... Julgo que depois destes malabarismos, os currículos das pessoas com funções políticas activas com o propósito de praticar o bem comum de uma nação, devem ser exigidos e publicados em Diário da Republica para qualquer cidadão poder consultar e certificar-se das habilitações de cada politico. Não deve ser uma opção, mas uma condição contemplada numa lei própria para o efeito, pois como sabemos, nenhum trabalhador é admitido numa função numa empresa, sem referências e/ou curriculo académico/profissional. será verdade que o PS está "calado" neste caso da licenciatura de M. Relvas porque o Irmão Maçon António Seguro dos Bancos (da Universidade Lusófona) foi um dos professores envolvido no processo?...
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Máfia Económica Global! "Wall Street e a Crise Financeira: Anatomia do Colapso Financeiro" Culpa Bancos, Moodys, Standard Poors, Goldman Sachs, Deutsche Bank, Supervisão e Desregulação dos Mercados! Relatório Elaborado Pela Comissão de Investigação do Senado dos EUA Desmonta A Conspiração; Acorda e Levanta-te Portugal, Espanha, Itália, Grécia; Os Banqueiros Que Paguem A Crise Que Criaram!



Uma investigação de dois anos, que culminou no relatório "Wall Street e a Crise Financeira: Anatomia do Colapso Financeiro"  ("WALL STREET AND THE FINANCIAL CRISIS: Anatomy of a Financial Collapse"), levada a cabo pela Senado dos EUA sobre as causas da crise financeira culminou na publicação de um relatório contendo 639 página condenado as grandes instituições financeiras, nomeadamente os bancos, os fundos de Hedge, as Agências de Rating e os órgãos reguladores do sistema financeiro. Citando uma riqueza de documentos internos e comunicações privadas "Wall Street e a crise financeira: Anatomia de um colapso financeiro" mostra ao detalhe uma série de actividades de negócios irresponsáveis e de carácter criminoso ​​que deixaram a economia global em desordem e estão a encaminhar os países pobres para o desastre. O Relatório mostra o criminoso modus operandi das Agências Moody's, S&P, Deutsche Bank e do famoso banco Goldman Sachs, a que pertencem António Borges e Carlos Moedas

Cartel de Bancos Inter-Alpha, BES, Goldman Sachs, RBS, JP Morgan, SANTANDER, RBS, UBS
Cartel de Bancos Inter-Alpha


Versão Inglesa English Version:
Truth About Global Economic Conspiracy Crash For Bailout's! Banks Mafia Scam Involving: Goldman Sachs, Deutsche Bank, Moodys, Standard Poors; Read Report: WALL STREET AND THE FINANCIAL CRISIS: Anatomy of a Financial Collapse, From The US Senate Investigation

  1. Introdução

  2. Sobre o Relatório da Sub-Comissão de Investigações Permanente do Senado dos Estados Unidos

  3. Elaboração do Relatório e Foco do Estudo

  4. Opinião do Senador Carl Levin Presidente do Comité de Segurança Interna e Assuntos Governamentais

  5. Conteúdo do Levin-Coburn Report

  6. Principais Causas da Crise Financeira

  7. Conclusões do relatório

    1. O relatório prova aquilo que muitos chamam Teorias de Conspiração

    2. Empréstimo de Alto Risco: Estudo de Caso do Washington Mutual Bank

      1. Nota Extra relatório

    3. Falhas da Entidade Reguladora: estudo de caso do Office of Thrift Supervision

    4. Ratings Combinados Nos Produtos de Crédito: estudo de caso da Moody e Standard & Poors

    5. Abusos Banco de Investimento: estudo de caso do Goldman Sachs e Deutsche Bank

    6. Goldman Sachs

      1. Nota Extra relatório

      2. 13,9 Biliões de Dólares Americanos Num Fundo de Apostas Contra Os Clientes

      3. Estratégias Goldman Sachs: Fundos de Apostas Contra Os Clientes

      4. Hudson

      5. Timberwolf

      6. Abacus

    7. Deutsche Bank

      1. Crap Pigs CDO Em Esquema de Ponzi

      2. CDO Machine

      3. Deutsche Bank Edge Fund $ 8 biliões Contra 102 Biliões de Dólares RMBS

  8. Recomendações do relatório

    1. Recomendações sobre empréstimos de alto risco

      1. Garantir "Hipotecas qualificadas de Baixo Risco"

      2. Exigir significativa retenção de risco.

      3. Salvaguarda contra produtos de alto risco.

      4. Exigir maiores reservas para empréstimos de amortização negativa.

      5. Salvaguardar carteiras de investimento do Banco

      1. Recomendações sobre falhas de regulação

        1. Desmantelamento Total da OTS

        2. Reforçar a Fiscalização

        3. Fortalecer CAMELS Ratings

        4. Avaliar os impactos dos empréstimos de alto risco

      2. Recomendações sobre ratings de crédito inflacionados

        1. Avaliar as agências de notação de crédito por Precisão na Análise

        2. Ajudar Os Investidores A Responsabilizar As Agências de Rating CRAs

        3. Fortalecer o Controle Sobre a Actuação das Agências de Notação de Crédito CRA

        4. Garantir Que As Agências de Rating Reconhecem o Risco

        5. Fortalecer a Divulgação Informação Compreensível, Consistente e Útil nas Classificações

        6. Reduzir a Dependência do Governo Relativamente aos Ratings

      3. Recomendações Relativas a Abusos dos Bancos de investimento

        1. Revisão das Operações Financeiras Estruturadas

        2. Barrar As Excepções de Negociação Entre Banco e Proprietário

        3. Projectar E Estabelecer Forte Proibição de Conflito de Interesses

        4. Estudo dos Bancos de Structured Finance

    2. Auto-Análise Crítica de Um Director da Moodys

    3. Tabelas

      1. Tabela do Deutsche Bank Contendo Totais Anuais em CDO Issuance Entre 2000-2009

      2. Tabela S&P Avaliação do Gemstone VII do Deutsche Bank Contendo Ratings Por Tranche

    4. A Crise dos EUA Torna-se Global Via Offshore

      1. Deutsche Bank Cayman Offshore

      2. Goldman Sachs OffShore

    5. Relatórios

      1. Relatório WALL STREET AND THE FINANCIAL CRISIS: Anatomy of a Financial Collapse

      2. Relatório Com a Documentação

    6. Autores Responsáveis




    Sobre o Relatório da Sub-Comissão de Investigações Permanente do Senado dos Estados Unidos


    Wall Street  e a crise financeira: Anatomia de um colapso financeiro é um relatório emitido em 13 de abril de 2011 pela Subcomissão Permanente de Investigações do Senado de Estados Unidos. O relatório de 639 página foi emitido sob a presidência do senador Carl Levin, tendo como o senador  Tom Coburn como lugar tenente. O quase-não-falado relatório,  é popularmente conhecido, por quem o conhece, como o Relatório Levin-Coburn (Levin-Coburn Report).

    Elaboração do Relatório e Foco do Estudo


    Após a realização de "mais de 150 entrevistas e depoimentos, tendo sido consultados dezenas de funcionários do governo, académicos e especialistas do sector privado", constatou-se que "a crise não foi um desastre natural, mas o resultado de uma conspiração envolvendo o que os banqueiros chamam de produtos financeiros complexos de alto risco, manifestos conflitos de interesse, o fracasso e laxismo das autoridades reguladoras, a cumplicidade das agências de classificação de crédito, e manipulação do próprio mercado, para alimentar os excessos de Wall Street.


    Opinião do Senador Carl Levin, Presidente do Comité de Segurança Interna e Assuntos Governamentais


    Numa entrevista, o senador Levin observou que:


    "A esmagadora evidência é que estas instituições enganaram os seus clientes e enganaram o público, e eles foram auxiliados e instigados pelos reguladores e pelas agências de classificação de crédito que tinham conflitos de interesse."

    Conteúdo do Levin-Coburn Report


    Até ao final de sua investigação de dois anos, a equipe acumulou 56 milhões de páginas de memorandos, documentos, folhetos e e-mails. O relatório, contém notas de rodapé e referências 2.800 milhares de documentos internos com foco em quatro áreas principais de preocupação com o fracasso do sistema financeiro: empréstimos hipotecários de alto risco, a falta de reguladores para impedir tais práticas, avaliações de crédito favoráveis (de acordo com o valor pago pelo avaliado), e os abusos do sistema controlado pelos bancos de investimento. O relatório também emitiu várias recomendações para a acção futura a respeito de cada uma dessas categorias.

    Principais Causas da Crise Financeira



    Honestidade, Corrupção, Crise, Bancos, Apoio, Pobre, Rico, Trabalho, Portugal, Espanha, Itália, Grécia, Euro, Europa

    O relatório incide sobre o que ele diz serem as quatro principais causas da crise financeira, e começa por se concentrar sobre o impacto provocado pelos credores de hipotecas de alto risco, usando Washington Mutual Bank (WaMu) como um exemplo. A partir de 2004, WaMu embarcou numa estratégia de empréstimos enfatizando empréstimos de alto risco. Ao mesmo tempo, o banco estava envolvido numa série de práticas de empréstimos questionáveis ​​incluindo operações de direccionamento transformando hipotecas convencionais em produtos Tóxicos de alto risco, com recurso a fundos de Edge a apostar contra o mercado. Idêntico papel tiveram o Deutsche e a Goldman Sachs.


    Conclusões do relatório



    O relatório descobriu que os quatro aspectos causadores da crise foram todos interligados para facilitar as práticas de risco que levaram ao colapso do sistema financeiro global. Os banqueiros credores, para maximizar os lucros, securitizaram os empréstimos á habitação habitação, através do que chamam de produtos complexos,  apostando contra esses mesmos produtos através de operações de subscrição subprime, predando os compradores não qualificados para maximizar os lucros. Isto é: só é qualificado quem faz parte do gang.. As agências de classificação de crédito (agências de rating de avaliação combinada), classificaram esses títulos com classificação de investimento seguro (AAA), o que facilitou a sua venda a investidores de todo o mundo. Tal como Vítor Constâncio (falhou na Regulação BPN e BCP, sendo depois promovido para o BCE), também nos EUA, os  Reguladores de valores mobiliários federais falharam na execução do seu dever de garantir os empréstimos sãos e salvos da gestão de risco pelos credores e bancos de investimento. Os bancos de investimento projectaram e promoveram complexos produtos financeiros, sem qualidade e pobres compostos por esses empréstimos à habitação de alto risco.

    O relatório prova aquilo que muitos chamam Teorias de Conspiração 

    Merkel A Ditadora Gorda NAZI, Merkel,Ditadora, Gorda, NAZI, Mafia, Crise

    Os Banqueiros incentivam os investidores utilizando swaps de crédito apostando fortemente apostar no fracasso desses produtos financeiros e que geriram e gerem uma complexa teia de conflitos de interesse, em que são eles os próprios a si apostar contra os produtos comercializados e vendidos, defraudando seus próprios clientes. A conivência destas quatro instituições levou ao surgimento de uma enorme bolha de títulos com base no crédito à habitação de alto risco. Quando os compradores não qualificados entram em incumprimento com as suas hipotecas, o sistema financeiro mundial incorre em perdas maciças. E é aí que se comprova o que estamos cansados de afirmar:, entra o Resgate aos países para salvar os bancos.

    Empréstimo de Alto Risco: Estudo de Caso do Washington Mutual Bank



    Através de um estudo de caso do Washington Mutual Bank (WaMu), o relatório constatou que, em 2006, o WaMu começou a apostar em empréstimos de alto risco para ter lucros mais elevados. Um ano depois, essas hipotecas começaram a falhar, junto com os títulos lastreados em hipotecas do banco oferecidos como garantia. Como acionistas perderam a confiança, os preços das acções caíram e o banco sofreu uma crise de liquidez. The Office of Thrift Supervision, o regulador chefe colocou o banco WaMu sob intervenção do Federal Deposit Insurance Corporation (FDIC), que depois vendeu o banco ao JPMorgan. Se a venda não tivesse sido efectuada, diz que os activos tóxicos detidos pelo WaMu teriam esgotado completamente o fundo de seguro do FDIC.

    Nota Extra relatório

    • Assim, como é de esperar, esses fundos foram transferidos á escala global, como na altura foi referido por cronista, creio que da Blomberg


    O relatório concluiu que WaMu vendeu hipotecas de taxa ajustável de alto risco (ARM opção) a granel, especificamente para o Federal National Mortgage Association (Fannie Mae) e Federal Home Loan Mortgage Corporation (Freddie Mac). WaMu também vendeu frequentemente estes empréstimos a compradores não qualificados e estaria a atrair compradores com curto prazo "teaser" taxas que dispararia mais tarde no prazo. O relatório descobriu que WaMu e outros grandes bancos estavam inclinados a fazer essas vendas arriscadas porque os empréstimos de maior risco e títulos lastreados por hipotecas vendidos por preços mais altos em Wall Street. Esses credores, no entanto, simplesmente passaram o risco para os investidores ao invés de absorvê-los eles mesmos. E advinha prá onde? Ora, via Offshore Global.

