SOCIEDADE PODRE E CORRUPTA:
Organizadora de manif «Que se lixe a troika» constituída arguida por criticar governo em público.
Dois meses e meio depois sabe-se que a PSP considerou ilegal conferência de imprensa que anunciou a concentração de 15 de Setembro
A 15 de Setembro um milhão de pessoas saiu à rua em dezenas de cidades portuguesas, respondendo ao apelo lançado por um grupo de 15 cidadãos: «Que se lixe a troika! Queremos as nossas vidas». Foi uma das maiores manifestações pós-25 de Abril e desencadeou um movimento de protesto contra o plano de austeridade que está a ser aplicado no país. Dois meses e meio depois, sabe-se que uma das organizadoras da manifestação foi constituída arguida
Mariana Avelãs, conhecida activista social e uma das caras deste movimento, foi constituída arguida no dia 8 de Novembro pelo «crime» de organização de manifestação não comunicada, e encontra-se, neste momento, com Termo de Identidade e Residência.
Em comunicado, o movimento esclarece que «a suposta manifestação terá, segundo a denúncia policial, ocorrido no dia 12 de Setembro e mais não foi do que a conferência de imprensa de divulgação da manifestação de 15 de Setembro - em que 15 pessoas seguraram uma faixa em frente da Assembleia da República enquanto falavam com os jornalistas, sem qualquer incidente ou impacto na ordem pública».
Mais adiantam que «os agentes da PSP que se deslocaram ao local traziam consigo um mandado de notificação já preenchido, ao qual faltavam apenas os dados da pessoa a notificar.» Aqui, a Polícia de Segurança Pública, conhecida por PSP, transformou-se em Polícia de Segurança Política e tomou exactamente o mesmo tipo de procedimento que a antiga PIDE, da qual, o actual presidente Cavaco Silva, era membro, tal como se pode confirmar na imagem acima que mostra o cartão de agente da PIDE usado por Cavaco. Ainda há a salientar que há aproximadamente 20 anos, quando Aníbal Cavaco Silva, o actual presidente da republica era primeiro ministro e o seu homem de confiança e actual conselheiro de Passos Coelho, o Ladrão Dias Loureiro, era ministro da administração interna, a GNR fez fogo com tiro de bala real contra os manifestantes, durante os protestos na Ponte 25 de Abril, em que inclusive, um dos manifestantes ficou paraplégico, devido a uma bala disparada pela GNR que se foi alojar na coluna vertebral da vítima.
Sabemos quem são os fascistas que temos que enfrentar. Esta «coação por parte das forças policiais» não faz com que os subscritores da manifestação desistam de seguir a sua onda de contestação: «Porque nos recusamos a cair na armadilha de quem quer tornar as nossas ideias reféns de pedras e bastões, continuaremos a sair à rua, como sempre fizemos: a dar a cara por aquilo que acreditamos, e pacificamente. Temos muito mais do que pedras como argumento, e é por isso que não nos calam, nem com bastões nem com processos por crimes que não cometemos.»
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... Julgo que depois destes malabarismos, os currículos das pessoas com funções políticas activas com o propósito de praticar o bem comum de uma nação, devem ser exigidos e publicados em Diário da Republica para qualquer cidadão poder consultar e certificar-se das habilitações de cada politico. Não deve ser uma opção, mas uma condição contemplada numa lei própria para o efeito, pois como sabemos, nenhum trabalhador é admitido numa função numa empresa, sem referências e/ou curriculo académico/profissional.
será verdade que o PS está "calado" neste caso da licenciatura de M. Relvas porque o Irmão Maçon António Seguro dos Bancos (da Universidade Lusófona) foi um dos professores envolvido no processo?...
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Perseguição Política em Portugal: Agentes da PIDE de Passos Cavaco Perseguem Manifestantes; Mariana Avelãs Activista Social do Movimento «Que Se Lixe a Troika! Queremos as Nossas Vidas» Constituida Arguida Por Criticar Governo Em Conferência de Imprensa; PSP Convertida em Polícia Fascista de Segurança Política NAZI Portuguesa
Economia, Democracia e Sociedade Observatório Crises e Alternativas OCA: "Com Atual Política Governamental, Taxa Desemprego Pode Atingir 20% em Breve"; Carvalho da Silva Centro de Estudos Sociais CES; Universidade de Coimbra
Economia, Democracia e Sociedade : A busca de soluções alternativas "depende das forças sociais, económicas e políticas e da capacidade de mobilização do povo". Com atual política o desemprego chegará aos 20%, alerta Carvalho da Silva
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| "Com Atual Política Governamental, Taxa de Desemprego Pode Atingir 20% em Breve"; Carvalho da Silva; Observatório Crises e Alternativas; Centro de Estudos Sociais CES Universidade de Coimbra |
"Se não houver mudanças, corre-se esse perigo", disse aos jornalistas, no final da apresentação do Observatório sobre Crises e Alternativas (OCA), que vai dirigir e que foi criado pelo Centro de Estudos Sociais (CES) da Universidade de Coimbra.
"Com a atual relação de forças que existe no plano nacional e no plano europeu, não há soluções e não há soluções executadas pelos mesmos que estão voltados para aprofundar os problemas. Isso é uma evidência", acrescentou.
A busca de soluções alternativas "depende das forças sociais, económicas e políticas e da capacidade de mobilização do povo". Aos investigadores sociais, que agora integra, compete "fazer leituras críticas que ajudem à construção dessas intervenção social e política", adiantou.
Acerca do OCA, Carvalho da Silva disse que vai promover debates, conferências e reflexões e produzirá um relatório anual, dedicando-se a quatro áreas principais: Relação entre as finanças e a economia, análise do campo laborar, políticas sociais e estado social e, por último, política, democracia e sociedade.
