... Julgo que depois destes malabarismos, os currículos das pessoas com funções políticas activas com o propósito de praticar o bem comum de uma nação, devem ser exigidos e publicados em Diário da Republica para qualquer cidadão poder consultar e certificar-se das habilitações de cada politico. Não deve ser uma opção, mas uma condição contemplada numa lei própria para o efeito, pois como sabemos, nenhum trabalhador é admitido numa função numa empresa, sem referências e/ou curriculo académico/profissional. será verdade que o PS está "calado" neste caso da licenciatura de M. Relvas porque o Irmão Maçon António Seguro dos Bancos (da Universidade Lusófona) foi um dos professores envolvido no processo?...
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Discurso do Portugal Profundo; Feridas do Coração de um País Traído; Verdadeiro Sentir Colectivo, Corajosamente Assumido; Professor Sampaio da Nóvoa, Reitor da Universidade de Lisboa in Comemorações do Dia de Camões e das Comunidades Portuguesas; 10 de Junho



Portugal, Dia de Camões e Comunidades Portuguesas Mais um 10 de Junho...


 

Completamente apartado dos portugueses, cuja maioria não se revê no figurino carnavalesco destas manifestações enfastiantes, com os protocolos maçonicos, distinções e discursos de ocasião... Aliás, é de tal ordem, que, são cada vez menos, os portugueses a assistir ao corso carnavalesco do 10 de Junho.Uns porque seguiram o conselho do Des-Governo agente dos bancos, age da Troika que se governam de Portugal, e emigraram, e vêm o país à distância.


10 de Junho de 2012. António Sampaio da Nóvoa acabou de proferir esta peça literária em forma de alerta geral. Aponta os nossos falhanços colectivos enquanto Nação e apela ao nosso desígnio que afinal não é o futebol mas o Estudo e o Conhecimento. E mostra que Portugal falhou quando se afastou da Ciência, do Ensino e do Conhecimento. Caminhos dos quais a europa desenvolvida nunca se afastou.


Registei contudo o discurso do reitor Sampaio da Nóvoa, perante a habitual "névoa" dos tubarões cinzentões que habitualmente povoam os nossos televisores...Este ano, ainda pior, com aqueles governantes invertebrados com Portugal na lapela!...

Eis a excepção deste dia de Portugal, perante muitos cretinos presentes...

10 de Junho de 2012. António Sampaio da Nóvoa acabou de proferir esta peça literária em forma de alerta geral. Aponta os nossos falhanços colectivos enquanto Nação e apela ao nosso desígnio que afinal não é o futebol mas o Estudo e o Conhecimento. E mostra que Portugal falhou quando se afastou da Ciência, do Ensino e do Conhecimento. Caminhos dos quais a europa desenvolvida nunca se afastou.

... com um agradecimento sincero à generosidade de João Tilly que carregou o video no youtube e nos permitiu aceder ao discurso do Professor António Nóvoa.......

Sampaio da Nóvoa, o Discurso de Portugal...


O discurso do Professor Sampaio da Nóvoa, Reitor da Universidade de Lisboa, na cerimónia de celebração do 10 de Junho, protagonizou a verdade de um sentir colectivo, corajosamente assumido - talvez de forma imprevista mas, inequivocamente!, gratificante para todos nós.

Centrado nas dificuldades económico-sociais do país, o discurso de Sampaio da Nóvoa referiu-se abertamente a todas as "chagas" que ardem, abertas, no coração das pessoas e no país que somos - para além da ilusória, fastidiante e alienatória invocação dessa figura fantasmagórica com que, internacionalmente, se presume poder prender os povos ao medo...

Sampaio da Nóvoa falou da liberdade, da igualdade, do mérito e do conhecimento... falou do colectivo, da fome, da emigração, do desemprego, da autonomia e da falta dela... falou da falta de organização estrutural de um país que se rende ao exterior por não apostar na cultura, no ensino e na ciência com que se poderia estruturar internamente, de modo a resistir às dependências a que o desinvestimento endógeno conduziu...

Citando Teixeira de Pascoaes, Antero de Quental, Sofia de Mello Breyner Andersen e Zeca Afonso, Sampaio da Nóvoa, num discurso que é, de facto!, sinónimo da essência da Política, acordou o país para o Abril que somos e temos o direito de querer continuar a ser!

Obrigado, Professor António Sampaio da Nóvoa! Muito, muito obrigado!
Agradecimento de Ana Paula Fitas in Blogue A Nossa Candeia

Imperdível!

15 minutos de puro deleite intelectual.


Transcrição parcial

... com um agradecimento sincero à generosidade de que carregou o video no youtube e nos permite aceder ao discurso do Professor António Nóvoa.......
Sampaio da Nóvoa | "Um país liberto, uma vida limpa e um tempo justo"

Sampaio da Nóvoa, Reitor da Universidade de Lisboa, doutorado em Ciências da Educação em Genève e em História na Sorbonne, no discurso das comemorações do 10 de Junho, Dia de Portugal:

"Penso nos outros, logo existo."

