... Julgo que depois destes malabarismos, os currículos das pessoas com funções políticas activas com o propósito de praticar o bem comum de uma nação, devem ser exigidos e publicados em Diário da Republica para qualquer cidadão poder consultar e certificar-se das habilitações de cada politico. Não deve ser uma opção, mas uma condição contemplada numa lei própria para o efeito, pois como sabemos, nenhum trabalhador é admitido numa função numa empresa, sem referências e/ou curriculo académico/profissional. será verdade que o PS está "calado" neste caso da licenciatura de M. Relvas porque o Irmão Maçon António Seguro dos Bancos (da Universidade Lusófona) foi um dos professores envolvido no processo?...
Mostrar mensagens com a etiqueta Sociais. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Sociais. Mostrar todas as mensagens

Educação, Saúde, Segurança Social Funções Sociais do Estado: "Dimensão da Destruição Já Realizada e Da Que Está Em Curso; Consequências do Círculo de Destruição Em Que o País Está Mergulhado, Estratégia das Forças do Capital e da Troika Nacional"; Estudos Economia do Economista Eugénio Rosa




Funções sociais do Estado: a dimensão da destruição já realizada e da que está em curso
Eugénio Rosa*

Crise Económica Europeia: Portugal Prejudicado Com  Euro; Alemanha Principal Beneficiário! Elevado Nível de Vida Alemão Conseguido À Custa do Défice de Portugal E Endividamento dos Portugueses; Resultado Desastroso Da Moeda Única e Balança Comercial Negócios Portugal Alemanha; Estudos de Eugénio Rosa


11.Nov.12 :: Outros autores
O governo provoca a recessão com a política que segue e depois utiliza os resultados nefastos obtidos para justificar cortes brutais nas despesas sociais do Estado, para assim procurar destruir as funções sociais. Eis o círculo de destruição em que o país está mergulhado e eis também a estratégia das forças do capital e da troika nacional
.

Funções, Sociais, Educação, Saúde, Segurança, Social, Funções, Sociais, Estado, Destruição, Estudos, Economia, Eugénio Rosa, Troika, Nacional, Estratégias, Capital, Forças,



FUNÇÕES SOCIAIS DO ESTADO: a dimensão da destruição já realizada e da que está em curso

Eugénio Rosa*

Governo e “troika” estão empenhados em destruir aquilo que muitos designam como Estado social” através do estrangulamento financeiro. Para tornar claro isso, e para se poder ficar com uma ideia das consequências para os portugueses dos cortes enormes nas despesas com as funções sociais do Estado, ou seja, com a educação, a saúde e segurança social constantes do OE-2013, assim como do novo corte de 4.000 milhões € acordado pelo governo e “troika” interessa analisar os que já se verificaram ou estão a ser aplicados, até porque os novos cortes (os do OE-2013 mais os 4000 milhões €) vêem-se adicionar aos já realizados até ao fim de 2012.

O quadro seguinte, construído com dados da execução orçamental divulgada todos os meses pelo Ministério das Finanças, torna claro o que está em jogo, e quais serão as consequências inevitáveis dos cortes já feitos por este governo e “troika”, e dos novos anunciados por eles.

Quadro 1 – Despesas pagas pelo Estado nas áreas sociais – Período Janeiro/Setembro de cada ano


Quadro 1 – Despesas pagas pelo Estado nas áreas sociais – Período Janeiro/Setembro de cada ano
FUNÇÕES2010
Milhões €
2011
Milhões €
2012
Milhões €
2011/2010
Milhões €
2012/2011
Milhões €
2012-10
Milhões €
Educação 6.142,6 5.664,7 4.909,8 -477,9 -754,9 -1.232,8
Saúde 7.220,0 6.683,3 5.938,2 -536,7 -745,1 -1.281,8
Segurança e Acção Social 8.798,5 8.378,2 8.785,0 -420,3 406,8 -13,5
Habitação e serviços colectivos 206,1 144,1 113,5 -62,0 -30,6 -92,6
Serviços culturais e recreativos 251,1 203,6 521,3 -47,5 317,7 270,2
SOMA 22.618,3 21.073,9 20.267,8 -1.544,4 -806,1 -2.350,5
FONTE: Síntese execução orçamental - Outubro 2011 e 2012 - DGO, Ministério Finanças
 Nossa nota: Compromissos Sociais do Estado A Razão de Ser dos Impostos: Os compromissos sociais do Estado, dívidem-se em: Educação, Saúde, Segurança e Acção Social, Habitação e serviços coletivos, Serviços culturais e recreativos 



