequena Investigação, recolhemos mais informação que transcrevemos abaixo:

  • Comentário- exposição da funcionária da empresa “Shoe World/Mundo do Sapato” despedida no Natal, com carta ao consul britânico no Algarve
  • Cópia de artigo, notícia publicado no website Algarve Daily News traduzido por google
  • Processo de Insolvência públicado em Diário da República, 2.ª série — N.º 23 — 1 de fevereiro de 2012
  • Informação do Website Shoe World Mundo do Sapato em Whois Domain Tools
  • Informação do www.carvoeiro-villas.com em Go Dady Whois Domain Tools
  • Informação do propietário James Watson em Owners Direct.com.uk Property Ref P10290
  • Localização e Informação do patrimonio imobiliário, imóneis encontrado
  • Informação dos preços praticados pelo Carvoeiro Villas, propriedade da familia Watson
  • Informação do patrimonio Carvoeiro Villas, propriedade da familia Watson

Boa noite , peco desculpa pois nao faco a minima ideia de como denunciar isto a voces...e tenho a sensacao de aqui nao `e o sitio certo mas aqui vai... pode ser que alguem os possa "atacar" ja temos parasitas que cheguem em Portugal, nao necessitamos dos ingleses tambem...

Aqui vai uma historia de uma companhia ( “Shoe World/Mundo do Sapato”) que `e patronada por uma familia Inglesa que ja opera no Algarve ha bastantes anos, com património avaliado em 2.5 milhoes de Euros e que recentemente causou angustia e sofrimento desnecessario a dezenas de trabalhadores , fechando a loja sem aviso e despedindo o pessoal todo collectivamente no dia 23 de Dezembro 2011..


Merry Christmas pessoal!
Aqui vai a cópia da carta enviada ao Consul Britanico em Portimão que resumidamente mostra o ponto da situação.

Bastava que a imprensa fizesse referência a isso e ao site de carvoeiro villas, www.carvoeiro-villas.com, onde demonstra a situação em que os coitadinhos dos patrões ficaram!

É no minimo chocante!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

A situação "precária" (?!) em que está a familia Watson pois teve que fechar as lojas, abrir falência e pôr os empregados na rua, sem nada, nem o ordenado devido aos trabalhadores!

E no entanto as propriedades estao avaliadas a quase 2.5 milhoes de Euros.

Por favor divulga , pode ser que alguem consiga explicar o porque que eles ainda nao pagaram os trabalhadores, ou notificaram as autoridades competentes para estes mesmos empregados possam reinvidicar subsidio de desemprego que lhes `e devido.

Ou ainda melhor pode ser que o lulzsec ou outros defensores do povo Portugues, consigam fazer um deface esclarecedor e talvez comprometente ao site Carvoeiro villas!

Espero que isto seja util, se necessitares mais info , contacta me.

Obrigado

> >> Data: 13 de janeiro de 2012 22:46

>> Assunto: Shoe Wold - Mundo do Sapato

>> Para: portimao.consulate@fco.gov.uk

>> Exmo. Sr. Consul do Reino Unido em Portimâo

>> Para que V.Exa. tenha conhecimento, do encerramento das lojas ShoeWorld - Mundo do Sapato, cujos patões, James Watson, Stuart Watson e Diane Watson, são de nacionalidade Inglesa, sem qualquer aviso, na véspera de Natal

>> Não pagaram o salário de Dezembro, subsídios de férias e Natal e as indeminizações.

>> A agravar a situação os 20 trabalhadores não estão a receber o subsídio de desemprego, porque os patrões ainda não deram conhecimento do encerramento das lojas à Direção Geral do Emprego e das Relações de Trabalho, nem entregaram a documentação necessária, conforme exige a lei portuguesa.

>> Sabe-se que estes cidadãos britanicos possuem no Algarve património imobiliário avaliado em 2 milhões e 400 mil euros, que provavelmente estarão declarados em paraísos fiscais, as famosas "off-shore".

>> Sr. Consul, apelo para que interceda junto desses Srs.para que paguem de imediato tudo o que os trabalhadores têm direito, pois estas famílias estão vivendo dias de agonia, sem dinheiro para pagar as suas contas.

>>Mais informo que os trabalhadores e familiares irão reunir junto à Moradia do Sr.James Watson, sábado 14 de Janeiro, pelas 9.30h, para entregar uma carta em mão,solicitando a resolução do problema, onde irão comparecer tambêm alguns orgãos da Comunicação Social.

>> Muito grata pela atenção dispensada.
>>

Cópia de artigo, notícia publicado no website Algarve Daily News traduzido por google



'Mundo do Sapato' pessoal solicita a intervenção Consular

Os funcionários da 'World Shoe' Algarve base (Mundo do Sapato) lojas foram demitidos na véspera de Natal e afirmam que não receberam os salários de dezembro e outros direitos devidos.

O negócio de varejo fechou suas portas e, se a empresa entrou em administração, os directores terão oficialmente de informar as autoridades competentes portuguesas antes de os funcionários podem pedir apoio desemprego.

The retail business has closed its doors and, if the company has gone into administration, Directors will need oficially to inform the relevant Portuguese authorities before staff can claim unemployment support.

This has not yet been done, leaving staff angry and confused, going as far as appealing to the British Consul in Portimão to intervene in negotiations, an area of support for Britons that is far wide of the Consular remit.

Isso ainda não foi feito, deixando o pessoal irritado e confuso, indo tão longe como apelando para o cônsul britânico em Portimão para intervir nas negociações, uma área de apoio para os britânicos que é muito ampla da missão consular.

A letter sent to the British Consul, also sent to the press, points out that the owners of the business “have property in the Algarve” and demands “immediate payment to all workers, for all they are due as their families are living days of agony, without money to pay their bills”.

A carta enviada ao Cônsul britânico, também enviado à imprensa, recorda que os donos do negócio "têm propriedade no Algarve" e exige "pagamento imediato a todos os trabalhadores, por tudo o que eles são devidos como as suas famílias estão vivendo dias de agonia, sem dinheiro para pagar suas contas ".

Processo de Insolvência públicado em Diário da República, 2.ª série — N.º 23 — 1 de fevereiro de 2012
Diário da República, 2.ª série — N.º 23 — 1 de fevereiro de 2012 4041

Para Administrador da Insolvência é nomeada a pessoa adiante identificada, indicando -se o respetivo domicílio.
Dr. José Estêvão Pinto de Oliveira endereço Av. Conde de Valbom
n.º 67 -4. -E 1050 -067 Lisboa

Ficam advertidos os devedores do insolvente de que as prestações a
que estejam obrigados, deverão ser feitas ao administrador da insolvência
e não ao próprio insolvente.

Ficam advertidos os credores do insolvente de que devem comunicar
de imediato ao administrador da insolvência a existência de quaisquer
garantias reais de que beneficiem.

Declara -se aberto o incidente de qualificação da insolvência com
caráter limitado alínea i do art 36 — CIRE
Para citação dos credores e demais interessados correm éditos de
5 dias.
Ficam citados todos os credores e demais interessados de tudo o que
antecede e ainda:

O prazo pª a reclamação de créditos foi fixado em 30 dias.
O requerimento da reclamação de créditos deve ser apresentado ou remetido por via postal registada ao administrador da insolvência nomeado para o domicílio constante do presente anúncio acompanhado dos documentos probatórios de que disponham.
Mesmo o credor que tenha o seu crédito por reconhecido por decisão definitiva, não está dispensado de o reclamar no processo de insolvência — artigo 128.º do CIRE
É designado o dia 29 -02 -2012, pelas 13:30 Horas para a realização
de assembleia de credores de apreciação do relatório, podendo fazer -se
representar por mandatário com poderes especiais para o efeito
Da presente sentença pode ser interposto recurso, no prazo de 15
dias art 42 do CIRE, e ou deduzidos embargos, no prazo de 5 dias art
40 e 42 do CIRE.
Com a petição de embargos, devem ser oferecidos todos os meios
de prova de que o embargante disponha, ficando obrigado a apresentar
as testemunhas arroladas, cujo número não pode exceder os limites
previstos no artigo 789.º do Código de Processo Civil n 2 do art 25
do CIRE.
Ficam ainda advertidos que os prazos para recurso, embargos e reclamação de créditos só começam a correr finda a dilação e que esta se conta
da publicação do anúncio. Os prazos são contínuos não se suspendendo
durante as férias judiciais n 1 do art 9 do CIRE. Terminando o prazo em
dia que os tribunais estiverem encerrados, transfere -se o seu termo para
o primeiro dia útil seguinte.
11 de janeiro de 2012. — A Juíza de Direito, Dr.ª Sandra dos Reis
Luís. — O Oficial de Justiça, Maria Dália Vicente.

305592016
Anúncio n.º 2248/2012
Processo n.º 260/12.4TBPTM — Insolvência de pessoa singular
(apresentação)
Insolventes: Francisco Emanuel Sacramento Velasques e Liliana
Filipa Silva Neto
No Tribunal Judicial da Comarca de Portimão, 1.º Juízo Cível, no
dia 20 -01 -2012, ao meio dia, foi proferida sentença de declaração de
insolvência dos devedores: Francisco Emanuel Sacramento Velasques,
NIF — 232915270 e Liliana Filipa Silva Neto, NIF — 238026949,
ambos com residência no Sitio da Canada, Lagoa, 8400 -Lagoa e, com
domicílio na morada indicada.