"A liberdade de viver só existe quando se dá às pessoas o direito à dignidade social."
"Os sacrifícios têm de basear-se numa forte consciência do interesse social."

"A Europa não é uma opção, é a nossa condição (...) mas não nos iludamos: ou nos salvamos a nós ou ninguém nos salva."

"Em momentos de prosperidade, não tratamos de duas coisas fundamentais: o trabalho e o ensino. E, em tempos de crise é tarde."

"O heroísmo a que somos chamados é hoje o heroísmo das 'coisas básicas e simples: igualdade de oportunidades, emprego, segurança, liberdade'." (cit. Roosevelt)

"Não conseguiremos ser alguém na Europa e no Mundo se formos ninguém em nós".

"Não é por sermos um país pequeno que devem ser pequenas as nossas ambições; a dimensão hoje em dia não conta, o que conta é o conheciemento, é a cultura, é a ciência."

"O drama de Portugal, a razão da nossa dependência, tem sido sempre o afastamento de sociedades que evoluiram graças ao conhecimento e à ciência".

"Existe conhecimento, existe ciência, existe tecnologia nos nossos centros de investigação e universidades (...) e urge a ligação entre a sociedade e as universidades e uma valorização da sociedade com base no conhecimento."


 

A Base para um boa Sociedade é sem dúvida a Educação e a justiça social!

 

Estas políticas programadas na Universidade de Stranford só levam á destruição!

~

Saiba quem é a Moody's

 

Entenda o FMI e a dívida dos países


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Máfia NAZI Controla UE: Discurso de Auschwitz “Relay of Life” Passagem do Testemunho dos Guardiães da Memória; Dr Rath Health Foundation Denuncia BAYER BASF Chemical Drug Oil Cartel



Já aqui publicámos antes os documentos secretos que comprova que o Hitler não morreu, os documentos secretos EW PA-128 US ARMY do plano Nazi de criação da União Europeia. Agora, apresentamos algo ainda mais sinistro... a denúncia do  Dr Rath, no discurso dee Auschwitz vái bem maisa fundo...

 

O Dr. Rath Health Foundation é o receipient do "Relay de Vida e Memória" dos sobreviventes de Auschwitz


Caros sobreviventes do campo de concentração de Auschwitz,
Queridos guardiões da memória de Auschwitz,
Caro Dignitários,
Caros convidados,

Em nome de nossa fundação, desejo-vos as boas vindas. Gostaria também de agradecer August Kowalczyk, Helena Wisla e á Fundação Hospicjum Foundation Oswiecim, pelo grande esforço para organizar esta reunião. Há mais de quatro anos atrás eu conheci August Kowalczyk, pela primeira vez numa conferência da nossa fundação, em Haia, na Holanda, onde ele compartilhou as suas experiências de Auschwitz.


Neste meio tempo, nós encontramos-nos muitas vezes mais e eu tive também a honra de conhecer outros guardiões da memória de Auschwitz. Hoje vocês decidiram passar o “relay of life” da lembrança, o "revezamento da vida" para a próxima geração. Ter a honra de transportar a memória, dos sobreviventes de Auschwitz, na próxima geração é a mais alta honraria que qualquer organização ou qualquer ser humano pode receber.

But we are not alone here today. Mas não estamos sozinhos aqui hoje. With us is the memory of those millions of people who were brutally murdered in the KZ Auschwitz I, Birkenau and the IG Farben KZ Monowitz. Com nós é a memória dos milhões de pessoas que foram brutalmente assassinados no KZ Auschwitz I, Birkenau ea IG Farben KZ Monowitz.

Conoscos estão as pessoas da Polônia, Tchecoslováquia, Bélgica, França, Grã-Bretanha, Grécia, Holanda, Noruega, Rússia, Iugoslávia, e de muitas outras nações.

Conoscos está o povo judeu, o povo de origem eslava e todos aqueles que foram assassinados apenas por causa de sua raça e nacionalidade.

Nós nos curvamos diante de vocês. E nós estamos aqui hoje em vossa memória.

Sinto-me particularmente honrado por estar aqui entre vocês, os guardiões da memória de Auschwitz, porque eu nasci na Alemanha. Antes de avançarmos, gostaria de curvar-me na frente de todos vocês e pedir o vosso perdão para os crimes cometidos pelo povo alemão aqui em Auschwitz e em todo o mundo.

Estamos aqui hoje para proteger a vida, a saúde e dignidade, pois são estes os valores que foram mais abusadas na maioria das vezes no passado e que estão, portanto, na vanguarda do que devemos preservar e proteger para as gerações vindouras.

Por um lado, vocês, os sobreviventes de Auschwitz, decidiram passar a tocha da lembrança, o "revezamento da vida", para a próxima geração.

