... Julgo que depois destes malabarismos, os currículos das pessoas com funções políticas activas com o propósito de praticar o bem comum de uma nação, devem ser exigidos e publicados em Diário da Republica para qualquer cidadão poder consultar e certificar-se das habilitações de cada politico. Não deve ser uma opção, mas uma condição contemplada numa lei própria para o efeito, pois como sabemos, nenhum trabalhador é admitido numa função numa empresa, sem referências e/ou curriculo académico/profissional. será verdade que o PS está "calado" neste caso da licenciatura de M. Relvas porque o Irmão Maçon António Seguro dos Bancos (da Universidade Lusófona) foi um dos professores envolvido no processo?...
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Solidariedade Portuguesa: Segurança Social Corta Subsídio de Invalidez a Deficiente Motor Atleta Paralímpico Pra Ajudar Bancos, Pagar Reformas a Assunção Esteves e Políticos; Junta Médica diz Que A Mão Ainda Não Cresceu e Cavaco Sem Extras Custa Mais Que o Porsche



A presidente da Assembleia da República, Assunção Esteves, reformada aos 42 anos, recebe 7.255 euros de pensão por dez anos de trabalho como juíza do Tribunal Constitucional.

Por não poder acumular esse valor com o ordenado de presidente do Parlamento, Assunção Esteves abdicou de receber pelo exercício do actual cargo, cujo salário é de 5.219,15 euros. Mantém, no entanto, o direito a ajudas de custo no valor de 2.133 euros.


No Parlamento, mais 11 deputados e ex-deputados pediram uma subvenção vitalícia por terem exercido funções durante mais de 12 anos. É Também o caso de Cavaco Silva que todos meses leva na mala, mais de 12-000,00 Euros mais Extras.


Assunção Esteves pôde reformar-se muito cedo, aos 42 anos, porque a lei de então contemplava um regime muito favorável para todos os juízes do Tribunal Constitucional. Contemplava e obviamente que não foi alterada porque os políticos que se têm Governado, têm servido apenas para se governarem a eles e ao grandes Bancos e corporações internacionais

Podiam aposentar-se com 12 anos de serviço, independentemente da idade, ou com 40 anos de idade e dez anos de serviço.

No Parlamento, mais 11 deputados e ex-deputados pediram uma subvenção vitalícia por terem exercido funções durante mais de 12 anos. É Também o caso de Cavaco Silva que todos meses leva na mala, mais de 12-000,00 Euros mais Extras.

 

O Cavaco Sem Extras, Gasta mais que um Porsche.


As subvenções vitalícias dos deputados acabaram em 2005, mas o regime transitório faz com que ainda haja deputados mais antigos com esse direito. O mesmo regime que tanto dinheiro rouba ao contribuinte, para dar a: bancos, políticos, traidores e a corruptos, rouba a pensão de invalidez, a um deficiente motor, que nasceu com apenas uma mão, sendo que a bestial junta médica, conclui que a mão ainda não cresceu.


O Bestial vem de Besta, e refere-se a BESTAS. GRANDES BESTAS


Veja abaixo a notícia do I


Segurança Social retira subsídio de invalidez a paralímpico sem mão


Por Ricardo Paz Barroso, publicado em 12 Jun 2012 - 03:10 | Actualizado há 5 dias 14 horas
O nadador David Grachat nasceu sem a mão esquerda e recebia um subsídio vitalício por isso, mas o Estado agora diz que já não é inválido

A frase “o Estado dá com uma mão e depois tira com a outra” seria um resumo cruel da situação actual do nadador paralímpico português David Grachat: já representou o país nos Jogos Paralímpicos de Pequim, em 2008, vai voltar a fazê-lo este ano em Londres e até recebe uma bolsa paralímpica de 320 euros mensais para treinar, financiada pelo Estado. O problema é que, ao mesmo tempo, deixou de ser considerado inválido pela Segurança Social, tendo perdido o subsídio de invalidez vitalício que recebia desde os 14 anos. David nasceu sem uma das mãos.

“Não faço isto por causa do dinheiro, mas por ser um direito meu, que deixou de ser respeitado sem qualquer justificação ou lógica por parte do Estado”, diz ao i o atleta, que actual- mente treina seis horas diárias para tentar bater os seus recordes de natação e levar a bandeira portuguesa a fazer boa figura, a partir de Agosto, no pódio londrino dos atletas com deficiência. David Grachat quer reaver o seu direito ao subsídio e “um pedido de desculpa pelo sucedido”.