Para Administrador da Insolvência é nomeada a pessoa adiante
identificada, indicando -se o respetivo domicílio. Dr. Florentino Matos
Luís, Endereço: Avª Almirante Gago Coutinho N.º 48 — A, 1700 -031
Lisboa
Ficam advertidos os devedores do insolvente de que as prestações a
que estejam obrigados, deverão ser feitas ao administrador da insolvência
e não ao próprio insolvente.
Ficam advertidos os credores do insolvente de que devem comunicar
de imediato ao administrador da insolvência a existência de quaisquer
garantias reais de que beneficiem.
Declara -se aberto o incidente de qualificação da insolvência com
caráter limitado (alínea i do artigo 36.º CIRE)
Para citação dos credores e demais interessados correm éditos de
5 dias.
Ficam citados todos os credores e demais interessados de tudo o que
antecede e ainda:
Da presente sentença pode ser interposto recurso, no prazo de 15 dias
(artigo 42.º do CIRE), e ou deduzidos embargos, no prazo de 5 dias
(artigo 40.º e 42 do CIRE).
Qualquer interessado pode pedir, no prazo de cinco dias, que a sentença seja complementada com as restantes menções do Artigo 36.º

Com a petição de embargos, devem ser oferecidos todos os meios
de prova de que o embargante disponha, ficando obrigado a apresentar
as testemunhas arroladas, cujo número não pode exceder os limites
previstos no artigo 789.º do Código de Processo Civil (n.º 2 do artigo 25.º do CIRE).
Ficam ainda advertidos que os prazos para recurso, embargos só
começam a correr finda a dilação e que esta se conta da publicação
do anúncio.
Os prazos são contínuos, não se suspendendo durante as férias judiciais
(n.º 1 do artigo 9.º do CIRE).
Terminando o prazo em dia que os tribunais estiverem encerrados,
transfere -se o seu termo para o primeiro dia útil seguinte.
23 de janeiro de 2012. — A Juíza de Direito, Dr.ª Sandra dos Reis
Luís. — O Oficial de Justiça, Fernanda Gamboa.
305642333
2.º JUÍZO CÍVEL DO TRIBUNAL DA COMARCA DE PORTIMÃO
Anúncio n.º 2249/2012
Insolvência Pessoa Coletiva (Requerida
processo n.º 4357/11.0TBPTM
Publicidade de sentença e citação de credores e outros interessados
Requerente: Vendalinda — Importação e Exportação, L.
da
Insolvente: Mundo do Sapato — Com. Imp. e Exp. de Calçado, L.da
No Tribunal Judicial de Portimão, 2.º Juízo Cível, no dia 13 -01 -2012,
ao meio dia, foi proferida sentença de declaração de insolvência do
devedor:
Mundo do Sapato — Com. Imp. e Exp. de Calçado, L.
da
, NIF 504112376,
Endereço: EN 125, Sítio do Carmo, Lagoa, 8400 -405 Lagoa, com sede
na morada indicada.

São administradores do devedor:
James Philip Watson, Endereço: Rua do Povo do Burro, n.º 20, 8400 -502 Lagoa;
Stuart Kingsley Watson, Endereço: Rua do Povo do Burro, n.º 20, 8400 -502 Lagoa, a quem é fixado domicílio na(s) morada(s) indicada(s).

Para Administrador da Insolvência é nomeada a pessoa adiante identificada, indicando -se o respetivo domicílio:

Jorge Calvete, Endereço: Av.ª Vítor Gallo, Lote 13, 1.º Esq., Marinha Grande, 2430 -202 Marinha Grande.

Ficam advertidos os devedores do insolvente de que as prestações a que estejam obrigados deverão ser feitas ao administrador da insolvência e não ao próprio insolvente.

Ficam advertidos os credores do insolvente de que devem comunicar de imediato ao administrador da insolvência a existência de quaisquer garantias reais de que beneficiem.

Declara -se aberto o incidente de qualificação da insolvência com caráter pleno [alínea i) do artigo 36.º do CIRE].

Para citação dos credores e demais interessados correm éditos de 5 dias.

Ficam citados todos os credores e demais interessados de tudo o que antecede e ainda:

O prazo para a reclamação de créditos foi fixado em 30 dias.

O requerimento de reclamação de créditos deve ser apresentado ou remetido por via postal registada ao administrador da insolvência nomeado, para o domicílio constante do presente edital (n.º 2 artigo 128.º do CIRE), acompanhado dos documentos probatórios de que disponham.

Mesmo o credor que tenha o seu crédito por reconhecido por decisão definitiva, não está dispensado de o reclamar no processo de insolvência (n.º 3 do artigo 128.º do CIRE).

Do requerimento de reclamação de créditos deve constar (n.º 1, artigo 128.º do CIRE):

A proveniência do(s) crédito(s), data de vencimento, montante de capital e de juros;

As condições a que estejam subordinados, tanto suspensivas como resolutivas;



Informação do Website Shoe World Mundo do Sapato em Whois Domain Tools


Registrant:
Mundo do Sapato
Mestre Maco Loja
EN 125
Sitio do Carmo
Lagoa, Algarve 8400
PT
Domain Name: SHOEWORLDSHOP.COM
Administrative Contact, Technical Contact:
Watson, James
Mundo do Sapato
Mestre Maco Loja
EN 125 Sitio do Carmo Lagoa, Algarve 8400
PT
282343065 fax: 282343065
Record expires on 09-Dec-2013.
Record created on 09-Dec-1999.
Domain servers in listed order:
NS4.TELEPAC.PT
NS3.TELEPAC.PT


Informação do www.carvoeiro-villas.com em Go Dady Whois Domain Tools
Registrant:
Domains By Proxy, LLC
DomainsByProxy.com
15111 N. Hayden Rd., Ste 160, PMB 353
Scottsdale, Arizona 85260
United States
Registered through: GoDaddy.com, LLC (http://www.godaddy.com)
Domain Name: CARVOEIRO-VILLAS.COM
Created on: 28-Jun-11
Expires on: 28-Jun-12
Last Updated on: 28-Jun-11
Administrative Contact:
Private, Registration CARVOEIRO-VILLAS.COM@domainsbyproxy.com
Domains By Proxy, LLC
DomainsByProxy.com
15111 N. Hayden Rd., Ste 160, PMB 353
Scottsdale, Arizona 85260
United States
(480) 624-2599 Fax -- (480) 624-2598
Technical Contact:
Private, Registration CARVOEIRO-VILLAS.COM@domainsbyproxy.com
Domains By Proxy, LLC
DomainsByProxy.com
15111 N. Hayden Rd., Ste 160, PMB 353
Scottsdale, Arizona 85260
United States
(480) 624-2599 Fax -- (480) 624-2598
Domain servers in listed order:
NS77.DOMAINCONTROL.COM
NS78.DOMAINCONTROL.COM

Informação do propietário James Watson em Owners Direct.com.uk Property Ref P10290

Property Ref P10290
Contact Name:
James Watson
(PORTUGAL) +351 919435896
-------
http://www.carvoeiro-villas.com/

Localização e Informação do patrimonio imobiliário, imóneis encontrados

Villa Diane
Localizada nas coordenadas utm 37.090092,-8.427554
Estr. EN1154
8400 Lagoa, Portugal
Google Map
Vila Rosa
Localizada nas coordenadas utm 37.107038,-8.423899
Quinta do Rosal
8400 Lagoa, Portugal
Google Map
Villa Bela Vista
Localizada nas coordenadas 37.09236,-8.429325 Villa Bela Vista‎
Estr. Municipal 1273 Vivenda Cristina
8400 Lagoa, Portugal
Google Map
Villa Isabel
Localizada nas coordenadas  37.104396,-8.423553
Estr. Municipal 1154 400X
8400 Lagoa, Portugal
Google Map
Villa Gilead
Localizada nas coordenadas  37.091133,-8.427389
Estr. de Benagil
8400 Lagoa, Portugal
Google Map
Villa Oasis
Localizada nas coordenadas  37.099739,-8.469618
R. dos Pescadores 106
8400 Lagoa, Portugal
Google Map
Villa James
Localizada nas coordenadas  37.097033,-8.468309
R. do Povo do Burro Casa Mourisca
8400 Lagoa, Portugal
Google Map

Informação dos preços praticados pelo Carvoeiro Villas, propriedade da familia Watson



Rental
Period
Per
Night
Per
Week
Per
Month
Min.
Stay (Nights)
2
June 2012 - 29 June 2012
£3495 7
30
June 2012 - 13 July 2012
£4295 7
14
July 2012 - 31 August 2012
£4795 7
1
September 2012 - 14 September 2012
£3995 7
15
September 2012 - 30 September 2012
£3495 7



Informação do patrimonio Carvoeiro Villas, propriedade da familia Watson

Villa Diane
2 Quartos
Descrição

Casa deslumbrante em Benagil, Capacidade 5,
Ar-condicionado, churrasco e piscina comum
Casa Diane Cottage Quarto 2 está em uma posição dominante sobre a praia de Benagil, Carvoeiro. Situado em 10 hectares de terra, com um jardim privado e isolado pátio, esta casa de campo maravilhosamente modernizado tem tudo que você esperaria e mais! Chique design moderno, ainda rústico e relaxante, tem todos os acessórios modernos, Televisão por satélite, com ITV e BBC, DVD player, ar-condicionado e piso radiante, cozinha totalmente equipada e apenas uma curta caminhada de restaurantes. A praia fica a apenas 5 minutos a pé ou 2 minutos de carro. A casa compartilha um pool com a casa principal. Família ideal villa ou por 2 compartilhamento de famílias e uma ótima posição para os caminhantes e as famílias a desfrutar das praias algarvias e sol. Disponível para até 4 adultos e um bebê.

Visão global
2 Quartos
5 Lugares
2 casas de banho
1 áreas de salão

Taxas (GBP)
por propriedade
por semana
£ 550 - £ 995

Descrição
Cottage,
200 m2

Localização

Aeroporto mais próximo: Aeroporto Internacional de Faro em 60 Kilometres
Mais perto de Ferry: Portimao em 15 Kilometres
Trem mais próximo: Estombar em 4 Kilometres
Auto-Estrada mais próxima: A22 em 4 Kilometres Lagoa
Mais perto de Praia: praia de Benagil a 500 metros

Carro: Recomendado

Villa Diane está localizado na pacata aldeia de pescadores intocada de Benagil. O mar ea praia fica a apenas 5 minutos a pé. Da praia é possível organizar passeios de barco para visitar as grutas. Existem 6 restaurantes à escolha no Benagil e estão todos a pé da vila. Para aqueles que amam andar pelas caminhadas falésia são fantásticos, e as praias da Marinha e Albandeira estão por perto. A vila de Carvoeiro tem muitas lojas, restaurantes, cafés, bares, boates, bancos e farmácias. Lagoa é a cidade mais próxima com um mercado de peixe local e dois grandes supermercados de todas as suas necessidades. Para um dia em família fabulosa para fora, visitar a cidade histórica de Silves, com o seu antigo castelo mourisco, ou visitar o parque aquático fantástico (Slide & Splash) e parque temático (Zoo Marine) todos estão a uma curta distância.
Villa Rosa
4 Quartos
Descrição

Família villa, 8 pessoas, piscina, terraços cobertos, jantar fora, Wi-Fi
Villa Rosa é o lugar ideal para suas férias em família. A vivenda situa-se na zona tranquila de Vale del Rei, perto de Carvoeiro. A vila fica em um terreno seguro privado cercado por belas árvores e paisagens. A grande piscina constitui o ponto focal com bons terraços de tamanho para que todos possam banho de sol e se divertir. Villa Rosa tem um salão aberto confortável planejada e TV sala de jantar (BBC-ITV) Wi-Fi, CD Hi-Fi, DVD, PlayStation 2, mais uma boa selecção de brinquedos, jogos e uma casa na árvore maravilhosa para as crianças. A cozinha está totalmente equipada, com uma sala de serviço separada. 1 quarto duplo com casa de banho. 1 quarto duplo, 2 quartos duplos com banheiro compartilhado. O terraço exterior coberto com churrasqueira é perfeito para ao ar livre de jantar e um ótimo lugar para assistir o sol se pôr.
Visão global
4 Quartos
8 Lugares
2 casas de banho
1 WC separado
1 sala de estar

Taxas (GBP)
por propriedade
por semana
£ 895 - £ 1.795

Descrição
Villa, 250 m2

Villa Rosa
4 Quartos
Localização

Aeroporto mais próximo: Aeroporto Internacional de Faro em 60 Kilometres
Mais perto de Ferry: Portimao em 15 Kilometres
Trem mais próximo: Estombar em 4 Kilometres
Auto-Estrada mais próxima: A22 em 4 Kilometres Lagoa
Praia mais próxima: Praia da Marinha Praia de 3 Kilometres

Carro: Recomendado

Villa Rosa é o lugar ideal para suas férias em família. A vila está situada numa zona rural calma de Val del Rei, perto de Carvoeiro.
A vila fica em um terreno seguro privado, rodeado por pinheiros e belas paisagens. A vista do pôr do sol são fantásticos. A vila de Carvoeiro tem muitas lojas, restaurantes, cafés, bares, boates, bancos e farmácias. Junto com as belas praias de Benagil e Marinha são apenas 5 min. carro. Lagoa é a cidade mais próxima com um mercado de peixe local e dois grandes supermercados de todas as suas necessidades. Para um dia em família fabulosa para fora, visitar a cidade histórica de Silves, com o seu antigo castelo mourisco, ou visitar o parque aquático fantástico (Slide & Splash) e parque temático (Zoo Marine) todos são
a uma curta distância.