Por outro lado, a humanidade chegou a um ponto onde a possibilidade de uma Terceira Guerra Mundial está a ser discutida abertamente. Esta guerra, sem dúvida, irá desencadear um holocausto nuclear e conduzir a humanidade para o abismo. Esta conferência vai expor esses grupos de interesse que abertamente se preparam para a III Guerra Mundial e enviar uma mensagem de paz, que será ouvida em todo o mundo.

De vocês, os guardiões da memória de Auschwitz, nós aprendemos muito sobre a história, informações de valor inestimável que precisam ser preservadas para as gerações futuras. Nós, encontramos também uma abundância de fatos nos registos do Tribunal de Crimes de Guerra de Nuremberga ("Nuremberg War Crimes Tribunal") e noutros documentos históricos. Só se nós e as gerações futuras transportarmos estas "lições da história" seremos capazes de evitar no futuro, a repetição dos crimes que aconteceram durante a Segunda Guerra Mundial aqui em Auschwitz.

IG; Farben; Industries; AG; Bayer; Hoesch; German; Chemical; Pharmaceuticals; Value; Bilion; NAZI

Os preparativos das empresas para a Segunda Guerra Mundial, começaram muito cedo, em 1925, quando a Bayer, a BASF, a Hoechst e outras multinacionais alemãs formaram um cartel chamado "IG Farben Indústry". O objetivo declarado deste cartel era obter o controle dos mercados globais nos sectores-chave industriais da química, produtos farmacêuticos e petroquímicos. Já em 1925, quando este cartel foi fundado, o seu valor corporativo ultrapassou 11.000 milhões de marcos alemães (Reichsmark) e empregava mais de 80.000 pessoas.



Um dos setores industriais estratégicos para os quais a IG Farben buscava obter o controle global foi o "negócio farmacêutico de investimento". Eles sabiam (consideravam) que a indústria farmacêutica não é primariamente uma indústria da saúde, mas uma empresa de investimento que define o corpo humano como seu mercado estratégico. Ao apresentar-se como o fornecedor da saúde (da cura), toda a existência desta indústria de investimento foi baseada na continuação e expansão de doenças como mercados multimilionários dos medicamentos (drogas) por eles patenteados.

A pré-condição para o estabelecimento de um monopólio global para este negócio de investimento de drogas patenteadas (medicamentos patenteados) era a tentativa de eliminar sistematicamente todas as terapias naturais não-patenteadas.
NAZI; IG Farben; Industrie; Corporate; Headquarters; Frankfurt; Germany; Quartel General; Industia; Farmaceutica; Alemã


Em 1933, a IG Farben tornou-se o maior financiador da subida dos nazistas ao poder. E nos anos seguintes este cartel químico-farmacêutico alemão tornou-se no cúmplice corporativos nos preparativos para a conquista militar da Europa.

Bayer; Basf; Hoechst; IG Farben; NAZI Industry; Strategic Investment; Create; European Market; Investimento; Estratégico; Investimento Estratégico; Industria; Alemã; Mercado; Europeu


Os registos do Tribunal de Crimes de Guerra de Nuremberg documentam que a Bayer, BASF e Hoechst deram mais de 80 milhões de marcos alemães aos nazis e às suas sub-organizações. Em troca deste "investimento", a IG Farben assumiu o controle das industrias química, farmacêutica e petroquímica nos países ocupados durante a Segunda Guerra Mundial com o objetivo final de criar e dominar um "Mercado Europeu", desde Lisboa a Sofia.

IG Farben; Patent; Strategy; Create; European Reich; Europa Sob Poder NAZI das Industrias Petro Quimicas Farmaceuticas Alemãs


Este documento do Tribunal de Crimes de Guerra de Nuremberga, uma carta escrita por Knieriem, diretor da IG Farben, ao governo nazista em 20 de julho de 1940 - logo após a vitória sobre a França - descreve os instrumentos (as ferramentas) com os quais a IG Farben se destina a consolidar (cimentar) o seu papel chave na Europa. A carta da IG Farben especifica uma moeda comum europeia, direito europeu comum, e até mesmo um sistema judicial europeu - tudo isso sob o controle da coligação nazi IG-Farben (Nazi/IG Farben coalition).

Auschwitz; NAZI; IG; Farben; Basf; Bayer; Hoesch; German Industries; Creation; Industria Alemã; Alemanha;  Tribunal Documents; Tribunal; Documents

Em Auschwitz, a IG Farben construiu o maior complexo industrial da Europa para produzir os produtos químicos e os explosivos para a frente oriental da Segunda Guerra Mundial. Este complexo industrial de 24 quilômetros quadrados - bem como a expansão maciça dos campos de concentração próximos, funcionando como um reservatório de trabalho escravo - foram financiados com créditos de quase um bilhão de marcos alemães (Reichsmark) pelo Deutsche Bank.