Os dados do quadro referem-se apenas aos primeiros nove meses de cada ano (Jan./Set.), no entanto os cortes em despesas com serviços essenciais para a população são tão elevados que chocam pelas consequências que inevitavelmente estão a ter sobre vida dos portugueses, empurrando muitos para a miséria. E isto porque, tomando como base a despesa realizada pelo Estado nos primeiros nove meses de cada ano, verificou-se, entre 2010 e 2012, ou seja, em apenas dois anos um corte nas despesas com a educação e saúde superior a 2.500 milhões €. O corte nas transferências para a Segurança Social à primeira vista parece ser menor, o que não é verdadeiro já que o valor de 2012 inclui as transferências do OE para financiar um plano de emergência assistencialista (cantinas para os pobres) no valor de 176 milhões € e o pagamento das pensões aos bancários (522 Milhões €), despesas que até 2012 não existiam.

Apesar destes elevados cortes nas despesas sociais do Estado fundamentais para a população, na proposta de OE-2013, é feito outro corte enorme. Os dados do quadro 2, retirados do Relatório que acompanha o OE para 2013, mostram a sua dimensão.

Quadro 2 – Cortes despesas com as funções sociais do Estado entre 2012 e 2013 constantes OE-2013


Quadro 2 – Cortes despesas com as funções sociais do Estado entre 2012 e 2013 constantes OE-2013
2012 - Milhões € 2013 - Milhões€
Educação 6.733,6 6.753,5
Saúde 10.470,3 8.507,4
Segurança social e acção social 12.348,8 12.828,5
Habitação e serviços coletivos 196,9 159,3
Serviços culturais e comunicações 602,7 214,6
SOMA 30.352,3 28.463,3
Subsidio Natal 437,1
Aumento
contribuições para CGA (15%-20%)
-110,0
27.916,2
CORTES EFETIVOS ENTRE 2012 E 2013 -2.436,1
FONTE: Relatório OE-2013


Na proposta de OE-2013 estão inscritos 28.463,3 milhões € para despesas com as funções sociais do Estado, valor que já é inferior ao inscrito no OE-2012 em 1.889 milhões €. Mas mesmo este valor, que já é enorme, é ainda inferior ao valor real. E isto porque no valor de 2013 estão incluídos o subsídio de Natal aos funcionários públicos (que é reposto em 2013, mas que o governo se apropria depois através do aumento do IRS) e o aumento das contribuições de 15% para 20% das entidades públicas para a CGA, despesas estas que não existiam em 2012, as quais somam 547,1 milhões €. Se as deduzirmos ao valor inscrito no OE-2013 – 28.463,3 milhões € -, para poder ser comparado com o valor de 2012, ficam 27.916,2 milhões €, o que significa que o corte nas despesas com as funções sociais do Estado, constante do OE-2013, atinge 2.436,1 milhões €, a adicionar ao corte realizado no período 2010-2012 que foi de 2.350,5 milhões €.

Cortes gigantescos, mesmo sem contar com os novos 4.000 milhões € anunciados pelo governo,que se forem concretizados agravarão as condições de vida dos portugueses, a juntar ao resultante do aumento brutal da carga fiscal que analisamos em outro estudo. E esta redução ainda não entra com o efeito da inflação pois os dados considerados são a valores nominais o que determina que, em termos reais, a redução ainda seja maior.