Villa Bela Vista
4 Quartos
Descrição

Fantástico Marca de luxo Villa Nova Especificação de alta com vista mar, Piscina, Televisão por satélite, Wi-Fi, Acomoda 9
Uma casa nova e incrível com vista para o mar na tranquila aldeia piscatória de Benagil perto de Carvoeiro. Villa Bella Vista é verdadeiramente de luxo, com o melhor sistema de segurança e vigilância por vídeo, acesso WiFi gratuito. Existem 4 quartos com televisão por satélite e 4 in-suite banheiros, todos com vista para o mar. O piso térreo é largamente aberto planejado com um magnífico átrio de entrada, levando para a sala confortável e lareira central aberta. A cozinha é grande, de design moderno e luxuosamente mobilados. A área de jantar generosa está localizado entre a cozinha e fora churrasco. Todos os pisos são em granito com pavimento radiante por toda parte. A vivenda está situado em 2 hectares de jardins paisagísticos privados com piscina, quadra de vôlei de praia e uma lagoa característica ilha. Os grandes terraços com mobília de jardim bonito inclui camas com dossel para relaxar e sonhar. A moradia tem tudo e mais um feriado inesquecível.

Visão global
4 Quartos
9 pessoas
4 Casas de Banho
1 WC separado
1 áreas de salão

Taxas (GBP)
por propriedade
por semana
£ 1.795 - £ 3.695

Descrição
Villa, 400 m2

Villa Bela Vista
4 Quartos
Localização

Villa Isabel
4 Quartos
Descrição

Villa deslumbrante, Capacidade 10, ar-condicionado, piscina, BBQ & coberta de jantar, WiFi, jogos

Villa Isabel é o local perfeito para as férias no interior de Vale del Rei, perto de Carvoeiro. A vila fica em um vale muito e é cercado por oliveiras e alfarrobeiras. Todos os principais amenidades são apenas a uma curta distância. Indoor / Outdoor Living plano aberto é o que esta casa tem tudo a ver, com terraços cobertos para a área para churrasco / jantar, além de tênis de mesa coberta e área de estar ao lado da piscina. O alojamento é muito espaçoso e tem muitas características tradicionais, incluindo o Central mezanino com cana e tectos em madeira. A sala principal está aberto planejado ar condicionado, e muito confortáveis. As 2 salas são separadas pela cozinha central e área de jantar. Lounge 1 tem televisão por satélite BBC ITV, WiFi, CD e DVD player. Lounge 2 inclui play station 2 com jogos e brinquedos. A cozinha está totalmente equipada com uma sala separada do utilitário. 2 quartos duplos com casa de banho privativa e 2 quartos duplos com banheiro compartilhado.

Aeroporto mais próximo: Aeroporto Internacional de Faro em 60 Kilometres
Mais perto de Ferry: Portimao em 15 Kilometres
Trem mais próximo: Estombar em 4 Kilometres
Auto-Estrada mais próxima: A22 em 4 Kilometres Lagoa
Mais perto de Praia: Praia de Benagil a 500 metros

Carro: Recomendado

Villa Bela Vista está localizado na pacata aldeia de pescadores intocada de Benagil. O mar ea praia fica a apenas 5 minutos a pé. Da praia é possível organizar passeios de barco para visitar as grutas. Existem 6 restaurantes à escolha no Benagil e estão todos a pé da vila. Para aqueles que amam andar pelas caminhadas falésia são fantásticos, e as praias da Marinha e Albandeira estão por perto. A vila de Carvoeiro tem muitas lojas, restaurantes, cafés, bares, boates, bancos e farmácias. Lagoa é a cidade mais próxima com um mercado de peixe local e dois grandes supermercados de todas as suas necessidades. Para um dia em família fabulosa para fora, visitar a cidade histórica de Silves, com o seu antigo castelo mourisco, ou visitar o parque aquático fantástico (Slide & Splash) e parque temático (Zoo Marine) todos estão a uma curta distância.

Visão global
4 Quartos
Capacidade 10
3 casas de banho
2 áreas de salão

Taxas (GBP)
por propriedade
por semana
£ 995 - £ 2.195

Descrição
Villa, 300 m2

Villa Isabel
4 Quartos
Localização

Aeroporto mais próximo: Aeroporto Internacional de Faro em 60 Kilometres
Mais perto de Ferry: Portimao em 15 Kilometres
Trem mais próximo: Estombar em 4 Kilometres
Auto-Estrada mais próxima: A22 em 4 Kilometres Lagoa
Praia mais próxima: Praia Praia da Marinha em 3 Kilometres

Carro: Recomendado

Villa Isabel é o feriado perfeito localizado no país do lado Val del Rei, perto de Carvoeiro. A vila fica em um vale muito e é cercado por oliveiras e alfarrobeiras. A vila de Carvoeiro tem muitas lojas, restaurantes, cafés, bares, boates, bancos e farmácias. Junto com as belas praias de Benagil e Marinha são apenas 5 minutos de carro de distância. Lagoa é a cidade mais próxima com um mercado de peixe local e dois grandes supermercados de todas as suas necessidades. Para um dia em família fabulosa para fora, visitar a cidade histórica de Silves, com o seu antigo castelo mourisco, ou visitar o parque aquático fantástico (Slide & Splash) e parque temático (Zoo Marine) todos estão a uma curta distância.

Villa Gilead
5 Quartos
Descrição

A vivenda de luxo supremo, vistas deslumbrantes sobre o mar, 10 pessoas, ar-condicionado, piscina, jacuzzi,
Villa Gilead está localizado na pacata aldeia de pescadores de Benagil, fixado em 10 hectares de terra com uma vista deslumbrante sobre o vale e do mar. Os jardins são bonitos e seguem o modelo tradicional algarvia. Gilead é uma casa espaçosa, com grandes terraços cobertos para a vida fora. O lounge e sala de jantar são em plano aberto e muito confortáveis, com uma janela de 5 metros com uma vista incrível do vale e do mar. Televisão por satélite (BBC - ITV) DVD e CD player WiFi. A cozinha é bem equipada e inclui um frigorífico / gelo americano e máquina de café Nespresso. Os quartos são espaçosos, 3 quartos duplos com casas de banho in, 2 quartos duplos com banheiro compartilhado. A sala de bar / jogos está localizado no nível da piscina com assentos confortáveis, TV, DVD, CD e PlayStation2. A piscina e jacuzzi com o exterior vestiário WC e duche, são cercados por um espaço enorme terraço para que todos possam relaxar, banho de sol e desfrutar das belas vistas.

Visão global
5 Quartos
10 pessoas
4 Casas de Banho
2 WC separado
1 áreas de salão
1 Bar

Taxas (GBP)
por propriedade
por semana
£ 3.495 - £ 5.495

Descrição
Villa, 500 m2

Villa Gilead
5 Quartos
Localização

Aeroporto mais próximo: Aeroporto Internacional de Faro em 60 Kilometres
Mais perto de Ferry: Portimao em 15 Kilometres
Trem mais próximo: Estombar em 4 Kilometres
Auto-Estrada mais próxima: A22 em 4 Kilometres Lagoa
Mais perto de Praia: praia de Benagil a 500 metros

Carro: Recomendado

Villa Gilead está localizado na pacata aldeia de pescadores intocada de Benagil. O mar ea praia fica a apenas 5 minutos a pé. Da praia é possível organizar passeios de barco para visitar as grutas. Existem 6 restaurantes à escolha no Benagil e estão todos a pé da vila. Para aqueles que amam andar pelas caminhadas falésia são fantásticos, e as praias da Marinha e Albandeira estão por perto. A vila de Carvoeiro tem muitas lojas, restaurantes, cafés, bares, boates, bancos e farmácias. Lagoa é a cidade mais próxima com um mercado de peixe local e dois grandes supermercados de todas as suas necessidades. Para um dia em família fabulosa para fora, visitar a cidade histórica de Silves, com o seu antigo castelo mourisco, ou visitar o parque aquático fantástico (Slide & Splash) e parque temático (Zoo Marine) todos estão a uma curta distância.

Villa Oasis
6 Quartos
Descrição

Um oásis no coração do Carvoeiro Village, Acomoda 12, ar-condicionado, piscina, coberto fora de jantar, sala de jogos. Carro não é obrigatório.
A casa está localizada no centro da vila, a apenas 300 metros da praia. Villa Oasis é uma propriedade encantadora tradicional quintal tribunal, no centro de Carvoeiro.
O pátio possui uma piscina e as paredes cobertas de azulejos artesanais com caminhos de pedra de calçada que levam à torre e terraços secretos. Deve ser vista a apreciar o seu charme único. Todo o edifício está sendo totalmente renovado, mantendo as suas características tradicionais. As obras serão concluídas até final de Março de 2012, quando iremos publicar os detalhes completos da villa Oasis.