Bayer; Pharmaceutical Bivision; IG Farben; Bayer Patentd Drug 1034; Chemo Tested on Prisioners; Medicamentos; Patenteados; Medicamentos Patenteados da Bayer Foram Testados nos Prisioneiros; Auschwitz; Tribunal; Nuremberga


A Divisão farmacêutica da Bayer estave usando os milhares de prisioneiros em mortíferas experiências de "quimioterapia" para testar seus produtos químicos patenteados.

Nuremberg; Nuremberga; Bayer; Basf; IG; Farben; War Criminals; Criminosos de Guerra; Condenados; Tribunal Nuremberg


Durante o Julgamento do Tribunal de Crimes de Guerra de Nuremberg 24 gestores das Indústrias IG Farben foram julgados por crimes contra a humanidade e muitos deles foram condenados.

US Chief Prosecutor; Telford Taylor; Procurador Chefe EUA; US; Chief Prosecutor; Telford Taylor Procurador Chefe EUA; US Chief; Prosecutor; Procurador; Chefe; EUA


Durante o julgamento do Tribunal de Nuremberga, o Procurador dos EUA, Telford Taylor, resumiu o papel deste cartel químico, da seguinte forma: sem a IG Farben, a Segunda Guerra Mundial não teria sido possível ("without IG Farben, the Second World War would not have been possible.").

Profit Over Life Org; Llucro Sobre a Vida; Profit Over Life; Org; Llucro; Vida; NAZI

Por seis longas décadas os registros do Tribunal de Nuremberga contra os dirigentes do grupo IG Farben foram escondidos em arquivos. Em julho deste ano, a nossa fundação teve acesso a estes arquivos e publicou mais de 40.000 páginas deste importante tribunal na Internet. A partir de agora, qualquer um, as crianças e adultos de qualquer parte, todas as escolas, podem ler e estudar on-line estes documentos importantes em qualquer lugar do mundo.

Carl Wurster; Acused War Criminal; NAZI Crimes; Acusado de Crimes Guerra; NAZI


Com o início da Guerra Fria, alguns dos executivos da IG Farben, que enfrentaram um julgamento no tribunal de Nuremberga, foram reintegrados nas posições mais altas da indústria alemã. Karl Wurster, presidente da Degesch - o fabricante do Cyclone B para as câmaras de gás de Auschwitz - tornou-se presidente-executivo da BASF.



Fritz ter Meer, director da Bayer e da IG Farben condenado em Nuremberga por genocídio e escravidão, crimes cometidos aqui em Auschwitz, foi libertado da prisão, apenas quatro anos depois. 10 years after he was sentenced as a war criminal in Nuremberg he was chairman of the supervisory board of Bayer again. 10 anos depois de ele ter sido condenado como um criminoso de guerra em Nuremberga, ele foi novamente presidente do conselho de supervisão da Bayer.

Criminoso de Guerra; Arquitecto da Alemanha Pós-Guerra; Hans Globke; NAZI; Criminal; Postwar Architect


Hans Globke foi co-autor das leis raciais de Nuremberga e também foi responsável por escrever as novas leis do Grande "Reich" Europeu nos países ocupados pelos nazis durante a Segunda Guerra Mundial.

Fundação; Nascimento; Uniao Europeia; Hans Globke; Criminoso de Guerra; NAZI; Chanceler de Adenauer; Adenauer; Alemanha; Chancelaria


Após a Segunda Guerra Mundial Globke tornou-se ministro da Chancelaria no governo do chanceler alemão Adenauer. Como "eminência parda" e fora de qualquer controlo parlamentar, a partir dos Serviços Secretos, ele controlava practicamente todos os aspectos da vida política da Alemanha Ocidental no pós-guerra, para a continuação dos planos do cartel do petróleo e das drogas para conquistar a Europa sob a recém-construída UE.

Alemanha; Advogado; NAZI; Walter Hallstein; Autor; Discurso; Lei de Protecção do Sangue; Honra; Alemã, Países Ocupados

Walter Hallstein, proeminente professor de Direito do regime nazi, declarou num discurso em 1939: "Uma das leis mais importantes (em países europeus ocupados) é a "Lei de Proteção do Sangue e Honra Alemã'.... "

Adenauer; Adenauer e Hallstein Assinam Tratado Criação da UE Roma 1957; Hallstein; Alemanha; União Europeia


Em 1957 o mesmo advogado do "sangue e honra" tornou-se um dos principais arquitetos da estrutura básica da União Europeia e o primeiro chefe da "Comissão Europeia" - o órgão executivo da UE concebido desde o início para governar a Europa fora de qualquer controle democrático.

