... Julgo que depois destes malabarismos, os currículos das pessoas com funções políticas activas com o propósito de praticar o bem comum de uma nação, devem ser exigidos e publicados em Diário da Republica para qualquer cidadão poder consultar e certificar-se das habilitações de cada politico. Não deve ser uma opção, mas uma condição contemplada numa lei própria para o efeito, pois como sabemos, nenhum trabalhador é admitido numa função numa empresa, sem referências e/ou curriculo académico/profissional.será verdade que o PS está "calado" neste caso da licenciatura de M. Relvas porque o Irmão Maçon António Seguro dos Bancos (da Universidade Lusófona) foi um dos professores envolvido no processo?...
George Orwell tem em 1984 seu mais renomeado e aclamado romance. Um livro onde Orwel nos alerta para o tempos que correm e que virão, onde ele faz afirmações como: "se alguém quiser ter uma visão do futuro, imagine uma bota militar, plantada em cima da cara humana para sempre.
Escrito no fim de sua vida, Orwell pouco pôde ver a repercussão que o livro teve e ainda tem até hoje.
Em 1984, um tempo presente, Orwell alerta-nos para os perigos ad Nova Ordem Mundial (NOM), mais conhecida por NWO, New World Order, com a sigla estampada nas notas de dólar,m com o nome Novos Ordo Seclorum.
A história passa-se num fictício ano de 1984, no qual o totalitarismo viria a dominar o Mundo inteiro. O Planeta é dividido em três grandes blocos, a Eurásia, a Lestásia e a Oceania, e cada um desses blocos tem basicamente a mesma doutrina ideológica. O Governo controla tudo e o povo vive em um constante estado de alienação, onde são manipulados a acreditar – e pior – a seguir voluntariamente os descabidos preceitos do Partido.
A supressão da liberdade é tão grande que existe a Polícia do Pensamento, a qual punia quem cometia “crimes-idéia” (ideologias diferentes da do Partido), além de filmagens que o Estado fazia das pessoas através de “câmaras de vigilância” (INDECT) dentro de suas próprias casas. E o mais desanimador: o Governo criava a Novilíngua, uma espécie de língua que mantinha apenas uma palavra para expressar um conceito e as outras eram excluídas, juntamente com aquelas que poderiam expressar uma ideia contrária à do sistema dominante. Com isso em um futuro próximo, quase ninguém disporia de recursos linguísticos para formular uma oposição à tal situação. Essa é uma visão pessimista que praticamente não possibilita esperanças.
O protagonista é o incerto e promíscuo Winston Smith. Ele vive na Oceania, Londres e é um pequeno funcionário do governo que trabalha para o Ministério da Verdade. Nesse “órgão” as informações antigas são refeitas para criarem uma constante noção de perfeição do Estado e do seu suposto chefe maior: o Big Brother (Grande irmão). Smith, intimamente, não concorda com as atrocidades que o Partido comete, e tenta timidamente se desvencilhar desse poder. Depois de viver um romance com Júlia, uma mulher que pensa como ele, Winston é preso e levado para a tortura (física e mental) na temida sala 101, onde a dor e o medo fazem qualquer homem negar seus ideais e aceitar coniventemente o Grande Irmão.
1984 é um manifesto contra a autoridade despótica e um alerta para os nossos dias. Com o livro "1984", George Orwell Alerta-nos para o poder da maçonaria que se move nas sombras do poder, e para os perigos que podem vir a surgir de um governo mundial único, totalitário, tal como se verifica actualmente, com ministros e presidentes, "testas de ferro" de um sistema controlado pela elite Illuminati. Repare que na União Europeia, o novo regime nazi controlado pela banca, os Parlamentos Nacionais e eleições, já de nada valem, sendo a decisão fina de Merkell. Também esta decisão de Merkell, a ex-agente da temível STASSI, a terrível polícia secreta da Alemanha de Leste. Obviamente que esta Merkell, é mais uma capa do polvo.
Em 1984, George Orwell amedronta os leitores ao descrever essa terrível sociedade controlada pela maçonaria e faz-nos reflectir sobre o privilégioque é o livre-arbítrio e a importância da sua constante manutenção.
É muito triste e preocupante ver que a cada dia que passa, essa liberdade se deteriora cada vez mais e por questões de preguiça, medo e puro egoísmo, grande parte da população prefere fazer o jogo do deixa andar, de esperar que a situação se resolva sozinha, preferem fazer como a avestruz, esconder a cabeça na areia e esperar que a crise passe...
Mas a realidade é que a crise, não só não passa, como de governo para governo, de dia para dia, a cada dia que passa, a situação geral é cda vez pior... mais e mais impostos! A pessoa singular e o pequeno empresário não conseguem sobreviver neste sistema diabólico, onde dentro de pouco tempo, até para vender um copo de sumo natural, é uma multinacional.
Diariamente, vão destruindo e desintegrando toda a estrutura empresarial e familiar. Repare o que tem vindo a acontecer com a nossa adesão á União Europeia. Ainda nos anos 80, durante os governos de Cavaco Silva, entravam aos milhões de contos por minuto para serem distribuídos pelos amigos, como prémio da destruição de todo o sector produtivo para perversamente nos trazem para a miséria e que nos encontramos, uma auto-estrada para o abismo, em que ainda nem cruzamos a primeira portagem.
Aconselho-vos a ler 1984, um grande best-seller que nos mostra os objectivos ditatoriais desta sociedade em que vivemos. Os objectivos são, de nos manter uma bota opressora e esmagadora constantemente cravada em cima da nossa cara.
No parágrafo seguinte, repare bem neste excerto do Livro 1984 de George Orwell
"Ele vive na Oceania, Londres e é um pequeno funcionário do governo que trabalha para o Ministério da Verdade. Nesse “órgão” as informações antigassão refeitaspara criarem uma constante noção de perfeição do Estado e do seu suposto chefe maior: o Big Brother (Grande irmão)."
Existe grande afinidade e semelhança, entre o parágrafo acima e a actual situação político económica global em que o "Grande Irmão", é mesmo "O Grande Irmão". Isto é, a maçonaria é uma ordem e uma irmandade que se encontra espalhada por quase todos, ou todos os países do mundo. Importa salientar que a irmandade se encontra dividida por graus, trata-se de uma autêntica cadeia de comando de serviços altamente secretos, onde quem recebe as ordens não sabe quem as envia, mas sabe que tem que as cumprir. Aqui, encontramos a figura do grande irmão sempre presente e no controle da política global. É preciso que saiba que os interesses da irmandade, estão acima dr todos e quaisquer interesses, inclusive, acima da família.
Quanto a Londres, há muito que Londres, tem um papel de extrema importância no contexto político global. Olhe para a Real Companhia do Vinho do Porto, a entidade que controla o vinho do Porto, controlada pela coroa Britânica. Foi apenas um pequeno exemplo, mas há mais.
A City Londrina controlada pelo Banqueiro Rothschild, é o coração do Centro financeiro global. É na City, no London Stock Exchange que são tomadas as grandes decisões dos mercados (É na City que o Gang Decide qual o país a atacar, e qual o produto a fazer subir, descer preços) - a exemplo a manipulação das taxas Libor e Euribor - Também foi na City que Passos Coelho Vendeu Portugal Por Trinta Dinheiros á Máfia da Goldman Sachs, ainda antes de ser eleito - O Grupo de Bancos Inter-Alpha, de que fazem parte os maiores bancos europeus, tem a sede em Londres, e a maçonaria é gerida pelos ritos de york, rito escocês antigo e aceite - os gajos em vez de aceite, escrevem aceito, mas eu como não aceito, escrevi aceite para não levar ninguém a aceitar. - a população é manipulada por palavras que se dizem e que se lêem, é essa a razão do nome que deram ao rito, para que cada vez que alguém fala no assunto, estar a aceitar e a concordar com com a aceitação de uma seita maquiavélico e diabólica. Aqui vimos que ambos os ritos, rito de York e rito Escocês Antigo, como o próprio nome indica, de alguma forma, dependem de Londres, e dependem, porque o rei, rainha, é o chefe de todas as ordens, logo, dos ritos. Mas isso é uma longa história, onde encontramos o Clube Bilderberg, directamebte ligado á Pilgrim Society, controlada pela casa real britânica e restrita á familia real - em Portugal, de acordo com "A Confissão de Farinha Simões", existe a loja maçonica Pilgrim, de que o Bildeberg Balsemão faz parte,..Saiba quais foram os portugueses da lista Bilderberg 2011 - Lista Bilderberg 2012. - Conheça Mais alguns Portugueses na Bilderberg - Importa que saiba que maçonaria e Clube Bilderberg estão intimamente ligados á Comissão Trilateral e que A Comissão Trilateral Controla o Fórum Portugal Global, e que a mesma Comissão Trilateral Controla a União Europeia. Também é importante que saiba como funcionam as garantias bancárias, e para poder ter uma vaga ideia do que é a dívida eterna e o que poderá vir a ser a dívida portuguesa de Amanhã e as garantias bancárias que os governos dão aos bancos, em nome dos portugueses, incuindo os que ainda estão para nascer, para que os bancos Privados vão ao BCE, buscar dinheiro para especular com a dívida soberana. Também precisa de saber como funcionam as agências de rating e quem é O Dono do Banco Central Europeu.
No texto dos parágrafos acima, encontramos uma grande relação entre a estrutura político-social do livro "1984" e a actualidade. Mas ainda não é a este contexto que Orwell se refere.
Estejam alerta porque ainda não é a esta sociedade que Orwell se refere. No livreo 1984, Orwell, mostra-nos todo os contornos da trama, refere-se a algo muito pior, Orwell mostra-nos a fase imediatamente a seguir, em que as pessoas são catalogdas como gado e se encontram de baixo de vigilância electrónica permanente, e debaixo do olhar atento do "Grande Irmão.".. Uma sociedade de que nos estamos a aproximar aceleradamente, com o INDECT, com entrada prevista em 2014 (o INDECT tmplica vigilância permanente, e que se não lutar-mos, se não acabarmos com ela rapidamente, um a um nos iremos afundar no abismo. A única solução, é uma revolução, ao estilo do que aconteceu na Islândia, a Ilha farol dos Tempos Modernos, Os Islandeses, um pequeno povo de 250.000 habitantes que tiveram a coragem prender políticos e banqueiros (Documentário: Islândia, Uma Revolução Silenciada).
Vitor Gaspar "APANHADO" em Conversa HUMILHANTE com Ministro Alemão confirma o plano descrito no US Military Intelligence report EW-Pa 128: Relatório Secreto dos Serviços Secretos Militares dos Estados Unidos da América revela os detalhes do plano nazista para criar a União Europeia e o IV REICH, um REICH Económico!
