... Julgo que depois destes malabarismos, os currículos das pessoas com funções políticas activas com o propósito de praticar o bem comum de uma nação, devem ser exigidos e publicados em Diário da Republica para qualquer cidadão poder consultar e certificar-se das habilitações de cada politico. Não deve ser uma opção, mas uma condição contemplada numa lei própria para o efeito, pois como sabemos, nenhum trabalhador é admitido numa função numa empresa, sem referências e/ou curriculo académico/profissional. será verdade que o PS está "calado" neste caso da licenciatura de M. Relvas porque o Irmão Maçon António Seguro dos Bancos (da Universidade Lusófona) foi um dos professores envolvido no processo?...
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Indignados Portugal: Novas Medidas de Austeridade Geram Injustiça Social, Mais Desemprego, Fome e Miséria; É Hora de Lutar e Dizer Basta! Mobilização Nacional Contra A Troika, Pelas Nossas Vidas e Por Nossas Familias; Comunicado da Plataforma 15 de Outubro



Plataforma 15 de Outubro. Aos portugueses também pode "saltar a tampa" A contestação dos portugueses não tem estado à altura da austeridade imposta, o que não significa que, "de um momento para o outro, não lhes salte a tampa", considera a Plataforma 15 de Outubro, em vésperas de nova manifestação.


Todos À Rua Dia 15 de Setembro, Basta! O Governo de Portugal Pratica Crimes Contra a Humanidade, é mais do que hora do povo se levantar contra as novas medidas que Juízes da Associação Sindical de Juízes diz que novas medidas de austeridade são "afronta ao Tribunal Constitucional" e quer a intervenção do Presidente da República e a fiscalização prévia do Orçamento de Estado 2013, de acordo com o constitucionalista e ex-deputado do PSD Bacelar Gouveia, em declarações á SIC Notícias, "os deputados que votarem favoravelmente o orçamento de Estado, incorrem em processo crime." 


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É tempo do povo se levantar contra esteNovo Roubo que Ana Drago diz ser Inconstitucional e que o Governo Rouba Aos Pobres Para Que O Grande Capital Continue Sem Pagar Imposto!

D. Januário Torgal Ferreira afirmou veementemente que o Governo de Passos Coelho é Profundamente Corrupto


Jerónimo de Sousa Apela Á Revolta do Povo Português Contra o Pacto de Agressão e Contra o Governo

 




"Há que dizê-lo com clareza: Portugal está muito atrasado, se comparado com a Grécia ou Espanha. A contestação dos trabalhadores não tem estado à altura das medidas impostas, mas isso não quer dizer que, de um momento para o outro, não lhes salte a tampa", afirmou à Lusa André Esperança, membro da Plataforma 15 de Outubro, que apelou à mobilização de todos portugueses na manifestação de sábado.

No entender do jovem de vinte e cinco anos, a manifestação "Que se lixe a troika! Queremos as nossas vidas!", que terá lugar em Lisboa, é uma "boa oportunidade" para os portugueses "saírem em força à rua e dizerem 'não' a mais austeridade", que não passa de "um roubo descarado para quem trabalha".

"'Que os portugueses são mansos, que o povo é ignorante e que gosta de ser mandado'... Não concordo com esse discurso. Sempre que se diz que um povo está muito calmo, acontecem grandes surpresas. E os portugueses já mostraram que são capazes de surpreender", vincou o jovem de 29 anos, aludindo à manifestação de março de 2012, que foi convocada pelas redes sociais e que juntou cerca de 300 mil pessoas na capital portuguesa.

André Esperança, que está desempregado desde janeiro, quis deixar "bem claro" que a manifestação de sábado foi convocada por vários cidadãos, e que a Plataforma apenas é uma das várias organizações que têm estado a fazer "todos os possíveis" para mobilizar o maior número de pessoas.

Em comunicado, divulgado, a Plataforma refere que as novas medidas de austeridade anunciadas na sexta-feira pelo Governo trarão "ainda mais desemprego -- quase a atingir os 16 por cento -, precariedade, miséria, dívida, ou seja, mais dificuldades para o povo".

Entre as medidas anunciadas pelo primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, está a subida em sete pontos percentuais (para 18 por cento) das contribuições sociais dos trabalhadores e a descida dos descontos feitos pelas empresas para a Segurança Social, que passam a ser também de 18 por cento, de modo a estimular o emprego.

"Na prática, os trabalhadores do setor público vão ficar sem dois salários e os do privado sem um. Estimular o emprego? Isso é uma falácia pura, essa medida não terá efeito nenhuma na criação de emprego. Quem beneficia, de uma forma clara, mais uma vez, são os patrões", contrapõe André, para quem estas medidas são "mais do mesmo".

No entender da Plataforma, a austeridade "não cessará" enquanto as pessoas não saírem à rua a defender os seus direitos e a exigir a saída da troika de Portugal: "Não temos nenhuma bola de cristal, mas andamos a avisar há mais de um ano que este saque não iria parar", frisou o jovem, formado em economia.

Sobre as alternativas que a Plataforma propõe, o jovem vincou: "Temos várias propostas. É óbvio que há sensibilidades diferentes mas há uma questão fulcral, com a qual todos concordam na plataforma: a necessidade de se fazer uma auditoria às contas públicas e, nesse tempo, suspender o pagamento da dívida".

Só assim "haverá dinheiro para pagar salários" e será possível evitar mais "cortes brutais" em áreas essenciais como na educação ou na saúde. "Estas medidas estão a ser utilizadas para pagar uma dívida que nós -- trabalhadores, jovens, reformados -- não contraímos. Uma dívida que não é nossa", enfatizou.

Todos à rua dia 15 de Setembro em Portugal. Ergue a tua voz. Fala tudo o que tens para dizer. Se só quiseres escutar, participa escutando solidariamente os outros. Traz panelas, tachos, cartazes e tudo o que achares por bem trazer. Temos que nos juntar para impedir que a vida dos nossos pais, as nossas vidas e as dos nossos filhos sejam destruídas. Traz ideias, propõe alternativas! 15 de Setembro às 17 horas, a rua é nossa!

Mobilização Nacional Que Se Lixe A Troika, Queremos As Nossa Vidas

MACLoulé, O Movimento Apartidário da Cidade de Loulé Convida Todos Cidadãos Tomarem As Ruas Dia 15 de Setembro; Concentração Manifestação No Mercado Municipal; É Hora de Dizer Basta!