NAZI IG Farben Men Design European Union; Uniao Europeia Desenhada pelos NAZIS, Bayer; Basf; IG Farben; EU; UE; European Union; União Europeia; Cartel; Drogas; Quimico Petrolifero; Chemical; Oil; Drugs

Em resumo, os homens nazis da IG Farben projectaram a Comissão Europeia como o "Politburo" do Cartel Farmacêutico (Pharma Cartel) de controle (governo) da Europa do pós-guerra.

dROGA; Máfia, NAZI, Controla, UE, Discurso, Auschwitz, Passagem, Testemunho, Relay Of Life, Guardiães, Memória, Dr Rath, Denuncia, Cartel, BAYER, BASF, Health Foundation, pETRÓLEO


Como resultado directo da influência destes interesses, as decisões do Parlamento Europeu têm pouca, se é que têm alguma influência sobre as leis e sobre as assim chamadas "directivas comunitárias" imposta pela "Comissão Europeia" sobre a vida dos 400 milhões pessoas na Europa.

Ao mesmo tempo, as eleições para o Parlamento Europeu são pouco mais que um baile de máscaras, enganando o povo da Europa por retratar a estrutura da UE como um sistema democrático.

EU; Democracy; Dictatorship; UE; Democracy; European Union; Dictatorship; UE; Ditadura; União Europeia; Ditadura

A base de qualquer democracia é o poder do povo. Se o poder executivo não deixa de ser controlado pela vontade do povo, a democracia transforma-se numa ditadura.

Auschwitz, BASF, BAYER, Cartel, Controla, Denuncia, Discurso, Dr Rath, Guardiães, Health Foundation, Memória, Máfia, NAZI, Passagem, Relay Of Life, Testemunho, UE,

Hoje, as sombras da IG Farben ainda estão sobre a Europa. Os objetivos dos sucessores IG Farben estão hoje unidos por multinacionais do petróleo e drogas de outros países europeus. Mas os seus objectivos (as suas metas) continuam a ser os mesmos da IG Farben durante a Segunda Guerra Mundial: estabelecer e controlar um mercado europeu de "Lisboa a Sofia" com medicamentos patenteados e outros produtos patenteáveis ​​de alta tecnologia.

As vastas áreas para as quais estes interesses corporativos buscam controle, cobrem hoje, cada vez mais áreas da sociedade e tocam (alcançam) toda a vida no nosso continente. Eles incluem as patentes genéticas - a fim de ganhar o controle sobre as moléculas da hereditariedade e da vida - e patentes sobre plantas geneticamente modificadas com o objectivo de ganhar o controle da nossa alimentação diária.


Vitimas Industria Farmaceutica; Phar Industry; Industria; Farmácia

O mais conhecido entre essas indústrias que buscam o controle sobre nossas vidas é o "negócio farmacêutico com a doença". Como mencionado anteriormente, esta indústria é baseada na promessa de saúde, mas toda a sua existência depende de promoção doenças como mercados. Nós sabemos hoje que as doenças cardiovasculares, câncerigenas, deficiências imunológicas e outras doenças são largamente preveníveis. Sua perpetuação deliberada para o lucro das empresas do negócio da indústria farmacêutica é um crime.

Como resultado da prática dos negócios não éticos desta indústria, o número de vítimas deste modelo de negócio fraudulento ultrapassou um bilhão de pessoas e superou o número de vítimas de todas as guerras da humanidade no seu conjunto.

New EU Directives;; Novas Directivas Europeias; Europa; União Europeia


Sob o pretexto de combater o terrorismo, a mesma Comissão Europeia acaba de publicar uma directiva que irá transformar a Europa num "continente orwelliano". De acordo com esta directiva-UE, a partir de agora todos os números de telefone que você ligar, todos os endereços de email com quem entrar em contato serão armazenados. E não só você, mas de todos os 400 milhões de pessoas em toda a Europa. Não é difícil entender o que significam estas ferramentas nas mãos desses grupos de interesse que tantas vezes abusaram de seu poder no passado.

O nosso encontro acontece numa encruzilhada da história. Os líderes políticos dos países que mais exportam produtos farmacêuticos e petroquímicos, os EUA, Reino Unido, França e Alemanha já publicamente falaram sobre a Terceira Guerra Mundial e declararam a sua vontade de usar armas nucleares.

Na esteira de um holocausto nuclear, a que se seguiriam leis marciais numa escala global, os interesses corporativos que estiveram por trás da Segunda Guerra Mundial, poderiam abusar destes poderes mais uma vez.

No entanto, esses planos indizíveis só poderão ser materializados, se ficarem no escuro, se não falarmos abertamente sobre isso - e se ficarmos indiferentes.

Se estes planos forem trazidos para a luz do dia, eles já não poderão ser implementados. A partir de hoje, mesmo que uma guerra tão impensável seja iniciado em nome desses interesses, já não poderia ser ganha, porque o mundo inteiro iria apontar seus dedos contra eles.

Estamos aqui unidos, pois Auschwitz foi um símbolo de um dos maiores crimes da história da humanidade.

Ao nos entregarem o "revezamento da vida" (testemunho da vida), nós prometemos que não vamos descansar até Auschwitz tornar-se uma "porta de entrada para o futuro."

