... Julgo que depois destes malabarismos, os currículos das pessoas com funções políticas activas com o propósito de praticar o bem comum de uma nação, devem ser exigidos e publicados em Diário da Republica para qualquer cidadão poder consultar e certificar-se das habilitações de cada politico. Não deve ser uma opção, mas uma condição contemplada numa lei própria para o efeito, pois como sabemos, nenhum trabalhador é admitido numa função numa empresa, sem referências e/ou curriculo académico/profissional. será verdade que o PS está "calado" neste caso da licenciatura de M. Relvas porque o Irmão Maçon António Seguro dos Bancos (da Universidade Lusófona) foi um dos professores envolvido no processo?...
Mostrar mensagens com a etiqueta Liberdade. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Liberdade. Mostrar todas as mensagens

Ameaças à Liberdade na Sociedade Digital: "Liberdade na Internet Sob Ataque; Empresas e Governos Dispõem de Ferramentas Que Estaline Não Teve"; Intervenção do Activista Richard Stallman da Free Software Foundation no Fórum Internacional Software Livre, Porto Alegre, Brasil



Um dos criadores do movimento de software livre adverte para crescentes ameaças à liberdade digital e afirma que tudo o que fazem os utilizadores da Internet está a ser gravado e classificado. Por Marco Aurélio Weissheimer, Carta Maior


Grandes empresas privadas como Amazon, Microsoft, Apple e grandes empresas telefónicas também têm os seus sistemas de vigilância. Nós podemos controlar isso usando software livre, por exemplo. Mas quando se trata de governos, a situação é mais complicada. Na Inglaterra, há um sistema que diz onde está cada automóvel do país pelo controle da placa. É algo que Estaline não teve, mas que gostaria de ter

Fórum Internacional Software Livre, Porto Alegre, Brasil:

Liberdade na Internet está sob ataque,

diz Richard Stallman da Free Software Foundation


Porto Alegre - O criador do movimento software livre, Richard Stallman, participou no dia 4 de junho, no Palácio Piratini, do lançamento da 13ª edição do Fórum Internacional Software Livre, que será realizada de 25 a 28 de julho, no Centro de Eventos da PUC-RS, em Porto Alegre, Brasil. Numa sessão pública que contou com a presença do governador Tarso Genro, Stallman falou sobre as crescentes ameaças à liberdade na sociedade digital.

Numa rápida intervenção no início da cerimónia, o governador gaúcho disse que o movimento em defesa do software livre representa hoje “uma das lutas mais importantes para recuperar a densidade da democracia que hoje se encontra esvaziada”. Tarso agradeceu e destacou o empenho de ativistas como Marcelo Branco em defesa da liberdade digital. “Quando eu era ministro da Justiça, foi ele que me advertiu sobre a necessidade de entrarmos no debate sobre o projeto restritivo e de censura que tramitava então no Congresso Nacional. Conseguimos bloquear a votação desse projeto e ajudamos a estimular um debate nacional sobre o tema”.

A fala de Richard Stallman foi marcada por graves advertências acerca das crescentes restrições na internet. Para o criador do Projeto GNU, iniciado em 1983 nos Estados Unidos, coisas muito sérias estão a acontecer na sociedade digital. “A inclusão digital pode ser uma coisa muito boa ou muito má. Depende de onde a sociedade será incluída. O que vemos hoje é que a liberdade está a ser atacada de várias maneiras. Talvez tenhamos de diminuir um pouco a nossa inclusão para preservar as nossas liberdades”, sugeriu.

Após um período de euforia e liberdade, os utilizadores da internet devem começar a tomar cuidado, pois tudo o que fazem está a ser gravado e classificado. A palavra “tudo”, aqui, não é força de expressão. É “tudo” mesmo. Stallman citou os casos do Facebook, do Google e do Google Analytics como exemplos de um sistema de vigilância que está a ser feito em vários níveis. O mais perigoso, defendeu, é aquele controlado pelos governos.

“Grandes empresas privadas como Amazon, Microsoft, Apple e grandes empresas telefónicas também têm os seus sistemas de vigilância. Nós podemos controlar isso usando software livre, por exemplo. Mas quando se trata de governos, a situação é mais complicada. Na Inglaterra, há um sistema que diz onde está cada automóvel do país pelo controle da placa. É algo que Estaline não teve, mas que gostaria de ter”, brincou.

Durante a sua fala, Stallman anunciou, em tom de lamento, que no dia seguinte visitaria a Argentina pela última vez em virtude de um sistema de gravação das impressões digitais de todas as pessoas que entram ou saem do país. “Será o meu último voo para a Argentina. Algumas coisas não podem ser toleradas. O Estado não pode saber tudo sobre todos. A polícia secreta da União Soviética não tinha esse controlo sobre a vida das pessoas”, protestou o fundador da Free Software Foundation, que acrescentou: “Numa sociedade livre, não pode ser fácil para a polícia saber tudo sobre todas as pessoas. Se for fácil, então não estaremos a viver numa sociedade livre”.

Stallman citou também como ameaça à liberdade a tentativa de censura na internet em vários países, mas essa luta, segundo ele, parece que está a ser vencida pela internet. “A censura existe muito antes do computador, mas parece que a internet está a ganhar da censura. Muitos países têm tentado exercer a censura por meio de filtros e outros mecanismos, mas não estão a conseguir”. Outra forma de controlo, apontou, é o uso de formatações sigilosas de dados para limitar o acesso. “Essa prática vem sendo usada por empresas para barrar a competição, com programas que restringem o acesso dos utilizadores. Vídeos estão a ser distribuídos dessa forma, com formatos secretos, para que não haja livre difusão”.

O ativista defendeu a necessidade de um maior engajamento político nesta luta contra as ameaças à liberdade no contexto da chamada sociedade digital. “Muitas pessoas não querem envolver-se nos aspectos políticos dessa luta, o que é um erro. Num certo sentido, precisamos mais de ativistas do que de programadores hoje”, afirmou. Stallman defendeu, por fim, que os governos e as agências governamentais passem a usar prioritariamente software livre, o que não acontece hoje.

As ameaças que pairam sobre a liberdade na internet no Brasil


As ameaças sobre a liberdade na internet que pairam sobre o contexto brasileiro foram tema de uma intervenção de Marcelo Branco, logo após a fala de Stallman. Militante da causa da liberdade na internet há vários anos, Marcelo Branco apontou um conjunto de problemas e ameaças que já são reais no Brasil.

As empresas operadoras de telefonia, assinalou, representam hoje uma ameaça à liberdade na internet, pois querem quebrar a neutralidade da rede. Essa neutralidade significa que todas as informações que trafegam na rede devem ser tratadas da mesma forma, navegando à mesma velocidade. Trata-se de um princípio que garante o livre acesso a qualquer tipo de informação na rede e impede, por exemplo, que as operadoras possam “filtrar” o tráfego, definindo que tipo de dados pode andar mais ou menos rápido. Para Marcelo Branco, a neutralidade na rede não precisa de regulamentação. Ou ela existe, ou não existe. O grande risco, apontou, é que essa regulamentação seja feita pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) que seria “sensível” ao lóbi das operadoras.

Em segundo lugar, Marcelo Branco apontou a indústria do copyright como outra ameaça à liberdade na internet. “As empresas que compõem essa indústria querem uma internet vigiada que criminalize o utilizador. Empresas como Google e Facebook podem ser nossas aliadas neste item, mas, por outro lado, ameaçam a nossa privacidade”. Neste tema (do copyright), o ativista criticou a atual gestão do Ministério da Cultura, classificando-a como “reacionária e conservadora”.