No quadro anterior existem rubricas em que os valores de 2013 ou são iguais ou superiores aos de 2012, podendo gerar a ideia falsa de uma melhoria. No entanto, a verdade é outra. Por ex., no valor inscrito para a educação em 2013 – 6753,5 milhões € - se deduzirmos o valor do subsidio de Natal e o aumento de despesa determinada pela subida da taxa contributiva das entidades públicas para a CGA de 15% para 20%, o valor que resta é inferior ao de 2012 em mais de 300 milhões €. O mesmo se pode dizer em relação à Segurança Social cujo aumento é explicado pelo aumento da transferência do OE para financiar o chamado Plano de Emergência (cantinas para pobres, uma forma “moderna” de sopa para os pobres) e pela reposição, em 2013, de 1,1 subsídio aos pensionistas que custará à Segurança Social mais 300 milhões €. Em suma, se deduzirmos todas estas importâncias o que fica em 2013 para os encargos que existiam em 2012 é muito inferior ao inscrito no OE- 2012. E ainda se quer cortar mais 4.000 milhões € em 2013-2014

A POLITICA DE AUSTERIDADE, CAUSA DA RECESSÃO ECONÓMICA, ESTÁ A DESTRUIR AS FUNÇÕES SOCIAIS DO ESTADO VITAIS PARA TODA A POPULAÇÃO


A viabilidade e a sustentabilidade das funções sociais do Estado (educação, saúde, segurança social) dependem de um financiamento adequado e sustentado. E este não é possível de ser garantido pelo Estado sem crescimento económico. A política de austeridade, ainda por cima aplicada em plena crise e a consequente recessão económica, estão a matar, pela via do estrangulamento financeiro, as funções sociais do Estado, já que as receitas do Estado estão a diminuir significativamente como revela o quadro 3.


Quadro 3 – Quebra nas receitas fiscais e nas da Segurança Social e aumento das despesas com o desemprego e com o pagamento de juros pelo Estado – Janeiro a Setembro


Quadro 3 – Quebra nas receitas fiscais e nas da Segurança Social e aumento das despesas com o desemprego e com o pagamento de juros pelo Estado – Janeiro a Setembro
DESIGNAÇÃO 2011 2012 2012-2011
EXECUÇÃO DO ORÇAMENTO DO ESTADO Milhões de euros
RECEITAS FISCAIS - Estado 25.113 23.876 -1.237
Impostos diretos 10.414 9.966 -448
Impostos indiretos 14.699 13.910 -789
JUROS PAGOS PELO ESTADO 4.165 4.998 +833
EXECUÇÃO DO ORÇAMENTO DA SEGURANÇA SOCIAL
Contribuições e quotizações 10.227 9.736 -491
Subsídio desemprego e apoio ao emprego 1.549 1.904 +355
REDUÇÃO DAS RECEITAS FISCAIS E DAS CONTRIBUIÇÕES PARA A SEGURANÇA SOCIAL
30.399 29.455 -1.728
AUMENTO DESPESA COM SUBSIDIO DESEMPREGO E JUROS 5.713 6.902 +1.188

FONTE: Síntese da Execução Orçamental de Outubro de 2011 e 2012- DGO-Ministério das Finanças




Como consequência da recessão económica, causada pela política de austeridade, as receitas fiscais no período Jan-Set.de 2012 foram inferiores, às de idêntico período de 2011, em 1.237 milhões €, e as de contribuições para a Segurança Social diminuíram em 491 milhões €; assim, o Estado e a Segurança Social perderam 1.728 milhões €. Em contrapartida as despesas com o subsídio de desemprego e com o pagamento de juros pelo Estado passaram entre Jan/Set-2011 e Jan/Set-2012 de 5.713 milhões e para 6.902 milhões €, ou seja, sofreram um forte acréscimo de 1.188 milhões €. Com esta política de austeridade, que está a destruir a economia e a sociedade portuguesa, não existem funções sociais do Estado que resistam.

Provoca-se a recessão com a política seguida e depois utilizam-se os resultados nefastos obtidos para justificar os cortes brutais nas despesas sociais do Estado, e assim procurar destruir as funções sociais. Eis o círculo de destruição em que o país está mergulhado e eis também a estratégia das forças do capital e da direita em Portugal. É necessário inverter esta situação. E contrariamente ao que afirmam os seus defensores existem alternativas e é urgente começar a debatê-las de uma forma alargada para encontrar uma alternativa para esta política que está a destruir a economia e a sociedade portuguesa, e a levar o país à ruína.

