... Julgo que depois destes malabarismos, os currículos das pessoas com funções políticas activas com o propósito de praticar o bem comum de uma nação, devem ser exigidos e publicados em Diário da Republica para qualquer cidadão poder consultar e certificar-se das habilitações de cada politico. Não deve ser uma opção, mas uma condição contemplada numa lei própria para o efeito, pois como sabemos, nenhum trabalhador é admitido numa função numa empresa, sem referências e/ou curriculo académico/profissional. será verdade que o PS está "calado" neste caso da licenciatura de M. Relvas porque o Irmão Maçon António Seguro dos Bancos (da Universidade Lusófona) foi um dos professores envolvido no processo?...
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Maçonaria, Crise, Roubo de Recursos Naturais; Ouro Portugal Espanha; História Universal, Peninsula Ibérica; Um Tesouro Debaixo dos Pés: Oiro de Tarsis Usado na Construção do Templo de Salomão Pelo Mestre Hirão in Antigo Testamento, Livro dos Reis



A crise programada pela Elite do conhecimento, Bilderberg, Comissão Trilateral tem como objectivo roubar os recursos naturais. Os Governos Sombra e a irmandade maçonica e o Fórum Portugal Global, que inclusivé usam passaporte próprio delapidou o país para dar origem á crise, consequentes avaliações negativas pela Arma de Guerra Económica Moody's, entrada do FMI, embaratecimento de mão de obra e da propriedade.

 

Portugal e Espanha têm um tesouro mineral debaixo dos pés. É um facto que iremos demonstrar com um estudo alargado que ainda não tivemos oportunidade de publicar.


Introdução ao ouro da peninsula ibérica; O ouro de Társis


"De facto, o Rei Salomão tinha naves de Tarsis no mar junto com as naves de Hirão (o nome a quem os maçons chamam de mestre). As naves de Tarsis vinham uma vez a cada três anos e traziam ouro, prata, marfim, bugios e pavões." Antigo Testamento, Livro dos Reis I, 10-22


A geologia da peninsula Ibérica (Portugal Espanha), é similar, e Tarsis situada junto ás colunas de Hécules, actual Gibraltar, era o entreposto de carga da época.


Tartessos (em grego: Τάρτησσος) era o nome pelo qual os gregos conheciam a primeira civilização do Ocidente. Herdeira da cultura megalítica andaluza, que se desenvolveu no triângulo formado pelas actuais cidades de Huelva, Sevilha e São Fernando (Cádis), pela costa sudoeste da Península Ibérica, teve por linha central o rio Tartessos, que os romanos chamaram logo de Baetis e os árabes Guadalquivir. Os tartessos poderão ter desenvolvido uma língua e escrita distinta da dos povos vizinhos, com influências culturais de egípcios e fenícios.

Não é certo que tenha existido uma cidade com este nome, dado que ainda não se encontrou sua localização, ainda que estejam perfeitamente documentados outros povoados ao longo do vale do Guadalquivir, território de expansão da civilização dos Tartessos. A sua provável capital talvez fosse Turpa, no lugar que hoje ocupa o porto de Santa Maria, na desembocadura do Guadalete, de cuja raiz “tr” sairiam todas as formas de Tartessos. Provavelmente, a cidade e a civilização já existiam antes de 1000 a.C., dedicadas ao comércio, a metalurgia e a pesca. A posterior chegada dos fenícios e seu establecimento em Gadir (actual Cádis), talvez tenha estimulado o seu imperialismo sobre as terras e cidades ao seu redor, a intensificação da exportação das minas de cobre e prata (Os Tartessos converteram-se nos principais provedores de bronze e prata do Mediterrâneo), assim como a navegação até às ilhas Cassitérides(Ilhas Britânicas ou mais concretamente as Ilhas Scilly), de onde importaram o estanho necessário para a produção de bronze, ainda que também o obtivessem pela lavagem de areias que continham estanho.

A sua forma de governo era a monarquia, e possuiam leis escritas em tábuas de bronze. Heródoto fala de 6.000 anos.





Jarro de Valdegamas (M.A.N. Madrid).
No século VI a.C., Tartessos desaparece abruptamente da História, seguramente varrida por Cartago que, depois da batalha de Alalia, o fez pagar assim sua aliança com os gregos. Outros dizem que foi refundada, sob condições pouco claras, com o nome de Carpia. Os romanos chamaram à ampla Baia de Cádis Tartessius Sinus, mas o reino já não existia mais.