A pressão pela criminalização na internet vem crescendo em vários níveis. Marcelo Branco considerou um absurdo querer responsabilizar um fornecedor por um eventual crime cometido por um utilizador. “É como querer responsabilizar uma operadora de telemóvel por um crime cometido por um bandido que utilizou o telefone durante o delito ou para praticar o mesmo”. Ele também criticou a retirada de conteúdo de páginas da internet sem mandado judicial. “Isso é inaceitável em um Estado Democrático de Direito”.

Por fim, Marcelo Branco criticou a iniciativa do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) de realizar uma consulta pública sobre patenteamento de software. “Foi um vacilo do governo Dilma. Uma das maiores lutas do movimento de software livre mundial, foi justamente contra a implementação de patentes de software na Europa. Em 2005, a Europa rejeitou a possibilidade do software ser patenteado. Patente de software é uma ameaça a inovação, ao software livreá liberdade do conhecimento. O Brasil não pode seguir esse caminho", defendeu.

Write About Or Link To This Post On Your Blog - Easy Links :
Link Directly To This Post :

Link To The Homepage :

12M Movimento Internacional Contra a Austeridade; Comunicado de Imprensa Primavera Global PT Lisboa Portugal: Vamos Tomar as Ruas Por Políticas de Inclusão Social, Humanização, Diversidade, Liberdade e Democracia!



12M, 15M, Protesto Internacional Indignados Portugal: Lisboa, Porto, Coimbra, Braga, Évora, Santarém; Primavera Global; 12 de Maio É Hora de Indignação e Luta; O Povo Na Rua Contra a Corrupção! 12 May Global Spring

Comunicado de Imprensa - Primavera Global PT - Lisboa


 

Comunicado de imprensa.


12 de Maio Primavera Global; 12 de Maio; Primavera Global; Indignados; Portugal
Entre 12 e 15 de Maio, mais de 250 cidades no mundo, pelo menos sete em Portugal - Faro, Évora, Lisboa, Santarém, Porto e Braga - irão juntar-se num amplo conjunto de acções globais. Queremos contribuir para uma crescente onda de consciencialização colectiva e unidos dar corpo à construção de alternativas ao actual desgoverno global que ameaça o planeta e o nosso futuro.


Somos a Primavera Global PT e decidimos nos unir, em Lisboa, ao resto das vozes e das cidades do mundo que no próximo dia 12 e até 15 de Maio irão fazer ouvir a sua indignação e clamar por mudança!
O espírito da Primavera Global PT è da inclusão e diversidade, liberdade e democracia, e, por isso, somos naturalmente contra qualquer tipo de discriminação. Queremos que a Primavera Global tenha a mudança como verbo e as pessoas como sujeito.

2011 ficou marcado pelas Primaveras Árabes, pelos protestos da Geração à Rasca, dos movimentos Indignados e Occupy de todo o mundo.

Em 2012 saímos de novo à rua para exigir que todos - e não apenas alguns - sejam parte da solução.

Contra a inviabilidade das crises, iremos construir soluções. Vivemos num mundo onde o desgoverno político global, a desumanidade dos mercados e a especulação financeira não só geraram uma crise à escala mundial como exigem agora às populações os maiores sacrifícios e a perda de direitos fundamentais. Tudo é apresentado como algo inevitável a que, para nosso próprio bem, temos de obedecer cegamente.

No entanto, sabemos bem que a economia deve servir para a construção do bem comum de todos, em vez de servir apenas para a multiplicação da pobreza, da exclusão, do desemprego e da precariedade com proveito de poucos.

Não choramos, nem somos piegas. Não emigramos. Sabemos que existem alternativas mais inclusivas, soluções mais participadas, processos de transformação possíveis cuja divulgação ainda não encontrou cominho nos meios políticos e na comunicação social.

Na Primavera Gobal vamos lançar a semente da mudança, criar as condições para o renascimento da esperança num mundo sustentável, numa economia solidária, num planeta com futuro.

Na Primavera Global vamos dar largas a um processo criativo e colectivo, partidário, de todos aqueles e aquelas que se sentem motivados a pensar numa mudança não-violenta mas muito determinada para os problemas actuais, reclamando verdadeiros processos democráticos de governação e exigindo um futuro digno para as gerações presentes e vindouras.

Dia 12 de Maio, saímos à rua para fazer ouvir a nossa Indignação e Mudança. Vamos realizar em Lisboa, entro o Rossio e o Parque Eduardo VII, uma grande Manifestação. E depois, até 15 de Maio, no Parque Eduardo VII, um fórum aberto de discussão de ideias ("A Ideias saem à rua"). Ideias para a defesa de um outro modo de vida, de outro modelo de governação, de defesa do comum e de preservação do planeta. Não queremos apenas pão, queremos cravos e rosas também e por isso celebraremos com arte, cultura e democracia esses dias de convergência colectiva.

Não somos números nem mercadorias nas mãos de políticos e banqueiros. Somos homens e mulheres livres, associações e movimentos organizados dispostos a sair deste longo Inverno capitalista e a construir definitivamente uma Primavera Global onde todos e todas se revejam e onde seja possível criar um futuro mais justo, humano e fraterno.

A Primavera Global está a chegar,
Vamos tomar as Ruas!


 

12M, 15M, Protesto Internacional


Write About Or Link To This Post On Your Blog - Easy Links :
Link Directly To This Post :

Link To The Homepage :

Manifestação Revolução 25 de Abril, Indignados Portugal Vamos Prás Ruas Lutar Contra a Impunidade; Vem Defender A Democracia e Liberdade Mostra a Tua Indignação



A liberdade e a democracia implantadas em Portugal depois da revolução dos cravos estão indissociavelmente ligadas ao 25 de Abril que, uma vez mais, este ano, todos os democratas estão empenhados em celebrar. Perante a situação do País, importa que o princípio do respeito pelos direitos considerados na Constituição prevalecem e constituem matriz insuperável para a resolução dos problemas que afectam o mesmo. Os signatários deste apelo convocam todos os democratas a participarem no desfile / manifestação



VIVA PORTUGAL! VIVA A LIBERDADE!
VIVA A DEMOCRACIA!
VIVA O 25 DE ABRIL!


estamos zangados, vamos para a rua!

Quer vá ao Marquês de Pombal ou a S. Bento, o que é preciso é que mostre a sua indignação. Não fique calado enquanto o roubam e lhe violam todos os dias os seus direitos, a sua vida. Grite que o povo não quer fascistas no poder. Porque é disso que se trata. Eles estão lá, por mais que o neguem e se mostrem virgens ofendidas com o epíteto. Rua com eles! Mas, antes, vamos nós para a rua. Nem Magina nem Macedo, nenhum nos mete medo.

Write About Or Link To This Post On Your Blog - Easy Links :
Link Directly To This Post :

Link To The Homepage :

Indignados Coimbra Portugal Revolução dos Cravos Contra a Ditadura: 25 de Abril, O Povo Na Rua Em Defesa da Liberdade; Democracia, Saúde Contra A Pobreza, Precariedadee Injustiça; Caçarolada de Protesto



25 de Abril em Coimbra - Caçarolada pela Liberdade

É com a recordação ainda viva de um 25 de Abril que representa a liberdade e o fim da ditadura, que a Assembleia Popular de Coimbra apela a um protesto no dia 25 de Abril de 2012. Ao fim de 38 anos, o que resta da "revolução dos cravos" é o desemprego, a precariedade, a pobreza, a fome, a injustiça social e um Estado que não serve os interesses do Povo, que lhe virou as costas. Voltamos à era da opressão e do povo sem razão. Querem-nos acríticos, não participativos, calados, obedientes e sem sopa na panela.



