... Julgo que depois destes malabarismos, os currículos das pessoas com funções políticas activas com o propósito de praticar o bem comum de uma nação, devem ser exigidos e publicados em Diário da Republica para qualquer cidadão poder consultar e certificar-se das habilitações de cada politico. Não deve ser uma opção, mas uma condição contemplada numa lei própria para o efeito, pois como sabemos, nenhum trabalhador é admitido numa função numa empresa, sem referências e/ou curriculo académico/profissional. será verdade que o PS está "calado" neste caso da licenciatura de M. Relvas porque o Irmão Maçon António Seguro dos Bancos (da Universidade Lusófona) foi um dos professores envolvido no processo?...
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Máfia e Maçonaria PSD No Brasil: Conselheiro Dias Loureiro Gatuno Cadastrado BPN, Miguel Relvas Maçom do GOL Amigo e Irmão do Ladrão Mafioso Cadastrado Condenado Dirceu e O Irmão José Luís Arnaut em Férias de Luxo No Capacabana Palace no Rio de Janeiro Á Conta do Povo Português



O ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, o maçom Miguel Relvas ( grande amigo do cadastrado Dom Corleone Brasileiro, José Dirceu, condenado pelo Supremo a 10 anos de cadeia por organização de rede criminosa do escândalo do Mensalão), foi passar os últimos dias do ano ao Rio de Janeiro, Brasil, e esteve num dos mais luxuosos hotéis da “Cidade Maravilhosa”, o emblemático Copacabana Palace.

Mas não foi o único. O ex-administrador da SLN, holding que era detentora de 100% do BPN – Banco Português de Negócios, Dias Loureiro, gatuno cadastrado por roubo ao BPN, Dias Loureiro,  Ex- Conselheiro e amigo do Cavaco. O "honesto" Cavaco Silva que não ganha para as despesas e que do BPN, tirando a permuta da casa do Montechoro pela mansão da Coelha, diz que devido ao prémio BPN economia, duplicou o valor das acções enquanto o diabo esfrega um olho. Para os mais curiosos, ficam as reformas da Maria.

Esta merda já ultrapassou tudo! Relvas esteve de férias com o gatuno Dias Loureiro Ladrão do BPN e conselheiro de Passos Coelho, e o maçom e ex-ministro das Cidades, Administração Local, Habitação e Desenvolvimento Regional, José Luís Arnaut, foram torrar o capital.

O Ladrão Oliveira e Costa, O Gatuno Dias Loureiro, Passos Coelho, Cavaco Silva, Assassino Duarte Lima, Miguel Relvas, Dirceu, Cadastrado, Prisão, Penitenciária, Máfia, Criminosos, Portugal, Brasil, BPN, Arnaut, Relvas, Coelho, Cavaco, Máfia, Maçonaria, PSD, Brasil, Dias Loureiro, Gatuno, Cadastrado, BPN, Miguel Relvas, Maçom, GOL, Amigo, Irmão, Ladrão, Condenado, Dirceu, Arnaut, Férias, Luxo,

Localizado na Praia de Copacabana, o hotel que Miguel Relvas escolheu para passar uns dias de descanso, e que pertence ao grupo Orient-Express, tem hospedado ao longo de décadas membros da realeza, estrelas de cinema, teatro e música, assim como políticos e empresários. Desde que Fred Astaire e Ginger Rogers dançaram juntos no filme Flying Down to Rio com o Copacabana Palace como cenário principal, o hotel tornou--se internacionalmente conhecido.

A diária no Copacabana Palace, que reabriu a 12 de Dezembro, depois de extensas obras num valor estimado superior a 10 milhões de euros, custa um mínimo de 600 euros e o preço médio por dormida é de 800 euros, sem incluir taxas de serviços de hotel ou pequeno-almoço – e a preços de balcão. Uma refeição no hotel pode custar bem mais que a pernoita e os preços sobem em época alta, como acontece nos períodos de Natal e Ano Novo.

O Copacabana Palace tem um total de 243 apartamentos e suites. Todas as acomodações são projectadas de forma individual com móveis de época e obras de arte originais e possuem vista para o mar e amplas salas de estar.

o maçom Miguel Relvas é cidadão honorário do Rio de Janeiro desde 2008, mas, pelo menos até há alguns anos, era na Baía onde passava – segundo dizia – as melhores férias da sua vida. De resto, as viagens ao Brasil, em trabalho ou turismo, são uma constante desde o tempo do Biderberg Santana Lopes, quando era secretário-geral do PSD. A regularidade aumentou quando Relvas iniciou a sua actividade como gestor e consultor de empresas privadas, em 2006. A partir de 2009, ano em que se dedicou exclusivamente à gestão e consultoria na Kapaconsult, Finertec e na Alert, a multinacional portuguesa de software clínico, as idas ao outro lado do Atlântico tornaram-se ainda mais frequentes, até à sua entrada para o governo.