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ASJP: Novas Medidas de Austeridade Anunciadas Pelo Governo São Uma Afronta Á Decisão do Tribunal Constitucional; Não Respeitam A Obrigação de Garantir Distribuição Equitativa dos Sacrifícios Por Todos Os Cidadãos; Voltam A Penalizar Trabalhadores, Funcionários, Reformados e Pensionistas! Comunicado da Associação Sindical de Juízes Posrtuguese



Juízes dizem que novas medidas de austeridade são "afronta ao Tribunal Constitucional" e de acordo com o constitucionalista e ex-deputado do PSD Bacelar Gouveia, em declarações á SIC Notícias, "os deputados que votarem favoravelmente o orçamento de Estado, incorrem em processo crime."


A Associação Sindical dos Juízes Portugueses (ASJP) disse que as novas medidas de austeridade anunciadas pelo Governo são "uma afronta ao Tribunal Constitucional", considerando que penalizam "mais uma vez" os rendimentos do trabalho.


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"As medidas anunciadas, mais do que contornar a decisão do Tribunal Constitucional, são uma afronta ao que foi decidido por este tribunal no que respeita necessidade de garantir a distribuição equitativa dos sacrifícios por todos os cidadãos", refere a ASJP em nota enviada à agência Lusa.


Para os juízes, "penalizam-se, mais uma vez, aqueles que vivem apenas dos rendimentos do seu trabalho, quer como servidores públicos, quer como trabalhadores do sector privado, bem como os reformados e pensionistas".

A ASJP antecipa "mais um conflito de natureza constitucional", acrescentando que poderemos estar em "rota de colisão entre a acção governativa e os seus limites constitucionais".

O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, anunciou na sexta-feira um aumento de 11 para 18 por cento da contribuição para a Segurança Social dos trabalhadores dos sectores público e privado e a redução de 23,75 para 18 por cento da contribuição das empresas

Com as novas medidas de austeridade os funcionários públicos continuam a perder o equivalente ao subsídio de natal e de férias, cuja suspensão tinha sido considerada inconstitucional pelo Tribunal Constitucional.

Um dos subsídios continuará suspenso e o outro será diluído pelos 12 meses de salário, mas na prática será absorvido pelo aumento de 7 por cento da taxa a pagar à Segurança Social.




Para os funcionários do sector privado, o aumento da comparticipação para a Segurança Social equivalerá à perda de um salário por ano.



Os pensionistas continuaram sem subsídios de natal e férias.


As medidas estarão previstas no Orçamento do Estado para 2013 e são justificadas pelo Governo como forma de compensar a suspensão dos subsídios de férias e de Natal em 2013 e 1014, "chumbada" pelo Tribunal Constitucional, e o governo tem o descaramento de dizer que é promover a criação de emprego.

Governo de Passos Coelho é Profundamente Corrupto


Governo de Portugal Pratica Crimes Contra a Humanidade

Constitucionalista Bacelar Gouveia Diz Que O Governo Afronta Tribunal Constitucional, O Que Pode Constituir Crime

Novo Roubo é Inconstitucional! Governo Rouba Aos Pobres Para Que O Grande Capital Continue Sem Pagar Imposto! Declarações de Ana Drago


"Estamos Indignados", Deputado João Semedo, Bloco de Esquerda


Jerónimo de Sousa Apela Á Revolta do Povo Português Contra o Pacto de Agressão e Contra o Governo


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Jerónimo de Sousa, Descodifica a Demagogia das Medidas de Passos: O Resultado é Roubo Eterno de Dois Salários" A Pensionistas, Reformados e Trabalhadores do Sector Público Extensível Ao Sector Privado; Mais Desemprego e Miséria; Um Assalto Ao Povo; Tranferência Directa Para O Bolso do Grande Capital! Lider do PCP Apela Aos Portugueses: Revoltem-se e Lutem Contra O Pacto de Agressão e Contra O Governo



Ordenado Mínimo Baixa 36 Euros: Jerónimo de Sousa apela aos portugueses que se "ergam" e "lutem" contra "roubo descarado" de salários


O secretário-geral do PCP considerou que a declaração do primeiro-ministro "foi pior" que o esperado, traduzindo-se "num mês de salário roubado a todos os trabalhadores", e apelou aos portugueses para que se "ergam" contra o Governo.




"A declaração de Passos Coelho ao país foi pior do que se pensava", disse Jerónimo de Sousa, numa declaração aos jornalistas na Festa do Avante!, na Quinta da Atalaia, no Seixal.


O líder comunista sublinhou que "Descodificada a intervenção e a demagogia", aquilo "que é concreto, aquilo que o povo português vai saber", é que "vai perpetuar-se o roubo de dois salários" para pensionistas, reformados e trabalhadores do sector público, a que se junta "novidade de agora esse roubo ser extensível aos trabalhadores do sector privado".



"O que significa, feitas as contas (...), um mês de salários roubado a todos os trabalhadores", sublinhou.

"E, simultaneamente, com descaramento, os patrões, as entidades patronais, passam a descontar menos", acrescentou, destacando que se trata de "uma transferência directa desse roubo para os bolsos do capital".

Para o PCP é, por isso, "profunda demagogia falar em desemprego", porque as medidas agora anunciadas "significarão inevitavelmente mais desemprego e mão de obra mais barata, mais exploração dos trabalhadores".

"Consideramos que este é o caminho para o desastre e se não interrompermos esta política, se não rejeitarmos este pacto de agressão, obviamente o país afunda-se, os trabalhadores viverão pior, os reformados viverão pior, a própria economia continuará em recessão", acrescentou Jerónimo de Sousa, numa referência ao acordo de ajustamento financeiro assinado com os credores internacionais.

Para o líder do PCP, "a resposta tem de ser a luta" e apelou aos trabalhadores para responderem a "este roubo descarado".

"A questão está em saber se os trabalhadores baixam os braços e aceitam estas medidas draconianas, com prejuízo das suas vidas, ou se erguem e lutam contra esta política, contra este pacto de agressão e contra este Governo que, de facto, quer dar cabo do resto", afirmou.

"É preciso que os trabalhadores respondam com indignação, com protesto, mas com luta para travar este caminho para o desastre que hoje foi anunciado por Passos Coelho", acrescentou, referindo que a CGTP convocou um Dia Nacional de Luta para 01 de Outubro, data do seu 42. aniversário, que deverá envolver greves, acções de rua e plenários nas empresas.

Jerónimo de Sousa lamentou ainda que o primeiro-ministro, na sua declaração hoje ao país, em que anunciou um aumento das contribuições para a Segurança Social, tenha mostrado "mais uma vez aquilo que fica intocável, apesar daquelas palavras generalistas em relação aos lucros e grandes fortunas".