O nosso des-governo e inclusive o ministro das finanças, os agentes da Troika Bancária da Angela Merkel têm-nos mentido!!! Em Portugal dizem que não será precisa ajuda adicional externa ao País e na Europa vão fazer o papel de "pedintes" aos alemães...É deveras CHOCANTE o "papelão" que Vítor Gaspar faz neste vídeo!!!...E o nosso primeiro ministro tem a coragem em nos falar de "pieguice"???...UMA VERGONHA!!!...
Vitor Gaspar foi conselheiro especial do Banco de Portugal, antes de se tornar Chefe do BEPA em janeiro de 2007. Antes disso, ele foi Diretor-Geral de Pesquisa do Banco Central Europeu, de setembro de 1998 até dezembro de 2004. Ele também foi Diretor do Departamento de Pesquisa e Estatística do Banco de Portugal e Diretor de Estudos Econômicos do Ministério das Finanças Português.
Ele tem sido associado com a integração europeia. Foi membro suplente do Comité Monetário 1989-1998 e representante pessoal do Ministro das Finanças no âmbito da CIG que conduziu ao Tratado de Maastricht. Ele também foi Presidente da Comissão de Suplentes do Comité Monetário from1994 a 1998. Ele era membro do GEPA 2005-2006.
Seus interesses de pesquisa são a política GLOBALISTA macroeconômica, economia pública, economia política e de integração financeira.
A conversa, em voz baixa e quando os dois julgavam não estar a ser ouvidos, decorreu nesta quinta-feira, em Bruxelas, durante a reunião dos ministros das finanças europeus e foi captada por uma câmara da TVI.
Schäuble dizia a Gaspar que a Alemanha estava disposta a flexibilizar o programa de ajuda português, mas depois de resolvido o problema da Grécia.
“Agradecemos muito”, respondeu o ministro das finanças português.
Vítor Gaspar diz depois ao ministro alemão: “Fizemos progressos substanciais no quadro europeu.” “Sim, fizeram”, responde Schäuble.
Pedro Passos Coelho afirmou recentemente que Portugal não precisa de mais tempo ou de mais dinheiro para cumprir acordo com a União Europeia e com o Fundo Monetário Internacional.
"Portugal não pedirá a renegociação do programa que está a executar. (…) Disse-o com clareza no Parlamento e volto a reafirmá-lo: Não pediremos mais tempo nem mais dinheiro para concretizar o programa", afirmou no dia 24 de Janeiro, durante uma conferência de imprensa.
Transcrição da conversa na íntegra
Wolfgang Schäuble: Se no final precisarmos de fazer um ajustamento ao programa [português], depois de tomadas as grandes deciosões sobre a Grécia... Isso é essencial. Mas depois, se for necessário um ajustamento do programa português, estaremos preparados.
Vítor Gaspar: Agradecemos muito.
Wolfgang Schäuble: De nada. Desde que... É que os membros do Parlamento alemão e a opinião pública na Alemanha não acreditam que as nossas decisões são sérias, porque não acreditam nas nossas decisões sobre a Grécia
Vítor Gaspar: Nós fizemos progressos muito substanciais no quadro europeu.
Wolfgang Schäuble: Sim, vocês fizeram progressos.
Vítor Gaspar: Sim, fizemos. E agora temos de trabalhar...
Eis a Europa em um vídeo!!! Em um vídeo percebes no que se transformou o processo de construção europeia!!!...
HUMILHANTE!!!...ISTO É MUITO MAIS GRAVE QUE A SITUAÇÃO DE MARTIN SCHULZ!!! PORQUE É O NOSSO...NOSSO! MINISTRO DAS FINANÇAS!!! É A PROVA QUE NOS MENTE!!!DOS ALEMÃES JÁ TODOS PERCEBEMOS O QUE ESPERAR!!!...DEFENDEM OS INTERESSES DELES E QUEM DEFENDE OS NOSSOS???...
Tanta MENTIRA!!!..PARTILHEM ESTE VÍDEO!!! (NO NOSSO SITE TAMBÉM PODEM ENCONTRAR O VÍDEO COM AS DECLARAÇÕES DE SCHULZ EM DESTAQUE!!!)...
Gaspar de «mão estendida» espera «benesse» alemã
Partidos reagem à conversa entre os ministros das Finanças português e alemão divulgada pela TVI
O ministro das Finanças «finge» em Portugal que é possível cumprir o programa de ajustamento financeiro, mas depois anda de «mão estendida» em Bruxelas «à espera de uma benesse qualquer». A reacção é do Bloco de Esquerda ao vídeo divulgado esta quinta-feira pela TVI, de uma conversa informal mantida antes da reunião do Eurogrupo entre Vítor Gaspar e o seu homólogo alemão, Wolfgang Schauble, na qual este garante rever condições da ajuda a Portugal, depois de resolvida a questão da Grécia.
«Na prática, percebemos que o ministro das Finanças finge cá em Portugal que o acordo é possível de cumprir, mas depois coloca-se de mão estendida em Bruxelas à espera de uma benesse, de uma qualquer migalha do Governo alemão», disse o deputado Pedro Filipe Soares, numa declaração no Parlamento, citado pela Lusa.
E, embora mais tarde, Vítor Gaspar tenha garantido que não vai pedir nem mais tempo nem mais dinheiro e que as palavras de Schauble foram apenas repetições das palavras dos líderes europeus, o BE, diz que o ministro «tenta dar o dito por não dito, porque aquilo que todos viram, aquilo que todos ouviram é um ministro de mão estendida que não acredita que este acordo é cumprível», ao mesmo tempo que «está a levar o país numa senda de austeridade que destrói a economia, sem qualquer saída à vista que não seja esta benesse, estas migalhas alemãs».
O deputado insistiu que, na conversa filmada e divulgada pela TVI entre os dois ministros, Vítor Gaspar «dá a entender» que «acredita que este plano é incumprível», porque se assim não fosse, «não aceitaria, não diria muito obrigado como disse ao governante alemão».
Diálogo entre ministros mostra «farsa imensa»
Também o PCP criticou hoje o diálogo entre os dois ministros das Finanças, considerando que revela «a farsa imensa que se desenvolve há dois anos».
«Este diálogo só mostra a farsa imensa que se desenvolve no nosso país há dois anos, em que todas as medidas, todos os programas, todos os planos, primeiro os PEC e agora os programas de ajustamento, são definitivos até serem alterados, pressionados pela política que eles próprios vão provocando», disse o deputado comunista Agostinho Lopes.
Por isso, Agostinho Lopes advertiu que «o povo português não deve agradecer ao ministro alemão, porque a nova receita será certamente de mais austeridade, mais falências de empresas, mais desemprego, a continuação do afundamento do país».
Gaspar agradece disponibilidade alemã para flexibilizar ajuda a Portugal
O ministro das Finanças alemão, Wolfgang Schäuble, disse ao seu homólogo português estar disposto a flexibilizar o acordo de Portugal com a troika. Vítor Gaspar agradeceu.
A conversa, em voz baixa e quando os dois julgavam não estar a ser ouvidos, decorreu nesta quinta-feira, em Bruxelas, durante a reunião dos ministros das finanças europeus e foi captada por uma câmara da TVI.
Schäuble dizia a Gaspar que a Alemanha estava disposta a flexibilizar o programa de ajuda português, mas depois de resolvido o problema da Grécia. “Agradecemos muito”, respondeu o ministro das finanças português.
Vítor Gaspar diz depois ao ministro alemão: “Fizemos progressos substanciais no quadro europeu.” “Sim, fizeram”, responde Schäuble.
Pedro Passos Coelho afirmou recentemente que Portugal não precisa de mais tempo ou de mais dinheiro para cumprir acordo com a União Europeia e com o Fundo Monetário Internacional.
"Portugal não pedirá a renegociação do programa que está a executar. (…) Disse-o com clareza no Parlamento e volto a reafirmá-lo: Não pediremos mais tempo nem mais dinheiro para concretizar o programa", afirmou no dia 24 de Janeiro, durante uma conferência de imprensa.
Transcrição da conversa na íntegra
Wolfgang Schäuble: Se no final precisarmos de fazer um ajustamento ao programa [português], depois de tomadas as grandes deciosões sobre a Grécia... Isso é essencial. Mas depois, se for necessário um ajustamento do programa português, estaremos preparados.
Vítor Gaspar: Agradecemos muito.
Wolfgang Schäuble: De nada. Desde que... É que os membros do Parlamento alemão e a opinião pública na Alemanha não acreditam que as nossas decisões são sérias, porque não acreditam nas nossas decisões sobre a Grécia.
Vítor Gaspar: Nós fizemos progressos muito substanciais no quadro europeu.
Wolfgang Schäuble: Sim, vocês fizeram progressos.
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Conversa com Vítor Gaspar
Alemanha pronta para flexibilizar plano português
(COM VÍDEO) A Alemanha está disponível para flexibilizar as condições do programa de assistência financeira a Portugal depois de ser encontrada uma saída para a crise grega, disse o ministro das Finanças alemão ao seu homólogo português Vítor Gaspar.
A notícia está a ser avançada pela TVI com base num vídeo de uma conversa informal entre os dois responsáveis, à margem de uma reunião em Bruxelas:
Video------
Shauble disse a Gaspar que se tal se vier a revelar necessário, depois do acordo na Grécia, a Alemanha pode "flexibilizar" o ajustamento português.
O ministro alemão dá conta da dificuldade em convencer o Parlamento e a opinião pública germânica de que as decisões sobre os países periféricos estão a ser levadas a sério.
Gaspar agradeceu. http://www.youtube.com/watch?v=1fr_CqQ4riM
Triste figura... A pedir esmola... A baixar as calças... Mas atenção que ninguém dá nada a ninguém sem tirar BENEFÍCIOS!!!
Somente tem que mostrar,porque se paga-mos,tantos impostos tantas "dividas" temos todo o direito de saber que fazem nossos politicos,ou somente servimos para pagar??'' Claro que não devia ser sem autorização,mas aqueles dialogos e acordos deviam ser em direto,para ver no que nos metem!!!!!!!!
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Isto é das coisas mais vergonhosas que ja se viu. Não é só Subserviência mas sim rebaixar ao mais profundo da dignidade humana. Como é que uma Pátria como Portugal, que tem um hino nacional, que diz tudo: Herois do mar nobre povo nação valente, levantai hoje de novo o explendor de Portugal. E somo governado, por uma coisinha daquelas.`e preferivél comer terra e pó, doque tal humilhação. A final os Gregos, são fieis aos seus principios e vão dar a volta por cima de cabeça erguida.
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Um ministro praticamente de cócoras ! Que má imagem do país .
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Vitor Rabaça Gaspar
Vítor Louçã Rabaça Gaspar (9 de Novembro de 1960) é um economista, professor universitário e, desde 21 de Junho de 2011, Ministro de Estado e das Finanças do XIX Governo Constitucional de Portugal.