Vejamos agora, o currículo de Relvas no Brasil


Importa referir que a Alert teve problemas no Brasil, relativos a casos de corrupção.



Da Redação - A Revista Visão publicou matéria na qual denuncia figuras públicas de Portugal, como do (hoje) poderoso Miguel Relvas com políticos brasileiros, especialmente com o nome de José Dirceu, dado e tido como o mentor do mensalão.

A matéria diz que Miguel Relvas não é só o poderoso número dois do Governo de Portugal, também no Brasil tem amigos de peso e portas abertasDos homens do mensalão” às agências de marketing, da direita conservadora a decisores políticos e empresariais, dos media ao jet-set, a sua agenda registra várias figuras de relevo na sociedade brasileira, por boas e más razões. No Brasil, diz o texto, o ministro-adjunto garantiu sólidas amizadesinfluência e bons negócios. E foi também no Brasil que o PSD começou a ganhar as recentes eleições em Portugal.

Miguel Relvas é cidadão honorário do Rio desde 2008Mais difícil é precisar o momento em que o ministro-adjunto se tomou de amores pelo Brasil. Até há uns anos, ele situava as melhores férias da sua vida na Bahia. Aí, em 2000, fez turismo cultural com a família e descansou num resort da Ilha de Comandatuba, lendo teses e ensaios sobre Eça de Queirós. “Relvas gosta de seguir a máxima que diz que nunca se é feliz duas vezes no mesmo lugar. À ilha, não voltou, mas o Brasil é um eterno retorno na sua vida”, refere a publicação.

Viajou para o Brasil com o primeiro-ministro Santana Lopes, em setembro de 2004. Era então secretário-geral do partido e conheceu Nizan Guanaes, dono de um dos maiores grupos de marketing político e considerado pelo Financial Times um dos brasileiros mais influentes do planeta. Naquela altura, Relvas procurava quem refinasse a campanha do PSD (Partido Social Democrata) no ano seguinte, embora mantivesse contrato, desde 2001, com o brasileiro Einhart da Paz. No Rio, em 2005, o atual ministro também representou o antigo líder do partidoMarques Mendes, na reunião da comissão executiva da Internacional Democrata Centrista, à época presidida por José María Aznar.

A partir de 2006, iniciou a sua atividade como gestor e consultor de empresas privadas e começou a viajar com regularidade para o outro lado do Atlântico. A frequência acentuou-se a partir de 2009, ano em que se dedicou exclusivamente à gestão e consultoria na KapaconsultFinertec e na Alert, a multinacional portuguesa de software clínico.

O grupo Finertec é uma empresa com interesses nas áreas das energiastecnologiaconstruçãoimobiliário e turismosobretudo em África. Já a Alertgraças a Relvasconquistou o mercado no Brasil. O primeiro contrato foi celebrado em 2007 com a Secretaria de Estado da Saúde de Minas Gerais e, daí para cá, a empresa está presente em dezenas de hospitaisinstitutosclínicas e unidades de saúde, sobretudo em Minas, mas também em São PauloRio e noutros estados.

Com a entrada para o Governo, Relvas cessou estas atividades.Em 2010, apresentou um rendimento global de quase 230 mil euros.

Os amigos no Brasil atravessam vários quadrantes e atividades. E carregam alguns fardos também. César Maia (ex-prefeito do Rio) e Rodrigo Maia (atual deputado) pai e filho, ambos do partido Democratas dão Relvas como exemplo. Tem sido uma referência para todos nós diz César. Estivemos com ele no dia da eleição em Portugal, recorda Rodrigo. No DEMsigla pelo qual esta força política de direita é conhecida no Brasilvários deputados foram apanhados em casos de corrupção. Em 2007, segundo O Globoo partido herdeiro da ARENAbase da ditadura militarocupava o primeiro lugar no número de políticos que perderam o mandato por denúncias de corrupção (69). No ranking dos Estados com maior número de políticos cassados, Minas Gerais liderava.