Auschwitz Key; Auschwitz; Key; World Peace: Chave; Paz; Europa; Mundo; Paz Mundial


Só se apontarmos os interesses corporativos por trás da Segunda Guerra Mundial será esta e as futuras gerações capazes de assegurar a paz no nosso planeta. Só se nós identificarmos o "negócio com a doença", com a nossa comida, com a energia fóssil como o maior obstáculo para um mundo melhor, seremos capazes de construir um mundo de paz, saúde e direitos humanos.

Como primeiro passo, vamos comprometer-nos na Constituição de uma "Europa para o povo e pelo povo"... de vocês, os sobreviventes de Auschwitz, os guardiões mais credíveis da memória do nosso tempo iremos usar o testemunho para construir uma Europa para as pessoas e pelas pessoas.


(Mantivemosos 3 óltimos parágrafos)
As a first step we will take the Constitution for a “ Europe for the People and By the People” from you, the survivors of Auschwitz , as the most credible guardians of memory of our time and use it to build a Europe for the people and by the people. 
With this “relay of life” that you give to us today, we now call upon everyone to join us, young and old, in East and West, people and organizations alike.
Join us to create a “movement of life” to carry the “relay of life” and the memory of Auschwitz and use it to build a world of health and lasting peace for all.


Com esse "revezamento de vida" que vocês nos dão hoje, agora chamamos a todos a se juntarem a nós, jovens e velhos, no Oriente e no Ocidente, as pessoas e organizações afins.

Juntem-se a nós para criar um "movimento da vida" para levar o "revezamento de vida" e a memória de Auschwitz e usá-lo para construir um mundo de saúde e paz duradoura para todos.

Relay of life org Auschwitz Speech

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Crise, Justiça, Economia: Tratado de Direito Internacional para Determinar a Verdadeira Dívida Soberana; Tese de Doutoramento Discurso do Chefe Indio Guaicaípuro Cuatemoc Embaixador do México in Conferência dos Chefes de Estado da União Europeia, Mercosul e Caribe



Abandonemos, ainda que por momentos, os preconceitos que se encontram instalou nas nossas cabeças, em consequência da maneira como nos foi ensinada a História, e apreciemos este discurso, feito pelo embaixador Guaicaípuro Cuatemoc, de ascendência indígena, índio pele vermelha, sobre o pagamento da dívida externa do seu país, o México, e que embasbacou os principais chefes de Estado da Comunidade Europeia.

 

A Conferência dos Chefes de Estado da União Europeia, Mercosul e Caribe, em Madrid, viveu um momento revelador e surpreendente: os Chefes de Estado europeus ouviram perplexos e calados, este discurso irónico, cáustico e historicamente exato.)


União Europeia, Mercosul, Caribe, Chefes, Estado, Conferência, México, Tratado, Direito, Internacional,, Dívida, Doutoramento, Discurso, Chefe, Indio, Tese, Crise, Justiça, Economia,
Crise, Justiça, Economia:
Tratado de Direito Internacional
para Determinar a Verdadeira Dívida Soberana;
Tese de Doutoramento
Discurso do Chefe Indio Guaicaípuro Cuatemoc
Embaixador do México
 in Conferência dos Chefes de Estado
da União Europeia, Mercosul e Caribe

Guaicaipuro Cuatemoc cobra Dívida da Europa


 

Tese de Direito Internacional para Determinar a Verdadeira Dívida Externa.


 

Discurso do Embaixador do México


ref

· DISCURSO DO EMBAIXADOR MEXICANO



Um discurso feito pelo embaixador Guaicaípuro Cuatemoc, de ascendência indígena, sobre o pagamento da dívida externa do seu país, o México, embasbacou os principais chefes de Estado da Comunidade Europeia.

Bandeira do Estado do México; Bandeira; Estado do México; Bandeira do México; México
Bandeira do Estado do México

· A Conferência dos Chefes de Estado da União Europeia, Mercosul e Caribe, em Madrid, viveu um momento revelador e surpreendente: os Chefes de Estado europeus ouviram perplexos e calado um discurso irónico, cáustico e historicamente exacto.

· Eis o discurso:

· "Aqui estou eu, descendente dos que povoaram a América há 40 mil anos, para encontrar os que a "descobriram" há 500... O irmão europeu da alfândega pediu-me um papel escrito, um visto, para poder descobrir os que me descobriram. O irmão financeiro europeu pede ao meu país o pagamento, com juros, de uma dívida contraída por Judas, a quem nunca autorizei que me vendesse. Outro irmão europeu explica-me que toda a dívida se paga com juros, mesmo que para isso sejam vendidos seres humanos e países inteiros, sem lhes pedir consentimento. Eu também posso reclamar pagamento e juros. Consta no "Arquivo da Companhia das Índias Ocidentais" que, somente entre os anos de 1503 a 1660, chegaram a São Lucas de Barrameda 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata provenientes da América.

· Teria aquilo sido um saque? Não acredito, porque seria pensar que os irmãos cristãos faltaram ao sétimo mandamento!