    Falhas da Entidade Reguladora: estudo de caso do Office of Thrift Supervision



    A entidade reguladora, Office of Thrift Supervision (OTS), foi citado no relatório como um grande culpado em colapso financeiro, por sua "incapacidade de parar as práticas inseguras e insalubres que levaram à morte do Washington Mutual" Enquanto OTS identificou mais de 500 irregularidades em WaMu, tal como no caso BPN BCPeles não tomaram qualquer ação regulatória contra o banco. OTS terá, repetidamente solicitado acção corretiva, mas o banco nunca passou cartão. O relatório também cita a cultura reguladoa dentro da OTS como uma questão que exacerbou a falta de fiscalização. OTS consistentemente referia os bancos que supervisionava como seus "eleitores". Eles pediam aos bancos para corrigir os problemas, em vez de impor regulação, apesar de os bancos raramente seguirem conselhos e raramente cumprirem acordos.

    Ratings Combinados Nos Produtos de Crédito: estudo de caso da Moody e Standard & Poors

    Moodys, Crise, Económica, Anonymous, S&P, Standard & Poors, Crise Portugal


    O estudo de caso de Moody Investors Service, Inc. (Moody) e Standard & Poor Financial Services LLC (S & P) expôs uma combinação de leituras imparciais e conflitos de interesse dentro da comunidade de agências de classificação de crédito. Devido à falta de regulamentação, as agências foram capazes de colocar a quantidade recebida sobre a qualidade do rating dos títulos. As Agências de notação de crédito foram pagas pelas empresas de Wall Street para efectuar o seu serviço de avaliação e classificação de risco financeiro, de acordo com o pagamento. Se as agências de notação de crédito efectuassem a emissão de uma classificação abaixo de TripleA (AAA), eram ameaçadas de ficar fora do negócio pelas empresas de Wall Street de que dependiam e dependem. Nos anos que antecederam a crise de 2008, a Moody e S & P avaliaram dezenas de milhares de fundos imobiliários norte-americanos (residencial mortgage-backed securities) (RMBS) e obrigações de dívida garantidas (CDOs). Moody e S & P regularmente manipularam os votos, dando classificações fraudulentas de grau AAA para a maioria dos RMBS e títulos CDO, embora muitos foram baseados nos empréstimos à habitação de alto risco. Em 2006, os empréstimos à habitação de alto risco começou a falhar, ainda assim, Moodys e S & P continuuaram, durante 6 meses, a emitir classificações AAA para os títulos de má qualidade. Após os CDOs e os títulos RMBS que consistiam nestes empréstimos para habitação, começarem a incorrer em perdas elevadasas agências de rating mudaram de rumo e rapidamente começaram a rebaixar esses títulos de alto risco. O mercado de RMBS e CDO, agora já saturado com ativos tóxicos e não-comercializáveis, levou á queda abrupta dos títulos. Tradicionalmente, os títulos AAA rated tinham menos de um 1% de probabilidade de inadimplência. Em 2007, a maioria dos RMBS e títulos CDO com classificação AAA sofreram perdas. 90% das classificações AAA dadas a títulos subprime RMBS originou em 2006 e 2007 foram mais tarde rebaixadas ao status de lixo por agências de notação de crédito.

    Abusos dos Banco de Investimento: estudo de caso do Goldman Sachs e Deutsche Bank

    Pedro Passos Coelho, BES, Máfia, crime, Bancos, Governo, Portugal, Austeridade, BCP
    Passos Coelho dos Bancos de Investimento,
    a menos de um mês antes das eleições,
    em que enganou os portugueses que votaram nele,
    fez uma visita relâmpago á City de Londres,
    onde foi falar com os responsáveis da Goldman Sachs
    Isto consta no Programa Eleitoral do PSD


    O relatório cita os bancos de investimento como um jogador importante na preparação da crise, e usa um estudo de caso de dois principais participantes no mercado hipotecário dos EUA, Goldman Sachs e Deutsche Bank. O estudo de caso revelou que, entre 2004 e 2008, os bancos concentraram seus esforços fortemente em RMBS e títulos CDO, complexos e em produtos financeiros de alto risco que poderam empacotar e vender a investidores que desconhecem a composição do produto. As instituições financeiras emitiu US $ 2,5 trilhões em RMBS e US $ 1,4 trilhão em títulos CDO. Eles criaram mesas de operações de grande porte que tratam estritamente de RMBS e títulos CDO. Mais alarmante, suas mesas de negociação começou a tomar apólices de seguro contra a RMBS e títulos CDO, permitindo que aposta na queda do valor de seus activos próprios. Eles agiram em muitos casos, como um intermediário entre duas partes opostas apostando em ambos os lados do valor futuro. Essa prática levou a um conflito flagrante de interesse no mercado de valores mobiliários, como os bancos usaram "líquidos" posições curtas, em que eles apostaram na queda de um segurança, para lucrar com a falha de um segurança que havia vendido para seu próprio cliente .

    Indignati Italia, Indignati, Italia, Rivoluzzioni, Revolution, mse
    Indigna-te

    Goldman Sachs


    O estudo de caso do Goldman Sachs exemplifica este conflito de interesses. Eles subscreveu cerca de US $ 100 bilhões em títulos RMBS e CDOs em 2006 e 2007. Quando viram os seus títulos a desvalorizar, em vez de alertarem os investidores para ficarem longe desses produtos, eles começaram a desenvolver uma posição curta que lhes permitir lucrar apostando contra esses produtos com o inevitável colapso do mercado de hipotecas, colapso por eles desencadeado.

    Nota Extra relatório


    • Este tipo de operação, em que a Goldman tem experiência de longa data, com uma longa série de crises e falências de empresas, ao longo dos seus aproximados 150 anos de existência, Inclusive com participação na crise de 1920. Mas isso é uma longa história.
    • Também importa lembrar que fora estas atitudes que Greg Smith a apresentar a carta de demissão.
    • Para quem não sabe, esta operação criminosa, passa por constituir um ou vários Fundos de Edge e apostar fortemente nas oscilações diárias em Bolsa, como fazem diariamente na União dos rabos pró ar a que chamam de Europeia, com o objectivo de obrigarem a população a arriar as calças. A este respeito, é importante salientar o que o Gang do Salgado fez com a Portugal Telecom.

    Continuando as Operações da Goldman Sachs

    13,9 Biliões de Dólares Americanos Num Fundo de Apostas Contra Os Clientes


    Eles amassaram 13,9 bilhões dólares americanos em curto, e fizeram US $ 3,7 bilhões em lucro em 2007 com o declínio do mercado de hipotecas, declinio por eles também impulsionado. Eles venderam RMBS e títulos CDO aos seus próprios clientes, sem notificá-los do seu conflito de interesses, em que eles tinham um fundo multi-bilionária em apostas de curta duração contra o mesmo produto.

    Estratégias Goldman Sachs: Fundos de Apostas Contra Os Clientes


    O estudo de caso analisa ainda quatro CDOs vendidos pelo Goldman conhecido como Hudson 1, Anderson, Timberwolf, e Abacus 2007-AC1. O estudo descobriu que o Goldman, às vezes, assumiu activos de risco que tinham em seu inventário e despejou-os nesses CDOs. Eles conscientemente incluíram ativos de má qualidade e baixo valor e pobres nesses fundos, e em três dos CDOs, que haviam tomado uma posição curta contra o CDO.

    Goldman Sachs vendeu seus próprios ativos tóxicos aos seus clientes, passando depois a apostar contra eles, sem qualquer notificação a ninguém sobre seu conflito de interesse.

    Hudson


    No caso de um Hudson, Goldman levou uma curta 100% contra o CDO de US $ 2 biliões, e, em seguida, vendeu o CDO aos seus clientes. A segurança logo perdeu valor, e enquanto os seus clientes perderam seus investimentos, Goldman fez US $ 1,7 bilões de lucro.

    Timberwolf

    No CDO Timberwolf, Goldman vendeu os títulos acima do valor real aos seus clientes, logo em seguida, baixou o preço após a venda, fazendo com que os seus clientes acabassem incorrendo em consideráveis perdas rápidas. A Garantia Timberwolf perdeu 80% de seu valor no espaço de 5 meses e é inútil hoje.


    Abacus

    No caso do CDO Abacus, Goldman não tomar uma posição curta, mas permitiu Paulson & Co. Inc., um fundo de hedge com relações com o ex-secretário do Tesouro e executivo do Goldman, Henry Paulson, para selecionar os activos incluídos no CDO. Goldman comercializou-os e vendeeu essa insegurança aos seus clientes, sem nunca revelar o papel do Paulson & Co. Inc. no processo de selecção de activos ou o facto de que o CDO foi projectado para perder valor em primeiro lugar. Hoje, os títulos Abacus são inúteis, enquanto o fundo de hedge Paulson fez cerca de US $ 3 bilhões.

    Deutsche Bank

    Crap Pigs CDO Em Esquema de Ponzi


    No estudo de caso o Deutsche Bank, o relatório concentra a atenção em volta do trader chefe do banco, Greg Lippmann. Ele alertou os colegas de que os títulos RMBS e CDO eram "porcaria" e "porcos" (crap and pig) e poderia ganhar dinheiro tendo calções contra eles. Ele previu que os títulos perderiam valor e chamou a operação CDO da indústria financeira como um "esquema de Ponzi".

    CDO Machine


    Deutsche Bank tomou uma posição 5.000.000.000 $ curto contra o mercado de RMBS 2005-2007, ganhando um lucro de US $ 1,5 biliões. Os estudos de caso dessas duas empresas de investimento também mostram que, mesmo que a inadimplência de hipotecas aumentou em 2008, os bancos continuaram a comercializar fortemente CDOs e títulos RMBS aos seus clientes. Os bancos sabiam que se fossem parar a sua "máquina de CDO" que estavam produzindo lucros recordes e bônus executivos recordes, as empresas teriam de cortar seus excessos e fechar suas mesas CDO. Os estudos mostram como as credit default swaps que os investidores e os próprios bancos permitidos de fazer apostas em ambos os lados do desempenho de uma garantia de segurança intensificaram o risco de mercado.


    Deutsche Bank Edge Fund de $ 8 biliões Contra 102 Biliões de Dólares RMBS


    Grupo Deutsche Bank RMBS, em Nova York, por exemplo, construiu uma carteira de 102 bilião dólares em títulos RMBS, e ao mesmotempo, construiu um fundo de hedge afiliado em CDO de US $ 8 biliões de dolares,  usado para apostar contra o produto, gerido pela Winchester Capital.

    Conclusão Sobre o Papel dos Bancos Na Crise


    Finalmente, eles mostram que as técnicas de negociação sem escrúpulos nos bancos levou a "perdas dramáticas no caso do Deutsche Bank e os conflitos de interesse revelado, no caso do Goldman Sachs." O Relatório concluiu que os bancos de investimento eram a "força motriz" por trás do risco-laden expansão do mercado CDO e RMBS no sistema financeiro dos EUA, e que os bancos foram a principal causa da própria crise.

    Recomendações do relatório



    Recomendações sobre os empréstimos de alto risco



    Garantir "Hipotecas Qualificadas de Baixo Risco"

    As Autoridades Reguladoras reguladores devem usar sua autoridade reguladora para garantir que todas as hipotecas são consideradas de baixo risco "qualificados hipotecas residenciais" têm um baixo risco de inadimplência ou padrão.

    Exigir significativa retenção de risco.

    Os reguladores federais devem emitir um requisito de retenção forte risco nos termos do Artigo 941, exigindo a retenção não inferior a um risco de crédito de 5% em cada um, ou uma amostra representativa de, parcelas de uma securitização de ativos apoiado, e por restrição de cobertura deslocamento de um razoável, mas período limitado de tempo.

    Salvaguarda contra produtos de alto risco.

    Reguladores bancários federais devem proteger o dinheiro do contribuinte, exigindo que bancos com alto risco de produtos financeiros estruturados, incluindo produtos complexos, com pouco ou nenhum dados de desempenho confiáveis, para atender reserva perda conservador, liquidez e necessidades de capital.

    Exigir maiores reservas para empréstimos de amortização negativa.

    Reguladores bancários federais devem usar sua autoridade reguladora para exigir dos bancos emissores negativamente amortizar empréstimos que permitem aos tomadores de adiar os pagamentos de juros e principal, para manter a perda de mais conservador, liquidez e reservas de capital.

    Salvaguardar carteiras de investimento do Banco.

    Reguladores bancários federais devem usar a seção 620 bancário estudo para identificar atividades de alto risco produtos financeiros estruturados e impor um limite razoável sobre o valor de tais produtos de alto risco que pode ser incluído na carteira de um banco de investimento.

    Recomendações sobre falhas de regulação



    Desmantelamento Total da OTS

    O Escritório do Controlador de Moeda (OCC) deve concluir o desmantelamento do Escritório de Supervisão Económica (OTS), apesar das tentativas de alguns funcionários OTS para preservar a identidade da agência e influência dentro da OCC.

    Reforçar a Fiscalização.

    Reguladores bancários federais devem realizar um exame de suas principais instituições financeiras para identificar aqueles com graves deficiências em curso, e rever sua abordagem de execução a estas instituições para eliminar qualquer política de deferência à gestão bancária, classificação inflacionados camelos, ou a utilização de lucros de curto prazo para desculpar actividades de alto risco.

    Fortalecer CAMELS Ratings.

