... Julgo que depois destes malabarismos, os currículos das pessoas com funções políticas activas com o propósito de praticar o bem comum de uma nação, devem ser exigidos e publicados em Diário da Republica para qualquer cidadão poder consultar e certificar-se das habilitações de cada politico. Não deve ser uma opção, mas uma condição contemplada numa lei própria para o efeito, pois como sabemos, nenhum trabalhador é admitido numa função numa empresa, sem referências e/ou curriculo académico/profissional. será verdade que o PS está "calado" neste caso da licenciatura de M. Relvas porque o Irmão Maçon António Seguro dos Bancos (da Universidade Lusófona) foi um dos professores envolvido no processo?...
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Corrupção Justiça Portuguesa; SMMP Rui Cardoso, Presidente Sindicato Magistrados Ministério Público: "Nomes Propostos Pelo Parlamento para o Tribunal Constitucional não Passam na Prova da Integridade"



Presidente do sindicato dos magistrados critica nomes propostos pelo Parlamento Para o Tribunal Constitucional


O novo presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público diz que alguns dos nomes propostos pelo Parlamento para o Tribunal Constitucional não passam na prova da integridade. Na tomada de posse, Rui Cardoso apelou precisamente a este tribunal para pôr termo à violação da lei nos cortes salariais impostos pelo Governo.


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Brutalidade e Violência Policial Fascista Protestos Indignados Lisboa Portugal Agência Lusa: Sindicato dos Jornalistas SJ Quer Inquérito da IGAI e Explicações do MAI Sobre Violenta Actuação da PSP



Incidentes na GREVE GERAL: Brutalidade e Violência Policial Protestos Indignados Lisboa Portugal


Agência Lusa SJ: Sindicato dos Jornalistas quer inquérito da IGAI e explicações do MAI Sobre Violenta actuação da PSP










O Sindicato de Jornalistas vai pedir à Inspeção-Geral da Administração Interna que faça um inquérito "rigoroso" sobre as agressões da PSP a dois fotojornalistas na quinta-feira e quer explicações públicas do ministro da Administração Interna.


Em comunicado hoje divulgado, o Sindicato de Jornalistas (SJ) considera "absolutamente condenável a atuação da PSP" e "repudia as agressões policiais (...) sobre repórteres de imagem das agências Lusa e France Presse".

O mesmo comunicado sublinha que a direção do SJ "vai pedir um rigoroso inquérito à Inspeção-Geral da Administração Interna (IGAI) e exige explicações públicas do ministro da Administração Interna".

A Polícia de Segurança Pública agrediu na quinta-feira dois fotojornalistas que estavam a acompanhar uma manifestação no âmbito da greve geral convocada pela CGTP.

José Goulão e Patrícia Melo Moreira, repórteres fotográficos ao serviço, respetivamente, das agências noticiosas Lusa e AFP, cobriam a carga policial sobre manifestantes no Chiado, em Lisboa e registavam os incidentes gerados entre manifestantes e elementos das forças da PSP.
José Goulão "foi agredido à bastonada por agentes da PSP" e "já caído no chão, e não obstante gritar aos agressores a sua condição de jornalista, continuou a ser violentado pelos mesmos agentes", lembra o SJ.

"O comportamento da PSP é absolutamente condenável e não pode ser deixado impune, face à brutalidade ilegítima e sem qualquer justificação", refere, exigindo que sejam apuradas "todas as responsabilidades até às últimas consequências -- disciplinares e penais -- não só pelas agressões, mas também pela violação clamorosa da liberdade de informação".

Por isso, conclui o sindicato, a direção do SJ vai apresentar uma queixa formal ao Inspetor-Geral da Administração Interna e exige "explicações públicas por parte do ministro da Administração Interna, na medida em que o comportamento da PSP é intolerável num Estado de Direito Democrático".

