... Julgo que depois destes malabarismos, os currículos das pessoas com funções políticas activas com o propósito de praticar o bem comum de uma nação, devem ser exigidos e publicados em Diário da Republica para qualquer cidadão poder consultar e certificar-se das habilitações de cada politico. Não deve ser uma opção, mas uma condição contemplada numa lei própria para o efeito, pois como sabemos, nenhum trabalhador é admitido numa função numa empresa, sem referências e/ou curriculo académico/profissional. será verdade que o PS está "calado" neste caso da licenciatura de M. Relvas porque o Irmão Maçon António Seguro dos Bancos (da Universidade Lusófona) foi um dos professores envolvido no processo?...

Revolução, 25 de Abril Comunicado ANS ao Povo Português: Militares Defendem "Constituição" e "não Governos"; Sargento Lima Coelho da Associação Nacional de Sargentos



O tempo é de revolução, 25 de Abril

Militares defendem "Constituição" e "não Governos"


Forças Armadas Portuguesas; Forças Armadas; Portuguesas; Militares; Marcha Militar; Marcha; Militar; Tropas de Portugal; Tropas; Portugal
Marcha Militar das Tropas de Portugal;
Militares das Forças Armadas Portuguesas em Marcha

Sargento Lima Coelho adverte que o “poder político não está acima dos valores da Constituição”, nem acima “do compromisso que assumiu com o povo português”.


A Associação Nacional de Sargentos (ANS) critica os políticos por ficarem de fora das comemorações populares do 25 de Abril. Segundo a associação, os militares devem estar amanhã nas ruas, ao lado do povo. Lembram ainda que os militares juraram defender a bandeira e a Constituição e não os Governos.


“Há muito que não se via aquilo que se está a ver em termos de atentados aos princípios constitucionais”, lamenta o Sargento Lima Coelho.


Espingarda Automática; HK G3; Espingarda Automática HK G3; Espingarda; Automática; HK; G3



Por isso, sublinha, “mais do que nunca, é importante que o povo português sinta que os seus militares estão atentos, preocupados e disponíveis para cumprir o juramento que fizeram”.


Sargento Lima Coelho; Associação Nacional de Sargentos; ANS
O presidente da ANS refere que, quando os militares juram defender com a vida a Constituição portuguesa, não o fazem de ânimo leve. Por isso, devem exercer as suas obrigações e, no limite, estar presentes quando for preciso, mesmo contra o poder político.



“O poder político não está acima dos valores da Constituição, não está acima do compromisso que assumiu com o povo português”, adverte.



Lima Coelho acrescenta que o “poder político não é nenhuma entidade suprema que, em desrespeito dos valores da Constituição e em desrespeito daqueles com quem assumiu compromissos, possa agir em roda livre”.
Associação Nacional de Sargentos; ANS
Associação Nacional de Sargentos ANS

A Associação Nacional de Sargentos está solidária com a decisão da Associação 25 de Abril de não participar nos actos oficiais das comemorações, mas alerta para o perigo da desvalorização institucional do 25 de Abril.


http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=27&did=59677

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