... Julgo que depois destes malabarismos, os currículos das pessoas com funções políticas activas com o propósito de praticar o bem comum de uma nação, devem ser exigidos e publicados em Diário da Republica para qualquer cidadão poder consultar e certificar-se das habilitações de cada politico. Não deve ser uma opção, mas uma condição contemplada numa lei própria para o efeito, pois como sabemos, nenhum trabalhador é admitido numa função numa empresa, sem referências e/ou curriculo académico/profissional. será verdade que o PS está "calado" neste caso da licenciatura de M. Relvas porque o Irmão Maçon António Seguro dos Bancos (da Universidade Lusófona) foi um dos professores envolvido no processo?...
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Máfia Portuguesa, Político Negócios Familiares, Corrupção, Legislação Por Encomenda, Honorários Milionários, Poder & Associados: Ministérios Sombra Interesses e Poderes Ocultos das Grandes Sociedades de Advogados; Paulo Morais Revela Os Tentáculos do Polvo Criminoso Que ROUBA e Se Governa de Portugal e da Miséria dos Portugueses



Portugal está a ser roubado através de políticas de falaciosas e escandalosas privatizações - Veja quem é o judeu German Efromovich, o colombiano, brasileiro polaco que quer comprar a TAP pelo preço de um avião (negócio inexplicáveis, como German Efromovich se tornou bilionário, estratégias comerciais, corrupção e tráfico de influências Operação águas profundas, as ligações entre Passos Coelho, Miguel Relvas, o criminoso Dirceum, condenado a 10 anos de prisão e Efromovich no "negócio da TAP", tudo isto a somar ao roubo da Empresa de Navegação Aérea ANA, tudo controlado pela mesma quadrilha. Portugal está a atravessar uma tenebrosa crise provocada pelos bandidos dos bancos através de Operações Financeiras Internacionais, como comprovado pelo Levin-Coburn Report, o Relatório da Câmara Alta e Câmara Baixa do Senado do Estados Unidos, intitulado "Wall Street e a Crise Anatomia de um Colapso Financeiro".


Para que possa compreender melhor o contexto de uma crie sem fim, reproduzo abaixo, com a devida vénia, um artigo publicado por Paulo Morais no jornal 'Correio da Manhã', ao qual fiz uma pequena chamada de atenção

Fio de Prumo
Poder & Associados
http://revoltatotalglobal.blogspot.com/2012/12/mafia-portuguesa-politico-negocios-familiares-interesses-ocultos-poder-associados-socciedades-advogados.html
As grandes sociedades de advogados transformaram-se em autênticos ministérios-sombra.


Poderes, Grandes, Sociedades, Advogados, Máfia, Portuguesa, Político, Negócios, Familiares, Corrupção, Legislação, Milionários, Poder, Associados, Portugal, Miséria, Paulo Morais


As grandes sociedades de advogados adquiriram uma dimensão e um poder tal que se transformaram em autênticos ministérios-sombra.

É dos seus escritórios que saem os políticos mais influentes e é no seu seio que se produz a legislação mais importante e de maior relevância económica.

Estas sociedades têm estado sobre-representadas em todos os governos e parlamentos.


"São seus símbolos o ex-ministro barrosista Nuno Morais Sarmento, do PSD, sócio do mega escritório de José Miguel Júdice, ou a centrista e actual super-ministra Assunção Cristas, da Morais Leitão."

Uma pequena chamada de atenção

sociedade de Advogados ML&GT, "Morais Leitão e Galvão Teles" & Associados, onde Assunção Cristas trabalhava como consultora, é sócio do Banco Comercial Português e sócio e membro fundador do Fórum Portugal Global (FPG), a Comissão Trilateral Portuguesa, criada pelo ex-ministro das Finanças de Cava Silva, dependente da Comissão Trilateral Europeia, um Grande Oriente Elitista, maçónico de Rockfeller ligado ao Clube Bilderberg. Existe a Comissão Trilateral Estados Unidos e Canada, Comissão Trilateral Europeia e a Comissão Trilateral Asia Pacífico que compreende o Japão, Australia, Nova Zelândia e Coreia do Sul e outros ligados á Ásia Society, também controlada por Rockfeller.

A Comissão Trilateral Europeia tem a União Europeia, como principal campo de acção, dividindo-se em grupos regionais pelos países da UE. Dela fazem parte: O consultor do governo para as privatizaçõesAntónio BorgesPreidente SANTANDERDirector Europeu Goldman SachsBilderberg FMI, Mário Monti Director Goldman SachsBilderberg, Presidente demissionário do Concelho de Ministros, Italia; ex Presidente, Bocconi University, Milão; ex Membro da European Commission (Competition Policy and Internal Market); Honorary Presidente, BRUEGEL, Brussels; former European Chairman, Trilateral Commission  Jorge Braga de MacedoPresident, Tropical Research Institute, Lisbon; Professor of Economics, Novan University at Lisbon; Chairman, Forum Portugal Global; former Minister of Finance, Estela Barbot, Bilderberg, FMI, former Director, AGA; Director, Bank Santander Negocios; Membro of the General Council, AEP -- Portuguese Business Association, Porto; General Honorary Consul of Guatemala, Lisbon, Jorge Armindo, Chairman, Amorim Turismo, Lisbon, Lucas Papademos, Goldman Sach, Prime Minister of Greece, Athens; former Vice President, European Central Bank; former Governor of the Bank of Greece...Peter Sutherland Goldman Sachs, ex procurador Geral da Irlanda e muitos mais.

Da lista de 25 membros e sócios do grupo portuguêsFPG, fazem parte: BES de Ricardo Salgado, parte do Cartel de Bancos Inter-Alpha, o Grupo Impresa de Balsemão, Padrinho Bilderberg Portugal, o Banco Finantia de Eduardo Catroga e outros. O banco Financia de Eduardo Catroga,  foi o terceiro banco a ser apoiado pelo Estado Contribuinte.