O despejo do projecto Es.Col.A. da Escola da Fontinha, levado a cabo por uma polícia também ela obediente a mando da Câmara Municipal do Porto, foi mais um golpe avassalador nesta democracia que se encontra já demasiado moribunda. A destruição arbitrária de um ano inteiro de trabalho conjunto, de livros, computadores, brinquedos, móveis, frigorífico, fogão e mil e uma outras coisas – tudo conseguido pelos activistas ou oferecido pelos populares –, põe a descoberto os tiques cada vez mais autoritários desta democracia doente. O projecto Es.Col.A. sempre funcionou para a população da Fontinha: pelas palavras de uma activista envolvida no projecto, “se a população não nos quisesse aqui, nós já não aqui estávamos”. Desde apoio educativo, aulas de yoga e música, até capoeira, oficinas de estudos artísticos e teatro, tudo estava ao acesso de todxs, das crianças mais pequeninas aos mais idosos. Mas nem a vontade da população de que o projecto ficasse na antiga escola da fontinha demoveu aqueles que teoricamente representam a população de avançar com um despejo selvagem e violento.

Se antes falávamos e íamos presos, agora falamos e ninguém nos ouve. Pode ser que nos ouçam se aumentarmos o volume do protesto.
Traz a tua panela e anda fazer barulho para a rua!


Partilha, divulga, aparece

16h - Praça 8 de Maio
Música, Pintura, Poesia... CRIATIVIDADE! - traz a tua!
Caçarolada
Jantar Comunitário - traz algo para partilhar

http://www.facebook.com/events/364688456900174/


Acampada Coimbra Assembleia Popular


A Assembleia Popular de Coimbra (APC) é uma estrutura de deliberação colectiva aberta à participação de toda a comunidade cujos participantes mais activos são na sua maioria activistas inspirados pelos movimentos sociais que sucederam a primavera árabe, sobretudo o 15M espanhol mais conhecido como movimento dos indignados. Em torno da APC têm-se organizado acções diversas com cariz apartidário, laico e pacífico, visando a recuperação do sentido de comunidade através da ocupação dos espaços públicos. Acreditamos que da luta pelo "público" e pelo "comum" poderão ser lançadas as sementes para uma nova democracia. Uma democracia inclusiva, onde os valores da autodeterminação (ou autonomia), da igualdade e da liberdade sejam as linhas condutoras da construção duma sociedade para todas e para todos. O processo de decisão usado na APC é o consenso e não o voto porque não se pretende que a APC tenha unicamente uma função legitimadora de projectos individuais ou de grupos com interesses específicos mas sobretudo que proporcione condições para o desenvolvimento de trabalho colectivo assente nos valores da solidariedade e do respeito.

Write About Or Link To This Post On Your Blog - Easy Links :
Link Directly To This Post :

Link To The Homepage :

Revolução dos Indignados! Manifesto Oficial "Abril não Desarma" Associação 25 de Abril: Apelo Á Mobilização do Povo Português Unidade Patriótica, para Salvar Portugal, a Liberdade e a Democracia




Revolução dos Indignados!
Manifesto Oficial "Abril não Desarma"
Associação 25 de Abril:
Apelo Á Mobilização do Povo Portuguê
Apelo Unidade Patriótica, para Salvar Portugal,
a Liberdade e a Democracia

A Associação 25 de Abril fez saber que não comemorará este ano a efeméride da "Revolução dos Cravos". Esta tomada de posição, saída da boca de Vasco Lourenço apanhou todos de surpresa, ou talvez não...

Há muito tempo que Vasco Lourenço vinha manifestando descontentamento pelo rumo dos acontecimentos.

Várias vezes terá feito saber que não tinha sido para "isto" que arriscou a vida juntamente com todos os seus companheiros.

 

Era de prever que, mais tarde ou mais cedo, todo o mal-estar, todo o descontentamento, toda a perplexidade dos homens de Abril se manifestasse, não deixando qualquer espécie de dúvidas. O repúdio veemente pela atual situação do nosso país e pelas dificuldades sentidas pelos mais desfavorecidos, a par de incríveis atropelos às conquistas dos trabalhadores, à falta de valores e de saídas para encarreirar a juventude num futuro que se desejaria pleno de esperança e conquistas são motivos que terão pesado nesta tomada de posição.


 

Muitos vão compreender, mas, mais do que nunca, é preciso festejar Abril denunciando os atropelos a que assistimos diariamente.


 

Esta a transcrição das palavras de Vasco Lourenço:

Pela primeira vez, a Associação 25 de Abril não vai participar nas celebrações oficiais da Revolução de 1974.


A direção da Associação comunicou hoje que não marcará presença porque «a linha política seguida pelo atual poder político deixou de refletir o regime democrático herdeiro do 25 de Abril configurado na Constituição da República Portuguesa».

«O poder político que atualmente governa Portugal configura um outro ciclo político que está contra o 25 de Abril, os seus ideais e os seus valores. Em conformidade, a Associação 25 de Abril anuncia que não participará nos atos oficiais nacionais evocativos do 38.º aniversário do 25 de Abril», lê-se num manifesto, lido pelo Capitão de Abril Vasco Lourenço.

No entanto, a Associação «participará nas comemorações populares e outros actos locais de celebração» e «continuará a evocar e a comemorar o 25 de Abril numa perspetiva de festa pela acção libertadora e numa perspetiva de luta pela realização dos seus ideais, tendo em consideração a autonomia de decisão e escolha dos cidadãos, nas suas múltiplas expressões», acrescenta.
'Capitães de Abril' não estarão pela primeira vez nas celebrações oficiais da revolução

A Associação 25 de Abril não participará este ano, pela primeira vez, nas celebrações oficiais da Revolução dos Cravos por considerar que «a linha política seguida pelo actual poder político deixou de reflectir o regime democrático herdeiro do 25 de Abril».
O anúncio foi feito hoje em Lisboa pela direcção da associação, de que fazem parte alguns dos chamados «Capitães de Abril».

«A linha política seguida pelo actual poder político deixou de reflectir o regime democrático herdeiro do 25 de Abril configurado na Constituição da República Portuguesa», lê-se no texto do manifesto «Abril não desarma», lido hoje, em Lisboa, aos jornalistas e a uma assembleia de associados pelo coronel Vasco Lourenço.

«O poder político que actualmente governa Portugal configura um outro ciclo político que está contra o 25 de Abril, os seus ideais e os seus valores. Em conformidade, a Associação 25 de Baril anuncia que não participará nos actos oficiais nacionais evocativos do 38.º aniversário do 25 de Abril», lê-se no texto.

O manifesto, lido pelo presidente da associação, esclarece que, porém, a Associação «participará nas comemorações populares e outros actos locais de celebração» da revolução de 1974, assim como «continuará a evocar e a comemorar o 25 de Abril numa perspectiva de festa pela acção libertadora e numa perspectiva de luta pela realização dos seus ideais, tendo em consideração a autonomia de decisão e escolha dos cidadãos, nas suas múltiplas expressões."



Manifesto "Abril não Desarma" da Associação 25 de Abril.



por Associação 25 de Abril, segunda, 23 de Abril de 2012 às 03:42 ·

Abril não desarma

Há 38 anos, os Militares de Abril pegaram em armas para libertar o Povo da ditadura e da opressão e criar condições para a superação da crise que então se vivia.