O Observatório vai ainda ter uma página na Internet para participação e formulação de opiniões e contributos de outras leituras sobre a sociedade, a crise e as alternativas, explicou.
A primeira iniciativa do OCA foi o lançamento de um livro intitulado "Dicionário da Crise", com mais de 200 entradas diretamente relacionada com a difícil situação económica que o país atravessa.
Na cerimónia, além do diretor do CES, Boaventura Sousa Santos, esteve como convidado o diretor do Instituto para os Estudos Laborais da Organização Internacional do Trabalho, Raymond Torres, que fez uma intervenção intitulada "Combatendo a crise do emprego na Europa: opções e desafios".
Lusa
25 de Abril o po sái á rua, junta-te e luta pela tua vida e dod teus!
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Crise Portuguesa Estudos Portugueses Sobre Economia Social Política da Troika PSD CDS: Destruição dos Estabilizadores Sociais Agrava Pobreza e Miséria em Portugal, Pelo Economista Eugénio Rosa
A actual sociedade dita "democrática", encontra-se dominada por máfias representativas de grandes interesses ocultos. A sociedade encontra-se refém dos interesses das grandes corporações multinacionais, e como tal, a maior parte da informação divulgada sobre a política, a economia e a sociedade portuguesa nos media é dominada pelo pensamento neoliberal, porque é este que tem acesso privilegiado aos media, e os controla. Este domínio corruptor perverso é tão grande que atinge os próprios meios académicos podendo-se falar, com firrmeza, de um pensamento económico único dominante, dominado pelas grandes corporações. Quem esteja familiarizado com a ciência económica, sabe bem que a economia não está acima dos interesses da sociedade no todo, e o neoliberalismo defende os interesses do poder económico especulativo dominante nas mortíferas sociedades capitalistas actuais.
Segue o estudo
A destruição dos estabilizadores automáticos em Portugal agrava a pobreza e a miséria
Para se poder ficar com uma ideia mais clara dos efeitos sociais e mesmo económicos dramáticos da politica de austeridade cega que está a ser imposta ao país, pelos estrangeiros com a colaboração activa e empenhada dos seus peões internos, interessa analisar os efeitos sociais daqueles estabilizadores automáticos na redução da pobreza em Portugal.
Segundo o inquérito realizado pelo INE às “Condições de vida e de rendimento dos portugueses”, cujos resultados foram divulgados recentemente, 17,9% dos portugueses vivem já no limiar da pobreza. No entanto, se forem eliminadas as transferências sociais garantidas fundamentalmente pela Segurança Social, essa percentagem sobe para 43,4%, o que corresponde a 4,6 milhões de portugueses. E mesmo mais de meio milhão de trabalhadores com emprego vivem no limiar da pobreza devido aos baixos salários que recebem. De acordo também com o INE, após as transferências sociais, 10,3% dos trabalhadores empregados viviam no limiar da pobreza, 37% dos desempregados estavam na mesma situação. E isto refere-se ao ano de 2009, pois a situação actual deverá ser muito mais grave, pois com a destruição crescente dos estabilizadores sociais como se conclui rapidamente dos dados constantes do quadro 1, elaborado com base nos Relatórios que companham os Orçamento do Estado dos diversos anos, muitos mais milhares de portugueses foram lançados na miséria.
Quadro 1 – Destruição dos estabilizadores automáticos sociais em Portugal
FONTE: Relatórios do Orçamento do Estado – 2010/2012
Entre 2010 e 2012, as despesas da Segurança Social com os estabilizadores automáticos constantes do quadro 1- subsidio de desemprego, de doença, abono de família, RSI, outras prestações e complemento solidário para idoso – diminuem -6,5% em valores nominais, o que corresponde a uma redução de 678 milhões €; mas se a análise for feita em termos reais, ou seja, deduzindo o efeito do aumento de preços, o corte nestas despesas sociais é muito maior, atingindo -19,8%, o que corresponde a menos 1.035 milhões € do que em 2010. Mas existem prestações onde o corte é ainda maior: Por ex., no abono de família, o corte na despesa atinge -32,3% em valores nominais e -37,5% em valores reais, o que revela bem que a defesa das famílias com filhos, por parte deste governo e, nomeadamente, pelo CDS, serve apenas para enganar os eleitores; igualmente a nível do RSI, o corte na despesa atinge -28,8% em valores nominais, e -34,4% em valores reais.
Dados de natureza física confirmam os efeitos dramáticos da politica de destruição dos estabilizadores sociais e, consequentemente, também de direitos de cidadania. Assim, entre Abril de 2010 e Dezembro de 2011, o número de crianças a receber abono de família diminuiu de 1.739.557 para 1.372.811, e só durante o ano de 2011 a taxa de cobertura do subsidio de desemprego (percentagem que os desempregados a receber subsidio de desemprego representam em relação ao total dos desempregados), em relação ao desemprego oficial, caiu, entre o 1º Trimestre e o 4º Trimestre de 2011, de 42,7% para 41,1% e, relativamente ao desemprego efectivo, passou, durante o mesmo período, de 29,2% para apenas 27,3%, o que significa que apenas 27 desempregados em cada 100 estão a receber o subsidio de desemprego. E o governo PSD/CDS ainda quer diminuir mais este numero, pois aprovou uma lei que altera a lei do subsidio de desemprego, reduzindo o período de tempo em que o desempregado tem direito a receber o subsidio de desemprego. A juntar a isto, interessa referir a decisão desumana tomada pelo ministro da solidariedade do CDS visando obrigar 117.000 pensionistas, que recebem pensões mínimas, a devolver uma parcela dos valores recebidos e com retroactividade a 2007 o que, a concretizar-se, determinará que tenham de devolver valores superiores às pensões que recebem (pensões entre os 500€ e 400€ serão reduzidas para valores entre os 400€ e 300€, portanto inferiores mesmo ao limiar da pobreza.