    Reguladores bancários federais deve empreender uma revisão completa do sistema de classificação CAMELS para produzir classificações que sinalizem se uma instituição deve operar de forma segura e ao longo de um determinado período de tempo, os ratings de activos de qualidade que reflitam os riscos embutidos em vez de lucros a curto prazo, avaliações de gestão que refletem qualquer falha em curso para corrigir deficiências identificadas, e as avaliações de composição que desencorajam os riscos sistêmicos.

    Avaliar os impactos dos empréstimos de alto risco.

    O Financial Stability Oversight Council deve realizar um estudo para identificar as práticas de alto risco de crédito em instituições financeiras, e avaliar a natureza ea importância dos impactos que estas práticas podem ter sobre os sistemas financeiros dos Estados Unidos como um todo.

    Recomendações sobre ratings de crédito inflacionados


    Avaliar as agências de notação de crédito por Precisão na Análise.


    A SEC deve usar a sua autoridade reguladora para classificar as Nacionalmente Reconhecidas organizações de classificações estatísticas em termos de desempenho, em particular na precisão de suas avaliações.

    Ajudar Os Investidores A Responsabilizar As Agências de Rating CRAs.

    A SEC deve usar a sua autoridade reguladora para facilitar a capacidade dos investidores para processar  as agências de notação responsáveis ​​em acções cíveis para as classificações de crédito inflados, quando uma agência de classificação de crédito consciente ou inconscientemente falhar para conduzir uma investigação razoável do nominal security.14

    Fortalecer o Controle da Actuação Sobre as Agências de Notação de Crédito CRA

    A SEC deve usar sua inspecção, exame, e a autoridade reguladora para assegurar que as agências de notação de crédito instituem controles internos, metodologias de rating de crédito, e os conflitos empregado de garantias de juros que precisão classificação antecipadamente.

    Garantir Que As CRAs Reconhecem o Risco.

    A SEC deve usar sua inspecção  exame, e autoridade reguladora para assegurar que as agências de notação de crédito atribuem maior risco de instrumentos financeiros cujo desempenho não pode ser confiavelmente previsto devido à sua novidade ou complexidade, ou que dependem de ativos de terceiros com um registo para a emissão de má qualidade ativos.

    Fortalecer a Divulgação Informação Compreensível, Consistente e Útil nas Classificações

    A SEC deve exercer a sua autoridade no âmbito da secção nova 78o-7 (s) do título 15 para garantir que as agências de notação de crédito completam as necessárias novas formas avaliações até o final do ano e que as novas formas fornecem informação compreensível, consistente e útil nas classificações e informações aos investidores, incluindo testar as formas propostas com investidores reais.

    Reduzir a Dependência do Governo Relativamente aos Ratings

    Os reguladores federais devem reduzir a dependência do governo federal nas classificações de crédito de emissão privada.

    Recomendações Relativas a Abusos dos Bancos de investimento



    Revisão das Operações Financeiras Estruturadas

    Os reguladores federais devem rever os RMBS, CDO, CDS e atividades ABX descritos neste relatório para identificar eventuais violações da lei e para estudar formas de reforçar as proibições reguladoras existentes contra práticas abusivas envolvendo produtos financeiros estruturados.

    Barrar As Excepções de Negociação Entre Banco e Proprietário

    Para garantir uma proibição significativa sobre o comércio de propriedade nos termos do Artigo 619, qualquer excepção a essa proibição, como por marketmaking ou actividades de redução dos riscos de cobertura, deve ser estritamente limitado nos regulamentos de aplicação para natividades que servem os clientes e reduzir o risco.

    Projectar E Estabelecer Forte Proibição de Conflito de Interesses

    As Entidades Reguladores devem estabelecer forte proibição de conflito de interesses-juros nas Seções 619 e 621 deve considerar os tipos de conflitos de interesse no estudo de caso do Goldman Sachs, como identificado no Capítulo VI (C) (6) do presente relatório.

    Estudo dos Bancos de Structured Finance

    Os Reguladores devem conduzir o estudo das natividades bancárias sob a Seção 620 e devem considerar o papel dos bancos federais segurados em projecto  comercialização e os de investimento em produtos financeiros estruturados com riscos que não podem ser confiavelmente medidos e swaps de crédito nuas padrão ou sintéticos instrumentos financeiros.

    Auto-Análise Crítica Director da Moodys


    Olhando para trás, após o primeiro choque da crise, um director de Moody ofereceu esta auto-análise crítica:

    "Por que não imaginar que o crédito iria apertar depois de ser solto, e os preços da habitação cairiam depois de subir, depois de saber que todos os acontecimentos econômicas são cíclicas e bolhas inevitavelmente estouram. Combinados, esses erros nos fazem olhar ou incompetente em análise de crédito, ou como vendemos nossa alma ao diabo para obter receita, ou um pouco de ambos. "

    Tabela do Deutsche Bank Contendo Totais Anuais em CDO Issuance Entre 2000-2009


    Deutsche Bank Total Annual CDO Issuance 2000-2009

    Year
    Total CDO Issuance ($ in
    billions)
    2000
    67.99
    2001
    78.45
    2002
    83.07
    2003
    86.63
    2004
    157.82
    2005 
    251.27
    2006
    520.64
    2007
    481.60
    2008
    61.89
    2009
    4.34

    Tabela S&P Avaliação do Gemstone VII do Deutsche Bank Contendo Ratings Por Tranche


    Gemstone VII Ratings by Tranche

    Tranche Initial Rating: Date 1st Downgrade:
    Date
    2nd Downgrade:
    Date
    3rd Downgrade:
    Date
    Class A-1a AAA: March 15, 2007 A+: Feb. 5, 2008 BB+: July 11, 2008 CC: August 19, 2009
    Class A-1b AAA:
    March 15, 2007
    B-: Feb. 5, 2008 CC: July 11, 2008 n/a
    Class A-2 AAA: March 15, 2007 AA-: Nov. 21, 2007 CCC-: Feb. 5, 2008 CC: July 11, 2008
    Class B AA: March 15, 2007 BBB: Nov. 21, 2007 CC: Feb. 5, 2008 n/a
    Class C A: March 15, 2007 B-: Nov. 21, 2007 CC: Feb. 5, 2008 n/a
    Class D  BBB: March 15,
    2007
    CCC+:
    Nov. 21,
    2007
    CC: Feb. 5, 2008 n/a
    Class E  BB+: March 15, 2007 CCC: Nov. 21, 2007 CC: Feb. 5, 2008 n/a
    Preference
    Shares
    Not rated
    Source:  S&P

    A Crise dos EUA Torna-se Global Via Offshore


    O Relatório mostra-nos que quando as investigações começaram, os banqueiros, começaram a intensificar as operações via Offshore.

    Como sabemos, em 2008 começa a crise na Islândia, logo rejeitada pelo povo... depois passou para a Irlanda, Grécia, Portugal, Espanha, Itália - tudo isto acontece graças aos fundos de Hedge, cuja função é apostar contra o mercado -

    Deutsche Bank Cayman Offshore


    Para emitir os títulos CDO, Deutsche Bank estabeleceu uma empresa offshore nas Ilhas Cayman chamada Gemstone CDO VII, Ltd.1357 Para administrar a corporação, o Deutsche Bank nomeou o seu afiliado nas Cayman Island, Deutsche Bank Cayman, que é uma confiança licenciado company.1358 Como administrador, o Deutsche Bank Cayman desde Gemstone 7 com os serviços administrativos necessários para operar a securitização CDO, incluindo, mas não limitado a, fornecimento de instalações de escritórios e pessoal de secretariado, manter os livros e registos exigidos por lei Cayman, nomeando pelo menos dois directores Cayman, e agindo como o secretário de Acções para partes Gemstone.

    Investimento de longo prazo HBK em Gemstone. HBK rotineiramente comprou a parcela de equivalência patrimonial, também conhecido como o interesse residual, em todas as suas ofertas de Pedras Preciosas, incluindo Gemstone7.1361 HBK disse a investidores em sua apresentação de vendas que "HBK manteve 100% do capital das operações de CDO, resultando em forte alinhamento de interesses entre HBK e investidores. " De acordo com Kevin Jenks, gerente de garantia de HBK, HBK tinha um" buy and hold "abordagem a todo o seu Gemstone CDOs. HBK também disse à Subcomissão que participou em Gemstone 7 com" o objectivo de obtenção de longa exposição à garantia do CDO, numa base alavancada, através de propriedade do interesse residual ".

    HBK ofertas eram conhecidos por conter concentrações médias acima de BB ou mais baixas activos classificado, mas HBK se orgulhava de sua capacidade de executar uma análise aprofundada e testes de estresse precisos sobre os activos que selecionou para seu HBK CDOs.1365 espera receber um retorno de 15% do seu investimento no capital tranche. Na sua apresentação aos investidores, HBK declarou: "A empresa se esforça para fornecer superiores ajustados ao risco taxas de retorno com volatilidade relativamente baixa e correlação relativamente baixa com índices de mercado mais importantes." Apresentação  HBK também afirmou que, a partir de janeiro de 2007, ele tinha apenas três rebaixamentos em seu portfólio de segurança garantidos por activos, e que sua actualização para o rácio de rebaixamento foi 23-3, Investidores M & T Bank, que comprou mais tarde Gemstone sete títulos, disse à Subcomissão que contava com o HBK afirmações ao escolher o que achava que era um investimento com "risco mínimo".

     Goldman Sachs OffShore

    Além disso, o Goldman normalmente estabelecido uma doméstica e uma empresa offshore para actuar como os proprietários nominais de dinheiro de entrada a securitização de, activos e títulos de garantia, para servir os emissores reais dos valores mobiliários, e para executar determinados serviços administrativos. Goldman também estabeleceu mecanismos para a manutenção de qualquer hipotecas subjacentes. Em alguns CDOs, Goldman ou sua afiliada, desde serviços adicionais, bem como, atuando em papéis como o agente de selecção de títulos dados em garantia, a garantia colocar provedor, ou o agente de liquidação acusado de vender activos depreciados. Goldman também usou suas vendas globais forçar para comercializar seus títulos a investidores de todo o mundo, normalmente venda de valores mobiliários de emissão da Goldman CDO através de uma colocação privada e títulos RMBS através de uma oferta pública.

    No final de 2006, quando subprime de hipotecas residenciais começaram a sofrer maior do que as taxas esperadas de inadimplência, fraude e padrão, e seu estoque de hipotecários activos relacionados começaram a perder valor, Goldman tomou uma série de ações. Ele vendeu os ativos hipotecários relacionados em seu inventário; voltou empréstimos de má qualidade para os credores de que foram comprados e exigiu o reembolso; limitados novas securitizações RMBS; vendido ou os ativos securitizados em suas contas de depósito RMBS; limitados novas securitizações CDO para as operações já em o gasoduto, e os activos vendidos a partir de CDOs descontinuadas.

    Durante todo este processo, o Goldman fez um esforço de venda de títulos de securitização dos CDO e RMBS tinha origem, mesmo quando esses títulos incluídos ou referenciados os ativos de má qualidade e começou a perder valor. Muitos dos títulos CDO e RMBS que o Goldman vendidos aos seus clientes sofreram prejuízos substanciais. As perdas generalizadas causadas por CDO e RMBS títulos originados por bancos de investimento são uma das principais causas da crise financeira que afetou o sistema financeiro global em 2007 e 2008.

    Relatório WALL STREET AND THE FINANCIAL CRISIS: Anatomy of a Financial Collapse




    Relatório Com a Documentação



    Autores Responsáveis


    United States Senate PERMANENT SUBCOMMITTEE ON INVESTIGATIONS
    Committee on Homeland Security and Governmental Affairs
    Carl Levin, Chairman
    Tom Coburn, Ranking Minority Member
    WALL STREET AND THE FINANCIAL CRISIS: Anatomy of a Financial Collapse
    MAJORITY AND MINORITY STAFF REPORT
    PERMANENT SUBCOMMITTEE ON INVESTIGATIONS
    April 13, 2011
    SENATOR TOM COBURN, M.D.
    Ranking Minority Member
    PERMANENT SUBCOMMITTEE ON INVESTIGATIONS
    ELISE J. BEAN
    Staff Director and Chief Counsel
    ROBERT L. ROACH
    Counsel and Chief Investigator
    LAURA E. STUBER
    Counsel
    ZACHARY I. SCHRAM
    Counsel
    DANIEL J. GOSHORN
    Counsel
    DAVID H. KATZ
    Counsel
    ALLISON F. MURPHY
    Counsel
    ADAM C. HENDERSON
    Professional Staff Member
    PAULINE E. CALANDE
    SEC Detailee
    MICHAEL J. MARTINEAU
    DOJ Detailee
    CHRISTOPHER J. BARKLEY
    Staff Director to the Minority
    ANTHONY G. COTTO
    Counsel to the Minority
    KEITH B. ASHDOWN
    Chief Investigator to the Minority
    JUSTIN J. ROOD
    Senior Investigator to the Minority
    VANESSA CAREIRO
    Law Clerk
    BRITTANY CLEMENT
    Law Clerk
    DAVID DeBARROS
    Law Clerk
    ERIN HELLING
    Law Clerk
    HELENA MAN
    Law Clerk
    JOSHUA NIMMO
    Intern
    ROBERT PECKERMAN
    Intern
    TANVI ZAVERI
    Law Clerk
    MARY D. ROBERTSON
    Chief Clerk


    http://hsgac.senate.gov/public/_files/Financial_Crisis/FN1462-1576.pdf
    http://www.hsgac.senate.gov//imo/media/doc/Financial_Crisis/FinancialCrisisReport.pdf?attempt=2

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    Medicina Natural Cannabis A Erva Medicinal: Investigação Cura e Tratamento Cancro Comprova Que A Marijuana Trava Metástases de Cancros Agressivos; Estudo de Terapia Com Maconha Efectuado Por Cientistas do California Pacific Medical Center, São Francisco EUA



    Investigação revela que derivado da marijuana trava metástases de cancros agressivos. Já anteriormente publicámos aqui um estudo da Universidade de Alberta sobre a utilização da cannabis para combater a falta de apetite e minimizar os efeitos da quimioterapia em doentes com cancro, agora surge mais este em que cientistas do California Medical Center levaram 20 anos para chegar á conclusão de que a cannabis ajuda a travar cancros agressivos, mas nós afirmamos que a c"annabis cura o cancro e que foi proibida precisamente, devido ás suas propriedades curativas e outras, visto ser um produto natural , não poder ser patenteado, logo, não dar lucro e fazer "concorrência desleal" aos interesses corporativos da grande industria farmacêutica a Big Pharma.


