... Julgo que depois destes malabarismos, os currículos das pessoas com funções políticas activas com o propósito de praticar o bem comum de uma nação, devem ser exigidos e publicados em Diário da Republica para qualquer cidadão poder consultar e certificar-se das habilitações de cada politico. Não deve ser uma opção, mas uma condição contemplada numa lei própria para o efeito, pois como sabemos, nenhum trabalhador é admitido numa função numa empresa, sem referências e/ou curriculo académico/profissional. será verdade que o PS está "calado" neste caso da licenciatura de M. Relvas porque o Irmão Maçon António Seguro dos Bancos (da Universidade Lusófona) foi um dos professores envolvido no processo?...

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Não manda no mundo, mas não estará muito longe. O longo braço de um dos maiores bancos de investimentos do mundo


Crise: Alessio Rastani E O Projecto Goldman Sachs

Quando o corrector Alessio Rastani declarou na BBC que quem manda no mundo é a Goldman Sachs e que sonhava com a recessão, um frémito de espanto percorreu o mundo. Depressa passou a anedota, mas talvez não esteja tão longe da razão quanto isso.



Convém Lembrar Daniel Estulin no Parlamento Europeu


Max Keiser diz que a banca está por detrás da crise


O Discurso de Mr Gerard Baten Eurodeputado no Parlamento Europeu a falar sobre a conspiração Bilderberg


Importa ouvir Mr Nigel Farage UK MEP


Mark Blyth, Prestigiado Economista, Professor de Economia: A Austeridade é uma Ideia Perigosa


A ascensão de Mario Monti à liderança do governo italiano encerra algumas particularidades: ao tomar o lugar de Silvio Berlusconi, substituiu o que se dizia insubstituível e com a imposição de um governo tecnocrata sem eleições, suspendeu as regras normais da democracia. E ao colocar um sénior adviser da Goldman Sachs à frente de uma nação ocidental, eleva para novos patamares o poder deste banco de investimentos. E o que se passa em Itália é precisamente isso: um passo de gigante na direcção do sucesso para o «Projecto Goldman Sachs», diz o jornal inglês The Independent.

É que não é só Mario Monti. O Banco Central Europeu, com um papel central em toda a crise que atinge a zona euro, também é gerido por um ex-Goldman. Os antigos colaboradores do banco de investimentos estão nos corredores do poder de praticamente todos os países da Europa. Até à passada semana, a divisão europeia do FMI também era liderada por um homem da Goldman Sachs, o português António Borges. Este estender dos tentáculos do banco até ao topo da zona euro está a levantar celeuma quanto à influência que realmente tem. As decisões políticas que serão tomadas nas próximas vão determinar se a zona euro consegue pagar as suas dívidas e os interesses do Goldman estão directamente ligados a essa questão.

Mas o que é o «Projecto Goldman Sachs»? Dito de uma forma simplista, é abraçar os governos. Todos os negócios querem chegar aos reguladores que os podem impulsionar e aos políticos que lhes podem dar benefícios fiscais. Só que isto não é um mero trabalho de lóbi. A Goldman Sachs está lá para aconselhar e dar financiamento, para mandar o seu pessoal para serviços públicos e para proporcionar empregos lucrativos a quem sai da governação. O «Projecto» visa, assim, criar um intercâmbio de ideias e pessoas o mais profundo possível, acabando por ser quase impossível traçar a linha entre os interesses públicos e os da Goldman Sachs.

Monti é um dos mais prestigiados economistas italianos, tendo passado grande parte da sua carreira na universidade. Mas foi quando Berlusconi o nomeou para a Comissão Europeia, em 1995, que a Goldman começou a reparar nele. Como comissário para o mercado interno, primeiro, e para a competitividade, depois, Monti tomou decisões que podiam fazer perigar os negócios que os banqueiros da Goldman Sachs estavam a preparar ou a financiar. Mais tarde, Monti acabou por liderar o comité do tesouro italiano, precisamente onde são definidas as políticas financeiras do país. Com este currículo, não admira que a Goldman o tenha convidado a juntar-se ao seu conselho de conselheiros internacionais, um grupo com 24 elementos que actua, informalmente, como um lóbi. Otmar Issing, que enquanto membro da administração do Bundesbank foi um dos arquitectos do euro, também está neste conselho, assim como o irlandês Peter Sutherland, também ex-comissário na União Europeia e director não-executivo do Royal Bank of Scotland, até à sua nacionalização. Actualmente, é o chairman, não executivo, do Goldman UK.