Aos quais se poderiam juntar ministros de governos socialistas como Vera Jardim ou Rui Pena.

Veja o polvo político financeiro familiar dos vampiros que se governam de Portugal

Alguns adversários políticos aparentes são até sócios do mesmo escritório.

Quando António Vitorino do PS e Paulo Rangel do PSD se confrontam num debate, fazem-no talvez depois de se terem reunido a tratar de negócios no escritório a que ambos pertencem.

Algumas destas poderosas firmas de advogados têm a incumbência de produzir a mais importante legislação nacional. São contratadas pelos diversos governos a troco de honorários milionários. Produzem diplomas que por norma padecem de três defeitos.

São imensas as regras, para que ninguém as perceba, são muitas as excepções para beneficiar amigos; e, finalmente, a legislação confere um ilimitado poder discricionário a quem a aplica, o que constitui fonte de toda a corrupção.

Como as leis são imperceptíveis, as sociedades de jurisconsultos que as produzem obtêm aqui também um filão interminável de rendimento.

Emitem pareceres para as mais diversas entidades a explicar os erros que eles próprios introduziram nas leis. E voltam a ganhar milhões. E, finalmente, conhecedoras de todo o processo, ainda podem ir aos grupos privados mais poderosos vender os métodos de ultrapassar a Lei, através dos alçapões que elas próprias introduziram na legislação.

As maiores sociedades de advogados do país, verdadeiras irmandades, constituem hoje o símbolo maior da mega central de negócios em que se transformou a política nacional.


"E o culpado? Todos nós, que não apeámos os governos logo que este estado de coisas foi notório. Preferimos deixar-nos governar "de longe", à espera que sobre algo...Talvez isto esteja a ir longe de mais, quem dera..."

Veja também como o SANTANDER maltrata os clientes


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Jerónimo de Sousa, Descodifica a Demagogia das Medidas de Passos: O Resultado é Roubo Eterno de Dois Salários" A Pensionistas, Reformados e Trabalhadores do Sector Público Extensível Ao Sector Privado; Mais Desemprego e Miséria; Um Assalto Ao Povo; Tranferência Directa Para O Bolso do Grande Capital! Lider do PCP Apela Aos Portugueses: Revoltem-se e Lutem Contra O Pacto de Agressão e Contra O Governo



Ordenado Mínimo Baixa 36 Euros: Jerónimo de Sousa apela aos portugueses que se "ergam" e "lutem" contra "roubo descarado" de salários


O secretário-geral do PCP considerou que a declaração do primeiro-ministro "foi pior" que o esperado, traduzindo-se "num mês de salário roubado a todos os trabalhadores", e apelou aos portugueses para que se "ergam" contra o Governo.




"A declaração de Passos Coelho ao país foi pior do que se pensava", disse Jerónimo de Sousa, numa declaração aos jornalistas na Festa do Avante!, na Quinta da Atalaia, no Seixal.


O líder comunista sublinhou que "Descodificada a intervenção e a demagogia", aquilo "que é concreto, aquilo que o povo português vai saber", é que "vai perpetuar-se o roubo de dois salários" para pensionistas, reformados e trabalhadores do sector público, a que se junta "novidade de agora esse roubo ser extensível aos trabalhadores do sector privado".



"O que significa, feitas as contas (...), um mês de salários roubado a todos os trabalhadores", sublinhou.

"E, simultaneamente, com descaramento, os patrões, as entidades patronais, passam a descontar menos", acrescentou, destacando que se trata de "uma transferência directa desse roubo para os bolsos do capital".

Para o PCP é, por isso, "profunda demagogia falar em desemprego", porque as medidas agora anunciadas "significarão inevitavelmente mais desemprego e mão de obra mais barata, mais exploração dos trabalhadores".

"Consideramos que este é o caminho para o desastre e se não interrompermos esta política, se não rejeitarmos este pacto de agressão, obviamente o país afunda-se, os trabalhadores viverão pior, os reformados viverão pior, a própria economia continuará em recessão", acrescentou Jerónimo de Sousa, numa referência ao acordo de ajustamento financeiro assinado com os credores internacionais.

Para o líder do PCP, "a resposta tem de ser a luta" e apelou aos trabalhadores para responderem a "este roubo descarado".

"A questão está em saber se os trabalhadores baixam os braços e aceitam estas medidas draconianas, com prejuízo das suas vidas, ou se erguem e lutam contra esta política, contra este pacto de agressão e contra este Governo que, de facto, quer dar cabo do resto", afirmou.

"É preciso que os trabalhadores respondam com indignação, com protesto, mas com luta para travar este caminho para o desastre que hoje foi anunciado por Passos Coelho", acrescentou, referindo que a CGTP convocou um Dia Nacional de Luta para 01 de Outubro, data do seu 42. aniversário, que deverá envolver greves, acções de rua e plenários nas empresas.

Jerónimo de Sousa lamentou ainda que o primeiro-ministro, na sua declaração hoje ao país, em que anunciou um aumento das contribuições para a Segurança Social, tenha mostrado "mais uma vez aquilo que fica intocável, apesar daquelas palavras generalistas em relação aos lucros e grandes fortunas".

"Aí não quantificou nada", sublinhou.

Com Lusa

Ver Também

Declarações de João Semedo


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Indignação Nacional Contra Destruição de Portugal: "O Governo Não Tem Emenda; Não é Baixando Salários Que Se Combate O Desemprego! Política de Austeridade Condenará o País a Mais Pobreza, Conduz A Mais Recessão Económica e Mais Desemprego"; Declarações do Deputado João Semedo; Bloco de Esquerda "Indignado" Com Medidas Que Condenam Portugal Á Miséria!



Bloco de Esquerda "indignado" com medidas que condenam país a mais pobreza


O Bloco de Esquerda manifesta "indignação" perante as medidas adicionais de austeridade anunciadas pelo primeiro-ministro, considerando que vão "condenar" Portugal a mais pobreza e desemprego.

