... Julgo que depois destes malabarismos, os currículos das pessoas com funções políticas activas com o propósito de praticar o bem comum de uma nação, devem ser exigidos e publicados em Diário da Republica para qualquer cidadão poder consultar e certificar-se das habilitações de cada politico. Não deve ser uma opção, mas uma condição contemplada numa lei própria para o efeito, pois como sabemos, nenhum trabalhador é admitido numa função numa empresa, sem referências e/ou curriculo académico/profissional. será verdade que o PS está "calado" neste caso da licenciatura de M. Relvas porque o Irmão Maçon António Seguro dos Bancos (da Universidade Lusófona) foi um dos professores envolvido no processo?...
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Indignados Portugal: Novas Medidas de Austeridade Geram Injustiça Social, Mais Desemprego, Fome e Miséria; É Hora de Lutar e Dizer Basta! Mobilização Nacional Contra A Troika, Pelas Nossas Vidas e Por Nossas Familias; Comunicado da Plataforma 15 de Outubro



Plataforma 15 de Outubro. Aos portugueses também pode "saltar a tampa" A contestação dos portugueses não tem estado à altura da austeridade imposta, o que não significa que, "de um momento para o outro, não lhes salte a tampa", considera a Plataforma 15 de Outubro, em vésperas de nova manifestação.


Todos À Rua Dia 15 de Setembro, Basta! O Governo de Portugal Pratica Crimes Contra a Humanidade, é mais do que hora do povo se levantar contra as novas medidas que Juízes da Associação Sindical de Juízes diz que novas medidas de austeridade são "afronta ao Tribunal Constitucional" e quer a intervenção do Presidente da República e a fiscalização prévia do Orçamento de Estado 2013, de acordo com o constitucionalista e ex-deputado do PSD Bacelar Gouveia, em declarações á SIC Notícias, "os deputados que votarem favoravelmente o orçamento de Estado, incorrem em processo crime." 


Comunicado, Familias, Desemprego, Fome, Mobilização, Nacional, Indignados, Portugal, Basta, Lutar, Contra, Troika, Austeridade, Medidas, Social, Injustiça,

 

É tempo do povo se levantar contra esteNovo Roubo que Ana Drago diz ser Inconstitucional e que o Governo Rouba Aos Pobres Para Que O Grande Capital Continue Sem Pagar Imposto!

D. Januário Torgal Ferreira afirmou veementemente que o Governo de Passos Coelho é Profundamente Corrupto


Jerónimo de Sousa Apela Á Revolta do Povo Português Contra o Pacto de Agressão e Contra o Governo

 




"Há que dizê-lo com clareza: Portugal está muito atrasado, se comparado com a Grécia ou Espanha. A contestação dos trabalhadores não tem estado à altura das medidas impostas, mas isso não quer dizer que, de um momento para o outro, não lhes salte a tampa", afirmou à Lusa André Esperança, membro da Plataforma 15 de Outubro, que apelou à mobilização de todos portugueses na manifestação de sábado.

No entender do jovem de vinte e cinco anos, a manifestação "Que se lixe a troika! Queremos as nossas vidas!", que terá lugar em Lisboa, é uma "boa oportunidade" para os portugueses "saírem em força à rua e dizerem 'não' a mais austeridade", que não passa de "um roubo descarado para quem trabalha".

"'Que os portugueses são mansos, que o povo é ignorante e que gosta de ser mandado'... Não concordo com esse discurso. Sempre que se diz que um povo está muito calmo, acontecem grandes surpresas. E os portugueses já mostraram que são capazes de surpreender", vincou o jovem de 29 anos, aludindo à manifestação de março de 2012, que foi convocada pelas redes sociais e que juntou cerca de 300 mil pessoas na capital portuguesa.

André Esperança, que está desempregado desde janeiro, quis deixar "bem claro" que a manifestação de sábado foi convocada por vários cidadãos, e que a Plataforma apenas é uma das várias organizações que têm estado a fazer "todos os possíveis" para mobilizar o maior número de pessoas.

Em comunicado, divulgado, a Plataforma refere que as novas medidas de austeridade anunciadas na sexta-feira pelo Governo trarão "ainda mais desemprego -- quase a atingir os 16 por cento -, precariedade, miséria, dívida, ou seja, mais dificuldades para o povo".

Entre as medidas anunciadas pelo primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, está a subida em sete pontos percentuais (para 18 por cento) das contribuições sociais dos trabalhadores e a descida dos descontos feitos pelas empresas para a Segurança Social, que passam a ser também de 18 por cento, de modo a estimular o emprego.

"Na prática, os trabalhadores do setor público vão ficar sem dois salários e os do privado sem um. Estimular o emprego? Isso é uma falácia pura, essa medida não terá efeito nenhuma na criação de emprego. Quem beneficia, de uma forma clara, mais uma vez, são os patrões", contrapõe André, para quem estas medidas são "mais do mesmo".

No entender da Plataforma, a austeridade "não cessará" enquanto as pessoas não saírem à rua a defender os seus direitos e a exigir a saída da troika de Portugal: "Não temos nenhuma bola de cristal, mas andamos a avisar há mais de um ano que este saque não iria parar", frisou o jovem, formado em economia.

Sobre as alternativas que a Plataforma propõe, o jovem vincou: "Temos várias propostas. É óbvio que há sensibilidades diferentes mas há uma questão fulcral, com a qual todos concordam na plataforma: a necessidade de se fazer uma auditoria às contas públicas e, nesse tempo, suspender o pagamento da dívida".