Agência Lusa

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Impacto Austeridade Falência Serviços Saúde Portugal: SEP Sindicato Enfermeiros Portugueses Denuncia Existência Doentes Internados em Refeitório Hospital Évora, Aumento Brutal de Macas e Camas em Corredores de Departamentos Médicos Portalegre Alentejo



Impera a "Lei do Capital", e estes gajos, dos político negócios, das privatizações, com esta política de privatizações, comandados do grupo Bilderberg matam o povo para alimentar os bancos. Já aqui publicámos as denúncias da Associação dos Médicos de Saúde Pública, verdadeiros Crimes contra a humanidade a nível de política de saúde. Agora surge mais esta denúncia do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP),  que denuncia Caos Crime de Atentados Terroristas contra a HumanidadeFalência dos Serviços de Saúde de Portugal. Aqui, nesta página tratamos do caso política de saúde no Alentejo, concretamente de Évora e Portalegre Alentejo: Sindicato dos Enfermeiros denuncia existência de “doentes internados em refeitório”. Como diz o Otelo "foram ultrapassados os límites", só nos resta seguir  como solução pra sair da crise, o farol para onde devemos olhar e seguir o exemplo da recuperação económica da Islândia.



O Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) denunciou a existência de “doentes internados em refeitório” no Hospital de Évora e o aumento “brutal” de macas e de camas nos corredores das unidades.

Numa conferência de imprensa sobre o impacto das políticas de saúde, o dirigente sindical José Carlos Martins deu como exemplos os casos de Évora e Portalegre.

“Nós hoje temos um aumento brutal de macas e camas em corredores de departamentos médicos”, afirmou, referindo que no Hospital de Évora “há doentes internados em refeitório e em cirurgia de ambulatório”.

De acordo com o dirigentes do SEP, o Hospital de Portalegre “tem 12 camas” no corredor do serviço de medicina.

“Só não morrem mais [doentes] nos próprios hospitais devido ao grande esforço que os enfermeiros fazem para que as pessoas se mantenham vivas”, acrescentou José Carlos Martins.


Perante este cenário, o SEP considera que “os enfermeiros têm razões acrescidas para participar na greve geral de quinta-feira”.

Sindicato dos Enfermeiros Portugueses Página no Facebook Page

Revoltem-se Antes que os matem!

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Portugal Austeridade Coloca Custos à Frente Qualidade Saúde! SEP Sindicato Enfermeiros Portugueses Denuncia Reutilização de Materiais NÃO Reutilizáveis Vida dos Doentes em Risco Video



Cortes nos serviços de saúde

Conferência de Imprensa, 20 de Março, às 16 horas, na sede do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses, situada na Av. 24 de Julho, nº 132, Lisboa

ESTARÁ O GOVERNO A COLOCAR OS CUSTOS À FRENTE DA ACESSIBILIDADE E DA QUALIDADE?


Sindicato dos Enfermeiros portugueses denuncia reutilização de materiais não reutilizáveis, colocada em Risco a saúde dos doentes com video da conferência de imprensa

O Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) denuncia tentativas de reutilização de materiais que não são reutilizáveis em serviços como a diálise, os transplantes ou a cardiologia (pacemakers) que colocam em risco a segurança e a vida dos doentes.

Numa conferência de imprensa sobre o impacto das políticas de saúde, o dirigente do SEP José Carlos Martins enumerou vários exemplos da perda de qualidade dos serviços e do material disponibilizado nos serviços de saúde que estarão relacionados com os cortes financeiros. “Este corte de milhões de euros nas instituições está a provocar uma degradação da qualidade e quantidade de materiais de uso clínico”, disse José Carlos Martins.

O enfermeiro deu exemplos de situações graves, como a tentativa de reutilização de materiais que não são reutilizáveis, como pacemakers, que o sindicato está a apurar de forma a apresentar os casos às “autoridades competentes”.

As áreas da diálise ou dos transplantes foram igualmente apresentadas como as que registam estas tentativas de reutilização indevida de materiais.

Compressas que se deterioram, balões de soro que vertem este material, obrigando à sua substituição, pensos e adesivos de qualidade duvidosa foram outros exemplos apontados por José Carlos Martins.

Além do material, este dirigente sindical disse que “estes cortes, aplicados de forma séria nas instituições, está a provocar a saída de enfermeiros sem que estes sejam substituídos”.

Temos um número de enfermeiros muito inferior às necessidades dos internados e das dotações seguras que o Ministério da Saúde fixou para as instituições”, disse.

José Carlos Martins sublinhou que, nos serviços cirúrgicos, com uma enorme rotação de doentes, “os enfermeiros já não têm condições de fazer o conjunto de actividades que sabem e que os doentes têm direito”.