 


Falando aos jornalistas na Assembleia da República, o deputado João Semedo afirmou que "não é baixando os salários que se combate o desemprego", salientando que o executivo "não tem emenda" em mais um ataque a "quem vive do seu trabalho".



Em relação ao aumento dos descontos para a Segurança Social dos trabalhadores do sector privado, considerou que na realidade se trata de uma descida dos seus salários, ao mesmo tempo que reduz a despesa com o emprego para os patrões.




"Estamos indignados", resumiu, considerando que "esta política de austeridade condenará o país a mais pobreza, mais recessão económica e mais desemprego".

Com Lusa

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Ouro Rio Eldorado Portugal; Terra dos Garimpeiros; Histórias: Gente Simples, de Coração Puro, Na Miséria; Contam Como Foram Enganada e Escravizada Plas Corporações Financeiras e Como os Vampiros Lhes Chuparam O Sangue; Os Abutres Atacam Novamente!



Durante 40 anos, as minas de volfrâmio de Covas, em Vila Nova de Cerveira, foram um importante incentivo à economia local. Quando fecharam, nos anos 80, deixaram uma herança ambiental pesada. Mas a recente descoberta de uma empresa canadiana, que anunciou ter encontrado ouro na aldeia, fez renascer a lenda dos garimpeiros de Covas. Na aldeia, quase todos já andaram em busca do metal precioso um dia. E muitos juram já o ter encontrado

minas de volfrâmio de Covas, em Vila Nova de Cerveira, foram um importante incentivo à economia local. Quando fecharam, nos anos 80, deixaram uma herança ambiental pesada. Mas a recente descoberta de uma empresa canadiana, que anunciou ter encontrado ouro na aldeia, fez renascer a lenda dos garimpeiros de Covas. Na aldeia, quase todos já andaram em busca do metal precioso um dia. E muitos juram já o ter encontrado


Gente simples à mercê dos interesses económicos.De coração aberto, contam como a terra empregava outrora muita gente. Escravos que serviram para enriquecer as grandes corporações que esperam paulatinamente que os mais antigos esqueçam as riquezas dos lugares onde nasceram.A terra e as suas gentes continuam na pobreza. Os abutres, esses, atacam de novo!...



Évora - Perfurações no Alentejo confirmam descoberta de ouro. nós começamos por ordem alfabética... Como tal, Beja


A crise programada pela Elite do conhecimento, Bilderberg, Comissão Trilateral tem como objectivo roubar os recursos naturais. Os Governos Sombra e a irmandade maçonica e o Fórum Portugal Global, que inclusivé usam passaporte próprio delapidou o país para dar origem á crise, consequentes avaliações negativas pela Arma de Guerra Económica Moody's, entrada do FMI, embaratecimento de mão de obra e da propriedade.

Portugal e Espanha têm um tesouro mineral debaixo dos pés. É um facto que iremos demonstrar com um estudo alargado que estamos a a publicar, na continuação da caça ao ouro da peninsula ibérica, já falámos de; As "aurarias" latinas, Consistórcis, e O ouro de Társis e das terras e Ribeira Aurífera de Oeiras, "Oeiras", areias de Ouro, in o Ouro de Mértola, O Ouro de Beja, Tabela de Ouro Distrito de Évora, tabelas que temos há mais de um ano.

Na continuação da caça ao ouro em Portugal, desta feita, para desenfastiar, sem mudar de assunto, vamos publicar a história de - Manuel Ribeiro, o último dos garimpeiros portugueses.

Depois continuaremos a publicar Tabelas Auríferas ouro, Dados de Registos de Ocorrências do Laboratório Nacional de Engenharia e Geologia LNEG


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Crise Económica Internacional; Máfia Financeira, Cartel FMI: Império Monetário; Fundo de Fraude, Especulação, Fome, Miséria, Controle e Escravidão Global; Mapa Mundo de Dívida Soberana; Países Escravos do Dragão do Banco Mundial



Não apenas a ciência política, mas mesmo os economistas liberais concordam com o princípio de que a política é a expressão concentrada da economia.

Pois bem. Tem sido uma constante nas páginas dos monopólios de comunicação, tanto em Portugal como do exterior, a afirmação de que “a crise política não afetou a economia...”


Hoje o dinheiro é impresso sobretudo em papel e o guardião da moeda é o Banco Central de cada país. O banqueiro alemão Mayer Smschel Rothschild (1744-1812) escreveu:


"Dêem-me o controle do Banco Central de qualquer país e não me interessa quem venha a produzir o restante das leis".


Em 2005, a revista Forbes pôs seu nome em 7o lugar numa lista dos vinte mais importantes homens de negócios, alcunhando-o Pai Fundador das Finanças Internacionais. Seu sobrenome de nascimento, Bauer, que significa agricultor, em alemão, foi substituído por Rothschild, adaptação de rot, vermelho, e Schild, brasão, escudo, figura que identificava o logotipo do banco da família.

Governo contrata Rothschild e Oliver Wyman para ajudar nas negociações com a Banca


Banco Rothschild e consultora Oliver Wyman são os dois novos assessores do Governo de Portugal para apoiar negociações com os bancos.  Um roubo descarado, num governo em que o primeiro-ministro veio da Fomentinvest do BES, o adjunto da Goldman Sachs, António Borges do Santander, Goldman Sachs, FMI; o ministro da saúde, do BCP...