"Aí não quantificou nada", sublinhou.

Com Lusa

Ver Também

Declarações de João Semedo


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Indignação Nacional Contra Destruição de Portugal: "O Governo Não Tem Emenda; Não é Baixando Salários Que Se Combate O Desemprego! Política de Austeridade Condenará o País a Mais Pobreza, Conduz A Mais Recessão Económica e Mais Desemprego"; Declarações do Deputado João Semedo; Bloco de Esquerda "Indignado" Com Medidas Que Condenam Portugal Á Miséria!



Bloco de Esquerda "indignado" com medidas que condenam país a mais pobreza


O Bloco de Esquerda manifesta "indignação" perante as medidas adicionais de austeridade anunciadas pelo primeiro-ministro, considerando que vão "condenar" Portugal a mais pobreza e desemprego.

 


Falando aos jornalistas na Assembleia da República, o deputado João Semedo afirmou que "não é baixando os salários que se combate o desemprego", salientando que o executivo "não tem emenda" em mais um ataque a "quem vive do seu trabalho".



Em relação ao aumento dos descontos para a Segurança Social dos trabalhadores do sector privado, considerou que na realidade se trata de uma descida dos seus salários, ao mesmo tempo que reduz a despesa com o emprego para os patrões.




"Estamos indignados", resumiu, considerando que "esta política de austeridade condenará o país a mais pobreza, mais recessão económica e mais desemprego".

Com Lusa

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Novo Roubo É Inconstitucional! Ana Drago Explica Medidas do Governo: ; Lucros do Capital Continuam Sem Pagar um Cêntimo de Impostos; Só o Trabalho Paga; Relvas Coelho Gaspar Roubam o Povo; "Um Claro e Declarado Ccrime de Lesa-População"



Ana Drago explica com toda a clareza a nova roubalheira Relvas Coelho Gaspar


Ana Drago põe o dedo na ferida e explica que este novo roubo declarado é inconstitucional. E aos lucros do capital continuam sem pagar um cêntimo de impostos. Só o Trabalho paga. O Capital e a Alta Finança não pagam nada. Isto é um claro e declarado crime de lesa-população





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Os trabalhadores tanto do setor público como do setor privado passam a estar sujeitos a uma taxa de contribuição para a Segurança Social de 18%, o que representa um aumento de 7%.

Mediante a decisão do Tribunal Constitucional, que declarou a inconstitucionalidade do corte nos subsídios de férias e de Natal do setor público, com o argumento de que “se traduzia na violação do princípio da igualdade”, o governo decidiu manter o corte de um dos subsídios aos trabalhadores do setor público, e devolver o valor do segundo subsídio a estes trabalhadores distribuindo-o pelos doze meses. Os pensionistas continuam sujeitos ao corte dos dois subsídios.

Na prática, e tendo em conta ambas as medidas, os funcionários públicos continuarão a ver cortados dois meses do seu salário, enquanto os privados passam a estar sujeitos também a um corte equivalente a uma remuneração mensal.

Quanto aos trabalhadores e pensionistas com rendimentos mais ínfimos, o primeiro ministro não adiantou qual será o regime de exceção a ser aplicado, afirmando apenas que essa questão será discutida com os parceiros sociais.

Já as empresas veem a Taxa Social Única ser reduzida de 23% para 18%.



Assine a Petição Contra o Aumento de Impostos


Desta forma, e parecendo ignorar as indicações perentórias do Tribunal Constitucional no que respeita à distribuição equitativa das medidas de austeridade, o governo penalizou exclusivamente trabalhadores e pensionistas e, ainda que não tenha sido iniciada, até à data, a discussão do Orçamento do Estado para o próximo ano, certo é que 2013 será um ano ainda mais austero para a grande maioria dos portugueses.

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Passos Anuncia Medidas; Rouba Os Pobres Pra Dar Aos Ricos; Aumenta Contribuições e Impostos, Penhora Subsidios, Assalta Reformados,Trabalhadores Público E Privado Para Ajudar Familia dos Bancos; Alta Finança e Capital Não Pagam Impostos; Mais Medidas A Caminho; Revoltem-se!



Trabalhadores perdem 7% = 1 subsídio de Natal, mas os funcionários públicos já perderam os 2 e não lhes vai ser devolvido nenhum. E antes já tinham sido roubados de 5% (Sócrates) nos seus vencimentos. Portanto os funcionários públicos já perderam 2,7 ordenados enquanto os privados perdem apenas 1.

Ajudar, Anuncia, Assalta, Aumenta, Contribuições, Impostos, Medidas, Passos, Penhora, Pobres, Privado, Público, Reformados, Ricos, Rouba, Subsidios, Trabalhadores

Assine a Petição Pública Promovida pelo Diário Económico Contra Aumento de Impostos


Passos anunciou medidas para 2013 e diz que emergência financeira ainda não acabou
As medidas hoje anunciadas pelo primeiro-ministro referiam-se apenas ao Orçamento do Estado para 2013, e Pedro Passos Coelho não explicou como é que o Governo tenciona cumprir a meta do défice para este ano.



Num discurso à nação, Passos Coelho disse que o Governo vai aumentaru roubo aos trabalhadores com aumento da contribuição para a segurança social do setor privado e manter a suspensão dos subsídios de Natal e férias para pensionistas, entre outras medidas. O primeiro-ministro justificou estas medidas com a "emergência financeira" que o país ainda atravessa.

Passos Coelho não anunciou contudo quaisquer medidas para este ano. Ora, o próprio Governo já reconheceu que dificilmente poderia ser atingida a meta acordada com a 'troika' para o défice orçamental deste ano (4,5 por cento do PIB). A derrapagem na receita fiscal inviabilizou este objetivo.

Perante essa derrapagem, o Governo terá de encontrar outras formas de cumprir o objetivo orçamental -- ou então de negociar com a 'troika' uma nova meta para o défice.

Passos Coelho não fez qualquer referência a novas medidas para cumprir esta meta. Aliás, Passos Coelho não fez qualquer referência no seu discurso à execução orçamental deste ano.

Ao longo dos últimos dez dias, o Governo esteve reunido com uma delegação da 'troika' para a quinta revisão do memorando de entendimento. Um dos principais temas em debate era a situação orçamental deste ano.