Mas acolher políticos bem relacionados quando saem do governo é só metade do «Projecto». Enviar ex-quadros da Goldman Sachs para esses governos é a outra metade. Mário Draghi, o presidente do BCE, entrou e saiu da Goldman, nos intervalos das entradas e saídas de cargos como os ocupados no Banco Mundial ou na direcção do tesouro italiano.

Os italianos e outras nações da zona euro, com a Grécia à cabeça, são acusados de uma série de habilidades contabilísticas, que lhes permitiram aceder ao euro. Através de complicados processos estatísticos, conseguiram que as dívidas públicas aparecessem mais baixas nos balanços, muito abaixo dos 60% do PIB então exigidos. Os cérebros por detrás destas engenharias financeiras foram homens e mulheres do Goldman Sachs.

O banco criou uma série de estratagemas financeiros que permitiram à Grécia conseguir dinheiro para cortar o défice no imediato. Numa só ocasião, a Goldman canalizou um bilião de dólares em fundos para o governo grego, em 2002, numa transacção chamada “cross-currency swap”. Quem estava no outro lado do negócio? Petros Christodoulou, do Banco Nacional da Grécia, que começou a sua carreira no Goldman Sachs. Lucas Papademos, o novo primeiro-ministro helénico, era à altura líder do Banco Central da Grécia. A Goldman expressa agora alguns “remorsos” quanto ao negócio, designadamente na sua relação para com as regras do euro.

Se os países da zona euros, em especial a Itália, deixarem de pagar as suas dívidas, muitos bancos acabarão insolventes. A Goldman Sachs, que detém seguros acima dos 2 triliões de dólares, incluindo os países da zona euro, não sairá incólume. Nenhum banco o conseguirá. É esta a grande justificação para os resgates e a austeridade. Para termos mais Goldman, não menos. A alternativa parece ser uma segunda crise financeira, um novo colapso. Alguém quer experimentar?

Multiplicam-se os ex-quadros da Goldman Sachs que estão nos corredores do poder na Europa.

PCP Exige Demissão de António Borges


PCP pede demissão de António Borges como consultor de privatizações

PS e Bloco de Esquerda alinham no mesmo tom, considerando inaceitável a acumulação deste cargo com o convite para integrar a administração da Jerónimo Martins.

O PCP exige a demissão de António Borges, o homem escolhido pelo Governo para consultor das privatizações.

António Borges deixou o Fundo Monetário Internacional (FMI) para ocupar este cargo. Agora vai também ingressar na administração da Jerónimo Martins.

O deputado comunista Honório Novo considera que as duas funções são incompatíveis, por isso lança o seguinte desafio: “Das duas uma, ou o senhor António Borges tem decoro e se demite da comissão de privatizações ou o Governo tem que o demitir do cargo para o qual o nomeou", afirmou.

Para o PCP, é "absolutamente inaceitável" a acumulação de cargos, "independentemente da ilegalidade", constituindo uma "posição insustentável do ponto de vista da defesa do interesse público".

Também o deputado socialista José Lello classifica a situação como confusa. Em declarações aos jornalistas, o ex-secretário nacional do PS para as relações internacionais afirmou que este caso “é uma incompatibilidade manifesta, porque há uma confusão de interesses. É bom que isso fique bem clarificado", disse.

Já a bloquista Ana Drago recorre à ironia e humor para criticar a situação. Em declarações aos jornalistas, a deputada considerou que ”não é aceitável ter um pé no público e ter um pé no privado", insistiu, ironizando que, como se está a falar do Pingo Doce, é caso para dizer que "de Janeiro a Janeiro os amigos do Governo vão arranjando lugares para o ano inteiro".