Jorge Borhausenantigo dirigente da ARENA, e Paulo Bornhausen, deputadoabandonaram o DEM. Conheceram o Relvas nos anos 90 no Brasil e permanece uma profunda amizade, atesta Paulo. É um profissional muito competente. Tem amigos no mundo da economia, da política e em muitas outras áreas”. Jorge festejou com Relvas e Passos Coelho após a tomada de posse em LisboaPaulo ajudou a fundar o novo PSD brasileiroO partido começou tortonos primeiros documentosapareceram milhares de assinaturas falsificadas e de pessoas já mortas (o mesmo sistema usado pelo PSD em Portugal). Agora, Gilberto Kassabprefeito de São Paulopresidente do PSD e próximo de José Serracandidato derrotado por Dilma nas presidenciais, tenta pôr ordem na casa. Amigo de Relvaspolêmicotenta explicar à justiça, por estes dias, o aumento do seu próprio salário em 51%.

A Alert foi contratada pelo governo de Minas Gerais por R$ 48 milhões em 2007


Já na mídia do Brasil começam a aparecer mais pontes deste novelo político – não diretos mas indiretamente. Na terça feira, dia 13 de setembro, o Globo (globo.com) publicou matéria com o seguinte título: “Fiocruz cancela contrato suspeito com empresa portuguesa no valor de R$ 365 milhões”. O detalhe é a empresa portuguesa. Trata-se justamente da citada pela revista Visão e ligada ao político português Miguel Relvasamigo de vários políticos brasileiros, a Alert Life Services.

A mesma empresa que fechou um contrato, já cancelado, de R$ 365 milhões com a Fiocruz no mês passadoa Alert Life Services, foi contratada pelo governo de Minas Gerais por R$ 48 milhões em 2007justamente o primeiro contrato da Alert no Brasil quando Miguel Relvas prestava consultoria para a empresa, em matéria publicada pela revista portuguesa.

Coincidentemente, foi o mesmo ano que o Estado de Minas liderou o ranking dos estados com maior números de políticos cassados por corrupção.


O cancelamento do contrato da Fiocruz com a Alert foi publicado no Diário Oficial da União. A companhia portuguesa deveria fornecer 8 mil licenças de um software de triagem emergencial de pacientes, mas os pontos de atendimento do SUS não tinham computadores, equipamentos médicos, acesso a internet ou até energia, necessários para instalar e aplicar o programa. Das 4 mil unidades de saúde básica que seriam contempladas, menos de 400 (10%) tinham o sistema no ano passado. Um terceiro contrato com o Inca (Instituto Nacional do Câncer), de R$ 7,7 milhões foi firmado neste ano. Nos três, não houve licitação.

No primeiro caso, a Fiocruz decidiu cancelar o contrato devido à detecção de problemas processuais, como um projeto básico mal-elaboradoapontados por auditoria interna. Na realidade, a Fiocruz escolheu a Alert apenas com base em pesquisa interna, baseada em informações públicas de mercado e conhecimentos técnicos. Sem ouvir propostas de outros concorrentes brasileiros ou internacionais, mas com aval do Ministério da Saúde, o instituto fechou o negócio milionário de transferência de tecnologia. A meta era a integração de todas as bases de dados do SUS e a automatização de todas as unidades básicas de saúde do país, a plataforma do futuro “Cartão SUSDiversas autoridades federais e estaduais, inclusive de Minas Gerais, visitaram juntos a Alert em Portugal.

No caso de Minas, a Secretaria de Saúde (SES-MG) justificou o contrato sem licitação porque a Alert seria a única empresa no Brasil que detinha, à época da contratação, o direito de utilização do Protocolo de Manchester (sistema de classificação de risco do pacientes, que organiza o atendimento com base na gravidade dos doentes). Porém, o Brasil já tinha negociado o direito de uso gratuito desse protocolo, um dos vários existentes no mundo. A subsidiária da Alert no Brasil foi criada apenas um mês antes da assinatura do contrato com o governo, segundo o registro na Receita Federal. E a subsidiária brasileira da Alert foi inaugurada um ano depois, em Belo Horizonte. O presidente é Luiz Brescia, que já presidiu a entidade de classe que atestou a exclusividade do produto da Alert, conforme exige a Lei de Licitações.

Antes de assinaturas de contratos, houve viagem de autoridades para conhecer as instalações da Alert em Portugaltodas oficiais e custeadas com verbas públicas. Na mais recente, da Fiocruz, participaram o presidente da Fiocruz, Paulo Ernani Gadelha Vieira, o vice-presidente da FiocruzPedro Barbosa, o secretário de Gestão Estratégica e Participativa do Ministério da SaúdeOdorico Monteiro, um representante da diretoria de Informática do Datasusrepresentantes dos conselhos estadual e municipal de secretários de saúde e técnicos do governo. De acordo com a Fiocruz, também esteve na viagem o atual secretário de saúde de Minas GeraisAntonio Jorge MarquesNenhuma outra empresa foi visitada no Brasil ou no exterior.