Quando o viajante Pausanias visitou a Grécia no século II a.C. (Paus. Desc. 6.XIX.3) viu duas câmaras num santuário de Olímpia, que a gente de Elis afirmava realizadas con bronze tartesso.

«Dizem que Tartessos é um rio na terra dos Iberos, chegando ao mar por duas desembocaduras e que entre esses dois locais se encontra uma cidade desse mesmo nome. O rio, que é o mais longo da Ibéria, e tem marés, chamado em dias mais recentes Baetis, e há alguns que pensam que Tartessos foi o nome antigo de Carpia, uma cidade dos Iberos»

O solar de Tartessos se perdeu e provavelmente está enterrado sob camadas de sal marinho que substituiram antigos estuários e dunas na moderna desembocadura única do Guadalquivir. Actualmente o delta fluvial foi bloqueado gradualmente por uma enorme faixa de areia que se estende desde o rio Tinto, próximo de Palos de la Frontera, até a ribeira oposta em Sanlúcar de Barrameda. A área está protegida actualmente sob o nome de Parque Nacional de Doñana.

O nome de Carpia sobrevive em um lugar num dos meandros do Guadalquivir. De todas as formas, o nome foi associado ao seu monumento mais característico, uma torre mourisca erguida em 1325 pelo construtor responsável do Alcázar de Sevilha.

Na Bíblia aparecem referências ao ouro de Tarsis, e a um lugar chamado "Tarshish", também conhecido como Tarsis ou Tarsisch.


"De facto, o Rei Salomão tinha naves de Tarsis no mar junto com as naves de Hirão (o nome a quem os maçons chamam de mestre). As naves de Tarsis vinham uma vez a cada três anos e traziam ouro, prata, marfim, bugios e pavões." Antigo Testamento, Livro dos Reis I, 10-22

Este lugar se tem relacionado com Tartessos, ainda que exista uma árdua discussão sobre o assunto.

Apesar de existirem numerosos restos arqueológicos no sul da Espanha, como o tesouro do Carambolo, que se considera pertencente à cultura tartessa, a cidade de Tartessos ainda não foi encontrada. A sua possível localização foi objeto de estudo pelo arqueólogo e hispanista alemão Adolf Schulten (1870-1960), que morreu sem ver cumprido seu sonho de encontrar a cidade.

Reis de Tartessos

Através de gerações nos chegaram documentos que falam dos lendários líderes de Tartessos.
Gerião - Primeiro rei mitológico de Tartessos. Segundo a lenda, era um gigante tricéfalo, que pastoreava suas ovelhas pelas proximidades do Guadalquivir.

Norax - Neto de Gerião, conquistou o sul da Sardenha, onde fundou a cidade de Nora.
Gárgoris - Primeiro rei da segunda dinastia mitológica tartessa. Inventou a apicultura.
Habidis - Descobriu a agricultura, atando dois bois a um arado. Formulou as primeiras leis, dividiu a sociedade em sete classes e proibiu o trabalho aos nobres. Sob seu reinado se estabelece um sistema social em que uns poucos vivem às custas do trabalho e da miséria de uma maioria pobre.
Sobre estes dois monarcas se escreveu a Tragicomédia de Gárgoris e Habidis, que menciona um sistema social baseado na exploração do homem pelo homem, nascido depois do descobrimento da agricultura. Trata-se de personagens mitológicos, cuja existência real é tão duvidosa como a de Héracles. Argantonio - Primeiro rei do qual se tem referências históricas. Último rei de Tartessos. Viveu 110 anos, segundo Heródoto, ainda que alguns historiadores pensem que possam referir-se a vários reis conhecidos pelo mesmo nome. Propiciou o comércio com os gregos, que criaram várias colónias costeiras durante seu reinado.