A agravar a situação está também a destruição dos estabilizadores automáticos em espécie, em que os mais importantes são os serviços de saúde e os de educação. Depois dos contínuos cortes nas transferências do Orçamento do Estado para o SNS (segundo informação dada pelo Ministério da Saúde à Assembleia da República, entre 2010 e 2011, as transferências do OE para o SNS diminuíram de 8.698 milhões € para 8.100 milhões e, ou seja, em 598 milhões €), e em 2012, conforme consta do “Memorando “ revisto em Dezembro de 2011, a ”troika estrangeira” e o governo PSD/CDS pretendem reduzir a despesa com a saúde em mais 1.000 milhões € (na versão inicial do “Memorando” estava previsto um corte, em 2012, de 500 milhões €). Uma situação muito semelhante verifica-se a nível da educação pública. Segundo o Relatório do OE-2012, entre 2010 e 2011, a despesa pública com a educação diminuiu de 8.559,2 milhões € para 8.129,5 milhões € (- 429,7 milhões €) e, em 2012, pretende reduzir para 6.579 milhões €, ou seja, cortar mais 1.550,5 milhões €. É evidente que estes cortes brutais na despesa pública de saúde e de educação, associados a aumentos muito elevado dos preços (as taxas moderadoras aumentaram, em média, 100% em 2012), vão agravar ainda mais dificuldades em que já vivem centenas de milhares de famílias portuguesas.
O GOVERNO E TROIKA CORTAM NAS DESPESAS SOCIAIS MAS QUEREM PERDOAR 5.437 MILHÕES € DE DIVIDAS Á SEGURANÇA SOCIAL E AS DIVIDAS AO FISCO ATINGEM 18.000 MILHÕES €
A justificação apresentada pelo governo PSD/CDS para esta politica de cortes elevados nas prestações sociais, com a consequente destruição de direitos de cidadania, é que as despesas sociais são incomportáveis para a Segurança Social. No entanto, enquanto faz cortes significativos nas prestações sociais, na educação e na saúde, o governo PSD/CDS prepara-se para perdoar ou anular milhares de milhões de euros de dividas à Segurança Social.
De acordo com Relatório do Tribunal de Contas sobre a Conta Geral do Estado de 2010 (pág.177, vol.
I), no fim de 2010, o valor bruto das dividas de terceiros – Curto e Médio/Longo Prazo – à Segurança Social já atingia 7.270,1 milhões €, e o governo já tinha constituído uma provisão de 5.437,7 milhões €, com o objectivo de anular/perdoar 74,8% do valor dessa divida, o que representará, a concretizar-se, uma gravíssima descapitalização da Segurança Social, para não dizer mesmo roubo aos trabalhadores, porque uma parcela importante daquela divida é constituída por descontos que foram feitos nos salários dos trabalhadores e que depois não foram entregues na Segurança Social. E a situação actual neste campo ainda deverá ser mais grave, pois desde 2010 as dividas à Segurança Social não pararam de crescer, e o governo PSD/CDS, durante o debate do Orçamento de Estado para 2012 não deu qualquer informação à Assembleia da República sobre esta situação, e os órgãos da Segurança Social, em que participam os parceiros socais, estão paralisados não se reunindo há vários anos.
Uma situação muito semelhante verifica-se a nível de dividas fiscais. Segundo o Relatório do Tribunal de Contas, as dividas ao fisco, no fim de 2010, já atingiam 17.398 milhões €, estando a aumentar cerca de 500 milhões € por ano, o que significa que actualmente as dividas devem rondar os 18.000 milhões €. No período 2005-2010, segundo também o Tribunal de Contas, as prescrições de dividas fiscais somaram 3.777 milhões €, ou seja, em média 629,5 milhões €/ano.
Está-se perante uma politica de dois pesos e duas medias: Fazem cortes brutais nas despesas sociais agravando as condições de vida de centenas de milhares de famílias portuguesas que vivem já com muitas dificuldades, mas simultaneamente pretende perdoar 5.437 milhões € de dividas à Segurança Social, não se cobram cerca de 18.000 milhões € de dividas fiscais, e deixam-se prescrever 3.777 milhões € de dividas fiscais só no período 2005-2010.
Eugénio Rosa
Economista , edr2@netcabo.pt
8.3.2012
A destruição dos estabilizadores automáticos em Portugal agrava a pobreza e a miséria PDF
Eugénio Óscar Garcia da Rosa, Mestrado em Comunicação pelo ISCTE e pela Universidade Aberta, e com Pós-Graduação em Fundos de Pensões e Seguros pelo ISEG da Universidade Técnica de Lisboa tendo entregue, em 16.12.2011, no ISEG a tese "Grupos Económicos e Desenvolvimento em Portugal no contexto da Globalização"...
Eugénio Rosa – Economista - Eugénio Rosa Faqcebook
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Segue o estudo
A destruição dos estabilizadores automáticos em Portugal agrava a pobreza e a miséria
Para se poder ficar com uma ideia mais clara dos efeitos sociais e mesmo económicos dramáticos da politica de austeridade cega que está a ser imposta ao país, pelos estrangeiros com a colaboração activa e empenhada dos seus peões internos, interessa analisar os efeitos sociais daqueles estabilizadores automáticos na redução da pobreza em Portugal.