    Sobre o que acabámos de afirmar, temos vários estudos e testemunhos que o comprovam, publicados em inglês numn outro dos nossos sites. Entre eles encontra-se o testemunho do canadiano Rick Simpson, o documentário "Run From The Cure". Um outro estudo de regressão espontânea de um tumor cerebral, após tratamento com cannabis. Ainda no mesmo website temos uma reportagem da BBC em que um responsável da big Pharma confirma que a cannabis cura o cancro.


    Cientistas do California Pacific Medical Center, em São Francisco (EUA), descobriram que um composto derivado da marijuana pode ajudar a travar metástases em vários tipos de cancros mais agressivos, potencialmente alterando a fatalidade associada a estes casos.

    California, Cancro, Cannabis, Cientistas, Cura, Erva, EUA, Investigação, Medicinal, Tratamento,


    «Levou-nos cerca de 20 anos de investigação para concluir isto, mas estamos muito entusiasmados», sublinhou Pierre Desprez, um dos investigadores por trás da descoberta, em declarações ao HuffingtonPost.
    «Queremos começar os testes tão cedo quanto possível», referiu.
    A descoberta, que foi noticiada primeiro pelo The Daily Beast, já resultou em testes tanto em laboratório comoem animais. Demomento aguarda-se permissão para iniciar testes em humanos.
    Desprez, cientista da área da biologia molecular, passou décadas a estudar o ID-1, gene responsável pela propagação do cancro.
    Entretanto, Sean McAllister estudou os efeitos do «Cannabidiol», ou CBD, um composto não-tóxico e não-psico-activo presente na planta cannabis.
    Por, o par colaborou e combinou o CBD com células que continham níveis elevados de ID-1 numa caixa de petri. «O que descobrimos foi que o Cannabidiol podia desligar o ID-1», afirmou Desprez.
    «As células pararam de se propagar e voltaram o normal», esclareceu.
    «É por isto que a colaboração é tão importante na investigação científica. Nós provavelmente não teríamos descoberto isto sozinhos», considerou.
    O par de cientistas começou por publicar um relatório sobre a descoberta em 2007. Desde então, já descobriram que o CBD funcionou tanto em laboratório como em animais, mas agora têm outras boas notícias.
    «Começámos a investigar o cancro da mama. Mas descobrimos que o CBD funciona com muitos tipos de cancros agressivos: cérebro, próstata, qualquer tipo de cancro que tenha presença de níveis elevados de ID-1», explicou o biólogo.
    «Não registámos qualquer toxicidade nos animais que usámos nos testes, e o CBD já é aplicado em humanos para o tratamento de uma série de outros padecimentos», apontou.
    O composto é utilizado para aliviar náusea e ansiedade, e como não é psico-activo não provoca a «pedrada» associada ao Tetrahidrocanabinol (THC).

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    Alerta de Segurança: Detector de Ondas Cerebrais Permite Descobrir Dados Pessoais, Códigos Secretos, Passwords, Senhas de Cartões de Crédito; Isto São Riscos de Equipamento Gadget de VideoJogos Valor de 238 Euros 299 Dólares; Perigos do INDECT São Assustadores! Resultado da Investigação das Universidades Oxford Berkley Genova Apresentado Na Conferência USENIX Download do Estudo



    Detector de ondas cerebrais (Emotiv Epoc Neuroheadset) permite descobrir dados pessoais


    Investigação foi apresentada na 21ª edição da conferência USENIX

    University of Oxford Berkeley University of Geneva1NeuroFocus Press Release

    2012-09-03
    Uma equipa internacional de cientistas conseguiu descobrir numerosos dados pessoas através da análise de ondas cerebrais captadas por um detector que está disponível comercialmente - o Emotiv Epoc Neuroheadset. Este equipamento é usado para controlar videojogos e custa 299 dólares (238 euros), podendo ser comprado no site oficial da empresa. O estudo, que envolveu investigadores da Universidade de Oxford (Inglaterra), Universidade da Califórnia em Berkeley (EUA) e Genebra (Suíça) foi apresentado durante a 21ª edição da conferência USENIX, que se realizou em Agosto nos EUA (ver vídeo abaixo).



    Na experiência participaram 30 estudantes aos quais foi pedido que observassem, enquanto usavam o Emotiv, imagens de cartões de crédito, multibancos, vários mapas e números. Depois, tiveram de responder a uma pergunta.



    Interpretando as ondas cerebrais detectadas durante os exercícios, os cientistas conseguiram 'acertar' no mês de nascimento de 60 por cento dos participantes e no banco onde tinham conta e o local onde moravam 30 por cento deles.

    Conseguiram também descobrir números do código PIN do cartão bancário. Para o efeito, mostraram, aleatoriamente, números de 0 a 9 num ecrã, um de cada vez. Quando um dos números do código aparecia, registava-se uma alteração nas ondas.

    Protesto Internacional  e Petição Avazz Contra INDECT


    This page in fluent english - esta página em inglês aqui: Security Risks Assumptions On the Feasibility of Side-Channel Attacks With Brain-Computer Interface

    O estudo, intitulado «On the Feasibility of Side-Channel Attacks with Brain-Computer Interfaces» pode ser acedido aqui.

    Security Risks Assumptions Brain-Computer Interfaces Side-Channel Attacks Feasibility Threat Model EEG Devices Could be Abused To Capture Sensitiver Private Information Oxford Berkeley Genova Universities Study Download

    http://www.4shared.com/office/fX9KntBy/Security_Risks_Assumptions_Bra.html

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    Investigação Tratamento do Cancro: Cannabis Combate Falta de Apetite Provocado pela Quimioterapia Estudo da Universidade de Alberta, Canadá, Publicado na Revista Annals of Oncology da Sociedade Médica de Oncologia Europeia



    Cannabis combate falta de apetite provocada pela quimioterapia


     

    Estudo analisou doentes com cancro em estado avançado


     

    Uma investigação realizada na Universidade de Alberta, no Canadá, provou que uma das substâncias da cannabis, o tetrahidrocanabinol (THC), pode melhorar o apetite e a qualidade do sono de doentes oncológicos sujeitos a quimioterapia - um tratamento que afecta o olfacto e o paladar das pessoas, que começam a comer menos e, consequentemente, a perder peso.


    De acordo com Wendy Wismer, da universidade canadiana, este foi o primeiro estudo aleatório e controlado a mostrar que o THC aumenta o apetite em pacientes com cancro, além de ajudá-los a relaxar e a dormir.


    A importância deste trabalho acresce ainda pelo facto de não existirem, actualmente, tratamentos contra as alterações de sensibilidade provocadas pela quimioterapia.



    O estudo divulgado numa edição da prestigiada revista "Annals of Oncology", uma publicação da Sociedade Médica de Oncologia Europeia, foi conduzido entre Maio de 2006 e Dezembro de 2008, com 21 pacientes adultos, todos portadores de algum tipo de cancro em estado avançado - com excepção de tumores no cérebro -, e que tinham começado a alimentar-se menos como resultado da doença.

    Onze dos seleccionados tomaram comprimidos que continham THC (o principal responsável pela acção alucinogénica da planta de cannabis), enquanto os restantes foram medicados com placebos, embora nenhum dos participantes soubesse que substância estava a tomar.

    Sono e apetite melhorados


    Ao fim de 18 dias de tratamento, 73% por cento dos pacientes que consumiram THC revelaram pensar mais em comida, o que se verificou em apenas 30 por cento dos elementos do outro grupo. Além disso, a substância fez com que os alimentos parecessem ter um sabor melhorado para mais de metade dos participantes submetidos ao estudo. O mesmo aconteceu em dez por cento dos que não foram submetidos aos efeitos do THC.

    O apetite também aumentou para 64 por cento dos medicados com a substância da cannabis, sendo que nenhum disse estar com menos fome. No grupo que tomou placebos, metade dos pacientes sofreu perda de apetite e 20 por cento não registou qualquer mudança.

    De acordo com os investigadores, estes testes clínicos tiveram poucos participantes por estarem numa fase inicial, pelo que vão ser necessários estudos mais abrangentes.

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    Máfia Privatizações Portugal: Privatização da Água Na Agenda da Comissão Trilateral Portuguesa, Discutida no Fórum Portugal Global em Reunião no Salão Nobre do Instituto Investigação Científica Tropical em 1997



    Com Mário Lino e Pedro Serra à mesa
    Privatização da água na agenda da Trilateral


    Quatro gestores públicos, um gestor privado e um jurista integraram em 1997 uma comissão de direcção constituída, no âmbito da associação de empresas que financiam o grupo português da Comissão Trilateral, para debater as águas nacionais e peninsulares e abordar o modelo de privatização para este sector.

    O relatório foi aprovado numa reunião realizada em 29 de Abril desse ano, no salão nobre do Instituto de Investigação Científica Tropical, em Lisboa, e na qual também participaram como membros do grupo consultivo a ex-ministra do Ambiente Teresa Gouveia e João Joanaz de Melo, do GEOTA. O documento foi entregue em 13 de Novembro de 1997 ao Presidente da República, Jorge Sampaio, ao Presidente da Assembleia da República, Almeida Santos, e ao primeiro-ministro, António Guterres.
    Dos seis especialistas do sector que colaboraram com a Trilateral e com o sector privado nacional, um é hoje ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações e outro é presidente da Águas de Portugal. Em 1997, Mário Lino, o ministro em funções, era presidente da Águas de Portugal e administrador do IPE (Investimentos e Participações Empresariais) e Pedro Serra era presidente do Instituto da Água (INAG).

    Os quatro restantes convidados da direcção do Fórum Portugal Global e da Trilateral eram Paulo Canelas de Castro (do escritório de A. Barbosa de Melo & P. Canelas de Castro), João Baú (presidente da EPAL e administrador da Águas de Portugal), Frederico Melo Franco (presidente da Luságua) e João Bártolo (administrador do IPE).

    Paulo Canelas de Castro mantém a sua actividade no ramo de direito e como consultor, João Baú é investigador e apoiante da candidatura de Francisco Louçã à Presidência da República, Frederico Melo Franco é consultor da ProSistemas e do Banco Espírito Santo de Investimento e João Bártolo é presidente da Generg, um consórcio do universo da Fundação Oriente.

    O actual secretário de Estado Adjunto da Indústria e da Inovação, António Castro Guerra, recordou, em Junho passado, quando procedeu à assinatura do Contrato de Financiamento da Carteira de Projectos do grupo de energias renováveis Generg, que o seu primeiro contacto com o grupo data de 2000, era então presidente do IPE.

    O relatório aprovado pela Trilateral e financiadores, na presença dos seis convidados, tem como um dos pressupostos a «definitiva empresarialização do sector da água». Defendem a promoção de um sector privado nacional e a «reformulação do modo de intervenção no mercado da EPAL, tendo como pressuposto a respectiva privatização». O Estado deve proceder à empresarialização do sector e, posteriormente, proceder à privatização, através de «negociação directa interna no quadro da lei das privatizações».

    O prazo para desencadear as operações deverá ter em conta «o posicionamento estratégico dos grupos portugueses com vontade e capacidade para actuar no sector».

    TRILATERAL PORTUGUESA

    O grupo Portugal da Comissão Trilateral é constituído por 16 membros, dos quais cinco estão em efectividade de funções na organização-mãe. Francisco Lucas Pires, já falecido, também integrou o grupo. A ligação portuguesa à Trilateral data de 1980. Além de Jorge Braga de Macedo, estão em funções Diogo Vaz Guedes (Somague, integrada em 2004 no grupo espanhol Sacyr Vallehermoso), Estela Barbot (Sarcol, SAR- Sociedade de Participações Financeiras e Aga - Álcool e Géneros Alimentares), João Menezes Ferreira (Morais Leitão & Galvão Telles) e Vasco de Mello (Grupo Mello).