A Fiocruz decidiu cancelar o contrato com a Alert e reiniciar o procedimento de compra de tecnologia com base nas recomendações processuais da auditoria interna.

Amizades de Relvas no Brasil - Dirceu, o poder na sombra


Quem também tem uma excelente relação com Aécio e lhe augura grande futuro é José DirceuFundador do PT, ex-ministro da Casa Civil de Lula demitiu-se na sequência do escândalo do «mensalão». Dirceu está inelegível até 2015 e é o principal visado no caso que começará a ser julgado este ano e conta 36 acusados.

Prova de que ainda mexe – e muito –, Dirceu foi capa da revista Veja. A revista chama-lhe «O Poderoso Chefão», título brasileiro para a saga de Dom Corleone, O Padrinho e uma forma de ilustrar a sua teia de influências no Governo e nas empresas. Dirceu, actualmente a cumprir 10 anos de prisão, era anteriormente consultor de multinacionais, ´maçom e conhece bem Portugal.

E Miguel Relvas. O sinistro ministro português recorda tê-lo conhecido «por intermédio de amigos comuns», sem relações empresariais pelo meio. «Encontrei-o ocasionalmente », diz Relvas.
Em finais de 2007, Daniela Pinheiro, jornalista da revista Piauí, teve livre-trânsito para acompanhar Dirceu num périplo por vários países, Portugal incluído.

Logo na chegada ao aeroporto, em Lisboa, o ex-ministro e cadastrado, foi insultado por compatriotas.

«Tem ladrão na fila!», ouviu-se em pleno aeroporto da Portela.
À espera de Dirceu estava João Serra, dono da construtora Abrantina e sócio do escritório de advogados Lima, Serra, Fernandes e Associados.

Da sociedade fazem parte Fernando Fernandes, ex-administrador da SLN (BPN) e atual grão-mestre do Grande Oriente Lusitano (GOL), organização maçónica a que estará ligado Relvas.


Outro sócio que acompanhou Dirceu na estada na capital portuguesa foi António Lamego, ex-advogado de José Braga Gonçalves no caso Moderna. Segundo Dirceu, Lamego era amigo do general João de Matos, ex-chefe do Estado-Maior do Exército angolano. Na época, os três combinaram encontrar-se na Costa do Sauípe, no Brasil, para tratar de negócios.

Nesses dias lisboetas, Dirceu ficou hospedado no Pestana Palace. Andou de Jaguar preto, jantou no Vela Latina, bebeu Pera Manca e disse querer investir em Angola. «Meu interesse é infraestrutura: rodovias, telefones, telecomunicações.»

O consultor do milionário mexicano Carlos Slim e do magnata russo Berezevosky, falou também da sua atividade: promover ne ócios de portugueses no Brasil e de brasileiros em Angola. No dia da partida de Lisboa, Dirceu adormeceu e teve de correr para o aeroporto: «Lamentava ter comido muito e bebido duas garrafas de vinho na noite anterior em companhia do deputado Miguel Relvas, seu amigo há décadas», contou à jornalista da Piauí.

No Brasil, apontam a Dirceu ligações à Ongoing. Um dos links é Evanise Santos, a namorada. Também referida no «mensalão», é diretora de marketing do Brasil Económico, jornal do grupo e da Ejesa, empresa da mulher do líder da Ongoing.

Amiga da presidente Dilma, Evanise foi coordenadora de relações públicas no Palácio do Planalto no tempo de Lula. Dirceu escreve no jornal. A investida da Ongoing no Brasil foi atribuída às influências de Dirceu, mas o grupo desmente. ReinaldoAzevedo, da Veja, não cai. «No meio político, o Brasil Económico é chamado 'aquele jornal do Dirceu'», escreveu.
http://revoltatotalglobal.blogspot.com/2012/06/clube-amizade-corrupcao-portugal-brasil.html
O ex-ministro é visto como um símbolo do pior que o País tem.
«Dirceu, é um negociante. Trafica naquela zona sombria entre o público e o privado, embora faça questão de aparentar mais sucesso empresarial do que tem de verdade»
Quem o diz,  é Sérgio Lírio, redator-chefe da revista Carta Capital.

