... Julgo que depois destes malabarismos, os currículos das pessoas com funções políticas activas com o propósito de praticar o bem comum de uma nação, devem ser exigidos e publicados em Diário da Republica para qualquer cidadão poder consultar e certificar-se das habilitações de cada politico. Não deve ser uma opção, mas uma condição contemplada numa lei própria para o efeito, pois como sabemos, nenhum trabalhador é admitido numa função numa empresa, sem referências e/ou curriculo académico/profissional. será verdade que o PS está "calado" neste caso da licenciatura de M. Relvas porque o Irmão Maçon António Seguro dos Bancos (da Universidade Lusófona) foi um dos professores envolvido no processo?...

Morreu Miguel Portas RIP Véspera do 38º Aniversário da Revolução do 25 de Abril



Morreu Miguel Portas

Na véspera do 38º aniversário da revolução que lhe marcou a juventude, faleceu Miguel Portas. O dirigente e eurodeputado bloquista encontrava-se hospitalizado em Antuérpia desde há duas semanas


Miguel Portas começara precocemente a sua actividade em organizações associativas, ainda sob a ditadura, sendo detido aos 15 anos como activista do MAEESL (Movimento Associativo dos Estudantes do Ensino Secundário de Lisboa). Politicamente, começou por empenhar-se na UEC (União dos Estudantes Comunistas), de que foi dirigente. Militou mais tarde no PCP, até 1989, data em que saiu do partido.


Manteve nos anos seguintes uma militância política sem filiação partidária, exercendo funções de assessor para as questões culturais e urbanísticas do então presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Jorge Sampaio.

Na sua qualidade de jornalista, assinou alguns trabalhos de referência, tanto na imprensa escrita, como em televisão, neste caso para a RTP: as séries "Mar das Índias" (2000) e "Périplo" (2004). Foi director revista Contraste (1986) e, mais tarde, dos semanários Já (1995) e Vida Mundial (1998-1999).

No interregno entre a militância comunista e a fundação do Bloco de Esquerda, Miguel Portas animou ainda a Plataforma de Esquerda e, a partir de 1994, o grupo Política XXI. Este coligou-se ainda com o PSR numa campanha para as eleições municipais em Lisboa.

Mas a convergência acabou por tornar-se mais ampla e por visar mais longe: as duas organizações e a UDP exploraram os acordos existentes entre elas com o objectivo de criarem uma nova força política. Surgiu esta em 1999, já com o nome que ficou até hoje: Bloco de Esquerda.

Miguel Portas encabeçou nesse ano a lista do BE nas primeiras eleições a que este concorria - precisamente ao Parlamento Europeu. O resultado foi modesto, bem distante ainda daquele que o faria eleger em 2004 e reeleger em 2009.

Dois anos após a fundação do BE, voltou a encabeçar uma lista do novo partido, desta vez para a Câmara Municipal de Lisboa - sem êxito.

Actualmente participava na Comissão de Orçamento e era vice-presidente da Comissão Especial do Parlamento Europeu para a Crise Financeira, Económica e Social.

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