Bibliografia

em espanhol) ABAD, L., Consideraciones en torno a Tartessos y los orígenes de la cultura ibérica, Archivo Español de Arqueología 52, 1979, págs. 175-193.
(em espanhol) ALMAGRO-GORBEA, M., 1996: Ideología y poder en Tartessos y el mundo ibérico, Madrid.
(em espanhol) AUBET, M. E., El impacto fenicio en Tartessos: las esferas de interacción, La cultura tartésica y [[Estremadura (Espanha), Mérida, 1990, págs. 29-44.
(em espanhol) AUBET, M. E., El impacto fenicio en Tartessos: las esferas de interacción, La cultura tartésica y Extremadura, Mérida, 1990, págs. 29-44.
(em espanhol) BLÁZQUEZ, J.M. Tartessos y los orígenes de la colonización fenicia en Occidente, Salamanca, 1975.
(em espanhol) CARUZ ARENAS, A. La localización de la ciudad de Tartessos Tartessos. V Simposium Internacional de Prehistoria Peninsular, Barcelona, 1969. pág. 347-368.
(em espanhol) CARRIAZO, J. DE MATA, 1973: Tartessos y El Carambolo, Madrid.
CORREA, J. A., Consideraciones sobre las inscripciones tartesias, Actas del III Coloquio sobre Lenguas y Culturas prerromanas de la Península Ibérica, Salamanca, 1985, págs. 377-395
(em espanhol) FERNÁNDEZ JURADO, J., 1988-89: Tartessos y Huelva, Huelva Arqueológica, X-XI, vol. 3, 101-121.
(em espanhol) MARTÍN DE LA CRUZ, J. C., Problemas en torno a la definición del Bronce Tardío en la Baja Andalucía, Cuadernos de Prehistoria de la U. A. de Madrid 11-12, 1984-1985, págs. 205-215
(em espanhol) OLMOS, R., 1986: Los griegos en Tartessos: replanteamiento arqueológico-histórico del problema, Homenaje a Luis Siret (Cuevas de Almanzora, 1984), 584-601.
(em espanhol) RUIZ MATA, D., 1994: Fenicios, tartesios y turdetanos, Huelva Arqueológica XIV, 325-367.
(em espanhol) SCHULTEN, A., Tartessos, Madrid, 1945.
(em espanhol) VIOLAT BORDONAU, F. Tartessos, Mastia y las rutas comerciales de la antigüedad, 2007.

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Crise Social, Económica Financeira Máfia Internacional Europa: "Se Tivesse de Investir Apostaria Contra o Euro"; Declarações de George Soros; Multimilionário Norte Americano, The Puppet Master, Famoso Mestre de Marionetas e Palhaços in Entrevista Le Monde, Paris, França



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Crise Social, Económica Financeira Máfia Internacional Europa:

"Se Tivesse de Investir Apostaria Contra o Euro"

Declarações de George Soros The Puppet Master

Famoso Mestre de Marionetas e Palhaços

Multimilionário Norte Americano

in Entrevista Le Monde, Paris, França

Paris, França, Máfia Internacional; Europa

Euro, Crise Social, Económica e Financeira: "Se tivesse de investir seria contra o euro" - George Soros The Puppet Master,n Multimilionário Norte Americano, e Famoso Mestre de Marionetas e Palhaços


Paris - O investidor e filantropo multimilionário norte-americano George Soros afirmou quarta-feira que "se tivesse de investir, apostaria contra o euro", considerando que, mesmo que a moeda única europeia sobreviva à crise, a Europa enfrenta um período de grandes dificuldades".

Em entrevista ao diário francês 'Le Monde', Soros garante que hoje "a crise do euro ameaça destruir a União Europeia" e defende que "os dirigentes do Velho Continente estão a levar a Europa à ruína", uma ideia que está em linha com o exposto no seu último livro, "O caos financeiro mundial".

Soros, que fez parte da sua fortuna depois da queda da libra esterlina em 1992 ao apostar contra a divisa britânica cerca de 10.000 milhões de dólares, disse que "se tivesse de investir" agora, a aposta seria contra o euro.

Para o financeiro, "a introdução do euro, em vez de criar convergência, trouxe divergências". Soros pensa que os países mais débeis da zona euro estão na mesma situação "dos países de terceiro mundo" que contraíram empréstimos em divisas estrangeiras.

Crise Portugal; MST; Movimento Sem Terra; George Soros; Eric Cantona; Bancos; Brasil; Crise; Euro; Investir; Solução; Revolução

George Soros diz que Se tivesse de investir seria contra o euro;

Eric Cantona Diz que os Bancos São os Culpados da Crise;

Movimento Sem Terra MST Sabem Que a Solução é Revolução

MST Ocupm Bancos do Banco do Brasil



O mestre de marionetas norte-americano de origem húngara considera que, ainda que o euro resista a esta crise, a Europa tem diante de si um período difícil, "semelhante ao que ocorreu na América Latina depois da crise de 1982 e ao Japão, estagnado há 25 anos".