Família
É filho de Vitor Manuel Rabaça Gaspar (n. 29 de Abril de 1934) e, da sua esposa, Maria Laura Seixas Louçã (n. 29 de Junho de 1930), casados em 29 de Dezembro de 1959. Pelo lado materno é primo direito do secretário-geral do Bloco de Esquerda, Francisco Louçã. Casou a 5 de Março de 1985 com Sílvia Luz (n. 31 de Julho de 1960), de quem tem três filhas: Catarina (n. 14 de Julho de 1986), Marta (n. 3 de Setembro de 1991) e Madalena (n. 15 de Outubro de 1998).
Vida profissional
Vítor Gaspar licenciou-se em Economia pela Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica Portuguesa em 1982, e obteve um doutoramento em Economia pela Universidade Nova de Lisboa em 1988.[2]
Foi membro suplente do Comité Monetário Europeu de 1989 e 1998 e representante pessoal do Ministro das Finanças na IGC que conduziu ao Tratado de Maastricht,[3] foi chefe do comité entre 1994 e 1998 e membro do Gabinete de Consultores Políticos da Comissão Europeia de 2005 a 2006. Em Janeiro de 2007, passou a chefiar o departamento.
Em Portugal, foi conselheiro especial do Banco de Portugal e director-geral da área de investigação do Banco Central Europeu de Setembro de 1998 até Dezembro de 2004. Também foi Director de Investigação e Estatísticas do Departamento do Banco de Portugal e Director de Estudos Económicos do Ministério das Finanças.[4]
Gaspar também é escritor e publicou vários livros em artigos em revistas cientificas, entre elas Public Choice, European Economic Review, Journal of the European Economic Association e o Journal of Development Economics.[5]
Enquanto ministro das finanças, o controle apertado das finanças públicas, o percurso político, o discurso de austeridade e as suas origens rurais e beirãs, características partilhadas por Salazar, renderam-lhe a alcunha de "Salazarinho" entre os seus colegas do Governo http://pt.wikipedia.org/wiki/V%C3%ADtor_Gaspar
Vitor Gaspar foi conselheiro especial do Banco de Portugal, antes de se tornar Chefe do BEPA em janeiro de 2007. Antes disso, ele foi Diretor-Geral de Pesquisa do Banco Central Europeu, de setembro de 1998 até dezembro de 2004. Ele também foi Diretor do Departamento de Pesquisa e Estatística do Banco de Portugal e Diretor de Estudos Econômicos do Ministério das Finanças Português.
Ele tem sido associado com a integração europeia. Foi membro suplente do Comité Monetário 1989-1998 e representante pessoal do Ministro das Finanças no âmbito da CIG que conduziu ao Tratado de Maastricht. Ele também foi Presidente da Comissão de Suplentes do Comité Monetário from1994 a 1998. Ele era membro do GEPA 2005-2006.
Seus interesses de pesquisa são a política macroeconômica, economia pública, economia política e de integração financeira.
Ele tem publicado numerosos artigos (incluindo em EER, JEEA, dinâmica macroeconômica, International Finance, Journal of Development Economics) e livros. Entre "Política Monetária e de conhecimento imperfeito" o último foi escrito em conjunto com Otmar Issing e publicado pela Cambridge University Press.
Equipe
Paola ROSSI
Licenciado em Economia (Universidade de Parma, Itália), e titular de um certificado de pós-graduação em Estudos Europeus de O Colégio Europeu de Parma, Paola Rossi iniciar sua carreira na Comissão Europeia em 1995, passando de 5 anos como membro do Gabinete de Comissário Monti (responsável pelo Mercado Interno, assuntos fiscais e aduaneiros). Ela deixou a Comissão em 2001, retornando à Itália, onde trabalhou como chefe das relações externas e comunicação no escritório do Gabinete do Ministro da Inovação e Tecnologia do Governo italiano. De volta à Comissão Europeia em 2003, ela trabalhou como assistente do Secretário-Geral Adjunto, lidar com programação Comissão e coordenação, e uma melhor regulamentação, e depois como Assistente do Diretor Geral BEPA.
Equipe
Paola COLOMBO
Paola Colombo é formado em Medicina Veterinária. Ela entrou na Comissão em 1995 e passou sete anos na Direcção-Geral da Agricultura e, em seguida, na Direcção-Geral de Saúde e Defesa do Consumidor lidar com questões de segurança alimentar. Em 2002 ela se mudou para o Secretário-Geral, onde foi responsável de assegurar a coerência global ea qualidade das políticas comunitárias na área da saúde e defesa do consumidor ciências, pesquisa e desenvolvimento, e da vida e da biotecnologia. Ela também ajudou e aconselhou o Gabinete do Presidente da Comissão sobre estas áreas de actividade.
Ela foi membro do gabinete da Comissária Viviane Reding lidar com pesquisa e desenvolvimento de políticas de informação, comunicação e tecnologias para os cidadãos e negócios, tecnologias emergentes e infra-estruturas e informação e comunicação. Desde Março de 2007, ela é chefe da Unidade de Coordenação do Gabinete de Conselheiros de Política Europeia.
Equipe
Nico KEPPENS
Nico Keppens estudou Comunicação e Jornalismo na Instituut voor Hoger Bedrijfsopleiding (Gent) e no Belgisch Instituut voor Journalistiek (IPC Brussel).
Ele é um part-time jornalista free lance, desde 1984, tendo trabalhado para Belga, VRT (Radio 2), van Antwerpen Gazet, Het Nieuwsblad, Het Laatste Nieuws e para seu próprio site (notícias sobre a aldeia em que vive, com também links para notícias sobre a UE).
Antes de ingressar na Comissão, em 1994, foi Assessor de Imprensa, entre outros assistente para o Dienst voor de Nationale Afzet van Land-en Tuinbouwproducten (NDALTP) e para a Vlaamse Dienst voor Agro-Marketing (VLAM).
No âmbito da Comissão (desde 1994) entre outros que ele ajudou a criar o Fórum da Sociedade da Informação, a Força Tarefa para a Reconstrução do Kosovo (que preparou a Agência para a Reconstrução do Kosovo), eo instrumento ISPA para preparar os países que se tornaram UE Os Estados-Membros em 2004 e 2007. Entre 2003-2008 seguiu Conselho eo Parlamento Europeu reuniões sobre questões de ajuda ao desenvolvimento. Desde dezembro de 2008, ele trabalha para a BEPA, a fim de ajudar este DG nas suas tarefas de comunicação. Em todas as suas funções na Comissão propôs e promoveu ações para melhorar a comunicação da União Europeia e do reflexo de comunicação de todo o pessoal da CE
Área de Política Econômica
Vitor GASPAR
(Coordenador)
Equipe
Tassos Belessiotis
Ele foi para a escola em Atenas (Diploma), Leeds, Reino Unido (MA) e da Universidade McMaster, em Ontário, Canadá, onde obteve seu doutorado em economia. Ele já trabalhou na política econômica no primeiro Económica Ontario Conselho, Toronto, e depois no Departamento de Finanças, Governo do Canadá, Ottawa. Ele integrou a Comissão em 1989 como economista no DG ECFIN onde ele fez mesa país e horizontal / vigilância trabalho. Como chefe da unidade da DG Orçamento, ele trabalhou no lado das receitas do orçamento da UE levou à decisão dos recursos próprio 2000, e na DG Empresa na área de competitividade.
Equipe
Simona BOVHA PADILLA
Simona Bovha obteve um doutorado em Comércio Internacional e Finanças na Universidade de Brandeis, nos Estados Unidos.
Ela já trabalhou como economista na Universidade de Harvard, John F. Kennedy School of Government, eo Instituto de Gestão Financeira da África Oriental e Austral (MEFMI), proporcionando uma formação política macroeconômica para funcionários de países em desenvolvimento.
Ela também foi professor assistente na Faculdade de Economia da Universidade de Ljubljana, onde ensinou Comércio Internacional e Negócios Internacionais.
Em 2005 ela entrou para o Banco Europeu de Investimento, Desenvolvimento Econômico Advisory Service, onde ela vem realizando uma avaliação da solidez do sistema financeiro e macroeconómico dos países fora da UE.
Atualmente é Assessor Econômico do Departamento de Análise de Política Europeia (BEPA) da Comissão Europeia.
Equipe
Jozef (Joep) Konings
Konings Joep obteve seu PhD em Economia pela London School of Economics e especializada na área de economia do trabalho e industrial. Antes de ingressar na BEPA, Konings foi professor catedrático de Economia e decano da Faculdade de Economia e Gestão da Universidade de Leuven (KULeuven, Bélgica). Ele é membro do Instituto de Estudos do Trabalho (IZA, Bonn) e do Centro de Investigação de Política Económica (CEPR, de Londres) e ocupou posições de visita no Dartmouth College, da Universidade de Michigan Ann Arbor, da Universidade de Bruxelas e do Fundo Monetário Internacional Fundo.
Konings já publicou mais de 50 publicações em revistas acadêmicas, tais como a American Economic Review, a revisão de Economia e Estatística, The Journal of International Economics e The Economic Journal. Sua principal área de especialização diz respeito aos efeitos da globalização no mercado de trabalho, incluindo problemas de offshoring e outsourcing, comércio empírica, a competitividade das empresas e avaliação de políticas. Ele publicou recentemente dois livros, um sobre a reforma do mercado de trabalho na Bélgica e uma sobre o processo de adesão da Turquia à União Europeia.
Equipe
Martin LARCH
Martin Larch obteve uma licenciatura em Economia e doutorado em Economia pela Universidade de Viena. Ele seguiu os estudos de doutoramento e pós-doutoramento no Instituto de Estudos Avançados, Viena e do Instituto Europeu na London School of Economics.
Ele integrou a Comissão Europeia em Junho de 2000 na Direcção-Geral dos Assuntos Económicos e Financeiros (DG ECFIN), onde pela primeira vez trabalhou como Diretor de Posto para a Itália avaliar a situação económica e política do país no contexto do quadro de supervisão orçamental da UE . Em novembro de 2006, foi nomeado Vice-Chefe da Unidade responsável das finanças públicas na área do euro e da UE, onde coordenou e contribuiu para a produção e publicação das Finanças Públicas na UEM anuais relatório da DG ECFIN.
Ligados às suas atividades na DG ECFIN, ele publicou uma série de artigos sobre política fiscal e supervisão da política da UE em revistas econômicas.
Em abril de 2008, ingressou no Gabinete de Conselheiros de Política Europeia como consultor para a revisão do orçamento da União Europeia, Política Económica na União Económica e Monetária, Desenvolvimento de país.
Equipe
Elena SARACENO
Elena Saraceno Doutor em Sociologia e mestre em Ciências Sociais (Economia e Sociologia)
Antes de entrar para a Comissão Europeia em 1999, tinha sido diretor da CRES srl, uma organização de pesquisa independente sobre assuntos sociais e econômicos, em Udine, Itália. Ela era professora de Desenvolvimento Regional da Universidade de Ancona, e professor nas Universidades de Roma, Bolonha e Udine. Ela publicou extensivamente sobre agricultura e desenvolvimento rural, migração, desenvolvimento endógeno, zonas de montanha. Ela comprometeu-se atividades de pesquisa, treinamento e consultoria para as administrações públicas na maioria dos Estados-Membros da UE e alguns países em desenvolvimento (América Latina, China, Turquia).