Fizeram-no na convicta certeza de que assumiam o papel que os Portugueses esperavam de si.


Cumpridos os compromissos assumidos e finda a sua intervenção directa nos assuntos políticos da nação, a esmagadora maioria integrou-se na Associação 25 de Abril, dela fazendo depositária primeira do seu espírito libertador.



Hoje, não abdicando da nossa condição de cidadãos livres, conscientes das obrigações patrióticas que a nossa condição de Militares de Abril nos impõe, sentimos o dever de tomar uma posição cívica e política no quadro da Constituição da República Portuguesa, face à actual crise nacional.



A nossa ética e a moral que muito prezamos, assim no-lo impõem!


Fazemo-lo como cidadãos de corpo inteiro, integrados na associação cívica e cultural que fundámos e que, felizmente, seguiu o seu caminho de integração plena na sociedade portuguesa.


Porque consideramos que:


  • Portugal não tem sido respeitado entre iguais, na construção institucional comum, a União Europeia.

  • Portugal é tratado com arrogância por poderes externos, o que os nossos governantes aceitam sem protesto e com a auto-satisfação dos subservientes.


  • O nosso estatuto real é hoje o de um “protectorado”, com dirigentes sem capacidade autónoma de decisão nos nossos destinos.

  • O contrato social estabelecido na Constituição da República Portuguesa foi rompido pelo poder. As medidas e sacrifícios impostos aos cidadãos portugueses ultrapassaram os limites do suportável. Condições inaceitáveis de segurança e bem-estar social atingem a dignidade da pessoa humana.

  • Sem uma justiça capaz, com dirigentes políticos para quem a ética é palavra vã, Portugal é já o país da União Europeia com maiores desigualdades sociais.

  • O rumo político seguido protege os privilégios, agrava a pobreza e a exclusão social, desvaloriza o trabalho.


Entendemos ser oportuno tomar uma posição clara contra a iniquidade, o medo e o conformismo que se estão a instalar na nossa sociedade e proclamar bem alto, perante os Portugueses, que:

- A linha política seguida pelo actual poder político deixou de reflectir o regime democrático herdeiro do 25 de Abril configurado na Constituição da República Portuguesa;


- O poder político que actualmente governa Portugal, configura um outro ciclo político que está contra o 25 de Abril, os seus ideais e os seus valores;

Em conformidade, a A25A anuncia que:


- Não participará nos actos oficiais nacionais evocativos do 38.º aniversário do 25 de Abril;


- Participará nas Comemorações Populares e outros actos locais de celebração do 25 de Abril;


- Continuará a evocar e a comemorar o 25 de Abril numa perspectiva de festa pela acção libertadora e numa perspectiva de luta pela realização dos seus ideais, tendo em consideração a autonomia de decisão e escolha dos cidadãos, nas suas múltiplas expressões.

Porque continuamos a acreditar na democracia, porque continuamos a considerar que os problemas da democracia se resolvem com mais democracia, esclarecemos que a nossa atitude não visa as Instituições de soberania democráticas, não pretendendo confundi-las com os que são seus titulares e exercem o poder.



Também por isso, a Associação 25 de Abril e, especificamente, os Militares de Abril, proclamam que, hoje como ontem, não pretendem assumir qualquer protagonismo político, que só cabe ao Povo português na sua diversidade e múltiplas formas de expressão.


Nesse mesmo sentido, declaramos ter plena consciência da importância da instituição militar, como recurso derradeiro nas encruzilhadas decisivas da História do nosso Portugal. Por isso, declaramos a nossa confiança em que a mesma saberá manter-se firme, em defesa do seu País e do seu Povo. Por isso, aqui manifestamos também o nosso respeito pela instituição militar e o nosso empenhamento pela sua dignificação e prestígio público da sua missão patriótica.


 

Neste momento difícil para Portugal, queremos, pois:



1. Reafirmar a nossa convicção quanto à vitória futura, mesmo que sofrida, dos valores de Abril no quadro de uma alternativa política, económica, social e cultural que corresponda aos anseios profundos do Povo português e à consolidação e perenidade da Pátria portuguesa.


2. Apelar ao Povo português e a todas as suas expressões organizadas para que se mobilizem e ajam, em unidade patriótica, para salvar Portugal, a liberdade, a democracia.

Manifesto "Abril não Desarma" da Associação 25 de Abril


Write About Or Link To This Post On Your Blog - Easy Links :
Link Directly To This Post :

Link To The Homepage :

Cyber, Security, Tecnologia, Segurança e Ameaças aos Cidadãos! Alerta de Sergey Brin Co Fundador Google: "Facebook, Apple e os Governos Ameaçam A liberdade na internet" in Entrevista ao The Guardian



Governos ameaçãm a Liberdade e desenvolvimento da Internet, Governos; Apple; Facebook
Entrevista ao Google co-founder
Sergey Brin Co Fundador Google:
O Facebook, a Apple e os Governos
ameaçãm a Liberdade na Internet

Google: Facebook e Apple ameaçam a liberdade na Internet

Resumo: co-fundador do Google Sergey Brin listou três ameaças à liberdade na internet: Facebook, Apple, e os governos que censuram os seus cidadãos. Esta não é a primeira vez Google tem sido crítica de todas as três.



Em setembro de 2011, um executivo do Google disse que o Facebook estava tornando-se "um jardim fechado murado". Sergey Brin já Google co-fundador voltou a fazer mais comentários, dizendo que o Facebook está tornando-se uma ameaça para a Internet, juntamente com a Apple e, claro, os vários governos tentando censurar os seus cidadãos. Na semana passada, o grupo Anonymous hacktivist derrubou três sites do governo do Reino Unido em resposta a medidas, a que o governo do país chamou "propostas de vigilância draconiana" e "derrogação dos direitos civis."

Os comentários Brin foram feitas para The Guardian:

Google está a observar-te; Google is watching You; Google; Google Logo
Google está a observar-te, Google is watching You

A ameaça à liberdade da Internet vem, segundo ele, de uma combinação entre os governos que tentam controlar cada vez mais o acesso e a comunicação etre os seus cidadãos, as tentativas da indústria do entretenimento para reprimir a pirataria, e a ascensão do "restritivo", dos jardins murados, como Facebook e Apple, que controlam rigidamente o software que pode ser lançado nas suas plataformas.

Ele disse que estava mais preocupado com os esforços de países como China, Arábia Saudita e Irão para censurar e restringir o uso da internet, mas advertiu que a ascensão do Facebook e Apple, que têm suas próprias plataformas proprietárias e controlam o acesso aos seus usuários , arriscam sufocar a inovação e balkanisar a web.
-

"Há muito a perder", disse ele. "Por exemplo, todas as informações em aplicativos - cujos dados não são rastreáveis ​​por crawlers. Você não pode pesquisá-lo. "

Brin argumentou que ele e o google co-fundador Larry Page, não teriam sido capazes de criar o Google se o Facebook tivesse aparecido primeiro. Isto é porque os motores de busca exigem a existência de uma Web aberta, e muitas regras para funcionar, mas eles fazem o oposto  só para fechá-la, eles etão a "sufocar a inovação", disse Brin. Claro que ele não mencionou nada sobre a Pesquisa do Google mais Your World recurso (SPYW), que prioriza principalmente o Google + em relação ás outras redes sociais.

Facebook e Google tiveram uma enorme batalha em novembro de 2010 (antes de existirv o Google +) a guerra teve a ver com a exportação de contactos entre contas. Tudo começou quando o Google proibiu o Facebook de aceder aos dados de contatos do Gmail, por ajuste dos Termos de Serviço do Google Contacts API de dados, em que os sites que acedam ao Google Contacts têm que oferecer acesso aos seus dados também.