O presidente norte-americano Abraham Lincoln (1809-1865), assassinado em um teatro, escreveu séria advertência sobre o poder do dinheiro: "Uma era de corrupção se instalará nos altos escalões e o poder do dinheiro imporá à força o seu reinado, contra o interesse do povo, até que a riqueza esteja concentrada em poucas mãos e a República destruída".

fmi mapa global paises escravos, imf debt slaves, Crise Económica Internacional; Máfia Financeira, Cartel FMI: Império Monetário; Fundo de Fraude, Especulação, Fome, Miséria, Controle e Escravidão Global; Mapa Mundo de Dívida Soberana; Países Escravos do Dragão do Banco Mundial

O Contole Global do FMI

Grupo de países  com acordos de crédito de contigente com o FMI, sigla SBA - Acordo de crédito contingente ou acordo stand-by do FMI - IMF Stand-By Arrangements (SBA)
SBA - Acordo de crédito contingente ou acordo stand-by do FMI - IMF Stand-By Arrangements (SBA)
Membro
Member
Date of
Arrangement
Expiration Quantidade Total Acordada
Total Amount
Agreed
Undrawn
Balance
IMF Credit
Outstanding
Under GRA
Antigua
and Barbuda
June 07, 2010 June 06, 2013 81,000 54,000 27,000
Bosnia
and Herzegovina
July 08, 2009 June 30, 2012 1,014,600 676,400 338,200
El
Salvador
March 17, 2010 March 16, 2013 513,900 513,900 0
Georgia April 11, 2012 April 10, 2014 125,000 125,000 536,675
Iraque
Iraq
February 24, 2010 July 23, 2012 2,376,800 1,307,240 1,069,560
Jamaica February 04, 2010 May 03, 2012 820,500 278,700 541,800
Kosovo April 27, 2012 December 26, 2013 90,968 86,717 23,011
Maldives December 04, 2009 December 03, 2012 49,200 41,000 8,200
Romania March 31, 2011 March 30, 2013 3,090,600 3,090,600 10,569,000
Serbia,
Republic of
September 29, 2011 March 28, 2013 935,400 935,400 1,367,743
Sri
Lanka
July 24, 2009 July 23, 2012 1,653,600 275,600 1,381,445
St.
Kitts and Nevis
July 27, 2011 July 26, 2014 52,510 18,890 35,845
Ukraine July 28, 2010 December 27, 2012 10,000,000 7,750,000 8,875,000
Total 20,804,078 15,153,447 24,773,479
SBA - Acordo de crédito contingente ou acordo stand-by (Stand-by agreement) - é a política mais comum de empréstimos do FMI. É utilizada desde 1952 em países com problemas de curto prazo na balança de pagamentos. Essa política envolve o financiamento direto de 12 a 18 meses. O prazo de pagamento vai de três a cinco anos.
São cobrados juros fixos de 2,22% mais uma taxa variável que pode chegar a 2%

A titulo de curiosidade, o Stand-By Arrangements (SBA), foi o programa que a Islândia negociou com o FMI.
---------
Grupo de países com acordos programa com o FMI, em Programa de Financiamento Ampliado - Extended Arrangements (EFF)
Programa de Financiamento Ampliado - Extended Arrangements (EFF)
Member Date of
Arrangement
Expiration Total Amount
Agreed
Undrawn
Balance
IMF Credit
Outstanding
Under GRA
República da Arménia

Armenia,
Republic of
June 28, 2010 June 27, 2013 133,400 63,400 420,425
Grécia
Greek
Greece
March 15, 2012 March 14, 2016 23,785,300 22,386,200 18,940,900
Irlanda
Ire
Ireland
December 16, 2010 December 15, 2013 19,465,800 5,629,375 13,836,425
Moldávia
Moldova,
Republic of
January 29, 2010 January 28, 2013 184,800 71,760 113,040
Portugal May 20, 2011 May 19, 2014 23,742,000 7,796,000 15,946,000
Seischeles
Seychelles
December 23, 2009 December 22, 2012 19,800 3,960 26,070
Total 67,331,100 35,950,695 49,282,860
EFF - Programa de Financiamento Ampliado (Extended Fund Facility) - Problemas de médio prazo, destinados àqueles países que possuem problemas estruturais no balanço de pagamentos. Procura-se resolver os problemas através de reformas e privatizações.
Seu prazo vai de 3 a 5 anos.
-----------------
Flexible Credit Line (FCL)
Member Date of
Arrangement
Expiration Total Amount
Agreed
Undrawn
Balance
IMF Credit
Outstanding
Under GRA
Colombia May 06, 2011 May 05, 2013 3,870,000 3,870,000 0
Mexico January 10, 2011 January 09, 2013 47,292,000 47,292,000 0
Polónia
Poland,
Republic of
January 21, 2011 January 20, 2013 19,166,000 19,166,000 0
Total 70,328,000 70,328,000 0
-----------------
Precautionary and Liquidity Line (PLL) 1/
Member  Date of
Arrangement
Expiration Total Amount
Agreed
Undrawn
Balance
IMF Credit
Outstanding
Under GRA
Macedonia,
former YugoslavRepublic
of
January 19, 2011 January 18, 2013 413,400 216,400 197,000
Total 413,400 216,400 197,000
--------------
Extended Credit Facility (ECF) 2/
Member Date of
Arrangement
Expiration Total Amount
Agreed
Undrawn
Balance
IMF Credit
Outstanding
Under PRGFT
Afghanistan,
Islamic Republic of
November 14, 2011 November 13, 2014 85,000 73,000 87,350
Armenia,
Republic of
June 28, 2010 June 27, 2013 133,400 58,600 115,542
Bangladesh April 11, 2012 April 10, 2015 639,960 548,537 285,413
Benin June 14, 2010 September 13, 2013 74,280 31,830 66,956
Burkina
Faso
June 14, 2010 June 13, 2013 46,154 19,350 91,762
Burundi January 27, 2012 January 26, 2015 30,000 29,000 86,816
Comoros September 21, 2009 September 20, 2012 13,573 6,230 9,568
Congo,
Democratic Republic of
December 11, 2009 December 10, 2012 346,450 148,478 308,806
Cote
d'Ivoire
November 04, 2011 November 03, 2014 390,240 308,940 393,492
Djibouti September 17, 2008 June 16, 2012 22,260 6,246 16,923
Ghana July 15, 2009 July 14, 2012 387,450 119,140 357,945
Grenada April 18, 2010 April 17, 2013 8,775 6,250 18,593
Guinea February 24, 2012 February 23, 2015 128,520 110,160 44,125
Guinea-Bissau May 07, 2010 May 06, 2013 22,365 7,242 7,242
Haiti July 21, 2010 July 20, 2013 40,950 14,742 26,208
Kenya January 31, 2011 January 30, 2014 488,520 215,763 523,457
Kyrgyz
Republic
June 20, 2011 June 19, 2014 66,600 47,572 112,000
Lesotho June 02, 2010 June 01, 2013 50,605 17,040 38,115
Liberia March 14, 2008 May 31, 2012 247,900 4,440 37,698
Malawi February 19, 2010 February 18, 2013 52,050 38,170 93,351
Mali December 27, 2011 December 26, 2014 30,000 24,000 65,792
Mauritania March 15, 2010 March 14, 2013 77,280 33,120 54,470
Moldova,
Republic of
January 29, 2010 January 28, 2013 184,800 27,840 244,740
Niger March 16, 2012 March 15, 2015 78,960 67,680 47,635
Sierra
Leone
July 01, 2010 June 30, 2013 31,110 13,350 78,971
Tajikistan,
Republic of
April 21, 2009 May 15, 2012 104,400 13,045 91,355
Total 3,781,602 1,989,765 3,304,324
-------------
Standby Credit Facility (SCF)
Member Date of
Arrangement
Expiration Total Amount
Agreed
Undrawn
Balance
IMF Credit
Outstanding
Under PRGFT
Georgia April 11, 2012 April 10, 2014 125,000 125,000 79,250
Solomon
Islands
December 06, 2011 December 05, 2012 5,200 5,200 12,480
Total 130,200 130,200 91,730
Poverty Reduction and Growth Trust (PRGT)