A indignação do atleta faz sentido: em Janeiro de 2011 deixou de receber os 115 euros mensais de subsídio, atribuídos desde 2002 em regime vitalício, por um grau de invalidez de 60% causado por uma deformação congénita, que o levou a nascer sem a mão esquerda.

E assim começou o calvário. David Grachat enviou várias cartas a contestar o corte inexplicado de subsídio, até que em Junho foi a uma junta médica, onde se constatou que “ainda não me tinha crescido a mão esquerda, como é óbvio”, explica o atleta. Mas este “óbvio” afinal não o era assim tanto, pois em Novembro recebeu uma carta da Segurança Social a dizer que o pedido do subsídio tinha sido “indeferido por não ser portador de deficiência”. O i tentou obter uma reacção da Segurança Social, mas tal não foi possível até ao fecho desta edição.

“Esta luta não é só minha”, diz David Grachat, referindo-se à página pessoal do Facebook, onde na sexta-feira passada fez a denúncia do seu caso. Ali o caso espoletou vários comentários de apoio, muitos deles também a referir casos de deficientes com situações similares na Segurança Social.

Para David Grachat, “todo este caso é muito triste, pois era preferível que um cidadão não tivesse de ir para a comunicação social denunciar estas situações”.

“Graças a Deus nasci assim” A natação entrou na vida de David por causa da deficiência congénita. Aos dois anos, a mãe apostou neste desporto “para reforçar os músculos e ganhar mais à vontade”, conta David, que tem um discurso muito positivo sobre a sua deficiência: “Costumo dizer que graças a Deus nasci assim, pois nunca soube o que é ter a mão esquerda e por isso nunca me fez falta.”

Participa em competições desde 1999 e destaca vários recordes que já bateu na sua categoria ao longo dos anos. “Em 2006 bati dois recordes europeus e fui vice-campeão da Europa em 2009. A par da natação, David está no curso de Ciências do Desporto na Faculdade de Motricidade Humana.

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Investigação Tratamento do Cancro: Cannabis Combate Falta de Apetite Provocado pela Quimioterapia Estudo da Universidade de Alberta, Canadá, Publicado na Revista Annals of Oncology da Sociedade Médica de Oncologia Europeia



Cannabis combate falta de apetite provocada pela quimioterapia


 

Estudo analisou doentes com cancro em estado avançado


 

Uma investigação realizada na Universidade de Alberta, no Canadá, provou que uma das substâncias da cannabis, o tetrahidrocanabinol (THC), pode melhorar o apetite e a qualidade do sono de doentes oncológicos sujeitos a quimioterapia - um tratamento que afecta o olfacto e o paladar das pessoas, que começam a comer menos e, consequentemente, a perder peso.


De acordo com Wendy Wismer, da universidade canadiana, este foi o primeiro estudo aleatório e controlado a mostrar que o THC aumenta o apetite em pacientes com cancro, além de ajudá-los a relaxar e a dormir.


A importância deste trabalho acresce ainda pelo facto de não existirem, actualmente, tratamentos contra as alterações de sensibilidade provocadas pela quimioterapia.



O estudo divulgado numa edição da prestigiada revista "Annals of Oncology", uma publicação da Sociedade Médica de Oncologia Europeia, foi conduzido entre Maio de 2006 e Dezembro de 2008, com 21 pacientes adultos, todos portadores de algum tipo de cancro em estado avançado - com excepção de tumores no cérebro -, e que tinham começado a alimentar-se menos como resultado da doença.

Onze dos seleccionados tomaram comprimidos que continham THC (o principal responsável pela acção alucinogénica da planta de cannabis), enquanto os restantes foram medicados com placebos, embora nenhum dos participantes soubesse que substância estava a tomar.

Sono e apetite melhorados


Ao fim de 18 dias de tratamento, 73% por cento dos pacientes que consumiram THC revelaram pensar mais em comida, o que se verificou em apenas 30 por cento dos elementos do outro grupo. Além disso, a substância fez com que os alimentos parecessem ter um sabor melhorado para mais de metade dos participantes submetidos ao estudo. O mesmo aconteceu em dez por cento dos que não foram submetidos aos efeitos do THC.

O apetite também aumentou para 64 por cento dos medicados com a substância da cannabis, sendo que nenhum disse estar com menos fome. No grupo que tomou placebos, metade dos pacientes sofreu perda de apetite e 20 por cento não registou qualquer mudança.

De acordo com os investigadores, estes testes clínicos tiveram poucos participantes por estarem numa fase inicial, pelo que vão ser necessários estudos mais abrangentes.

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