O Facebook ainda queria que seus novos usuários para saber se seus contatos do Gmail também tem contas no Facebook, por isso implementamos uma solução alternativa: a empresa disse aos seus usuários usar um recurso do Google que ajudou a descarregar os seus próprios dados, e então os instruiu a voltar ao Facebook e fazer o upload do arquivo. Na tentativa de convencê-lo a não entregar os seus contactos à rede social concorrente, o Google, em seguida, lutou, mostrando uma grande mensagem de aviso quando os utilizadores do Facebook vieram para exportar os dados dos seus contatos do Gmail. O Facebook provavelmente pensou que isso iria prejudicar a sua imagem, então ele não apenas removeu as instruções e links para download direto aos contatos do Gmail, mas a empresa decidiu remover completamente o suporte para a importação de contatos do Gmail.

Ao fazê-lo, o Facebook terminou a guerra que o Google começou, mas não  há um vencedor claro. O objetivo do Google era ter acesso aos dados do Facebook, mas não conseguir. Facebook, por outro lado, tornou muito difícil aos usuários do Gmail para adicionar seus amigos (leia-se: agora você tem que fazê-lo manualmente). No final, foram os usutilizadores aqueles que mais perderam. Se bem que enquanto eles estiverem em guerra, temos maior confidencialidade de dados entre redes.

Em julho de 2011, terceiros tentaram oferecer formas para exportar seus amigos do Facebook, mas o Facebook bloqueou todos eles. Em agosto de 2011, o Facebook começou a deixar de exportar endereços de seus amigos do Facebook e-mail, mas com um senão: os seus amigos têm que dar-lhe autorização primeiro.

O Facebook passou a incluír os endereços de email sua Sua ferramenta descarregue a sua informação (Download Your Information tool, ), mas astuciusanente só lhe permite obter os endereços de e-mail de seus amigos que permitiram que o novo recurso (Configurações de Conta => Email => Editar => aceitar amigos para incluir o meu endereço de e-mail em baixar as suas informações).

Uma vez que o recurso é desmarcado por padrão, a fim de obter todos os endereços de e-mails dos seus amigos, todos os seus amigos têm de selecionar opt-in primeiro. Seria mais rápido ir a todos os seus perfis e apenas copiar os seus endereços de e-mail manualmente, o que é exatamente o que todos aqueles que desejam exportar seus contatos do Facebook está tentando evitar.

O Facebook fez isso para desviar as críticas e ser capaz de argumentar que oferece o recurso, mas seus usuários não estão dando cada permissão aos outros para tirar proveito dela. Em essência, o Facebook mudou a culpa de si mesmo para seus amigos.

E-mail são a chave para exportar os seus contactos e importá-los em outro lugar. Facebook tem sido tão insistente em não deixar ninguém se aproximar deles, porque sabe que o seu gráfico social é muito valioso. Se Menlo Park torna-se possível exportar rapidamente seus amigos do Facebook, a empresa iria perder poder, essencialmente, estaria tornando mais fácil para você ir para outro serviço, como Google +.

Brin, é claro que aproveitou a oportunidade para criticar o Facebook por não tornar fácil aos usuários para mudar seus dados para outros serviços. "O Facebook foi sugando contatos do Gmail durante muitos anos", disse ele ao The Guardian. Bem, sim, mas, tecnicamente, a empresa parou de fazer isso há quase dois anos.

O maior problema é sobre como a empresa lida com exportação de dados do usuário, e é disso que Brin estava realmente falando com os seus comentários acerca da Internet. Apps são apenas uma extensão do que: Google adoraria entrar e ver o que você está fazendo dentro do seu Facebook e aplicativos iOS.

Agora uma coisa é certa, Google tem razão: Facebook, Apple e os governos ameaçam a liberdade na Internet

Write About Or Link To This Post On Your Blog - Easy Links :
Link Directly To This Post :

Link To The Homepage :

Brutalidade Policial Protestos Greve: SJ Identificação de Jornalistas ´É Perversa, Limita Liberdade Informação Pode Transformá-los em Alvos a Abater diz Alfredo Maia Que Exige Explicações do MAI e Consequências Disciplinares e Penais



Identificação de Jornalistas Limita Liberdade Informação Pode Transformá-los em Alvos a Abater, diz com preocupação pelo presidente do Sindicato de Jornalistas (SJ), Alfredo Maia






Identificação de jornalistas pode transformá los em alvos a abater

Na sequência da brutalidade policial durante os protestos da grve geral, já condenados por várias entidades da sociedade, entre eles, a Amnistia Internacional e pelo bastonario da Ordem dos Advogados, o presidente do Sindicato de Jornalistas alertou hoje para o perigo de os jornalistas estarem sempre identificados nos acontecimentos de rua, como recomendou quinta-feira a PSP, defendendo que isso pode transformá-los em alvos a abater.


As agressões da PSP a dois fotojornalistas na manifestação no âmbito da greve geral são vistas com preocupação pelo presidente do Sindicato de Jornalistas (SJ), Alfredo Maia, que se reunirá com o ministro da Administração Interna na segunda-feira.

«Este não é um caso inédito e nós receamos que seja um indício de uma escalada da violência contra os jornalistas», afirmou hoje à agência Lusa Alfredo Maia, referindo que vai transmitir esta preocupação ao ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, durante a reunião programada para segunda-feira à tarde (15 horas).

Apesar de considerar que a identificação dos jornalistas deve ser seguida por princípio, Alfredo Maia sublinhou, em declarações à agência Lusa, que a sugestão da PSP não se pode transformar numa lei.

"Há circunstâncias em que a cobertura dos acontecimentos pode ser desagradável para uma das partes e a identificação do jornalista torna-o um alvo a abater, no sentido de que ele é uma testemunha profissional de um acontecimento, é os olhos e os ouvidos de um acontecimento, e uma das partes em conflito pode ter interesse em neutralizar essa testemunha para evitar que o seu comportamento seja difundido", explicou.

A PSP recomendou na quinta-feira, em comunicado, que os jornalistas se identifiquem de forma bem visível nas manifestações e que se coloquem sempre do lado da barreira policial que os separa dos manifestantes em geral.

A recomendação foi feita depois de elementos daquela polícia terem agredido dois fotojornalistas que faziam a cobertura de uma manifestação no Chiado, em Lisboa, no âmbito da greve geral, realizada quinta-feira.

Dois jornalistas, um da agência Lusa e outra da AFP, ficaram feridos em incidentes com as forças policiais, no Chiado, em Lisboa, enquanto recolhiam imagens da manifestação organizada pela Plataforma 15 de outubro, no âmbito da greve geral convocada pela CGTP.

Admitindo que irá averiguar os incidentes entre as forças policiais e os jornalistas que ficaram feridos, a PSP apelou à sua "correta identificação" durante as manifestações e disse continuar "a verificar que tal não aconteceu nas manifestações".

"Lamentavelmente tivemos necessidade de usar a força pública, num contexto de arremesso de cadeiras, pedras e outros objetos contra as forças policiais, que acabaram por originar ferimentos nos nossos agentes", lê-se no comunicado.

A Direção de Informação da Lusa protestou "com a maior veemência" contra "a agressão", por agentes da PSP, do fotógrafo da agência José Sena Goulão, que estava "devidamente identificado como jornalista".