Segundo o inquérito realizado pelo INE às “Condições de vida e de rendimento dos portugueses”, cujos resultados foram divulgados recentemente, 17,9% dos portugueses vivem já no limiar da pobreza. No entanto, se forem eliminadas as transferências sociais garantidas fundamentalmente pela Segurança Social, essa percentagem sobe para 43,4%, o que corresponde a 4,6 milhões de portugueses. E mesmo mais de meio milhão de trabalhadores com emprego vivem no limiar da pobreza devido aos baixos salários que recebem. De acordo também com o INE, após as transferências sociais, 10,3% dos trabalhadores empregados viviam no limiar da pobreza, 37% dos desempregados estavam na mesma situação. E isto refere-se ao ano de 2009, pois a situação actual deverá ser muito mais grave, pois com a destruição crescente dos estabilizadores sociais como se conclui rapidamente dos dados constantes do quadro 1, elaborado com base nos Relatórios que companham os Orçamento do Estado dos diversos anos, muitos mais milhares de portugueses foram lançados na miséria.
Quadro 1 – Destruição dos estabilizadores automáticos sociais em Portugal
| RUBRICAS | 2010 Milhões euros € | 2011 Milhões euros € | 2012 Milhões euros € | Valor de 2012 a preços de 2010 Milhões € | Variação em % 2010-2012 em valores nominais | Variação entre 2010 e 2012 em termos reais |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Subsidio de desemprego, apoio desemprego, lay-off | 2.221 | 2.067 | 2.046 | 1.886 | -7,9% | -15,1% |
| Subsidio de doença | 447 | 456 | 427 | 394 | -4,6% | -12,0% |
| Abono de família | 968 | 659 | 656 | 605 | -32,3% | -37,5% |
| Rendimento Social de Inserção | 520 | 422 | 370 | 341 | -28,8% | -34,4% |
| Outras prestações | 808 | 840 | 777 | 716 | -3,9% | -11,4% |
| Complemento Sol. Idoso | 265 | 272 | 275 | 253 | 3,6% | -4,4% |
| SOMA | 5.229 | 4.716 | 4.551 | 4.194 | -6,5% | -19,8% |
FONTE: Relatórios do Orçamento do Estado – 2010/2012
Entre 2010 e 2012, as despesas da Segurança Social com os estabilizadores automáticos constantes do quadro 1- subsidio de desemprego, de doença, abono de família, RSI, outras prestações e complemento solidário para idoso – diminuem -6,5% em valores nominais, o que corresponde a uma redução de 678 milhões €; mas se a análise for feita em termos reais, ou seja, deduzindo o efeito do aumento de preços, o corte nestas despesas sociais é muito maior, atingindo -19,8%, o que corresponde a menos 1.035 milhões € do que em 2010. Mas existem prestações onde o corte é ainda maior: Por ex., no abono de família, o corte na despesa atinge -32,3% em valores nominais e -37,5% em valores reais, o que revela bem que a defesa das famílias com filhos, por parte deste governo e, nomeadamente, pelo CDS, serve apenas para enganar os eleitores; igualmente a nível do RSI, o corte na despesa atinge -28,8% em valores nominais, e -34,4% em valores reais.
Dados de natureza física confirmam os efeitos dramáticos da politica de destruição dos estabilizadores sociais e, consequentemente, também de direitos de cidadania. Assim, entre Abril de 2010 e Dezembro de 2011, o número de crianças a receber abono de família diminuiu de 1.739.557 para 1.372.811, e só durante o ano de 2011 a taxa de cobertura do subsidio de desemprego (percentagem que os desempregados a receber subsidio de desemprego representam em relação ao total dos desempregados), em relação ao desemprego oficial, caiu, entre o 1º Trimestre e o 4º Trimestre de 2011, de 42,7% para 41,1% e, relativamente ao desemprego efectivo, passou, durante o mesmo período, de 29,2% para apenas 27,3%, o que significa que apenas 27 desempregados em cada 100 estão a receber o subsidio de desemprego. E o governo PSD/CDS ainda quer diminuir mais este numero, pois aprovou uma lei que altera a lei do subsidio de desemprego, reduzindo o período de tempo em que o desempregado tem direito a receber o subsidio de desemprego. A juntar a isto, interessa referir a decisão desumana tomada pelo ministro da solidariedade do CDS visando obrigar 117.000 pensionistas, que recebem pensões mínimas, a devolver uma parcela dos valores recebidos e com retroactividade a 2007 o que, a concretizar-se, determinará que tenham de devolver valores superiores às pensões que recebem (pensões entre os 500€ e 400€ serão reduzidas para valores entre os 400€ e 300€, portanto inferiores mesmo ao limiar da pobreza.
A agravar a situação está também a destruição dos estabilizadores automáticos em espécie, em que os mais importantes são os serviços de saúde e os de educação. Depois dos contínuos cortes nas transferências do Orçamento do Estado para o SNS (segundo informação dada pelo Ministério da Saúde à Assembleia da República, entre 2010 e 2011, as transferências do OE para o SNS diminuíram de 8.698 milhões € para 8.100 milhões e, ou seja, em 598 milhões €), e em 2012, conforme consta do “Memorando “ revisto em Dezembro de 2011, a ”troika estrangeira” e o governo PSD/CDS pretendem reduzir a despesa com a saúde em mais 1.000 milhões € (na versão inicial do “Memorando” estava previsto um corte, em 2012, de 500 milhões €). Uma situação muito semelhante verifica-se a nível da educação pública. Segundo o Relatório do OE-2012, entre 2010 e 2011, a despesa pública com a educação diminuiu de 8.559,2 milhões € para 8.129,5 milhões € (- 429,7 milhões €) e, em 2012, pretende reduzir para 6.579 milhões €, ou seja, cortar mais 1.550,5 milhões €. É evidente que estes cortes brutais na despesa pública de saúde e de educação, associados a aumentos muito elevado dos preços (as taxas moderadoras aumentaram, em média, 100% em 2012), vão agravar ainda mais dificuldades em que já vivem centenas de milhares de famílias portuguesas.