Visão global
6 Quartos
Sleeps10 2
5 Casas de Banho
1 WC separado
1 sala de estar

Taxas (GBP)
por propriedade
por semana
£ 995 - £ 2.695

Descrição
Villa, 300 m2

Villa Oasis
6 Quartos
Localização

Aeroporto mais próximo: Aeroporto Internacional de Faro em 60 Kilometres
Mais perto de Ferry: Portimao em 15 Kilometres
Trem mais próximo: Estombar em 5 Kilometres
Auto-Estrada mais próxima: A22 em 4 Kilometres Lagoa
Mais perto de Praia: praia do Carvoeiro a 500 metros

Carro: Não é necessário

Carvoeiro é uma vila de pescadores a meio caminho ao longo da costa do Algarve, cerca de 45 minutos do Aeroporto de Faro. Ao longo dos últimos 15 anos, cresceu para ser uma estância de férias capaz tamanho. No entanto, ele não perdeu o encanto intrínseco do local, como o desenvolvimento foi simpaticamente feito, mantendo-se a edifícios baixos no estilo tradicional algarvia. Este resort cosmopolita tem uma vasta selecção de restaurantes e bares, alguns poucos clubes noturnos, lojas, bancos, farmácias, instalações locais e praias fantásticas.

Villa James
T7
Descrição
Família Villa, piscina, sala de jogos, acomoda 15, WiFi, não o carro Obrigatório
Villa James está localizado no centro da aldeia e está a 5 minutos a pé da bela praia. Esta propriedade bem decorado, tem vistas espectaculares sobre o mar circundante e Carvoeiro aldeia. Villa James foi decorado e desenhado para um alto padrão todo, ostentando grandes varandas que levam para fora de salas de estar e quartos, onde pode admirar as vistas maravilhosas ou desfrutar de refeições ao ar livre. A vila inclui uma sala de jogos com mesa de futebol, Play Station 2 e um monte de jogos. Esta casa é ideal para famílias ou os jogadores igualmente. Esta vila está em uma posição incomparável no Carvoeiro, a poucos minutos a pé de todas as lojas, restaurantes, bares, discotecas e linda praia. A acomodação é em duas metades, tornando-o ideal para dois ou mais família, incluindo grandes grupos e golfistas.

Visão global
T7
15 pessoas
5 Casas de Banho
1 WC separado
2 áreas de salão

Taxas (GBP)
por propriedade
por semana
£ 1.200 - £ 2.995

Descrição
Villa, 400 m2
Villa James
T7
Localização

Aeroporto mais próximo: Aeroporto Internacional de Faro em 60 Kilometres
Mais perto de Ferry: Portimao em 15 Kilometres
Trem mais próximo: Estombar em 5 Kilometres
Auto-Estrada mais próxima: A22 em 4 Kilometres Lagoa
Mais perto de Praia: praia do Carvoeiro a 500 metros

Carro: Não é necessário

Carvoeiro é uma vila de pescadores a meio caminho ao longo da costa do Algarve, cerca de 45 minutos do Aeroporto de Faro. Ao longo dos últimos 15 anos, cresceu para ser uma estância de férias capaz tamanho. No entanto, ele não perdeu o encanto intrínseco do local, como o desenvolvimento foi simpaticamente feito, mantendo-se a edifícios baixos no estilo tradicional algarvia. Este resort cosmopolita tem uma vasta selecção de restaurantes e bares, alguns poucos clubes noturnos, lojas, bancos, farmácias, instalações locais e praias fantásticas.

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About

Carvoeiro-villas.com
We are a family business which specialises in superior holiday rentals based in Carvoeiro.
The family have lived and rented holiday villas for over 12 years and have unrivalled knowledge and experience in the area.

properties
All the Villas are concentrated in and around the Carvoeiro area.
Most of the properties are owned and maintained by us, and we pride ourselves on the very high standard of accommodation.
With our in-depth knowledge of the properties we are in the unique position to offer you the best personal service and support.
The villas range from a chic two bedroom cottage by the sea to large luxury villas with 7 bedrooms, sleeping up to 16 people.
All our villas have private swimming pools.
Our standard maid service provides for the villa to be cleaned, with a change of bed linen / bathroom / beach towels on a weekly basis.

customers
We have clients from continental Europe and all over the world. However, historically UK has always been the Algarve’s most important visitor, with families at the top of the list. The Algarve is a fantastic place too holiday, with many of our customers returning each year.

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Máfia Internacional, Maçonaria Árabe, Direitos Humanos em Marrocos: Violência Polícial e Ameaças Contra o Povo Marroquino



Marrocos - A maçonaria é uma grande irmandade sem fronteiras, e como tal, as violações de direitos humanos, contra o povo marroquino, nunca vêm à tona - nem sequer nos episódios mais violentos.

Ministres Francs-Maçons Le Sultan Moulay Hafid le Roi Mohammed V le Premier Ministre Ahmed Balafrej les Anciens Ministres Ahmed Guérida Moulay Alaoui Driss Basri

O dinheiro fala mais alto, e nada se faz que poossa ferir o ego do irmão maçon e sócio marroquino, muito amigo de Portugal e Espanha e aliado da União Europeia e Estados Unidos. Entre seus principais parceiros comerciais figuram França, Estados Unidos, Suécia, Alemanha, Portugal e Espanha.

Portugal mantém amplos acordos de cooperação a nível politico comercial e institucional com Rabat, capital do reino de Marrocos.m Inclusivé, a Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) e o Centre National pour la Recherche Scientifique et Technique (CNRST), mantéem acordos bilaterais

Também Madrid mantém amplos acordos de cooperação com Rabat, capital de Marrocos, que incluem a venda de armas e material defensivo. Estima-se que a Espanha é o principal país provedor do reino illuminati alauí - dinastia que governa o país - depois da França e seu mercado representa a principal fonte de exportações espanholas de toda a África. Em 2009, Marrocos recebeu 30 milhões de euros em veículos militares espanhóis...


Sobre a situaçãop politico-social de Marrocos





Os protestos contra o regime ditatorial de Rabat continuam quase diáriamente, levando milhares de pessoas ás ruas. O regime do rei de Marrocos, está cada vez mais intolerável com os manifestantes, que no dia 20 de fevereiro saíram às ruas para exigir reformas democráticas e econômicas, e passou a actuar com feroz contundência diante de qualquer indício de protesto.



Os marroquinos têm saído às ruas em protestos massivos por todo o país e a oeste do Saara para protestar contra o despotismo e a opressão do monarca. O aparato repressivo da monarquia, com seus vários contingentes, organizou um feroz esquema de repressão contra os manifestantes. Eles têm usado helicópteros, cassetetes, gás lacrimogêneo, balas de borracha e munição real, jogaram viaturas policiais a toda velocidade em cima dos manifestantes, e agora, começaram a demolir as casas dos manifestantes, como aconteceu, à poucos dias em Tanger.






Ao mesmo tempo, uma série de detenções arbitrárias tem sido realizada, com invasão de lares e apreensão de objetos pessoais. A feroz repressão continuou no dia seguinte, levando a mais vítimas. Várias pessoas morreram e muitas ficaram feridas. O número de detenções é desconhecido.



"O que aconteceu com nosso companheiro é apenas um exemplo da repressão sofrida diariamente por nosso povo, pelas correntes de esquerda e do movimento sindical como um todo - com o silêncio cúmplice da mídia. A tortura e violência policial tem vindo a aumentar diáriamente, e agora, para nos amedrontar, começaram a enviar-nos fotografias dos métodos bárbaros e sevicias a que submetem os nossos companheiros. Mas nós declaramos que, apesar da repressão, continuaremos nossa luta até a derrocada final deste sistema ditatorial e de exploração." - diz-nos um dos manifestantes

Citando os relatórios da Associação Marroquina dos Direitos Humanos (AMDH) e do Human Rights Watch (HRW), o Departamento de Estado refere que as forças marroquinas haviam usado "força excessiva " para desmontar o acampamento e que várias casas saharauis tinham sido atacados em El Aaiun.

O Departamento de Estado acrescenta ainda que as autoridades marroquinas impediram jornalistas marroquinos e internacionais de se deslocar a El Aaiun nos dias anteriores e posteriores ao desmantelamento do acampamento, o que dificultou a obtenção e verificação das informações.

Apelamos a todos os militantes, ativistas, a todos aqueles a quem ainda resta um pingo de humanide, aos povos de todos os países para mostrar sua solidariedade com os trabalhadores e a juventude de Marrocos, e com todas as vítimas da repressão por parte da Monarquia. Temos que exigir a suspensão imediata da campanha de prisões e assassinatos que continua inabalável. Todos os responsáveis por esses crimes hediondos devem ser julgados. Apelamos para as diferentes formas de solidariedade: protestos em frente às embaixadas e consulados de Marrocos, a adoção de resoluções de solidariedade por parte dos sindicatos e organizações de esquerda, da juventude, etc...


uma das fotogrfias ameaçadoras enviadas aos manifestantes


Você também pode enviar cartas e mensagens de protesto e repúdio a estes endereços:


Primeiro-Ministro de Marrocos
Fax: 00212 537761777
courrier@pm.gov.ma


Ministro do Interior
Fax: 00212537767404 ou 00212537761777
courrier@mi.gov.ma


Ministro da Justiça
courrier@mj.gov.ma

Embaixada de Marrocos
sifmar@emb-marrocos.pt


Avenida Fontes Pereira de Melo, n.º 19, 8º, 1050-116 Lisboa, Portugal
Telefone: 00351 213 138 100 / Fax: 00351 213 138 109
E-mail: cciap@cciap.pt / Web Site: http://www.cciap.pt/


Favor enviar cópia de todas as mensagens para: paris@hrw.org, hrwpress@hrw.org, blatche@hrw.org, mailto:berlin@hrw.org, aiportugal@amnistia-internacional.pt, ayy.tahala_@hotmail.com, lac@marxy.com

Amnesty International in Portugal


Phone:
+351 21 386 1664/ +351 21 386 1652

Fax:
+351 21 386 1782



Address:
Av Infante Santo, 42, 2º Lisboa 1350-179 PT


Email:
aiportugal@amnistia-internacional.pt

http://www.amnistia-internacional.pt/

Secretariado Internacional da Amnistia Internacional


London, UK.
Telephone: +44-20-74135500
Fax number: +44-20-79561157
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Jean-Marie Fardeau
France Director




Anna Chaplin-Fischer
Paris Office Manager






ACORDOS PORTUGAL - MARROCOS


Convenção sobre Segurança Social entre a República Portuguesa e o Reino de Marrocos, de 14 de Novembro de 1998
Decreto do Ministério dos Negócios Estrangeiros n.º 27/99, de 23 de Julho -Aprova a Convenção.

Acordo Administrativo Relativo às Modalidades de Aplicação da Convenção sobre Segurança Social entre a República Portuguesa e o Reino de Marrocos
Aviso do Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social n.º 127/2010, de 16 de Outubro.

Acordo entre o Governo da República Portuguesa e o Governo do Reino de Marrocos sobre Cooperação no domínio da Luta contra o terrorismo e a Criminalidade organizada, assinado em Lisboa em 28 de Abril de 1992
Decreto do Ministério dos Negócios Estrangeiros n.º 18/94, de 30 de Junho - Aprova o Acordo.

Aviso do Ministério dos Negócios Estrangeiros n.º 75/2011, de 27 de maio - Cumprimento das formalidades internas de entrada em vigor.