· Teria sido espoliação? Guarda-me Tanatzin de me convencer que os europeus, como Caim, matam e negam o sangue do irmão.

· Teria sido genocídio? Isso seria dar crédito aos caluniadores, como Bartolomeu de Las Casas ou Arturo Uslar Pietri, que afirmam que a arrancada do capitalismo e a actual civilização europeia se devem à inundação dos metais preciosos tirados das Américas.

· Não, esses 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata foram o primeiro de tantos empréstimos amigáveis da América destinados ao desenvolvimento da Europa. O contrário disso seria presumir a existência de crimes de guerra, o que daria direito a exigir não apenas a devolução, mas uma indemnização por perdas e danos.

· Prefiro pensar na hipótese menos ofensiva.

· Tão fabulosa exportação de capitais não foi mais do que o início de um plano "MARSHALL MONTEZUMA", para garantir a reconstrução da Europa arruinada por suas deploráveis guerras contra os muçulmanos, criadores da álgebra e de outras conquistas da civilização.

· Para celebrar o quinto centenário desse empréstimo, podemos perguntar: Os irmãos europeus fizeram uso racional responsável ou pelo menos produtivo desses fundos?

· Não. No aspecto estratégico, delapidaram-nos nas batalhas de Lepanto, em navios invencíveis, em terceiros reichs e várias outras formas de extermínio mútuo.

· No aspecto financeiro, foram incapazes - depois de uma moratória de 500 anos - tanto de amortizar capital e juros, como de se tornarem independentes das rendas líquidas, das matérias-primas e da energia barata que lhes exporta e provê todo o Terceiro Mundo.

· Este quadro corrobora a afirmação de Milton Friedman, segundo a qual uma economia subsidiada jamais pode funcionar, o que nos obriga a reclamar-lhes, para seu próprio bem, o pagamento do capital e dos juros que, tão generosamente, temos demorado todos estes séculos para cobrar. Ao dizer isto, esclarecemos que não nos rebaixaremos a cobrar de nossos irmãos europeus, as mesmas vis e sanguinárias taxas de 20% e até 30% de juros ao ano que os irmãos europeus cobram dos povos do Terceiro Mundo.

· Limitar-nos-emos a exigir a devolução dos metais preciosos, acrescida de um módico juro de 10%, acumulado apenas durante os últimos 300 anos, concedendo-lhes 200 anos de bónus. Feitas as contas a partir desta base e aplicando a fórmula europeia de juros compostos, concluimos, e disso informamos os nossos descobridores, que nos devem não os 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata, mas aqueles valores elevados à potência de 300, número para cuja expressão total será necessário expandir o planeta Terra.

· Muito peso em ouro e prata... quanto pesariam se calculados em sangue?

· Admitir que a Europa, em meio milénio, não conseguiu gerar riquezas suficientes para estes módicos juros, seria admitir o seu absoluto fracasso financeiro e a demência e irracionalidade dos conceitos capitalistas.

· Tais questões metafísicas, desde já, não nos inquietam a nós, índios da América. Porém, exigimos a assinatura de uma carta de intenções que enquadre os povos devedores do Velho Continente na obrigação do pagamento da dívida, sob pena de privatização ou conversão da Europa, de forma tal, que seja possível um processo de entrega de terras, como primeira prestação de dívida histórica..."


· Quando terminou seu discurso diante dos chefes de Estado da Comunidade Européia, Guaicaípuro Guatemoc não sabia que estava expondo uma tese de Direito Internacional para determinar a verdadeira Dívida Externa.


 

Luis Britto García


Luis Britto García; Escritor

Obs: O texto acima é uma obra de ficção, mas seu conteúdo é de certa forma atual e merece ser lido e divulgado. O chefe Guaicaipuro realmente existiu há cerca de quinhentos anos, “Cuatemoc” foi incluído pelo autor do texto. O autor da história é Luis Britto García (foto), que o publicou em 6 de outubro de 2003, para marcar o Dia da Resistência Indígena (12 de outubro), sob o título de original de: “Guaicaipuro Cuatemoc cobra Dívida da Europa”.

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Economia, Justiça Contra Crimes Lesa Pátria e Recuperação de Soberania Nacional Argentina: Especulação e Escalada de Preços dos Combustíveis Leva Presidenta Cristina Kirchner a Expropriação Total de YPF Companhia Petrolífera na Posse da Repsol; Discuso e Projecto Video



Economia; Justiça; Contra; Crimes; Lesa Pátria; Recuperação de Soberania; Argentina; Cristina Fernandez De Kichner
Presidenta Argentina Cristina Kirchner a
Expropriação Total de YPF Companhia Petrolífera na Posse da Repsol
Discuso e Projecto

Economia e Justiça Contra Crimes de Lesa Pátria: Escalada de preços de combustiveis leva Presidente da Argentina a anunciar expropriação total de YPF, companhia petrolífera na posse da Repsol


A Presidente da Argentina, Cristina Kirchner, decidiu expropriar a companhia petrolífera YPF, controlada pela criminosa espanhola Repsol, e que vai passar a ser controlada totalmente pelo Estado e províncias, anunciou ontem num comunicado oficial.