Segundo este responsável sindical, a situação é de tal forma grave que já há hospitais com doentes internados nos refeitórios (como no Hospital de Évora), macas nos corredores, enfermarias com mais camas do que aquelas que estavam preparadas, ou menos enfermeiros por turno.

Todos estes casos proporcionam maiores riscos para os doentes, nomeadamente ao nível das infecções hospitalares, mas também afectam os cuidados saúde primários, como o tratamento de escaras, para o qual já “não existem enfermeiros em número suficiente”.

José Carlos Martins alertou para o aumento do internamento de doentes institucionalizados que chegam aos hospitais com escaras não tratadas.

Perante este cenário, o SEP considera que “os enfermeiros têm razões acrescidas para participar na greve geral de quinta-feira, resultante de “uma enorme onda de insatisfação, frustração e desmotivação no seio da classe”.


E a nota à comunicação Social datada de 19 de Março de 2012



SINDICATO DOS ENFERMEIROS PORTUGUESES

SEDE: Av. 24 de Julho, 132 - 1350-346 Lisboa - Telef.: 213920350 - Fax: 213968202
Geral: E-mail: sede@sep.pt - site: www.sep.org.pt - CDI: E-mail: cdi@sep.pt

Nota à comunicação social

CONFERÊNCIA DE IMPRENSA

20 MARÇO, 16 horas

AV. 24 de Julho, 132, Lisboa

Posição pública do SEP sobre:

1. Acessibilidade aos cuidados de saúde
2. Diminuição das condições de trabalho dos enfermeiros
3. Carência e precariedade de enfermeiros
4. Diminuição da qualidade dos materiais
5. Desregulamentação de horários de trabalho.
Desde já o SEP agradece a presença dos senhores jornalistas.
Lisboa, 19 de Março de 2012

A Direcção
Contacto: Enf.ª Guadalupe Simões – Telemovel 91 945 89 83

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Crise Saúde Portugal SEP Sindicato Enfermeiros Portugueses Denuncia: Ruptura Serviços Hospitalares Consequência da Política Passos Gaspar UE BCE FMI Troika



SINDICATO DOS ENFERMEIROS PORTUGUESES SEP

SEDE: Av. 24 de Julho, 132 - 1350-346 Lisboa - Telef.: 213920350 - Fax: 213968202
Geral: E-mail: sede@sep.pt - site: www.sep.org.pt - CDI: E-mail: cdi@sep.pt
Nota à comunicação social



RUTURA EM SERVIÇOS HOSPITALARES.
A CONSEQUÊNCIA DA POLÍTICA DO GOVERNO

Foi noticiado hoje que o hospital de Santa Maria estaria em ruptura, principalmente os serviços de medicina. Os doentes internados em macas é, infelizmente, uma realidade em vários hospitais, sejam centrais ou distritais.

A reorganização hospitalar que o Ministério da Saúde encetou, quando ainda o documento estava em discussão pública, demonstra quais os objetivos sem ter em conta a consequências.

A diminuição das condições económicas das famílias, a falta de recursos na comunidade, nomeadamente nos Centros de Saúde, que permitam que os mais velhos e dependentes possam ser cuidados em casa determina o recurso às instituições hospitalares que, na sua maioria, estão confrontadas com carência de recursos.

É desta forma que o Governo trata os "seus velhos" : tira-lhes dignidade na velhice, atira-os para o "centro da doença" com as consequências que daí advém.

O SEP considera inaceitável esta situação e reitera a necessidade do reforço dos cuidados de saúde primários, nomeadamente, de enfermeiros que possibilitem a prestação de cuidados de manutenção a estas pessoas.

Lisboa, 26 de Janeiro de 2012.