Acordo de Cooperação em Matéria de Protecção Civil com Marrocos
Decreto do Ministério dos Negócios Estrangeiros n.º 19/94, de 7 de Julho -Aprova o Acordo.

Aviso do Ministério dos Negócios Estrangeiros n.º 93/2011, de 5 de Julho - Torna a pública a troca de notas relativa ao Acordo.


Convenção em matéria de extradição entre a República Portuguesa e o Reino de Marrocos (assinada em Rabat em 17 de Abril de 2007)
Resolução da Assembleia da República n.º 7/2009 de 26-02 - Aprova o Acordo;

Decreto do Presidente da República n.º 13/2009 de 26-02 - Ratifica o Acordo

Aviso do Ministério dos Negócios Estrangeiros n.º 68/2011, de 10 de Maio: cumprimento das formalidades internas de entrada em vigor


Emenda do Protocolo concluído em virtude do artigo 23º do Acordo entre o Governo da República Portuguesa e o Governo do Reino de Marrocos Relativo aos Transportes Rodoviários Internacionais de Passageiros e de Mercadorias (assinado em Rabat em 17 de Abril de 2007)
Resolução da Assembleia da República n.º 9/2009 de 26-02 - Aprova a Emenda

Decreto do Presidente da República n.º 15/2009 de 26-02 - Ratifica a Emenda;


Convenção Relativa a Auxílio Judiciário em Matéria Penal (assinada em 14-11-1998)
Resolução da Assembleia da República n.º 17/2000, de 6 de Março - Aprova a Convenção;

Decreto do Presidente da República n.º 5/2000, de 6 de Março - Ratifica a Convenção.

Aviso n.º 106/2001, de 27 de Setembro - Torna pública a troca dos instrumentos de ratificação. A Convenção entrou em vigor em 01-09-2001.

Convenção Relativa à Assistência às Pessoas Detidas e à Transferência das Pessoas Condenadas (assinada em 14-11-1998)
Resolução da Assembleia da República n.º 18/2000, 6 de Março - Aprova para ratificação;

Decreto do Presidente da República n.º 6/2000, 6 de Março - Ratifica a Convenção;

Aviso n.º 202/2000, DR 239, Série I, de 16-10-2000 - Torna público que em 16-03-2000 e 04-08-2000, foram emitidas notas, respectivamente por Portugal e Marrocos, em que se comunica terem sido cumpridas as formalidades constitucionais internas, por ambos os Estados, no que respeita à Convenção.
Acordo sobre Cooperação no Domínio da Luta Contra o Terrorismo e a Criminalidade Organizada (assinado em 28-04-1992)
Decreto n.º 18/94, de 30 de Junho - Aprova o Acordo.
Convenção de Assistência Mútua Administrativa com o Fim de Prevenir, Investigar e Reprimir as Infracções Aduaneiras (concluída em 18-10-1988)
Decreto 50/90, de 16 de Novembro - Aprova a Convenção;


CÂMARA DE COMÉRCIO E INDÚSTRIA ÁRABE-PORTUGUESA
ARAB-PORTUGUESE CHAMBER OF COMMERCE AND INDUSTRY

Avenida Fontes Pereira de Melo, n.º 19, 8º, 1050-116 Lisboa, Portugal
Telefone: 00351 213 138 100 / Fax: 00351 213 138 109
E-mail: cciap@cciap.pt / Web Site: http://www.cciap.pt

Câmara de Comércio e Indústria Árabe-Portuguesa


Acordos de cooperação entre Portugal - Marrocos - países Árabes

Marrocos - Acordo de Cooperação Científica e Tecnológica

Marrocos - Acordo de Cooperação no Domínio da Marinha Mercante

Marrocos - Acordo de Cooperação no Domínio do Ambiente e do Ordenamento do Território

Marrocos - Acordo de Promoção e Protecção Recíprocas de Investimento

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Jornada de Resistência Nacional Direitos ao Centro de Portugal: Todos a Caminho de Vila-de-Rei 19 Agosto



A JORNADA | DIREITOS AO CENTRO | DIREITOS À RESISTÊNCIA
TODOS OS CAMINHOS VÃO DAR A VILA DE REI | AGOSTO 19.2011
Informar | Debater | Unir | Mobilizar

OBJECTIVO: Desenvolver a cumplicidade e estabelecer uma rede nacional de contactos disposta a lutar em todo o território nacional por uma sociedade mais justa, solidária e feliz.

Que partindo das nossas casas, de todos os distritos, tomemos todos os caminhos, a pé, de bicicleta, carroça, sobre rodas, sobre as águas, cruzando estradas e pontes, vales e montes, durante um dia, dois dias, uma semana, duas semanas, e que nos encontremos todos no centro do centro de Portugal, em Vila de Rei, dia 19 de Agosto de 2011 e que ali permaneçamos até dia 21 escutando e partilhando, debatendo, sejamos capazes de apreender novas formas de unir e mobilizar, assumindo-nos como a resistência para os tempos e lutas que se avizinham. Que sejamos capazes de, na solidariedade e cumplicidade, gerar algo NOVO.

-------------------------

Não somos partido, não somos facção, somos olhos nos olhos, somos cidadão a cidadão.

Não estamos agrilhoados a ideologias, agendas de movimentos ou manifestos partidários, não temos um líder, todos somos líderes, todos somos veículos que nos conduzirão ao amanhã que demandamos.


Somos mães, pais e filhos do mundo. Somos humanos.
Caminhamos porque livres nascemos e a nós mesmos exigimos que livres queremos viver.
Estamos aqui porque acreditamos que um outro mundo, uma outra vida é possível.
E é por esse outro mundo, por essa outra vida que desejamos unir esforços, resistir e avançar.

Caminhamos porque acreditamos que unindo as nossas diferentes visões, experiências e conhecimentos, seremos o fulcro de uma alavanca com uma força assombrosa.

Caminhamos porque lutamos contra a submissão, a exclusão, o desemprego, a precariedade e a mentira, contra a ditadura económica, contra a ditadura do pensamento único, contra a ditadura da mediocridade, contra a ditadura da inevitabilidade, porque inevitável é tomarmos as rédeas das nossas vidas.

Estamos aqui porque acreditamos numa sociedade mais solidária, mais justa, mais feliz, porque acreditamos que essa sociedade só pode ser erigida se soubermos dizer não, se soubermos lutar pela nossa independência, pelo nosso futuro, pela nossa dignidade, se soubermos dizer sim a uma mudança que começa em cada um de nós, se acreditarmos que em cada cidadão reside a revolução.

Sabemos bem que os próximos tempos, as próximas decisões, as próximas acções, nos conduzirão a um retrocesso civilizacional, a uma situação de ruptura, a uma realidade de luta e repressão na sociedade portuguesa.

Somos nós chamados a estes dias, a assumirmo-nos como actores principais numa revolução humana, transnacional, transgeracional, uma revolução que transporta em si todos os nossos anseios, todos os nossos desejos e sonhos, todo o nosso amor. Todo o nosso incondicional amor ao próximo, à liberdade, à vida.

Uma outra solução é possível, um outro país é possível, um outro mundo é possível, uma outra vida é possível. E será rumo a ela que marcharemos.

Estamos ombro a ombro.

Não podemos esperar mais. Este é o nosso tempo. O tempo de sermos felizes.

Somos Açores, Aveiro, Beja, Braga, Bragança, Castelo Branco, Coimbra, Évora, Faro, Guarda, Leiria, Lisboa, Madeira, Portalegre, Porto, Santarém, Setúbal, Viana do Castelo, Vila Real, Viseu.
Declaramos guerra à austeridade, à precariedade e ao medo.
Combateremos nas ruas das nossas cidades.
Combateremos de amor ao peito.
Somos o país livre. Somos a Resistência.


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A JORNADA | Evento Facebook A JORNADA | DIREITOS AO CENTRO | DIREITOS À RESISTÊNCIA

Artigo 21.º | artigo.vinte.um@gmail.com

Página da iniciativa no Facebook: Artigo 21

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Sociedade Defesa dos Direitos Civis: Guerra dos EUA pela Dominação Global



Este texto serviu de apoio às conferências do Prof. Michel Chossudovsky na Sociedade para a Defesa dos Direitos Civis e Dignidade Humana (GBM), em Berlim, dias 10-11 de Dezembro de 2003, e na Humboldt Universidade de Berlim, em 12 de Dezembro de 2003 (resistir.info)

As guerras no Afeganistão e no Iraque fazem parte de uma agenda militar mais vasta, a qual foi lançada no fim da Guerra Fria. A agenda de guerra agora em andamento é uma continuação da Guerra do Golfo de 1991 e das guerras conduzidas pela NATO contra a Jugoslávia (1991-2001).

O período pós Guerra Fria também foi marcado por numerosas operações encobertas americanas dentro da antiga União Soviética, as quais foram instrumentais para desencadear guerras civis em várias das antigas repúblicas, incluindo a Chechenia (dentro da Federação Russa), a Geórgia e o Azerbaijão. Neste último, estas operações encobertas foram lançadas com o objectivo de assegurar o controle estratégico sobre os corredores de pipelines do petróleo e do gás.

As operações militares e de inteligência na era pós Guerra Fria foram conduzidas em estreita coordenação com as "reformas de mercado livre" impostas sob a orientação do FMI na Europa Oriental, na antiga União Soviética e nos Balcãs, as quais resultaram na desestabilização de economias nacionais e no empobrecimento de milhões de pessoas.

Os programas de privatização patrocinados pelo Banco Mundial nestes países permitiram ao capital ocidental adquirir a propriedade e ganhar o controle de uma enorme fatia da economia dos antigos países do bloco oriental. Este processo também está na base das fusões estratégicas e/ou takeovers da indústria do petróleo e do gás na antigas União Soviética por parte de poderosos conglomerados ocidentais, através da manipulação financeira e de práticas políticas corruptas.

Por outras palavras: o que está em jogo na guerra conduzida pelos EUA é a recolonização de uma vasta região que se estende desde os Balcãs até a Ásia Central.

O posicionamento estratégico da máquina de guerra dos EUA tem em vista ampliar a sua esfera de influência económica. Os EUA estabeleceram uma presença militar permanente não só no Iraque e no Afeganistão, pois têm bases militares em várias das antigas repúblicas soviéticas junto à fronteira ocidental da China. Por sua vez, desde 1999, tem havido uma preparação militar no Mar do Sul da China.

A guerra e a globalização andam de mãos dados. A militarização apoia a conquista de novas fronteiras económicas e a imposição por todo o mundo do sistema de "mercado livre".