Ela já trabalhou como perito e consultor em desenvolvimento rural, oferecendo assistência aos governos e organizações internacionais (Banco Mundial, OCDE, FAO, eo Governo turco).
Até 2006 ela trabalhou para a Comissão Europeia, inicialmente no Grupo de Conselheiros Políticos (ex-Unidade de Estudos Avançados), responsável pelas questões relacionadas com o Desenvolvimento Sustentável, Política Agrícola, Emprego, Migrações, Política Regional, e, em seguida, na Direcção-Geral da Agricultura e Desenvolvimento Rural, contribuindo para as orientações estratégicas, o cumprimento da Agenda de Lisboa, os regulamentos de política para o período de programação 2007-2013 e investigação em curso sobre o desenvolvimento rural.
Elena Saraceno é atualmente assessor de política agrícola e rural no BEPA (Bureau de Conselheiros de Política Europeia) da Comissão Europeia.
Equipe
Alina-Stefania UJUPAN
Alina-Stefania Ujupan obteve seu PhD em Estudos Políticos na Universidade de Ulster (Irlanda do Norte). Ela se formou com um mestrado em Métodos de Investigação da Universidade de Nottingham Trent (Reino Unido) e obteve um bacharelado com honras em Política da mesma instituição. Ela também obteve o grau de Bacharel em Economia pela Universidade Babes-Bolyai (Roménia).
Seus interesses de pesquisa incluem a revisão do orçamento da UE, a Política de Coesão, as instituições europeias, as teorias de negociação, eo processo de globalização.
Antes de entrar para o Gabinete de Conselheiros de Política Europeia, que foi conselheiro em assuntos económicos e monetários para um membro do Parlamento Europeu
Político / Institucional Área Política
Jonas Condomines Béraud
(Coordenador)
Equipe
Jorge César das Neves
Jorge César das Neves iniciou os seus estudos universitários filosóficos na Universidade Católica em Lisboa, Portugal. Obteve o grau de Magister Artium na Hochschule für Philosophie, em Munique, Alemanha e passou lá com doutorado.
Ele foi professor assistente na Faculdade de Filosofia da Universidade Católica em Lisboa, Portugal.
Ele é membro do Serviço de Estrangeiros Português e serviu na Representação Permanente junto da União Europeia e as Embaixadas em Ancara, Nova Deli e Argel.
Ele era um membro da Unidade de Política do Alto Representante para a Política Externa da União Europeia Javier Solana, onde trabalhou no campo da gestão de crises em África.
Desde outubro de 2007, ele é Conselheiro para diálogo com as religiões, igrejas e comunidades de convicção no Gabinete de Conselheiros de Política Europeia da Comissão Europeia.
Equipe
Sonia NETO
Sónia Neto trabalhou no Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas (PNUD) em Nova York, como sede um assessor do diretor do grupo de Operações - Africa Bureau.
Ela foi nomeada diretora do Centro de Recursos Políticos, que foi criada pelo falecido Sérgio Vieira de Mello (Administração Transitória das Nações Unidas em Timor Leste-UNTAET Administrator).
Sónia Neto foi Chefe de Gabinete do Ministro de Estado e Ministro dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação, Dr. José Ramos-Horta, Prémio Nobel da Paz, durante 6 anos.
Ela também foi assessor do Representante Especial do Secretário-Geral das Nações Unidas, Dr. Atul Khare.
Em 2006, ela entrou para o Gabinete de Conselheiros de Política Europeia (BEPA), como assessor para assuntos políticos.
Seus interesses de pesquisa são a prevenção de conflitos, mediação, a boa governação, direitos humanos, democratização, eleições e fortalecimento institucional.
Equipe
Myriam SOCHACKI
Relações externas, Política de Segurança Externa Comum e Política Europeia de Segurança e Defesa (PESC / PESD)
Myriam Sochacki obteve um mestrado em literatura francesa, em Paris / Sorbonne, seguido de uma formação pós-graduada em comunicação na CELSA (Escola de Altos Estudos em Ciências da Informação e Comunicação - Paris / Sorbonne).
Ela entrou para a Marinha francesa em 1984, atingindo o posto de tenente-comandante (capitaine de frégate). Como um relações públicas e comunicações de especialistas, ela ocupou vários cargos em que a capacidade, na sede, em tarefas de terra, bem como no campo. Em 1990, ela tornou-se chefe da Seção de Informações Gerais do Sirpa / Marine (Serviço de Relações Públicas da Marinha Francesa). Durante o outono de 1990, ela foi assessor de imprensa para o almirante comandante-em-chefe da Marinha francesa no Oceano Índico no início da execução do embargo da ONU contra o Iraque eo Kuwait ocupado. De 1993 a 1994, atuou como chefe de gabinete do comandante do helicóptero porta-Jeanne d'Arc, o navio de treinamento dos cadetes da marinha francesa. Em 1994, foi publicado no Serviço de Informação Pública das Forças Armadas, Paris, e se ofereceu para ir à Bósnia-Herzegovina, onde, de 1994 a 1996, ela foi porta-voz em Sarajevo, primeiro para a UNPROFOR missão da ONU liderada pelos EUA, e mais tarde para a IFOR missão liderada pela Otan. Seu serviço não lhe rendeu o reconhecimento oficial, bem como a atenção da mídia.
Em 1996, ela terminou seu serviço ativo da Marinha para se tornar Chefe de Imprensa e Informação da União da Europa Ocidental, em Bruxelas, a única organização europeia de defesa no momento. De 2001 a 2004 ela viveu principalmente nos Estados Unidos, onde, como orador convidado na Política Europeia de Segurança e Defesa, participou em seminários na Universidade de Princeton e Yale. Passando do prático para o lado teórico das coisas, ela desenvolveu um projeto sobre defesa e segurança das relações entre Estados Unidos e na Europa: ela organizou e informou sobre as reuniões de eminentes personalidades européias e americanas, realizada em Lisboa em 2003 (um Euro-americana contribuir para uma renovada parceria transatlântica) e 2004 (da parceria euro-americana eo desafio de Estados falidos), sob os auspícios da Fundação Luso-Americana.
Equipe
Katarzyna WILK
Katarzyna Wilk foi educado na Universidade de Yale, onde recebeu um doutorado, mestrado e mestrado. em Sociologia, com especialização em Sociologia Política Comparada. Katarzyna também é mestre em Economia / Relações Internacionais da Escola de Economia de Varsóvia, e um mestrado em Sociologia pela Universidade de Varsóvia.
Katarzyna ensinou na Universidade de Yale e cursos Ohio State University sobre a mudança institucional, a desigualdade social, sexo, projeto de pesquisa e estatísticas.
Desde 1998, Katarzyna tem sido um pesquisador na Academia Polonesa de Ciências, especialista em desigualdade social comparativa e transnacional projeto de pesquisa. Experiência profissional inclui estágios adicionais no Gabinete de Siim Kallas, Vice-Presidente, e do Escritório da Comissão para a Integração Europeia, em Varsóvia.
Em março de 2008, entrou para o Gabinete de Conselheiros de Política Europeia como um conselheiro político. Ela trabalha na identificação da necessidade de políticas com base em análise de pesquisa e dados sócio-demográficos, bem como sua formulação e avaliação. Ela também realiza pesquisas sobre o impacto das de 2004 e 2007 alargamentos da União Europeia, as reformas de bem-estar e sobre a desigualdade de género na Europa.
Katarzyna publicações e obras próximas abraçar temas relativos à atitudes políticas e comportamentos entre os europeus, incluindo atitudes em relação à UE, as reformas sociais, a mobilização popular, e estatísticas.
Área política social
Equipe
Maria da Graça CARVALHO
Ela é principal conselheiro do Gabinete de Conselheiros de Política Europeia, um departamento da Comissão Europeia que reporta directamente ao Presidente. Neste departamento, ela é uma analista de política nas áreas de Ciência, Ensino Superior, Inovação, Sociedade da Informação, Energia, Transportes e Ambiente Espacial e de Pesquisa de Políticas de Segurança e Desenvolvimento Sustentável.
Ela é Professor Titular do Departamento de Engenharia Mecânica Técnico Superior IST-Instituto (Universidade Técnica de Lisboa) desde junho de 1992. Em 1983 obteve seu Ph.D. no Imperial College em Londres. Participou e coordenou um grande número de internacionais de P & D Projetos. Ela é autora de 97 artigos em periódicos científicos internacionais e que já escreveu mais de 400 artigos de livros, conferências e seminários internacionais.
Seu campo de pesquisa principal é Energia, Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. Ela era ministro da Ciência e do Ensino Superior do XV Governo Constitucional de Portugal e ministro da Ciência, Inovação e Ensino Superior do XVI Governo Constitucional, Director-Geral do GRICES Gabinete para as Relações Internacionais da Ciência e do Ensino Superior e Vice-Presidente da Português Associação dos Engenheiros. Ela era um membro do Conselho de Administração Presidente do Conselho Científico do Instituto Superior Técnico (Universidade Técnica de Lisboa). Ela é um membro de 22 associações nacionais e internacionais científicas e colegas de AIAA-American Institute of Aeronautics e Astronáutica e da AAAS, Associação Americana para o Avanço da Ciência. Ela foi condecorado pelo Presidente de Portugal com a designação de "Grande Oficial da Ordem da Instrução Pública" no âmbito do Programa Dia Internacional da Mulher (8 de Março de 2002) e pela Chancelaria da Ordem Internacional do Mérito do Descobridor do Brasil com a alta honra da Grande Cruz (26 de Abril de 2005).
Equipe
Stefano Bertozzi
Stefano Bertozzi de Bolonha, Itália, estudou relações internacionais, direito e economia na Universidade Johns Hopkins em Washington e da Universidade de Bolonha.
Ele trabalhou como consultor do Banco Mundial, Washington DC, e como um analista em diversas instituições financeiras na Itália (1989-1995). Sr. Bertozzi, realizou uma série de posições em outras organizações internacionais. Ele era chefe de unidade e vice-diretor de Administração e Finanças e Secretário da Comissão dos Assuntos Económicos e Desenvolvimento da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa em Estrasburgo (1995 - 2004).
Foi membro do Gabinete Vice-Presidente Franco Frattini. Suas áreas de especialização foram integração, imigração e asilo, bem como as fronteiras e questões de visto.
Em agosto de 2008, Stefano Bertozzi juntou-se ao Gabinete de Conselheiros de Política Europeia (BEPA) como conselheiro para as questões relacionadas com a integração, migração e gestão das fronteiras.