«Nada mudou depois do mensalão. A promiscuidade do Governo com seus aliados persiste», afirma Álvaro Dias, líder do PSDB no Senado. Para Fernão Lara Mesquita, jornalista e atual administrador do jornal O Estado de São Paulo, mistério é coisa que não existe: «Se viesse um dia a cair no Brasil, Sherlock Holmes ficaria desempregado.

Não há nada para descobrir. É tudo ‘sexo explícito’», refere. Segundo ele, Dirceu «é o especialista nos trabalhos sujos. Tudo o que é realmente grande na roubalheira geral está a cargo dele».


O Dias Loureiro roubou Portugal e diz-se falido, Relvas impõe austeridade e diz que para sair da crise, é preciso reduzir as importações e apostar nas exportações e contenção de custos.


A diária no Copacabana Palace 

custa um mínimo de 600 euros e o preço médio por dormida é de 800 euros, sem incluir taxas de serviços de hotel ou pequeno-almoço – e a preços de balcão. Uma refeição no hotel pode custar bem mais que a pernoita e os preços sobem em época alta, como acontece nos períodos de Natal e Ano Novo.
O Copacabana Palace, não é um hotel onde se hospede quem esteja falido. Quem está falido não passa férias. Como tal, o gatuno tá carregado com o capital do roubo que todos estamos a pagar e só por isso merece levar na tromba até cagar o último cêntimo gamado.


O Copacabana Palace, está longe de padecer dos males que afectam a hotelaria em Portugal, sobretudo na região do Algarve e como o hotel Copacabana Palace fica situado no Brasil, é uma importação, contrário á dita política seguida pelo governo.

Mesmo tendo em conta a diferença de temperaturas – em Portugal é Inverno (époc baixa), enquanto no Rio de Janeiro é Verão –, e de preços, nunca antes as taxas de ocupação em território nacional atingiram níveis tão baixos.

Este ano, 16% dos hotéis portugueses encerraram na época baixa. Só no Algarve, e de acordo com dados da Associação da Hotelaria de Portugal citados pelo jornal “Expresso”, quase metade dos hotéis (48%) fecharam esta estação por falta de turistas.

Mais uma vez, estamos a confirmar que os embros do governo fazem o contrário do que imõem ao povo que matam com impostos.

Quanto á política de exportações, talvez se trate de exportação de capital. As malas diplomáticas dão imenso jeito para transportes especiais de malotes.

A jeito de conclusão, ficam as ligações entre Relvas, Dirceu e German Efromovich, aquele comprador interessado na TAP



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Medidas Austeridade Corte Subsidios Natal e Férias: "Suspensão de Direitos Adquiridos é Inconstitucional!" Mouraz Lopes Presidente da Associação Sindical de Juízes Desafia Tribunal Constitucional a Fazer Valer Lei Fundamental in Entrevista RTP



Entrevista RTP a Mouraz Lopes novo presidente da Associação Sindical dos Juizes dz que: "Suspensão de direitos adquiridos é inconstitucional"


Entrevista RTP a Mouraz Lopes; Entrevista RTP; Entrevista; RTP; Entrevista RTP presidente da Associação Sindical dos Juizes; Subsidio Natal; Subsidio de Férias; Tribunal Constitucional; Inconstitucional

Entrevista RTP a Mouraz Lopes novo presidente da Associação Sindical dos Juizes

fala das medidas do governo como o corte subsidios de Nata e férias

dz que: "Suspensão de direitos adquiridos é inconstitucional"

desafia Tribunal Constitucional a fazer valer a lei fundamental



14 Abr, 2012, 09:43
Numa leitura de medidas como o corte dos subsídios de férias e de Natal, o novo presidente da Associação Sindical de Juízes diz que "a suspensão de direitos adquiridos é inconstitucional". Mouraz Lopes desafia o Tribunal Constitucional a fazer valer a lei fundamental.


"Suspensão de Direitos Adquiridos é Inconstitucional!" Mouraz Lopes Presidente da Associação Sindical de Juízes Desafia Tribunal Constitucional a Fzer Valer Lei Fundamental in Entrevista RTP


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Cortes Subsídios de Natal e Férias: Pacheco Pereira, Dinossauro do PSD Acusa Passos Coelho de Má Fé! in Programa Quadratura do Circulo, SIC



Corte nos subsídios de Natal e férias; Dinossauro; PSD; Pacheco Pereira acusa primeiro-ministro de má-fé; Pacheco Pereira; Quadratura do Circulo; SIC
Corte nos subsídios de Natal e férias:
Dinossauro do PSD Pacheco Pereira acusa primeiro-ministro de "má-fé"

Corte nos subsídios de Natal e férias: Dinossauro do PSD Pacheco Pereira acusa primeiro-ministro de "má-fé"


 

Pacheco Pereira acusa o primeiro-ministro de "má-fé" ao ter estendido o corte nos subsídio. No programa "Quadratura do Círculo", o antigo dirigente social-democrata reagia assim ao anúncio de Passos Coelho, à rádio Renascença, de que os subsídios de Natal e férias vão ser repostos apenas em 2015.


