... Julgo que depois destes malabarismos, os currículos das pessoas com funções políticas activas com o propósito de praticar o bem comum de uma nação, devem ser exigidos e publicados em Diário da Republica para qualquer cidadão poder consultar e certificar-se das habilitações de cada politico. Não deve ser uma opção, mas uma condição contemplada numa lei própria para o efeito, pois como sabemos, nenhum trabalhador é admitido numa função numa empresa, sem referências e/ou curriculo académico/profissional. será verdade que o PS está "calado" neste caso da licenciatura de M. Relvas porque o Irmão Maçon António Seguro dos Bancos (da Universidade Lusófona) foi um dos professores envolvido no processo?...

Jornada de Resistência Nacional Direitos ao Centro de Portugal: Todos a Caminho de Vila-de-Rei 19 Agosto



A JORNADA | DIREITOS AO CENTRO | DIREITOS À RESISTÊNCIA
TODOS OS CAMINHOS VÃO DAR A VILA DE REI | AGOSTO 19.2011
Informar | Debater | Unir | Mobilizar

OBJECTIVO: Desenvolver a cumplicidade e estabelecer uma rede nacional de contactos disposta a lutar em todo o território nacional por uma sociedade mais justa, solidária e feliz.

Que partindo das nossas casas, de todos os distritos, tomemos todos os caminhos, a pé, de bicicleta, carroça, sobre rodas, sobre as águas, cruzando estradas e pontes, vales e montes, durante um dia, dois dias, uma semana, duas semanas, e que nos encontremos todos no centro do centro de Portugal, em Vila de Rei, dia 19 de Agosto de 2011 e que ali permaneçamos até dia 21 escutando e partilhando, debatendo, sejamos capazes de apreender novas formas de unir e mobilizar, assumindo-nos como a resistência para os tempos e lutas que se avizinham. Que sejamos capazes de, na solidariedade e cumplicidade, gerar algo NOVO.

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Não somos partido, não somos facção, somos olhos nos olhos, somos cidadão a cidadão.

Não estamos agrilhoados a ideologias, agendas de movimentos ou manifestos partidários, não temos um líder, todos somos líderes, todos somos veículos que nos conduzirão ao amanhã que demandamos.


Somos mães, pais e filhos do mundo. Somos humanos.
Caminhamos porque livres nascemos e a nós mesmos exigimos que livres queremos viver.
Estamos aqui porque acreditamos que um outro mundo, uma outra vida é possível.
E é por esse outro mundo, por essa outra vida que desejamos unir esforços, resistir e avançar.

Caminhamos porque acreditamos que unindo as nossas diferentes visões, experiências e conhecimentos, seremos o fulcro de uma alavanca com uma força assombrosa.

Caminhamos porque lutamos contra a submissão, a exclusão, o desemprego, a precariedade e a mentira, contra a ditadura económica, contra a ditadura do pensamento único, contra a ditadura da mediocridade, contra a ditadura da inevitabilidade, porque inevitável é tomarmos as rédeas das nossas vidas.

Estamos aqui porque acreditamos numa sociedade mais solidária, mais justa, mais feliz, porque acreditamos que essa sociedade só pode ser erigida se soubermos dizer não, se soubermos lutar pela nossa independência, pelo nosso futuro, pela nossa dignidade, se soubermos dizer sim a uma mudança que começa em cada um de nós, se acreditarmos que em cada cidadão reside a revolução.

Sabemos bem que os próximos tempos, as próximas decisões, as próximas acções, nos conduzirão a um retrocesso civilizacional, a uma situação de ruptura, a uma realidade de luta e repressão na sociedade portuguesa.

Somos nós chamados a estes dias, a assumirmo-nos como actores principais numa revolução humana, transnacional, transgeracional, uma revolução que transporta em si todos os nossos anseios, todos os nossos desejos e sonhos, todo o nosso amor. Todo o nosso incondicional amor ao próximo, à liberdade, à vida.

Uma outra solução é possível, um outro país é possível, um outro mundo é possível, uma outra vida é possível. E será rumo a ela que marcharemos.

Estamos ombro a ombro.

Não podemos esperar mais. Este é o nosso tempo. O tempo de sermos felizes.

Somos Açores, Aveiro, Beja, Braga, Bragança, Castelo Branco, Coimbra, Évora, Faro, Guarda, Leiria, Lisboa, Madeira, Portalegre, Porto, Santarém, Setúbal, Viana do Castelo, Vila Real, Viseu.
Declaramos guerra à austeridade, à precariedade e ao medo.
Combateremos nas ruas das nossas cidades.
Combateremos de amor ao peito.
Somos o país livre. Somos a Resistência.


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Artigo 21.º | artigo.vinte.um@gmail.com

Página da iniciativa no Facebook: Artigo 21

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1 comentário:

  1. Gosto da ideia. Mobilizar, comunicar e informar, devem ser a base de qualquer movimento. A sociedade portuguesa está apática demais, e os media são os principais contribuintes para esse estado de coisas. À que levar as pessoas a debater, a encontrarem-se.

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