Ele foi amplamente publicada e palestras sobre questões dos assuntos europeus.
Equipe
Matteo BONIFACIO
Desde 01 de janeiro de 2008, Matteo Bonifacio é Conselheiro Político no Gabinete de Conselheiros de Política Europeia em matéria de investigação, ensino superior e as políticas de inovação. De outubro de 2005 a dezembro de 2007 ele foi Desenvolvedor Política na Comissão Europeia na Educação Direcção-Geral e Cultura, atuando na unidade de lidar com a escola, a educação eo ensino superior. Lá, ele foi membro da equipe responsável pelo desenvolvimento da proposta de criação do Instituto Europeu de Tecnologia e projetou e implementou a chamada de propostas "Projectos-piloto de cooperação entre Institutos Europeus de Tecnologia". Ele também é pesquisador da Organização Ciências da Universidade de Trento, Itália, onde ensinou Gestão do Conhecimento e Organizações de Aprendizagem. Anteriormente, ele foi gerente do programa em projetos de TIC para o Instituto de Investigação Científica e Tecnológica em Itália e Consultor Sênior em Andersen, onde gerenciou projetos de desenho organizacional, gestão do conhecimento e tecnologias do conhecimento.
Equipe
Pierre Dechamps
Dr. Pierre Dechamps é graduado em Engenharia eletro-mecânico de Liège University, Mestre em Ciência da Cranfield University e PhD pela Universidade de Liège.
Trabalhou durante 5 anos como assistente em Liège Universidade, no departamento de geração de energia.
Ele então entrou para a indústria, a CMI, Indústrias Mecânicas Cockerill, um dos maiores fabricantes mundiais de calor da caldeira de recuperação para centrais eléctricas, onde rapidamente se tornou o chefe do R & D do Departamento de Engenharia.
Desde 1998, ele trabalhou por 10 anos para que a Comissão Europeia Direcção Geral de Investigação, como oficial de projetos de tecnologias limpas de carvão e, posteriormente, para a captura de CO2 e seqüestro.
Em janeiro de 2008, ingressou no Gabinete de Conselheiros de Política Europeia como consultor de energia e mudança climática.
Equipe
Alessandra FERRARI
Alessandra Ferrari juntou-se ao Gabinete de Conselheiros de Política Europeia em Março de 2007. Sua expertise está dentro das Ciências da Vida, segurando um Mestrado em Ciências Biológicas e doutorado em Biologia Molecular e Neurociência.
Ela começou sua experiência de investigação no campo da imunologia, e passou a perseguir o seu interesse em toxicologia e da neurociência, primeiro no campo da apoptose neuronal, e mais tarde o estudo dos mecanismos moleculares envolvidos na doença de Alzheimer e na formação de sinapses / degeneração.
Após o seu pós-doutorado na University College London, ela trabalhou como editor-assistente de Nature Publishing Group, coordenando o lançamento da Nature Protocols, especificamente cuidando das neurociências e biotecnologias assuntos relacionados, por manuscritos de comissionamento, edição e gerenciamento de peer-review até publicação .
Atualmente, ela está no secretariado do Grupo Europeu de Ética, onde ela contribui para a coordenação das actividades do Grupo e na elaboração de seus pareceres sobre as questões éticas relacionadas às novas tecnologias em desenvolvimento rápido.
Equipe
Maria João ALBERNAZ
Maria João Albernaz juntou-se ao Gabinete de Conselheiros de Política Europeia em Junho de 2007 como parte da equipe social, trabalhando nas áreas de Ciência, Inovação e Ensino Superior. Ela também está envolvida nas áreas de Energia e Mudanças Climáticas. Ela é destacado para a Comissão do Gabinete de Relações Internacionais do Ministério Português da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.
Formado em Literatura Moderna (Universidade de Lisboa, Faculdade de Letras, Portugal), ela começou a trabalhar para o Governo Português em 2003, lidar com questões relacionadas a políticas da UE em matéria de Educação e Cultura, Pesquisa e Cooperação, no Gabinete de Relações Internacionais da Ciência e Ensino Superior.
Ela foi indicada em 2003 assistente do Gabinete do Ministro da Ciência e do Ensino Superior e um ano depois assistente do Ministro da Ciência, Inovação e Ensino Superior.
Equipe
Agnès Hubert
Questões de Gênero, políticas de Direitos Fundamentais para o Emprego, e Social, Interno / Externo coerência.
Voltar de um destacamento de 2 anos ao Parlamento Europeu, este ex-membro da Célula de Prospectiva e da equipe de governança, juntou-se BEPA em dezembro de 2004.
Depois de ter formado em Economia e em Ciências Políticas pela Universidade de Paris I (Panthéon-Sorbonne), ela se tornou um jornalista econômico. Ela juntou-se à Comissão Europeia em 1981, onde ocupou responsabilidades em 3 grandes áreas: Desenvolvimento e Cooperação (acordos internacionais das commodities); informação e comunicação (informação da Europa - 1/3 do mundo) e social e da política de emprego (chefe da Unidade de Igualdade de Oportunidades para mulheres).
Ela é autora de dois livros ("L'Europe et les femmes, identidades en movimento", ed apogeu, e co-autor de "Democracia e Sociedade da Informação na Europa", em Estudos Avançados - série. Página Kogan), e numerosas artigos e contribuições acadêmicas.
Em 1998-99, ela era um "membro da União Europeia" na Fletcher School of Law & Diplomacy (Tufts University, Massachusetts EUA). Ela desenvolveu um seminário sobre a "UE e Sexo".
Equipe
Frédéric Lerais
Frédéric Lerais juntou BEPA em setembro de 2005. Ele é destacado para a Comissão do Ministério do Trabalho francês. Ele lida com questões relacionadas ao mercado de trabalho, políticas de emprego e protecção social.
Na França, ele foi responsável por uma equipe de economistas que, para ajudar o gabinete do Ministro do Trabalho, realiza previsões de emprego e desemprego, as avaliações das políticas de emprego (redução das contribuições para a segurança social, 35 horas ...), estudos empíricos no mercado de trabalho (produtividade, envelhecimento em particular). Antes de ingressar no Ministério do trabalho, ele trabalhava em um instituto francês principal independente de estudos econômicos e previsão (Observatoire français des conjonctures économiques, OFCE). Ele trabalhou em um modelo econométrico macro da economia mundial (MIMOSA). Ele tratou, em especial com as questões macro-económicas relacionadas com a coordenação das políticas económicas na Europa e para a transição de países do Leste e Rússia.
Frédéric obteve seu diploma de Economista Estatístico-na Escola Nacional de Estatística e da Administração Econômica (ENSAE) em 1990, após estudos de economia quantitativa na Universidade de Paris I (Pantheon-Sorbonne).
Participou em muitos relatórios. Entre suas contribuições, citemos:
- Gubian A., S. Jugnot, Lerais F., Passeron V.: «35 heures des avaliações ex ante avaliações aux ex post», Économie et Statistiques (2005).
- DARES (Charpail, Holcblat, Lerais dir.): Les politiques de l'emploi et du marché du travail de la Découverte, 2003.
- Blanchet D. et F. Lerais: «Perspectivas démographiques et marché du travail: une nouvelle donne», Économie et statistiques n ° 355-356, décembre 2002.
- Lerais F., «Une croissance mais riche en emplois», Premières síntese, janvier 2001, n ° 07.1.
- Le Cacheux, J. (dir.): Europa: la nouvelle vague. Perspectivas économiques de l'élargissement, Presses de la Fondation Nationale de Sciences Politiques, Paris, 1996.
- Mimosa: «Mimosa: la nouvelle versão du modèle de l'économie mondiale», Revue de l'OFCE, n ° 58, juillet 1996.
- Lerais F.: «La Russie en transição», Revue de l'OFCE n ° 42, octobre 1992.
Equipe
Julie MAHER
Julie Maher era um estudante da Universidade Nacional da Irlanda, Galway de 2003 até 2008, durante o qual ela lida com sucesso para o Bacharelado em Artes e Bacharel em graus Leis. Ela conseguiu honras de primeira classe em seus dois graus, e em seu BA, ela conseguiu honras de primeira classe em ambas as disciplinas (Ciências Jurídicas e Inglês). Ela terminou joint-primeiro em seu último ano de Ciência da classe jurídica (de mais de 150 alunos).
Ela é um debatedor talentoso, e representou a Universidade no World Championships Debatendo na Tailândia, em 2008. Ela era também um escritor recursos para o jornal estudantil. Desde que se formou no início deste ano, Julie foi contratado pela Faculdade de Direito como um tutor na UE Lei para pequenos grupos de alunos.
Em março de 2009, entrou para o Gabinete de Conselheiros de Política Europeia como um estagiário de Maria Da Graça Carvalho trabalha na área da política social.
Equipe
Anna Melich-JUSTE
Políticas de opinião pública de pesquisa, sociologia política, informação e comunicação, sistemas de valores, construção de identidade
Anna Melich, de Barcelona, Espanha, detém uma licença de en Sciences Politiques e obteve um doutorado em Ciência Política na Universidade de Genebra, na Suíça. Ela também estudou metodologia da pesquisa nas Universidades de Essex (Reino Unido), Colónia (D) e Michigan (EUA). Ela era um membro do pessoal docente da Universidade de Genebra, até 1988, quando foi nomeado para a Comissão Europeia Direcção-Geral de Informação e Comunicação. A partir de 1994 ela foi responsável, como Chefe de Unidade, para a gestão dos diferentes tipos de sondagens Eurobarómetro, o monitoramento da opinião pública sobre a integração europeia e as políticas da União Europeia, e analisar tendências de mídia. De 2000 a 2004, ela era a chefe da Biblioteca Central da Comissão, no âmbito da Direcção-Geral da Educação e Cultura.
Participou de grupos de reflexão sobre o futuro da União Europeia e Governança, como membro da "coesão social e económica" do grupo para a criação dos "Cenários da Europa 2010", pilotado pela Unidade de Estudos Avançados, e foi um membro do seu Comité de Direcção. Ela tem realizado vários estudos para a Unidade de Estudos Avançados. Ela também foi membro do grupo sobre "Como relançar o debate sobre a Europa", no âmbito do think-tank sobre a Governança.
Dentro do Gabinete de Conselheiros de Política Europeia, ela lida com questões relativas à opinião pública e na informação e estratégias de comunicação no âmbito da tomada de decisão política.
Seus trabalhos publicados incluem:
- Identidade pessoal, coletiva e mídia nacional e modernos, 1986;
- Identité nationale et Médias contemporains, 1990;
- "Suíça: Ser ou não ser na Europa", 1991;
- Les des Suisses Valeurs (Ed), 1991;
- Medida de Opinião Pública, Um Método para Análise de Tendências em International Media Coverage, 1997;
- «Les enquetes Eurobarómetro et la Construção européenne», 1998;
- "La opinio Pública Catalana i Europa", 2002;
- Os europeus prontos para uma mudança de identidade coletiva? Opinião dos cidadãos e meios de comunicação como agentes de socialização Europeias, 2002.