O património da YPF Sociedade Anónima é declarado sujeito à expropriação", de acordo com o comunicado oficial divulgado durante uma cerimónia e na presença de Kirchner e dos ministros e governadores das províncias do país.

"51 por cento vão pertencer ao Estado e os restantes 49 por cento serão distribuídas entre as províncias produtoras", especificou o anúncio oficial, que mereceu o aplauso dos participantes.

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Presidenta Cristina Fernandez de Kirchner
Expropriação Total de YPF Companhia Petrolífera na Posse da Repsol
Gráficos Explicativos


"Não vamos efetuar uma nacionalização", acrescentou de seguida a chefe de Estado. "Vamos fazer uma recuperação e a companhia continuará a funcionar como uma sociedade anónima, com diretores profissionais", precisou.

"Esta Presidente não responderá a qualquer ameaça", disse ainda. "Sou um chefe de Estado, não uma vendedora de legumes", frisou. "Todas as empresas presentes no país, e mesmo que o acionista seja estrangeiro, são empresas argentinas", acrescentou.

Numa primeira reação, o governo espanhol, através da porta-voz do Partido Popular (PP, direita, no poder), Maria Dolores de Cospedal, anunciou uma "resposta apropriada" ao projeto de expropriação da YPF.

Na sexta-feira, a Espanha advertiu a Argentina contra uma "agressão" que violaria o "princípio de segurança jurídica", mas apelou ao diálogo para resolver o contencioso motivado pela eventual nacionalização da filial argentina do grupo petrolífero Repsol YPF.


O controlo desta companhia será processado através da votação do anunciado projeto-lei e o preço a pagar aos acionistas será fixado pelo Tribunal argentino de avaliações.

No domingo, o presidente da Repsol YPF, Antoni Brufau, solicitou um diálogo com o governo argentino, mas não obteve resposta. "É necessário falar, falar, e não impor nada nem fazer apelo à retórica", disse na ocasião. "É a falar que as pessoas se entendem", sublinhou.

Acusada de escassos investimentos, a YPF, controlada pela Repsol, perdeu nas últimas semanas 16 concessões petrolíferas em seis províncias argentinas.

O governo de Cristina Kirchner está a pressionar as companhias petrolíferas para aumentarem a produção, após a fatura petrolífera do país ter ultrapassado os 110 por cento em 2011 e atingir os 7,18 mil milhões de euros.

A Repsol YPF lidera o mercado de combustíveis na Argentina. A filial no país, privatizada na década de 1990, controla 52 por cento das capacidades de refinação do país e possui 1.600 estações de serviço.

Visión Siete: Cristina: "El modelo no es de estatización, sino de recuperación de la soberanía"


La presidenta Cristina Fernández anunció el envío al Congreso de un proyecto de ley que establece la expropiación del 51 por ciento de las acciones de YPF, estableciendo que de ese número, el 51% le corresponderá a la Nación y el 49% a las provincias. Además, decretó la intervención de la compañía petrolera y designó al ministro de Planificación, Julio De Vido, como interventor. "Somos el único país de Latinoamérica y casi del mundo que no maneja sus recursos naturales", dijo la Presidenta. Emitido por Visión Siete, noticiero de la TV Pública argentina, lunes 16 de abril de 2012.

el otro principio es el poder derivado de la soberania el cual constituye un pilar fundamental en la libre disposicion que tiene un Estado sobre el uso de sus bienes incluso aun cuando ya se ha celebrado un contrato se puede dar la declaracion de lesividad y se ordena su inmediata rescición.


 

Televisão Púbblica Argentina

Temos que fazer o mesmo á EDP, GOLPE digo GALP, Bancos.......

 

Acorda Portugal, 25 de Abril, Revolução Geral Contra o Sistema


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Internacional Palavra do Diabo: Discurso Político Antes e Depois das Eleições



Conversa de político antes das eleições:

O nosso partido cumpre o que promete.
Só os tolos podem crer que
não lutaremos contra a corrupção.
Porque, se há algo certo para nós, é que
a honestidade e a transparência são fundamentais.
para alcançar os nossos ideais
Mostraremos que é uma grande estupidez crer que
as máfias continuarão no governo, como sempre.
Asseguramos sem dúvida que
a justiça social será o alvo da nossa acção.
Apesar disso, há idiotas que imaginam que
se possa governar com as manchas da velha política.
Quando assumirmos o poder, faremos tudo para que
se termine com os marajás e as negociatas.
Não permitiremos de nenhum modo que
as nossas crianças morram de fome.
Cumpriremos os nossos propósitos mesmo que
os recursos económicos do país se esgotem.
Exerceremos o poder até que
Compreendam que
Somos a nova política.

Depois de tomar posse... basta ler o texto de novo, de baixo para cima!

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