... Julgo que depois destes malabarismos, os currículos das pessoas com funções políticas activas com o propósito de praticar o bem comum de uma nação, devem ser exigidos e publicados em Diário da Republica para qualquer cidadão poder consultar e certificar-se das habilitações de cada politico. Não deve ser uma opção, mas uma condição contemplada numa lei própria para o efeito, pois como sabemos, nenhum trabalhador é admitido numa função numa empresa, sem referências e/ou curriculo académico/profissional. será verdade que o PS está "calado" neste caso da licenciatura de M. Relvas porque o Irmão Maçon António Seguro dos Bancos (da Universidade Lusófona) foi um dos professores envolvido no processo?...

UE: União de Exploração e Expropriação da Economia da Europa quer Novo Imposto sobre Gasóleo



Estes burocratas da UE só pensam em sacar impostos! Qualquer pretexto serve! Antes ameaçavam-nos com o "aquecimento global" que iria derreter o planeta, mas que seria evitado se pagassemos mais impostos sobre a energia! Como essa teta não estava a dar o leite pretendido, mudaram a cantiga para o "ambiente" e começaram a chamar o CO2 um poluente!


Temos de pagar as viagens semanais em executiva que os nossos eurodeputados fazem...eles gastam..nos pagamos.

Está a chegar a hora de Portugal retomar o seu caminho independente, ter a sua própria moeda, negociar com os países que melhor condições podem oferecer (China, Brasil, Angola, etc.) e reactivar aquilo que a Europa nos retirou: a agricultura e as pescas.

Fonte Dn:

Proposta de directiva agrava combustíveis a partir de 2013. ACP e transportadoras falam em "danos irreparáveis"
http://www.dn.pt/bolsa/interior.aspx?content_id=1830874

O gasóleo vai ser tributado com uma taxa adicional se a proposta de directiva da Comissão Europeia apresentada anteontem for aprovada. A proposta, que visa incentivar a eficiência energética e o consumo de produtos mais amigos do ambiente, deverá entrar em vigor em 2013, embora preveja um prazo alargado de 10 anos para o sector industrial.
Mas já está a gerar violentas reacções de países como a Alemanha e também em Portugal. O presidente do Automóvel Club de Portugal (ACP), Carlos Barbosa, disse ontem que a directiva "não só não resolve qualquer problema de mobilidade e ambiente como ameaça causar danos irreparáveis à economia a partir de 2013".

Em causa está a intenção de Bruxelas introduzir uma taxa de 20 euros por tonelada de CO2 e outra vinculada ao valor energético: 9,6 euros por gigajoule (GJ) para combustíveis de motor e de 15 cêntimos por GJ para combustíveis de aquecimento.
Tais alterações, que incidem sobre a taxa mínima do imposto, aumentaria o patamar mínimo de tributação exigido pela UE para o diesel, de 330 euros por cada mil litros para 412 euros em 2018. Já a gasolina permaneceria nos 359 euros actuais.

Esta penalização do gasóleo não faz qualquer sentido para Carlos Barbosa: "Há mais de uma década que os consumidores são aconselhados a optar pelo diesel, dada a sua eficiência energética, pelo que não faz sentido vir agora penalizar quem seguiu esta recomendação." Por outro lado, o ACP lembra que, embora os consumidores sejam particularmente afectados, "são sobretudo as empresas o alvo de uma directiva sem sentido".

Até porque "o argumento ambiental não colhe, pois as emissões libertadas pelos veículos a gasóleo são 20% inferiores às dos veículos a gasolina".
Também o dirigente da Associação Nacional dos Transportadores Portugueses (ANTP) reagiu com "muita preocupação" aos propósitos de Bruxelas. "Nós no sector já estamos dormentes com o custo dos combustíveis, se esta taxa avançar é a machadada final", disse Artur Mota em declarações ao DN. Aquele responsável acrescentou que os camiões vão ter de pagar uma taxa especial para circularem nas estradas trans-europeias, prevendo-se já a generalização das "ecovinhetas" em França para certas estradas, quer para os camiões quer para os ligeiros.

Na perspectiva da Comissão, trata-se de rever "normas obsoletas" que regem a tributação da energia, "transferindo para o consumo a carga fiscal que hoje incide sobre o trabalho".

Portugal paga os preços mais caros
Portugal está entre os países da UE onde o gasóleo é mais caro, a par da Irlanda, República Checa, Dinamarca, Itália, Holanda e Suécia. Segundo a Associação Nacional dos Transportadores Portugueses (ANTP), o custo com os combustíveis representa cerca de 50% do volume de negócios destas empresas. Em Janeiro, o preço do gasóleo subiu 4 cêntimos e já sofreu novas actualizações.

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