Ela coordenou estudos de opinião especiais, incluindo:
- L'opinião des Européens sur la Réforme institutionnelle Vol. I (1995), vol. II (1996), vol. III (1997);
- L'envers opinião publique l'Union européenne (regiões par) en France; Allemagne; Royaume-Uni; Italie; Espagne, Portugal; Finlande et Danemark (1996);
- Parecer sobre as necessidades e os instrumentos de informação sobre a UE (1997);
- UE: les domaines qui l'intéressent opinião publique et ce Que les Européens font fluidez s'informer fonctionnement filho sur (1997);
- Les enjeux de l'élargissement de l'UE dans l'opinião publique (1998);
- A opinião pública europeia sobre a moeda única 1986-1999;
- Conhecimento da União Europeia e apoio à adesão da UE. Existe uma relação direta ou não outros fatores nos dizer mais? (Julho de 1999);
- L'impacto de la Crise institutionnelle européenne sur l'opinião publique (juillet 1999).
Equipe
Maurizio SALVI
Maurizio SALVI detém um MBA em Literatura Moderna (Universidade de Roma, Faculdade de Letras, 1985-1991), um MBS em Filosofia (Universidade de Roma, Faculdade de Filosofia, 1991-1995), um Diploma de especialização pós-graduação em Bioética (Universidade de Roma, Faculdade de ciências naturais, física e matemática, 1995), doutorado em Ciências da Saúde (Ética, Direito e Governança da Universidade de Maastricht, em conjunto com o Instituto Superior de Filosofia da Universidade de Leuven, e do Instituto Konrad Lorenz de Viena) , e em 2002 obteve o doutoramento europeu em biotecnologia da Associação Europeia para o Ensino Superior em Biotecnologia. Ele fez uma pesquisa sobre ética e biotecnologia, inter alia, da Universidade de Roma (1994-1999), o Instituto de Biotecnologia da Flandres (1999-2001), da Universidade de Maastricht (WTMC Instituto -1.996-1998), o Fórum Internacional da filosofia Bio (1998-2001).
Administration and Support
Claire ALBUS
Cécile DELGRANGE
Sarah DUBRULLE
Catherine ISLER
Lydia LAURA
Madeleine LA FONTAINE
Kim Hoang LE
Maria MALMBERG
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Agora que se fala tanto do PSD e a maçonaria, o escândalo da loja Mozart, resolvi aprofundar o assunto e vejo que foi fundado por maçons, ligados e insparados pela maçonaria internacional. O Partido Social Democrata (PPD/PSD)[2] é um partido político português, fundado em 6 de maio de 1974, por Francisco Sá Carneiro, Francisco Pinto Balsemão e Joaquim Magalhães Mota sob o nome Partido Popular Democrático (PPD). Foi legalizado em Janeiro de 1975. Sozinho ou em coligação, o PSD tem formado diversos governos da III República Portuguesa.
Social-democracia e Social Democracia Portuguesa
Compare com a forma do triangulo mason em cima
A social-democracia é uma ideologia que surgiu em fins do século XIX e início do século XX por partidários do marxismo que acreditavam que a transição para uma sociedade socialista poderia ocorrer sem revoluções, mas por meio de uma evolução democrática. A ideologia social-democrata prega uma gradual reforma legislativa do sistema capitalista a fim de torná-lo mais igualitário.
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Foi no escritório dos maçons Mário Cal Brandão e António Macedo, conhecido como "A Toca", que o Partido Popular Democrático tem, em parte, a sua génese: nestes meios republicanos do Porto de resistência ao Estado Novo, alguns maçons como Artur Santos Silva (pai), e outros republicanos sem serem maçons como Mário Montalvão Machado, defendiam a ideia de criar um partido social-democrata de tipo europeu, para além do PPD/PSD ter sido gerado nos escritórios de Francisco Sá Carneiro e de Mário Montalvão Machado da Rua da Picaria, no dialogo político entre os dois colegas e amigos. A cidade do Porto foi sempre um baluarte dos social-democratas portugueses, embora a sua identidade política também emergiu, secundariamente, em Lisboa, das ideias liberais do Prof. Adelino da Palma Carlos, que teve, no seu Governo: o I Governo Provisório, entre os seus ministros, Francisco Sá Carneiro, e sempre teve, entre os seus militantes e dirigentes, outros «republicanos históricos» e social-democratas que não eram capazes de dar caução ao marxismo teórico em que, na altura, se enredava o PS, como Mário Montalvão Machado, Artur Santos Silva (pai), José Augusto Seabra, Artur Andrade, Artur da Cunha Leal, Olívio França ou Nuno Rodrigues dos Santos, que lhe imprimiram, de algum modo, o seu carácter reformista, humanista e social-democrata: o partido teve sempre uma costela maçónica moderada. E mesmo, de modo temporário, outros «republicanos históricos» mais a Esquerda, como Emídio Guerreiro.
A título de curiosidade, refira-se que, nos primeiros dias de Abril, a Junta de Salvação Nacional chegou a atribuir a sede do Grande Oriente Lusitano, ocupada pela Legião Portuguesa, a este partido. Basta recordar que o primeiro chefe do governo era um venerável da ordem, Adelino da Palma Carlos, indicado a Spínola por Fernando Olavo, outro irmão, antigo colega do presidente na Siderurgia. E não terá sido por acaso que o mesmo Spínola chegou ao Largo do Carmo, no dia 25 de Abril, transportado no automóvel de outro maçon, Carlos Vieira da Rocha.A social-democracia que servia de ponto de encontro a todos estes heterogéneos percursos pouco tinha a ver com o marxismo e os movimentos operários do século XIX. Resulta, sobretudo, do prestígio, repete-se, que então alcança o modelo do SPD que, depois de ter abandonado o programático marxismo em 1959, alcança um enorme prestígio na Europa, principalmente com o estilo de Helmut Schmidt.
Helmut Schmidt Waldemar Heinrich nasceu 23 de dezembro de 1918 é um político social-democrata alemão que foi chanceler da Alemanha Ocidental, entre 1974-1982. Antes de se tornar chanceler, ele tinha sido Ministro da Defesa e Ministro das Finanças. Ele também serviu como ministro da Economia e ministro dos Negócios Estrangeiros.
Membro do clube Bohemian, ele também foi um participante na reunião de Bilderberg em 1973 e outras. Ver também Bilderberg portugueses
O Chanceler Alemão Helmut Schmidt palestrou para a elite do mundo num local apropriado para palestras no lago do Boemian Groove (em 1991 ver Verdade Oculta segredos do Bohemian Groove). Helmut Schmidt, na sua auto-biografia “Homens e Poderes”, a retrospectiva política, disse que é membro do Conselho das Relações Estrangeiras, da Comissão Trilateral e do Grupo Bilberberg. Ele também disse que tem sido um participante ativo em trazer um governo no mundo. O senhor Schmidt também disse no seu livro que os líderes dos corpos globalizados vem sempre para o Bosque todo verão. Ele falou sobre bosques secretos na Alemanha onde eles fazem rituais druídicos, mas indicou que o Bosque Bohemian é o seu lugar favorito para participar desses rituais.
A lista das organizações MAIS CONHECIDAS DOS ILLUMINATI
John Todd, ele próprio um ex-membro do Conselho de Treze descreve a pirâmide como segue:
O selo foi criado em nome da família Rothschild (do livro de Ayn Rand Atlas Shrugged sabemos que foi criado por Philip Rothschild).
É uma organização satânica e os Rothschilds são a cabeça. Nesta organização vamos encontrar maçons, membros de todos os grupos politicos. Esta organização é muito ampla, controlam as finanças, a imprensa e a política e o seu objetivo é criar um governo mundial unificado. Essa organização fará tudo o necessário para ter este governo mundial e inclui em seus cálculos uma Terceira Guerra Mundial. Chamam-se Illuminati . "Portadores de Luz".
De: Helmut Finkenstadt: Ein Generation im Banne Satans
(A Generation Under the Spell of Satan) (A Geração sob o feitiço do Satanás)
Todd as well as Coralf ( Maitreya, the Coming World Teacher ) name the degrees as follows: Todd assim como Coralf em "Maitreya, the Coming World Teacher" (Maitreya, o Instrutor do Mundo Vindouro) descreve os graus da seguinte forma:
The All-Seeing Eye O Olho Que Tudo Vê
“The eye is the eye of Lucifer. "O olho é o olho de Lúcifer. Ele é o espírito de liderança, a orientação interior.
The RT
“This is the Rothschild family, the Rothschild Tribunal. They are seen by the Illuminati as God s in human form and their word is law.” (It is said that they have direct contact to Lucifer; who knows?.
"Esta é a família Rothschild, o tribunal Rothschild. Eles são vistos pelos Illuminati como Deus em forma humana e sua palavra é lei "(Diz-se que eles têm contato direto com Lúcifer;. Quem sabe?
The Council of Thirteen O Conselho dos Treze
“ The Great Druid Council – the thirteen great druids form the private priesthood of the Rothschilds. "The Grande Conselho dos Druidas - os treze grandes druidas formam o sacerdócio privado dos Rothschild.
The Council of Thirty-Three O Conselho de Trinta e Três
"Aqui estão os maçons com mais alto escalão a nível mundial, política, económica e da igreja. Eles são a elite do "Comitê dos 300". "(dizem Todd e Coralf).
O Comitê dos 300
O Comitê dos 300 foi fundado em 1729 pela Nobreza Negra através do BEIC (British East India Company), para lidar com a banca internacional e problemas comerciais e para apoiar o comércio de ópio (na época liderado pelo avô de Geoge W Bush). Ele é comandado pela Coroa Britânica. Compreende todo o sistema bancário mundial, mais inclusivé os representantes mais importantes das nações ocidentais. Através do Comité dos 300 todos os bancos estão ligados a Rothschild. Todas as seguintes organizações nestas páginas foram "feitos" pelo Comité de 300.
Dr. John Coleman publicou em sua hierarquia Conspirator livro: O Comitê dos 300, 290 organizações, 125 bancos e 341 nomes de membros antigos e atuais da comissão, dos quais vou listar aqui, mas algumas delas:
Skull & Bones
Seus membros chamam de "A Ordem" para o short, para alguns, é conhecida há mais de 150 anos como local 322 de uma sociedade secreta alemã. Outros chamam-lhe Brotherhood of Death. A ordem secreta da Caveira e Ossos foi apresentado a Universidade de Yale por William Huntington in1833 Russel e Taft Alfonso. Russel havia trazido para Yale de seus dias de estudante na Alemanha, em 1833. Em 1856 a ordem foi incorporada ao Confiança Russel.