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Aumento Despesa, Queda das Receitas, Duplicação do Défice: Resultado Política Austeridade Fiscal Governo Passos Gaspar FMI, Dados Direcção Geral do Orçamento Apontam Negro Futuro de Miséria a Portugal



A execução orçamental do primeiro trimestre está pior que a do ano passado, revelam dados divulgados ontem pela Direcção-geral do Orçamento. Segundo da DGO, o défice do subsector Estado é quase o dobro do de 2011. Na Segurança Social o excedente cai para metade. Apenas os institutos públicos registam um saldo superior que no entanto desaparece quando se consideram as novas empresas incluídas no défice. Entre os dois anos passa-se de um superavit de 560 milhões de euros registado no primeiro trimestre de 2011 para um défice de 486 milhões.


DGO; Execução Orçamental do Estado; Défice; Juros; Austeridade; Portugal

A execução orçamental do primeiro trimestre está pior que a do ano passado, revelam dados divulgados ontem pela Direcção-geral do Orçamento. Segundo da DGO, o défice do subsector Estado é quase o dobro do de 2011



Mais juros pagos este ano que em 2011, mais despesa com a RTP e com as pensões dos bancários. Há ainda menos receita de IRC devido a pagamentos feitos o ano passado à CGA decorrentes da transferência dos fundos de pensões da PT, mas também mais receita da concessão de licenças de 4 geração. O resultado final coloca o desempenho orçamental muito abaixo do conseguido este ano.
O défice do subsector Estado no primeiro trimestre calculado pela DGO foi de 1.637 milhões de euros, quase o dobo dos 892 do ano anterior. A DGO explica a diferença com uma queda de 4,4% na receita efectiva “determinado pelo comportamento da receita fiscal” (variação homóloga de -5,8%), lê-se no boletim da DGO. A despesa também registou um aumento significativo: 3,5%.
Mais carga fiscal e menos receita, é o resultado da política do governo.
O Estado arrecadou menos 5,8% de impostos em Março, que em igual mês de 2011. Já em Fevereiro, a receita de impostos tinha caído 5,3% e, em Janeiro 2,3%.

Recorde-se que o Orçamento para 2012 previa um aumento da receita este ano de 3,8%. Depois, no Orçamento Rectificativo, foi revisto para um crescimento de 2,8%. Crescimento, crescimento!

A execução orçamental vai no “bom caminho”? Uma coisa são os discursos (a campanha) outra os números.

Como vão tirar mais ovos matando as galinhas ninguém sabe, mas não será de espantar que o ministro Vítor Gaspar venha dizer que estes números “não afectam as previsões do governo para a totalidade do ano”, foi assim em relação a Janeiro e depois com a queda de Fevereiro.

Dar ouvidos a quem afirmava que o aumento da carga fiscal ia diminuir a receita prevejo eu que não esteja nas previsões do governo Vítor Gaspar/Passos Coelho/Paulo Portas.

É o que dá termos umas sumidades em finanças públicas, no governo e na presidência


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Crise Portuguesa Estudos Portugueses Sobre Economia Social Política da Troika PSD CDS: Destruição dos Estabilizadores Sociais Agrava Pobreza e Miséria em Portugal, Pelo Economista Eugénio Rosa



A actual sociedade dita "democrática", encontra-se dominada por máfias representativas de grandes interesses ocultos. A sociedade encontra-se refém dos interesses das grandes corporações multinacionais, e como tal, a maior parte da informação divulgada sobre a política, a economia e a sociedade portuguesa nos media é dominada pelo pensamento neoliberal, porque é este que tem acesso privilegiado aos media, e os controla. Este domínio corruptor perverso é tão grande que atinge os próprios meios académicos podendo-se falar, com firrmeza, de um pensamento económico único dominante, dominado pelas grandes corporações. Quem esteja familiarizado com a ciência económica, sabe bem que a economia não está acima dos interesses da sociedade no todo, e o neoliberalismo defende os interesses do poder económico especulativo dominante nas mortíferas sociedades capitalistas actuais.