 

"É evidente a má-fé do primeiro-ministro, que prometeu e não cumpriu", ao ter estendido o corte nos subsídios de Natal e de férias até ao final da vigência do programa de assistência financeira a Portugal", considera Pacheco Pereira.

No programa "Quadratura do Círculo" da SIC Notícias, Pacheco Pereira disse desconfiar que sejam razões eleitorais a levar o Governo dePedro Passos Coelho a tomar tal decisão.

"Para já, não é aquilo que foi prometido. Segundo, se não é aquilo que nos foi prometido, ou seja que o corte seria absolutamente extraordinário e corresponderia ao período de intervenção da "troika", ou seja, em 2013 - não é em 2014. Em 2014 as pessoas já deviam ter direito a receber o seu subsídio conforme estava previsto".

O comentador considerou ainda: "se se diz que as condições económicas não o permitem, também era possível saber isso há um ano. Mas se as condições económicas não o permitem, por que razão é que nos é feita uma oferta para 2015, em que nada indica que as condições económicas o vão permitir? Só pode ser por razões eleitorais."


Este partido e este líder (Passos Coelho) devem ser banidos das listas eleitorais dos Portugueses. Diria mais, da democracia nacional.

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Governo Anuncia a Continuação do Roubo aos Trabalhadores e ao Povo Português; Declaração de Bernardino Soares, Presidente do Grupo Parlamentar do PCP Sobre Passos, Subsidios de Férias e Natal



Declaração de Bernardino Soares, Presidente do Grupo Parlamentar

Governo anuncia a continuação do roubo aos trabalhadores e ao povo

Quarta 4 de Abril de 2012


Sobre as declarações do primeiro-ministro, de que o subsidio de natal e de férias só será reposto em 2015, Bernardino Soares afirmou que esta política de roubo é inaceitável enquanto os grandes grupos económicos continuam a engordar os seus lucros.


Governo anuncia a continuação do roubo aos trabalhadores e ao povo



Declaração de Bernardino Soares sobre as declarações do primeiro-ministro, de que o subsidio de natal e de férias só será reposto em 2015.

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Luta Sindical: Portugal Perdem Trabalhadores; Alemanha Perdem Bancos Merkel Ganha Povo! Aumento Ordenados Empresas Públicas Alemãs 6,3% 2 Anos; Direito A Mais Benefícios Fiscais Mais Férias



Em Portugal, os conas moles (portugueses) toleram e aceitam tudo. São roubados, voltam a ser roubados, continuam a ser roubados, estão cada vez mais na miséria e estupidamente continuam a aceitar a "merecida sina", "o triste fado"...  tudo aceitam e toleram de bom grado, excepto perder um jogo de futebol, aí é o diabo... mas político é semi-deus e banco é sagrado, e o resultado é serem escravizados, visto de que de escravo é o seu comportamento.

Em contrapartida na Alemanha,  o povo luta e como resultado, contraria-se Merkel e a banca. Aumentam-se os salários, para pôr a Economia a mexer!


Povo sem dinheiro, não faz economia mexer!


A maior parte dos empresários em portugal, podiam ter pago melhores salários. Razão pelo qual, um país tão pobre como Portugal, tem ricos demasiado ricos, comparativamente aos seus semelhantes no estrangeiro.


Na Alemanha, há grandes empresários, que vivem de forma modesta, poios preferem (vêm-se obrigados) a investir os lucros em formação, tecnologia e desenvolvimento! Esta é a diferença!


Além do mais, um povo interventivo obriga a decisões políticas de qualidade, que resultam num País Rico.

Portugal é probre em cidadania, o povo (xoxa mole) tudo tolera, como tal tem, sindicalistas e sindicatos traidores, políticos, polícias e juizes traidores, corruptos e ladrões ... uns vigarístas e teóricos, formados em corrupção que tiram cursos em privadas de qualidade duvidosa, mas diretamente proporcional ao que a maioria dos portugueses merecem!


Abaixo a notícia do Jornal Sol escrito por Nuno de Noronha, em Bona que me levou a escrever este post.