Assine a Petição Pública Promovida pelo Diário Económico Contra Aumento de Impostos



Principais medidas anunciadas:

•Trabalhadores do setor privado passam a descontar 18% para a Segurança Social

•Governo mantém corte de um subsídio e distribui o outro por doze meses de salário

•Pensionistas e reformados continuam com os dois subsídios suspensos


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"Manifesto Abril Não Desarma": Medidas e Sacrifícios Impostos aos Cidadãos Portugueses Ultrapassaram Limites InSuportáveis: Conferência de Imprensa Associação 25 de Abril Video Oficial dos Militares da Revolução dos Cravos



Associação 25 de Abril não participa nas comemorações oficiais, PSP ameaça manifestações

Pela primeira vez, a Associação 25 de Abril não participará nas comemorações oficiais do 25 de Abril, considerando que “a linha política seguida pelo atual poder político deixou de refletir o regime democrático herdeiro do 25 de Abril” e que “as medidas e sacrifícios impostos” à população “ultrapassaram os limites do suportável”. Entretanto, a PSP ameaça manifestações.

Conferência de imprensa da Associação 25 de Abril
Conferência de imprensa da Associação 25 de Abril

O Presidente da Direcção da Associação 25 de Abril, Vasco Lourenço, divulga, perante uma plateia de militares de Abril, o manifesto "Abril não Desarma", anunciado que a Associação 25 de Abril não vai participar nos actos oficiais nacionais evocativos do 38º aniversário do 25 de Abril, mas participará na manifestação popular e em comemorações locais.

Nesta segunda feira em conferência de imprensa e perante uma plateia de militares de Abril, Vasco Lourenço, presidente da Associação 25 de Abril, leu o manifesto “Abril não desarma”, anunciando: “O poder político que atualmente governa Portugal configura um outro ciclo político que está contra o 25 de Abril, os seus ideais e os seus valores. Em conformidade, a Associação 25 de Abril anuncia que não participará nos atos oficiais nacionais evocativos do 38.º aniversário do 25 de Abril”.

O manifesto esclarece que a associação “participará nas comemorações populares e outro atos locais de celebração” da revolução de 1974, assim como “continuará a evocar e a comemorar o 25 de Abril numa perspetiva de festa pela ação libertadora e numa perspetiva de luta pela realização dos seus ideais, tendo em consideração a autonomia de decisão e escolha dos cidadãos, nas suas múltiplas expressões.”

O manifesto refere também que “as medidas e sacrifícios impostos aos cidadãos portugueses ultrapassaram os limites do suportável”, frisa “ser oportuno tomar uma posição clara contra a iniquidade, o medo e o conformismo que se estão a instalar” no País e salienta que “Portugal é tratado com arrogância por poderes externos”, algo que os atuais governantes “aceitam sem protesto e com a auto-satisfação dos subservientes”. No manifesto declara-se ainda que “Portugal não tem sido respeitado entre iguais, na construção institucional comum, a União Europeia”, pelo que o seu “estatuto real é hoje o de um 'protetorado', com dirigentes sem capacidade autónoma de decisão” sobre os destinos do País.

Também nesta segunda feira, o jornal “Diário de Notícias” titula que a “PSP prepara tolerância zero nas 'manifs' do 25 de abril”. Segundo o jornal, “a PSP deverá impedir manifestações, desfiles, ações de rua que não tenham seguido todos os procedimentos legais para a sua realização”. O jornal refere que o inspetor nacional da PSP Magina da Silva, que comandou a Unidade Especial de Polícia e o Grupo de Operações Especiais, diz que a PSP “não será tão tolerante” das próximas vezes, em comparação com o que se passou no dia da última Greve Geral, em que a PSP carregou violentamente no Chiado, ferindo até dois fotojornalistas.


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Medidas Austeridade Negócios Chicago Boys Privatização Segurança Social Confirmam Segundo Resgate a Portugal Anunciado Por Gaspar na Áustria e Passos na Alemanha; Francisco Louçã in Conferência de Imprensa



Política e Economia Nacional «Cortes na Segurança Social antecipam segundo resgate»
Francisco Louçã acusa Executivo de governar à «socapa»


O coordenador do Bloco de Esquerda, Francisco Louçã, disse este sábado que as recentes medidas «de austeridade» tomadas pelo Governo na área da Segurança Social antecipam já o conteúdo do segundo resgate financeiro a Portugal.

«Quando se Governa à socapa, ninguém sabe onde está a verdade e onde está a mentira, mas uma coisa eu sei: Os garotos de Chicago já tentaram várias vezes o que o ministro Pedro Mota Soares anda a dizer, que é obrigar os jovens a descontar para as empresas seguradoras privadas, acabando com um sistema público protegido e igual para todos. Os garotos de Chicago acham que o negócio da Segurança Social é excecional», acusou o deputado do Bloco de Esquerda.



Francisco Louçã falava em conferência de imprensa, depois de confrontado com as mais recentes medidas com incidência na Segurança Social adotadas pelo executivo PSD/CDS, escreve a Lusa.

De acordo com o líder do BE, o Governo está «numa voragem em que todos os dias anuncia novas medidas de austeridade».



«Mas o que está a fazer na Segurança Social não é outra coisa do que começar o segundo pacote de resgate a Portugal. As medidas sobre a idade da reforma, sobre a privatização da Segurança Social, que o Governo no fundo pretende, é o anúncio do segundo resgate financeiro que o ministro das Finanças [Vítor Gaspar] anuncia na Áustria e o primeiro-ministro [Pedro Passos Coelho] anuncia na Alemanha, mas que em Portugal mentem e desmentem», atacou.

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Medidas Austeridade Corte Subsidios Natal e Férias: "Suspensão de Direitos Adquiridos é Inconstitucional!" Mouraz Lopes Presidente da Associação Sindical de Juízes Desafia Tribunal Constitucional a Fazer Valer Lei Fundamental in Entrevista RTP



Entrevista RTP a Mouraz Lopes novo presidente da Associação Sindical dos Juizes dz que: "Suspensão de direitos adquiridos é inconstitucional"


Entrevista RTP a Mouraz Lopes; Entrevista RTP; Entrevista; RTP; Entrevista RTP presidente da Associação Sindical dos Juizes; Subsidio Natal; Subsidio de Férias; Tribunal Constitucional; Inconstitucional

Entrevista RTP a Mouraz Lopes novo presidente da Associação Sindical dos Juizes

fala das medidas do governo como o corte subsidios de Nata e férias

dz que: "Suspensão de direitos adquiridos é inconstitucional"

desafia Tribunal Constitucional a fazer valer a lei fundamental



14 Abr, 2012, 09:43
Numa leitura de medidas como o corte dos subsídios de férias e de Natal, o novo presidente da Associação Sindical de Juízes diz que "a suspensão de direitos adquiridos é inconstitucional". Mouraz Lopes desafia o Tribunal Constitucional a fazer valer a lei fundamental.