Segue o estudo

A destruição dos estabilizadores automáticos em Portugal agrava a pobreza e a miséria

Para se poder ficar com uma ideia mais clara dos efeitos sociais e mesmo económicos dramáticos da politica de austeridade cega que está a ser imposta ao país, pelos estrangeiros com a colaboração activa e empenhada dos seus peões internos, interessa analisar os efeitos sociais daqueles estabilizadores automáticos na redução da pobreza em Portugal.

Segundo o inquérito realizado pelo INE às “Condições de vida e de rendimento dos portugueses”, cujos resultados foram divulgados recentemente, 17,9% dos portugueses vivem já no limiar da pobreza. No entanto, se forem eliminadas as transferências sociais garantidas fundamentalmente pela Segurança Social, essa percentagem sobe para 43,4%, o que corresponde a 4,6 milhões de portugueses. E mesmo mais de meio milhão de trabalhadores com emprego vivem no limiar da pobreza devido aos baixos salários que recebem. De acordo também com o INE, após as transferências sociais, 10,3% dos trabalhadores empregados viviam no limiar da pobreza, 37% dos desempregados estavam na mesma situação. E isto refere-se ao ano de 2009, pois a situação actual deverá ser muito mais grave, pois com a destruição crescente dos estabilizadores sociais como se conclui rapidamente dos dados constantes do quadro 1, elaborado com base nos Relatórios que companham os Orçamento do Estado dos diversos anos, muitos mais milhares de portugueses foram lançados na miséria.

Quadro 1 – Destruição dos estabilizadores automáticos sociais em Portugal

RUBRICAS 2010 Milhões euros € 2011 Milhões euros € 2012 Milhões euros € Valor de 2012 a preços de 2010 Milhões € Variação em % 2010-2012 em valores nominais Variação entre 2010 e 2012 em termos reais
Subsidio de desemprego,
apoio desemprego, lay-off
2.221 2.067 2.046 1.886 -7,9% -15,1%
Subsidio de
doença
447 456 427 394 -4,6% -12,0%
Abono de
família
968 659 656 605 -32,3% -37,5%
Rendimento Social de
Inserção
520 422 370 341 -28,8% -34,4%
Outras
prestações
808 840 777 716 -3,9% -11,4%
Complemento Sol. Idoso 265 272 275 253 3,6% -4,4%
SOMA 5.229 4.716 4.551 4.194 -6,5% -19,8%

FONTE: Relatórios do Orçamento do Estado – 2010/2012

Entre 2010 e 2012, as despesas da Segurança Social com os estabilizadores automáticos constantes do quadro 1- subsidio de desemprego, de doença, abono de família, RSI, outras prestações e complemento solidário para idoso – diminuem -6,5% em valores nominais, o que corresponde a uma redução de 678 milhões €; mas se a análise for feita em termos reais, ou seja, deduzindo o efeito do aumento de preços, o corte nestas despesas sociais é muito maior, atingindo -19,8%, o que corresponde a menos 1.035 milhões € do que em 2010. Mas existem prestações onde o corte é ainda maior: Por ex., no abono de família, o corte na despesa atinge -32,3% em valores nominais e -37,5% em valores reais, o que revela bem que a defesa das famílias com filhos, por parte deste governo e, nomeadamente, pelo CDS, serve apenas para enganar os eleitores; igualmente a nível do RSI, o corte na despesa atinge -28,8% em valores nominais, e -34,4% em valores reais.

Dados de natureza física confirmam os efeitos dramáticos da politica de destruição dos estabilizadores sociais e, consequentemente, também de direitos de cidadania. Assim, entre Abril de 2010 e Dezembro de 2011, o número de crianças a receber abono de família diminuiu de 1.739.557 para 1.372.811, e só durante o ano de 2011 a taxa de cobertura do subsidio de desemprego (percentagem que os desempregados a receber subsidio de desemprego representam em relação ao total dos desempregados), em relação ao desemprego oficial, caiu, entre o 1º Trimestre e o 4º Trimestre de 2011, de 42,7% para 41,1% e, relativamente ao desemprego efectivo, passou, durante o mesmo período, de 29,2% para apenas 27,3%, o que significa que apenas 27 desempregados em cada 100 estão a receber o subsidio de desemprego. E o governo PSD/CDS ainda quer diminuir mais este numero, pois aprovou uma lei que altera a lei do subsidio de desemprego, reduzindo o período de tempo em que o desempregado tem direito a receber o subsidio de desemprego. A juntar a isto, interessa referir a decisão desumana tomada pelo ministro da solidariedade do CDS visando obrigar 117.000 pensionistas, que recebem pensões mínimas, a devolver uma parcela dos valores recebidos e com retroactividade a 2007 o que, a concretizar-se, determinará que tenham de devolver valores superiores às pensões que recebem (pensões entre os 500€ e 400€ serão reduzidas para valores entre os 400€ e 300€, portanto inferiores mesmo ao limiar da pobreza.

A agravar a situação está também a destruição dos estabilizadores automáticos em espécie, em que os mais importantes são os serviços de saúde e os de educação. Depois dos contínuos cortes nas transferências do Orçamento do Estado para o SNS (segundo informação dada pelo Ministério da Saúde à Assembleia da República, entre 2010 e 2011, as transferências do OE para o SNS diminuíram de 8.698 milhões € para 8.100 milhões e, ou seja, em 598 milhões €), e em 2012, conforme consta do “Memorando “ revisto em Dezembro de 2011, a ”troika estrangeira” e o governo PSD/CDS pretendem reduzir a despesa com a saúde em mais 1.000 milhões € (na versão inicial do “Memorando” estava previsto um corte, em 2012, de 500 milhões €). Uma situação muito semelhante verifica-se a nível da educação pública. Segundo o Relatório do OE-2012, entre 2010 e 2011, a despesa pública com a educação diminuiu de 8.559,2 milhões € para 8.129,5 milhões € (- 429,7 milhões €) e, em 2012, pretende reduzir para 6.579 milhões €, ou seja, cortar mais 1.550,5 milhões €. É evidente que estes cortes brutais na despesa pública de saúde e de educação, associados a aumentos muito elevado dos preços (as taxas moderadoras aumentaram, em média, 100% em 2012), vão agravar ainda mais dificuldades em que já vivem centenas de milhares de famílias portuguesas.