    Os restantes membros do grupo Portugal são: António Maldonado Gonelha (Caixa Geral de Depósitos, ex-ministro do Trabalho e Saúde), António Mexia (Galp, ex-ministro das Obras Públicas e Transportes), António Vasco de Mello (Tecnidata, SGPS, ex-presidente da CIP e ex-deputado), Carlos Tavares (presidente da Comissão de Mercados de Valores Mobiliários, ex-ministro da Economia), Francisco Pinto Balsemão (Impresa), Ilídio Pinho (IP Holding e Fomentinvest), José Lamego (advogado, PT, ex-secretário de Estado), Mário Pinto (professor da Universidade Católica, ex-ministro da República para os Açores), Paulo de Pitta e Cunha (presidente da direcção do Instituto Europeu da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa), Rui Mateus (ex-membro da Fundação Luso-Americana e ex-deputado) e Salvador Guedes (Sogrape).

    A associação de empresas portuguesas Fórum Portugal Global foi criada em 1996 para apoiar financeiramente o grupo português da Trilateral e a internacionalização dos negócios. É constituída por 27 membros, de que fazem parte todos os da Trilateral, com excepção de Carlos Tavares. Os restantes fundadores ou membros são António Carrapatoso (Vodafone), António Gomes de Pinho (Portgás), António Mexia (que à data da fundação representava o Banco ESSI), Armando Pascoal (Bento Pedroso Construções), Eduardo Costa (Banco Finantia) Francisco Mantero (ELO), Francisco Souza da Câmara (Morais Leitão & J. Galvão Teles), Jorge Armindo (Portucel), José Roquete (Pleiade), Luís Silva (Lusomundo) e Pedro Queiroz Pereira (Semapa).

    O grupo português realizou já duas reuniões plenárias da Comissão Trilateral em Lisboa (1983 e 1992) e outra no Porto (2003). Em 1992 debateram o futuro do trilateralismo, na perspectiva, designadamente, da ligação a África, América Latina e Ásia. Na reunião do Porto, em 2003, a abordagem incidiu sobre a forma de lidar com a globalização a partir da periferia.
    Nas actividades do grupo português da Trilateral têm ainda participado, designadamente, Jorge Sampaio, Durão Barroso, Miguel Cadilhe, Eduardo Ferro Rodrigues, António Vitorino, Franklin Alves, António Amorim, Filipe de Botton, Luís Valente de Oliveira, António Borges e João Cravinho.

    OC

    in revista «Função Pública», da Federação Nacional dos Sindicatos da Função Pública, nº 3, Dezembro de 2005

    Orlando César
    http://64.71.144.19/nad/PrintVersion.php?aid=7733

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    Investigação Cientifica Portugal: Proteína do Leite Lactoferrin é "Decisiva" Tratamento e Pevenção do Cancro da Mama Estudo de Investicadores Portugueses do Centro de Engenharia Biológica da Universidade do Minho



    Proteína do leite é "decisiva" contra o cancro da mama

    Investigadores do Centro de Engenharia Biológica da Universidade do Minho descobriram que a lactoferrina, uma proteína do leite, é decisiva no tratamento e prevenção do cancro da mama.

    O estudo do Centro de Engenharia Biológica da Universidade do Minho (UMinho), recentemente publicado no "Journal of Dairy Science", concluiu que o tratamento de células cancerosas com lactoferrina reduziu a sua viabilidade para metade e a sua proliferação em quase dois terços.

    A equipa de Lígia Rodrigues defende que produtos de leite e derivados devem ser enriquecidos com lactoferrina, como forma natural de não contrair cancro da mama ou prevenir a evolução da doença.

    A lactoferrina, constituída por 703 aminoácidos, encontra-se predominantemente nos produtos de excreção das glândulas exócrinas dos aparelhos digestivo, respiratório e reprodutivo.

    Assim, é possível encontrar esta proteína no leite, nas lágrimas, na saliva e no sémen.

    Adicionalmente, a lactoferrina pode também ser encontrada no sangue.

    Lactoferrina diminui a proliferação e aumenta a apoptose no câncer de mama

    A lactoferrina é uma glicoproteína que se liga ao ferro e portanto diminui a ferritina. Ela possui várias funções: antiinflamatória,antioxidante, anticâncer (apoptótica, antiproliferativa, inibidora do NF-kappaB), imunoestimulante e quimiopreventiva no câncercolo-retal. A lactoferrina possui efeito contra bactérias, vírus, fungos e parasitas intestinais. Já se demonstrou “in vitro” o papelapoptótico e antiproliferativo da lactoferrina bovina em vários tipos de câncer humanos: mama, próstata, pulmão, colo-retal, gástrico,leucemia de linfócitos T , linfoma de células B, melanoma, entre outros. O seu mecanismo de ação principal, porém não único, é aquelação do íon ferro. Diminuindo a biodisponibilidade do ferro livre diminuímos a geração de radicais livres (Reação de Fenton). Oproduto disponível no mercado é proveniente do colostro bovino. Também existe a lactoferrina humana recombinante.

    Título: The effect of bovine milk lactoferrin on human breast cancer cell lines
    Autor: Duarte, D.C.
    Nicolau, Ana
    Teixeira, J. A.
    Rodrigues, L. R.
    Palavras-chave: Lactoferrin
    Breast cancer
    Viability and proliferation
    apoptosis and migration
    Data: Jan-2011
    Editora: American Dairy Science Association

    Citação: "Journal of Dairy Science." ISSN 0022-0302. 94:1(Jan. 2011) 66-76.

    Resumo: The evidence that biologically active food components are key environmental factors affecting the incidence of many chronic diseases is overwhelming. However, the full extent of such components in our diet is unknown, as well as our understanding of their mechanisms of action. Beyond their interaction with the gut and intestinal immune functions, more benefits are being tested for whey proteins such as lactoferrin, namely as anti-cancer agents. Lactoferrin is an iron-binding protein that has been reported to inhibit several types of cancer. In the present work, the effects of bovine milk lactoferrin on human breast cancer HS578T and T47D cells were studied. The cells were either untreated or submitted to lactoferrin concentrations ranging from 0. 125 to 125 μM. Lactoferrin decreased 47% and 54% the cell viability of HS578T and T47D, respectively, and increased apoptosis about twofold for both cell lines. Proliferation rates decreased between 40.3 and 63.9% for HS578T and T47D, respectively. T47D cell migration decreased in the presence of the protein. Although the mechanisms of action have still not been unrevealed, the results gathered in this work suggest that lactoferrin interferes with some of the most important steps involved in cancer development.

    Tipo: article
    URI: http://hdl.handle.net/1822/11947
    ISSN: 0022-0302
    1525-3198
    Arbitragem científica: yes
    Aparece nas colecções: CEB - Artigos em Revistas Internacionais/Papers in International Journals

    Interpretive Summary

    New opportunities of cancer prevention through changes in diet regimens can be developed from the increasing knowledge of food components effects on health.
    Consumption of milk and dairy products, as well as lactoferrin enriched food may prevent the development of breast cancer, by the decrease of cancer cell viability and proliferation, increase of apoptosis levels and decrease of cancer cell migration.

    Running title: Lactoferrin & Breast Cancer

    The effect of bovine milk lactoferrin on human breast cancer cell lines

    D. C. Duarte*, A. Nicolau*, J. A. Teixeira*, L. R. Rodrigues*

    IBB – Institute for Biotechnology and Bioengineering, Centre of Biological Engineering,

    Campus de Gualtar, 4710-057 Braga, Portugal

    Corresponding author: L.R. Rodrigues
    Phone: +351253604400; Fax: +351253678986
    Email: lrmr@deb.uminho.pt

    ABSTRACT

    The evidence that biologically active food components are key environmental factors affecting the incidence of many chronic diseases is overwhelming.  However, the full extent of such components in our diet is unknown, as well as our understanding of their mechanisms of action. Beyond their interaction with the gut and intestinal immune functions, more benefits are being tested for whey proteins such as lactoferrin, namely as anti-cancer agents. Lactoferrin is an iron-binding protein that has been reported to inhibit several types of cancer. In the present work, the effects of ovine milk lactoferrin n human breast cancer HS578T and T47D cells were studied. The cells were either untreated or submitted to lactoferrin concentrations ranging from 0.125 to 125 μM.
    Lactoferrin decreased 47% and 54% the cell viability of HS578T and T47D, respectively, and increased apoptosis about twofold for both cell lines. Proliferation rates decreased between 40.3 and 63.9% for HS578T and T47D, respectively. T47D cell migration decreased in the presence of the protein. Although the mechanisms of action have still not been unrevealed, the results gathered in this work suggest that lactoferrin interferes with some of the most important steps involved in cancer development.

    Key words: lactoferrin, breast cancer, viability and proliferation, apoptosis and migration

    INTRODUCTION

    Milk and dairy products have become recognized as functional foods, suggesting their use has a direct and measurable effect on health outcomes, namely that their consumption has been related with a reduced risk of numerous cancers (Marshall, 2004). Cancer is the second leading cause of mortality worldwide, with an expected 1.4 million persons being diagnosed with breast cancer in 2010. Hence, this is an enormously important health risk, and progress leading to enhanced survival is a global priority (Jemal et al., 2009; Schiff and Osborne

    Breast cancer, like all the other cancer types, is a result of six essential alterations in normal cells that represent good targets for treatment; the so-called cancer hallmarks (Hanahan and Weinberg, 2000). These include the ability to be self-sufficient in growth signals (tumor cells present reduced dependence on exogenous growth stimulation); to evade anti-growth signs and apoptosis; to achieve endless replicative potential; to sustain angiogenesis; to evade tissues, and to form metastasis. Several strategies have been pursued in the last years in order to hamper the development of tumors or treat existing ones (Hanahan and Weinberg, 2000).

    An increasing interest has been reported on the use of biologically active substances from food (Ferguson 2009; Gill et al., 2000; Jacobs et al., 2009; McCabe Sellers et al., 2009; Perdigon et al., 2002; Tsuda et al. 2004). However, the full set of active components in our diet is unknown and the knowledge on their mechanisms of action is scarce. Proteins and peptides existing in milk have been reported to be cancer preventive agents (Korhonen and Pihlanto, 2006; Rodrigues et al., 2009; Tsuda et al., 2000; Wakabayashi et al., 2006), such as lactoferrin (LF), that is also known for its inhibitory action on cell proliferation, as well as for its anti-inflammatory and antioxidant abilities (Iigo et al., 2009; Legrand et al., 2005; Pan et al., 2007; Rodrigues et al., 2009; Tomita et al., 2002; Tsuda et al., 2002, 2010; Ward et al., 2005).

    LF is an iron-binding glycoprotein from the transferrin family that can be found in many different tissues or secretions, such as tears, saliva, blood, secondary granules of neutrophils and milk (Rodrigues et al., 2009; Pan et al., 2007; Tsuda et al., 2002). In vivo studies showed that oral administration of bovine LF to rodents significantly reduces chemically induced tumorigenesis in different organs (breast, esophagus, tongue, lung, liver, colon and bladder) and inhibits angiogenesis (Iigo et al., 2009; Tsuda et al., 2002). It has been demonstrated that more than 60% of administrated bovine LF survived passage through the adult human stomach and entered the small intestine in an intact form (Troost et al., 2001). Intact and partly intact bovine LF are likely to exert various physiological effects in the digestive tract. Moreover, subcutaneously administration of LF inhibited the growth of implanted solid tumors and exerted preventive effects on metastasis (Bezault et al., 1994).

    These activities of LF have been attributed to its immunomodulatory potential and ability to activate T and NK cells (Bezault et al., 1994; Damiens et al., 1999). LF is able to limit the growth of tumor cells and it was shown that addition of exogenous LF to MDA-MB-231 breast cancer cell lines culture media induced the cell cycle arrest at the G1/S transition (Damiens et al., 1999). Also, LF was found to induce growth arrest and nuclear accumulation of Smad-2 in HeLa cells (Zemann et al., 2010). According to Babina and coworkers (2005), LF possesses DNase activity and; is cytotoxic, suppressing the growth of several human and mouse cell lines. Recent studies demonstrated that LF has an estrogen element of response (ERE) (Teng, 2006) that confers the protein the ability to interfere with the genetic expression of several molecules that are vital for cell survival. Furthermore, LF was found to induce apoptosis in several human cell lines, as for example A459 lung cells, CaCO-2 intestine cells and HTB9 kidney cells (Hakansson et al., 1995), and to inhibit Akt activation and modulate its downstream proteins phosphorylation in apoptosis of SGC-7901 human stomach cancer cells (Xu et al., 2010). Moreover, LF was effective against melanoma cells (Pan et al., 2007), decreasing the proliferation rates and increasing apoptosis levels. Xiao and coworkers (2004) also reported LF’s inhibitory effects on head and neck cancer cells, down-regulating G1 cyclin-dependent kinases, and therefore influencing the cell cycle.
    Finally, LF has been reported to suppress cell-induced angiogenesis in mice, and to increase the IL-18 production (Xiao et al., 2004).

    Knowledge on the effect of diet components on health will put forward new opportunities for cancer prevention through profound alterations in the diet regimens.
    Over time, small but recurrent doses of bioactive proteins may prevent the carcinogenic process by decreasing the rate of cell proliferation and growth of cancer cells. In the current work, the effect of a range of LF concentrations at different exposure times on cell viability, proliferation, apoptosis and migration using two model human breast cancer cell lines, HS578S and T47D, was studied. The rationale of using two cell lines is due to their differences in the estrogen receptor. The cells lacking the estrogen receptor (e.g. HS578T) usually correspond to more aggressive type of tumors for which the existent therapy is not very efficient. Therefore, for these type cells, if LF shows an effect it would represent an important scientific advance. On the other hand, for cells that possess the estrogen receptor (e.g. T47D), if an effect is proved for LF, then a combination with estrogen could be further explored for breast cancer therapeutics.