"Suspensão de Direitos Adquiridos é Inconstitucional!" Mouraz Lopes Presidente da Associação Sindical de Juízes Desafia Tribunal Constitucional a Fzer Valer Lei Fundamental in Entrevista RTP


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Escravatura e Terrorismo Financeiro Ataca Portugal: FMI Máfia Internacional Pede ao Governo Medidas Urgentes Para Baixar Salários e Escravizar Povo Português



FMI; Cavolo de Troia; Bandidos dos Bancos; Bandidos; Banos; Capital; Capital; Mercados


Tal como quando se cede ás exigências dos terroristas, também ao FMI, nada os satisfaz e na ansia de quererem fazer cada vez mais escravos, encontraram neste povo "imbecilizado", com a colaboração de traidores internos, o terreno fertil para todas as atrocidades e atentados terroristas contra o povo português, vai daí, lançam um assalto desenfreado aos direitos dos portugueses sem que haja este mesmo povo embrutecido tenha qualquer reacçao. Depois da privatização da água há muito programada... Olhem o que VÃO FAZER:

 

FAZER ESCRAVOS É O QUE TENCIONAM FAZER!

Escravatura; Terrorismo Financeiro; Ataca Portugal; FMI; Máfia Internacional; Governo; Medidas Urgentes; Baixar Salários; Escravizar Povo Português
Escravo do Capita; Escravatura e Terrorismo Financeiro Ataca Portugal:
FMI Máfia Internacional Pede ao Governo Medidas Urgentes
Para Baixar Salários e Escravizar Povo Português

E VOCÊS, DEIXAM-SE ESCRAVIZAR?

Num perfeito acto de Terrorismo Financeiro, o governo sombra da conspiração Bilderberg, goldman Sachs dos criminosos mercados, a coberto da criminosa máquina da máfia financera internacional, FMI exigem ao Governo que tome medidas urgentes para flexibilizar os salários em Portugal.


Como se sabe, quem negocia com terroristas só faz é fortalecê-los

Trabalhando com mão de obra “escrava” fica fácil vender barato e crescer financeiramente.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) pede ao Governo que tome medidas urgentes para flexibilizar os salários em Portugal, ou seja, para os baixar. O alerta vem na sequência de mais uma “tranche” de 5 mil milhões de euros que foi libertada esta semana por este organismo. O FMI avisa ainda que Portugal tem um longo caminho pela frente e que é preciso tomar medidas urgentes para estimular a economia.




Esta coisa da dívida, é um crime hediondo, visto que o Estado dá Garantias Bancárias de Biliões de Euros aos bancos, dando como fiador o povo e os filhos e netos do português, para que estes bancos peçam dinheiro emprestado ao BCE a 1%, para depois emprestarem de volta ao Estado a 5%, 10%, 15%, 20%, 25%, 40%, 50%, e inclusivé a mais de 100%, como já aconteceu na Grécia.

 Ora bem, voltando ao caso das medidas da Troika, UE, BCE, FMI, existe uma grande mentira que é preciso desmistificar. a falácia reside nas medidas da Troika, e no FMI exige, o FMI manda,... A realidade é bem diferente. Na prática, o que acontece, é que a Comissão Trilateral, associação dos bancos especuladores internacionais, aka denominados mercados, conta com os sócios da Trilateral Interna, actual AICEP, anteriormente denominada Fórum Portugal Global FPG, e a colaboração da maçonaria e dos maçons, que inclusivé têm Passaporte Maçom, para implementar a ditadura global do governo dos bancos.

FMI, O maior terrorista do mundo

O que diz o crítico e analista de política e finanças internacionais, Max Keiser sobre as dívidas dosv países da União europeia e sobre a máquina de terror do FMI esclarecendo a todos de forma objetiva os verdadeiros terroristas mundiais e o que deveria ser feito.

E sobre a política do Governo, a opinião de João Pinto e Castro, professor universitário


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OMS Contra Políticas Passos Gaspar Troika! Envelhecimento Saudável; Organização Mundial de Saúde Recomenda Adopção de Medidas de Prevenção e Diagnóstico Precoce




OMS; Contra; Políticas; Passos; Gaspar; Troika; Envelhecimento Saudável; Organização Mundial de Saúde; Recomenda; Adopção Medidas de Prevenção; Diagnóstico Precoce
OMS Contra Políticas Passos Gaspar Troika!
Envelhecimento Saudável;
Organização Mundial de Saúde Recomenda
Adopção de Medidas de Prevenção e Diagnóstico Precoce

A OMS contraria as medidas do Governo Passos Gaspa UE BCE FMI Troika. A OMS pede aos países a adopção de medidas que garantam o envelhecimento saudável.

 

As Nações Unidas recomendam o surgimento de acções e implementação de políticas destinadas a proteger a saúde e o bem-estar da população mundial


A Organização Mundial da Saúde (OMS) lançou ontem, Dia Mundial da Saúde, um alerta aos países para a adopção de medidas que garantam o envelhecimento saudável da população, o tema escolhido pela agência especializada das Nações Unidas, criada a 7 de Abril de1948, para comemorar os 64 anos da sua fundação.

O alerta da OMS decorre da previsão de que, dentro de poucos anos, pela primeira vez, a população com mais de 60 anos de idade vai ser superior ao número de crianças com menos de cinco anos.
De acordo com as recomendações da OMS, as autoridades de saúde têm de suster as doenças crónicas não transmissíveis que mais afectam os idosos, como o ataque cardíaco, cancro, diabetes e doenças pulmonares. As pessoas dos países pobres têm um risco quatro vezes maior de morrer ou sofrer de alguma deficiência devido a uma doença crónica do que aquelas que vivem em nações ricas.

A maioria das enfermidades relacionadas com a velhice pode ser prevenida ou submetida a tratamento de baixo custo. Exemplo disso é o controlo da tensão arterial, factor de diminuição do risco de enfarte. Menos de 15 por cento dos idosos em países pobres e em desenvolvimento adoptam medidas para controlar a tensão alta.

A Organização Mundial de Saúde recomenda a adopção de medidas para o diagnóstico precoce de doenças crónicas e a promoção de hábitos saudáveis em todas as faixas etárias.