Entre outras coisas, a ordem forma o círculo interno, a elite, do CFR. O círculo interior da Skull & Bones, por sua vez é a Sociedade de Jason.
Skull & Bones tem sido dominada desde 1833 pelos impérios da família:
A Távola Redonda
Cecil Rhodes como membro do Comitê dos 300 fundou a Mesa Redonda na Inglaterra em 5 de fevereiro de 1891. Entre os membros fundadores foram Stead, Lord Esher, Lord Alfred Milner, Lord Rothschild, Lord Arthur Balfour. A estrutura do grupo foi - como SS de Hitler - copiado da Companhia de Jesus, a Ordem dos Jesuítas.
O objetivo principal deste grupo era a divulgação do Império Britânico em todo o mundo com o Inglês como língua mundial. Rhodes se esforçou - tanto quanto eu sei - realmente para um governo mundial positivo para o bem da humanidade, mas o grupo foi mais tarde infiltrada pelos agentes dos Illuminati. Via os Rothschilds, a Mesa Redonda está ligada com os sionistas, em os EUA também com o Schiff, Warburg, Guggenheim, Rockefeller e Carnegie famílias.
Mais tarde, Lord Milner assumiu como chefe desse grupo de onde veio - como já mencionado - o Royal Institute of International Affairs (RIIA) eo CFR. Lord Milner é também um dos principais membros do Comitê dos 300. O Instituto de Estudos Avançados (IAS), também gerou pela Mesa-Redonda, empregada Robert Oppenheimer e Albert Einstein, que mais tarde desenvolveu a primeira bomba atômica em nome do IAS.
A filial alemã da RIIA e do CFR é a Deutsche Gesellschaft para Auswartige Politik (DGAP - Sociedade Alemã para a Política Externa). Foi fundada em 29 de março de 1955, como uma associação independente e não partidário. Os membros discutem os problemas da política internacional e economia, especialmente da Europa.
Sua influência sobre a Alemanha talvez não seja tão forte como a do CFR sobre os EUA, mas os nomes dos membros mais importantes falam por si:
É interessante observar que os representantes das diferentes partes sentam-se aqui na mesma mesa para discutir em segredo as politicas a seguir, para depois se confrontarem no dia seguinte com a mais severa acusação. Não é necessário qualquer comentário!... basta dizer que se encontra de acordo com "Os Protocolos dos sábios de Sião", dos quais se trancreve um pequeno resumo abaixo.
(...)
CAPÍTULO I
Resumo.- O direito reside na força.
A liberdade é uma idéia. O liberalismo.
O ouro. A fé. A autonomia. O despotismo
do capital. O inimigo interno. A multidão.
A anarquia. A política e a moral. O direito
do mais forte. O poder judaico-maçônico é invencível.
O fim justifica os meios. A multidão é cega.
O alfabeto político. As discórdias dos partidos.
A forma de governo que melhor conduz ao
nosso fim é a aristocracia. As bebidas alcoólicas.
O classicismo. A devassidão. O princípio e as regras
do governo Judaico e franco-maçon. O terror.
Liberdade. Igualdade. Fraternidade.
O princípio do governo dinástico. A destruição
dos privilégios da aristocracia dos cristãos.
Cálculo psicológico. Abstração da liberdade.
Removibilidade dos representantes do povo
(...)
CAPÍTULO II
Resumo. - As guerras econômicas são
a base da supremacia judaica. A administração
visível e os "Conselheiros Secretos". O êxito
das doutrinas destruidoras. A assimilação
na política. O papel da imprensa.O preço do
ouro e o valor das vítimas judaicas
(...)
CAPÍTULO III
Resumo.- A serpente simbólica e sua
significação. Instabilidade do equilíbrio
constitucional. O terror nos palácios.
O poder e a ambição. As máquinas de falar
dos parlamentos, os panfletos. Os abusos do poder
.A escravidão econômica. "A verdade do povo".
Os açambarcadores e a aristocracia. O exército
dos franco-maçons judeus. A degenerescência
dos cristãos. A fome e o direito do capital
.A vinda e a coroação do "Senhor Universal".
O objeto fundamental do programa das futuras
escolas populares dos franco-maçons.
O segredo da ciência da ordem social.
Crise econômica geral. Segurança dos "nossos".
O despotismo dos franco-maçons é o reinado da razão
.Perda dum guia. A franco-maçonaria e
a "grande" revolução francesa
.O rei déspota é do sangue de Sião.
Causas da invulnerabilidade da
franco-maçonaria. A Liberdade.
(...)
CAPÍTULO IV
Resumo.- As diversas fases duma república.
A franco-maçonaria externa. A liberdade e a fé.
A concorrência internacional do comércio e da indústria.
O papel da especulação. O culto do ouro.
(...)
CAPÍTULO V
Resumo.- Criação de forte concentração
do governo. Os modos da franco-maçonaria se
apoderar do poder. Por quê os Estados não
conseguem entender-se. "Pre-eleição" dos judeus.
O ouro é o motor de todos os mecanismos
dos Estados. Os monopólios no comércio
e na indústria. A importância da crítica.
As instituições "como são vistas". Cansaço
causado pelos discursos. Como tomar
conta da opinião pública? A importância
da iniciativa privada. O governo supremo.
(...)
CAPÍTULO VI
Resumo.- Os monopólios ; as fortunas dos cristãos dependem
desses monopólios. A aristocracia privada de riqueza territorial.
O comércio, a indústria e a especulação. O luxo. A alta do
salário e o encarecimento dos gêneros de primeira necessidade.
A anarquia e a embriaguez. O sentido secreto da propaganda
das teorias econômicas.
(...)
CAPÍTULO VII
Resumo.- Porque é preciso aumentar os armamentos.
Fermentações, discórdias e ódios no mundo inteiro.
Coação da oposição dos cristãos pelas guerras e pela
guerra geral. O segredo é o penhor do êxito na política.
A imprensa e a opinião pública. Os canhões
americanos, japoneses e chineses.
(...)
CAPÍTULO VIII
Resumo. - Uso equívoco do direito teórico.
Os colaboradores do regime franco-maçon.
Escolas particulares e de educação superior
inteiramente particular. Economistas e milionários.
A quem se deve confiar os postos de responsabilidade no governo.
(...)
CAPÍTULO IX
Resumo.- Aplicação dos princípios maçônicos para refazer a educação dos povos.
A palavra de ordem franco-maçônica. Importância do anti-judaísmo.
As ditadura da franco-maçonaria. O terror. Aqueles que servem à franco-maçonaria.
A força "inteligente" e a força cega dos reinos cristãos. Comunhão do poder com o povo.
A arbitrariedade liberal. Usurpação da instrução e da educação.
Interpretação das leis. Os metropolitanos
(...)
CAPÍTULO X
Resumo.- A força das coisas na política.A "genialidade" da baixeza.
O que promete o golpe de Estado franco-maçônico. O sufrágio universal.
A estima de si mesmo.Os chefes dos franco-maçons. O guia genial da franco-maçonaria.
As instituições e suas funções.O veneno do liberalismo. A constituição é a
escola das discórdias de partidos. A era republicana.Os presidentes são criaturas
da franco-maçonaria. Responsabilidade dos presidentes. O "Panamá". O papel da Câmara dos
Deputados e do Presidente.A franco-maçonaria é uma força legislativa. A nova constituição
republicana. Passagem para a "autocracia" franco-maçônica.Momento da proclamação
do "rei universal". Inoculação de doenças e outros malefícios da franco-maçonaria.
Essa organização secreta foi iniciada em maio de 1954, no Hotel de Bilderberg em Oosterbeek, na Holanda, pela Comissão dos 300 através do príncipe Bernhard dos Países Baixos. Os Bilderbergers são um grupo composto pelas pessoas dos círculos da alta finança. Seus principais objetivos - como formulado pelo príncipe Bernhard - é um governo mundial e um exército global através da ONU. O grupo também é chamado de "governo mundial invisível".
Um grupo consultivo composto da comissão de gestão (24 europeus e 15 americanos) decide quem será convidado para as reuniões. Johannes rothkranz escreve que apenas pessoas que já provaram sua lealdade inabalável à intriga Rockefeller-Rothschild são sempre convidados (Balsemão é o únco português conhecido que é membro permanente). Mas nem todos os convidados presentes nestas reuniões são iniciados; eles podem ser apenas representantes dos grupos de interesse ou outras personalidades.
Alguns dos representantes mais importantes INTERNACIONALMENTE são ou foram:
Agnelli, Giovanni - Fiat boss
Brzezinski, Zbigniew - Chairman of the Trilateral Commission and most important Rockefeller agent.
Bush, George - Former CIA Chief, Former CFR Chief, Former U.S. President, Committee of 300
Carrington, Lord (GB) - Committee of 300, Kissinger Associates, former NATO Chairman.
Dulles, Allen - Former CIA Chief
Clinton, Bill - U.S. President, CFR, Tilateral Commission
Ford, Henry II
Gonzalers, Felipe - Secretary General of the Spanish Socialist Party and later Prime Minister.
Jankowitsch, Perter (A)
Kennedy, David
Kissinger, Henry - Also member of Italian P2 Lodge.
Luns, Joseph -Former NATO Secretary General
Lord Roll of Ipsen -Former president of the S.G. Warburg Group
McNamara, Robert –World Bank
Martens, Wilfried (B)
Palme, Olof -Also member of the Committee of 300
Reuther, Walter P.
Rockefeller, David
Rockefeller, John D.
Rockefeller, Nelson
Rothschild, Baron Edmund de
Tindemanns, Jan -Former Prime Minister of Belgium
Warburg, Eric D.
Warburg, Siegmund
Worner, Manfred - NATO
GERMAN MEMBERS
(all were attending at least once):
Abs, Hermann -Deustche Bank
Bahr, Egon
Barzel, Rainer
Becker, Kurt -Kolner Stadtanzeiger
Beitz, Berthold -Krupp Company
Berg, Fritz - BDI President
Bertram, Christoph
Biedenkopf, Kurt
Birrenback, Kurt - DGAP
Boden, Hans C.
Brandt, Willy
Brauer, Max
Bruel, Birgit -Treuhand
Brautigam, Hans-Otto
Carstens, Carl
Dahrendorf, Ralf
Dethleffsen, Erich
Dieter, Werner H. –Mannesmann AG
Dohnanyi, Klaus von
Eckard, Feliz von
Emminger, Ottmar -Bundesbank
Engholm, Bjorn
Erhard, Ludwig
Erler, Fritz
Falkenheim, Ernst
Geyer, Gerhard
Gross, Herbert
Hallstein, Walter
Herwarth von Bittenfeld, H.H.