    MATERIALS AND METHODS

    Lactoferrin

    Lactoferrin (LF) (Sigma-Aldrich Co., St. Louis, MO) was dissolved in phosphate saline buffer (PBS) (PBS: 1g/L NaCl, 0.2g/L KCl, 0.24g/L Na2HPO4.2H20, 1.805g/L KH2PO4, pH 7.4) in order to obtain different protein solution concentrations (0.125, 6.25, 12.5 and 125 μM). All LF solutions were passed through a 0.2-μm filter prior to use, and stored at 4ºC.

    Breast Cancer Cell Lines

    Breast cancer cell lines, HS578T and T47D, were kindly provided by IPATIMUP (Portugal). The HS578T cell strain was derived from a carcinoma of the breast and is negative for estrogen receptor (ER-). The T47D line was isolated from a pleural effusion obtained from a 54 year old female patient with an infiltrating ductal carcinoma of the breast and is positive for estrogen receptor (ER+). The cells were maintained in an incubator with a 5% CO2 atmosphere and at 37ºC. The culture medium used was the Dulbecco’s modified Eagle medium (DMEM) (GIBCO®, Invitrogen, Barcelona, Spain) supplemented with 10% of Fetal Bovine Serum (FBS) (GIBCO®, Invitrogen, Barcelona, Spain) and 1% of penicillin/streptomycin (Invitrogen, Barcelona, Spain).

    Cell Viability

    Two distinct methods were used to evaluate the cell viability to LF exposure as described below.

    Trypan blue method

    Cells were grown in 6-well plates until a concentration of 1×105 cells per well was achieved. Adequate volumes of the previously prepared LF solutions were added to each well, in order to obtain the required LF concentrations (0.125, 6.25, 12.5 and 125μM). Additionally, control wells were included consisting of DMEM medium and PBS (no LF added). The plates were incubated for 24, 48 and 72 hours. Subsequently, the supernatant of each well was collected to a falcon tube. The adhered cells were washed with PBS, trypsinized, and then collected to the respective falcon. All falcons were centrifuged (700 x g, 5 minutes) and the supernatant was discharged. The remaining pellet was resuspensed in 100 μl of PBS. The collected cell volumes were diluted 1:1 with Trypan Blue (TB) (Sigma-Aldrich Co., St. Louis, MO), and the viable and non-viable cells were counted in a Neubauer chamber, using an inverted optical microscope equipped with a 20X objective. The results are expressed as percentage of viable cells as compared to the control and represent an average of 3 independent cultures with 8 wells per concentration in each experiment.

    MTS method

    The cell viability to LF exposure was also determined using the MTS (3-(4,5-dimethylthiazol-2-yl)-5-(3-carboxymethoxyphenyl)-2-(4-sulfophenyl)-2H-tetrazolium) method. A commercial kit was used according to the manufacturer instructions (Promega, PROM G35800001, Lisbon, Portugal). In these experiments, 100 μl of cell suspension was added to each well of a 96-well plate. Additionally, control wells were included consisting of DMEM medium and PBS. When a cell concentration of 1×105 cells/ml was obtained, adequate volumes of LF solutions were added to the wells and incubated for different exposure times (24, 48 and 72 hours). Afterwards, 20 μl of the CellTitter 96 AQueous One Solution Cell Proliferation Assay reagent (MTS) was added to each well and left in the incubator (37ºC, 5% CO2) for 3 hours after which the cell viability was quantified by recording the absorbance at 490 nm. The results are expressed as percentage of viable cells compared to the control and represent an average of 3 independent cultures with 8 wells per concentration in each experiment.

    Apoptosis

    The effect of different LF concentrations (0.125, 6.25, 12.5 and 125 μM) and exposure times (24, 48 and 72 h) in cell apoptosis was accessed using a commercial kit (Promega, PROM G 8091, Lisbon, Portugal) with the same experimental setup as described above.
    After exposing the cells, in a concentration of 1×104 cells/ml, to LF (37ºC, 5% CO2), 100 μl of Caspase-Glo 3/7 reagent was added to the wells, and after 3 hours standing at room temperature and in the dark, the apoptosis levels were determined by luminescence recording. The average blank value (DMEM medium alone) was 2845 Relative Luminescence Units (RLU) and 642 RLU for the experiments conducted with T47D and HS578T, respectively. The blank value was subtracted from all the other values. The luminescence of the cells in medium (control) lay above this value and is given by 0 μM LF. The results represent an average of 3 independent cultures with 8 wells per concentration in each experiment.

    Cell Proliferation

    Cell proliferation was determined using the bromodeoxyuridine (5-bromo-2-deoxyuridine, BrdU) (Sigma-Aldrich Co., St. Louis, MO) assay. Briefly, a lamella was placed in each well of a 24-well plate and cells were grown until a cell concentration of 1×105 cells per well was achieved. These experiments were conducted for 12.5 μM LF.
    After 48 h of exposure to LF, 50μl of BrdU per ml of culture medium was added to each well and the plates were incubated (37ºC, 5% CO2) for 3 hours. Afterwards, the cells were washed with PBS and left at 4ºC in 1ml of paraformaldeid 1% w/v (prepared in PBS). Subsequently, the fixed cells were treated with HCl 2M at room temperature for 30 minutes. Next, the lamellas were washed with PBS-0.5% Tween20-0.05% bovine serum albumin (BSA), and incubated with anti-BrdU (mouse) (DAKO Denmark, Denmark) at a 1:1 dilution with PBS-0.5% Tween20-0.05% BSA. After 1 h, lamellas were washed twice with PBS-0.5% Tween20-0.05% BSA, and subsequently incubated with anti-mouse Ig fluorescein isothiocyanate (FITC) (DAKO Denmark, Denmark) at a 1:100 dilution in PBS-0.5% Tween20-0.05% BSA for 30 minutes. Finally, the lamellas were washed with PBS-0.5% Tween20-0.05% BSA. The nuclei were counted in a fluorescence microscope (Zeiss HBO-50) using a 40X magnification. The total number of nuclei was marked with 4',6-diamidino-2-phenylindole (DAPI) (blue) and the ones in proliferation were marked with FITC (green). Proliferation rates were determined as the percentage ratio between the number of nuclei in proliferation and total number of nuclei. The results represent an average of 3 independent cultures and 10 measures for each culture.

    Migration

    A suspension containing 1×105 cells was left to grow in 6-well plates, until 90% confluence was achieved. Next, adhered cells were washed twice with PBS. Afterwards, a wound was inflicted in the center of each well, with the help of a needle, and 3 spots were marked on the wound as reference points. Then, fresh DMEM medium was added to the wells, and also the adequate volume of LF solution to obtain a 12.5 μM concentration. During the 48 h of exposure, pictures were taken at the pre-defined measuring spots using an inverted microscope (Nikon Diaphot 300, Sony, Portugal) equipped with a 20X objective. The images were captured by a video camera (Sony CCD, Sony, Portugal) and processed using the Image Pro-Plus® version 7.0 software (Media Cybernetics, Bethesda, MD) which allowed the measurement of the distance (in micrometers (μm)) over time between the front cells in each edge of the wound. These distances correspond to an average of 3 independent cultures and 9 measures for each culture.

    Statistical Analysis

    Two-tailed unpaired Student’s t-test was used for the statistical evaluation of significant differences among the tested LF concentrations and exposure times as compared to the control. Statistical analyses were performed in Microsoft Office Excel 2007 (Seattle, WA).



    RESULTS



    Cell Viability

    Trypan blue method

    The trypan blue (TB) method enables distinguishing viable cells from dead cells, since dead cells are permeable to the dye and will be colored blue. The results obtained are compiled in Table 1. A decrease over 50% in the number of viable cells was obtained for increasing LF concentrations and exposure times, for both cell lines studied. Based on these experiments, 12.5 μM LF was found to be effective in decreasing T47D cell viability as compared to the control (set at 100%) between 28 and 54%, depending on the exposure time. The differences obtained for the range of LF concentrations studied, as compared to the control, were found to be statistically significant, except for 0.125μM. Furthermore, the p-values obtained when comparing the different exposure times, namely 24 and 48 h, 48 and 72 h, 24 and 72 h, were 0.06, 0.08 and 0.05, respectively.
    For the HS578T cell line, the conditions that promoted a more pronounced decrease of cell viability were 72 h exposure to 125 μM LF. Nevertheless, at this exposure time and LF concentration, cellular lysis was observed (data not shown). Comparing to the control, 12.5 μM LF decreased HS578T cell viability between 18 and 47%, depending on the exposure time. The differences obtained for all the LF concentrations studied were found to be statistically significant. Also, comparing the different exposure times, the differences obtained between 24 and 48 h were not statistically significant (p-value= 0.14), while the p-values obtained for 48 and 72 h, and 24 and 72 h comparisons were 0.02 and 0.03, respectively.

    MTS method

    The MTS assay is assumed to reflect cell number and is used to determine exposure-response relationships. Table 1 presents the results obtained in the MTS assays.
    Although slightly higher reductions on cell viability were found with this method, especially for 72 h, the tendencies were similar, thus these results were found to be in agreement with the ones obtained with the TB dye method. Statistical significance was found for the comparisons between the different exposure times and the different LF concentrations used.

    Apoptosis

    LF influence in apoptosis was assessed by measuring caspase 3 and 7 activities, since these are the effectors of the apoptosis machinery. LF increasing concentrations were found to increase such activities for both cell lines, as can be observed in Fig. 1. Generally, it was found that for a 72 h exposure a decrease in apoptosis occurs. This result coincides with the cellular lysis observed in the cell viability assays as described above. Although cell death was higher for a 72 h exposure to LF, necrosis was found to be the principal cellular death process occurring for this exposure time. For both cell lines, the caspases 3/7 activity increased about 1.5-2 times for the lower LF concentrations studied (except for the concentration 0.125 μM LF in the HS578T assays), being the differences observed, as compared to the control, statistically significant. An increase of about 3-5 times in the apoptotic levels was obtained in the experiments conducted with 125 μM LF. It is important to notice that the differences observed between the different exposure times were in most of the cases not statistically significant.

    Cell Proliferation

    Based on the results from MTT, TB and apoptosis assays, a 48 h exposure to 12.5 μM LF was chosen for the cell proliferation experiments. The effect of LF on cell proliferation was studied using BrdU, a synthetic thymidine analogue that binds to new-formed DNA in S-phase, thus allowing the determination of the nuclei in proliferation.
    As expected from the previous results, LF was found to decrease the proliferation rates for both cell lines (Fig. 2). Proliferation rate decreases of 35.5% and 52.5% were obtained for HS578T and T47D, respectively. The differences observed for the proliferation rates as compared to the control experiments were found to be statistically significant for both cell lines (p<0.005 for HS578T and p<0.0005 for T47D).  
    Migration 
    The LF concentration and exposure time used in the migration experiments were the same as the ones used to study cell proliferation. LF was found to decrease the migration of both cell lines used (Fig. 3 and Fig. 4) being this effect more pronounced for T47D. From the statistical analysis, the differences observed for HS578T cells treated and untreated were not significant (p = 0.116). Nevertheless, the differences observed for T47D were statistically significant (p = 0.001). The distance (μm) between the front cells in each edge of the wound was higher for the cells exposed to 12.5 μM LF during 48 h, as compared to the control (with no LF added).

    DISCUSSION

    The role of milk proteins and peptides as physiologically active factors in the diet is being increasingly acknowledged (Marshall, 2004). Environmental factors, such as food and physical activity, have an important influence on the risk of cancer, thus delayed cancer development may be obtained by changing diet regimens. A large amount of data regarding the bioactivity of food components have been obtained using cell lines, and an important question regarding much of this work is the relevance of the concentrations used (Petricoin and Liotta, 2003).  
    In the current work, the influence of LF on cell viability for both cell lines was studied using two complementary tests, namely the TB dye method and the bio-reduction of the MTS reagent (Table 1). Some cytotoxicity assays allow the immediate interpretation of the results, such as the incorporation of a dye by dead cells, release of 51Cr or fluorescein from pre-labeled cells. These assays are viability assays and intend to predict survival and not directly assessing it, since they are good for identifying dead cells but can overestimate survival in the long term. Most of these assays involve the cell membrane rupture and cell death. Cell viability is a measure of the metabolic status of a population and gives an indication of its growth potential. One of the simplest methods to evaluate cell viability is the dye exclusion approach, indicating the cellular membrane capacity to exclude a dye. The most commonly used dye is TB, and the method is based on the concept that viable cells do not absorb certain dyes while dead cells are permeable to them. Nevertheless, this method presents some disadvantages, such as also dying soluble proteins; causing stress to the cells, as well as being influenced by the presence of serum. Therefore, in this work a complementary test for assessing cell viability was included. The results obtained showed a decrease over 50% in the number of viable cells for increasing LF concentrations and exposure times, for both cell lines studied. Although the results pointed to 72 hours of exposure to 125 μM LF to be the most effective conditions regarding a decrease in cell viability, at these conditions cellular lysis was observed. For that reason, and since cellular lysis is frequently associated with necrosis, such information was taken into consideration for the choice of the conditions to use (12.5 μM LF was fixed at 48 h) in the following experiments (proliferation and migration). Once necrosis occurs, the cellular contempt is spilled into the surrounding tissues, causing inflammation and contamination of the neighbor cells with carcinogenic products. Therefore, the occurrence of necrosis is a nonfavorable factor when the goal is treating cancer (Werner et al., 2005).