Com o tema “Envelhecimento e Saúde” e com o slogan “Uma boa saúde para um envelhecimento mais saudável”, o Dia Mundial da Saúde/2012 quer estimular uma boa saúde ao longo da vida, permitindo que as pessoas idosas continuem a viver uma vida plenamente produtiva e a serem um recurso para as suas famílias e comunidades. A população mundial está a envelhecer a passos largos e as questões relacionadas com a terceira idade dizem respeito a todos nós, jovens ou adultos, homens ou mulheres, ricos ou pobres, onde quer que vivamos.

Estatísticas da OMS


Entre o ano 2000 e 2050, a proporção de pessoas com mais de 60 anos de idade entre a população mundial vai duplicar, passando de 11 por cento para 22 por cento.
Durante o mesmo período, o número absoluto de pessoas com 60 ou mais anos de idade vai aumentar, muito provavelmente, de 605 milhões para dois mil milhões.

Estima-se que, até 2050, o número de pessoas com 80 anos de idade venha a duplicar. Nos próximos cinco anos, e pela primeira vez na história da humanidade, o número de adultos com 65 anos de idade, ou mais, vai ser maior do que o número de crianças menores de cinco anos.
Estima-se que esta evolução demográfica seja mais rápida e espectacular nos países de baixo ou médio rendimento.

A título de exemplo, a OMS refere que enquanto são necessários cerca de 100 anos para que a proporção da população francesa com 65 anos e mais passe de sete por cento para 14 por cento, em países como o Brasil e a China este crescimento vai levar apenas 25 anos.

Desafios para o presente


O aumento considerável da esperança de vida de quase 50 anos num século deve-se, em grande medida, aos progressos socioeconómicos e ao sucesso de estratégias de saúde pública.
Num documento produzido em 2002, em que já se alertava para o acelerado envelhecimento da população, a Organização Mundial da Saúde dizia que era o momento de termos um novo paradigma, que percebesse os idosos como participantes activos de uma sociedade com integração de idade, contribuintes activos, e beneficiários do desenvolvimento.

A efeméride


O Dia Mundial da Saúde é comemorado anualmente a 7 de Abril para assinalar o aniversário da fundação da Organização Mundial da Saúde (OMS), em 1948.
Trata-se de uma campanha mundial, através da qual a entidade faz um alerta aos líderes mundiais e à sociedade de todos os países, para que reflictam sobre um problema específico de saúde pública com um impacto mundial.

O objectivo é estimular o surgimento de acções e desenvolver políticas destinadas a proteger a saúde e o bem-estar das pessoas em todo o planeta.


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Austeridade, Avaliação da Economia Portuguesa: FMI Quer Medidas Adicionais; Baixar Salários; Aplicar em Portugal o Milagre do Roubo dos Pães Receita da Grécia



Avaliação da Economia Portuguesa

De acordo com notícia publicada na SIC, Económico, RTP, TVI, o FMI quer medidas adicionais para baixar salários em Portugal. A Troika, UE, BCE, FMI, quer aplicar em Portugal a mesma Receita do Milagre do Roubo dos Pães, já aplicada com sucesso a nível de suícidio e miséria na Argentina, Grécia e noutros países que foram reduzidos á miséria.

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Austeridade, Avaliação da Economia Portuguesa:
FMI Quer Medidas Adicionais;
Baixar Salários; Aplicar em Portugal o Milagre do Roubo dos Pães Aplicado na Grécia

"O aumento do desemprego não pode ser a única forma de corrigir a falta de competitividade", defendem os peritos do Fundo Monetário Internacional.

Milagre; Roubo; Pães; Aplicado na Grécia; Grécia; Crise; FMI; UE; BCE; TROIKA
Crise Austeridade, as políticas do FMI;
Milagre do Roubo dos Pães Aplicado na Grécia


 

"Se o desemprego continuar a aumentar de forma muito agressiva, devem ser tomadas medidas adicionais para fazer baixar os salários." Esta é uma das conclusões do relatório dos peritos do FMI, sobre a terceira avaliação do programa de ajustamento na economia portuguesa, que foi publicado hoje.

"Se o ajustamento no mercado de trabalho continuar a ser feito apenas através do volume - tal como os dados de Dezembro sugerem - será necessário considerar medidas adicionais que promovam uma flexibilidade salarial maior", lê-se no documento. Ou seja, se a correcção na rigidez do mercado laboral continuar a ser feita à custa do aumento do desemprego (pela diminuição do número de trabalhadores), terão de ser tomadas medidas para que essa mesma correcção se faça também através do factor preço (reduzir os salários).

O FMI avança esta possibilidade referindo-se ao conjunto da economia, estendendo os cortes ao sector privado, visto que o sector público já sofreu um enorme corte salarial e a suspensão dos subsídios de férias e Natal.

Quanto às medidas que já estão aprovadas para o mercado de trabalho, o FMI considera-as "bem-vindas". Do pacote que mereceu o acordo do Pacto de Traição da UGT já fazem parte medidas que vão diminuir o pagamento pelas horas extraordinárias de trabalho e o número de dias de férias e feriados - duas formas de fazer descer indirectamente os salários e de ajudar a BRISA, EDP, BPN, Grupo Melo; BCP, BES e demais banqueiros.

Tal como estamos cansados de o dizer, o objectivo, o remédio dos bandidos dos bancos é reduzir os países á condição de escravidão e miséria. Como tal a única solução para salvar a economia nacional e a vida dos portugueses é romper com estas poíticas de escravidão e implementar a bem sucedida solução Islandesa, cuja recuperação tem sido silenciada. A Islândia é uma economia em crescimento por o povo islandês ter tomado a resolução certa,

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Euromilhões BPN Lusoponte Energia Parcerias Sagradas! "Perseguição a Pobres, Doentes e Grávidas"; 1 Semana Gov Desmente PM Com Novas Medidas de Austeridade" Deputada Mariana Aiveca



Mariana Aiveca; Governo quer os pobres contra os pobres; Governo; Política; Parlamento; Esquerda; Bloco;

Mariana Aiveca: "Governo quer os pobres contra os pobres"

 

A deputada Mariana Aiveca refere o novo ataque do Governo através de cortes nos subsídios de doença, morte e maternidade: "Assistimos a mais uma perseguição aos trabalhadores, protagonizada pelo Ministro Mota Soares, desta feita, perseguindo doentes e grávidas, alegando o combate à fraude".