O GOVERNO E TROIKA CORTAM NAS DESPESAS SOCIAIS MAS QUEREM PERDOAR 5.437 MILHÕES € DE DIVIDAS Á SEGURANÇA SOCIAL E AS DIVIDAS AO FISCO ATINGEM 18.000 MILHÕES €
A justificação apresentada pelo governo PSD/CDS para esta politica de cortes elevados nas prestações sociais, com a consequente destruição de direitos de cidadania, é que as despesas sociais são incomportáveis para a Segurança Social. No entanto, enquanto faz cortes significativos nas prestações sociais, na educação e na saúde, o governo PSD/CDS prepara-se para perdoar ou anular milhares de milhões de euros de dividas à Segurança Social.
De acordo com Relatório do Tribunal de Contas sobre a Conta Geral do Estado de 2010 (pág.177, vol.
I), no fim de 2010, o valor bruto das dividas de terceiros – Curto e Médio/Longo Prazo – à Segurança Social já atingia 7.270,1 milhões €, e o governo já tinha constituído uma provisão de 5.437,7 milhões €, com o objectivo de anular/perdoar 74,8% do valor dessa divida, o que representará, a concretizar-se, uma gravíssima descapitalização da Segurança Social, para não dizer mesmo roubo aos trabalhadores, porque uma parcela importante daquela divida é constituída por descontos que foram feitos nos salários dos trabalhadores e que depois não foram entregues na Segurança Social. E a situação actual neste campo ainda deverá ser mais grave, pois desde 2010 as dividas à Segurança Social não pararam de crescer, e o governo PSD/CDS, durante o debate do Orçamento de Estado para 2012 não deu qualquer informação à Assembleia da República sobre esta situação, e os órgãos da Segurança Social, em que participam os parceiros socais, estão paralisados não se reunindo há vários anos.
Uma situação muito semelhante verifica-se a nível de dividas fiscais. Segundo o Relatório do Tribunal de Contas, as dividas ao fisco, no fim de 2010, já atingiam 17.398 milhões €, estando a aumentar cerca de 500 milhões € por ano, o que significa que actualmente as dividas devem rondar os 18.000 milhões €. No período 2005-2010, segundo também o Tribunal de Contas, as prescrições de dividas fiscais somaram 3.777 milhões €, ou seja, em média 629,5 milhões €/ano.
Está-se perante uma politica de dois pesos e duas medias: Fazem cortes brutais nas despesas sociais agravando as condições de vida de centenas de milhares de famílias portuguesas que vivem já com muitas dificuldades, mas simultaneamente pretende perdoar 5.437 milhões € de dividas à Segurança Social, não se cobram cerca de 18.000 milhões € de dividas fiscais, e deixam-se prescrever 3.777 milhões € de dividas fiscais só no período 2005-2010.
Eugénio Rosa
Economista , edr2@netcabo.pt
8.3.2012
A destruição dos estabilizadores automáticos em Portugal agrava a pobreza e a miséria PDF
Eugénio Óscar Garcia da Rosa, Mestrado em Comunicação pelo ISCTE e pela Universidade Aberta, e com Pós-Graduação em Fundos de Pensões e Seguros pelo ISEG da Universidade Técnica de Lisboa tendo entregue, em 16.12.2011, no ISEG a tese "Grupos Económicos e Desenvolvimento em Portugal no contexto da Globalização"...
Eugénio Rosa – Economista - Eugénio Rosa Faqcebook
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Crise Financeira, Austeridade Política Governo PSD CDS PS Desemprego Brutal: CENSOS INE Instituto Nacional De Estatística, Dados Algarve, Alentejo, Lisboa, Norte, Centro, Açores e Madeira Portugal Quase 1 Milhão Desempregados
As políticas de austeridade do governo dos Bancos, Goldman Sachs, TROIKA, UE, BCE, FMI das Privatizações está a dar frutos. A prova disso é o dsemprego: os números da maior subida dos últimos 30 anos ... Enquanto se ajuda o BPN, o Cavaco se queixa da reforma, a UGT Assina um Pacto de Traição, arranjam-se tachos para a família, o Banco de Portugal tem uma quinta com cavalos, o parlamento dominado pela maçonaria, escândalo loja Mozart, e o maçon Miguel Relvas comprou um automóvel de 80.000,00 Euros, e contratou um motorista por mais de 70.000 Euros, as medidas do governo alemão já se fazem sentir e o número de licenciados no desemprego ultrapassou pela primeira vez os 100 mil desempregados.
O número de desempregados com o ensino superior completo ultrapassou os 100 mil no último trimestre de 2011, segundo números anteontem divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística INE).
Quanto á política do governo, os números falam por sim. O desemprego no último trimestre de 2011 atingiu o número brutal de 706.100 desempregados, composto por: 170.400 desempregados dos 35 aos 34 anos, 226.400 desempregados com 45 e mais anos, 484.00 desempregados até ao 3º ciclo do ensino básico, 179.100 desempregados com o ensino secundário e pós secundário, 80.2200 á procura do primeiro emprego, 690.800 á procura do primeiro emprego, entre os licenciados situou-se nos 10,6 por cento, número equivalente a 108 mil indivíduos. É a primeira vez que o número de licenciados no desemprego ultrapassa os 108 mil em Portugal, segundo os dados disponíveis.
Com uma taxa de desemprego de 17,5% no Algarve, 15,1 nos Açores, 14,7 em Lisboa, 14,1% no Norte, 13,5 na Madeira, 13,1 no Alentejo, tendo a zona centro registado o valor mais baixo de 12,6%.