O GOVERNO E TROIKA CORTAM NAS DESPESAS SOCIAIS MAS QUEREM PERDOAR 5.437 MILHÕES € DE DIVIDAS Á SEGURANÇA SOCIAL E AS DIVIDAS AO FISCO ATINGEM 18.000 MILHÕES €

A justificação apresentada pelo governo PSD/CDS para esta politica de cortes elevados nas prestações sociais, com a consequente destruição de direitos de cidadania, é que as despesas sociais são incomportáveis para a Segurança Social. No entanto, enquanto faz cortes significativos nas prestações sociais, na educação e na saúde, o governo PSD/CDS prepara-se para perdoar ou anular milhares de milhões de euros de dividas à Segurança Social.

De acordo com Relatório do Tribunal de Contas sobre a Conta Geral do Estado de 2010 (pág.177, vol.

I), no fim de 2010, o valor bruto das dividas de terceiros – Curto e Médio/Longo Prazo – à Segurança Social já atingia 7.270,1 milhões €, e o governo já tinha constituído uma provisão de 5.437,7 milhões €, com o objectivo de anular/perdoar 74,8% do valor dessa divida, o que representará, a concretizar-se, uma gravíssima descapitalização da Segurança Social, para não dizer mesmo roubo aos trabalhadores, porque uma parcela importante daquela divida é constituída por descontos que foram feitos nos salários dos trabalhadores e que depois não foram entregues na Segurança Social. E a situação actual neste campo ainda deverá ser mais grave, pois desde 2010 as dividas à Segurança Social não pararam de crescer, e o governo PSD/CDS, durante o debate do Orçamento de Estado para 2012 não deu qualquer informação à Assembleia da República sobre esta situação, e os órgãos da Segurança Social, em que participam os parceiros socais, estão paralisados não se reunindo há vários anos.

Uma situação muito semelhante verifica-se a nível de dividas fiscais. Segundo o Relatório do Tribunal de Contas, as dividas ao fisco, no fim de 2010, já atingiam 17.398 milhões €, estando a aumentar cerca de 500 milhões € por ano, o que significa que actualmente as dividas devem rondar os 18.000 milhões €. No período 2005-2010, segundo também o Tribunal de Contas, as prescrições de dividas fiscais somaram 3.777 milhões €, ou seja, em média 629,5 milhões €/ano.

Está-se perante uma politica de dois pesos e duas medias: Fazem cortes brutais nas despesas sociais agravando as condições de vida de centenas de milhares de famílias portuguesas que vivem já com muitas dificuldades, mas simultaneamente pretende perdoar 5.437 milhões € de dividas à Segurança Social, não se cobram cerca de 18.000 milhões € de dividas fiscais, e deixam-se prescrever 3.777 milhões € de dividas fiscais só no período 2005-2010.
Eugénio Rosa
Economista , edr2@netcabo.pt
8.3.2012

A destruição dos estabilizadores automáticos em Portugal agrava a pobreza e a miséria PDF
Eugénio Óscar Garcia da Rosa, Mestrado em Comunicação pelo ISCTE e pela Universidade Aberta, e com Pós-Graduação em Fundos de Pensões e Seguros pelo ISEG da Universidade Técnica de Lisboa tendo entregue, em 16.12.2011, no ISEG a tese "Grupos Económicos e Desenvolvimento em Portugal no contexto da Globalização"...
Eugénio Rosa – Economista - Eugénio  Rosa Faqcebook

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Crise Económica Europeia: Desemprego, Miséria Assola Europa! Espanhóis Emigram para Noruega em Busca de Emprego: Encontram Frio e Desespero, Trabalho Não Há



NORUEGA Euro-refugiados têm recepção gelada: Os resultados catastróficos das erradas e avassaladoras políticas de criminosa austeridade ao serviço dos mercados da especulação financeira, fazem-se sentir duramente sobre a população, levando ao brutal aumento do desemprego. Cá, em Portugal, apesar os dados oficiais do INE, rondarem os 700.000, o valor real, deve situar-se no 1.200.000. Na vizinha Espanha, dada a dimensão da população, são valores astronómicos, o que levou muitos espanhóis a emigrar para terras do frio, em busca de oportunidade. Muitos emigraram para Noroega, e a maioria, só encontraram desemprego, frio e desespero.

O artigo abaixo do El Pais, explica melhor a situação que também já afecta os Países-Nórdicos.




Para fugir ao desemprego, centenas de espanhóis emigram para a idealizada Noruega, à procura de trabalho. Poucos tiveram sorte. Muitos só encontraram desemprego, frio e desespero. Um capítulo da grande crise europeia que afeta a  Espanha. Excertos.

"Já fazia tempo que se tinham acabado todas as ajudas. Os meus pais, já idosos, pagavam há meses os 540 euros da minha hipoteca. Não conseguia arranjar nada, as perspetivas eram muito más. Lembro-me de que estava num café e que, ao fundo, havia uma televisão ligada. Estava a dar [o programa] Espanhóis no mundo. Aparecia um homem, que vivia no norte da Noruega e que dizia que ganhava quatro mil euros. Parecia muito contente. E eu disse para comigo: é para lá que tens de ir, Paco."

Francisco Zamora, de 44 anos, natural de Alcantarilla (Múrcia), é um homem tranquilo. Usa um cachecol enrolado três vezes à volta do pescoço para se proteger do frio intenso. É formado em eletrónica, tem experiência na construção e em fábricas, chegou a ganhar três mil euros por mês. Mas, há três anos, tudo isso ficou para trás. Como ele, centenas de espanhóis desempregados durante meses, partiram da Espanha em crise e rumaram a um dos países mais ricos do mundo; a escolha não podia ser outra.