Só assim "haverá dinheiro para pagar salários" e será possível evitar mais "cortes brutais" em áreas essenciais como na educação ou na saúde. "Estas medidas estão a ser utilizadas para pagar uma dívida que nós -- trabalhadores, jovens, reformados -- não contraímos. Uma dívida que não é nossa", enfatizou.

Todos à rua dia 15 de Setembro em Portugal. Ergue a tua voz. Fala tudo o que tens para dizer. Se só quiseres escutar, participa escutando solidariamente os outros. Traz panelas, tachos, cartazes e tudo o que achares por bem trazer. Temos que nos juntar para impedir que a vida dos nossos pais, as nossas vidas e as dos nossos filhos sejam destruídas. Traz ideias, propõe alternativas! 15 de Setembro às 17 horas, a rua é nossa!

Mobilização Nacional Que Se Lixe A Troika, Queremos As Nossa Vidas

MACLoulé, O Movimento Apartidário da Cidade de Loulé Convida Todos Cidadãos Tomarem As Ruas Dia 15 de Setembro; Concentração Manifestação No Mercado Municipal; É Hora de Dizer Basta!


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Indignados Coimbra Portugal Revolução dos Cravos Contra a Ditadura: 25 de Abril, O Povo Na Rua Em Defesa da Liberdade; Democracia, Saúde Contra A Pobreza, Precariedadee Injustiça; Caçarolada de Protesto



25 de Abril em Coimbra - Caçarolada pela Liberdade

É com a recordação ainda viva de um 25 de Abril que representa a liberdade e o fim da ditadura, que a Assembleia Popular de Coimbra apela a um protesto no dia 25 de Abril de 2012. Ao fim de 38 anos, o que resta da "revolução dos cravos" é o desemprego, a precariedade, a pobreza, a fome, a injustiça social e um Estado que não serve os interesses do Povo, que lhe virou as costas. Voltamos à era da opressão e do povo sem razão. Querem-nos acríticos, não participativos, calados, obedientes e sem sopa na panela.



O despejo do projecto Es.Col.A. da Escola da Fontinha, levado a cabo por uma polícia também ela obediente a mando da Câmara Municipal do Porto, foi mais um golpe avassalador nesta democracia que se encontra já demasiado moribunda. A destruição arbitrária de um ano inteiro de trabalho conjunto, de livros, computadores, brinquedos, móveis, frigorífico, fogão e mil e uma outras coisas – tudo conseguido pelos activistas ou oferecido pelos populares –, põe a descoberto os tiques cada vez mais autoritários desta democracia doente. O projecto Es.Col.A. sempre funcionou para a população da Fontinha: pelas palavras de uma activista envolvida no projecto, “se a população não nos quisesse aqui, nós já não aqui estávamos”. Desde apoio educativo, aulas de yoga e música, até capoeira, oficinas de estudos artísticos e teatro, tudo estava ao acesso de todxs, das crianças mais pequeninas aos mais idosos. Mas nem a vontade da população de que o projecto ficasse na antiga escola da fontinha demoveu aqueles que teoricamente representam a população de avançar com um despejo selvagem e violento.

Se antes falávamos e íamos presos, agora falamos e ninguém nos ouve. Pode ser que nos ouçam se aumentarmos o volume do protesto.
Traz a tua panela e anda fazer barulho para a rua!


Partilha, divulga, aparece

16h - Praça 8 de Maio
Música, Pintura, Poesia... CRIATIVIDADE! - traz a tua!
Caçarolada
Jantar Comunitário - traz algo para partilhar

http://www.facebook.com/events/364688456900174/


Acampada Coimbra Assembleia Popular


A Assembleia Popular de Coimbra (APC) é uma estrutura de deliberação colectiva aberta à participação de toda a comunidade cujos participantes mais activos são na sua maioria activistas inspirados pelos movimentos sociais que sucederam a primavera árabe, sobretudo o 15M espanhol mais conhecido como movimento dos indignados. Em torno da APC têm-se organizado acções diversas com cariz apartidário, laico e pacífico, visando a recuperação do sentido de comunidade através da ocupação dos espaços públicos. Acreditamos que da luta pelo "público" e pelo "comum" poderão ser lançadas as sementes para uma nova democracia. Uma democracia inclusiva, onde os valores da autodeterminação (ou autonomia), da igualdade e da liberdade sejam as linhas condutoras da construção duma sociedade para todas e para todos. O processo de decisão usado na APC é o consenso e não o voto porque não se pretende que a APC tenha unicamente uma função legitimadora de projectos individuais ou de grupos com interesses específicos mas sobretudo que proporcione condições para o desenvolvimento de trabalho colectivo assente nos valores da solidariedade e do respeito.

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Máfia Injustiça e Impunidade Social Portuguesa: Lei do Capital! José Gomes Ferreira "Henrique Gomes Perdeu Braço de Ferro com 1 Grande Empresa!" Secretário Estado Demitido Pela EDP



Henrique Gomes perdeu o braço de ferro


Henrique Gomes "perdeu o braço de ferro com uma grande empresa", diz José Gomes Ferreira

justiça Social Portuguesa Lei do Mais Forte: José Gomes Ferreira "Henrique Gomes  Perdeu o Braço de Ferro com Uma Grande Empresa"


Os contratos, mesmo que errados, com os grandes grupos financeiros não podem ser rasgados. Mas a lei que garantiu os subsídios de férias e de Natal e outros benefícios sociais, aos assalariados estão a ser pisados e anulados. Onde está a equidade e a partilha equilibrada dos esforços da austeridade? Onde estão os sinais de recriarem a justiça social?



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