A PRÓXIMA FASE DA GUERRA

A administração Bush já identificou a Síria como o palco para o passo seguinte no "mapa da estrada para a guerra". O bombardeamento de presumidas 'bases terroristas' na Síria pela Força Aérea Israelense em Outubro destinou-se a proporcionar uma justificação para subsequentes intervenções militares antecipativas (preemptives) . Ariel Sharon lançou os ataques com a aprovação de Donald Rumsfeld. (Ver Gordon Thomas, Global Outlook, No. 6, Winter 2004)

Esta extensão planejada da guerra à Síria tem sérias implicações. Significa que Israel tornou-se uma actor militar principal na guerra conduzida pelos EUA, bem como um membro 'oficial' da coligação anglo-americana.

O Pentágono encara o 'controle territorial' sobre a Síria, cuja superfície constitui uma ponte entre Israel e o Iraque ocupado, como 'estratégico' de um ponto de vista militar e económico. Também constitui um meio de controlar a fronteira iraquiana e de conter o fluxo de combatentes voluntários, os quais estão a viajar para Bagdad para se juntarem ao movimento de resistência iraquiano.

Esta ampliação do teatro de guerra está em consonância com o plano de Ariel Sharon de construir um 'Grande Israel' "sobre as ruínas do nacionalismo palestiniano". Enquanto Israel procura estender o seu domínio territorial em direcção ao Rio Eufrates, com áreas designadas de colonização judia na área central síria, os palestinianos são aprisionados em Gaza e no West Bak por trás de um 'Muro do apartheid'.

Enquanto isso, o Congresso americano endureceu as sanções económicas sobre a Líbia e o Irão. Igualmente, Washington está a dar indicações sobre a necessidade de uma 'mudança de regime' na Arábia Saudita. E a acumular pressões políticas à Turquia.

Assim, a guerra poderia na verdade transbordar para uma região muito mais vasta que se estende desde o Mediterrâneo Oriental até ao subcontinente indiano e à fronteira ocidental da China.

A UTILIZAÇÃO DE ARMAS NUCLEARES "ANTECIPATIVAS"

Washington adoptou uma política nuclear de primeiro ataque (first strike) "antecipativo", a qual recebeu agora aprovação do Congresso. As armas nucleares já não são uma arma de último recurso como durante a era da Guerra Fria.

Os EUA, a Grã-Bretanha e Israel têm uma política de armas nucleares coordenada. As ogivas nucleares israelenses estão apontadas às maiores cidades do Médio Oriente. Os governos de todos estes três países declararam bastante abertamente, antes da guerra ao Iraque, que estavam preparados para utilizar armas nucleares "se fossem atacados" com as chamadas "armas de destruição em massa". Israel é a quinta potência nuclear no mundo. O seu arsenal nuclear é mais avançado do que o da Grã-Bretanha.

Umas poucas semanas a seguir à entrada dos US Marines em Bagdad, o US Senate Armed Services Committee deu ao Pentágono o sinal verde para desenvolver uma nova bomba nuclear táctica, a ser usada em teatros de guerra convencionais, "com uma potência [até] seis vezes mais poderosa do que a bomba de Hiroshima".

A seguir à decisão do Senado, o Pentágono redefiniu os pormenores da sua agenda nuclear numa reunião secreta com executivos sénior da indústria nuclear e do complexo militar-industrial na Sede do Comando Central na Base da Força Aérea de Offutt, no Nebraska. A reunião foi efectuada em 6 de Agosto, o dia em que a primeira bomba atómica foi lançada sobre Hiroshima, 58 anos atrás.

A nova política nuclear envolve explicitamente os grandes empreiteiros da defesa na tomada de decisões. Isto é o equivalente à "privatização" da guerra nuclear. As corporações não só obtêm multibiliões de dólares de lucros com a produção de bombas nucleares como também têm um papel directo na preparação da agenda respeitante à utilização e aplicação das armas nucleares.

Nesse ínterim, o Pentágono desencadeou uma grande campanha de propaganda e relações públicas destinada a ver positivamente a utilização de armas nucleares com a "defesa da Pátria Americana".

Plenamente endossadas pelo Congresso dos EUA, as mini-ogivas (mini-nukes) são consideradas como "seguras para civis".

Esta nova geração de armas nucleares é destinada a ser utilizada na próxima fase desta guerra, em "teatros convencionais" (exemplo: no Médio Oriente e na Ásia Central) juntamente com armas convencionais.

Em Dezembro de 2003 o Congresso americano estabeleceu uma verba de US$ 6,3 mil milhões, somente para o exercício de 2004, a fim de desenvolver esta nova geração de armas nucleares "defensivas".

O orçamento anual global é da ordem dos 400 mil milhões de dólares, grosso modo da mesma ordem de grandeza de todo o Produto Interno Bruto (PIB) da Federação Russa.

Se não há evidência confirmada da utilização de mini-ogivas nos teatros de guerra iraquiano e afegão, testes efectuados no Afeganistão pelo Uranium Medical Research Center (UMRC), do Canadá, confirmam que a radiação tóxica registada não era atribuível ao "metal pesado" da munição com urânio empobrecido (depleted uranium, DU) e sim a uma outra forma não identificada de contaminação por urânio.

"alguma forma de arma de urânio foi utilizada (...) Os resultados foram espantosos: os doadores apresentavam concentrações de isótopos de urânio tóxico e radioactivo entre 100 e 400 vezes maiores do que nos veteranos da Guerra do Golfo testados em 1999". http://www.umrc.net/

O PLANEAMENTO DA GUERRA

A guerra ao Iraque esteve nos cenários de planeamento pelo menos desde meados da década de 1990.

Em 1995 um documento sobre segurança nacional da administração Clinton declarava bastante claramente que o objectivo da guerra é o petróleo: "proteger o acesso ininterrupto e seguro dos Estados Unidos ao petróleo".

Em Setembro de 2000, uns poucos meses antes do acesso de George W. Bush à Casa Branca, o Project for a New American Century (PNAC) publicou o seu projecto para a dominação global sob o título: "Reconstruindo as defesas da América".

O PNAC é um organismo neo-conservador de consultoria (think tank) ligado ao establishment da Defesa-Inteligência, ao Partido Republicano e ao poderoso Council on Foreign Relations (CFR) que desempenha um papel nos bastidores para a formulação da política externa americana.

O objectivo declarado do PNAC é bastante simples:

"Combater e vencer decisivamente em teatros de guerra múltiplos e simultâneos".

Tal declaração indica que os EUA planeiam estar envolvidos simultaneamente em vários teatros de guerra em diferentes regiões do mundo.

O vice-secretário da Defesa Paul Wolfowitz, o secretário da Defesa Donald Rumsfeld e o vice-presidente Dick Cheney adoptaram o projecto PNAC antes das eleições presidenciais.

O PNAC esboça um roteiro da conquista. Apela à "imposição directa de 'bases avançadas' americanas em toda a Ásia Central e no Médio Oriente" tendo em vista assegurar a dominação económica do mundo, ao mesmo tempo que estrangulando qualquer potencial "rival" ou qualquer alternativa viável à visão americana de uma economia de 'livre mercado'. (Ver Chris Floyd, Bush's Crusade for empire, Global Outlook, No. 6, 2003)

O PAPEL DAS "BAIXAS MACIÇAS PRODUTORAS DE EVENTOS"

O projecto do PNAC também esboça uma estrutura consistente de propaganda de guerra. Um ano antes do 11 de Setembro, o PNAC apelava a "algum evento catastrófico e catalisador, como um novo Pearl Harbor", o qual serviria para galvanizar a opinião pública americana em apoio de uma agenda de guerra (Ver http://www.globalresearch.ca/articles/NAC304A.html )

Os arquitectos do PNAC parecem ter antecipado com cínica precisão a utilização dos ataque do 11 de Setembro como "um incidente pretexto para a guerra".

A referência do PNAC a um "evento catastrófico e catalisador" reflecte uma declaração semelhante de David Rockfeller em 1994 ao United Nations Business Council:

"Estamos à beira da transformação global. Tudo o que precisamos é a grande crise certa e as nações aceitarão a Nova Ordem Mundial".

De modo análogo, nas palavras de Zbigniew Brzezinski, no seu livro The Grand Chessboard :

"... pode considerar-se mais difícil moldar um consenso [na América] sobre questões de política externa, excepto nas circunstâncias de uma ameaça externa directa verdadeiramente maciça e amplamente percebida".

Zbigniew Brzezinski, que foi Conselheiro de Segurança Nacional do presidente Jimmy Carter, foi um dos arquitectos chave da rede Al Qaeda, criada pela CIA para o assalto aos soviéticos na guerra afegã (1979-1989).

O "evento catastrófico e catalisador", tal como declarado pelo PNAC, é uma parte integral do planeamento militar e de inteligência americano. O general Franks, que dirigiu a campanha militar dentro do Iraque, apontou recentemente (Outubro de 2003) para o papel de um "evento produtor de baixas maciças" para reunir apoio à imposição do domínio militar na América (Ver General Tommy Franks calls for Repeal of US Constitution, November 2003, ).

Franks identifica o cenário preciso pelo qual o domínio militar será estabelecido:

"um evento terrorista, maciço, produzindo baixas [ocorrerá] em algum lugar no mundo ocidental — pode ser nos Estados Unidos da América — que leva a nossa população a questionar a nossa própria Constituição e a começar a militarizar o nosso país a fim de evitar uma repetição de outro evento que produza baixas em massa".(Ibid)

Esta declaração, de um indivíduo que estava envolvido activamente no planeamento militar e de inteligência aos mais altos níveis, sugere que a "militarização do nosso país" é um pressuposto operacional em andamento. É parte do "consenso de Washington", mais vasto. Identifica o "roteiro" da guerra e da "Defesa da Pátria" da administração Bush. Não é preciso dizer que também é uma parte integral da agenda neoliberal.

O "evento terrorista produtor de baixas maciça" é apresentando pelo general Franks como um ponto de viragem crucial. A crise resultante e o tumulto social são pretendidos a fim de facilitar uma grande mudança nas estruturas políticas, sociais e institucionais americanas.

A declaração do general Franks reflecte um consenso interno dos militares americanos acerca de como os eventos devem desdobrar-se. A "guerra ao terrorismo" destina-se a proporcionar uma justificação destinada a repudiar a Regra da Lei, com o argumento final de "preservar liberdades civis".

A entrevista de Franks sugere que um ataque terrorista patrocinado pela Al Qaeda será utilizado como um "mecanismo disparador" de um golpe de Estado militar na América. O "evento tipo Pearl Harbor" do PNAC seria utilizado como uma justificação para declarar um estado de emergência, conduzindo ao estabelecimento de um governo militar.

Em muitos aspectos, a militarização das instituições do Estado civil nos EUA já é funcional sob a fachada de uma falsa democracia.

PROPAGANDA DE GUERRA

Na sequência dos ataques de Setembro ao World Trade Center, o secretário da Defesa Donald Rumsfeld criou o Office of Strategic Influence (OSI), ou "Gabinete da Desinformação" como foi etiquetado pelos seus críticos.