Este valor é quase o dobro do número de licenciados no desemprego dois anos antes: eram 55 mil no quarto trimestre de 2009. Só do terceiro para o quarto trimestre de 2011, houve um aumento de mais 13 mil desempregados com ensino superior.
Apesar deste grande aumento no desemprego entre os licenciados, continua a ser vantajoso no mercado de trabalho ter o ensino superior. Os licenciados são, de resto, o único grupo cuja taxa de desemprego se situa abaixo da média.
Segundo os dados do INE, o número de desempregados subiu bastante no quarto trimestre para todos os níveis de ensino.
Para as pessoas com o ensino básico (até ao 3º ciclo), a taxa de desemprego no último trimestre de 2011 era 14,5 por cento (o equivalente a 484 mil desempregados). Para quem completou o ensino secundário ou pós-secundário, a taxa era ainda mais alta: 15,4 por cento (179 mil pessoas).
A nível geral, a taxa de desemprego em Portugal no quarto trimestre de 2011 atingiu os 14 por cento, ficando acima das estimativas dos economistas contactados pela agência Lusa, que esperavam uma taxa entre os 13 e os 13,5 por cento.
Os dados Falam por si e são motivo para ficar indignado e a prova de que com estas políticas alemãs do Governo da Angela Merda (é tão boa que até os alemães não gostam dela), os NAZIS planearam a UE, e estão a desmantelar-nos a Nação. Enquanto isso, a silenciam a revolução da Islândia que recupera a economia.
Portugal já teve Migueis de Vasconcelos e Condes Andeiros de sobra.
É preciso retomar a soberania Nacional.
Islândia é a solução!
Quado 1 - desemprego por região, quadro 2 - activos, quadro 3 - total de inactivos, inclui desemprego.
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O número de desempregados com o ensino superior completo ultrapassou os 100 mil no último trimestre de 2011, segundo números anteontem divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística INE).
Quanto á política do governo, os números falam por sim. O desemprego no último trimestre de 2011 atingiu o número brutal de 706.100 desempregados, composto por: 170.400 desempregados dos 35 aos 34 anos, 226.400 desempregados com 45 e mais anos, 484.00 desempregados até ao 3º ciclo do ensino básico, 179.100 desempregados com o ensino secundário e pós secundário, 80.2200 á procura do primeiro emprego, 690.800 á procura do primeiro emprego, entre os licenciados situou-se nos 10,6 por cento, número equivalente a 108 mil indivíduos. É a primeira vez que o número de licenciados no desemprego ultrapassa os 108 mil em Portugal, segundo os dados disponíveis.
Com uma taxa de desemprego de 17,5% no Algarve, 15,1 nos Açores, 14,7 em Lisboa, 14,1% no Norte, 13,5 na Madeira, 13,1 no Alentejo, tendo a zona centro registado o valor mais baixo de 12,6%.
Este valor é quase o dobro do número de licenciados no desemprego dois anos antes: eram 55 mil no quarto trimestre de 2009. Só do terceiro para o quarto trimestre de 2011, houve um aumento de mais 13 mil desempregados com ensino superior.
Apesar deste grande aumento no desemprego entre os licenciados, continua a ser vantajoso no mercado de trabalho ter o ensino superior. Os licenciados são, de resto, o único grupo cuja taxa de desemprego se situa abaixo da média.
Segundo os dados do INE, o número de desempregados subiu bastante no quarto trimestre para todos os níveis de ensino.
Para as pessoas com o ensino básico (até ao 3º ciclo), a taxa de desemprego no último trimestre de 2011 era 14,5 por cento (o equivalente a 484 mil desempregados). Para quem completou o ensino secundário ou pós-secundário, a taxa era ainda mais alta: 15,4 por cento (179 mil pessoas).
A nível geral, a taxa de desemprego em Portugal no quarto trimestre de 2011 atingiu os 14 por cento, ficando acima das estimativas dos economistas contactados pela agência Lusa, que esperavam uma taxa entre os 13 e os 13,5 por cento.
Os dados Falam por si e são motivo para ficar indignado e a prova de que com estas políticas alemãs do Governo da Angela Merda (é tão boa que até os alemães não gostam dela), os NAZIS planearam a UE, e estão a desmantelar-nos a Nação. Enquanto isso, a silenciam a revolução da Islândia que recupera a economia.
Portugal já teve Migueis de Vasconcelos e Condes Andeiros de sobra.
É preciso retomar a soberania Nacional.
Islândia é a solução!
Quado 1 - desemprego por região, quadro 2 - activos, quadro 3 - total de inactivos, inclui desemprego.