Abram o olho:  "Governo quer os pobres contra os pobres"

Uma semana bastou para o Governo desmentir o PM com novas medidas de austeridade




Abram o olho: "Governo quer os pobres contra os pobres"

Uma semana bastou para o Governo desmentir o PM com novas medidas de austeridade

 

Nem foi preciso esperar pelo retificativo, o ministro Pedro Mota Soares apressou-se a apresentar um conjunto de alterações ao subsídio de doença e de maternidade que responde apenas a uma lógica: diminuir os direitos dos trabalhadores, poupar dinheiro aos cofres do Estado.


OPINIAO | 4 ABRIL, 2012 - 17:37 | POR MARIANA AIVECA

O Governo demonstrou que está unido e decidido a combater a fraude económica. Chamou os jornalistas, afinou o discurso e, com o ministro Pedro Mota Soares na tribuna, garantiu que nada vai ser como até aqui.


 

Desengane-se, contudo, quem pense que estava a falar do BPN, das rendas da energia, dos milhões para a Lusoponte ou das parcerias público privadas.


Calma, calma, podem os deputados do PSD e CDS estar sossegados que não lhes quero estragar a tarde. Aí, vai ficar tudo na mesma. Há que escolher prioridades e este Governo conhece bem as suas. Vai lançar a mão a quem, no seu entender, anda a delapidar os fundos públicos: os doentes, grávidas e beneficiários do rendimento social de inserção.

Nada de novo, afinal, a mão firme do Governo escolhe sempre os mesmos suspeitos: os trabalhadores e trabalhadoras.

Anunciou o ministro Pedro Mota Soares que, em nome do combate à fraude que diz grassar no subsídio de doença, o governo vai diminuir brutalmente o montante pago a quem está de baixa.

Entendamo-nos. Se o Governo quisesse combater a fraude, reforçava os mecanismos de fiscalização e não diminuía, como está a fazer, o dinheiro pago a quem está efetivamente doente.

Ninguém escolhe adoecer, nem tem qualquer prazer em ficar acamado ou com o braço ao peito. As medidas anunciadas, e a forma como foram justificadas, são um insulto à inteligência dos portugueses.

Afirmando que pretende “harmonizar” as condições da licença de maternidade com as do subsídio de doença, o Governo parece andar preocupado com o premente problema das gravidezes fraudulentas.

Não há aqui nenhuma intenção moralizadora ou de fiscalização, mas apenas e só introduzir mais um pacote de austeridade e diminuir o apoio social aos trabalhadores. Os mesmos trabalhadores que, vale a pena lembrar, descontam para poderem receber quando estão doentes.

Mas não é só a desculpa que é esfarrapada e que deixa à vista o preconceito ideológico deste Governo. Também o discurso tem traços inaceitáveis e que têm que ser denunciados, sob pena de banalizar o perigoso caldo social que o CDS não só não se importa de criar, como parece ter especial interesse em mexer e remexer.

Dizendo que, ao poupar 70 milhões de euros com o rendimento social de inserção, o Governo vai ter dinheiro para as reformas, Pedro Mota Soares rebenta com a escala da demagogia.

O interesse do Governo é claro. Colocando idosos contra pobres e os mais desfavorecidos contra os remediados pretende cavalgar a culpabilização social em que os mais desfavorecidos têm que encontrar na sua suposta inépcia as razões do seu empobrecimento.

Faz hoje precisamente uma semana que o primeiro-ministro afastou, numa entrevista televisiva, a intenção do Governo apresentar novas medidas de austeridade.

Repetindo e insistindo vezes sem conta a mesma mensagem, Pedro Passos Coelho garantiu que, “se nesta altura o Governo considerasse que seriam necessárias mais medidas de austeridade, o retificativo previa novas medidas e não prevê”.

Como vem sendo tristemente habitual, não há nada que confirme mais um cenário do que um desmentido do Governo.

Nem foi preciso esperar pelo retificativo, o ministro Pedro Mota Soares apressou-se a apresentar um conjunto de alterações ao subsídio de doença e de maternidade que responde apenas a uma lógica: diminuir os direitos dos trabalhadores, poupar dinheiro aos cofres do Estado.

Novas medidas de austeridade, portanto, quatro dias depois de o primeiro-ministro as negar sistematicamente.

Sobre o escasso valor da palavra e da necessária relação de confiança que se quebra a cada truque com as palavras, nos quais o Governo se vem especializando, não estamos ainda conversados.

Numa matéria em que não podia existir a mínima dúvida ou o mais pequeno jogo de palavras, Bruxelas e o Governo lançaram-se numa vertigem de mentidos e desmentidos sobre o fim permanente do subsídio de férias e de Natal para os funcionários públicos.

Bruxelas, de resto, apenas confirmou o segredo mais mal escondido deste Governo. Não há nas previsões orçamentais do Governo, muito antes pelo contrário, qualquer espaço para a reintrodução dos subsídios de férias e de Natal. A desvalorização salarial é o único instrumento competitivo que este Governo conhece e o seu ministro sombra, António Borges, até faz gala disso.

Disse hoje o ministro Vítor Gaspar que esta questão tem sido “artificialmente criada”. Tem razão. Artificialmente criada por si, pela troika e pelo primeiro-ministro. O mesmo primeiro-ministro que, no dia 1 de Abril do ano passado, seis meses antes de anunciar a supressão do subsídio de férias e Natal, negava solenemente qualquer intenção em cortar um dos subsídios.

Um Governo que apresenta um orçamento retificativo antes do Orçamento entrar em vigor, que não acerta numa previsão económica, que vê o desemprego aumentar em flecha e as falências suceder-se umas às outras vem-nos tentar convencer que é propósito do subsídio de férias e Natal que os seus números batem certo.

Temos muito pena, senhor ministro Vítor Gaspar, mas para isso precisamos de mentiras novas.

Declaração política na Assembleia da República a 4 de Abril de 2012

Mariana Aiveca
Deputada, dirigente do Bloco de Esquerda, funcionária pública.

http://www.esquerda.net/opiniao/uma-semana-bastou-para-o-governo-desmentir-o-pm-com-novas-medidas-de-austeridade/22609#.T3yA9-q4ncQ.facebook

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D. Januário Torgal Ferreira Bispo das Forças Armadas Arrasa Medidas do Governo: Apocalipse Now da Grécia



D Januário Torgal Ferreira Bispo Forças Armadas Arrasa Medidas do Governo Apocalypse Now Grecia
D. Januário Torgal Ferreira arrasa medidas do Governo




Em entrevista à RTP, D Januário Torgal Ferreira critica as opções do Governo para o Orçamento de 2012, que acusa de "falta de lucidez". "Sinto que a classe média em Portugal e os mais desfavorecidos vão ser perfeitamente esmagados", alertou o bispo das Forças Armadas.