"O Departamento da Defesa disse que eles precisavam fazer isso, e eles estavam realmente a plantar estórias falsas em países estrangeiros — num esforço para influenciar a opinião pública mundial". (Entrevista a Steve Adubato, Fox News, 26 December 2002.)

E, de repente, o OSI foi formalmente desmantelado depois de pressões políticas e de estórias "perturbadoras" nos media em que "a sua finalidade era mentir deliberadamente para promover os interesses americanos" ( Air Force Magazine , Janeiro de 2003) "Rumsfeld voltou atrás e disse que isto é embaraçoso". (Adubato, op. cit.) Mas apesar desta aparente meia volta, a orwelliana campanha de desinformação do Pentágono continua funcionalmente intacta: "O secretário da Defesa não está a ser particularmente franco aqui. A desinformação em propaganda militar é parte da guerra" (Ibid.)

Rumsfeld confirmou posteriormente, numa entrevista à imprensa, que apesar de o OSI não mais existir como nome, as "funções pretendidas para o Gabinete estão a ser executadas". (Citado em Federation of American Scientists (FAS) Secrecy News, , a entrevista à imprensa de Rumsfeld pode ser consultada em: http://www.fas.org/sgp/news/2002/11/dod111802.html ).

Diversas agências governamentais e unidades de inteligência — com ligações ao Pentágono — continuam activamente envolvidas em várias componentes da campanha de propaganda. As realidades são postas de cabeça para baixo. Actos de guerra são apregoados como "intervenções humanitárias" montados para a "mudança de regime" e "a restauração da democracia". A ocupação militar e o assassinato de civis são apresentados como "manutenção da paz". A abolição de liberdades civis — no contexto da chamada "legislação anti-terrorista" — é retractada como um meio de proporcionar "segurança interna" e de sustentar as liberdades civis.

O PAPEL CENTRAL DA AL QAEDA NA DOUTRINA BUSH DA SEGURANÇA NACIONAL

Explicitada na National Security Strategy (NSS), a doutrina da "guerra defensiva" antecipativa e a da "guerra ao terrorismo" contra a Al Qaeda constituem os dois blocos de construção essenciais da campanha de propaganda do Pentágono.

O objectivo é apresentar a "acção militar antecipativa" — o que significa a guerra como um acto de "autodefesa" contra duas categorias de inimigos: "Estados vilões" e "terroristas islâmicos":

"A guerra contra terroristas de alcance global é um empreendimento global de duração incerta. ...A América actuará contra tais ameaças emergentes antes que elas estejam plenamente constituídas.

...Estados vilões e terroristas não procuram atacar-nos utilizando meios convencionais. Eles sabem que tais ataques falhariam. Ao invés disso, eles confiam em actos de terror e, potencialmente, na utilização de armas de destruição em massa (...)

Os alvos destes ataques são nossas forças militares e nossa população civil, em violação directa de uma das normas principais da lei da guerra. Como se demonstrou pelas perdas do 11 de Setembro de 2001, as baixas civis em massa são o objectivo específico de terroristas e estas perdas seriam exponencialmente mais severas se os terroristas adquirissem e utilizassem armas de destruição em massa.

Os Estados Unidos mantêm há muito a opção de acções antecipativas para reagir a uma ameaça suficiente à nossa segurança nacional. Quanto maior a ameaça, maior é o risco da inacção — e mais obrigatória a necessidade de adoptar acções anticipatórias para defendermos a nós mesmos, (...). Para evitar ou prevenir tais actos hostis de nossos adversários, os Estados Unidos, se necessário, actuarão antecipativamente". 12 (National Security Strategy, White House, 2002, )

Para justificar acções militares antecipativas, a Doutrina da Segurança Nacional exige a "fabricação" de uma ameaça terrorista, — isto é, "um inimigo externo". Ela também precisa ligar estas ameaças terroristas ao "patrocínio de Estados" através dos chamados "Estados vilões".

Mas isto também significa que os vários "eventos produtores de baixas em massa", alegadamente pela Al Qaeda (o inimigo fabricado), constituem parte da agenda de Segurança Nacional.

Nos meses de preparação para a invasão do Iraque, foram lançadas operações encobertas com 'truques sujos' para produzir inteligência enganosa relativa tanto a Armas de Destruição em Massa (WMD) como a Al Qaeda, a qual era então despejada dentro das cadeias de notícias.

Depois da guerra, a conversa da ameaça das WMD baixava de tom, mas a das ameaças da Al Qaeda "à Terra Natal" continuam a ser repetidas ad nauseam em declarações oficiais, comentadas nas redes de TV e coladas diariamente nos tablóides de notícias.

E de forma subjacente a estas realidades manipuladas, ocorrências terroristas de "Osama bin Laden" estão a ser mantidas como justificação para a fase seguinte desta guerra. As últimas dependem de uma forma muito directa da:

1) efectividade da campanha de propaganda Pentágono-CIA, que é despejada dentro das cadeias jornalísticas.

2) ocorrência real de "eventos produtores de baixas em massa" como esboçados no PNAC

O que isto significa é que eventos terroristas reais ("produtores de baixas em massa") constituem parte integrante do planeamento militar.

ATAQUES TERRORISTAS REAIS

Por outras palavras, para ser "efectiva" a campanha de medo e desinformação não pode confiar unicamente em "advertências" não comprovadas de ataques futuros, também exige ocorrências terroristas "reais" ou "incidentes", os quais proporcionam credibilidade aos planos de guerra de Washington. Estes eventos terroristas são utilizados para justificar a implementação de "medidas de emergência" bem como "acções militares retaliatórias". Eles são exigidos, no actual contexto, para criar a ilusão de "um inimigo externo" que está a ameaça a Pátria Americana.

A provocação de "incidentes como pretexto para a guerra" é parte dos pressupostos do Pentágono. É de facto uma parte integral da história militar americana (Ver Richard Sanders, War Pretext Incidents, How to Start a War, Global Outlook, publicado em duas parte, Números 2 e 3, 2002-2003).

Em 1962 a Junta do Estado Maior (Joint Chiefs of Staff) concebeu um plano secreto intitulado "Operation Northwoods" a fim de provocar deliberadamente baixas civis para justificar a invasão de Cuba:

"Nós podíamos explodir um navio americano na Baia de Guantanamo e culpar Cuba", "Podíamos desenvolver uma campanha de terror comunista cubano na área de Miami, em outras cidades da Florida e mesmo em Washington" "listas de baixas em jornais americanos provocariam uma onda útil de indignação nacional". (Ver o documento Top Secret de 1962, desclassificado, intitulado "Justification for U.S. Military Intervention in Cuba"16 (Ver Operation Northwoods em http://www.globalresearch.ca/articles/NOR111A.html ).

Não há evidência de que o Pentágono ou a CIA tenham desempenhado um papel directo em ataques terroristas recentes, incluindo aqueles na Indonésia (2002), Índia (2001), Turquia (2003) e Arábia Saudita (2003).

Segundo os relatos, os ataques foram empreendidos por organizações (ou células destas organizações), as quais operam de forma bastante independente, com um certo grau de autonomia. Esta independência é da própria natureza de uma operação de inteligência encoberta. O "activo de inteligência" não está em contacto directo com os seus patrocinadores encobertos. Ele não é necessariamente conhecedor do papel que desempenha no interesse dos seus patrocinadores de inteligência.

A questão fundamental é quem está por trás deles? Através de que fontes estão eles a ser financiados? Qual é a rede subjacente de ligações?

No caso do ataque bombista de 2002 em Bali, por exemplo, a alegada organização terrorista Jemaah Islamiah tinha ligações à inteligência militar da Indonésia (BIN), a qual por sua vez tem ligações à CIA e à inteligência australiana.

Os ataques terroristas de Dezembro de 2001 ao Parlamento indiano — que contribuíram para empurrar a Índia e o Paquistão para a beira da guerra — foram alegadamente efectuados por dois grupos rebeldes com base no Paquistão, o Lashkar-e-Taiba ("Exército dos Puros") and Jaish-e- Muhammad ("Exército de Maomé"), ambos os quais, segundo o Council on Foreign Relations (CFR), são apoiados pelo ISI do Paquistão. (Council on Foreign Relations at http://www.terrorismanswers.com/groups/harakat2.html , Washington 2002).

O que o CFR deixa de admitir é o relacionamento crucial entre o ISI e a CIA e o facto de que o ISI continua a apoiar Lashkar, Jaish e os militantes Jammu e Kashmir Hizbul Mujahideen (JKHM), enquanto colabora também com a CIA. (Para mais pormenores ver Michel Chossudovsky, Fabricating an Enemy, March 2003, http://www.globalresearch.ca/articles/CHO301B.html )

Um documento de trabalho classificado de 2002, redigido para orientar o Pentágono nas "comunicações para a criação de um chamado 'Grupo de Operações Proactivo e Antecipativo' (Proactive, Pre-emptive Operations Group' - P2OG) , destinado a lançar operações secretas destinadas a "estimular reacções" entre terroristas e Estados que possuam armas de destruição em massa — que é, por exemplo, levar células terroristas a entrarem e acção e expo-las a ataques de "resposta rápida" de forças americanas". (William Arkin, The Secret War, The Los Angeles Times, 27 October 2002)

A iniciativa P2OG não é nada nova. Ela no essencial estende um aparelho já existente de operações encobertas. Como já foi amplamente documentado, a CIA tem apoiado grupos terroristas desde a era da Guerra Fria. Esta "activação de células terroristas" sob a cobertura de operações de inteligência exige a infiltração e o treinamento dos grupos radicais ligados à Al Qaeda.

Nesse aspecto, o apoio encoberto do aparelho militar e de inteligência americano tem sido canalizado a várias organizações terroristas islâmicas através de uma complexa rede de intermediários e mandatários. Durante a década de 1990, agência do governo americano colaboraram com a Al Qaeda num certo número de operações encobertas, como confirmado por uma relatório de 1997 do Comité do Partido Republicano do Congresso dos EUA. (Ver US Congress, 16 January 1997, ). De facto, durante a guerra na Bósnia inspectores de armamento americanos estavam a trabalhar com operacionais da Al Qaeda, trazendo grandes quantidades de armas para o Exército Muçulmano Bósnio.