Herrhausen, Alfred -Deutsche Bank
Heyn, Rolf
Kaiser, Karl
Kastrup, Dieter
Kiep, Walter Leisler
Kiesinger, Kurt-Georg
Kohl, Helmut
Kopper, Hilmar -Deutsche Bank
Krapf, Franz -Diplomat
Kuhlmann-Stumm, Knut von
Lambsdorff, Otto Graf
Leverkuhn, Paul
Lowenthal, Richard
Majonica, Ernst
Mehnert, Klaus
Menne, Alexander
Merkle, Hans
Merts, Alois -Minister (Foreign Department)
Mommer, Karl
Muller, Rudolf
Muller-Armack, Alfred
Pohl, Karl-Otto -Former president of the Bundesbank
Ponto, Jurgen -Dresdner Bank
Reitzle, Wolfgang -BMW AG
Rosenberg, Ludwig
Ruhe, Volker
Ruge, Friedrich
Ruhnau, Heinz -Lufthansa
Scheel, Walter
Schiller, Karl
Schmidt, Carlo
Schmidt, Helmut
Schneider, Ernst Georg
Schroder, Gerhard
Sohl, Hans-Gunther -Thyssen
Sommer, Theo -Die Zeit
Speidel, Hans -NATO-Militar
Springer, Axel
Sternberger, Dolf -Professor for Politics
Stoltenberg, Gerhard
Straub, Franz Joseph
Teufel, Erwin
Troeger, Heinrich -Bundesbank
Westrick, Ludger
Wieczorek, Norbert
Wischnewski, Hans-Jurgen
Wolff von Amerongen, Otto
A Comissão Trilateral
Essa organização secreta foi fundada em junho de 1973 por David Rockefeller e Zbigniew Brzezinski para o Comitê dos 300 e começou a trabalhar porque as organizações estabelecidas, como as Nações Unidas estavam avançando muito lentamente no estabelecimento de um Governo Mundial.
Os Big Boys queriam acção. Esta organização elitista visa congregar os cabeças do topo dos gigantes industriais e comerciais, isto é, das nações trilaterais - os EUA, Japão e Europa Ocidental - e, assim, forçar a Nova Ordem Mundial.
A Comissão Trilateral é composta pela elite, são elementos vindos de diferentes ramos da Maçonaria de todo o mundo em encontros secretos de cooperação e que se destinam a dar aos Bilderbergers uma ampla base política. A maioria dos membros europeus tinham contratos de longa data com os Rockefellers. A organização tem cerca de 200 membros, ao contrário do Bilderbergers que todos os anos convidam novos membros, a Comissão Trilateral é composta por membros permanentes.
A Comissão Trilateral controla através dos membros do CFR toda a economia dos EUA, política, militar, do petróleo, energia e lobbies de mídia. Os seus membros são presidentes das maiores empresas, banqueiros, editores, políticos, líderes sindicais, presidentes de fundações e colunistas de jornais.
Clube de Roma
O Clube de Roma, é, de acordo com Ovin Demaris em (Dirty Business), um grupo de membros internacionais do "establishment" de cerca de 25 países (cerca de 50 pessoas). Foi fundada pelo clã Rockefeller (na sua propriedade privada em Bellago, Itália) e é financiado por eles.
O principal objetivo é, mais uma vez um governo mundial dictatorial único, controlado pela elite. O Clube de Roma também tem trabalhado para fora a implementar uma única religião mundial e criou a falsa crença de uma crise energética e uma superpopulação da Terra, para esse efeito tem usado a mídia por eles controlada. De acordo com William Cooper, também desenvolveu o vírus HIV SIDA e expalhou-o entre a população, a fim de iniciar o programa de grande redução populacional para estabelecer o governo mundial único, chamado de Nova Ordem Mundial NOM, do inglês New World Order NWO. (Mais fcatos e nomes sobre a SIDA podem ser encontrado no livro de William Cooper Behold a Pale Horse) e em publicações do Dr. John Coleman.
Sobre as Nações Unidas
No Congresso Freemason (Franc-Masonerie, Franco Maçonaria), em Paris, 28-30 junho de 1917, as diretrizes para a Liga das Nações foram criadas, aceitas e aprovadas. Este foi o início da Liga das Nações com sede em Genebra em 1919.
Em 1945, logo após a II Guerra Mundial, num encontro em San Francisco, nos EUA, foi criada a Organização das Nações Unidas (ONU). É uma instituição formada pelos Illuminati, a maior loja maçônica do mundo, em que todas as nações do mundo devem se unir. Ironicamente, no entanto, como indicado nas regras do maquiavelismo, item 4, resumidos no prefácio, o povo de todas as nações, a actual ONU, vem pedir a esta instituição para resolver os seus problemas e intervir em suas guerras para acabar com eles, embora os homens atrás da ONU, têm sido os principais instigadores em todas as guerras dos últimos dois séculos, e inclusivé deste novo século em que nos eencontramos.
Em público, a ONU aparece como um bom amigo de toda a gente "um bom amigo que vai cuidar do caso". Pelo menos 47 membros do CFR estavam entre os delegados americanos fundadores, incluindo David Rockefeller. O emblema da ONU é um símbolo maçônico claramente e vou compará-lo aqui com o selo maçônico Norte Americano, o Great American Seal das Notas de dollar.
O globo das Nações Unidas e a forma circular do Grande Selo com as inscrições ANNUIT COEPTIS (Ele - Deus - tem favorecido nossos empreendimentos) acima e Novus Ordo Seclorum (Nova Ordem dos Séculos) abaixo da pirâmide mostram que os objectivos da regra mundial . Os 33 níveis de grau do globo das Nações Unidas e as 33 pedras da pirâmide representam os 33 graus da Maçonaria do Rito Escocês antigo, ao qual obedecem as lojas maçónicas.
As espigas de milho com 13 grãos de cada um dos lados do globo, os 13 degraus da pirâmide e as 13 letras ANNUIT COEPTIS simbolizam os 13 graus da hierarquia Illuminati e referem-se ao número da sorte judaica, o 13. O número 13 é o número mais importante da Maçonaria e tem vários significados. Jesus teve 12 discípulos e foi ele mesmo o décimo terceiro.
Na cabala, em numerologia e com o cartão de Tarot 13, "A Morte" ("Death"), 13 significa a transformação, a alquimia, o renascimento, o Phoenix renascendo das cinzas, o conhecimento dos segredos e daí a capacidade de materialização e desmaterialização, a capacidade de criar a partir do éter (como Jesus, Buda, Hermes Trismegistos, Saint Germain e muitos outros fizeram, por exemplo: fazer o pão fora do "nada", significa (o éter), a Pedra Filosofal.
No lado opostoo do Grande Selo encontramos a Phoenix (alterado em 1841 para a águia americana) simbolizando, a transformação. Ele tem 13 penas em cada asa, 13 flechas na garra direita e ramo de oliveira com 13 folhas na esquerda. Seu bico possui um pergaminho com a inscrição E Pluribus Unum (De muitos, um) tem 13 letras, encimada por 13 estrelas dispostas na forma de Hexagrama, para o público em geral, os não maçons, conhecida por estrela de David. No peito é um escudo com 13 listras que representam os 13 Estados iniciais da criação do Congresso dos EUA.
Observações:
Estas são algumas das mais importantes organizações em finanças, comércio e política que apontar para um Governo Mundial.
Um grupo de imensa importância não consideramos ainda é o Império Rockefeller.
O império Rockefeller é a força principal por trás de financiamento do CFR, a Comissão Trilateral e do Clube de Roma.
Você provavelmente terá notado que lê os mesmos nomes repetidamente. Seria interessante ter uma lista de nomes do "conselho de 13" ou o "conselho de 33". Mas sabemos qual é o seu principal objetivo e o plano para alcançá-lo.
Em Finkenstadt’s: Eine Generation im Banne Stans John Todd continua:
"Se você perguntar á cabeça de uma multidão quem é o mais poderoso bruxo do mundo, ele vai dizer: Ruth Carter Stapleton, irmã do ex-presidente Jimmy Carter. Eu não sei se Jimmy Carter é um maçom. Normalmente, se você quer ser um político nos EUA, você tem que ser maçom, porque este é o caminho para entrar nos círculos políticos. Desde Wilson, presidente durante a Primeira Guerra Mundial, não houve um único presidente que não fize-se parte dos Illuminati, exceto Eisenhower, mas foi controlado por eles.
Há cerca de 5.000 pessoas no mundo que têm uma visão mais profunda sobre os Illuminati. Milhões de pessoas trabalham para esses poucos. A situação com os maçons é semelhante. Somente aqueles que se encontram no no grau 33 do Rito Escocês Antigo têm também o conhecimento. Os outros simplesmente não têm. Eles possuem todas as grandes empresas de combustiveis do mundo. Todas as grades empresas e-mail. Eles possuem todas as grandes multinacionais, todos os grandes bancos, controlam o FMI, controlam o BCE, a comunicação social...
Todo o dinheiro registado no sistema informático dos EUA está ligado a um computador enorme em Dallas, Texas, chamado "The Beast". Isto por sua vez está ligado a dois computadores em Bruxelas e Amsterdã, que também são chamados de "The Beast".
O carro do presidente norte americano, também é chamado "A Besta"
O Carro Presidencial dos Estados Unidos (em inglês: Presidential State Car) ou simplesmente Cadillac One é o veículo oficial do Presidente dos Estados Unidos utilizado em cerimônias formais. Ao longo da história da presidência americana, o Cadillac Um já foi modificado várias vezes para acomodar melhor o presidente. Ao modelo do carro, geralmente um Cadillac, são adicionados vários equipamentos de segurança e alta tecnologia. Atualmente, o automóvel do presidente norte-americano é um Cadillac limousine modificado, apelidado de Cadillac One em referência ao avião presidencial, Air Force One. O código secreto para o veículo é "The Beast"."[Wikipedia]
Se não é conspiração, qual a razão da necessidade de sociedades secretas? Se somos governados por um sistema aberto executado por funcionários eleitos democraticamente, por isso a necessidade de uma ordem secreta maçônica em cada aldeia, vila e cidade em todo os Estados Unidos? Como é que a Maçonaria pode dizer que opera de forma tão aberta e mantém os seus segredos tão bem escondidos? Não podemos fazer essa pergunta aos Nove Desconhecidos da Lodge Nove Irmãs, em Paris, nem podemos exigir isso de seus nove companheiros na Coronati Quatuar Lodge, em Londres. No entanto, esses dezoito homens fazem parte de um segredo governamental ainda mais secreto, o RIIA e, acima deste, ainda se encontra outro ainda mais secreto, o Comitê dos 300.
Por que temos tais ordens secretas como os Cavaleiros de St. John de Jerusalém, a Távola Redonda, Grupo Milner e assim por diante, degrau em de degrau, em sociedades secretas? Eles fazem parte de uma cadeia mundial de comando e controle que funciona através do Clube de Roma, a OTAN, o RIIA e, finalmente, até a hierarquia dos conspiradores, o Comitê dos 300. Os homens precisam dessas sociedades secretas porque as suas obras são más e devem ser escondidas. O mal não pode ficar na luz da verdade.