No entanto, a diferença do caso europeu face a estes, sublinha, é que "a União Europeia não é um país", e por isso Soros receia que não sobreviva à actual crise, acrescentando que os dirigentes europeus se deram conta dos tumultos económicos e financeiros "demasiado tarde".

Para o multimilionário, apesar de o Banco Central Europeu (BCE) "ter inventado medidas fora do normal, como os empréstimos a três anos aos bancos", o contra-ataque do Bundesbank, a entidade emissora alemã, "rompeu esse efeito".

"Toda a Europa está guiada pela ortodoxia do Bundesbank", diz Soros ao jornal francês, adiantando que o banco central alemão "está a empurrar a Europa para a deflação" porque, explica, "é impossível reduzir a dívida, afundando o crescimento".

A poucos dias do arranque da primeira volta para as eleições presidenciais francesas, cuja primeira e segunda rondas decorrem este domingo e a 6 de Maio, respetivamente, George Soros entende que, caso seja eleito, o socialista François Hollande "terá muitas dificuldades em afastar-se da linha alemã".
"Questionar a ortodoxia financeira poderia expor o país a um ataque dos mercados", conclui o norte-americano, acrescentando que Paris se encontra numa "situação precária".

A Solução é Revolução!

 

25v de Abril, Revolução Geral Movimento de Cidadãos Contra o Sistema... Junta-te a Nós

 

Em Lisboa e Porto,.. Quem Não Puder ir Protesta Onde Estiver!


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Maçonaria, Justiça, Prisão, Processo Mestre Maçon Isaltino: Procurador Acusa Juíza de Actuação kafkiana Contra o Ministério Público no Caso do Presidente da Câmara de Oeiras e EX-Ministro do PSD de Durão Barroso



Maçonaria: Prisão do Maçon Mestre Isaltino Ex-ministro do PSD de Durão Barroso. Procurador acusa juíza de actuação kafkiana contra o Ministério Público

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Há uma sentença transitada em julgado que manda que o ex-ministro de Durão Barroso, o Maçon Mestre Isaltino cumpra dois anos de prisão. O prazo de prescrição corre e a juíza não aceita os mandados. O procurador recorreu para a Relação

Uma “reinvenção de Kafka”. Esta é a expressão duríssima que o procurador do Ministério Público de Oeiras usa para descrever as decisões da juíza do processo do Isaltino Morais, que têm permitido ao maçom, ex-ministro do PSD de Durão Barroso e presidente da Câmara de Oeiras continuar em liberdade.

No seu recurso para o Tribunal da Relação, o procurador Luís Eloy diz que a não emissão dos mandados de detenção para que o maçon mestre Isaltino cumpra a pena de dois anos “representa uma gravíssima violação de regras básicas de funcionamento do sistema judicial e de princípios basilares de confiança no Estado de direito que carecem de reposição rápida e integral”.

Um processo kafkiano, como diz Luís Eloy, não dirigido ao réu mas ao Ministério Público, “na sua tarefa estatutária”. “Quando se associa Franz Kafka ao processo penal costuma pensar--se numa máquina despersonalizada que esmaga os réus, seguindo regras obscuras, efectuando aplicações injustas e incompreensíveis, por assim dizer, kafkianas”. Ora para o procurador Eloy, “a cronologia recente deste processo representa uma verdadeira reinvenção de Kafka, não dirigida ao arguido mas ao Ministério Público na sua tarefa estatutária, prevista no art.o n.o 1 g) do respectivo estatuto, em que ‘compete especialmente ao Ministério Público promover a execução das decisões dos tribunais para que tenha legitimidade”.


A sentença transitou em julgado a 31 de Outubro e o Ministério Público emite os mandados de detenção para cumprimento da pena. Contudo, a 11 de Novembro o despacho da juíza considera que não está “estabilizado” o acórdão que decidiu a recusa do juiz para efeitos de emissão de mandado e não aceita “por ora” a prisão de Isaltino. O não deferimento do mandado é, na opinião do procurador de Oeiras, “completamente injustificado”: “Não se compreende que um juiz tenha estabilidade judicial para decidir todas as questões e não tenha para deferir imediatamente o pedido de execução da prisão decretada.”