Contudo, quando lá chegaram, o mito caiu por terra. Sem qualificações ou conhecimento de línguas, as portas fecham-se. As autoridades não querem saber deles. Alguns gastaram as suas poupanças e vivem com grandes dificuldades, inclusive dormindo na rua.

Em agosto passado, Paco voltou a pedir dinheiro emprestado aos pais e comprou um bilhete – de ida – para Bergen. Era a primeira vez que saía de Espanha e levava no bolso 225 euros. Passou a primeira semana a dar voltas por uma das cidades mais interessantes do mundo.

"Trouxe uma mochila pequena, que cabia nos compartimentos dos depósito das estações de comboio. Pagava cinco coroas (0,75 euros) para usar a casa de banho e lavava-me lá. Um dia, cruzei-me com outro espanhol, que me falou de um albergue onde podia ir de dia para receber comida e encontrar calor."

O frio polar, a língua e os preços exorbitantes

A Fundação Robin Hood ocupa dois pisos de uma casa de madeira, no centro de Bergen. O albergue foi inaugurado em 2003, "com a ideia de ajudar as famílias norueguesas com menos recursos, que não podem pagar quatro euros por um café, num café", explica Wenche Berg Husebo, a presidente desta fundação privada (que recebe um financiamento público de 270 mil euros).

É quarta-feira de manhã e, na Robin Hood, a língua que domina é o espanhol. Diariamente, passam por ali entre 60 e 100 pessoas, metade das quais são espanhóis, segundo o diretor, Marcos Amano. "Dantes, vinham noruegueses, polacos e uma ou outra família de refugiados políticos… Mas, em março, começaram a aparecer espanhóis", explica Wenche Husebo. "Desde esse mês, vieram 250. Ao princípio, eram homens de todas as idades, depois vieram mulheres solteiras, na casa dos 30. E, a seguir, pais de família, alguns deles com os filhos. A maior parte não arranja trabalho porque não falam norueguês nem inglês."

Nos últimos meses, a Noruega, país dotado de recursos petrolíferos, de um invejável Estado providência e de políticas de conciliação e, sobretudo, um país onde os salários são elevados e o desemprego muito baixo (taxa de 3%), assistiu à chegada de imigrantes com um novo perfil, que abandonaram Espanha empurrados pelo desemprego de longa duração e pela erosão progressiva dos salários. Os jornais noruegueses chamam-lhes "os refugiados laborais do euro".

A prosperidade norueguesa e também os programas Espanhóis no mundo (muitos referem esses programas, quando lhes perguntamos porque escolheram este país; as suas três últimas edições dedicadas à Noruega tiveram audiências entre os 3,5 e os 2,8 milhões de telespetadores) exerceram o efeito de canto da sereia para um número cada vez maior de espanhóis (embora muitos não se registem, o número de espanhóis inscritos na embaixada de Espanha passou de 358, em 2010, para 513, em 2011).

Mas, chegados ao país, depararam com uma barreira intransponível constituída por três elementos: o frio polar, a língua e os preços exorbitantes (o aluguer de um quarto custa 600 euros; um pacote de leite, dois euros).

“Nunca tinha visto uma situação tão angustiante na Noruega”
Apesar de ter recusado fazer parte da União Europeia, a Noruega assinou o acordo de Schengen, que dá livre entrada no seu território aos cidadãos da UE. No entanto, o país não dispõe de infraestruturas públicas de apoio àqueles que lá foram parar sem nada. "O Governo não lhes oferece alojamento, nem dinheiro, nem ajudas. Isso fica nas mãos da Caritas, da Cruz Vermelha ou do Exército de Salvação", explica Bernt Gulbrandsen, da Caritas de Oslo.

Os órgãos de informação locais não tardaram a recolher histórias destes novos imigrantes. Num país com apenas cinco milhões de habitantes, a notícia teve algum impacto. Em Bergen (260 mil habitantes), uma cidade próspera onde quase não há mendigos, os jornais e as cadeias de televisão dedicaram-lhes várias reportagens. "Fugiram da crise em Espanha mas a vida em Bergen não é como tinham imaginado", diz um título. "Muitos refugiados do euro vivem em situação de pobreza em Bergen", diz outro.

"Nunca tinha visto uma situação tão angustiante na Noruega", diz Astrid Dalehaug Norheim, uma das jornalistas que fizeram a cobertura do tema, no jornal Vårt Land. "Faz-me lembrar uma viagem que fiz a Moscovo, durante a crise do fim dos anos 1990, quando os russos das zonas rurais começaram a emigrar para as cidades, em busca de trabalho, e acabaram sem dinheiro nenhum, em albergues."

O testemunho de Tuna, uma das funcionárias da Cruz Vermelha de Bergen, ilustra o modo como alguns noruegueses estão a encarar o caso. "Dantes, vinham aqui sobretudo polacos. Mas, de repente, começaram a chegar espanhóis. Não têm comida nem trabalho e pedem ajuda. Temos ajudas para os refugiados políticos mas não para aqueles que vêm de forma voluntária."

VISTO DA NORUEGA

“Euro-refugiados” suscitam questões

A questão dos refugiados económicos espanhóis gerou o debate na Noruega. No Bergens Tidende, o jornalista Sjur Holsen escreve que “a crise da Europa já chegou até nós. […] Se os espanhóis que vivem na rua conseguem fazer-nos refletir sobre a nossa pertença à Europa e se a solidariedade é moeda corrente na zona euro, ultrapassámos uma etapa importante” nessa direção. Entretanto, no mês passado, a ministra do Trabalho, Hanne Bjurstrom, afirmou que “os imigrantes europeus que não encontram trabalho devem ir-se embora”, a Noruega, acrescentou, “não pode tomar conta deles”.

Fonte: Carmen Pérez-Lanzac

El Pais

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