A Direção
Contacto: Enf. Guadalupe Telemovel - Simões - 91 945 89 83.
SINDICATO DOS ENFERMEIROS PORTUGUESES
SEDE:
Av. 24 de Julho
Comunicado do SEP PDF: RUTURA EM SERVIÇOS HOSPITALARES A CONSEQUÊNCIA DA POLÍTICA DO GOVERNO

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Comunicado SEP Sindicato Dos Enfermeiros Portugueses: Aumeto das Taxas Moderadoras é Inconstitucional! A Prestação de Cuidados Serviço Nacional de Saúde é uma Obrigação do Estado, Acórdão Supremo Tribunal de Justiça Processo 08A332



SINDICATO DOS ENFERMEIROS PORTUGUESES
Av. 24 de Julho, 132-1350-346 Lisboa - sede@sep.pt – www.sep.org.pt



Nota à Comunicação Social

Aumento das taxas moderadoras é, na realidade, um novo imposto e uma forma de financiamento do Serviço Nacional de Saúde.

É com profunda preocupação que o SEP analisa a dimensão do aumento das taxas moderadoras não só pelo impacto que pode vir a ter na acessibilidade e equidade do acesso por parte dos cidadãos mas, também, porque considera que esta é uma forma de financiamento directo de um Serviço (SNS) que foi construído e consagrado constitucionalmente para garantir o Acesso Universal (de todos) à Generalidade dos Cuidados e de forma Tendencialmente Gratuita.

A indexação do montante das Taxas Moderadoras ao preço do serviço (cuidados) prestado, como tem argumentado o Governo para justificar a dimensão do aumento, não tem acomodação constitucional.


Aliás, com a autoridade que lhe é inerente, isso mesmo é referido pelo SUPREMO TRIBUNAL DE JUSTIÇA, no seu Acórdão de 9 de Dezembro de 2008, em torno do processo 08A332

I. A prestação de cuidados de saúde, ao abrigo do serviço nacional de saúde, decorre de uma obrigação do Estado para com todos os cidadãos que careçam dos cuidados médico-cirúrgicos, independentemente da vontade da entidade prestadora de saúde em querer ou não querer obrigar-se em prestar esses cuidados, porque a tal não se pode recusar.

II. O pagamento de taxas moderadoras não corresponde ao pagamento de um preço pelo serviço, mas um acto simbólico para fazer lembrar aos que ocorram aos serviços médicos e hospitalares do SNS que há custos gerais para os contribuintes, e assim de algum modo se poder evitar o congestionamento de serviços por razões que não necessitariam de consulta ou tratamento.

Ainda, e relativamente à introdução de taxas moderadoras relativamente às intervenções de enfermagem, é importante que o Ministério da Saúde apresentasse os estudos em que se baseou para os custear, nomeadamente porque os enfermeiros não realizam “actos de enfermagem”.

Estabelecer preços pela administração de terapêutica, por um penso, etc, demonstra a falta de conhecimento dos governantes relativamente ao trabalho desenvolvido pelos enfermeiros. A administração de um injetável ou a realização de um penso são sempre integradas numa INTERVENÇÃO DE ENFERMAGEM mais ampla. Os enfermeiros formulam diagnósticos de enfermagem, elaboram planos de prestação de cuidados, realizam e avaliam INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM.

Isto não retira a importância e necessidade de se estudar e estabelecer o VALOR ECONÓMICO E SOCIAL DAS INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM e deste ser considerado na necessária reformulação do Modelo de Financiamento das Organizações de Saúde.

Lisboa, 21 de Dezembro de 2011

A Direcção


Contacto: Enfª Guadalupe Simõe

Nota à Comunicação Social Sindicato dos Enfermeiros Portugueses DOSSIER/2011/12/221211CS2 Novas Taxas Moderadoras um Novo Imposto pdf

sep.org.pt Sindicato dos Enfermeiros Portugueses

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Política UE BCE FMI Passos Troika Ajuda a Banca e Mata o Povo! Sindicato dos Enfermeiros Denuncia: Hospitais e Centros de Saúde Sem Material e Sem Condições, Comprometido Serviços Prestados aos Utentes



Até cobertores faltam nos hospitais

O Sindicato dos Enfermeiros Portugueses enviou uma nota à Comunicação Social onde fala em Degradantes e pouco seguras condições de trabalho dos enfermeiros e perigo para a saúde dos doentes.

Denúncia é feita pelo sindicato dos enfermeiros

Começam a multiplicar-se o número de hospitais e centros de saúde com falta de consumíveis como lençóis, cobertores entre outros materiais médicos. O sindicato dos enfermeiros denunciou a situação e teme que a contenção na saúde ponha em causa o serviço prestado aos utentes.