Por outras palavras, a administração Clinton estava a "abrigar terroristas". Além disso, declarações oficiais e relatos de inteligência confirmam ligações entre unidades militares de inteligência dos EUA e operacionais da Al Qaeda, como ocorreu na Bósnia (meados da década de 1990), no Kosovo (1998-99) e na Macedonia (2001). (Ver Michel Chossudovsky, War and Globalisation, The Truth behind September 11, Global Outlook, 2003, Chapter 3, http://globalresearch.ca/globaloutlook/truth911.html )

A administração Bush e a NATO tinham ligações à Al Qaeda na Macedonia. E isto aconteceu apenas uns poucos meses antes do 11 de Setembro de 2001. Conselheiros militares seniors dos EUA, fornecidos por uma firma de mercenários privados contratada pelo Pentágono, estavam a combater lado a lado com os Mujahideen nos ataques terroristas às forças de segurança da Macedonia. Isto está documentado pela imprensa macedonia e por declarações feitas pelas autoridades macedonias. (Ver Michel Chossudovsky, op cit). O governo americano e a Rede Militante Islâmica estavam a trabalhar como uma mão dentro da luva no apoio e financiamento do National Liberation Army (NLA), o qual estava envolvido nos ataques terroristas à Macedonia.

Por outras palavras, os militares americanos estavam a colaborar directamente a Al Qaeda apenas uns poucos meses antes do 11 de Setembro.

A AL QAEDA E A INTELIGÊNCIA MILITAR DO PAQUISTÃO (ISI)

É na verdade revelador que em virtualmente todas as ocorrências terroristas pós 11 de Setembro a organização terrorista seja relatada (pelos media e em declarações oficiais) como tendo "ligações à Al Qaeda de Osama bin Laden". Isto é por si mesmo uma peça crucial de informação. Naturalmente, o facto de que a Al Qaeda é uma criação da CIA não é sequer mencionado nos relatos da imprensa nem considerado relevante para a compreensão destas ocorrências terroristas.

As ligações destas organizações terroristas (particularmente aquelas da Ásia) à inteligência militar do Paquistão (ISI) é admitida nuns poucos casos por fontes oficiais e notícias da imprensa. Confirmadas pelo Council on Foreign Relations (CFR), afirma-se que alguns destes grupos têm ligações ao ISI do Paquistão, sem identificar a natureza destas ligações. É desnecessário dizer que esta informação é crucial para a identificação dos patrocinadores destes ataques terroristas. Ou seja, é afirmado que o ISI apoia estas organizações terroristas, e ao mesmo tempo mantem ligações estreitas com a CIA.

A evidência de fontes oficiais confirma que a Al Qaeda é apoiada pela inteligência militar do Paquistão, o Inter-services Intelligence (ISI). O ISI tem apoiado muitas organizações terroristas. Como amplamente documentado, o ISI é apoiado pela CIA e há ligações estreitas entre as duas agências. Os terroristas do 11 de Setembro não actuaram por sua própria vontade. Além disso, documentos oficiais incluindo transcrições do Congresso confirmam que a Al Qaeda é de facto uma criação da CIA, ou seja um "activo de inteligência"

O 11 DE SETEMBRO

Enquanto Colin Powell — sem provas de apoio — apontou no seu discurso na ONU em Fevereiro de 2003 para "o nexo sinistro entre o Iraque e a rede terrorista Al Qaeda", documentos oficiais, imprensa e relatos de inteligência confirmam que sucessivas administrações americanas apoiaram e acumpliciaram-se com a rede militante islâmica. Este relacionamento é um facto estabelecido, corroborado por numerosos estudos, reconhecido pelos principais think tanks de Washington.

Tanto Colin Powell como o seu vice Richard Armitage, que nos meses em que prepararam o caminho para a guerra despreocupadamente acusaram Bagdad e outros governos estrangeiros de "abrigar" a Al Qaeda, desempenharam um papel directo, em diferentes momentos das sua carreiras, no apoio a organizações terroristas.

Ambos os homens estiveram implicados — a operarem nos bastidores — no escândalo Irangate Contra durante a administração Reagan, a qual envolveu a venda ilegal de armas ao Irão para financiar os paramilitares Contra na Nicarágua e os Mujahideen afegãos. (Para mais pormenores, ver Michel Chossudovsky, Expose the Links between Al Qaeda and the Bush Administration, )

Além disso, tanto Richard Armitage como Colin Powell desempenharam um papel no encobrimento do 11 de Setembro. As investigações e pesquisas conduzidas nos últimos dois anos, incluindo documentos oficiais, testemunhos e relatos de inteligência, indicam que o 11 de Setembro foi uma operação de inteligência cuidadosamente planeada, ao invés de um acto conduzido por uma organização terrorista. (Para mais pormenores, ver Centre for Research on Globalization, 24 Key articles , September 2003)

O FBI confirmou, num relato tornado público tardiamente o papel da Inteligência Militar do Paquistão em Setembro de 2001. De acordo com o relato, o alegado líder elo (ring leader) do 11 de Setembro, Mohammed Atta, foi financiado a partir de fontes do Paquistão. Um relatório de inteligência posterior confirmou que o então chefe do ISI, general Mahmoud Ahmad, havia transferido dinheiro para Mohammed Atta. (Ver Michel Chossudovsky, War and Globalization, op.cit.)

Além disso, relatos da imprensa e declarações oficiais confirmam que o chefe do ISI estava numa visita oficial aos EUA entre os dias 4 e 13 de Setembro de 2001. Por outras palavras, o mesmo indivíduo que alegadamente transferiu dinheiro para os terroristas tinha um estreito relacionamento pessoal com um certo número de responsáveis superior da administração Bush, incluindo Colin Powell, o director da CIA George Tenet e o vice-secretário Richard Armitage, com quem ele se encontrou no decorrer da sua visita a Washington. (Ibid)

O MOVIMENTO ANTI-GUERRA

Um movimento anti-guerra coeso não pode ser baseado unicamente na mobilização do sentimento anti-guerra. Ele deve finalmente remover os criminosos de guerra e questionar o seu direito a governar.

Uma condição necessária para deitar abaixo os governantes é enfraquecer e finalmente desmantelar a sua campanha de propaganda.

O impulso dos grandes comícios anti-guerra, nos EUA, na União Europeia e por todo o mundo, deveria lançar as fundações de uma rede permanente composta por dezenas de milhares de pessoas dos comités anti-guerra de nível local em bairros, lugares de trabalho, paróquias, escolas, universidades, etc. É finalmente através desta rede que a legimidade daquelas que "governam em nosso nome" será desafiada.

Para desviar os planos de guerra da administração Bush e neutralizar a sua máquina de propaganda devemos estender a mão aos nossos companheiros cidadãos de toda a terra, nos EUA, na Europa e por todo o mundo, aos milhões de pessoas comuns que foram enganadas acerca das causas e consequências desta guerra.

Isto também implica o pleno descobrimento das mentiras por trás da "guerra ao terrorismo" e a revelação da cumplicidade política da administração Bush nos eventos do 11 de Setembro.

O 11 de Setembro é uma burla. É a maior mentira da história americana.

Não vale a pena dizer que a utilização de "eventos produtores de baixas em massa" como pretexto para travar a guerra é um acto criminoso. Nas palavras de Andreas van Buelow, antigo ministro alemão da Tecnologia e autor de The CIA and September 11 :

"Se aquilo que digo é certo, todo o governo americano deveria acabar atrás das grades".

Mesmo assim não é suficiente remover George W. Bush ou Tony Blair, que são meros bonecos. Devemos também cuidar do papel dos bancos, corporações e instituições financeiras globais, as quais de forma inapagável postam-se por trás dos actores militares e políticos.

Progressivamente, o establishment da inteligência militar (ao contrário daquele do Departamento de Estado, da Casa Branca e do Congresso americano) está a dar as ordens na política externa americana. Enquanto isso, os gigantes do petróleo do Texas, os empreiteiros da defesa, Wall Street e os poderosos media gigantes, a operarem discretamente nos bastidores, estão a puxar as cordas. Se alguns políticos se tornarem fonte de grande embaraço, eles próprios podem ser desacreditados pelos media, postos de lado, e uma nova equipe de fantoches políticos pode ser trazida para o gabinete.

CRIMINALIZAÇÃO DO ESTADO

A "Criminalização do Estado" ocorre quando criminosos de guerra ocupam legitimamente posições de autoridade, as quais capacitam-nos a decidir "quem são os criminosos", quando de facto são eles os criminosos.

Nos EUA, tanto os republicanos como os democratas partilham a mesma agenda de guerra e há criminosos de guerra em ambos os partidos. Ambos os partidos são cúmplices no encobrimento do 11 de Setembro e na resultante busca da dominação mundial. Toda a evidência aponta para aquilo que é melhor descrito como "a criminalização do Estado", o que inclui o Judiciário e os corredores bipartidários do Congresso americano.

Sob a agenda de guerra, foi dada autoridade a responsáveis de alto escalão da administração Bush, a membros das forças armadas, ao Congresso americano e ao Judiciário não só para cometer actos criminosos como também para designar aqueles no movimento anti-guerra que se opõem a estes actos criminosos como "inimigos do Estado".

Mais genericamente, o aparelho militar e de segurança americano endossa e apoia os interesses económicos e financeiros dominantes — isto é, o fortalecimento, bem como o exercício, das forças armadas pode impingir o "livre comércio". O Pentágono é um braço da Wall Street, a NATO coordena as suas operações militares com o Banco Mundial e a política de intervenções do FMI, e vice versa. Sistematicamente, os corpos de segurança e defesa da aliança militar ocidental, junto com as várias burocracias civis governamentais e intergovernamentais (e.g. FMI, Banco Mundial, OMC) partilham um entendimento comum, um consenso ideológico e o compromisso para a Nova Ordem Mundial.

Para reverter a maré da guerra, as bases militares devem ser encerradas, a máquina de guerra (nomeadamente a produção de sistemas de armas avançados como as WMDs) deve ser travada e o explosivo Estado policial deve ser desmantelado. Mais genericamente, devemos reverter as reformas do "mercado livre", desmantelar as instituições do capitalismo global e desarmar os mercados financeiros.

A luta deve ter uma base ampla e democrática abrangendo todos os sectores da sociedade a todos os níveis, em todos os países, unindo num grande ímpeto trabalhadores, agricultores, produtores independentes, pequenos comerciantes, profissionais, artistas, funcionários públicos, membros do clero, estudantes e intelectuais.

Os movimentos anti-guerra e anti-globalização devem ser integrados num único movimento à escala mundial. As pessoas devem ser unidas entre os diferentes sectores, grupos de "questão única" devem juntar as mãos num entendimento comum e colectivo sobre como a Nova Ordem Mundial destroi e empobrece.

A globalização desta luta é fundamental, exigindo um grau de solidariedade e internacionalismo sem precedentes na história humana. Este sistema económico global alimenta-se da divisão social entre e dentro de países. A unidade de objectivo e a coordenação à escala mundial entre os diversos grupos e movimentos sociais é crucial. É preciso um grande impulso que reuna movimentos sociais em todas as grandes regiões do mundo numa busca comum e no compromisso para a eliminação da pobreza e por uma paz mundial duradoura.

Michel Chossudovsky

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