| Quadro 1 Desemprego em Portugal: Taxas de desemprego por região NUTS II (NUTS-2002) | |||||
|---|---|---|---|---|---|
| ´REGIÕES | Valor trimestral das Taxas de Desemprego por Região | Valor anual | Variação trimestral | ||
| 2ºT-2011 | 3ºT-2011 | 4ºT-2011 | 2011 | 4ºT-2011 | |
| % | p.p. | ||||
| Portugal | 12,1 | 12,4 | 14,0 | 12,7 | 1,6 |
| Norte | 12,6 | 12,7 | 14,1 | 13,0 | 1,4 |
| Centro | 9,5 | 9,4 | 12,6 | 10,3 | 3,2 |
| Lisboa | 13,5 | 14,6 | 14,7 | 14,1 | 0,1 |
| Alentejo | 11,8 | 12,3 | 13,1 | 12,4 | 0,8 |
| Algarve | 14,7 | 13,3 | 17,5 | 15,6 | 4,2 |
| R. A. Açores | 9,7 | 11,6 | 15,1 | 11,5 | 3,5 |
| R. A. Madeira | 13,5 | 14,3 | 13,5 | 13,8 | -0,8 |
| Fonte: INE, Estatísticas do Emprego - Taxa Média de Desemprego 4º trimestre de 2011. | 14% | ||||
---------
| Quadro 2: Principais indicadores da população ativa e empregada - Portugal | |||||
|---|---|---|---|---|---|
| Valor trimestral | Valor anual | Variação trimestral | |||
| 2ºT-2011 | 3ºT-2011 | 4ºT-2011 | 2011 | 4ºT-2011 | |
| Milhares de indivíduos | % | ||||
| 2º Trimestre | 3º Trimestre | 4º Trimestre | Anual | ||
| População ativa | 5 568,0 | 5 543,4 | 5 506,5 | 5 543,2 | - 0,7 |
| Homens | 2 943,5 | 2 952,4 | 2 920,6 | 2 940,5 | - 1,1 |
| Mulheres | 2 624,5 | 2 591,0 | 2 585,8 | 2 602,6 | - 0,2 |
| Dos 15 aos 24 anos | 427,7 | 460,6 | 441,4 | 443,8 | - 4,2 |
| Dos 25 aos 34 anos | 1 399,8 | 1 384,9 | 1 378,5 | 1 389,8 | - 0,5 |
| Dos 35 aos 44 anos | 1 483,0 | 1 464,4 | 1 465,5 | 1 471,3 | 0,1 |
| Dos 45 aos 64 anos | 1 965,1 | 1 952,1 | 1 945,2 | 1 955,7 | - 0,4 |
| Com 65 e mais anos | 292,4 | 281,4 | 275,9 | 282,6 | - 2,0 |
| Até ao Básico - 3º ciclo | 3 470,1 | 3 395,3 | 3 326,6 | 3 421,5 | - 2,0 |
| Secundário e pós-secundário | 1 107,0 | 1 144,8 | 1 162,9 | 1 120,1 | 1,6 |
| Superior | 990,8 | 1 003,2 | 1 017,0 | 1 001,5 | 1,4 |
| Taxa de atividade (%) | 52,3 | 52,1 | 51,7 | 52,1 | |
| Homens | 57,2 | 57,3 | 56,7 | 57,1 | |
| Mulheres | 47,8 | 47,1 | 47,0 | 47,4 | |
| Taxa de atividade (15 e mais anos) (%) | 61,6 | 61,3 | 60,9 | 61,3 | |
| Homens | 68,1 | 68,2 | 67,4 | 68,0 | |
| Mulheres | 55,7 | 55,0 | 54,8 | 55,2 | |
| População empregada | 4 893,0 | 4 853,7 | 4 735,4 | 4 837,0 | - 2,4 |
| Homens | 2 594,3 | 2 597,4 | 2 514,9 | 2 574,5 | - 3,2 |
| Mulheres | 2 298,7 | 2 256,3 | 2 220,5 | 2 262,5 | - 1,6 |
| Dos 15 aos 24 anos | 312,2 | 322,2 | 285,1 | 310,3 | - 11,5 |
| Dos 25 aos 34 anos | 1 215,8 | 1 203,5 | 1 161,1 | 1 195,0 | - 3,5 |
| Dos 35 aos 44 anos | 1 325,5 | 1 307,7 | 1 295,0 | 1 310,1 | - 1,0 |
| Dos 45 aos 64 anos | 1 748,8 | 1 742,2 | 1 721,9 | 1 741,9 | - 1,2 |
| Com 65 e mais anos | 290,8 | 278,1 | 272,3 | 279,7 | - 2,1 |
| Até ao Básico - 3º ciclo | 3 007,3 | 2 947,1 | 2 842,6 | 2 956,7 | - 3,5 |
| Secundário e pós-secundário | 975,5 | 997,7 | 983,8 | 970,7 | - 1,4 |
| Superior | 910,2 | 908,9 | 909,0 | 909,7 | o |
| Agricultura, produção animal, caça, floresta e pesca (a) | 495,5 | 478,5 | 452,5 | 478,5 | - 5,4 |
| Indústria, construção, energia e água (a) | 1 347,7 | 1 332,3 | 1 274,3 | 1 322,7 | - 4,4 |
| Serviços (a) | 3 049,8 | 3 043,0 | 3 008,6 | 3 035,9 | - 1,1 |
| Trabalhadores por conta de outrem | 3 862,9 | 3 838,5 | 3 745,1 | 3 815,2 | - 2,4 |
| Com contrato de trabalho sem termo | 2 980,6 | 2 966,7 | 2 951,1 | 2 967,5 | - 0,5 |
| Com contrato de trabalho com termo | 729,4 | 725,8 | 659,7 | 707,2 | - 9,1 |
| Outro tipo de contrato de trabalho | 152,6 | 146,1 | 134,2 | 140,5 | - 8,1 |
| Trabalhadores por conta própria | 1 002,8 | 988,0 | 961,4 | 992,4 | - 2,7 |
| Trabalhadores familiares não remunerados | 27,3 | 27,2 | 29,0 | 29,4 | 6,6 |
| População empregada a tempo completo | 4 260,0 | 4 214,6 | 4 102,5 | 4 193,8 | - 2,7 |
| População empregada a tempo parcial | 633,0 | 639,2 | 632,9 | 643,3 | - 1,0 |
| Taxa de emprego (15 e mais anos) (%) | 54,2 | 53,7 | 52,4 | 53,5 | |
| Homens | 60,0 | 60,0 | 58,1 | 59,5 | |
| Mulheres | 48,8 | 47,9 | 47,1 | 48,0 | |
| Fonte: INE, Estatísticas do Emprego - 4º trimestre de 2011. | |||||
| Nota: | |||||
| (a) As estimativas apresentadas têm como referência a CAE-Rev. 3. | |||||
| Sinais convencionais: | |||||