Terminamos com Nuno Magalhães do CDS Para Fechar com Chave de Ouro


Links Internos
António Borges Santander Goldman Sachs Máfia das Privatizações
http://revoltatotalglobal.blogspot.com/2012/02/mafia-privatizacoes-gang-fmi-banca.html
António Borges na Trilateral Europa
http://revoltatotalglobal.blogspot.com/2012/02/anonymous-crise-economica-financeira.html
António Borges e a Trilateral Portuguesa
http://revoltatotalglobal.blogspot.com/2012/02/tugaleaks-anonymous-portugal-alerta.html
Advogados e Politico Negócios
http://revoltatotalglobal.blogspot.com/2012/03/mafia-portuguesa-corrupcao-impunidade.html
Assassino Económico CEO Da Goldman Sachs Arrependido
http://revoltatotalglobal.blogspot.com/2012/03/assassino-economico-arrependido-greg.html
O Programa da Troika compromete a Economia
http://revoltatotalglobal.blogspot.com/2011/07/programa-da-troika-ue-bce-fmi.html
Máfia Bilderberg Portugal
http://revoltatotalglobal.blogspot.com/2011/05/mafia-bilderberg-portugal-governo.html
Estudos Portugueses Sobre Economia
http://revoltatotalglobal.blogspot.com/2012/03/crise-portuguesa-estudos-portugueses.html
Os Negocios da Dívida
http://revoltatotalglobal.blogspot.com/2012/02/euromilhoes-bancos-politicos-gang-mafia.html
A Privatização da água Agenda dav Trilateral 1997
http://revoltatotalglobal.blogspot.com/2012/03/mafia-privatizacoes-portugal.html

Transparência Máfia Privatizações Esquerda PCP Bloco e PS Vêm Conflito de Interesses António Borges Jerónimo Martins! Passos Gaspar PSD Acha Normal Comandante Goldman-Sachs Trilateral Bilderberg FMI Na Privatária Portuguesa

TRANSPARÊNCIA E INTEGRIDADE

“Que interesses defendem os deputados/empresários? Representam o povo junto do sector ou os seus sectores e empresas junto do Estado?”

«As reformas incluídas no memorando da ‘troika’ podem criar “oportunidades para a corrupção”, lê-se num relatório entregue pela Transparência e Integridade – Associação Cívica (TIAC) ao BCE, FMI e Comissão Europeia.

Para os responsáveis pela associação, da qual faz parte, entre outros, Maria José Morgado, as medidas relacionadas com as privatizações, renegociação das Parcerias Público-Privadas ou a reestruturação das Forças Armadas. O documento da TIAC, de que a procuradora geral-adjunta Maria José Morgado é directora, propõe mecanismos de controlo.

O documento foi entregue à “troika” no final de Junho e apresenta uma série de preocupações e sugestões como medidas preventivas para as várias reformas previstas no memorando de entendimento. “Algumas das reformas previstas no memorando de entendimento, como as privatizações, a renegociação das parcerias público-privadas ou a reestruturação das Forças Armadas, podem abrir oportunidades para a corrupção, sobretudo dada a forte promiscuidade entre interesses públicos e privados em Portugal e os baixos custos morais e legais associados a transações ilícitas”, refere o documento da TIAC.

A Transparência e Integridade – Associação Cívica (TIAC) é o Ponto de Contacto Nacional da organização global de luta contra a corrupção “Transparency International”. E a preocupação dos seus investigadores parte da constatação de que não existe em Portugal uma estratégica nacional de combate à corrupção. Sugerem mesmo que a proposta reforma do sector público e da Justiça “deve começar pela elaboração de uma estratégia nacional de combate à corrupção e criminalidade conexa e um plano de acção com metas claras a atingir nos próximos quatro anos”.

http://revoltatotalglobal.blogspot.com/2012/03/transparencia-mafia-privatizacoes.html
António Borges Goldman Sachs FMI Jerónimo Martins: PCP Bloco PS Dizem Há conflito de Interesses O VIDEO ACIMA NO YOUTUBE
http://www.youtube.com/watch?v=e1orEFqX6aA

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