*EUGENIO ROSA Economista – edr2@netcabo.pt



Último Estudo 11-11-2012 - O ELEVADO NIVEL DE VIDA DOS ALEMÃES CONSEGUIDO TAMBÉM À CUSTA DO DÉFICE DE PORTUGAL E DO ENDIVIDAMENTO DOS PORTUGUESES Download PDF


Estudos de Eugénio Rosa: FUNÇÕES SOCIAIS DO ESTADO: A dimensão da destruição já realizada e a que está em curso; Download PDF
http://www.eugeniorosa.com/Sites/eugeniorosa.com/Documentos/2012/46-2012-Funcoes-sociais-Estado-D.pdf


Quem é o Autor

Eugénio Óscar Garcia da Rosa, licenciado em Economia e Doutorado pelo ISEG, Universidade Técnica de Lisboa, com a tese "Grupos Económicos e Desenvolvimento em Portugal no Contexto da Globalização" tendo sido atribuida a classificação "Muito Bom com Distinção por Unanimidade", Mestre em Ciências da Comunicação pelo ISCTE e Universidade Aberta, membro do Gabinete de Estudos da CGTP-IN e responsável pelo Gabinete Técnico da Federação Nacional dos Sindicatos da Função Pública. Email:edr2@netcabo.pt

Write About Or Link To This Post On Your Blog - Easy Links :
Link Directly To This Post :

Link To The Homepage :

Democracia é Coisa Controlada Pelo Demónio; Estamos Entregues a Criminosos; Quem Paga São Sempre os Mesmos"; Rui Veloso Conversa com a TVI; Músico Fala da Crise e Faz Críticas Políticas e Sociais



Rui Veloso: «A democracia é coisa controlada pelo demónio... Estamos entregues a Criminosos; Quem paga são sempre os mesmos»


Músico fala da crise e faz críticas políticas e sociais

 

Rui Veloso atuou na Feira de São Mateus, em Viseu, mas em conversa com a TVI falou de mais do que de apenas música.




O músico português fez várias críticas políticas e sociais e até disse que a «democracia» já e uma coisa do «demónio».



«A democracia é coisa controlada pelo demónio»
Milhares de pessoas assistiram na noite de quinta-feira ao concerto de Rui Veloso na feira de São Mateus, em Viseu. O cantor e compositor com 32 anos de carreira disse à TVI que a crise está instalada também nos espetáculos e na produção de música.

Rui Veloso afirmou:

" isto já não é Democracia é DEMóCRACIA, uma coisa controlada por demónios. Dado que quem paga são sempre os mesmos.

Estamos entregues a criminosos, que cometem crimes, sabemos disso e... não há ninguém que surja e meta tudo isto na ordem, a funcionar como devia.

Há eleições, e depois mesmo que 60 % dos portugueses não vote, por desinteresse e afastamento, há sempre vitórias, há sempre quem ganhe, quem fique em segundo lugar, quem se oriente."



Crise, Políticas, Sociais, TVI, Criminosos, Demónio, Democracia, Controlada, Entregues, Conversa, Rui Veloso

Razão tem o Veloso, Democracia já é uma coisa do demónio.


Write About Or Link To This Post On Your Blog - Easy Links :
Link Directly To This Post :

Link To The Homepage :

"Os Portugueses Devem Preocupar-se Com os Tecnocratas da Finança; Os Movimentos Sociais Vão Ganhar Maior Protagonismo e Promover a Mudança Necessária ao País" Major Máro Tomé Militar de Abril em Palmela, Portugal



Palmela: Mário Tomé diz que vão ser os movimentos sociais a promover a mudança no País, os portugueses devem preocupar-se com os democratas, tecnocratas" que conduziram o País à atual situação de dependência externa.

Palmela, Pinhal Novo, 21 abr (Lusa) - O militar de abril e ex-candidato à Presidência da República, Mário Tomé, afirmou hoje que serão os movimentos sociais a protagonizar a mudança que considera necessária no País, ao mesmo tempo que recusava a ideia de uma nova revolução armada.

"O que nós temos de perceber é que aquilo que derivou do 25 de abril, que foi decaindo, foi perdendo a força que tinha, está hoje esmagado pelos chamados 'democratas, tecnocratas, da finança'", disse.