Também em relação à recomendação da PSP para que os jornalistas se mantenham sempre do lado da barreira policial, o presidente do Sindicato de Jornalistas lança um alerta. "Isto, aparentemente, visa proteger os jornalistas mas também tem o seu lado perverso porque a captação de imagens, sons e testemunhos pode tornar-se unilateral", afirmou Alfredo Maia. Num caso de confronto entre polícias e manifestantes, como o que aconteceu na quinta-feira, esta sugestão da polícia pode levar a que sejam "colhidas apenas imagens dos manifestantes e não da polícia. Tudo isto tem de ser ponderado e não se pode exigir como regra medidas como estas", sublinhou.

Repudiando a agressão aos jornalistas José Goulão e Patrícia Melo, o sindicalista adiantou que o Sindicato "exige que o ministro da Administração Interna esclareça, se pronuncie, dê explicações sobre estes acontecimentos que têm indícios de uma escalada de agressão por parte da polícia a jornalistas, impedindo o seu trabalho no terreno e em particular em manifestações".

Além disso, acrescentou, o SJ "vai também pedir ao Inspetor-Geral da Administração Interna que proceda a um inquérito rigoroso e até às ultimas consequências, não só disciplinares mas também penais, por tudo o que aconteceu".


Write About Or Link To This Post On Your Blog - Easy Links :
Link Directly To This Post :

Link To The Homepage :

Defesa Liberdade Internet Tecnologia Pirata Vanguarda Hacker: Baluarte The Pirate Bay Anunciou o Lançamento de Drones Aeronaves não Tripuladas Equipadas com Miniservidores para Combater a Censura na Rede



The Pirate Bay COMBATE A CENSURA FASCISTA COM SERVIDORES VOADORES

The Pirate Bay, o multirastreador de arquivo BitTorrent, um dos mais perseguidos pelos advogados da máfia de Hollywood, anunciou o lançamento de aeronaves não tripuladas equipadas com miniservidores para evitar a censura na rede. Assim, o sistema continuará a ser "o mais forte da Galáxia ".

O popular site e bastião da defesa da "independência da Internet", detalhou pormenorizadamente a sua "extraordinária" estratégia para evitar o encerramento do site pelos censores fascistas pidescos da gestapo mundial: o projeto LOSS, que consiste em colocar parte do hardware dos seus servidores  localizado em drones de controlados por GPS.

O experimento, trata-se de um projecto estraordinário que consiste numa frota de miniaeronaves equipadas com sevidores, antenas, retransmissores, e demais tecnologia, voando a uma distância de cerca de 50 quilômetros entre si, permitindo uma velocidade de transferência de dados de cerca de 100 Mbps. "Desta forma, as nossas máquinas terão que ser abatidas com aeronaves se desejarem desligar o sistema. Um verdadeiro acto de guerra ", relata o blog do site "The Pirate Bay".

Um Sistema Invulnerável

Com este projecto, o The Pirate Bay irá responder adequadamente aos múltiplos ataques por parte das autoridades e "ainda irá ficar com o sistema mais resistente da Galaxy."

"Quando chegar a hora estaremos em todas as partes da galáxia, sendo fiéis ao nosso lema de ter o sistema mais resistente. E todas as peças que usamos para construir este sistema podem ser baixadas ", anuncia o website "The Pirate Bay" (...)" Eheheh! Isto vai permitir estender a rede pirata de forma brutal!

Fundado no final de 2003, o Pirate Bay é agora o local mais tenebroso do mundo para as empresas de copyright, discográficas, cinematográficas, software e demais corporações que odeiam a partilha de ficheiros e consideram crime todas as ferramentas que facilitem o compartilhamento de arquivos, muitos dos quais são filmes, músicas e outros materiais protegidos por direitos de autor.

Que direitos têm estas empresas que consideram o "The Pirate Bay" o local mais assombrado da web?

Que direitos pagaram elas a Newton?

Que direitos pagaram a Galileu?

Que direitos pagam a Sócrates?

Que direitos pagaram a quem inventou a roda?

Que direitos pagaram à Natureza?

Que direitos pagaram a quem criou o direito?
......

Write About Or Link To This Post On Your Blog - Easy Links :
Link Directly To This Post :

Link To The Homepage :

OWS, Portugal Indigna-te, Ocupa Assembleia da República: Liberdade, Democracia Já, Parlamento, Assembleia Popular Contra a Corrupção! A União Faz a Força!v Porque Uns Têm Tudo e Outros Nada!



Todos para dentro da assembleia da republica hoje 16 Outubro ás 19 horas!!!

É PRECISO ACABAR COM A ROUBALHEIRA!

Maria da Assunção Andrade Esteves, a actual Presidente da Assembleia da República reformou-se aos 42 anos, pelos seus 10 anos de serviço como Juíza do Tribunal Constitucional, com a pensão mensal (14 vezes ano) de € 2.315,51, no total anual de € 32.417,14.

Write About Or Link To This Post On Your Blog - Easy Links :
Link Directly To This Post :

Link To The Homepage :

Greve Geral Popular Contra Corrupção E Exploração Social Por Emprego Justiça Solidariedade Liberdade



Greve Geral Popular Contra Corrupção E Exploração Social Por Emprego Justiça Solidariedade Liberdade. CONTRA A DESIGUALDADE, A INJUSTIÇA SOCIAL A MISÉRIA LABORAL, A CORRUPÇÃO E A EXPLORAÇÃO, AS OLIGARQUIAS E A FALSA DEMOCRACIA NÃO AO ACORDO COM A TROIKA FMI,BCE,UE NÃO austeridade
Greve Geral de Iniciativa Popular

quinta-feira, 8 de Setembro às 0:00 - Domingo, 1 de Janeiro de 2012 às 0:00

Greve, protesto, discussão, acção.
Demonstração e exercício da soberania do Povo, do poder que tod@s temos nas nossas mãos e que os poderes e poderosos instituidos não querem que reconheçamos.
Pela Justiça, pela Igualdade, pela Liberdade, pela Solidariedade.

Convocamos todas as pessoas comuns que estudam, trabalham, procuram trabalho ou já deixaram de trabalhar e habitam no território português (independentemente da nacionalidade e do local de procedência) a erguer-se contra este sistema político/económico/financeiro e as suas agressões à população.

Contacto: agreve2011@gmail.com


Nós @s autores/as anónim@s da página do facebook "Portuguese Revolution" e da primeira convocatória para a tomada das ruas e praças em Portugal e realização de "Acampadas" (termo castelhano que se tornou internacional), protestos e assembleias, decidimos convocar, Anonimamente e à margem de qualquer estrutura sindical ou partidária, uma Greve Geral de trabalhadores/as e estudantes, a iniciar no dia 8 de Setembro de 2011 e por tempo indeterminado.

Somos anónim@s porque não temos qualquer desejo de ser protagonistas, líderes ou representantes de nada nem ninguém. Queremos apenas dar o nosso contributo.

Convocamos todas as pessoas comuns que estudam, trabalham, procuram trabalho ou já deixaram de trabalhar e habitam no território português (independentemente da nacionalidade e do local de procedência) a erguer-se contra este sistema político/económico/financeiro e as suas agressões à população.

Greve, protesto, discussão, acção.
Demonstração e exercício da soberania do Povo, do poder que tod@s temos nas nossas mãos e que os poderes e poderosos instituidos não querem que reconheçamos.
Pela Justiça, pela Igualdade, pela Liberdade, pela Solidariedade.