Os hospitais estão a comprar menos material médico e o que compram é mais barato. Em alguns centros de saúde e unidades hospitalares do país começam a faltar lençóis, cobertores, luvas entre outros consumíveis. Os enfermeiros admitem que a contenção feita desta forma pode por em causa o serviço prestado aos utentes.

E assim vai Portugal...

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Presidente Sindicato Magistrados Ministério Público: Crise e Recessão Exigem Resposabilização Criminal e Financeira de Políticos e Governantes



João Palma reclama responsabilização criminal de políticos

O presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público, João Palma, defendeu esta sexta-feira que a crise e a recessão "exigem que quem governa seja financeira e criminalmente responsabilizado pela gestão ruinosa das contas públicas".



João Palma intervinha no IX Congresso dos Magistrados do Ministério Público, reclamando de forma muito contundente que a ação dos titulares não pode deixar de ser escrutinada pela justiça penal.

A crise e a recessão, insistiu o dirigente sindical, justificam que anterior e atuais governantes sejam "investigados criminalmente e responsabilizados financeiramente com rigor sempre que os indícios o justificam".

"Estamos a falar de Justiça, de cidadania e de desenvolvimento como realidades interdependentes", rematou João Palma, perante uma plateia de quatro centenas de magistrados e de atuais e anteriores responsáveis políticos, como a ministra Paula Teixeira da Cruz e o ex-secretário de Estado da Justiça Conde Rodrigues.

O longo discurso de João Palma centrou-se, em grande medida, na crise que o país atravessa e na necessidade de a Justiça não se limitar a atacar a pequena e média criminalidade.

O presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público (SMMP) observou que o desemprego e a crise financeira das famílias "originam novos perfis de delinquência, ditados pela necessidade e pela revolta", mas acrescentou que "terá sempre pouca aceitação uma justiça em que as energias são dirigidas para a generalidade das pessoas, para a pequena e média criminalidade".

Quando assim é, segundo João Palma, "prevalece a perceção geral, que os resultados não desmentem, antes confirmam, da persistência de grandes e, nalguns casos, indecorosas margens de impunidade".

Para o dirigente sindical, se a justiça criminal, a nível nacional e internacional, estivesse capacitada e orientada para a investigação e punição efectivas da criminalidade financeira e se as entidades de supervisão tivessem agido eficazmente, "não estaríamos hoje perante uma crise de consequências tão graves, geradora de tantas incertezas quanto ao futuro".


«Justiça e Direito entre as causas da crise»

http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=2339294&page=-1
João Palma, presidente Sindicado do MP

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SMMP Sindicato dos Magistrados do Ministério Público Indignados: Assembleia da República Nomeia Deputado Ladrão para Conselho Geral do Centro de Estudos Judiciários



SMMP Sindicato dos Magistrados do Ministério Público Indignados Assembleia da República Nomeia Ricardo Rodrigues Deputado Ladrão para Conselho Geral do Centro de Estudos Judiciários
Sindicato critica nomeação de Ricardo Rodrigues para o Centro Estudos Judiciários

O Sindicato dos Magistrados do Ministério Público (SMMP) manifestou hoje indignação pela "falta de juízo crítico" da Assembleia da República ao escolher o deputado socialista Ricardo Rodrigues para o Conselho Geral do Centro de Estudos Judiciários.

Em comunicado, a direção do SMMP afirma que o deputado está "pronunciado pela prática do crime de atentado à liberdade de imprensa", prevendo-se para breve o seu julgamento.

Segundo o sindicato, tais circunstâncias "colocam dúvidas relevantes sobre a sua idoneidade para ocupar tal importante lugar" na escola de formação de magistrados.

É importante recordar que o deputadon Ricardo Rodrigues está "pronunciado pela prática do crime de atentado à liberdade de imprensa por ter ROUBADO os gravadores aos jornalistas da REVISTA SÁBADO.

A nomeação de Ricardo Rodrigues para o Conselho Geral do Centro de Estudos Judiciários foi ontem publicada em Diário da República.

Farão ainda parte do Conselho Geral António Agostinho Cardoso da Conceição Guedes, como efetivo, e como suplentes Américo Fernando de Gravato Morais e Pedro Filipe Simões Alves.

Lusa

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