Acordo sindical: Salários nas empresas públicas alemãs vão subir 6,3 por cento em dois anos


É o resultado de um acordo assinado esta noite, em Potsdam, entre a união sindical do setor público Ver.di, as administrações das empresas do estado e o ministro do Interior, Hans-Peter Friedrich. As paralisações duravam há várias semanas e a cedência do governo vai custar 550 milhões de euros aos cofres do estado alemão.


Imagem; EPA; PETER STEFFEN; onda de greves; Ordenados, Aumento Ordenado; Alemanha; Portugal; Conas; Fado; Futebol


 

Mais de dois milhões de trabalhadores do setor público saíram beneficiados esta madrugada depois do acordo entre empregadores e sindicatos, em Potsdam, que prevê um aumento salarial gradual de 6,3 por cento nos próximos dois anos.


Tanto o líder sindical Frank Bsirske, como o ministro do Interior, Hans-Peter Friedrich, que conduziram as negociações, saudaram o acordo.

O pacto prevê um aumento salarial de 3,5 por cento já este ano, com efeitos retroativos a partir de 1 de março. Os vencimentos voltam a aumentar 1,4 por cento em janeiro de 2013 e 1,4 por cento em agosto de 2013.

A maratona negocial de 40 horas traduz-se em melhorias também para os estagiários, que passam a usufruir de um vencimento base mais alargado, mais benefícios fiscais e direito a férias.


Mais férias para os trabalhadores


Em 2013, os trabalhadores passam a ter direito a 29 dias úteis de férias. A partir dos 55 anos, gozam mais um dia, ou seja, 30 dias úteis.

Os funcionários dos aeroportos usufruem de aumentos salariais entre 200 a 600 euros.

O acordo entre sindicatos e empregadores acontece após três ondas consecutivas de greves, que afetaram os setores públicos da administração, educação e transportes.

Do lado sindical também houve concessões. Frank Bsirske, responsável máximo da Ver.di, referiu que o sindicato renunciou ao pagamento do “complemento social”, destinado aos trabalhadores com salários mais baixos. Segundo o líder sindical, o principal objetivo das negociações foi chegar a um acordo que reduzisse as diferenças salariais entre o setor público e o setor privado.

Só no mês de março, a Ver.di conseguiu a fidelização de 23 mil novos membros.

in Sol: Salários nas empresas públicas alemãs vão subir 6,3 por cento em dois anos


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Indigna-te: Austeridade e Roubo de Subsidios de Férias e Natal Pode Atingir Sector Privado e Para Sempre!



Miguel Relvas, o verdadeiro primeiro-ministro do governo do senhor Coelho, em entrevista à TVI, deu a entender que o corte dos subsídios de Natal e de férias pode ser estendido ao sector privado e vigorar, não por dois anos, mas para sempre. Adiantou que "muitos países da União Europeia só têm doze vencimentos", e deu como exemplo a Holanda, a Inglaterra e a Noruega.


O senhor Relvas, ou é estúpido, ou quis fazer de nós estúpidos: ganhando 14 meses, o salário mínimo em Portugal rende anualmente 6.790 Euros; ganhando os tais 12 meses, em Inglaterra rende 11.692 Libras (13.296 Euros), e na Holanda 16.783 Euros (fonte: Wikipedia); na Noruega não há salário mínimo, os salários são fixados por negociações entre patrões e sindicatos, mas a remuneração média mínima era em 2010 de 354 mil Coroas, aproximadamente 46.138 Euros (Fonte: Statistisk sentralbyrå).

Nós emprestamos 14% do nosso ordenado ao Estado, que devolve 7% no fim de junho e os outros 7% no fim de novembro e depois chama a isso "subsídios"!

É de gente deste jaez que o governo da nação é servido. Não sabem do que falam, não sabem do que tratam, mas decidem. Sempre a favor dos negócios que os lá levaram, mesmo que isso signifique deixaros seus concidadãos na maior das misérias.

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Máfia Portuguesa Banco BPN: Comissão Europeia Critica Governo de Lisboa! Custo Superior ao Roubo Subsídios de Natal e Férias Função Pública!



Bruxelas ignora qual vai ser o custo final do BPN
Banco BPN

Comissário queixa-se de falta de informação. Não sabe qual o custo com o banco, nem se o Estado violou regras europeias.

As autoridades nacionais e estrangeiras ignoram o custo final aproximado que os contribuintes portugueses terão de suportar com o Banco Português de Negócios (BPN).