CONTRA A DESIGUALDADE
CONTRA A INJUSTIÇA SOCIAL
CONTRA A MISÉRIA LABORAL
CONTRA A CORRUPÇÃO E A EXPLORAÇÃO
CONTRA AS OLIGARQUIAS E A FALSA DEMOCRACIA

NÃO AO ACORDO COM A TROIKA FMI,BCE,UE
NÃO AO "PACTO PARA O EURO MAIS"
NÃO À PRIVATIZAÇÃO DO QUE TEM QUE SER DE TOD@S E PARA TOD@S
NÃO À AUSTERIDADE PARA @S MESM@S DE SEMPRE
NÃO A MAIS POBREZA E MENOS DIREITOS - QUEREMOS MAIS!

NÃO PAGAMOS as vossas crises e as vossas dívidas!
Os nossos sonhos NÃO CABEM nas vossas urnas e boletins de voto!
As nossas vidas NÃO CABEM nos vossos contratos e recibos verdes!

PROPOSTA PARA DIA 8 DE SETEMBRO:

-< Concentrações

-< Pequenos-almoços participados e solidários.

-< (9:30~10:00) Assembleias de trabalhadores/as, estudantes, desempregad@s e aposentad@s.

-< Almoços participados e solidários.

-< Protestos/Manifestações.

-< Jantares participados e solidários.

-< (21:30~22:00) Assembleias Populares em todos os bairros/freguesias/localidades/locais onde se justifique.

Concentrações:

-Trabalhadores/as (incluindo bolseir@s, estagiári@s e pessoal a recibos verdes): locais de trabalho

-Estudantes: estabelecimentos de ensino

-Desempregados: Centros de Emprego

-Aposentados: delegações da Segurança Social

(Não importa se estes locais estão abertos ou não!)

-----------------------------------------------------------------------------------------

[ O texto que se segue é uma declaração de um grupo informal de pessoas sem qualquer filiação partidária. ]

[ A adesão à Greve convocada NÃO implica a concordância com esta declaração. ]

Só viveremos numa verdadeira DemoCracia quando o Povo deixar de ser dirigido, comandado, oprimido, reprimido, manipulado, alienado e explorado por pessoas, organizações e instituições nacionais e transnacionais, por interesses próprios ou alheios, em nome de ideias/ideais e paradigmas injustos e nefastos como o centralismo, o representativismo, o estadismo, o nacionalismo, a hierarquização, a competição, o consumismo, o lucro, o capitalismo.

Não confiamos na classe política, em dirigentes sindicais ou em qualquer elite ou vanguarda para fazer as mudanças necessárias.
Não acreditamos em Propostas, mesmo que feitas de baixo para cima.
Acreditamos em Exigências e na mudança Feita de baixo para cima.
Não queremos só um Mundo Melhor, queremos um Mundo Novo.

Apelamos à adesão, divulgação, mobilização activa e organizativa por parte de organizações e estruturas "de base" (horizontais, em que todos os membros participam nas decisões) como as "acampadas", assembleias populares, colectivos, associações, sindicatos de base, etc... já existentes ou que venham a existir.
E que não parem o que já começaram! Continuem cada vez mais activ@s!

Sem autorizações, sem pedir licença, sem medo, sem dar um passo atrás!

www.agreve2011.lefora.com

www.agreve2011.blogspot.com

agreve2011@gmail.com

http://www.facebook.com/event.php?eid=182844408435513

http://www.facebook.com/pages/Portuguese-Revolution/201017953273879

Organização! Divulgação! Difundam a ideia na net e nas ruas!

Falem com @s voss@s amig@s, vizinh@s, associações/colectivos e colegas de trabalho ou estudo e façam assembleias/reuniões!

Write About Or Link To This Post On Your Blog - Easy Links :
Link Directly To This Post :

Link To The Homepage :

Revolução Portuguesa Lisboa: Pessoas com Deficiência na Avenida da Liberdade em Marcha de Protesto



Pessoas com deficiência vão desfilar na Avenida da Liberdade, em Lisboa pela igualdade dos seus direitos

Um grupo de pessoas com deficiência vai desfilar, no sábado, na Avenida da Liberdade, em Lisboa, numa marcha de protesto que visa alertar o poder político e a sociedade civil para a igualdade dos seus direitos.

Em declarações à agência Lusa, Eduardo Jorge, um dos mentores da iniciativa, adiantou que o objectivo do desfile é “mostrar às pessoas que os deficientes lutam pelos seus direitos”.

“Queremos sensibilizar o poder político e a comunidade para não deixar adormecer esta causa e mostrar que somos parte activa, não ficamos quietos na inércia e vamos tentar com que as nossas reivindicações sejam ouvidas”, sustentou.

Eduardo Jorge, tetraplégico, explicou que a iniciativa surgiu de uma ideia conjunta com dois amigos, também eles deficientes que integram uma comunidade online, que diariamente se confrontam com obstáculos “graves” e que devem ser contornados.

“Há mais de um ano que estávamos a tentar organizar esta marcha porque verificamos que a nível de associativismo não há grandes intervenções para resolver os nossos problemas”, contou.

Sem ligação a nenhuma força política, religiosa ou associativa, como faz questão de frisar, Eduardo Jorge esclareceu que “o principal objectivo é mostrar à sociedade que a deficiência existe, é vivida todos os dias e os direitos devem ser iguais para todos”.

“Resolvemos mobilizar-nos e sair para a rua na tentativa de criar um movimento vivo e unido em prol de uma sociedade mais justa e inclusiva e, por isso, vamos caminhar para que aceitem as nossas diferenças, mas principalmente que nos deixem fazer parte deste mundo e com ele interagir”, concluiu.

“Caminhamos na diferença por direitos iguais” é o mote de partida daqueles que irão marchar na Avenida da Liberdade, em Lisboa, no sábado, a partir das 14h00, numa marcha que se diz ser “pela igualdade”.

Veja como são tratados os deficientes:


caslas maus tratos a deficientes na Casa de Santo Amaro, Centro de Assistência Social Lucinda Anino dos Santos (CASLAS), Lagos, Algarve, Portugal. Gerida por Bois PS/PSD.



Write About Or Link To This Post On Your Blog - Easy Links :
Link Directly To This Post :

Link To The Homepage :

1 Milhão na Avenida da Liberdade Para Limpeza da Classe Política



Se na Islândia foi possível limpar a classe política cá também será. Lá foram necessários 4 dias na rua cá serão os que forem necessários.

Não bastam as medidas do FMI. É preciso responsabilizar os políticos que nos conduziram até esta situação.
O despudor já chegou ao ponto de, em tempo de crise se dar um aumento de 65% a gestores públicos para depois vir-se penalizar os pensionistas para arranjar dinheiro para pagar esses aumentos.

É preciso sermos claros dizer que de uma vez por todas basta!

Os nosso políticos têm de entender que pagamos impostos para termos:

- uma Justiça melhor e mais célere;
- um melhor acesso a cuidados de Saúde de qualidade;
- escolas que preparem os nossos jovens para serem competitivos com os melhores do espaço europeu;
- forças de segurança com formação e meios capazes;
- um estado que crie condições para o Desenvolvimento homogéneo de todo o território nacional.


Não para sustentar luxos e ordenados imorais dos políticos e gestores públicos.

Por isso exigimos: Que todos aqueles que usaram as cadeiras do poder para enriquecer sejam presos e vejam os seus bens confiscados para pagar a dívida pública que criaram.

Não foi a população que criou esta dívida, não fomos nós que lucramos com ela, foram os nossos governantes que lucraram ao receber ordenados milionários e ao acumular pensões principescas quase sem ter feito qualquer desconto.