A poucos dias das comemorações dos 38 anos da revolução de abril, Mário Tomé, defendeu também que não faz sentido os portugueses preocuparem-se com um eventual regresso a um passado fascista, mas antes com os referidos "democratas, tecnocratas" que conduziram o País à atual situação de dependência externa.

Para o antigo major do exército, que falava à agência Lusa após um encontro promovido sexta-feira pelo Bloco de Esquerda na Junta de Freguesia do Pinhal Novo, os movimentos sociais vão ganhar maior protagonismo e promover a mudança, a exemplo do que aconteceu a partir de abril de 1974.

"Foi o 25 de abril, enquanto movimento social, que construiu o PREC (Período Revolucionário em Curso) e que definiu os contornos da Constituição que temos hoje", lembrou, convicto de que os movimentos sociais serão, uma vez mais, os grandes protagonistas da contestação às políticas de austeridade.

"Quando falo no 25 de abril tenho de falar na luta cidadã, transformadora, contra estes chamados democratas, tecnocratas, da finança, através dos movimentos sociais e através da proposta política que os partidos políticos farão, cada um à sua maneira", acrescentou.

Write About Or Link To This Post On Your Blog - Easy Links :
Link Directly To This Post :

Link To The Homepage :

Economia, Democracia e Sociedade Observatório Crises e Alternativas OCA: "Com Atual Política Governamental, Taxa Desemprego Pode Atingir 20% em Breve"; Carvalho da Silva Centro de Estudos Sociais CES; Universidade de Coimbra



Economia, Democracia e Sociedade : A busca de soluções alternativas "depende das forças sociais, económicas e políticas e da capacidade de mobilização do povo". Com atual política o desemprego chegará aos 20%, alerta Carvalho da Silva


Carvalho da Silva; Observatório Crises e Alternativas OCA; Taxa Desemprego; Centro de Estudos Sociais; CES; Universidade de Coimbra;
"Com Atual Política Governamental, Taxa de Desemprego Pode Atingir 20% em Breve";
Carvalho da Silva; Observatório Crises e Alternativas; 
Centro de Estudos Sociais CES Universidade de Coimbra


O sociólogo e ex-líder da central sindical CGTP, Manuel Carvalho da Silva, afirmou ontem que, com a atual política governamental, a taxa de desemprego pode atingir em breve os 20 por cento.

"Se não houver mudanças, corre-se esse perigo", disse aos jornalistas, no final da apresentação do Observatório sobre Crises e Alternativas (OCA), que vai dirigir e que foi criado pelo Centro de Estudos Sociais (CES) da Universidade de Coimbra.

"Com a atual relação de forças que existe no plano nacional e no plano europeu, não há soluções e não há soluções executadas pelos mesmos que estão voltados para aprofundar os problemas. Isso é uma evidência", acrescentou.

A busca de soluções alternativas "depende das forças sociais, económicas e políticas e da capacidade de mobilização do povo". Aos investigadores sociais, que agora integra, compete "fazer leituras críticas que ajudem à construção dessas intervenção social e política", adiantou.

Acerca do OCA, Carvalho da Silva disse que vai promover debates, conferências e reflexões e produzirá um relatório anual, dedicando-se a quatro áreas principais: Relação entre as finanças e a economia, análise do campo laborar, políticas sociais e estado social e, por último, política, democracia e sociedade.

O Observatório vai ainda ter uma página na Internet para participação e formulação de opiniões e contributos de outras leituras sobre a sociedade, a crise e as alternativas, explicou.

A primeira iniciativa do OCA foi o lançamento de um livro intitulado "Dicionário da Crise", com mais de 200 entradas diretamente relacionada com a difícil situação económica que o país atravessa.

Na cerimónia, além do diretor do CES, Boaventura Sousa Santos, esteve como convidado o diretor do Instituto para os Estudos Laborais da Organização Internacional do Trabalho, Raymond Torres, que fez uma intervenção intitulada "Combatendo a crise do emprego na Europa: opções e desafios".

Lusa

25 de Abril o po sái á rua, junta-te e luta pela tua vida e dod teus!


Write About Or Link To This Post On Your Blog - Easy Links :
Link Directly To This Post :

Link To The Homepage :
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...