O tom do recurso é muito duro: “Não há meias competências no que ao poder judicial diz respeito: ou se tem competência para todas as decisões ou não se tem competência para nenhuma.”

À nova tentativa do Ministério Público de fazer cumprir a pena de prisão, a juíza voltou a responder com um “nin”. Luís Eloy é arrasador: “Após três promoções, com uma decisão condenatória transitada em julgado na mão e com o prazo de prescrição de pena a correr, o Ministério Público continua a não ter, por ora, o deferimento da sua promoção e a não poder, como lhe compete, executar a decisão condenatória penal da Relação de Lisboa e cível do Supremo Tribunal de Justiça, numa interessante reinvenção de Kafka.”

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Máfia Portuguesa Arquivado Processo Contra Mestre Isaltino GLLP: Caso Mata de Sesimbra, Aldeia do Meco, Na Loja o Martelo é Dele!



Caso Mata de Sesimbra/Aldeia do Meco
Processo contra Isaltino foi arquivado



A maçonaria move-se por labirintos ocultos e corredores obscuros, e como o Irmão Isaltino, é mestre de cerimónias da Loja Mercurio, uma das mais importantes da GLLP (Grande Loja Legal de Portugal), o resulta está visto.

A maçonaria é uma irmandade, em que os interesses da irmandade estão acima de todos os outros, e quem se encontra nos degraus inferiores, obdecsw aos degraus superiores e não sabe nadav do que se passa acima.  Mestre é o mais elevado grau maçonico, antes dos graus maçonicos superiores, portanto, da Loja para dentro, o martelo é dele. Note-se que para alé de todo um esquema de códigos que usam, ainda têm um passaporte maçónico para lhes abrir o caminho. Quem está nos degraus acima, manda. São estes os pequenos promenores que tem que se ter em atenção quando se fala, de politica, espiões, justiça e maçonaria.

Vejamos o caso do Isaltino
O caso diz respeito a uma permuta de terrenos da Mata de Sesimbra com a Aldeia do Meco, em 2003, quanto o autarca de Oeiras era ministro do Ambiente. Polícia Judiciária queria acusação

O Ministério Público arquivou as suspeitas contra Isaltino Morais num caso que envolveu a permuta de terrenos da Mata de Sesimbra e da Aldeia do Meco, em 2003, quando o agora autarca de Oeiras era ministro do Ambiente.

Uma informação do Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP), enviada ontem ao DN, adianta que, para além do arquivamento relativamente a Isaltino, "foi extraída certidão para continuação da investigação no que concerne a um dos ilícitos denunciados, em relação ao qual se mostra necessária a realização de novas diligências de prova". Porém, esta nova investigação, garantiu hoje o DCIAP, nada tem a ver com o autarca de Oeiras, que já tinha sido constituído arguido no processo sobre a Aldeia do Meco/Mata de Sesimbra.

Recorde-se que a Polícia Judiciária propôs ao Ministério Público uma nova acusação para Isaltino Morais, acusando-o de corrupção por um empreendimento na Aldeia do Meco. No final do ano passado, o "Jornal de Notícias" adiantou que a PJ disse no relatório final de investigação que o autarca de Oeiras terá recebido 400 mil euros em "luvas". Porém, segundo informações recolhidas pelo DN, algumas das verbas detectadas nesta investigação, já o tinham sido no processo em que Isaltino Morais foi condenado a dois anos de prisão efectiva por fraude fiscal e branqueamento de capitais. Logo, os mesmos movimentos nas contas do autarca não poderiam ser utilizados como prova para fundamentar crimes diferentes.

Foi a 17 de Março de 2003 que o então ministro assinou o acordo que permitiu a transferência de direitos de construção sobre terrenos da aldeia do Meco para terrenos da Mata de Sesimbra, com o intuito de aqui ser concretizado um empreendimento turístico e imobiliário com capacidade para 19 mil camas, num investimento que seria calculado em mil milhões de euros.

Esta é a justiça que condena exemplarmente quem rouba um champô e safa quem rouba milhões...

Portugal está na ruina, descendo vertiginosamente para o abismo, é mais do que hora de mudar o rumo a isto. Primavera Revolução!

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