    The results obtained in these experiments are in accordance with data previously reported for LF effects on other human cancer cell lines (Hakansson et al., 1995; Tsuda et al., 2004; Xiao et al., 2004). As described above, there are other viability assays, such as the bio-reduction of the MTS reagent, that measure the metabolic events occurring in the cell, allowing a more precise quantification since they are more sensitive. These reductions take place only when reductase enzymes are active, and therefore conversion is often used as a measure of viable cells. However, these colorimetric assays also present disadvantages regarding interferences from the culture medium, reversible metabolic inhibitions and different colorimetric responses for different types of cells.
    Also, it is important to keep in mind that other viability tests sometimes give completely different results, as many different conditions can increase or decrease metabolic activity. Changes in metabolic activity can give large changes in MTS results while the number of viable cells is constant. When the amount of purple formazan produced by cells treated with an agent, such as LF, is compared with the amount of formazan produced by untreated control cells, the effectiveness of the agent causing death, or changing metabolism of cells, can be deduced through a dose-response curve. Results gathered from these experiments were similar to the ones obtained with the TB method.
    Furthermore, it is important to notice that, although the higher LF concentration studied (125 μM) was the most effective, this concentration, considering that a major part of ingested LF survives passage through the gut (Troost et al., 2001), would represent an unreasonable daily intake of milk or dairy products. Therefore, 12.5 μM LF was chosen for the subsequent experiments.

    Cell viability usually results from the balance between cell growth/proliferation and cell death. Also, cell death can occur by one of two different mechanisms, namely necrosis and/or apoptosis (Werner et al., 2005). Cells undergoing apoptosis are characterized by cell shrinkage, chromatin condensation, DNA fragmentation and membrane disassembling (Hakansson et al., 1995; Mader et al., 2005). Two main pathways have been reported to mediate apoptosis (Mader et al., 2005). One is the death receptor pathway which is triggered by ligand-inducing aggregation of death receptors, such as the Fas protein (Fujita et al, 2004). The second pathway is related with the activation of mitochondria response to cytotoxic drug-induced cellular stress (Mader et al., 2005). The results clearly showed an effect of LF in the apoptotic levels based on the activities of caspase 3 and 7 (effectors of the apoptosis machinery), and confirmed the cellular lysis occurring for the 72 hours of exposure to the higher protein concentration used. According to Sakai and coworkers (2005), pepsin-digested bovine LF influences the apoptosis machinery by activating the JK-SAPK signalling pathway in human oral squamous cell carcinoma cell line SAS. The authors found that treatment with pepsin-digested bovine LF induced cell death with apoptotic nuclear changes preceded by the cleavage of caspase-3 and poly (ADP-ribose) polymerase (PARP) in the apoptotic cells. Moreover, the peptide induced phosphorylation of extracellular signal-regulated kinase (ERK1/2), a member of the MAP kinase family, at early stages of apoptosis. Another MAP kinase, c-Jun N-terminal kinase/stress-activated protein kinase (JNK/SAPK), was also phosphorylated by treatment with pepsin-digested LF.

    Also, other authors (Hakansson et al., 1995; Roy et al., 2002) reported that LF and related compounds induce the genetic expression of Fas (Fujita et al., 2004), which is involved in apoptosis triggering. Roy and collaborators determined the effects of LF and several protein hydrolysates on the growth of human myeloid leukemic cells (HL-60).

    In their studies they showed that bovine milk contains biochemical factors with potent cytotoxic properties against some tumor cells and, that the key factors are mostly inactive within the structure of the precursor compounds, but can be released by enzymatic proteolysis. Also, a report from Tomita and collaborators (1994) provided evidence of in vivo production of lactoferricin B by isolating the peptide from the gastrointestinal contents of rats fed a diet containing bovine LF. Based on these evidences, it is likely that the activity of LF in apoptosis and cell growth is due mostly to its major peptide (lactoferricin) and therefore, further studies to clarify the possible mechanisms involved, as well as if LF could be degraded and to what extent in the cells culture medium, are required.

    As mentioned previously, cell proliferation is also an important factor affecting cell viability. As expected from the cell viability tests and apoptosis study, proliferation rates were found to decrease for both cell lines when exposed to LF, being this effect more pronounced for T47D.

    According to Xiao and coworkers (2004), LF has an effect in the cell cycle machinery, by influencing the genetic expression of some of its key components. LF is known to apprehend cancer cells in the G1-phase or alternatively forcing them to enter the latency phase G0-phase (Ward et al., 2005). The cell cycle machinery is mainly regulated by cyclin-dependent kinases (cdks) that are responsible for the progression through the cell cycle phases (Damiens et al., 1999). In addition, the retinoblastoma protein (pRb) is known to inhibit the cycle progression, although it is frequently phosphorylated by cdks, causing its loss of functionality (Damiens et al., 1999). The mechanism by which LF inhibits cell proliferation may be related with the fact that it inhibits cdks and cyclin E genetic expression (Xiao et al., 2004).

    Furthermore, LF has been reported to increase the expression of pRb, p21 and p27, known as inhibitors of the cell cycle (Rodrigues et al., 2009; Damiens et al., 1999).

    Also, it is important to notice that LF possesses an estrogen response element (ERE) in its gene. The ERE is probably a key component for the anti-proliferation effect of LF, as it confers LF the ability to interfere in genetic expression (Stokes et al., 2004).

    According to Baumrucker and collaborators (2000), LF also affects the cell growth by interacting with epidermal growth factor binding protein 3 (EGFBP3). EGFBP3 usually binds with the epidermal growth factor (EGF), exerting a protective effect, thus helping cellular growth. Competing with EGF by EGFBP3, LF prevents the stimulation of cell growth. In spite of the information gathered in this preliminary study, further research should be conducted to determine the expression of cell cycle regulatory proteins as a starting point to disclose the mechanisms by which LF exerts its effect in cell proliferation. When a cancer has developed, it is beneficial that food components can slow the rate of tumor growth; therefore LF effect on cell growth rates should be assessed as well as a long-term treatment, since the daily intake of milk and dairy products might not be enough to produce an immediate physiological relevant dose (Freiburghaus et al., 2009).

    Cell migration is a key mechanism in the development of metastasis and tissue invasion. Therefore, any agent that can impair cell migration will yield a positive response in cancer treatment and recurrence. Fig. 3 and 4 showed that LF decreases the migration of both cell lines used, even for HS578T cells (Fig. 3) that have a higher migration potential (mainly due to the lack of estrogen receptor expression (ER-)) as compared to T47D (Fig. 4) for which the effect was more pronounced.

    This may be related with the fact that LF interacts with cadherins and integrins (Von Schlippe et al., 2000), which in part can explain some cell detachment that occurred for T47D cells.

    Although these results would be more relevant if a greater effect had been observed for HS578T cells, as these are ER- and correspond to more aggressive type of tumors for which the existent therapy is not very efficient, this study is one of the first assessments on the effect of LF in migration (Giacontti, 2006; Neve et al., 2006; Ariazi et al., 2002).
    Moreover, the results obtained for T47D suggest that a combination of estrogen and LF could be further explored for breast cancer therapeutics.

    Although further research on the LF effects on breast cancer is required, the findings of this study are very promising, and of particular relevance for the food industry in general. The intake of milk and dairy products, or even food products enriched with LF, may be in the future a natural way of preventing breast cancer or enhancing patients’ treatment.

    CONCLUSIONS

    In conclusion, from the results gathered in this work it was found that a 48 h exposure to 12.5 μM LF decreases cell viability and proliferation for both cell lines studied.
    Furthermore, these conditions promoted an increase in apoptosis.

    Although the mechanisms of LF action are still not fully understood, there is evidence pointing to its ability to interact with some receptors, as well as to modulate genetic expression of several molecules that are vital to the cell cycle and apoptosis machinery. Moreover, LF was shown to decrease the ability of both cell lines to migrate. LF has a great potential to be used in breast cancer treatment.

    ACKNOWLEDGMENTS


    The authors acknowledge IPATIMUP for kindly providing the breast cancer cell lines used in this work.

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    Table 1. Effect of LF treatment (0.125, 6.25, 12.5 and 125 μM) on HS578T and T47D cells for different exposure times (24, 48 and 72 h), by two complementary tests: TB dye method and the bio-reduction of the MTS reagent. For both cell lines and tests, the number of viable cells after treatment with PBS (no LF added) as control for each exposure time was set at 100%. Results represent the percentage of viable cells for each condition. Means (± standard deviation) were calculated from 3 independent cultures and 8 measures for each culture. Significant changes to control: *: p < 0.05; **: p <0.005;***: p < 0.0005 (two-tailed unpaired Student’s t-test).



    FIGURE CAPTIONS


    Figure 1. Apoptosis: effect of LF treatment (0.125, 6.25, 12.5 and 125 μM) on: (A) HS578T and (B) T47D apoptosis levels for different exposure times (24, 48 and 72 h).
    Results represent an average of 3 independent cultures and 8 measures for each culture. Significant changes to control: *: p < 0.05; **: p < 0.005; ***: p < 0.0005 (two-tailed unpaired Student’s t-test).  
    Figure 2. Cell proliferation: effect of LF treatment (12.5 μM; 48 h exposure). Control samples (with no LF added) were included for both cell lines. T47D: Control samples: (A) - total nuclei, (B) - nuclei in proliferation; Treated samples: (C) - total nuclei, (D) - nuclei in proliferation. HS578T: Control samples: (E) - total nuclei, (F) - nuclei in proliferation; Treated samples: (G) - total nuclei, (H) - nuclei in proliferation. Magnification used: 40X. Scale bar 10 μm.  
    Figure 3. Migration: effect of LF treatment (12.5 μM; 48 h exposure) on HS578T cells. Exposure time to LF: 0 h - (A); exposure time to LF: 48 h – (B). Table summarizes the distances (μm) over time between the front cells in each edge of the wound and the results represent an average of 3 independent cultures and 9 measures for each culture. Control samples (with no LF added) were included. Magnification used: 40X. Scale bar 10 μm   
    Figure 4. Migration: effect of LF treatment (12.5 μM; 48 h exposure) on T47D cells. Exposure time to LF: 0 h - (A); exposure time to LF: 48 h – (B). Table summarizes the distances (μm) over time between the front cells in each edge of the wound and the results represent an average of 3 independent cultures and 9 measures for each culture. Control samples (with no LF added) were included. Magnification used: 40X. Scale bar 10 μm





    Fonte pdf: http://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/11947/1/JDS-10-3629-LR2011_Personal%20copy%20final%20version.pdf

    http://repositorium.sdum.uminho.pt/handle/1822/11947

    Lígia Rodrigues
    Invited Assistant Professor
    Department of Biological Engineering
    University of Minho
    Campus de Gualtar
    4710-057 Braga - Portugal
    E-Mail: lrmr@deb.uminho.pt
    Phone: (+351) 253 604401

    Education
    PhD in Chemical and Biological Engineering – University of Minho (Portugal) - 2001-2005
    MsC - Master in Biotechnology – Bioprocess Engineering – University of Minho (Portugal) - 1999-2000
    BsC/MsC - “Licenciatura” degree in Biological Engineering - University of Minho (Portugal) - 1992-1997
    Career
    Current Position - Assistant Professor under the scope of the MIT-Portugal Program (since 2007).
    2002–Present – Promoter and member of the Administration of the spin-off company BIOTEMPO – Biotechnology Consulting, Ltd. From 2005 to 2007 she was its Chief Executive Officer
    2006-2007 – Post-Doc Bursar at CEB – University of Minho (Portugal), Department of Food Technology, Engineering and Nutrition – University of Lund (Sweden) and Instituto de Patologia e Imunologia Molecular – IPATIMUP – University of Porto (Portugal)
    2001-2005 – PhD Bursar at CEB – University of Minho (Portugal)
    2000-2001 – MSc Bursar at CEB – University of Minho (Portugal)
    2000 - Researcher at the R&D Department for the Development of New Products. FRULACT - Ingredients for the Dairy Industry, Ltd. (Portugal)
    1998-2000 – Research Bursar at CEB – University of Minho (Portugal) - Project PROLAC in consortium with IST – University of Lisbon (Portugal), Quinta dos Ingleses Ltd. (Portugal) and Lacticínios Halos Ltd (Portugal)
    1995-1997 – Research Bursar at CEB – University of Minho (Portugal) - Project “Immobilized Cells Engineering”
    Teaching Activities
    UCE Introduction to Bioengineering (Master on Bioingineering - 1st year )
    Laboratories of Bioprocesses (Integrated Master course on Biological Engineering - 3rd year )
    Food Biotechnology (Integrated Master course on Biological Engineering - 4th year )
    Food Science and Engineering (Integrated Master course on Biological Engineering - 4th year )
    Process Engineering Design (Integrated Master course on Biological Engineering - 4th year )
    Individual project on Biological Engineering (Integrated Master course on Biological Engineering - 5th year )
    Introduction to Biomedical Engineering (Integrated course on Biomedical Engineering - 1st year )
    Bio-innovation Teams (with seminar) (PhD Program on Bioengineering (MIT) - 1st year )
    Laboratory Rotation (PhD Program on Bioengineering (MIT) - 1st year )
    Complementary Optional I (Master course on Bioinformatics - 2nd year )
    Research Activities
    Synthetic Biology - Projects "Synbiobacther" and "Bridging Systems and Synthetic Biology for the Development of Improved Microbial Cell Factories"
    Cancer vs proteins - Prevention & diagnosis - Projects "Development of new milk products with bioactive peptides" and "PROLAC"
    Functional food - Projects "BIOLIFE", "MATERA" and "EURRECA"
    Biosurfactants & Biomaterials - Projects "BIOSURFA" and "Screening, production and applications of biosurfactants in the medical field"
    Biosurfactants & Environment - Project "Advanced recovery of petroleum by microorganisms "
    Biofilms & Health - Project "The role of Gardnerella vaginalis in mixed species biofilms occurrence in Bacterial Vaginosis"
    Industrial Biotechnology
    Selected Publications

    1. Vaz, D.A.; Gudiña, E.J.; Alameda, E.J.; Teixeira, J.A.; Rodrigues, L.R.
    Performance of a biosurfactant produced by a Bacillus subtilis strain isolated from crude oil samples as compared to commercial chemical surfactants.
    Colloids and Surfaces B: Biointerfaces 89(1), 167-174, 2012.