Não fomos nós que demos prejuízos monumentais a dirigir as empresas do estado. Foram os nossos políticos que deram esses prejuízos e por isso são eles que têm de pagar, independentemente do partido que sejam. É certo que nem todos os partidos estiveram no governo mas ao falir as câmaras municipais que governaram, e as empresas públicas que controlaram, todos contribuíram para a falência do estado.

É para acabar com a impunidade em que vive a classe política, enquanto faz uma autêntica orgia com o nosso dinheiro que lutamos.

Se na Islândia foi possível limpar a classe política cá também será. Lá foram necessários 4 dias na rua cá serão os que forem necessários.

Dia 14 é o dia da mudança se a população se unir e o exigir é possível devolver a dignidade à política e a esperança a Portugal.

O futuro depende do que cada um de nós fizer dia 14!

Dia 15 manifestações em Lisboa, Porto, Braga, Coimbra, Setúbal e Faro.

Write About Or Link To This Post On Your Blog - Easy Links :
Link Directly To This Post :

Link To The Homepage :

Portugal Manifestação Manif Internacional: A-Rua-é-Nossa 14Maio e 15Maio Restauro da Democracia, Liberdade e Construção de uma Sociedade Melhor Video Promo



Somos pessoas comuns. Somos como vocês: pessoas que se levantam todos os dias para estudar, trabalhar ou procurar um emprego, pessoas que têm família e amigos. Pessoas que trabalham arduamente todos os dias para proporcionar um futuro melhor a todos aqueles que nos rodeiam.

Alguns de nós consideram-se sonhadores, outros não. Alguns de nós têm ideologias bem definidas, outros são apartidários, mas todos estamos preocupados e revoltados com o panorama político, económico e social que percepcionamos: corrupção entre os políticos, empresários e banqueiros, deixando-nos desamparados, sem voz.
Esta situação tornou-se normal, um dia-a-dia sofrido, sem qualquer esperança. Mas, se juntarmos forças, podemos mudá-la.

Está na altura de mudar as coisas, de juntos construirmos uma sociedade melhor. Assim, defendemos que:
As prioridades de qualquer sociedade avançada têm de ser a igualdade, o progresso, a solidariedade, a liberdade cultural e o desenvolvimento sustentável, o bem-estar e a felicidade das pessoas.
O direito à habitação, ao emprego, à cultura, à saúde, à educação, à participação política e ao livre desenvolvimento pessoal e o acesso aos direitos do consumidor com vista a uma vida saudável e feliz -- estas são verdades inalienáveis que devem ser respeitadas na nossa sociedade.

Os nossos actuais governo e sistema económico não têm em consideração estes direitos, e em muitos casos transformam-se num obstáculo ao desenvolvimento humano.

A democracia pertence às pessoas (demos = povo, krátos = governo), o que significa que o governo é feito por e para cada um de nós. De qualquer forma, tanto em Portugal como nos restantes países europeus, a maior parte da classe política nem sequer nos ouve. Os políticos deviam dar-nos voz nas instituições, facilitando, assim, a participação política dos cidadãos através de canais directos que possam garantir o maior benefício para uma sociedade abrangente; e não obter riqueza e prosperidade à nossa custa, sustentando apenas uma ditadura dos maiores poderes económicos.

A sede de poder e a sua concentração numa minoria criam desigualdades, tensões e injustiças, que levam à
 violência -- a qual rejeitamos. O modelo económico obsoleto e artificial alimenta a máquina social numa espiral crescente que se consome a si própria, enriquecendo uns e atirando os restantes para a pobreza. Até ao colapso.
O objectivo do sistema actual é a acumulação de dinheiro, não olhando nem à eficiência nem ao bem-estar da sociedade, desperdiçando recursos, destruindo o planeta, criando desemprego e consumidores insatisfeitos.
Os cidadãos são os motores de uma máquina concebida para enriquecer uma minoria que não tem em consideração as nossas necessidades básicas. Somos anónimos, mas sem nós nada disto existiria. Somos nós que fazemos mover o mundo.

Se, como sociedade, aprendermos a não confiar o nosso futuro a uma economia abstracta, que nunca dá em troca benefícios para a maioria, podemos erradicar os abusos que todos sofremos.
Precisamos de uma revolução ética. Em vez de colocar o dinheiro acima dos seres humanos, devíamos voltar a colocá-lo ao nosso serviço. Não somos só aquilo que compramos, o motivo porque compramos e a quem compramos. Somos pessoas, não produtos!

Por tudo isto, sentimo-nos ultrajados.
Pensamos que podemos mudar.
Pensamos que podemos ajudar.
Sabemos que, juntos, conseguimos!

14 de Maio Evento Nacional Portugal:


Democracia Verdadeira Já (Portugal)

Manifesto “DEMOCRACIA (a sério) JÁ” - Forum 14 de Maio

Democracia a Sério Já (Portugal Facebook)


15 de Maio - Manifestação Internacional videos abaixo:


15 May Manifest english
Videos down
 Portugal Evento Nacional 15 de Maio:


Democracia Verdadeira Já (Portugal)


http://www.facebook.com/Democracia.Verdadeira.Ja


https://www.facebook.com/event.php?eid=208134502554346


Consulta a convocatória na tua cidade em


15 de Maio

Espanha:


Democracia Real YA! (Espanha)


Democracia Real Coruña


Democracia Real Almeria


Democracia Real Ourense


Democracia Real Santiago


Democracia Real Valência


Bulgária


Национален протест (Bulgária)


França:


Democracia Real Ya - France (França







14 de Maio Evento Nacional Portugal:


Democracia Verdadeira Já (Portugal)


Democracia a Sério Já (Portugal)


15 de Maio - Manifestação Internacional:


15 May Manifest english


Portugal Evento Nacional 15 de Maio:


Democracia Verdadeira Já (Portugal)


http://www.facebook.com/Democracia.Verdadeira.Ja


https://www.facebook.com/event.php?eid=208134502554346


Consulta a convocatória na tua cidade em


http://15maio.blogspot.com/


Espanha:


¡Democracia Real YA! (Espanha)


Democracia Real Coruña


Democracia Real Almeria


Democracia Real Ourense


Democracia Real Santiago


Democracia Real Valência


Bulgária


Национален протест (Bulgária)


França:


Democracia Real Ya - France (França




Write About Or Link To This Post On Your Blog - Easy Links :
Link Directly To This Post :

Link To The Homepage :

Movimento Facebook Portugal: 1 Milhão na Avenida da Liberdade pela Demissão de Toda a Classe Política



Neste momento, mais importante que divulgar as irregularidade e abusos dos políticos é divulgar esta página!

Não podemos continuar sentados, vendo esta gente sem princípios ou ética continuar a enriquecer às custas dos nossos impostos enquanto nos humilha e envergonha internacionalmente e nos empobrece para pagar as dívidas que para prosperarem criaram!

Há décadas que nos exigem que apertemos o cinto, não para termos mais saúde, educação, justiça ou segurança, pois os hospitais estão a fechar, a educação tornou-se uma anedota, justiça não há e segurança é uma miragem quando as forças da ordem nem dinheiro têm para colocar combustível nas viaturas.

Basta! Pagamos impostos para termos serviços do Estado, não para sustentar e enriquecer políticos oportunistas.

Divulguem este grupo por familiares a amigos, vamos dar as mãos, esquecer aquilo que nos separa e mudar o nosso destino!

O futuro depende de cada um de nós.

1 milhão na Avenida da Liberdade pela demissão de toda a classe política Facebook

Write About Or Link To This Post On Your Blog - Easy Links :
Link Directly To This Post :

Link To The Homepage :
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...