"Eu não sei se não estaremos a caminhar para o Apocalipse Now da Grécia".


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Medidas do Governo: Aumento de Trabalho Impostos! Passos Coelho: Mentiras e Contradições! Best Of



Pedro Passos Coelho -- Best of 2010-2011
Pedro Passos Coelho Alternativa PSD Aumeto de Impostos
Pedro Passos Coelho Alternativa PSD Aumeto de Impostos
Durante 2010 e 2011, Pedro Passos Coelho disse que sim, disse que não e disse o contrário. Durante várias semanas foram recolhidas, compiladas e compostas as melhores declarações deste extraordinário homem.


Hoje, tenho o prazer de apresentar os melhores momentos de Pedro Passos Coelho (e o Rodrigo Moita de Deus há-de desculpar o roubo descarado deste texto).

Evidentemente quando se quer chegar ao poder diz-se sempre que não se vai aumentar impostos, mesmo que se saiba que isso vai acontecer.

Este anúncio do orçamento de Estado deixou-me muito triste pelo destino miserável que este gajos estão a dar ao País.
Pedro Passos Coelho Alternativa PSD Aumeto de Impostos, Mentiras e Cotradições, Best Of
Pedro Passos Coelho Alternativa PSD Aumeto de Impostos
Pedro Passos CoelhoMentiras e Cotradições, Best Of

Adenda: Especialmente esclarecedoras as afirmações deste extraordinário homem, nos últimos 2 anos, após a declaração ao país acerca do Orçamento de Estado para 2012.


A subida de iva, corte de subsidios só fazem estagnar a economia.

Temos os donos do dinheiro a tentar comer o que falta, e temos os donos da Europa impacientes de controlar o que sobrar.

Qual emprego ?

Quantas pessoas são necessárias para ligar uma rega automática e guiar maquinas agrícolas ?

Acordem para a vida, estes gajos tão a destruir Portugal.

Revolta-te!

Junta-te ao protesto Mundial!

http://revoltatotalglobal.blogspot.com/2011/09/15-o-lisboa-portugal-manifestacao.html
também em Angra do Heroisamo, Évora e Braga
http://revoltatotalglobal.blogspot.com/2011/10/15-o-porto-mobilizacao-popular-por.html

http://revoltatotalglobal.blogspot.com/2011/10/15-o-coimbra-mobilizacao-popular-por.html

http://revoltatotalglobal.blogspot.com/2011/10/15-o-faro-algarve-manif-por-portugal.html

http://revoltatotalglobal.blogspot.com/2011/07/mobilizacao-internacional-15-de-outubro.html

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Portugal Medidas FMI: Direito de Resistência por Falta de Responsabilidade das Entidades Públicas



 Querer resolver os nossos problemas equilibrando a balança, aumentando as receitas fiscais atravéz de aumento cego de impostos e cortando de forma cega a despesa, sem penalizar quem se senta nas cadeiras do poder para enriquecer com os familiares e amigos às custas dos nossos impostos, enquanto leva Portugal à falência, é empurrar o lixo para debaixo do tapete.

As medidas propostas pelo FMI vieram trazer uma nova golfada de ar fresco aos governantes e uma réstia de esperança à população.
Olhando, no entanto, para as medidas propostas pelo FMI, não tenho dúvidas de que elas vão melhorar a nossa situação económica mas não vão resolver qualquer problema.

O FMI vai aplicar um remédio que faz desaparecer a tosse persistente com que este país incomoda todos os seus vizinhos, mas vai ignorar a pneumonia que deu origem a esse sintoma.

Isto faz sentido?


Olhemos apenas para um exemplo:

Que estão a fazer quando dizem que o Estado tem de diminuir até 20 mil funcionários em 2013?

Estarão a fazer mais do que atacar um sintoma?”
Há gente a mais a viver às custas do Estado. Mas não será o problema a existência de uma classe política que usa a sua influência e poder para arranjar emprego, na função pública, para os seus familiares e amigos?

Quem é que vai ter de deixar a função pública?

Os inúteis e incompetentes, com aliados influentes, ou alguns dos muitos funcionários públicos capazes e empenhados que ainda nos restam e que, por mérito, ocupam os seus lugares actuais?

Vamos ficar melhor depois destes despedimentos?


O Estado vai passar a ser mais eficiente e a prestar um melhor serviço em troca dos nossos impostos?

 
Esta é a terceira vez que o FMI intervém em Portugal.

Olhando para as medidas impostas pelo FMI, temo que não seja a última e que tal como na Grécia, passem até a ser habituais as suas vindas a Portugal.

Querer resolver os nossos problemas equilibrando a balança, aumentando as receitas e cortando de forma cega a despesa, sem penalizar quem se senta nas cadeiras do poder para enriquecer com os familiares e amigos às custas dos nossos impostos, enquanto leva Portugal à falência, é empurrar o lixo para debaixo do tapete.

Dever-se-ia, antes, ir à raiz do problema, despedindo os gestores que, anualmente, dão milhões de euros de prejuízo em todas as empresas públicas por onde passam e substituindo-os por gente capaz.

A "Constituição da República Portuguesa

VII REVISÃO CONSTITUCIONAL [2005]
 diz que:

Artigo 22.º
Responsabilidade das entidades públicas
O Estado e as demais entidades públicas são civilmente responsáveis, em forma solidária com os titulares dos seus órgãos, funcionários ou agentes, por acções ou omissões praticadas no exercício das suas funções e por causa desse exercício, de que resulte violação dos direitos, liberdades e garantias ou prejuízo para outrem."

A Realidade é que nada disto se Cumpre, e pelo contrário:

Estamos a sacrificar cada vez mais os Portugueses. Isso um dia terá consequências. Mesmo um povo de brandos costumes não aguentará pagar, eternamente, os erros dos seus governantes.

Exerça o seu Direito Universal de resistência:

Artigo 21.º
Direito de resistência
Todos têm o direito de resistir a qualquer ordem que ofenda os seus direitos, liberdades e garantias e de repelir pela força qualquer agressão, quando não seja possível recorrer à autoridade pública.

Corruptos:

Um dia nem o FMI vos salva.

Nesse dia, nem o FMI poderá salvar os oportunistas incapazes que ocuparam o poder.

VEM Á  MANIFESTAÇÃO PELA DEMISSÃO DE TODA A CLASSE POLÍTICA:

Local: Porto, Praça da Liberdade

Lisboa, Avenida da Liberdade
Hora: Sábado, 14 de Maio de 2011 15:00

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