    2. Rodrigues, L.R.
    Novel approaches to avoid microbial adhesion onto biomaterials.
    Journal of Biotechnolgy & Biomaterials 1(4), 104e-, 2011.

    3. Rodrigues, L.R.; Kluskens, L.D.
    Synthetic biology & bioinformatics: prospects in the cancer arena.
    Computational Biology and Applied Bioinformatics (H.S. Lopes, L.M. Cruz, Eds.) (8), 159-186, 2011.

    4. Nobre, C.; Dominguez, A.; Torres, D.P.M.; Rocha, O.; Rodrigues, L.R.; Rocha, I.; Teixeira, J.A.; Ferreira, E.C.
    Purification of fructo-oligosaccharides by adsorption onto charcoal filters.
    4th Probiotics, Prebiotics and New Foods jointly with XXX International Congress on Microbial Ecology And Disease Cibus 3(2), 75-, 2007.

    5. Rodrigues, L.R.
    Inhibition of bacterial adhesion on medical devices.
    Bacterial Adhesion: Biology, Chemistry, and Physics. Book Series “Advances in Experimental Medicine and Biology” 715(), 351-367, 2011.

    6. Machado, A.; Carvalho, A.; Almeida, C.; Salgueiro, D.; Vieira, M.J.; Rodrigues, L.R.; Azevedo, N.F.; Cerca, N.; Henriques, A.
    Comparison between classical and molecular (FISH and PCR) methods for Lactobacillus spp. detection in Clinical Samples.
    Gordon Research Conference on Microbial Adhesion & Signal Transductio (), -, 2011.

    7. Machado, A.; Carvalho, A.; Almeida, C.; Vieira, M.J.; Rodrigues, L.R.; Cerca, N.; Azevedo, N.F.
    Lactobacillus spp. Identification in Mixed Samples by PNA FISH.
    Eurobiofilms 2011 (), -, 2011.

    8. Pinto, S.; Alves, P.; Matos, C.M.; Santos, A.C.; Oliveiros, B.; Gonçalves, S.; Gudiña, E.J.; Rodrigues, L.R.; Teixeira, J.A.; Gil, M.H.
    Poly(dimethyl siloxane) surface modification with biosurfactants isolated from probiotic strains.
    Journal of Biomedical Materials Research - Part A 98(4), 535-543, 2011.

    9. Faria, N.; Torres, D.P.M.; Rocha, I.; Rodrigues, L.R.
    Biotempo: alimentos funcionais & nutrição.
    Boletim de Biotecnologia 2(1), 16-22, 2011.

    10. Ferreira, F.; Llussá, F.; Moreira, J.N.; Prazeres, D.M.; Rocha, I.; Rodrigues, L.R.
    BioTeams: do laboratório para o mercado.
    Boletim de Biotecnologia 2(1), 23-23, 2011.

    11. Gudiña, E.J.; Rodrigues, L.R.; Pereira, J.F.; Coutinho, J.A.; Teixeira, J.A.
    Isolation of biosurfactant-producing microorganisms from oil samples for use in Microbial Enhanced Oil Recovery.
    3rd International Symposium on Applied Microbiology and Molecular Biology in Oil Systems (ISMOS-3) (), -, 2011.

    12. Pereira, J.F.; Coutinho, J.A.; Gudiña, E.J.; Rodrigues, L.R.; Teixeira, J.A.
    Evaluation of the potential of microorganisms isolated from Brazilian oils for microbial degradation of heavy oil.
    3rd International Symposium on Applied Microbiology and Molecular Biology in Oil Systems (ISMOS-3) (), -, 2011.

    13. Gudiña, E.J.; Pereira, J.F.; Rodrigues, L.R.; Coutinho, J.A.; Teixeira, J.A.
    Biosurfactant-producing microorganisms isolated from Brazilian oils for use in Microbial Enhanced Oil Recovery.
    2011 Global EOR Knowledge Expansion Technical Workshop Committee “Applied EOR” (), -, 2011.

    14. Soares, S.; Rodrigues, L.R.; Rocha, I.
    In silico design and modeling of new biosynthetic pathways: curcumin production in Escherichia coli.
    FEBSX Advanced Course in Systems Biology (), -, 2011.

    15. Neta, N.A.S.; Peres, A.M.; Teixeira, J.A.; Rodrigues, L.R.
    Maximization of fructose esters synthesis by response surface methodology.
    New Biotechnology 28(4), 349-355, 2011.

    16. Luna, J.M.; Rufino, R.D.; Sarrubbo, L.A.; Rodrigues, L.R.; Campos-Takaki, G.M.; Teixeira, J.A.
    Evaluation antimicrobial and antiadhesive properties of the biosurfactant lunasan produced by Candida sphaerica UCP 0995.
    Current Microbiology 62(5), 1527-1534, 2011.

    17. Santos, M.J.; Teixeira, J.A.; Rodrigues, L.R.
    Fractionation and recovery of whey proteins by hydrophobic interaction chromatography.
    Journal of Chromatography B: Analytical Technologies in the Biomedical and Life Sciences 879(7-8), 475-479, 2011.

    18. Rufino, R.D.; Luna, J.M.; Sarrubbo, L.A.; Rodrigues, L.R.; Teixeira, J.A.; Campos-Takaki, G.M.
    Antimicrobial and anti-adhesive potential of a biosurfactant Rufisan produced by Candida lipolytica UCP 0988.
    Colloids and Surfaces B: Biointerfaces 84(1), 1-5, 2011.

    19. Duarte, D.C.; Nicolau, A.; Teixeira, J.A.; Rodrigues, L.R.
    The effect of bovine milk lactoferrin on human breast cancer cell lines.
    Journal of Dairy Science 94(1), 66-76, 2011.

    20. Rodrigues, L.R.; Teixeira, J.A.
    Biosurfactants production from cheese whey.
    Advances in Cheese Whey Utilization (), 81-104, 2008.

    21. Mussatto, S.I.; Dragone, G.M.; Rodríguez-Jasso, R.M.; Rodrigues, L.R.; Teixeira, J.A.
    Evaluation of different low-cost materials as carrier for immobilization of Aspergillus japonicus during the sucrose fermentation.
    XII International Congress of Mycology (), 81-, 2008.

    22. Mussatto, S.I.; Dragone, G.M.; Rodrigues, L.R.; Teixeira, J.A.
    Synthesis of fructooligosaccharides by Aspergillus japonicus immobilised in lignocellulosic materials.
    VII Brazilian Meeting on Chemistry of Food and Beverages (), 44-, 2008.

    23. Rocha, V.; Gudiña, E.J.; Lira, M.; Castanheira, E.M.S.; Real Oliveira, M.E.C.D.; Teixeira, J.A.; Rodrigues, L.R.
    The potential use of biosurfactants as contact lenses coating agents.
    11th Symposium of Biomaterials and Biomechanics (), -, 2009.

    24. Mussatto, S.I.; Rodrigues, L.R.; Teixeira, J.A.
    Reuse of lignocellulosic materials as cell immobilization carrier during the fructooligosaccharides and β-fructofuranosidase production.
    IFT 2009 Annual Meeting and Food Expo (), -, 2009.

    25. Prata, M.B.; Mussatto, S.I.; Rodrigues, L.R.; Teixeira, J.A.
    Selection of materials with potential for immobilization of the fungus Penicillium expansum during the sucrose fermentation .
    FEMS 2009 - 3rd Congress of European Microbiologists (Microbes and man: interdependence and future challenges) (), -, 2009.

    26. Mussatto, S.I.; Rodrigues, L.R.; Teixeira, J.A.
    Repeated batch fermentation for β-fructofuranosidase production by immobilized Aspergillus japonicus.
    FEMS 2009 - 3rd Congress of European Microbiologists (Microbes and man: interdependence and future challenges) (), -, 2009.

    27. Pinto, S.; Alves, P.; Matos, C.M.; Santos, A.C.; Rodrigues, L.R.; Teixeira, J.A.; Gil, M.H.
    Poly(dimethylsiloxane) surface modification by low pressure plasma to improve its characteristics towards biomedical applications.
    ESB 2010 23rd European Conference on Biomaterials (), -, 2010.

    28. Serrano, N.; Mussatto, S.I.; Rodrigues, L.R.; Teixeira, J.A.; Hokka, C.O.; Sousa, C.P.
    Effects of glucose and inoculum concentrations on production of bioactive molecules by Paenibacillus polymyxa RNC-D: a statistical experimental design.
    14th International Biotechnology Symposium (), -, 2010.

    29. Gonçalves, S.; Teixeira, J.A.; Dourado, F.; Rodrigues, L.R.
    Surface initiated atom transfer radical polymerization of poly(dimethyl siloxane) for biomedical applications.
    4th International Meeting on Developments in Materials, Processes and Applications of Emerging Technologies (), -, 2010.

    30. Nobre, C.; Severino, A.; Retamal, C.; De Weireld, G.; Wouwer, A.V.; Teixeira, J.A.; Rodrigues, L.R.
    Operating conditions of a simulated moving bed chromatography unit for the purification of fructooligosaccharides.
    FOODSIM2010 (), -, 2010.

    31. Gonçalves, S.; Teixeira, J.A.; Dourado, F.; Rodrigues, L.R.
    Surface – ATRP of PEGMA onto polymethyl siloxane for biomedical applications.
    Bio-Coat 2010 (), -, 2010.

    32. Gonçalves, S.; Ferreira, A.; Dourado, F.; Teixeira, J.A.; Rodrigues, L.R.
    Improvement of Poly(dimethyl siloxane) towards biomedical applications by surface-initiated Atom Transfer Radical Polymerization.
    12th International and Interdisciplinary Symposium on Biomaterials and Biomechanics: Fundamentals and Clinical Applications (Biomaterials 2010) (), -, 2010.

    33. Nobre, C.; Vanková, K.; Peres, A.M.; Polakovic, M.; Teixeira, J.A.; Rodrigues, L.R.
    Equilibrium studies for the adsorption of fructo-oligosaccharides from a pure mixture and a fermentative broth on a Dowex Monosphere calcium resin.
    13th International Symposium on Preparative and Industrial Chromatography and Allied Techniques (), 157-, 2010.

    34. Nobre, C.; Dominguez, A.; Torres, D.P.M.; Rocha, O.; Rocha, I.; Teixeira, J.A.; Ferreira, E.C.; Rodrigues, L.R.
    Determination of frutooligosaccharides adsorption parameters using ion-exchange resins.
    21st International Ion Chromatography Symposium (), 142-, 2009.

    35. Rocha, O.; Nobre, C.; Dominguez, A.; Torres, D.P.M.; Faria, N.; Rodrigues, L.R.; Teixeira, J.A.; Ferreira, E.C.; Rocha, I.
    A dynamical model for the fermentative production of fructooligosaccharides.
    Computer Aided Chemical Engineering [10th International Symposium on Process Systems Engineering – PSE 2009] 27(), 1827-1832, 2009.

    36. Nobre, C.; Severino, A.; Retamal, C.; Weireld, G.; Wouwer, A.; Teixeira, J.A.; Rodrigues, L.R.
    Operating conditions of a simulated moving bed chromatography unit for the purification of fructo-oligosaccharides.
    6th International Conference on Simulation and Modelling in the Food and Bio-Industry (), 216-218, 2010.

    37. Torres, D.P.M.; Bastos, M.; Gonçalves, M.P.; Teixeira, J.A.; Rodrigues, L.R.
    Water sorption and plasticization of an amorphous galacto-oligosaccharide mixture.
    Carbohydrate Polymers 83(2), 831-835, 2011.

    38. Torres, D.P.M.; Gonçalves, M.P.; Teixeira, J.A.; Rodrigues, L.R.
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