As Finanças só falam de valores depois de o processo de venda estar concluído, Bruxelas lamenta a falta de informação nesta fase do campeonato.
Cavaco Silva Oliveira e Costa Dias Loureiro

Recorde-se que o BPN é o tal Banco da Sociedade Lusa de Negócios (SLN), de que eram sócios Oliveira e Costa que fez parte de um Governo de Cavaco Silva, Dias Loureiro, dono do maior resort turistico da Ilha do Sal em Cabo VerdeEx-Conselheiro de Estado e Ex-Ministro de Cavaco, e Jorge Coelho da Mota Engil. Recorde-se que o BPN, foi o Banco onde Cavaco Silva teve um lucro de 147.500 euros com a venda de acções da SLN, que é dona deste banco. O negócio remonta a 2003. A filha do candidato presidencial também ganhou 209.400 euros.

Ontem, num comunicado bastante duro para com o Governo de Lisboa, o gabinete do vice-presidente da Comissão Europeia, Joaquín Almunia, disse que "apesar de sucessivos pedidos, a Comissão não dispõe na presente fase de todas as informações de que necessita para adoptar uma decisão relativa ao eventual auxílio [do Estado ao BPN]".

Até ao momento, o Governo, através das Finanças, admite que o custo global com o BPN ronda os 2,4 mil milhões de euros, estando estabilizado neste valor. Mas o primeiro-ministro já avisou que há "juros novos" que "vão ser enfrentados pela área pública no próximo ano". Há dias, no Parlamento, Pedro Passos Coelho falou em mais "350 milhões [de euros] devidos pelos dois veículos que foram criados no passado para as carteiras de crédito do BPN".

Este novo custo com o BPN (2750 milhões de euros) já é superior à poupança gerada pela eliminação dos subsídios de Natal e de férias dos funcionários públicos e pensionistas que ganham mais de 1000 euros.

O Dinheiro Vivo perguntou às Finanças se o valor dos juros referido por Passos terá impacto no défice público de 2012. Fonte oficial respondeu que "as questões sobre o BPN só ficarão esclarecidas após o fecho das negociações (mesmo os impactos)".

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ASJP Associação Sindical dos Juízes: Confisco dos Subsídios de Natal e Férias Imposto é Ilegal e Viola a Constituição



ASJP Associação Sindical dos Juízes
Austeridade vai diminuir a dignidade humana, alerta a ASJP

Associação Sindical dos Juízes considera eliminação dos subsídios “ilegal”

Num comunicado emitido hoje, a Associação Sindical dos Juízes Portugueses (ASJP) afirma que a suspensão dos subsídios de Natal e férias é “violadora da Constituição” e assegura que vai garantir "a protecção dos direitos fundamentais" dos portugueses.

A ASJP reconhece, na tomada de posição tornada pública no seu site, que “a situação difícil que o país atravessa (...) impõe sacrifícios a todos os portugueses e exige um grande sentido patriótico de responsabilidade e solidariedade”.

No entanto, sublinha que esses sacrifícios “têm de respeitar os princípios constitucionais da necessidade e da proporcionalidade”, destacando que devem incidir sobre “todos os rendimentos: do trabalho, mas também do capital” e que devem ser aplicados “de forma proporcional aos rendimentos”.

Para a ASJP, a decisão tomada pelo Governo de subtrair aos funcionários públicos os subsídios de férias e de Natal, por um período de dois anos, é uma forma “disfarçada de suspensão duradoura”. E acrescenta que se trata de uma “medida violenta, injusta, discriminatória e flagrantemente violadora da Constituição”.

Além disse, os juízes acreditam que se trata de um “imposto ilegal, um verdadeiro confisco do rendimento do trabalho”, com consequências significativas para os portugueses.

“Esta medida diminuirá de forma drástica as condições de vida e dignidade humana de uma parcela dos portugueses (...) e conduzirá à insolvência económica e ao desespero muitas famílias, que se verão impossibilitadas de cumprir os seus compromissos”, escreve a associação, no comunicado.

A ASPJ aconselha o Executivo a tomar decisões que “unam os portugueses” e não que os “virem uns contra os outros”, sublinhando que “há princípios fundamentais que um Estado de direito tem de respeitar”.

“O país parece caminhar a passos largos para uma tragédia económica e social”, referem os juízes, nesta tomada de posição. E, por isso, dizem estar disponíveis para “assegurar aos seus concidadãos que estarão sempre do lado da protecção dos direitos fundamentais dos mais fracos e desfavorecidos” e que “não caucionarão atropeltos aos valores da justiça e do direito”.

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