| o Dado inferior a metade do módulo da unidade utilizada. | |||||
| - Resultado nulo. | |||||
-------
| Quadro 3: Principais indicadores da população desempregada e inativa - Portugal | |||||
|---|---|---|---|---|---|
| Valor trimestral | Valor anual | Variação trimestral | |||
| 2ºT-2011 | 3ºT-2011 | 4ºT-2011 | 2011 | 4ºT-2011 | |
| Milhares de indivíduos | % | ||||
| Desemprego 2º Trimestre | Desemprego 3º Trimestre | Desemprego 4º Trimestre | Valor Anual de Desemprego | Percentagem Trimestral de Desemprego | |
| População desempregada | 675.000 | 689.600 | 771.000 | 706.100 | 11,8% |
| Homens | 349.200 | 355.000 | 405.700 | 366,0 | 14,3% |
| Mulheres | 325.800 | 334.700 | 365.300 | 340.100 | 9,1% |
| Dos 15 aos 24 anos | 115.500 | 138.300 | 156.300 | 133.500 | 13,0% |
| Dos 25 aos 34 anos | 184.100 | 181.300 | 217.400 | 194.700 | 19,9% |
| Dos 35 aos 44 anos | 157.500 | 156.700 | 170.400 | 161.300 | 8,7% |
| Com 45 e mais anos | 217.900 | 213.300 | 226.900 | 216.600 | 6,4% |
| Até ao Básico - 3º ciclo | 462.900 | 448.200 | 484.000 | 464.800 | 8,0% |
| Secundário e pós-secundário | 131.500 | 147.200 | 179.100 | 149.400 | 21,7% |
| Superior | 80.600 | 94.300 | 108.000 | 91.900 | 14,5% |
| À procura de primeiro emprego | 66.700 | 75.600 | 80.200 | 73.800 | 6,1% |
| À procura de novo emprego | 608.300 | 614.000 | 690.800 | 632.300 | 12,5% |
| Agricultura, produção animal, caça, floresta e pesca (a) (b) | 11.500 | 14.800 | 16.600 | 14.000 | 12,2% |
| Indústria, construção, energia e água (a) (b) | 228.200 | 219.000 | 246.800 | 228.500 | 12,7% |
| Serviços (a) (b) | 338.200 | 355.700 | 399.800 | 362.200 | 12,4% |
| Desempregados por duração da procura | |||||
| Até 11 meses | 302.600 | 333.200 | 365.600 | 331.300 | 9,7% |
| 12 e mais meses (longa duração) | 372.400 | 356.400 | 405.500 | 374.900 | 13,8% |
| Desemprego 2º Trimestre | Desemprego 3º Trimestre | Desemprego 4º Trimestre | Valor Anual de Desemprego | ||
| Taxa de desemprego (%) | 12,1 | 12,4 | 14,0 | 12,7 | |
| Homens | 11,9 | 12,0 | 13,9 | 12,4 | |
| Mulheres | 12,4 | 12,9 | 14,1 | 13,1 | |
| Jovens (15-24 anos) | 27,0 | 30,0 | 35,4 | 30,1 | |
| Taxa de desemprego de longa duração (%) | 6,7 | 6,4 | 7,4 | 6,8 | |
| População inativa | |||||
| População inativa | 5 075,3 | 5 105,3 | 5 147,3 | 5 103,5 | 0,8 |
| População inativa (15 e mais anos) | 3.465.600 | 3.496.300 | 3.539.100 | 3.494.100 | 1,2 |
| Homens | 1.381.200 | 1.375.200 | 1 409,5 | 1.385.800 | 2,5 |
| Mulheres | 2.084.400 | 2.121.100 | 2.129.500 | 2.108.200 | 0,4 |
| Dos 15 aos 24 anos | 718.200 | 679.100 | 692.000 | 699.000 | 1,9 |
| Dos 25 aos 34 anos | 137.000 | 144.700 | 143.700 | 143.500 | - 0,7 |
| Dos 35 aos 44 anos | 135.200 | 156.400 | 157.900 | 148.300 | 1,0 |
| Dos 45 aos 64 anos | 830.900 | 853.300 | 869.600 | 845.200 | 1,9 |
| Com 65 e mais anos | 1.644.300 | 1.662.800 | 1.675.800 | 1.658.100 | 0,8 |
| Estudantes | 814.500 | 760.700 | 796.200 | 795.700 | 4,7 |
| Domésticos | 417.700 | 431.100 | 441.300 | 432.700 | 2,4 |
| Reformados | 1.601.100 | 1.606.000 | 1.593.300 | 1.594.100 | - 0,8 |
| Outros inativos | 632.300 | 698.400 | 708.300 | 671.500 | 1,4 |
| Taxa de inatividade (15 e mais anos) (%) | 38,4% | 38,7% | 39,1% | 38,7% | |
| Homens | 31,9% | 31,8 | 32,6% | 32,0 | |
| Mulheres | 44,3% | 45,0% | 45,2% | 44,8% | |
| Fonte: INE, Estatísticas do Emprego - 4º trimestre de 2011. | |||||
| Notas: | |||||
| (a) A experiência anterior de trabalho dos indivíduos desempregados à procura de novo emprego é caracterizada apenas para aqueles que deixaram o último emprego há oito ou menos anos. Por essa razão, a soma do número de desempregados à procura de novo emprego por setor da atividade anterior não corresponde ao total de indivíduos desempregados à procura de novo emprego. | |||||
| (b) As estimativas apresentadas têm como referência a CAE-Rev. 3. | |||||
| Sinais convencionais: | |||||
| o Dado inferior a metade do módulo da unidade utilizada. | |||||
| - Resultado nulo. | |||||
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A Segurança Social recusou apoio e deu-me como apto para trabalhar", diz.
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